Ordenhamos 2400 vacas, praticamente em 6 horas de ordenha. Hoje estamos aí na casa dos 100.000 L de leite, uma média de 43 L por vaca a dia. Nós devemos passar aí dos 36 a 37 milhões de litros produzido aqui na Colorado. Vamos manter a média acima de 100.000 1000 L média dia ano. Aqui na fazenda Colorado, como vocês podem ver, todo o nosso sistema de refrigeração das vacas é um cross ventilation com 2400 vacas em ordem Aproximadamente. Aí vai chegar a 115.000 1000 L de leite no pico. Então eram três tratos. Hoje já são seis
tratos por dia para esses lotes de mais alta produção. Em seguida, nós soltamos uma onda gigante de água, mais ou menos de 15 a 20 cm, e essa onda lava o piso e ele fica extremamente limpo e seco. A safra nós vamos finalizar em torno de é dia 15 de abril para depois o começar o planejamento da da colheita da safrinha. Apertando ali na compactação, Né? é uma lona de boa qualidade e pra gente ter um bom resultado no momento. O pessoal luta aí para ter um erro de 2% e 3% seria um bom número,
2% seria um bom número. Eu falo que eu tenho a melhor equipe do mundo, porque nós trabalhamos aqui com um acerto mais ou menos de 99.8, 99.7. Hoje nós estamos vazando em torno de uns 50, 60.000 1 L de leite, garrafa. O Gessé mandou avisar que não vai mais fazer vídeos. Por que você não se Inscreveu no canal da Santa Fé? Então inscreva-se agora e ele continuará gravando em fazendas ao redor do mundo. Sejam todos bem-vindos ao canal da Santa Fé Agrointituto aqui no YouTube. Hoje eu estou na Fazenda Colorado com o Sérgio, que é
o diretor da fazenda, e também com o Gustavo, que é o coordenador da da alimentação. Esse vídeo a gente vai mostrar todos os processos dentro da empresa e também a parte do laticínio. Eu espero que vocês gostem muito desse Vídeo, se inscrevam no nosso canal, deixe seu like, deixe um comentário e sejam bem-vindos à Fazenda Colorado. Bom, nós estamos aqui na fazenda Colorado, em Araras, eh, da marca de leite Xandô, eh, em São Paulo. Estamos aqui na sala de ordenha, é um carrossel, são 72 postos, ordenhamos 2400 vacas, praticamente em 6 horas de ordenha. Hoje
estamos aí na casa dos 100.000 1000 L de leite, uma média de 43 L por vaca a dia. Eh, trabalhamos aqui com cinco pessoas. Em todo turno nós trabalhamos com cinco pessoas, sendo que essas pessoas estão divididas em quem busca os lotes são as pessoas que fazem o prédip. Depois tem uma pessoa que seca e prepara esse teto para receber a teteira. Essa é a segunda pessoa no carrossel. Então, uma faz o pré-dip, a outra faz a secagem. do teto. A outra coloca o equipamento que conforme as vacas vão sendo ordenhadas e vocês vão ver
o carrossel rodando, nós Temos uma pessoa aqui no final que checa o final dessa ordenha e faz a aplicação do pósdep, né? Ordenhamos, ordenhamos 2400 vacas. Esse leite todo é enviado pro nosso laticínio, que fica aqui ao lado, e nós temos a marca própria do nosso leite. Isso é um pouco da nossa rotina aqui no carrossel. que fica ao lado do nosso latico. Aqui na sala de ordenha, eh, como é que nós fazemos os treinamentos? Nós temos reuniões semanais, reuniões mensais com a nosso Time e aí nós temos o coordenador que é o Mateus, tem
um gestor que é o Mourivaldo e um gerente geral que é o Neto, que vai estar falando com vocês depois. E a gente traz os dados, os indicadores. E dessa forma nós podemos demonstrar para as pessoas como é que as coisas estão ocorrendo dentro da sala de ordenha. Seja a velocidade de ordenha, que hoje tá ordenhando praticamente 430 vacas por hora, seja a qualidade do leite, seja os índices de mastite, os Índices dela somática, a qualidade dos dos tetos das nossas vacas, toda a manutenção que a gente fez. Então, a Colorado trabalha muito forte em
colocando as pessoas em contato com as fatos que realmente estão acontecendo dentro da sala de ordem. Dessa forma, a gente tenta engajar o nosso time para que todo mundo saiba o que de fato tá acontecendo na sua área e consiga entregar o resultado. e um resultado entregue de uma forma constante, que a Grande dificuldade numa sala de ordenha é você conseguir ter rotinas que fiquem é durante os três turnos, ou seja, que as equipes estejam muito alinhadas e que a entrega final do resultado não haja uma diferença muito grande entre quem ordenha de manhã, à
tarde ou à noite. Eu não tinha falado, mas nós ordenhamos as vacas três vezes ao dia, né? Uma uma ordenha inicia às 5 da manhã, a outra à 1 da tarde, às 13, né? E a outra às 9 da noite, que é às 21. E nós temos uma Diferença muito pouca de leite produzido nessas turmas. Isso porque é feito todo um trabalho de treinamento e preparação para que a equipe seja mais homogênea possível, para que nós não tenhamos distorção muito grande, porque tem uma coisa que vaca gosta é de rotina. E rotina bem feita, você
só consegue fazer com pessoas bem treinadas, com pessoas engajadas e motivadas. Então, os nossos encontros, nosso treinamento, as nossas apresentação dos indicadores, elas Contribuem demais para que as pessoas entreguem o resultado dessa tarefa tão pesada que é a sala de ordem. 410 vacas ordenhadas por hora. Eh, é o mês, são os meses de muito parto, então são os meses onde a média costuma ser um pouco mais baixa, né? Janeiro, feiro e março e abril. Então, estamos muito feliz com o resultado desse ano, porque se nós olharmos Para abril praticamente com acima de 43 de média,
significa que a gente vai construir o melhor ano das nossas histórias aqui na Colorado. Janeiro, fevereiro e março foram os melhores anos históricos aqui. Então, acho que a gente tem tudo aí para produzir um 2025 maravilhoso, né? Com toda a ajuda nutrição, do manejo, da gestão, da reprodução, eu acho que a nós estaremos construindo aí nesse ano de 2025, sem dúvida, a maior média, maior Volume de leite produzido e da nossa história. Devemos passar aí dos 36 a 37 milhões de litros produzido aqui na Colorado. E se tudo der bem, vamos manter a média acima
de 100.000 L, média dia ano, coisa que no ano passado nós tivemos próximo, mas não chegamos a fechar os 100.000 L média media dia, né? Estamos desenhando para 2025 essa história aí. Aqui na fazenda Colorado, como vocês podem ver, todo o nosso Sistema de refrigeração das vacas é um cross ventilation. Então, a gente tem aqui um como se fosse um radiador gigante, né? Um filtro de papel e na água descer e um esse papel. E do outro lado nós temos exaustores que estão puxando o ar para que ele entre por essa comeia e no ele
entrar em contato com uma placa úmida, o ar evapora, ele usa essa água e o ar entra mais fresco para dentro do barracão. Então essa aqui é uma dinâmica que a gente consegue Entender um pouco de como a Colorado tem feito para tentar dar um pouco mais de ambiência paraos nossos animais. Não é um sistema perfeito, não é um ar condicionado. Na realidade, a gente sofre interferência da umidade relativa do ar. Quanto mais seco o ar, melhora a eficiência desse sistema. Então, quando você chegar lá em agosto, setembro, que é a época mais seca na
nossa região, é quando nós vamos ter a maior eficiência do sistema. Nós vamos chegar a ter 13ºC De diferença entre a temperatura externa e a temperatura interna. Então, a umidade relativa do ar que faz eficiência do sistema. Nós vamos entrar agora aqui pra gente ver onde que as vacas estão. Vai dar pra gente ter uma ideia melhor disso daí. Vamos lá. Bom, aqui a gente tá acompanhando o colega Flávio, que é veterinário e ele trabalha com a gente fazendo a coleta de embrião. Então, esses são os animais geneticamente top da lista da Colorado. E esses
animais são escolhidos e preparados para serem as doadoras de embriões. esses embriões, nós procuramos fazer o máximo possível de fêmea para que a gente implante nas nossas vacas. A Colorado só trabalha com receptora, são os próprios animais holandeses nossos. Então, a cada 21 dias a gente coleta em média 12, 15 vacas e 12 a 15 novilhas, eh, para que a gente possa ter a melhor genética, fazendo com que nasça fêmea, para que a gente acelere o ganho Genético dos nossos animais. Vocês podem ver o aparelho mamário dessas vacas aqui. São praticamente todas vacas de primeira
cria, né? Eh, e isso é o que a gente quer como ganho genético da nossa performance, da reprodução. Então, essa é uma ferramenta que a gente faz para melhorar o dia a dia da receita de genética da nossa fazenda. Nós vendemos animais eh para vários estados e boa parte deles é possível graças a essa capacidade de replicar a boa genética Que a gente tem nos nossos animais. Bom, pessoal, agora nós estamos aqui na parte interna do galpão, como nós falamos ali do radiador. E aqui dá pra gente ver essa parte marrom que é o radiador.
E todo o ar entra por essa parte, ele cruza entre as vacas e ele tá sendo puxado por um sistema de exaustor que fica no lado lateral. E com isso a gente tem uma brisa de vento passando aqui que faz com que nós tenhamos uma sensação térmica ainda melhor, né? Nós Temos aqui uma preocupação imensa com o bem-estar animal. Então, além da gente ter um ambiente fresco, um ambiente gostoso, arejado, nós também queremos que as camas onde as vacas deitam, a comida, que daqui a pouco nós vamos comentar com vocês, a maneira como que a
gente distribui isso, a limpeza com que as vacas são conduzidas e vocês podem perceber que os animais são muito tranquilos, né? Nós estamos passando aqui e elas se querem, se movimentam, é Muito bem manejado, né? Então assim, o cuidado que nós temos com o coxo, com o piso, com a cama, com o vento, com a luminosidade, isso vai gerando pra gente um ambiente agradável pras vacas. E esse ambiente agradável é que vai produzir de fato a média acima de 43, na pior época do ano que nós estamos passando aqui. Então, muitas vezes as pessoas me
perguntam qual que é a história por trás disso. A história é um cara apaixonado por vaca, que é o seu Lair Antônio de Souza, a família Pasete de Souza. Eu tive o prazer de vir trabalhar aqui há 31 anos atrás. Nós tirá bem poucos leite ainda, né? Lembro-me muito bem do primeiro churrasco que nós fizemos quando a gente bateu 10.000 1000 L de leite num dia e é com muita alegria que eu vi essa fazenda crescendo. Hoje nós temos aqui 90 colaboradores direto na produção de leite, com exceção do laticínio, né, que lá tem o
pessoal que invasa o leite, que transporta o leite, Eles não estão nessa operação. Mas essas 90 pessoas fazem toda a parte de agricultura, é, com exceção do plantil do milho, que é feito por uma outra equipe, toda a condução do milho, toda a área de pré-secado, toda a área de encilagem, toda a área de criação de bezerro, né? Nós não compramos animais de fora, nós somos uma propriedade livre de controle de brucelos tuberculos. Então nós não podemos comprar animais de fora. Então nós temos aqui 90 pessoas e Uma grande parte dessas pessoas, na grande maioria,
eles moram aqui na fazenda ou são filhos de pessoas que trabalham aqui. Então é muito comum você encontrar funcionários de 40 anos trabalhando na Colorado. Eu sei que isso não é comum no agronegócio, não é comum na pecuária, mas aqui nós temos vários exemplos de pessoas. Eu próprio tenho 31 anos de Colorado. Comecei aqui numa época que nós tirávamos um pouco mais de 5.000 L de leite e nós vimos dia após Dia, ano após ano, nós querendo ser cada vez melhor que nós mesmos. Nós nunca nos comparamos com os outros. Acho que talvez isso é
o grande diferencial da Colorado. Ela busca ser excelente comparando o resultado dela própria. Então assim, nós temos noção de tudo que nós precisamos fazer para melhorar. Nós sabemos onde a gente, nós queremos chegar, trabalhamos para isso. Trabalhamos com melhoramento genérico, melhoramento de conforto, melhoramento Nas dietas, que vocês vão ver no comentário do Neto e do Gustavo. Tudo isso é oportunidade. E uma fazenda de leite como essa, com 2400 vacas em ordem, aproximadamente, aí vai chegar a 115.000 1000 L de leite no pico. Eh, se faz através de uma gestão consciente, pessoas comprometida, qualidade de alimento,
ambiente controlado e uma paixão enorme pelo que a gente faz. A grande diferença está na paixão com que as pessoas fazem a sua Rotina diariamente aqui na Colorado. Isso dá para ver na aparência que os animais trabalham aqui dentro desse galpão. Olha, eu acho que a mudança mais impactante aqui foi melhorarmos a qualidade das dietas, a qualidade do material que a gente oferece pra vaca, né? Seja silá de milho, capim. Depois melhorar a ambiência onde as vacas estão. Um outro tripé, né? Eu vou falar em quatro grandes áreas. Eu falei sobre nutrição, eu falei sobre
ambiência, eu Falei agora sobre sobre essa parte de conforto. Depois eu diria que a genética foi algo impactante para nós, né? Nós só trabalhamos com holandês. Isso não significa que não é possível ter sucesso com outras raças. No nosso caso aqui, olandrês preto e branco. E por último, a parte das pessoas, né? Eu acho que essas quatro grandes pilares aí sustentam uma produção eh ao longo dos anos em em crescimento. Alimentação, ambiente, genética e gestão das pessoas, gestão da Equipe. Nós trabalhamos muito forte. Eu eu gosto de trabalhar com gente, eu vejo oportunidade nas pessoas
e essa oportunidade me fez desenvolver times que levassemse à excelência em tudo que eles fazem aqui. Então acho que hoje, seja na venda de genética ou na produção de leite, nós temos ótimos índices de venda, ótimo índice de retorno, ótimo índice de produção. Isso faz com que a gente tire do nosso hectar de produção de milho a maior possibilidade de ganho. Então, o ganho em escala é muito importante e isso fez com que a Colorado se tornasse uma uma fazenda eh bastante visitada para que as pessoas entendam como é que nós fazemos isso aqui rodar.
Não é fácil. Nós temos as nossas dificuldade. Todos nós sabemos das nossas limitações, mas nós temos consciência de que o que nós precisamos fazer para continuar crescendo um pouco a mais. Hoje nós não temos como pôr mais animais aqui dentro. Nós temos que Crescer a produtividade por animal. ou ampliar esse sistema. Ele tá hoje completo, por isso que a gente vem de genética. Hoje nós trabalhamos com areia de cava, é uma areia de barranco. Nós estamos numa região aqui muito próxima, aonde tem muita areia. Então hoje a areia que as vacas deitam é areia nova,
mas essa areia nós estamos armazenando ela para que no futuro a gente consiga devolver essa areia ou na cama das nuvilhas ou na cama das vacas. Então Hoje nós repusemos essa areia três vezes por semana. Nós damos uma organizada ali. É uma areia muito boa. Isso dá, sem dúvida, é uma das melhores camas pra vaca de leite. Muitas pessoas às vezes me indagam, não é porque areia. É porque areia pra vaca é a melhor cama que pode ter. Tem gente tendo sucesso com matéria orgânica também, mas a gente tá muito próximo de um porto de
areia aqui. É uma região muito para nós, ela tem um custo benefício e qualidade final do produto é Incomparável você pegar uma cama de areia com borracha ou outras coisas que a gente vê. Aqui tem uma imagem que é muito simples de ver, mas é importante que nós entendemos. Dá pra gente observar que tem muitas vacas na linha de coxo se alimentando, mas dá para observar que tem muita vaca deitada na cama. Isso faz toda a diferença, porque há o momento onde a vaca vai de fato produzir leite, é o momento que ela tá na
cama ali descansando, ruminando. Isso Faz uma diferença muito grande, porque é muito difícil fazer a vaca e deitar. É mais fácil fazer a vaca vir na pista se alimentar do que ela deitar. E para ela deitar lá, duas coisas são básicas. Primeiro ela tem que tá alimentada, depois a cama tem que tá agradável e fresca para ela. Então assim, acho que um grande virtude desse sistema é que o melhor local desse barracão é justamente a cama, porque lá como tem o defletor, que é essa parede em pé que nós temos, o Vento acelera em cima
da vaca. Então aquele é um ambiente onde tá mais agradável para que a vaca deita. E é fundamental porque, como vocês sabem, a vaca fica 12 horas do dia deitado, porque ela precisa descansar as pernas, os cascos, precisa ruminar. Então é fundamental que o local onde elas vão deitar esteja limpo e seco. Isso vai atrair a vaca e que o vento, a umidade relativa, à temperatura lá seja agradável. É fundamental que você olhe Pros seus animais e entenda que quem não tá se alimentando ou bebendo água esteja de fato ocupando a cama, porque é naquele
momento que nós começamos a produzir leite. Não é na hora que ela tá se alimentando, mas na hora que ela está deitada em repouso, ruminando nessas 12 horas. É aquilo que nós precisamos avaliar. ver se uma fazenda está com o seu manejo correto. Bom, falando um pouco de índices da fazenda Colorado aqui em Araras do Leite Xandô, eh um Ponto que é muito bom, a nossa célula somática, ela é na casa dos 180 de células somáticas, são 2400 vacas, né? Nós fazemos um trabalho muito grande para usar quase nada de antibiótico aqui. Mesmo na secagem
de vaca, hoje mais de 70% das vacas que secam na Colorado não usam antibiótico nenhum, só selante. Esse é um fato muito importante pra qualidade do nosso leite. E mesmo assim a gente consegue manter célula somática baixa. É, o índice de mastite é Menor que 0%. Então esse é um dado bem interessante e geralmente nós trabalhamos muito forte com vacinas e medicamos as vacas às vezes parenteral, se é uma vaca que tem uma mastite ambiental que precisa ser tratado. Não colocamos não colocamos remédio nos tetos das vacas, bisnaga. Dessa forma a gente tenta ter um
leite de melhor qualidade possível. Sobre a questão de reprodução, algo que nós precisamos melhorar ainda, né? Nossa taxa de prenez Aí na casa dos 23% é algo que nós precisamos desafiar. Nós usamos o Derp e esse é um programa americano e é interessante que as pessoas entendam que esse número que eu tô dizendo é calculado por esse programa. Então porque no Brasil existe várias maneiras de calcular. Então eu não vou entrar no detalhe, só tô dizendo de onde é que nós tiramos esse dado, que é um programa americano do Comp, que é o 305. Eh,
nós temos uma concepção aí que Oscila entre 35 e 45 no rebanho, de acordo com a época do ano, né, mostrando que nós ainda temos dificuldade na época do calor, a concepção ainda cai, isso é muito importante. A célula somática baixa, além de nós sermos produtores de leite, e aí o nosso leite lá no mercado, na marca Xandô, ele vai ter um tempo de prateleira melhor, ele vai ter uma qualidade melhor. É importante porque nós hoje sabemos que a qualidade do leite, as mastites têm uma relação muito Forte com a reprodução e nós queremos ter
o menor índice de mastite para que a gente possa melhorar os nossos índices de reprodução. Também temos aí uma taxa de nascimento de fêmea na média do rebanho de 75%. Queremos elevar esse número para 80, depois para 85. Eh, quanto menos machos nascerem para nós, vai ser melhor, porque nós vendemos genética. Isso é muito importante. E, sem dúvida, a grande volume de fêmea vem das Nuvilhas, né, que são as a as nulíparas, né, que parem praticamente todas as préas de semensexado. Já no gado de leite aqui a gente ainda é obrigado por alguma dificuldade na
reprodução de usar semen convencional para emprenhar essas vacas, né? Temos aí uma média de 2.7 lactações por vaca, 2.8. Eh, isso faz com que a gente tenha um aproveitamento bastante grande das lactações das nossas vacas, mas também é um número que nós gostaríamos de Melhorar. Nós gostaríamos de chegar a três lactações média, mas a gente não tem conseguido, né? Quem é do ramo sabe a dificuldade que é, né? Nós estamos aqui frente a um lote de primíferas, né? E esse é um lote de primíferas de leite a 2 a2, né? Aqui são multíperas também a
do A2. A Colorado trabalha com essa linha de animais com um foco no leite A2 A2 e nós estamos hoje com aproximadamente 70% dos nossos animais a 2 a2 e nós queremos chegar a 100% pra Gente não ter que ficar separando o lote. Acho que é uma demanda do mercado. Trabalhamos com sem de todas as companhias. Não temos acordo nenhum com nenhuma companhia individual. Nós somos assistido aqui pelo pessoal da alta, mas nós compramos sem de todas as outras grandes empresas, Cemex, ABS, ST e Select Sides, Lagoa. Então, acho que isso faz do nosso rebanho
um rebanho bem homogêneo, um rebanho preparado para produzir leite. Nós não participamos de Exposições, nós não parcinamos de feira porque nós não podemos tirar o animal daqui e voltar por ser uma propriedade livre. Então, a nossa grande foco aqui é saúde e produção de leite, ou seja, vida produtiva e produção de leite. E hoje começando a dar foco um pouco mais na gordura e proteína, porque nós estamos vendo uma migração do consumo de leite pra área de queijos e iogurtes. Isso faz todo sentido a gente tentar aumentar um pouco a proteína, aumentar um pouco a
Gordura do nosso dos nossos touros, né, que trazem genética para cá, já que essa é uma capacidade alta que o touro tem de passar paraas suas filhas. Essa questão do leite A2 A2 ainda é pouca conhecida, né? Essa é uma característica do próprio animal, é genética do animal. Ninguém muda o leite para dois a dois. O a vaca tem na sua genética essa e e essa performance desse desse no DNA dela, isso. E ela produz um leite e esse leite ele tem uma melhor uma melhor digestão No nosso intestino e consequentemente aquelas pessoas que às
vezes reclamam que tomam o leite fica um pouco mais eh com fermentação, esse leite tem essa capacidade. Então essa é a tal da caseína 2 a2, né? Eh, que vai formar a proteína depois. E você pode ter a um a um, a um a dois ou a dois a dois. E como é que você faz isso? Você faz através da seleção dos animais que tem na sua genética capacidade de produzir somente leite com essa caseína a do A2. Então, é Muito importante as pessoas entenderem que isso é feito uma análise genômica do animal e aí
você segrega o animal para produzir o leite a dois a do. Com isso a gente facilita para aquelas pessoas que têm, não tem nada a ver com intolerância a a a a lactose, não tem nada a ver com intolerância alguma enzima do leite. É unicamente a fácil digestão dentro do intestino da pessoa. Cuidado para que a gente não entendam coisas erradas. O que nós fazemos é comprar Touros, que só compramos touros a dois a dois. Porque quando eu tenho uma vaca aqui a um a dois e ela cruza com touro a dois a dois, a
chance da filha dessa nascer a dois a do é grande. Então há uns 3 anos atrás nós paramos de comprar touros que não sejam a dois a dois. Então uma maneira de você melhorar a sua porcentagem de animais a dois a dois é você não permitir que entram touros que não tragam o alelo, né? Que não traga esse gên do A2 A2 pra filha. Se você Cruzar com uma vaca do A2, 100% vão ser a dois A do. Se você cruzar com uma vaca a um A do, você tem 50% de chance de ser a
do A do, porque o touro vai mandar o gen A2 A2 e a vaca pode mandar o A1 ou o A2. Se agora se você tiver vacas A um, essa novilha é 100% de chance que ela não vai ser a dois a dois. Então assim, é, você vai tendo que fazer toda uma triagem aí, não é? É porque a mãe manda, ela manda um dos gens, né? Então ela, se a vaca for a um, a um, a vaca sempre vai Mandar o a1. Então a filha dela vai ser a dois do touro, mas ela só
vai pegar o A1 da mãe. Então a filha vai ser, ela nunca vai ser a dois. A dois tem uma bezerra agora que é a um a do. Quando você cruzar essa bezerra daqui do anos com touro a dois a dois, a cria dela tem mais chance de ser a dois a dois, entendeu? Porque vai afunilando. É, é só que demora muito, né, para você fazer isso. Parte de energia aqui, a gente tá exatamente numa incógnita agora, né? Nós Temos energia solar lá na portaria, como vocês viram lá, mas hoje a energia que nós temos
na Colorada ainda é energia comprada no Mercado Livre mesmo, é energia normal da electro, da CPFL. Então assim, o grosso da energia aqui ainda, mas nós estamos agora num projeto, num desenho de um biodigestor e aí, mas nós não queremos fazer energia elétrica com esse biodigestor, nós queremos fazer biometano, nós queremos fazer combustível com esses geradores, Porque a energia para nós aqui em São Paulo, ela é menos cara do que nos outros estados. Então, não vale a pena você fazer um mega projeto de build gestor para gerar gás, para queimar o gás, para gerar um
tocar um motor, para gerar energia. Então, para nós aqui hoje, essa energia ela tem um custo bastante atrativo que nós compramos no Mercado Livre. E a ideia é a gente comprimir ele depois e vender para caminhão, para frota, para trator, Alguma coisa desse tipo também. Só que aqui nós temos que adulterar todos os motores e custa muito caro, né? Então, a princípio, talvez um caminhão ou outro, né? Mais como essa ideia de energia renovável aí, eu acho que esse é é um caminho, né? A gente tá agora nesse projeto de fechar esse build gestor aí.
que eu acho que aí isso aí tem um impacto muito grande na parte de sustentabilidade, né, na parte de de fértil irrigação. Você vê essa fazenda Tem 150 ha de área verde de para produzir capim, como o Gustavo e o Neto vai falar para vocês. E nós fazemos fértil irrigação nessas áreas. Então, tudo que a gente conseguir eh melhorar eh na qualidade desse chorume é melhor pra natureza, pro meio ambiente, pro solo, né? Então, um grande impacto que a gente vai ter é da gente ter aí um chorume, né, ou um dejeto que a gente
faz a fértil irrigação, é totalmente e aproveitado para gerar energia. Então, a Gente vai melhorar a parte de sustentabilidade, a parte de carbono, tudo isso. A Colorado hoje já trabalha com compostagem, né? Todo esse material daqui de dentro, ele é raspado, leva para uma prainha. Lá nós separamos a areia do esterco. A areia a gente vai naquele depósito que eu falei e o esterco a gente passa numa numa numa numa peneira e a parte sólida nós levamos pra compostagem e lá a gente faz toda uma preparação para fazer um Composto e esse composto volta pra
área de milho ou pras áreas das fazendas de laranja para enriquecer o solo. Então, a hora que eu seco esse composto, a parte líquida vai pra fertil irrigação e 75 a 80% dessa água, ela é reaproveitada. Então o flush que a gente faz aqui de 75 a 80% dessa água é água de reuso. Nós não usamos água limpa para fazer fértil, para fazer o flushing aqui. Nós usamos água de reúo pelo nosso comprometimento com o meio ambiente. É muito impactante Isso para nós poder discutir entre nós. Seria muito triste a gente ver uma água limpinha
lavando isso aqui num país ou num planeta que tá carecendo muito de água. E essa região que nós temos aqui, a água é escassa. Então, a gente tenta utilizar 80% da água que nós usamos para lavar o chão, é água de reuso. A água que os animais tomam é a mesma água que eu tomo, que o Gustavo toma, é a água que a gente lava o equipamento. Aí sim a água de bebida é água nobre, água Tratada, inclusive clorada, para que os animais tenham acesso à melhor fonte de água possível. Nós aqui nem gelamos, nem
aquecemos a água. Eu acho que a vaca gosta perto de 25º ali. É uma temperatura que eu acredito que é bem confortável paraas vacas tomarem aqui. O flushing, pessoal, o flushing na realidade é que nós vamos fazer. Flush é uma inundação. Eh, toda vez que essas vacas são levadas pra sala de ordenha, eh, nós tiramos o excesso de areia, de Matéria orgânica, também com a ideia de ter que gastar menos água. Então nós damos uma raspada com pneu, levamos esse material sólido até uma canaleta que tem aqui no final. Em seguida, nós soltamos uma onda
gigante de água, mais ou menos de 15 a 20 cm, e essa onda lava o piso e ele fica extremamente limpo e seco. Isso é o que a gente chama de flush. Toda essa água desce, leva esse material que tá aqui pra prainha. Esse material depois é separado entre sólidos e areia. E esse sódo é o que vai pra compostagem. E o líquido 80% a gente reaproveita e 20% a gente faz a fértil irrigação. Bom, aqui a gente tá vendo uma antena, né? Esse é um sistema de Israel do Afquim. Então é uma é uma
antena que passa os dados. Se a gente olhar nas vacas, elas têm um colar no pescoço e esse colar identifica quem é a vaca, identifica o movimento que ela tá fazendo, identifica o horário que ela ficou no coxo comendo, identifica o horário que ela ficou na Cama. E com isso nós podemos dizer, e ele também pega se a vaca tá ofegante. Com essas informações, nós podemos ter certeza se as vacas estão tendo eh conforto, porque se todas se todo esse lote tiver respirando muito ofegante, significa que a temperatura aqui tá alta. Com essa informação, nós
sabemos a hora que essa vaca vai para ordenha, nós sabemos o local que ela foi ordenhada, nós sabemos o leite que ela dá e nós conseguimos aí acompanhar para ver se Essa vaca tá fazendo uma curva legal de produção de leite, se o leite que ela tá produzindo é aquilo que a gente havia desenhado. Então a gente monitora, no final do dia sai um relatório de saúde e nós temos noção exata de que vaca caiu a sua produção ou que vaca ficou muito tempo deitada ou que vaca está em si, né? É outra coisa, né?
Esse colar é um acelerômetro e ele mede quanto tempo essas vacas tiveram andando e com isso a gente cruza para saber se ela tá em si Ou não para poder cobrir ela ou transferir um embrião. Aqui a gente tá vendo, pessoal, a colocação de areia, né, que é aquilo que a gente estava falando da qualidade da cama. E aí nós podemos ter uma ideia da qualidade da areia, né? A sua textura, a sua maciez. Eh, não tem pedra, não tem nada, ela é geladinha. Isso pra vaca faz uma diferença. Quando elas voltarem da agora, a
cama dela vai est bem feita e Elas têm condição de se alimentar e vir deitar numa cama fria, limpa e seca. Isso é que vai trazer a vaca para cá, fazendo um impacto positivo na produção de leite. Agora, nesse momento, a gente tá vendo que a comida já foi colocada, né, aguardando os animais pra hora que eles retornarem da ordenha. Nós vimos a areia sendo colocada, o trator tá ali empurrando parte dos sólidos. É, depois nós vamos fazer a lavagem disso aqui com o flush e aí nós vamos trazer os animais De volta da ordenha,
eh, para que a gente possa acessar o coxo e a cama lá. É, aqui nós estamos no bezerreiro, né? A a Colorado, ela trabalha com essas gaiolas no chão, com cama de maravha sobreposta. Eh, nós temos quatro bezerreiros separados, né? São bezerreiros que foram aproveitado, né? Aqui era uma sala de ordenha, mas ele é muito confortável porque a telha é térmica. Eh, nós trabalhamos aí com a média de nascimento de 2800 bezerras por Ano. Eh, existe um mês que tem um pico um pouco maior. Elas nascem e no primeiro dia elas ficam na maternidade, onde
elas recebem colostro. Nós tentamos dar nas duas primeiras horas de vida ali com foco na primeira hora 10% do seu peso vivo de colostro. Nós fazemos a medição da qualidade desse colostro, né? Tentamos usar ele aí acima de 25 de de bricks e tentamos dar aí é mais ou menos 4 kg, 4 L, né? Na verdade, o que a gente sonha é ter uma bezerra que esteja ganhando peso, como essa aqui do lado. Eh, para isso a gente usa 7 L de leite adensado a 14%. E esses 7 L de leite a gente começa com
seis e com 2 3 dias, assim que ela consegue ingerir todo o leite que hoje é dado no balde, a gente passa para 7 L. Esses 7 L vai até aproximadamente os 55 dias de vida. Aí nós começamos a fazer um degradê. Vamos tirando um pouco desse volume de leite de forma que a gente Baixe de sete para cinco, de cinco para três. Aí passamos para uma mamada só ao dia. De forma que lá por volta dos 80 dias essa bezerra já vai est praticamente gerindo nada de leite e consumindo 1,2, 1, kg de concentrado.
O concentrado a gente oferece a partir do primeiro dia e ele fica sempre à vontade no balde, assim como a água, né, que nós temos uma prioridade máxima de qualidade de água, água limpa, seca, né? O concentrado a Gente faz aqui também, é uma mistura de uma dieta que os nossos técnicos fazem. Com isso, a gente tem conseguido ganhar algo em torno de 900, 950 g de peso do nascimento a desmama, que ocorre ali por 80 dias. E aí elas passam para a fase de pós-desmama, aonde elas vão ser mantida apenas com concentrado e feno
por mais ou menos uns 20 dias antes da introdução de dietas com forragem eh fermentada, que seria silho e capim. Isso aqui é um pouco da nossa rotina. Nós estamos Estudando para mudar paraa mamadeira, mas no momento a rotina da colorada ainda é feita no balde. Nós desmamamos, pesamos, fazemos as vacinas, aconham, acompanhamos as discórn, tudo nessa fase inicial até os 90 dias de vida. Aqui a gente tá vendo as bezerras desmamada. E aqui dá pra gente entender um pouco da dieta, né, que eu falei que é a base de feno, feno e concentrado. Essa
é a dieta da pósdmama lá que nós Comentamos. Essas bezerras vieram para cá antes de ontem. Então é uma bezerra recém desmamado e a ideia aqui é não permitir que ela perca peso. Para isso, a gente mantém elas fechadas aqui em grupo. Nós temos a água, temos o mesmo concentrado que ela comia lá, porém aqui ele tem um pouquinho mais de fibra, eh, por causa da saúde ruminal. E elas vão formando lotes de nove animais. Eh, e eles vão ficar aqui praticamente 20 dias nessa dieta. Aí nós vamos soltando eles pros piquetes para eles terem
contato com o carrapato e a gente vai crescendo os lotes de de 9 vira 18, de 18 vira 35. Eh, e aqui já são animais nessa fase são animais que já tá começando a ter acesso ao alimento fermentado, que seria silar de mínio e o pré-secado, e aveia e cevada também, que faz parte da dieta dos nutricionistas. Vocês veem que é uma dieta já bastante diferente. Lá é muito mais seca, com muito mais fibra e aqui é muito mais Úmida. Eh, e aqui a gente já tem todos os fermentados. Então, dessa forma a gente vai
construindo o nosso ruminante. E aqui elas estão mais ou menos aqui com 120, 120, um pouco mais de dias. E elas vão mudando de lote. Aqui ocorre todas as vacinações. Dessa forma é que a Clorado vai trazendo. Ali na frente a gente vai ter um compost, que é o que completa todo esse ciclo antes dela se tornar um animal adulto. E para nós, um animal Adulto que sai da criação de bezerro, é quando elas atingem mais ou menos 11 para 12 meses de idade. Elas vão ficar aqui dentro da fazenda ainda, mas elas vão para
um outro setoronde a gente vai prepará-las aí sim para entrar na reprodução, que vai dar início aproximadamente com 13 meses de idade, com 380 kg, um pouquinho mais, um pouquinho menos. Dessa forma a gente começa todos os cí de novo. Aí a bezerrinha que a gente viu vai ficar Gestante e nós vamos tratar elas aqui dentro da fazenda, mas numa área separada pra criação, pra criação das novilhas aí, que é separado dessa área de que é criação das bezerras. Esse aqui é um bezerreiro para 200 bezerras. E aqui na frente é o composto. Nós construímos
ele há uns 5 anos. E aqui é um composto para 500 bezerras. Também usando usamos o flush para manter limpo. E aqui tem a cama. E essa cama nós utilizamos aquela gaiolinha que nós Vimos das fêmeas lá, aquele material sobreposto das bezerras novas. Ele é trazido para cá e ele é o substrato para esse compost. A diferença é que o nosso compost é aberto, né? E as bezerras t acesso aos piquetes para onde elas têm acesso à carrapata, que faz parte do plano da Colorado de trabalhar preparando esses animais, porque como nós vendemos genética, é
importante que esses animais no Brasil estejam preparados pros carrapatos. E aqui elas Vão passar mais uns três meses e vai começar um novo ciclo de reprodução, que é a parte final lá quando elas estão aí atingindo um pouco mais perto dos 11 meses. É um fato interessante falando em bem-estar animal, muitas pessoas às vezes falam assim: "Puxa, os animais são criados presos". Dá uma olhada no que tá acontecendo agora. Não tá calor, não tá chovendo, não tem sol e o piquete está aberto. Vocês podem ver na filmagem, não tem um animal no piquete, eles estão
Todos aqui. Por quê? Porque aqui com o ventilador e próximo da ave comida, tá muito mais confortável que lá. Então isso é para mostrar um pouco a ideia de bem-estar animal, que não é porque os animais têm t essa cama que isso aqui é desconfortável, muito pelo contrário, se você der oportunidade para eles, eles ainda preferem aqui. Então isso contextualiza para as pessoas que estão nos assistindo a importância da gente criar um ambiente aonde as necessidades Dos animais são contidas, que é ar de qualidade, água de qualidade, comida de qualidade e vento. Essa é a
importância. Dá para ver a pista limpa também, ou seja, o ambiente agradável. Isso aqui retrata bem o bem-estar animal, que não tem nada a ver de nós obrigarmos a elas irem pro piquete. Aquilo não é reflexo de bem-estar. Elas têm acesso ao piquete e elas ainda preferem ficar num ambiente controlado aqui dentro. Isso acontece com as vacas também. Eu sou Neto Carvalho, sou o gerente aqui de pecuária da Fazenda Colorado. E nós estamos aqui no setor de produção das vacas em lactação, né? e falar um pouco em relação a ao manejo das dietas. Hoje nós
trabalhamos com três dietas, cenas de alta produção, que são rebanhães em torno de 52 kg de média. Depois uma dieta de média, que já é uma um rebanho de torno de 42, 45 kg de leite em produção e a dieta de Pós-parto, né? Eh, basicamente todas as dietas são compostas de silagem de milho, pré-secados de tifton, cevada úmida de resíduo de cervejaria, né? Caroço de algodão, polpa cítrica, milho, farela de soja, farela de soja com alta PNDR, que é o CPES que nós usamos aqui, gordura inerte e macro e microvaminas e além de alguns aditivos
também, né? Isso é o que basicamente compõe a a dieta aqui dos animais em Produção. Uma um diferencial é no pós-parto que a gente recebe que lá tem uma alguns aditivos específicos que a gente considera, seria colina e meteorina. Então dos aditivos, talvez seja o que mais tenha diferenciação aqui em relação a esses animais. Eh, os animais são separados por produção e também por paridade, né? Então, primíparas e multíparas são separadas. Eh, manejo é feito quase que Semanal, porque hoje o volume de parte tá sendo muito grande e a gente tem um um desafio aqui
hoje de superlotação. Então, isso obriga a gente ser um pouco mais e, não diria eficiente, mas um pouco mais ágil na tomada de decisão em relação ao manejo, né? A gente acha ruim que tenha que movimentar animais, né? Quanto menos movimentar, seria melhor. A gente sabe que existe um estress social de adaptação quando você muda o animal de Um lote para outro, mas na realidade da fazenda aqui a gente não consegue evitar esse tipo de de manejo, né? É interessante que às vezes determinada época do ano problema de jejum hemorrágico, sabe? E é uma coisa
que a gente ainda não conseguiu detectar o que que é a causa, o que que é ou a consequência disso. Porque quando a gente olha escres, atividade ruminal, a própria gordura do leite, assim, os animais Estão saudáveis, pelo menos é como indicador do da do aporte nutricional, parece estar bem, mas uma das coisas que eu posso acreditar é que seja a superlotação. Então a superlotação que a gente tem aqui chega a 30%. Então isso altera o comportamento do animal, né? A oportunidade que ele vai ter de chegar no coxo para comer, ele vai aproveitar aquele
momento e comer mais rápido. Então isso pode, sem dúvida, eh, deprimir muito mais o pH, Né? Isso talvez seja uma das consequências. Outra possível consequência própria clostrídio em silagem. Às vezes a gente tem necessidade de fazer silagem em estilo de superfície. A gente sabe que mais que a gente consiga, a gente tenta manejar melhor, a gente não não consegue ser 100% eficiente, né? Eh, em relação às ocorrências de transição, a retenção é uma é uma coisa que me incomoda aqui. A gente tá Trabalhando mais no manejo. E uma das coisas que a gente detectou é
que no período da noite não tava aproximando comida. Aí a gente chegava no dia de manhã, as comidas estavam longe. Então, quer dizer, não é consumo tá baixo, a vaca não tá tendo acesso à comida, né? Então isso a gente alterou e a gente vai fechar o mês agora do mês de março para ver se foi resolvido essa essa questão, mas é uma coisa que me incomoda. Deslocamento de abomagem é bem Tranquilo aqui, é menos de 1%. Às vezes ocorre muito em função do próprio lotação, né? Então é é um desafio realmente lotação e deslocamento
de abomazo. Nem sempre é só dieta, né? próprio agrupamento também é o espaçamento de coxo pode ser bem causal de uma de um deslocamento, né? Eu acho que é basicamente isso que a gente tem mais eh questão de de sanitária, né? Casco é uma coisa que hoje a gente tem Uma uma dificuldade de manejo porque faltam pessoas, então a gente tem que retirar a pessoa do setor para cobrir outra. Então, tá ficando atrasado o preventivo. Isso é uma coisa que a gente tá remanejando alguns funcionários para tentar otimizar esse período aí de cascamento, né? Aqui
foi uma das coisas que eu que eu mudei quando eu cheguei aqui, exatamente pela superlotação. Uma estratégia que eu fiz Foi aumentar a frequência de trato, sabe? Então, eram três tratos, hoje já são seis tratos por dia para esses lotes de mais alta produção. Aqui o manejo que a gente tem adicional, né, da do vagão é a Bob Cat que tem a função de aproximar esse tráfo. Então a determinação nossa aqui é que depois de meia hora, 40 minutos que foi passada a dieta, ele volte aqui e aproxima e depois segue numa sequência aí cada
uma hora ou Visualmente, se ele vê que tá comida afastada, ele vai e aproxima a dieta. Sempre que a gente vai fazer uma formulação, a gente obviamente faz uma análise das forragens. Os concentrados, vamos dizer, o milho, soja, geralmente tem uma análise padrão. Então isso a gente faz com menos frequência. Aqui, como rebanho é grande, o consumo é alto de silagem, uma vez por semana a gente tem feito a análise da das Forragens, tanto a silagem e o pré-secado de Tiffton. o pré-secado a casa 15 dias, até porque a participação nele da dieta não é
tão grande, então a gente acredita que a variação disso daí não vai prejudicar tanto, mas o silo de milho a gente faz questão de fazer uma vez por semana, eh, que existe uma variação, geralmente o que a gente consegue, que a gente procura Observar, é teor amido, né, FDN, digestibilidade de fibra, o próprio matéria seca que a gente faz aqui de rotina, Mas também a gente considera isso no no laudo também que a gente envia pro laboratório, né? Eh, a própria o FDN indigestível em 240 horas é algo que eu sempre gosto de estar olhando
que ali para mim eh sabendo que o a limitação de consumo de FDM indigestível, né, tem em torno de 02 03, 04% do peso vivo, isso tem um certo Direcionamento para ver se aquela dieta tá adequando, que não vai limitar consumo, né? Então é um ponto que eu olho bastante também. Outra coisa, muita gente se preocupa com teor de amido, né? Mas para mim mais importante que teor amido é a digestibilidade do amido. Então, se eu tenho um amido de alta degradação, eu preciso me preocupar também com FDN fisicamente efetivo. Aí eu já passo a
olhar a correlação entre Amido fermentável e FDN efetivo, né? É que para mim faz todo sentido na questão de saúde ruinal. Então, se eu trabalho com milho úmido, eu tenho que trabalhar com determinado nível de amido fermentável. Vacas de alta produção, para mim, eu trabalho no máximo 19% de amido fermentável. De média baixa, pode trabalhar em torno de 16, 15%. Pensando em segurança também, esse é o meu limite de 19%. Uma outra coisa que me segura Aqui de trabalhar com mais amido, não amido fermentável, né, é o próprio lotação. Então isso é um desafio também.
Eh, então, por questão de manejo e de precaver alguma algum acidente aí que possa vir causar acidose, eu sou um pouco mais comedido nessa nessa questão. Hoje tenamido da dieta em torno de 27%. é o máximo que eu trabalho aqui. Eu sei que tem propriedade que a gente conseguiria chegar até 30%, mas por uma razão de bom senso eu não eu não chego até esse valor. E de novo, né, olhando sempre o amido fermentável, que para mim é mais importante. Qual que é a consequência de você extrapolar a quantidade de amido? É fermentação, né? Aí
é queda de pH e problema de acidose. Aí é depressão de gordura do leite, eh menos atividade ruminal. pode ter apesar acho que eu tenho uma certa Eh problema de casco para mim, por exemplo, para mim é uma coisa muito abrangente, não é especificamente de uma acidose. Eu acho que o animal tem que passar muito tempo em acidose para ter problema de laminite, mas num primeiro momento seria ques depressão de gordura do leite, né, e própria diarreia. Isso é o que que me preocupa de trabalhar com maior teor de anita. Lembrando que a fazenda tem
um Laticínio, né? Então ela verticaliza a produção. Entre outros tem um produto que é o creme de leite. Então é importante que tenha teor de sólidos alto, né, especialmente gordura. Então por isso a a minha preocupação em relação a isso. E essord defes para mim é um termômetro muito importante pra variação de dieta, né? Então é, acho crucial isso daí, condição corporal, é atividade ruminal, né, que a Gente quer que pelo menos 50% dos animais estejam ruminando pelo menos uma hora depois ou duas horas depois da alimentação. São indicadores que a gente trabalha quase que
diariamente. É, outra outra atenção que a gente deve ter em relação ao tamanho de partícula, né, tanto de silagem de milho quanto próprio pré-secado, que é o que a gente considera como fibra longa. Aí é tamanho de partícula, eu acho que é fundamental até pela, como a atividade ruminal, ela Depende da característica física da da fibra, então o tamanho de partícula é o que vai realmente fazer a vaca ruminar, né? Aí a gente usa como ferramenta a pen state, que a gente gostaria que na peneira superior ela tivesse de 2 a 5%, na peneira do
meio acima de 60% e depois na de baixo em torno de 50% ou menos, né? Eh, em relação a tamanho de partícula de silagem, né? Uma coisa que determina muito a gente nessa questão de definição de tamanho de corte é ter hoje Matéria seca tá sendo colhido essa forragem. Se ela tá mais seca, ela torna-se mais difícil de compactação. E uma alternativa que a gente tem para melhorar isso é aumentar o tamanho, é diminuir o tamanho de de partícula, né? Então, um exemplo, a gente teve uma safra aqui que chegou a passar do ponto, a
gente trabalhou no corte de 11 mm. Agora, isso é importante que a gente tem aqui na Colorado, a gente tem a Oportunidade de trabalhar com a segunda fonte de fibra. De repente uma propriedade que trabalha somente com silagem de milho, eu já acho que é um pouco arriscado ter problemas de de acidose, como a gente vinha falando antes, né? Porque não vai formar aquele mét ruminal que vai reduzir a taxa de degradação do do milho de outros cereais e acaba caindo direto no fundo do rumen, onde tem mais fermentação e possibilidade de Ter acidose, né?
Então esse é um cuidado que que a gente precisa ter. Eh, inicialmente assim, eu acho que o ponto ideal, né, de tamanho de partícula em silagem de milha em torno de 2,5 cm, talvez pensando num tamanho de corte com automotriz de 19 mm, desde que esteja num ponto ideal de matéria seca, né, em torno de 35%, 36 por aí. já a fibra longa em torno de 6 cm, 5 cm de tamanho de partícula, considerando pré-seercado de Título. Eh, meu nome é Gustavo, eu sou coordenador do setor de nutrição da fazenda Colorado. Eh, nós estamos aqui
no setor de produção de silagem de capim, né, o pré-secado. São em torno de 150 haar eh de produção entre Tifton e Coc Cross. Então, como que funciona, né? A gente corta esse material no campo. Esse material fica 2 horas e e um implemento eh espalha todo esse material para facilitar eh a secagem desse material. Depois de duas horas a gente vem com a leiradeira, faz as leiras, a máquina cole, né? a gente tenta eh trabalhar aí entre 38 a 42% de matéria seca, certo? Na pineira é o corte, a gente tenta trabalhar com 18
mm, 16 mm mais ou menos na pineira em torno de 20%, é próximo de 20% na pineira de cima, de 19. na de oito tentar trabalhar em torno de 60% e de 20 a 30% na pineira do fundo, né? Então nós começamos a silagem de milho aqui no mês de de janeiro, né? metade de Janeiro. Ali tivemos vários intervalos durante esse tempo. Eh, essa semana é um intervalo, então é um momento que a gente tem que aproveitar para poder eh colher o capim também, que chega muito junto. A safra nós vamos finalizar em torno de
é dia 15 de abril para depois começar o planejamento da da colheita da safrinha. Ô pessoal, e esse aqui é o camião que veio lá, que recebeu o material, né? Eles estão descarregando no silo. Hoje Nós estamos fazendo o silo aí de superfície. O ideal é a gente para cada 1 m de altura, a gente tem trabalhar 4, 5 m de largura, né? Apesar de ser um material de grande desafio, que às vezes é é um material que tem uma matéria seca mais alta, uma a parte de fibra, né, um pouquinho maior da silagem de
milho, mas a gente lida com com um desafio apertando ali na compactação, né, uma lona de boa qualidade e pra gente ter um bom resultado no momento Tiver fornecendo esse alimento pros animais. Pessoal, nós estamos aqui na maternidade, né? Eh, no caso preparto e nós trabalhamos 100% de aqui, até por questão do manejo, certo? E hoje são dois tratos diários. Eh, nós temos três, três lotes aqui nesse setor. O lote de vacas, esse lote aqui de novilhas e mais na frente o lote de Animais que estão próximo a faria. Eh, do lado da do lote
de novilhas, nós temos as baias de aparição e hoje nós trabalhamos 100% com dieta niônica nesse setor, até mesmo por questão de logística e são ofertados dois tratos diários hoje. Então, o pessoal aqui do setor eh que tá aqui o dia inteiro, são três turnos, né? Eles são responsáveis por empurrar esse trato. Então, aliviando um Pouco o trabalho ali, eles vêm imposto esse trato, estimulando os animais a consumirem. É uma fase de grande desafio, né? Aqui também é cross e com esse estímulo ali diário, a gente otimiza o consumo dos animais. Estamos aqui no no
na parte do setor de alimentação, que é um estoque, né, um galpão onde a gente guarda alguns alimentos que a gente tem um alto consumo diário até para Eh guardar bem esses alimentos, né, a gente não perder a qualidade deles. Um deles aqui é o carço. Estão gastando aí em torno de quase 6 toneladas por dia, né? É. É, no fundo ali a gente tem polpa, polpa cítrica. A gente nós começamos a fazer um estoque no ano passado e estamos caminhando pro final dele. Nós estamos próximo aí de 7 toneladas por dia de consumo, né?
Usamos esse galpão também para estoque de feno. Eh, as bolas de feno, algumas eh Nós produzimos na fazenda, as outras a gente compra, né? casquinha de de casquinha de soja que a gente usa na ração das bezerras e guardamos alguns implementos aqui nesse nessa parte do setor de alimentação. Então esse é o nosso galpão de estoque feno diário. Eu tô em torno de 500 kg mais ou menos, né? Uma bola dessa aqui deve est em torno de umas uns 200 kg. Então, seria isso, uns 90% de matéria Seca a gente trabalha nesse material e nós
usamos em algumas dietas da recria, eh, e usamos nas dietas do pós-parto. Pessoal, nós estamos aqui no setor da recria, né? os animais que estão preparando paraa reprodução, alguns animais que já foram inseminados e hoje nós fazemos dois eh fazemos trato na parte da manhã e na parte da tarde nesse setor. E como a gente regula essa sobra? Não tem como a gente pesar a Sobra pela logística, né? Senão ficaria muito difícil. A gente regula essa sobra fazendo uma avaliação bem cedo do score de coxo. Nesse setor aqui nós temos, a gente tenta trabalhar em
torno de 3% de sobra. Nós estamos falando aí de um score entre dois a três. Hoje a avaliação de score é de zer a c, né? A gente tentar trabalhar mais ou menos com esses parâmetros aqui. E na parte da manhã a dieta é tabelada, né? A quantidade de comida que chega pros Animais. A tarde é relacionada ao ajuste que a gente faz com o score de coxo pela manhã. Aqui a gente tá no centro do setor de alimentação da fazenda. Eh, como nós falamos lá do golpão lá de cima do estoque, os setores de
silo, que é silagem de milho, silagem de surgo, silagem de capim, né? E aqui nós temos um galpão de minerais. Eh, quatro silos onde eh tá desativado. Nós vamos botar eles para rodar aí, talvez com ração de Recria. Temos aqui o a carreta que faz a a dieta da das ac lactação, que é de 30 m³. Atrás nós temos a autopropelida aqui de 19 m³ que vai fazer o trato da maternidade. Nós usamos aquela autopropelida para fazer ração. Temos uma p carregadeira no centro do do setor de alimentação para para jogar os ingredientes dentro das
carretas, né? E aqui nós estamos caminhando pra pro setor das baias. No setor das baias. A primeira baia a gente eh coloca aqui feno picado do feno lá de cima que a gente viu. Nós colocamos aqui também duas baias para cevada, duas baias abertas para caroço, uma para polpa e uma para fubá. Eh, caso a gente precise de alguma urgência, né, na questão do fubá, pare o silo ali de fubá, nós vamos falar dele mais na frente. Na nossa frente aqui, nós Temos quatro silos, né, de soja, sendo o primeiro silo soja bypass, né? Nós
temos capacidade em cada silo 52 toneladas. Então, o primeiro silo bypass e os outros três silos de farelo de soja. Ali se encontra a carreta da Recria, só que essa carreta é uma carreta que tava guardada, porque nós usamos uma de 22 m³, aquela é de 18, né? Tá suprindo o lugar da outra que tá em manutenção. E vamos ali pro setor de de produção de de fubá da fazenda. Eh, aqui a gente tá no setor de produção de milho moído da fazenda, né, de fubá. Eh, nós temos 2 kg de grãos, cada um com
1500 toneladas de de capacidade. Desses silos maiores aqui, a gente direciona para esse silo menor antes da moagem. Esse silo tem 21 tonelada. Direcionamos aqui pro moim 50 cavalos. Moemos todo esse material e colocamos nesse silo de 32 toneladas. Nosso gasto hoje na fazenda tá girando Em torno de 16, 17 toneladas. A rotina das vagas em eh das vácuas em lactação, né? Nós começamos às 4:30 da manhã. Eh, 4:30 da manhã passa o começa a ser feito o primeiro trato. E seguindo a sequência, hoje nós trabalhamos com três dietas aqui, eh, na do galpão de
lactação, né? né? Nós temos dieta de alta, dietas do 45 e dieta do do pós-parto. Então, a sequência é da seguinte forma, nós Começamos no pós-parto a primeira carreta, fazemos uma outra carreta da dieta 1, 2 e 3, só que nós fornecemos na no rancho um e no três, mais uma carreta da dieta 1, 2 e 3, a gente fornece no dois. Depois uma do quatro e o cinco, mais uma do 1, dois e trar na parte da manhã uma do 4/05, né? no nosso grupo lá da nutrição da fazenda, quando eh pessoal que tá
coletando a sobra e manda a sobra da Maternidade, automaticamente o funcionário que tá na parte da manhã e na alimentação do da ZCTAção, ele já vai fazer a dieta da maternidade, que seria o do preparo, né? Então, às vezes faz na antes da da penúltima carreta ou antes da última carreta. Certo? Na parte da tarde nós começamos de novo pelo pós-parto, faz uma carreta pro lote 1, 2 e 3, uma carreta pro lote 3 e 4. E logo após essas carretas a gente faz mais um trato Da maternidade. À noite seria duas carretas do lote
1, 2 e 3, sendo uma no início da noite e uma na última carreta da noite. E entre essas duas carretas, a gente vai fazer uma carreta aqui pro lote 4 e 5, né? Eu sempre falo, para entregar um bom resultado desse, a gente precisa ter uma equipe motivada, sabendo o que tá fazendo e preocupado com o resultado. Nós temos um aplicativo que demonstra a o erro, né, de cada ingrediente, da descarga também, né, do Fornecido pros animais. E geralmente nas fazendas, eh, o pessoal luta aí para ter um erro de 2%, eh, 3% seria
um bom número, 2% seria um bom número. Eh, eu falo que eu tenho a melhor equipe do mundo, porque nós trabalhamos aqui com um acerto mais ou menos de 99.8, 99.7. Isso que vai entregar são as pessoas. Então as pessoas motivadas diariamente vão entregar esse ótimo resultado como um todo. Falando um pouco Do manejo da sobra, né, que é um grande desafio pra fazenda. Então como que a gente trabalha aqui, né? Essa sobra é coletada aqui dentro. Eh, a gente coleta também na maternidade e nós coletamos também ali no bezerreiro dois, aonde nós vamos passar.
e a gente reaproveita essa sobra, certo? Então, começou a coletar aqui, nós temos um lote de leite do lado de fora, que é o 9 e o 10. Nós fornecemos para esse Lote, eh, fornecemos também para um lote da Recria, que é o 21, e tem o lote 18, que são os animais que saem da do bezerreiro 2 no pós desmame e são levados pr pra recria. E aí o que sobra dessa dessa sobra nós deixamos no silo da Recria, que seria o silo de Sorbo, pro o nosso colaborador da que trata Recria direcionar pros
lotes dos animais que estão estão em fase de reprodução. Aqui dentro nós trabalhamos na no gado de Lactação em torno de 5% de sobra. Podemos eh trabalhar aqui entre 8 a 10% dos lojos de transição, que seria pós-parto e maternidade, que é o pré-parto. Bom, eu sou o André, coordenador do Laticínio da Fazenda Colorado. Agora vamos entrar o laticínio da Fazenda Colorado. Aqui fica o nosso setor de de passiorização, leites, tanques de leites de tanques de leite cru, né? São sete tanques, cinco tanques de 13.500 L, dois Tanques de 30.000 L e nós temos um
silo externo também que é para spot, leite spot de 70.000 L. Aí aqui o nosso setor de passiorização, passorizador, homogenizador, desnatadeira. Hoje nós estamos processando em torno de 70.000 L por da da do da passiorização, né? Passando pela pasteorização, são os nossos tanques de leite pasteorizados. São quatro tanques de 15.000 L. Bom, a passiorização em si é é o que faz com Que a qualidade do nosso leite seja ah boa, né? É o que faz com que aguente o o leite aguente a quantidade de tempo dentro do mercado. Então isso por isso que passa pelo
processo de passiorização, que nada mais é do que aumento de temperatura e abaixo de temperatura. Aumenta 75, diminui a 3º. Isso é uma única vez. É isso aí. processo de coisa de segundos. São coisa de segundos passando ali no passiorizador. E aqui já é a nossa sala De invaso. Aqui nós temos a invasadora de de leite, né? Garrapa de 1 L. Hoje nós estamos vazando em torno de uns 50, 60.000 L de leite, garrafa. E aí nós temos também fora a garrafa nós temos saquinho e bag também leite. E também temos o nosso creme em
vaso de creme também. A extração da gordura do leite. A gente faz o creme de leite. O queijo não é feito aqui. Queijo não é forte. Aqui é a sala do posicionador Onde inicia o processo de garrafa. As meninas, a as garrafas, né, vem em fartes, as meninas fazem o despejam, né, dentro de um funil e aí passa no nosso posicionador onde deixa as garrafas certinho para passar no datador, passar pelo ar ionizado para depois fazer um invase do leite. Aqui é o início de tudo. Ela é operadora do datador. fica aqui fazendo, verificando se
tem alguma garrafa com deformidade, alguma coisa Assim, e também vendo, verificando a data se tá OK. Bom, aqui é outra sala que é onde a nossa nossa embalagem, né, a nossa enfardadeira, onde os leites fazem os fardos, né, para depois seguir pra nossa experição, que o último processo é a paletrização. Então aqui é a última etapa do nosso processo do laticínio. Aqui é nossa a paletização. Então vem os fardos, né? E aí nós fazemos a montagem camadas em cima do pá. É. É, Fazendo a montagem, os quartos já tá trechados, saindo da máquina, são levados
direto pra Câmara Fria. E da Câmara Fria a gente faz o embarque com os caminhões. Bom, aqui é a nossa anticâmera. Nós fazemos, tem, fazemos os carregamentos dos veículos aqui e as nossas câmeras. Esse é a câmera fria um. E aí nós temos a segunda câmera fria também. Essa é um pouco maior, com capacidade. Futuramente ela vai ter Capacidade para 90 partes. Hoje nós estamos colocando em torno de 30 a 40 partes aqui dentro. Bom, nessa câmera nós deixamos todos os produtos do grupo que é onde nós fazemos, né, na a separação todo dia de
manhã fizemos separação ou piquing, né, para determinadas regiões, né, nós mandamos para para determinadas regiões.