me chamo Jéssica conheci meu marido aos 22 anos de idade Ele é empresário muito bem-sucedido e vivemos uma vida confortável e feliz ele tem 15 anos a mais que eu e confesso que amo a vida que ele me propicia onde minha única preocupação é cuidar de mim o que faço com prazer assim tenho um corpo muito bonito cabelos longos e sempre ando muito bem vestida Roberto meu marido com exceção de quando está viajando a trabalho o que sempre ocorre tem muito apetite por mim e estamos sempre nos amando onde tivemos oportunidade desde o início de
nosso relacionamento ele quando está me amando sempre me provocava falando coisas cabais em meus ouvidos e igualmente fazia com que eu as dissesse também que concordasse com cada uma delas e que dese mais liga indo mais longe e mais longe até o ápice sempre preenchi as conversas com muitos detalhes para nosso amor ficar bem texturizado até não aguentarmos mais e explodir De euforia a ponto de precisarmos ficar deitados Por umas meia hora respirando bastante para superar a descarga de júbilo no início acredito assim como toda mulher com a educação padrão de uma mulher estranhei não
achei que ele fosse homem de me dar liberdade de dizer essas coisas mas estávamos numa fase que já era impossível nos entrelaços Sem essas conversas há uns dias estvamos em contato com ele por baixo de mim me apreciava com gosto e quando sua boca não estava ocupada perguntava quem de todos os homens que já haviam se banquete com minhas peças de cima tinha saboreado da melhor forma qual tinha feito melhor e a resposta para essa eu já tinha na ponta da língua por nunca esquecer do dia que um amiguinho da academia me colocou para chorar
só com a boca no banco de trás do carro eu estava ainda toda vestida o suor seco no corpo com bastante gosto de mulher preso nas partes desejadas e esse amiguinho por me cobiçar há muito tempo fez um trabalho excelente me limpando todinha com seu músculo molhado como se estivesse com fome depois do trabalho feito ficou com meu sabor tatuado na língua até chegar em casa minha mente mergulhava novamente nessa lembrança ainda bem viva ao mesmo tempo em que as palavras saíam de mim o cajado do meu amorzinho estava chutando com raiva enervado e vermelho
dei uns beijinhos no rosto dele dizendo que foi beb ele ficou Manhoso e pediu para eu continuar contando essa história ele bem que já sabia mas eu nunca tinha contado com detalhes e por ser um marido bem mansinho e por adorar saber das minhas aventuras resolvi voltar à história mas antes Claro para não ser tão malvada coloquei a mão no contato dele para não ficar dolorido e fiz carinho bem levinho relando brincando com a sensibilidade dele passando um pouco da unha ou as costas da mão para não ter perigo de explodir antes que eu terminasse
dessa forma carinhosa continuei falando o amigo Deixou o carro encostado atrás da Academia nesse dia eu tinha malhado direitinho e como de costume estava só com as roupas normais sem as roupas de baixo o que me deixava bem Evidente para quem gostava acabava sendo uma ajuda mútua os homens me faziam bem por olharem com muita vontade sem esconder e eu os agradava com a visão que tinham fazia questão de malhar os glúteos virada para eles pois provavelmente seus treinos acabavam ficando bem intensos e concentrados todo mundo saía ganhando o amigo que me provou em seu
carro estava malhando bem pertinho de mim ele Sempre puxava assunto comigo e era o menos idiota do bando testosterona era o único que não tinha os papos manjados as perguntas de sempre e o que mais demorou para pedir meu número talvez por isso que eu o tenha presenteado com minha saborosa carne naquele mesmo dia em seu carro sorte a dele por naquela segunda eu estar subindo pelas paredes tinha acordado grit and pela casa que queria e queria um nervo não estava conseguindo fazer nada direito por minha mente só conseguir pensar em uma boca gulosa me
colocando no lugar e depois um toco me laceando esse amiguinho tinha vindo na hora certa depois do treino descemos as escadas da academia acompanhei ele até o carro e aceitei quando ofereceu carona sentei no banco de trás para não ficar tão oferecida mas obviamente que fiquei venenos estigando ele lá de trás deixando minhas balinhas escaparem do Topper fingindo que não estava percebendo ele ficava conversando normal mas toda hora ajeitava o retrovisor e em alguns momentos soltava umas coisas inaudíveis que imaginava serem desabafos do tipo que delícia era uma pena eu morar tão perto não tinha
dado nem CCO minutos Nós já tínhamos chegado ele como um bom gentleman saiu primeiro e foi abrir a porta traseira para dama que aproveitou os vidros fums fechados e o tempo que ele levou para dar a volta no carro e abrir a porta TR abaixar a leg e deixar meu pêssego esbelto bem mostrado para quando ele abrisse a porta e ainda fiquei olhando para saber sua reação Ah quando ele abriu a porta parecia que ia morrer seu sangue deve ter gelado imagino depois de hesitar por uns 3 segundos afundou a cara entre minha maciez bem
no salmão deixando a ponta da língua durinha e espremendo até onde não conseguia mais escancarava bem a boca pros dentes não atrapalharem tanto e depois fazia um movimento de ida e volta meu Deus como isso era bom como eu merecia aquilo era a sensação de uma recompensa abaixo do meu anel meu corte Rosa suava quase pingando chegou a fazer um fiozinho que grudou na coxa o amiguinho usava as duas mãos para conseguir sentir o sabor da amiguinha de academia dele pela fome que estava tenho certeza que já tinha pensado em mim dezenas de vezes antes
de dormir eu adoro homenagem de homens e incentivo meu marido a mandar fotos minhas sem querer pros amigos dele essa brincadeira me deixa maluca fico louca para ele convidar esse amigo para poder olhar a cara dele de quem sabe como eu sou por debaixo a essa altura do meu relato eu já estava apertando câmbio do meu homem com mais intensidade ele estava totalmente refém respirava sem controle desesperado e eu com muita sabedoria controlava seu júbilo na mão direita enforcava com indicador e polegar para h ver arfar e perder para mim calma meu bebê disse ainda
não acabei vai querer ou não saber o estado que sua esposa ficou naquele carro ele ficou tão maluco que só disse tira tira totalmente alterado tirei a mão o mais rápido que pude não podia deixar minha diversão escorrer e sujar todo o sofá eu tinha que ser mais cautelosa com aquele mangual então resolvi descer a mão pra costura para deixar a peça relaxar um pouco e Voltei pro meu relato Depois de ficar com a flor desabrochada meio que fazendo bico pro menino já toda conhecida e limpa tirei toda leg tênis e tudo e mandei que
sentasse no banco ele veio prontamente se ajeitou e esperou meu encalço passei as pernas por cima dele e simplesmente escorreguei deixando o martelo entrar como uma espada entra na bainha era quase como se nunca tivesse saído de lá entrou como se aquela fosse a casinha dele que ódio cheguei a gritar os vizinhos não ficavam muito perto da minha casa então não liguei inclusive foi só um grito não foi daqueles contínuos que fica claro o que a pessoa está fazendo Foi só um grito que saiu sem que eu controlasse ainda bem que eu não tinha malhado
pernas nesse dia pois precisei usar bastante naquele Banco de Trás o macho ficou com Ariete para cima e eu só ensacolar balançar e o barulhinho molhado me deixar fraquinha de satisfação ai estava muito bom aquilo apaziguar sem compromisso a Bengala era só um pouquinho curvada o que não atrapalhava em nada meu caminho de subida e descida sem pele inchada eu estava bem empenhada em tirar o máximo daquele momento aquele novinho fartou suas mãos com minha melhor parte e me deu um leve apoio n subidas ele parecia estar gostando do movimento usava a força dos braços
para regular minhas cavadas para quem sabe ele cementar aquela terra será que estava nessa intenção eu parei um pouco e comecei a fazer movimentos com o ventre fortes e precisos rápidos e nefastos deixando sua cara velada com meu busto macio e aveludado aquilo tudo fazia parte do banquete e ele sabiamente aproveitou como isso tudo quase fez ele perder resolvemos ir pro lado de fora eu fiquei descalça mesmo com os pezinhos empinados pisando na calçada sentindo a brisa fria me arrepiar e o laço quente me ferver as mãos por sobre as portas abertas recebendo a lenha
do austero garoto que concentrava suas machadadas bem no centro em um ritmo constante sem perder segurando a camisa para não tampar a visão então coloquei o tronco para dentro do carro para ficar em posição de super vulnerabilidade para quem sabe ele terminar aquilo tudo me lavando com a semente pura da sua fábrica fiquei bem para cima para provocar tocar bastante e depois de umas poucas pancadas veio ele com o mel espalhando e segurando os arquejo jogando por toda minhas costas e pandeiro me deixando do jeito que eu queria estar quando acordei aquela manhã o amigo
terminou assim meu relato terminou assim parecia que ele estava preso era muita coisa mesmo não parava de sair seus dedos dos pés se contorcer todo e ele não conseguiu quieto enquanto minha mão ainda estivesse em seu cilindro adoro ver ele daquele jeito fico toda apaixonada depois de uma dessas ele provavelmente dormiria por umas 3 horas