oi oi gente Alexandre aqui hoje a gente vai falar sobre ativo imobilizado vem comigo é e no Brasil a norma que trata sobre o ativo imobilizado é o CPC 27 em segundo o CPC o ativo imobilizado é o item tangível que a mantido no uso ou na produção ou no fornecimento de mercadorias ou serviços ou para aluguel a outros ou para fins administrativos da entidade e que se espera utilizar por mais de um período então Fora as características inerentes a definição de ativo o ativo imobilizado tem outras três características especiais ele precisa ser tangível ele
é utilizado na produção ou para o uso administrativo ou para ser alugado para terceiros e se espera que ele dure por mais do que um exercício social por mais do que um período assim os ativos intangíveis correspondem aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade inclusive os decorrentes de operações que transfiram a ela a entidade os benefícios os riscos e o controle desses bens mesmo que não haja transferência de propriedade desses bens para entidade Então essa noção de propriedade não faz parte da definição
do ativo imobilizado um ativo com natureza de imobilizado que satisfaça as três características do ativo imobilizado ele pode ser reconhecido como o imobilizado da empresa mesmo que legalmente a empresa não seja proprietária Um item o exemplo clássico dessa situação são os itens que são objeto de arrendamento financeiro uma empresa fez o arrendamento financeiro de determinado imobilizado a característica desse arrendamento financeiro faz com que a essência Econômica dessa transação seja equiparada a de uma compra financiada só que de acordo com as práticas legais um arrendamento se assemelha muito a um contrato de aluguel então não há
transferência da propriedade do bem que é objeto do contrato do arrendamento Ele simplesmente é utilizado por uma determinada entidade que detém o controle sobre ele e que aufere os benefícios econômicos advindos do seu uso Em contrapartida essa entidade paga o arrendamento para uma entidade arrendadora os ativos imobilizados admitem Moon e classificações Mas tem uma classificação que eu considero mais importante eu gostaria de tratar dela por alguns minutos essa classificação C para o ativo imobilizado em duas categorias primeiro de bens em operação esses bens São todos os recursos reconhecidos no imobilizado e que já estão sendo
utilizados na geração da atividade objeto da sociedade ou então que estão sendo utilizados para fins administrativos e todos os usos possíveis e previstos para o ativo imobilizado a outra classificação é a do imobilizado em andamento nesta classificação estão enquadradas todas as aplicações de recursos de imobilizações mas que ainda não estão operando por exemplo uma construção em andamento adiantamentos a fornecedores por conta da compra de imobilizado almoxarife os materiais para construção de imobilizado importações em andamento de bens do ativo imobilizado essa classificação é importante porque se esse tipo de classificação não é evidenciado na demonstração financeira
isso pode levar o investidor a uma interpretação equivocada quanto o volume dos imobilizados da companhia entidades que não adotam esse tipo de classificação reportam todos os seus imobilizados como se fossem imobilizados em operação isso faz com que o investidor Imagine que a companhia necessita de um alto volume de ativos imobilizados para manter um determinado nível de operação o investidor pode analisar essa relação pela divisão do valor da receita de um período pelo valor do imobilizado do mesmo período assim você forma um consciente que representa a quantidade de imobilizado que a e para você conseguir produzir
um determinado nível de receita se a entidade reporta classificação separando os bens em operação e os imobilizados em andamento o investidor consegue perceber que esse imobilizado em andamento faz parte de uma expansão futura e que ele ainda não contribui para a formação de receita no período isso quer dizer que a relação entre a receita e o ativo imobilizado deve ser estudada de maneira não incluir os imobilizados em andamento eles ainda não contribuem para a formação de receita nesse período o quociente deve ser calculado pela divisão entre a receita e os bens em operação da empresa
Vimos a definição de imobilizado e essa classificação que eu considero muito importante Vamos então para o reconhecimento do ativo imobilizado o CPC 27 determina que o custo de um item do ativo imobilizado e deve ser reconhecido como ativo se e apenas ser for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade e o custo do item puder ser mensurado confiavelmente esses dois critérios de classificação estão muito próximos dos critérios de classificação do CPC 00 os critérios de classificação básico proativo mas o CPC 27 apresenta algumas considerações adicionais sobre reconhecimento do ativo imobilizado
e eu vou trazer algumas aqui mas não todas então eu recomendo que Você estude o texto do CPC 27 no que se refere Principalmente ao reconhecimento dos ativos imobilizados o primeiro os sobressalentes as peças de reposição as ferramentas e equipamentos de uso interno são classificados como ativo imobilizado quando a entidade espera usá-los por mais de um período se o uso desse tipo de item for perene se ele não for durar mais de um período não precisa classificar o gasto Como ativo imobilizado o gasto na aquisição desse tipo de item pode ir direto para o resultado
como despesa você percebe inside não prescreve uma unidade de medida para determinar o reconhecimento de Um item do imobilizado ou seja ele não diz quanto é que deve custar no mínimo um item do ativo imobilizado Qual é o tamanho mínimo se tem alguma outra medida mínima para que você reconheça o item do ativo imobilizado todas as decisões quanto ao reconhecimento de itens de pequena monta ao ativo imobilizado cá o computador e o contador deve ter em mente a natureza desses ativos e o custo com a informação que a gerada pela manutenção de ativos imobilizados pense
bem É muito mais fácil reconhecer uma despesa pelo gasto na aquisição de determinado item desde que ele não vá durar mais do que o exercício financeiro do que manter esse item como ativo imobilizado e fazer todos os cálculos de depreciação para a manutenção desse item como um elemento do ativo imobilizado nas demonstrações financeiras da entidade avalia segundo Esse princípio de reconhecimento todos os seus custos de ativo imobilizado no momento em que eles são incorridos esses custos inclusive os custos incorridos inicialmente para adquirir ou Construir Um item do ativo imobilizado e os custos incorridos posteriormente para
renová-lo substituir suas partes e dar manutenção ao mesmo a partir dessa noção você já percebe que o ativo imobilizado tem custos que são incorridos no momento do reconhecimento e custos que acontecem após o reconhecimento sobre esses custos subsequentes o CPC 27 também traz algumas informações importante custos com manutenção periódica não são reconhecidos como parte integrante do ativo imobilizado imagina se você tem um veículo e você faz uma manutenção periódica no veículo revisão dos 10 20 30 mil km o custo com esse tipo de manutenção não integra o custo do ativo imobilizado então no momento em
que você adquire um serviço de revisão de um veículo o custo com esse serviço é reconhecido como despesa do período o ativo imobilizado também pode ter partes que requerem substituição em intervalos regulares e de acordo com o CPC 27 A Entidade reconhece o valor contábil quando um custo incorrido e os critérios de reconhecimento forem atendidos o valor contábil das peças de reposição que foram substituídas é baixado vão pensar num exemplo para uma situação assim imagina um avião para uma linha aérea comercial algumas partes desse avião que tem vidas úteis muito diferente de outras partes eu
não sou especialista em aeronáutica mas é fácil imaginar que a vida útil dos assentos de um avião comercial é muito menor do que a vida útil da fuselagem assim como a vida útil dos motores deve ser muito menor do que a vida útil da fuselagem então para fazer pleno uso de um avião que é um ativo imobilizado de alto custo algumas partes desse ativo imobilizado precisam ser respostas ao longo do tempo o custo para aquisição de cada uma a arte deve ser incorporado ao ativo imobilizado e deve ser baixado o custo da parte que tá
sendo substituída então seguindo nosso exemplo de tempos em tempos uma companhia aérea vai baixar o custo inicial dos seus assentos que já devem estar desgastados e que já encerraram a sua vida útil para companhia ela vai adquirir novos assentos e o custo com esses novos assentos será incorporado ao custo do ativo imobilizado a também o custo de inspeções importantes em busca de falhas esse custo vai ser reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado como uma substituição se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos essas inspeções em busca de falhas são diferentes de uma revisão
de um veículo qualquer essas inspeções normalmente são feitas por organismo é dois em cima de alguns ativos imobilizados e especiais eu dei a pouco um exemplo de uma aeronave uma aeronave sofre e inspeções regulares em busca de falhas essas expressões têm alto custo e esse custo deve ser incorporado ao ativo imobilizado como uma substituição Então você vai dar baixa no custo da inspeção anterior e vai incorporar o custo de uma nova inspeção temos definição reconhecimento e agora vamos tratar da mensuração do ativo imobilizado e também haverá dois momentos para essa mensuração Vamos começar com a
mensuração no momento do reconhecimento de acordo com o CPC 27 Um item do ativo imobilizado que será classificado para reconhecimento Como ativo deve ser mensurado pelo seu custo o custo de um item do ativo imobilizado vai compreender seu preço de aquisição acrescido de impostos a estação e impostos não recuperáveis sobre a compra depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos relembre da aula anterior Esses são os mesmos custos que compreendem o custo de aquisição de estoque por exemplo também será incorporado ao ativo imobilizado quaisquer custos directamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condições
necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar de forma pretendida pela administração da entidade imagina que a entidade está adquirindo maquinário Industrial por Óbvio um ativo imobilizado esse maquinário industrial para funcionar perfeitamente precisa ser alocado em um piso perfeitamente plano para evitar desequilíbrios que a fé tem a regulagem do trabalho do maquinário então todo o custo de preparação do piso para recepção desse maquinário vai ser o custo do ativo imobilizado também vai ser incorporado ao custo do ativo imobilizado a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração do local no
qual este está localizado Então se esse piso for tão especial que ele só funciona para a instalação dessa máquina e retirada a máquina esse piso de nenhuma maneira vai ser útil para a entidade A Entidade deve incorporar o custo de remoção desse item do local e de restauração do piso para as condições iniciais de acordo com o CPC 27 de forma geral o custo de um item do ativo imobilizado é equivalente ao preço à vista na data do reconhecimento se o prazo de pagamento é sede os prazos normais de crédito a diferença entre o preço
equivalente à vista e o total de e deve ser reconhecida como despesa com juros durante o período então o CPC apresenta alguns exemplos de custos que são diretamente atribuíveis ao ativo imobilizado custos de benefícios aos empregados como definidos no CPC 33 esses cursos são decorrentes diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado que precise de mão de obra o custo com a mão de obra dedicada à construção eu ou instalação de item do ativo imobilizado deve ser incorporado ao custo do ativo imobilizado custo de preparação do local já falamos deles esses custos e
integram o custo do ativo imobilizado custo de instalação e montagem o ativo imobilizado só gerar benefícios econômicos para entidade quando ele está perfeitamente instalado e operando então todos os gastos com o ativo e até o início da sua operação são incorporados ao custo do ativo imobilizado custos com testes para verificar se o arquivo está funcionando corretamente após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condições tais como amostras produzidas quando se testa o equipamento isso acontece em várias indústrias que precisão testar o funcionamento e
calibrar máquinas Eu tenho um exemplo de um cliente meu que tinha duas máquinas empacotadoras ele produzia cereais e ele tinha essas empacotadoras ele gastavam um tempo muito grande recado e brando a máquina para os diferentes cereais mas no momento em que ele adquiriu a máquina ele precisou fazer todos os testes e calibrar a máquina para determinar os cereais a partir do momento em É sim esses testes ele está consumindo energia ele está consumindo bobina de embalagem ele pode estar consumindo o próprio produto estes custos todos serão incorporados ao ativo imobilizado Até que a máquina esteja
calibrada e comece a operar definitivamente pela primeira vez também fazem parte do custo do ativo imobilizado honorários profissionais de técnicos que possam ser responsável pela montagem e Ou treinamento da equipe que vai operar o maquinário no futuro o CPC 27 traz também alguns exemplos de itens que não são custos do ativo imobilizado como o custo de abertura de uma nova instalação Eu mencionei que um determinado o maquinário pode demandar um piso específico para ser instalado imagina depois se a equipe de gestão da companhia resolve em orientar a planta de produção e mudar esse maquinário de
pô a planta o custo com a nova instalação desse maquinário no outro local não será integrado o custo do ativo imobilizado o imobilizado já estava em operação se o gestor fez a besteira de colocar ele no lugar errado agora ele vai arcar com custos para uma nova instalação Isso vai ser reconhecido como despesa no período custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço incluindo propaganda e atividades promocionais se a empresa está desenvolvendo um novo produto e esse produto pode estar relacionado com uma instalação de ativo imobilizado por exemplo montadoras constroem plantas inteiras destinadas só
a produção de um único novo produto o lançamento a propaganda e tudo mais relacionado a esse novo produto não incorpora o custo do imobilizado que a planta de produção custos de transferência a atividade para um novo local ou para Nova categoria de clientes incluindo custos de Treinamento também não são incorporados ao custo do ativo imobilizado Isso é uma nova decisão da gestão da companhia que ocorre após o reconhecimento de vários ativos imobilizados e esses ativos imobilizados não vão incorporar os custos dessa mudança custos administrativos e outros custos indiretos também não são incorporados ao custo do
ativo imobilizado Essa foi a mensuração no momento do reconhecimento agora nós vamos tratar da mensuração após o reconhecimento o CPC 27 diz que quando a opção pelo método de reavaliação for permitido por lei A Entidade deve optar pelo método de custo ou pelo método de reavaliação como sua política contábil e deve aplicar essa política a uma classe inteira de ativos imobilizados e não necessariamente todos os ativos imobilizados vão ser mensurados com a mesma política mas cada uma das classes de ativo imobilizado deve ser mensurada com uma mesma política é importante dizer e eu vou repetir
isso algumas vezes que o método de reavaliação não é permitido no Brasil Porém esse método é permitido em vários outros países e vocês podem se deparar com a situação de ser o responsável contábil por uma empresa de um outro país que opte por esse método Mas vamos começar pelo método de custo e é muito simples o CPC 27 diz que o ativo imobilizado deve ser apresentado ao custo menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas já no método da reavaliação o custo do ativo imobilizado corresponde ao valor e na data da reavaliação
menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas subsequentemente a reavaliação deve ser realizada com o suficiente regularidade para assegurar que o valor contábil do ativo não apresente divergência relevante em relação ao seu valor justo na data do Balanço o tratamento contábil de Um item do ativo imobilizado que sofrem avaliação é um pouco mais rigoroso de acordo com o CPC 27 Quando Um item do ativo imobilizado é reavaliado o valor contábil do ativo deve ser ajustado para o valor reavaliado na data da reavaliação o ativo deve ser tratado de uma das seguintes maneiras
primeiro o valor contábil bruto deve ser ajustado de forma que seja consistente com a reavaliação do valor contábil do ativo a depreciação acumulada na a avaliação deve ser ajustada para igualar a diferença entre o valor contábil bruto e o valor contábil do ativo após considerar as perdas por desvalorização acumulados ou a segunda opção a depreciação acumulada é eliminada contra o valor contábil bruto do ativo se o valor contábil do ativo aumentar em virtude da reavaliação Esse aumento deve ser creditado diretamente a conta própria do patrimônio líquido no entanto o aumento deve ser reconhecido no resultado
quando se tratar de reversão de decréscimo de reavaliação do mesmo ativo anteriormente reconhecido no resultado e isso é mais fácil da gente entender de trás para frente e imaginando alguns eventos em ordem cronológico se a primeira vez que você está fazendo uma reavaliação e essa reavaliação aumenta o valor do ativo Esse aumento deve ser reconhecido Em contrapartida a conta diretamente no patrimônio líquido sem problema e se por outro lado não é a primeira vez que você vai fazer a reavaliação desse elemento do ativo imobilizado o procedimento pode ser um pouco diferente desde que na primeira
vez a reavaliação tenha acusado um valor menor do que o valor contábil do ativo imobilizado nesse caso a diferença vai ser reconhecida como despesa no resultado do exercício então no segundo momento quando você faz a reavaliação Ea reavaliação acusa um valor contábil maior do que o valor contábil hora registrado na demonstração financeira se você está revertendo aquela avaliação que aconteceu no passado Então nesse caso a diferença positiva vai ser reconhecida na demonstração do resultado para reverter os efeitos da reavaliação anterior por outro lado se o valor contábil do ativo diminuir em virtude da reavaliação essa
diminuição deve ser reconhecida no resultado no entanto se houver saldo de reserva de reavaliação a diminuição do ativo deve ser debitada diretamente no patrimônio líquido contra a conta de reserva de reavaliação até o seu limite o que ceder o limite da conta de reserva de reavaliação deve ser debitado no resultado de novo vamos entender essas hipóteses pensando numa cronologia de eventos O que é a primeira vez que você está fazendo uma reavaliação EA reavaliação vai reduzir o valor contábil de um ativo imobilizado a diferença deve ser lançado a débito na demonstração de resultado se no
entanto não é a primeira vez que você está executando a reavaliação de um determinado elemento do ativo imobilizado Então você deve considerar-se na primeira reavaliação houve o aumento do saldo Então você deve considerar-se na primeira variar Então você deve considerar-se na primeira reavaliação houve aumento do valor contábil do ativo imobilizado se tiver ocorrido um aumento na primeira reavaliação é a contrapartida desse aumento foi reconhecida no patrimônio líquido como reserva de reavaliação se agora você está fazendo uma nova reavaliação e essa reavaliação está indicando o valor contábil menor isso quer dizer que agora você está revertendo
os efeitos da reavaliação anterior nesse caso a diferença do valor contábil deve ser reconhecida reduzindo o valor das reservas de reavaliação até o limite e se exceder o valor dessas reservas de reavaliação você deve então reconhecer no resultado do exercício é isso resume as regras para contabilização na mensuração após o reconhecimento pelo método da reavaliação agora vamos voltar para o método simples o método do custo porque esse método prevê a depreciação então a gente precisa falar sobre depreciação bom o CPC 27 tem várias regrinhas sobre depreciação além do básico que a gente já conhece primeiro
cada componente de Um item do ativo imobilizado com custo significativo em relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente naquele caso do avião você deve depreciar fuselagem separado de motores e separado de assentos bom então a entidade a louca o valor inicialmente reconhecido de Um item do ativo imobilizado aos componentes significativos desse item e nos deprecia separadamente conforme a entidade deprecia separadamente alguns desses componentes de um item do ativo imobilizado também deprecia separadamente o remanescente do item esse remanescente consiste em componente de Um item que não são individualmente significativos e a gente dá
depois de escolher depreciar separadamente os componentes de um item que não tenha custo significativo em relação ao custo total do item EA despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo incluir a despesa de depreciação no resultado é a praxe e ela vai ser incluída no custo de outro ativo quando por exemplo nós estivermos tratando de depreciação de máquinas que sejam usadas na produção então a depreciação dessas máquinas vai compor o custo dos estoques dos produtos que o maquinário produzir para nós conseguimos
aplicar adequadamente os métodos de depreciação nós precisamos identificar o valor depreciável e o período da depreciação o CPC 27 o valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada o valor depreciável de um ativo é determinado após a dedução do seu valor residual na prática o valor residual de um ativo frequentemente não é significativo e por isso e material para o cálculo do valor da depreciação então no momento do reconhecimento do ativo imobilizado cada item do ativo imobilizado que for depreciado separadamente vai ter a sua vida
útil estimada essa estimativa é elaborada pelos gestores e pelos preparadores das demonstrações financeiras o valor residual é igual ao valor que puder ser obtido pela liquidação do ativo imobilizado após encerrada a sua vida útil estimada Oi e o valor depreciável é a diferença entre o valor contábil e o valor residual a depreciação vai ser reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o seu valor contábil desde que o valor residual do ativo não exceda o seu valor contábil eu a reparação EA manutenção de um ativo não evitam a necessidade de depreciar então não importa
que o valor justo do ativo seja maior do que o valor contábil ou seja não importa que o valor de mercado de um ativo seja maior do que o valor pelo qual ele está registrado na demonstração financeira ele será depreciado mesmo assim já se o valor residual desse ativo for maior do que o valor contábil não há mais porque ele ser depreciado o valor residual de um ativo pode aumentar a despesa de depreciação será zero quando o olá bem-vindo ao subsequente for igual ou superior ao seu valor contábil é o momento de encerrar a depreciação
a depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso ou seja quando está no local e em condições de funcionamento na forma pretendida pela administração da entidade a depreciação de um ativo deve cessar na data em que o ativo é classificado como mantido para venda ou incluído em um grupo de ativos classificados como mantidos para venda de acordo com o pronunciamento técnico CPC 31 ativo não circulante mantido para venda e operações descontinuadas ou ainda na data em que o ativo é baixado o que ocorrer primeiro Além disso de acordo com os métodos de
depreciação pelo uso a despesa de depreciação pode ser zero enquanto não houver produção E além disso o CPC 27 estabelece algumas diretrizes para ajudar o contador a estabelecer a vida útil estimada do ativo imobilizado de acordo com o CPC 27 todos os seguintes fatores são considerados na determinação da vida útil de um ativo o uso esperado do ativo que avaliado na base da capacidade ou produção física esperadas do ativo o desgaste físico normal esperado que depende de fatores operacionais tais como o número de turnos durante os quais o ativo será usado o programa de reparos
e manutenção e o cuidado EA manutenção do ativo enquanto estiver ansioso a obsolecência técnica ou comercial do ativo porque a proveniente de mudanças ou melhorias na produção ou de mudanças na demanda do mercado para o produto ou serviço derivados do ativo a e os limites legais ou semelhantes no uso de ativos tais como as datas de término de contrato de arrendamento Mercantil relativos ao ativo Resumindo isso o CPC 27 diz que a vida útil de um ativo é definida em termos da utilidade esperar a vida do ativo para a entidade a vida útil de um
ativo pode ser menor do que a sua vida Econômica a estimativa da vida útil de um ativo é uma questão de julgamento baseado na experiência da entidade com ativos semelhantes Além disso o CPC 27 ainda indica que terrenos e edifícios são activos separáveis em São contabilizados separadamente mesmo que sejam adquiridos com juntamente com algumas exceções como as Pedreiras e os locais usados como aterro os terrenos têm vida útil ilimitada e portanto não são deprê é esse o custo do terreno incluir custos de desmontagem remoção restauração do local essa porção do valor contábil do terreno é
depreciado durante o período de benefícios obtidos ao incorrer nesses custos Essas são as regras do CPC na teoria todos os cálculos de vida útil estimado de deveriam estar baseado na experiência da empresa e estão sujeitos a discricionariedade do contador o preparador das demonstrações financeiras na prática a gente sabe que isso nem sempre acontece muitas vezes o cálculo que deveria ser elaborado pelo contador acaba sendo Baseado Em algumas recomendações da nossa legislação fiscal na tela vocês tem uma tabela extraída do regulamento do Imposto de Renda que apresenta as taxas de depreciação que são admitidas pela legislação
fiscal a dedução dessas despesas no cálculo do Imposto de Renda e muitas empresas acabam seguindo essa tabela como maneira de facilitar a contabilização e o controle do ativo imobilizado e a legislação fiscal se houver que essas taxas são usuais para um turno de trabalho de 8 horas mas o fisco admite aqui no caso da empresa trabalhar por mais do que um turno ela possa utilizar outras taxas no entanto isso só É admitido se houver um laudo pericial do Instituto Nacional de tecnologia ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica que a severe que
a empresa está trabalhando em imagem do que um turno e que o desgaste do equipamento que ela está empregando é maior por conta do uso excessivo nesse caso são empregados os coeficientes de aceleração da depreciação de acordo com a tabela na tela bom Essas foram as regras Gerais para depreciação pelo menos as principais vocês vão encontrar outras regras importantes descritas no CPC 27 é muito importante estudar o CPC 27 e essa aula não conseguiria substituir o CPC vamos adiante agora vamos tratar especificamente de cada um dos métodos de depreciação o CPC exige que os métodos
de depreciação reflita o padrão de consumo da entidade quanto aos benefícios econômicos futuros advindos de cada um dos seus ativos imobilizados o método de depreciação aplicado ao ativo deve ser revisado pelo menos ao final de cada exercício e se houver alteração significativa do padrão de consumo previsto o método de depreciação deve ser alterado para refletir essa mudança vários métodos de depreciação podem ser utilizados para apropriar A sistemática o valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil estimada Tais métodos incluem o método da linha reta o método dos saldos decrescentes e o método
de unidades produzidas o método de depreciação que se baseia na receita que a gerada pela entidade que inclui a utilização do ativo não é apropriado as normas não dão suporte para a utilização desse método é o primeiro dos nossos métodos é o método linear também chamado de direto sou de cotas constantes de acordo com esse método a depreciação resulta em despesa constante durante a vida útil do ativo caso seu valor residual não se altere esse método pressupõe que a despesa com depreciação é constante ao longo da vida útil do ativo ou seja o método é
linear nós não temos uma alteração no padrão de consumo dos benefícios econômicos os benefícios econômicos se mantêm iguais ao longo da vida útil esse método Possivelmente pela simplicidade é o mais utilizado para o cálculo da depreciação nesse método nós simplesmente dividimos o custo do ativo imobilizado pela sua vida útil na tela vocês podem visualizar um exemplo de aplicação desse método em que um bem com o valor de 6 mil reais e vida útil de 5 anos em 60 meses sem nenhum valor residual estimado gera uma depreciação de sem reagir por mês ou r$ 1200 por
ano a fórmula de cálculo pelo método linear se alteram ligeiramente se houver valor residual do item do ativo imobilizado nesse caso o custo é subtraído do valor residual E aí sim dividido pela vida útil do ativo temos um novo exemplo em tela onde um bem com o valor de 10 mil reais e vida útil de dez anos com valor residual de r$ 2000 alcança uma depreciação de 800 reais por ano e o segundo método é o método dos saldos decrescentes também chamado de método da soma dos dígitos dos anos nesse método a depreciação não é
linear ela possui um valor maior no início e Menor no final do período da vida útil do ativo imobilizado esse método reflete bem o padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros de ativos imobilizados que geram um fluxo maior de benefícios econômicos nos seus primeiros anos de utilização para entender o cálculo desse método a melhor maneira é focar no exemplo em tela aqui nós temos um bem com o valor de 10 mil e vida útil de 5 anos Oi para o cálculo nós somamos os algarismos correspondentes ao valor dos anos então são cinco anos os algarismos
são um dois três quatro cinco somados o resultado da 15 a partir desse 15 nós calculamos a depreciação para cada ano para o primeiro ano nós usamos o valor total dos anos 5 / 15 x10000 porque 10.000 é o valor depreciável Vai resultar em 3333 reais e 33 centavos de depreciação no primeiro ano para segundo ano 4 dividido por 15 multiplicado pelo valor depreciável Vai resultar em 2666 reais e 67 centavos de depreciação no segundo ano e assim por diante e os Defensores do método da soma dos dígitos dos anos reforçam que esse método é
muito interessante porque equilibra o valor que é consumido com a depreciação nos primeiros períodos e o valor que a consumido como manutenção e reparos que vem nos últimos períodos da vida útil do ativo imobilizado E aí é o terceiro método é o das unidades produzidas ou horas trabalhados a lógica de cálculo vai ser a mesma não importa se são unidade produzidas ou horas trabalhadas o que importa é que há uma razão Por uma unidade de consumo dos benefícios econômicos futuros nesse método a depreciação acompanha utilização do bem então quando você utiliza o bem você tem
de pretensão se você utilizar mais a depreciação é maior e se você não utilizou bem não a depreciação as fórmulas para cálculos estão apresentadas na tela a taxa de depreciação vai ser dado pela razão entre o número de unidades produzidas e o número de unidades estimadas a serem produzidos ou se o método estiver sendo calculado em cima das horas de trabalho a taxa de depreciação vai ser dada pelas horas de trabalho no período dividido pelas horas de trabalho estimadas durante toda a vida útil do bem nós temos aqui um exemplo de aplicação do método em
que uma máquina cujo custo é de 10 mil reais produziu três milhões de peças no primeiro ano e seis milhões no segundo ano estima-se que durante a vida útil do bem a máquina produzir a 30 milhões de peças pede-se para calcular o valor da depreciação acumulada após o segundo ano Então precisamos fazer o cálculo dos dois primeiros anos no primeiro a taxa de depreciação vai ser de 3 milhões dividido por 30 milhões é igual a 10 por cento esses 10 por cento são aplicados ao valor total do bem esses 10 por cento são aplicados ao
valor depreciável do bem resultando numa depreciação de mil reais no primeiro ano no segundo ano a taxa de depreciação vai ser dada pela razão entre seis milhões de unidades e 30 milhões no total que é igual a vinte por cento a taxa vai ser aplicada ao valor de 10.000 O que é o valor depreciável do bem resultando numa depreciação de r$ 2000 no segundo ano assim a depreciação acumulada após o segundo ano é de 3 mil reais do CPC 27 também trata da depreciação de bens adquiridos usados e ele nos dá duas opções ele diz
que no caso de depreciação de bens adquiridos usados o prazo de depreciação vai ser o maior entre os seguintes a metade do prazo de vida útil do bem quando adquirido novo ou o restante do prazo de vida útil do bem considerando este em relação a primeira instalação ou utilização desse bem que é claro aconteceu em outra entidade os tempos aqui um exemplo de aplicação onde um bem foi adquirido pela empresa a quando novo pelo valor de 28 mil reais com prazo de vida útil de 4 anos ao ser vendido para empresa B pelo valor de
13 mil já havia sido depreciado três anos para a empresa B qual será o valor de depreciação EA depreciação anual bom a vida útil é de quatro anos a metade da vida útil Então são dois anos o restante de vida útil de acordo com os dados da depreciação entidade anterior é de ainda um ano logo será utilizado pela depreciação prazo de dois anos porque a norma diz que é o maior das duas opções então no primeiro ano nós teremos 13.000 / 2 = 6.500 considerando que a depreciação seja feita pelo método linear para finalizar o
CPC 27 também trata da baixa do ativo imobilizado e ele e contábil de Um item do ativo imobilizado deve ser baixado por ocasião da sua alienação ou quando não acha expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou alienação ganhos e perdas decorrentes da baixa de Um item do ativo imobilizado devem ser reconhecidos no resultado quando o item é baixado esses ganhos não devem ser classificados como receita de venda Entretanto a entidade que durante as suas atividades operacionais normalmente vende itens do ativo imobilizado que eram mantidos para aluguel a terceiros deve transferir Tais ativos
para os estoques pelo seu valor contábil quando os ativos deixam de ser alugados e passam a ser mantidos para venda e Existem várias formas de alienação do item do ativo imobilizado por exemplo venda arrendamento Mercantil financeiro ou doação a data de alienação de Um item do ativo imobilizado É aquela em que o recebedor obtém o controle desse item de acordo com os requisitos do CPC 47 que determinam quando a obrigação de performance é satisfeita os ganhos ou perdas decorrentes da baixa de Um item do ativo imobilizado devem ser determinados pela diferença entre o valor líquido
de alienação se houver e o valor contábil do item o valor da contrapartida da alienação do item do ativo imobilizado deve ser estabelecido de acordo com os requisitos para determinar o preço de transação dos itens 47 a 72 do CPC 47 ou seja regrinhas para nós estabelecermos é uma receita na venda de um produto ou serviço gente o CPC 27 é muito vasto para ser resumido em uma aula é fundamental que vocês recorram ao texto do CPC e complemento em essa aula com uma boa leitura e vastos estudos sobre o CPC 27 por hoje é
só a gente se encontra na próxima aula