você é daqueles que vive espalhando por aí que gosto não se discute e que em se tratando de opinião cada um tem a sua e todas elas devem ser respeitadas igualmente bom em se tratando de arte nós vamos conhecer um filósofo que não pensa bem assim gente oi gente bem vindos à uft balón eu sou bruneto você está a bordo do nosso balão de idéias no vídeo de hoje uma discussão sobre o texto do padrão de gosto de filme filósofo escocês moderno que instaurou e representou na filosofia uma corrente chamada empirismo odessa que me refiro
é um capítulo do livro ensaios morais políticos literárias lançado pelo autor em 1742 e futuramente ele foi mexendo nesse texto lançando outras versões mas que foi finalizado postumamente em 1777 nesse texto o rio e procura discutir então sim em se tratando de arte existe uma espécie de padrão que possa definir o que é belo o que é feio o que agrada o que não agrada e pra isso ele vai proporcionar a gente uma caminhada a partir de alguns conceitos que estão aqui estabelecidos dentro da datasul do seu arcabouço o bloco tô aqui como eu disse
anteriormente é em vista e ser infeliz significa o que significa que para o rio assim como para todos os outros filósofos empiristas a experiência é que determina o conhecimento humano não somente a razão de maneira pura ou seja o ser humano conhece a partir daquilo que experimenta do mundo ele vem ao mundo como uma espécie de folha em branco e tudo aquilo que está nele foi escrito foi colocada a partir de suas experiências no início do texto o rio introduz o assunto dizendo que no voo no senso comum nós estamos acostumados a dizer aqui opinião
é uma coisa que varia muito dinheiro das pessoas cada pessoa tenha são uma coisa em relação aquilo que vive no mundo e sem também uma coisa diferente do outro uma em relação àquilo que vive no mundo tanto é assim que a gente tem o costume de ver que mesmo em pessoas que foram criadas no mesmo país com a mesma cultura com a mesma família inclusive com até a mesma idade numa mesma época têm opiniões os diferentes a gente se acostumou a perceber que somos diferentes naquilo que percebemos do mundo tanto é assim que o filme
vai ver a rede chama de bárbaro aquilo que não é do nosso gosto ou seja que não coincide com o que é aquilo que a gente pensa foi assim por exemplo a maneira com que os europeus perceberam os índios nas américas quando foram descobertas foi assim por exemplo quando das diversas reformas e novos protestantes católicas as duas visões de mundo religiosas se em bater e perceberam que aquilo que não o quadro na lapa com a opinião daquela pessoa que estava à frente era chamado então de estranho de barba e de certa forma deveria ser inclusive
dizimado é assim vários campos da vida nem se diverte em muitas coisas o rio vai dizer por exemplo no campo por exemplo da ética da linguagem inicialmente a gente concorda concorda por exemplo que devia existir uma palavra para o sentimento que é o amor assim em todas as culturas existe uma palavra que urbana parte bell sentimento do amor mas ela não vai dizer quando a gente vai perceber isso individualmente dentro das culturas a gente percebe que essa palavra apesar de ser uma mesma tentativa de sintetizar um sentimento ela diverte as culturas vamos pegar aqui o
povo grego tinha pelo menos três palavras o sentimento de amor e ressentimento ele diferenciada entre eles e na língua portuguesa a gente tem por exemplo só uma palavra para determinar vários tipos de amores a ética também proporciona de emergência no campo do particular quando existe uma concordância no campo da universal todas as culturas vão identificar uma necessidade de justiça de bondade e misericórdia de humanidade porém cada cultura cada povo cada indivíduo vai entender amor bondade justiça unidade de maneira diferente então mesmo que no campo do universal as pessoas concordem também haverá uma de discordância no
campo do individual no campo da ciência por exemplo no campo da opinião acontece o contrário o rio vai dizer exemplo que universalmente a uma de emergência no entendimento das coisas porque cada cultura cada região cada país vai entender científicamente o mundo de uma forma mas quando sim individualmente explicam se os temos alta usando a criança maneira porque eu peguei desse jeito quando eu determinei esta essa experiência eu coloquei sob determinadas condições aqui ou seja no campo do individual quando as coisas se esclarecem a ensinar uma concordância dizendo isso parece que o filme quer nos convencer
o seguinte que realmente então gosto não se discute porque sempre haverá divergência seja no campo universal ao campo do particular tanto é assim que ele vai dizer o seguinte ó no campo dos juízos sempre há uma inverdade porque quando eu digo eu acredito que isso seja assim ou isto é assim aquilo que eu digo não está de acordo com o que está no objeto então quando eu me coloco diante de alguma coisa e escreva um juízo ou organismo conhecimento a partir do que eu vejo nesse objeto aquilo que eu acho a minha opinião ou até
mesmo conhecimento que o estrago dessa experiência não vai ser a mesma em todas as pessoas porque cada um entende o objeto de uma maneira assim eu posso dizer que a opinião não está concorde com o objeto já no campo dos sentimentos acontece também a mesma coisa uma espécie de variação entre as pessoas aquilo que eu sinto só é verdadeiro para o filme em relação a mim mesmo então a dor que eu sinta chateação angústia a o frio todos esses sentimentos sensações e emoções que são para o rio me sempre físicas são sempre verdadeiras porque elas
estão relacionadas a mim e não há objeto portanto por mais que você experimenta uma sensação de frio junto com um amigo seu o frio e você sente e o frio que seu amigo senti eles podem ser comparados mas ele só serão verdadeiros pra você e pra ele na medida vocês estão experimentando agora quando um vai dizer para o outro está muito frio vai dizer a liga tão frio assim esses julgamentos eles não são verdadeiros porque eles correspondem a materialidade e essa materialidade é julgado de forma subjetiva e em se tratando da arte então viu que
eu posso dizer sobre a arte sobre o reconhecimento do belo nas coisas existe uma capacidade nós seja do julgamento ou do sentimento de reconhecer essa beleza nas coisas bom o rio vai dizer não é aqui então questão de gosto ou seja cada um reconhece de uma maneira o que nós podemos entender que é o seguinte a beleza ela pode ser percebida sim de maneiras diferentes a partir do julgamento ou do sentimento porém nós podemos perceber lá melhor ou pior maneira de acordo com o que está nela não de acordo com a exposição interna do nosso
espírito e ele vai dizer o seguinte a beleza não é uma qualidade das próprias coisas existe apenas no espírito que as contempla e cada espírito percebe uma beleza diferente então a beleza não está no objeto portanto ela não depende de uma opinião ela não depende de um julgamento para que ela seja verdadeira também ela não está propriamente em nós porque aí seria uma espécie de beleza determinada pelo sentimento então pois onde está a beleza a beleza está no momento em que a disposição interna do meu espírito reconhece algum objeto vamos pegar então exemplo do paladar
o padastro reconhece o amargo e o doce porque ele tem press posições internas na fisiologia daqui da língua e do aparelho é da boca e ele reconhece isso por causa dessas determinações fisiológicas então o amargou 12 não está na comida naquilo que vai ver o estado está na percepção da comida portanto se eu percebo mais amargo ou menos amargo as duas ou menos doce depende da minha exposição fisiológica é aí que o rio vai dizer o seguinte então depende de como está o meu paladar que vou perceber mais ou menos esse amargo e esse doce
por exemplo se eu estiver doente eu vou perceber de uma maneira oscilante esses gostos agora se eu tiver mais saudável com uma saúde mais um dia eu vou perceber uma maneira mais refinada o gosto das coisas assim também é a percepção da beleza na arte quanto mais refinado estiver o meu espírito pra perceber lá mas eu vou reconhecer beleza quanto menos refinado ele estiver - eu vou reconhecer a beleza ea esse refinamento do espírito o rio chama de delicadeza é preciso delicadeza para reconhecer beleza das coisas é que na verdade que nosso espírito reconhece beleza
de forma universal em umas coisas mais do que outras que algumas obras artísticas literárias algumas pinturas alguns poemas eles sobrevivem aos séculos eles sobrevivem às críticas duras críticas das culturas diferentes diante do mundo vamos por exemplo pegar a mona lisa é difícil você dizer pra mim que existe algum momento na história ou alguma cultura e determinou que aquele quadro por mais individualmente não se gostasse dele a uma pessoa ou outra que é aquele quadro fosse feio o que estivesse nele alguma é característica que não agradasse ao gosto aneel mas eu acho analisa feio não gosto
bom isso você pode dizer então desvio no campo do sentimento mas enquanto uma apreciação estética mais centrada de acordo com as leis do seu próprio espírito você vai reconhecer mesmo que você não goste sentimentalmente emocionalmente ou sei lá qualquer coisa no campo da do físico você vai reconhecer que ela é bela por que ela sobreviveu ao tempo então uma grande característica de uma obra para que ela seja bela ela sobreviva tanto ao tempo quanto as culturas e as críticas dessas duras assim podemos dizer que existe um espírito humano princípios de aprovação ou desaprovação para uma
obra mas como eu vou garantir que isso seja feito de uma maneira excelente bom é aí que o rio vai dizer que nasce a figura do crítico o crítico que continuou em si mesmo a delicadeza esse conceito que ele introduziu aqui como é esse crítico introduza delicadeza ou cultiva delicadeza a partir de uma coisa chamada hábito que é um outro conceito que também usa em outras áreas do da teoria do conhecimento dele por exemplo o hábito vai formar um bom crítico quanto mais obras quanto mais literatura quanto mais pintura quanto mais música quanto mais a
audiência eu prestar as diversas obras de arte existentes no mundo mas delicadeza eu vou adquirir meu espírito eu vou conseguir mais aparatos mas é ferramenta pra comparar as obras para determinar o que nelson me agrada que não agrada ou que vai sobreviver nas culturas as críticas mas segunda característica que deve é cultivar o crítico é elevar as suas conclusões acima de todo o preconceito então você não vai levar para a sua crítica é em relação à a obra de arte nada que você goste de esgoto que você aprender desaprender dentro de casa nada que é
do campo pessoal que é um preconceito que você levou para apreciação da obra de arte você vai deixar tudo de lado para construir a sua crítica a partir da apreciação e da comparação de outras coisas que você percebeu durante a sua vida de crítico que há sim uma terceira característica seria levar em conta somente o objeto observado apesar de você trazer consigo ferramentas de outros momentos de apreciação artística você vai vai analisar o objeto você não pode colocar dentro de uma nenhuma escala dentro de nenhuma comparação mas inicialmente avaliar colocá lo nos seus padrões mas
somente ele o objeto observado e analisado e o que o crítico vai perceber essa obra de arte ela é tão bela se ela se aproxima ou não do objetivo é estético para o qual ela foi criado então uma obra será mais belo - bela se ela se aproxima do seu objetivo estético então beleza pra mim seria aquilo que é um consenso entre os homens ou as mulheres dos seres humanos de opiniões formadas a partir de um espírito saudável a partir de uma crítica apurada e delicada para finalizar então ele vai concluir que o seguinte nós
todos não tenhamos capacidade de ser críticos de acho então nós não podemos sair por aí dando palpites é à toa direito sobre alguma obra artística a ponto de dizer que nossa opinião deve ser respeitada porque você só vai ser respeitado do candidato se você foi um crítico de arte e obedecer a todos os critérios que ele propôs aqui no seu estudo então a gente tem que aprender mas a habituar-se a arte pra falar dela se isso é bela se isso não é belo a gente precisa estar mais próximo desse comportamento de um crítico que tem
o espírito dele cabeça pra poder opinar mais e falar menos besteira e aí gostou você acha que gosto e discurso se discutir como é que é bom começar aqui nos comentários por hoje é só não se esqueça de curtir o vídeo compartilhar as suas redes sociais se inscrever no canal ativar o serviço das notificações e até a próxima [Música]