Quer descobrir como construir uma cultura comercial? Aquela cultura que o seu time de vendas vive de verdade? Quer entender quais são os elementos necessários para você, empreendedor, gestor, dono do seu negócio, conseguir de fato expor aquilo que tá dentro de você pr pra sua equipe, pro seu time. Então, fica com a gente até o final que esse episódio tá incrível. Roda vinheta. Vamos começar. Olá, supervendedores, tudo bem? Estamos começando mais um episódio do Papo de Vendedor. O meu, o seu, o nosso podcast de vendas, um podcast feito de vendedores para vendedores. Você já me conhece,
eu sou Leandro Munhoz e aqui comigo está ele, Daniel Mestre. Fala aí, pessoal. Como é que tá essa força? Daniel Mestre, hoje vamos falar sobre cultura comercial e trouxemos um convidado mega especial, Jonathan Souza. Seja muito bem-vindo ao papo de Vendedor, cara. Ó, o Jonathan é diretor comercial do G4 Educação, a maior escola de negócios do Brasil, já passou por empresas como Nestle, Conta Azul, RD Station, Contabilizei e gosta de trabalhar com gente, como hobby é colorado vermelho, não pode ser roxo, é vermelho, tocador e vermelho. É tocador de violão e é um gaúcho longe
de casa. É isso mesmo, Jonathan. É isso. Prazer estar aqui com vocês, Turo. Prazer conhecê-los agora oficialmente, né? Não Do outro lado da tela. É isso aí. Tudo que você falou, cara, apaixonado por vendas, um gaúcho longe de casa, né? Mas por gente. Acho que você, a gente conversou, tá nesse momento de entender vendas através de gente, assim. Vamos falar bastante disso hoje. É isso aí, cara. Seja muito bem-vindo, cara. Tá, eu queria começar a primeira pergunta perguntando para você. Como é que é liderar uma operação de vendas com mais de 130 profissionais, sendo 18
líderes? Como é que é comandar essa galera, né, para comandar esse time que transformou o G4 nessa potência que ele é hoje? A primeira coisa é o a responsabilidade, né? Porque você acaba, quando você tem uma empresa de vendas na sua mão, que o principal, né, ativo dela é a máquina de aquisição, imagina o dono tá no seu cangote, né? ele tá sempre com você, o acionista tá no seu concante. Então acho que essa é a primeira coisa assim, né, que a galera, eu fui aprender A duras penas como é eh responder ou tá próximo
do conselho e do dono, né, porque normalmente a gente tá dos executivos, numa empresa normal, né? Então esse eu acho que é o primeiro desafio assim, como que você vê o dono, como que ele pode entrar no seu dia a dia, como que você dá clareza para ele, porque é o ativo dele, né, o maior ativo normalmente que ele tem, tá? E para dentro, cara, é você mudar o seu mindset de para onde você olha vendas, que é um Ponto que a gente tava falando aqui. Eh, eu eu passei do ponto de olhar o processo,
o playbook, a daily, a weekly da galera. Eh, eu tô na avaliação de performance, na definição de competência. O, quando eu olho o Ana Onean, eu olho o valor que o Ana Onean gera pro meu time. Eu não olho como que ele é feito, né? Então eu vou como efeito dependendo do efeito. E gente, cara, se 90% do meu tempo, 80% do meu tempo são temas que envolvem o dia a Dia. Exemplo, eh, eu tenho diversas gerações ali, né? Então, a galera é de 20 anos normalmente tem alguns poucos ali de 32, 34, né, nesse
espectro, tá? O cara de 34 tem uma vida, um objetivo de vida, um momento completamente distinto do de 22, né? Os estímulos deles são diferentes. Um menino é diferente, normalmente de uma menina. Quem veio de fora do estado, mais da metade do meu time veio de fora do São Paulo. É, então você tem que também tomar cuidado com o Redor da vida dele, né? Afinal ele deixou família. Então é um assunto infinito. Você vira muito mais um business partner de gestão e precisa muito mais contato com pessoas, né, com o time de pessoas do que
a matemática. E aí acho que do outro lado é você se preocupar com a matemática estrutural, né? E deixar os times, você falou muito de liderança ali, deixa os times jogarem, né? Então você eu não interferir tanto no Exato, cara. Eu sou Do eu sou da pro meu contexto sempre funcionou mais, né? Eu sei que cada contexto aconteço. Eh, eu tenho, eu vi uma frase do Guardiola que ele que a galera pergunta muito para ele assim: "Cara, quando você coloca muito sistema no jogo, você não acha que você tira a criatividade?" Falou: "Não, eh, a,
o sistema serve a criatividade se o sistema não houvesse ali, né? né? Se não fosse efetivo, a criatividade ela ia ser useless, ela não ia ter sentido. Talvez O cara ia driblar para trás, ele ia dar um balãozinho que não vai pra frente. Então eu acredito nisso em vendas também. Como que eu consigo criar o máximo para que dentro daquele escopo, cada escopo no seu, a criatividade também esteja ali. Porque vendedor, né, cara, normalmente ele tem um um q de inteligência criativa, de criação. E é deles que vem as respostas. Eu tenho diversos exemplos que
os playbooks vieram de quem executava, independente Da idade, da senioridade. Então, acho que liderar esse time é fazer um up management muito bom, né? Porque você tem conselho, você tem sociedade ali e acima. O pro lado, você tem de novo uma empresa de vendas, você é o camisa nove, né? Então é fácil você subir no palco, mas você também tem que trazer toda a empresa porque ninguém faz nada sozinho. E para baixo é mudar um pouco esse olhar, porque gente que move estrutura Desse tamanho, imaginando que as coisas já estão pré-determinadas, só que tá sempre
evoluindo, né? Ainda mais com essa galera nova que a vida deles também tá mudando, sabe? Os impulsos hoje. Você não sabe se você quer qualidade de vida, se você quer home off seu presencial, se você quer casar, quer ter filho, você quer morar aqui, ou você quer morar lá. Então essas dúvidas todas estão no nosso time ali. Então você tem que cuidar, né? As pessoas querem segurança de longo Prazo normalmente. Então você tem que cuidar dessas coisas. Te diria que se eu fosse formado em psicologia hoje a minha vida seria mais fácil do que é.
É muito mais pessoas, né? Muito mais o comportamento humano do que o número ali ou a técnica de vendas em si, né? Hoje sim. Acho que esse o resto dá contorno, né? Mas a gente é o que tá na tudo que envolve essas emoções tá lá no no âmago, né? é o que preenche, o que a gente tem. Legal, cara. E assim, a a gente vê, né, Nós acompanhamos o trabalho do G4 e a gente vê muito eh vocês mostrarem o time, né, vocês mostrarem o ritual, a comemoração. Eh, vocês mostram muito essa essa rotina
do escritório. Acho que ainda tem essa discussão de home office versus híbrido versus presencial e tal, mas uma coisa que até deu tema a esse episódio, é uma coisa que eu olho de longe e a gente já gravou com o Alfredo, ele falou muito disso, é o lance da cultura comercial, né? Então eu queria Perguntar para você, na sua visão, o que que é cultura comercial? Eu falo pros alunos, cara, quando eu tô conversando com eles, que existe uma pergunta que define o tamanho do bolso do dono, da dona, que é qual cultura comercial você
quer pro seu time. Uhum. Porque quando você define eh o o set de comportamentos ou de eu todo mundo fala de cultura sobre ah aquela coisa dos valores, eu acho que valor vai muito longe assim, eu gosto mais de regras de comportamento Aceitáveis dentro daquela comunidade, né? Tá? Então, no caso de vendas pode ser uma, no caso de produto pode ser outra, empresa tem outra. Eh, então são estas regras, na minha visão, que a gente coloca. Vou dar um exemplo do que a gente tem lá. Quando você fala sobre construir uma cultura comercial num time,
eh, para uma empresa crescer. Aí, voltando ao ponto de você definir, quando você diz pro seu vendedor assim, cara, eh, tome cuidado com os nossos Clientes, eles são clientes importantes, eles são delicados, sei lá, aí você dá o o o tema de delicadeza, de de especificidade que cada cliente tem. Quando este cara, o cliente falar para ele assim, tá, gostei da sua proposta, me liga daqui a uma semana e a gente vê o que você falou para esse vendedor que você tá colocando na cabeça dele, vai definir se ele vai falar tudo bem, falamos semana
que vem ou se ele vai falar não, não, não, mas o que, qual a Dúvida ou qualquer variação disso, né? Sim, sim, sim. Então, fazer, fazer uma coisa mais, mais agressiva do ponto de vista comercial, você o microcomo, as decisões do dia a dia são guiados pela cultura. Então tudo que eu fiz desde que cheguei foi imaginando que eu precisava de elementos que iam ajudar a minha execução. Eu sempre falo que não é um elemento cultural escrito, mas o barulho da minha área ele tem um objetivo específico. Quando você é vendedor, e aí Eu não
sei se imagino que vocês passam, neve deve ver a mesma coisa. Cara, você fazer uma ligação aqui onde a gente tá, onde não tem ninguém falando é uma coisa, todo mundo tá me julgando, né? Sei lá. Eh, agora se aqui tá Amazona e tá todo mundo falando, você liga, você tem mais empreendimento. Imagina que os meus vendedores hoje ligam para empresário o dia inteiro. Ligam para pessoas que talvez estão em outro momento de Maturidade que eles. Então, naturalmente dá medo. As pessoas rejeição, né? vocês treinam muito vendedores. Lidar com rejeição, a inteligência emocional da rejeição,
do pedir, do vender, eh, só que o barulho ajuda. Então, quanto mais barulho tem na minha sala, mais desprendido eles são, porque ninguém vai ouvir. Então, esse elemento que é um elemento básico assim, que não é o barulho por barulho pro dono ver que tá todo mundo ligando ou eu vê, não é isso, Mas é que ele encoraja o cara que tá lá na ponta ligar. Então, isso é um elemento cultural também. E você reforçar. Eu acho que o última ponta de cultura é uma vez que você define, cara, reforça. Assim, a gente fala muito
de cultura dentro do G4, né? Acho que você já falou muito bem, a gente vende isso. Eu brinquei com você lá na conversa, é a nossa Ferrari, né? A gente não precisa mostrar uma Ferrari. A nossa Ferrari é o escritório, né? Que pouca gente tem, Inacessível e tal. Eh, mas aquela turminha lá que tá fazendo esse fluxo todo, eh, eles têm micro, né, de novo, comportamentos e a gente precisa comunicá-los. Eu, por exemplo, todas as oportunidades que eu tenho, eu falo bem do erro, hum, do erro de call. Você falar que o Thales é da
RAP, o Alfredo é da Easy Taxi, que são empresas distintas do PIT. É, cara, fair. Aí a gente criou coisas do tipo, toda vez que alguém larga uma pérola, eles têm um quadrinho Que eles colocam a frase da pessoa, depois a gente pega em Aiai, tira uma foto, tira ei aquilo vira o Slack mandando sozinho assim, como se fosse uma pessoa provocando assim. Besteira que você fala na call. Então, por quê? Porque a gente tá, não é, eu não quero que eles errem, eu quero dar, você não exato. Eu quero dar coragem pra tentativa. Tem
momentos que você não dá para fazer. Se você vende para contas específicas, né, clientes muito Delicados, obviamente você vai fazer de outra. Ninguém quer um piloto de avião criativo, né? Você quer um piloto de avião seguindo lá as coisas. Mas acho que em ambientes de vendas, onde você precisa dessa criatividade, a cultura vai definir isso. E e eu vejo que cada vez mais os empresários estão levando ponto de cultura como se fosse um valor deles. É quase como você dizer assim, hoje em dia tem muito, aparece muito, né, pô, eu sou cristão, eu tenho tal
Religião, isso tá muito em voga hoje. As pessoas falarem da espiritualidade. A gente sabe que tem pessoas que falam isso por autopromoção e tem outras que sentem isso, né? A gente tá às vezes levando os empresários a construir cultura para gerar autovalia. E não é isso. Cultura é elemento de gestão, né? Ferramenta de gestão. Ela pode mudar com o tempo. Você tá num momento de grow, você vai ser um pouco mais agressivo. Você tá num momento de Consolidação, de aumentar seu LTV, talvez você vai ser meio cuidadoso e tá tudo bem. A cultura deveria, ao
meu ver, responder um momento. É porque às vezes a pessoa fala assim, não, o valor dos nossos, eu vejo direto isso. Vocês devem ver também a ética acima de tudo, né? Coisas, honestidade, não sei o quê. Aí o melhor vendedor vai lá e dá uma escorregada de combinado com o cliente, ele manda embora? Não manda, né? Não manda. E aí por quê? Porque, pô, ele não Pode mandar. É 60%, é o melhor, é o cara que faz meu número. É. E aí você perde o restante. Então se você tem a situação, talvez refletir de sentido
botar, é, vamos deixar um pouquinho subentendido para quando acontecer você só tiver um padrão pra galera também não sair. Nós temos o valor que é não vender, é vendemos a verdade, coisa, então a gente já tem isso. Você pode achar formas de falar, mas se você falar A e a verdade for B, você tá fora, você tá fora Daquele comportamento. Agora, eu não digo que você não pode criar uma forma de falar que pode ser duvidosa. Então, a gente tá num momento que ajusta essas coisas. É super complexo. Eu diria que essa aí é uma
ciência de novo de gente, né? Como que você faz a galera funcionar sobre preceitos que funcionam pro seu negócio? Essa é a magia. É. E é todo dia. Todo dia. Todo, é todo dia uma descoberta. E a cultura é aquilo que acontece entre os colegas 100%. quando o Líder não tá perto, quando ele tá no, sei lá, num café almoçando com a pessoa, essa essa a cultura ela ela é ela é muito mais difícil de ser mensurada, né? Muito. Eu acho que o o eu vejo a gente tá passando por um momento no G4, 5
anos de empresa, né? Eu falei para vocês do plano estratégico mais longo, né? Você começa a arrumar um pouco a casa pros próximos passos. Eh, e claramente ali tem um exercício de cultura novamente a ser Feito, sabe? a gente tem uma cultura muito forte, mas vou te dar um elemento que não tá na nossa cultura. Isso já foi alvo de crítica já. Lógico, a forma como a gente escreve, cara, nosso primeiro valor é não temos braço curto, fazemos o que precisa ser feito, sabe? O segundo é somos uma tropa de elite. Terceiro, temos tesão pela
jornada. Quarto, jogamos o jogo abertamente. Quinto, temos uns mais altos padrões. Sabe tudo você é Agressivo na fala. Uhum. Hum. Você é agressivo, você tá afmando e você tá se impondo a algo, né? Se impondo a algo. Então esta parte escrita, fora o que a gente comunica além da escrita, né? Do você comentou um tema para mim que é extremamente relevante, home office, híbrido e tal. Cara, quem que pode dizer que um é melhor que o outro? Não tem como. É quase você dizer assim: "Ah, sei lá, tomar água gelada e sem gelo é melhor".
Cara, depende. Você tá com dor De garganta, tem um. Se você tem a garganta mais sensível, tem outro. Se você vai tomar de manhã, tem outra, depois do almoço tem outra. Durante alguma refeição, agora aqui a gente tomando tem outra. Então é difícil você falar assim de [ __ ] não acredito. O que você pode colocar? Por exemplo, eu acho que o home office gera menos aprendizado. A curva de aprendizado por proximidade que você falou, ela é menor. Agora, será que não tem uma curva de Concentração maior? E aí, qual que vale mais a pena?
Depende do contexto. Então, a cultura também veio, né, nesse elemento contrário de o que você comunica, né? A gente não tem nenhum valor cultural f odiamos ou não gostamos, não acreditamos em nada que não seja presencial, mas a gente comunica. Então a sua cultura também conta como que você vive. Eu tava falando esses dias pra galera, a gente foi fazer as avaliações De desempenho e aí você bate todos os valores culturais para ver se você se você tá dentro e tal. E aí eu percebi que todo mundo que a gente falava bem tem um elemento
que não tá escrito em nenhum lugar. Claro que os nossos valores tem um monte de coisa escrita, né? Mas ele não tá em nenhum lugar que é o poder contar. poder contar. Exato. Eu posso contar com você. Hum. Eu percebo que a gente no nosso dia a dia, eu falo assim: "Cara, Eu gosto, eu valorizo mais você por eu poder contar com você". Então, seja para flexibilizar o que você precisa fazer, seja para você me ajudar fora do horário, seja para você me ajudar a largar suas tarefas durante o horário, não tem nenhum elemento cultural
nosso que tá escrito: "Ah, não tem meus braços curtos". Hum. Não tem braço curto meio fazer tudo qualquer hora ou não deixar de fazer nada. Isso não quer dizer que eu posso contar com você, né? Talvez em Algum momento não posso. Então esse elemento para mim, quando eu vejo no nosso dia a dia, ele para mim, para mim pelo menos, ele é super evidente. As promoções são feitas para isso. Esses dias eu ouvi um um cara muito um top management assim de empresa gringa, ele falou um ponto assim: "Você quer saber sua cultura? Você pega
as 10 últimas pessoas que você promoveu e põe por quê? E pega as duas as 10 últimas pessoas que você demitiu e entende porquê. Estas Respostas são à sua cultura. Você pode achar outras coisas, mas estas coisas, na verdade, são a sua cultura e você deveria trazer elas paraa frente. Isso deveria estar claro. Exato. Exato. Não o que tá escrito lá, não o que você acredita. E beleza, se acreditar tá tudo bem, mas olha as 10 últimas promoções. E esse poder contar, se a gente olha promoções em qualquer empresa, o pode contar normalmente tá presente.
Com certeza. E quantas empresas? Eu não Conheço nenhuma que bota o pode contar ou coisas similares. Mas isso é intrínseco do trabalho em equipe, né? É você olhar pro pro colega e falar: "Cara, eu preciso de uma ajuda aqui. Veio uma objeção que eu não eu não tô tão seguro." É é é interessante, né, cara? Não é uma coisa tá na parede, não tá, mas talvez deveria tá, porque quem não é assim não sabe que tá desalinhado. Isso é o que eu percebo. Se você não escreve, o cara que tá desalinhado, ele Não entende. Porque
se ele não é assim, ele não processa. Aham. Ele não entende isso como preguiça ou como falta de valor. E ele vê que ele não progride, ninguém fala dele nas reuniões, ninguém traz reconhecimento para ele. Aí no momento da promoção fala assim: "Pô, cara, eu sinto que toda vez que eu preciso um extra, eu não tenho de ti". Ele falou: "Porra, não sabia. Ah, eu sinto. Vendedor tem muito isso, cara. Não, eu não sei se eu quero ajudar o Cara do lado. Você tem que definir se você quer ser Exato. Eles estão competindo. Será que
você quer que ele ajude o cara do lado? Como que você quer que ele ajude o cara do lado? Tem que dizer para ele. Eu tive um vendedor meu, eu lembro que foi marcante, assim, ele é um dos primeiros vendedores que andou muito rápido. Ele é extremamente talentoso menino. Quando ele saiu, quando ele pediu demissão, ele falou o seguinte: "Olha que curioso, ele virou o Cara mais sênor da minha área, um dos caras mais sénior da minha aula". E quando, que que você faz com o senior? Primeira coisa, você fala para ele, você tem que
ser exemplo, você tem que, [ __ ] chegar mais cedo, é você que puxa o barco. Sabe o que ele me falou quando pediu demissão? Ele falou: "Cara, eu não quero ser esse cara. Eu não quero essa responsabilidade para mim. Eu quero vender, gosto, amo, Mas eu não Exato. Eu não quero eu ter que falar o meu forecast primeiro na reunião. Olha só, eu não. Aí você vai falar assim: "Ele tá errado". Depende. Se você quiser um vendedor, se você quiser esse elemento, ele não serve para você. Mas eu não queria. Então a gente imputou
nele um peso extra pela cadeira que no fim travou ele. É só por isso que ele saiu? Óbvio que não. Mas isso me acendeu tanto que eu tô falando aqui para você. Eu falei: "Cara, desde lá Então eu falei assim: o senior ele não pode desviar comportamento, ele pode, não pode, a meta dele já disse, ele tá dentro de resultado, mas comportamento ele não pode desviar, mas ele não necessariamente precisa ser um exemplo, tá? Coisas distintas. Ele talvez não seja um grande exemplo de comportamento, mas ele está dentro do que a gente entende, quando você
fala que o cara precisa ser um exemplo, ele precisa, ele é é difícil o cara poder Pisar fora da linha, né? Aí você pede pro cara uma perfeição em 100% das coisas. E às vezes em alguns pontos específicos o cara fala: "Porra, eu já entrego tudo agora não posso chegar 5 minutos atrasado que vão falar que eu não sou exemplo, por exemplo." Exatamente. E vai, tá? E vai falar. Se a mensagem não for bem dada, vai falar. Você vai chegar n e fal [ __ ] X, se se cara, você tem que ser exemplo. O
cara, [ __ ] cara, todo dia, sabe? Às vezes eu Tô meio acordo chateado. É. E assim, pô, se eu tô batendo a minha meta, se eu tô batendo a minha meta, se eu tô entregando tudo, qual que é o problema de chegar 5 minutos atrasado agora só, né? Só pela mensagem que eu tô passando agora, eu tenho que me preocupar com isso. Fazer um combinadinho melhor, né, cara? Eu eu eu sou dessa tese que esses elementos de cultura eles sempre po eles sempre são um chicote que pode voltar em você, né? Por isso que
o cuidado. Éí que Eu falei no começo, por isso que a energia tá aí. Aham. você tá sempre revisitando esses esses elementos assim, sabe? Mas existe como eh garantir que o time compre e e e venda essa cultura que existem mecanismos pro pro gestor, pro dono do negócio que de repente tá nos ouvindo, ele ele conseguir ditar o ritmo, mas fazer com que o time compre? Eu acho que tem que tem que fazer sentido para as pessoas que você traz, né? Eh, eu desde que Cheguei no G4, né? tava comentando com vocês, eu assumi um
time de 10 pessoas, né? Levei até cento e poucas. Eh, essa galera não ficou nenhum, ficou um, para não dizer que nenhum ficou dos 10, dos 10. Em um ano depois só tinha um, da galera. Então, hoje, 4 anos depois também esse um se mantém. É um dos principais caras da minha operação hoje como gestor. Qual que era o ponto ali? O que eu precisava na minha, a minha estratégia de cultura, de comportamento, De dia a dia, pedia algumas visões de mundo. Então, o que que é uma visão de mundo? No meu caso ali, todas
as pessoas que tem ali, eles têm que ter uma vontade de progresso. E o progresso pode ser ficar no mesmo lugar, se consolidar, mas sempre progresso. O o o status qu não está satisfatório, porque você tá sempre dando eh pista e a pessoa precisa andar na pista, porque uma hora a pista é necessária, né? Ela não consegue acompanhar mais. Então esse elemento é Fundamental. O outro é um um uma capacidade de aprendizado muito grande, porque quando você coloca eh naquele ambiente que você falou que é um ajudar o outro, se você não está aberto a
ouvir o outro, de nada a interação ela não funciona, né? Então esse é um elemento importante. Então nas entrevistas, aí olhando no teu ponto diretamente, nas entrevistas, esse é o papo. Cara, eu num contrato, eu sempre falo pros alunos assim: "Ah, como que vocês acham esses Caras?" Não, se você conhecesse eles na planta quando eu peguei, não era assim, ele não era assim, mas ele era um bom cara, determinado, afim e infelizmente, cara, eu queria poder te dar uma é uma roleta russa, cara. É uma roleta russa. Não tem o cara que você acha mais
óbvio que vai dar certo, né? Muitas vezes você vê que infelizmente não encaixa. O cara que você às vezes não leva nada, ele se transforma, né? Porque a gente também tem estereótipos na nossa Cabeça, especialmente de vendedor. Então, quando eu falo pro cara que lá é é uma vez que você tem a cultura, você tem que olhar o material humano que você tem e ver se a galera concorda com aquilo, tá? Então assim, quando eu vou, o Alfredo fala uma frase muito boa que é: "Você tem que saber com quem você casou", tá? Tá, eu
casei com três empreendedores totalmente acelerados e pra frente. Você acha que eu posso esperar que Thales Alfredo Nardon sente Na minha frente e fala assim: "Cara, esse ano é inflação, vamos só dobrar a inflação de crescimento". Não vão fazer, não é perfil deles. Eles querem dominar o mundo. Não, eu casei com isso. Ah, com o tempo eles podem mudar e talvez até eu desencaixe. Sim, mas eu casei com isso. Então isso é consciente disso. Consciente, consciente. Então não dá. O Alfredo sempre fala isso para mim, cara. Você tem que saber com quem você casou. Você
tem que saber que quem você casou. Então, quando você olha isso para baixo, é a mesma verdade, né? Se você quer imprimir um determinado ritmo, e pode ser um ritmo mais tranquilo, o cara acelerado, o cara que precisa de estímulo, ele vai desencaixar, né? O cara que gosta mais na dele e você quer um time mais caloroso, mais junto, ele vai desencaixar. Então você tá quase torturando ele, botando ele num num ambiente muito diferente. Então o dono ele e para mim é só ele consegue ver Isso. O dono o dono ou o dono da área,
né? O o principal responsável do negócio. Ele vai conseguir enxergar se a se a cultura não tá sendo comprada e vendida pelo pelo time. Exato. E e eu tenho desde que eu entrei no G4, hoje eu tava até vendo umas fotos lá, eu entrei em abril de 21, a gente não tinha nem escritório, era final de pandemia, né? Vocês lembram? Final de pandemia ali. Sim. Então, a gente ainda tava híbrido naquela época ali em julho, mais ou Menos, eu comecei a trazer o time, foi super desafiador também para mim. Eu acho que eu peguei um
time bom, mas quem faz hoje é muito mais difícil, né? Mas lá no passado foi de desafiador também. Eh, e eu lembro que eu peguei uma coisa que eu vi na RD, que era você reconhecer os por prêmio de cultura. Então, a cada trimestre, até hoje, cara, você vê de abril, quando a gente não tinha dinheiro, não tinha nem troféu naquela época, até hoje que, né, a empresa tá Muito mais e estruturada, a gente dá um troféu igual das imersões, escrito destaque de cultura de tal coisa e a gente escolhe colegiado. Esse cara, eu só
eu tenho poder de veto. Mas existe algum indicador que aponta a cultura? Não, cara, é voto. É voto. Ele é principalmente por eliminação. Então, por exemplo, eu cometi um erro dois anos atrás, um ano e meio atrás. A gente deu para uma menina, cara, extremamente talentosa, dedicada, cara, comi o Telefone, cara, bizarra. Assim, bizarra. Só que eu não sabia. E aí, obviamente, se você se descobre depois que ela tinha muito problema com os colegas, por ela ser muito impetuosa nas coisas dela, na é aquele vendedor com muita fome que às vezes dá uns cotuvelaço pro
lado e não cuida de pedir desculpas, né? Quando a gente deu o prêmio para ela, era óbvio para mim. Óbvio para mim. Falei: "Cara, óbvio, ela merece". Demos o prêmio, adoramos, olhando mais pelo lado do Resultado. Resultado. E o que ela mostrava no dia a dia, o comportamento mesmo. É, cara, pensa aquele vendedor com fome que tá sempre afim. era ela. Então assim, não tem como você não dar o resultado bizarro. Quando a gente deu, poucas semanas depois, um vendedor me falou meio por cima assim, falou: "Pô, cara, a X ele ganhou, né? Eh, pô,
mas é é chato a gente dar o prêmio para alguém que tem dificuldade de relacionamento com o time, assim, não se dá bem, a Galera não gosta". Eu falei: "Ué, mas ele não tem dificuldade de relacionamento tem, pô". Aí eu fui investigar mais a fundo, aí eu achei uma red flag. Hum. Então, a gente deu esse prêmio errado desde aquela época. Todo mundo que é, por exemplo, o gestor direto, ele chega e ele fala assim: "Cara, acho que o João, acho que a Maria poderiam ter." A primeira pergunta é: quais os problemas de comportamento que
ela teve nos últimos seis meses, nos Últimos três meses? E aí você descobre, porque às vezes é uma coisa detalhe assim, cara, [ __ ] sei lá, discutiu por causa de um deal e se passou um pouco coisas de SLA. Ah, beleza, você leva pra frente. Agora, pô, três vezes pediram ajuda para ela, ela falou assim: "Cara, que se dan não vou te ajudar. Não, isso aí não dá". Então esse prêmio de cultura não tem uma ciência assim, se você é uma cultura de resultado, a pessoa que ganha não pode não ter resultado, mas ela
não Necessariamente precisa ser que mais tem resultado. Hum. Entende? Porque é um prêmio de cultura. O o prêmio de performance já resolve quem vendeu mais. Ex. O ranking já é o ranking já é o de resultado. O de cultura. E eu sempre trago a mesma frase desde 2021. Esta pessoa que está ganhando agora, ela está com esse esse esse prêmio. Ela não é isso. Ela está. Ela precisa continuar. E mais importante, se a gente pudesse ter outras 150 pessoas igual a elas, no Ponto de vista de comportamento que nós teríamos. Então a pergunta que eu
sempre me faço é: se eu tivesse que escolher, eu gostaria de ter 150 pessoas igual a ela de comportamento? Gostaria. Então ela merece esse prêmio de cultura. Então não tem o indicador. Eu só acho que o resultado não pode eh não andar junto, né? Porque você dá um um prêmio, você dá você teria 150 vendedores que não entregam resultados. É, você não teria Ah, mas são muito gente boa, Dedicados. Eh, e o prêmio de cultura você só pode ganhar uma vez, no nosso caso. Hum. Você não pode ganhar mais de uma vez. Então, você ganhou
uma vez, você nunca mais, porque força o time também a olhar pros menos óbvios, como é uma operação grande, lógico, aqui, né? Porque é sempre o óbvio, né? O melhor vendedor, o mais gente boa, o mais conhecido. Então, quando você dá só uma vez, você força o gestor dele a olhar para outro. Então, será que esse outro precisa de ajuda para ganhar esse prêmio? E o próprio gestor começa a desenvolver a equipe olhando também para esses indicadores que ele vai, né, ele vai pensar dois, três para Exatamente. Exatamente. Porque vira algo importante de da área
dele, né? É a fórmula você comunica essas coisas assim. É, é, é. Eu acredito muito que os gestores, os gestores de negócio hoje eles, não sei se vocês vocês sabem, mas os cursos de Oratória para donos de negócio e líderes t vendido a rodo. É mesmo. É, porque eles podam comunicar bem, né? Primeiro dentro da empresa e depois para fora, né? Como porta-voz. Essa coisa de você ir na frente do time e falar é mandatório. Agora você ter essa capacidade de palestrar pro seu time, né? Quando eu falo palestra, você contar um conto, ser boa
de storytelling, não é mais negociável, porque se você não fizer, vai faltar, vai, o amiguinho que Não tá tão feliz, tá? E aí aquela roda negativa acaba acontecendo. Então, eh, eu, por ter facilidade, mas os meus líderes sempre, cara, eu botei lá na frente e tem alguns que gostam, tem uns que gostam menos porque é é inevitável a capacidade de comunicação. Bom, vocês conhecem o Thales, o Alfredo? Eh, o Talis precisa ser um comunicador para dentro muito melhor do que ele é para fora, porque ele tá tão distante da ponta pela empresa ter crescido, que
Quando ele desce paraa ponta, se ele não for preciso, ele tá ferrado. Ele pode passar uma imagem que pode dissociar a empresa completamente. Então, ele tem que ser um extremamente bom orador. Então, eu vejo, tava falando com um aluno nosso que faz isso da vida, eh cada vez mais empresários estão buscando mentorias de oratória, né? storytelling, oratória e tal, presença de palco, eh, e também líderes como um todo. E a gente deveria Ensinar isso mais pra galera, né? Como que eles fazem isso, porque a comunicação assim já não é mais diferencial, cara. Você precisa fazer,
cara. Exatamente. Então, essa é outra coisa de comunicar, porque aquela ferramenta ali, né, se você não distribui é que nem conteúdo. O segredo do conteúdo às vezes não é qualidade, é distribuição. É. E a energia, o que que é mais difícil, fazer o conteúdo ou distribuir? O mais difícil, o mais Difícil é distribuir. Exoto. Então o, se você falasse assim, se eu tiver que estudar para caramba hoje, vale mais a pena você ser nota nove em distribuição e cinco no conteúdo do que o contrário. O ideal é ser 10 nos dois. Sim, sim, sim, sim,
sim. Mas, né? Então, a distribuição, e por que que no nosso dia a dia não é isso, né? Quanto tempo, quanto, quantos gestores a gente tá ensinando a distribuir conteúdo? Quando eu falo internamente pouco, cara, sim, Disseminar, né? Porque se a gente tá falando de cultura e a cultura nasce do do don, né, do líder, né, e se ele não cascatear isso, cara, vai nascer e vai morrer dentro dele, né? Exato. E ele vai achar que tem, mas na verdade no chão não tem. Isso é o que mais acontece. Isso é o que mais acontece,
porque é difícil você olhar os problemas que você tem em casa, né? É, eu acho que é por isso eh que que o G4 cresceu, eh os supervendedores Cresceu, porque é é o momento em que essa pessoa sai da operação e vai para um lugar onde ela no ambiente ela consegue se expor em um ambiente seguro, um lugar onde ela começa a ver que, cara, talvez ela tenha um problema ali dentro que ela no dia a dia não percebeu. Perfeito. E aí ela olha pro colega, o colega fala: "Cara, eu também tô com esse abacaxi,
mas o outro resolveu aí tem o mentor A, o mentor B Que que ajuda a resolver e ele começa a perceber que existe uma jornada a ser percorrida para ele melhorar ali a operação. Enquanto ele tá dentro, enquanto ele tá imerso, ele não consegue às vezes nem levantar a cabeça para ver o que tá acontecendo. Ele só segue o barco, ele só apaga incêndio, né? Um, eu faço mentoria há muito tempo com o executivo de de empresa eh listada e ele sempre me fala o seguinte: "Sempre precisar ver alguém no teu Contexto, no teu cenário,
que esteja olhando de uma altitude maior que a sua precisa olhar o seu entorno e falar assim: "Quem no meu entorno está olhando isto que eu vejo de uma altitude maior que a minha? Porque é com essa pessoa que você deveria ter frequentes contatos assim, sabe? Então, às vezes um gestor normalmente é isso, né? Ele tá olhando uma altitude diferente. Precisa comunicação de novo, né? Distribuição dessa visão. Mas quanto mais você sobe, Pô, se você é dono, é o pior dos cenários. Quem que tá olhando meu negócio assim? O cliente. Exatamente. O cliente é o
cliente é o último nível. Nesse, nesse jogo de planejamento estratégico que a gente falou para vocês, que eu comentei com vocês, que a gente fez, clientes precisam ser pesquisados, né? precisam ser entrevistados e tal. Cara, descobrimos coisas bizarras assim, sabe? Quando você pega, por Exemplo, quando os clientes não compravam do G4, eu achava assim, porque nunca chegava um cliente e falava assim: "Cara, eu tô com vocês e esse cara B aqui". Nunca. É, é, é. Eu diria para vocês, se acontece cinco vezes por semana, é muito. Até difícil de comparar, né? Faz não faz. Mas
aí a gente descobriu que o cara que compra e que não compra da gente, compra desses outros também. Só que ele não comunica isso, ele não nos fala, não é uma Concorrência aberta. E eu nunca, para vocês ter uma ideia, eu nunca treinei meus vendedores contra a concorrência. Nunca, nunca, porque entendia que não era o nosso jogo. Uhum. Porque não aparecia. Você tem pontuais, mas não existia essa discussão na qual quando eu tava na RD Station. Sim. Aí você tem, [ __ ] eu tô com Hub Spot na mão. Na época tinha Active Camp, é
essa galera. Tinha uma uma galera pequeninha também lá que eu nem lembro o nome agora, mas Uns pequenininhos assim, uma turminha que que é legal assim, né? E eu lembro que o Érico Rocha tava começando com o negócio dele lá e tal, que né? Eu tô muito tempo longe desse mercado. Ali a gente tinha tinha que ter. Eu tenho isso, o cara tem contrato, isso aqui, quem é os cases do cara? Quem são os meus cas? Eu lembro que tinha um pequeno lá que ele vendiu esse cara. E acho que é essa galera. Qual o
nosso melhor argumento? Falou assim: "Entra na página De case do cara. Quem que tá lá?" O José, o João Maria? Quem que tá no nosso? a empresa tal, empresa tal, cara. Exato. Quem que você quer ser? Você quer ser esse cara? Claro, um argumento de vendas de dia a dia, mas quando a gente foi olhar lá de outra altitude, que é a altitude do cliente, a gente descobriu, não, esse cara vem aqui, eventualmente não compra e ali logo mais ele vai comprar de outro. Por mais que ele não esteja cotando pro Outro, a gente abriu
uma porta para ele. Então agora a gente tá dando um passo atrás no processo e entendendo mapear o que, pô, uma pergunta simples que é quais soluções você já tentou ou tem em vista para resolver seu problema? Você não quer saber se o cara tá contando outra coisa, você só quer saber para onde o cara olha, porque às vezes o cara pode estar olhando consultoria, sim, treinamento, online, presencial, mentoria, programa de aceleração, sei Lá. Uhum. E a gente começou a descobrir todo o nosso entorno. Então, quando a gente fala de desse dia a dia assim,
cara, é de novo, é é muito artesanal tudo isso, né? Até dá um, eu sei que quebra a cabeça da galera aí, porque a galera espera muito de ter uma forma assim, mas tem jeito, cara. Não, não tem jeito. Mas antes da gente continuar o nosso conteúdo, eu tenho um recado importante para você que é líder comercial, gestor, diretor de vendas, Dono da empresa. O que que você acha de contar comigo e com Daniel Mestre para treinar os seus vendedores? Nós trabalhamos aqui nos supervendedores com soluções em compry, que é quando nós fazemos palestras, workshops
e até a universidade de vendas dentro do seu negócio 100% personalizado pra sua demanda, pra sua empresa, pro seu processo comercial. E todo gestor, todo líder comercial precisa controlar com previsibilidade o pipeline de vendas. Por isso que eu quero convidar você para conhecer o Plum CRM. A melhor ferramenta de CRM para você fazer. Primeiro, gestão de oportunidades de negócio do seu time. Segundo, gestão de carteira de clientes. E terceiro, gestão de indicadores comerciais. Faça uma reunião com a Plumes. Conheça essa ferramenta que nós estamos usando aqui na nossa operação comercial. Lembrando que esses dois links
estão na descrição deste conteúdo. Tamos junto. Agora sim, vamos pro Segundo bloco que ele tá imperdível. E Jonathan, nesse processo de construir a cultura, tem muita gente que não se adapta. Sim, né? Porque você tem eh uma cultura, você tem um ritmo. Acho que não é nem a cultura, eu acho que é o ritmo, né? A equipe já tá andando e aí vem um novo elemento. Cara, como é que é o processo de recrutamento e seleção da área comercial? No caso do G4, eu vou falar de como ela se tornou historicamente, porque eu acho que
é Fácil falar hoje que a marca é forte, né? E que você tem mais grana e tal. Vou falar quando era em 2021. 2021 a gente tinha um um desafio que era o seguinte, o G4 era pequeno, tá? R funcionários, R 1 milhãoais mais ou menos por mês. Tinha tinha força de míia, mas exato. Tinha a projeção do nome dos donos, né? Especialmente do Thales e do Alfredo. Mas assim, cara, pr pra marca empregadora a gente era muito suave, né? Naquela época o recrutamento de seleção Era ativo. Mesmo assim, vou dar um exemplo para vocês,
como eu fui achado no G4. O CEO na época, eh, o Lucas, ele faz um filtro no LinkedIn simples com pessoas que trabalhavam em vendas na RD Station e me achou e viu que eu tinha em comum um mentor do G4 que era Semodo, Tales na Cingu, que é o Gabriel Mineiro. E aí foi tentar ver informação. Baita, baita. A aula dele eu adoro, né? Ele tem o feijão com arroz dele lá que ele tá sempre Falando lá que é incrível. É, gosto dele para caramba. E aí eu fui parar no G4, tô aqui falando
com vocês hoje. Então lá no começo era ativo, cara. Eu tô aqui com uma oportunidade e eu exatamente e eu falo isso pros empresários. Não tenham vergonha de fazer isso. Se você tem vergonha de vender a sua empresa, você deveria fechar ela. Ah, mas a gente é pequeno. Tudo bem. Olha que legal você começar numa empresa pequena, pô. Se eu entrar, a água tá muito mais suja no G4 Agora do que tava em 2021. Uhum. Né? Então a água tá limpa numa empresa pequena, pessoa com a cabeça certa. Então lá no começo era 100% assim.
Eu lembro, turma, que a gente era tão, a gente tava falando disso, inclusive, a gente era tão desconectado, né, tocando uma empresa muito no aprendizado, a gente não queria comprar computador porque a gente não tinha essa certeza que o business não queria imobilizar o business. E aí a gente falava pros caras Assim, em vez de falar assim, pô, a gente não dá computador ou não tem computador suficiente, eh, a gente fala assim, pô, cara, a gente fez um pedido aqui na Dell, na HP, sei lá, e, cara, tá muito longo, tá 6, 9 meses para
chegar, você se importa durante esse período de trazer o seu? Mas na verdade não, a gente nem tinha o computador, a gente não queria comprar. Então era assim que lá em 2021 a gente contratava, a gente usou naquela época muito os cargos para Dar valor ao né, que é uma prática normal, o cara é coordenador, ofereci como gerente, gerente R, assim por diante e muito de vender o aprendizado, assim. Então, no começo a gente vendia pros candidatos. O o a parte muito legal lá naquela época foi que, e eu sempre falo isso, cara, tem muita
gente legal trabalhando infeliz. Olha só, poderia estar na nossa empresa. Cara, tem muito cara talentoso que agora podiam estar trabalhando para vocês, mas como a gente Não tem, se a gente tivesse o a energia que a gente coloca em trazer novos clientes para trazer novos candidatos, esses caras vão estar trabalhando pra gente, mas eles estão aí no mercado. Uma hora talvez eles cheguem até a gente, mas não é normal, né? Você fazer então especialmente uma empresa que não contrata, né? Se você não tá num momento de contratação, o G4 não tem recruit de de recruter,
por exemplo, não tem, não tem. A gente faz, os gestores das vagas São os responsáveis por fazer. Exato. A gente usa Instagram, meu Instagram, a gente usa isso obviamente, né? É, mas é porque por causa da força da marca tem muita gente que vem. Seria ruim. Mas a gente não tem um recruter. Eu lembro que na época da RD, acho que o recrutador de vendas, ele tinha a meta igual vendedor. Tem que trazer 10, oito caras por mês. Eu lembro a turma igual Venas, igual eles marcavam lá. Eh, a gente não teve. Então a gente
começou assim, depois que A gente ganhou um certo corpo, a gente começou, uma das frentes que a gente começou foi tentar fazer as pessoas trazerem uns amigos ou conhecidos que trabalham em outras empresas. Então isso nos deu ali, vamosar 10 a 20% da força de vendas é nova indicação interna. Indicação interna. Exatamente. Traz alguém legal aqui para trabalhar. Uma coisa que nos ajudou muito, que aí de novo é muito do nosso contexto, quanto mais a gente mostrou a Parte legal do que a gente fazia, mais gente veio até a gente para trabalhar, que é mostrar
a Ferrari. Mostrar a Ferrari. Naquela época a Ferrari era um, sei lá, um celtinha. Uhum. Né? Que quando a gente batia a meta, a gente arranjava uma banda de pagode lá meia-noite, porque a gente não conseguia bater meta antes. Era sempre na última hora. botava no escritório mesmo, comprava no Zé Deliver serviço, só que era muito divertido, porque é uma Comemoração de futebol. Você vê um jogador de futebol multimilionário que vai pega iat, não sei o quê, quando ele ganha o campeonato, ele vai pro coisa e toma cerveja. É isso aí, né? Ele não tá
no iate, ele não quer o champanhe mega cara, ele ele tá comendo pizza lá no no vestiário comemorando, né? Você vê vídeo de Real Madrid, é tudo assim. Agora depois, lógico, pega o jato, vamos para, né? Vamos para algum lugar. Então aquilo começou a gerar um movimento. Então hoje Quando a gente quando a gente vai contratar, né, o meu o meu step na contratação é o último. Eu só falo a última conversa que é para alinhar a cultura, ver se não tem nada muito desalinhado. Eh, cara, os caras querem trabalhar no G4, assim, sabe como
que é hoje, né? Hoje a gente continua fazendo ativamente, até hoje a gente continua fazendo hunting simples no LinkedIn e mandando mensagem, cara, tô com uma posição aqui assim, assim Assado, usa os nossos Instagram, os nossos sempre funcionam muito bem e continua tentando trazer gente de maneira orgânica, né? Mas de novo, hoje a marca é muito mais sja. Então esta é a primeira parte de encher o nosso pipe. As entrevistas, cara, a gente inverteu a ordem, quem faz a primeira entrevista é o gestor da vaga. Não é o time de pipo porque ele acaba virando
um gargalo, né? Porque é uma pessoa de pipo ou duas pessoas de pipo para fazer uma Entrevista com um monte de gente. Imagina fazer o screening, fazer. Então os gestores das vagas, o coordenador neste caso, né, que ele ele faz o primeiro filtro, é ele que dá o primeiro people, ou entra na próxima ou entra na última. Normalmente a pessoa tem quatro entrevistas, então tem a primeira com o gestor da vaga, vamos dizer que ele passou, foi pra people, o R da área, vamos dizer, um gerente geral da área, um gerente, como a gente queria
chamar Aqui. E aí tinha, né, tem essa última etapa aqui comigo, eh, que é uma conversa de 15 minutos, assim, eu só pergunto sobre a vida da pessoa, eu dificilmente nego alguém, né, direito para você, só para saber quem tá entrando. É, e eu percebi uma coisa, cara, a gente, você falou sobre recrutamento, a gente tem um turnover alto. É isso que é um desafio enorme. Eu não entendo muito das métricas de trol porque eu olho pouco, mas a gente troca Facilmente 70, 60% do time todo ano. 60 70 é é bem alto. Eu sei
que as empresas são é 50, mas hoje hoje tá bastante, a própria RD sofre de Exato. Mas eu eu coloco no nosso assim, porque ele nunca vai ser zero, nem quero que seja zero, mas eu quando eu vi quando eu comecei a ver muita gente cedo saindo e cara, entrevista desligamento, essas coisas, você nunca descobre qual que é real, né? Você descobre depois, né? em em grandes empresas, cara, tem dois Dois eh duas coisas que precisa olhar quando a gente tá falando de turnover, né? O Google tem um turnover gigantesco, sim, e é uma das
marcas mais cobiçadas, desejadas para se trabalhar. Trabalha no Google, você trabalha em qualquer lugar. Exato. Justamente por isso, turnover, você passou por dentro do Google, você foi estagiário do Google, cara, você vale muito em qualquer outra empresa. O cara não quer nem saber o que você sabe, né? Só ele só, dado que você parece que Sabe tanto, vem para cá, né? Aí você mostra um prêmio ali, uma, né? Então tem, eu sofro por isso. Eu sofro por isso e às vezes pelos próprios alunos, né? muito, pô. Eu já o que eu já tive de quebra-pau
com aluno por causa disso, cara, não é o quebra-pau real assim de porque eu eu sempre o que que eu falo pros meus liderados assim, cara, eu vivi o mesmo na RD. Qual que é o problema? Você está, minha visão, né? Você tá procurando uma carreira, vamos dizer que É o carreirista, tá? Você tá procurando uma carreira e é difícil você construir uma carreira, né? Tem gente que entra numa empresa legal, como você falou, e vai. Tem outras pessoas que p você vai numa empresa, acredita numa coisa aí, pô, olha quantas startups acabaram fazendo, né?
Infelizmente layoff. Então você achou a empresa e [ __ ] entrou num momento ruim. A pandemia deve ter acabado com um monte de carreiras promissoras assim, pelo menos abreviado Parte delas. E aí você entra lá, aí você encontra, aí chegou o lugar onde você [ __ ] sente, sei lá, uma meritocracia, falar de vendas, né? Você sente que o seu talento tá bom, o time é legal, né? né? Você tem um monte de elementos ali, empresa é uma vitrine, você vê seu futuro ali. Só que junto com isso vem outras coisas boas, tipo dinheiro, tipo
assédio, né, de outros mercados, outras empresas e tal. Você precisa ser muito sensível para entender o ponto que faz Sentido pro seu futuro. Não, agora não resolvo agora. Sempre falo pra galera, a pior decisão de carreira é aquela que você foge. As outras todas são conversar, mas a que você foge, essa é errada na essência já. É, já nasce errado. Já nasce errado. Então beleza. Você quer fazer outra coisa, quer ir para outro mercado, vai. Eu tive um um dos meus melhores vendedores. S, ele ama carro, ama, ama, ama, ama de amar assim. Foi para
esse mercado, falou: "Cara, eu quero, eu quero o estético automotivo, eu quero essa coisa de customizar, ele é apaixonado. Imagina, tem 25 anos, cara, vai, sabe? Be happ. Quiser voltar, a gente negocia. Agora o olhando, olhando para isso, né? Tem o pessoal que sai, né? Quando quando a pessoa sai, ela tá saindo porque ela não aguentou pressão, algum tipo de elemento, não se encaixou bem, né? Foi, a chapa esquentou, pulou alguém para fora, né? Sim. Então, vale a pena olhar Para isso, porque isso dá para tentar corrigir em recrutamento de seleção, né? Olhar para quem
para quem tá saindo e falar: "Poxa, essa pessoa a gente colocou para dentro achando que ia ficar, né? Não ficou". Por que que não ficou? Como que a gente consegue corrigir isso na entrada? Tem essa esse pessoal que sai a preço de ouro para outros lugares, né? Pô, aprenderam um monte de coisa no G4, né? Agora estão prontinho, vou pegar esse cara e, né? Ele ele resolve meu problema. É um é um ponto de de empresas que são escola, né? A gente passa um pouco de É, você não vai estragar seu emprego para não perder
gente, né? Né? E você não vai fazer isso. E daí tem a demissão por falta de resultado. Sim, né? E esse para mim, cara, é, vamos lá. A gente tá falando de um assunto aqui que daria pra gente fazer um episódio só por conta disso, que que eu encontro. Vocês devem pensar a mesma Coisa. Ninguém que vem trabalhar no G4 se surpreende. A gente mostra tanto o que faz e como faz que a não ser que a pessoa seja muito preguiçosa, ela consegue saber tudo de ruim que a gente tem e tudo de bom. A
gente se expõe muito. Imagina você vê isso. Lembra da faixa etária que eu falei, né? Você chega e fala assim: "É isso, eu tô no momento de me desafiar. Eu tô no momento de aprender. Eu tô no momento de ralar. Eu tô nesse momento Porque a pessoa escuta isso, né? Você vai ter que ralar na vida e tal, não sei qu. Aí você fala assim: "Eu quero ir pro G4 por conta disso, né?" Eu diria que a cada 10 perguntas que eu faço do qual que é a maior, qual o ponto que te deixa mais
entusiasmado para vir pro G4, imaginando que tudo que você sabe do G4 é verdade, o time, cara, tá num ambiente como esse, cresce, são sempre variações disso, sempre. Ou seja, eu quero a bagunça, eu Quero a confusão. Quando a pessoa chega, ela começa a ver que a confusão para ela, cara, é chegar um pouquinho mais tarde. A confusão para ela não é ela sair do escritório e esquecer que ela tem uma meta, ela é lembrar do lead que ela tem que ligar. É de [ __ ] eventualmente num evento você tem que dar um a
mais. É, você tem que jogar o jogo da sua comissão e aí você vai vai e aí você começa a ganhar bem, né, pro seu padrão. Você faz assim, cara, progredir nisso. Aí você fala assim, cara, será que, cara, será que eu preciso de tanto dinheiro assim? E a gente acha que é dinheiro, não. Tá falando de 10, 12, 15, 5. Ah, será que tem outros lugares que pagam igual, um pouquinho menos? Mas eu vou ter mais vida. Só que aí você esqueceu aquilo o motivador principal. Exatamente. Exatamente. Então o que eu vejo é que,
e por isso que eu falei lá no começo, que É gente, é isso que nós temos que ensinar as pessoas assim, cara. Não sei se você tem que pagar, eu não gosto de ver. Eu no começo eu era muito não pague o pedágio agora que depois sua vida vai ser. Eu odeio esse discurso. A vida não pode ser um pedágio, cara. É isso aí. Você vai ser infeliz 20 anos para viver queçar outros 20. Você acha que você vai esquecer o trauma de 20 anos? Não vai, filho. Você vai continuar. Às vezes você vai gastar
uma grana em terapia, em Remédio, válvula descarga, drogas. É. Então, quando você olha isso, você tem já esse problema de dicotomia entre o que eu realmente quero e do que eu estou disposto, né, a fazer. Ou por quanto tempo eu aguento, né? Ou por quanto tempo eu aguento. E e cara, normalmente quanto tempo eu aguento é um ano. Não existe isso, cara. Não, para e pensa comigo. Como que você espera semear algo do tamanho de uma carreira por um ano e achar que done, seja para qual lado for? Então o que eu percebo e no
nosso lado, é verdade, você falou um pouco sobre as formas de uma pessoa sair. Se eu tivesse que te dar um resumo a cada, olha que louco isso. E toda vez que eu falo isso para um candidato, ele fica impressionado. 10 pessoas que saem do G4, quanto que você chuta que sai por conta de resultado? não conseguir entregar meu número, estou abaixo do que precisar, você vai ser desligado numa cultura como a nossa. Pode ser por Resultado. É, mas por resultado chutar. Chutar por resultado de 10. De 10, duas. Uma uma, porque ele pede para
sair antes. Result. Mas aí que tá os que eu tô contando o que pede para sair por conta do número não vem. Tá sempre ali muito muito perto da navalha. Uma no máximo. Uma. Quando eu pego esses outros nove, tão dos 10, sobrou um, sobrou nove, cerca de três saem por problemas comportamentais, escorrega aqui, não se adequa. [ __ ] aí Tem variações diversas, né? Uhum. A outra parte da galera, você divide entre pessoas que receberam uma melhor proposta, é difícil precisar para vocês o quantum. Uhum. E um grupo significativo que quer uma vida mais
tranquila, diferente da que tinha escolhido, né, quando foi pro G4, que era o motivador inicial. Que era o motivador inicial. Exato. Então quando você olha isso, o que que você faz como empresa, cara? Difícil, né? Difícil. É, Eu tô completamente que nem você falou, né? Como é que eu não vou treinar o é desmotivador, n? Qual que é o meu jogo, né? que é uma tese que eu tô em cima dessa história, você deveria ter funções e caminhos pros dois públicos. O público que tá no rock and roll, quero crescer rápido, e o cara que
quer viver, não viver a vida, mas que ele topa uma coisa mais alongada para ter mais segurança ou mais qualidade de vida, tá? Se a gente continuar uma cabeça de ou é um ou é Outro, nós sempre vamos segregar a força que pode nos ajudar. Como fazer isso no dia a dia? [ __ ] ciência, não sei. Mas a pessoa deveria entrar na tua empresa, pega uma empresa que G4, a gente não deveria falar assim, todo mundo quer crescer, todo mundo quer ir rápido, não devia fazer isso. Assim, cara, nós temos um caminho como vendedor
onde a sua meta vai ser, chutando aqui, sua meta vai ser mais agressiva e o seu crescimento, a sua, a sua base de comp aqui em modelo De carreira é esse aqui. Você escolheu isso durante um ano, pelo menos, você vai ficar aqui. Nós temos esse outro modelo de carreira aqui que a sua meta vai ficar menor, mas o seu compas coisas são o menos agressivos também. Aí você pode falar assim: "Pô, mas daí o cara vai est trabalhando muito?" Não, o trabalho é o mesmo pros dois. O que a gente tá falando é sobre
risco. Vai ter a galera que vai ser guardinha e vai ter a tropa de elite, tá certo? É Isso aí. Só que se a gente não fizer essa conta, cara, e obviamente que pilotar a cultura com isso é muito difícil, você vai segregar. Porque tem gente, cara, que por mais que hoje eu vejo os empresários falando assim como se fosse um absurdo, cara, tem gente que vê o trabalho como um complemento da própria vida e não como a vida. E tá tudo bem. A gente não deveria brigar com esses caras. Deixa eles, cara. Quem é
Você para dizer o que é certo, errado, deixa o cara. Se não nasceu no berço dele, não sabe? Então, quando a gente fala de recrutamento e essas coisas, para mim é isso que bate, né? A gente precisa mudar a forma de ver. Só que o mais importante, tudo tem que responder o resultado do negócio. Sim, que é uma com nunca não nunca entra na mesa, né? Vocês são empresários, se sabem, nunca entra na mesa o quanto a empresa precisa de você. Então, tô entrando numa empresa De crescimento que tá expandindo e tal, você não quer
entender que às vezes você vai fazer mais do que se sua posição, mas você quer colher os louros da empresa crescer, né? uma posição de gestão, uma promoção. Então, a gente tem que alinhar melhor o jogo. Só que se a gente só vai conseguir resolver esse problema, na minha visão, quando a gente ensinar o jovem a escolher carreira e ajudar ele ao longo da Carreira. E o o perfil o perfil principalmente de idade que vocês estão mirando ali da do pessoal mais jovem, é um público que fica menos dentro de de de empresa, né? rápido.
Ele sabe que ele quer estímulo diferente. Aí você tem uma empresa de 400 funcionários com, sei lá, 40 áreas diferentes. Você vai dizer que você não tem estímulo diferente? Você tem. E eu queria te queria mais uma informação, cara, do olhando pro funil De recrutamento de seleção, né? Poxa, uma marca empregadora super legal. [ __ ] passei por ali, eu eu tenho uma credencial de, [ __ ] passei pelo G4, né? você você se torna alvo pro restante do mercado, uma você ganha uma estrelinha, você ganha uma estrelinha, né? Então, eh, imagino que por mais
que, poxa, não tem, né? O recrutamento é feito de formativa, mas eu imagino que vocês recebem currículo para caramba, né? Quantos por cento fica, né? Quanto, tipo, é, é, é eliminado na primeira, você fala assim, não, esse cara aqui não tem, mas assim, de, de, da galera que chega perto, né? O primeiro filtro é quanto quanto quantos realmente entram assim? Você fala assim: "Cara, esse cara aqui difícil de falar e e assim, né? Qual que é o principal do do último filtro ali? Qual que é o principal eh ponto que fala assim: "Cara, hum, Acho
que não vai não vai ser você?" Não é você? Falando o primeiro dado que daí tá tendo a ver com cultura, né? tem a ver com quais são os requisitos e quais são as coisas que você tá deixando. A sua pergunta é muito boa. Eu vou aproximar os os números aqui, tá? Imagine que para cada vaga, onde tem 100 pessoas se candidatando, 20 pelo menos é por alguma razão muito distante da nossa necessidade, seja por, [ __ ] cara, seja Por experiência, seja por localização, seja por objetivo, você tem ou às vezes até próprio eh,
infelizmente o Brasil tem muita gente, cara, que tá desesperada por por conseguir alguma coisa para trabalhar e produzir e trazer seu sustento. Então não importa se a vaga encaixa ou não, né? A pessoa vai lá, enfim, a realidade de um país como o nosso. Uhum. Então vamos dizer que a cada 120 vão morrer nessa parte aqui. Você tem um outro espectro aqui que Começa a passar pelo screening, vamos dizer que você sobra 80. que metade desses 80, quando você olha mais no detalhe, dado as experiências ou dado algum ponto muito específico, como como por exemplo,
cara, você veio de mercados muito distintos, ou seja, cara, eu fazia, sei lá, pegar uma coisa, nada a ver, eu era [ __ ] astronauta da NASA, sabe, muito diferente. Então você fala assim, cara, eu até posso, legal a formação, mas não é esse o cara que eu Vou falar primeiro, né? Uhum. E aí os outros fica na pilha do talvez, né? É, os outros 20, 30 você vai começar a tentar trazer para uma conversa. Eh, assim, então eu te diria que 20% vai fazer uma dos de 100, né? Vai ter chance de fazer uma
conversa com G4, tá? Quem faz ali metade consegue começar a passar pelos pelo pelos filtros assim. Então, desses 100, cara, no máximo dois vão chegar na nas duas últimas etapas, assim, te falando hoje como é hoje. Então, é um é é passar em medicina ali, é 1%. Exato. Exato. Considerando que você tem uma malha ali que realmente é, mas é por aí, 4 5% no máximo assim. Tá. E desses 4 5% o que que o porque poxa, já foi olhado, passaram por vários filtros. Na último filtro que que deixa esse cara de fora? Esse cara
de fora é quando ele não tem um, quando você não consegue entender que ele vai falar uma palavra muito ruim aqui, né? Ele vai arregar quando você sentir, quando você Sente por alguma razão que ele vai, falo o arregar aqui que cara vai chegar um ponto que não é alto, não é um extremo, que ele não tem algo que sustente ele. Quando eu fazia entrevista lá no começo, eh, eu tinha, quando eu tava ainda nos passos iniciais, eu sempre fazia uma pergunta pras pessoas, falam assim: "Bom, contava um pouco da minha história e tal, né,
pô, meus pais me tiveram muito novos, então não tinha muita opção, né, tinha que trabalhar, né, Tinha me sustentar, não tinha jeito, né? Hoje grande parte da minha galera não tem filho nem cachorro. Então parar de trabalhar, você volta para causa dos pais, sei lá, você dá um jeito, né? Você não tem sobrevivência. E eu falo assim: "Bom, então o que fazia eles todo dia quando eles estavam tavam puto de de trabalhar e ir lá no outro dia de novo era o filho, est forte, né? Outras coisas, mas simplifica. Ô Gaçu, o dia que você
não quiser Voltar, o dia que você não quiser ligar pro próximo, o que que vai te fazer ligar pro próximo?" E essa resposta, cara, você sabe medir, você sabe medir o que é importante. Ela ela é profunda suficiente para você pegar o cara na mentira. Claro, porque você porque tem gente que pode chegar e falar assim, por exemplo, uma coisa que eu escuto muito, que eu escutava muito na época, fazia, cara, minha carreira é super importante para mim. Aí você fala, pô, legal, mas Por que, cara? Não, acho que toda pessoa tem que investir na
sua carreira. Head flag toda. Eu tô perguntando para você. Head flag total. É tipo uma convenção social. E beleza, tá tudo bem. Eu só tô dizendo que você não tem ainda um Você só queria uma resposta mais sincera. Precisava de um punche maior. Exatamente. Eu acho que você porque você vai vai chegar nesse momento várias vezes, né, cara? Você pode falar para mim que você não tem Grana, tá tudo bem. Mas não tenho grana, cara. Preciso pagar meu aluguel. Tá bem. Eu não tô isso. Não é demérito ninguém nenhum. Pelo contrário, você tem responsabilidade. É,
mas só isso também é. Você percebe que esse daí é o é o é o o poxa, grana, né? Se você é uma marca empregadora forte, que seu time é sediado o tempo inteiro, são esses que estão saind. Se ele se ele vai só por dinheiro, sai, ele tem pro cara, o seguinte: "Ah, [ __ ] eu preciso pagar Meu aluguel, eu tenho minhas contas e tal, fui, sei lá, tô saindo da empresa, minha empresa fez layoff ou trocou de estado, sei lá". Tipo assim, certo? Mas quanto de grana? Que que você, que que é
dinheiro para você? Não, meu aluguel custa R$ 2.000, tal. A pessoa às vezes vai dar exemplo, né? Pô, preciso ganhar uns quatro. Se você ganhar três, o que que acontece? Vamos dizer que seja quatro o número que a pessoa deu. O que que acontece se você Ganhar três? Ah, legal. Se eu ganhar cinco, legal. Hum. Não é isso. Se eu ganhar três, cara, eu vou precisar fazer outra coisa assim. Então, eu só vou precisar de um tempo livre para fazer, talvez, [ __ ] vender uma coisa, sabe? Tipo, para chegar nos quatro que eu preciso.
Para chegar nos Exato. Aí o cara, esse é o cara. Uhum. Que é o empreendedor, né? Em empreendedor é isso. Não tem salário lá, né? Não tem, né? Não tem. Não tem. Ah, venceu. Agora O outro que fala mais fala assim: "Cara, se eu fizer a mais, eu sempre quis fazer uma faculdade. É ali que eu vou botar o dinheiro." [ __ ] acabou. Sabe, tem uma alavanca. Percebe alavanca no dinheiro. Exato. Exato. Você tá vendo que ele tem significado aquele dinheiro e mesmo que seja sua ambição, ele consegue dar um significado que o que
você falou é perfeito. Ah, se eu tiver melhor, se eu não tiver, tudo bem. Não pode ser isso, né? Então, é sempre, Na minha visão, é sempre esta estas razões que faz a gente voltar, galera. O que faz vocês fazerem mais um episódio é tem alguma coisa que, pô, vai saber o que que é que segura vocês a continuar fazendo. Isso dá força para vocês e todo mundo tem isso e cada um no seu nível. Isto para mim é negociável. Quando você descobre, eu tinha um menino que tá com a gente até hoje, acho que
ele deve estar próximo uns 2 anos e meio, 3 anos G4, hoje ele é vendedor, conversou com VSDR Joinville. E eu lembro quando eu falei com ele, cara, que ele falou uma coisa que me me marcou, né? Tanto que eu sempre falo dele. Ele falou o seguinte, falou assim: "John, eh, eu amo a minha família, minha família é muito humilde, mas eles me deram absolutamente tudo que eles podiam dar, mas eu não quero ter a vida deles." Eles são muito humildes assim, cara. Eu não sei se eu vou conseguir melhorar a vida deles. Eu quero
melhorar a minha primeiro e quissá Se tudo der certo e eu não vou conseguir fazer isso aqui. [ __ ] 22 anos, cara. Nível de consciência é altíssimo. Você vai contratar esse cara, [ __ ] Lógico que você vai contratar esse cara, cara. Interessa se ele sabe falar português, se ele você ensina, cara. É. Ah, ele pode chegar lá na hora e, pô, não dá certo. Lógico que se pode, pô. A gente não tem, né? Pô, você tá você tá contratando o pior cara, que é o vendedor, né? que é o que vende todo Dia,
né, cara? Então, ele vai saber te dar, te falar, te cantar bem. Mas quando fala isso, você não precisa saber os porquês dele. Ele ele sente aquilo que ele te falou, entendeu? Você vê quando a pessoa sente. Eu tinha um mesedor meu que foi uma das primeiras contrações que eu fiz, ele vendia kimono. Vendia kimono todo ferrado. Sabe aquele moleque jovem, SPC, cartão bloqueado, usa o cartão do irmão, clássico jovem, né, cara? 23, 25 anos Ali. E aí quando eu perguntei para ele assim, pô, cara, como que é, né? Eh, eh, eh, que que você
acha que o G4 faz sentido? Ele falou assim: "Jon, eu quero muito dar certo na vida e eu nunca dei, cara. Só que eu não vou conseguir não dar certo, cara. Eu não vou, eu, eu não consigo acreditar que tudo que eu sei eu vou terminar assim, cara. Imagina com 23 anos. Olha só. Ah, eu falei: "Meu amor, bora." Foi um dos meus melhores vendedores. Era faixa Marrom de jits há 12 anos. Não tinha conseguido pegar a preta ainda e não parava de treinar. Resiliente. Ele era. [ __ ] casca grossa, né? Você acha que
quando a gente você acha que quando a gente apertava ele, você acha que ele dá risada? Não, pô. Ele ele fazia um aquel aquelas resmungada, mas tava no telefone, pô. Tava no telefone toda hora. Quando ele podia tava fazendo claro, depois que a vida dele melhorou muito e tal, você começa a olhar outras Coisas e tá tudo bem. ficou três anos comigo, mas ele sempre teve nele isso. Então eu acho que quando a gente tem essas coisas, cara, nada briga com essas coisas. O cara pode encontrar outro lugar para fazer o mesmo, tá tudo bem,
mas ele tem um desejo forte. Então, quando você vê lá o cara querendo desistir, querendo ficar um pouquinho a mais ou querendo, né, às vezes priorizar outras coisas, pô, eu tenho agora, cara, a gente tá tendo uma discussão interna Que é a gente não se não se preparou para ter mães no G4. Ué, como que você não vai ser se preparar para ter mães na sua empresa? Pô, você tem que fazer isso, cara. Você não, você vai parar de contratar mulher? Não vai, né? Não. Ué, eventualmente ela vão ser mãe e os homens vão ser
pais. Como que você, como é que é ter pais e mães na sua empresa? Empresas jovens tm esse desafio, né? Você não convive com o assunto. Falei: "Não, nós temos que Resolver, cara. Nós vamos ter que ter uma política para isso. Eu não posso, eu escutei isso já lá na RD. Eu nunca, isso eu tô falando oito anos atrás, eu nunca vou poder engravidar na RD. Não tem como. Como assim? Como a minha empresa não suporta um momento de vida tão legal? Tão legal. Exatamente. Que isso, cara? Se a gente precisar distribuir meta, a gente
distribui, [ __ ] Como você vai parar sua carreira aqui para uma coisa tão E o pai a mesma coisa, né? Aham. Então eu tive agora e um liderado meu direto, um red de diárea que virou pai do nada. Foi promovido. Primeira vez. Foi promovido. Promovido na vida. Cara, eu não sou pai. Eu tive que, cara, mergulhar no tema, mergulhar, porque como que eu vou exigir desse cara que ele chega com energia, pô, ele não dorme, meu, né? O moleque acordea de 1 hora e meia, 1 hora e meia. Então, sabe que você sabe o
que eu fiz com esse cara? É, sabe o Que eu fiz com esse cara, cara? Chega umas 10, pega a glia das 7 que o teu filho acorda, pega das 7 às 9, dá uma sonequinha, você mora do lado do escritório, vem, tá tudo bem, pô. Ah, porque tá tudo bem. Se você não puder dar o espaço para um pai, para uma mãe, meu irmão, faz outra coisa. Exatamente. Faz outra coisa da sua vida. Você não deveria tratar com gente, deveria fazer outra coisa. Agora a gente Precisa, só que são coisas novas, né? Se você
perguntar para mim quantas meninas grávidas eu tive no meu time, pô, 4 anos de G4 eu não tinha tido nenhuma. Esse momento eu tô com três do [ __ ] Do [ __ ] A galera eles ficam o que a gente, porque todo mundo vê o G4 meio turrão, galera. O que eu já vi aqui, os os meninos não gostam que eu faça disso, mas o que eu já vi de funcionário do G4 que tem algum problema ou algum desafio como esse, cara, teve dois funcionários Do G4 que a gente praticamente deu todo enxoval para
eles da galera, os sócios, tudo, cara, bota aí não sei o que o Alfredo conseguindo coisa, a gente ajudando a turma ali, entendeu? A gente não fala muito dessas coisas porque, pô, e se eu se apoiar, né? Exato. E se tu não tiver um negócio desse, [ __ ] cara, faz outra coisa, sabe? Faz outra parada. Não dá para não dá para ter uma quantidade tão grande de gente e imaginar não lidar com uma quantidade Gigantesca de problema pessoal, né? Car, cara, sabe o que tá na minha cabeça? O quanto custa duas barbar para ficar
o dia inteiro numa sala ali, pra gente reformar uma sala e botar as crenças? Cara, tem muita empresa que tem creche anexada, sabe? A gente gasta mais com café do que isso. Tem certeza? Ah, faz. É. Ah, não. Vamos prejudicar resultados empresas. Aumenta a meta. Não tem problema. É, esse dinheiro é fácil. Vamos correr com Alegria atrás, entende? Só que não existe só esses, só essas quatro aí já já consegue consegue cobrir e vai ter um [ __ ] significado para quem tá nesse momento cara. Claro, claro. E o G4 faz isso, cara. Eu lembro
que teve um dia dos pais há muito tempo atrás, acho que 2022, que a turma de People fez um [ __ ] negócio legal assim, sabe? Falando dos pais heróis e aí trouxe os os pais. Aí você descobre que um monte de gente é Pai que você não sabia, né? Um monte de gente que trabalha com você ali, que você nem sabia que eram pais e é do [ __ ] E essas pessoas se sentem abraçadas também, né, cara? que não é só o cara que quer crescer, o cara que gosta de Ferrari, o cara
que gosta, sei lá, de videogame, é o cara também que tá construindo a vida dele em torno da minha empresa. Eu, cara, se eu puder, acho que o último projeto que eu gostaria de entregar do G4 é um plano Que faça sentido pras pessoas de ficar 5 anos como vendedor. O dia que eu chegar lá, cara, pô, a RD fez isso, sim, conseguiu construir. Eu tenho vendedores, estão lá da minha época, cara, 7 anos de empresa, quem que fica vendendo 7 anos? Os caras conseguiram. É isso aí. Então, pô, se eles conseguiram, meu irmão, eu
vou fazer também. Boa, boa, cara. Que episódio top, hein, Dan? Loucura. A gente falou de um monte de coisa. Não, mas tudo relacionado à Cultura, cara. Tudo relacionado à gente, a a a vendas, meu. Sensacional. Sensacional, né? Que bom que vocês gostaram, cara. Adorei estar aqui com vocês também. Foi bom o papo. Sempre bom a resenha. A resenha sempre é perigoso a gente esticar demais. Então, já fica o convite para um próximo episódio, a parte B, sei lá. Espero que você tenha gostado aí, galera, tenha ajudado também o processo de vocês aí. Foi uma honra
estar aqui com vocês, cara. Então, ó, Faz o seguinte, se você gostou desse episódio, tá assistindo no YouTube, já deixa teu like, faz um comentário aqui pra gente, tá? E não se esqueça que nós estamos no desafio para aumentar a nossa comunidade, a comunidade do papo e venden e nós temos a meta e a super meta do nosso canal no YouTube. Batendo 10.000 1 seguidores no canal do YouTube. Daniel Mestre vai tirar esta barba. Que isso, cara? Vai ficar 15. Te botaram nessa, cara. E pergunta super meta pro Agora é mais da hora ainda. Super
meta. 20.000 seguidores. Eu vou raspar careca, cara. Tá. Mas a barba você não botou no jogo? Ah, já pus dois anos atrás. Caiu já a barba do Mas e se a gente botar 30 aqui? Será que a gente dá uma raspa os dois e tira a barba dos dois? Caraca, hein? Gostei. Gostei. 30 30. Quero ver o vídeo até até ó, 31 de dezembro. Tá bom. Fechou. Tá aí. Tá comprado. Então beleza. Vai preparando. Arranja um barbeiro bom aí que nós vamos resolver Isso aí. Show. Show de bola. Jonathan, para quem quer se conectar com
você, qual é a melhor forma? Lembrando que a gente vai pôr o link na descrição do podcast. Não fica à vontade. Ah, animal, cara. Eu bom, primeiro, obrigado, né, galera? Muito legal tá aqui falar de vendas e os temas que vocês trouxeram. Muito bom. Parabéns pelo trabalho, tá? Eu sou um cara que lá atrás eh os podcasts de vendas me ajudaram na minha carreira, assim, me ajudaram, mudaram, é Completamente. Uma forma gostosa de você qu num papo, galera. É, é absurdo. Se você pega condução e tal, você não ouve pelo menos um por dia assim.
Então, já deixa aqui minha recomendação, compartilha com alguém, isso ajuda muito nosso dia a dia. Eu tô muito no Instagram, né, ojjonat.souza lá. Eh, se você gostou, tiver alguma dúvida aqui que a gente não tirou, pode me mandar lá, eu troco aqui com os meninos também no LinkedIn Também, Jonathan Souza lá, enfim, tudo que é do G4, eh, você vai de alguma forma me encontrar, eu abro umas caixinhas de vez em quando lá quando eu tô um pouco mais de energia, tem a da resenha e tem a técnica. Então, obrigado, espero que vocês tenham gostado
e a gente se vê por por essas bandas de vendas aí, com certeza. Certo, Dani? É isso aí. Para você que ficou até o final aqui no vídeo, deixa aqui no comentário aqui críticas, sugestões, Xingamentos, sugestão de pauta, sugestão de convidado, papo de vendedor é feito de vendedores para vendedores. Então a participação de vocês é super importante. E aproveita que você tá aí no YouTube e já continua aqui no papo de vendedor, continua consumindo novos conteúdos. Meu time colocou dois vídeos aqui para te ajudar a afiar cada vez mais o seu machado. Tamo junto. Forte
abraço, boas vendas e sucesso. [Música]