Vamos fazer uma resenha praticamente deste livro aqui, ó, como aprender qualquer coisa, da doutora Bárbara Oley. Ferramentas cientificamente testadas para você aprimorar qualquer aptidão. Ela tem um processo muito legal nesse livro aqui e eu resumi, compilei esse esse processo, criei um fluxo para para simplificar tudo que ela explica.
E é isso que eu vou passar para você neste vídeo, uma resenha sobre esse livro. E é claro que a intenção é é ajudar eh com processo de aprendizagem voltado para negócios digitais, né, especificamente para produção de conteúdo, criação de produtos, porque a gente trabalha em negócios digitais, o conteúdo é a matéria prima do nosso negócio, né? seja ele um conteúdo nas redes sociais, seja as aulas dos seus treinamentos, um vídeo de vendas, anúncios, eh conteúdos internos, enfim, su as palestras, eh reuniões, né?
Tudo isso são resultados, né? São são outputs que saem dos seus estudos. Só que às vezes a gente tem aquela sensação de que a gente eh lê, né?
lê, lê, lê inúmeros livros e não aprende nada. Já teve aquela sensação de que você lê um um livro inteirinho e aí chega no final, você já não lembra nem o que tá no começo mais do livro. Esse processo ajuda a entender também o porqu isso acontece e porque às vezes a gente tá estudando ali e aí depois quando para de estudar vai fazer outra coisa, as ideias surgem na cabeça.
Mas enfim, esse processo vai ajudar a entender tudo isso, né? Então vamos fazer uma uma resenha dos conceitos desse livro, tá? tem um esboço que eu fiz aqui, um gráfico depois eu compartilho ele.
Mas vamos lá. O que importa é que assim, nesse nesse livro ela fala que existem dois modos de estudo. Você tem o modo de estudo concentrado ou focado que ela chama, e o modo difuso.
Como funciona cada modo de estudo e qual a importância dele, né? O modo concentrado éonde você tá efetivamente estudando, é o momento que você para ali para para ler e adquirir informações, né? Colocar as informações para dentro.
Esse é o modo concentrado. Quando você tá assistindo um treinamento, uma videoaula, lendo um livro, enfim. E o modo difuso é o modo aonde as ideias fluem.
É aquele modo como que você entra nesse modo, né? Ela ela explica isso no livro muito claro. É quando você fica um tempo, você fica um tempo ali lendo, colocando informações para dentro e aí depois você para na sequência e vai fazer outra atividade.
Esse é um processo que já acontece comigo há muitos anos e eu eu já tinha a percepção desse processo, mas eu não sabia explicar, eu não tinha eh a teoria disso daí, né? Que é o quê? Todos os dias, todos os dias não, né?
De acordo com o meu treino, mas em média três a quatro vezes por semana eu saio para correr num parque que tem aqui perto de casa de manhã. E aí a maioria das ideias que eu já tive, tanto pro meu negócio digital, quanto ideias de produtos, de anúncios, de produção de conteúdo, enfim, todas as as esferas de de negócios e não só de negócios, na verdade, eh parte espiritual também, enfim, compreensão da da Bíblia e das coisas que eu estudo, né? Boa parte dessas ideias vieram de quando eu estava no parque correndo.
Isso até me fazia pensar que eu tinha alguma coisa com com o parque, com a corrida e enfim. Mas esse livro explica muito bem, porque na verdade depois que você eh quando você estuda muito aí você dá aquela travada, né? Depois que você para e vai fazer outra atividade, você cérebro entra no modo difuso.
Então, quando você tá lá concentrado, parece que o cérebro coloca uma barreira, né, em outras informações para te manter estudando aquele assunto. Quando você para de focar naquele assunto e vai fazer outra coisa e você já colocou informações para dentro, é como se o que o seu cérebro tirasse essa barreira e deixasse essas informações fazer conexões lá dentro da sua cabeça, né? E quanto mais conexões você faz, mais interpretação você consegue ter do que você estudou.
Às vezes acontece muito processo de estudo até para paraa prova e tal, quando você tá se esforçando muito ali para resolver um problema complexo e trava, trava, acabou, não avança dali. Acontece também com um livro de de desenvolvimento e tal, que tem conceitos às vezes você tá tentando entender um conceito, entender, entender, chega uma hora que trava, a gente fala, né, que a mente fritou, não deu, não deu mais. E aí depois você vai tomar um banho, você vai lavar uma louça, você vai caminhar ou correr, né, ou passear com o cachorro.
E aí o problema se resolve quase que sozinho na sua cabeça. É quase que uma epifania que você tem ali. Você sente que as as peças se encaixaram.
E na verdade isso não é não é coincidência, é porque você entrou no modo difuso. Então é dali, é do modo difuso que saem todas as ideias criativas. Porque quando você tá no modo concentrado, você tá, você não está no momento criativo, porque você não tá, você até faz algumas conexões com com coisas que você já tem na sua cabeça, tal, mas você não tá livre para fazer essas conexões.
Quando você sai do modo concentrado, para de focar naquilo ali, vai fazer outra coisa que não exija, né? Eh, e aí vou até falar do programa do celular, alguma coisa que não exige que você tem um nível de concentração muito alto, você entra no modo difuso e aí sim você começa a fazer essas conexões. E aí aí dali surgem ideias criativas.
E aqui também já ela já aponta um erro muito grave que a maioria das pessoas comete. Eu já cometi esse erro várias vezes no processo de aprendizagem. É quando você estuda, você lê algum conceito importante que você precisa absorver e aí ao invés de você depois entrar no modo difuso, o que que você vai fazer?
Pegar o celular, ficar olhando o celular. Quando você faz isso, você bloqueia o modo difuso. Por quê?
Porque você tava em um momento que você tava adquirindo informações, aí você sai dali, pega o celular e continua adquirindo informações. Então você não deixa a sua cabeça relaxada para processar tudo aquilo que entrou. Aí você bloqueia o modo difuso e por isso você perde você perde várias oportunidades de ter ideias criativas.
É por isso que muita gente fala que que tem bloqueio criativo, que ah, eu estudo, estudo, mas não tenho boas ideias, tal. Provavelmente você momentos que era para você tá desfrutando, né, do benefício do modo difuso, você tava mexendo no celular, né? Foi um ajuste que que eu fiz aqui que me ajudou a clarear clarear mais as ideias e internalizar os conceitos para poder inclusive explicar e tal.
Então é isso, os do você tem os dois modos de estudo, modo concentrado, modo difuso. Concentrado é quando você tá ali efetivamenteando, difuso, você saiu dali e tá fazendo outra coisa. Você vai entender a importância de cada bloco, tá?
Até o final disso aqui eu vou fechar cada ponta dessa. Você vai entender o caminho, porque a ideia aqui é te entregar esse mapa de como aprender qualquer coisa. Então você vai aprender o caminho.
Toda vez que você olhar para um conceito, você falar: "Bom, isso é importante e pro meu negócio, pro meu trabalho, pra minha produção de conteúdo, preciso saber disso. " Então você vai entender até o final desse vídeo como você realmente internaliza esse conhecimento. Beleza?
E aí, bom, falando ainda um pouco do modo concentrado, né, que quando você tá no modo concentrado, você tá estudando. Existem dois tipos de estudo. Tem o estudo passivo e o estudo ativo.
O estudo ativo é quando você tá efetivamente lendo e você está anotando, né? Você tá lendo, você tá anotando, você tá rabiscando. Isso é o estudo ativo.
Quando você, quando você lê, quando você reflete, quando você anota e quando você cria alguma coisa. Então, seja um pensamento, por exemplo, você tá lendo ali, você conseguiu conectar alguns conceitos, tal, e você escreve uma nota sobre essa conexão. Isso é um estudo ativo.
E aqui é um outro erro que muita gente comete. E eu já cometi inclusive. O estudo passivo é aquele que você só lê.
Você simplesmente pega um livro e só lê. Quando você, se você tem algum livro aí que você não eh que você não tratou ele desta forma, você não grifou ele demais, você fez um estudo passivo. Segundo autora, segundo o que ela fala nesse livro e em outros conteúdos dela, o estudo passivo, mesmo que você esteja consumindo conteúdos do seu nicho, do seu negócio, do seu mercado, ele ele é quase a mesma coisa que você assistir um filme na Netflix que não tem nada a ver com o seu negócio, ou seja, ele não serve para nada, para nada.
Então, por isso que você às vezes lê um livro, lê um, dois, três, quatro livros e não consegue eh praticar nada daquilo ali, não consegue usar aquela informação. Aí eu escuto muito isso, né? Gente fala: "Meu, já li tantos livros e eu não consigo produzir conteúdo".
Provavelmente você tá fazendo um estudo passivo. E por que que a gente se engana achando que isso vai ser efetivo? E agora a gente vai entrar, a gente vai entrar agora nas eh nos tipos de memória, tá?
Então a gente já viu o os modos de estudo, né? Então você tem o modo concentrado e o modo difuso. Agora os tipos de memória.
Então aqui a gente tem dois tipos de memória. A gente tem a memória de trabalho, que é a nossa memória de curto prazo, e a gente tem a memória de longo prazo, que é a onde a gente de fato considera aquilo como conhecimento. Tudo que tá na nossa memória de longo prazo, a gente pode considerar que isso é um conhecimento.
O que tá na memória de curto prazo é o que é para ser usado ali no dia a dia. E a memória de curto prazo, ela é ela é muito ela engana muito a gente. Por quê?
Quando você tá consumindo um conteúdo, aquele conteúdo ele ele está na sua memória, né? mesmo sendo é de curto prazo, mas é a sua memória, ele tá na sua memória. Então, quando você assiste uma aula, você lê um livro, você consome um conteúdo, você tem a sensação de que aprendeu naquele momento, porque de fato aquilo tá na sua memória.
Talvez se você for tentar repetir aquilo ali naquele momento, você consegue, só que você não transferiu pra sua memória de longo prazo. É aqui que o estudo, que o aprendizado fica falho e a maioria das pessoas vai até aí. Eu inclusive já estudei muito só até aí, só até a memória de curto prazo.
E aí depois você percebe que no futuro, quando você precisa daquele conteúdo, você percebe que você não tem. Então assim, às vezes, eh, já aconteceu de eu de eu ler livros e livros e livros e aí na hora de preparar uma palestra, chega, eu chegava até a pensar assim, será que eu eu li mesmo aquele livro? Eu mesmo eu sabendo que eu li o livro, mas eu falava: "Meu, parece que eu não li.
" Por quê? Porque eu eu só permiti que o conteúdo fosse até a memória de curto prazo, que é a memória de trabalho. Agora, é aqui que o jogo começa, né?
O verdadeiro aprendizado é a gente transferir, a gente aprender a transferir de maneira estratégica, de forma ativa, transferir conteúdos da memória de curto prazo paraa memória de longo prazo. Quando a gente começa a forçar esse processo, aí o o conhecimento começa a entrar. Esse é um caminho para te transformar em um especialista na sua área ou te deixar cada vez mais especialista e conseguir produzir conteúdos com naturalidade, conseguir produzir conteúdo sem depender de roteiro, conseguir fazer as coisas sem depender de de teleprompter, enfim, não que isso seja ruim, mas você precisa desenvolver essa habilidade para você poder atender seus clientes, para você poder fazer uma uma reunião ao vivo, entregar uma mentoria no um a um.
Inclusive, esse é um outro problema. As pessoas que costumam só estudar, que é o modo concentrado ali, né? Mesmo no estudo ativo e dali já produz conteúdo, normalmente essas pessoas sempre vão ter aquela síndrome do impostor.
Por quê? Porque realmente você e ainda mais se você trabalha só com modelagem de conteúdo, né? Então, quer dizer, você olha um conteúdo no mercado ali e você vê o que a pessoa tá falando e você já modela e vai falar a mesma coisa.
Aquilo não passou nem perto da sua memória de longo prazo, aquilo ficou na sua memória de curto prazo. Então, por mais que você produziu aquele conteúdo e você não internalizou, ao passar do tempo, você percebe que você não está evoluindo. E tudo que a gente faz, que a gente percebe que não está evoluindo, a gente começa a perder motivação.
Isso entra em outro problema. Então, as pessoas que normalmente só estudam e já pega aquilo e transforma no conteúdo, você com o tempo vai sentir, vai continuar sentindo o síndrome do impostor, você vai sentir que não está evoluindo intelectualmente como pessoa. E isso gera uma bola de neve, porque vai deixar o teu trabalho desgostoso, vai deixar a produção de conteúdo forçada e você vai acabar desistindo.
Essa é uma uma consequência de não transferir coisas paraa sua memória de longo prazo. Beleza? Agora, como transferir as coisas paraa memória de longo prazo?
Uma das técnicas que ela que a autora fala no livro é a recuperação ativa. E que que é isso? É você depois que você estudou um tema, você relembrar desse tema, você relembrar, você explicar e você revisar nos dias próximos.
É um outro erro também que a gente costuma cometer, né? Como a gente acumula muitos livros para ler, a gente nunca quer voltar no mesmo conteúdo. A gente quer terminar um livro e quer quantidade, né?
Ah, quero ler 30 por ano, 50 por ano. Então você termina um livro, você engaveta ele, volta para estante e aí pega, quer pegar o próximo e ler e depois nunca mais revisita aquele conteúdo. Aí você já entendeu essa altura, né, que aquele livro ficou só na sua memória de curto prazo.
Agora, se você pega um conteúdo, por exemplo, esse é um livro que eu li tem um mais de um mês já, mas eu eu estou revisitando ele agora porque tem muitos conteúdos aqui que precisam eh por conta de de de processos e produtos que eu tô criando. Tem muitos conteúdos aqui que precisam entrar na minha memória de de longo prazo. Então, mesmo que eu fiz um estudo ativo com ele, eu preciso eh fazer essa recuperação ativa de relembrar, de explicar.
Inclusive, eu vou gravar bastante conteúdos com conceitos aqui. Esse vídeo que eu estou fazendo, por exemplo, é uma forma de recuperação ativa. Eu tô te explicando todos os conceitos que eu achei mais importante nesse livro para ajudar a transferir informações paraa memória de longo prazo.
Ou seja, esse processo que eu estou fazendo é um processo que ajuda a aprender. Provavelmente esses conceitos aqui eu vou eh eu tô tô gravando isso aqui sem roteiro nenhum. Eu tenho só um um desenho, um esboço que eu fiz aqui do livro e para não perder nenhum ponto importante, mas como eu já estudei bastante esses conceitos, já fiz essa essa esse processo de recuperação ativa, isso me ajuda a afirmar cada vez mais no meu na minha memória de longo prazo, né?
E aí a autora fala que tem dois caminhos para você levar as coisas paraa sua memória de longo prazo. Ela fala da aprendizagem declarativa e da aprendizagem procedimental. Qual que é a diferença entre elas?
A declarativa é o momento que você tá aprendendo. Tem a ver com o método de estudo concentrado, né? Quando você tá estudando ali, você tá, você consegue falar: "Agora eu estou estudando".
é uma forma, é um caminho declarativo paraa memória de longo prazo, só que ele não é o caminho mais forte. O caminho mais forte é o caminho que ela chama de aprendizagem procedimental, que em outras palavras é a prática, é o momento que você está praticando. Então quando você quando você e aí é é um erro muito grande, né, que a gente comete, eu também já cometi muito esse erro, é a gente estudar os conceitos e não praticar, não ir pra prática.
Quando você não vai paraa prática, ele costuma ficar a maior parte na memória de curto prazo. Então, por exemplo, esse esse processo aqui, eu estou aplicando ele no meu dia a dia e eu aplicar ele no meu dia a dia facilita isso entrar na minha memória de longo prazo e facilita que eu consiga usar esse processo e ensinar ele com mais facilidade. E é aqui que entra a produção de conteúdo, né?
Então, as formas para você levar o conhecimento paraa memória de longo prazo, a recuperação ativa é você eh revisar os conteúdos depois de uma semana ali e tal e você anotar e explicar e e você tentar explicar isso sem consultar os materiais. É a aprendizagem procedimental, ela traz até um exemplo aqui no livro de um eh do tênis, por exemplo, né? você vai começar a jogar tênis, então você estuda sobre jogar tênis, sobre as técnicas, que é a parte aprendizagem declarativa ali, o modo concentrado de estudo, você aprendendo a a sacar, eu não sei os nomes, né, os termos técnicos do tênis, mas você aprendendo ali e aí na hora que você vai executar, você percebe que o teu saque é horrível, você percebe que o teu saque é ruim e mesmo você sabendo os conceitos, você vê que que é ruim e não E não é realmente assim que acontece, né?
Com tudo a gente, você vai e seja lá o que for, você vai andar de moto, você vai andar de carro, você estuda, estuda, estuda, na hora que você vai fazer é horrível, mas aí você começa a praticar, praticar, praticar aquilo ali. Com o tempo vai ficando cada vez mais fácil. É o que eu estou fazendo, por exemplo, com a prática de gravar vídeos, né?
gravando, gravando em volume, porque isso é uma forma de aprendizagem procedimental que vai deixar o processo cada vez mais fluido. Beleza? Aqui entra a produção de conteúdo.
É muito diferente você fazer usar a produção de conteúdo neste processo. Por quê? Porque aqui você tá realmente estudando, você tá internalizando conceitos, você tá fazendo as suas próprias conexões e depois que você faz isso, você isso ajuda você a firmar o seu posicionamento único no mercado, porque é muito difícil você achar pessoas que que leram os mesmos livros que você, ainda mais você pega uma combinação um pouquinho maior, que eu acredito que acima de 10 livros já é é uma agulha no palheiro para você achar alguém que leu os mesmos 10 livros que você, né?
Então, se você leu 5, 10 livros do seu mercado e começou a fazer conexão entre conceitos deles ali, você já tem um, com certeza, você já tem um um viés diferente do seu mercado aí, do seu nicho. E aí, na produção de conteúdo aqui, você consegue transferir a as informações paraa memória de longo prazo. Deixa eu ver se eu não esqueci nada.
Deixa eu até te mostrar meu gráfico bonito que eu fiz aqui, ó. Isso aqui, por exemplo, esse desenho que esse fluxo que eu fiz, é uma forma de estudo ativo, né? É uma forma de estudo ativo, ler, refletir, anotar e criar.
Eu criei isso daqui porque isso me ajuda a internalizar mais os conceitos e depois fica fácil para explicar e para aplicar, né? Então aqui eh uma uma revisão geral do do método para ficar claro agora com com o gráfico aqui, né? Você tem dois modos de estudo, modo concentrado, que é onde você tá efetivamente lendo, e o modo difuso, né?
Você, o modo concentrado, você precisa fazer um estudo ativo. Eu nem coloquei o estudo passivo aqui, porque ele nem é considerado um estudo, ele é ele é ela chama até o estudo passivo de procrastinação ativa. Ou seja, quando você tá lendo um livro, mas você não tá fazendo um estudo ativo, é como se você tivesse procrastinando do mesmo jeito que se você tivesse assistindo um filme na Netflix.
Só que é uma procrastinação ativa que vai na na sua consciência vai fazer você se sentir bem porque tá fazendo algo útil, mas na verdade na prática não tá. Beleza? Só uma observação.
Então estudo ativo. O estudo ativo, depois disso você entra no modo difuso daqui que saem as ideias criativas. Então quer dizer, você tá estudando ali, você trava num conceito.
Aí você pausa, você entra no modo difuso e está a solução criativa. Qual que é o erro que as pessoas cometem? Eu já cometi muito esse erro.
Você tem ideias criativas, aí que que você faz com isso? Nada. Nada.
Que acontece com a ideia morre. Percebe que daqui não pus nenhuma seta para nenhum lugar porque ela morre. Então no modo difuso, quando você tem uma ideia, seja no banho, seja no parque, seja onde for, você precisa rapidamente refletir sobre aquilo, anotar e criar alguma coisa.
Eu tenho um outro processo aonde eu ensino criar essas coisas, mas é um tema para outro vídeo, para um outro momento. Aqui eu quero focar no processo de aprendizagem. E aí você teve uma uma ideia no modo difuso, agora você já sabe como ativar o modo difuso, né?
Então você vai ler, ler, ler, depois sai para fazer alguma coisa. Testa aí que funciona. Comigo é assim, já há anos.
Inclusive, a as melhores ideias que eu tenho ou é no banho, ou é no parque correndo, ou é na academia fazendo musculação, ou é fazendo ou descansando sem celular. Se você tentar, se você for descansar e ficar usando o celular, você não vai entrar no modo difuso, vai ficar bloqueado. Beleza?
E aí você passou por esse processo, você coloca, você já vai colocando mais informações na sua memória de longo prazo, mas percebe que aqui ainda tá uma linha mais fraca, né? Por quê? Quando você estuda, quando você estuda, você também coloca informações na memória de longo prazo, que é o processo de aprendizagem declarativa, você também coloca.
E quando você entra no modo difuso, você reflete a nota, você também coloca. Agora, quando você faz uma recuperação ativa, você relembra dos conceitos, você consegue explicar aquilo ali, que é o que eu estou fazendo aqui agora, você garante que o processo agora é seu, agora você entendeu e quando e isso acontece quando você revisa em dias próximos. E aqui que entra a nossa produção de conteúdo.
Então assim, esse processo ele vai te ajudar a produzir conteúdo com mais leveza, pelo menos tem me ajudado a produzir conteúdo com mais leveza. ele vai eliminar aquela síndrome do impostor, porque aqui você de fato vai estar estudando e aprendendo. Então o conteúdo daqui paraa frente vai ser seu.
Então imagina isso depois de de 6 meses, um ano, dois, fazendo isso praticamente todos os dias, com vários assuntos que você precisa desenvolver, né? Certamente você vai desenvolver uma massa crítica muito forte aí no seu nicho. Isso vai ajudar na na principal matéria prima de um negócio digital, que é a produção de conteúdo.
Isso deixa mais leve na hora de gravar um vídeo, deixa mais leve na hora de de fazer um res, de fazer um stories, de gravar suas aulas, de gravar suas palestras e tudo mais. Beleza? Esse aqui é o processo.
Espero que você tenha entendido, que esse processo tenha te ajudado. E agora eu vou deixar aqui a indicação, não sei se aqui, aqui eu vou deixar a indicação de um vídeo aonde você, aonde eu mostro como você construir um negócio digital de com uma equipe inxuta ou sozinho. Partindo desse princípio de você estudar, aprender.
Basicamente esse processo que eu te mostrei aqui hoje de como aprender qualquer coisa, é um processo vinculado com o processo de negócio digital. Porque você vai precisar desse processo para ter os seus insumos ali, porque é assim que você elimina o seu bloqueio criativo para poder criar conteúdo todos os dias, você tendo bons materiais para estudar, você sabendo como estudar, porque uma coisa é você definir o problema que você quer resolver e a linha que você vai seguir, outra coisa é você conseguir se desenvolver naquele caminho, que é que é isso é uma coisa que desanima muitas pessoas. A pessoa até escolhe, fala: "Eu quero trabalhar nesse nicho e nesse mercado".
Mas ela começa a ler, ler, ler, assistir treinamento, tal, tal, tal. passa meses e aí não consegue produzir um conteúdo, não consegue eh se expor, não consegue estabelecer uma presença online porque nada daquilo é seu, você não absorveu. Então esse processo vai te ajudar a resolver esse problema e este outro processo que você vai ver agora vai te ajudar a construir seu negócio digital, beleza?
Então se inscreve no canal, eu vou trazer cada vez mais conteúdos aqui de lifestyle, rotina, negócios digitais, mentalidade empreendedora, tudo que eu puder ajudar com negócios digitais. Beleza? Então é isso.
Vou ficando por aqui e a gente se vê nesse mundão digital. Fui.