e aí e aí e aí e aí eu sou marcius galan e o trabalho muito com escultura desenho e quando eu produzo trabalhos que são instalações por exemplo eu costumo partido ou ou da arquitetura ou do espaço para pensar no meu trabalho em relação ao espaço o trabalho das forquilhas começou com esse convite que eu fiz para o pessoal do inhotim do jardim botânico para o conector em podar as árvores e o encontrasse galhos caídos e tivesse alguma forquilha que foi uma foi que ele é boa para fazer estilingue é uma coisa muito do sei
lá eu sou do interior e tem essa coisa de criança de pegar um galho e procurar um galho bom para fazer um estilingue então acho que partiu daí assim dessa e trazer um elemento quer do lugar para fazer um múltiplo né que é o frutinha que é do próprio espaço e em cima dele eu fiz uma tira de metal que ela se parece muito com uma fita elástica se com uma borracha com e acho que ela tem uma relação muito parecida com outros trabalhos que eu fiz anteriormente assim tem uma uma série de trabalhos que
chama isolante então fitas amarelas que elas têm às vezes uma uma situação de tensão às vezes uma situação de relaxamento assim e sempre elas parecem ter uma noticidade mas elas são rígidas né aí em seguida eu comecei a pensar na gravura né na nessa relação do quem é a fazer um múltiplo em papel é que trouxesse e também de alguma maneira alguma relação com o lugar que tivesse alguma relação com não só com o tim mas com o entorno ali né saindo de belo horizonte indo para a brumadinho sempre em algum momento você encontra ou
uma coisa de mineração poeira de minério que vai grudando nas casas que vai usando os casos assim que eu acho que é uma coisa que eu faço uma gravura que já acontece no cotidiano ali da dessa poeira que vai se acumulando né do do minério em treinando no na superfície assim né é [Música] e de alguma maneira eu fiquei pensando nessa desconstrução da montanha assim naquela região de muita montanha o minério vai ser no tirada da montanha ontem vai virando uma coisa plana então essa coisa do belo horizonte eu fiquei pensando nessa na origem da
palavra do nome da cidade né belo horizonte que é uma horizonte montanhoso que vai ficando plano negócio ficando horizontal é as duas obras ela acabou fugindo um pouco da ideia de gravura né porque ou de múltiplo apesar dela ser um múltiplo de ser uma repetição de objetos que tem a mesma característica os mesmos elementos elas nunca são iguais acho que as forquilhas elas têm essa coisa logicamente que parte da natureza e em todos os galos são diferentes e de árvores diferentes até e na gravura ela parte da movimentação da água então ela sempre vai ter
há uma diferença de cor uma diferença de acúmulo de minério né na composição então acho que tudo isso assim é uma coisa de meio-dia adaptação com que com que eu vou conseguindo do primeiro projeto assim e aí e aí e aí e aí e aí