[Música] Estamos aqui hoje para apresentar o trabalho que tá sendo feito com uma parceria específica para apresentar o que é o programa de integridade na prática como ele é definido como ele é organizado quando como ele é estruturado Então nesse nesse trabalho em curso com a faculdade escola de Cairu a gente apresenta também a forma como como é feito o trabalho com qualquer outra instituição seja ela pública seja ela privada seja elas autarquias especiais que são os os conselhos de classe OAB Conselho Regional de Contabilidade Conselho Regional de Farmácia Seja lá de que natureza for
ela vai seguir sempre os mesmos pilares e é isso que vamos tratar aqui nesse nesse nessa apresentação essa estrutura ela vai se equivaler para qualquer empresa para qualquer ente público ou privado que esteja implantando o seu programa de integridade então assim nós temos aqui a questão do programa de integridade no caso a aplicação da gestão de riscos e controles que a gente vai ver ao longo desse bate-papo que a máxima é a estrutura e a aplicação dessa estrutura não adianta ter estrutura Apenas não adianta ter apenas código de ética eh procedimentos eh correcionais canal de
denúncias não adianta nenhuma estrutura dessa se não houver aplicabilidade e a aplicabilidade se dá com a aplicação das diretrizes da do iso 31.000 que é um padrão internacional que trata sobre gestão de riscos Essa gestão de riscos muito ada e nas questões financeiras na Bolsa de Valores lá nos anos 70 no Brasil mas com a maturidade da gestão pública dessa dessa estrutura fundamental para mensurar riscos ou prevenir riscos essa essa diretriz ela vem eh para consolidar não é então nós temos aqui o primeiro ciclo importante estamos aqui por exemplo eh com essa parceria com a
faculdade Cairu é o primeiro ciclo Então não precisa eh terminar um ciclo inteiro para dizer que o programa está estruturado o que precisa é pegar os pilares sua estrutura e começar a aplicabilidade com aplicação como é que começaa aplicação é o que vamos ver aqui para dar eh Vida Prática a esse a a esse assunto né então nós tem nós estamos diante aqui das quatro primeiras fases do primeiro ciclo de implantação que é a primeira fase que às vezes a gente se desdobra em duas fases porque às vezes acontece da instituição da empresa já ter
mecanismo estruturais e procedimentos estabelecidos Então a gente vai implementar a gente não vai implantar nós vamos implementar A diferença é que quando vai se implementar quando já tem algo feito então às vezes essas fases aqui ela ela se desdobra essa primeira fase né Nós estamos exatamente nessa capacitação nessa segunda fase que tem reflexos nessa nessa terceira fase porque a capacitação fizemos primeiro para a Instância de integridade que é alta gestão sem a alta gestão não a Pilar é um dos pilares é a participação da alta gestão no apoio e em tudo que se é feito
então a capacitação no primeiro momento foi destinada para a Instância de integridade e agora a a capacitação vai ser destinada para os operadores é o que a gente vai ver os operadores nesse sentido de contoles gerenciais e atividades gerenciais setoriais e a gente vai aprender a diferença entre os controles gerenciais e os controles sistêmicos dentro dessa aplicação e por fim quando tiver tudo dentro da estrutura e dos pilares fazer o monitoramento através de uma auditoria exna quem capacitou é monitoro um auditoria de monitoro que ela tem que ser totalmente independente de quem orientou de qu
acessou na aplicação etc então nós temos aqui que o programa ele é um um conjunto né o programa ele é um conjunto de mecanismos ele é um conjunto de mecanismos aplicado com a finalidade de governança com a finalidade de controle e com a finalidade também de prevenir riscos Então esse é o o principal eh conceito do programa de integridade que ela é representada pela Tríade integrada por isso o nome integridade governança gestão de riscos e controle Então essa é a Tríade que faz com que o programa seja efetivo a governança através da alta gestão que
vai fazer toda a que vai dar toda a oferecer toda a estrutura para que o programa conça dentro da sua setorialidade a aplicação nada mais é do que aplicar as diretrizes do iso 31000 e a Instância de integridade que é a alta gestão Como já falamos anteriormente Então você tem a Instância de integridade como um pilar né do programa é gestão de riscos e reflexos nos controles e reflexos também na governança é como uma roda mestra a gestão de risco é uma roda mestra aplicada que essa aplicação el terá reflexo na governança terá reflexo também
na nos controles e a gente vai ver em cada cada elemento que compõe risco cada elemento que compõe os eventos de risco suas consequências e sua mensuração então essa diferença de controles gerenciais e sistêmicos é o que vamos ver também então a Instância de integridade ela tem uma formação ligada sempre com a alta gestão a Controladoria essa Controladoria que é formada pela auditoria interna as quatro macr funções da da Controladoria a corregedoria ouvidoria e o núcleo de prevenção que Controladoria preventiva a Instância de integridade É quem decide isso Tecnicamente depois da apreciação da Controladoria que
é faz parte da da formação da instância de integridade é o primeiro Pilar tá é o primeiro Pilar é a Instância de integridade no seu no seu funcionamento e e no seu e no seu controle setores de planejamento como se trata de um assunto que é estratégico é para para qualquer instituição tem e empresas Ou instituições que tem seu setor de planejamento que ela deverá fazer parte da instância de integridade e essa representação setorial aqui ela é temporária ela não é permanente como as outras que compõem a Instância de integridade ela entada pelo controle gerencial
de cada setor de cada operacionalidade então ela vai ser temporária a gente vai ver como é que funciona isso na prática a Instância de integridade servirá para homologar e mostrar a efetividade do seu do programa então nós temos aqui aplicação que é aplicação da estão de riscos nos setores tendo seus controles e tendo os reflexos aqui na governância os controles internos essa nomenclatura controle interno ela se divide no controle interno gerencial e o controle interno sistêmico isso é elementar vocês não podem deixar de compreender essa diferença entre o controle interno gerencial e o controle sistêmico
pel pela má quem controla quem executa perdão não pode fiscalizar Isso é uma máxima então Quem opera é o controle gerencial que é é dito também como um controle por si só ela faz parte de uma rotina administrativa ela é realizada em 100% dos atos e uma visão setorial enquanto o controle interno sistêmico é o controle geral integrado com as quatro macr funções tem uma visão Ampla de toda a instituição é realizado necessariamente por amostras em casos muito excepcionais realizado 100% do do controle mas é elementar que seja amostra por amostra o controle porque se
o controle sistêmico for fazer 100% do do das atividades de controle ele passa a ser o controle gerencial e não mais o controle sistêmico e ele não faz parte de nenhuma rotina administrativa novamente pela máxima de quem executa não pode fiscalizar então nós temos aqui as linhas de controle que é um pronunciamento do Instituto internacional de auditores onde essa esse pronunciamento entra no nosso ordenamento jurídico nossos órgãos de controle como Tribunal de Contas como todas as entidades que trabalham com controle ela usa isso como um parâmetro de auditoria primeira segunda e terceira linha de controle
a primeira e a segunda sempre o controle gerencial 100% dos procedimentos e a terceira linha é a terceira linha fora de rotina gerencial que é o controle sistêmico marcadamente pelos trabalhos feitos por amostra e sobretudo a sua independência administrativa a dependência administrativa está nos controles estão nos controles gerenciais essa terceira linha ela goza de uma prerrogativa de independência de rotina gerencial então nós temos aí essa grande diferença e aí para uma prática você tem aqui o controle a Controladoria que é um controle sistêmico ligado aqui ao dirigente máximo que representa essa Instância aqui Controladoria aut
gestão né Se tiver planejamento e em vermelho está aqui o representante setorial de cada operacionalidade em verde operação em verde é o que está mais próximo da atividade fim da aquele órgão Então você tem aqui uma diretoria uma coordenação e uma operação esses contoles é muito característicos de uma de um pronunciamento de outro organismo internacional que é o material do coo os direitos humanos estão para homo assim como os controles estão para e o inai que é uma a representatividade de instituições superiores fiscalizadoras é a sigla do intai Então tudo isso é com base nas
Convenções internacionais sobre controle e que entra no nosso ordenamento como uma base teórica para essa aplicabilidade então no momento que você tem o grupo de trabalho gerencial representado na Instância de integridade é para poder fazer qualquer contraponto daquela apreciação da Controladoria e da auditoria interna referente à suas atividades né então isso é os controles isso são os controles gerenciais e controles sistêmicos na prática e aí nós temos aqui eh uma uma apresentação Zinha sobre setorial de riscos que o Opera lá na ponta diretorias coordenações operacionais aí você tem a mitigação desses riscos depois você vem
para a mitigação dos riscos é analisar o ambiente elencar os riscos calcular os riscos e dar resposta a esses riscos em cada setor a Controladoria ela vai apenas verificar e dar o seu parecer se realmente aqui uma o ambiente que foi colocado elenca seus riscos o ambiente tem sua missão própria ele vai calcular os seus riscos é um assunto que a gente vai se aprofundar mais adiante e vai dar resposta a esses riscos que a gente vai ver que são planos de ações ou planos de contingência ao final com a homologação aqui da alta gestão
que aí fecha aquele ciclo setorial o o ciclo do programa de Gestão de Risco como um todo é quando todos os setores passam por essa mitigação e aplicação da gestão de riscos então controle interno pelo conceito do Poo é um com como um processo conduzido pela estrutura de governança administração e outros profissionais da entidade desenvolvido para segurança razoável com respeito à realização dos objetivos relacionados com operações divulgação e conformidade pessoal aqui a gente tem Três Palavrinhas básicas que tiramos aqui desse dessa questão dess desse conceito do cozo nós temos processos nós temos objetivos e temos
pessoas Quem realiza as ações dentro de uma organização são pessoas isso é um ponto crucial Independente de processos seja eles processos eh de de dados para informação de informação para inteligência de processo de transformação industrial de uma matéria bruta para outra outra outro bem seja ele qualquer tipo de processo seja ele qualquer dos objetivos é preciso esse foco em pessoas que são as pessoas que vão desenvolver esse processo para alcançar os objetivos então nós temos aqui nós temos aqui pessoas dos mais variados tipos de educação dos mais variados tipos de origem familiar e que isso
é muito natural que uns sejam muito razão demais muito focado naquela questão objetiva e se a pessoa muito na área de exatas que mexe com o número sempre tem essa característica Claro não não tô generalizando mas mais ou menos é uma característica dessa objetividade do pessoal de informático e temos a parte das pessoas que agem muito com a emo das coisas e e se perguntar o que é que é o certo o certo na verdade é o equilíbrio Entre a Razão e a emoção diante dessa diversidade de pessoas dessa diversidade de comportamento isso é um
assunto muito extenso a gente não vai esgotar isso agora mas é importante chamar atenção para pessoas dentro de processos para Alcançar objetivos palavraschave palavras chave para poder entender que o que é que faz esse o que é que faz com que esse equilíbrio aconteça que esqueça todas as suas subjetividades que concentre ao máximo ter o foco no conjunto das suas ações das suas atividades da sua competência para alcançar aquele objetivo lá que é a finalidade então nós temos os manuais não tem que se discutir o manual tem que se executar aquilo que tá posto no
no manual os procedimentos da mesma forma operacionais descrição de processos fluxograma que é claro que no decorrer do tempo todos esses todas essas estruturas elas vão ser revistas melhoradas sintetizadas até excluir em alguns casos de excesso para não gerar burocracia e atraso Então tudo isso aqui desses instrumentos é o foco para se alcançar aquela finalidade diante da diversidade de pessoas Então nós temos falando de controles você tem cinco situações aquelas situações setoriais isso é fundamental quando a pessoa eh tem um controle desenhado o controle é suficiente aquilo acontece e aquilo está formalizado não é então
são três aspectos sobre o prisma dos controles e sua execução para essa adea das tarefas e muitas vezes a pessoa trabalha num setor que não tem controle nenhum desenhado que Dirá formalizado e não sabe se é suficiente então é o pior dos Mundos o pior das situações é quando não há nada desenhado então quando há controle desenhado mas também aquilo não é suficiente ele também pode não estar formalizado é uma outra situação quando há controle desenhado não é suficiente e ele está formalizado pessoal é muito importante essa formalização porque a formalização é o que dá
o aspecto da legalidade é o que dá o aspecto da estrutura você escreveu agora você vai cumprir Então tá formalizado agora eu vou cumprir então a controle desenhado nesse caso é suficiente para atender aquele objetivo daquele setor mas também não está formalizado isso também ocorre e o melhor dos mundos o melhor dos mundos é quando há o controle desenhado ele é suficiente e ele está formalizado isso aqui Se a gente pudesse colocar uma CTA de de cima para baixo pode acontecer sempre eh Às vezes o controle não é suficiente ele não é desenhado não está
formalizado mas pelo menos a a existência daquela necessidade de se controlar quando se fala que não está desenhado é porque já há uma necessidade de se controlar algo então o grande o grande vácuo é quando não se sabe nem se por acaso ess risco ele Tá previsto Esse é um grande problema quando não se tem nem noção do risco que se tá se passando e aí não tem nem nenhuma noção de controle Mas isso é uma questão de maturidade do programa claro isso vai ser às vezes o controle pode estar muito ideal muito adequado mas
não tems ve vezes e e chega algum alguma Norma ou algum fato superveniente que não venha a a a definir aquilo como um controle suficiente não precisa mais ter certos eh certas cautelas né E aí vão surgir outros e assim por diante a gestão de riscos que é o que a gente vai ver ele tem uma contextualização ele tem sempre o objetivo imaginar sempre está indo alco ele tem sempre que está dentro das capacitações internas corporativas isso é fundamental porque às vezes a pessoa está fazendo uma atividade há muito tempo e ele concentra sua sua
energia para fazer aquilo de forma eficaz em menor tempo ele às vezes não tem a capacidade de verificar que existe outro caminho para ser realizado aquela atividade e aqueles riscos que estão ao lado dessas alternativas que irão melhorar Então nada melhor do que uma parada para capacitação continuada para que isso ocorra de uma forma pensada de fora para dentro de uma consultoria externa ou até mesmo Aproveitando os conhecimentos setoriais dos outros setores que é a organização possui e assim por diante isso é um programa porque existe várias atividades dentro dela existe as etapas cronológicas da
gestão de riscos existe uma metodologia essa metodologia e todo o direcionamento está no ISO 31.000 que não daria pra gente fazer uma uma uma aula sobre isso nesse momento mas aqui está a forma básica né então nós temos no ISO 31 os riscos que são riscos operacionais e são os riscos para a integridade Isso é muito bom parar para explicar o que são os diferentes riscos sejam eles riscos operacionais sejam eles riscos para integridade risco operacional é quando uma pessoa vai em um hospital num pronto socorro e ele imediatamente é atendido e ele recebe uma
uma um diagnóstico do problema se aquele problema é muito grave ele tem uma uma pulseira vermelha se aquele risco é médio ele tem uma pulseira amarela seria o risco não oferece muito o risco a vida ele tem uma pulseira Verde então é mais ou menos isso a o risco da operação mas todas as vezes que falarmos em risco para a integridade aí nós temos aí a lei anticorrupção dentro desse contexto em seu artigo 5 que estabelece aí toda a questão dos riscos para integridade a portaria 1088 2018 que desdobra isso para a área pública mas
que isso é muito bem eh atendido na área privada né então uma empresa por exemplo um hospital que recebe um recurso público para fazer o atendimento a pessoas carentes as pessoas que precisam da Saúde Ela tanto opera com riscos operacionais tanto faz a gestão de riscos operacionais da área de saúde quanto também faz os riscos para a integridade daqueles valores que são recebidos do Poder p Então essa é a diferença dos riscos operacionais e os riscos para a integridade então o o objetivo é antecipar o objetivo também identificar e mitigar cronologicamente esses riscos Então você
tem os riscos que são efeitos da Incerteza nos objetivos pessoas às vezes não sabem mensurar o risco que aquilo oferece para uma determinada atividade que está fazendo ali seus objetivos então conjunto de atividades coordenadas para dirigir e controlar então a Gestão de Risco Vocês estão vendo que estão intrinsecamente ligados a controle e a gente vai ver por Então você tem técnicas para identificar você faz uma uma análise de ambiente separando os vetores muito importante salientar a diferença de riscos e a diferença de problema risco é um evento que sempre terá a probabilidade de acontecer o
problema não se você sanou um problema ele não tem mais nenhuma possibilidade de acontecer então ele não é risco ele é um problema o evento que é sanável que não há nenhuma probabilidade de acontecer ele é um problema sanável risco Ele sempre vai ter o fator probabilidade de acontecer uma um avião voando pela própria lei da gravidade ele sempre terá o risco de cair sempre enquanto ele tiver voando ele tem risco de cair não cai Porque existe uma série de controles que mantém Aquela aquele aquela aeronave ali em ruando Então você tem algumas técnicas para
identificar eventos de riscos a primeira delas é essa tabela suot em cada setor verificar o seus fatores internos o que seus fatores externos importante salientar que todo fator interno a pessoa tem como controlar os fatores externos ele não tem como controlar ele só tem como mitigar o o impacto disso Depois que acontecer mas os fatores externos não tem muito não tem o que fazer previamente né mas se prepara para se acontecer alguma coisa fator externo Então você tem os fatores exter de um setor que são as forças e que são as fraquezas a coisa positiva
e as coisas negativas os fatores externos que são também oportunidades fatores positivos e ameaças os fatores negativos n então sempre também a máxima de que todo toda crise é um sinônimo de oportunidade então isso aqui também vale paraa questão da gestão de riscos Então você tem aqui eh um novamente aqui um esboço daquilo que tá se falando sobre contoles sistêmicos contoles gerenciais aqui a estrutura operacional em Verde em vermelho aqui o grupo de trabalho que representa esse essa gerência de diretoria coordenação e operação e aí a alta gestão isso é um desenho assim didático para
uma melhor compreensão dessa estrutura que vai se aplicar Então você tem aqui por exemplo a gestão o processo de gestão de riscos você tem um evento de risco que é o escopo o escopo É sempre a extensão e a profundidade de cada evento Então você tem o processo de avaliação desses riscos identificação análise e avaliação aí você tem o tratamento dos riscos e você tem a o registro da resposta então em um sistema sempre a entrada serão é sempre o o escopo os eventos de risco né o processamento é sempre aqui o tratamento e a
saída sempre planos de ação são respostas ao risco Então você tem aqui uma forma de identificar um evento de risco devido por exemplo pode haver várias causas para cada risco Como pode ver vários impactos para cada risco também que s é importante Se alentar Então você tem aqui você faz essa pergunta devido a pode acontecer né falta de manutenção de uma caldeira pode acontecer o qu uma explosão da caldeira que vai levar ó a incêndio morte dano ao patrimônio então o o o que poderá acontecer é por exemplo é sempre o risco o evento de
risco então a perda financeira a curto prazo vão ter fluxo de caixa então você faz a pergunta a falta de acompanha já tá dizendo uma causa para isso a falta devido à falta de acompanhamento de aplicações financeiras para o fluxo de caixa ocorreu a perda financeira curto prazo que levará ó a diminuição do fluxo de caixa perda de atualização tecnológica paralisia operacional redução de vendas Olhe quantas impactos isso em um determinado evento Então são técnicas pode ser utilizada para poder identificar os eventos de riscos dentro do da análise de ambiente Então você tem aqui os
elementos que compõem os os cálculos os riscos quais são os riscos os tipos de risco Você tem o risco inerente que é sempre a probabilidade de acontecer multiplicado pelos impactos isso aqui são conceitos que na verdade logo em seguida a gente vai ver aqui parametrizado então o risco residual é igual ao risco inerente multiplicado pelos controles observem que esses controles aqui são controles gerenciais todos eles do que se faz parte da gestão de riscos e eh os controles eles são eles têm um impacto inversamente proporcional a a a estabelecimento de parâmetros a gente vai ver
isso se não tem controle nenhum o risco é muito alto de acontecer então isso que a gente vai ver aqui nas parametrizações então cálculo do Risco probabilidade evento a tem sempre uma convenção que a própria CGU convencionou isso de um a c muito baixo baixo aceitável crítico muito crítico isso sendo como uma convenção nada impede da pessoa também fazer uma nova parametrização de um a três de um a 7 a depender de cada caso e cada estrutura Por que o número ía porque sempre o número ímpar vai ter um ponto médio e esse claro que
em em em uma eh em um número par vai ter também um número médio Mas vai ser um número médio que não é inteiro Então se prefere trabalhar por números inteiros já at um ponto médio inteiro para não haver aquelas e eh divisões inexatas né então cálculos mais mais fáceis de se de se operar Então você tem sem de 1 a c o ponto médio número TR de 1 a TR ponto médio número do e e assim por diante um evento também de impactos que é de um a c convencionado tá você tem os eventos
de riscos dentro dessa prerrogativa de parametrização Então vamos lá para os números isso é uma coisa meio meio assim que merece uma atençãozinha mas a gente a gente tem aqui o risco inerente a probabilidade que vimos aqui probabilidade de 1 a c e os impactos também de um a CCO isso para o para fins de cálculo de risco inerente aí você tem aplicando a propriedade distributiva para se obter um ponto de equilíbrio ó Qual é o ponto de equilíbrio aqui é o ponto médio o equilíbrio aceitável Então você tem a propriedade distributiva é 14 eventos
que dividido por C que é onde você tem cinco situações você tem 2,8 mais ou menos aqui para cada um mas a gente coloca como muito baixo os menores números porque se trata de números mais baixos então assim isso é uma convenção de uma parametrização coloquei aqui em cinco situações mas você pode também trabalhar com três situações trabalhando com as cinco situações aplicando a propriedade distributiva as probabilidades de acontecer os eventos você tem de 1 até 25 que você divide aqui em cinco escalas de muito baixo baixo ponto médio crítico e muito crítico você tem
aí uma parametrização de de uma de de um risco inerente de um determinado evento né então Eh qual é o cálculo de risco residual Vimos que o cálculo de risco residual é o risco inerente que multiplica com os controles do mesmo raciocínio risco inerente de 1 a 25 ó e o Rios controles de 0 a 5 porque lembrem que pode ter probabilidade de não ter nenhum controle de nada então o zero aparece nessa questão aqui convencionada dos controles quem vai dizer que aquilo é de zer a 5 é sempre o gestor que está operando naquela
área setorial então aplicando também a propriedade distributiva sem número í para so o ponto médio de equil você tem ó de 1 a 5 que é o risco inerente todas as probabilidades multiplicado pelos controles aí entrando aí o número zer Então você tem 0 até 125 que são os eventos possíveis dentro dessa distribuição matemática aqui da propriedade distributiva Então você tem mais ou menos seis escalas de parametrização do controle do Risco residual perdão do Risco residual Então você tem controles por exemplo robustos que está nessa faixa aqui de números você tem controles razoáveis você tem
controles médio referência e você tem controles incipientes e controles muito críticos toda vez que se tem uma uma um controle um nível o nível eu não gosto de falar o nível palavra nível que porque dá impressão de volume mas é o o Estado os estados parametrizados aqui toda vez que houver um estado e você quer avançar você tem que trabalhar com o controle e Olhar aquela tabela tá desenhado tá formalizado é suficiente são essas três perguntas que se faz mas isso é um assunto muito aprofundado e vai estar AD PR as pessoas assistirem tantas vezes
quiser mas a gente vai se aprofundar porque a gente vai repetir de novo isso na prática portanto você tem os os os as as séries né parametrizadas apetite é o risco a definição do iso 31000 que é a a probabilidade da pessoa Ace esse risco às vezes há uma um impacto muito grande mas a probabilidade daquilo acontecer é pequena pessoa vai assumir o risco sabendo daquele daquela informação isso é importante assumir o risco sem nem saber o que é o risco é um grande problema mas quando se tem a consciência de que é o risco
e o risco está está sendo ali estampado então é importante que se mensure até chegar o a o resultado homologado quando a gente fala de resultado homologado de aceitar o risco é assumir o risco não é o controle gerencial que vai fazer isso sozinho ele levanta as situações há um controle muito crítico e ele diz os controles são esses não tenho condição de fazer mais do que isso e vou assumir o risco Então quem assume o risco é o conjunto da alta gestão a auditoria interna que deu o parecer e dos controles gerenciais Olhe o
o grau de complexidade quando vai se assumir risco diante dessa conjuntura né então você tem aqui respostas e monitoramentos então sempre sempre aqui n umaa régua você tem de zero um risco evento risco é sempre de 01 a 0,9 isso na definição do diagnóstico Então se por acaso for 0.0 é quando é um problema não é o risco não configura esse risco quando o risco aquele evento é um inteiro aí já é o risco materializado que aí são do duas situações onde você vai trabalhar primeiro o plano de ação que é para ajustar essa régua
de 0.1 até 0,9 e vai aqui sempre na verdade eh ajustar a o ideal é sempre menor não é porque o risco acontece o plano de contingência já é para o risco materializado caso aquilo esteja acontecendo Qual é a diferença entre o plano de ação e o plano de conting uma diferença crucial que o plano de contingência ele tem um tempo curto para acontecer ele não pode esperar e a depender disso vai demorar somente lapsos de dias de horas vai depender de cada caso mas o resultado é o tempo da verificação que o plano de
contingência exige Então você tem o programa de gestão de riscos que vai analisar todo esse cronograma análise de ambiente os eventos de riscos cálculo de riscos resposta aos riscos e por fim o monitoramento para saber se aquele plano de contingência e aquele plano de ação está sendo executado na prática então nós temos aqui essa diagramação cronológica da gestão de riscos novamente explicando de forma exemplificativa toda uma estrutura que compõe aqui esses controles gerenciais contoles sistêmicos e assim por diante então isso aqui é uma é uma forma para a área setorial trabalhar isso aqui já é
uma aplicabilidade de tudo que foi posto a [Música]