Últimos segundos do jogo, hein, Maiaquil. Tem que acelerar isso aí, Brasil. Tem que sair aí de trás.
Ele vai acabar o jogo. Alex rolou para Alexandro. Olha o lançamento.
Aí ele acabou o jogo. De tanto que o Brasil demorou para sair, para lançar a bola, para achar alguém no ataque, ele acabou o jogo no momento em que o Brasil fazia o lançamento pro Andreas. Antielot até reclama disso ali com o árbitro, mas é fim de jogo, zero pro Equador, zero pro Brasil.
E a gente começa o nosso pós-jogo. A partir de agora a live continua comigo, com o Formiga, com a Monique Danelo. Monique, como é que a gente classifica essa estreia do do Carlo Antielote, né?
Decepcionante dentro do esperado. Que sensação fica para você do que a gente viu hoje em Guaiaquil? Monique, olha, Jorge, eu acho que é até difícil colocar dentro de uma caixinha ou de outra, porque é claro que tem um Q de decepção, porque a expectativa era que o Antil pudesse trazer uma mudança, nem que fosse anímica ali, eh, e que a gente visse alguma coisa diferente nesse primeiro jogo.
Mas também não dá para excluir totalmente a caixinha do era o que se esperava, porque é muito difícil fazer uma mudança drástica de uma seleção que vem sofrendo há bastante tempo para conseguir não só resultado, mas principalmente desempenho. Então, eh, é difícil pensar, apesar da expectativa criada no Antielote, que com pouquíssimo tempo de trabalho e com nem tanto conhecimento do material humano por completo que ele tem nas mãos, que ele conseguiria fazer uma transformação absoluta que hoje o Brasil ia chegar e ia acabar com o jogo. Então eu acho que sim, tem um q de decepção, porque a expectativa é muito grande de que o Anchelote pode transformar o futebol da seleção brasileira, mas também tá dentro do esperado, porque esse é o futebol que a gente vinha, que a gente vinha vendo o Brasil jogar nas últimas rodadas de eliminatórias.
Como eu disse aqui, eu tava lá em Curitiba, naquele Brasil e Equador, que o Brasil venceu por 1 a 0. Foi a primeira data de eliminatórias do Dorival e o segundo tempo foi um segundo tempo nessa pegada de hoje. Talvez a diferença que naquele jogo o Brasil tenha sofrido um pouquinho mais e o Equador tenha tido possibilidades maior de empatar o jogo com o Brasil, mas foi um segundo tempo muito ruim também.
Ah, vamos tirar alguma coisa de positivo. O Brasil não tomou gols hoje, conseguiu suportar bem a pressão. Dizer que o Equador pode até ter dominado em termos de ter a bola, de ter volume, mas dizer que o Equador ameaçou o Alisson ou que chegou tanto assim no gol do Brasil, acho que não foi um time eh que conseguiu suportar ali a pressão.
Mas é muito pouco, né, Jorge? Muito pouco pro que a gente quer ver da seleção brasileira. É, e tem um um item muito importante aí que eu queria extrair do teu comentário que eu acho que eh deixa claro como não se deixou legado algum do trabalho anterior para esse, né?
A Mônica é muito feliz quando diz: "O que a gente viu hoje era o que a gente vinha vendo a seleção fazer. Não teve nada de diferente. Por quê?
Porque o Antiolote chegou, deu dois treinos e foi para lá. Não tinha muito tempo para para conseguir um uma revolução, né? O jogo de hoje ele mostra dificuldades que o Brasil enfrentou nesse um ano com o Dorival, nos seis meses lá do do Diniso.
Mostra que Monique tem muito trabalho a ser feito ainda num tempo muito curto, né? É, não, não tinha nenhuma espinha dorsal de time assim, porque se a gente for parar para pensar, quando o Dorival vai pra Copa América, que é o único período que ele teria 45 dias antes de uma Copa do Mundo, ele vai tentando montar uma base ali para depois ele ir, né, fazendo ajustes e tudo mais. Muitos jogadores que ali estavam nem estão mais.
Óbvio, muitos jogadores estão machucados, tem um desfalque do Rafinha, mas assim, é o que você falou, não tem uma estrutura que ficou do trabalho anterior e que dá para aproveitar com o Antielot tentando fazer ajuste. É, é uma situação assim muito delicada. É um momento em que o Brasil não consegue jogar e o Anchelote pega isso.
Tem três treinos, dois, né? Porque no primeiro ele não tinha quem jogou a final da Champions e nem quem jogou domingo pelo Brasileirão. Então ele teve literalmente dois treinos para tentar no campo fazer alguma coisa além de mostrar vídeo e fazer com que o Brasil tentasse uma melhora.
Se a gente puder destacar pontos positivos, acho que o Vini que a gente tá vendo falar agora, é um ponto positivo, porque talvez foi um Vini que tentou mais ou que demonstrou um pouco mais de confiança por ter o Antielote ali à beira do campo, mas ainda é muito pouco. Como eu disse, assim, a expectativa é muito grande de que o Antielote possa transformar. Eu, para mim tinha certeza que não ia ser imediato, mas eu esperasse, eu esperava pelo menos uma atitude um pouco diferente só por esse componente novo, né, sobre essa novidade que era ter o Antielote ali no comando da seleção.
É, quando a Monique fala de atitude um pouco diferente, que talvez eh muitos esperassem para hoje, Formiga, eu eu eu sou forçado a lembrar, tudo bem, é um outro tipo de jogo, era amistoso, mas, pô, Brasil estreia com o Dorival, com Inglaterra e Espanha, aí você coça a cabeça e fala: "Meu Deus do céu, europeu, o Brasil não tá se dando bem com seleção média europeia, imagina pegando duas potências europeias e o Brasil vai bem, bem melhor do que foi hoje, né, para você foi dentro do esperado ou foi decepcionante? Assim, eu acho que foi o o dentro do esperado era ser um pouco decepcionante, né? Eu acho que a gente não ia ter uma grande mudança de de equipe do ponto de vista ofensivo.
Defensivamente eu até me surpreendi, assim, o Real do Antielot estava bem exposto nessa temporada, mas hoje acho que a seleção foi foi bem. Eh, vamos lá. É o vice-líder da eliminatória, um time que hoje é melhor treinado que o Brasil e jogando em casa.
Se você quiser se apegar ao discurso, ah, mas é o Equador, mas que vergonha, aqui é Brasil. Aí, meu irmão, não dá pra gente debater. A realidade hoje é que a seleção está em crise e tentando se reencontrar.
O Antielote pega um trabalho quase do zero. Se você for entender se teve legado do Dinis ou do Dorival, não teve. Não tem nada assim.
Não tem um movimento, não tem uma um ataque orquestrado que você fala: "Putz, o Dorival deixou isso aqui e é daqui pra frente". Não tem. Então o Antielote pegou um time do zero.
É uma mudança cultural pro Antielote de estilo de trabalho, porque ele sai de clube, vai pra seleção. Então tem várias questões aí. Então eu não esperava muita coisa logo no primeiro jogo.
Monique lembrou, são três treinos e uma porrada de desfalque. O jogo não é bom, é ruim. Foi dentro da média de todos os outros jogos que a gente viu, mas defensivamente eu acho que hoje a gente teve um Brasil mais seguro.
Qual foi a grande chance que o Equador teve? É, não teve, não teve nada assim, o Alisson quase não trabalhou, teve bola passando para lá e para cá na frente do gol, mas nada que gerasse grandes situações. As grandes chances de fato do jogo foram do Brasil ainda no no primeiro tempo.
É pouco, eu sei que é pouco, é pouco, é frustrante, é decepcionante. OK. Existe um copo meio cheio de uma defesa que jogou melhor e existe algo preocupante que é um ataque que foi praticamente nulo, né?
O meio-coampo do Brasil hoje não construiu nada. E quando eu falo não é nem criar, não, assistência, pifada, não é isso. Construir, controlar o jogo, fazer ali com que o o Brasil tivesse mais paciência para atacar.
Zero. Era só aceleração o tempo todo, ou com Vinícius ou com Estevan e depois um pouco com Martinelli. Mas muito limitado o Brasil ofensivamente nesse momento na quarta posição.
O Jorge, o Vini falou na saída de campo, né? E ele disse o seguinte: "Estou muito feliz com o Antielote junto da gente. Sempre falei que foi o melhor treinador que pude trabalhar.
Claro que ele ainda não teve tempo para mostrar seu trabalho e seu plano de jogo. Todo mundo tem que seguir junto, feliz, porque a Copa do Mundo é logo ali. Temos que estar juntos para fazermos um excelente fim de eliminatórias.
Vamos com força máxima. Jogar em casa é sempre bom. Faz tempo que não jogamos em São Paulo.
Estou feliz em jogar lá. Espero que saia com a vitória. Muito bem.
Palavras do Vini na saída. Vou fazer uma pergunta difícil para vocês, hein? Pontos positivos do Brasil na noite de hoje.
O que, o que de bom o Brasil mostrou hoje? Cara, vamos lá. Eu acho que o Alex, zagueiro estreante, foi bem.
Para um estreante, ele foi muito bem. Ele e o Marquinhos, acho que os dois jogaram bem. Eh, eu eu gostei do segundo tempo do Casemiro, eu gostei da postura do Casemiro e eu gostei do jogo do Vinícius Júnior em termos de e ele não é não é que ele ele não tentou afobadamente resolver.
Eu acho que dessa vez ele ficou isolado mesmo no E da característica dele e tentou bom jogar, construiu bom jogar. Isso eu senti ele mais à vontade para tentar e e tendo sucesso na maioria das tentativas. às vezes que ele foi para cima do Caiedo ou enfim, de quem quer que tivesse marcado o Ordones, ele fez a defesa do Equador passar mal em vários momentos ali.
Então eu acho que tem o Vini um pouco mais eh seguro na parte ofensiva e eu gostei da nossa dupla de zaga. Eu acho que o retorno do Casemiro, do ponto de vista de segurança defensiva, eu acho que dá muito suporte aos zagueiros, cara. Muito suporte.
E você, Monique? E o Casimiro falou sobre isso na saída de campo, que é um ponto que eu destaquei aqui antes, né, que eu acho que de fato eh se tem algo paraa gente pontuar como positivo, é o Brasil não ter sofrido tanto no jogo de hoje, né? Era algo que vinha acontecendo.
O Brasil foi um pouco mais equilibrado defensivamente. O Casimiro falou que tivemos um sistema defensivo sólido, poucas oportunidades pro Equador. A seleção tem que ser melhor, tem que ser dominante, mas aos poucos vamos tendo sensações.
Tivemos só dois dias de trabalho e aos poucos vamos melhorando. Eu concordo. Eu acho que a defesa, né, o sistema defensivo foi um ponto positivo.
Acho que o Vanderson em alguns momentos esteve abaixo, especialmente no primeiro tempo. Acho que no segundo ele até conseguiu se recuperar, mas tivemos uma defesa um pouco mais sólida. Eh, o Alex para mim foi muito bem, né?
E aí eu até comparei o fato do Murilo ter sido estreante numa fogueira lá contra a Argentina e o Murilo nem volta nessa convocação e o Alex faz a estreia com toda a pressão de jogar no Lili, de muita gente questionar isso e vai bem. Eh, o ponto que o Vini falou, eu acho que o Estevão até eh, teve boas aparições ali no primeiro tempo, não conseguiu sustentar isso o jogo inteiro, mas teve boas aparições. Acho que muito por isso, né, por jogar isolado também, por não ter essa aproximação.
O Gerson também fez um primeiro tempo, mas tem uma questão física de um meio de temporada aí com o Flamengo extremamente desgastante para ele. E mas assim, é isso, a gente tentando ver o copo meio cheio, porque no geral foi um jogo ruim que dava vontade de bocejar. Aham.
que dava um soninho e que quem tá em casa com certeza deu uma cochilada no sofá, né? Pois se deu tá com toda a razão, tá com razão. Opa, coisa linda.
É, eu acho que tem um ponto, Jorge, também assim, esse jogo foi um jogo do padrão Brasil pós Copa de 22. Exatamente. Se a gente pegar de 22 para cá, na média, os jogos do Brasil eles normalmente foram isso aí.
Eu acho que a gente vai ver um movimento e talvez vá ouvir uma avaliação mais racional, porque o técnico é o antielod paciência e tentar racionalizar a avaliação. Será? E eu acho isso positivo.
Se a gente, isso não é passar pano, é tentar ter paciência entendendo o tamanho do cara que tá vindo aí. Se a gente já tinha esgotado todas as nossas possibilidades e a gente entendeu que era um momento um técnico estrangeiro, a gente vai ter que aprender, nem que seja na marra, a dar tempo ao tempo e entender que um trabalho dessa complexidade não vai ser do dia pra noite, por mais que também o Antielote não tenha tanto tempo assim. Então, de novo, o jogo foi ruim, foi ruim, mas eu acho que a gente vai ver um movimento de não é forçar uma avaliação, mas é tentar ter um pouco mais de racionalidade na avaliação, porque é o antielote.
E digo mais, se a coisa não engrenar muito rápido, a pressão eu acho que ela vai aumentar em cima dois jogadores. Sem dúvida, porque vai ficar dito a para quem tem as certezas de que a geração é ruim, com a chegada do Antielote e vendo pouca evolução, o cara vai falar: "Mas também agora não tem mais como fugir do argumento de que, ah, não temos mais jogadores como, entendeu? " E eu acho que o jogo de hoje ele ele deixa desenhado, deixa escancarado o mal que um ciclo torto, um ciclo irresponsável, que é o ciclo da seleção brasileira, né?
pela maneira como a CBF, maneira tosca como a CBF conduziu a seleção brasileira nesses últimos três anos, o mal que isso causa a uma equipe de futebol, a um a um desenvolvimento de um trabalho coletivo, porque a gente fica naquela esperança de achar de querer tratar exceção como regra, de achar que toda hora, em toda a Copa do Mundo vai dar certo esse negócio de, ah, encaixa ali seis meses antes e vai. Gente, futebol é processo. Montagem de uma equipe é uma coisa que requer tempo.
O Brasil jogou três anos fora do ciclo. A verdade é essa. Você vai esperar que o Antielote consiga num pouco tempo pelo tamanho que ele tem, né?
Pelo gigantismo dele, pelo currículo, pelas cinco Champions que ganhou como técnico. Beleza, acho que a gente pode esperar. Eu acho que aumenta um pouco a esperança, mas vamos lá.
Não tem milagre. No mesmo dia em que o Brasil fez esse jogo pobre em Guiaquil, como é o futebol da seleção brasileira pobre há 3 anos, Espanha e França fizeram o jogo que fizeram hoje à tarde. Fica desenhada assim, escancarada a nossa diferença, a nossa distância para eles.
E essa distância aumentou pela nossa incompetência, a nossa passividade para achar um substituto pro Tit, a nossa irresponsabilidade de colocar como técnico da seleção brasileira um treinador que estava disputando reta final de Libertadores com o Fluminense. Acharam uma boa ideia começar o ciclo com Ramon Menezes no comando. Acharam uma boa ideia.
Tá aí. Não, não existe milagre. Pode ser que o Antielot consiga fazer um milagre.
Eu considero um milagre, tá? Se ti conseguir arrumar esse time pra Copa e o Brasil fazer uma boa copa, bater semifinal, eu considero um milagre, porque as condições não estão dadas para isso. O Brasil tá muito distante disso por culpa dele, pelos três anos que ele jogou fora.
E depois desse jogo aí entre Espanha e França e do que a gente viu dessa estreia do antielote no comando da seleção brasileira, já temos aqui a repercussão, especialmente na Espanha, né, de onde vem o Anchelote após esse jogo. marca eh coloca aqui Brasil também não compete com antielote, é a manchete. O Diário Ais foi até mais categórico, né?
Diz: "Atielote tem um problema sério". E o Olé fala: "Jogo sem brilho do Brasil". Então já tem uma repercussão internacional, óbvio.
Gostei dessa segunda manchete aí. Antielote tem um problema sério. Tem alguns alguns, né?
Alguns problemas sério. Então vamos lá. Eu vou fazer a pergunta agora invertida, né?
Perguntei o que que teve de melhor, que que teve de pior hoje, que que o Brasil apresentou que mais preocupou hoje na opinião de vocês? Eu acho que o Anchelote falou muito em criatividade, na entrevista coletiva pré-jogo, que temos muita criatividade. Eu acho que hoje a gente viu pouquíssima criatividade, não por culpa dos jogadores ou porque jogadores não estivessem num bom dia, mas porque eu acho que faltou essa conexão e essa aproximação do meio-coampo pra frente.
Era cada um jogando no seu quadrado, todo mundo muito longe de todo mundo. Talvez o jogador que estivesse mais abaixo ali fosse o Richarlison, que até teve oportunidades, mas acabou indo mal, né, nessas oportunidades que teve. tava um pouco mais desconectado do Vini e do Estevon, no caso do que Vini e Estevão tavam tentando render pro time.
O Richarlison acho que tava um pouco desconectado disso, mas eu também entendo que é um processo ali de um ataque que jogava de uma forma com todo mundo junto. E aí você tira o Rodrigo e o Rafinha, você já tira bastante daquilo ali. Eu acho que a gente tem uma perspectiva boa pro Paraguai que o Rafinha vai voltar o Rafinha que fez a temporada que fez do Barcelona.
vai ser uma outra coisa ali para aquele meio de campo. Mas hoje eu acho que esse foi o ponto, assim, não foi um Brasil criativo, foi um Brasil com as peças do meio para frente muito distantes, eh, sem essa conexão. E aí isso fez que fosse um Brasil que criasse pouco, que gerasse poucas oportunidades e até gerou muito na individualidade ali do Vinícius, do Estevão, mas eu acho que esse foi o ponto que mais pesou.
Eh, é um Brasil que encanta pouco, né, que que produz pouco, que até quando ganhou do Equador foi uma vitória em que produziu muito pouco. E isso foi em agosto do ano passado, setembro do ano passado. Pouca coisa mudou, né?
Então é isso, é o que você falou, não tem uma herança, não tem algo ali que ele pudesse aproveitar. Ele meio que chegou e e foi do zero, né? Tem nada, tem nada.
Até é engraçado porque o Diniz pegou terra arrasada do Ramon, o Dorival pegou terra arrasada do trabalho de se meses do Diniz. Donelotte tá pegando terra arrasada do trabalho do Dorival. A culpa, a culpa tá clara de quem é, né?
É, não tenho muita dúvida sobre isso. Acho que o mais decepcionante hoje é a falta de repertório ofensivo mesmo. Assim, o Brasil só apostou na aceleração no jogo direto, não teve construção, meio-coampo do Brasil não teve controle nenhum em momento nenhum do jogo.
E assim, curioso porque o Anelot, se olhar a carreira do Anchelote, ele priorizava ter minimamente um controle de meio-coampo e de fato ter contra-ataques muito bem encaixados. Hoje foi só na base da velocidade da bola longa e da tentativa de ver se Vinícius, Estevan, Martinelli, enfim, quem tava ali no um contra um conseguia abrir algum espaço. Então, realmente é muito pouco, é uma pobreza criativa muito grande.
A gente já viu isso em outros momentos, mas hoje foi esculcho, né? O meio-coampo do Brasil ele inexistiu do ponto de vista de construção e criação. Já não tinha um 10, né?
Não digo nem só a figura do 10, né? já não tinha esse homem de criação como em determinado momento foi o Paquetá, como já foi o Neymar, como já foi o Rafinha, o próprio Rodrigo, já não tinha essa figura ali, né? E e foi um meio-campo sem sem criatividade nenhuma.
O que eu ia falar, eu lembrei do 10, mas eu não entendi porque que o Anthony não entrou na vaga do Estevon. É, entrou o Martinelli, né? Entrou o Martinelli, né?
Tinha, tinha até mais a ver, né? Eu queria ver, né? né?
O Anthony fez um uma grande temporada e um grande fim de temporada no e ele colocou o Martinelli no no lado invertido. Eu não entendi muito como Martinelli e Mateus Cunha entraram no jogo. É, não acrescentaram em absolutamente nada.
Os dois entraram meio que perdido ali no meio-coampo, flutuando sem uma posição muito clara. E eu queria ter visto mais do Anthony. Eu achei que o Anthony entraria eh imediatamente assim na vaga do Estevon, mas não entendi.
Ó, lá no Estádio Nacional, gol de Julian Álvarez. Chile 0, Argentina 1. 17 minutos do primeiro tempo.
Monique tava falando das manchetes internacionais. A gente vai colocar o portal do Marca aí da Espanha que acompanhou esses últimos anos do Anchelote de perto como técnico do Real Madrid. E aí, ó, golpe de realidade, choque de realidade, né?
Numa tradução mais familiar para nós, para nós. Choque de realidade para Antielote. Este Brasil, olha essa frase, hein?
É uma sombra do que já foi. Seleção peta campeã, um passe do empate em Guaiaquil contra um Equador que mereceu mais. Se a gente for obrigado a responder essa questão, Formiga, quem merecia ganhar o jogo?
Eu acho que a gente vai dizer Equador, né? Ah, cara, eu não sei se eu consigo te responder. É, eu acho que ninguém merecia ganhar o jogo não, até porque eu acho que as jogadas mais agudas de ataque acabaram sendo nossas.
Eu acho que o primeiro tempo foi igual e o segundo tempo o Equador foi melhor quase que o segundo tempo todo. O Brasil criou quase nada no segundo tempo. É, mas acho que também o Equador também não criou muito não.
Eu diria que ninguém mereceu ganhar o jogo. O jogo foi ruim mesmo na sua essência. Você diria a mesma coisa, Monique?
É, eu acho que pelo conteúdo do jogo, o empate tá de parabéns, né? Olha, a gente abriu uma enquete e assim, só lembrando, o pessoal da da Espanha lá, não sei se vai ter muita boa vontade comelote, não. Ele já vem tomando muita pancada na reta final do Real Madrid.
Ah, então, mas agora os caras queriam que ele fosse embora mesmo, né? É, mas aí foi o combo, né? Porque o Brasil também tem uma pancada de tudo que é lado pelo que vem apresentando.
O cara deu duas Champions para vocês. Se vocês ficarem de má vontade com o cara também, pelo amor de Deus, né? Pô, duas agora deu três porque tinha outra lá de trás, pô.
Então, segura, né? Não. E outra, no momento que o pessoal já tava criticando o trabalho dele, ele ainda arrumou uma seleção brasileira pro Chave Alonso assumir lá o Real Madrid.
É, ainda facilitou a vida de vocês. Não precisa reclamar do homem, não. Eh, 32.
000 pessoas com a gente. Vai dando o like aí. Tem outro de Madrid aí pra gente mostrar que é o AS.
Como é que foi a abordagem do AS aí? Antielote. É aquela manchete que eu gostei que a Monique leu.
Antielote tem um sério problema. O Brasil empatou na estreia do técnico italiano contra o Equador. O ex-técnico do Real Madrid terá muito trabalho pela frente.
E tá p tá no tom essa duas perfeit Mas ele tem realmente um problema muito sério. Ele sabia, eu acho, do desafio. Ele deve ter visto na na relação até assinar esse contrato, ele já foi apresentado a ambiente caótico, que é a seleção brasileira.
E ele realmente pega um trabalho com legado zero, né? Não tem não tem legado, não tem absolutamente nada. Quando você teve ali a a transição que foi muito mal feita pós Copa de 22, existia um um legado, existia um trabalho.
O trabalho do Tit, por mais que as pessoas se esperneiem, questionem e tal, foi um trabalho com lógica e com estrutura. O time, você sabia o que esperar, era um time muito seguro e que dificilmente perdia e que jogo como o de hoje, no contexto geral, o Tit ganhava. As eliminações, estreou contra o Equador vencendo na altitude.
Exato. As eliminações foram muito traumáticas. Ele talvez tenha errado muito nas duas copas, tanto 18 quanto 22, mas tinha um legado e isso foi destruído depois da Copa do Mundo, como se nada que fosse feito no ciclo anterior prestasse o que não era verdade, o que é uma tradição do Brasil.
É, o Brasil não tem, perdeu a Copa do Mundo, não fica nada. Terra, terra arrasada, joga uma bomba atômica e começa de novo. Foi até um ponto fora da curva de 18 para 22 ter conseguido ficar com o Tit e seguir o trabalho, né?
Totalmente.