[Música] e aí o olá pessoal meu nome é joel francisco dos santos sou médico veterinário professor do curso de medicina veterinária do iphan e dando continuidade às nossas aulas sobre enfermidade digestivo dos ruminantes hoje falaremos sobre a acidose láctica ruminal essa é uma enfermidade é de caráter metabólico né mas me dá digestiva de karatê metabólico que ocorre quando tem uma ingestão excessiva de carboidrato né altamente experimental e rapidamente fermentáveis dentre eles né o trigo milho cevada aveia produtos de padaria melaço no resíduo de cervejaria entre outros ou seja a maior parte desses alimentos concentrados rico
em energia que são rapidamente fermentáveis e ocorre quando tem uma mudança abrupta na alimentação desses animais ou quando eles acabam ingerindo por algum fator ou foi foram transportados e passaram um tempo de privação de alimento oi e aí quando tem acesso a esse alimento eles comem é demasiadamente uma grande quantidade e acabam é tendo essa enfermidade então assim é uma doença que a gente tem que controlar e prevenir porque ela pode ocorrer e uma das formas de prevenir é você fazer administração gradual desses concentrado né e sabe que na pecuária leiteira né principalmente que eu
guardo de grande produção leiteira esses animais são bem desafiados na questão da nutrição porque tem que ser aumentar o aporte nutricional para ver se consegue produzir expressar o máximo de potencial produtivo né então ela pode se apresentar da forma aguda que aqueles carros que rapidamente apresenta um clínica o ano novo vai ficar apático animal vai ficar inapetente anoréxico animal vai ter fezes diarrei cas o animal e a gente vai falar daqui a pouco um pouco mais sobre sinais que não tá na frente mas já ele apresenta clínica de imediato e a subir aguda também ou
na sigla em inglês acidose ruminal subir aguda a sara que faz com que também esses animais apresentam de uma forma subclínica e aí fica difícil detectar mas a gente observa quando tem diminuição da produção de leite diminuição do teor de gordura baixo desenvolvimento dos animais falhas reprodutivas e enfim porque isso vai ter uma alteração na microbiota ruminal e os animais não vão conseguir ter absorção correta dos ácidos graxos voláteis e isso vai fazer com que também não tenham metabolismo correto além disso podem ter processos inflamatórios recorrentes liberação de endotoxinas que podem chegar até quadro de
laminite nesses animais então acidose vacas leiteiras né com a gente já falou do desafio da pecuária leiteira ela vai causar diminuição da fertilidade porque os animais quando tem essa indigestão ele não conseguem digerir direito eles não têm energia com bom então foi o meu celular está quebrada consequentemente diminui a sua fertilidade não consegue reduzir corretamente dificuldade de locomoção quando tem distúrbios locomotores como a laminite como já foi falado e devido à diminuição da imunidade dos animais esse processo inflamatório que ele está ocorrendo pode ter a para o aparecimento de mastite redução da produção de leite
de vida essa falta de energia de após nutricional redução do nível de gordura então se a consequência também o animal vara de comer com isso vai reduzir a ruminação chegando até a autonomia e reduz o efeito de tampão da saliva porque isso gente observa nesses animais que comem muita ração concentrada é não tem aquele mecanismo de mastigação que as fibras o volumoso ele poderia proporcionar com isso diminui a ingestão de sua saliva q essa lei vá tem o bicarbonato né que faz com que chega até uma neutralizado não vou anunciada mais esse ph bom então
não só vacas leiteiras podem ser acometidas né outros ruminantes também que tenham como ovinos e caprinos e bubalinos que tenham esse acesso maiores sua ingestão maior de carboidrato altamente fermentáveis rapidamente em grande quantidade isso vai fazer com que os animais possam ter acidose né então acidose láctica ruminal como é que ela acontece tem uma alta ingestão de carboidratos isso vai fazer com que tem uma maior produção de ácidos graxos voláteis o meio vai ficar mais ácido né o mesmo me now e isso o ph vai diminuir ph diminuindo vai ter a proliferação de streptococcus bovis
uma bactéria gram positiva e aí tem também ao aumento de ácido lático no meio ruminal ph ele vai baixar para menos que 5 e 6 isso aqui já é uma acidose subir aguda né já um quadro de acidose e a gente lembra que o ph normal do mundo entre 66.7 6.8 e aí já tá baixando bem aqui né uma continuação desse meio ácido e vai ter morte das bactérias gram-negativas e os protozoários então a digestão vai estar e o metabolismo no final ele vai estar comprometido então ph pode baixar para baixo de 5 e aí
acidose e aguda com a proliferação de lactobacilos as bactérias ácido lácticas em cima e vai ficar cada vez mais rápido porém não ter um mínimo de química né descamação do epitélio ruminal das papilas luminais enfim com isso numa tentativa de meio que apagar o fogo né tem uma passagem de líquido intravascular para o homem nessa tentativa de tentar diminuir esse processo inflamatório ali o menor fica um pouco desidratado mas que se rumi repleto aí tem predomínio da classificação líquida o animal mente e atonia ruminal porque não tem mecanorreceptores ativando a lei a sua utilidade além
de todo esse processo ácido que está ocorrendo e também além da acidose ruminal ele entra numa acidose metabólica e bom então o animal com sinais clínicos ele vai apresentar anorexia vai parar de comer vai ficar desidratado vai ter uma atonia ruminal vá comendo para o ruim distensão abdominal a gente pode observar até em alguns casos uma certa timemania ea imagem dessa predomínio da estratificação líquida devido ao acúmulo de líquido na cavidade e fezes diarreicas e feridas isso pela questão da alimentação basicamente o maior quantidade por concentrado né como é que a gente diagnóstico essa enfermidade
primeiramente a gente vai observar pela epidemiologia se os animais são já tem um já são acostumados a ingerir essa dieta com alta concentração de concentrado ou não ou se foi de forma abrupta então se tem algum caso animal chegou a no depósito e comeu em cima esse alimento concentrado e uma forma mais a blow que se mudou a alimentação e sim tem que ver todos esses fatores qual o tipo de alimento no exame clínico a gente vai ver sinais clínicos os dados recentemente e análise do fluido ruminal exame complementar que vai fechar o diagnóstico pra
gente então a gente vai ver ele como característica física é um aspecto mais aquoso de uma cor é uma cor leite a cinza leitoso tá certo mais esbranquiçados e um motor muito fértil do odor ácido tá odor ácido eo ph dele vai estar abaixo de 5,5 né sem mais aqui a gente vê um ph entre 4 e 5 4 e meio am e como tratamento primeira coisa tem que remover a fonte de carboidrato independentes com acidose agudos subir aguda remove essa fonte de carboidrato e de preferência a alimentos volumosos né o capim e o mais
natural possível né também podemos utilizar anti-ácido via oral a administração de bicarbonato de sódio que além de tratamento também pode ser utilizado como forma de profilaxia que a gente vai falar daqui a pouco né quando você adiciona esse aditivo na alimentação dos animais a correção dessa alimentação tendo aquela proporção de volumoso e concentrado de uma forma fica adequado a literatura recomenda de 60 40 mas você pode aumentar é essa essa proporção aí de concentrado só que isso tem que ser paulatinamente tem que ser gradativamente é você tem que pelo menos passar de três a quatro
semanas fazendo essa adaptação em casos mais graves temos fazer sifonagem um minuto medo assim funagem a gente vai fazer mais em animais pequenos né peguei eu sou em bezerros é que fica mais fácil você tirar e quando a quantidade é pequena até muitas vezes a gente não só com as informações não vai conseguir resolver nesses animais pequenos mas os animais maiores a gente tem que utilizar a ruminotomia porque não vai conseguir retirar logo esse conteúdo totalmente assim então é uma é uma emergência digestivo que a gente tem que fazer essa intervenção porque tem que tirar
todo esse conteúdo lavar cavidade ruminal colocar cima de qualidade e aí comer continuar o tratamento como fluidoterapia intravenosa na solução de cálcio intravenoso e subcutâneo com notas sem comer ele também ele perdeu esse esse elemento e também tem que reativar motilidade gastrintestinal fluido ruminal de 10 a 20 litros na primeira semana de tratamento é muito importante porque o animal os microrganismos ali acabaram né morreram grande parte então a gente tem que restabelecer essa microbiota ruminal vitaminas do complexo b para também dá uma nutrição e aí esses microorganismos e também é melhorar todo o metabolismo do
rúmen e do animal como um todo administração de antibióticos antiinflamatórios não-esteroidais é bom para tirar a dor e diminuir o processo em detox inflamatório que ocorre esse animal e antibiótico terapia a gente vai fazer nos casos em que for feita a ruminotomia nessa intervenção cirúrgica tá certo como profilaxia então a gente preferência enfermidade evitando mudanças bruscas na alimentação fazendo uma adaptação gradual dessa alimentação rica em fibras para dieta mais elevado em concentrados como eu falei até para gente mudar de pastagem a gente tem que ter um cuidado fazer uma adaptação de uma duas semanas e
quando a gente vai fazer uma alimentação rica em concentrado eu tenho que mudar de 3 a 4 semanas em média tá certo oferecer sempre volumoso de boa qualidade uma fibra não muito pequena porque eles podem diminuir a salivação ea mastigação desses animais então de 2 cm de comprimento mais ou menos e administração de antibióticos e um novos também na dieta desses animais e é uma forma também efetiva de prevenir a acidose láctica ruminal tá certo então como eu sempre falo né a prevenção não é o melhor remédio mas é o caminho certo para se evitar
remediar e tem como tem como prevenimos acidose láctica ruminal nos ruminantes e vai disposição e continue nos acompanhando para as próximas aulas até mais