Graça. Paz, queridos. Professor Márcio aqui novamente, seguindo agora nessa terceira unidade da disciplina espiritualidade e a formação do educador cristão.
Na aula específica aqui, a temática da nossa aula será sobre os desafios contemporâneos da educação cristã, né? Quais são esses desafios, né? Veremos que os desafios da contemporaneidade, né, se fazem presente em diversos contextos, em diferentes contextos, inevitavelmente atinge a educação cristã.
Estamos inseridos nesse mundo, falamos há pouco que a espiritualidade ela não acontece no vácuo, ela acontece na história, na história real e concreta. E é imprescindível que o cristão, e aqui no caso o educador cristão, eh, tenha ciência desses desafios contemporâneos, né, da atualidade para que a sua educação, a sua formação, não seja influenciado negativamente por valores da cultura. pelo contrário, para que em meio a uma cultura fragmentada, a cosmovisão cristã seja predominante na formação, na educação dos seus alunos.
Então, nesse cenário, o educador cristão, ele precisa lidar com questões da pós-modernidade, e sempre utilizo pós-modernidade entre parêntese, né, entre aspas, melhor dizendo, tá? por ser um termo mais popular, mas vários sociólogos, né, deram outro outras nomenclaturas, tá? Então, por isso tô usando só por ser um termo mais comum.
E a gente precisa lidar com algumas facetas da contemporaneidade, da pós-podernidade, como a secularização, relativismo moral, né, eh, consumismo e uma série de outras pontos, o tecnicismo, né, a próprio o imediatismo, que vem em virtude da tecnologia, né, tudo isso eh atrapalha e o o processo de formação cristã, né, do aluno. Então, as repercussões da tecnologia, né, na prática pedagógica, necessidade de uma educação inclusiva, né, hoje tem a gente tem a uma diversidade eh cultural e e outras questões que valoriza então essa diversidade sobre a ótica então do amor, do respeito, como lidar com isso, né? Então, ao longo dessa aula, a gente vai abordar eh cada um desses aspectos, eh trazendo essa reflexão, buscando uma compreensão sempre alicerçada nas escrituras e, claro, ancorados pensamento de alguns autores aqui cristãos que estão na bibliografia.
Então, vamos para essa primeira parte falando sobre a secularização e o relativismo moral. predominante no século atual, tá? Nos dias de hoje, então, muitas vozes defendem que a fela não tem lugar no ambiente educacional, né?
El desencadeando um processo que a gente chama da secularização, que é justamente eh nessas esferas da sociedade tirar o elemento eh da influência da religião, tá? secularização, né, a ausência do sagrado nos contextos, né, Fran Sheff dizer que esse movimento não só desconsidera o transcendente, mas tenta substituir então o absoluto divino por padrões meramente humanos, ensejando então esse relativismo que fragiliza a distinção do que é certo, do que é errado, né? Se não há valores cristãos na sociedade, então se perde os absolutos, né, de Deus, bíblicos.
E aí cada um faz o que acha que é certo, né? E a gente sabe, a partir do livro de juíz, a gente já sabe o que dá nisso, no caos, né? O caos social, caos moral e ético, né?
Em outras palavras, a secularização pode então levar à perda do referencial bíblico como fundamento ético e moral, criando uma atmosfera em que cada indivíduo elabora os seus próprios valores e conceitos de verdade. É nesse contexto que nós estamos educando, é nessa mentalidade, como nós falamos de cosmovisão, é essa cosmovisão, esses valores, essas crenças que muitas vezes predominam na mente de cristãos, inclusive, tá? Em meio então a todo esse relativismo, a nossa busca como educadores é pela verdade absoluta que é as Sagradas Escrituras.
É ser contracultural aqui nesse sentido, né? tem um contexto então marcado tanto por uma pluralidade cultural e religiosa, ou seja, esse pluralismo religioso, onde dizem que o evangelho não é verdade, que Jesus eh não é a religião cristã não tem a verdade, as outras religiões também têm a verdade, né? Então, uma cultura de eh pluralismo religioso, né?
Então, o relativismo moral já sugere que cada pessoa vai definir seus próprios valores sem reconhecer um padrão absoluto, né, uma parâmetros universais. E a gente sabe que a nossa sociedade é moldada por padrões no da cultura judaica cristã. Inevitável, mas caminhamos para esse relativismo, né?
Então isso desafia diretamente o educador cristão que se vê na missão, então de transmitir valores bíblicos fundamentais a alunos que estão expostos a essas perspectivas de filosóficas, né, de de cosmovisões humanistas, tá, secularistas. Então, por outro lado, a Bíblia como a palavra de Deus, ela não contém, ela é a palavra de Deus, né, inspirada por Deus, vai então eh ser a base, né, o seu alicerce paraa compreensão da ética cristã, dos valores cristão. Toda a escritura, segunda Timóteo 3:16, né, é inspirada por Deus e útil para o ensino.
Então, a base é as escrituras, os valores fundamentais, os seus absolutos. né? Não é uma coisa ultrapassada.
A Bíblia é a palavra de Deus e tem todas tudo que a gente precisa sobre o conhecimento do que é certo, errado, sobre a ética, sobre a moralidade, princípios universais que devem eh reger a humanidade, né? Então, o professor, o educador, ele oferece a palavra, isso que ele precisa ser ser um um conhecedor profundo da palavra e que vai balizar aí esse discernimento entre certo e errado. ão equilibrando então humildade, claro, reconhecendo as nossas limitações, mas a firmeza ao no mundo desse secular, né, a tratar questões eh com muita firmeza com os seus alunos, né?
Eu lembro de uma situação onde uma pessoa cristã, uma mãe, eh, dizia que deixava o seu, a sua filha, né, com o namorado no quarto, né, provavelmente tendo relações, porque ela dizia que era melhor estar ali na casa e ela tá ciente que está acontecendo do que acontecer lá fora. Ou seja, eh, o valor, o padrão em que o sexo foi feito para o casamento, né, um valor fundamental eh do cristianismo, foi secularizado por cristãos, né? Então, a ausência desses absolutos ou esses absolutos que vão se diluindo por causa do contato com a sociedade.
E a gente tem aí um o problema, uma igreja fragmentada. Eh, então, embora a cultura contemporânea pregue uma total subjetividade na constituição moral, o cristão, ele precisa reconhecer que a autoridade das escrituras ultrapassa a flutuação cultural, fornecendo diretrizes que não dependem de consensos temporários, né? Dessa forma, o educador cristão, ao trabalhar valores em sala de aula, não se limita a uma mera opinião pessoal, mas pauta sua prática em verdade divina e promove liberdade responsável, cuidado ao próximo e, claro, reverência a Deus.
Os efeitos disso na formação, quais são os efeitos na formação, né? Quando os alunos se desenvolvem em um ambiente onde, né, o ambiente pós-moderno contemporâneo, onde o relativismo moral predomina, pode passar a encarar a verdade como questão de opinião pessoal. E dei aqui um exemplo agora de uma mãe que tinha a sua opinião pessoal, desconsiderando o padrão bíblico.
Então, nesse cenário, a educação propõe então o resgate desse senso de responsabilidade dos desses valores divinos, né, alicerçados na palavra. Então, o educador que entende essa dinâmica vai criar as oportunidades para trabalhar, para trabalhar a exortação, o ensino das escrituras, confrontando os valores das escrituras com a cultura circundante, né, trabalhando eh em projetos de reflexão éticas, eh moral, né, de debates e e de temas para trazer a perspectiva bíblica numa cultura fragmentada. Então, eh, e lidar com a secularização, o relativismo moral exige do professor não apenas um conhecimento teórico, mas também a sua vida, né, a sua vivência, demonstrar na não só no ensino, nos debates, mas coerência com o que ele tá falando, né?
Então ele precisa, antes de tudo, viver aquilo que ele tá falando. Eh, ao longo de todas as nossas aulas, temos batido na tecla aqui do eh da questão do caráter cristão do professor. Então, eh é essa forma, a vivência não tem outra forma.
Ele ensina com a sua própria vida. Então, por meio de uma abordagem bíblica, dialógica, eh, e prática, né, o educador pode então contribuir para que os alunos não caiam nesse, nessa modernidade líquida, nesses fluidos, né, como Sigman Bman vai dizer, né, que nós estamos numa sociedade líquida, né, sem não há solidez, né, não há fundamentos e os fluidos se moldam de acordo com o recip ambiente, né? Então, a gente tá vivendo nessa eh nesse nesse mundo e precisamos então contribuir para trazer fundamentos, né, ou capazes de nortear as escolhas e promover florescimento saudável de cada estudante, né, falando novamente uma transformação, uma educação integral, o uso da tecnologia na prática docente, uma questão também contemporânea.
Eh, com a tecnologia, a gente tem uma cultura do imediatismo, né? Cultura dos hoje a gente quer todas as isso, influencia a espiritualidade, influencia a educação, porque a gente gera eh crentes eh copiadores, né? Crentes rasos, eh crentes pragmáticos, né?
O pragmatismo, né? Não, o que importa se eticamente não tá certo, mas o que importa é que dá certo. Então é um grande problema no avanço tecnológico vem com a ideia do mediatismo de uma cultura do copola, uma cultura eh eh que quer as coisas para ontem.
Então, a tecnologia é uma bênção, né? Ela se tornou eh importante para todas as áreas. É uma área criada por Deus, né?
a tecnologia está presente desde Gênesis, né, em nos avanços tecnológicos. Eh, porém ela tem a sua faceta da queda, né, do pecado. Então, hoje, no cenário educacional, a tecnologia quase se tornou onipresente, né?
Então, ferramentas digitais de plataforma de ensino à distância, redes sociais. Eu tenho um artigo que eu coloquei como eh como eh podemos promover uma educação integral, né, um num contexto tecnológico à distância. é um artigo vai tá na área eh de leitura para complementar aqui o assunto.
Então, em meio a esse contexto, eh, a distância, redes sociais, eh, isso tem reformulado a maneira do aprendizado, né, de como se ensina e como se aprende. tá aí eh como marca do nosso tempo a a questão da da tecnologia das das EAIS, né, inteligências artificiais. A questão não é como combater, é como utilizar isso ao nosso favor para que o aluno possa aprender, né, possa haver ensino e aprendizado.
Então, todo esse contexto educador ele se depara com o desafio de discernir as vantagens, os perigos, né, as inova das inovações tecnológicas e procurando com muita sabedoria e discernimento integrá-las de forma coerente a sua cosmovisão, né, que é fundamentada na cosmovisão cristã e não na cosmovisão humanista secular. Então, é importante entender que a tecnologia é uma bênção, mas ela pode se tornar uma maldição. Então, como trabalharmos esses questões tecnológicas?
Sempre, claro, favorecendo o aprendizado, sempre favorecendo o crescimento, né, integral, sempre favorecendo a transformação. Então, podemos usar da tecnologia paraa formação dos nossos alunos. Vamos usar para o bem, porque tem esses dois caminhos, né, para o bem ou para o mal.
eh uma abordagem da mordomia cristã. A mordomia é a gestão daquilo que Deus coloca disponível nas nossas mãos, nos recursos, né? E a gente precisa eh ser mordomos dessa criação, né?
Eh, a cultura em si, ela não é um mal, né? A cultura tecnológica também, mas pode ser um mal, pode ser mal utilizada, né? Então se aplica isso à tecnologia.
Não podemos demonizar tudo na cultura, né? Eh, tem muitos momentos o próprio Jesus, ele em muitos momentos ele é cultural, ele respeita a cultura, ele se veste com as roupas da cultura, ele aprende a profissão do pai porque ele segue a cultura. Eh, ele só se apresenta aos 30 anos porque o mestre só depois de 30 anos tinha credibilidade naquela cultura.
Então, Jesus respeita as etapas culturais. Porém, em muitos casos, naqueles onde a cultura é contrária aos valores do reino, Jesus foi contracultural. Então, da mesma forma, nós não devemos demonizar tudo na cultura, mas nós devemos perceber o que na cultura, tendos esse discernimento, são contrários aos valores de Deus e devemos nos opor a ela.
Então, isso se aplica na tecnologia também. a gente precisa ter essa sensibilidade, esse discernimento. O educador, eh, para o o educador cristão, trata-se de encarar esses recursos, eh, como instrumentos, recursos divinos, né?
Nós somos gestores mordomos da criação. Então são instrumentos que podem ser usados para o bem ou para o mal, dependendo da intenção e dos valores que são atribuídos a ele. Então a tecnologia torna-se uma questão da mordomia, usar essas ferramentas para potencializar o aprendizado, facilitar a comunicação e promover a colaboração, sem negligenciar a formação espiritual e moral dos alunos.
É dessa forma que devemos usar, né, na mordomia. fazendo a gestão desses recursos que veio de Deus, recursos vindo de Deus. Então, eh, o crente, ele deve agir como mordomo de todos os bens que Deus colocou em suas mãos, incluindo os recursos tecnológicos.
Por exemplo, na arca de Noé, aquilo ali é uma tecnologia marítima tremenda, não é? Então, a tecnologia está presente, tá? Eh, então, em outras palavras, o educador cristão administra esses recursos, né?
Aí, como a importância de um homem conectado com Deus, né, piedoso, e caminha na maturidade crescendo em direção a Cristo, ele vai passar a olhar com piedade, com coração contrito, quebrantado, ciente, consciente da sua limitação por conta da queda, tá? E ele vai administrar esses recursos com sabedoria e para a glória de Deus e visando um bem proveitoso que é o aprendizado, é a transformação do outro, tá? Então o educador ele precisa cuidar desses recursos para o serviço e paraa glória de Deus.
Então fazer, por exemplo, usar aplicativos que possam reforçar o aprendizado de passagens bíblicas, né? unir aí a tecnologia com aprendizado, né, projetos criativos que possam unir a história, cultura, fé. Então, eh são exemplos importantes para trabalhar a a tecnologia dentro da educação.
Riscos e oportunidades, né? É innegável que o uso de smartphones, de redes sociais, né, pode distrair alunos. Certamente, eh, nas escolas foram proibidas, né, eh o uso de de celular em sala de aula, eh mas pode também eh fomentar superficialidade na pesquisa, né, eh, pesquisas rasas já prontas, né, e até mesmo abrir portas para bullying, né, cyber bullying chamado.
E, entretanto, em contrapartida, plataformas de leituras bíblicas online, aplicativos de estudos, tem muita coisa boa. E aquela coisa, né, tem e a arte da guerra, né, é um autor da arte da guerra, se você não pode com o inimigo, una-se a ele, né? Então, é melhor, ao invés de abolir, você aprender e usar isso a seu favor, né?
Então essa é o a grande sacada de a gente eh poder usar a nosso favor a tecnologia, principalmente se tratando de jovens, né, conectados aí esse mundo digital, esse mundo tecnológico. Então, há um campo vasto de oportunidades, eh, mas tem riscos, todo tem todos eles têm riscos e oportunidades que o educador cristão pode, com muita sabedoria, equilíbrio, né, trazer aí e ao seu favor, promovendo a educação, ajudando no processo formativo, tá? eh iniciativas, né, bem planejadas de uso de tecnologia em aulas de religião ou de história bíblica, eh, vão resultar podem resultar em maior engajamento, a retenção de conteúdo, eh, para jovens principalmente, né?
Então, eh essa questão virtual pode com os jovens trazer benefícios e agregar e muito, né? Então, a tecnologia sem uma base sólida de valores pode alimentar, aí tem os riscos, né? Um individualismo egoísta, manipulação em massa.
Então, o educador cristão precisa se esforçar para trabalhar bem, com muita sabedoria e usar ao teu favor a as plataformas digitais no ensino, na educação, a educação inclusiva e a diversidade, né? Outro desafio contemporâneo é a demanda crescente por uma educação inclusiva, né, que valorize a diversidade de necessidades, culturas e modos de aprendizagem, né? Nós temos essa educação inclusiva ou especial também eh nas escolas, um número muito crescente dos THs e das pessoas com dificuldades eh de vários níveis, né?
E estão inseridas nos contextos das escolas. e o professor, né, educador, eu sou um educador do ensino fundamental e tem tido esse desafio, né, de de lidar com esse grupo de alunos que têm demandas, dificuldades e a gente precisa se esforçar para manter eh a igualdade, né, a inclusão em esse aspecto da igualdade, não criar separações, né, diferenças, né, é inclusiva, né, por isso vai valorizando Então, esse vários modos de aprendizado. Então, nesse aspecto, a abordagem cristã oferece um forte respaldo, pois se funda na convicção de que todos os seres humanos, sem nenhuma exceção, foram criados.
Eles portam Deus, né? Então, por isso são dignos de respeito e de amor todos eles. Então, a gente precisa, por mais complexo que seja, talvez esteja no setor público com alunos completamente rebeldes, eles portam semelhança de Deus.
pecado, né, distorceu, o pecado bagunçou, mas precisamos olhar eh com caráter redentivo, né, de de que ali há eh alguém que porta imagem e semelhança de Deus. Então, a sala de aula ela pode se converter nesse desenvolvimento acolhedor eh em meio à diversidade, né? Então, eh, o aluno pode ser visto como um ser único, capaz de contribuir também para a sociedade, para o bem comum.
Quais são os princípios que regulam a inclusão e a equidade, né? Para o educador cristão, promover a inclusão significa atentar-se a às variadas dificuldades, né? Sejam elas físicas, né?
se algum aluno tem limitações físicas, por exemplo, eu eu tive uma aluna eh que ela era cega, então, as demandas pedagógicas foram influenciadas, porque vou dar um exemplo a vocês. Eu passei um vídeo educacional eh do qual ele era estava em inglês e era legendado. Então ela, como ela não sabia inglês, ela não teve acesso ao conteúdo, porque para ela era estranho o ouvido e ela não podia ler a legenda.
Então aí que entra o trabalho do educador. Que que eu fiz? peguei aquele vídeo e dublei aquele vídeo, coloquei a minha voz, dublei aquele vídeo para que eu pudesse incluir aquela limitação física daquela minha aluna, incluí-la eh na aula e nos processos educativos, né?
O fato dela estar na na classe, né, de ensino superior ali, no caso, eh já era um fator inclusivo, né? uma pessoa com deficiência visual, né, e estava ali participando conosco, né? Então, adaptação de provas, adaptação de trabalhos, adaptação eh digital aí, né, tecnológica.
Então, tudo isso, a gente tem que atentar para essas várias dificuldades e fazer de tudo para que aquela pessoa não fique excluída, não é? Ou cognitivos, né, questões mais mentais, né? hoje, como eu disse, uma série de dificuldades nessa área.
Então, é necessário o professor entender a dificuldade de cada um e às vezes descer um pouco o padrão com aquela pessoa, trabalhar às vezes especificamente com ela, entendendo a dinâmica de aprendizado daquela pessoa, é um grande desafio ou limitações e dificuldades emocionais, né, que os alunos possam estar enfrentando. Então, uma prática pedagógica inclusiva não se resume a cumprir as leis e diretrizes governamentais, né, mas expressar na prática, né, o mandamento bíblico de amar o próximo, né, de olhar o outro porta imagem e semelhança de Deus e servir, eu me esforçar, me se deixar gastar para que o outro possa crescer, para que o outro possa evoluir, para que o outro possa ser amado, se sinta amado ao ao ser favorecido com a educação, né, de com excelência paraa glória de Deus. Então, oferecer recursos de acessibilidade, adaptação de materiais, já disse isso, rever estratégias de avaliação, por exemplo, como é que eu ia fazer com essa aluna que tinha essa deficiência visual, né?
Eu precisava rever avaliação porque não poderia ser avaliação como os outros, né? Então fiz uma avaliação oral com ela, né? Então tem você precisa pensar sempre para não deixar ela excluída de nenhuma das etapas da do processo educacional, né?
Então eh é é vai além eh do do da prática ali da sala de aula. É uma questão de amor, né? uma questão de aplicabilidade do ensinamento de Jesus, né, de amar ao próximo como a nós mesmos.
Então, a verdadeira aprendizagem ocorre quando o professor percebe a as diferenças individuais e, em vez de nivelá-las, trabalha para que cada aluno flores nos dons e habilidades que Deus lhes concedeu. Então, essa abordagem pressupõe a crença de que cada estudante tem potencial para desenvolver suas capacidades, desde que receba um acompanhamento adequado. está o desafio do professor nessa esfera, né?
Por exemplo, preparar resumos em fontes maiores para alunos que talvez tenha baixa visão, eh gravação de aula para alunos com dificuldade de escrita, cultivar o ambiente eh eh que para lidar com as questões emocionais. Ou seja, tem vários exemplos, eu já dei alguns aqui, eh, de forma de adaptação, de forma de incluir aqueles que têm alguma deficiência, algumas dificuldades para, eh, de acordo com os demais, né, e a gente poder então trazer a educação para todos, né? Então isso é muito importante.
Lidando agora com a questão da diversidade cultural, né? Então, no mundo globalizado, eh, por exemplo, do Betel brasileiro, nós temos alunos, porque em João Pessoa, que é, eh, modelo internato, né? No modelo internato, nós temos pessoas de várias nacionalidades.
Nós temos, eh, atualmente temos alunos da Venezuela, temos alunos, vários alunos da África, temos um aluno espanhol, já tivemos aluno da da França, ou seja, nós temos uma diversidade eh étnica cultural, né? no mundo globalizado, né, onde as culturas e modo de vida se cruzam, né, a sala de aula pode refletir essa pluralidade, né, tô falando só aqui no contexto da educação de seminário teológico, né, do Betel brasileiro no sistema internato de João Pessoa. Então, eh, o desafio de chegar para o aluno, e eu faço até hoje eu faço isso, eu pergunto, eh, eu estou falando muito rápido.
E uma aluna disse para mim, venezuelana, disse: "É, professor, não estou entendendo porque tá muito rápido, né? Então, eh, a diversidade tem os seus problemas, né? Isso volta ao ponto anterior de limitações de entendimento, né?
Por conta dessa variedade cultural. E o professor precisa est atento também para ajudar, né? é sempre visando ah o crescimento, o desenvolvimento e o cumprimento do papel, né, de educador, né, educar.
Então, para muitos educadores, a diversidade cultural ou religiosa, né, pode parecer desafiadora, mas ao mesmo tempo traz oportunidades para exercitar, né, essa hospitalidade, a humildade, a gente recebe e acolhe essas pessoas de diversas nações, né, diversas culturas diferentes, né? Então, ao colhermos pessoas diferentes contextos, testemunhamos que a fé cristã, ela não é de um povo só, não é exclusivista. Mas ela é aberta, ela é inclusiva nesse sentido a todos que buscam conhecer a verdade, né?
Esse acolhimento, entretanto, não significa a relativização da fé ou abertura eh da fé para todos, né? Mas demonstrar o amor, né, sem compactar compactuar de erros, né, culturais. Então, preservando sempre a palavra, a convicção de que a palavra de Deus permanece como referência eh inabalável, né?
Então, a prática pedagógica pode eh trabalhar essas questões e estar atentas eh estar atento a a a como lidar, respeitar, acolher essa diversidade de cultura, de cosmovisão e, claro, eh, sempre visando o bem comum. Encerrando, fechando com uma aplicação prática eh de inclusão para o educador cristão, uma saída prática é promover, inclusive aulas ou assuntos, né, debates para discutir a importância do do respeito às diferenças, né, convidando talvez representantes de outras culturas. sempre é importante a gente tá promovendo o debate eh para falar sobre essa questão da inclusão, né, de do respeito, né, a postura, eh, que não invalida a identidade cristã, mas confirma o princípio de honrar a dignidade humana e a liberdade do outro ao mesmo tempo, tá?
Então, valorizando aí a tanto a inclusão, mas sem perder a essência, sem negociar valores fundamentais e universais da palavra de Deus, da cosmovisão cristã. Que Deus vos abençoe e até a próxima.