olá então hoje nós vamos falar a segunda parte da aula dos aspectos moleculares dos fármacos sobre nosso organismo nós vamos falar sobre quem são os alvos da proteína g sobre receptores de proteína quinase e também sobre receptores nucleares vamos lá então é bom então só relembrando a passada os receptores acoplados a proteína de agenda da seguinte forma uma bonita se liga a um receptor e ele muda sua conformação interna da terceira alça entre o celular essa mudança de conformação atrai a proteína jequié difusividade sobre a membrana celular a proteína g ninguém era se liga a
um receptor ea oposição alpha da proteína de troca ou nucleotídeo buzina de fosfato para uma usina trifosfato isso ativa e elas e para a sua parte beta gama da parte alfa ambas porções migram também pela membrana celular em busca de um álbum que pode ser uma enzima um canal iônico como nós vamos ver mais para frente após ligará o um alvo a proteína g a porção alfa da proteína g troca é novamente o seu nucleotídeo 11 na tri e volta ao estado de oruro senad fosfato e isso inativa proteína fazendo com que ela mim ele
de volta pela membrana encontre com a porção beta gama voltando ao seu estado de repouso então isso só para recordar os eventos da aula passada bom e quem são os alvos da proteína g são algumas enzimas que estão presentes na membrana celular e vão produzir a partir da sua ativação um segundo mensageiro podendo ser então ademilar ciclagem cujo segundo mensageiro produzido é o mp cíclico ou foi quase seco segundo os mensageiros são o trunfo o fato de nos visitou e 3 e o dia simples e on também nós temos um outro ao que são os
canais e ônibus particularmente os canais de cálcio e potássio e também algumas proteínas que nazis aqui um exemplo do sistema ademilar doce classe m psíquico quando agonia se liga ao receptor esse receptor ativa proteína g que ativa a ademilar reciclagem nesse caso não proteína g estimular tório porque nós temos também como nós vimos nova passada as proteínas diz que são inibitória celas e me bem o alvo bom no caso dessa estimular tório agonista era uma molécula de dna lina e o receptor estimular tório era um meta adrenérgico estimulará de millar se quase nós teremos então
a formação de uma mp cíclico cuja função principal é ativar uma proteína quinase c a proteína quinase c ativa vai atuar sobre itagí ativando é cesinha e aumentando portanto a quebra de ácidos graxos em a depósitos vai em ativar a glicogênio sintase diminuindo a conversão de glicose embicou gênio e vai ativar as furiosas que nazis que por sua vez ativa possível aceder e possui 12 a que por sua vez estimula quebra de glicogênio em glicose um forçado todos esses eventos coordenados tem um objetivo de permitir é suplementar é de energia glicose para a contração muscular
no caso da interação da adrenalina por mais o mp se fico como segundo mensageiro também desempenha outras funções da célula através da ativação da proteína quinase como por exemplo é estimular a divisão ea diferenciação celular atua sobre os transportes de 1 os canais iônicos e também nativo algumas proteínas contratuais como por exemplo a usina de cadeia leve presente na musculatura lisa relaxando essa musculatura nome agora o sistema de lado se cláudia mt cíclico quando a proteína g ao invés de estimular tória em vitória então quando ocorre a ligação da molécula por esta via nós teremos
a diminuição da formação do mp cíclico entre celular e consequentemente outros tipos de efeitos celulares os receptores e se liga na genitália são receptores por exemplo em m 2 nos carinhos do coração receptor alfa adrenérgico alfa-2 do músculo liso e os receptores opióides e quais serão os efeitos celulares bom no coração diminuição de ny diminui a atividade cardíaca bom nos receptores alfa adrenérgicos do músculo liso ocorre a dilatação dos vasos sanguíneos e relaxamento do tejo e e nos receptores opióides nós temos uma diminuição da excitação da célula nervosa para efeito de curiosidade nós temos alguns
agentes utilizados em laboratório que atinjam diretamente esse sistema a dengue lapse quase e é específico sem que necessite da ligação de uma molécula na proteína g de proteína g ativar a adene nato se quase quem são esses agentes por exemplo a força colina retirada de uma planta e uche fluoreto eles podem agir estimulando de relapse classe e portanto aumentando a concentração de e psíquico dentro da cela vejamos aqui também existem as enzimas denominadas de fósforo de esterházy que metabolizam o mp cíclico diminuindo portanto o seu concentração ministra celular alguns fármacos alguns medicamentos podem agir sobre
a foto de esperado e também quando você deseja aumentar a quantidade de mps clico no interior da célula então estes agentes e inibem as fotos de espirais como por exemplo nós temos a classe de fármacos transmitiu xantinas como teofilina até o fina por exemplo é utilizada no tratamento de asma relaxando a musculatura lisa dos brancos porque porque ela aumenta a quantidade de mps clínico entre o celular quando inibe após roadster ásia bom e agora nós vamos ver o cinco do fatídico 11 top que é um fosfolipídios presente na membrana celular nesse caso o receptor de
proteína g ativa pretende estimular tória que estimula fosse foi quase cbt após solicitar zi acha sobre molécula de difosfato fosse atingiu 12 tom o ip2 quebrando essa molécula ngf glicerol que é um segundo mensageiro em mp3 ou trifosfato de adenosina top que é um outro segundo mensageiro o da guia silvy cerol atua sobre proteínas que nazis essas proteínas por sua vez ativa a fosforilação de outras enzimas no meio entre o celular resultando nos mais diversos efeitos de resposta celular já o ip3 atua sobre as reservas de cálcio que tem um meio intracelular como por exemplo
no retículo sarcoplasmático e quanto esse cálcio é liberado ocorre por exemplo a contração muscular outros efeitos que podem ocorrer é secreção celular a ativação de enzimas ea hiper polarização da membrana celular pela própria saída do cálcio para mim temos também uma outra condição em 33 ganha mais um átomo de fosfato e se transforma np quadro tetra fosfato de inusitado o ip4 ainda tem uma função um pouco desconhecido mas acredita-se que ele age na membrana celular regulando também as reservas de cálcio entre o celular ou seja ele permite a entrada do cálcio para dentro da serra
bom e após atuar o dag e o ip3 com seus efeitos celulares eles sejam metabolizadas por algumas enzimas o trunfo o fato de nos visitou seria metabolizado pela força tarefa e que retirarmos de fosfato da molécula transformando e em atenas e 9 tom já a proteína que nasce metabolizar dag adicionando o átomo de fosfato e transformando em ácido fosfático ambos unidos serão convertidos na molécula de fuzil atingiu inositol que após passar por uma capitalização pela enzima que na volta ao seu estado dedicou os factos fatídica no top sendo regenerado na membrana celular vou mudar ainda
pode agir sobre a força de paz é 2 esse plano da produção do ácido araquidônico o ácido araquidônico dentro da célula vai ser metabolizado por algumas enzimas por exemplo as 'coffee gênese 2 ou a hipóxia geneve produzindo mediadores químicos que atuam tanto constitutivamente como também na resposta inflamatória nós temos também os canais eletrônicos como alvos da proteína g nesse caso a não há a produção de um segundo mensageiro para ocorrer a resposta celular como em específico ip3 idade nesse caso o agonista se liga a um receptor de proteína g o receptor ativa proteína e ativa
diretamente o canal único isso ocorre por exemplo no canal de potássio presente no coração quando a proteína g é ativada pelo receptor uns carinho dessa colina ela se liga o canal de potássio permitindo a saída do potássio da célula cardíaca isso causa hiper polarização da célula muscular e diminui a atividade elétrica bom e algumas considerações algumas curiosidades sobre os receptores de proteínas esses setores podem sofrer uma mutação na sua terceira alça entre o celular na mutação gênica e essa alteração causa uma alteração na via de transmissão entre receptor agem por exemplo um receptor de proteínas
de entrada em lapse quase quando agonistas i liga nós esperamos que o efeito seja ativação da enzima de lapse clase ea produção de um específico entretanto se ocorrer alguma alteração neste receptor na terceira aos entre o celular desse receptor ele pode se guiar por exemplo uma proteína g que se liga à dengue lado se quase eo segundo os mensageiros produzidos serão ip3 edag portanto os efeitos celulares serão diferentes daqueles efeitos esperados então não adianta eu administrar um agonista para o efeito celular mediado por mp cíclico quando ocorre uma mutação nessa alça do receptor uma outra
consideração sobre o receptor é sua de sensibilização que pode ser curta quando ele apenas foi leiloado por uma proteína quinase específica ou pode ser uma de sensibilização forte por ou prolongada quando ele é fofo foi revelado por uma proteína que nada que nós chamamos de grk essa proteína faz uma sopa força da legislação diferente das proteínas que nada se não específicas a proteína quinase reais e quando a proteína quinase gk fosse faria o receptor ela cria um sítio de ligação para a regina que é uma proteína que se a copa ao setor criando um complexo
a regina esse receptor e criando um alvo para a célula em do sitar esse receptor então além de ocorrer a perda de acoplamento da proteína gene receptor ele induz estado e degenerado pela célula portanto esse tipo de sensibilização a qual nós chamamos de homóloga porque ela especifica apenas para os setores que estão ativados ela é mais forte e de longa duração bom outra consideração é que o setor de proteína g podem sofrer de generalização de forma convencional os receptores são monômeros por exemplo receptor capa eo executor beta ambos receptores de opióides eles sozinhos gera um
tipo de resposta celular entretanto eles também se encontrará encontrados unidos então formando um dia e meio um é ter o dinheiro porque eles são diferentes e quando eles estão unidos e se ligam ao bonita e gera uma outra resposta farmacológica diferente da resposta que era esperada bom e para complicar ainda mais a vida de um farmacologia existem as proteínas que são modificadoras da atividade do receptor conhecidas pela sigla ramp essas são proteínas membrana que se associam receptor e muda uma especificidade do receptor por uma molécula agonista então este autor em 1998 e verificou que quando
estava ligada a uma determinada proteína modificadora da atividade do setor a qual ele chamou de campeões ela tinha especificidade para um tipo de agonia quando se ligava uma outra proteína a qual ele chamou de amp 2 esse receptor criava uma afinidade por exemplo para a grelha botulínica é um outro tipo de agonia então as proteínas as gangues que modificam a atividade dos receptores elas vão se associando e conforme o tipo de associação esse receptor vai mudando a sua especificidade então uma última consideração sobre os receptores de proteínas gene é que eles podem fazer uma sinalização
independente da proteína g ora mesmo porque então eles são chamados de receptores de proteínas gente porque essas moléculas tem uma estrutura muito parecida ou seja a mesma estrutura que atravessa sete vezes a membrana do receptor de proteína g entretando eles ligam diretamente ao alvo que pode ser um canal iônico ou pode ser por exemplo uma proteína quinase jéca que aquela proteína que nós vimos que fazem de sensibilização dos receptores fazendo sua força relação entre tanto nessa via o receptor ele pode seguir e se ligar à regina sendo depois em do citado pela célula ou ele
pode também após se ferir lado sempre como um sítio de ligação para moléculas que fazem trânsito são de sinal e eles vão agir de forma semelhante aos setores ligados à proteína quinase então o assunto da nossa próxima aula serão os receptores ligados à proteína quinase e os receptores nucleares eu espero você até mais