Olá, você que sente ou conhece alguém que sente dor todos os dias Sabe bem que essa realidade complexa ela gera experiências sensoriais Desagradáveis, limitantes que comprometem emocionalmente A forma das pessoas se perceberem, se relacionarem no mundo. Certamente Quem sente essa dor persistente já sabe quão difícil é explicá-la E já tentou fazer alguma coisa para parar de sentir ou pelo menos para aliviar E sofrer. Embora nossa ciência avance em descobertas, ainda não encontramos Um tratamento que Garanta 100% de cura para esse sintoma, por outro lado Sentir dor é uma experiência sinalizadora e para enfrentá-la é preciso compreendê-la É preciso ter um diálogo com ela e é por isso que eu estou aqui hoje.
Meu nome é Marina, eu sou fisioterapeuta de formação, sou praticante Facilitadora, divulgadora, pesquisadora do yoga e estou aqui para conversar Um pouco com você sobre essa prática e os efeitos, seu potencial indivíduos Com dores crônicas. O yoga diz respeito a uma tradição milenar indiana Que conduza os praticantes ao autoconhecimento e a transcendência Essa proposta é estruturada em princípios técnicos, filosóficos E éticos que ao longo dos tempos em diferentes culturas conduz Os indivíduos a cultivarem o estado de atenção, presença e consciência No momento presente, e desenvolverem o seu potencial meditativo. Existem diferentes Ramificações do yoga no mundo e o Hatha yoga o mais difundido Na nossa sociedade, essa concepção nos convida a desenvolver O potencial do nosso corpo em harmonia com a nossa respiração Trazendo essa perspectiva de atenção presença e consciência No momento mais importante da nossa vida o aqui ,e o agora, cada prática É única seja a primeira, a centésima ou a milésima, nela exercitamos O desapego das distrações da nossa mente de coisas que não podem Ser resolvidas ou aqui ou agora, desse excesso de estímulo sensoriais Que confundem as nossas percepções e influenciam na interpretação Desses estímulos a construção dessa calmaria ela torna viável conhecermos Um pouco mais sobre nós, o que piora o que alivia essa dor, controlarmos Nossa respiração e nossas emoções nessa piora ou nessa melhora E finalmente estabelecermos a melhor forma de lidar com isso A construção de uma relação equilibrada entre o corpo e a mente Prima pelo conforto pela estabilidade e pelo respeito aos nossos limitações A ciência ela tem explorado bem essas relações e apontado benefícios Psicofísicos e indivíduos com dor e demonstrado que esse exercício de auto Descoberta e alto domínio, contribui para diminuição da percepção Desses estímulos álgicos e também para restaurar a mobilidade A funcionalidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas, então diante Dessa proposta para construção de bem-estar convido Então você para uma breve vivência da prática de yoga, vamos lá!
Sente-se na ponta da cadeira se você puder, com a coluna ereta, ombros relaxados O topo da cabeça conta para o teto, os seus cotovelos estão levemente Flexionados do lado das costelas, as mãos estão em cima das coxas Os seu joelhos estão na largura do quadril, e você se sente bem confortável. Pode fechar os olhos, entre em contato com a respiração Perceba o ar que entra e que sai, sem julgamentos Apenas observe e cultive esse momento presente, estabeleça contato com a sua respiração Observe o ar que entra e sai das suas narinas, sem julgar se está rápido, se está devagar. Observe e faça isso por um tempo, o quanto você se sentir bem fazendo.
Agora vamos movimentar a nossa coluna vertebral em sintonia Com a nossa respiração. Então você vai abrir o peito, juntar os músculos das costas Elevar o queixo, soltar a boca inspirando E vai soltar o ar aproximando o queixo do peito, os ombros. Repita inspiração abrindo o peito, elevando o queixo.
Faça isso no seu tempo. Observando cada voltinha do seu corpo enquanto realiza esse movimento. Retorna ao centro, observe como você se sente, quais os efeitos Desse movimento sobre você, agora entrelace as mãos coloque-as Em cima da cabeça, olhe para frente, relaxa os ombros, separe Os ombros das orelhas, você vai inspirar e soltar o ar Demoradamente inclinando o tronco para um lado, elevando O cotovelo em direção ao teto, e quando acabar de sair o ar Você vai voltar para o centro espirando e repetir a mesma coisa do outro lado, solta o ar Vai alternando, o importante não é o quanto você consegue inclinar Que indica essa postura, que indica esse movimento é o ar saindo de dentro de você.
Pode ser que para frente, ou fecha os olhos e mantenha em direção ao Horizonte Solte as mãos, coloque as mãos em cima das coxas Observe os efeitos desse movimento sobre você, novamente Com as mãos entrelaçadas na frente do peito olhando para frente Com a coluna ereto, os ombros afastados das orelhas Você vai então girar o cotovelo para trás, o tronco vai acompanhar Esse movimento à medida que você solta o ar. Volta a posição do centro inspirando e gire expirando para o outro lado. Inspire para frente e vai fazendo isso no seu ritmo respiratório, enfatizando a saída do ar Volte ao centro e relaxa as mãos em cima das coxas.
Observe como você se sente Então agora aliviando um pouco a coluna lombar vamos trazer O joelho direito dobrado aproximado do abdômen, então eu vou Pegar minha perna direita vou colocar em cima da minha coxa esquerda Se isso for difícil eu posso simplesmente cruzar a perna Em cima da outra e aí eu vou dobrar o meu quadril e trazer O meu tronco para frente, lembrando que o meu peito tá aberto A minha cabeça acompanha o tronco, nada de trazer o queixo para frente Eu vou harmoniosamente fazer essa posição de flexão, percebeu minha respiração. O que acontece entre as minhas coxas e meu abdômen, enquanto permaneço nessa postura apenas respirando Trazendo a minha atenção, a minha presença, e a minha consciência a essa postura Eu posso voltar, aí eu desfaço, observa a diferença entre o lado E o outro, eu vou repetir isso com a outra perna aproximando os joelho esquerdo do abdômen Posicionando a perna em cima da coxa Se isso for difícil, inclusive um lado é sempre diferente do outro Na gente, eu posso também cruzar a perna sobre a outra E aí eu vou então fazer o movimento de flexão no meu quadril, a minha cabeça Vai acompanhar o meu tronco, eu vou harmoniosamente entrar em contato Com a minha respiração, enfatizar a saída do ar, permanecer alguns momentos assim. Minha atenção, presença e consciência.
Então eu volto devagar. Desfaço, coloco novamente os joelhos na largura do quadril As mãos em cima das coxas. Observe como eu me sinto após essa postura Permaneço assim um tempo nessa observação.
Vamos inclinar um pouco agora o tronco para trás, você pode fazer isso Colocando as suas mãos atrás da coluna lombar ou você Pode simplesmente colocar as mãos lateralmente na cadeira que você está sentado Abrindo o peito, soltando a cabeça, relaxando a boca, permanecendo assim por algum tempo. Volte trazendo a cabeça cuidadosamente. Trazendo as mãos em direção novamente sobre as coxas Observe como você se sente após essa postura.
Então, mais um tempo assim observando a sua respiração Observando a harmonia que você construiu em você, através dessa auto-observação Durante essas posturas. O vigor, harmonia o equilíbrio Fica assim mais algum tempo, mas quando você se perceber distraído Não tem problema traga gentilmente a sua atenção, presença E consciência ao momento presente, e ao contato com a sua respiração. Então abra os olhos é o fim da vivência.
A ideia é que você se conheça cada vez melhor Quanto mais eu me conheço, melhor eu usufruo meus potenciais Mais eu respeito as minhas limitações, me sinto mais forte diante das adversidades E convivo com o meu redor de forma mais harmoniosa, agradeço A sua atenção e desejo que essa prática possa fazer a diferença Na sua vida um grande abraço até mais.