[Música] [Música] a natureza um paraíso ocado o vento dança entre as árvores os rios cortam as montanhas com Sua serenidade infinita o céu azul e reflete uma paz que a humanidade já esqueceu o tempo passa sem pressa sem caos o horizonte não está sufocado por estruturas e o ar não carrega o peso da fumaça os animais seguem seu ciclo [Música] natural longe do aço e do concreto e a poluição não ofusca o brilho das [Música] estrelas mas então abrimos os olhos Hell o inferno Urbano um conceito que vem se popularizando nas redes sociais É um
cenário distópico de superlotação medo degradação social e Tecnologia desumanizante em meio ao concreto e aço das grandes cidades surgem cenários que mais parecem os pesadelos de uma distopia em Hong Kong a península de klum é um labirinto de arranha céus compactados já em Nova Deli a poluição do ar é um manto tóxico que envolve a cidade a cortina invisível que sufoca seus habitantes a cada respiração em Los Angeles os congestionamentos intermináveis são reflexo da imensa mobilidade que ao invés de libertar aprisiona milhões em Um Ciclo Sem Fim de frustração nas favelas do Brasil a desigualdade
materializa em construções precárias Esse é o bon feir um famoso hotel na Tailândia trito de guran na [Música] Índia uma cas conu deai de viaduto em Nápolis na ITA hou um tempo que essas casas tinham oceano como vista mas agora elas TM isso a poluição chama a atenção no metrô de Manila nas Filipinas na praia de binton o cenário Industrial se mistura com a natureza e essa foto já foi tirada há mais de 20 anos [Música] atrás e por último em tquio Apesar de sua imagem de eficiência e modernidade o inferno Urbano se manifesta de
forma mais silenciosa o cansaço extremo de seus habitantes presos em um sistema que exige mais do que se pode dar isso tem um estresse Avassalador e uma falta de espaço pessoal onde o indivíduo se sente perdido em uma massa de pessoas que parecem não se importar Esse é o conceito do inferno Urbano prédios eridos como tumbas de concreto sufocando qualquer resquício do céu ruas abarrotadas de corpos apressados de olhares vazios de sonhos esquecidos o trânsito uma prisão sem grades onde máquinas engolem horas de vida sem piedade motores alcando buzinas fumaça se acumulando no ar centenas
de pessoas presas dentro de caixas metálicas avançando a passos lentos enquanto suas vidas escorrem pelos ponteiros do relógio a cidade Nunca dorme mas nunca vive de verdade cada farol vermelho é um lembrete de que estamos presos o ritmo é imposto e quem não acompanha é [Música] engolido e a poluição não é apenas o ar que se torna tóxico os olhos também são agredidos sem descanso letreiros piscam em todas as direções cada canto da cidade se transformou em um outdor ambulante anúncios luzes artificiais cartazes cores gritantes tudo competindo pela nossa atenção nos secando para qualquer traço
de beleza o silêncio uma lenda A paz um privilégio inexistente a cada esquina novas construções substituem as antigas e o pouco espaço que resta é disputado de forma Implacável nas grandes Avenidas o comércio se expande como uma praga lojas mercados restaurantes vitrines ostentando bens que poucos podem comprar e do outro lado a miséria cresce a sombra dos arranha céus [Música] homens e mulheres dormindo sobre o concreto frio cobertos por papelão e abandono espectros invisíveis para multidão apressada são partes da paisagem um detalhe incômodo que ninguém quer ver oaste entre riqueza e pobreza se intensifica a
cada passo a cada esquina e o pior é que ninguém mais se choca nos acostumamos ao absurdo o alimento aquele que deveria nutrir se tornou apenas mais um reflexo dessa decadência Supermercados abarrotados de produtos empalados industrializados saturados e conservantes e químicos a comida perdeu sua essência transformada em produto sintético projetado para durar não para alimentar fruta sem sabor carnes repletas de hormônios e grãos geneticamente modificados nos becos a realidade se degrada ainda mais dependentes vagando como zumbis corpos já sem alma entregues ao viço e ao esquecimento pequenos crimes acontecem ao redor quase imperceptíveis na paisagem
caótica mas a tendência é só piorar a superlotação já é uma realidade a a céus luxuosos ao lado de favelas E é claro uma tecnologia alienante câmeras por todos os lados telas hipnotizando as massas Inteligência Artificial substituindo humanos e enquanto isso os poderosos assistem de cima dos últimos andares dos prédios mais altos onde o barulho da cidade é abafado por vidros blindados e salas climatizadas o caos não os alcança para eles a cidade AP Apas um tabuleiro de xadrez onde a peça mais fraca Pode ser descartada sem consequências cada mísero terreno neste inferno custa valores
Absurdos diferente dos preços de terrenos mais afastados da cidade que costumam ser mais bonitos e mais baratos e mesmo assim é aqui que todos escolhem viver no coração da desordem no berço do Caos porque no fim das contas nos tornamos parte dele o inferno Urbano não nos prende nós nos tornamos ele moldados pelo concreto programados para acreditar que este é o único caminho tudo o que resta é essa selva de pedra onde cada um luta para sobreviver alguns vencem muitos caem mas todos sem exceção pagam o preço [Música] [Música] we just to sing in a
fish After Year Run Over the same old what have We Found same old [Música] [Música] fe h