Já estamos gravando. Deixa eu te explicar o que que como funciona hoje, o que que você pode esperar, como que é a dinâmica, etc. Tá? Esse é um um dos momentos de que eu sempre gosto de falar que se não é o meu momento favorito, é um dos meus momentos favoritos na mentoria. Quando eu me propus eh a me tornar mentora, eu tinha uma certeza muito muito clara e muito evidente, que é eu queria colocar a minha cabeça a Favor dos negócios de quem estava formando essa roda. >> Eh, eu sabia que eu não queria
só despejar o meu repertório e nem eh tudo aquilo que eu fui reunindo ao longo dos dos anos. Eu sabia que eu queria dar direção, centro, bússola, âncora, ferramentas para vocês e fazer com que vocês conseguissem acelerar diante dos próprios objetivos, diante da própria capacidade de velocidade e por aí vai. Para eu conseguir fazer isso, quanto Mais eu sei de vocês, quanto mais eu ganho intimidade com o negócio de vocês, melhor tudo isso funciona. >> Uhum. Então, a gente separa esse encontro em duas partes. Na primeira parte, eu quero te ouvir. Então, por mais que
você já tenha me contado coisa para caramba, >> eu fui ali, ó. Foi, foi ainda >> no exercício foi maravilhoso. >> É, foi muito gostoso mesmo. >> Quero ouvir eh, eu quero ouvir de você Assim no momento atual, assim, o que que tá pegando, o que que tá travando, né? o que que não tá te deixando decolar, aonde que isso realmente encontra uma barreira, né? E eu quero saber também assim, onde você já passou, o que que você já fez, que curso, que mentoria, que tudo, tá? Para eu entender as tuas escolas, as tuas bagagens.
Eh, e aí na segunda parte eu vou abrir o material e eu vou te trazer a minha perspectiva do tipo assim, G, se eu tivesse à frente >> do teu negócio, é isso aqui que eu faria, tá? Então, se eu tiver de cabeça baixa em algum momento, éando, tá bom? Vamos lá. >> Bom, vamos então, né, pelo começo aí. Eu na minha minha formação, eu nunca tive dúvidas assim que era a comunicação. Acho que se eu tive assim uma segunda opção sempre foi a psicologia. E e é uma coisa que eu gosto muito, porque assim,
desde cedo eu fui pra terapia, então eh eu gosto muito dessa parte de do sentir. Então eu acabei trazendo muito isso pro meu trabalho, que essa questão de da comunicação realmente vir de dentro, né, que eu acredito que é uma comunicação que se diferencia aí por si só. E bom, e aí eu acabei, né, fazendo comunicação social, fiz na SPM, depois assim, fiz vários cursos, já fiz empreendedorismo, fiz pós em negócios imobiliários, eh já fiz pós na em branding, então e fiz sempre muitos cursos rápidos. Eu sou Soua muito curiosa, então eu prefiro até às
vezes a coisa e acho que na gente na velocidade da comunicação é sempre uma coisa que eu não sou muito aquela pessoa da pó, sabe? Eu sou fria, tipo uma parte assim de um TCCI e tal. Então eu gosto muito dessa atualização mais curta, prática e que realmente vira chave. Uhum. >> Então já fiz mentorias quando o Ícaro de Carvalho abriu arena, tá? >> Mas eu nunca fiz nenhuma mentoria. já Fiz assim algumas assim, mas eh eu nunca fiz mentoria, tipo, com 100% do meu tempo voltado para o meu negócio. Na verdade, acho que esse
é o primeiro ponto, essa é a primeira. Eh, porque eu sempre estava me desdobrando, então eu tinha o meu trabalho na construtora e aí eu fazia mentoria e eu sempre tava tipo tocando várias coisas juntas ao mesmo tempo. Até que realmente veio aquela canseira de tipo [ __ ] eu não sei o que que eu tô fazendo da vida, não sei o que Eu quero. E aí eu me dei o tempo de descansar. Mas de mentorias eu já fiz a do Ícaro de Carvalho, que foi a arena, mas acabei que no meio mesmo eu já
decidi que não era eh o que eu precisava, eu senti já no meio, então acabei saindo no meio, não cheguei a terminar. O meu primeiro lançamento de mentorias assim de no digital foi com a Mica Mica Borges, que eu cheguei a fazer na época, ela também estava começando nessa parte Ela vinha do ramo de festas e era um produto que chamava meu primeiro lançamento, foi ali em pleno pandemia, então era um programa aí de 40 dias e meio que ela dava o passo a passo de tipo, ah, hoje você posta, por exemplo, uma história que
onde você aprendeu muito. Então, meio que trouxe um pouco dessa bagagem assim. Isso foi muito bom. Foi, acho que a primeira vez que eu percebi o quanto que para mim fazia diferente, fazia diferença estar num Programa de que me dava estruturas, sabe? Eh, e eu sou uma pessoa que depois eu comecei a perceber isso assim, de ter esse autoconhecimento, de se eu tenho um objetivo, eu cumpro, mas se eu fico muito livre eu me perco, porque eu sou muito tipo 1 e uma coisas, minha cabeça vai borbulhando e aí quando eu vejo eu não fiz
nada, sabe? >> Uhum. >> E aí eu tive essa pausa, aí eu tipo Trabalhava na parte de marketing da consultora, que era uma consultora da familiar, uma consultora que eu trabalhava com irmão e com a minha cunhada. E eu percebia já um tempo que eu não era o que eu queria. E aí quando foi fim de 2023 tinha saído lá até uma tinha feito uma pesquisa, tinha feito parte de um grupo, do grupo do Mulheres do Imobiliário. Então a gente fundou o primeiro evento do Mulheres do Imobiliário, tudo isso. E naquele Eu falei: "Meu, agora
é minha hora deu, tipo, sei lá, focar só nisso mesmo." E aí foi quando falei: "Ah, vou sair da construtora". E aí a gente tinha combinado de, ah, então vai dar as vai dar as festas e tal e aí eu já não voltava. Só que eu não consegui porque, tipo, tinha uma um apego emocional ali muito grande. A minha sensação era tipo, como assim? Estou deixando meu irmão na mão, sabe? E aí foi tipo um ano de terapia, tipo um ano infeliz Profissionalmente, porque eu sabia que não era mais aquele lugar que eu queria estar.
Para mim não fazia mais sentido estar ali, mas eu não conseguia ao mesmo tempo me desvincular. Então foi um ano fazendo terapia para eu conseguir ter tipo bancar e falar não tô pronta, sabe? E aí enfim saí. Aí ano passado eu me dei assim a permissão, ao mesmo tempo que eu me dei, eu não me dei assim, a permissão de tipo ficar parada ali pensando o que fazia sentido, que realmente eu sou uma Pessoa que eu só entro em uma coisa se ela realmente fizer diferença no meu sentir assim, sabe? senão para mim, tipo, pá,
pelo dinheiro, pelo não, eu não vou, eu não consigo, eu já fui muitas vezes, mas chega no meio do caminho eu me desmotivo porque parece que aquilo não tá vibrando. Então foi quando eu me dei essa pausa assim e aí eu entendi, falei: "Não, então pera aí, realmente é o digital, eu realmente gosto de me comunicar, Realmente eu gosto de, assim como você falou assim, de ser guia, de ser bússula, de talvez até ser essa ponte que faz esse o ressignificado às vezes na carreira de uma mulher e tal." E aí eu percebi assim, o
mercado imobiliário até foi uma briga que eu tive lá na época do Arena, do da mentoria do Arena, porque a mulher falava assim: "Não, mas é um mercado imobiliário". Mas eu falava: "Não quero mercado imobiliário, odeio o mercado imobiliário, não aguento O mercado imobiliário." E ela falava, mas é o mercado imobiliário. Então eu precisei também ressignificar o mercado imobiliário em mim para eu conseguir ver que era o caminho. E hoje assim eu entendo que é o caminho, mas ao mesmo tempo eu me sinto limitada de estar só no mercado imobiliário. Então isso me incomoda, sabe?
Então me incomoda, tipo, me incomoda pelo fato de eu sentir que é uma caixinha. me incomoda pelo fato de hoje eu não viver mais no mercado Imobiliário. Então, apesar de, tipo, né, eu tenho meu marido que que tem construtora, que tá no mercado imobiliário, minha família, tipo, então assim, minha base toda é o imobiliário, >> eu não vivo hoje mais. E aí o que me começa a me incomodar é do tipo assim, vou gravar um vídeo, por exemplo, aí eu fico tipo naquela coisa assim, putz, mas assim, eu tô trabalho de casa, é home Office,
sei lá, hoje que eu vim aqui no escritório do meu marido porque eu vinha vim fazer uma massagem aqui do lado e aí tipo, então assim, eu não tenho esse dia a dia às vezes para me conectar com a corretora mesmo de imóveis, então assim, eu tenho assim o no h de comunicação. Então eu acho que hoje o que me trava ainda um pouco nisso, já travei mais por isso, então hoje é menos. Me incomoda essa questão do mundo, do mercado imobiliário ter se tornado a questão da Ostentação, de tipo, ah, então você só é
bem-sucedido se você tem um relógio de marca, se você tem. E eu entendo que a gente trabalha com símbolos, né? Acho que esse, só que não é o meu perfil, então eu sempre tive assim, até para eu vir pro digital, apesar de sempre ser comunicativa, eu tive que quebrar muito aquela barreira assim de uma família discreta. Então eu sentia que eu, tipo, eu tava me comunicando e às vezes, putz, eu tava fazendo uma coisa errada. E até Hoje, às vezes eu ainda fico com aquela sensação se às vezes alguma coisa que, sei lá, que às
vezes até me mostra numa num ponto mais vulnerável, eu penso: "Putz, será que eu falei demais?" Mas ainda dá aquela sensação de que estou fazendo errado, então eu tenho que trabalhar. Hoje eu tenho consciência e vou, né, tipo, não, bora, já foi, vamos. Mas eu sei que eu tenho, mas hoje o que eu sinto que a trava é um pouco disso de, tipo, não vivo o mercado Imobiliário, então eu me travo nesses detalhes do tipo assim, ah, tá bom, eh, eu entendo muito, eu ajudo muito, eh, mas eu acabo não vivendo isso, né? Então, o
meu dia a dia hoje é tipo mais eh home office total assim. E quando eu vou, então, por exemplo, tô terminando, que eu termino semana que vem uma mentoria, tipo, numa imobiliária e aí sim, eu tô indo na imobiliária, mas essa tipo é pontual assim. >> Aham. >> Né? O resto eu acabo fazendo muito, só que eu acabo, eu moro em Santos, tipo, eh, a minha família é muito, é praia grande, tipo, então meu no de mercado é Praia Grande e mesmo pro Santos aqui é meio que interiorzão, assim, por mais ser que seja cidade
grande, tem aquela questão mais interiorana. Então assim, se você olha aqueles corretores super bem sucedidos de Instagram e aí você vê o seu o dia a dia ali dos corretores, fala: "Meu, não, tipo, não existe muito Isso aqui assim". Não que não existe muito isso, como que eu posso te explicar? Existe >> diferente, >> mas é diferente, né? É bem diferente. Estilo de vida, tudo também é um pouco diferente, né? E a e aí eu percebi muito isso, assim, que hoje o que me trava é isso. E aí eu me sinto um pouco limitada de
ficar, putz, é um mercado imobiliário. Aí às vezes eu quero trazer uma metáfora do tipo, sei lá, meu, eu Fui na massagem e aí olha, na mulher da massagem não tinha, sei lá, de percepção de valor e vá bá bá. Aí eu fico, não tá, mas eu vou falar. Então aí agora que eu tinha separado corretora de marca com o meu, eu sempre estive junto. Sim. >> Só que ao mesmo tempo aí eu fico: "Não, acho que isso não é conteúdo com corretora de marca". corretora de marca, vamos focar só no imobiliário. Nesse meio tempo,
quando foi em setembro do ano passado, foi quando eu decidi Voltar, né, tipo, não vou voltar, vou voltar com as mentorias para corretora de móveis e tal, eh, não voltei no 220. E a minha sensação, não sei se é que eu não consigo mais ou se hoje, eh, não sei, eu prezo muito mais essa questão de putz, eu preciso ter o meu tempo, preciso sabe curtir meus filhos e então eu não voltei do mesmo jeito. Até eu acho que eu ia voltar, eu ia, eu estava super acelerada, tal, tal. Meu irmão, meu filho teve uma,
ficou tipo super Ruim, teve meninjite, enfim, internação, UTI, tal, tal, tal. E aí eu tive que parar. E aí quando eu parei, quando eu voltei de novo, que foi no começo desse ano, eu falei: "Nossa, eu vou levar muito mais na manha". Tipo, então tem um lado bom, só que tem um lado ruim, porque quando você tem às vezes um objetivo, até a própria autocobrança ela te puxa muito mais. E quando você deixa muito livre, às vezes, tipo, tá legal, eu consegui fazer Isso. Eu tenho assim os objetivos de querer conquistar, tipo, eh, o meu,
assim, essa parte profissional para mim é não é uma parte que pesa muito, sabe? Tipo, então é uma parte que eu gosto, eu me sinto realizada. >> Agora, acho que o desafio é encaixar. Por isso que eu acho que eu também me conectei tanto com você assim de ser um modelo de negócio que tudo bem você abre as inscrições, sabe, mas não é aquele lançamento que te desgasta, que suga a Tua alma e que depois você não consegue viver, sabe? Então eu acho que assim, é uma coisa constante, é você gerar impacto constante, gerar desejo
constante e aí você consegue ter os picos ali quando você abre. Então isso é foi uma coisa que eu me identifiquei muito. E aí eu pensei assim, quando eu voltei lá da em setembro do ano passado, já tinha uma vontade de eu ter um podcast já há muitos anos e tal, mas para eu me colocar como comunicadora, Porque às vezes eu sempre, tipo, via, vinha sempre nessa parte mais eu associada ao comercial da construtora, todo mundo sempre falou: "Ah, você fala bem". Então, eu sei que essa essa percepção que as pessoas têm sobre mim, mas
não necessariamente eu percebia como um valor do tipo, ah, você se comunica bem e caramba, como você faz isso? Me ensina, sabe? Então, era um pouco disso assim. Então, quando eu vim com a ideia Do podcast, eu aproveitei a oportunidade que ia ter uma corretora de São Paulo palestrando em Praia Grande num evento de um amigo meu. E eu falei: "Meu, essa mulher vai est na cidade? É agora? É agora ou nunca?" Aí, tipo, eu peguei o contato, ele falei: "Olha, não tenho podcast ainda, não tenho nada. Ah, se eu peg um briefing?" Não, não
tenho. Tenho uma vontade, um sonho. >> É. >> Eh, mas você participaria? Tipo, ela Não. E é uma cobertura que é tipo bem reconhecida em Alfab. Aí, ah, tá bom. E aí ela foi. E aí foi meio que meu primeiro episódio assim. Então, foi super legal assim, foi consegui assim ter isso e aí eu acabei fazendo com algumas corretoras que estão mais bem posicionadas na cidade e aí agora vou começar tipo fazer Santos. Só que aí até eu pausei até, tipo, tinha gravação amanhã ou depois. Eu falei: "Não, pera, vou ter reunião com a Amanda,
deixa eu Só realmente ver se esse é o caminho, porque é isso, no fim, eu me sinto um pouco travada no imobiliário, porque o pouco de comunicação que eu começo a ativar assim, às vezes no meu próprio assim redes, eu vou na moça tipo, sei lá, drenar, foi a mulher da drenagem na semana passada. Ah, mas você dá, tipo, eh, essa parte de comunicação, de mentoria, de posicionamento, você só dá só pro mercado imobiliário? Aí eu fiquei pensando, aí foi em outro lugar, alguém Me perguntou, mas é só pro mercado imobiliário? Eu falei: "Aí, ó,
eu acho que eu tenho tipo como abrir esse leque. Então, hoje eu percebo que talvez seja o mercado imobiliário, mas que ele seja uma ponte e não o final, sabe?" >> Então, vamos lá. Acho que a gente tem muita, muita, muita coisa para falar, tá? >> Uhum. Eh, deixa eu só anotar aqui para >> E hoje eu gosto do imobiliário, eu já Não gostei. Hoje eu gosto do imobiliário e eu me sinto bem, tipo, quando eu tô numa mentoria, eu me sinto assim super realizada. Tipo, é uma coisa que eu entendo, que eu sei como
funciona. Eu trabalhei por anos, tipo, eu que fazia toda essa parte da gestão de, tipo, de leades, da equipe comercial, de entender. Então, assim, eu tenho muita facilidade, eu sei, para falar disso. >> Então, é uma coisa que eu gosto, mas se eu pensar numa eu livre como Comunicadora, é uma coisa que eu me sinto limitada. Então, talvez seja, é só eu estruturar, enfim, um bloco da minha vida nisso, sabe? Não sei. >> Vamos lá, vamos juntas. >> Eh, a primeira coisa que eu quero te trazer é uma perspectiva de especialista. Então, eh, eu acho
que é muito importante você se trazer um espectro da tua verdade, que é o que que eu quero ser, como eu quero ser vista, Pelo que que eu quero ser desejada e aonde eu quero chegar. Talvez até agora e até esse momento você não se contou exatamente essa verdade. Talvez você tenha um desejo de ser uma coisa que nem seja uma comunicadora especialista. Talvez seja uma comunicadora que eh tem uma vertente muito mais voltada ao seu jeito de viver, a sua rotina, >> a su o seu zir e vir. Eh, e que por muitos preconceitos
e medos você foi Escondendo isso de si mesmo. >> Não faz total sentido. Eu acho que faz sentido assim, porque hoje eu sinto que eu quero, tipo, um trabalho que encaixe na minha rotina e de repente o imobiliário não encaixa mais, sabe? Mas calma, vamos por partes. >> Vamos. >> Eh, isso é uma coisa, né? você se contar de fato essa verdade que é o que que eu quero ser ou qual é o sonho da minha vida. E não tem problema nenhum de o Sonho da sua vida eh ser querer ser uma influenciadora, querer ser
uma formadora de opinião, querer ser alguém que vive por demonstrar a sua vida, os seus bons hábitos, seu sua rotina, suas boas dicas e por aí vai. Uhum. >> A questão é que existe uma diferença entre o sonho e o que me exige para eu formar e formatar o meu dia a dia. E assim me sentir preenchida dentro das minhas caixinhas, que eu sei que mantém Literalmente o meu ego de pé e que, portanto, mantém a disciplina da minha autoestima. >> Sim. E isso pode ter relação com aspectos como o quanto eu ganho, aonde eu
for, para que que eu sou chamada, como eu sou reconhecida. E são terrenos e territórios muito diferentes de quando a gente fala do especialista para quando a gente fala do Influenciador, por exemplo, do criador de conteúdo, >> voltado ao entretenimento, por exemplo. >> Uhum. >> Tá. Eh, eu vou te colocar aqui uma cena que sai um pouco do teu da tua categoria para você conseguir enxergar. Repara que uma pessoa que estuda medicina durante 10, 12, 15, 16 anos, não necessariamente ela precisa ter infartado para cuidar de alguém que teve um infarte. >> Sim. Ela estuda,
ela ganha experiência, ela se coloca em diversas arenas de desafio a ponto de ser uma pessoa que domina aquela técnica e aquele assunto para que quando uma pessoa enfartada chegue na maca dela, ela saiba exatamente o que fazer. >> Uhum. é diferente de um influencer que em um determinado da momento da vida tem um infarto, passa por um susto, se percebe numa situação que nunca se Imaginou antes e a partir daquilo resolve fazer um diário de modo a inspirar e a motivar as pessoas a não chegarem nesse ponto. Essa não é uma pessoa que vai
ser procurada para resolver um problema de um infartado. Ela não vai receber para estar numa cirurgia, ela não vai construir uma clínica, ela vai construir pessoas que de alguma forma se identificam com ela e ela, Portanto, vai passar a demonstrar pras pessoas como viver a vida, o que comeu, o que bebeu, o que vestia, aonde frequentar e vai ganhar a respeito disso. São duas composições de trabalho diferentes. Então, a primeira coisa que eu quero te dizer é assim, é muito importante a gente começar essa jornada com você contando para si uma verdade que pode ou
não pode necessariamente ser Imediatamente praticada. >> Hum. >> Não sair daqui fazendo. >> Uhum. >> Até porque tem toda uma perspectiva familiar que eu entendo que seja muito importante para você. Eu acho que tem muitas crenças a serem quebradas a respeito disso. Eh, e que ao longo do tempo essas coisas elas foram acontecendo e foram se encaixando eh muito mais sem serem declaradas do que De fato aparecendo. A questão que eh traz suma importância pro nosso processo é aonde de fato você vai pôr a sua energia. Por o que que a gente vê? A gente
vê uma dissonância muito clara. A gente vê que quando você fala no seu perfil pessoal, existe uma força motora eh muito mais pro gás, >> muito mais pujante, mas é uma força que não não te converte para trabalho. >> Sim. Ela não te traz essa perspectiva de vender, ela não te traz essa perspectiva de produzir, ela te traz uma perspectiva de conexão, ela te traz uma uma fago pro ego. Quando a gente fala da marca institucional, ela tem ali força do manifesto, a força da convicção da categoria onde ela existe, mas é quase como se
ela tivesse ali, porque ela tem que tá, né? Eu acho que faz total sentido assim, sabe? Tipo, eh, eu acho que você teve exatamente a Percepção certa. Então, assim, o que que é muito importante que você perceba o que você quer construir e o que você tem força para construir. Para mim, existe um caminho muito muito claro a respeito da construção de alguém que quer ensinar posicionamento e comunicação pro mercado imobiliário. É um mercado muito forte. É um mercado muito pujante, é um mercado muito rico, só que não adianta nada eu querer, teu Marido querer,
teu irmão querer e você não querer. >> Hum. >> Isso não leva a gente a lugar nenhum. Eu vou te trazer aqui todo um caminho, eu vou te trazer aqui toda uma estratégia, você vai achar linda e daqui a dois dias você vai falar: "Cara, meu rolê é outro". Entendeu? Ao mesmo tempo, eu quero que você perceba a história do que eu te falei do Médico versus o influencer, que suponha que esse cardiologista ele queira falar para outros médicos em si. Ele não precisa falar só de medicina o tempo inteiro. Afinal de contas, os outros
médicos que seguem ele, que se identificam com ele, que querem estar ali em virtude do repertório dele, também são pessoas que assistem filmes e séries, também são pessoas que fazem esporte, também são pessoas que têm família, também são pessoas que têm 1 Situações na vida social, na vida pessoal, na vida profissional. Então assim, pelo amor de Deus, desbitola. essa receita de bolo que você tá presa. Não, porque eu tenho que falar só do que é do imobiliário, eu tenho que falar só do que isso vai te matar. >> Uhum. >> Porque você tá no oito
ou no 80. >> 80. Então, ou eu quero ser a influencer freestyle Que quer trazer é realmente assim o quanto a minha vida bacana, o quanto eu aprendi a viver a vida de um jeito que eu acho que eu posso inspirar outras mulheres e tal e trazer essa força para uma comunidade ou é uma coisa assim, eu sou, >> mas eu ainda não me vejo também nisso. Então eu sou porque apesar de eu gostar, às vezes eu sei que a gente sempre escolhe o que a gente posta e tal, mas Eu não sei, eu não,
eu não me vejo assim querem, eu gosto querem, tipo, ah, fui na mentoria assim, ah, aquela corretora que quase desistiu de ser corretora porque para não tava conseguindo conciliar a filha pequena, não se adaptou na escola, não sei quê, se que lá. E aí a gente foi, desenhou todo um plano e tal, tal, e aí ela tipo se enxergou ali. Isso para mim tipo foi caraca, tipo, sabe quando você sai abastecida assim? Então é uma coisa que Eu gosto. Eu acho que o fato de tipo, ah, não sei, assim, eu não tenho assim preconceito, porque
eu consumo bastante conteúdo de influenciadora. Talvez eu teria preconceito, eu entendo assim, de eu ser, mas eu não me vejo. Pode ser que eu assim, saindo daqui eu reflita, tipo, amadureça, pense e tal, mas eu não me vejo. Talvez é isso, assim, ainda raiz daquela coisa de ter eh aquela coisa de tipo, ah, não vou, eu Não não costumo mostrar demais, então talvez, tipo, eu mostro aquele o essencial que eu quero, mas nem sempre, talvez para uma influenciada, não sei, mas não sei. >> Seguro. >> Para mim, o ponto é o seguinte, é hora de
você subir nesse palco que é teu. >> Uhum. E por hora, esse palco ele tá declarado como essa pessoa que é capaz de reger o caminho do setor imobiliário, >> não é isso? >> Dos corretores. >> Uhum. >> Só que eu preciso que você declare isso para si, que você suba no teu salto e você domine esse palco, porque você tá com o microfone na mão, só que você tá no camarim encolhida. não querendo pôr sapato e não querendo subir no palco. E >> isso é o que vai te travar sempre na vida. Tem alguma
coisa ali que para mim ela rege algo dentro de você desde muito tempo atrás, que é algo que eu acho que você precisa trabalhar, porque senão sem quebrar isso vai ser muito complexo de você evoluir. Eu vou, inclusive, assim que a gente terminar a sessão, te passar uma pessoa que eu que eu acho que você deveria se conectar e fazer uma primeira conversa. >> Sim. eh, que é uma terapeuta sistêmica, Tatiana Garcia, ela tem feito muitas intervenções dentro de processos meus. >> Legal. >> Aonde ela procura, encara, enquadra justamente esses acontecimentos passados da vida, te
demonstrando o porquê, o porquê dessas faltas, tá? Eh, e eu acho que isso pode te provocar em aspectos muito poderosos para resolver o que você sente aqui agora, Tá? Então, assim, dei, três pontos que eu acho que é muito importante você ponderar antes de eu colocar o material aqui na tela, tá? O primeiro é você enxergar essa diferença entre o cardiologista e o enartado. Cardiologista não precisa ser infartado para conseguir falar com enfartados. Ele não precisa ter passado por uma maca, uma mesa, uma naquela situação para tal, porque ele conhece, porque ele Estudou, porque ele
se colocou nessa arena. A sua rotina não é a força motriz da tua comunicação. A tua personalidade é >> sim, >> a tua opinião é, não é a tua rotina. Não procure uma rotina que seja uma rotina de influenciadora top tier da elite para se fazer presente interessante. Não é sobre isso. É sobre o olhar que você é capaz de Gerar pro outro. É sobre a independência e autonomia que você é capaz de gerar pro outro. É sobre a coragem que você é capaz de depositar no outro e por aí vai, tá? A segunda coisa
assim, mas quem disse que quem disse que eu preciso, que eu posso, que eu devo? Quem disse que receita de bolo é essa que você tá seguindo? Que esse bolo vai ficar salgado todas as vezes? Desbitola. >> Uhum. >> Sai desse lugar, desbitola, porque isso só vai te atrapalhar, tá? E aí o terceiro ponto é, você precisa não só subir nesse palco que é seu, mas dominar esse palco. Ele tá com o teu nome. Ele tá lá te esperando. Chegou a hora. >> Chegou a hora de ir com força, com tudo, tá? Então vamos lá.
Deixa eu Compartilhar minha tela com você e a gente passar a caminhada. Gi, eu vou te pedir um minuto para eu fazer um xixi rapidinho. >> Tranquilo. Mum. Seguimos. Você vê minha tela? >> Aham. Tá bem. >> Deixa eu de novo. Pera aí. Vê se você vê ela em tela cheia, uma tela vermelha. >> Uhum. Tá em tela cheia, >> tá? Tá, tela cheia. >> Tá. E você enxerga um breve resumo. >> Uhum. >> Tá. Então vamos lá. Então, qual é o desafio, Gi? Você não tem problema de repertório, você tem problema de sustentação. >>
Sim. >> Você sabe ler pessoas, você sabe traduzir essência em posicionamento, você sabe conectar a estratégia com emoção, só que você não consegue fazer Isso por você mesma com constância. Então, você começa, trava, some e volta e volta com culpa. >> Uhum. Então, enquanto isso, você fatura 15.000 no ano com um repertório que justificaria 50.000 por mês. >> O objetivo é transformar o teu negócio num negócio estruturado, consistente e rentável e publicar de três a quatro vezes por semana sem depender de pico de energia. É atrair lead de forma Recorrente pelo conteúdo. Exatamente que você
falou ali no começo. >> Uhum. >> Qual é a tensão atual? você tá presa entre o potencial que você sabe que tem e a incapacidade de materializar. Então você se envolve emocionalmente demais para olhar pra própria comunicação com distância estratégica. E aí carrega uma dúvida que corrói por dentro: será que o mercado valoriza o tipo de comunicação que você defende? Será que eu sou interessante suficiente? E aí a intenção é, você não quer ensinar a corretora a postar, quer ajudar mulheres a se reconhecerem como marca. para que a comunicação seja consequência, não esforço. Só que
para isso quem tem que fazer isso primeiro? >> Eu. >> É que te falta. >> Uhum. >> Coragem. >> Hum. >> Te falta é quebrar essas crenças. Por isso que eu acho que a Tátia vai ser muito, muito especial para você. Eh, então você quer ocupar um lugar que não existe ainda no mercado imobiliário, que é o de uma comunicadora com profundidade, que sai desse lugar de ostentação, que sai desse lugar de falar sobre códigos repetidos e fala: "Cara, tem essência para todo mundo". Então, eh, o nosso Projeto aqui é dar para você o que
você dá para os outros, estrutura, clareza, direção, organizar o que já existe dentro de você em um posicionamento que sustente sem depender de surto criativo, tá? construir uma rotina de comunicação que caiba na sua vida real. Então, qual é o nosso diagnóstico? Então, você tem 4000 e tantos seguidores, 600 e tantos posts e uma audiência que já escolheu te seguir como pessoa. O corretora de marca tem 918 seguidores e 34 posts. A Audiência já decidiu onde quer encontrar você. Só que o trabalho profissional, ao nosso ver, tá no lugar errado. E o que acontece na
prática é que quem te descobre pelo perfil pessoal se encanta com a mulher, com a mãe, com a corredora, com a presença humana que você carrega, quer saber mais, vai paraa bio, só que não encontra a comunicadora com clareza. A conexão existiu, mas a conversão não aconteceu. Quem te Descobre pelo institucional, encontra o manifesto, posicionamento, o conceito, quer saber quem tá por trás, vai pro perfil e e aí encontra os 34 posts 918 seguidores. A percepção de autoridade despenca na hora que mais importa. Então, em nenhum dos dois a narrativa tá fechando, fechando. Então, eh,
pessoas estratégicas costumam ser frias, pessoas sensíveis costumam ser dispersas, só que você consegue unir as duas coisas ao mesmo tempo com louvor. Você é Estratégica sem ser fria e você é sensível sem ser dispersa. Só que a gente tem um paradoxo. O perfil com mais força humana tem audiência profissional menor e o perfil com posicionamento mais claro tem audiência >> ao contrário. Tá >> sim. >> O perfil com maisana tem audiência maior >> e o perfil com posicionamento mais claro tem audiência menor. E os dois se sabotam porque eles foram construídos Separados quando eles deveriam
ser um só. O corretor de marca nasce de um lugar legítimo. Ele não foi inventado em cima de uma tendência. Ele nasceu de um incômodo vivido ali por você, né? Validado pela própria história de uma mulher que precisou reaprender a ocupar um espaço. Isso dá ao projeto uma autenticidade que nenhum concorrente pode copiar. Só que autenticidade sem estrutura é só uma boa intenção. E hoje Corretora de marca é isso, uma marca com alma, só que sem corpo. >> Exatamente. É bem isso mesmo. >> Que que a gente quer te dizer, né, em termos de contexto,
existe um tipo de profissional que não precisa elevar a voz para ser ouvida e você é uma delas. Você tem o dom de enxergar nos outros o que eles não conseguem nomear, de traduzir essência em posicionamento, confusão e clareza. Você é uma leitora de pessoas de você tem a sensibilidade De quem sente antes de analisar e você conecta a emoção e estratégia com uma naturalidade que poucos conseguem. E é justamente por isso que o que a gente vai dizer daqui paraa frente importa tanto. Você ensina corretores a construirem marcas pessoais fortes, só que você divide
a sua própria presença entre um perfil pessoal e institucional, diluindo a autoridade que deveria estar concentrada em um único rosto, em uma única voz, em uma única história, Em um mercado que compra a pessoa antes de comprar produto. E aí essa contradição é o primeiro obstáculo, só que ela não é pequena. Antes de qualquer estratégia de conteúdo, crescimento de audiência ou estrutura de oferta, você precisa ser um exemplo vivo do que você ensina, não como um exercício estético, mas como uma fundação. Então, a nossa recomendação é é preciso concentrar presença, narrativa e autoridade em uma
identidade só. E você Não precisa deixar de ser mãe, não precisa deixar de ser uma disciplinada com afinco, mas eu quero que essas duas coisas convertam. >> Sim. para que o mercado pare de enxergar dois perfis e passe a enxergar uma marca, a sua marca. E aí quando isso acontecer, tudo que você ensina ganha a prova real. E é a partir daí que consistência, audiência e receita deixam de ser meta e Passam a ser consequência. Como é que você se sente com isso? Eu acho que é exatamente isso assim que eu já estava sentindo. Eu
acho que o corredor de marca ele eh o perfil corretora de marca ele é recente. Então, tipo, eu criei ele nessa volta, só que o meu intuito de criar ele, de ter dois perfis, era justamente do tipo, putz, eh, vou falar aqui de mercado imobiliário, vai ser um saco, tipo, é muito nicho. E aí, ao mesmo Tempo, que eu tinha, trazia essa questão do mercado imobiliário, de tipo, nossa, vou ficar às vezes repostando, sei lá, coisa de corrida. Então tinha um pouco dessa dessa desse receio e é o que eu falei, eu me sentia um
pouco engessada porque eu tinha esse eu tinha pré-estabelecido ali na minha cabeça que, tipo, para eu me encaixar no mercado imobiliário, eu tinha que estar naquele, pelo menos naquele quadrado, porque eu já vinha Para falar uma coisa diferente, que não é do tipo, olha, faz um post que você vai vender 1 milhã milhão deais, não é? Era isso e ao mesmo tempo, tipo, como levar isso assim, né? Tipo, é o que eu falei, tinha o fato de, ah, não sou corretora de móveis, então tinham diversas pontos ali no no assim na minha cabeça, né? E
aí foi nisso que veio corretora de marca. Então, teve um momento que sim, o G de Carrilho ele era tudo, só que eu me sentia limitada, eu Me sentia meio que limitada pessoalmente. Então eu acho que esse tempo com dois foi até bom para eu me permitir talvez ser eu sem ficar com essa preocupação do tipo, ai, olha, eh, eu não posso ser, sendo que eu tenho muita gente também, né, do mercado imobiliário, sou ser ali. Então, eu acho que vai, foi interessante nesse exercício hoje disso, mas sim, eu concordo, acho que faz sentido. é
uma coisa que eu sinto e que tá ali descrito Em palavras. Então >> eu acho que é a hora de você se perceber múltipla. >> Uhum. >> E não não vier só. Você é múltipla. >> Você é estrategista de marca. Você é comunicadora, você é especialista em comunicação e você é mãe e você é corredora, e você é esposa, e você é mulher. E por que não transformar isso tudo numa narrativa única? >> Sim. Porque ter espaços diferentes, sendo que tudo isso acontece justamente dentro de um só local, você é a formação da sua marca,
né? >> Uhum. >> E aí a gente vem aqui e te diz justamente, né? Eh, a marca pessoal ela conecta rápido e a marca institucional ela oferece longevidade. Só que a fórmula ideal não é escolher uma das duas, é a gente juntar, unir as duas, >> tá? Então, como plano de voo, a gente vai te mandar esse material depois, mas aqui eu já te trago eh algumas sugestões até de bio pra gente repensar, tá? Então, a gente coloca aqui de carrilho, marca pessoal e posicionamento para corretoras. Você foca muito nessa história das corretoras mulheres no
seu exercício, que eu não sei se precisa. Ah, >> talvez a gente pode falar com retor de modo geral, não acho que a gente precisa Determinar esse lugar limitado, até porque assim, é um mercado muito masculino. >> Sim. E pode ser que muitas incorporadoras, imobiliárias queiram te contratar para dar um treinamento para todo mundo que tá ali dentro. E a gente não precisa ficar no lugar de >> Sim. É, é, na verdade, a minha conexão com mulheres era muito mais, talvez por esse ponto mais do emocional, sabe, de entender o quanto que pra Mulher às
vezes era mais difícil se posicionar por conta das crenças, por conta dessa questão. Então, tipo, vinha muito mais desse lugar assim. Só que hoje até vendo assim um pouco mais do mercado, eh, e até engraçado que no podcast eu até pergunto assim, acho que foi umas duas vezes que foi alguém que é líder assim, que é gestora de equipe e aí eu perguntei isso, as mulheres têm mais dificuldade? Ela não vai contar. Valeu. >> Eu acho que não, entendeu? E eu acho que assim, não tem problema nenhum você falar sobre o seu caminho como mulher,
os seus desafios como mulher, até porque isso abre a percepção do mercado como um todo. >> Então, não sei se a gente precisa ultra nich. por esse >> tá? Eh, a não ser que seja uma vontade, você fala: "Meu, isso é um chamado a mandar. Eu sinto que o meu negócio é Para mulheres. Eu não quero homens aqui. Eu não me sinto à vontade. Tem muita gente que eu atendo que é assim e tá tudo bem. >> Eu sinto, eu me sinto muito mais voltada para mulheres. No entanto que quando eu comecei, comecei como corretor
de marca, >> só que eu comecei no meu plantão de vendas, um plantão de vendas com a minha e com a equipe que eu trabalhava. E aí foi aí que começou do tipo, putz, não tô me conectando direito com tipo, e Não era pelo fato do homem ser mais, sei lá, voltado paraa venda, mais racional, nada disso. É, eu não sei, eu sinto que se já realmente nesse ponto de vista assim do chamado. >> Uhum. >> E >> é isso. E tá tudo bem. >> Entendo, é isso que eu falei, de ver assim a mulher
esse desabruchar, sabe? Dela se reconhecer e dela falar: "Caramba, tipo, esse é o caminho e eu Vou, tô conseguindo fazer". Então eu sinto que é muito mais nesse nesse ponto mesmo, >> tá? E tá tudo bem, tá? Não se apega nesse lugar, >> tá? >> Eh, eu te trago aqui duas sugestões de bio. Entenda que são sugestões para você olhar, para você ver o que você gosta, para você mexer. Amo essa palavra, não gosto daquela, tem uma frase que é a minha frase central. A gente vai ter Isso como tarefa na primeira aula, mas a
gente quis pular já eh um um momento ali e já te trazer, né? assim, dar esse salto de fase e já te trazer essa perspectiva, mas vai ser uma construção que a gente vai fazer no nosso primeiro encontro da mentoria em si, tá? Passando. Vamos lá, vamos começar a falar agora sobre o que que eu acredito que é a construção da tua comunicação quando a gente fala da comunicação profissional, tá? Antes de mais nada, Deixa eu te pôr grande só pra gente falar a respeito disso e eu já volto. Eh, ops, você me vê? Uhum.
Veijo. >> Antes de mais nada, existe uma crença que a gente precisa quebrar e ela é determinante num primeiro momento, que é a tua comunicação, ela não tem que ser chata, >> sim. Ela não tem que ser dura, ela não tem que ser fria. E ela não tem que só Falar sobre o setor e o mercado imobiliário. É, eu acho que até esse exercício de ter duas duas contas foi muito importante nisso, porque aí quando eu virava a chavinha, agora eu falo de mercado imobiliário, falá, deixa para amanhã. >> Gosta? >> Não, >> não gosta.
Mas o ponto é assim, a proxy que faz o corretor se enxergar nesse lugar de ser uma marca não é só o que o Mercado imobiliário tá fazendo, o que tá o fulano tá fazendo, mas é dar várias perspectivas para ele. É trazer coisas que ele consegue conectar, que ele é capaz de consumir, ele tem interesse de consumir para assim a gente conseguir se aproximar dele. >> Uhum. >> Porque se é chato para você, é chato para ele também. Só que nem tudo que você acha que é chato é chato. Talvez você esteja usando Gancho
errado. Sim. >> Talvez você não esteja conseguindo encontrar pautas que sejam pautas de comum interesse. E aí isso te põe num lugar chato. E aí você quer trazer isso, um depósito lá no outro perfil porque ah lá tá sozinho, tá tá escondidinho, tá pequenininho, deixa lá ser chato, vai que cai uma venda. >> Uhum. Não funciona. >> Sim. >> Tá. Então, quais são os caminhos que eu entendo que são os caminhos que a gente vai me você vê minha tela, Gi? >> Uhum. Ele travou aqui, mas eu não tô vendo cheia. É, >> pera aí
que ele resolveu me dar um baile agora. Segura um minutinho. Não acredito. Pera aí, pera aí. Você Enxerga? >> Aham. >> Tá. Ela cheia. Passo a pass. Você vai comigo? >> Sim. Tá? Então vamos lá. O primeiro pilar que eu quero que você entenda da tua linha editorial são as análises. As análises precisam ser de marcas imobiliárias? Não. É legal se elas forem sim, desde que elas sejam de marcas sexis. >> Sim. >> Elas podem ser daqui, elas podem ser de fora, elas podem ser de mulher, elas podem ser de homem, elas podem ser marca
pessoal, elas podem ser marca institucional, tá? Eh, não precisa ter essa obrigatoriedade de eu só falo conceitos imobiliários, ou é tudo ou é nada, pelo contrário, tá? Então eu te trago aqui, vamos lá pros exemplos. >> Então assim, como se sobressair num Mercado saturado? [ __ ] para mim essa headline, ela por si só já é muito forte. Ela traz ilustração de marcas que demonstram isso e que você pode justamente demonstrar dentro do teu mercado ou fora do teu mercado. >> Uhum. pode usar pessoas que estão super se destacando no meu no teu mercado ou
fora do teu mercado. Então, a gente pode usar desde exemplos de bens de consumo até as imobiliárias, desde bens de consumo até as Incorporadoras, desde um brasileiro até um gringo, tá? Depois eu te trago esse exemplo aqui, ó. Has just the best thing happen to year wasing repara só na edição desse vídeo o quanto ele é estimulante. é a voz, é a trilha, é a quantidade de corte, é a beleza das imagens, é as imagens em movimento e o quanto isso de fato é importante. >> Total, >> tá? Ai, Amanda, mas eh tenho dificuldade com
isso. É algo que a gente vai te ajudar ao longo da jornada, mas é muito importante que você faça. E aí, justamente eu te trago um caminho para você perceber que você não precisa ser chata. Por que que a gente não pode falar de uma marca que se ressuscitou? Literalmente a Burry ressuscitou, saiu ali de uma morte já declarada e volta à vida com Tudo, restabelecendo a sua posição e se tornando novamente peça de desejo. >> Uhum. >> Né? >> Daí um outro exemplo, agora falando de mercado, moda vai mudar muito até o final da
década de 2030. E os quando eu olhei para essa referência, eu pensei muito no na seguinte headline: o jeito de o jeito de morar vai mudar muito até o final da década de n >> Uhum. >> E você trazer a tua análise do mercado, eh, ou o jeito de vender imóvel vai mudar muito até tal data. >> Uhum. E isso já se compõe com esse post aqui, que é justamente falar a respeito desse movimento que que você pode estar observando no mercado, tá? Assim, todo mundo tá mudando a sua comunicação. >> Sim. >> Agora, repara
que mesmo quando a gente fala de um movimento de mercado, primeiro que isso aqui traz um medo, né? traz um susto. A moda vai mudar muito até o final da década de 2030. É tipo assim, quê? Isso te assusta. Isso tem uma emoção muito implícita. Explícita, na verdade. >> Uhum. >> Né? E aqui, embora não tenham algo muito tangível em termos, a é uma pauta de Alguém que todo mundo conhece ou a gente tá dando aqui uma uma pauta quente e tal, mas o look field, isso é tão lindo que você quer ver, né? E
aí eu te trago aqui um exemplo de uma leitura, de uma análise de uma marca pessoal. Então assim, antes de qualquer influencer existia ela, a princesa Diana, e isso vai destrinchar a marca pessoal da princesa Diana. >> Então você concorda que assim, se fosse você produzindo todos esses conteúdos, Muito provavelmente você gostaria do seu feed? >> Sim, total. >> Você concorda que se fosse você produzindo esses conteúdos, você teria muitos corretor, muitas corretoras interessadas no que >> você faz? >> Sim. e que você não precisa ficar falando do mercado. >> Sim, >> você pode também
falar do mercado. Então, supõe, tá? Sei lá, vou te dar um exemplo aqui. Eh, vamos falar da tecnisa. >> Uhum. >> Uma tecnisa morreu e ressuscitou. Então, invés da gente falar da pur, a gente vai falar da tecnisa. >> Sim. Ou a gente vai falar da eh sei lá, do BTG agora brigando ombro a ombro com a JHSF pelo mercado de ultra luxo, mas coisas que sejam interessantes, >> sim, >> né? Passamos. Então, mais uma de análise. Ali eu te trago uma um pilar que são as frases que eu acho que tem muito a ver
com a tua disciplina, acho que tem muito a ver com o que te chama atenção na minha comunicação. >> Sim. >> E eu te trago esse sinal verde de publique, publique essas frases de impacto, publique essas mensagens de Impacto. Elas são vitais para você dentro dessa permanência do digital. Depois disso, aí sim a gente entra nos educativos. E mais uma vez eu quero que você perceba que aqui eu não te trago referências do mercado imobiliário, mas em qual cenário seu cliente se enxerga? É num jato com uma bolsa de OR ou é numa tranquilidade, num
low profile, num num sítio ao ar livre, de uma outra forma de ser e ver e viver, né? e você mostrar Para ele como que um corretor se comporta e o outro corretor se comunica. Corretora. >> Uhum. >> Sim. >> Aqui ela fala, né? Quem vende high ticket não sorri. Eu fazendo piada durante o pit de um produto de R$ 25.000. Aqui pode ser que você fale: "Cara, mas não quero me colocar nesse centro". >> A gente pode pôr a fulana de tal no Centro, >> a fundadora da incorporadora X. >> Uhum. a fundadora da
construtora Y ou a corretora Z. Então assim, eh, quem vende high ticket não faz piada e a gente pôr amar amores, sei lá, tô chutando. >> Sim, >> pra gente quebrar esses paradigmas. >> Legal, >> né? E aqui é pessoas não compram produtos. Que que eu quero te mostrar Com esses educativos? Idealmente tudo aqui gera identificação. Então, desde esse primeiro post, quando a gente divide a tela e a pessoa consegue perceber a diferença de perfil de cliente, que é o target dela, até essa segunda que traz a frase de uma crença muito clara, muito dominante
de mercado. E o terceiro, que o composto da situação vem e traz um soco no estômago, porque tem uma foto muito forte, uma headline muito forte numa fonte muito Determinante, né? >> Ai, Amanda, mas a foto dela é uma foto profissional de estúdio. Não tô nem aí para isso. Não acho que isso seja determinante, >> tá? E aí, por fim, eu chego num lugar que eu quero contar sua história. Então, eu te trago alguns posts que eu acho que eles são muito importantes. Então, eu tinha projetado uma vida completamente diferente até aqui em 1999 entrei
no Negócio da família para ajudar o meu pai em um momento de dificuldade na empresa. Isso poderia ter sido escrito por você, trocando pai por irmão. >> Uhum. >> Eu queria que a gente fizesse um post exatamente assim, >> tá? O segundo que é coisas que eu sei aos 30, mas eu gostaria que tivessem me contado aos 20. Então quero manter essa pessoalidade, Eu quero manter essa intimidade, esse tom do teu perfil, sem que você se sinta na obrigatoriedade de ser uma influenciadora. >> Uhum. >> Tá. Depois, né, em 2000, eu sentei a bunda com
o computador e eu, enfim, ela vai começar a contar toda a história dela quando ela duvidou de sonhar grande. E aqui eu queria que você trouxesse mais dessa vulnerabilidade que é tão sua. >> Uhum. >> Né? Então, quando eu duvidei de mim, eu não tinha nem ideia do que que eu ia fazer, do que que eu ia ser, mas eu sabia o que eu queria. Eu queria liberdade, eu não queria ter dívida, eu não queriaará. Eu quero que você conte exatamente teu percalço. >> Uhum. >> E aqui eu trouxe uma eh uma trend passada do
eu fui tomar um café com a Amanda do passado, mas eu acho que ainda é tempo. >> Sim. >> E queria fazer essa trend no teu perfil, >> tá? >> Tá. Esses quatro posts são quatro posts que eu queria muito que você replicasse, tá? Então, o que que a gente vai fazer com essas referências aqui? Deixa eu voltar desde o primeiro, tá? Eh, as análises, eu queria muito que você pensasse Quais são as marcas que eu posso falar, que eu posso fazer, que estão chamando minha atenção e que a partir disso eu quero trazer. Tá.
Ah, tem marca bem de consumo, tem uma marca que tá estourada no digital, tem uma marca que, quais são as marcas? É a Havaianas, é a NV, é a Quais são? Eu queria muito que você trouxesse uma análise de mercado. Então assim, o jeito de vender imóvel vai mudar ou o jeito de comunicar o alto padrão no mercado Imobiliário vai mudar ou o jeito de morar do paulistano vai mudar. E eu queria que a gente fizesse uma análise de uma marca pessoal. >> Uhum. que ela pode ser atual, ela pode ser mais antiga, ela pode
ser quente, tipo um diabo vest Prada, ou ela pode ser bem fria, como uma Daiana. >> Sim. >> Tá. As frases, eu queria muito que você visse você não tem frases salvas e que Fazem muito sentido você publicar. >> É, eu até tenho, >> tá? Se você reparar, ó, olha como elas têm justamente a referência aqui. A gente não precisa ter medo de dar referência. >> Uhum. >> Tá. Quero que você traga os educativos. Para mim faz muito sentido você seguir na linha das referências que estão aqui. >> Uhum. >> Totalmente autorizada. Faça. Siga nessa
Linha, >> tá? E a sua história, eu queria que você replicasse exatamente o padrão do que tá na tela. Tá? E aí você pode me perguntar, Amanda, mas e meus posts de lifestyle? E meus posts de maternidade? Meus posts de corrida? Segue? >> Uhum. >> Segue. Pode postar. Não vai ficar esquizofrên. Não vai. É a tua personalidade, é o teu jeito de Ser, de viver. >> E aí eu realmente expul corretora de marca e agora já jogo tudo pro dia que já jogo. Não, >> não exclui, não pensa. Pensa que assim, >> você tem o
podcast. >> Uhum. rodando e ele tem muito material. Para mim, o perfil institucional ele pode e deve receber os cortes do podcast, ele pode e deve receber a mesma toada do que a gente tá criando para cá lá. >> Uhum. >> E por que não alguns desses posts que a gente tá justamente criando serem feitos em colb? >> Sim. É só que um vai receber mais volume de um formato e um tema e o outro vai receber essa complexidade toda carregada dentro da Giovana. >> Uhum. >> Certo. >> Me conta como você se sente com
tudo Isso que a gente falou. >> Ah, eu sinto animada. Acho que é um novo desafio. Assim, eu tava acho que eu tava eh precisando assim de uma nova perspectiva de falar: "Caramba, faz sentido". Porque é o que eu falei assim, dava aquela cegueira e acho que um medo também de tipo falar: "Putz, mas será?" E aí o dia a dia você vai vindo naquele mundo pequeno e aí você vai acabando se apquenando também. E aí quando você vai para uma comunicação que engrandece, Você, eu já vivi ali aquele ápodo digital que você não tem
limite, então você tem fora, dentro, enfim. Então eu acho que é legal ter um novo objetivo assim. Eu acho que meus últimos meses foram muito mais focados pra vida pessoal assim. E aí voltar com o estímulo do profissional, acho que vai ser bem bem interessante assim, com uma nova maturidade, acho que um novo olhar também. >> Ótimo, Gi. Ótimo. Eu quero muito que Você estude esse material, logo vai te mandar. >> Eu acho que assim, o que você puder ir começando, desenvolvendo sem receio vai que a gente tá aqui com você. >> Sim. >> Tá.
essa parte assim de porque eu também o que que eu estava assim segurando nesse sentido de decisão, né, de tipo ah, hoje eu sei que eu quero trabalhar um tempo que ai que é limitado no sentido de quero realizar Muito em pouco tempo, OK? Então, terei braços ali. Será que vale a pena eu ter braços nesse momento ou em algum momento eu falo não? Tipo, vou >> vale >> para mim braços são, você pode ter alguém que te ajude a criar as postagens, que te ajude a assim eh formatar. >> É, eu sintomo, parte, principalmente
da parte gráfica, sabe? >> Isso. Editar os vídeos, eh criar o post E tal, mas eu não necessariamente acho que agora é hora. Deixa eu >> acho primeiro engrenar. >> Deixa eu começar. Põe a tua mão, >> vai você editar o vídeo, entendeu? Aproveita que você tem esse tempo agora. Sim. >> É teu, >> tá? Porque senão entra mais um desembolso, mais uma despesa e daqui a pouco você fala: "Ai, Amanda, eu não quero nada disso, gastei errado, Entendeu? >> Não é sobre isso, >> tá? >> Tá. Eu prefiro muito mais que você faça uma
primeira consulta com a Tati Garcia contato >> e que talvez você faça um processo com ela do que você gaste com uma agência. >> Fechou? É, não, nem pensava em agência, mas às vezes, tipo, enfim, eu não gosto de ter agência, mas vamos lá, né? Fechou. Entendi. >> Tá bom. >> Tá combinadas. >> Fechado. >> Vou te mandar a gravação. Acho que vale assistir de novo. >> Uhum. >> E estudar esse material. E qualquer dúvida que você tiver, a gente tá super por aqui. >> Fecham. >> Tá bom. >> Obrigada, viu? Adorei. >> Beijo. Boa
semana, Gi. >> Também. Um beijo. >> Tchau.