E aí [Música] e nós vamos começar em tenho aula de hoje falando sobre o mar profundo que é o sistema mais diferenciado dentre todos esses que a gente estudou até agora então nós começamos na zona de Marés nós somos abaixando pela plataforma entrando o Mar Adentro chegamos Então hoje nessa aula de mais profundo Então hoje eu vou falar para vocês sobre alguns aspectos ligados aos estudos oceanográficos e principalmente do sobre o benção de mar profundo Então nós vamos estudar o que o conhecimento que existe existe que existia na época né fazer um breve histórico do como começou os estudos e mais profundo até os dias de hoje o desenvolvimento tecnológico atualmente existentes para esses todos os principais processos físicos atuantes nesse sistema que nós vamos recordar o que realmente vai delimitar esse tá disponível para a colonização dos animais e plantas e animais e micro-organismos a mudanças na diversidade na abundância e na biomassa desses organismos com esse aumento excessivo muito grande da profundidade a queda de alguns paradigmas até então existentes sobre a Biologia das espécies de uma profundo os principais ambientes redutores que existem no mar profundo então falar um pouquinho sobre as fontes hidrotermais Às vezes o doações Frias e os ambientes formados pelas carcaças de baleias bom então vindo aqui para um histórico como é que a gente chegou como é que começou os estudos a respeito da biologia do mar profundo já quer um ambiente tão longe da praia tão difícil da gente conseguir a mostrar então a história da pesquisa da exploração biológica sobre os fundos de as bacias oceânicas começou na realidade em 1800 meados de 1800 1830 com Eduardo Forbes que foi um escocês aqui dizia fez uma teoria que depois foi muito contestada mas que na época que fez foi uma teoria que causou assim uma revolução né no meio científico dizendo que a vida acabava ao se atingir os 600 metros de profundidade Então esse é o Eduardo fortes por que que eu coloquei ele aí porque ele é considerado o pai da biologia marinha da do Reino Unido né da Inglaterra Então esse esse pesquisador ele trabalhou fazendo estudos no mar Egeu E aí então ele percebeu que a medida que ele coletava ele trabalhava com draga né não existia nenhum buscar fundo nada disso então ele fazia arrasto com dragas Me deu até uma profundidade de 600 metros conseguiu fazer esses arrasto até 600 metros e ele viu que a medida que ia aprofundando essas amostragens e a rareando e até ele conseguiu que não houvesse mais nenhum organismo disponível visível nessas a profundidades maiores até 600m essa teoria foi muito contestada inclusive o fortes caiu em desgraça por um tempo quando os estudos continuaram e houve necessidade de fazer manutenção de cabos telegráficos entre a Europa EA América e com isso então com essas prospecções com finalidade Econômica foi coletado amostras através de dragagem né de de aqui veio então nessa nesse equipamento nessas ondas que eles colocavam para medir a profundidade vieram animais incrustados nos equipamentos então eles perceberam que existe a vida em profundidades maiores que essa de 600 metros e aí então começou a ser contestada a teoria do conceito de Zona azoica ou seja a zona profunda e a zonas sem vida E aí um aluno brilhante do Eduardo Ford foi que foi o AI Ville Thomson que vocês vão ver que deu nome a uma fossa um Platão muito famoso muito estudado na na tu vai vir Thompson bom então vai vir pronto só seja um pouco pequeno grupo e montaram então duas expedições para estudar aqueles pontos além dos 600 metros né já que havia indícios de existência de vida então foram as expedições do navio de Sua Majestade latini que foi um navio de guerra adaptado para fins oceanográficos para estudos oceanográficos uma expedição 1868 e depois ele voltou pesquisando ainda com o navio porcupine E aí eles conseguiram mostrar organismos em profundidades de até 4. 000 metros então vocês vejam que desceu muito aumentou muito ampliou muito conhecimento que a vida realmente não acabava não 600 metros então caiu por terra S conceito de zona azoica esse viu que não vai profundo em grande nas bacias oceânicas avião organismos capazes de dizer então e nessas ideias e nesses nesses achados em 1. 872 a1876 foi montada a Expedição mais ambiciosa para mar profundo na época que você já deve ter ouvido que é expedição challenger o challenger Demorou três anos e meio para trabalhar na área do Mar do Norte no Atlântico Norte e realizou então pesquisas trabalhando em profundidades até cinco mil e trezentos metros ou seja e levou mais ainda aquele conhecimento que se tinha tem muitos volumes de uma obra que foi publicada sobre a fauna encontrada pelo challenger então vocês podem ver seu livro os grandes bonitos a gente abrir né grossos e tem tudo o que foi feito até então né na sobre o material do challengers publicado por volta de 1970 70 e poucos então com isso esse conhecimento que existe a vida no mar profundo ele foi e até a década de 1960 então Cês viram que a coisa num caminhou muito né nesse tempo todo Porque existe impedimento tecnológico para fazer prospecção no mar profundo mas aí veio a Guerra Fria EA Guerra Fria entre a Rússia e Estados Unidos que vocês também sabem disso não é começou a ver o desenvolvimento de novas tecnologias então novas tecnologias para espionagem novas tecnologias para poder submarinos submersível os né E com isso então desenvolveu veículos remotos e esses veículos remotos inicialmente usados na guerra fria Eles foram utilizados por grupos de pesquisa para poder fazer prospecção através de filmagens através de fotos né o começo dessa história toda dessa dessa tecnologia toda começou então após a década de 60 Oi e aí com o tempo isso foi repassado para para as trás universidades para ver se o instituições científicas que foram então desenvolvendo equipamentos cada vez mais sofisticados então é essa a origem da tecnologia atual que nós temos para poder fazer a prospecção de mais profundo hoje a gente tem R visc vão lá que coletam e que obtém a amostra in situ né do material uma tecnologia que tava saída e nos próximos quatro anos que vão simular e mar profundo as 6.
000 7. 000 metros de profundidade vão coletar com uma pequena um robô e esse roubou então leva um uma câmera estanque que ele consegue manipular que entra água do mar que sai água do mar consegue manipular microrganismos e fazer experimentos o local com esses bom então avanço tremendo né quando a gente pensa que a coisa começou na década de no século do século 19 então nós estamos com uma avanço enorme e respeito ao conhecimento do mar profundo sob o ponto de vista biológico físico devido então a esse incremento tecnológico que surgiu após a Guerra Fria Tá bom então quando a gente pensa no mar profundo tem que avaliar também a extensão dessas terras e remessas né e metros então isso aqui é um gráfico que mostra a elevação que vocês têm Acima do Nível do Mar a quantidade a área de terras elevadas Acima do Nível do Mar Eo que está abaixo do nível do mar Então se vocês repararem noventa porcento das terras emersas elas estão em profundidades abaixo Olá abaixo dos 1000 metros de profundidade né então nós temos uma quantidade enorme setenta por cento de tudo isso aqui de todas as terras que existe todo o continente que está debaixo do fundo do mar e desse tanto a maior parte então está voltada para a profundidades maiores de mil metros entre 4. 000 e cinco mil metros vocês tem 23 por cento dessa área Então veja o que as bacias oceânicas são realmente o ambiente mais extenso onde a gente vai encontrar uma sede de comunidades muito bem adaptadas para reger então explorar esses ambientes Que bom Isso é uma pergunta existem limites nesses ambientes profundos existem aqueles limites que a gente já viu em aulas passadas não é em grandes grandes aproximações mas um conceito que que tem sido cada vez mais verificado é que até 500 metros a gente tem de profundidade existe uma fauna de transição entre no Bento né que eu tô falando para vocês é fauna dentística então no fundo do mar existe uma transa uma transição por volta desses 500 metros então é a fauna que consegue vida zonas rasas e chegar até profundidades bem como fauna se zonas mais profundas que conseguem subir até essa profundidade máxima então dificilmente organismos espécies que estão vivendo no mar profundo vão conseguir chegar a cima desses 500 metros de profundidade Elas têm Barreiras físicas importantes que não permitia para as larvas a organismos Então se dispersaram né Nós temos exemplos desses estudos por exemplo para a costa do Brasil publicado então nesses trabalhos de sumido é Pires UNIP Design em 2011 vocês tiverem curiosidade também podem procurar bom então o ambiente físico o que que vai dar Quais são as grandes linhas que vão de limitar esse ambiente primeiro a gente tem que pensar na origem das águas profundas do oceano Então essas águas formadas tanto no Atlântico Norte no mar da Noruega tanto no mar de fé deu a água tática de fundo ela tem características peculiares e essas características Então vão ser capturadas em superfície e carregadas ao longo do caminho da água profunda né da água Antarctica profunda pelas bacias oceânicas Então a primeira delas a primeira característica dessas águas que vão com e esse ambiente de fundo disponível para ser habitado é a temperatura e salinidade então abaixo dos dois mil metros a temperatura costuma ser mais ou menos constante em torno dos quatro graus centígrados né que vocês têm então dado por uma termolina que se a gente considerar da superfície até as a bacia Oceânica 4 mil metros vocês vão ver que a termo clima tem uma uma zona bastante Ampla que vai de cerca do final da plataforma do bordo da plataforma continental cerca de 200 metros até por volta média de mil metros 2000 metros para baixo a temperatura já começa a ficar mais constante né temperatura e salinidade por volta então de quatro graus centígrados EA salinidade de 34 7 também são características gerais né A gente vai ver que existem a áreas dentro dessas grandes base e tem características diferentes dessas Gerais é então isso devido a correntes locais Barreiras geográficas por exemplo as cadeias meso-oceânicas as diferentes latitudes que essas bacias são colocadas então com isso a gente tem que águas de profundidade as iguais elas são separadas por qualquer barreira dessas ou submetidas a qualquer corrente diferencial no fundo elas podem ter temperaturas diferentes então aqui vem o famoso exemplo do platô de vai vir e Thompson que é o pesquisador que eu falei para vocês o aluno do Eduardo fortes e Então nesse flatow foi encontrado em 1100 metros de profundidade do lado de uma barreira geográfica que tem lá - 04 graus e ao sul desse platô na mesma profundidade de 1.
100 uma temperatura de 6° Então vocês vem que a diferença é muito grande quando a gente trata Oi gente que é né era considerado estável então é estável mas até certo ponto existem diferenças ao longo dessa estabilidade e outra coisa também que acontece nas profundidades maiores é que os mares semifechados Então os males semifechados eles podem ter uma feição no fundo uma característica de fundo totalmente diferente desse padrão desse geral que eu falei para vocês então por exemplo no mar vermelho e em 13° a 2 MM no Mediterrâneo e no mar vermelho que são mares fechados vocês têm no Mediterrâneo em 13° 13° a 2 MM de profundidade e no mar vermelho nessa mesma profundidade de dois mil metros vocês vão ter 21 graus centígrados tanto é que a fauna do Mediterrâneo EA fauna do Mar Vermelho ele é famosa por ser exuberante por ter uma alta diversidade e por ter os Recifes de coral vô e pensam muito famosos EA diversidade o bastante alta EA salinidade é muito alta Então pode até chegar 40 por mil Então é uma característica diferente diferenciada desses Mares internos considerado Mares internos como Mediterrâneo Mar Vermelho mar Egeu é bom oxigênio se a água que se forma que está no fundo das bacias oceânicas ela é formado em superfície né nos polos então é uma água que é rica em oxigênio e essa água rica em oxigênio Então ela tem geralmente uma concentração entre 6 a 7 ml por litro Só que também águas de fundo que são muito antigas ou seja as águas que se formaram na superfície mas que durante um longo tempo elas vão caminhando pelas bacias oceânicas que são águas por exemplo mais de idades altas encontradas no norte do pacífico elas vão ter um oxigênio já consumido pelo tempo né pela pela atividade biológica e não não é renovado Então pode ter valores menores que 3. 6 mililitros por litro ou seja uma condição oxigenada não é condição de depleção de oxigênio É mas o que eu quero mostrar para vocês é que existe uma variação no conteúdo de oxigênio da água de fundo a medida que essa água vai envelhecendo vai caminhando no centro das bacias oceânicas e nenhum organismo que existe nas bacias oceânicas está sujeito a condições de falta de oxigênio exceto em alguns pontos isolados novamente o mar profundo não é uma um lugar homogêneo então na maioria na grande maioria não existe o problema de oxigênio mas em alguns pontos nas zonas de oxigênio mínimo em alguns locais que eles ficam em áreas onde a produção primária superficial é muito alta regiões de ressurgência por exemplo E aí o fluxo de matéria orgânica é muito alto profundo naquele ponto isso faz com que a atividade bacteriana seja aumentada e o consumo de oxigênio também então essa demanda de oxigênio sendo mais alta vai promover nesse fundo nesse ponto da bacia Oceânica um consumo mais elevado e uma depleção de oxigênio e aí a gente pode ter valores mais baixos e deficiência de oxigênio para a fauna que é o amor diz a densidade de fauna devido a essa consumo excessivo de oxigênio então a fauna se torna empobrecida então locais que tem esse tipo de referência junto a fauna a fauna bentônica é as a local de ressurgência no fundo de ressurgência da Costa do peru na costa da Namíbia e no mar da Arábia Então são áreas superficiais de alta produtividade em que o fundo reflete e isso através do alto consumo de oxigênio e de um Bento uma fauna bentica em empobrecido em tá bom aí vocês vão pensar mas como que uma forma que tá vivendo em áreas deficientes de oxigênio ela pode sobreviver E aí então ele a esses organismos ontem adaptações para aumentar a ventilação para melhorar a eficiência de captação desse oxigênio que é deficiente então geralmente são organismos que têm áreas branquiais expandidas aumentadas para poder aumentar a superfície de captação de oxigênio existem alguns poucos pontos de anoxia Total ou seja inexistência de oxigênio que é ao redor e nas fontes hidrotermais que a gente vai ver mais no final da aula que ambiente peculiar é esse e-mail então ambiente oxigenado de uma futuro tá bom Um Outro fator importantíssimo para a colonização de ambientes no fundo é a pressão hidrostática então vocês sabem que a pressão dos oceanos ela é de uma atmosfera né na superfície ou seja um quilograma por centímetro de força na superfície em cima de cada centímetro quadrado e vai crescendo a uma atmosfera A cada 10 metros ou seja se a gente for em 200 metros na plataforma continental no final da plataforma continental a gente vai ter uma pressão de 21 atmosferas e em cinco mil metros por exemplo 501 atmosferas o que seja meia tonelada de peso em cima de cada centímetro quadrado do fundo então vocês vejam que a pressão é algo extremamente importante e limitante para a vida no fundo né Olá abaixo então de 6 mil metros a pressão essa tamanha que adaptação dos organismos vai passar por uma adaptação fisiológica e o que que vai acontecer para eles conseguirem viver dos 6. 000 metros para baixo eles vão ter mudança estrutural na forma dos enzimas Então os enzimas do organismo eles passam a ter formatos diferentes para poder conseguir se ligar a proteínas e fazer as reações biológicas ocorrerem então a modificação estrutural de organização molecular dos organismos e existem outros grupos por exemplo grupos que são muito abundantes até essas profundidades ou seja crustáceos decápodes anima nos equinodermos por exemplo não ocorrem abaixo de seis mil metros encontro outros grupos o YouTube as poliquetas os poliquetas dessa família dor de Lady Di que são os que ocorrem realmente no fundo eles são extremamente abundantes então vocês vejam que tem grupos que vem da plataforma Mas eles param e 6 mil metros como crustáceos decápodes E esses anêmonas E que nós aí outros grupos conseguem passar essa barreira e se adaptaram e se deram muito bem né são muito abundantes nessas grandes profundidades Então essa pressão de seleção ela estaria atuando e mais nos primeiros estágios embrionários desses grupos que são mais sensíveis à pressão então na realidade essa alta pressão ela vai atuar no início da formação dos organismos em pedindo a divisão celular e impedindo que eles se desenvolvam então eles não conseguem ultrapassar a barreira dos 6.
000 metros devido à pressão é por essa situação aqueles que têm as modificações fisiológicas então eles conseguem eles conseguem passar para frente e consegue se desenvolver e colonizar a é bom sedimentos se a fauna bem dica vivem sobre sedimento procedimento das bacias oceânicas também é muito peculiar o primeiro que nas proximidades do talude Continental pode haver camadas com alta carga orgânica lembra que a gente viu que os taludes são verdadeiros desembocadura esse material orgânico que vem da superfície então com isso essa essa quantidade de sedimento que vem ela vai ficar sempre em movimento acima do do do Assoalho Oceânico formando então uma camada chamada camada nefeloide carregada de partículas orgânicas constantemente em suspensão então é uma camada que tem uma carga orgânica muito altas é o que acontece então na nas bacias oceânicas próximas desembocadura de talut próximo do talude mas aí saindo dessas áreas onde tem essas camadas nefeloide se andando Marabaixo né Ou seja a gente continuando aí profundo Então nós vamos ver que tem mudanças importantes o que vão acontecer nesse sedimento nós vamos chegar nas vagas que eu já vou mostrar para vocês a distribuição no assoalho do mar profundo bom então essas camadas nessa lloyds que vocês já devem ter aprendido também elas são importantes corredores de transferência de matéria orgânica de carbono por mar profundo então além daquelas áreas localizadas no meio do oceano que vai cair que são áreas de ressurgência como a gente viu preso na Costa do Peru vai cair aquilo tudo o teu mais profundo e vai chegar uma quantidade de carbono importante aqueles pontos do fundo existem no pé do talude esses fluxos através esse fluxo de matéria orgânica que vai ficar nessa camada nesse loja que tem movimento juntou fundo Ela não é uma coisa esse tática ela tem correntes que levam essa camada ao longo do fundo Então por uma certa distância vai haver enriquecimento orgânico e vá e a fauna mais rica devido então ao alimento e aos nutrientes que estão nessas camadas e também é uma camada importante para transferência larval para distribuição das espécies Então as larvas ficam nessas camadas tem nutrientes e elas vão Então sendo desperdiçadas à medida que as correntes levam a esse material para os vários locais na planície abissal foram realizados experimentos com fundeios em 1804 1. 880 MM de profundidade no Atlântico Norte em 1988 e eles viram nesses experimentos uma coisa muito interessante eles viram que nessas grandes profundidades existiam modificações do leito Oceânico a acendimento do leito Oceânico causada por processo jirosan um local que de posição local ou seja e o rio em determinadas áreas do oceano profundo tempestades de energia cinética que tem a capacidade de remobilizados sedimento localmente então na realidade o sedimento não é alguma coisa que fica no fundo estanque o sedimento tem movimentação e ele tem movimentação através das camadas nefeloide e ele tem movimentação através dessas tempestades que ocorrem tempestades entre aspas porque não é uma tempestade de raio né É uma tempestade promovida por uma movimentação maior da velocidade junto ao fundo e aí essa essa essa tempestade no caso essa movimentação causaria ressuspensão e a remobilização dos sedimentos né carregando com isso toda carga orgânica e animal que que ele tem bom então tá aqui para vocês verem a distribuição dos sedimentos nas bacias oceânicas a gente tem procedimento eu quero constituídos o primeiro tipo são as vagas o segundo tipo são as argilas vermelhas e vocês vão ver que as vasilhas são o quê com o que formam a maior parte do sedimento do mar profundo e essas vozes que vocês estão vendo aqui na cor azul na cor amarela e na cor vermelha elas ocupam as bacias oceânicas E são compostas por silte argila e restos animais restos de casca testas de foraminíferos frustulas de diatomáceas todo o resto orgânico dos animais que morrem e vão então parar no fundo esse sedimentar e se juntar esse alto conteúdo de silte argila Então são sedimentos finos enriquecidos com material carbonático se for uma profundidade até 4. 000 metros porque até 4.
000 metros o carbonato e consegue ser fixado né ele não se dissolve abaixo de 4 mil metros a temperatura é muito fria então o carbonato se dissolve Então as conchas carbonaticas não conseguem mais ficar na forma o carbonato não fica mais depositado nas contas ela se desmancho então de quatro mil a 6 mil metros o que a gente vai encontrar nessas vasilhas são depósitos de sílica de material de sílica então foram ministros diatomáceas né Então nós não temos mais o componente carbonatítico É por isso a diferença de cor então vocês têm que assumir kosas ficam mais em latitudes mais altas por quê Porque na temperatura fria nas altas latitudes a gente tem uma grande produção primária Fei composta por diatomáceas essas de automáticas tem várias silicoses e vão cair se sedimentar aqui enquanto que nas suas zonas Aqui nós temos vazias desculpa aqui O calcárias que são o que regiões mais quentes Onde existem Recifes na superfície cujos animais perdem as suas cascas as suas peças as suas Conchas e isso vai se depositar no fundo até 4. 000 metros né que são Então essas áreas azuis e as áreas vermelhas que estão bem no centro do Oceano são aquelas que compostas exclusivamente por argilas vermelhas que são fundo que são sedimento proveniente de atividade vulcânica Então os vulcões que existem Associados as bacias oceânicas eles constantemente estão em atividade a gente vai ver através das fontes hidrotermais por exemplo e esse sedimento tudo que é lançado através de vulcanismo ele vai ser depositado então nos fundos onde estão as argilas vermelhas que são essas áreas vermelhas aqui no fundo é é isso então abaixo de seis mil metros de profundidade Oi e o último tipo de sedimento que encontra no fundo que a gente encontra no fundo são os nódulos de manganês então nódulos de manganês ocorrem algumas áreas do oceano profundo não é em todos todo todo todos eles mas ocorre principalmente em Oceano Pacífico né e tem um crescimento bastante lento essa deposição de manganês é muito lenta esse acúmulo cresce vocês terem uma ideia 1 cm mil anos então é uma de posição muito lenta que vai parar no mar profundo e altas profundidades 4000 6.