Olá, boa noite. Como vocês estão? Ã, chegamos em uma outra parte do nosso da nossa formação, que é a parte mesmo de cura. Até agora vocês entenderam como funciona o inconsciente, como funcionam as programações, como funciona o emocional, eh eh o que como que funciona para conhecer e entender a outra pessoa, eh Como fazer uma leitura, né, de da personalidade da da pessoa, eh, do que é sombra, do que é criança ferida, sobre a psicologia, sobre os traumas dos momentos iniciais de vida. Só que a gente agora vai para uma outra parte que é a
parte de fato de cura, tá? E vocês vão ver como é fantástico essa essa outra parte, como é certeiro e como essa outra parte vai trazer mais segurança para vocês, que talvez vocês estejam um pouco inseguros ainda. Ai, eu Não sei o que fazer, não sei o que euou falar, não sei como eu vou saber, não sei identificar o que aconteceu. Eh, bom, eu para vocês entenderem, eu vou começar, como eu gosto de sempre trazer exemplos práticos no dia a dia, eu vou trazer um exemplo eh de uma paciente que eu atendi essa semana, tá?
Eh, essa paciente ela me procurou porque ela está a 22 anos por volta desse número, muito tempo Trabalhando na empresa da família. Nesse tempo, o pai dela faleceu e esse pai era sócio com o tio e a parte do pai foi dividida entre ela e o irmão, tá? Então, na sociedade tem o tio, tem o filho do tio, que o tio passou uma parte da sociedade, e tem um irmão e tem ela, tá? Que herdaram do pai a sociedade. Então, cada um deles tem 25% da sociedade. Eles decidem as coisas entre eles, eles excluem ela,
eh, excluem ela, né? Eh, Ela agora todos tinham sala, ela não tinha. Eles fizeram uma mudança lá e ela falou que precisava de uma sala. E aí o irmão vira para ela e fala na frente de todo mundo eh, que ela só vai ter sala porque ela era filha e que na realidade ela não faz nada. Eh, então ela passa algumas humilhações, tá? Ela vem passando algumas humilhações durante anos e ela chegou num ponto que ela está Conseguindo se estruturar financeiramente. Para vocês terem ideia, ela não teve nem licença maternidade. Em 10 dias, imagina a
dona da empresa, em 10 dias ela já estava trabalhando. Eh, nenhum reconhecimento, nada, 0. Tá, gente? e ela me procurou para ela conseguir eh identificar padrões de dependência emocional, eh padrões que ela está esteja vivendo, de não acreditar em si mesmo, para ela fazer Esse desligamento da empresa, para ela ter certeza se é isso que ela tinha que fazer, para ela entender, né, as mágoas, os sentimentos. E quando a gente atende uma pessoa assim que fala que briga, que tá indosta, tal, o que que eu preciso analisar como terapeuta? Eu preciso analisar se aquilo que
a pessoa está falando eh tem um fundamento real. Eu preciso analisar se eu acredito no que a pessoa está falando ou se essa pessoa não é uma pessoa Narcisista, não é uma pessoa manipuladora, não é uma pessoa que causa intrigas no ambiente, que não vai trabalhar, que é folgada, tá? Para saber se aquilo que ela está vivendo, eh, não vem devido às atitudes dela ou se o que ela está vivendo é uma injustiça mesmo, tá? Então, sempre que um paciente chega, a gente não pode acreditar 100% no paciente, certo? A gente precisa analisar, porque aquilo
que o paciente fala muitas vezes pode ser um narcisismo, pode ser uma vitimização e a pessoa não consegue olhar para si. Então, a gente precisa ir tateando, ir com cuidado, indo entendendo até a gente conseguir eh ter uma visão mais profunda da situação, tá? Então, geralmente quando a pessoa me fala, eu escuto muito, muito, para Entender e até dar um conselho, até dizer, imagina, uma pessoa que há 20 anos trabalha com a na empresa que o pai que faleceu deixou para ela e essa pessoa está me procurando para decidir se vai continuar na empresa ou
não. é uma responsabilidade muito grande que ela joga nas minhas costas e eu, como sentindo essa responsabilidade, não posso dar uma resposta para ela do do que ela tem que fazer. >> Eu vou precisar analisar com ela para Ela ir naturalmente tomando as próprias decisões, tá? E nesse ponto eu vou precisar analisar se o que ela sente de não ser reconhecida é uma dependência emocional ou é um narcisismo e realmente ela não faz nada ou se de fato está acontecendo esse abuso, essa injustiça, entendeu? É como se a gente fosse um advogado, um juiz. Muitas
vezes eu me sinto assim uma juíza, em que eu vou analisar o meu Paciente, só que eu preciso analisar se esse paciente não é o problema da história, né? Porque se esse paciente for o problema da história, eu vou precisar tratar o problema da história, que é um transtorno psíquico, que é um desvio de personalidade, que é uma mentira para esse paciente ter um resultado efetivo com o meu trabalho. Tá claro, gente? Mas quando a gente trabalha com os Mapas, né? Porque na primeira consulta a gente vai falar o quê? a pessoa no mapeamento biográfico,
a pessoa chega expondo um problema, a gente vai anotar, a gente vai dizer o que tá acontecendo, a gente não vai dizer: "Nossa, eh, você precisa sair da empresa". A gente não vai dizer isso no mapeamento, no mapeamento biográfico, a gente vai falar o quê? que a pessoa está presa naquela situação, porque ela Carrega uma ferida, porque eh ela tem heranças genéticas, ela na gestação, ela tem problemas de nascimento, problemas relacionados a líquido, problemas eh na infância, problemas intelectuais, eh de submissão, a mãe era submissa, ela também é eh agressividade, a gente vai falar algumas
coisas nesse sentido, né? Mas na ferida mesmo a gente vai tocar nas sessões de desprogramação. E não é nem desprogramação, tá? É Ressignificação. Mas a gente fala desprogramação, o nosso linguajar, por quê? É um programa biológico que a pessoa carrega instalado no cérebro dela, que funciona como uma um looping de repetição e ela fica presa naquele looping cega e não consegue sair daquilo, tá? Tá bom? Então, a gente precisa ter essa visão que eu estou trazendo para vocês entre eh Ao decorrer, né, da segunda, terceira consulta, eh ir conhecendo mais intimamente o paciente para saber
se ele é a vítima ou se ele é o culpado dos problemas que ele está vivendo, certo? pra gente trabalhar os traumos que tem por trás disso, paraa pessoa perceber que o que ela está fazendo não está legal e que ela precisa mudar essa postura. ou ela perceber que ela está Sendo vítima e está se colocando nessa situação por uma programação que se repete, por uma dependência emocional, por uma submissão aprendida na infância, por um medo, por uma insegurança, eh por um excesso de energia feminina, por excesso de energia masculina. Aí a gente vai entendendo,
né, eh, o que está acontecendo ali com a pessoa. Tá claro para vocês? E como que a gente vai entendendo? mapeando Com a mandala e os mapas, tá? A mandala, a gente vai mapear as emoções e os mapas, nós vamos mapear os traumas, tá? Os mapas eles têm a origem na nova medicina germânica. eh foi desenvolvido pelo Dr. Hummer, eh, E com base em todo o estudo que ele fez de tomografia, né, de análise de tomografia no cérebro. Já contei, né, para vocês da onde vem a nova medicina germânica. Se vocês quiserem que eu repita
aqui, eu repito para vocês. Lá na plataforma também tem toda a história da nova medicina germânica. Eh, e a mandala fui eu que desenvolvi, tá? Eu, Roberta, que desenvolve, porque eh que acontecia quando a gente atende o paciente e a gente analisa só os traumas, a gente fica um pouco inseguro em relação ao problema real que tá acontecendo na vida da pessoa. Tá? E quando a gente tem a mandala, a gente consegue identificar a emoção, A dor, o vício emocional, a situação que a pessoa está de forma mais eh eh palpável, de forma mais clara,
de forma mais resolutiva. É como se aqui a gente conseguisse ter uma resposta de do inconsciente de forma mais clara de onde a pessoa está presa, tá? E com os mapas, a gente vai conseguindo mapear as regiões que o cérebro está traumatizado para manter a pessoa Naquela emoção, naquele vício emocional. OK? Então, a gente consegue mapear exatamente a data que começou, que ficou programado, as datas que se repetiram. Aí eu vou voltar no caso dessa paciente que eu atendi essa semana, que eu estou nessa situação de não saber se ela tem excesso de energia masculina,
se ela que não está cumprindo com o trabalho dela, Se aquilo que ela está me dizendo é real, né? Estou na consulta, segunda consulta dela ainda, é muito cedo para ter uma conclusão. E aí eu mapeio. Quando eu mapeio, vem eh fragilidade emocional, tá? Que é abusos em abusos 17. Se é abuso os 17, eu já consigo entender que são questões que existem abusos e ela se fragiliza muito emocionalmente. E aí eu vou começar a mavear o cérebro dela para entender o que está acontecendo. Se eu entender que o mapa, quando eu mapear os mapas,
vai cair numa região de, por exemplo, essa região aqui que é a região do fígado de carência, eu vou entender que ela é frágil emocionalmente porque ela é carente e que talvez as situações que ela esteja vivendo coloca ela numa carência e que Ela quer ser amada. Tá claro? Eu já vou ter entendimento do que tá acontecendo ali com ela, que tá levando ela à fragilidade emocional e talvez até os abusos. Mas aí eu mapei ela e aonde caiu energia masculina, intimidação, abusos, tálamo, desmoralização, querer abandonar tudo por ser desmoralizada. humilhação. Olha, gente, eu fico
até arrepiada. Ou seja, quando o mapa me mostra isso, eu sei que essa mulher tá sofrendo. E o e e o que essa mulher está me falando sobre a dor que ela está sentindo talvez seja muito maior do que aquilo realmente que está acontecendo. Talvez ela esteja tão acostumada com abusos, com ser maltratada, que ela está 22 anos lá tomando pancada e não tá conseguindo reagir Por já estar acostumada com tantos abusos. Tá claro, gente? Então aqui eu consigo confirmar se aquilo que a pessoa está me dizendo é realmente, né, eh o caminho a ser
trabalhado ou não, tá? E aí eu mapei. E quando eu mapei, né, consegui mapear, identificar e fui mapear a data quando começou isso. E veio a data de 18 anos Relacionada à figura do pai. Quando eu atendo uma paciente que o pai faleceu, a gente tem que tomar cuidado, porque uma paciente eh identificar que o pai é narcisista e o pai tá vivo é uma coisa. Agora, quando o pai faleceu e essa paciente tem todo um sentimento de perda e ela precisa jogar fora esse sentimento de perda e perceber que o pai era violento com
ela, é muito difícil, porque tem a questão do luto. E quando Uma pessoa morre, por mais que a pessoa foi cruel, a gente vem com sentimento do luto. E muitas vezes a gente suaviza o que a pessoa fez, principalmente ser sendo sendo filho. Tá tá claro, gente? Não. Carol, se a sua mãe te bater a vida inteira, você vai ter um sentimento por ela. Se ela morre hoje, Qual o sentimento que você vai ficar de perda? Porque o sentimento de perda, de luto, ele é mais forte do que qualquer outro sentimento. E aí a gente
esquece tudo que aconteceu e fica com aquele sentimento de perda, entende? Fica com sentimento do luto, da morte, que é a maior dor que existe, tá? Então, quando a gente atende o paciente, Que a gente precisa olhar paraa figura paterna ou paterna, que existe um luto eh de pouco tempo atrás, que esse luto ainda tá sendo processado, é mais difícil pra gente como terapeutas fazer a pessoa perceber que esse pai que hoje ela está colocando lá em cima por ele ter falecido, foi justamente o maior cruel da vida dela, tá? Mas os mapas estão dizendo
isso, que aos 18 anos ela viveu alguma Crueldade muito grande, alguma humilhação muito grande e essa humilhação vem se repetindo até então. Aí eu botei ela na sessão de renascimento. Na sessão de nascimento, ela lembra do primeiro dia que ela começou a trabalhar na empresa aos 18 anos de idade. Exatamente. Esse pai fez ela pegar uma vassoura e limpar todo o escritório, todo o banheiro, com todo mundo Trabalhando. E enquanto ela trabalhava, ele ficava humilhando ela, que ela não servia para nada. que ela tava lá para pagar uma conta de celular, que ela era afogada,
que ela servia para ser fachineira, um pai fazendo isso com ela. O problema que a gente foi respirando e ela percebeu que o pai dela sempre fez isso com ela, sempre fez isso com a mãe e ela percebeu que o irmão do pai é igualzinho E ela percebeu que o irmão dela, que é sócio dela, é a cópia do pai da sessão de renascimento. Eu não falei nada. Eu não precisei falar nada. Ela percebeu tudo isso e ela falou: "Minha mãe sofreu muito. Ela entrou em depressão". Eh, e aí ela lembrou que a avó dela
era judiada fisicamente espancada pelo avô, pai do pai dela, e que a fábrica é uma herança do avô que passou pros filhos e que agora Estava com ela. Diante de todo esse histórico, vocês acham que tem alguma possibilidade de ela não ser humilhada nessa empresa? Vocês acham que tem alguma possibilidade dela mudar? O irmão, o tio e o primo que tem uma herança genética? de homens cruéis que humilham e maltratam as mulheres. E ela tá ali sozinha, Sendo o bote expiatório de todos eles. Vocês acham que vale a pena ela comprar essa briga? Percebe, gente?
O que que ela vai continuar fazendo se ela estiver ali? sendo alvo de humilhações, sendo que se ela sair da empresa, ela vai receber uma grana enorme, vai continuar recebendo pela participação da empresa, ela vai ter a herança financeira da empresa E ela não precisa estar lá passando por humilhações, porque às vezes, eh, a gente não vai mudar a situação. Não é porque a gente se cura, que a gente muda a situação. Às vezes é a gente entender que eu não preciso disso, eu não vou passar por isso, eu não mereço isso, né? E olha
só, ela tem dois homens, dois filhos homens que ela já estava pensando neles trabalharem na empresa também. Ela Mesmo já mudou ideia, ela mesmo já entendeu, ela mesmo já percebeu que não tinha o porquê que ela fica lá, que aquilo era uma herança emocional de humilhação, que aquilo não ia mudar e que ela podia ficar com apenas a herança financeira do que foi deixado, porque aquilo é mais uma maldição do que algo sentimental que ela tinha com pai. Tá claro, gente? a Forma cirúrgica que a gente acessa o inconsciente da pessoa. Tá claro? É isso.
É para isso que os mapas nos levam, tá? E aí quando a gente coloca a pessoa para fazer a sessão de renascimento e olhar para aquilo para dentro, a própria respiração faz a pessoa ter todas as percepições e Entendimentos e clareza. E lógico que a gente vai dar um direcionamento, a gente vai ter a nossa visão, a gente vai ter a nossa experiência, né? Mas o próprio renascimento, ele já vai ter, vai trazer respostas paraa pessoa que ela está procurando, tá bom? Então agora eu vou ensinar vocês a técnica de sinesiologia, gente, eh quando a
gente muda uma Programação inconsciente, tá? Eh, a tendência ao nosso ambiente mudar. Sei que a gente tenha que mudar de sair do lugar, sair fora, tá? Então, por exemplo, eu tenho um problema de desentendimento com o meu marido e esse problema de desentendimento com meu marido vem de uma programação que eu trago de abandono, de solidão, e eu fico cobrando ele e mesmo assim ele continua indisponível, Tá? Quando eu curo a minha ferida do abandono, naturalmente a minha relação com ele muda. Eu não preciso falar as coisas e ele já se torna mais disponível, porque
ele tá respondendo ao meu campo inconsciente, tá? Mas quando a gente tem eh um uma situação como essa dessa paciente, de um quadro de um histórico de violência doméstica, de agressões, de humilhações, Eh não adianta mudar essa pessoa que a história não vai mudar, porque paraa história mudar, precisaria que eles três fizessem em terapia para eles deixarem de serem narcisistas, abusivos, machistas. Quando isso vai acontecer? Nunca. Então, eh, esse entendimento é importante, né? É um é um histórico de abandono, de solidão, mas é um histórico De violência. E aí quando é um histórico assim mais
grave, não adianta a pessoa mudar que o parceiro não vai mudar, que eh às vezes a mudança, a mudança, a solução é realmente sair daquele lugar. E talvez a cura, né, de toda a história dela seja justamente isso. Eu não preciso disso. Eu não vou ficar aqui aceitando humilhações. Não preciso disso. Não vou me colocar nesse lugar de Humilhação. Que todas as ancestrais se colocaram e aí ela quebra o sistema. Então isso eu vou acompanhando quando eu faço atendimento, né? O Nor estava falando de fazer atendimento de casais. Quando eu faço um atendimento eh de
uma pessoa que traz no meu consultório um problema de relacionamento eh com um parceiro, eu analiso ao decorrer das sessões se o parceiro Responde ao que nós estamos trabalhando. Por exemplo, eu tenho uma paciente que tem a frita da rejeição. Ela se sente muito rejeitada e excluída por esse parceiro. A gente trabalha a ferida da rejeição e naturalmente esse parceiro começa a incluir mais ela e ela me conta isso quando ela vem pra consulta. Ou seja, isso está me dizendo que esse parceiro está respondendo ao campo que nós estamos trabalhando no Inconsceite dela. Entenderam? Tá
claro para vocês? Porque a maioria dos problemas que as pessoas nos trazem ou é problema financeiro ou é problema de relacionamento, seja no ambiente de trabalho, seja no casamento, seja com os filhos, né? Tá? Ou uma ansiedade, mas o que que tá ativando aquela ansiedade? Às vezes é o financeiro, às vezes é o relacionamento, às vezes é a solidão, né? Então, quando A gente muda o campo da pessoa inconsciente, a gente vai mudar o campo externo também, tá? O dinheiro vai entrar, as coisas vão acontecer. Mas quando eu tenho uma paciente que eu mudo o
campo dela interno e os problemas eh no casamento só pioram, o parceiro não responde ao campo que nós estamos mudando, eu começo a ter certeza que esse parceiro ele tem uma um transtorno Psíquico, ele tem algo a mais. que não vai mudar, que não adianta eu mudar aqui com ela, ele não vai responder o que nós estamos mudando. Então, esse parceiro, ele pode ser eh borderline, ele pode ser bipolar, ele pode ser paranoico. A gente vai estudar em psiquiatria, ele pode ser um narcisista, né? E quando a gente tem transtornos psíquicos fortes, né, na ali
no companheiro, não adianta a gente mudar o inconsciente da pessoa, porque o inconsciente do outro está totalmente tomado. Foi totalmente tomado. Ele não tem mais o filtro da consciência como uma pessoa sem transtornos psíquicos mais graves. Tem. E devido a essa falta do filtro da Consciência, o ego tomado pelos traumas, pelo inconsciente, pelos transtornos, ele não vai responder à mudança da pessoa. E aí essa pessoa vai precisar entender isso e essa pessoa vai precisar se afastar. ou aceitar que ele é assim e aprender a lidar com o marido assim. É uma escolha da pessoa também
que a gente, né, se aparece uma pessoa no meu Consultório e fala assim: "Olha, o meu marido já me bateu, meu marido me trai, meu marido isso". Eu vou perguntar pra pessoa: "Por que que você me procurou? Porque você quer terminar o relacionamento ou você quer aprender a lidar com esse relacionamento? E ela fala assim: "Eu quero terminar". Eu falei assim: "Então tá, vamos trabalhar para terminar". Aí ela falou assim: "Não, eu amo ele". Aí eu falo assim: "Então tá, vamos fazer De tudo para vocês ficarem juntos, mesmo ele te traindo, mesmo ele te batendo,
porque aqui no papel que nós estamos, nós somos contratados para a pessoa, para que a pessoa consiga aquilo que ela deseja, que ela quer, sem julgamento." O que a gente pode fazendo ao decorrer das sessões é falar pra pessoa: "É isso ele não vai mudar, vai ser sempre assim. Que que você pode fazer em relação a isso? a gente já sabe, a gente já entende que o melhor pra pessoa seria outra coisa, mas a pessoa ela não vai abrir mão daquilo. E aí a gente vai ajudar a pessoa a lidar com aquilo. Eu tenho pacientes
que estão comigo há 2 anos, que elas passam em consulta a cada 15 dias para lidar. Gente, olha isso. Passa em consulta comigo a cada 15 dias Para lidar com o narcisismo do marido. E aí eu vou falando para ela em cada coisa que ele vai fazendo, como ela tem que ir agindo. Vou trabalhando os gatilhos que ela vai caindo em relação à aquilo, vou deixando mais neutro em relação à aquilo, vou deixando ela mais esperta para lidar com o parceiro narcisista. Vou ensinando ela a contornar mais a situação e mais ser sábia e ela
não vai terminar. E eu não vou falar para ela, não vou Julgar ela. Tão entendendo, gente? Tá. Ah, mas quando ela curada, ela mesmo decidiria sair? Não, não, não, não é uma questão de ser curada, é uma questão de escolha. É uma questão do livre arbítrio dela e daquilo que ela tá disposta a suportar. Eu tenho uma outra paciente, já falei para vocês, que ela trabalha em uma sociedade de advogados numa advocacia enorme do Brasil. Enorme. É abuso, é competição, é controle, é briga todo tempo. É só narcisista que tem ali no meio. Ela vai
sair dali. sendo sócio se ganhando muito bem, ela vai sair, ela vai aprender a lidar com antro de Cobras, ela vai aprender às vezes ser meio sonça, ela vai aprender a jogar, ela vai aprender a fingir que ela tá caindo na manipulação, só que ela não tá caindo, entendeu? ela não vai soltar o que é dela. Então, eh, é esse entendimento que a gente precisa ter, tá? atendi uma outra paciente que uma mega advogada, acho que até contei para você, Para vocês, de família, eh, e ela é casada com um homem e que, conforme a
gente foi trabalhando nas consultas, ela foi identificando a questão do narcisismo. Ela identificou que o marido dela atrai ela com garotos de programa. Eh, ela, esse homem pega garotos de programa e leva para motel. Ela ela identificou isso, só que o nome dela está atrelado financeiramente a ele e tudo que ela conquistou a vida inteira ela iria perder. E ainda tem a questão do filho, que já tem algumas questões, eh, como um autismo ali baixo, coisas assim, que se ele ficasse ali com esse pai iria piorar o quadro do filho. E ela entendeu que ela
não ia, não podia separar dele e que ela ia ter que fingir que ela não está vendo ele sair com garotos de programa, porque tem coisas muito maiores que estão em jogo e que ela não ia dar para Ele, como deixar o filho ali nas mãos deles, que ela não sabe se ele não pode abusar dele sexualmente. Pensam, gente, se você sabe que o seu marido sai com um garoto de programa, você vai deixar o seu filho sozinho com esse homem aos final de semanas? Não. E como você vai provar pro juiz? Ela é ela
é advogada. Ela sabe que ela não tem como provar. Ela não tem como tirar a guarda desse homem. Ele é professor da FMU, tem nome, tem, né, socialmente mantém aquele narcisismo, não tem o que ela jogar ali, ele sai com outro homem. Eu a opção dele de sexual aí ele, ela não vai perder o filho para ele, entendeu? Mas e o medo dela? E a situação financeira e tudo que ela ganhou inteira e ele viveu nas costas dela? Ela Vai abrir mão disso? Não, ela vai ficar tr 4 anos ali com ele organizando a questão
financeira com o filho mais velho, adolescente. Ela vai ter que engolir seco, ela vai ter que abaixar a cabeça, ela vai ter que aprender a lidar com o narcisismo dele, ela vai ter que se fazer de somulada. Eu ensinei ela a se fazer de som se dissimulada. Quando ela entendeu que ela só precisava se fazer de som sair dissimulada, ela Falou assim: "Roberta, é isso, eu já entendi. Não preciso mais nem da sua ajuda. Mas até ela tem esse entendimento. Foi trabalhada a dependência emocional, foi trabalhada a carência, foi trabalhada a dor dela, foi trabalhado
os sentimentos de injustiça, foi tirado todos os gatilhos que ela caía. E ela simplesmente ficou neutro em relação às expectativas, em relação a ele e começou a se fazer de sons para Proteger o capital dela e proteger o filho dela. Então não tem assim uma resposta pra pessoa eh de forma assim clara do que a pessoa precisa fazer, né? Mas ter um entendimento, porque se eu aterei num paciente com 20 anos e esse paciente vem de uma programação de abusos grave, eu consigo evitar que o futuro desse paciente seja prejudicado E que ele não caia
nessas repetições. Mas quando eu atendo uma mulher com 50 anos, que veio de uma programação de abusos muito grande e que ela tá enroscada num abuso muito grande, que ela não vai conseguir sair rápido desse abuso, que que a gente faz? a gente aprende a lidar com abuso, a gente fica mais esperta que o abusador e a gente vai levando até que a gente consiga sair daquilo, porque os abusos já foram recriados de Tal forma que ela está presa nisso, tá? Então, cada caso é um caso, cada situação é uma situação. Eu só fui conseguir
identificar que esse marido dela era um narcisista depois da quarta, quinta sessão, quando eh porque imagina um professor tal que parecia bonzinho, quando a gente foi trabalhando com ela e esse parceiro foi respondendo de uma forma bem manipuladora e abusiva. E aí eu consigo já identificar que Eu preciso proteger o emocional da minha paciente, eh, mostrando para ela que ela deve sair dali ou que ela e aí ela entendendo que ela não pode sair dali e aí eu ajudando ela a não sair dali e a lidar com aquilo lá. E e aí isso vai indo
ao decorrer das sessões, tá claro, gente? E tudo isso a gente vai identificando com os mapas, tá? Eh, eu estou, por exemplo, agora um Pouco antes de atender vocês, eu estou com um paciente que ele já fez o processo de 10 sessões e ele para eu auxiliar ele na separação com a ex-mulher, né, conseguimos fazer de fato. E aí ele deu continuidade e a gente vem fazendo semanalmente, tá? Eh, e ele chegou no meu consultório hoje dizendo: "Tá tudo bem, tá tudo legal, eu bloquei ela, tal". E quando eu mapei, o primeiro Negócio que veio
foram abusos e 16 injustiças financeiras, abusos de 16, injustiças financeiras. Mapei aqui, veio do paro, datei para ver quando começou no útero. Ele é o 13º filho da mãe. Na gestação dele, o pai se manda, some e desaparece e larga a mãe dele, grávida dele com 13 filhos para criar. E ele só foi se ver esse pai quando ele tinha 15 anos. sumiu, largou e ele não consegue o divórcio com a mulher porque a mulher fica jogando financeiramente com ele. Só que ele chegou na consulta dizendo que tava tudo bem, dizendo que tava tudo tranquilo,
que não tinha problema. Ah, tá tudo bem, tá tudo tranquilo. Aí uma vez aqui veio abusos e ele falando, ah, não tá Tudo bem, não sei o quê, contando final de semana e é o esperto, né? Abusos, injustiça financeira. Foi uma penda mais. do pai no útero. Já saiu a história dele do útero. Foi uma banda mais. Veio questões de desmoralização. Lembrei que a mulher fica falando que ele vai gastar o dinheiro dele com monte de e fica falando para disso para todo mundo. Já vem as lembranças do que ele havia Falado. Aí uma B
aqui injustiças de novo. Injustiças, né? Ela usa o financeiro para injustiçar tal. Eh, controle. Então, eh, conforme ele foi falando que tava tudo bem, eu virei para ele e falar assim: "Olha, não tá tudo bem, porque você não vai conseguir esse divórcio enquanto a gente não trabalhar esse ponto." E como ele já fez o processo, já fiz o mapeamento dele, já falei a questão da gestação, tudo, ele já fez sessões de nascimento, né? Ele tá na eh 15ª sessão já comigo de renascimento e ele já tem toda essa consciência. Eu falei para ele assim, ó,
tem uma programação aí que vem lá do seu útero, que está relacionada ao seu pai, que abre um campo para que a sua ex-mulher tenha acesso a você e te controle financeiramente. E se a gente não trabalhar isso, ela vai continuar te controlando financeiramente, ela vai te continuar te desmoralizando financeiramente e você não vai conseguir o divórcio. você vai ficar preso nisso. E aí, como ele tem um entendimento, ele já fala assim, vamos olhar para isso, vamos. Ele já fechou os olhos, já começou a respirar e já percebeu que quando aconteceu isso do pai dele
abandonar, né, eh, lá dentro do útero da Mãe, ele trouxe uma informação eh de que ele não podia ser como pai. Eu não posso ser como meu pai. Eu não posso dar esse desgosto para minha mãe. É um peso muito grande que ele carrega. E ele fez isso a vida inteira. Ele foi o 13º filho e é o e é o único filho que cresceu na vida e ganhou muito dinheiro e ajuda todos os irmãos. Então, imagina, ele traz uma informação lá do útero que ele passa a vida inteira Provando para todos que ele não
é igual ao pai dele. Ele não é ele mesmo. Ele não consegue ser ele mesmo. Ele não tem a liberdade, autonomia de ser ele e viver por ele, com ele mesmo. Ele é a sombra do que o pai foi. E para ele não repetir a história do pai, ele precisa se provar todo o tempo para todo mundo. E aí a esposa que é manipuladora, ela consegue essa abertura nele e vai Controlando ele financeiramente e ele na obrigação que ele tem de não dar desgosto, ele vai cedendo e vai pagando tudo para ela, dando carro, reformando
apartamento. E ela, ó, falando mal dele, tá entendendo? E ele chegou na consulta e não tinha nada, tava feliz da vida. Aí eu fui lá, ó, já botei ele na linha para ele respirar e desprogramar o padrão. Tá bom? Então, eu quero que vocês se aprofundem. Eh, nos mapas, né, no módulo do mapeamento cerebral. A mandala é simples. A mandala a gente usa a tabela e lê ali na tabelinha o conflito que está dizendo onde caiu e a gente já sabe de prontidão que tem que ser trabalhado na consulta. E aí depois, conforme o pessoal
vai falando, a gente vai mapeando os mapas, tá? Eu vou fazendo fazer um atendimento Hoje para vocês verem como funciona. Eh, vou fazer rapidamente agora um resumo sobre os sobre como funciona eh o mapeamento, como que a gente mapeia e vou dar um resumo sobre os mapas e aí depois a gente faz o atendimento, tá bom? Bom, Eh, inicialmente o Dr. Hammer para identificar As regiões do cérebro traumatizadas, ele tirava tomografia dos pacientes, tá? E na tomografia apareciam pontos, focos de traumas. Eu vou mostrar uma foto para vocês. aqui. Desculpa, saiu aqui do da pasta.
Tá, desculpa. Eh, então, vamos lá, voltando na história de Dr. Hammer. Dr. Hammer era um oncologista renomado na Alemanha, que o filho dele faleceu em adolescente em um acidente no IAT, no mar Mediterrâneo, com um monte de outros garotos e um dos garotos brincando, deu um tiro para cima e ele que tava dormindo, o tiro caiu nele e ele faleceu. Na sequência, dois, tr meses depois, ele apareceu com câncer. eh, na próstata e a mulher com câncer no útero são regiões de procreação. E o Dr. Hmer. Eh, ele entrou em uma, ele já era um
médico muito renumado por desenvolver eh aparelhos cirúrgicos, tá? Que gerassem eh menos cicatrizes nos pacientes oncológicos. Então ele já havia recebido muitos prêmios por ter essa sensibilidade e esse cuidado com a recuperação desses pacientes, com o pós por causa de cirurgia. São cirurgias que você abre o Paciente inteiro. Então ele já desenvolvia instrumentos cirúrgicos, já tinha uma sensibilidade diferente, tá? E aí quando o filho falece e ele era oncologista e ele a mulher eh aparece com câncer, ele entende que o filho dele não havia partido à toa e que o falecimento do filho dele, ele
não sabia por tinha um propósito. E a partir daquele momento, ele pegou todos os pacientes que ele havia atendido e começou a estudar o a Psicomática. do câncer, do que que havia acontecido com o paciente antes que levou o paciente a ter determinado câncer. Só que diferente das psicossomáticas que a gente vê por aí, que são psicossomáticas baseadas e energéticas em holísticas, ele era um cirurgião, ele era oncologista, ele era um médico renomado. Então ele levou a fundo isso e todos os pacientes ele pegou ã 30 casos de pacientes com câncer no fígado e começou
a estudar o que que havia acontecido com esses pacientes com câncer no fígado antes do câncer ter aparecido. E todos os pacientes viviam sempre uma mesma situação. E aí ele foi além e ele tirou uma tomografia Desses pacientes. E todo paciente com câncer no fígado tinha um foco de trauma no mesmo lugar do cérebro. E aí ele fez isso com pacientes com câncer de mama, investigou o que tava acontecendo na vida da pessoa, tirou tomografia desses desses pacientes e esses pacientes com câncer de mama tinha um foco de trauma no cérebro em outra região, Diferente
dos que tinham do câncer de fígado, só que todos eles tinham foco no mesmo lugar. Entenderam? Então, se eu tenho câncer de fígado, eu vou ter um foco de trauma em uma região. E todos os pacientes que ele investigou com câncer de fígado tinha o foco no mesmo lugar. E pegou outros casos de pessoas com câncer de mama e o foco de trauma era em outro lugar. Aí ele pegou outros casos com câncer de intestino e o foco era em outro lugar. E assim ele catalogou durante 10 anos 6.000 ou doenças relacionados à emoção, a
região do cérebro traumatizada e a doença física que era desencadeada. E ele foi a lei, ele contratou uma equipe para fazer isso junto com ele e ele começou a investigar os animais. Ele contratou veterinários para fazer um Estudo em cima dos animais, em cima do cérebro dos animais. E com os animais aconteceu a mesma coisa. E eles começaram a investigar animais na selva para entender de forma instintiva o por que o ser humano entrava naquele conflito emocional e os animais trouxeram mais conclusões ainda pro trabalho deles, de coisas relacionadas, de traumas no dia a dia,
de situações, porque o ser humano, querendo ou não, é um animal e Um animal em choque, vai responder de determinada forma, tá claro, gente? O trabalho que ele fez, a precisão do trabalho que ele fez, tá? Foi um trabalho único e começou a trabalhar com pacientes de câncer, tendo resultados incríveis, diminuindo a quantidade de quimioterapia, reduzindo eh o quadro de câncer. Porém, ele fez algo que ele não devia ter Feito. Ele comprovou que vírus não se pega. Vírus se desenvolve internamente a partir de um conflito emocional também. E se eu peguei uma guil e pedir
você, eu já trazia um conflito emocional ali que eu já me aproximei de você já com o mesmo conflito emocional e devido ao que eu estava vivendo, eu também acabei desencadeando a gripe. E aí ele mexeu com que ele não deveria, A indústria farmacêutica, a indústria de faxinas. E aí ele foi para um lugar bem difícil, porque ele começou a ser caçado. E não foi pela medicina, foi por juízes. E nisso que ele foi caçado, ele eh ele foi intimado a dizer que tudo que ele fez era uma mentira e que ele precisava entregar o
CR CRM dele. E ele falou que não ia fazer isso, que não era uma mentira. E aí ele foi preso. E aí na delegacia ele ficou, eu não vou saber de fato, né, os tempos, cco se anos preso na delegacia ele começou a estudar os pacientes com transtornos psíquicos, psiquiátricos, porque ele tava na na prisão, na cadeia, certo? E o que vai ter na cadeia? Ele ficou preso, conversando com os presos. E o que vai ter na cadeia? Um monte psicopata, correto? Aí ele começou a estudar esses presos para entender como funcionava as doenças psíquicas.
Então ele tinha entendido as doenças físicas devido a um desastre que vive aconteceu na vida dele e ele tava vendo um segundo desastre e aí ele entendeu que ali estava sendo, na realidade não era um desastre, era uma oportunidade que ele estava tendo de ele desenvolver um trabalho Ainda maior. E aí ele desenvolve a psiquiatria e passa a entender o que acontece com o cérebro, tira a tomografia desses presos de todas as situações, o que que tá acontecendo ali, porque ele era médico, ele tinha acesso, né? Então ele começa a desenvolver um estudo a fundo
sobre a psiquiatria, de como o cérebro se comporta e o por determinadas regiões do cérebro traumatizadas vai desenvolver transtornos psiquiátricos, Tá? Depois desse tempo preso, ele foi solto, recebeu o CRM de novo, o Conselho de Medicina pediu desculpas para ele e logo na sequência ele apareceu morto. Tá? Então é essa história que a gente tem nova medicina germânica. e desses mapas. E por que que eu trago tudo isso? para quando vocês forem mapear os mapas, eh, mapearem com confiança, Mapearem com confiança no que é a ferramenta, no que é esse trabalho. Porque se você ficar
insegura em mapear e achar que não vai dar certo e achar que você não vai conseguir mapear, você tem que ter confiança, tem que acreditar nisso. E é por isso que eu conto toda essa história para vocês com o embasamento científico que existe por trás. O que aconteceu é que com o desenvolvimento das técnicas holísticas como cinesiologia, Como o pêndulo, né, a radiestesia, eh, entendemos que conseguimos mapear o campo sem precisar da tomografia. Tá claro? Apenas ao passar o dedo na região e fazer as perguntas certas para o mapa, para o campo que está aqui.
Tá claro? Alguma dúvida sobre isso? Meus filhos tiveram virose nas últimas semanas. Estava acontecendo um conflito emocional na sua casa que os três filhos Viveram e os três filhos, né, tiveram virose, tá? Eh, a gente não vai entrar nessa questão de virose porque não é a parte do nosso trabalho. E quem quiser ter um entendimento maior sobre as questões físicas de doenças, aí eu sugiro fazer um curso sobre nova medicina germânica, especializado em sintomas físicos, em doenças, tá? Aqui nós somos terapeutas emocionais, Psicoterapeutas, neuroterapeutas e trabalhamos os conflitos emocionais. Lógico que nesses conflitos emocionais nós
estamos prevenindo doenças de acontecerem. Mas se uma paciente me procura falando que está com problema de endometriose, de queda de cabelo, eu mando ela para outra pessoa, porque não é meu trabalho. Eu atendi duas pacientes com câncer Durante toda a minha carreira. uma paciente tinha um câncer, eh, um tumor na tiroide, que a qualquer momento esse tumor poderia crescer um pouco mais e tampar a respiração dela, a traqueia dela e ela morrer de morte fulminante na hora. Foi um sucesso, tá? eh eh esse acompanhamento e agora eu estou com o acompanhamento de uma outra Paciente
oncológica que era uma paciente que já estava comigo há um ano, eu já atendia ela ela e no meio do processo surgiu o câncer, tá? E aí a nossa consulta saiu da questão terapeuta para a questão do câncer, de focar no câncer. Tá claro, gente? Porque não é o foco do meu trabalho como Roberta e do que nós vamos trabalhar aqui. Tem tem terapeutas que são focados apenas na parte física. Eu sou focada em relacionamento amoroso. Entender o seu foco e seguir o seu foco, entender o que você quer trabalhar é importante. Eu não vou
pegar pacientes e os meus pacientes que chegam com problemas eh de físicos, eu mando pro médico. meu paciente tá com queda de cabelo, eu Vou falar assim: "Olha, procura um uma pessoa, um, né, um dermatologista para tratar sua queda de cabelo, tá bom? Agora, quando o paciente tem ansiedade, aí já entra na parte de psiquiatria, que é o nosso foco aqui. Aí nós já estamos falando de transtornos psíquicos e não deenças físicas, obesidade, tá? A compulsão alimentar gera obesidade. A gente vai trabalhar a compulsão alimentar. Tem terapeutas eh que são focados apenas em gestantes. Tem
eu tenho uma colega terapeuta que ela é focada apenas em mulheres que não conseguem engravidar. é o foco dela. Ela trabalha o emocional dessa paciente e é o o emocional que ela trabalha, A mulher consegue engravidar. Então, quanto mais você focar naquilo que o seu propósito diz, naquilo que você deseja se especializar em uma coisa, vai naquilo, tá? Às vezes, quem quer abraçar tudo não abraça nada. Se eu quiser me especializar em oncologia, eu vou me especializar em oncologia. Eu vou entender como funciona, eu vou atender esses pacientes, eu vou entender Como aquilo vai trabalhar.
Eu vou divulgar isso nas minhas redes sociais. Agora, eu trabalho com dependência emocional, com depressão, com ansiedade. E é isso que eu vou divulgar, entendeu? Tá claro? Então, não adianta vocês me perguntarem muito sobre sintomas físicos, né, sobre doenças físicas, porque não é o foco aqui da neuropsicogenealogia, tá? Então, vamos lá. Como que Ah, deixa eu mostrar para vocês os Então, esse esse paciente, né, aqui vocês estão vendo a região do quadril, esse paciente tem o foco exatamente nessa região. Isso é o foco de Hammer, tá? Essa bolinha aqui é o foco de hamber. Estão
vendo aqui, gente? Esse é o trauma instalado no cérebro. Esse trauma vai fazer com com que esse cérebro não funcione da forma como deveria e vai aprisionar a pessoa em determinado padrão de comportamento e de situação que a pessoa atrai. Aqui eu tenho dois focos, um aqui e o outro aqui. Tão vendo? Bem grande o foco. Esse é um trauma bem grande. Esse trauma aqui, Ele está pegando uma região do cérebro bem grande e ele vai pegar diversos pontos do cérebro, tá? Ó, quantos pontos o cérebro ele está pegando. Tão vendo? Imagina que esse trauma
é aqui na região do córtex. E o trauma foi tão grande que pegou toda essa região aqui, ó. Então, estão vendo todos esses pontinhos Que estão aqui no córtex. Esse trauma pegou toda essa região, tá? Aqui são traumas menores. Percebe o tamanho de diferença entre esses e aquele? São traumas menores e são dois traumas. Olha esse que grande. Esses dois de novo pequenininhos. Pega só uma região do cérebro. Viram? Pequenininho pegou só uma região Do cérebro e o grande ele já vai pegar diversos pontos do cérebro. O que diferencia um trauma grande e um trauma
pequeno é a intensidade que aconteceu esse trauma. é a massa do conflito. Essa intensidade pode acontecer devido a um choque biológico muito grande que aconteceu de forma pontual Ou anos em que a pessoa vai vivendo choques. Então, a massa do conflito depende da intensidade que esse trauma aconteceu. Essa intensidade pode ser algo pontual que aconteceu ou anos em que essa pessoa vai vivendo coisas pequenas, mas pela repetição isso vai se tornando muito grande no cérebro. Por que que a pessoa com o passar do tempo vai piorando, né, os conflitos, as Dores? Eh, ah, eu vejo
casos aqui, como eu trabalho com relacionamentos, ah, o meu ex ele não era assim. Agora esse, nossa, ele parece que piorou, parece que cada vez eu pioro mais. Por quê? Porque do ex ela já traz um trauma que já piora os traumas que ela carrega e ela já vai viver piores situações com o novo relacionamento. Então a nossa massa do conflito vai intensificando conforme a gente vai vivendo a repetição Do conflito. E o que determina a região que o trauma é atingiu no cérebro? o sentimento que a pessoa teve no momento. E aí a gente
entende um pouco as pessoas que têm as feridas emocionais, que, por exemplo, se eu tenho eh se eu vivo uma situação eh em que eu tenho um pai eh intimidador e eu já trago uma ferida emocional de Eh de abandono, por exemplo, né? de abandono, de solidão. Esse pai intimidador vai bloquear no meu cérebro uma região relacionada à carência, tá? Relacionada à carência. Mas se eu já trago uma ferida da traição e eu tenho um pai intimidador, já vai programar uma outra região, uma região de intimidação, uma região de abuso, uma região de Injustiça, uma
região que eu me coloco na energia masculina e bato de frente com esse pai. O meu signo de nascimento, né? Se eu sou Mariana, como que eu vou lhe dar? Eu vou me calar diante das situações. Não, eu vou bater de frente, tá? Se eu sou de outro signo, ã, de Leão, eu vou me sentir inferiorizada, eu vou me sentir menos, eu vou me sentir mal, eu vou ficar buscando a validação Desse pai. Então aí vem muito a questão, né, a da energia masculina, da energia feminina, daquilo que a gente viu. E aí dependendo de
como já é a personalidade da pessoa, introvertida ou extrovertida, a mesma situação que acontece com dois irmã irmãos, tá no mesmo ambiente, cada um traumatiza uma região diferente do cérebro. Então, um pai agressivo para mim vai traumatizar uma região do cérebro, Porque aquilo toca ali na minha ferida. Um pai agressivo paraa minha irmã vai tocar em outra região do cérebro. A percepção que nós tivemos na situação, no momento de dor, de medo, de insegurança, de sentimentos, vai ficar ali programado no nosso inconsceite e a gente vai repetir aquele padrão, tá? Tá bom? Então, como mapear?
Precisa trabalhar a afinidade do dedo, a confiança do dedo. No começo a gente não tem muito essa sensibilidade. A gente vai desenvolver a sensibilidade por experiência própria. Por experiência própria. Deixa eu ver se eu tenho aqui. Tenho meu velho e amigo pêndulo que fez eu me eu resistir muito tempo a desenvolver a sensibilidade do meu Dedo. Então esse velho amigo pêndulo, na realidade foi um inimigo que só atrasou a minha evolução como terapeuta. Então eu sugiro vocês, né, quem tem entendimento de eh sinesiologia, de radiestesia, que já trabalhou com pêndulo, que entende sobre pêndulo, não
usar o pêndulo. Então, como funciona o pêndulo? O pêndulo vai mapear o campo. Eu programo o pêndulo para ele responder sim ou para ele responder não. Eu ponho a mandá na frente do meu paciente e começa a perguntar para um pêndulo: "Esse paciente está preso nesse vício emocional?" O o pêndulo vai dizer que não. Só que eu vou ter que fazer isso quantas vezes? Eu vou ter que ficar perguntando, perguntando, perguntando Até cair no Sim. Ih, vai passar uma hora de consulta. Eu tentando descobrir em qual lugar aqui aquele campo está traumatizado, tá? E aí
nós temos uma outra técnica que vem da microfisioterapia. Então toda, alguém já ouviu falar da microfisioterapia? Já ouviram falar? A microfisioterapia ela é incrível, é extraordinária, tá? Quando eu fico doente, eu faço microfisioterapia, Eu passo com profissionais de microfisioterapia. Quando a minha gata fica doente, é gente, a minha gata, ela vai fazer 23 anos, 23 anos e há pelo menos uns 5 anos eu não levo ela no veterinário. Comum, né? Porque eu tenho a minha veterinária da microfisioterapia que atende ela online e faz a microfisioterapia com ela. Inclusive ela já espelheu um câncer, tá? um
tumor. Eu tirei a radiografia, tinha um tumor eh entre a bexiga e o rim. Fizemos a microfisioterapia, trabalhamos elas, trabalhamos o meu conflito emocional e daqui a pouco ela começou a urinar sangue com eh um sangue espesso, né, aquela coisa grossa. E aí eu falei assim: "Nossa, ela tá morrendo, ela tá morrendo, ela tá morrendo". E aí a a veterinária falou assim: "Não, ela está expelindo o câncer. E ela ficou o dia inteiro a casa assim Cheia de sangue. E ela falou assim: "Quer a prova disso?" Ela me mandou um pedido para fazer o novo
raio X, um novo ultrassom. Fiz o ultrassom e não tinha nada, tá? Só com só com a microfisioterapia. Quem faz micro são fisioterapeutas. Outros profissionais não podem fazer microfisioterapia. E na microfisioterapia A pessoa mapeia no corpo, no corpo biológico, regiões que esse corpo biológico eh está respondendo, né, de forma traumática a determinada situação. Ela vai trabalhar os órgãos, ela vai trabalhar o emocional. Microfisioterapia não faz a distância, faz presencial. Só que como eu tenho amigos que eh que são formados e que fazem a eh a trabalham com a nova mesist germânica e a microfisioterapia, Eles
atendem à distância, tá? Então são poucos profissionais que vão atender com micro online, nem todos vão ter o conhecimento da nova medicina germânica. Quem quiser uma eh uma indicação de microfisioterapeuta para trabalhar doenças físicas, eu indico. Eu tenho infecção urinária, eu marco com microfisioterapeuta. Eu não vou no médico, tá? Eu tenho um problema de qualquer problema que eu tiver, meu filho, um Problema de saúde, eu ele passa com o microfisioterapeuta, tá bom? E aí a técnica de mapear o campo com o dedo vem da sinologia, é usada na microfisioterapia e a técnica de datar quando
o trauma ficou programado vem da microfisioterapia, tá? Então, a gente vai desenvolvendo a sensibilidade com o dedo. Essa sensibilidade não vem de imediato, ela vem com o tempo. Você vai fazer perguntas para o mapa em relação ao que o paciente está falando, analisando o campo. Qual emoção? Esse paciente tá preso. E aí você vai passar o dedo, vai passar o dedo de forma bem sutil. Não pode ser outra coisa, se for plastificado ou se for impresso em papel fotográfico, Você vai ter uma maior sensibilidade, tá? Na folha sulfite normal. a sensibilidade já é mais difícil.
Então, durante muito tempo, eu trabalhei com os mapas impressos no papel fotográfico. Eu fui no Calunga, deixa eu ver se eu tenho eles aqui. Fui no Calunga, comprei papel fotográfico na minha impressora mesmo, ou vocês podem mandar para uma gar que faz impressão, imprime e manda plastificar, Tá? Essa mandala, ela está plastificada aqui no adesivo em cima de uma de uma de um plástico, tá bom? Então, vamos lá. essa sensibilidade. O paciente tá falando o problema e eu vou passar o dedo de forma muito sutil, quase como quase como se eu não tocasse. Vou passar
o dedo e conforme eu vou passando o dedo, ó, eu pensei em um problema que eu tô vivendo, tá? Pensei num problema que eu tô vivendo, uma situação x que eu tô vivendo. Que que aconteceu? Meu dedo travou. A gente sente o dedo trava. Aí eu pergunto paraa Mandala: "Qual a origem do conflito?" Aí vai vir aqui traição. Veio 16. Preciso ver o que que eu tô vivendo. Eu vou olhar na mandala. Ih, vitimismo. Estou me vitimizando. Ferrou. Estou. Então a mandala ela dá um choque de realidade na gente. Eu já de até uma vontade
de chorar. Estou me vitimizando. É agora tô pensando. Eu me vitimizei mesmo. Ó céus, ó vida, eu não acredito. As coisas não dão certo. Falei exatamente essas palavras. Você tem que pensar num problema que Você tá vivendo, tá? Pensa no problema que você tá vivendo e pergunta pro para mandala, como se eu tivesse perguntando mesmo qual a origem emocional desse problema. E aí você vai passar o dedo assim, ó. Bem, agoraético. 16 solidão. 16 solidão. Ansiedade, apego ansioso. Isso é solidão. A traição é aqui, ó, somos nós nos Traindo. Então, eu tenho um vício emocional
que eu estou me traindo. Qual o vício emocional que eu estou me traindo? O vitimismo. Eu estou caindo num padrão de vitimismo que eu estou me traindo, tá? Abusos quer dizer que eu estou vivendo situações de abusos que estão ativando gatilhos. Solidão é uma questão relacionada à Solidão em que o meu vício emocional me mantém na solidão. Então essa minha paciente, ó, que ela caiu em abusos 17, o que que a Mandala estava dizendo? Abusos 17 é fragilidade emocional. Ela tem uma fragilidade emocional que mantém ela presa em abusos. A emoção é sempre da pessoa
que tá mantendo ela naquela situação, entendeu? Então, a fragilidade emocional é minha e essa fragilidade emocional está me Colocando em uma situação de abusos, está me permitindo que eu sofra abusos. Não é sobre o outro, é sobre eu, tá? Sobre o meu vício emocional que me permite estar presa naquela situação. Eh, no meu caso, o vitimismo, eu estou me traindo, me colocando como vítima. Hã, a solidão, eu tenho ansiedade e a ansiedade me mantém na solidão. Agora, quando a gente cai no controle, já vai me trazer uma questão de pessoas controladoras, Tá? Da pessoa que
nós já estamos atendendo. Então, você vai atendendo o paciente e vai cair numa região de controle. Vamos ver aqui um controle. Controle 11, falta de empatia. O que a mandala estão me dizendo que esse meu paciente ele não tem empatia, que ele é controlador sem a mínima empatia pelo outro. Se cai em controle, dominância. A Mandala está dizendo que esse meu paciente é dominador. Ele quer exercer dominância sobre o outro. Hipocrisia, ele é hipócrita, nunca é sobre o outro, tá? Teve uma vez que eu mapeiei e caiu controle autoritarismo em mim. Eu falei: "Ferrou, sou
autoritária, ferrou. preciso trabalhar isso urgente. Então, é lógico que a gente não vai falar essas coisas pro paciente, né? Mas quando a gente mapeia pra gente, não dá para na cara essa mandala, porque às vezes a gente tem que vontade de atacar ela longe, tá? E aí a gente vai mapear quando começou isso, né? quando começou a fragilidade emocional na minha paciente que faz com que ela viva uma repetição de abusos. Quando começou o meu vitimismo em relação à situação que Eu estou vivendo. Qual a situação que eu estou vivendo? Ah, meu problema foi questões
financeiras. Então, eu estou me colocando como vítima de situações financeiras. Quando começou isso? Quando isso gerou um trauma no meu cérebro, que as coisas acontecem e eu caio nesse gatilho, tem alguma coisa relacionada a dinheiro que ativa um gatilho no emocional e eu caio no vitimismo. Então eu já entendi a emoção que eu caio. E essa emoção que eu caio é a emoção que me mantém presa numa repetição de padrão, porque o meu vício emocional é como um íã que vai atrair a mesma coisa e eu vou cair naquele vício emocional. Mas por mais que
eu tenha entendimento que eu estou naquele vício emocional, enquanto eu não curo mesmo ali o trauma, a raiz, a dor, é difícil mudar o meu padrão de Comportamento emocional. É aquela coisa, né, de você ficar tentando mudar, mudar, mudar e quando você vê, você já tá ali sofrendo de novo, tá? E aí o primeiro, né, que é de dependência, é uma pessoa que ela cai em atitudes para criar situações de dependência. Por exemplo, eh, eu não tenho, eu me vitimizo Se eu, se eu cair, por exemplo, eu caí eh em traição de vitimismo, né? A
minha trai, o meu vitimismo está me traindo, está me sabotando, tá? Agora, se eu cair na vitimização em independência, isso quer dizer que eu utilizo da vitimização para que o outro cuide de mim e eu crie uma um vínculo de dependência com o outro. Entenderam? A culpa excessiva. Eu uso da culpa para me manter presa na dependência do outro Ou do outro dependente de mim. Então, uma mãe, ela fica culpando o filho pro filho não sair de perto dela, para ela criar uma relação de codependência com esse filho. É o mecanismo que as nossas emoções
entram quando um trauma é ativado, tá? são nossos sabotadores, são nossos mecanismos, é o nosso ego reagindo à situações, tá claro? E aí depois disso eu vou mapear, Vou mapear quando começou o meu vitimismo. Vou mapear se vem da minha mãe ou se vem do meu pai. Aí para saber se vem da mãe ou do pai. Aqui é região da mãe e aqui é a região do pai. Ou eu simplesmente pergunto aqui, veio da mãe? Não, veio do meu pai. Pai, eu achava que podia ser da minha mãe, porque minha mãe tem uma postura mais
de vítima do que meu pai, mas não veio do Meu pai. Talvez seja algum comportamento que eu tenha caído na minha ferida da traição e tenha me colocado como vítima diante de alguma situação que veio do meu pai, tá? Mas é do meu pai. E aí eu respeito o que diz. E às vezes a paciente, ela começa a falar da mãe, aí eu falo assim: "Olha, mas o problema não tá na sua mãe, o problema tá no seu pai". Aí eu começo a falar do pai e ela volta a falar pra mãe. Eu falo assim:
"Olha, o Problema não tá na sua mãe, o problema tá no seu pai". Então eu vou sendo fiel que os mapas estão me dizendo. Então eu tenho um vitimismo relacionado ao meu problema que eu vivi, a questões financeiras que eu desenvolvi com a relação com o meu pai. Como detectei que era o pai, passei o dedo aqui, que é a região feminina, a região da mãe. O dedo passou normalmente, Passei aqui, ó, já travou, tá? Aí eu consigo mapear quando que esse vitimismo começou, quando que esse vitimismo começou? E aí eu começo a perguntar. E
essas perguntas pode ser você passando o dedo na mão, o dedo na mesa, o dedo aqui, tá? O dedo onde vocês quiserem. Eu pergunto, foi na gestação? Não foi no primeiro setênio? Não foi no segundo setênio? Não foi no terceiro setênio? Foi o terceiro setio. Começa com quantos anos? Não, o primeiro é de zer a 7, o segundo de 7 a 14 e o terceiro seta é de 14 a 21, né? Aí eu preciso chegar na data, tá? Aí eu pergunto, foi com 14, Foi com 15, foi com 16. Foi com 17, foi com 18,
foi com 19 anos. Que que aconteceu quando eu tinha 19 anos? Vamos entender que trauma que eu vivi no momento, o que que aconteceu de traumas para eu estar presa em uma postura de vitimismo em relação a a questões financeiras, talvez de trabalho, Né? Por causa do meu pai, 19 anos, eu estava começando minha vida profissional. Talvez o gatilho não seja dinheiro, talvez o gatilho seja trabalho. Vamos mapear o cérebro para identificar. Vamos. E tudo isso a gente vai mapeando com o paciente falando, tá? O paciente tá falando e a gente já tá lá, ó,
ti mapeando, identificando, tá bem? Eu anoto aqui, ó. Então, eh, eu trabalho com, né, Ã, a ficha de paciente, a primeira ficha em que eu faço mapeamento biográfico e depois eu trabalho com uma ficha das 10 consultas, tá? E cada consulta eu vou marcar, né, aqui, ó, traição 18, abuso 16, abuso 18. Aí aqui, ó, eu coloco quatro traumas mapeados. Então eu mapei a emoção, abuso 18. Aí eu trabalhei, aí eu fui mapeando, caiu intimidação, que é eu não coloco mais o número, tá? É porque aqui, por exemplo, o córtex 6 e qu é intimidação.
Aí eu coloco o conflito, intimidação, abusos. caiu aqui no cótex oito. Abusos, injustiças. Olha esse homem como tá preso. Abuso 18. A emoção dele é abuso 18. Abuso 18 é conflitos. Ele entra em conflitos diante de Situações que ele se sente intimidado, abusado, injustiçado e com medos, desprotegido. E aí eu vou, eu já sei quando começou isso. E aí eu vou levar a pessoa paraa sessão de renascimento para acessar o momento que o trauma começou, tá? No meu caso, né, que a gente tava mapeando o vitimismo, traição, que vem do pai aos 19 anos. Vou
mostrar para vocês como a gente mapeia os mapas. Os mapas a gente vai trabalhar na ordem de evolução do cérebro. A ordem de evolução do cérebro é a seguinte: tronco cerebral, que é essa partezinha aqui do cérebro, e o cerebelo, que é a parte de baixo dessa partezinha aqui do cérebro. Nós temos o cérebro, né, que ele é Redondo, que é oval, né? E quando a gente a gente tem essa região do cérebro, tá? que é o apoio do cérebro. Essa região da nuca do cérebro que faz a voltinha aqui atrás. Essa região aqui, ela
é dividida entre o tronco cerebral e o cerebelo. O tronco cerebral é responsável por traumas relacionados à sobrevivência E o cerebelo, traumas relacionados à desproteção com ataques à integridade. A pessoa, ela vive uma grande desproteção, onde a integridade dela é atacada, tá? E aí a gente vai para a região, né, ali do córtex mesmo do cérebro. E ele é dividido em duas regiões, que é a região interna, que é a substância branca, E a região externa, que é o córtex. A gente vai estudar isso mais à frente. Vou falar sobre isso, principalmente nas aulas de
psiquiatria. A gente vai estudar, né, eh, toda essa questão lá na no nos vídeos também. Vocês estudem, tá? Mas eu só tô explicando para vocês o por que a gente mantém essa sequência com os mapas. Então, eu deixo os mapas sempre nessa sequência. tronco cerebral, cerebelo, Substância branca e córtex. E aí eu já sei que o meu conflito que eu vivi hoje me coloca num processo de vitimização de algum trauma que eu vivi aos 19 anos com o meu pai. E aí eu preciso identificar o trauma. Eu vou perguntar quatro focos de trauma. Pode ser
que o momento do trauma tenha atingido 20 regiões do meu cérebro, mas o corpo humano eh ele não dá conta De uma cura tão grande. a catarse que a gente pode ter, a dor emocional, eh a resposta que a gente pode ter disso físicamente, é, ela é muito grande. Então, a gente vai mapear quatro regiões por vez. Em cada consulta, a gente vai mapear quatro regiões, tá? Muitas vezes a gente volta no mesmo trauma, por quê? Aquele trauma ativou mais do que quatro regiões. Só que eu não posso curar todas as regiões de uma vez.
Eu vou indo aos poucos. Tá claro? Então vamos lá. Vamos apear quatro regiões. Eu vou perguntar pros mapas. A primeira região é a região mais impactante, tá? É o primeiro, é a primeira região que é impactada no momento do trauma. A Primeira região impactada, ela ela foi a primeira percepção que eu tive quando eu vivi o trauma, a primeira região que o meu cérebro traumatizou, é ali que tá a dor mesmo, o maior peso. E as outras regiões foram emoções secundárias em relação à primeira. Então esse meu paciente que ele entra em conflitos, né? Ele
tá aqui, ó, abusos, conflitos. A primeira região aqui é o intimidação. Eu vou entender que toda vez que ele se sente intimidado, isso ativa um gatilho nele, que ele entre em conflitos. E aí aqui me mostra, ó, regiões de energia masculina, de brigas, sentimento de injustiça, sentimentos de menos. Mas isso começa com intimidação. Nessa segunda consulta dele foi que eu falei para vocês de abusas, injustiças financeiras. Começou com ouvido, som. Foi alguma coisa que ele escutou no útero da mãe dele que programou uma informação que até hoje ele vive abusos financeiros. E o que que
ele escutou no útero da mãe? A desproteção da mãe, a desmoralização da mãe, a humilhação da mãe e as injustiças da mãe. E aí quando eu boto ele para respirar, qual que vem a percepção dele diante daquilo? Eu não posso falhar Como o meu pai falhou. Eu preciso compensar a atitude dele para não ser como ele. Compensando a atitude dele, ele é bonzinho demais com a esposa e a esposa se aproveita dele. E aí ele vive o conflito original de injustiças financeiras. Tá claro? Então vamos ver lá meu conflito com meu pai. Eu começo a
perguntar, começou no tronco cerebral, O dedo passa? Não. Cerebelo, não. Substância branca também não. Córtex. Parou no córtex. E aí eu vou investigar que região do córtex começou. Eu vou passando o dedo de forma bem sutil em cima dos focos que controla as emoções no cérebro, tá? Cada foquinho desse, ó, olhem o trabalho do Dr. Humber. A gente fala de neurociência, né? Que a parte frontal do córtex comanda tal emoção, não é? A gente não escuta isso. O Dr. Hammer, ele mapeou cada pontinho do cérebro, cada um milimetricamente. Gente, olha isso que ele fez. Cada
pontinho do cérebro é responsável por uma emoção diferente. Se essa região estiver traumatizada, é carência. Se essa região de cérebro estiver traumatizada, é um sentimento muito grande de insuficiência com decepção e frustração. A pessoa fica lutando, lutando, lutando e não acontece, só acontece desgraça. Ela criar toda a expectativa dela naquilo, ela se esforar ao máximo e no final o que acontece é desgraça e ela fica presa Em desgraças. Olha o que ele fez. Tá? Essa região do cérebro, raiva, essa região do cérebro a do intestino, a pessoa faz pelos outros, se ferra e fica irritada,
são pessoas irritadiças. Então aqui tem eh a emoção ali, a colinha para vocês da emoção que cada região do cérebro traumatizada vai gerar na pessoa, tá? o sentimento que a região do cérebro Traumatizado vai gerar na pessoa. Então, se você mapear uma pessoa e cair aqui na carência, você sabe que a situação da pessoa no fundo, a pessoa pode falar o que for, tá? Que ela tá com raiva, porque ela se sente abusada, desrespeitada, mas no fundo, por trás da raiva, ela se sente sozinha. E aí nesse lugar que a gente precisa levar a pessoa
para desprogramar o sentimento de solidão dela, que faz ela Continuar com um parceiro abusivo que maltrata ela, tá? E aí, né, voltando lá, eu tô aqui investigando para descobrir qual foi a primeira região que eu fiquei traumatizada, que situações acontecem, ativam gatilhos e eu caio na vtimização. Eu comecei pela pelo tronco cerebral, cerebelo, substância branca, o dedo passou, cai no córtex. Quando eu caio no Mapa, eu vou precisar passar o dedo em cima dos pontos para ver onde o meu dedo trava. Então vou passar aqui, ó. Passou tudo. E aí eu tenho esses laterais. Ó
o que caiu. Tálamo. O tálamo está relacionado a um sentimento de desmoralização, de Julgamentos de decepção, de humilhação, de tristeza, de desistência. Porque você se sente humilhada de abandonar tudo, de desistir de tudo. Por que que eu trouxe a história da paciente que aos 18 anos se sentiu humilhada pelo pai? Por que que eu tô atendendo essa paciente? Olha só como a gente atende uma pessoa que essa pessoa que a gente tá atendendo está mostrando algo que ainda precisa ser curado na Gente. Eu vivi algo aos meus 19 anos com meu pai em que eu
me senti por algum motivo humilhada. E essa humilhação fez com que eu sentisse vontade de abandonar tudo, de existir de tudo. Isso é o tálo, tá? Exatamente a mesma coisa que a paciente que eu cheguei contando a história para vocês está vivendo aos 18 anos com o pai, praticamente Mesma idade, gente. Às vezes eu começo a atender pacientes e aí vem três, quatro pacientes, o mesmo problema. Fala aqui, caramba, alguma coisa em mim. Tô precisando trabalhar isso. Esses pacientes estão eh querendo dizer alguma coisa sobre eh sobre o que eu estou vivendo, tá? Ali o
mapa de vocês está escrito, né, no Tálamo que é o 33, renúncia, desmotivação, desespero. Eh, a pessoa vai desistindo aos poucos, desapontamento, culpa, angústia, arrependimento. Mas tudo isso ele começa com um sentimento de desmoralização. O tálamo está muito associado à desmoralização, tá? Então é uma renúncia porque você se sentiu desmoralizado, sem moral, Como se você não tivesse moral. E aí por isso você quer desistir, tá? Aí eu vou mapear o segundo conflito que veio disso. Então já tenho mais ou menos uma situação. Eu vivi algo com 19 anos que relacionava ao meu pai que me
colocou uma uma sensação de vitimismo muito grande de vítima, em que eu vivia situações em que eu me vi desmoralizada pelo meu pai ou eu senti que não era a altura do que meu pai esperava. e eu me Sentia desmoralizar, tá? Às vezes é o sentimento da criança e não propriamente algo que o pai tenha feito, tá? Aí eu vou pro segundo conflito, eu volto de novo para o início. Segundo conflito, está no tronco cerebral, não está no cerebelo, não está na substância branca? Não, está no córtex. Está no córtex. O córtex cai muito, tá?
Porque é a parte mais relacional no CTEX. Vou mapear de novo. Mas gente, como eu tenho prática, o dedo vai passando muito rápido, eu faço isso muito rápido, tá? Eu, pa pum, eu já consigo mapear sem os mapas estarem do meu lado, só imaginando eh o mapa, né, no local, numa mesa e eu mapeio ali, eu já sei, né, mais ou menos as o conflito Que a pessoa tá sem os mapas, tá? Porque é o campo que a gente abre, é o campo de informação. Aqui tem um campo de informação. Em cima desse campo de
informação, eu jogo outro campo de informação. O problema que a pessoa está vivendo, está vindo de qual região, tá? Então são todas as informações que a gente coloca e em cima das informações a gente vai perguntando. Então a os problemas relacionados a financeiro que eu me coloco como vítima, Vieram de um sentimento de desmoralização, um trauma aos 18, 19 anos de idade. Vou mapear tudo de novo. Audição aqui está dizendo o quê? Eu escutei coisas que foram difíceis para mim, que me abalaram profundamente. Então isso está dizendo que o meu pai falou algo para mim
em que eu me senti totalmente desmoralizada. E talvez hoje eu não acredite em mim. E ao invés de acreditar em mim, eu me coloco numa postura de vídeo. Tão entendendo o que o mapa está me dizendo? Porque quando a gente olha lá nas na mandala das emoções, o que que tá se dizendo do vitimismo na traição? se vê vítima do destino, dovida do destino, do que fazer, do que vai ser a minha vida, eu me coloco como refém dos outros de um Destino trágico. Se eu me coloco como refém dos dos outros com dúvida do
meu destino, eu estou dizendo o quê? Que eu não acredito em Deus, que eu não acredito em mim, que eu não confio e ao invés de confiar, eu me coloco como vítima. E o por que eu me coloco como vítima? Porque o meu pai aos 19 anos me disse algo som que me desmoralizou e eu tive vontade de desistir de tudo. A mesma vontade que eu senti hoje. Aí eu vou mapear o terceiro para Entender melhor o conflito, tá? Volto lá. Tronco cerebral. Não. Cerebelo, não. Substância branca não. Córtex, intimidação. Gente, eu tô falando com
você e tá vindo uma com vocês e tá vindo uma imagem. Por quê? Eu tô ativando e já tá vindo a imagem. Eu já tô com vontade de chorar aqui com a imagem. Vocês vão ter que fazer uma sessão de renascimento comigo. Não vou conseguir mais dar aula para vocês. E é assim que a gente vai fazendo, tá? A gente vai trabalhando com o paciente, conforme a gente vai falando, às vezes nem na sessão de renascimento a pessoa precisa entrar e já tá vindo a imagem, porque a gente tá abrindo o campo, a gente tá
mexendo com o campo das memórias, as informações, a memória de Informação programada no cérebro. Nós estamos mexendo com o cérebro do paciente. E às vezes quando eu pergunto: "O que que você viveu hoje, esses 8 anos em que você se sentiu humilhada, na hora que eu pergunto isso, o cérebro por já está mapeando, já vai trazer a memória. A não ser a pessoa tem muita resistência, muito trauma, muito bloqueio, muito ego, narcisismo. Ela vai falar que não aconteceu nada. E aí, aí dá um trabalhinho pra gente. Agora eu vou pro quarto, por qu pro quarto,
eh, pra quarta região do cérebro, tá? Tronco cerebral não. Cerebelo, não. Substância branca, substância branca. E eu vou mapear. Eu vou passando o dedo em cima dos pontinhos, tá? Caiu a região aqui da 22, que é a região do quadril. Tô falando com vocês. E tá doendo, tá? Tá doendo. É normal. paciente vai sentir dor no útero, você vai sentir a dor do paciente. Então eu vivi um trauma em que 22, Região do quadril se opor ativamente ou resistindo a um combate. Eu vivi um trauma que eu vivi uma oposição em relação ao meu pai.
A região do quadril é uma região em que eh o quadril é responsável pelo nosso movimento. É o que nos é o que leva, é o que faz a gente dar um passo mais longo, é o que faz a gente ir pra frente. Quando uma pessoa ela vai fazer um chute longo, ela começa o chute pelo quadril. Isso ela aprende em artes marciais, né? Quando a pessoa ela vai lutar, ela ela se enrijece no quadril, ela vai pro quadril. Então o quadril ele dá essa esse movimento, essa ação, esse pulo, esse tá claro? Esse salto.
A gente salta com o quadril, né? Eu vou me levantar daqui. Como que eu vou me levantar? É o quadril que levanta, não é? Isso está me dizendo o quê? que eu estou me sentindo sem ação, sem conseguir dar um passo paraa frente. Eu me sinto eh paralisada porque eu vivi alguma situação com meu pai que o meu pai me se opôs ativamente contra mim, me colocou na parede em uma briga, me intimidou, falou coisas difíceis para mim e eu me senti humilhada. com 19 anos. E isso faz com que me coloque em uma postura
de vítima, ao invés de acreditar em mim e dar passos mais longos. E aí veio uma memória que quando eu tinha 19 anos, eu cheguei um dia mais tarde, eh, de uma balada, era a questão de 1 hora da manhã. Meu pai me pegou, me colocou contra a parede, me segurou de uma forma muito firme e começou a falar um monte de coisa no meu Ouvido com a minha mãe do lado. Eu não lembro o que ele falou. Meu cérebro apagou essa parte. Eu acho que foi difícil. Depois eu vou ter que fazer uma sessão
de renascimento para lembrar o que ele falou. Porque tem algo que ele falou ali que está registrado no meu inconsciente, que faz com que eu não dê saltos mais longos, tá? Dúvidas em relação a isso? Isso. Cada mapa vai especificando o o que aconteceu no momento do trauma. Tá bom? Então, agora eu vou eh sortear um de vocês para ver quem que a gente vai para quem ver quem que eu vou mapear e atender, tá? Karen está aqui. você aceita ser atendida ou se você se sentir mal vai ficar gravado na Plataforma, tá? A gente
não tem como editar isso. A partir do momento que você diz sim, você vai expor as suas dores e as suas dores vão estar lá na plataforma para todos os alunos assistirem, tá bom? Então, se por você é tudo bem, é você mesmo, Ken. Pode ser. Preciso que você ligue a câmera, tá? Olá, tudo bem? Não estou te escutando. >> Boa noite. >> Oi, boa noite. Tudo bem? >> Tudo bem, >> Karen. Eh, eu quero que você me fale e o conflito que você está vivendo hoje na sua vida. Não precisa falar histórico, não precisa
falar história de vida, de nada de signo, nada disso. Eu só preciso saber o conflito que você está vivendo hoje. >> Eu tenho eh conflito financeiro, tá? Eu tenho compulsão por gastos. >> Compulsão por gastos. Isso esses gastos acontecem eh pela internet, fisicamente, em lojas, é roupa, é sapato, é tudo. O que que é? É roupa, sapato, maquiagem, é tudo relacionado ao feminino, assim, eh, tipo roupas para se arrumar, >> tá? >> Livros também eu acabo gastando sempre mais do que eu tenho. >> Você sabe se tem algum momento específico da semana, do dia, sábado,
domingo, eh, que você percebe que você se descontrola mais? à noite, né? >> Tá. E ah, depois que eu saio do trabalho também, >> a noite é a noite que você sai do trabalho. >> É, às vezes no meio, tipo assim, às 3 horas, 4 horas, depois do trabalho, >> depois que eu saio do meu trabalho. >> Eh, geralmente quando você tá sozinha, né? >> Isso. Isso. Quando eu tenho um tempo para mim. Aos finais de semanas também >> não. Fim de semanas é interessante que não é tanto >> não. >> Não, >> nesse momento
que você sai do trabalho, né? >> É. >> Tá. >> Boa noite. Se eu tô com algum tempo vago, eu >> já vai para compra. >> Uhum. Sim. Então vamos lá, vamos mapear a Karen, tá? Não perguntei nada para ela De história de vida, de nada para não influenciar, né, nesse mapeamento ã bem preciso. Tá bom? Então, a gente vai começar. com a mandala das emoções. Eu vou perguntar para Mandala qual a origem emocional da compulsão por compras da Karen E começa a mapear. 18. Traição 18. Traição. Sabe o que que é comparação? Quando a
gente lê o que a gente lê lá, comparar-se com outros com sentimento de inadequação, comparar-se a si ou parceiro com outras pessoas diminuindo o seu valor, ter que Provar superioridade, competição, busca por qualidades idealizadas em outras pessoas, né? Essa comparação começa na infância. Se sentiu inferiorizado ao ser comparado. Falta de autenticidade, tudo seu é pior, insuficiência, visto em se sentir inferior. E aí o que aqui está dizendo? que ela precisa provar superioridade porque ela tem um vício em se sentir superior. Se ela tem compras e a mandala das emoções está me dizendo isso faz sentido,
Karen. O que já disse. >> Sim, >> né? Ela compra roupa. >> Eu me sinto reconhecida com uma roupa bonita, com uma >> Tá. >> E às vezes ninguém me reconhece, né? Não é que os outros vão me dizer, mas me dá uma recompensa que nem eu entendo, >> que você é como se você eh tivesse um Vício emocional de comparação muito grande dentro de você e que ali nas compras você encontrou uma forma de minimizar esse sentimento de inferioridade que você tem dentro de você. Faz sentido? Sim, >> né? É uma fuga, né? É
uma fuga, não é um mecanismo, é é um eh é uma forma que o seu emocional tentou para resolver uma dor que você carrega, tá? >> Uhum. >> Então, o que que nós vamos mapear? Quando começou essa desvalorização, essa comparação, essa baixa estima que você carrega, tá bom? >> Tá bem. Aí eu vou mapear para ver se começou da mãe ou do pai. Mãe, já veio da figura materna. Mãe, agora a gente vai mapear quando isso começou. Tá. Gestação, passou o dedo. Primeiro setêno, o dedo já parou. Então lá já pequenininha, ela já se sentiu
inferiorizada e comparada. Quanto mais para trás a gente carrega os traumas, mais pesados eles, mais assim doloridos eles são, tá? porque a gente não tem a capacidade eh neurológica de lidar com aquela situação. 1 ano, 2 anos, 3 anos, 4 anos, 5 anos de idade. Você se lembra se você viveu algo marcante aos 5 anos de idade? Eu não recordo, eu só record, eu recordo pouca coisa das, dessa idade, assim até os 7 anos. Mas um fato que me chamou atenção é quando a minha mãe chegou com outro bebê em casa que era o meu
irmão de 4 anos, entre os quatro, depois dos 4 anos, né? Porque eles têm 4 anos de diferença para mim. >> É a idade, tá gente? Quando a gente fala cinco é aproximado, tá? >> Tá. Então, olha o que aconteceu. Entre 4 e 5 anos. Chega na casa dela quem? O irmão dela, tá? A gente não sabe como isso aconteceu, que ali começa um sentimento dela de inferiorização, de comparação. A gente não sabe se ela teve que abdicar do espaço dela, se ela teve que se anular para esse irmão, se ela teve que pensar que
se eh colocar um peso muito grande dela ser mais filha, mais velha. Você é A primeira filha? Não, na verdade eu sou a quinta filha, né? E ele é o sexto. E os que vieram antes, eh, mulher, homem, como que é? >> Mulheres e e um homem. >> Depois de mim é outro homem. A primeira é mulher, a segunda é mulher, a o terceiro é homem, a quarta é mulher, a quinta é mulher, que sou eu, e o sexto é homem, >> tá? Então ela tá na casa qu cinco, gente. A casa cinco é o
quê? A energia de que signo? Leão que já fala de uma pessoa que vem com uma questão muito forte relacionada ao ego e à própria, né? E aí a sua mãe chega por volta dos 4 ou 5 anos com mais um irmãozinho em casa, que é o sexto filho. >> O sexto filho. >> Então a gente já tem uma história que aconteceu que a gente não sabe como foi isso que gerou esse sentimento já nela de baixa e de inferiorização e de comparação. Então agora a gente vai fazer o quê? a gente vai mapear para
investigar com mais profundidade o trauma que foi gerado com a chegada desse irmão. Tá, >> Roberta, eu lembrei de uma coisa que difícil acessar assim, mas a minha mãe Teve um aborto depois de mim entre o meu irmão, >> tá? >> Não sei se isso é relevante. >> Teve algum impacto em você? esse aborto? Teve alguma dor? Teve algumas >> Não, eu nem recordo. Eu só recordo porque ela me contou isso em fase adulta, >> tá? Então acho que não tem nada relevante, >> tá? >> A gente vai mapear os traumas, tá bom? Entender mais,
né? como seu cérebro recebeu eh o sermão. Então, a gente vai lá e talvez se foi seu irmão mesmo, porque a gente tá aqui supondo uma situação que aconteceu que às vezes pode não ser isso, né? Mas pelo que veio tem muita probabilidade de ser. Deixar na ordem. Tronco cerebral não, né? Ó o trauma que começou. Cerebo, Não. Substância branca não. Córtex. Vou mapear as regiões. Audição, ela escutou alguma coisa que impactou ela profundamente, tá? E aí eu vou de novo, ó. Tronco cerebral, cerebelo, substância branca, córtex. Vou passar o dedo no córtex. Veio a
região 31, que ela é responsável pela narina, que fala sobre medo e desproteção. Ela sentiu muito desprotegida, ela teve muito medo, tá? Ela escutou algo em que ela se sentiu muito desprotegida e sentiu muito medo, como se tivesse alguma situação de perigo ali na frente. Vou mapear de novo. Tronco cerebral, cerebelo, substância branca, córtex. Caiu uma região que é uma região de abusos verbais. Ela viveu alguma intimidação, alguma eh algum berro, algum grito, alguma ameaça, alguma intimidação por parte dessa mãe Quando o irmão chegou, que ela se sentiu desprotegida e que foi muito difícil para
ela escutar aquilo, fereu ela profundamente. Tá? Aí a gente vai pro próximo. Tronco cerebral, cerebelo, substância branca. Vou mapeando, passando o dedo. Região 25, Substância branca. é uma região que está relacionada ao nosso miocárdio, que é a região do cardíaco, que está muito relacionada ao sentimento de rejeição, insuficiência, em não corresponder às expectativas, em exigências, em culpa, em insegurança em relação à sua capacidade, um sentimento de eu não dou conta. impotências diante de abusos. Impotências nesse sentido de eu não sou boa o suficiente, eu não estou altura, eh eu não sou capaz disso. É como
se você é decep, você sentisse que você decepcionou a sua mãe, que você foi uma grande decepção para sua mãe devido a uma intimidação dela em que ela disse coisas para você que foram muito fortes. E aí esse sentimento de Insuficiência, incapacidade em relação às expectativas, aleia ficou muito forte marcado em você. E aí talvez você tenha uma compulsão por comprarem excesso para mostrar paraas pessoas que você vai suprir as expectativas do outro. Faz sentido? >> Faz. >> Porque internamente você tem um sentimento de que você não corresponde Às expectativas. >> Aham. E aí você
fica se comparando, né, com esse sentimento de não corresponder às expectativas devido a um trauma que você viveu em que na realidade foi um abuso. >> Uhum. >> Só que você pequenininha não tinha a percepção para lidar com aquilo e simplesmente se sentiu culpada por não atender as expectativas. aos pedidos, às exigências da sua mãe. É Como se a sua mãe exigisse coisas de você que você ainda não tinha capacidade, às vezes até motora, sabe, de eh são às vezes coisas assim como você pegar um copo e você derrubar o copo e aí a sua
mãe te bate, briga com você porque você roubou o copo, entendeu? >> Uhum. Mas você era pequenininha, você tinha 5 anos, você não conseguia pegar o copo. >> Uhum. Naquele momento você não pensa Assim: "Ai, eh, a minha mãe tá sendo abusiva comigo e ela não está me compreendendo". Você vai pensar somente o seguinte: "Eu não correspondo à expectativa de segurar um copo. Minha mãe espera que eu pegue o copo e eu tento pegar esse copo para não deixar minha mãe brava. Só que a minha mão, a minha capacidade motora é limitada, porque eu só
tenho 5 anos. Eu não consigo pegar o copo, eu derrubo o copo De água, minha mãe briga comigo e eu me sinto insuficiente de corresponder às expectativas dela em relação a mim. Me fala um pouquinho da sua mãe. >> A minha mãe hoje já é falecida, né? A minha mãe era uma pessoa muito submissa, mas eu era uma criança muito agitada, eu tinha muito medo, eu captava muitas coisas assim quando era pequena. E e ela tinha muitos filhos, passava muito trabalho. Meu pai trabalhava Trabalhava junto na agricultura, né? Mas passava o dia nas roças, nas
plantações e a mãe cuidando dos filhos, né, sozinha. E como que era essa paciência dela em relação a vocês? >> Ela era uma pessoa mais pro negativa, ela era carinhosa, mas às vezes eu lembro assim, na adolescência eu já tenho mais essa lembrança, >> tá? que eu era meio questionadora, eu era muito rebelde e aí eu questionava Muito as coisas e ela sempre me criticava pro lado do mal, dizendo assim que eu que era uma bruxa, sabe? >> Então vamos lá. Talvez você tenha uma percepção errada da sua mãe, tá? Porque você fala que a
sua mãe era submissa, mas a sua mãe te chama de bruxa, entendeu? >> Uhum. >> Percebe que eh não conecta as duas informações que você me trouxe e o que Está trazendo aqui no mapa? Eu acho que essa percepção que você teve da adolescência. E aí, gente, olha o que ela falou, que a culpa era dela, porque ela era uma criu, Gorete, o que ela disse? que a culpa é dela, porque ela é uma criança agitada, com medo e que na adolescência ela tinha uma personalidade que ela eh ela indagava Sobre as coisas e a
mãe fazia o quê? chamava ela de bruxa e ela ela se enxerga como sendo um problema, como a personalidade própria que ela tinha na adolescência fosse um problema como o jeito da criança dela de ser ativa, de ser agitada, de ser sensível fosse um problema, quando na realidade não era. era uma criança com, né, eh, capacidades, com apetidões, com, eh, um jeito de ser Próprio dela, que essa mãe, por mais uma vez ser, é o que o mapa está dizendo, tá, Karen? Ser impaciente e talvez não ter muito tato por trabalhar na roça, por ter
seis filhos. Essa mãe era um pouco eh intimidadora, agressiva, eh verbalmente. Aqui está dizendo que você sofreu abusos verbais E que esses abusos verbais o seu cérebro interpretou como se você fosse na realidade um erro. >> Uhum. >> Um problema. Entende? >> É, eu sempre me senti incomodando muito assim, sabe? A mãe, enfim, a mãe era de uma religião, eu era de outra. E aí várias coisas assim eu fui apresentando já. Então, mas esse sentimento de incômodo que você carrega e que você sente, Eh, ele tá aí e você sente que, né, você é diferente,
que você tem alguma coisa, que você incomoda, que você só que você não percebe que eh talvez não tenha percebido até hoje que na realidade eh talvez você não fosse o incômodo, mas que talvez ela fosse um pouco abusiva. E aí ela fez você se sentir incômodo, entendeu? >> Uhum. >> Que talvez ela não tinha muito tato na Língua, que talvez ela não tinha muita energia feminina na educação, no cuidado, que talvez ela era sobrecarregada, que talvez ela não tinha muita inteligência emocional, cultura, entendimento sobre educação, né? positiva, que talvez ela tinha uma forma verbal
de educar vocês, que vocês se sentiam incômodo e talvez ela até comparava o irmão com o outro, tá? >> Uhum. Eu não lembro disso. >> Assim, você não é, o seu irmão é assim, você não é. Ah, só você desse jeito, só você assim. Só sabe umas coisas assim. >> Aham. Ela dizia que eu era agressiva, que eu era impaciente, que eu era muito nervosa. >> Que mais que ela dizia para você? Eu sei que eu desenvolvi quando pequena, a síndrome do pânico, já lá com 8 anos >> e faço esse tratamento hoje. Tô estabilizada,
mas Carreguei muitos medos assim, de onde vem, eu não sei ainda. Vocês vão entender, tá, na aula de psiquiatria, que a síndrome do pânico vem de uma pessoa que tem essa região aqui traumatizada. >> É a região frontal do cérebro. é a região frontal que tem a ver com os brônquios, que é essa região que eu estou falando de intimidação e da laringe. >> Eu sempre tive, eu eu hospitalizava Quando criança só por causa de coisas de garganta. >> E a garganta é que é o quê? Aquilo que eu recebo que eu preciso engolir, tá?
Então, eh, o que eu sinto diante do que você falou é que você cresceu escutando tantas coisas negativas sobre você que você internalizou essas coisas Negativas como sendo você o problema. Sim, eu sempre achei que eu era uma adolescente mesmo, rebelde. Sempre achei que eu era uma criança que incomodava por ser muito nervosa. E só agora me dei conta disso hoje falando contigo assim sobre isso, que claro, eu não tinha entendimento, né, mas de trazer a luz assim mesmo, como tô trazendo agora, não antes. E você deve já ter, porque Isso começa com 5 anos
de idade, tá? Talvez não foi a chegada do seu irmão, talvez aos 5 anos de idade, porque 5 anos de idade, gente, é o momento em que começa a desenvolver a nossa autoestima, o nosso senso de quem sou eu. O ego se forma ali aos 3 anos, tá? E por volta dos 5 anos a gente começa a ter esse entendimento de autoestima, de como eu sou vista, de como a minha mãe me enxerga, de como o meu pai me Enxerga. É por volta dos 5 anos que isso começa. Então, talvez não tenha sido chegada a
chegada do do irmão dela. Talvez tenha sido esse processo de desenvolvimento da psiquê dela, que é quando ela começa a entender aquilo que a mãe diz. E nesse entendimento daquilo que ela que a mãe diz, ela leva para ela com uma culpa muito grande em relação a ser um incômodo, a ser um problema. Tá bom? >> Tá bem. >> Então agora a gente com o renascimento a gente vai trabalhar esse sentimento, tá? >> Tá bem. A gente não vai nem olhar pra questão das compras, porque você já tá no seu consciente, você já sabe, você
já entendeu, mas a gente vai sentimento mais profundo de se sentir um incômodo, de se sentir um erro, de se sentir um problema. Tá, >> tá bem, >> tá bom, >> tá bem. >> Então vamos lá. Tá aqui mais cortando, fechando os olhos, fazendo uma respiração. Relaxa e solta o quadril, perna, pés. Mais uma respiração. Relaxa e solta ombros, peito, abdômen, braços. Mais uma respiração. Relaxa e solta por o cabeludo. Testa, bochecha, pescoço. Vai fazendo quatro respirações curtas e uma longa. e somente as respirações longas. Inspira pelo nariz e solta pela boca. Vai inspirando de
forma circular e contínua. e vai deixando vir esse sentimento que tá lá no seu peito de insuficiência, de se sentir um erro, de se sentir um problema. Vai lembrando lá da tuaência, as coisas que você escutava da sua mãe. Continua Respirando. Vai lembrando as coisas difíceis. Que que você lembrou? Eu eu lembrei assim que que a gente da dificuldade que a gente tinha de de ter as coisas, né, materiais. >> Uhum. E e lembrei também que uma vez eu perguntei paraa minha mãe do nada assim: "Ô mãe, por que que tu não quis me ter?"
E aí a mãe me disse: "Ué, como é que tu sabe?" Eu disse: "Porque eu sinto que tu não quis me ter." E aí ela me disse: "É porque teu vô tava muito mal e eu não queria, tava com medo de perder o vô. Eu não tinha planejado a gravidez. A mãe não planejava as gravidez, né? Naquela época se tinha filho até para ter mão de obra na propriedade, né? Então eu lembrei disso assim E lembrei assim que que eu era muito questionadora. Por exemplo, eu eu fiz aquelas coisas de religião que é crisma, né?
>> Uhum. Aí tem que ir de vestido branco. E eu não, eu não fui de vestido branco, eu fui de vestido rosa. Choque. >> Tá. Fecha os olhos, vai respirando e vai entrando em esse contato com esse sentimento de que sua mãe não te queria, de que você se sentiu um erro, De que você não era desejada, de que você era um incômodo e vai lembrando de mais coisas que Você escutava? Que mais que veio de lembrança? >> Eu eu lembrei assim que quando eu devia ter 5 anos para seis por aí também que eu
fazia muito xixi ainda na cama. >> Uhum. e que meus irmãos viviam dizendo que eu ia ter que dormir na rua para curar isso. De noite eu ia ter que botar o colchão Na rua e dormir na rua, porque aí curava e eu ficava, eu ficava, nem sei como eu ficava. Eu só sei que eu gravei isso. Vai respirando e vai entrando em contato com essa criança, que se sentia insuficiente, que se sentia humilhada por esses irmãos. que se sente a julgada. Que mais que veio? >> Eu só sinto assim medo, medo, medo. >> Medo
de dormir na rua. >> Medo de dormir na rua. medo de morrer. Desproteção mesmo. >> Uhum. >> Lembra que eu coloquei aqui, né, que eu mapei a desproteção. >> Aham. >> Ela tá acessando esse sentimento aqui, tá, gente? Ela acessou o sentimento de desproteção. Agora tá. E eu e eu lembro que eu fazia Assim as coisas para ser querida e aí eu ficava muito nervosa. Sabe aquelas crianças hiperativa? Era eu, eu corria, eu uma vez eu morava perto do cemitério. >> Oi, >> para chamar atenção. >> É, eu morava perto de um cemitério, aí tinha
umas senhoras que colocavam flor e tinha outros túmulos que não tinham flor. E uma vez eu reparti todas as flores daquelas mulheres nos outros Túmulos que não tinha. E aí foram lá e me falaram paraa minha mãe, a minha mãe e meu pai me xingaram e eu me sumia assim no mato, não lembro por quanto tempo assim para mim foi uma eternidade. >> Fecha os olhos, respira e vai escutando o que eles xingaram você. Vai tentando lembrar o que eles falaram. Você achou que estava fazendo um ato de Bondade? Veio alguma uma lembrança do que
você escutou, >> só de que eu incomodava muito, que eu só incomodava. >> Eu só incomodava. Fecha os olhos, vai respirando, vai acessando a dor dessa criança, vai acessando a tristeza que a sua criança sentiu. Fazia xixi era ia ser colocada na rua para dormir na rua, Ia passar humilhação lá na rua. Você só incomodava. Tudo que você fazer errado, já lá no útero da sua mãe, você se sentiu incômodo. Isso foi gerando uma compulsão, uma compulsão de fazer as coisas para agradar, para ser querida. E aí nessa concussão que você fazia as coisas para
gravar, você querida mais o incômodo você Acabava se tornando. Ou seja, nada do que você fazia era certo, era tudo errado. o que você pensava, o que você fazia, suas escolhas, sua religião, seus pensamentos, era tudo errado. Aí olhando aquela criança ansiosa com necessidade de agradar, percebe se não é a mesma mulher hoje ansiosa, fazendo compras para se sentir amada para conseguir agradar as pessoas lá Fora, para conseguir não ser vista como incômodo. para conseguir não ser vista como erro. Agora vai trazendo o sentimento que não foi legal as coisas que você escutou. Agora eu
quero que você volte na cena que você acordou. Após ter feito o xixi na cama, bota nessa memória e eu quero que você se teletransporte a Tela. Imagina você entrando na cena como se fosse um sonho. M. Aí você vai até os seus irmãos e dizem que eles não podem falar. falar nada que eles têm que respeitar ela, porque isso faz parte do aprendizado dela. E você vai até a sua criança e você abraça sua criança e diz que tá tudo bem, Que aos pouquinhos ela vai aprender, que você vai ajudar ela a levantar a
noite, que ela não precisa se sentir mal com isso, nem culpada, nem frustrada consigo mesma. e que na realidade só falta um aprendizado, um ensinamento, um cuidado com ela. e que você está lá para cuidar dela. Como a sua criança se sentiu? Me senti amparada, mas sentia a dor Daquela criança muito frágil, né? >> Uhum. Abraça a sua criança, coloca ela no seu colo, faz ela se sentir protegida. Sim, ela é frágil e ela precisa de col proteção e não de julgamentos. Você passou uma vida sendo julgada, cara, por tudo e por todos, né? É,
eu Eu tô tendo tentando resgatar tudo isso agora. >> Vamos na cena do cemitério. Vai lá na cena do cemitério. Lembra você lá pegando a florzinha toda linda e amorosa? para colocar no outro túmulo. E aí você, a mulher que você hoje você entra no ceno e elogia a sua criança e fala pra sua criança que você nunca viu uma criança tão amável e querida Como ela, >> que o gesto dela é muito bonito. pega sua criança no colo, abraça ela, elogia o que ela está fazendo. Aí você diz que as pessoas são chatas, é
que as pessoas não vão entender. Mas que vocês podem fazer isso pegando uma florzinha do matinho. Aí você se vê indo com ela até um canteiro e pegando uma florzinha pequenininha com Ela. E aí você dá na mãozinha dela e aí ela coloca no outro túmulo. E aí você elogia mais ou menos essa criança. Por isso que ela é linda, que ela tem um coração enorme. M. Como ela se sentiu? acolhida, reconhecida, né? >> Isso. >> Eu senti até o cheiro das flores que Tinha lá. Agora vamos pra situação que você foi de rosa chove
na igreja. E antes de você ir na igreja, você se teletransporta até a sua criança e conversa com ela. E você olha para ela com toda a empatia do mundo e fala assim: "O padre é muito chato. A igreja é muito chata. Nossa, que saco. Não tem nada a ver com você. Mas você não precisa ir de rosa choque. Você não precisa expor seus sentimentos. E o que você pensa em relação aí, igreja? A gente fica aqui só entre a gente. É muito chato. Aí daqui a pouco, quando você tiver mais velho, você não vai
ter que nem pisar lá. Como que a sua menina se sentiu? Era o que eu pensava, né, na época eu me Sentia acolhida. >> Uhum. E aí você não precisou entrar na eh raiva da criança ferida querendo, né, >> Aham. se mostrar e contra o sistema e contra aquela situação, né? Porque você foi compreendida. >> Sim. >> Percebe? >> Sim. >> E talvez tudo que você queria era isso, que alguém entendesse os seus Sentimentos e falasse assim: "Nossa, meu Deus, é muito chato. Não acredito que a gente vai ter que ir lá. vão ter que
cumprir esses requisitos familiares e sociais, enquanto nós não temos a nossa independência. Mas eh talvez aquele seu gesto de com uma roupa X foi um gesto de tentar fazer com que as pessoas te vejam e te entendam e te percebam e te sabe e alguém Escute aquilo que você sente e alguém te compreenda, né, que acabou se tornando uma rebeldia, percebe? >> Uhum. >> Né? >> Sim. >> De tanto julgamento, de tanto se sentir um erro, de tanto se sentir um incômodo, de tanta falta de compreensão que você teve. Você não foi compreendida quando Você
fez xixi na cama. Você não foi compreendida quando você colocou a florzinha no tomo. Você não foi compreendida quando você não gostava da religião e você tinha todo o direito disso, né? E aí por essa falta de compreensão, você foi entrando em uma rebeldia, percebe? Só que junto com isso também uma necessidade de agradar de se aceita. Isso foi se transformando em uma Compulsão por compras para ser aceita, para agradar, para ser vista, para chamar atenção, para aparecer, o que for, mas que você não precisa mais disso, porque agora você se compreende. você se enxerga,
fecha os olhos e vai trazendo esse sentimento na de leveza na alma, de se sentir compreendida, de se sentir aceita Em relação às suas escolhas, ao seu jeitinho de ser, que não era o problema. em relação aos seus desafios de amadurecimento, de fazer xixi na cama, você se sente acolhida sendo quem você é. Karen, você me permite programar eh na sua consciência que você aceita por quem você é? >> Sim, permito. >> Você não precisa provar nada, que você não precisa gastar rios de dinheiro para ser aceita. Você já é aceita. Coloca a mão no
seu coração. Fecha os olhos, coloca a mão no seu coração e diz: "Eu me aceito. Eu me aceito. >> Eu já sou aceita. >> Eu já sou aceita. >> Eu não preciso de mais nada para ser aceita. >> Eu não preciso de mais nada para ser aceita. >> Eu já sou. >> Eu já sou. Como que você se sente ao falar isso? Um alívio, como se saísse um peso das minhas costas. Eu nunca tinha conectado assim, que eu sempre luto para ser aceita ainda lá pela minha mãe, pelo meu pai, >> pelos seus irmãos. >>
É, pelos meus irmãos. Não precisa mais lutar. Você já é por você. Você carrega a ferida da humilhação. >> Uhum. E você foi humilhada de diversas formas ao decorrer da vida, né, pelas pessoas da igreja da do cemitério, pelos seus pais, pelos seus irmãos. Depois você apareceu como sendo a própria humilhação representada ali na igreja, que foi se tornando uma Rebeldia, que a sua mãe foi te chamando de bruxa, que aí você se sentiu menos aceita ainda, tá? E que isso foi se tornando uma grande compulsão com sentimento contínuo de culpa por medo do julgamento,
por medo de ser não ser aceita. Tá, >> tá bem. >> Oi. >> Tá bem. Obrigada. >> Todas as pessoas que carregam a ferida Da humilhação, vão. >> Oi. >> Todas as pessoas que carregam a ferida da humilhação tem um coração muito grande, muito genuíno, tá? Eh, e vão apresentar uma certa rebeldia ali na adolescência, que vão comprovar mais ainda a humilhação que elas já sentiam e Já carregavam. E elas na vida adulta vão entrar em alguma compão por compras, por alimentação, muitas vezes pelos dois, tá? É, eu eu tenho efeito esse eh vivo engordando
e fazendo coisa para emagrecer porque não consigo >> compras, por comida >> e aí depois vem o sentimento de culpa porque eu comi, porque eu comprei, né? >> E às vezes assim, até qualquer coisa eu Gosto de beber, sabe? Tipo, ah, vou comemorar, vou beber, >> vou tomar uma champanhe, >> tá? Eh, estude mais sobre reconhecer, para se entender, para você trabalhar em cima disso, tá? >> Aham. >> Eh, lembra que eu falei para vocês que a pessoa que tem essa região no cérebro traumatizada, que é uma região bem Específica, eh viveu situações na infância
que ela, eh, pega, por exemplo, um copo de água e ela não tem as habilidades ainda para segurar o copo de água. E aí ela eh é criticada, né? Ela é vista como um erro. Então o que que aconteceu? Assim quando ela fazia xixi na cama, ela não tinha ainda as habilidades motoras, né? né? Então esse essa região Do cérebro está muito relacionada às habilidades motoras, que faz parte da substância branca, que está relacionado a movimento. Então vem um sentimento de impotência, tá? Por não cumprir as expectativas. Quais expectativas? Ela não fazer xixi na cama.
E devido a isso, ela sofre ali uma humilhação dos irmãos, que ela vai dormir na rua, tal, talvez até risadas que faziam com ela, né? E ela todo dia De manhã se sentia ali meio fracassada, eh, impotente, incapaz, insuficiente em relação às funções motoras, por ter feito de china na cama, tá bom? Isso vai gerando uma insuficiência emocional e uma capacidade incapacidade muito grande consigo mesmo. Eh, e mais a questão eh mais forte, né, que foi o primeiro trauma que a gente mapeou foi de audição em que elas >> Eu tenho um eu tenho problema
auditivo também. Tem foram todas essas coisas difíceis que você escutou. >> Aham. >> Todas. Seu ouvido tentou tampar, né? Que até hoje você apenas se sentiu um erro e não entendia que na realidade você não foi um erro. Você sofreu humilhações Que fizeram você se sentir um erro. E aí o seu ouvido tampou as humilhações que você escutava e só ficou o sentimento de ser um erro, tá? E agora nós estamos identificando realmente que você não é um erro e que na realidade aquele ambiente familiar era disfuncional e fazia você se sentir assim. Tá bom?
>> Tá bom. >> Então vamos lá. Audição, né? com muita Desproteção, muito medo, muita fragilidade, com a intimidação, né? Os irmãos falando que ela vai dormir na rua, os pais falando que ela é um incômodo e esse sentimento de decepção com ela mesma, em que tudo que ela faz é errado, né? A flor que ela coloca errado, o xixi que ela faz é errado, tá? Fica com essa frase pros próximos dias. Eu me aceito. Eu me aceito. Eu aceito. Eu me aceito. Quando você for comprar roupa, você fala: "Eu não preciso comprar. Eu já me
aceito. Eu já me aceito." Tá. estuda sobre a ferida da humilhação para você ter mais entendimento. Faz as sessões de renascimento, porque agora você vai lembrar um monte de coisa que Vai vir nas sessões de renascimento, que a gente proteção, >> essa eh não é nenhuma proteção só, tá? é que quando a gente cresce eh escutando a vida inteira eh algumas coisas e nós somos pequenininhos, nós internalizamos aquilo como se nós fôssemos o problema. Então ela não tem a consciência de que foi um abuso e não ela que é um problema, né? E aí ela
normalizou os Abusos, o cérebro dela não lembra dos abusos, foram normalizados e ela só ficou com esse sentimento de ser um erro e um problema, tá? Agora nós trouxemos a consciência de que a raiz da citação, foi o quanto você foi incompreendida, humilhada, julgada, debocharam de você, te viram como um erro, como um peso, como um incômodo, tá? >> Tá bom. Mas naquele sistema familiar, eu Acho que todo mundo fazia isso com todo mundo. >> Sim. Ser por ser mais sensível próprio de quem carrega a ferida da humilhação. Pessoas que carregam a ferida da humilhação
são, nossa, são muito sensíveis. Muito sensíveis. >> Sim, eu sempre tive uma sensibilidade muito aguçada, né? Um cuidado com o outro, um sabe sentir qual o seu signo? >> Sagitário com ascendente em câncer. >> Eh, Sagitário fazer a justiça, né? >> Aham. >> Talvez por isso que você colocou a florzinha ali nos outros túmulos para eles terem também. Masção da sensibilidade muito forte, tá? Em quem tem a ferida da humilhação. >> Aham. >> Tá. Então, estuda um pouco sobre isso. Aí você vai ver, vai ter muita diferença Na questão da sua compulsão. >> Mas eu
que é um processo, tá? >> Tá bom. >> É um processo. >> Eu tô, eu já venho tentando me curar e tentando achar a raiz, mas nunca tinha ido assim, né? E mas é, eu tenho noção de que é um processo, né? Devagarinho a gente vai indo. >> Isso. >> Tá bom. >> Tá bem, minha querida. Muito obrigada pela gentileza, tá? Pelo carinho. >> Imagina. Um beijo. >> Um beijo, querida. Boa noite. Tá. Eh, vocês perceberam que quando eu trouxe ali 5 anos de idade, ela trouxe uma memória do irmãozinho dela, só que quando ela
cessou disso, isso não teve a ver com o irmãozinho dela e foi uma outra questão, né? Eh, Então é nisso que o renascimento nos ajuda, tá? a pessoa ela vai respirando e conforme ela vai respirando, ela vai eh entrando nas camadas do inconsciente e vai acessando o momento ali em que o trauma ficou registrado. Tá bom? Certo? Dúvidas? Estudem. Porque essa parte a eh Do mapeamento cerebral é a parte mais importante, tá? Semana que vem a gente vai começar a estudar sobre psiquiatria e aí a gente vai entrar mais a fundo em cada eh mapa.
e como cada resta região do cérebro funciona e os eh conflitos Relacionados a esses a esses traumas, a esses relés e como isso desencadeia eh transtornos psíquicos, tá bom? Podem treinar com vocês, podem treinar assim com vocês, eh, consigo mesmo, vocês com vocês. Eu vou ensinar a sessão de renascimento para vocês. E aí, assim que eu já ensinar a Sessão de renascimento, vocês já podem trocar entre vocês. eh os atendimentos com o renascimento, tá bom? Então, até semana que vem. Uma boa semana para vocês. Estudem e continuamos lá no grupo. Um beijo para vocês e
uma boa noite.