isso não é sobre o Orkut mas aí vai um depoimento sobre esse filme Olá fãs da sétima arte meu nome é Lucas Nascimento e esse é o Lucas Pires e hoje eu tô aqui finalmente para falar sobre a rede social filme de 2010 dirigido pelo David fincher mas antes eu pedi para você curtir se inscrever no cativar o Sininho para não perder notificação dos próximos vídeos chegamos aí ao ponto mais alto da carreira do David Finger Na minha opinião e foi um período muito interessante quando foi anunciado que um filme sobre o Facebook estava em
desenvolvimento que ele seria lançado nos cinemas Eu lembro que né era 2009 eu tinha um blog de cinema que ainda existe podem procurar aí Lucas simes e eu lembro que um dos meus comentários quando eu anunciei essa notícia é de que eu esperava que bom se vai ter um filho sobre um site ele vai ter que ter um roteiro muito bom né e eu também naquela época Ainda não conhecia muito sobre o era um só que o roteirista desse filme que é um cara que despontou no teatro migrou para o cinema com filmes como Questão
de Honra meu querido Presidente e teve um grande sucesso na TV com a série The westwing que falava sobre os bastidores da Casa Branca e eu vejo a rede social como um retorno Triunfal dele para os cinemas depois de muito tempo na televisão Ele fez alguns outros filmes depois de The westwing né mas na rede social era meio que aquele showstopper né chegar com os pés na porta de volta no cinema o sol aqui em parte do livro bilionários por acaso do bem medrock que eu li por sinal é um ótimo livro Eu recomendo e
rapidamente esse roteiro começa a criar uma reputação bem grande em Hollywood muitos executivos e produtores querem comprar os direitos para adaptar mas ele acaba parando justamente no Michael de Lucca que atualmente é o chefe de cinema da Warner Bros o Dana Brunetti e o Scott ruden né uma trinca bem poderosa de produtores que levam o projeto para Sony Pictures e a escolha bem em comum do David fincher para dirigir o filme né eu não consegui encontrar aqui outros candidatos ou possíveis nomes para dirigir a rede social mas é o David fincher né E você já
tinha comentado no meu vídeo do curioso caso do Benjamin Button que aquele filme já era um ponto fora da curva dele esse talvez seja ainda mais né porque eu vejo a minha Button ainda tinha seus elementos de grande eloquência de escala época de fantasia e a rede social é um filme sobre sobre diálogos Mas ele também tem sua faceta Finger por ser uma história meio Dark no papel não faz muito sentido que o David Finger faria um filme sobre o Facebook na prática a gente tem a rede social que chegou no cinemas em 2010 e
é simplesmente uma obra prima monumental e um dos melhores filmes desse século a história do filme Segue o jovem Marques o que Berg bebida por jazziberg durante os estudos na Universidade de Harvard Mark inventa rede social Facebook que revolucione o mercado digital ele coloca no caminho de sucesso ao mesmo tempo e que destrói sua amizade com Eduardo saberia vivido por entre o Garfield e é acusado de plágio pelos gêmeos ruim com voz ambos Vivendo por Army Hammer não tem como começar a falar sobre a rede social sem iniciar pelo roteiro né Porque apesar de todos
os elementos desse filme tá em perfeita Harmonia o texto do sorry é a grande estrela sem sombra de dúvida em 2009 todo mundo se referia a rede social como o filme do Facebook mais como a gente já bem sabe o filme é tão mais do que isso ele tá muito mais voltado nas pessoas por trás desse site em toda a história e a traição né que aconteceu É uma história muito interessante quem tiver que a rede social meio que de tomar moda né sobre a criação de empresas a criação de marcas que tá num novo
ponto agora com Tetris e me admira muito como sorte e faz uma perfeita mistura de tons e estilos aqui porque ao mesmo tempo que você tem essa história sobre empreendedorismo e a transição de poder do Velho Mundo para o novo mundo com a entrada do mercado digital Você tem uma história que é sobre amizade que é sobre um nerd sobre o melhor amigo dele sobre desejo de conquistar as garotas tem aquele tipo que o filme adolescente no meio aqui rodeado por uma verdadeira ópera shakesperiana de traições de passar perna de revirar voltas é realmente assim
uma história que meio que já estava pronta no mundo real mas que o sorten consegue transformar uma jornada muito legal de assistir principalmente por ele abraçar a narrativa de filme de tribunal com uma não linear que eu sinto que ele reinventou o filme é inspirado e fatos reais e pessoas que existem e tipo tudo que eu falar aqui sobre Nossa o Marcos o que Berg O Eduardo é tudo a visão do filme né não tô falando sobre o marketing quebrar com uma pessoa mas eu admiro muito como o Arno Soccer encontrou um potencial dramático muito
forte por trás de tudo que isso aconteceu e como ele transformou essa figuras da vida real em personagens que eu considero o verdadeiros ícones modernos do cinema americano tipo essa ironia gigantesca do criador da maior rede social do mundo Ou pelo menos era em 2010 né O Facebook não é mais o que era perder o único amigo de verdade que ele tinha no processo é tipo assim o tipo de coisa que um roteirista não poderia imaginar é o tipo de coisa que acontece no mundo real porque às vezes a verdade é mais estranha que a
ficção e tudo isso para que desse sentimentos bem complicados do Marcos do Quebec personagem do eram só quem aqui que tem início né como toda a grande história envolve algum amor perdido e no caso você tenha a obsessão do mar que por término dele com a Érica namorada vida pela runeimara bem começo de carreira eu acho sensacional como o sorkin transforma a Érica não só numa personagem coadjuvante que não aparece tanto no filme mas como o grande objetivo dramático do mar que mesmo que ele não explicite isso que ele não coloca em palavras que ele
faz tudo pela Érica é realmente isso que o filme tá mostrando né através do subtexto através de algumas escolhas de diálogo e principalmente em como ele abre e termina o filme meio que nessa mesma posição correndo atrás dessa menina que escapou dele o que garante essa comparação que muitas pessoas fazem entre a rede social e o cidadãos são elas e eu absolutamente acho que é bem certeiro apesar do cidadão que ele ser um filme muito mais revolucionário do que ele faz de estrutura e técnica você tem um arco dramático muito parecido onde o kene está
atrás do Rose Bird que é aquele elemento de infância que ele não pode conquistar e o mar que tem a Érica com a própria Rose Buddy dele né é uma estrutura muito bem feita resulta num dos golpes de gênio desse filme que é transformar o ato de alguém adicionando alguém no Facebook em algo muito tenso e emocionante e inclusive ainda falando sobre o personagem da Érica a cena de abertura do filme é tão emblemática com um diálogo de Quase 10 minutos entre o Mark e a Érica que você começa a escutar quando o logo da
Colômbia ainda tá rolando e além de trabalhar toda a verborragia maravilhosa do sorte porque os personagens deram sorte que não falam como pessoas no mundo real e isso é algo que você tem que aceitar quando tá assistindo algo dele né você tem a introdução sutiã ou for shadowing de todos os elementos principais do filme tem a missão Eduardo tem a menção aos remadores tem toda a questão do mar que sobre ele querer ser popular e principalmente como ele tem essa mania de misturar diálogos né A Érica fala que às vezes ela não tem certeza de
qual resposta ela tá dando pra ele que ele fala de coisas ao mesmo tempo e isso já estabelece também a própria estrutura narrativa do filme que vai acompanhar esses dois processos judiciais marca ao mesmo tempo indo e voltando no tempo eu sinto que isso representa muito bem como a cabeça do Marcos Quebec funciona né a gente vê exemplos de narrativa não linear de flashback de flashfold que às vezes parece meio aleatório parece que às vezes só para confundir o espectador mas no caso aqui com esses cortes que às vezes voltam no tempo ou no futuro
só para mostrar uma reação só para mostrar a fala de um personagem tão te dando a experiência perfeita de como é tá na cabeça desse protagonista e além do Eduardo e da Érica Open você tem esse outro elemento dramático muito importante que é o Champion Parker desse outro empreendedor digital vivido pelo Justin Timberlake que tem um histórico com empresas digitais no nexter o chão é a versão idealizada de tudo que o marketing quer ser praticamente e o pinscher é muito esperto não quero esse Timberlake porque ele rapidamente cria essa figura do Bad Boy do astro
do rock é muito irônico ele escale um artista musical para interpretar um cara que praticamente foi processado por todos os artistas musicais com o napster né e o Chan naturalmente causa uma intriga entre e o Eduardo e o filme é muito inteligente na forma como ele contrapõe esses personagens visualmente levando ao Ápice nessa sequência do chão e do Mark numa balada em São Francisco onde você literalmente aprende o poder de sedução e uma certa presença maquiavélica do chão usando parábolas e metáforas para conseguir realmente entrar na cabeça do Mark eu sempre Acho interessante comparar né
o figurino do Chan com o figurino do Eduardo né porque ambos usam ternos Mas você pode reparar que o terno que o Eduardo usa é meio Largo meio folgado quase como se ele fosse uma criança que tá se esforçando para ser um adulto enquanto o chão está sempre com os ternos impecáveis sempre justos às vezes com capuz às vezes com camisa são literalmente dois opostos do mesmo tipo de personagem E você tem o marketing no meio dos dois e olha eu já tinha comentado um pouco sobre a estrutura não linear da rede social e como
isso é muito presente no roteiro do Sonic é uma ferramenta do roteiro Mas ela é perfeitamente executada pela montagem do kirkback do Windows Walk venceram o muito merecidamente por isso ao mesmo tempo que eles estão servindo Essa visão do personagem dando pulso e ritmo para algumas sequências onde o espectador não necessariamente vai entender o que tá acontecendo como por exemplo acompanhar Como que o market tá hackeando as casas individuais de Harvard entregando aí um trabalho que para mim é mega coerente é muito elegante eu admiro bastante a decisão tanto do sorte enquanto dos montadores de
encerrar as linhas do tempo do passado meio que no mesmo ponto que é tanto quando o zoom com vozes e o Eduardo Seven processar o Mark né ambos servindo como uma espécie de clímax para cada uma das narrativas é realmente uma narrativa de duas horas assim de uma das que passa mais rápido que tem mais fluidez que eu vi nos últimos anos e bom eu já falei tanto do eram só que um dos montadores então agora obviamente tenho que chegar no fincher Que beleza ele pode não ser a opção ideal o primeiro nome que você
pensa num roteiro assim mas caramba assim como no Benjamin Button eu vejo o conceito de direção do Pinscher nesse filme bem focado nas performances e nos personagens e aqui muito mais né porque se o Benjamin Button ainda tinha aqueles quadros é escala Épica aqui você tá falando de dormitórios de restaurantes de salas de reunião e o David Finger consegue tornar tudo isso muito interessante muito facilmente de ver você combina essa metralhadora de diálogos e aliterações do sorten com estilo perfeccionista do Pinscher onde ele literalmente faz mais de 40 50 vezes até 90 tomadas para alguma
cenas e você garante algo realmente muito especial com performances excelentes de praticamente todo o elenco o feed nunca teve um momento de dramaturgia tão forte quanto confronto do Eduardo do Marque no final com a entrega monumental do Garfield que é de partir o coração uma das grandes cenas desse filme Eu ainda não acredito foi esnobado no Oscar aquele ano é uma simbiose perfeita de texto e direção porque roteiro não se dirige sozinho sabe eu não acho que é simplesmente Nossa o roteiro tá perfeito agora qualquer um dirige porque os textos deram sorte não é qualquer
um que pode dirigir e eu tenho um exemplo perfeito aqui de um filme que eu gosto Inclusive eu acho um filme muito bom mas é um filme que deveria ser uma obra prima que é o Steve Jobs do Danny Bob de 2015 acho que o roteiro é excelente Mas eu vejo um caso ali de um diretor que às vezes está tentando competir com o texto né ou esse vídeo Ops tem várias cenas de metáforas de monólogos e o filme faz algumas coisas que não precisa sabe não precisa projetar texto na tela projetar imagens enquanto o
personagem está falando e ele tá tentando criar uma representação visual para tornar o diálogo menos chato mais empolgante né mas não precisa disso né na rede social você tem vários exemplos de longos diálogos de longas parábolas de personagem comparando algo com a outra e daí enfim foca absolutamente nas performance diálogos e Poxa eu lembro quando o David fincher e a dirigir esteve Jobs temos outra obra prima hein o que o finger faz aqui é elaborar uma produção muito elegante esteticamente perfeita colaborando de novo com o Jeff cronen wet que tinha fotografado Clube da Luta para
ele em 99 E você tem novamente aqueles tons amarelados e esverdeados o contraste alto que cria sombras quase de um filme no ar e ele pinta esses lindos quadros com o cinematografia digital para dar espaço a esses diálogos longos e elaborados e você sente o papel do Pinscher na forma certa quando marque o shan conversa na balada por exemplo você vê como as luzes piscantes roxas vermelhas dá um toque meio diabólico quase como se o chão fosse uma figura mefistoférica corrompendo marque levando ele para o lado dele tudo através da Imagem e também com um
excelente uso de mixagem de som eu nunca esqueça quando eu tava na faculdade eu usei essa cena da balada da rede social para explicar como mixagem de som funcionava né e o filme até foi indicado absolutamente oferecido E você ainda tem o David fincher usando a linguagem a posição de câmera de uma forma bem discreta que às vezes não chama muita atenção para si mesmo mas que tá colaborando perfeitamente com texto como na cena do restaurante do chá encarando Marco Eduardo e a namorada numa encenação que faz sentido dentro da intenção de cada um em
relação a esse personagem as conversas de telefone bem dinâmicas e eu adoro aqui esse momento bem perto do final como o mar que parece que quer fugir do chão indo para os quadros opostos de onde ele tá mesmo que em lugares diferentes e principalmente essa cena aqui que representa tão bem o personagem do Zuckerberg quando ele vê o chão conversando com as meninas dentro da casa e eles estouram champanhe então comemorando e a espuma suja o vidro e você vê o Mark do outro lado você enxerga essa barreira invisível que impede que ele se divirta
que tem interações sociais de verdade muito Sutil mas é um grande trabalho de direção e tem outro elemento importantíssimo na rede social para mim é o elemento que tava faltando para o David fincher né ele fez ótimo assim mesmo passado mas agora ele tem uma marca na areia que muda para sempre os filmes dele que é quando ele chama o twentner eu acho que os Rolls para fazer a trilha sonora ele já tinha colaborado com o trendre numa canção numa música bem distorcida do Seven mas aqui a dupla faz a primeira composição original do cinema
deles e puxa vida é uma das trilhas mais originais em anos com fortes de sintetizador de teclado eletrônico de um instrumento que eles chamam de forma Tron que mistura algumas notas de piano com sons completamente abstratos que às vezes vão pro drama para melancolia para um sentimento que você não entende direito que vai crescendo e consumindo os personagens é um tipo de música que você escuta e parece que é um John Carter 2.0 que circula perfeitamente esses diálogos e todo esse drama E falando em busca né não tem como não destacar a sequência da corrida
de barcos a hanley Royal regata com os gêmeos porque o resnow yorus fazem um cover eletrônico aqui Fantástico de indahall of the mountain king e essa cena também é um momento mais explícito do feed como diretor é a mais dirigida é puramente imagem e música e para mim é o tipo de sequência que tipo quando você tá assistindo você sabe que esse filme vai virar um clássico né é uma daquelas cenas que já nascem em cólicas eu simplesmente amo a rede social gente é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos eu não considero
só o melhor filme do David Finger para mim é um dos melhores times que eu já assisti sem brincadeira eu acho que é um roteiro excepcional que eu já li fisicamente várias vezes é uma das minhas grandes inspirações aliado aí com uma história muito bem contada um elenco perfeito tá todo mundo excelente nesse filme Uma direção muito segura muito controlada mas muito precisa do David Finger para mim Um clássico moderno aí pra rede social obviamente absolutamente eu dou uma nota 10 e no lado financeiro a oficial Até que foi um sucesso considerável principalmente Considerando o
fato que ele custou 40 milhões de dólares o filme estreou nos Estados Unidos em primeiro de outubro de 2010 com 22.465 milhões de dólares arrecadando 96.962 na bilheteria doméstica e 224.920 milhões no mundo inteiro a rede social também foi um dos principais competidores do Oscar daquele ano garantia de indicações para melhor filme e melhor direção para o pinscher melhor ator porque essa eisenberg melhor fotografia é melhor mixagem de som e ele venceu como melhor roteiro adaptado ou melhor montagem e melhor trilha sonora mas a gente sabe nos nossos corações que ele também ganhou o melhor
filme né E olha que eu gosto do curso do Rei Tá bom mas é isso pessoal foi um vídeo longo mas se vocês quiserem saber mais sobre o que eu acho da rede social eu vou deixar um link na descrição sobre um verdadeiro TCC que eu escrevi pro site bastidores é uma crítica bem longa analítica sobre praticamente todos os elementos do filme então confiram aí Se quiserem saber mais deixe nos comentários também que que vocês acham sobre a rede social e se é realmente o melhor filme do Pinscher certo pessoal Obrigado pela visita e até
a próxima sessão