o olá pessoal saudações a que eu fiz foi de uma grandão né estou falando aqui diretamente do pessoal do estágio de fisioterapia cardiorrespiratória o nosso tema de hoje vai ser o eletrocardiograma não desde já agradeço aí né a participação de todos já esclareço que durante a apresentação eu vou pedir para que vocês mantenham o vídeo e o áudio desligados e que todas as dúvidas vocês podem fazendo pelo chat ou então vai anotando e depois me manda por e-mail que aí eu vou respondendo as dúvidas do chat e por e-mail no decorrer da semana tá bem
quando a gente fala sobre eletrocardiograma é devemos primeiro nos perguntar com qual objetivo temos né enquanto fisioterapeutas em interpretar o exame do eletrocardiograma é bem primeiro a gente tem que entender o que que é esse eletrocardiograma e depois qual que é a sua importância então para isso nós vamos recorrer aí né a ao tratado de fisiologia médica do guyton que discorre sobre o que é e depois nós vamos ver as diretrizes da sociedade brasileira de cardiologia a terceira diretriz que fala sobre elétrica geografia e que é 2016 bem então segundo lugar é tão com do
impulso cardíaco passa através do coração uma corrente elétrica também se propaga do coração para os tecidos adjacentes inclusive superfície do corpo se eletrodos forem colocados sobre a pele em lados opostos do coração será possível registrar os potenciais elétricos gerados por essa corrente sendo assim esse registro é chamado de eletrocardiograma é bem agora aí vem a resposta da nossa pergunta em qual a importância né enquanto fisioterapeuta entrei perto de interpretar o exame de eletrocardiograma ele é um exame simples barato e não invasivo então provavelmente a maioria dos pacientes que são cardiopatas vasculopatias o coronel patas vão
fazer esse exame oi e esse exame permite uma ideia da condição cardíaca do indivíduo e pode eventualmente identificar situações de risco de morte súbita não como nós realizamos atividade dinâmica né exercícios aeróbicos e anaeróbicos com nosso paciente cardiopata muitas vezes é importante a gente saber se aquele indivíduo mesmo em repouso já tem risco né e consequentemente a gente lidar com a monitorização mais ostensivo e do ponto de vista de eletrofisiologia cardíaca importante para a gente entender o eletrocardiograma vamos fazer um pequeno lembrete aqui de como que se dá essa despolarização tão o nosso marcapasso natural
é o nodo sinusal ou nódulos imaterial é o nosso usar o nodo sinoatrial e ele vai iniciar esse potencial de ação né a cada ciclo cardíaco onde vai haver sinapse através do nodo atrioventricular em seguida feixe de rins que vai se dividir ramo esquerdo e ramo direito e finalizando então essa disposição e toda a faixa cardíaca é através das fibras de purkinje então aqui representando as o posicionamento dessa distribuição de células excitáveis os neurônios é observando que nós industrial ele fica nessa região de átrios ou nodo atrioventricular é justamente nessa região entre o átrio eo
ventrículo e aqui a sua o restante da distribuição aqui inclusive das fibras de purkinje dessa maneira nessa ordem nessa sequência vai haver então a despolarização inicial dos atos e depois à disposição dos ventrículos e átrios contraem-se simultaneamente ventrículos contraem simultaneamente por causa dessa distribuição de fibras o e os eletrodos estão para que a gente consiga perceber haja vista lá o conceito dado pelo tratado de medicina é como que a gente posiciones eletrodos na verdade o técnico vai posicionar como bem então são quatro eletrodos periféricos utilizados no eletrocardiograma além de seis eletrodos precordiais que podem ser
colocados ou pontos né do ponto de vista dos eletrodos periféricos nós temos um eletrodo que é posicionada na extremidade direita aqui representado pela letra r que em inglês significa white direito a um electro e esse eletrodo ele é de cor vermelha padronizada e pelo pela convenção de elétrica geografia e já no membro inferior direito a gente vai ter o eletrodo preto que ele é um nêutron que as vezes não tem carne nem positivo negativo nem negativa já no membro superior esquerdo que representado pela letra l leste ele vai ficar então no menu superior esquerdo e
a o último eletrodo f representando o termo foot que significa pé de cor verde vai ficar membro inferior esquerdo então é essa disposição ou essa disposição santos posições possíveis para se fazer a colocação pelo técnico né é do exame de eletrocardiografia ia o profissional médico também pode realizar essa operação esse é um dos eletrodos precordiais eles têm as posições anatômicas específicas por exemplo a derivação v1 fica no quarto espaço intercostal na margem direita do esterno v24 espaço intercostal esquerda do esterno e assim por diante aqui representando né todas essas derivações precordiais quando posicionamos eletrodos dessa
maneira e isso vai gerar as derivações cardíacas em 360 graus no coração então quando a gente observa que o coração enquanto o centro desse eixo e desmoralização a gente consegue perceber em quais posições desse eixo de desposa são vou estar essas derivações então nós temos quantas derivações nós temos 12 derivações que são fontes de análise para a o eletrocardiograma então o exame de o programa quando a gente observa a gente vê essas duas derivações tão derivação aqui ó de um elevação de um ela fica à direita e zero grau derivação de dois de elevação de
dois pensando no eixo e fica 60° ela tá no mesmo sentido de exploração se for pensar que o nodo sino-atrial tá aqui e as fibras de purkinje na periferia então essa disposição que tem esse sentido aqui ó e sessenta graus ela é melhor percebida pela elevação de dois no mesmo ângulo 60 graus o que é derivação de 3 privação de três está aqui ó 120 graus temos também a as derivações avr avl avf o que significa a vr é então a gente tem o braço direito o que significa o adr seria a vivendi average que
é média então é a média dessa texturização que vai gerar a o eixo do lado direito então a vr ele tem essa porção aqui ó esse ângulo aqui e ele verifica do lado direito por outro lado o a vl que é do lado esquerdo ele mensurado desse lado de cá né uma velha tá aqui e uma vf e ele está aqui inferior mente né que é o chute estão a ver média média inferior média direita média esquerda e a gente tem aqui os três além disso tem as derivações precordiais que nós vimos aqui ó v1
v2 v3 v4 x5 x6 então nós temos 12 derivações essas derivações eletrocardiográficas elas conseguem então é perceber o coração em 360 graus se tem alguma alteração a despolarização ela tem que ter um eixo de menos 30 graus até 90° isso é o normal alterações de eixo aqui para cima é um desvio é para a esquerda de dispô-los ação é distúrbio cardíaco e por outro lado se o oposto também aqui é um deslise para direita a inversão é und zu extremo de eixo e isso é grave isso não quer dizer se tá tendo lesão no tecido
excitável né neuronal excitável e os elétrons invés de passarem no sentido de novo esse material para fibras de purkinje tá tendo um sentido contrário de fibra de por o final desse material dizer nenhum desvio extremo um problema gravíssimo com alto risco de morte súbita em é bem nós vimos ali naquele naquela imagem anterior aqui ó que existem no eletrocardiograma é alguns alguns linhas né num papel milimetrado essas linhas podem ser positivos ou podem ser negativas banco porque que elas podem ser positivos e negativos bem então na verdade o que a gente tem é uma forma
de através dos polos né de cada um dos eletrodos verificar a diferença de potencial da os elétrons ele sempre são negativos e eles vão em direção ao seu polo oposto né por atração então é o próprio coração quando ele vai gerar o seu potencial de ação ele na verdade tem um movimento de elétrons que sai do nosso a trial e vai em direção à o as fibras de purkinje e essa essa movimentação dos elétrons que vai ser percebida tão sempre você tem né e os elétrons em direção a parte positiva superficialmente é inversamente dentro do
tecido você vai ter atração de prótons no sentido sendo atraído também por elétrons que que eu quero dizer quando você tem na superfície eletro em direção à o pólo positivo o no eletrocardiograma você vai ter uma curva positiva ascendente e o inverso também é verdadeiro quando você tem um movimento ned cargas positivos em direção ao negativo você vai ter uma onda negativa então o eletrocardiograma nada mais é do que a percepção através daquelas derivações nós vimos as duas derivações é de movimento de elétrons sentido do derivação e fica positiva ou afastando da derivação que ela
fica negativa bom né então se tiver no sentido do eixo ela fica positiva se não tiver afastando do eixo daquela derivação e fica negativa por exemplo ter dois que a derivação principal inclusive num exame de eletrocardiograma completo como isso é de dois ela ainda tem mais ciclos aqui embaixo a representando mais de três ciclos então sempre que o eletro tiver indo em direção a de dois na sua disposição a onda fica positiva se ela se afastar um pouco do sentido da derivação percebida esse movimento de afastamento gera um sinal negativo né é bem aqui agora
a gente vai entender sobre cada uma das ondas eletrocardiográficas e a sua interpretação em paralelo com a fisiologia cardíaca de contração dos átrios e dois ventrículos bem primeiramente é importante saber que o papel qual vai ser impresso a elétrica geografia é um papel milimetrado então a gente vê aqui ó que cada quadrado pequeno ele tem um mm de comprimento e 1m de altura e a gente vê também que nesse papel milimetrado a gente tem algumas divisões com quadrado maior is quadrado maior representa cinco quadrados menores então esse quadrado maior são 5 mm de comprimento e
5mm de altura e quando o técnico posição dos eletrodos e vai ligar o aparelho ele ligue o aparelho e o papel começa a se movimentar para gerar a gravação dessa impressão da onde ela é perto gráfica numa velocidade de 25 mm por segundo então quer dizer ele consegue pegar aqui ó cinco quadrados desse grande por segundo o que é mais que suficiente para você pegar um ciclo inteiro né então ele tem essa velocidade e ele vai deixar quantos segundos ele vai deixar em cada derivação por pelo menos três segundos o que vai dar então quantos
ciclos vai dar três ciclos né bem é pensando nessa velocidade de 25 minutos por segundo cada quadradinho desse pequeno ele tem um tempo de 0,04 segundos porque eu tô falando isso porque se eu pegar o quadrado grande aqui ó ele tem um tempo de 0,2 segundos e isso é importante depois para a gente aprender a calcular a frequência cardíaca do paciente usando o eletrocardiograma bem então entendido aí o papel milimetrado tempo agora a gente entra nas curvas dessas ou ondas não é propriamente dita a primeira onda de um ciclo eletrocardiográfico é representado por uma onda
p positiva essa onda p positiva representa a despolarização dos átrios quer dizer que a contração dos átrios e é toda a contração ela vai ser sucedida de um relaxamento então de uma despolarização dos átrios eu consegui depois com uma repolarização atrial é então que é o seu relaxamento seguido da onda p que é positiva eu vou ter uma onda negativa que é a onda que depois uma onda positiva que a f depois uma onda negativa que o s eles estão muito próximos então a gente chama complexo qrs justamente porque ela denota também simultaneamente além do
relaxamento a trial o início da contração dos ventrículos então o complexo qrs além de ser bem visível no eletrocardiograma ela é muito importante porque ela reflete essa despolarização contração dos ventrículos né além disso depois do complexo qrs nós vamos ter a onda t porque com a contração dos ventrículos nós teremos o relaxamento ventricular o repolarização ventricular dado pela onda t a maneira eu tenho um ciclo onde eu tenho contração e relaxamento dos átrios contração ventricular relaxamento ventricular que além disso tem algumas informações aqui que são importantes é obviamente quando eu explicar cada uma das ondas
a gente vai entender algumas características de normalidade de cada uma delas que são importantes relevantes com a sua interpretação mais além disso é importante também a gente vê os intervalos ou segmentos que são de relevância e o primeiro intervalo que é importante aqui o intervalo pf nós estamos vendo aqui que é o ciclo a trial então o intervalo pr e ele é o ciclo dos atos tiver alguma alteração nesse intervalo pr provavelmente tem algum tipo de alteração em relação usados por exemplo pode haver um bloqueio atrioventricular bom né que é uma lesão entre os átrios
e ventrículos e que vai atrasar essa disposição e consequentemente a minha injeção é temos também o intervalo que ter que que é o intervalo que ter o intervalo qt é análise dos ventrículos só às vezes eu tenho alguma alteração ventricular então muitas vezes eu posso ter uma cardiomegalia então quer dizer eu posso ter um aumento desse intervalo qt né e que vai refletindo alteração ventricular dentro dessa alteração ventricular tem um segmento que é muito importante que é esse segmento que é o segmento no final da honda s até o início da onde tentam a gente
chama de segmento st o segmento st e ele é ao final da injeção e antes da repolarização então o que que acontece do ponto de vista das coronárias quando o coração é tem assisto e antes de ter a di acidente teu relaxamento então é o momento o qual as coronárias fica com menor fluxo sanguíneo então esse segmento st representa o momento qual a ao maior risco dia vez que me é meu cardíaca porque é um momento onde que acabou de disponibilizar de contrair né de ter a sístole mas ainda não relaxou então não houve o
enchimento novamente das coronárias né então o segmento st ele é muito analisado principalmente no eletrocardiograma para verificar e situações de isquemia pode acontecer de não haver alterações isquêmicas em repouso e o consenso apresentar em exercício quer dizer que muitas vezes pode haver uma obstrução ou limitação do fluxo de maneira dinâmica que assim muitas vezes é uma obstrução coronariana até quarenta por cento então quarenta a sessenta por cento acima disso e são ela pode inclusive ter reflexo isquêmico em repouso e temos também é que o intervalo rr então esse intervalo rr é muito utilizado para verificar
assim se não é o próprio tempo entre os ciclos verificar se o ciclo é regular ou não mas também a gente usa esse intervalo rr para verificar a frequência cardíaca né fazer a a contagem verificar a frequência cardíaca do nosso paciente então vejam que é um recurso muito importante muito interessante para a gente entender para a gente usar e caracterizar bem o nosso paciente cardiopata o vasco lopato o coronel a pato é bem tá nós já entendemos que a cada 25mm na direção horizontal corresponde a um segundo e que o papel milimetrado que a gente
pega aquele quadrado maior ele representa 0,2 ou 0,20 segundos né então se cada quadrado grande e 0,2 segundos o quadrado pequenininha 0,04 o quê que isso é importante tal como diria aí né o costela vamos pensar mais um pouco então um minuto são 60 segundos tão ao analisar as curvas do eletrocardiograma observamos os quadrados grandes quadrados grandes são 0,2 segundos então se eu pego um minuto que também tá na mesma unidade medida 60 segundos dividido por 0,2 segundos eu vou ter 300 como eu cortei qualidade medida segundo com segundo não tem unidade medida que 300
e por outro lado caso eu olho quadradinho pequeno a gente sabe quadrado pequeno é 0,04 segundos então se eu pego 60 segundos / 0,04 eu tenho 1500 por quê que esses números são importantes vou voltar aqui esses números são importantes é novamente né se olhar os quadrados ões eu usaria o número 300 e usar os quadrados pequenos eu vou usar os 1.500 esses valores 300 e 1500 e importantes para você fazer a contagem da frequência cardíaca bom então por exemplo um supor que isso aqui é um eletrocardiograma uma curva real e maior aumento eu estou
vendo aqui as intervalo rf então eu posso saber a frequência cardíaca do meu paciente de duas maneiras eu posso contar o número de quadradinhos pequenos nesse intervalo então conta aqui ó 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 não entre um complexo qrs aqui em cima né uefi e outro r que é o intervalo rr eu tenho 23 quadradinhos se eu pego aquele valor que nós vimos aqui ó 1500 e devido por 23 quadradinhos eu voltei aí 65 batimentos por minuto
essa é a frequência esperada né média nesse intervalo que muitas vezes oi gente ele não vem com esse valor né o valor descrito no exame exames melhores já vence no cabeçalho o nome do paciente mas também o resultado a frequência cardíaca mas aquelas tirinhas de papel milimetrado verde que muitas vezes são retirados em nível hospitalar ele não vem com esses dados então é você que pode calcular precisa saber a frequência cardíaca do paciente ter que ficar de repouso quero ver pescaria de repouso ela é muito utilizado para gente planejar e nem o intervalo de treinamento
né do nosso paciente agora se usar os quadrados ões então aqui ó eu tenho um quadradão dois quadrados um dois três quatro cinco quadradões não são cinco exato está vendo então problema de você usar o quadrado grande é porque diminui a precisão e se eu pego 300 / 5 eu vou ter então 60 então quiser aí já deu uma diferença de cinco batimentos né então uma das se você verificar a frequência cardíaca é você usar esses valores como a gente falou né porque esse valor 300 e já leva em consideração que é por minuto então
resultado já saiu batimentos por minuto da mesma forma em 1500 também já leva em relação um minuto abrandam mas eu quero calcular usando cada tempo de cada dica de cada quadradinho também pode aqui essa soma 0,04 x-23 é você vai ter a frequência cardíaca do paciente naquele momento então por exemplo eu pegar aqui a calculadora nós vamos fazer aqui ó calculadora tão 23 vezes 0,04 igual 0,92 ok então eu pego 0,92 e aliás pego 60 / 0,92 vai dar quantos batimentos 65 batimentos que às vezes você tem duas formas de você fazer o cálculo né
da frequência cardíaca do paciente e usando a mesma fundamentação entendido como que a gente cálculo frequência cardíaca então em qualquer papel milimetrado e eletrocardiograma você vai pegar lá o ciclo você vai ver essas os picos né do intervalo rr vai fazer o cálculo né é igual aqui ó nesse eletrocardiograma sempre são três ciclos para cada derivação mas ainda dois ele já era para você mais ricos então você consegue calcular que é qual que é a frequência cardíaca entre esses dois picos vai calcular aqui entre esses dois entre esses dois entre esses dois dessa maneira se
o valor se for sempre igual você sabe o ritmo dele ritmo cardíaco é regular né se houver alteração se a sua magnitude for maior que 10 por cento e tem um ritmo irregular o ok então agora nós vamos entender cada uma das ondas começando pela onda p a onda pela representa a contração atrial fisiológica tá aqui a onda pela representa aí a sístole atrial e deve apresentar 2 mm quadrados quer dizer são 2,5 mm de comprimento e de altura casa altura da onda pifou maior que 2 mm então existe hipertrofia atrial direita então se o
se ela for maior em altura do que dois milímetros então quer dizer que há uma hipertrofia direita que é o ato direito caso o comprimento for maior do que 2 e meio milímetros então existe uma hipertrofia atrial esquerda ah tá então isso é importante a gente saber porque às vezes paciente tem cardiomegalia mas as vezes é só a trial vi uma hipertrofia atrial é menos pior que uma hipertrofia ventricular é só vai dar alteração na onda p porque a onda p aqui analisa essas né que gera repercussão desses atos o complexo qrs representa a contração
ventricular fisiológico deve apresentar também 2mm de comprimento tão complexo qrs que tá aqui olha também deve ter dois milímetros de comprimento se o qrs for positivo envia um que a derivação precordial de ver um eu voltar que envia um de vocês verem ó bom então aqui tá vi um ó então tá vendo que eu complexo qrs ele é negativo que o qrs ele negativo mas se o qrs ele tem mais do que 2,5 envia um ele tá positivo bom então se ele tem mais de dois e meio e você viu que envia um ele tá
positivo o bloqueio de ramo direito porque o ideal seria se negativo agora se o que rs ta negativo lá em de ver um aí eu bloqueio de ramo esquerdo porque eu tô falando isso que às vezes o próprio laudo do eletrocardiograma vai já de se inscrever para você que o paciente tem um bloqueio de ramo direito que aquele fecho de rins né e o ou esquerdo então para você entender o que que foi feito para que o indivíduo tem aquele diagnóstico aquele laudo tá você não precisa fazer laura só para você entender e às vezes
vai sair o exame para você sem lá alto então você pode ser aquele indivíduo que vai fazer a primeira análise o a sugestão você não vai fazer o diagnóstico é você vai fazer uma análise só para sua a sua tomada de decisão e monitorização mais ou menos os e aí essa é a onda t ela representa a repolarização ventricular na e deve ser positiva e assimétrica né casa ou ter ela seja positiva e simétrica pode ser uma isquemia subendocárdica e a onda t negativa e a si mesmo e simétrica ela pode ser uma isquemia subepicárdica
oi e a onda t quando ela é negativa e assimétrica pode ser uma alteração secundária por causa da repolarização ventricular esse aqui é só para você entender aí porque que muitas vezes pode haver essa interpretação e esse laudo escrito dessa maneira que foi usado por isso aí você não precisa interpretar né agora quando a gente olha o intervalo pr e o intervalo pr tá aqui né que análise dos atos é o intervalo pr ela deve ter entre 3 e 5 mm de comprimento então de 3 a 5 mm de comprimento aqui se o intervalo é
for menor que 3 mm pode ser uma síndrome que é long ganong levine que é que o de tipo de taquicardia o material né é o intervalo pr for maior do que 5 mm então aí já é um bloqueei como a gente já viu falar tem um bloqueio atrioventricular por exemplo de 1º grau chamado de beaver bloqueio atrioventricular de primeiro grau dizer e aí já tem um alteração de frequência cardíaca um atraso né a frequência cardíaca do sujeito já é mais baixo no intervalo pr deve ter de três a cinco minutos de comprimento lembrando aí
então como já falado anteriormente que é caso esse valor seja maior ou menor do que esse intervalo então menor é uma taquicardia maior é um bloqueio é um segmento st como nós já vimos aqui o final do s início do te ele reflete possível isquemia né então quando há um desnível desse dessa desse segmento superior a gente chama de supradesnível que a gente chama de isquemia sub ep cardíaca bom e quando a um infradesnível que é aqui ó para baixo aqui ó aqui é o ponto j o a linha j então se ponto j tá
para baixo aqui ó esse é um livro de exemplo segmento st gente chama de isquemia subendocárdica e quais são os alterações eletrocardiográficos então muitas vezes o indivíduo na hora de receber a informação ele recebe de uma maneira leiga a não seu batimento cardíaco normal então eu chamo de eucardico ah não seu batimento cardíaco acelerado é taquicardia seu batimento cardíaco talento é
[email protected] regular ritmo irregular bom então nós temos várias alterações eletrocardiográficas possível de se analisar então nós vamos ver aí né tanto situações de taquicardia situações de bloqueio expansões de disritmia bom então as taquiarritmias sotaque
cardíacas tacar dias que são mais comuns a gente tem atacadinha sinusal quer dizer ela nasce o nosso sinusal e tem uma descoloração normal só que a frequência aumentada que de acima de 100 batimentos então você vai fazer o cálculo e vai verificar que tem mais do que 100 batimentos por minuto entre cada intervalo rr atacar disso periventricular quer dizer aí já é uma alteração é assim não quiser você tem já um aumento da frequência cardíaca mas você vê que você tem alteração aqui ou não dá tiê a onda p que ela se sobrepõem você tem
atacar the ventricular em atacar de ventricular muitas vezes você tem um infradesnivelamento do segmento st com a junção entre t e p quer dizer mais grave ainda o e atacar ya ventricular é com frequência mais alta ainda quer dizer se você só tem esses picos onde você tem então uma a tendência até a fibrilação tão taquicardia ventricular no seu início taquicardia ventricular tardia ela demonstra a evolução por exemplo um teste ergométrico como é que pode depois evoluir para fibrilação e aí a fibrilação ventricular é um ritmo chocável vai ter que fazer o choque elétrica geográfico
para gerar então a restituição do ritmo normal o gibra de cardíacos bradescard a gente tem bloqueio atrioventricular isso então nós temos bloqueio de 1º grau 2º grau e terceiro grau veja que você tem quanto quando há o bloqueio você tem essa aumento né do intervalo rr e também aqui ó do ponto de vista da onda p o que é o intervalo pr então e quanto maiores intervalo o pior o bloqueio maior vai ficando a distância entre os complexos qrs aqui ó o ossos alterações inclusive o bloqueio atrioventricular de 3º grau você vê que a onda
ter que a republicação ventricular que ela fica inclusive negativa né tão importante a gente entender um pouquinho desses bloqueios aí ó viu uma alteração de ritmo né um aumento né esse espaçamento pode desconfiar que bloqueei consequentemente a free o paciente pode alterar o menor e as disritmia graves né então a gente tem aí ó muitas vezes e pode ter um eletrocardiograma com ou sem onda p muitas vezes saiu da p também consegue ser normal né agora um de vidro pode evoluir eu de flor ter a trial onde ele tem aí é disritmia né alteração e
do ritmo frequência cardíaca alterada aqui ainda pode ter a fibrilação atrial que a evolução do fletchinder então de uma vibração menor passa para uma vibração completa dos atos e depois essa essa vibração pode passar para os ventrículos estão vibração e a fibrilação o coração não ejeta o sangue se tiver vibrando ou em fibrilação então ele tem que ser desse fibrilado dessa fibrilação ela pode gerar então região de parada cardíaca né quer dizer ciclos em complexo qrs a nossa parada cardíaca a deter a óbito é ausência ausência de ondas cardíacas não é ritmo chocável é igual
a gente vem filme pessoa em parada e lá e desfila não ritmo chocável é fibrilação ventricular ou fibrilação atrial já é ritmo chocável é bem é o que o fio será piloto deve fazer então com eletrocardiograma então devemos analisar todas as derivações principalmente de dois porque ela em 60 graus é que pega a despolarização desde o nosso industrial até as fibras de purkinje no ângulo e na sequência correta não primeira coisa é analisar de 2 verificar se as ondas eletrocardiográficas estão normais em de dois se não estiverem normais deve interpretar a possível alteração então viu
que alterou o comprimento altura verificou que o ritmo está irregular então você vai analisar de 2 e as outras derivações por exemplo ver um a onda texto a positiva ou negativa segmento sp né só em verificar conforme a hipótese que se viu de alteração ainda dois verificar se o ritmo está regular analisando a simetria entre os complexos qrs pelo menos três ciclos cardíacos a rr verificar a frequência cardíaca através do intervalo é de todos os ciclos das derivações de dois porque além se saber a frequência cardíaca média do sujeito você ainda vai ver se o
ritmo irregular né vai comprovar se o ritmo irregular é passar informações ou pacientes que é super importante né ou acompanhante explicar com ela quer dormir repouso é diferente em estreias mas como num teste ergométrico ou farmacológico que às vezes a pessoa a gente vem fato é muitas vezes ela ficar jogando ele pode não perceber né ele pode não ser sensível para perceber isso daí pessoa pode ter alteração fisiológica mas sem ter alteração eletrocardiográfica e é ir para o fim registrar o exame complementar né se possível onde é que está a cópia do mesmo em avaliação
outro após autorização do mesmo você nunca deve fazer a cópia ou o guardar o documento do paciente sem a sua autorização tá sem muito importante bem aqui agora nós vamos ver aí dois exemplos para gente treinar um pouquinho bom então aqui ó eu tenho esse é um eletrocardiograma né então elétrica de normal muitas vezes a gente escrito aqui em cima né o dado paciente a frequência cardíaca dele né ea o seu laudo né a descrição mas às vezes não então aqui eu tenho 12 derivações derivação d1 d2 d3 avr avl avf esse precordiais de ver
um até v6 então nós temos aqui de 2 então o que que eu tenho que fazer primeiro em d2 eu vou ver se o ritmo está regular vou ver se as ondas estão ok e vou ver se a frequência cardíaca do paciente com febre e aí então olha tem onda p positiva complexo qrs ok onda ter ok então provavelmente o ritmo sinusal agora vou ver se a frequência cardíaca o ritmo irregular então faço ao cálculo da frequência cardíaca entre o intervalo rr bom então eu vejo aqui hora 5 10 15 20 e 22 23 então
tem 65 batimentos aqui né aqui também 6565 então se pelo menos três ciclos eu tenho 65 a ti mesmo então o ritmo é o que regular né mas aqui ó aqui atrás um pouquinho então aumentou um pouquinho frequency então aumentou um pouquinho frequency então fica aí na faixa aí de 65 a 70 batimentos estão a média aí ó 68 batimentos não tá aqui né a sua análise inicial agora e se você tiver alguma alteração então aqui um exemplo né um paciente que tem uma alteração então no caso aqui ó a primeira coisa que a gente
percebe a gente de novo né você vai olhar de 2 então de dois eu tô olhando aqui de dois tem uma onda p tem um complexo qrs mas aqui eu tô vendo um desnível para baixo do ponto j então esse aqui o desenrolamento segmento st tá vendo bom então se um infradesnivelamento do segmento st então eu posso olhar aqui também ó qual que é a área alterada no caso aqui ó eu tô vendo que a a onda tem aqui tá quase do mesmo tamanho do complexo qrs então eu sei que é parede anterior que eu
v3 v4 aí você quer parede anterior preciso saber isso não mas é importante é bom a gente saber o que que é o laudo vai tá escrito então aqui tem alteração de frequência é entre os ritmos então é uma arritmia sinusal justamente por causa desse essa isquemia como tem esse infradesnível né então é uma isquemia subendocárdica de parede anterior e não que a gente calcula a média tá dando 72 batimentos então quer dizer se contar entre o intervalo rr outro vai verificar e essa esse valor médio aí de 72 tão que tenho 20 22 24
então tá aí na faixa de 72 batimentos tá bom então é isso eu queria falar agradeço aí todos vocês né é contem com a gente aí para o que der e vier é um abraço tudo de bom até a próxima