Muito bem, nós estamos aí recebendo mais um ano 2026. Que privilégio, que bênção. Temos tanta coisa para contar o que Deus já fez na nossa história, na nossa vida, na nossa família.
Temos que também parar e olhar para dentro de nós mesmos e ver o que precisa ser restaurado. Ao mesmo tempo, diante de um novo ano à frente, com tantos desafios, com tantos projetos, com tantos ideais a serem cumpridos. Eu quero desejar a você e a sua família um feliz ano novo e quero trazer pro nosso coração uma reflexão sobre o salmo 126, que é um salmo de restauração.
Vivemos tempos tão turbulentos no Brasil, não é verdade? Mundo aa o país vive uma crise medonha. Parece-nos que todas as portas da corrupção foram abertas e escancaradas.
A credibilidade dos governantes parece estar em baixa, com exceções honrosas. É verdade. Parece-nos que mesmo num ano de eleições, a esperança do povo vai se esvaziando em virtude dos mecanismos de corrupção que tem seus tentáculos enfiados em todos os setores da sociedade.
Mas a nossa vida não está nas mãos dos políticos. A nossa vida não está nas mãos do poder econômico mundial. A nossa vida está nas mãos de Deus.
E eu queria remeter você agora ao Salmo 126, porque este salmo foi escrito já depois do cativeiro babilônico, sendo o último dos 150 poemas do saltério. E esse salmo é dividido em três pontos básicos. dos versos 1 a tr.
O salmista olha para trás pelas lentes do retrovisor e tem uma história bonita de libertação para contar. Depois, em segundo lugar, ele pousa no verso 4 e olha pro presente. E muito embora tenha tido vitórias esplêndidas no passado, ele está vivendo uma crise no presente, precisando de restauração.
Mas então, nos versos 5 e 6, ele olha com a visão do farol alto para a frente, para o futuro, e tem uma grande missão a cumprir e uma promessa gloriosa a experimentar. Então, eu quero trazer uma palavra oportuna para este novo ano que estamos recebendo à luz do Salmo 126. Bom, me permitam o contexto.
O contexto é que o reino do norte, Israel, cuja capital era Samaria, composta a das 10 tribos que romperam com Roboão lá em 931 anes. Cristo. Agora em 722 depois de Cristo, foi levado pro cativeiro pelo poderoso império assírio.
as duas tribos do sul, Judá e Benjamim, cuja capital é Jerusalém, depois da morte de Usias, de Josias, o último rei piedoso, os outros que vieram na esteira, o rei Joacas, o rei Jeoaquim, o rei Joaquim e o rei Zedequias foram homens perversos e maus. Então, em 586, Nabuco do Nozor cercou a cidade de Jerusalém. Houve fome dentro dos muros.
Mais felizes foram os que morreram à espada do que os que morreram de fome. A cidade foi arrasada. Jovens e velhos, crianças e moças passados ao fio da espada.
O belo, suntuoso templo erguido por Salomão foi completamente arrasado, saqueado, destruído e o povo levado cativo para a Babilônia, para uma prisão, um cativeiro de 70 anos. Bom, parecia o fim. Porém, Deus não só estabeleceu sua disciplina através do cativeiro babilônico, mas Deus estabeleceu o prazo do cativeiro, 70 anos e nem mais um dia.
E Deus estabeleceu como seria dado, porque esse megalomaníaco rei Nabuco Don Nozor foi quebrado na sua soberba e foi comer capim com os bois no pasto. E mais tarde Belsazar escarnecendo, profanando os vasos do templo numa festa pagã. bebendo uma urgia nos vasos de ouro e nas taças de ouro do templo.
Deus sentencia não só o rei Belsazar, mas a grande Babilônia. E naquela noite de farra e bebedeira, Dari Medo entra pelas muralhas inexpugnáveis da Babilônia, pelas suas brechas, e toma a Babilônia e mata o rei Belsazar. Ciro Pa, no primeiro ano do seu governo, já determina a volta dos judeus para sua terra.
para recomeçar sua história, para construir novamente o templo. E é aqui que começa esta linda narrativa bíblica. Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha.
Ele está olhando que parecia que Jerusalém não sairia dos escombros. Mas Deus restaurou a sorte de Sião. Sião aqui é símbolo também de Jerusalém.
Talvez você que está aí me assistindo agora, olhando pro seu passado depois de tantas agruras e dores sofridas, porque eles perderam a sua terra, eles perderam a sua liberdade, eles perderam as suas propriedades, eles perderam a sua casa, eles perderam as suas famílias, eles perderam o templo, eles perderam o culto, eles perderam as festas, agora são escravos. E chegou o momento que Deus disse: "Chega, basta, eu vou trazer de volta o meu povo paraa sua terra". Quando você põe esta verdade no nível espiritual, nós olhamos para trás e tivemos também um rompimento dessa escravidão.
Quando fomos convertidos a Cristo, estávamos perdidos e fomos achados. Estávamos em trevas e fomos trazidos paraa luz. Éramos escravos e agora somos livres.
Estávamos mortos e agora recebemos vida. Fomos também libertos de uma terrível escravidão. Fomos trasladados do império das trevas para o reino da luz.
Agora pertencemos ao nosso Senhor. Algo maior que jamais podíamos imaginar. Mas a libertação é relatada agora numa outra perspectiva.
Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de júbilo. Ou seja, a libertação que Deus nos oferece em Cristo Jesus deve também encher nossa boca de alegria, de riso e o nosso coração de grande júbilo. Alegria da vida eterna.
alegria de sermos filhos de Deus, a alegria de ver os grandes feitos de Deus em nosso favor. Mas isso não é apenas uma experiência pessoal de grande regozijo pelos grandes feitos de Deus. Isso é um testemunho na história, porque está escrito assim no verso dois ainda.
Então, entre as nações se dizia grandes coisas o Senhor tem feito por eles. A transformação, a libertação da nossa vida vai reverberar, vai esparramar sua influência e alcançar as nações da terra. E essas nações, ao olhar paraa igreja de Deus vai dizer: "Quantas coisas extraordinárias Deus tem feito por eles.
" Então, no verso 3, ele vai fazer a seguinte afirmação: "Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres. para um pouquinho, contabiliza as bênçãos, como diz o conta muitas bênçãos, dizeas quantas são e verás surpreso o quanto Deus já fez. Às vezes nos entregamos à murmuração.
Às vezes temos um coração ingrato de tudo quanto Deus já fez por nós. Para um pouquinho para pensar. Você está vivo.
Seus olhos vêm, seus ouvidos ouvem, seu coração está batendo, seus pulmões estão funcionando. Você não está numa máquina de respiração. Seus rins estão funcionando.
Você não está numa máquina de hemodiálise. Seus braços estão se movimentando e você trabalha e você abraça. Suas pernas se movimentam e você pode se locomover.
Você tem uma casa para morar, você tem uma cama para dormir, você tem uma mesa com pão com fartura. Você tem um lar para onde voltar depois de um dia de trabalho. Você tem amigos?
Você tem irmãos? Você tem a igreja, você tem Jesus como seu salvador, você tem esperança. Quantas coisas boas Deus tem feito na sua vida.
O resultado de tudo isso é que você deveria ter um coração alegre e grato. Nós estamos entrando em um ano, mas não podemos apagar a memória do passado, do que Deus já fez na nossa vida. E o Deus que nos trouxe até aqui vai nos conduzir daqui paraa frente.
Porém, agora ele para. Porque dos versos 1 a tr, todos os verbos estão no passado. Ele tá contando uma história, tá dando um testemunho.
Agora ele chegou na terra prometida de novo, mas as lutas estão lá. E ele diz assim no verso 4: "Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Neguebe. " Ou seja, é possível que mesmo depois de uma grande obra de Deus na sua vida, você olhe hoje pro seu coração e ele parece mais um deserto do que um jardim grinaldado de flores ou um pomar de frutas deliciosas.
Isso traz-nos algumas lições. Primeiro, as vitórias do passado não são garantias de vitória no presente. Hoje precisamos de novas vitórias.
A plenitude do Espírito Santo de ontem não é suficiente para hoje. Hoje precisamos ser cheios do Espírito Santo outra vez. Agora, o reconhecimento de que a nossa vida está seca ou árida como um deserto não deve levar-nos ao desespero, à acomodação, mas ao clamor.
Restaura, Senhor, a nossa sorte. Aliás, os grandes despertamentos e avivamentos na história surgiram da constatação de que o presente não estava bem. da não conformação com o caos, de uma reação em buscar ao Senhor, porque os grandes feitos de Deus são resposta de Deus às orações.
Mas ainda o salmista tem plena consciência de que esta restauração não é uma obra humana, mas divina. Por isso diz: "Restaura, Senhor". Só Deus tem o poder de restaurar a nossa alma, a nossa sorte.
Só Deus, é ele quem faz. É uma obra extraordinária da sua graça. Mas também o salmista está ciente de que a obra que Deus faz em resposta à oração.
Por isso diz: "Restaura, Senhor". É um clamor, é uma súplica, é um pedido veemente, ou seja, não entre pelos portais de mais humano sem clamar a Deus por um tempo de restauração. Não leve a mochila pesada da culpa, do medo, do pecado, da frieza, para dentro de mais um outro, mais um ano que Deus lhe dá.
Mas ainda quando o salmista pede restauração, ele pede nada menos do que um milagre, porque diz assim: "Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Neguebe. " O que que é o Neguebe? O Neguebe é o maior deserto de Israel.
O Negueb é mais de 50% do território de Israel. É um deserto de montanhas altaneiras, de vales profundos, de pedregulhos, de areias esbraziantes. E esse deserto Negueb nas suas montanhas altaneiras tem rios, leitos de rios secos.
Leitos de rios secos. Mas de repente, no período invernal, as chuvas descem esses leitos secos são inundados por torrentes de águas caudalosas que descem montanha abaixo, abrindo as entranhas do deserto. E por onde essas águas passam, tudo reverdece, tudo frutifica.
O que ele está pedindo é que o mesmo milagre que Deus faz na natureza, reverdecendo o deserto, possa fazer também na sua vida, que as chuvas de Deus desçam, que as torrentes do Espírito caiam, trazendo vida paraa sequidão do nosso coração, para que a nossa vida possa florescer e frut pra glória de Deus. Bom, mas então ele já olhou pro passado trazendo o seu testemunho do que Deus fez na sua vida, na sua nação. Ele olha pro presente reconhecendo que precisa de restauração.
E daqui pra frente, nos versos 5 e 6, ele olha pro futuro. E ao olhar pro futuro, ele enxerga uma missão quando ele diz assim: "Os que com lágrimas semeiam, com júbilo seifarão. Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo seus feixes.
" Preste bem atenção. Agora é ação, é trabalho, é semeadura. E três coisas precisam acontecer para o semeador.
Ele precisa sair, ele precisa andar, ele precisa chorar. Não dá para semear sem sair. Não dá para sair sem andar.
Não dá para concluir esta obra da semeadura sem chorar. Porque o campo é hostil. Porque tudo quanto há na natureza conspira contra a semeadura.
Jesus ilustrou isso na parábola do semeador. Saiu o semeador a semear. Parte da semente caiu à beira do caminho.
Os homens a pisaram, as aves a comeram. A outra parte caiu no meio do pedregal. Não havia tanta profundidade de terra, embora a semente tenha brotado, ela não vingou porque não tinha raiz, não tinha lugar para as raízes crescerem.
A outra parte caiu no meio dos espinheiros e ela brotou, mas os espinheiros a sufocaram e ela não prosperou. A outra parte caiu em terra boa e produziu a 30, a 60 e a 100 por um. Tudo que há na natureza conspira contra a semeadura.
Nas pedras, nos espinhos, através das criaturas insensíveis e inanimadas. A pedra criatura insensível, os espinhos as criaturas da natureza, as aves seres voláteis, os homens, seres racionais. E Jesus interpretando diz que as aves que comem é o diabo que vem e rouba a semente.
Então você percebe que toda a natureza conspira contra esse trabalho. Por isso que a semeiadura é com lágrimas. Com lágrimas.
Agora há uma promessa de Deus. A promessa de Deus que quem semeia com lágrimas com júbilo seifará. Não disse talvez seve, quem sabe um dia vai seifar.
Não, certamente quem semeia vai seifar. Sabe por quê? Porque esta palavra é poderosa.
É o poder de Deus paraa salvação de todo aquele que crê. E a palavra de Deus não volta vazia. A promessa está muito bem posta aqui.
Quem sai andando e chorando enquanto semeia. Não é esperar o choro acabar para depois semear, não. É enquanto você anda, enquanto você você sai, enquanto você anda, enquanto você chora, você vai semeando.
Às vezes você rega o solo duro com as suas próprias lágrimas, mas o resultado é seguro. Voltará, não chorando, mas com júbilo. Não de mãos vazias, mas com seus feixes.
O problema é que hoje às vezes nós estamos fazendo a obra de Deus, evangelizando com os olhos inxutos demais, com o coração seco demais. William Buffle, pai da Exército, recebe a carta de um dos obreiros que enviara para uma região e o obreiro disse: "Olha, me tira daqui, aqui a coisa não vai, o trabalho não prospera, as pessoas são duras demais, insensíveis demais, não receptivas. Então, eu quero ir para um outro campo.
Já usei todos os métodos, nada funcionou. William BF responde a carta dele. Se você já experimentou todos os métodos, agora experimente chorar.
Experimente chorar. A semeadura é com lágrimas, mas a colheita é com alegria e a colheita é abundante. Então, que neste ano de 2000 26 você possa semear na sua vida espiritual, no seu casamento, na sua família, nas suas amizades, nos seus negócios.
na sua igreja, na sua vida espiritual, que você possa fazer investimentos de consequências eternas e que este ano seja um ano muito, muito, muito abençoado e abençoador para nossa vida. E seja bem-vindo mais um ano e que neste ano nós possamos andar com Deus e viver paraa glória de Deus com gratidão em relação ao passado, com súplicas em relação ao presente e com investimento na obra em relação ao futuro. Se essa mensagem é oportuna para você, quem sabe você possa transmiti-la para outra, enviando-a para os seus amigos, paraa sua família.
E se você ainda não está inscrito nesse canal, no nosso canal, eu peço gentilmente a você nos ajudando nesta tarefa, se inscrevendo no canal, tornando-se um parceiro desse ministério. Deus abençoe muito a sua vida.