o caso de hoje é uma sugestão dos inscritos e fala sobre o misterioso destino de uma menina que ainda hoje levanta teorias sobre o que aconteceu e permanece com perguntas que não foram respondidas. Esse roteiro é baseado em matérias em vídeo e texto sobre o mesmo tema, desde já pedimos que compartilhe nosso conteúdo, principalmente nos casos não solucionados para que o vídeo alcance ainda mais gente. Hoje vamos falar do caso Polyanna ribeiro abertura Essa história se passa no Rio de Janeiro no bairro Piratininga, Niterói.
Niterói fica na região oceânica e integra a região metropolitana do Rio de Janeiro com estimativa de 515. 316 habitantes segundo dados do IBGE no ano de 2020. E o local onde os fatos se passam é descrito por moradores como tranquilo e era lá que morava Polyanna Katelin da Silva Ribeiro.
Ela nasceu em 08 de dezembro de 2004 e é filha de Marcelle Silvério e Júlio César. A mãe de Polyanna conta que conheceu o pai da menina em um batizado de capoeira que ela participava , que nada mais é que um dia de festa em que os novos capoeiristas participam pela primeira vez numa roda de capoeira e essa em questão aconteceu no dia do aniversário do Júlio. É dito que eles começaram a se relacionar no mesmo dia, o casal logo se viu muito apaixonado e foi morar junto sonhando logo em ter um filho.
um ano e meio após começarem a morar juntos, Marcelle passou mal e acreditando se tratar de uma possível dengue, que estava em surto na época, ela foi buscar ajuda médica e então descobriu por um exame de sangue que na verdade ela estava grávida. Ela ficou radiante com a notícia, assim como seu companheiro Júlio Cesar que também sonhava em ser pai. Polyanna nasceu saudável e sua mãe conta que apesar de terem uma vida simples e passarem por algumas dificuldades, foi com Polyanna que ela aprendeu a ser mãe, ela já tinha uma outra filha, de um relacionamento anterior, mas que quando deu a luz a primeira filha, ela era muito jovem e tinha muito suporte de sua mãe e avó para auxiliarem na criação de sua primogênita, mas com Polyanna foi diferente, pois ela passava mais tempo sozinha com a menina, já que Júlio César precisava trabalhar.
Marcelle conta também que as professoras de Polyanna sempre a elogiavam por era ser uma criança muito doce e cativante, a menina era muito apegada a suas duas melhores amigas e todos que a conheciam no geral gostavam muito dela. Em 2015 novamente a família estava se sentindo agraciada quando descobriram que Marcelle estava grávida novamente de pelo menos 2 meses, isso mais uma vez encheu de alegria a família que não imaginava que dias depois algo aconteceria que mudaria toda a tranquilidade da família trazendo para a sua história um mistério que ainda hoje traz consequências para todos. No dia 2 abril daquele ano, quando Polyanna tinha 10 anos de idade, Marcelle pediu que ela fosse até um comércio muito próximo a sua residência para comprar uma caixa de fósforos, a menina que era muito obediente, que no momento assistia TV, apenas esperou o momento dos comerciais no programa que ela assistia, então ela pegou o dinheiro algo entorno de (2,50 R$) com sua mãe e ainda perguntou se poderia comparar também um doce, a mãe permitiu e ela saiu por volta das 21:00h para fazer o que a mãe havia pedido.
O local onde elas moravam naturalmente já era movimentado e por ser véspera de Páscoa haviam ainda muitas crianças brincando na rua naquele momento, o comércio onde ela deveria comprar os fósforos, (uma espécie de bar) podia ser visto do portão da casa da família e esse era um curto trajeto que a menina já estava habituada a fazer. Passados cerca de 10 minutos da saída de Polyanna, Júlio César comentou com a esposa que a menina estava demorando, então Marcelle trocou de roupa e saiu fazendo o mesmo caminho que a filha. Chegando ao lugar onde a menina deveria ter ido Marcelle recebeu a notícia de que Polyanna não esteve lá recentemente.
Foi então que a mãe entrou em desespero, pois conhecendo o comportamento da filha ela sabia que Polyanna não iria se desviar do caminho por vontade própria e naquele momento ela já sentiu que algo muito errado estava acontecendo. Após algum pouco tempo procurando na região onde morava sem sucesso junto com amigos e familiares, sem noção nenhuma do que poderia ter acontecido e mesmo num bairro movimentado sem ninguém ver nada suspeito dito naquele momento que pudesse trazer algum caminho para procurar, a mãe achou melhor buscar a ajuda da polícia, ela mesmo conta que entrou de joelhos na delegacia implorando para que os policiais a ajudassem a encontrar Polyanna, já que fazia pouquíssimo tempo de seu desaparecimento, a polícia imediatamente prestou ajuda, disponibilizando viaturas para fazer as buscas pela redondeza, enquanto isso Júlio saiu de bicicleta para procurar a filha. As buscas foram intensas durante toda a noite mas infelizmente nenhuma pista do paradeiro de Polyanna foi encontrada.
Apesar dos esforços da família o tempo passava sem que nada acontecesse, as investigações não apontavam nenhum suspeito ou o paradeiro de Polyanna. O delegado da Divisão de Homicídios da região, chegou a dizer que o caso era uma grande incógnita, mas que a possibilidade da menina ter fugido de casa não poderia ser descartada. Tese sustentada por algo encontrado na casa da menina.
Em uma busca Minuciosa por qualquer pista que ao menos ajudasse a polícia a criar hipóteses do que aconteceu, foi encontrado um caderno escolar da menina onde estava escrito entre outras coisas, o seguinte: “a minha vida é muito chata. Eu tô de saco cheio. Não aguento mais, não suporto mais.
Vou explodir. . .
”. Oito dias após o desaparecimento, foi realizada uma operação na Lagoa de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, para tentar localizar o possível corpo da menina. Já que a Lagoa seria o local mais provável para desovar um corpo se alguém tivesse tirado a vida da menina.
A polícia contou com o apoio do Corpo de Bombeiros, do Grupo de Busca e Salvamento, Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente e do 4º Grupamento Marítimo. Porém, nenhum sinal de Polyanna foi encontrado na lagoa. Durante todo o período de buscas por Polyanna, foram assistidos pelos investigadores, mais de 50 DVDs contendo 10 horas de imagens de câmeras de segurança, dos locais próximos ao local de onde a menina desapareceu, mas nada que pudesse ajudar foi visto nessas imagens.
Em uma nova busca, os investigadores encontraram no quintal da casa da família algumas peças de roupas queimadas. Os pais afirmaram que eram peças velhas e que foram queimadas para espantar mosquitos. Para a polícia era algo suspeito, os policiais chegaram a achar que poderiam ser da menina, mas, depois de testes em laboratório, nada foi confirmado e nenhum vestígio de sangue foi achado nessas peças.
Marcelle chegou a organizar alguns protestos para dar visibilidade ao caso , porém mesmo com toda a visibilidade que a mídia deu a essa história, nada novo surgiu. A família relatou que, pouco tempo antes do desaparecimento, a menina disse que um homem ficava olhado para ela na rua. "Ela comentou com a mãe dela que tinha um homem olhando pra ela", afirmou a avó de Polyanna Cátia Rosana da Silva.
Algum tempo depois algo aconteceu, é comum que em casos de possas desaparecidas existam vários relatos de avistamentos , nesse caso não foi diferente, mas algo chamou muito a atenção das autoridades, começaram a surgir muitas denúncias de que Polyanna foi vista na Bahia, mais precisamente em Porto Seguro, entregando panfletos de supermercado e vestindo o uniforme de uma escola chamada Frei Calixto. A mãe da menina foi ate a cidade procurar pela filha, distribuiu fotos e colou cartazes em toda a região onde supostamente Polyanna foi vista, mas infelizmente foi em vão, pois a menina não foi encontrada. Posteriormente algumas polêmicas nesse caso aconteceram, a madrinha de Polyanna, chegou a acusar os pais da menina de terem feito algo com ela chegando a fazer afirmações com detalhes fortes e que poderiam por em dúvida a credibilidade das afirmações da família, em entrevista ela deu a seguinte declaração: abre aspas “Dias antes da minha afilhada desaparecer, o pai dela chegou em casa sob o efeito de drogas e tentou matar a mulher com uma faca.
Até fui com a mãe da Polyanna à delegacia e ela registrou queixa. Eles são usuários de drogas e brigam muito. Já vi os dois usando cocaína e a menina que tinha que cuidar da irmã”.
fecha aspas As autoridades dizem que Polyanna sumiu no dia em que Júlio Cesar foi até a delegacia pra prestar depoimento a respeito de uma briga que teve com a esposa, mas não existem maiores evidências contra os pais. Marcelle nega a versão apresentada pela comadre e se mostrou surpresa com as acusações chegando a dizer: Abre aspas “Meu marido já fez uso de drogas há muito tempo, mas eu não. Estou abismada com o que ela disse de mim, temos uma boa relação”.
Marcelle segue procurando pela filha, em 2019 ela fez uma festa de 15 anos para Polyanna, pois segundo ela era um grande desejo da filha ter essa festa e isso era um assunto recorrente em casa. Em uma entrevista a mãe explica o por que de dar uma festa mesmo sem ter encontrado a filha dizendo, abre aspas “A minha filha sempre sonhou com a festa de 15 anos. Eu quis fazer uma homenagem e também mostrar para ela que eu fiz.
Quem sabe alguém veja e conte para ela. Tenho certeza de que a minha filha está viva. Sinto isso dentro do meu coração.
Eu queria fazer a festa, mas não tinha dinheiro. Com a ajuda de amigos e parentes, consegui juntar R$ 300 para fazer essa homenagem”. fecha aspas.
Foram feitas fotos de Polyanna com progressão de imagem, para que se tenha uma base de como o rosto da menina estaria com o passar do tempo. ' Marcelle disse em uma entrevista o que ela supõe que tenha acontecido: para a mãe“Ela foi sequestrada no meio do caminho. Teria sido levada por traficantes de crianças.
E diz ainda que Agora está numa luta para que o caso de Pollyana seja investigado pela DDPA que é a Delegacia de Descoberta de Paradeiros e não pelo núcleo da Delegacia de Homicídios de Niterói. Ela diz que Quando foi lá fazer a imagem digital com a progressão de idade, viu que eles têm mais experiência com os casos de desaparecimento”. Atualmente o casal tem mais dois filhos mais novos, além da primeira filha de Marcelle).
O Caso segue em investigação, a família vendeu alguns objetos pessoais e usou o dinheiro para comparar materiais e construir mais um quarto na casa, já que Júlio César é pedreiro e se encarregou da obra. Porém o que aconteceu com Pollyana em abril de 2015 ainda é uma história não solucionada onde em nenhum momento foi encontrada alguma pista que indique o paradeiro dela e o caso permanece um verdadeiro mistério. comente se você se lembra dessa história, se mora na região como foi a repercussão do caso e se ainda se fala nesse desaparecimento.
Pode dizer detalhes que eu acabei não citando e sugerir outros temas. Agora no final veremos os nomes dos apoiadores do canal no nível perito, obrigado por assistir até aqui, por enquanto é só e até mais.