[Música] ativismo para mim é participação cidadão é agir na sociedade não ser passivo não ser só um recetor eh uma recetora passiva de tudo o que nos chega que nós vivemos em sociedades carregadas de estímulos de todo tipo como você se posiciona em relação a vários assuntos e várias coisas e e comportamentos que existem ao seu redor pensar e é agir nas sociedades em que se está inserido pode ser de uma forma mais ou menos organizada mais ou menos estruturada a nossa geração ela vive um momento da transformação a partir de pequenos atos né de
pequenas lutas e daquilo que muitas pessoas chamam de micropolítica né tem a possibilidade de construir autonomamente espaços coletivos autogestionados horizontais os movimentos eles estão aí para nos fazer refletir e para que as pessoas encontrem força em determinados grupos que elas se identifiquem e esses grupos vão brigar juntos por aqueles motivos que elas acham que é mudar o Brasil que é mudar o país que é ao [Música] mundo o nosso legado o nosso dever é pegar tudo de bom né que esses movimentos que esses grupos que essas pessoas construíram e poder potencializar isso em algo ainda
melhor em algo ainda Transform amador Mas a nossa talvez grande responsabilidade seja também preparar o terreno para que as gerações futuras que vão nos suceder elas possam receber uma sociedade ainda melhor e transformá-la de acordo com os desejos com sonhos que serão aqueles necessários dessa nova geração que está por vir honestamente tenho muita esperança na na juventude e especialmente a juventude dedicada ao ativismo aqui no Brasil eu sinto que é em número e em qualidade suficiente para puxar pelo resto da sociedade para pressionar os governos para agir em articulação com com os governos E aí
quando surgem essas pessoas essas mentes que ocupam escolas que andam de bicicleta que pedem tarifa Zero no ônibus né são os momentos em que a gente pode se abrir e ver que tem outras razões que a vida pode ser melhor em muitos sentidos eu vejo a esperança dessa forma acho que é é uma fé nas pessoas é uma fé na mudança é uma resistência acho que a política que explodiu no Brasil em junho de 2013 é essa essa política do afeto do corpo e da gente perceber o limite né da rede social como uma ferramenta
muito tática muito boa para operacionalizar para divulgar para viralizar algumas questões mas que o o que a gente vê no Brasil nessa grande tendência de ocupações de espaços públicos é que isso é uma Face importantíssima da política esse de estar junto estar em contato e de uma construção A partir dessa presença dos corpos e eu acredito que a sociedade vai ser muito melhor amanhã do que ela é hoje assim como ela ela é muito melhor hoje que ela foi um dia o mais bonito é para onde ele aponta É para um porvir para um futuro
que a gente começa a vislumbrar nas frestas dessas ocupações dessas atitudes desses modos de lidar com a coisa pública se nós não acreditamos não vamos convencer ninguém e e é importante haver essa essa força essa esperança e acho que vivemos momentos onde ela tá bem açada e mas é preciso resistir e acreditar e continuar a seguir em frente porque é o único caminho que [Música] há