Pode ir. Fala pessoal, iniciando mais um Caveira Cash. Eu tô aqui com o mestre dos magos, Castro, né, na minha contenção aqui. >> Aí [ __ ] apoio total aqui. >> Bom dia, boa tarde, boa noite a todos. Iniciando mais um Caveira Cast, né, mano? Direto aqui dos estúdios Sneider. Isso aí >> para vocês aí, agradecendo a Deus, a minha família, meus seguidores, a todas As forças de segurança e ao pessoal que tá querendo ingressar nas forças de segurança, que vai ingressar através do Instituto Oliver, o melhor curso preparatório do país. >> Ó, quero mandar
um abraço aqui pro pessoal da Montana Market, tá? E assessoria, é referência em comunicação e marketing digital, oferece serviço de gestão de redes sociais, produção de conteúdo, assessoria artística, consultoria estratégica e suporte Completo em podcast. Eu vou deixar aqui, se não esqueça, né? Passa já deixa o corte já. >> Então já deixar essa moral e o pessoal faz um serviço de qualidade excelente. E hoje nós estamos recebendo aqui esse cara tinha que ter feito o filme Tropa de Elite. >> Não, mas é capaz de ainda fazer ainda um filme ainda, mano. É capaz de ainda
fazer. >> Coronel Paganoto. Estamos junto mesmo. >> Mais uma vez aí estamos junto aqui. Coronel Paganoto que já tá já tá referência já em podcast, né? Meu podcast policial tá vindo aí bastante podcast, tá vindo meu chegando quente aí nos podcast, passando informação para vocês. Orências top. Hoje mesmo nós estamos aqui no nos bastidores aqui. O coronel tava mostrando aqui um um polícia lá, um na época era aluno ainda, que presenciou uma das ocorrências dele aí, tava creditando ali para ele ali, Falando que, pô, tava junto lá, vi tudo, pá. Isso é legal. Eu falei
para ele, isso é legal, meu. Isso é legal porque para provar que as histórias que a gente não é matador de podcast, nem polícia de podcast, não >> é isso mesmo? >> A gente fala aqui, a gente põe a cara aqui para falar e falar a verdade. Se for para falar mentira, velho, aí vai lá no na Globo bosta. >> É isso aí. >> Não é não, mestre. >> É isso aí. Isso aí. Ô >> mestre, já começa aí, cara. Já prepara a melhor ocorrência para nós aí, >> ó. A terceira vez, a próxima que
eu vi já entro com ação trabalhista. Beleza. >> Aí, ó. Aí, ó. Aí, gordão. Aí, gordão. Já vai meter uma ação trabalhista aí, mano. Tá vendo? Aí, ó. Ai cara, é nada. Eu agradeço vocês sempre pela pela abertura, pelo pelo espaço. Vocês são os caras fantásticos. Não tô puxando o saco Não, porque agora eu conheço vocês fora do por trás aqui dos nos bastidores. Não que eu conheça vocês por trás, entendeu? O Snyider já tá com maldade lá que ele só pensa mal. Não, a parte por trás dele tá bichada depois que ele se acidentou.
Melhor deixar qu é a parte por trás dele aí. Até hoje não não acertou. Vocês são os caras diferenciad da Montana, eu também tenho que agradecer porque como eu conheci essa galera através de vocês e esses caras Estão hoje me ajudando também, dando assessoria e eles são top mesmo. >> Eh, e o que você falou ontem no Instagram, eh, uma pessoa me mandou uma mensagem, um amigo, ele era aluno soldado naquela ocorrência de Piracicaba da negociação dos fuzis. Já conta essa da Piracicaba aí que já é essa ocorrência é top cara essa ocorrência aí. Inclusive
vocês me perdoam porque como eu tenho participado de alguns podcast Como você falou às vezes eu conto posso estar contando ocorrência repetid porque eu esqueci o que eu contei aonde, né? >> E então assim >> não, mas essa daqui é a primeira vez que tá que o senhor tá participando caveira que não é a segunda. >> É, então eu não lembro todas que nós falamos. Se bem que a gente discutiu muito também coisa de de concurso, de como entrar, >> falando da Guarda Municipal, da Guarda Tem feito, né, a favor da Guarda Municipal, a >>
as as questões que tem que carece regulamentação referente à Guarda Municipal. >> Falamos também daquele polícia da da rodoviária que assediu a a mãe do polícia lá que deu aquele problema. Lembra? Cara, ontem, ontem eu fui na na no congresso dos municípios e um rapaz me parou para me dar um abraço, tirar uma foto, ele falou: "Cara, eu não Consigo esquecer aquela ocorrência do policial rodoviário que assediou a mulher com a criança no carro". Então, deve ter visto o teu o teu podcast que foi no teu que eu contei. >> É, os cortes dele deu
mais de 100.000 visualização no TikTok. >> Não, os corte no no caveiro que também tá lá no short lá. >> É bom demais o corte dele é bom demais. É, então vamos vamos falar essa de Pirascaba aí, depois eu vou pegar uma. Eu tenho uma relação aqui, ó, de algumas ocorrências. >> O pr [ __ ] Quantas ocorrências teve infiltra? 42, né? >> Não, 42 nós tivemos. E eu preciso falar um negócio também, viu? Apesar dele não querer aparecer, eh, agora na minha equipe de novo aí do do trabalho do projeto político, tá? O meu
irmão Bofo, >> que tava em todas essas ocorrências. Hoje ele tá junto com a gente aqui, nos bastidores, >> colhidinho ali, né, meu? De boa. >> É, já tava contando aqui para eu não esquecer antes de eu falar essa de Piracicaba. Cara, a gente eh ele ele tem muita informação de uma região aqui de São Paulo, né, cara? Ele ele é nascido, criado, conhece muita coisa. Então, a gente quando é polícia num determinado lugar e as pessoas conhecem, normalmente essa galera vem e traz às vezes alguma informação pra gente boa, né? E tinha chegado uma
informação pra gente De um [ __ ] de um ladranzão foragido da facção que tava na região norte aqui de São Paulo, cara. E a gente conseguiu eh mapear, fizemos um levantamento, realmente tinha a imagem dele no local lá. Beleza? Num determinado dia caímos para dentro da casa. Cara, quando a gente caiu para dentro da casa, a filha dele era policial feminina, policial militar feminina. >> Nossa, era fé, cara. >> Era, cara. E ela e nós chegamos lá, Paisana, carro carro reservado. E eu acho que essa menina só tinha conhecimento de corregedoria, assim, né? O
padrão corregedoria é aquele padrão mais formal, mais institucional. Quando ela viu quatro cara com jeito mais assim de maloqueiro, porque a gente trabalhava infiltrado, eu acho que ela não sentiu firmeza que era a corregedoria, porque ela não viu viatura da patrulha disciplinar, não viu nada, só tava nós quatro pulando para dentro da casa dela. E aí, cara, como ela, como ela era policial, ela veio meio que peitar, veio para cima. Ô, que que é? Qual é que é? Aqui é casa de polícia, vocês não. Aí eu falei: "Ô, filha, cadê seu pai? Cadê seu pai?"
Aí ela: "Não, meu, eu não sou obrigado a te dar informação". E aí eu falei: "Não, ó, eu sou tenente, >> tá? Mas aí, mas aí, pera um pouquinho, pera um pouquinho, deixa eu, deixa eu entender. [ __ ] vocês estavam paisando, >> paisando >> tudo maloqueirão. >> Tudo maloqueirão, >> car. E se fosse vagabundo, [ __ ] >> E se fosse vagabundo? Ela vai peitar e falar: "Aqui a casa de polícia". Tinha morrido, [ __ ] Não. E para nós também. Para nós também. Para nós. Por isso que eu falo, teve algum podcast que
eu falei para vocês do, ah, daquele que nós discutimos, aquela história da favela lá do policial civil que morreu na mão do sargento da Rota. Sargento da Rota lá. Você trabalha paisana é muito perigoso. >> Perigoso, [ __ ] >> Normalmente quando a gente ia cumprir mandado, a gente não pulava para dentro da casa é de forma furtiva. A gente chama o proprietário, chama quem tá lá, se identifica, mostra, explica a situação e entra. E na casa dela foi isso. A mãe dela veio receber a gente, a gente explicou o que tava acontecendo e foi
entrando. Porque mesmo quando você Tá cumprindo o mandado, o que acontece? A pessoa quando tá foragido lá dentro ou tem droga, arma, ela fica enrolando, dificultando a sua entrada para sumir com tudo. >> A droga vai para vai pra privada, o cara pula pelos fundos quando você vê não acha o cara lá dentro. Então se a pessoa abre muito rápido, beleza. Se ela começa a enrolar, você já tem que ir entrando. Tem que ir entrando, porque senão você vai perder. >> Você sabe que tá dando um pano pro cara. >> É. E se você tá
comandado de busca e e apreensão de um juiz, você se sente muito mais seguro para fazer esse tipo de incursão. E aí, eh, nós fomos entrando, a mãe dela não não fazia essa distinção, corregedoria, nada. A mãe dela não tinha esse conhecimento. Quem tinha era ela, porque ela era policial. Quando ela veio, que ela desceu do quarto, ela já começou a peitar. Ó, aqui é casa de polícia, não sei quê. Falei: "Filha, é o seguinte, é cumprimento de mandados. Pode chamar seu pai aí, pode chamar seu pai". E ela começou a peitar. Não, aqui vocês
não botam o pé. Aqui é casa de polícia, rapar fora, não sei o que. Eu falei: "Ô, não, para começar, você não tá falando com qualquer trouxa, não. Eu sou tenente, >> acabou. >> E você é soldado. Então começa assim, ó. Primeiro para falar comigo é sentido. >> Boa, já deu logo sentó, se você é se Você vai partir para esse lado, então é sentido. Você é militar. >> Perfeito. >> E aí começou aquele aquele aquela conversa tensa que ela tava desesperada. Ela tava tentando proteger o pai. Tava tentando proteger o pai, né? >> Proteger
o pai. Só que eh o que acontece? O pai dela não tava na na casa nesse momento, entendeu? Eh, a gente teve a informação dele, entramos muito cedo, porque o bom de você cumprir Mandado bem no início do do dia é que normalmente a pessoa tá dormindo ainda. Você vai acordar ela depois das 6 horas da manhã. >> A partir das 6 horas da manhã já pode dar dar já pode dar cumprimento do mandado, né? Existe até uma discussão jurídica que se é se é das 6 às 18 ou é no nascer e e pôr
do sol, porque na verdade a legislação a legislação diz o seguinte: você não deve cumprir mandado quando a pessoa tá naquela questão Noturna porque ela se sente segura. O noturno, o noturno é a pessoa diminui a capacidade dela de reagir, de olhar as coisas. Então você não deve cumprir mandado no horário noturno. Muita gente segue a linha que é das 6 às 18, mas tem jurisprudência que fala que não é luz. Já amanheceu, você cumpre o mandado. >> Até porque >> independente do horário, >> até porque carece previsão Constitucional de forma exata, né? A constituição
fala de dia, ela não fala horário, tá estritamente de >> não tá expresso >> não. Então da onde surgiu esse horário? Das 6 às 18. É essa a questão, porque a o não cumprimento de mandado é para proteger a a a inviolabilidade da casa quando tá no período noturno. Licença, senhora. >> Eu não tomo café. Obrigado, viu? >> Dá aqui para mim aqui. >> Mas é por causa do refluxo. É, >> eu só tomo coisas que passarinho não bebe água. >> O coisas que passarinho não bebe água eu tomo. Mas café me faz mal. Não
dá. Não dá refluxo. É não. Não. Cachaça é feita de álcool. É >> aí, ó. Tá vendo? >> Ai, caramba. Eu deixo que o meu café, minha esposa toma a minha parte. O Marcelino também toma café para caramba. Eu não, eu não tomo. É noia do café. >> Noia do café. E aí, cara? Eh, então, por exemplo, a legislação de furto, o furto ele aumenta a pena quando é no período noturno. Noturno. >> Por quê? Porque a pessoa tá com a guarda dele >> baixa, né? baixa. Então, o cumprimento de mandado tem o mesmo sentido.
Você não vai invadir as casas das pessoas, ainda que com autorização judicial, no período noturno. Então, o que que a gente faz Quando a gente tem operação com mandado? Vai o mais cedo possível para pegar o cara acordando, entendeu? E nós fomos cedo, a gente tinha já a imagem do pai dela noturna lá na casa. Fomos lá cumprir. Chegamos lá para cumprir, tava a mãe e a filha. A gente não sabia que a filha era policial. [ __ ] meu. Mas essa menina fez um escândalo. Ela queria a todo custo e ela e ela ela
assustou porque escra achou que ela era filha de bandido, né? >> Nossa. Aí >> deve ter deve ter tido uma falha na investigação social. Não foi apontado isso. E aí, cara, nós tivemos que dar um [ __ ] de uma de uma congesta nela, colocar ela no lugar dela, falar para ela o seguinte: "Ó, ó, filha, eu entendo a sua situação. Você é filha de bandido, >> você não tem obrigação de botar seu pai na cadeia, mas também não vem para cima da gente, porque nós estamos fazendo o Serviço pelo qual você escolheu você. A
daqui pro resto da sua vida, se você for uma policial digna, você vai combater vagabundo, >> até o pai, se for necessário, >> do tipo do seu pai, entendeu? Então, fica bem na sua, senta aí, fica de boa. E eu não podia prender ela porque o crime da da facilitação de fuga para parente de primeiro grau não atinge. Eles têm eles estão isento dessa desse tipo penal. Então ela até isso ela Sabia, >> entendeu? Só que eu fiz aquele documento pra nossa inteligência, pra nossa instituição ter conhecimento. >> Não, até porque até porque o senhor
fez o documento, porque ela podia fazer um documento também, né? E de repente querer prejudicar o senhor lá. Então, mas você sabe, você sabe que acho que é assim, quando você trabalha, por isso que eu eu uma das uma das eh queixas que eu tenho é a distância que o Ministério Público e a Magistratura se mantém em relação à Polícia Militar. Porque toda vez que você, policial militar, tiver operando com esses caras por trás e por trás que eu falo com conhecimento da operação, com autorização, com isso, com respaldo jurídico, cara, você vai com muito
mais tranquilidade. >> Você sabe que o que você tá fazendo ali, a justiça tá acompanhando. Por isso que na minha na minha época de infiltrado, eu tenho eh esses dias me mandaram Também no Instagram um amigo lá, o se eu não me engano foi o Comío, eu não sei se foi o Bayena. Eles me mandaram uma um negócio do Mercado Livre para comprar aquele leitor de disquete, porque os computadores não lê mais disquete. E eu falei: "Cara, na minha casa eu tenho uma pilha de disquete das operações, porque tudo eu relatava pro juiz. Tudo eu
relatava pro juiz, tudo relatava pro juiz." >> Então você tem que tirar isso daí do Disquete e colocar num pen drive. É. Então eu vou fazer, >> é, eu fui, eu fui, >> eu tenho umas fitas também, umas fitas cassete de ocorrência minha lá, daquelas fita grandona, cassete lá, eu preciso fazer isso daí, mano. >> Eu fui abduzido pelos podcast, despreparado. Eu eu ainda preciso chegar em casa, abrir umas caixas que eu tenho lá, das ocorrências minha, do bofão, da minha equipe lá, Isabo Campman, essa Galera toda do grapa. >> Grapa. É grapa, é, é
grapa, grupo dos amigos do Paganoto. >> Mas, mas era muito bom. E, e é interessante porque a gente se deparava com situações muito inesperadas, né, cara? Você vai cumprir um mandado achando que você vai catar um ladrão fugitivo de banco. Chega lá dentro, a filha dele é policial militar. >> Olha que situação aí, ó. [ __ ] >> Você quer ver uma outra ocorrência que Eu tenho aqui na área do 21? Sem querer te interromper. Só uma pergunta, uma dúvida. Quando vai fazer chip de operação, não se investiga se mora com filha e os antecedentes
criminais da da filha não se investiga os graus parantescos? Então, depende da operação. Depende, porque é assim, cara. A gente era um grupo de oito policiais, eu e mais sete, >> certo? >> Eu e mais sete. E aí, cara, era vem uma Enchurrada de denúncia. Você não tem estrutura e tempo para ir nesse. Você fala o seguinte, ó, bate a foto >> e levanta-se realmente é o cara, ele é ladrão, é, tá foragido, tá, cara. Prisão de foragido paraa PM é um negócio muito corriqueiro, muito simples. Você tá abordando toda hora, você tá catando foragido.
>> Não é um negócio que que vem, vou dar um outro exemplo para você, ó. Chega uma denúncia que tem 1 tonelada, 500 kg numa Casa, que é uma quadrilha de vários cas caras que tem armamento, é risco. Esse tipo de operação você faz um levantamento mais minucioso, porque a operação é grande. Mas uma denúncia de que um cara foragido mora numa casa e tá ali, essa vai alor mais tranquila, >> mais simples. Você só vai confirmar se ele é o foragido, quem é o cara e se ele realmente tá na casa. tá na casa,
o juiz deu um mandado de busca, você vai lá para dentro buscar ele. Você não faz Toda essa, você não tem tempo nem estrutura para isso. A gente não tinha, entendeu? É, é um grupo pequeno, cara. A gente, >> a gente tinha operação nossa, que a gente ficava três dias sem dormir. Era um negócio, cara, que >> então quando vi um negocinho desse, ó, naquela casa tem um foragido. >> Ah, molezinha, mamão com açúcar. >> Vamos lá rapidinho, pede um mandado, vamos catar esse cara e vamos embora. Que nem aquela história de Buritama do do
da metralhadora, cara. Assim, a gente foi e imagina, bateram para ele que o cara era forte na facção, tinha fugido porque o pessoal tinha levantado, ele já tava para fazer a prisão, ele catou e mudou de vida. Foi embora lá para Buritama, na divisa do estado. Conhece Buritama? >> Não, >> cara. É lá pra região de Rio Preto, mas já na divisa. >> Divisa com Mato Grosso, né, >> cara? Uma cidade pequenininha. Caraca, >> do lado de Rio Preto, chegou para nós, falou assim, ó: "O cara fugiu, o cara tá morando em Buritama, só que
ele levou com ele uma metralhadora. A hora que falou metralhadora, eu falei: "Puta, vamos pegar, cara, porque metralhadora você pegava pouco." >> O zoião já cresceu, né? Falou: "Opa, >> fuzil e metralhadora há 15 anos atrás você quase não via, meu. Era raro." E a Gente tinha um tesão de catar, porque você imagina numa troca de tiro com uma viatura pequena, um cara saca uma metralhadora. [ __ ] era [ __ ] entendeu? Então quando quando chegou para ele, falou assim, ó, o fulano tinha um um apelido na facção lá, tinha o nome dele na
facção, o fulano tá em Burit e tá com a metralhadora escondida. A gente falou: "Porra, vamos lá, cara". A hora que eu falei aí os caras, tá, mas onde é? Não, dá umas 9 horas de viagem. Eu, mano, 9 Hor dormir lá. Aí você já vê os cara, os caras no dia de folga, às vezes os caras trampam porque precisa pagar as contas, né, velho? Polícia. E e essa essa vida eh dedicação exclusiva pura e simples é só discurso de mongoloide que tem, que é o cara que acha que ele não tem família, não tem
conta para pagar. >> E detalhe, mestre, aqui em São Paulo o cara ganha hora extra, né? >> Nunca >> não. Tá doido? >> Ué, então igual é igual em Minas também. >> Hora extra é um luxo para paisano >> que fala que a gente ganha bem. Exatamente. >> Então é igual em Minas também. >> Não é hora extra não, cara. >> Não, a Polícia Militar ela é um uma >> Não, porque lá em Goiás o cara ganha, o cara ganha virtual, ganha hora extra. >> Não, não pode ganhar. >> Polícia Militar lá ganha isso. >>
Inclusive quando tinha um soldado terceira classe que era aquela aberração jurídica, que o Caiado acabou com isso, graças a Deus, né? Com a nova lei de provimento de cargo, passou a ser soldado de segunda classe, porque existia soldado de terceira classe só em Goiás. >> Terceira classe. >> É, existia, acabou com essa aberração jurídica, era 1500. Um dos argumentos que eu usava, né, na na época na realiza Curso como professor de direito, juntamente com os outros professores que eram policiais também de terceira classe, era o quê? Calma, você não vai entrar ganhando R$.00, dá para
você tirar uns 4, 5.000 fazendo virtual, porque lá paga sen hora extra. Pode dar um Google aí agora. >> Meu Deus. >> Agora eu não imaginava que São Paulo seria como Minas Gerais. Isso. Goiás. Goiás. Então, Goiás deve Est uns 100 anos na nossa frente. Então, >> não, a polícia de Goiás é diferenciada. Aqui não paga, aqui não paga hora, ex, aqui não paga adicional no sul, no eu falo 100 anos não em parte técnica, equipamento, eh, eficiência que eu não conheço, mas no quesito valorização não, mas lá lá é diferenciado. Mes polícia de gociada.
>> É. E você sabe o que é engraçado? A maioria das vezes quando vai vão defender a desvalorização, eles dizem Assim: "Não, mas lá o estado é pequeno, não tem o tamanho dos problemas que nós temos, a necessidade de investimento e gast. Todo o estado tem a receita e os problemas proporcional ao tamanho. >> É o tamanho. Perfeito. >> Tudo é proporcional. Se a gente pegar o recurso que tem o nosso estado comparado com o recurso de Goiás, a valorização deveria ser no mesmo padrão. >> É recurso. >> Então é tudo é tudo narrativa narrativa
De quem realmente não quer valorizar como deveria. Isso é isso é o fato. Mas voltando lá, cara, eh aí aí você chega na sua equipe que tem só sete e fala assim: "Puta, quem que amanhã tá disponível para viajar e ficar dois dias lá? >> Então você junta três, quatro." Não, e o senhor ainda tem um bom senso de fazer isso, né? Chegar e falar quem é que pode, né? Porque tem muitos que comandante fal assim, ó: "Você, você, Você vai comigo". >> Essa é a diferença do bom comandante. >> Exatamente. Sem, sem querer, sem
querer. É que o senhor não tava com o pessoal ali, o senhor sabia e porque o senhor era comante de verdade, né? Não é porque tá na frente do senhor, não. Mas o senhor sabia, sabia? Ó, ó, fulano faz bico, cicano tem a mãe doente, a mulher doente, >> sabe tudo. A diferença do bom comandante é esse. E a diferença do bom subordinado É essa também. Tô com o senhor chefe na hora. É ou não é? Meu, esses caras que ficaram comigo não tinha como não valorizar eles para mais, porque o que esses caras abriram
mão e correram risco, >> você é louco, mano. >> Meu meu irmão, teve uns caras no início do nosso grupo, rota, tudo famosinho lá e e e embaçadão, os cara, uns cara apetitoso, os cara com duas semanas de trampo, os Cara correram, os cara correram, os cara falou: "Cheve, não dá para nós isso aqui não, cara. Isso aqui não dá. O senhor tá louco, some disso. A gente não precisa, a gente não precisa fazer isso. E detalhe, eles faziam isso sem eh valor monetário nenhum. Por amor, cara, não é por amor. É por amor a
a causa ô car, você quer que eu te falo, cara? Nunca eu vi nenhum deles reclamando de coisa financeira. Nunca. O que a gente reclamava era de a falta De apoio. A gente não tinha eh apoio institucional, logí, >> não tinha. O único cara que apoiava realmente a gente era o comandante geral. >> Era o único. O resto embaixo por inveja ficava tentando regaçar. >> Até hoje os caras estão com invejinha mandando recadinho. >> Não, eu tô ligado. Eu tô ligado. O que que eu falei pro senhor? O sem história. >> Quando o senhor começou,
eu falei assim, Ó, se prepara, ó. Eu avisei pro senhor, avisei pro Matei, o Matei, o sargento do Matei já tá, já tá colhendo, já tá colhendo os frutos aí já da, da, da inveja, entendeu? É padrão. Então eu falei pro senhor, é que nem eu até hoje eu tô aí vai fazer 2 anos e meio que eu tô aí na mídia e você vê [ __ ] a ah não sei o que contador de história, me tirou para a procurar o que >> então e aí mano é quando nós juntamos esses três cara mais
pegamos uma Ipanemazinha, vamos lá para Buritama aí, cara. Estrada, estrada, estrada, estrada, estrada. Chegamos lá, só que o que aconteceu? A gente já tinha todo o levantamento do cara com nome correto, tudo certinho. E nós fomos no >> tudo. Nós fomos no juiz, >> o juiz da cidade, uma vara, né? É o é o Tudão. O cara é família trabalhista, ele faz tudo. Ele é o juiz. Ele é >> ele é o clínico geral. >> Clínico geral. Não, não. >> O o o juiz lá, cara. Quando nós chegamos vindo de São Paulo também, uns cara
estranho, falei assim: "Tudo bom, excelente, nós estamos aqui, ó, viemos buscar esse cara. Esse cara é de São Paulo, esse cara é diabo do PCC lá de São Paulo. Ele tá vivendo aqui já há uns meses." O juiz virou para nós, falou assim: "Nossa, meu amigo, esse cara é o cara do cachorro quente". Aí a gente: "Como assim o cara do cachorro quente?" É, meu, ele tem um um trailer que vende cachorro quente e e meu, o que eu vou falar? Você vai ficar chateado, tenente. Eu falei: "Não, pois não, excelência, o que que tá
acontecendo?" Ele falou o cachorro quente dele, ele passa um uma corrente, um cadeado na base da PM para ninguém furtar os cachorros quente, nada. É, ele fica colado com a base da PM. Falei: "Sério?" Falou: "É, ou seja, o cara se mudou pro interior com a esposa, com os filhinhos, mudou de nome, Chegou lá trabalhador, ele apagou o a facção dele, entendeu? >> Passado dele, >> ficou uns meses de boa lá, todo mundo achava que ele era um cidadão comum. >> Car! E o meu irmão aí sabia exatamente quem era, apelido tudo. Aí o juiz
já ele ele ele homologou, eu não sei se é bem essa palavra técnica em termos de dos juízes, mas meio que ele homologou o mandado do do Dipo aqui de São Paulo e falou: "Gente, boa sorte. Fizer a prisão Dele, depois eu toco aqui. Beleza, vamos para lá". Chegamos na casa dele, cara, ele tava pescando, caímos para dentro, tava a esposa e os filhos. Mas chegamos de boa, cidade do interior, ele sozinho, se passando por bonzinho, não precisamos nem sacar arma, nada, só chegamos lá, tudo bom, senhora, ó, a senhora sabe o que nós estamos
fazendo aqui, né? Ela não, o que que tá acontecendo? Falei, a gente é polícia lá de São Paulo. Ela já mudou a cara >> na hora, >> fechou a cara na hora. Falou: "Ai, caramba, o que que tá acontecendo?" Falei assim: "Chama o marido da senhora pra gente, por favor". Ela falou: "Ele tá pescando". Falei: "Ele volta que hora? Ela falou assim: "Não, ele tá para chegar". Falei: "Então já me dá celular". Já tomamos o celular dela, falamos: "A senhora entra, a senhora dá licença, nós estamos com mandado de busca." >> Acabou, >> tá tudo.
Sentamos na sala com ela, >> ficamos esperando. >> Ficou um em pé na segurança dentro da sala, ficamos esperando. Falamos: "Ó, senhora, a senhora sabe, ele tá foragido, vocês estão vivendo aqui, mais uma hora a casa cai." A mentira. >> Mas chegou, o senhor chegou a perguntar para ela dar matraca? >> Não, meu, ela tava com as crianças em choque. Eu deixei ela tranquila. Falei Assim, ó, a senhora, a senhora >> você vê a diferença do bom policial, né? O cara sabe que as crianças não tem nada a ver com isso. Eu nunca esculache nunca
esculachei família. Nunca. >> O cara tem que ser psicólogo, cara. Até psicólogo. Tem que ser na polícia. >> Exatamente. >> Nunca. >> Toda toda esposa, mãe, parente que eu esculachei veio para cima de mim. >> Ex. Era isso que eu ia falar. Agora >> tem uma ocorrência em Tapecirica que apanhou da Velia a criança porque eles vieram todos bater a gente. >> Aí não, >> a gente lutar essa de Tapecirica P conta. Então é assim, ó. Lá em Buritama ela sentou e nós fomos conversando. Falei senhora, tava dando certo, mas chega uma hora que a
mentira a mentira aparece. >> E teve denúncia lá em São Paulo. A gente sabia que ele tava aqui e vem buscar, Não tem jeito. >> Acabou. >> Ela falou: "É, >> ele achou que ia durar para sempre essa vida aqui e não durou". Falei: "Ele tá trabalhando, né?" Ela falou: "É, ele tá vendendo cachorro quente". Falei: "Eu tô sabendo". Na base da PM lá, né? Ela falou assim: "É no do lado, ele deixa na rua do lado". Eu falei: "Não, tudo bem, tranquilo. Daqui a pouco ele chega, né? Chega." Aí ele veio com a com
a Caixinha, com as varas. A hora que ele entrou na sala, que ele deu de cara com a gente, ele tomou aquele susto. A gente vai, vai, vai, não cisca, não cisca, põe as coisas no chão aí, fica de boa. E aí, irmão, como é que tá? Que que vocês estão fazendo aqui na minha casa? Quem são vocês? A gente falou: "Meu, a gente é lá de São Paulo, onde tá a metralhadora?" Ele: "Que metralhadora que vocês estão falando? Eu sou fulano de tal, vocês estão vocês Estão cometendo um erro, tal". Eu falei, aí ele
já tinha me passado o nome dele na facção. Eu falei: "Então, e aí o irmão tal?" [ __ ] hora que eu falei: "Irmão tal", ele já mudou, >> desmanchou. Ele falou: "Senhor, pô, vocês estão com tudo mesmo, >> já mudou até o". >> Eu falei, eu falei para ele assim: "Ô, fulano, nós estamos com o teu mandado, você tá preso, você tá, nós já sabemos tudo, teu DBC inteirinho, suas corridas, Inclusive a metralhadora. Eu quero a metralhadora". Ele: "Não, senhor, não tem metralhadora". Eu falei: "Então é o seguinte, eu vou começar a zoar agora
tudo aqui. Eu vou virar sua a sua casa de cabeça para baixo até achar. E você quer que a sua esposa, seus filhos veja isso? Você quer tomar um esculacho desse na frente da sua mulher e dos seus filhos?" Ele falou: "Senhor, não precisa zoar minha casa". Eu falei: "Não precisa, tô te falando. Eu sei que você Tá com a metralhadora aí, você me entrega a metralhadora. Vamos embora, amigão. Ninguém mandou você trazer essa [ __ ] para dentro de casa. Entrega. Aí ele olhou pra mulher, a mulher dele, tipo, olhou para ele falando assim:
"Entrega, cara, entrega". Aí ele falou: "É, senhor tá lá". Ele foi num armário, tirou uma madeirinha que tinha embaixo, puxou a metralhadora, entregou. Falei: "Isso, rapaz, sem esculacha você já tá dado, é tudo. Você acha que a gente ia Viajar 9 horas de carro à toa? Nós não somos trouxa. >> Aí ele: "Não, senor, caiu, caiu a casa." Aí grampo nele. Metralhadora levamos. Cara, a hora que a gente apresentou a metralhadora no DP e o juiz tomou conhecendo, o juiz falou: "Não é possível, cara. Aqui em Buritama tinha uma metralhadora do cara do cachorro quente
do lado da base. O juiz só não falou para mim assim: "Eu comia cachorro quente lá." Eu tenho certeza que o juiz Era cliente dele, mano? >> Ô, isso aí vai, isso aí vai dar um corte, ó. O cara, do cachorro quente com a metralhadora na mão. >> Não, mano, era, era, >> [ __ ] mano. Certeza que o juiz era cliente dele, mano. Cara, cidade do cachorro quente, >> gostava. Ele ficou mais triste que não ia ter mais o cachorro quente na cidade. >> Certeza. >> Perdemos o cara do cachorro quente, [ __ ]
[ __ ] que pariu. >> Então, cara, a gente fez muito, a gente fez muita operação em em várias cidades que a gente nem conhecia. Então, mas ô chefe, aí nesse caso aí surpreendeu ele lá, ele fica preso lá ou sen traz ele para lá? >> Ele ele fica preso lá, >> certo? >> Né? Porque o porte o crime do porte de arma dele lá foi lá. Ah, >> então ele ficou preso lá. Só que aí ele Acaba sumareando todos os inquéritos que ele tem, respondendo também em São Paulo. Naquela época era muito complicado. Inclusive
o motivo da criação do nosso grupo foram os resgates de preso nos movimentos de preso para ir responder os processos. Isso era uma desgraça em São Paulo, porque a Polícia Militar ficava pegando viatura o tempo todo para ficar fazendo os bondes de ladrão que iam sumariar esse ouvido nos processos. Não Passou da hora de fazer essa [ __ ] dessas audiências via. É, >> não, agora é tudo tudo virtual, não tem mais. Pelo amor de Deus, >> duas coisas boas. Tanto, mas demorou tanto para fazer isso daí, cara. >> Já até sei que senhor vai
falar. >> Algumas algumas audiências elas são obrigatórias no pessoal. Por exemplo, Júri. Júri não tem como você. >> É, mas a isso aí para nós quase que zerou. Duas coisas foram muito muito Boas pra polícia militar. A, >> na época da pandemia, né? Não, não. Digo assim, atualmente, atualmente as audiências estão sendo feitas online, então esse processo que demorou anos e anos para esse monte de juiz e promotor entender que isso seria bom, levou um tempão. Intensificou por causa da pandemia também, né? >> Na época da pandemia deu intensificar, obrigou obrigou, não tinha como fazer.
>> Exatamente. >> Tudo bem que tem aquele processo da melhoria de tecnologia. Antes, quando você tinha aquelas internet que não funcionava, câmera ruim, não tinha como, porque aí você vai fazer um interrogatório e uma e uma das coisas do interrogatório que o juiz preza, e isso faz parte inclusive da da doutrina, é a percepção do comportamento do do réu para você enxergar se ele tá mentindo ou não, porque o corpo fala, >> o corpo fala, >> uma leitura corporal. Isso. Então, promotor, juiz, eles não queriam abrir mão dessa leitura corporal. Isso eles têm razão. Mas
com a melhoria da tecnologia, da capacidade de câmera e de e de internet, de tudo isso, hoje o vídeo você consegue ver como se fosse real. Exatamente. >> E aí aí isso foi minando a resistência no no judiciário ao ponto deles hoje já não já tá pacificado que a a audiência virtual ela tem validade como a Presencial e isso reduziu quase que a zero aquele monte de escolta que a gente fazia. A gente tirava a viatura do do patrulhamento, tirava a viatura de atendimento de ocorrência, colocava os policiais em risco, porque dependendo da periculosidade do
vagabundo, os caras vinham resgatar, >> fazer resgate. >> Eu o meu grupo foi criado por causa do de várias ocorrências onde no resgate mataram policiais. Esse foi o mote do Meu grupo. Meu grupo era: "Você vai descobrir a quadrilha que tá resgatando preso e matando polícia". O coronel, comandante geral da época, coronel Rui César, ele tinha a sensação de que era um grupo especializado, toda vez contratado por quadrilhas, porque os caras vinham de cabine dupla S10 com fuzil no tripé, metralhadora no tripé, os caras vinham de de >> nossa senhora >> eh uniforme, vamos dizer
assim, preto Inteiro de preto. >> É tipo um grupo mercenário, >> porro e conduta de patrulha. Cara, pena, eu nunca pensei que eu fosse participar de podcast. Naquela época eu tinha os vídeos de resgate. Por exemplo, o resgate de preso na [ __ ] o resgate de preso da Castelo. >> Quando eles resgataram o Pateta, eles bloquearam a rodovia primeiro que eles vêm e começa, eles vêm arrebenta a viatura, fecha a viatura, uma, uma S10 Na frente, uma atrás, senta o paus, polícia desembarca, tenta trocar, sai correndo no talude, cai baleado. Nisso eles já fecham,
bloqueia a castelo, mano. bloqueia castelo com os fuzis e ficam na conduta de patrulha fazendo a proteção enquanto os outros vão, abre o bonde. Bonde já tava aberto. >> Já tá estranho. Já tá estranho. >> Não, ali ali o pessoal sabia o que aconteceu. Já o bonde aberto, os ladrão vão saindo tudo. Uns embarcam na nas Caminhonetes, uns vão a pé porque não devia est pago, né? Porque assim, você tem um bonde com 30 ladrão, mas você vai resgatar quatro que pagaram. Os caras do chão, os outros fogo à vontade. Corre aí, irmão. Corre aí.
Oidade. Só oportunidade. Corre. >> E aí, cara? Essa essa esse vídeo, por exemplo, da Castelo é muito engraçado. Um cara que chegou a coronel e eh tinha uma viatura da Corregedoria no trânsito, quando bloqueia o a Rodovia, eu acho que eles pensaram que era acidente. Eles estavam lá atrás. Esses dois policiais da corregedoria desembarca e resolve ir no meio dos carros para tentar ir lá ver o que tá acontecendo. >> Hum. Hum. >> Cara, quando eles estão chegando um pouco perto, sei lá, uns 300 m, é o momento que os vagabundos sobem com os fuzis
na mão na caçamba e sai. Se essa viatura da Corregedoria tivesse um pouco Mais perto do local onde foi bloqueado e tivesse chegado um >> já era >> meio mais perto ainda da da cena do tiroteio, os caras tinha tomado tanto tiro de fuzil que eles iam est lá no céu agora, entendeu? Então foi Deus, o São Rota que protegeu. São Rota protegeu. São Rota é [ __ ] >> Deus é Deus é comandante do São Rota. >> É Deus ele só destina o São Rota. Vai lá que vai dar um zulu ali, ó. >>
Isso. Fica lá porque os polícia tá precisando de você. O São Rota protegeu o Santana e assim vai. Então, eh eh os caras estavam com uma conduta de patrulha, armamento e modos operand naquela época. Então o coronel quando me chamou falou assim: "Cara, eu tenho certeza que tem uma quadrilha formada por policiais ou militares." Primeiro ele achou que era policiais militares, aí eu troquei ideia com ele, falou: "É, pode ser militar também, porque é Instrução militar". Então ele falou: "Cara, esses caras devem estar sendo contratado porque é o mesmo jeito em todas as ações. A
do 45 DP, mano, onde morreu, acho que é o Inácio, o nome do sargento, eu era o Rota Comando. Eu cheguei no dia, na primeira rota comando que chegou no local. Ô, a viatura parada na na lá o 45, tem a entrada do DP do lado esquerdo, do lado direito ao serviço de dia da terceira c do 18. Não sei se ainda é a terceira, porque as Companhias mudam um pouco. É, >> mudou, >> cara. Eu cheguei panema assim, ó, atravessada, os miolos do sargento pingando do teto assim, ó. >> Nossa senhora. >> O motorista
tiro na perna, eu não me lembro se deu uma amputação total, porque eu sei que hoje, hoje ele tem deficiência. >> Ele foi inclusive aposentado pela deficiência. Cara, cena de terror, velho. Os Mike estavam de serviço, no serviço de dia, os caras chegaram de fura e foram despejando de de saturação. Os Mik se jogaram embaixo, por sorte o balcão grosso de alvenaria, só que para os caras não levantar e atirar, os caras ficaram sustentando de furo. Então os caras dava rajada e os mikezinhos tudo escondido, tudo escondido. Entraram no DP, não deram um tiro dentro
do DP, entraram lá no Corró. Tiraram o o ladrão lá de dentro e saíram fora, deixaram o sargento morto lá. O Oiama, os cara depois no em Guarulhos saiu, quando foi sair do do fórum, entraram na rua lá, os caras cercaram, fuzilaram o sargento de de metralhadora, tiraram o cara de dentro da viatura e levaram embora. Ou seja, os caras estavam num apetite onde eles não estavam, eles não estavam tipo assim, vamos vir resgatar com pinguinho de consideração pelos PM. Nada. Quando eles Chamam a gente de verme, é o que eles acham mesmo. É tipo
assim, ó, vou eu vou vou vou eliminar essa raça. Então, os caras chegavam arrebentando, arrebentando, destruindo. E foi aí que o coronel me chamou, falou: "Mano, pode juntar um grupo de maluco aí que do do jeito que tá nós vamos ficar morrendo e essas investigação não vão chegar em nada". Perfeito. >> E vou falar pro senhor, ele teve uma perspicácia [ __ ] porque se ele pega, Tipo assim, ah, vamos pegar o pessoal de investigação da corregedoria, não ia chegar em lugar nenhum. É o que o senhor falou, ó, o comandante geral, o comandante geral
falou: "Pega uns louco aí. >> Ele agiu corretamente, cara". >> E você vê que engraçado, você tocou num assunto que eu nunca falei para ninguém. Esse esse homem era cavalaria. A carreira dele inteira é cavalaria. Ele foi criticado muito na na polícia porque Ele extinguiu o trânsito na época. Eu não sei nem o que levou ele a isso, tal. E eu não vou entrar nesse mérito de aul que eu desconheço. >> Se fosse hoje, ele ia falar que ele tinha me ouvido. >> É, >> eu acho que ele não sobre não sobreviveria, né? Então, então
ele ele foi muito criticado por isso, mas um cara com uma vida inteira de cavalaria teve coragem de criar um grupo com esse Com esse propósito >> de infiltração, de ir para cima. Tudo bem que tem um lobby, um lobby por trás de não querer que a gente investigue nada, mas esse cara teve coragem. E aí depois disso já vieram vários comandantes policiais que nunca nunca estabeleceram grupos de de investigação mais mais contundente na parte criminal organizada, >> entendeu? É, ele foi o único que quebrou A espinha da do centro de inteligência, porque o a
doutrina de inteligência policial militar é muito mais de análise, de relatório, de estudo do que de chão de fábrica, >> execução mesmo. >> Não, você não tem, cara. Os próprios agentes de inteligência de batalhões, eles são analista. >> É >> aqueles caras que vão e fazer como era o antigo velado. O velado foi proibido na Polícia. O velado foi proibido. >> O velado ele era eficiente, cara. >> É. É. Então, mas foi proibido. Por quê? Porque com medo de lobby, com falta de apoio de Ministério Público e Magistratura, o comando da Polícia Militar sempre fica
muito muito receoso de colocar tropa para fazer investigação criminal, porque em princípio isso é exclusivo da Polícia Civil. Só que a gente fica refém de investigação da Polícia Civil, mas nós que estamos Tomando tiro nessas ocorrências. Então, inclusive o embasamento da nossa investigação ficava claro quando eu era chamado para depor por uns caras louco para me rebentar. Eu fui depora, eu fui depor uma vez no Tribunal de Justiça, tinha uma eu entrei, cara, eh, é muito louco. Eu sentei numa cadeirinha no meio, >> que nem aquele programa da da Viva, >> é Roda Viva, aquele
>> mais ou menos aquele estilo lá. >> O mais novinho que tava sentado lá devia ter uns 70 anos. Mas novinho, só só a cúpula da cúpula do Tribunal de Justiça e do Ministério Público para me ouvir. Eu fui sabatinado tipo umas 5 horas. Uma pressão que eu tomei, você não tem ideia, velho. Nossa, cara. >> E aonde que eu conseguia eh quebrar o que eles vieram preparado para me arrebentar? Porque assim, ó, eh, tudo bem, investigação de crime comum é da Polícia Civil, exclusiva, o PM não Pode se meter com isso, tal. Você só
fica lá na rua para tomar os tiros e e trazer os caras para eles investigarem. Até aí beleza. É assim que tá na Constituição, é assim que a gente tem que cumprir. Só que é o seguinte, a hora que um policial militar morre ou toma tiro, passa a ter um crime militar aí porque a vítima é policial militar e eu instauro um policial militar. Quando entra pro pro Código de Penal Militar, >> eu passo a ser autoridade policial Militar com todos os benefícios de investigação, investigação, >> mandado, >> eh, grampo telefônico, acariação, perícia. >> Então,
o senhor tava embasado nisso daí. >> Então, toda vez que os caras vinam e falavam assim: "Como é que você tava investigando?" >> Uma linha top. >> Como é que você tava investigando o arrebatamento de preso? Eu falava, eu Não tava investigando arrebatamento, eu tava investigando o policial que tomou os tiros. >> Perfeito. Acabou. A tentativa de homicídio contra o policial militar. >> Acabou. Tem previsão legal. >> E e por que que você acha que o juiz dava os mandados? Por que que o juiz dava a interceptação? Porque o juiz não é trouxa. O juiz
é estudado. Se tem um ser humano, as grandes cabeças, isso nós isso nós temos que ser honesto. Não Entra não entra cara com pouco conhecimento jurídico numa carreira dessa. Ministério Público e Juízo. >> Entra. Não, >> não entra. Ent >> pode até ter eh eh algum tipo de apoio eh por DNA. Pode ter. Eu eu não tô falando que pode. Eu nem sei. Hoje Hal é difícil. >> É difícil. Mas uma coisa eu te garanto, mesmo mesmo quem possa ter um apoio de uma facilidade num oral, para ele ter Passado na prova escrita, ele tem
que estudar muito, tá? >> E são vários na avaliação oral são vários. Um concurso desse, cara, é um negócio absurdo. É tipo o concurso do Barro Branco. >> Joga no YouTube, prova oral, magistratura, prova oral, Ministério Público. Cara, é um negócio >> impressionante. É. É, cara. É. Não, não entra um cara burro. Eu eu fico assim porque o Sneider tentou, cara, e não Conseguiu. Será, será que foi por causa disso daí, cara, que é muito difícil? Ele vai tentou. >> Passou em cinco concursos. >> Ah, entendi. Ele passou em cinco concursos. passar nesse concurso, ele
não vai poder fazer falar um negócio, ó. Não é defendendo o Snyider, não, mas provavelmente ele tem uma vida melhor do que muito concurseiro aí, viu? >> É, é bom deixar isso bem claro. >> Eu vou vou ter que comer uma tonelada de Arroz, feijão para ficar igual o o Snider. >> Gordo igual ele. É, é verdade. >> Não, gordo não, bem de vida. Quis quis dizer bem de vida. >> Porque o servidor público, a gente fala para ele, ó, você não vai ser pobre mais, mas mais rico também não, né? Vai depender do concurso.
Eh, principalmente nas carreiras policiais. Pobre você não é mais, mas rico também você não vai ser. ficar rico, tá? Escolhe outra Profissão. >> É, se ficar rico, alguma coisa aconteceu. Não é normal um policial militar, né? Ainda mais praça, não é normal. Exatamente. >> Então, às vezes a gente pensé brinca, né? Mas é é bom ressaltar que ele que foi para uma área de empreendedorismo, né, de podcast, ganha muito melhor do que muito servidor público, mas é muito mesmo. >> Ô, eu vou te falar uma coisa, cara. Eh, A gente precisa tomar cuidado com algumas
falas, porque eu vou dizer para você, tem policial militar, civil, federal, guarda rico. >> Mas aí o senhor falou uma coisa, olha, olha o que que ele falou. >> Ele falou rico. >> Eu tô falando do cara que entra, eu tô falando assim, praça, o senhor entendeu minha fala, né? O cara é praça, né? >> Aí ele entrou, a vida dele é polícia, o único sal dele é polícia. F. É isso que Eu tô falando agora. Eu quando eu entrei na Polícia Militar, eu tinha uma vida, >> isso >> eu tinha uma empresa, eu tive
o meu carro, minha CRV 2007, que eu colocava dentro do batalhão com pneu furado todo dia, >> duranteção. Era um oficial que não gostava de mim, ficava furando meu pneu, >> não é? >> Aí, aí é que isso você tocou no assunto certo, que é o seguinte, ó. A a o grande Coisa que eu defendi na minha vida e por isso eu fui bem bem perseguido e massacrado, que é assim, ó. Eu eu não concordo com a o juramento de pobreza. Policial não tem que ser franciscano. Não tem que ser porque a gente tem família,
tem filho. Por que que o policial não pode ter o prazer de fazer uma viagem boa? >> Tem uma vida digna, né? >> Não pode andar de carro bom. >> Com certeza. >> E a gente e nós fazemos isso daí se mete em dívida. Porque uma coisa que o policial não tem medo é de se enfiar em dívida. Esse e esse é um problemaço, Co. Sabe por quê? Porque ficar abrindo linha de crédito para nós é bom. É bom. Mas se eu não tiver como pagar a parcela, é só mais um. >> Prejudico por isso.
>> Eu cansei, cansei de no meu batalhão proibir instituições financeiras de ir lá querer oferecer pros policiais eh Coisas com menor juro, por exemplo. Os caras iam lá e falavam assim: "Não, eu vou trazer aqui para eles um um plano de saúde que é muito mais barato que o o comum". Eu falava para eles assim: "Amigo, você não tá entendendo. 80% da minha tropa já não tá pagando as contas que já tem". >> Se você for trazer coisa mais ainda para eles aderirem, eles não vão conseguir pagar, eles vão ficar mais endividado, entendeu? Então precisa
tomar muito Cuidado com determinadas determinados assédios financeiros que a nossa tropa sofre. Porque toda vez que você oferece algo eh com juros baixos, caramba, quem pode aderir é quem tem condição de pagar a parcela, senão ele não vai conseguir aderir, >> certo? E e o que eu ia te falar é assim, ó, eu tive uma discussão no meu mestrado dentro de uma sala de aula com o coronel que quase foi comandante geral. Ainda bem que não foi porque ele saiu, ele foi Trabalhar pro PT, então a gente já sabia que, >> a gente já sabia
que tipo de cabeça ele tinha. E por que e por que que eu critico e essa história do PT, eh, dele ter ido trabalhar pro PT, não pelo PT em si, mas assim, se tem uma instituição, um partido político que fica fazendo manifestação dizendo que a Polícia Militar tem que acabar, >> acabar com militar, >> ele tá querendo acabar comigo, então Como é que eu vou prestar meu serviço para ele? >> Ló. Perfeito. >> Era uma questão ideológica. Não tô nem tô falando das outras ideologi que não é bom a gente discutir aqui, que hoje
em dia a gente vai pra cadeia. Eu tô falando assim, ó. Vem qualquer partido PCDB, Pissol, esses partidos que pregam a extinção da Polícia Militar, como é que eu vou trabalhar para esse cara? Ele tem que pegar outro tipo de gente, Porque eu ele gostaria que eu fosse extinto, >> entendeu? É por isso. E aí, cara, é nessa discussão na sala de aula, eu falei, eu virei e falei assim: "Ó, gente, eu acho o seguinte, na hora de folga, se o policial se dedicar a um serviço digno, honesto e prestar contas disso, principalmente no seu
imposto de renda, eu consigo entender a evolução patrimonial >> e que não atrapalhe ele no polícia no no Trabalho exclusivo, que é o policiamento, que é ser policial, né? Isso. Se ele quiser ser policial militar por vocação e amor à a à profissão, mas ele não ele não se contenta e ser um pobre por opção, ele vai trabalhar na hora de folga com algo digno. Por que que eu tenho que perseguir ele? Porque essa historinha da dedicação exclusiva, nós vimos que ela foi pro buraco o dia que o governo falou assim: "Mano, vamos dobrar o
efetivo, pagando um pouquinho Para eles no dia de folga, chama de degem, delegada". Aí você fala assim: "Ué, mas aquela hora de folga de descanso que ele precisava ter >> descanso?" Vou vou repetir o que um secretário falou, "Cinco dias no mês, tá bom". >> Nossa. >> Então, cara, é assim, ó. A dedicação exclusiva, ela só ela só foi defendida por todo mundo até o dia que o interesse do governo foi, a sua hora de folga não Tem mais validade, desde que você trabalhe para mte. O bico o bico do policial era proibido até o
estado precisar. A hora que o estado precisou, você vai no centro hoje, você vai no centro, você vai no centro de São Paulo hoje >> e você só vê policial de DG fazendo policiamento lá. >> A DG, a DG é o craque da nossa polícia. Exatamente. Eu sou >> a nossa tropa tá viciada na DEG. E por Que tá viciada? Porque tá endividada. >> Se ela não estivesse endividada, ela não faria DEG. Ela ia ficar com a família. >> A DEG hoje, a DEG hoje ela faz parte do salário do policial. Se o policial não
fizer 10 degen por mês e mais umas cinco e eh aquela delegada que a delegada é é a prefeitura, a prefeitura que contrata o policial e a DEG é o estado que paga o policial na hora de folga. Então, então vamos só pro pessoal entender melhor. Então isso aí seria um virtual >> virtual. >> Então então é isso folga dele não é virtual. Vai trabalhar na hora de folga dele. Não é virtual, >> mas ele vai ser remunerado. Por isso, >> vai ser remunerado. Mas mas não é hora extra. Hora extra que você falou em
questão era o seguinte. Eu tô com eu peguei um flagrante, eu saio 19 horas, eu peguei um flagrante 18 horas. Eu tenho que prosseguir com esse flagrante. Esse flagrante vai até de manhã. Essas Horas que eu passei a mais, [ __ ] Agora o policial tá sendo contratado, DEG, estado, delegada, município, para vender a hora de folga dele. >> Entendi. Perfeito. É, é isso mesmo. Ó, você sabe que tem um estudo, [ __ ] se eu precisava lembrar o nome desse comandante aí, que num trabalho de de pósgraduação na polícia, ele fez uma análise em
termos de horas média de policial militar trabalhando, tipo assim, porque falavam que 30 anos para Aposentar era um período muito curto pros militares comparado com o tempo para aposentar e o INSS do regime comum. Só que quando foram somar a quantidade de horas que a gente tem costume de passar a mais no serviço policial, tipo assim, de 30 anos ia para 40 anos de serviço, entendeu? Então são coisas que não são faladas para quem é maldoso na narrativa. >> Isso é uma análise rasa. A os problemas da profissão psicológico, muitos nem Chega a aposentar. É
isso. É uma análise bem rasa, né? >> Você vê, você vê que é, você vê que é esse negócio da DG. Eu também, eu, eu, eu eu a gente de falar isso daqui que eu sou contra arruma treta com os polícia, treta braba. Mas é assim, eu sou contra nesse detalhe. Se fosse para valorizar o policial, ó o policial, você vai vender sua folga, eu vou te valorizar. Que contasse pra aposentadoria. Boa, >> certo? Não conta, >> não conta. A, a degem e a delegada quando vende a folga não conta pra sua aposentadoria. >> Ah,
não, gente, que bagunça. >> Não, não. Eu vou falar uma coisa para você. >> Então, se é para valorizar, conta pra aposentadoria. Você tá entendendo? >> O que você falou? Foi, foi bacana. Eu não, a gente não é contra delegado DGM, porque se eu falar isso, a nossa tropa vai passar fome. >> Vai passar fome. Passom, >> a gente não é contra. O que eu acho só é o seguinte, deveria ser mais bem valorizada para eu optar por fazer uma delegada ou uma DEG, sei lá, três por mês para dar uma reforçadinha, entendeu? eu ter
a opção de dar uma reforçadinha para alguma coisa que eu tô querendo. Não, eu virar um refém de trabalhar ao ponto de ter cinco folgas no mês. Quando você fala que você tem cinco folgas no mês, a sua esposa, seus filhos não te Vem mais, cara. >> É, >> você não acompanha nada, você não educa, você não se diverte. E você, cara, eu tive uma experiência que para mim foi um um uma tortura e hoje eu enxergo que foi uma bênção, porque quando eu fui afastado do serviço operacional e fui jogado na diretoria de pessoal,
eu fiquei 1 ano e 8 meses na diretoria de pessoal. Eles fizeram isso comigo, com esses meus sete irmãos aí, para destruir A nossa cabeça. Eu fui jogado na na divisão de nativos. Um foi jogado na subsistência, que é o restaurante da PM, que tinha na época, não tem mais, né? Agora, eh, não, acho que até ainda tem a subsistência. Tem subsistência >> a subsistência. >> Mas é é é o o funcionamento dela parece que é terceirizado. >> Isso. Agora deve ser terceirizado. Aí tinha o centro farmacêutico, um foi para ambiental. Tem um que eu
não vou falar Quem é. >> É um que eu não vou falar quem é, cara. É, vamos vou não vou dar o nome que deu um mês de ambiental, cara, que ele foi, ele foi mandado para ambiental. Um mês de ambiental. Ele me ligou: "Chefe, eu vou ser preso". Eu falei: "Por qu >> vou matar? Vou matar tudo esses mic leão dourado". Não, >> não. Escuta só. Eu falei: "Por que ele?" Chefe, vai tomar no cu. Os cara não tem doutrina. Os cara chupa picolé dentro da Viatura nessa [ __ ] O bicho era rotona,
mano. Não senta nem para comer. Aí ele, ô chefe, esses putos fica dando cartãozinho pr as mina na rua, no patr, mano. Eu vou dar tiro nessa equipe aqui, chefe. Se eles pegar picolé de novo, eu vou dar um soco na cara dos polícias. Eu falei: "Mano, você tá no ambiental, se acalme, >> é outra, é outra, é outra realidade, não é mais rotona. Ele, chefe, eu preciso sair daqui, pelo amor de Deus, me faz Voltar pra rotona." Eu falei: "Mano, nós não vamos voltar porque os caras aqui é a nossa cabeça. Se vai se
acalmando aí". Então é assim, esses caras foram destruindo a gente durante um período, só que quando eu fui jogado pra divisão de nativos, uma das minhas funções era aquela lei 7713, que é a lei de isenção de imposto de renda para quem tem doença incapacitante. Então eu recebia os laudos e isso a gente faz um processinho, Confirma com o laudo médico e encaminha pra Receita Federal para parar de descontar o imposto de renda. Mas é só doença daquelas que a família sofre, câncer, cardiopatia grave, eh aquela ela que separa todo, ou seja, você não tem
a menor condição de trabalho, porque se você ti conseguir trabalhar, ainda que seja adaptado, o sistema de imposto de renda, não vai deixar de te cobrar. Para você não ter mais a cobrança de imposto de renda, a lei 7713 faz um roll de Doenças que são incapacitantes. Cara, ali eu enxergava o que o policial militar virava depois de aposentado. Laudos e laudos e laudos de gente que eu nem sabia que tava com aquelas [ __ ] doença grave. >> Tá vendo que eu falei? >> Ó, você quer ver uma doença que era normal no nosso
público? Câncer de próstata. >> Caraca. >> Sabe por quê? Polícia é bichão, velho. Polícia não faz exame. >> É, ó, a PM não se cuida, não tem tempo para isso. PM instituiu aquela aquela negócio anual, como é que é? >> O a inspeção de saúde, >> inspeção de saúde anual. Aqui em São Paulo, aqui em São Paulo, a polícia de São Paulo tem a inspeção de saúde anual. Cara, o que teve polícia que descobriu doença através dessa exame que era obrigatório, É obrigatório você fazer. Eu eu instituí isso até hoje. Eu tô 10 anos reformado.
Todo ano eu faço um checkup. >> Se eu falar um negócio, senhor, o senhor vai acreditar em mim? >> Eu fiz uma reunião com os do Instituto semana retrasada. Eu falei que agora todo ano eles não são obrigados, mas eles vão ter direito a um dia >> para fazer os exames. >> O instituto vai dar R$ 50 para eles para poder pagar com Uber, comer alguma Coisa. Não vai ser descontado o dia de trabalho deles para eles poder ir lá e fazer um hemograma completo e ver como é que tá a saúde deles. >> Isso
aí é valorização do funcionário. >> Eu juro por Deus, tem duas semanas que >> isso é valorização do colaborador. A PM instituía isso e você era obrigado a fazer, entendeu? Obrigado a fazer. E teve muito policial que descobriu muita doença, mas e tinha Mas o que recebia de crítica dos polícias, porque eles não Queriam fazer. >> Eles não queriam fazer. >> Nós temos duas coisas muito interessantes em relação à saúde na PM. Primeiro é essa essa condição dos aposentados que como eles se aposentam, ninguém fica sabendo. Só a família que vai carregar aquele cara doente,
cheio de problema nas costas, que é as consequências de uma carreira enorme, de grande esforço e pouco cuidado. É. >> E o, a segunda coisa interessante também É a o que a Deg e a e a delegada curaram de policial vagabundo na polícia. >> Ah, nossa senhora. A partir do momento que a partir do momento que para fazer essa atividade no horário de folga você tinha que tá apto fisicamente, >> um monte de cara que tava na administração, tudo dodo não podia fazer nada durante anos na administração, os caras tiveram que ficar apto. Já que
o senhor, já que o senhor entrou nesse ponto aí, que é um ponto polêmico, Né? >> Eu até eu tenho certeza que eu vou ser processado, cara. Não, não por essa fala aqui, mas tá rolando um corte meu aí, porque eu levei os pessoal do dos CAC lá, o Wellington que é que é policial penal, é instrutor da PF, né? Levei lá no Caveira Cash, eu, a gente conversando lá, teve um momento que eu comentei com eles que eu fui no Giga lá em Uberlândia e entrei na fila, entrou uma mulher bem bem, mas bem
acima do peso mesmo na Minha frente. Eu já tava vindo pagar a mulher do caixa, já colocando minhas coisas, ela veio entrou bem na minha frente. Você não tá vendo a placa ali não? toda a arrogância do mundo. Eu olhei e falei que que tem naquela placa? Eu vi eh eh a cadeira de rodas, autista, é PCD, a grávida >> e obeso, lei municipal. Aí eu falei assim, não, pera aí, >> eu vi esse corte seu. >> Eu falei: "Não tô entendendo. Eu quer Dizer, então que eu eu na minha cabeça, não falei isso para
ela na hora. Eu falei: "Pera aí, eu eu cuido da minha saúde, eu tomo cuidado com que eu vou me alimentar, eu faço card todo dia, eu treino igual um desgramado, durmo 4 horas por dia, né? E por dormir 4 horas por dia, eu eu cuido ainda mais a minha saúde. E aí você que encheu o rabo de porcaria, né? Porque ali não se trata de uma do ali é genérico, obeso. Não é questão de obesidade por doença. Obeso Só não é porque tireó desregulada. Obeso, acabou, generalizou, entendeu? Aí eu falei assim, não tá tudo
errado, tudo errado, cara. Eu avaliação periódica de desempenho, vou falar da minha casa, na Polícia Militar de Minas Gerais não funciona, isso não existe lá. Ah, o cara só vai perder o cargo dele, né, depois do estágio probatório sendo aprovado. Avaliação perior de desempenho, ele pode ser desligada da polícia. Não, não, não existe isso. Não existe. Então eu queria Saber do senhor, com todo respeito e do senhor também, mestra opinião dos dois que são e veteranos, é, né, tem capacidade aí e moral para falar. É legal. A sociedade ganha com um policial que não cuida
da sua saúde corporal. Você aí você vê um magrelo craqueiro que dá fuga, o cara pula mur 4 m de altura. 4 m de altura. Ele entra no esgoto para correr do polícia. E às vezes o polícia tá ali acomodado, né? Só come, come, Come, come, não preocupa com a saúde. E eu sou um crítico a isso. Eu acho que o policial tem que cuidar da saúde, cara. Ele tem que ir no médico, ele tem que ver como é que tá a massa corporal dele, ele tem que tá em dia com a aptidão física dele.
E eu já fui muito criticado por isso. Eu queria saber do senhor que tem moral para falar isso, do senhor também sobre essa questão. O policial tem ou não tem que cuidar da saúde dele, em especial da questão do peso para ele Dar conte um vagabundo, para ele não infartar numa ocorrência, >> não. No no regulamento, em todo ordenamento jurídico da Polícia Militar, isso tem previsão. Aí é que você falou, a a realidade é assim, >> eh tem falhas na cobrança, a gente vê gente acendendo na carreira que não não cumpre com o com o
TAF com isso. Mas sabe o que acontece, ó? A própria, o senhor falou Que tem >> e aí aí tem o lado o além do lado de de ser condescendente com alguns problemas que às vezes pode ser um problema de saúde, às vezes po, >> nós entendemos, mas mesmo assim, >> mesmo assim, mesmo que seja um problema de saúde, você teria que ficar inapto e ficar na administração. >> E se ir para determinadas promoções te exige o TAF com determinados critérios, se você não cumprir, infelizmente é o Que aconteceu com você. Eu vou vou dar
um exemplo para você. Você é motorista de ônibus numa empresa, você começa a adquirir uma cegueira, eles vão te deixar dirigindo buzão >> porque você adquiriu uma doença? >> Não. Então, se eu adquirir uma doença que vai me incapacitar para correr atrás de um vagabundo, por que que eu posso continuar fazendo policiamento? >> Isso é isso que eu não entendo. Eu sou crítico a isso. >> É, mas por outro lado também, quando a gente vai parar para pensar, isso é um problema sistêmico, é assim, ó. Se eu quero exigir de você essa qualidade física, eu
teria que proporcionar no serviço algo voltado para te deixar preparado. Examente. Exatamente. >> Eh, é relativamente novo aqui na PM e novo eu falo coisa de, sei lá, 10 anos para cá, a preocupação dos comandantes de ter uma academia digna dentro de uma unidade. >> Boa, perfeito. Você eu comandando >> isso há isso só há especializadas, >> ó. Então não, eu quero crer que algumas unidades territoriais pode ter também. É, então eu não eu não sei para te falar, >> mas isso daí já não é já não é uma iniciativa da PM, isso é uma
iniciativa dos policiais. >> É. E e você pega, por exemplo, o coronel Fabião lá do 43, o cara é puro esporte, ele tá montando uma academia lá, então Fica algo meio que do comandante. Eu coloquei academia novinha, tudo top, novinho, pode ir lá e tirar foto. Nas nas quatro companhias e no meu batalhão, no primeiro batalhão rodoviário, já tinha uma academia top, tinha na sede. Nós temos alguns comandantes que t acesso e boa capacidade de captação de de recurso. Ele faz tudo na unidade, no na sede onde ele vive. É o Palácio de Versalhes, onde
ele vive. É lindo, maravilhoso. Aí você vai nas companhias Onde tá a tropa, >> não. Ali pouco investimento. Então, eh, inclusive essa foi uma lição que o coronel Lourival da Rodoviária, quando eu fui promovido atenonel, ele falou assim: "E aí, vai ficar deixando o palácio lindo e as companhias caindo os pedaços ou eu vou ver o contrário porque a tropa precisa?" Eu falei, "Coronel, me dá se meses de comando, o senhor vai ver a diferença." >> Então, o primeiro BPRV lá, se você for, As quatro companhias, eu reformei as quadras, as três quadras de futebol
que tem lá. Tinha comandante, chegava lá e falava assim, ó: "Tá proibido o futebol". Mas tá proibido por quê? Porque machuca. Ué, aqui é militar. Se você pegar algum policial dando entrada forte no outro, você proíbe ele de jogar. >> Acabou. Acabou. Tem um tenente que é meu irmão, adoro ele, que é o Frederico. O Frederico, ele veio de jogo de vársia, Né? Jogador mesmo, aqueles aquele sangue nos olhos. Os primeiros jogos nele no meu batalhão, eu chamei ele e falei assim: "Ô, recruta, se eu te catar entrando forte nos polícias de novo, você vai
ficar um mês proibido". Não, chefe, não é? Que é futebol. Beleza, fomos jogar. Ele deu uma arrebentada num sargento. Falei: "Sá, um mês sem jogar bola". Aí, beleza. Na segunda, três meses sem jogar bola. Ele entrou na minha sala um dia, "Ô chefe, pô, tô três Meses sem jogar bola". Eu falei: "Não, você não vai jogar nunca mais". A próxima vez que você vai ficar três meses, a próxima vez você entrar, se eu te catar dando uma entrada forte num polícia, você nunca mais vai jogar. Você entendeu? >> Perfeito, >> meu, eu joguei bola os
últimos três anos com ele, ele nunca mais machucou ninguém. >> Então, meu amigo, é só deixar claro. Eu Falava pr os caras aqui, ó, aqui nós estamos vindo >> para melhorar a parte física, a parte de cárdio, parte cárdio. Nós não estamos vindo aqui para ganhar dinheiro jogando bola. Nós não temos que ter vitória. Um dia ganho eu, outro dia ganha você. Vamos divertir, dar risada, confraternizar. É isso aqui é um negócio para ser prazeroso, para melhorar a nossa parte física, não combate. Mas infelizmente, ô Ô ô chefe, não sou todos os comandantes que pensavam
igual ao senhor. Infelizmente. >> Então, então, mas sabe qual que é o comandante que proíbe? É aquele que fala assim: "Não, vocês podem jogar bola lá. Ele não vai lá nem ver. Não vai lá nem ver. Quem tiver no comando daquele futebol >> não toma as rédeia." E aí os caras se arrebentam, quebra, sofre lesão grave, >> entendeu? Então o o grande problema é Que também no por outro lado na nossa instituição, a valorização da atividade física, ela não é tão forte assim. Quer ver um exemplo? Ele falou do 01. O 01 entra 6 horas
da manhã. Que hora que ele que ele tem que sair com a viatura? >> 6:30. >> 01 pro pessoal que não sa rádio patrulha. >> É o rádio patrulha. A rádio patrulha. >> 6 horas da manhã na preleção. 6:30 tem que estar assumindo a viatura. >> Em meia hora o que que você faz? >> Passa as as ordens. Só isso. >> Passa as ordens de serviço. >> Você passa as ordens de serviço. Ou seja, já houve uma centena de estudos de comando para montar um horário de serviço >> intermediário >> que tivesse um tempo para
discussão de ordens, doutrina, educação física e depois patrulhamento, que é o que as especializadas fazem. >> Isso daí tem que ser no mínimo, no mínimo 2 horas. Isso. Du horas é o que a rota tem. Du horas de instrução. Para você fazer um horário desse, você não tem efetivo para montar 10 por 48, que é o turno de serviço. Teria que ter mais efetivo ou diminuir a quantidade de viatura na rua. >> Quando esses comandos começam a trazer esse tipo de ideia e os caras vão perceber que vai diminuir quantidade de viatura na rua, os
cara para, para, Para, deixa do jeito que tá, porque nós não estamos aguentando a demanda. Ou seja, sempre vem à frente, sempre vem à frente. Nossa, >> o fazer mais com pouco, >> entendeu? O fazer mais com pouco, fazer mais com pouco, quem sofre. >> Quando eu estava lá na DP, eu via os laudos das doenças grave, >> entendeu? Então, cara, é é um sistema difícil. >> Aí vai do quê? Aí vai da iniciativa Própria do policial, entendeu? Ele tem que ter iniciativa própria, igual igual eu conto uma vez o meu Murilo que tava dirigindo
para mim, nós fomos pular um muro e ele não conseguiu pular. Tá >> vendo? >> Aí daquele dia em diante ele falou assim: "Pô chefe, pô, tô gordo pá pá". Então eu falei para ele, tem que mas não adiantou nada. Eu tá gordo do mesmo jeito. >> Tá gordo do mesmo jeito, mesma coisa, Não mudou nada, entendeu? Ah, porque aí ele ele ficou chateado por eu eh nós colocamos a viatura, a a par weekend, coloquei assim, o muro era alto. Eu coloquei a viatura, eu subi no capu da viatura, dei um pulo, abracei o muro,
rodei o pé e sentei no muro. E fiquei aqui no na na na contenção para ele subir, aí ele ficar na contenção e eu descer, entendeu? E ele não conseguiu subir. Aí chegou um tático, moleque novo. Pera aí, chefe, eu vou com o Senhor. P bateu o pé no na palqu. Vamos lá, chefe. Cai para dentro. Aí ele ficou chateado, entendeu? Aí eu falei, ó, você tem que ver que o moleque é moleque novo, né, pá? Então você tem que se cuidar. Então aí aí vai na consciência do policial. >> Senhor sabia que tem muito
cara que é velho, mas por ter um preparo físico, às vezes ele tem mais disposição do que um cara novinho. >> Examente. Exatamente. A compleição Física visual não significa capacidade cárdio. >> Eu eu eu jogo tênis com cara bem bem bem bem. É. Aí tem. Ô, ó, nós estamos falando de preparação física e vou jogo três de mesa. Calma de >> não, não é tênis de mesa não, [ __ ] Ô, só que é o seguinte, >> a hora da quadra é R$ 1.000. >> Como é que é? Como é que é os gritos, gordão?
>> É isí acharam isso aí acharam a [ __ ] Eu, ô, desculpa, eu esqueci, eu não ia falar. Ó, vocês estão, ó, deixa eu falar uma coisa para você. Eu, eu, eu eu vacilei porque, cara, eu durante um tempo eu andei muito de skate, né, cara? E eu tava andando de skate lá na na Aguapira, tem uma escola top de skate lá do Celsinho, um cara que é aqueles cara skatista raiz. E eu chegava, eu chegava, ó, só ô Castro, eu chegava na, eu chegava com Skate guardado no carro, tal, minhas coisas, capacete, porque
eu fazia rampa, né? [ __ ] toda vez esse maligno do bofo falava para mim: >> "Ô bofo, você consegue ver ele de de >> sabe o que ele falava para mim? Ele falava assim: >> "Você consegue ver ele andando de skate?" >> Ô chefe, ele falava para mim: "Ô, ô chefe, ó lá. Ele ele falava para mim: "Ô chefe, você não tá fumando maconha não, Né? >> Começa com skate, né? Mesmo >> não, cara. E a gente é uma galera tudo old school, só coroa que andava. Tem até mais dois coronéis. que andava com
a gente era antigão. Aí ele falava: "Ô chefe, na moral, para com essa merda aí, mano. Skate, esse negócio tem uma p de maconheiro. Eu não, não é não. Tem um pessoal de boa aí. Hoje eu pego e solta do tênis. E hoje eu vou jogar futebol lá em Osasco. >> Aí ó, querendo, querendo arredondar aí. Tá querendo arredondar agora. >> É, vai lá no carro, vê se não tá minha chuteira lá. Eu, eu, eu faço. >> Senor. Joga tênis de chuteira? >> Não é futebol, [ __ ] Ai cara, me fodi, me fodi, me
fodi. Tênis, [ __ ] [ __ ] mano. Não tenho Renegade não. >> Cadê o cop >> daqui daqui a pouco o chefão tá chegando de carro elétrico aí. Cadê meu copo Stanley? Cadê meu copo Stanley? >> Você é louco, Cusquia. >> Então, mas voltando, voltando, cara, é assim, ó. Se você der na no quartel a condição do cara treinar, der um horário, der uma academia decente, até nisso o cara não vai precisar gastar dinheiro. >> É com a academia fora do quartão. >> Ó, ó, hoje tô tô com a pança aqui, né, meu? Tô
uns 10 kg acima. E o e o Marcelino também. É só estress. Nós Estamos correndo o dia inteiro com com os bo do projeto político. Aí outro dia nós falamos assim, ó, vamos fazer uma academia. Aí eu falei com o meu, meu filho é bombadão. Meu filho é negócio de de cara, só o que só o que ele gasta esses negóci de wayinha com com menos caloria. Não, não toma bomba não, senão eu vou arrebentar ele >> aí. Toma. É que sen não sabe. Estamos escondido. >> Ô, eu tô lá, >> ô. É melhor ficar
igual o comando. Tem coisa que é melhor não saber. >> É melhor não saber. É, é melhor não saber. Então pô, nós somos ver negócio da academia 200 conos por mês, mano. >> É, mas deixa eu falar um negócio pro senhor. Se ele tiver tomando de forma responsável com acompanhamento médico, não tem perigo n resto da vida. >> Não, velho, não vai tomar nada não. >> Eu tô tentando fazer. >> Mas o policial, o policial que ele tem agora fal, vamos falar sério, o policial que ele tem vontade, mesmo que a PM, a PM não
dê essa, essa condição para ele, ele arruma, ele arruma. Tem muitas academias aí que ela dá desconto para policial, você tá entendendo? Sim, sim. apoia o policial. Já aqui já vai minha a a minha ideia. >> Já podia arrumar um patrocínio aqui pr policíamente. Aí vai a minha ideia. Vocês donos de academia, ó, contacta a gente aí para dar um desconto pro policial, para dar uma condição pro policial ir treinar aí com desconto. >> Academia boa, né? Academia boa, [ __ ] Academia boa. >> Equipamento de qualidade. Tem várias várias academias boas. Academia boa. Quando
Sneider começar a me chamar mais aqui, vem patrocinar. >> É, [ __ ] Vamos patrocinar aí, ó. Vai. patrocinar que nós temos contato com os Policiais, nós vamos divulgar e a academia vai bombar porque, mano, tem só vantagem de ter polícia na academia, né, meu? É você, o polícia vai treinar, o polícia vai levar os amigos, o policial vai fazer a segurança da academia, >> afasta os lixentos, >> afasta os maconheiros da academia, porque por incrível que parece tem maconheiro na academia também. >> Isso aí >> tem. É uma infestação de maconheiro. >> Ô mestre,
eu queria eu queria eu queria que o senhor falasse aí eh contasse aí para nós aí uma, alguma, alguma situação em que você foi abordado, pode ser pela própria Polícia Militar ou por outro órgão de segurança pública. Em alguma, em alguma vez já aconteceu do senhor ser parado uma blitz da Guarda Municipal? Eh, não sei que, né, em São Paulo, mas ela tem competência para poder fazer blitz e ou pela polícia civil. Alguma vez aconteceu isso? Como é que foi? >> Não, já fui abordado várias vezes. Ontem à noite, ontem à noite e o Marcelino
fom abordado chegando em casa que a gente tá com uma viatura toda >> descaracterizada, >> toda eh blindado. >> Nada, né? >> Se liga. >> Tem não, né, mestre? Aí não >> se liga. Pode fazer exame, rapaz. Outro dia, outro dia até numa festinha com os amigos em casa, eu sei que tem um que é Zé Droguinha, né, mano? O cara gosta de um negocinho, só que os caras tá ali, na minha família, todo mundo me conhece, né? E aí começou com umas conversinha, aí o o meu irmão falou assim: "Ô, Fábio, agora você aposentou,
velho. Precisava ser tão rígido com a vida, né?" Eu falei: "Mano, eu passei a minha vida esculachando drogado, maconheiro. Eu tenho que ter um mínimo de dignidade, porque senão, como é que eu fico? Com o meu espírito?" É, >> eu eu tive um padrão na minha carreira, 35 anos. Agora eu vou >> desculchar. >> Vou vou jogar fora tudo que eu fiz. >> Não faz sentido. >> Não faz sentido, cara. Entendeu? Então >> eu vou falando, eu vou falar, eu tava pensando nisso esses dias. Eu eu já vou te responder da abordagem. Muitas pessoas me
perguntam, por exemplo, assim: "Por que que você é contra liberação da maconha? >> Eu também sou. >> Por que que você é contra?" Eu falo assim, ó, cara, eu toda vez que eu tomo cerveja, se eu tomar agora duas latinhas de cerveja, vocês vão ver, parece que eu tomei um calmante. Me dá um sono, cara. Parece, cara, minhas pálpebra cai. >> Uai, parece que eu tomei >> só duas, >> não, uma. Assim, cara, >> eu não sei se é Se eu tomar aqui uma garrafa de whisky, eu fico de boa. Se eu tomar duas latinhas
de cerveja, eu derrubo. Eu algum componente da cerveja me faz mal. >> Eu tô, tô perguntando pro senhor sua dúo, porque a minha esposa Jeane e chega final de semana, ela toma quatro, cinco, seis garrafas, não acontece nada. Eu tenho casal de amigo que toma um b de cerveja, eles não sentem nada, eles ficam de boa. Vai de organismo para Organismo. >> Isso era nisso que eu ia chegar. vai de organismo para organismo. >> As substâncias capazes de criar qualquer tipo de vício e mudança de comportamento, elas são para cada pessoa de um jeito. Então,
eu tenho amigos que fumam maconha, que eles passaram a vida inteira fumando a maconhinha deles escondida e eles não mudam comportamento. >> É o bofo, não, né? Você é louco. O bofo, O bofo, o bofo, o bofo, o bofo. Eu vou te contar uma história. Eu, o BP eu vou te contar uma história de como ele gosta de macoheiro. Ficou revoltado ali. >> Eu vou te contar. É, olha a cara desse é louco, mano. Não fala um negócio desse que eu vou. Tá querendo, tá querendo dar tiro. Ô bofo, amigo, amigo, vou te contar uma
Eu vou te contar uma passagem com ele para você entender quem é ele em relação À maconha. Aí, mano, aí >> é assim, cada pessoa reage de um jeito a determinadas substâncias e e é notório que a que a maconha ela muda a questão de reflexo. >> Sim. Sim. >> Você entendeu? Dá aquela sensaçãozinha de torpor. É, é. Cada droga ela tem uma característica, né? Você pega, por exemplo, cocaína e citação. >> É >> certo. Então isso é só você estudar a Parte de entorpescente. Você vai ver que cada uma tem um um uma característica
no naquilo que E o grande defensor, o usuário da maconha, o que que ele fala? Ela relaxa, >> tranquiliza, né? Pô, a maconha é aquela erva do bem que todo mundo fica paz e amor, uma erva do demo. >> Beleza? E quem defende a maconha também fala o seguinte: "Não, a maconha se a partir do momento que legalizar vai arrecadar tudo isso que os traficantes Estão ficando milionário, trilharário. Quem vai ganhar isso é recurso pro governo, porque ele vai pagar imposto, porque vai legalizar. Cara, isso tudo para mim não me convence. Primeiro porque é o
seguinte, a hora que você legalizar e cobrar imposto, o traficante vai vender mais barato e o cara vai comprar na boca porque é mais barato. Ele não vai comprar na farmácia, ele não é trouxa, entendeu? Vai continuar o tráfego do mesmo jeito, >> só vai ter uma concorrência pro tráfego. >> Vai continuar o tráfego do mesmo jeito porque o o >> é mais prejudicial a saúde dele. É igual a questão do anabolizante. O o estó de anabolizante que ele compra em farmácia, uma durateston, uma deposteron, cpionato, uma anandrolona, uma deca que compra na farmácia com
receita, ele paga mais caro. Mas é uma coisa controlada pela Anvisa, bonitinho. Agora o cara vai comprar uma drrolona sem ser manipulado Numa farmácia, num landerl da vida, né? No né? Né? >> [ __ ] você já despejou tudo. É o que tá aqui. >> Você é louco. Vocês me falaram que Cariane, mano. >> Oliver. Oliver Carie. Não, >> só voltou, só voltou, >> não. Só voltou. Vocês tivessem me falou sacado o bolso aqui que >> se vocês tivessem me falado que ia vir o cariano, eu tinha vindo com roupa Chique. >> Mas aí o
cara igual é igual o senhor falou, ele vai comprar uma coisa mais barata que foi cozinhada na cozinha do cara, né? Com mais de saúde. É o que o senhor falou, às vezes ele não vai comprar porque é controlado, é mais caro, vai comprar traficante. Aí o traficante coloca um monte de porcaria porque já tem um monte de porcaria. faz, né? Mas você imagina que ficar mais barato ainda. >> Na verdade, o o Noia, o viciado, ele não tá preocupado com pureza não, porque a gente sabe que esses caras manipula tudo e os caras compra.
O tráfego, o tráfico não tem prejuízo, né, mano? O tráfico tá há quantos anos aí vendendo tranquilão. O que vai, o que vai fazer a diferença é que o governo vai cobrar mais caro porque vai taxar >> quem quem vender. E aí eu lei de comércio mais barato, eles vão comprar na boca. >> O por que que eu sou contra? Porque na moral, eu não tô nem aí com esses noia viciado em tudo que é droga. Eles têm mais é que usar bastante e virar esses lixos que vira. O problema é assim, ó. É o
que a família sofre. >> É >> é o que a família Então, >> toda vez que você vai discutir liberação de droga e você discute com polícia, psicólogo, judiciário, todo mundo, você tá discutindo com as pessoas erradas. Quando você quiser discutir liberação de droga, você tem que sentar numa mesa com um monte de família de gente que tem esse problema na família. Aí você vai escutar. >> É isso aí. >> Eu quando eu comandava a companhia da zona norte ali na na Taliba Leonel, eu comandava ali Santana, Vila Maria, Vila Guilherme, eu comandava aquela região
e a ali tem uma EEC muito forte no Parque da Juventude e eles me convidaram para Fazer parte do conselho da Etec. Eu não não tinha noção do que era. E um dia eu fui chamado para um uma espécie de um julgamento que que para fazer a expulsão de aluno da Etec, esse conselho que votava. Então tinha ex-alunos, alunos, professores, pais e mães e direção. E eles convidavam mais alguém da comunidade. Eles me convidaram, eu era o capitão comandante da polícia lá. Cara, aquilo foi uma aula para mim. Eu participei uma única vez e foi
uma aula Fantástica. O que que eles pegaram? Eles queriam expulsar dois alunos porque eles eles foram denunciado por outros alunos que além de fumar maconha dentro do banheiro na na no pátio da escola, o caramba, eles estavam levando para outras crianças. Nós estamos falando de crianças, >> traficando. Adolescente >> traficando. >> É, mas era aquela figura do tráfego, não do comércio para para venda. Era o Tráfico privilegiado ali do eu te ofereço pra gente fumar junto aqui. Eu não tô te cobrando. >> É o tráfico social, vamos dizer assim. >> Tava induzindo. >> É, ele
está, ele tava induzindo as outras crianças a usar maconha. E pegaram algumas, alguns prints do, na época era Facebook deles, eles também fazendo apologia ao uso da maconha com os outros colegas da da turma ali. >> E aí essa denúncia chegou até a diretora Da ITEC. que a diretora da da ITEC montou o conselho e foi muito interessante, cara, porque os alunos que estavam naquele conselho estavam votando paraa expulsão deles. Olha que legal, as crianças votando pela expulsão, os pais votando pela permanência. E não era que era pais dos meninos, eram os pais representantes de
outros alunos. >> Olha só. >> E mais os dois pais dos dois alunos. Entendeu? Então, os pais tanto de outros Alunos quanto os pais dos dois votando pela permanência. Beleza, >> professor? Tinha um professor votando pela permanência e uma professora votando pela expulsão. Só que o que que a diretora fez aí foi a grande sacada do que foi uma aula para mim. Ela levou lá uma pessoa que era responsável por uma ONG que trata drogados, viciados, dependentes, e um casal de pais de um dependente que tava na ONG. Boa. E aí, cara, por sorte, eu
fui o último a Votar antes da diretora. >> E e esses essas pessoas deram a a o depoimento deles antes do meu voto. E, cara, eles contaram como que o filho deles iniciou na droga com o simples uso recreativo da maconha. Da maconha ele passou pra cocaína, passou a acabar com o patrimônio, foi preso, ficou preso, saiu da cadeia, voltou agressivo para casa. Foi aí que eles internaram ele nessa ONG que cuidava de dependente. Então, cara, quando você pega um pai e Mãe decente e eles contam a destruição daquela pessoa começando pela maconha, você fala:
"Cara, não dá para você criar essa loteria de forma apoiada, >> porque assim como a cerveja para mim, uma latinha me faz mal e eu tomo de vez em quando e me faz mal, ela me deixa muito muito eh com sono. me derruba a maconha, ela estarta em algumas pessoas uma abertura para tudo que vem depois da droga. E aí você fala assim: "Ah, mas o que você tá falando?" Então, o álcool é A mesma coisa. O cara fica alcola. Quantas pessoas sofrem a família com álcool? Aí, então a gente faz o seguinte, já que
o álcool é uma merda e eu e eu autorizo, eu eu legalizo o consumo do álcool, vamos legalizar todas as merdas. Então esse é o pensamento. Só porque tem coisas ruins que são legalizadas, eu vou escancarar e vou legalizar tudo que tem de ruim. >> Então, quando você vê pessoas defendendo o o a liberação da maconha, você vê os Maconheiros lá decidindo. Pô, os maconheiros decidindo é agora pega lá para colocar para decidir, que nem o senhor falou, pega a família, família que tá sofrendo com nós em casa, né? Pega as pessoas que lidam numas
nas clínicas para ir lá decidir isto aí. Aí você olha lá, é, vamos liberar a maconha. Quem que você vê lá? O D2 lá defendendo, né, meu? Um maconheiro, né? O outro lá, como é que chama lá? O outro rapper lá, o antigão lá, ó, maconheiro Velho. Como é que é o nome dele lá? O >> Mas é Castrão. Ô, Castrão. >> [ __ ] mano. >> Mas é é essa galerinha. Se você for numa festa dele, vai vir bandeja com maconha, vai vir é vai vir bandeja com maconha e vai vir bandeja com pó.
>> É, >> esse é o problema. Esse tipo de gente, você não tem nem que discutir. E eu até acho sinceramente que aquela família que acha que a maconha faz bem, que ela faça Uso dentro da casa dela, sem problema. Dentro da sua casa você tenha todos os seus desvios. Isso. O problema é indução. >> Quando você legaliza certas coisas, sabe o que vai acontecer? Nós vamos estar assistindo lá uma um programa na televisão, vai entrar um comercial dizendo que ser feliz é fumar uma tora de maconha, porque é legalizado. Ó, você senhor falou uma
coisa. quando o o STF cometeu aquela aquele erro de liberar a Posse a posse de até 40 g de maconha. Teve muitos eh atores, muitos comediantes que foram fizeram um vídeo enaltecendo aquilo ali, entendeu? E são formadores de opinião. Então, acho errado isso daí. Um cara que eu curtia ele, eu acompanhava ele e ele fez isso. Daí eu fiquei, não curto mais. Para mim virou persona não grata foi aquele Thiago Ventura, aquele comediante, ele gravou um vídeo tirando um barato aí, ó, tá liberado agora. Isso daí é um, é que Nem o o chefe falou,
é uma tá induzindo as pessoas, entendeu? Você tá induz as pessoas a usar. Pode, pode procurar, pode procurar. Tá lá, tá lá. Maconheirão no último grau. Maconheiro no último grau. Eu sabia que ele era maconheiro, mas o cara ser que nem o chefe falou, o cara é maconheiro e ele usa lá na casa dele sem induzir ninguém. Agora o cara é um cara um formador de opinião. O cara jovens acompanha o cara. Aí o cara vai lá e olha aí pessoal tá liberado, Fumando a maconha. Vou te falar uma coisa. E vou te falar uma
coisa. [ __ ] rico maconheiro é da hora, porque ele consegue sustentar o vício dele. O problema é o que você gera na cabeça de uma criança pobre, porque a hora que ela entrar, a hora que ela entrar nesse esquema, daí é um pé para ela roubar, >> para ela roubar. O cara que eu matei na troca de tiro na posta do na porta do shopping aqui, o pai dele era o gerente do Lel do restaurante. >> Pô, Lelis Trator, >> meu amigo, eu comia, eu comia no tático, no tático do centro, no Lelis, >>
quando nós somos no, eu não fui, né, porque não tinha como eu ir, mas como o serviço de inteligência foi no enterro do filho dele que eu matei quando veio me roubar, eu descobri quem era, você tá entendendo? E aí o pessoal foi conversar com ele, ele falou assim: "Não, a gente já esperava que meu filho fosse falecer porque ele começou com maconha, foi pro Pó, começou a roubar e uma hora ele ia ele ia tomar p >> e e a pessoa começa a roubar, começa dentro de casa. Dentro de casa ela começa, você não
pode deixar nada marcando, vai vende a mãe, o cara vende a mãe. Quantos quantos nóí não mata pai, mãe, avô, porque não quis dar o dinheiro para ele comprar droga. Você tá entendendo? Esse isso é o que esses esses maldito que prega a liberação da droga não Falam, não mostram, entendeu? Porque a a o a compra da droga financia o crime, [ __ ] >> No fundo no fundo, no nosso país não precisa mais de porcaria nenhuma. Nós já temos tanta porcaria, tanta porcaria de tantos assuntos diferente que >> quem quem prega liberação, eh eh
indução, eh tudo que vem com a liberação junto não tá pensando. E tem duas perguntas que eu faço para quem quer discutir liberação de maconha que eu que Eu sinto que causa quando eu falo. Primeiro é o seguinte. A hora que você fizer um 90 e você chamar uma viatura para atender a sua briga com com seu vizinho, com com seu filho, tal, e vai descer da viatura um polícia com cigarrão de maconha. >> Ah, não, pelo amor de Deus. >> Como é que você vai sentir? >> Acabou, cara. Acabou. Acabou. >> Não, acabou não.
Tá legalizado. >> Tá legalizado. Não. Aí, aí em cima dessa questão do senhor, eu vou jogar mais uma. Você vai fazer uma cirurgia lá. Aí você vai fazer um contato com o médico, chega lá, você entra na no consultório do médico, tá aquele cheirão de maconha. O médico é um maconheiro. E aí? Mas tá legalizado. >> Aí aí o imbecil que fala assim: "Ei, larga mão de ser hipócrita". Você acha que não tem PM que fuma maconha e não cheira para trabalhar? Deve ter. Mas se a gente pegar é rua na hora. Na hora. Então
aquele polícia que tá em dúvida, se ele dá um tirinho, se ele fuma um baseado antes de trabalhar, ele fala: "Mano, se os cara perceber, já era, >> eu tô expulso". Agora, se é legalizado, >> todo mundo vai querer porque é gostosinho, é a erva de Deus natural. É isso que esses caras vão pregar. Os caras vão pregar, vão pregar isso, cara. E quem tem dúvida vai querer experimentar. >> E a pessoa que é cabecinha fraca, Aqueles aqueles cabeça de privada, meu Deus, é o capeta, né? >> É aqueles aqueles cabeça de privada, né, meu?
Vai aceitar e vai falar: "Ah, não é bonzinho". É onde tem é onde muitas muitas crianças, muitos adolescentes entram na droga através da curiosidade, porque os pais não orientam em casa. Meus moleques quando era pequeno, eu fiz uma apreensão lá, eu peguei um pouco, falei com com o tenente, ó, tenente, vou levar um pouco Dissoqui em casa, vou mostrar, mas depois eu vou trazer e vamos jogar na jogar fora. Peguei um pouquinho, cheguei em casa, falei: "Meus filhos, ó, pequenininho, senta aqui, ó. Isso daqui é maconha, isso daqui é cocaína. Naquela época não tinha craque
ainda. Isso é maconha, isso daqui é cocaína. Hã, >> então levei lá para eles, mostrei. Tá vendo isso daqui, ó? Se eu oferecer isso daqui para vocês, isso daqui é droga. Is daqui acaba com o cérebro de vocês. Vocês vão acabar virando petista ou pessolista, entendeu? Mostrei para eles. Vocês vão acabar sendo petista ou a eles já falando: "Pelo amor de Deus, pai, meu pai, pelo amor de Deus". Então, já falei: "Ó, então não usa, não usa." Aí levei lá e destruí, mas eu mostrei para eles, entendeu? Mostrei para eles o mal que aquilo ali
causa. E hoje, graças a Deus, meus meus filhos não fumam nem cigarro. >> E você quer ver a segunda questão que eu Ponho para você pensar? É o seguinte: de que ano é o CTB? Eu não lembro de cabeça. Tem ideia? >> CTB é trans brasileiro. Hum. >> Mas não é não é não é não é muito não é muito antigo não. >> Não, não é não. Não é não é antigo não. Não é não. Não é >> o C o CTB tem um crime lá que é dirigir após o uso de entorpecente, certo? Certo?
Crime de trânsito. >> Que que a gente faz com esse com esse Tipo penal? Nada. Porque nós não temos um negócio chamado drogômetro. >> É, não tem como testificar a maternidade. >> Aquele povo que tá lá dormindo em berço esplêndido lá em Brasília, até hoje não conseguiu homologar, estudar e implantar nada de drogômetro no nosso país. Ou seja, hoje sabe como que a gente fiscaliza esse crime na rodovia ou na na área de trânsito? por sinais constatado pelo policial. >> Tem validade, >> tem, mas facilmente quebrado por qualquer advogado. Isso quer falar agora. Qualquer advogadozinho
de porta de cadeia, quebra isso daí. >> Tem um artigo lá no código, não sei se é 270. Eu não, eu eu já tô afastado da aula, já tô esquecendo os números, mas tem um artigo lá que tem até o RIAEM, que é o relatório de indícios de averiguação de entorpescente e tal, que você coloca e pupila dilatada. vermelha, Estádio de torpor, dificuldade motora, ou seja, o policial ele tem como atestar o uso eh de de entorpescente. Mas isso aí você quebra em juízo muito fácil. >> Então eu digo para você assim, se nós estamos
dormindo em berço esplêndido e não trazemos o que na Europa, nos Estados Unidos, já tem há muito tempo, que é um negócio chamado drogômetro, que é um exame fácil para ver se o cara fez uso de entorpescente, igual o etilômetro, mesma coisa. Se a gente não Tem, eu libero o uso do da droga antes de eu poder saber se o cara vai dirigir com ela ou não. >> É, não faz sentido, cara. >> Então, cara, nós não estamos muito longe de estar preparado para liberar. Esse demônio aí desse, como é que chama o cara que
bateu a porche lá, ô gordão. >> Ah, é um gato preto. Se esse maldito, esse gato preto aí tivesse aqui um drogômetro aqui, na hora esse cara já tava preso. >> Então, tava preso. Tava preso. Então, quer dizer, o país, é o que o senhor falou, os nossos legisladores vivem deitado em berço esplêndido, cara. E deixa o bagulho E deixa o bagulho rolar solto. Bagulho rolar solto, [ __ ] Aí aí fica a gente defendendo. Olha, mas ele e vai pagar o carro. Tá, mas se ele pega, foi que o gordão falou, se é um
segundo a mais, ele tinha pego no meio do carro e tinha matado o tiozinho. >> Então eu trabalhei 12 anos na rodoviária. Eu tinha às vezes em um mês 30 mortes na área do meu batalhão >> de trânsito. >> Ol é muita coisa. >> 14, 15. Quantas pessoas tava tava >> com quantas pessoas estavam drogado? O o o o >> Então, cara, como a gente não tem o drogômetro, você fica esperando e e não sei se vocês sabem, assim, o o uso do de determinados entorpescentes e até da Bebida alcoólica, dependendo do tempo que passa
para você fazer a perícia, ele ele não vai constatar. >> Sim. >> Então, por isso que muita gente sai fora do local do acidente para ganhar tempo pra perícia. Igual a mãe daquele moleque, tirou o moleque lá que bateu no carro aqui na salinha e matou o moleque, foi lá é da porte. Vou socorrer ele pá, vazou com moleque. >> Por isso que quando você pega, você tem O drogômetro na hora, a hora que você catou dentro do carro vem aqui, opa, deixa eu pegar aqui, ó, a sopra. >> Não, mas aí tem que vir
também com uma legislação obrigando. Pode ser discrono. É, não pode ser discricionário, >> cara. Você você falou, a gente andou muitos passos com a mudança pro 165 alfa. O 65 alfa é o artigo que fala que se você se recusar a fazer o teste do etilômetro, você é multado em quase R$ 3.000 e suspende sua habilitação na Hora. >> Na hora e onde você mexe com as pessoas é no bolso. Opa. >> Então cara, 165 alfa foi uma foi uma uma um avanço ferrado fazer isso também. >> Porque >> eu lembro uns anos atrás, cara,
nós tivemos uma palestra eh promovida pela associação da da área médica lá do de Trauma. lá no na Santa Casa, cara. E eles trouxeram o chefe da polícia de trânsito da Inglaterra, >> caraca, >> para dar aula pra gente falar como era lá. E o cara tinha preparado todo um um slide, um negócio lá onde ele ia mostrar dados estatísticos, tal, a legislação, fiscalização da Inglaterra. E ele foi começar a palestra, ele falou assim: "Então lá quando a gente aplica o etilômetro tal, aí aqui levantou a mão oficial, porque a grande maioria era médicos, tinha
uma meia dúzia de Comandantes da polícia rodoviária. O cara falou assim: "Então, só que aqui a gente não pode obrigar o cara a soprar >> aqui é discricionário". >> Aí o cara aí o cara falou assim: "Como assim o o ferradão lá da Inglaterra, como assim não pode obrigar?" Aí a gente falou: "Não, aqui tem um negócio que é a não produção de prova contra você mesmo, não". Não, auto incriminação. Aí o cara falou: "Nossa, mas que absurdo". Na hora ele falou: "Meu, que absurdo se O cara quer dirigir, tem que se submeter, porque ele
gera risco a terceiro". Simples assim. Esse não auto incriminação é mais importante do que gerar risco para terceiro. O pessoal falou: "Ué, isso aqui é direito constitucional". Ele falou assim: "Ah, então não nem adianta eu dar palestra aqui. O país de vocês >> país de vocês não tem jeito não. Aí o brasileiro fica chateado quando os outros países, os caras do outro país Fala que aqui só tem macaco. Aí fica todo mundo chateado. É porque o cara olha e fala assim: "Porra, é uma bagunça do [ __ ] aqui, mano." >> Mas eu já falei
mesmo, >> é uma bagunça do caramba aqui. Aqui tudo que você vai fazer, se você mexe com a liberdade da pessoa, independente da liberdade dos outros, aí não quer ser abordado. Eu nunca não gosto de ser abordado. Ah, mano. Ô, pelo amor de Deus. >> Mas é o que eu já falei, mestre, aqui o que nesse país, se não acabar com essa construção, dificilmente vai pra frente, mestre. Você vai emendar uma coisinha aqui, você vai melhorar uma coisinha ali, você vai desenvolver numa área aqui, mas sempre vai ficar algo pendente. A gente tinha que tinha
que fazer uma nova constituição. Eu sou um cara que defende uma nova constituinte. >> Você vai fazer uma constituinte com esses deputados que estão aí, é capaz de Piorar. >> Negó, vou falar um negócio pros senhores. Como é que leva um país desse a sério com as cláusulas périas que nós temos? né? Então tem >> não dá, cara, não dá. Não pode ter trabalho forçado. O cara é remunerado por trabalhar, mas ele ele é trabalha, ele trabalha forçado sim, porque ele é obrigado. Não, não é. Ele trabalhou três dias, tira um dia da pena dele.
Ainda é remunerado. Por isso, tem sérios Benefícios por trabalhar. Então não é forçado, não tá, não é inconstitucional. Não pode ter pena cruel, não pode ter pena de banimento, não pode, sabe? Não pode ter pena de caráter perpétuo. Você tem pena de morte só em casa, de guerra declarada. Como é que leva um país dessa séri de morte tá aí no Brasil? Mas você sabe por quê? >> Você sabe por que ainda tem pena de morte no nosso país? Porque o único que pode morrer com pena De morte é o militar. É o militar. >>
Aí pode. Ah, militar você pode matar ele, você pode fazer o que você quiser com ele. Ninguém vai defender. Favor. Eu sou, eu sou a favor da pena de morte. Eu sou a favor da pena de morte. Mas eita [ __ ] >> Mas não, só falei em pena de morte. Quer apagar a luz? É. >> Parou. Ó os parou tudo. >> Parou. Foi essa. >> Parou. >> Hã? >> Parou. Deve ter caído. Uma piscada, >> mas aí caiu também. >> Caiu a live aí. >> Eu acho que caiu. >> Calma aí. >> Deixa o
gordão ver ali. Vai lá, vai lá, chefão. >> Vê aí, gordão. >> Você entendeu, M? Então, não dá para levar a sério um país desse com essa Constituição lixo. >> Não, >> eu defendo uma nova constituição, >> entendeu? Uma constituição onde o cara, ó, o cara, eu, exemplo, matou, morreu, não, mas ele é um reincidente no crime de morte. Por quê? Porque pode ocorrer erro. >> E penso assim, ó. Eu penso assim. O cara matou igual o cara que matou a menina lá com mais de 20 facad para atingir a mãe. >> Foi comprovado. >>
Foi comprovado. Tchau, velho. Tchau. Tchau, velho. Pena de morte. O cara foi pego em flagrante, matando uma pessoa, tirando a vida da pessoa. >> Fragrante, ó. flagrante matou a pessoa, você vai ser julgado. Se aquele cara ele tem traços de psicopatia, tem traços de que não vai se ressocializar, manda o cara pro inferno, cara. >> Concordo. Concordo. >> Manda o cara. Aí fica aqueles defensores falam assim: "Ai, mas aqui no Brasil só Vai morrer preto e pobre. Mas se o preto e o pobre cometer o crime, [ __ ] para ele, [ __ ] >>
Tem que morrer mesmo. >> Tem que morrer, [ __ ] >> Entendeu? Então eu penso assim, agora fica os caras romantizando, ah não, ah vamos deixar preso porque, quer dizer, o preso vai dar trabalho para nós, nós vamos ter que pagar, vai ter gasto. E o cara foi que nem o o Bolsonaro uma vez foi numa entrevista lá com o J Soares e Ele falou assim: "Ah, mas eh em países que tem pena de morte não resolveu o crime." Aí o Bolsonaro falou: "Só que quem foi penalizado não voltou mais para cometer >> o crime".
Entendeu? Então acabou, velho. É isso aí. Tem que pôr medo no cara. O vagabundo só teme, só tem só respeito que ele teme. Se ele pensar assim, ó, se eu matar um pai de família e me pegarem, eu vou morrer. Acabou, irmão. Acabou. >> É, eu concordo. Eu concordo. Concordo. Por isso que tem que fazer uma nova constituição. Tem, não tem jeito. Dá para levar isso a sério não. >> No cu, mano. >> Mas eu acho que fazer uma nova constitução nesse país aqui é acho que é quase impossível. Não, com esse com esse com
esse com esse com esse político que tem aí, velho. 35, né? Mais de 35 anos de corção, né? >> 88. >> É, então assessora pessoal dele eu vou Te passar o telefone. >> Voltou, mestre? >> Caiu aí. >> Pode continuar. >> Pode continuar. >> Tá gravando. >> Voltamos. É, eu queria que o senhor falasse lá a questão da ocorrência, mas assim, alguma ocorrência que o senhor foi abordado pela Polícia Civil ou pela Guarda Municipal, mas assim que possa ter sido abordado de uma forma não tão Amigável, vamos assim dizer, é, não tão amistosa. Perfeita colocação,
mestre. É, não, não, cara. Assim, ó, eu vou, eu falaria de boa, mas eu nunca fui abordado pela Guarda Municipal, nunca fui abordado pela Polícia Civil, nunca fui abordado. Eu só fui abordado pela PM. Pela PM. Inclusive essa noite a gente a gente foi abordado aí o tenente lá na lá perto da minha casa, a hora que a gente tava chegando, os vidros tudo filmado, né? Ele abordou, eu já ô Tenente, tudo bom? Coronel Paganoto, tal. Ô chefe, beleza, foi de boa. Eh, tomei mão pra cabeça. Como foi? Mas como é que foi? Já mandou
descer do carro? >> Não, é porque a gente tava parado na porta da minha casa ali, é prédio e o tudo lacrado, né? Então eles pararam. Era, nós chegamos tarde ontem para caramba do de um evento que nós somos e a gente tava terminando de conversar como é que ia fazer hoje. A hora que a a a viatura parou, os caras tava ali Daquele jeito, né? >> Padrão, né? >> É padrãozão. Já para para ver se eles estavam tentando ver se tinha alguém dentro, quem que tava dentro, tal. Aí eu abri a porta e desci.
Aí desci, eles ficaram me olhando, apontando o cano. Aí eu falei: "Não, não, calma aí, pessoal. Viatura. Tudo bom, tenente Cornel pagar no outro. Ô chefe, beleza?" Falei: "Não, tô chegando em casa". Car, não, boa noite. E saíram com a viatura. Não Chegaram a enquadrar, realmente. Boa, boa, boa, boa. >> Eu eu uma vez a gente tava no serviço, no serviço velado também. Eu tomei em quadro quando a gente, eh, vazou os pedágios, né? Nós tivemos que meter o fura no pedágio. Isso aí eu já contei num >> num podcast, mas se vocês quiser eu
conto de novo. Não contou não. Eu não lembro sen ter falado. >> Foi [ __ ] Que acontece. A gente tava fazendo trabalho em no presídio de Avaré, >> certo? >> Que a gente ia todos os dias. Eu fui quase um ano inteiro todo dia para Avaré. E a Polícia Militar, o comando geral pagou a missão, mas para baixo dele os caras não queriam que a gente fizesse. Então >> a gente tava, para você, para você ter uma ideia do nível da resistência, cara, O serviço de inteligência tinha umas viaturas que tinha uma plaquinha na
lateral escrito polícia militar. Como que eu ia nas comunidades me passando por ladrão com uma plaquinha no carro escrito polícia militar? Não tem como. >> E aí, cara, no início, enquanto a gente ainda não tava se infiltrando nas quadrilhas, ao ponto de encontrar os caras dentro de comunidade, o caramba, deu para levar com Santana, que era uma viatura, você olhava, você falava: "Essa [ __ ] é viatura, velho". Sabe aquele santanão de comandante? Só não tinha giroflex, nada, azul marinho. >> Nós ficamos uns meses com com aquilo. Quando, eu, ó, juro para você, cara, quando
a gente em algum lugar que a gente tinha um pouco mais de receio, o Bofo e o Perninha, o sargento Edivaldo pegava o carro particular deles para fazer. >> Olha, olha a merda, >> cara. >> A gente só trocava placa, mas os caras pegava carro particular para não usar a viatura, que a gente sabia que se fosse com a viatura os cara ia cair, caguetar na hora. e e ninguém nem aí com essa situação nossa, entendeu? Aí, cara, depois do depois de tanto sofrer e implorar, um coronel que nem era do do alto comando de
inteligência e tal, chegou, me chamou lá, cara decente, falou assim: "Ô, mano, Eu tenho aqui uma Parati novinha, Parati de boy, toda equipadinha, tal, ela é, tinha acabado de sair aquela Parati 1.0 turbo." >> Nossa. >> E nós estamos testando pra viatura. Já terminamos teste, já tem relatório, só que a Volks não tá pedindo ela de volta, quer usar essa viatura para vocês? Eu falei: "Ô chefe, se o senhor me der isso aí, se pelo amor de Deus, tô ganhando na loteria". Ele: "Não, cara, pode usar". E Ela não tinha a plaqueta de polícia militar.
A única coisa que ela tinha, uma ficha de combustível, >> um papelzinho, ficha de combustível. >> Sim. Sim. Você no posto da da >> primeiro dia que eu tô indo ali na na acho que era castelo pra Varé Castelo que a gente ia. É Castelo. Primeiro dia que eu tô indo na na Castelo. Pedágio lá, nada de subir a cancela. Chegou lá a menininha lá, pá. Pois não. Falei: "Não, Isso que é viatura." Ela: "Ah, plaqueta. Eu essa viatura não tem plaqueta, ela é comodato. Dis: "Mas o que que você tem para provar que ela
é viatura?" Eu falei: "Ó, fora eu que sou polícia, eu tô te dizendo que ela é uma viatura. Isso já deveria batter pública, tem uma carteira, tudo." >> Tá aqui, ó, tem uma ficha de combustível. Ela: "Ah, não, sem a plaqueta não vai passar, vai ter que pagar o pedágio." >> Nossa, cara, que >> eu falei assim, ó: "Cara, eu vou passar." Ela não. E ficava um vigilante. Ela ficava um ficava um vigilante perto da da das cabininhas ali. >> Uhum. >> Eu falei pro para um amigo, falei assim: "Ó, desce, levanta a cancela que
nós vamos passar". Ele desceu fuzilzão cruzado aqui, né, mano? E o Magal tinha uma cara que eu até falei, mano, do céu, o dia que Meu pai conheceu o Magal, meu pai me chamou de canto e falou: "Filho, você tá andando com bandido, cara, com maluco, que que é isso, filho?" Eu falei: "Não, pai, isso aí é subtenente, mas esse cara é o bicho na polícia, respeitado para car". Falou: "Filho, ele tem cara de doido". Eu falei: "Não, não, pai, o cara é bom. É que nós estamos tudo infiltrado, por isso que a gente tá
assim do Bolfo, ele não falava nada do Bolfo. >> É que o Bofo convivia muito. O Bofo convivia muito mais comigo. Meu pai já conhecia ele. É. Ô, ô, ô, voufão, mostra a tatuagem aí. Aí, ó. >> Ó lá. Não, olha lá, ol >> louco, velho. >> Depois eu vou depois vou te contar a história da Mas essa tem que ser no bastidor. Aí, cara, aí, velho, eh, passamos, quando começamos a acelerar, mano, o torzão veio a milhão, deu um enquadro na gente que eles a falaram Para ele, o cara furou o pedágio com fuzil,
>> fuzil. >> Os caras bloquearam a rodovia e vieram com tudo, mano. >> Quando vieram, só que eu já tinha comandado o tático rodoviário quando eu era tenente. >> Hum. Aí quando os caras chegaram, ô, ô galera, os cara, [ __ ] quer matar nós do coração, mano. Eu falou, não, meu, os caras do pedágio não quer deixar a gente Passar. Tô falando que é viatura, os caras estão batendo o pé lá, por isso que eu tive que abrir a cancela e passar. Os car, ah não, tudo bem. Liberaram, nós passamos, mas foi um enquadrão.
Os caras enquadraram achando que era um carro com fuzil. É, >> entendeu? Eh, ainda bem que nós temos a maioria, a maioria da Polícia Militar é os caras com juízo, entendeu? É, são profissionais mesmo. E aí, meu Deu 10 minutos, me liga o capitão, ô recruta Dos infernos, que que você tá fazendo? Eu falei: "Qual que é Rú? O que que tá acontecendo?" Ele falou: "Mano, você arrumou treta aí no pedágio. Nego ligou para comando." >> Nossa. >> Aí eu falei, "comandante, é simples assim. Ou a polícia me dá um jeito de eu passar pelo
pedágio, ou do meu bolso eu não vou pagar". Aí ele, mas o que aconteceu? Eu falei: "Ó, o paisano aqui da concessionária não me deixou passar". Ele falou: "Mas você falou que era polícia". Eu falei: "Não, eu falei, implorei, mostrei documento, os caras, os caras não respeita". Aí ele: "Ah, já entendi. Tá bom, beleza. Dia seguinte vou passar." Adivinha >> de novo. >> A única coisa que eles fizeram foi botar dois vigilantes lá. >> O quê? >> Botaram dois vigilantes, falou: "Não vai passar". Aí esse Zé Ruela e com roupinha De me chupa do caramba,
saiu lá da da do escritório e veio no gradil. Aí eu, aí a menina já nem chegou perto. Aí eu falei: "Você que é o responsável aqui?" Ele falou: "Sou". Eu falei: "Então, meu, qual que é o problema, cara? Todo dia eu vou ter problema aqui". Ele falou assim: "Você é quem?" Eu falei: "Eu sou o tenente tal do serviço reservado". Eu já falei que isso aqui é uma viatura. Ele falou assim: "Viatura tem que ter a plaquinha da Polícia Militar". Eu falei: "Isso é uma viatura reservada, não tem a plaquinha. Eu tenho só ficha
de combustível". Tá aqui, ó. Pera aí. Fui lá no no porta-luva, catei a ficha de combustível, mostrei para ele ele assim a três passos do guardil do gradil com cara de nojo. Aí eu falei: "Ó, aqui ó, isso aqui é uma ficha de combustível. Eu tô com a minha funcional aqui, os outros três tem funcional, estamos tudo armado, é viatura". Ele falou assim: "Se eu não tiver a plaquinha, você não vai passar Aí, mano." Eu virei pros dois que tava na viatura, o de fur e tudo. Eu falei: "Arrebenta, a cancela". Falei: "Então, juro por
Deus". Falei para ele assim, ó: "Então fica aí no gradio olhando como é que a gente faz". Aí os vigilantes fal assim, falei pro sargento, falei para ele assim: "Ó, pode falar pr os dois vigilantes, não seis escassem, senão vocês vão tomar". Aí os vigilantes tomaram um susto, né, meu? Ficaram assim, o sargento já com o fuzil olhando Para eles assim. Fui lá, eu empurrei a cancela, lá falei: "Passa, passamos com a viatura. O o sargento foi de fuzil olhando pros vigilantes assim, entramos na viatura. Eu ainda eu olhei pro cara da concissional, falei: "Não
falei para você que eu ia passar?" Bom, vamos embora lá na frente, torzão. Ah, não, velho. >> Só que só que aí o Torzão já nem veio enquadrando os caras. E aí, chefe? Eu falei de novo os cara, não. Vai embora, Comando. Vai embora, comando. Ó, eu falar pro senhor, eu já nem parava mais. Já fal pr os car já estoura, cancela. Vamos embora. Pr embora. Ai, tomar no cu, mano. Eu vou falar para você, cara. É, é aqui é uma, um fazendo um cabelo para mais e gente fazendo uma peruca para menos. Cara, saber
o luta. Queria saber o seguinte, se fosse traficante, se fosse assaltante, você fazer isso. >> Ah, aí passava fácil, >> né? Rapidinho, né? O cara nem ia Embaçar. >> E os enquadros mais embaçados que eu tomei foram nos Estados Unidos, que eu tomei três enquadros lá. A polícia militar que todo mundo aqui se queixa de ser >> truculenta, arbitrária. >> Cara, a gente é um doce perto da polícia americana. E deixa eu perguntar um negócio pro senhor. Como policial militar do estado de São Paulo, o senhor podia levar a sua arma até o Rio de
Janeiro ou como é que é a a jurisdição? >> Não, dentro do país, a arma no país inteiro. >> Não, não. A federal fala na jurisdição americana, você pode entrar arma lá ou não? >> Desarmado, né? >> Totalmente desarmado. >> Não há um acordo bilateral entre os país nada. Nem nem americana não. Aqui no Paraguai você não entra armado no Paraguai. Em lugar nenhum país fora você Vai entrar. O seu porte de arma é território nacional. Para você viajar armado para um país como esse, você tem que estar em alguma atividade oficial de governo. Por
exemplo, a segurança do governo do presidente da República vai para lá, ele aí eles documentam, pede autorização, qual o tipo de armamento que vai entrar, se vai ser autorizado ou eles vão dar a segurança deles lá, porque como é dignitário, aí tem uma legislação específica em cada país. >> Sim, sim, sim. Tem todo um critério para você entrar, mas nós policiais lá a gente é, eu fiz agora que eu tô lembrando, eu fui uma vez pro Paraguai, esqueci, cara, >> e passou com ela, >> fui armadão, mas só que eu e a dona, eu e
a dona Cida, nós atravessamos a ponte da amizade a pé. Nós fomos a pé lá que eu tava em Foz, aí eu peguei um buzão, descemos na na na beira da da da ponte, fomos a pé na ponte. Aí fomos até lá no Paraguai, compramos as coisas e voltei. Eu armado, esqueci, cara. Eita, catalá cana. >> É, tá ferrado. E é engraçado, né? Você já lá no Paraguai, não sei, a vez que eu fui pro Paraguai, cara, nego sentado em frente de loja assim, ó, com metralhadora na mão, calibre 12, tudo paisano. >> Paisano. >>
Segurança da loja, cara, com calibre 12, metralhadora na porta da loja. Negócioente. O o Paraguai, o Paraguai ele é a 25 de março piorada. É, eu costumo falar, é a 25 de março piorada. Nós fomos, nós fomos de moto, nove motos lá para Foz do Iguaçu. Aí nós fomos pra Argentina. Chegou na Argentina, nós tiramos foto na duaneira ali na entrada, né, para só para para pegar a bandeira para colocar no colete. Aí tiramos foto, veio os caras de lá e falou: "Não pode tirar foto os polícia não pode tirar foto". Espirrou a gente aí
nós fomos pro Paraguai, atravessamos a ponte, né? Paraguai, área na na área do Paraguai. Aí falamos pro cara assim e a ponte lá no final ela dá uma estreitada, né? Cara, onde que a gente pode colocar as motas aqui? Só pra gente tirar uma foto. Falando pro polícia tava controlando trânsito. Falou: "Pode colocar aqui mesmo?" Falei: "Mas aqui o senhor vai fechar uma faixa". Ele falou assim: "Foda-se, aqui quem manda sou eu". Eu falei: "Caralho, mano". Aí colocamos, tinha duas faixas, ficou só uma. Nossas motos ficou atrapalhando. Aí eu falei pro cara assim, falei pros
cara, vamos tirar rapidinho. Eu fiquei incomodado, vamos tirar rapidinho pra gente ir embora daqui, cara. E os cara nem aí cara, sabe? Tipo assim, ó, quem manda aqui sou eu, cara. >> E ninguém buzina, ninguém reclama, ninguém [ __ ] nenhuma. >> Respeita, né? Respeita, cara. >> É, eu eu perguntei, eu perguntei pro senhor essa questão da da arma, porque, por exemplo, tem a questão do acordo bilateral eh referente a CNH, por exemplo, tem validade. Por isso que eu perguntei, né? Porque armamento não >> vai muito lá nos Estados Unidos, né? O Cabo Pires, o
Cabo Piros mesmo vai direto nos Estados Unidos, vai >> passear. Aí era até uma curiosidade que eu tinha se o policial daqui poderia, né? E aí pode continuar falando. >> Então ali ali as abordagens que eu tomei, os caras não dão um sorriso. >> Qual está? Orlando. Eu eu fui abordado em Orlando e em Miami, >> mas assim, esquece. Os caras não fazem questão nenhuma de ser ser simpático. Eles são estritamente na na legislação. Eu fui tentar argumentar numa abordagem que eu tomei na rodovia em Miami, que eu tava com excesso de velocidade, rapaz, eu
tomei um esculachada que eu fiquei sem graça só porque eu falei que eu era Polícia. Ela falou: "Você tá querendo dizer o que com isso? Qual a sua intenção de me falar que você é polícia no seu país? Não tô entendendo por que você tá falando que você é polícia. Aqui você não é nada. Você quer o que com isso? Onde você quer chegar falando isso? Falei: "Não, nada. Só eu só falei minha profissão. Ela eu não perguntei sua profissão. >> Eu não te perguntei sua profissão. Vou Pedir baixa. >> Você é louco, velho. >>
Entendeu? Não é. É >> não. E o pessoal reclama daqui. O pessoal reclama daqui. É, o pessoal reclama da polícia daqui. Vai lá para você ver. E não é a primeira vez que eu que eu ouço assim falar que foi não maltratado, que não foi. Eh, >> e quando eu pedi para tirar foto em Nova York, cara, >> minha mulher, vai lá tirar uma foto com A viatura. Eu não, eu tô passeando, não quero saber de polícia. Vai lá tirar uma foto. Você não tem foto com viatura nenhuma, com polícia de outros países. É legal.
Eu não, me deixa quieto, meu. Eu tô aqui curtindo, eu não quero saber de polícia. Vai lá tirar foto. Falei: "Pô, mas vai ficar enchendo o saco?" Não, vai, vai. Vamos fazer uma foto com a viatura. Cheguei perto, policial sentado dentro da viatura, aqueles Ford de Tauros. >> Eu falei: "Bom dia". Ele fez assim, ó. Ele só olhou para fora assim, ó. Fez assim. Aí eu falei assim, ó, eu sou policial lá do Brasil, dá pra gente tirar uma foto? Ele não, não tira foto. Se quiser fazer foto, vai lá atrás da viatura e eu
não posso sair na foto. Você entendeu? Eu obrigado. Nem tirei a foto. Saí, fui na minha mulher, falei: "Próxima vez você me falar para tirar foto com viatura, você vai ver o que eu vou falar. Ó aí, ó. [ __ ] ignorante do Caramba, me esculachou só porque eu pedi para tirar uma foto." >> A resposta do do sorry, >> como é? Como é como é como é que foi? Sorry, >> eu fico, eu fico imaginando, não, eu fico imaginando na cara que el deve ter ch olhada não chegou com toda educação, né? Mornisor a
policy >> aí chega lá eu vi que ele olhou, né? Porque parece que até é ruim, né? Ser policial país. Falou: "Fuck you, >> fuck you". >> Ó, ele não falou, mas ele deve ter pensado. >> "Fuck you." Fuck you. Até >> é fogo, viu, cara? >> Sacanagem, cara. Não, mas é o pessoal reclama daqui, cara. O pessoal que ah, né? Foi >> aí acha que, por exemplo, vê lá nos Estados Unidos policiais atuando igual lá, o cara deu pinote, desobedeceu a ordem de parada, velho. É, >> na verdade o pessoal aqui sabe o que
que é? Tá tudo mal acostumado. >> Acostumado. >> É uma cultura de achar que você pode dar uma provocadinha. >> Sabe aquele negócio assim? Você aborda, ele te dá uma, ele te dá uma respostinha atravessada para testar e ver até onde você vai. Aí ele faz uma, ele, ele quer ser meus direitos, não tem obrigação de te responder tal coisa. Qual é que eu fui participar outro dia de um de um Podcast de um pessoal que é da área da saúde, né? E ele me perguntou, ele falou assim: "Meu, eu eu não eu não acho
que eu tenho obrigação de responder certas perguntas que os policiais me fazem. um cara estudado com formação. Aí eu tenho que responder para ele assim: "O dia que você tiver trancado dentro do porta-mala do teu carro, sendo levado para ser estuprado no mato, >> aí nós vamos ver." >> E o policial perguntar pro cara que tá Dirigindo o seu carro algumas perguntas, >> aí nós vamos ver. >> Você não vai gostar de ter feito a pergunta para ele cair na contradição, >> né? Como que eu vou entender um comportamento e uma e uma contradição, um
objetivo se eu não fizer perguntas? E outra, se você é um cara decente, trabalhador, o que que te custa dar uma resposta para um policial? >> Qual problema? Nada. >> Ele ele ele até concordou depois no Final. Então eu falo assim, ó. As pessoas às vezes acham que fazer polícia primeiro é um negócio fácil. Tá escrito na testa de todo mundo quem é bandido e não é. Segunda coisa, ah, ser polícia você tem que ter treinamento suficiente para sair de todas as enrascadas. Não é assim. O negócio é dinâmico, a gente toma tiro na cara
em minutos, >> segundos, né? >> E tá lotado de gente do pior caráter possível andando nessa sociedade, Querendo aniquilar com a gente. Ou seja, é uma atividade de risco, alta tensão, o pessoal mal valorizado, um puto estress, parte psicológica muitas vezes atrapalha demais. E uma sociedade que se acha no direito de vir e te testar, entendeu? É aquele cara que vê a viatura, tá com cigarro de maconha a hora e te dá uma risadinha. É o cara que fecha a viatura, passa no farol de trânsito, no sinal vermelho, passa do lado da viatura, você vai,
você aborda, Ele acha que ele tá no direito, fala: "Não gostou, multa". Eu já cheguei a, ó, em bairro de nobre raiva, né, cara? Cara, eu já cheguei em bairro nobre, carro estacionado em cima da calçada, com dificuldade das pessoas transitarem. Você chega na pessoa fala: "Ô, amigão, tira o carro, mano. Você tá errado." Ué, não quiser não, não tá gostando, multa. >> Então, então vou fazer uma pergunta. >> Aí você tem que responder e falar assim: "Não, além de multar, eu vou eu vou meter teu carro num pátio. Você quer que eu desço? Você
vai realmente atrapalhar meu serviço?" Aí a pessoa, mas que grosseria, para que ser mal educado? >> Vou fazer uma pergunta pro senhor. Teve um debate feio aí no Sneider Cash, não sei se o senhor acompanhou. Eu não lembro de ver o senhor na mesa, então vou te fazer essa pergunta. A viatura da Polícia Militar parado na porta todo dia que o cara morava, acho Era do lado da delegacia, né? O DP, >> oitavo DP >> e a viatura todo dia parada na porta da casa do cidadão. Aí o cidadão já fez diversas reclamações, tinha dificuldade
para poder sair. E teve esse debate aí no Sneider Cash, trem pegou fogo, cara, faltourou. Depois o pessoal vai lá e vai assistir. Na sua opinião, a gente sabe, é mil vezes melhor uma viatura da Polícia Militar na P da minha casa do que um traficante. Isso é óbvio. Mas na visão do senhor, atrapalha ou não atrapalha? >> Não. Detalhe, eu vou fazer o detalhe. O senhor viu isso daí? >> Não. Um cidadão, um cidadão que mora ao lado do oitavo DP. O senhor conhece o oitavo DP aqui, né? Oitavo DP ele é cercado por
residências. >> É uma área residencial. É uma área residencial. E aí o a as viaturas que iriam apresentar a ocorrência no oitavo DP, que é uma central de flagrantes, Estacionavam ali em cima da calçada e a eh muitas vezes na frente das residências, né? E esse cidadão, né, mentiroso, ele é um mentiroso. Falou que às vezes ele ia pedir pro polícia para tirar a viatura, que ele tinha que sair o carro, o policial se negava a tirar, coisa que o nós sabemos que é mentira, isso não existe. Isso não existe. Então ele foi lá reclamar.
Então, para aparecer, ele foi lá e a a mídia que já não perde a a a oportunidade de criticar A PM, fez uma matéria, tudo ele falando, ele é a mulher dele. Inclusive, tem uma menina lá que chegou com o carro e o policial, ela falou: "Ah, não vai tirar o carro". O polícial falou: "A sua garagem tá aqui, ó. Sua garagem tá livre". Ah, você tirou porque eu tô filmando tipo induzindo, né? Então, aí nós fizemos um debate aqui, o petista do do Sneider falou que ele que ele também faria a mesma coisa o
cara, reclamaria. Eu falei, tem muita gente que daria tudo Para todo dia ter uma viatura na frente da casa dela. >> Ó, detalhe, detalhe, antes do senhor falar sua opinião, concordo com C referente essa questão. Tenho certeza que o cara realmente mentiu de falar que o policial não queria, não queria, né, se der a vaga. Isso é mentira, tem lógica. Mas também concordo que atrapalha, vamos ser sincero. Atrapalha de petista também. Não, não, não, não, não, não sou petista, mas atrapalha. Toda hora atrapalha. Porque às vezes nem todo dia a gente tá bem, nem todo
dia a gente acorda de de bom humor, de bem com a vida. Às vezes você tá estressado, você quer sair rápido da porta da sua casa, entendeu? É, a gente nós somos seres humanos. >> Você devia falar isso daí para quem tem um baile funk dele. >> Não, mas a eu concordo com o senhor. É por isso que eu tô falando. Eu concordo com o CAS. Não é que eu tô em cima do Muro, não. É porque eu entendo os dois pontos de vista. >> Eu entendo os dois pontos de vista. Será que ele ia
reclamar se fosse o traficante lá na porta da casa dele? Não ia. >> Será que ele ia fazer showzinho? Será que el ia chamar a TV para filmar o carro do vagabundo? Não ia. Aí porque a polícia quer crescer. Sou contra isso. Não concordo com essa postura que ele fez, né? Agora falar que não atrapalha, Atrapalha sim. É a porta da minha casa. Eu quero sair. Às vezes tem que levar um filho correndo pra escola. Eu não quero ninguém na porta da minha casa. Que fique do lado. Do lado. E glória. E glória a Deus.
Mas >> do lado é outra casa. Do lado é outra casa, [ __ ] Do lado é outra casa. Ali é uma área residencial. >> Vou ter que invadir aqui. O debate não é se o cara tá certo ou errado. O debate é Esquece o cara. O debate é, posso parar. Você ia gostar de ter uma viatura, não na sua porta, porque na porta todo mundo quer, todo mundo de bem quer >> quer aqui na sua bunda, ó. Você vai ter viatura na sua porta >> agora. Agora você, você sendo coronel, você queria uma viatura?
>> Ô, quer pegar minha arma e dá nele >> que parasse. Não tem a minha. >> Vocês estão quase na troca de aqui. >> Minha, você gostaria de ter uma vi, >> tá aqui atrás. Você gostaria de ter uma Viatura que parasse na garagem da sua casa todos os dias tampando a saída? Castro. Ô Castro, ele tem documento da arma, senão nós prender ele agora, hein, mano? >> Ó, deixa eu falar agora. Vou falar sério para vocês. É assim, ó. O grande culpado disso daí chama-se governo. >> Exatamente. Começa por aí. >> Tem que acabar
com delegacia e quartel enfiado no meio de casa. >> Boa. Por quê? >> Boa. Por quê? policial quando ele chega ele testa motor, testa sirene. Os polícia tão adrenalina lá em cima, eles conversam alto para [ __ ] Todo mundo que mora em volta de quartel da PM, delegacia de polícia, sofre. Sofre para caramba. Eu vivia aqui na terceira cia do nono ali na rua dos camarés reunindo a tropa e falando: "Pessoal, não aguento mais, cara. Os Vizinhos reclamam, o prédio aí, ó. Pô, tem cara 2 horas da manhã dando pial com a viatura aqui,
mano. Os caras estão dormindo. >> De respeito, cara. >> Então, então falta bom senso às vezes de ambas as partes. Quando a gente fala assim, eh, a gente precisa entender legislação. O que que o Código de Trânsito fala? Que o o a o policial, a o policial de trânsito, o policial comum, que ele Também tem autoridade de trânsito, ele se sobrepõe acima da sinalização. >> Sim. Então, quando vem algum algum [ __ ] falar que a viatura tá estacionada ou fazendo alguma coisa em lugar errado, >> a viatura, a lei de trânsito, ela fica abaixo
da decisão do policial ali de trânsito. Então você tem que olvidosa desse direito. >> Sim, sim. >> Existe o desvio no ato. >> Sim. >> Se o se a finalidade daquele estacionamento >> pessoal e não pública, >> não é pública, aí o desvio do ato até se ele estivesse estacionado na forma correta. Sim, >> mas se ele tá fazendo um estacionamento ali, porque existe uma finalidade pública do serviço. E outra, esse monte de gente que acha que é o o dono da lâmpada, é o Walter Mercado lá, o Aqueles que adivinhavam as coisas, é o
Você nunca vai saber o que tá dentro da cabeça de um policial dentro de uma viatura, porque tem um rádio ali que você não escuta. Tem um WhatsApp que tá passando informação para ele. Ele às vezes está com uma informação que você nunca vai ter. Então não é sua obrigação querer adivinhar o que o policial tá fazendo ali. E o policial ele deve satisfação pro comando dele, não para você que é paisano. Então você querer Adivinhar o que um policial está fazendo naquele momento, você tem que tomar uma [ __ ] invertida se você for
lá provocar o policial, porque não é, você não é fiscalizador de nada. O policial tá ali fazendo o serviço dele. Se chegar oficialmente uma informação que há um desvio de finalidade ali, vai ser apurado. Mas não é você que tem que tomar satisfação de policial, porque você não sabe o que tem naquele rádio passando. Por exemplo, você quer ver? Vou dar um exemplo para você. O policial tá numa faixa, num deslocamento e ele do nada ele entra sem dar seta. Você que é o metido a entendedor de lei de trânsito, de tal, você vai falar:
"Ó lá, ó lá, ó, fazendo conversão sem dar seta". Você sabe se bateu no rádio ali rapidinho uma informação que ele tem que girar com tudo e sair ali com uma certa brevidade >> ou que ele tá indo para um lugar e falou assim: "O cara geral, o carro roubado tá Vindo na rua tal e a rua tá ali. A rua tá ali." >> Ah, você pega uma viatura entrando, fazendo uma conversão proibida. Você sabe o que motivou ele ali? >> Você não sabe, mas você é um é um idiota sem noção que critica, quer
filmar e quer jogar, entendeu? Então aqueles aquelas pessoas que não tem o que fazer na vida e querem pagar de de fiscalizador de polícia, eu acho que é uma raça nojenta, porque você não sabe a Informação que tá pingando num celular, num rádio, no visual do que um policial vê e você não teve a capacidade de ver. Então esse cara tá errado, mas de acordo, >> vamos voltar pro estacionamento. Então voltando pr para parte da casa, pessoas que moram ao lado de distrito e companhia sofrem e vão entrando num processo de desgaste, isso >> num
processo de desgaste que se o policial não tiver uma um [ __ ] bom senso De entender aquela situação, realmente ele causa ele causa ali um malado. >> Mas o policial tem o bom senso. É isso que eu quero dizer. a a minha a minha, vamos dizer assim, o a minha crítica aquele cidadão, aquele cidadão foi a parte onde ele mentiu, aonde ele falava que às vezes ele ia pedir pro policial tirar a viatura e o policial se negava. Então, e aí e aí vira aquela desinteligência do da perturbação do sossego. >> O cara mete
o som alto no último volume >> do rádio, >> do rádio. Quando a viatura chega, ele fala assim: "Não, mas tava baixo, não tava alto". É bom senso aí. É bom senso. >> É, é, é a mentirinha de quem tá tá errado. O cara deve ter passado do limite no que ele falou e o e o policial toda hora para na frente da casa dele. Realmente ele já tá com saco cheio. >> Então o que que ele deveria o que que ele deveria ter feito? O que que ele Deveria ter feito? Eu não sei se
ele fez, mas pelo menos quando eu comandava isso surtia algum resultado. Ao invés de causar esse [ __ ] desgaste para todo mundo, ele deveria ter ido no dia seguinte, chamado o comandante lá e falado assim: "Ó, eu tô a ponto de procurar imprensa. Eu não tô mais aguentando." >> Boa, boa. Concordo. Concordo. >> Se o senhor como comandante não tomar uma providência em relação a essa Postura, aí eu vou acabar prejudicando o senhor, porque eu vou chamar a imprensa, eu vou na corregedoria. Cara, eu duvido que esse comandante não ia não ia tomar uma
providência, entendeu? Então, normalmente as coisas eh saem do controle quando as pessoas não têm bom senso. >> É tudo questão de bom senso. Eu quando quando eu patrulhava, quando eu tava lá, eu tava de sargento e tinha um polícia dirigindo para mim, às vezes ele a gente Tava no patrulhamento, ele ia passar o forol vermelho. Eu falei: "Mas para que que você tá passando o forol vermelho?" "Nós estamos no patrulhamento, cara". Para no farol vermelho. Para aqui no forol vermelho. Enquanto a gente tá parado aqui, nós estamos fazendo aquela sensação de segurança de quem está
nas proximidade. Então, para agora eu cansei de pegar a ocorrência flagrante quando eu tava na na ROCAN, entrando nas nas vias na contramão. Por quê? O cara ele Vai roubar uma casa aqui e ele põe um olheiro e o o olheiro ele dirige. O cara dirige. Então ele fala assim, ó mano, nós vamos entrar nessa casa aqui. O cara sabe que é mão única e a mão é para subir, ele vai ficar esperando a viatura aqui. >> É o jeito de você chegar furtivo. >> Você vai esperando. Aí daqui a pouco ele olha, a moto
tá aqui em cima dele, perdeu, já era. Então cansei de pegar uma coisa assim. E às vezes eu vinha na Contramão já inclusive eh eh comando. Fala: "Caralho, você tá na contramão, cara". Tô, eu patulo na contramão às vezes. >> Você sabe, você sabe, Castrão, tinha uma discussão da gente eh em relação a a momento de transporte que a gente falava na Polícia Rodoviária, que é a mudança com a com a evolução das coisas, a mudança trazendo um grande volume de veículos e a rodovia não aumentar a capacidade de absorção. Então, quer ver Um exemplo
que eu vou dar para você? Avenida do estado. Os caras não fizeram aquele shopping grandão lá na Avenida do Estado. A entrada continua na mesmo espacinho lá que aquelas duas faixas já não dava conta do que tinha. Exatamente. >> Não fizeram ali um um formato para ser aprovado de trânsito de entrada e saída de veículo, levando em consideração que já é um um lugar galo. Ou seja, pessoas conseguem alvaraz de construção sem um projeto Inteligente e digno de entrada e saída de veículos causando um [ __ ] problema pra via. Você tá entendendo? E a
mesma coisa é isso, você num passado, porque esses distritos e companhias são coisas de 40, 50 anos atrás, mudar isso daí. >> As a instituição, as instituições não acompanharam e pensaram no quanto elas geram de problema para quem mora em volta. Delegacia e quartel gera muito malestar para quem mora muito perto, porque a tropa ali ativa demais, Cara. Quantos policiais, quantos policiais chegavam para assumir a noturna e ficava testando sirene no pátio da viatura, cara? >> Mas é falta de bom senso, >> então. E nós temos um monte de policial que não tem bom senso.
Você tem que chamar o cara. E aí a hierarquia é boa, >> porque aí a hierarquia você chega nele e fala assim: "Amigão, a próxima que você tocar sirene 2 horas da manhã no pátio da viatura, cadeia a beleza". Que eu Cansei de te falar. Boa. >> E essa é a diferença daquele caso que eu contei, acho que foi contigo aqui, que o o cara na lá no nono DP abandonou a caminhonete e na faixa de rolamento minhas viaturas não conseguia sair para atender ocorrência. Aí o sargento chegou para mim e falou: "Capitão, não vamos
mais atender ocorrência hoje". Eu falei: "Como não?" Ele falou assim: "Ó, o colega lá deixou a a caminhonete travando a entrada de saída do quartel". Eu falei: "Não, vai lá na delegacia, pede para tirar". Aí ele falou: "Nós já fomos". Ele falou que não vai tirar. >> O colega que ainda se viu? >> É. Aí, aí eu cheguei e fui falar com a delegada titular. Aí eu cheguei na delegada titular, a delegada gente finíssima nos consegue comigo, falou: "Que é isso? Vai tirar agora?" Desceu lá, chamou o chefe do do dos investigador, aí ela falou
assim: "Vem cá, quem é o dono dessa caminhonete Aqui?" O cara falou assim: "Puta, é fulano." Ela falou assim: "Nossa, capitão, não dá para vocês eh eh sa e eh sair pela entrada, dar a volta?" Falei: "Claro que não, claro que não dá, doutora. Os carros estão entrando por aí, não tem nem como dar a volta". Ela falou assim: "Puta, ele não vai tirar". Mas quem que é esse cara? >> Um investigador. >> Como ele não vai tirar? Era um bofo. Doutor, a senhora é delegada civil? >> Tá acima dele. Como não vai tirar? >>
Sabe, sabe como >> era um bofo da civil. >> Sabe, sabe como ela, ela sabe como ele tirou? >> Eu cheguei, chamei os polícias, falei assim, ó: "Manda chamar o guincho do trânsito, eu vou eu vou guinchar esse carro." >> Aí foram para ele e falaram assim: "Meu, tá vindo o pessoal do trânsito, vai enginchar tua caminhonete". Ele é lá e Tirou. Força, só usar de força. >> Por isso que quem Por isso que quem fala mal da hierarquia e disciplina, nós temos alguns excessos, mas quem fala mal da hierarquia e disciplina não sabe o
que é um ambiente onde não tem hierarquia e disciplina. >> É só que em contrapartida, tudo isso daí que nós falamos aqui, quando o cara for vender a casa dele e ele falar assim, ó, minha minha casa é do lado de uma Delegacia, >> acabou, aumenta o valor, >> você entendeu? Então aí a aí quer dizer, quando é quando é bom pro cara, beleza. Aí quando é ruim, o cara reclama. Porque ele não vai falar das coisas ruim, né? >> É lógico. É lógico, né, mano? É a mesma coisa do cara que vem vai vender
uma casa e a casa dele dá enchente, a rua dele >> cara. Eu eu vi o debate, eu falei assim: "Cara, o C não tá errado, mas o Danilo Também tá certo". >> Mas é isso >> eu falei assim, será que eu tô em cima do murro? Pensei, falei: "Não, mas não tô em cima do murista >> não. Eu pensei, será que eu tô?" Pode ter certeza que esse problema tem erro das duas partes. >> Não, não. Eu pensei assim da >> Pois é. >> Não, mas eu mas eu dei o exemplo. Eu Falei assim
por quê? Porque os cara acha que a liberação da maconha é é é oba oba, mas só que você vai comprar a maconha de quem? Do jeito que os cara quer liberar, você vai comprar igual o o STF liberou o cara e portar 40 g e esse cara comprou essa maconha onde? Comprou no tráfego, [ __ ] >> Hã? Quem >> liberar? Não, mas eu falei, mas eu falei nesse sentido, mas eu falei nesse sentido, nesse sentido, porque o cara Acha, o cara quer liberar a maconha aqui, mas quer liberar de qualquer jeito. >> Os
países que são liberados da maconha, os países que os caras dá exemplo, né? Ó, os caras dá exemplo, Uruguai, os caras dá exemplo, Chile. >> Nossa, Uruguai já viu que fez merda. >> Não, fez merda. Fez merda, entendeu? Os país sabem que fizeram merda. Todo país que a droga é legalizada, deu merda, [ __ ] >> É só ver a cracolândia lá. Lá ninguém tava enfrentando até até agora, né? Que agora agora o bagulho resolveu, mas até então ninguém enfrentava o consumo ali. Como é que ficou aí? >> Parecia o Walking Dead, meu. Parecia o
Walking Dead. A degradação total do ser humano. E outra, eu vou falar uma coisa para vocês. Eu acho que vocês dois se deviam deviam se divorciar, ir no cartório e casar, porque vocês estão brigando igual marido e mulher. Ah, >> petista do caramba aí. Vamos fazer o corte. Parte dois. >> O corte vai ser a parte dois. Continuação da paragem. Eu não ligo. >> Ai meu Deus. >> Não, mas atrapalha mesmo. Atrapalha. Não tem como. Não atrapalha. >> Mas essa [ __ ] eu sou das antigas. Viatura não é carro de padeiro, [ __ ]
>> É para andar, né? >> É para pôr em qualquer lugarça, [ __ ] >> Tem que andar, né? Tem que pôr viatura Para andar. >> É. E pô para andar. O cara fala: "Ô, e essa viatura? Tá trabalhando." Falou. Quando o cara fal, eu ficava [ __ ] o cara falou assim, ô, sua viatura tá atrapalhando. Falou, tá atrapalhando o seu cu que tá atrapalhando a viatura vai ficar aqui nessa [ __ ] >> Ô Castrão, outro dia, outro dia me mandaram uma mensagem: "Ô chefe, conta da história do Viola lá. Eu tava com
esse irmão aí, o Bofão e mais um que Faleceu, o Adelson e mais um patrulhando lá na área do terceiro no Sacomã, né, meu cara? E ali tem umas quebradas ali é da hora. Ali é da hora, porque ali todo lugar que concentra muito desmanche, >> nervosa, >> caráter geral é o bicho, né? É, >> é o bicho. E aí a gente tava patrulhando lá na Cursino devagarzinho. Esqu esquema de zangada, né, mano? Nós olhamos assim na entrada de uma de uma de uma comunidade, tinha Um diabo numa XT600. Aí eu dei uma cutucada, falei:
"Para, para, para, para, volta de ré que tem, tem um bicho ali, mano. Tem um bicho ali." A hora que nós demos a ré, você vai lembrar, né, Bovão? E foi legal porque saiu no no na época era Diário Popular, notícias popular, não sei. Colocou assim: "Viola enfrenta a rota e fica em cacos". Ah, não, gente. >> O apelido do ladrão que morreu era viola >> no crime. >> Notícia popular era [ __ ] mano. Era [ __ ] E aí, cara, a hora que nós demos a ré assim, ó, porque ele ele passou, eu
acho que era o capa de salame, se eu não me engano, eu não lembro que que era o motorista. É a hora que ele passou, que eu falei, para, para, para, volta de ré, volta de ré. Quando ele foi voltar, mano, o bichão já tinha dado a partida na XT, mano. E a XT é um cavalo, né? Cavalão. Pavão, >> ele veio subindo, mano. Ele veio Subindo. Parecia o o >> o motoqueiro fantasma. >> Motoqueiro fantasma. Ele veio, cara, ele deu um quebrão assim, ó. Ele passou lambendo a barcona e sumiu, cara. Falei: "Vai, vai,
vai". Já giramos aquele rolê assim e começamos na cursina a milhão, a milhão. Pá. E ele olhava para trás, cara, a moto zerada. XT. Eu falei: "Puta, é bicho, velho. Vai e os carros, né? Com aqueles panguão vacilão que você não consegue passar com a viatura. E a Nós a milhão. Falei: "Puta, é hoje". Cara, é hoje eu olhava pra cara desse, dos dois atrás, falava, mano, e pá, milhão para ele quebrou assim, ó. Entramos, cara, e a rua era sem saída no muro. No muro, pro lado de lá, >> cara. Nós chegamos, cara, a
moto tava com as rodas girando assim, ó, caída no chão. >> Mano, quando nós fomos subir no muro, o tiozinho virou para nós e falou assim: "Meu, aí é o Simba Safari, Mano, cheio de leão solto lá dentro, mano. Naquele tempo os leão ficava solto, >> não? Até hoje fica solto. >> É, mas eles ficam Mas é, não, antigamente é que você entra com o carro. Onde você passa com o carro? É protegido. Mas ia pular o muro. Em que área que eu ia cair lá? Não sei. Vai que era a área dos leão. Hora
que nós estava começando a escalar o muro, o tiozinho lá. Ô, aí é o Simba Safari. Os leão tá Solto aí. Aí, opa, volta, volta, voltamos. Falou, mano, será que ele pulou aí ainda? O o final do Adelson falou assim: "É, se pulou os leão vai comer aí. Aí a gente, mano, será que ele tá aí?" Aí nós começamos a procurar nas casas. Daí um outro, um outro eh seguidor do São Rota pegou e falou assim: "Mano, ele caiu para dentro da casa lá, ó, >> seguidor do São Rota. >> É gente de bom coração
a favor da Polícia". Aí o outro entrou, entrou, ele falou assim: "Meu cara entrou dentro da casa lá". Aí nós somos, ele tava vasculhando uma outra casa, naquela hora ele não tava junto comigo. Foi eu e o Adelso a hora que nós somos entrar, mano, ele tava embaixo da escada de mármore assim, ó, com os vão, ele tava embaixo. V a hora que a gente entrou na garagem, ele começou pau, começou a dar um tiro, catou no no na parede assim onde a gente tava, entre eu e o Adelson. Chamascou tudo na cara da Adelson.
Eu já eu já me abaixei, fui de lado, comecei a dar pau, pau. E óbvio, né, mano? Ele ele acabou tomando porque nós treina muito mais com esses diabos. >> Muito mais >> e e acabou falecendo >> essa para melhor. >> E esse aqui veio na hora que começou os tiros, veio do outro lado. Então ficou eu e o Adelso de um lado da garagem e ele do outro e o cara embaixo da garagem Trocando. Só que, mano, é três contra um, né? Então ele ele tomou e aí cara nós socorremos. Beleza? Até a moto
era do filho de um dono de um de um ferradão aí empresário que era acho que presidente da Ciesp, Fiesp, uns negócios assim. Recebemos uns elogios que veio desses caras ferradão. Mas no dia seguinte saiu no jornal lá, Viola enfrenta a rota e fica em cacos, mano. >> É [ __ ] Foi da hora. Diário popular era da hora, Mano. Não é que nem os jorn de hoje. Fosse hoje ia falar assim: >> "Estudante de medicina que tinha um futuro brilhante, suspeito, foi foi morto pela roça." >> Pois é, é isso. É isso que eu
acho errado, né? Quando é um policial militar que que, né? Chega ao resultado final morte, resultado naturalístico final morte, fala que e agindo legítima defesa, né? Ag legítima defesa, repelindo de agressão. Policial militar Mata jovem, mata negro, >> doutrina grancista. >> É isso que eu não consigo entender. Pera aí. Ele é o policial, né? Ele é o policial, né? E o outro não é o bandido. A profissão dele não é o bandido. Não, mas os car não põe bandido. Os caras não põe bandido nunca. Doutrina grancista. Isso é ideológico com muito mais estudo e gente
por trás disso. Quando você tá achando que é pessoa com pouca Inteligência que faz isso, pelo contrário, tem gente com muito poder, inteligência e dinheiro promovendo tudo isso. É dono de dono de grande mídia, é cara forte de partido político e com ideologia. são são pessoas são pessoas que estudaram, se formaram em universidade de esquerda e que sabem que ele tem que atingir aquela instituição que ainda não deixa a gente fazer tudo que a gente quer com liberdade, que tem poder. >> Que treta foi essa que deu aqui em São Paulo de que tinha até
atriz aí da Globo dando entrevista e defendendo >> do quê? >> Negócio de desocupação que a Guarda Municipal foi lá e desocupou aqui da Prefeitura de Uberlândia. Teve até atriz da Globo aí defesa >> aqui em São Paulo. >> Será que será que aquele? >> Eu acho que foi a favela do moinho. Favela do moinho. A favela do moinho. É, Ela ficava ao lado da cracolândia, então ela abastecia a cracolândia com droga. E essa favela era uma área do governo e uma área invadida. Aí a GCM junto com a PM foi lá e tirou os
moradores ordem judicial. >> É. Eh eh eh foi uma ordem judicial. desapropriou aquela área >> boa >> e parou de abastecer aquela colândia com droga e os craquetes foram embora >> ali foi multidisciplinar eles atacaram a Comunidade que era o o vamos dizer assim o paiol atacaram o paiol de droga né onde o grande ficava al depois ia distribuindo >> atacaram os os hotéis que serviam de fachada para prostituição, consumo de droga tudo, tudo. Então eles pegaram uma operação onde eles arrebentaram acho que 70 hotéis à comunidade pediram para caraca >> para reintegrar aquela área.
>> Você vê, né? Quando quer fazer, faz, né? >> Não. E os us isso foi isso foi um esculacho na cara de várias gestões anteriores, entendeu? Faz, cara. O coronel, o coronel Melo Araújo vai colher frutos eh dessa dessas operações, porque ele tava à frente, inclusive pela prefeitura de muita coisa ali, porque como pode anos e anos e anos não conseguiram fazer o que esses caras fizeram muito rápido, essa gestão atual, entendeu? Foi só à vontade, só vontade. >> Tudo nesse país é vontade política, Irmão. >> Tudo, >> tudo >> teve vontade, acabou, né, mesmo?
>> Acabou. Qual, qual que é a visão do senhor sobre esse secretário atual do do pública do governo do estado de São Paulo? >> Segurança. Então, cara, é assim, ó. Eu eu vou falar para você, eu vou ser sempre a favor da gente ter um secretário de segurança policial, tanto Policial civil quanto policial militar, até porque eh eu não sou não sou hipócrita, não é porque agora que eu aposentei eu vou eu vou ficar mentindo eh sendo corporativista, não vou se for delegado ou se for coronel, e eu acho até que deveria existir alguma forma
disso ser É definido já a >> a legislação, >> a como é que fala quando a alternância, porque senão você pode começar a criar um ranço de falar que é só uma única. Vamos supor que fique discricionário, >> então, mas é esse discricionário até ter uma legislação. Se tiver uma legislação definindo, por exemplo, assim, ó, a cada dois anos muda o secretário ou a cada quatro, se numa gestão foi policial militar, na outra é policial civil. É, é isso que eu tô falando, porque senão, se toda hora escolherem só policial militar, a polícia civil vai
achar, qual que é o problema com a gente? E se for o contrário, a mesma coisa. E o pior que E o pior é que a gente pode criar também um um problema de vir um [ __ ] e ele olhar só para uma instituição e não para outra. Graças a Deus, nessa nessa gestão, o que eu tenho ouvido é que essa secretaria na união do Nico com o Derrit eles se deram muito bem e conseguiram ter paz nas duas instituições. Então, só dessa desse aceite de duas instituições já é uma vitória enorme. >> Show
de bola. Porque esse discursinho, esse Discursinho de que a gente é super, super bem com uma convivência super pacífica, isso não é verdade. Isso não é verdade. E sempre teve muito atrito em em algumas algumas >> áreas, sempre teve atrito, pouca contribuição de inteligência. Então esse discurso ele é mais atual. delegados mais novos, comandantes mais novos, com uma visão mais mais aberta, com mais acesso à informação, tão Propiciando uma relação melhor. Mas a minha época de tenente, a nossa relação era péssima, péssima, entendeu? Então esse discurso ele é atual, então tem que aproveitar essa abertura
de mente para ir buscando cada vez mais uma simbiose de serviço, porque a integração da gente ser só amiguinho também não adianta pra sociedade. >> Lógico, não tem resultado. >> A a integração tem que ser no resultado, na eficiência e na troca de real de Informação. Não mentirinha, não. Troca real. Eu quero vi, eu quero ver delegado sentado com comandante de polícia militar com informação estratégica montando operação. Isso é real. Amizade só não interessa. Amizade eu tenho com qualquer pessoa, não precisa ser polícia. >> Entendeu? Então, eh, eh, eu acredito que isso nessa gestão já
é já é avanço, porque avanç >> eles conseguiram, nós estamos aí no Terceiro ano de governo, tá pacífica a relação de delegados e policiais militares com um secretário PM e um delegado subsecretário. Eles conseguiram, isso já é um avanço, entendeu? Eh, eu acho, eu acho, e aí não é o secretário, é sistema. Eu acho que precisa caminhar muito mais em relação à valorização. >> O que seria valorização pro senhor? >> Financeiro. >> Financeiro. Remuneração. >> Remuneração. Não venha me valorizar me dando medalha, >> tá? O senhor é a favor daquela promoção daquele policial que tomou
o tiro? >> Não, eu já falei também no outro podcast, não sou. Eu eu eu digo para você o seguinte, nós temos uma medalha chamada cruz e sangue. Essa medalha é para você valorizar quem foi baleado em serviço ou morreu em serviço. >> Então essa é a condecoração apta para você eh >> para você fazer uma uma reverência para quem foi atingido e quem morreu. >> Não promoção, né? De de de >> qual é o problema >> de posto? Com todo respeito ao Cabo Santana, eu admiro a vontade dele. Poucos policiais têm aquela gana que
ele teve de correr para dentro de uma comunidade sozinho, se atracar com vagabundo. Então assim, Ó, esse cara tem meu respeito, eu bato palmas pro Santana, mas ele cometeu erros, erros operacionais, porque ele colocou a vida dele em risco. >> Concordo. >> Exatamente. >> A hora que eu dou uma resposta para um erro operacional, >> aí você tá incentivando, você tá incentivando positiva, eu digo pro resto todo assim, ó. Vai mesmo cometendo erro, se você não morrer e mostrar que você Tava correndo atrás, eu te promovo. Qual vai ser o problema? Isso que aconteceu com
o Santana acontece toda hora. Toda hora. >> Mas é porque ali deu, >> uns morrem, outros não. >> Mas ali deu visibilidade. >> Isso. Isso que acontece com o Santana acontece toda hora. Nós vamos começar a promover todo mundo agora. >> Não, aí vira bagunça, mas não dá certo não. >> Isso. E aí os que eu os que eu não promover, como que eu vou justificar o por que eu promovi o Santana? Se eu te falar um negócio, o senhor vai acreditar em mim? Depois o senhor pode dar um Google. O senhor sabia que tem
mais sargento na Polícia Militar de Minas Gerais do que soldado? >> Não sabia. >> Fois d um Google. Tava até discutindo isso com o sargento Caios, que foi o instrutor meu no cirurmação da Polícia Militar. Eu fiz um podcast com ele e a gente tava até falando sobre esses problemas que a gente tem enfrentado na Polícia Militar de Minas Gerais. Tem mais sargento do que praça, do que soldado. >> Então >> aí se faz isso aí que o senhor tá falando, se promove todo mundo, uma hora vira bagunça. >> É, eu eu eu >> não
que vai acontecer isso, mas vira Bagunça. >> É, e eu acho que a gente precisa tomar muito cuidado com algumas decisões, que é o que a gente tá dando de recado para uma tropa carentaça de liderança e de instrução. Eu vou falar uma coisa para você, cara. Eu falava isso toda hora nativa. Eu já cheguei a fazer reunião no 37 no Capão Redondo, com 60 sargentos e pedi quem era voluntário para trabalhar na força tática e nenhum querer. >> O quê? >> Nenhum. >> 60. >> Ninguém queria. Ninguém queria. >> Você é louco. Não, porque
lá o crime brota de um jeito. A chance de troca de tiro é enorme. É ladrão. Quadrilha, área, área hostil. O que que você ganha com isso? Hora extra na na no para ir depor no fórum. >> Os seus horários não tem horário porque cada operação, cada operação o comando Muda num horário. Um dia você tá noturno, outro dia você tá no vespertino, tem evento, é o tático. Outra coisa, é processo que você vai contratar advogado para responder, porque essas áreas muito muito pobres, vamos dizer assim, é onde as a a as ONGs de esquerda
se infiltram. e ter uma força gigantesca, porque todo espertão se aproveita da carência e da necessidade do do menos provido de coisas. Então, nesses lugares Onde a esquerda domina, qualquer ação policial que eles perceberem uma possibilidade de se sobressair politicamente, eles vêm e arrebentam polícia e quer aparecer na mídia, faz manifestação, quer fechar a rua. Eles não querem ajudar nenhum, nenhum pobre, nenhum oprimido. Eles querem aparecer para sair candidato. >> Então, vou fazer um vou fazer uma outra pergunta pro senhor então, e, e pro senhor também. >> Manda aí. >> O que que seria? Vamos,
vamos começar na base. Vamos começar assim, ó. Base do praça e base o aluno oficial. Beleza? O que que seria na sua opinião, né, 35 anos de serviço da ativa, o senhor também o que que seria uma remuneração, uma valorização? O que que seria uma remuneração digna para um soldado de segunda classe? melhor para um soldado de primeira classe, soldado formado. >> Então eu vou falar para você assim, pra gente não ser pra gente não ser um cara sem sem fundamento no que fala, qual que é a polícia mais bem paga hoje no nosso país?
>> DF, >> Polícia Federal. >> Ah, você tá falando de de qualquer uma. Qualqu >> Polícia Federal. >> Qualquanto ganha um soldado da Polícia Federal Líquido >> 15.000. >> 15. Ele vai tirar líquido o quê? Uns 10. É uns uns 12.000 >> 11. Beleza. Quanto ganha um soldado lá no DF? >> 7 pau. 8.000. >> Sete pau. >> É a união que paga ele na verdade, né? >> Quanto é? Quanto ganha um guarda de paulíia? >> Nove. >> 9.000. >> Beleza. Então, vamos dizer assim, ó. Eu não quero os 15 do policial federal que que
trabalha numa condição muito menos arriscada, >> muito menos >> do que um soldado que trabalha no Capão Redondo. >> Comparação, tem nem comparação. >> E também não quero ganhar os 9000 de Paulíia, que quase não tem crime na cidade, mas eles são muito bem Remunerado, porque tem excesso de arrecadação. Vamos para um sete, um começo de de carreira, >> sete >> na Polícia Militar, no começo >> para soldado de primeira classe. Soldado >> sete sete líquido. líquido não bruto, >> porque sete líquido você consegue pagar dois de aluguel, >> uma casa boa, >> 1000 de
plano de saúde, porque se você falar eh assim, é para que que ele quer Plano de saúde? É para esposa, para filho, porque se quem mora perto da Cruz Azul, não é todo mundo, >> só quem tem grana, que ali é um local privilegiado. >> Não tem como, você tem que ter um plano de saúde, não tem como. Aí você fala assim: "Nossa, mas aí é luxo, né? Você acha mesmo que um policial nesses países todos que a gente quer ser igual não tem condição de ter um plano de saúde? Então Vamos colocar dois, vamos
tirar o plano de saúde, o polícia não tem direito à saúde. Vamos colocar assim, ó, dois pau de aluguel cinco. >> É 1000 que ele pague de escola para filho, que 1000 de escola eu tô colocando basicamente transporte, livro, o básico do básico, >> básico do básico, porque se eu for falar em escola particular, >> é, >> aí é quatro pau. >> É, eu pago 3.000 os meninos. >> É, vou vou colocar 1000 em termos de gasto porque ele vai estudar numa escola. gratuita >> pública, né? É isso que eu pensei. Filho dele. Então, dois
com um 3.000. Aí que ele gaste por 1000 por de comida do mês >> R$.00 de compra da casa. >> Sobrou 2500. >> Sobrou R500. Aí vamos botar R$ 1.000 Para ele gastar para de vez em quando ir num restaurante, num cinema, levar o filho num parquinho, em alguma coisa. É por mês. 30 dias divide R$ 1.000 aí por 30 dias. Vamos botar 1000. Quanto sobrou? >> R. >> R. Esses 15 aí, coisa que eu possa ter esquecido, porque eu só falei de aluguel, aí você tem internet, água, luz, condomínio, eh, combustível, roupa, Nesses 1500
que você tá falando. Então, 7.000 >> nós estamos falando do básico, do básico, >> básico, do bem básico mesmo. >> Alguém que tava assistindo esse programa vai falar: "Cara, esse coronel tá vivendo na na ilha, no mundo de Bob, 7.000 é salário de gente rica." Não >> é? Porque o pessoal que mora nas comunidades ganha auxílio aí de de juntando tudo tudo dá R$ 2.000 se juntar O auxílio de todo mundo. Então, mas só que tem uma diferença, né? O policial ele estudou, fez concurso, fez curso de formação e é uma das profissões mais importantes
da sociedade em termos de garantir direitos, liberdade e segurança. >> Examente. Mais perigosas, não só essencial, como perigosa. >> Você não pode comparar ele com quem nunca se preparou. É. >> E e ficou a Deus dará, tipo, vai. É a História da formiguinha, né? >> É. E na sua visão, >> quando eu entrei na PM em 1987, eu peguei o último, é, eu peguei o último ano >> do governo Montouro, o último ano do governo Montouro. E o governo Montouro, ele deu uma valorização salarial muito boa aos policiais. Então, eu entrei na escola da da
da de formação na PM ganhando 10 salários mínimos. 10 salários mínimos. >> Caraca, >> hoje seria 15.000 >> 15 pau seria hoje. Hoje, atualmente, para você ver o nível de defasagem daqu vai est trabalhando de graça. >> Então eu concordo com o coronel. Eu acho que hoje o salário inicial da PM inicial >> é o soldado segunda classe, >> sete pau. Agora eu sou a favor também de que nas promoções houvesse uma valorização também. Por exemplo, o soldado para cabo, vamos pô Lá R$ 2.000, cabo para sargento R$ 2.000. Por quê? Hoje em dia, cara,
você a diferença de um soldado com cabo é R$ 300, R$ 400, você tá entendendo? E a responsabilidade triplica. Por exemplo, você pode pensar, ah, um cabo, só que o cabo, ó, tá aí o bof cabu, né, mano? >> É, agora ele é sargento, né? Aposentou, ele era cabufu nativa. >> Cabufu nativa. Mas o cabo, você pode pensar assim, ah, o cara é cabo. Ô, o Cara tem gola vermelha, não faz isso. >> Então, hoje em dia não pode nem mexer com ele. Mas o, você fala na CPM assim, ó, há um cabo, meu, você
tem que entender que ele é superior a todos os soldados. >> Sim. >> Entendeu? E ele tem que fiscalizar. os soldados, então a [ __ ] de uma responsabilidade. Então deveria ter isso daí também, ter uma valorização cada vez que o cara fosse promovidou >> é uma diferença que fosse >> significativa, né? Eu acho, né? >> É, é. Não, nós estamos muito longe, muito longe. Então, para falar a verdade para você, eu acho assim, ó, o atual, a atual secretaria, ela já tá ganhando de 1000 a zer das anteriores, entendeu? 1 a0 porque são policiais,
entendem? Eh, mandam muitos recados positivos paraa nossa tropa. Tem muita tropa vibrando aí por causa da postura tanto dos dos delegados que estão na secretaria, Quanto do do Derhit que tá lá. Então, eles já estão ganhando de 1000 de secretarias anteriores, mas na parte de valorização eu acho que ainda falta um pouco, >> tá? E no caso para pro aluno oficial, qual que seria o valor, a remuneração ideal para começar? Porque a gente tá falando de um de um outro nível de capacidade intelectual, um outro nível de prova, uma prova do aluno oficial ele acompanha
porque o aluno oficial ele é Ele tem o salário do soldado, do cabo, do sargento. Então se você vai valorizar a tropa, você valoriza a entrada como aluno oficial do mesmo jeito. Ele é sim. Sim. Mas qual qual que é o >> seria sete pro aluno do da entrada? Porque é o salário de soldado. >> Seria 7.000 também. É >> ano, isso >> e aí o segundo ano vai aumentando, >> vai ser vai ser correspondente ao de cabo, o terceiro vai ser de sargento. Na Escola de formaçãois é assim, ele entra o primeiro ano ele
entra recebendo como soldado, segundo ano ele entra com cabo, terceiro ano sargento, entendeu? Aí até se informar é acompanha. Se a gente vai valorizar o de cabo, soldado, sargento e o resto todo, vai valorizar o do aluno oficial também. E eu falo uma coisa para você, é assim, ó, não me preocupa muito o salário do aluno oficial. >> É aqui, ó, para trazer pro senhores, para não ficar só na minha palavra, que Que eu eu vi que ele me olhou assim e falou assim: "Esse cara tá cometendo heresia", que é o que a gente chama
em teologia sobre a questão da da do sargento, né? É verdade que a Polícia Militar de Minas Gerais possui mais sargentos do que soldados, segundo os dados oficiais mais recentes, disponíveis em 2023, tá? Então, de acordo com o decreto lá, número 48.719, 719 de 9 de novembro de 2023. O quadro de praças nós temos lá hoje, não isso em 2023, 15.345 soldados. Terceiros sargentos 13.842. Segundo sargento 4, já passou 4143. Primeiro sargento 610. >> Cara, eu vou falar uma coisa, eu vou vou falar uma coisa para você assim, >> um dia só tem sargento na
viatura. Então eu vou eu vou falar uma coisa dirigindo para sargento. >> Eu vou falar uma coisa para você, ó. >> É brincadeira, né? Ó, precisa ter, precisa tomar muito cuidado com gestão De polícia desse tamanho de estado, >> pelo seguinte, em muito lugar, mas muito lugar, quem comanda a tropa é o sargento. O tenente, ele é um cara que vem >> para dar aquela aquela afinada final e ele tem que ser um cara muito amigo e e que confie, que e que >> que esteja bem ligado ao sargento. Por quê? Porque quem conversa, quem
gosta em tudo, tem que ser o sargento. Cara, eu Vou te dar um exemplo. Policiamento rodoviário, cara. O tenente do policiamento rodoviário, ele não é um comando força, ele comanda a base lá. Ele é P1, P2, P3, P4, ele é Pudo, ele é pedreiro. O tenente ele não fica na pista, ele sai na pista de para dar umas rondada e fazer operação, mas o grosso dele é é expediente. Quem comanda tropa? Sargento. Quantas cidades que você vai que quem comanda a cidade é o quê? >> Sargento. A gente tem um erro de achar Que a
Polícia Militar é a polícia militar de São Paulo. Ela é do estado de São Paulo. E a realidade na grande maioria das cidades, o sargento é um comandante. E aí você precisa tomar muito cuidado quando você desvaloriza a função do sargento. Por quê? Porque o sargento que não entende o que é ser um sargento, ele é um câncer pra tropa. >> Exatamente. O o soldado, cara, e o cabo, ele tem milhares de perguntas dentro da Cabeça dele o tempo inteiro. O tempo inteiro ele fica fazendo: "Meu, o que que eu faço com isso? Que que
eu faço com isso? O que que eu faço com isso? Em quem que ele tem que perguntar? Sargento, >> se o sargento for um Zé Ruela que não sabe nada, um [ __ ] de um de um zero de proatividade, nada, para quem que ele vai perguntar? Pro outro soldado. E aí, velho? >> Acabou. >> Aí acabou porque não tem experiência, não atingiu função de chefia, não sabe o que o chefe pensa, >> é >> se arrisca às vezes com coisas que não deveria. Então, o cara quando ele chega na função de sargento, se ele
se sentir sargento, ele muda a postura. Sabe por que ele muda a postura? Porque primeiro é assim, ó. Você, quando você é soldado e você faz alguma besteira, normalmente é só você que vai rodar. >> Sim. >> O sargento quando ele faz besteira, ele arrasta a tropa dele. >> Sim. >> Entendeu? Então o sargento depois que ele passa por aqueles meses todos tomando o ó, não é fácil a escola de sargento. Eu dei aula 10 anos. Não é um curso qualquer não, hein? Não compensa o curso pelo tamanho do dinheiro que ganha na diferença de
cabo para sargento. É amor. É amor. É amor. Não, se o cara Fizer os cálculos do dinheiro ali, ele não faz o curso. >> Não faz com que ele perde também, porque vai perder. Não vou nem falar que é amor, senão vão achar que eu sou piegas. É, é vocação mesmo. É, é vontade de, de, pô, eu tô crescendo na carreira, eu vou ser, vou ser sargento, vou ter poder de decisão. E tem e tem poder de decisão. Então, assim, se o cara se coloca na figura de sargento e tem postura de sargento, você enxerga
a tropa dele, Cara. Você fala: "Caraca, mano, essa tropa aqui tem doutrina, essa tropa aqui é disciplinada, essa tropa aqui tem um chefe que eles admiram e respeitam". Se o cara chega lá, um cabo ou soldado melhorado que meteu as divisas e acha que ele vai continuar igualzinho ele tava antes, afunda tudo, cara. Afunda tudo. >> Então, qual que é o meu medo quando você fala assim: "Ah, aquela polícia tem muito mais sargento que que praça? O meu Medo não é não ter mais cacique do que índio. O meu medo é os cacique tá se
sentindo índio." >> Sim. Porque aí ferrou, >> porque aí ele acha que ele não tem mais a responsabilidade de ser chefe. >> Aí já era. >> Eu cansei de Eu cansei de botar sargento em reunião, cara, >> e falar para ele assim que mano, você é sargento, [ __ ] Os caras te chama de senhor, a o teu uniforme é diferente. Se Meu, tem a postura de sargento, cara. Não deixa o cara te tratar desse jeito, velho. >> Ah, tá, entendi. >> Não é assim, mano. Você foi foi tranquilo ficar lá cantando hino, marchando, rachando
de estudar pro cara agora te tratar desse jeito. Meu, tem postura, mano. Você é comandante, entendeu? Então, quando você falou isso, por eu fiz aquela cara, não por não acreditar no que você falou, porque Assim, na hora já ver na minha cabeça assim, ó, daqui a pouco os caciques estão pensando igual índio e isso afunda. Eu vou contar uma ocorrência para vocês rapidinho aqui, porque tá dando nosso tempo, né? É, >> po ficar tranquilo. >> Não, você tem um ao vivo aí que eu sei >> tem, mas não chegou ainda, não. >> É, eu vou
contar uma ocorrência para vocês que vocês não vão botar uma fé. Ele tava comigo. >> Ele tava comigo. O bufão tava com o senhor? >> Tava comigo. >> Bufão é [ __ ] >> Nó a gente na marginal, ó, ó o que aconteceu. >> Ali tem o Shopping D e o terminal rodoviário TT. >> Sim. >> No terminal rodoviário do TT tem uma base da PM. >> Sim. Ali na base da PM eu tinha um cabo Trabalhando que foi rota marinho, né? Cabo marinho. Uma policial que tava um pouquinho acima do peso e tava na
base. >> Uma fém, >> uma fém vibradora. Policial boa. Por que que eu tô te falando? Por que que eu fiz questão de falar do peso dela? Para você ver que quando você é polícia, não importa nem se você tá com alguma com algum problema médico de saúde, você esquece disso, você vai para cima. E um E um sargento. E eu vou te falar o que que essa desgraça fez desse sargento. Esse sargento foi fazer a escola de sargento, se apresentou primeira semana dele no quartel, ele ele teve a cara de pau de chegar na
minha sala, falar: "Capitão, olhinho cheio de lágrima, senhor pode me ajudar? Eu fiz esse documento. Tem como reverter ou voltar a ser cabo? Eu quero devolver. >> O quê? O quê? >> Esse documento eu levei no Comando Geral pro Comando Geral ver. Eu catei ele e falei assim: "Cara, eu deveria te prender em flagrante. >> Ah, não, >> você, juro por Deus, ele sabe. Ó, tem testemunho aqui." Eu falei, "Você é uma vergonha pra polícia. Você devia pedir baixa." Aí ele começou a querer chorar, falou assim: "Eu tenho dois filhos pequenos. Eu sou lá da
cidade e tal. Eu não vou dar muita informação, senão ele Tá nativa. >> Sim, de processo. >> É, e ele, eu não aguento de saudade da minha família. Eu falei: "Amigão, você prestou concurso porque você quis. >> Ninguém foi lá te chamar, né? >> Ninguém te obrigou a ser sargento. Você tirou a vaga de um cara bom que a gente precisaria aqui. Eu, meu psicológico, eu não tô aguentando." Ele tinha acabado de se formar. Não é que ele já tava há vários anos esperando voltar pro Interior. Esse sacana tirou a vaga de alguém que estudou,
quis as divisas, quis aumentar um pouquinho o salário, mas não quis o ônus de ser sargento. >> Eu virei para ele e falei assim: "Ó, mano, eu vou catar esse seu documento. Você tem certeza do que você tá pedindo?" Não, eu tenho. Eu tenho. Eu quero voltar a ser cabo. Eu falei: "Ó, eu vou no comando para abrir um processo de emissório em você. Por mim você você deve ser expulso, mas eu vou conversar No comando. Por isso que eu levei esse documento no comando geral numa reunião de comandantes. Falei assim: "Ó o que saiu
da escola, ó o que saiu lá". >> Caraca, mano, >> a gente precisa ter algum alguma coisa melhor na avaliação aí psicológica e o caramba, porque olha o que vai ser meu chefe de tropa, >> esse lixo aqui, esse lixo. E ainda os caras falaram assim: "Não, nós vamos ter que ver, vai, vai vendendo o que você Faz com ele lá". Falei: "Tá bom". Botei ele na base porque ele não tinha condição de ser comandante do >> junto com os dois que o senhor falou no começo, >> o policial e a e a a f
e o marinha. Ele tinha sido rota, mas ele era meu do territorial agora. >> Sim, sim. Aham. Sim. E os dois policiais eram bons. Então falei, eu vou botar essa porcaria desse chefe lá, porque pelo menos o cabo e o soldado lá segura Esse lixo de sargento. Aí meu, um garoto foi, um cara jovem foi atravessar do terminal pro shopping D com o celularzão falando. Sabe aquele povo de São Paulo que acha que tá que tá na Suíça? Veio um Noia. O Noia saiu do buraco com facão. Sabe aqueles facão de cabo branco de de
açogue desse tamanho assim, ó? O facão foi, o cara foi nele e falou: "Dá o dá o celular". Ele não deu. Ele já deu a primeira espetada, catou no pescoço, o Moleque caiu. >> Ele ele ele sentou em cima do moleque. Isso 5 horas da tarde. >> Nossa, cara. >> Sentou em cima do moleque assim, ó. E começou com o facão fazendo assim, ó. >> Pelo amor de Deus. Por causa do celular, cara. >> Por causa do celular. Não, ele matou na hora o menino lá e foi dando as estocad. O trânsito da Cruzeiro do
Sul 5 hor da tarde >> é parado. Os buzão, os carros começaram tudo buzinar e o povo para fora da janela gritando. Quem tava mais à frente correu e parou na base da PM que era vagabundo desse >> 200 m. Escuta só. 200 m para baixo a base. Foram lá, começaram a gritar. O cara tá matando o outro lá na faca. A policial que tava acima do peso começou a correr. >> Boa. >> O cabo correr. Beleza. Boa. >> Quando eles chegaram a policial e o cabo, ele ainda tava, ele deu umas 30 estocadas no
moleque lá. Pá, pá, pá. Nisso ele viu o policial gritar com ele. Ele deu a volta por trás do ônibus e o policial foi no meio do carro. Quando o policial foi chegar atrás do ônibus, ele tava esperando o caf, ele veio para cima do Marinho, o Marinho sapecou. Ele >> matou. >> Mas não matou na hora. >> Ah. deu o tiro, ele saiu cambaleando, Foi por trás dos carros e caiu na calçada encostado no metrô. Os tiros que ele tomou ia dar óbito, mas não foi na hora. Então ele ficou ali, >> mas desgraçado,
morreu depois. >> É. Aí eles foram lá, ficaram esperando ele ali para ele não correr mais. Beleza. Nisso a gritaria, eu tava, eu e ele e o Bolinha, o motorista na marginal caiu prioridade as viaturas do nono batalhão, policial baleado na Cruzeiro do Sul. Escuta, policial baleado na Cruzeiro do Sul. A gente vai com uma certa, com uma certa. Começamos contramão, subimos a alça do TT na contramão, viemos na contramão. Quando cheguei lá, tava o Marinho segurando o cara, a policial junta, que eu não lembro o nome dela. E aí isso isso tem até uma
parte engraçada, cara, porque eu fui lá e vi a vítima morta, já tinha tinha tomado muita facada e o facão, só que o facão >> tava em cima da faixa de rolamento. E aí Eu cheguei e falei pro pro pessoal, falei assim: "Meu, vamos tirar vamos tirar a faca daqui para poder liberar o trânsito, senão não vai chegar a ambulância para socorrer esse moleque". >> Trânsito. >> E nem o vagabundo. E aí, cara? A hora que eu tirei a faca assim, ó, minha mãe me ligou, cara. Eu, [ __ ] mãe, eu tô no meio
de uma ocorrência. Ela falou assim: "Não, o Datena tá falando que o policial Tá alterando o local de crime, tirando a faca". Nossa cara, cara ficou na hora eu já catei o caneco da viatura e falei assim: "Copom, COPOM é o subárea trê". Ó, informando aí já deixa registrado. Tô liberando a faixa de rolamento, retirei a faca que o indivíduo utilizou da faixa para poder liberar pra ambulância chegar. >> Você pode fazer isso. >> Falei, eu falei: "Eu preciso, eu preciso deixar registrado me proteger o motivo." Beleza. Aí voltei lá, cheguei no Marinho, falei: "Marinho,
me conta ocorrência, o que que tá acontecendo aqui?" E o cara agonizando. O cara baleado, sentado lá agonizando. Ele falou: "Chefe, é o seguinte, meu. O cara tava dando estocada no moleque lá para roubar o celular, veio para cima de mim com a faca, efetuei o disparo." Falei: "Não, beleza, já chamou para socorrer, já tá encostando o resgate aqui. Nisso já foi chegando o resgate". Beleza. Aí Eu falei: "Mas que que é essa [ __ ] de policial baleado, velho?" Falou: "Não, chefe, pô, eu tô até vergonha de falar para senhor aqui". Falei: "Não, que
que foi?" Ele falou assim: "Não, o sargento". Ah, não, cara. Pelo amor de Deus. Ah, não, cara. >> Sargento falou que foi baleado. Eu falei: "Mas como ele foi baleado se o cara, como que ele foi baleado se o cara tava de faca?" Ele falou: "Chefe, eu não sei. Eu só sei que ele falou que tava Baleado. >> E eu só sei que ele falou que tava baleado porque ele parou uma moto e fez a moto levar ele para HM". Aí eu: "Como assim?" >> Ah, não. >> Ele falou: "Um cara de moto socorreu ele
para Hm". Aí eu falei: "Não, eu não acredito nisso. Não acredito nisso". >> Peguei ele, tá aqui, ó. Falei assim: "Bora para HM". Falei: "Ó, a ocorrência de vocês só socorre, preserva agora, Fecha aquela faixa, hora que a ambulância sair daqui, preserva, vai pro DP, tá sem novidade." >> Foi em que ano? >> Isso foi o qu? 2016 por aí. >> Aí, cara, aí chego no hospital da PM, falei: "Não, quero ver meu polícia abaliado, né? [ __ ] velho, polícia baleada". Fui lá, chego lá, entrei no hospital da PM, vai ouvindo. Eu tô bestificado
aqui. >> Tá bestificado? Entrei, entrei no Hospital da PM, eu vim ver o polícia abaliado, as atendentes começaram a rir. Eu já fiquei nível hard de [ __ ] Ódio! >> Veio o tenente oficial de dia, médico. >> Pois não, capitão. Falei: "Eu quero saber o sargento que tá baleado." Aí ele falou: "Ó, chefe, na moral, eu nem vou me meter, porque eu como médico, eu tenho uma questão ética, mas da vergonha, hein? Esse homem não tá abalado. Ele se lesionou. Eu falei: "Mas Você consegue provar isso?" Ele falou: "Peior que não". Então assim, a
nossa conversa aqui >> é é nossa, mas assim, se laudar fizer um exame mesmo, eu não sei como ele fez aquele aquela aquela lesão, mas não é de tiro. Aí eu entrei, tava ele, tava ele lá assim, ó. >> Cara, quando eu fui ver, pense em você espremer uma espinha com muita força e fazer um buraquinho e sair sangue. Cara, eu olhei na cara dele, eu falei Assim, ó. Velho, você é um dos mais mau caráter que eu conheci na minha carreira. Você me envergonha. Eu vou instaurar inquérito policial militar nessa ocorrência e eu vou
arrancar sua farda. Escreve o que eu tô te falando e fica aí com seu tiro no braço aí. Falou: "Fui embora, larguei ele lá, voltei." Ele falou alguma coisa? >> Não, ele ele fazia assim: "Ai, ai, ai." Aí eu voltei no batalhão, chamei o Coronel, cara, tem que dar tapa na cara. >> Chamei o coronel, falei: "Comando, se depender de mim é rua". É rua. Esse cara envergonha a nossa instituição. Ele falou: "Pagotou, nós vamos tocar o inquérito. Nós vamos tocar o inquérito." Beleza. >> A ocorrência foi foi apresentada. Quer o não, calma, teu resto,
amigão. Calma, tem o resto. A ocorrência foi apresentada, deu tudo certo a ocorrência. O Cabo Marinho, parabéns Para ele até hoje. Beleza, o ladrão acabou falecendo no PS. Beleza. >> Graças a Deus. >> Esse desgraça ficou afastado uns dias por porque causa do >> espinhaou espinha. Por causa do mental, né? >> Ah, sabia que ele tava abalado. Quando acab acabou o abalo, ele voltou. Eu chegava no comando e falava assim: "E aí, chefe? Vamos transferir esse cara? Não tô conseguindo. Não tô conseguindo >> beleza. Tive que colocar ele para patrulhar de novo. Aonde eu pus?
A pé no Parque da Juventude. Falei assim: "Você vai patrulhar a pé com os recrutas?" Eu tinha chegado uns 15 recrutas, soldado, tudo novinho, >> bem feito. >> Tô na companhia até a comandante de força patrulha era uma capitão que hoje é rodoviária chamado Ângela. Uma menina trabalhadora top de comando. Top de comando. Tô lá na companhia, ela me Liga. Isso tipo dois meses depois da ocorrência. >> Uhum. >> Capitão, o senhor não vai botar uma fé? Falei: "Vai, mano, o que que foi?" Ela, nosso amigo, está na corregedoria. Como assim tá na corregedoria? Ele
deu um piti no Parque da Juventude, na frente de todos os paisanos, começou a chorar, se descabelar de saudade dos filhinho e correu pra corregedoria de metrô e se Apresentou lá falando que tá sendo perseguido pelo comando. Falei: "Sério? Então ele praticamente abandonou o posto, né? >> Crime, crime militar. >> Vou meter outro IPM nele no crime, >> crime militar. >> Aí o comandante ligou pra corregedoria, os corregedores não não aceitaram ele lá. falou: "Meu, para, para, para, ó, nós não vamos nem te ouvir. Pode voltar pra sua unidade lá." Não deram, não Deram conversinha
para ele, volta pro batalhão. Aí voltou pro batalhão, outra paulada nele. O, você imagina dois recruta, cara, você chegar na companhia e falar: "Chefe, ele não tem condição de comandar a gente. Se o senhor visse o piti que ele deu, >> dois recruta a falar isso é sacanagem". Não, você imagina uma tropa, cara, que é recémformada, uma tropa recémformada que vê um negócio desse. Então aí meu, aí >> quando eu tava achando que ele ia ser Expulso, demitido, adivinha o que que ele conseguiu? >> Transferência >> para onde? >> Pra área dele. >> Pra área
da casinha dele. >> Você ver que a polícia ela valoriza esse tipo de >> Então por isso, é por isso que eu tô falando para vocês que a gente tem que tomar muito cuidado com a resposta que a gente dá para alguns fatos. >> M, mas é difícil. Se manda ele embora, se manda ele embora. Pode acontecer duas coisas. Vamos lá. Duas coisas pode acontecer. Primeiro, a >> primeiro meu cuí da bunda. >> Primeiro o meu cu cai da bua. >> Vamos lá. Vamos lá. Juridicamente falando, primeira opção, a própria administração pública, através do princípio
da aut tutela ir lá e reintegrar ele, não voltar atrás, o que eu acho que não aconteceria. A segunda Opção, ele é juizar uma ação, aí é poder judiciário. >> Aí além dele voltar, ele seria indenizado. Então é difícil que mand embora. Por isso que eu sou a favor de que na formação as escolas de formações disso >> ter poder de não promover o cara, tipo assim, soldado, tem cara que tá lá na escola de soldado que ele não tem perfil de polícia, [ __ ] >> Tem tem que ter uma uma Tem que ter
uma avaliação. E aí essa comissão essa comissão tem que ser bem estudada para não ter pessoal, mas tem que ter uma comissão que avalie o comportamento dele como profissional. um profissional, cara. >> Porque essa avaliação de desempenho que o comando faz, ela não é não é nesse sentido, >> não é tão eficaz. >> Esse sargento aí, ó, esse sargento aí ele não não servia nem para ser soldado. Não, >> nem soldado. >> Não menosprezando soldado, mas ele não merecia nem ser soldado. >> Não merecia ser policial militar. >> Policial militar. >> É porque o sargento
ele, né, ele tem uma autoridade. >> Ele é ele, ele é um paisano piorado. >> Vai tomar, >> cara. É [ __ ] cara. É [ __ ] É >> por isso que eu toda essa história que Eu contei para vocês para dizer assim, ó, precisa tomar muito cuidado com que resposta você dá para algumas coisas. Quando você reforça a conduta errada, é muito problemático, muito problemático. Então eu eu não promoveria ele por a consequência dessa ocorrência ter sido alguns erros de procedimento. Só por isso. >> Correto. Então nesse caso seria a medalha, né? >>
A medalha cruz e sangue. Acabou. Ele Ganhou a a Laura de mérito pessoal, que eu aí eu pode ser que eu daria também para valorizar a conduta dele. Ganhou a Laura de mérito pessoal, vai ganhar cruz e sangue porque ele foi ferido em serviço e ganhou, ele foi, ele ganhou três, três. >> Isso aí até eu a minha medalha de cruz de sangue eu não fui nem buscar. >> Ah, essa você também ganhou. >> Ganhei. Eu fui baleado em ocorrência, fui nem buscar. Ei, [ __ ] de cruz de Sangue, [ __ ] >> Sério,
o senhor já ganhou medalha também? Então, eu fui baleado no pé de raspão quando foram roubar, sequestrar minha vizinha, mas não tinha cruz de sangue nessa época. Eu tenho um monte de medalha, mas cruz de sangue não. E é o que eu falo para vocês, assim, eu não tô me desvalorizando a tradição da carreira, tal, tal. Eu acho que isso faz parte da nossa cultura militar, tudo, mas eu eu de boa, minhas medalhinhas Estão guardadas, eu eu sei cada uma delas qual o valor que teve e tal, mas que que adianta você ter um monte
de medalha e você não conseguir pagar uma escola boa pro seu filho? >> A minha concordo, a minha a minha valorização, eu eu preferi a minha valorização pelos meus companheiros, igual o senhor teve e tem até hoje. Então eu também sou assim. Essa não tem preço. Essa não tem preço. Eu sempre falo aqui, a minha maior minha maior Alegria foi uma vez que eu estautava mais um aquela ocorrência zuluzada assim, ó. Sabe aquele zulu? Aí eu chegar com a viatura e eu escutar o polícia falar assim: "Pô, tá aí, ó, agora, agora nós estamos tranquilo,
o sargento chegou. Essa é minha valorização." >> Então, isso o que você falou agora, ó, ó. Agora o sargento chegou. Se você for reconhecido como sargento, isso não tem preço. Porque muitos caras na nossa instituição, o cara fala assim: "Meu, se Chamar ele vai estragar tudo nossa, vai, você tem um problema, você fica com três >> agora aquele cara que chega, os caras fala: "Nossa, da hora agora, agora resolve". Não menusprezando oficiais, pelo amor de Deus, nem menusprezando cabo e soldado, mas para mim a função mais importante na PM, na na no no policiamento diário
01 é o sargento, o comandante. O senhor como comandante de o senhor capitão comandante da companhia, o senhor tem quatro pelotão Com seu comando. Se o senhor tem quatro sargento bom, >> você não tem problema. >> Zero problema. Você só chega para tomar, >> você só chega para assinar, tomar conhecimento. O sargento, o bom sargento que eu falo que não é cabide de divisa, que tá cheio de cabide de divisa aí cheio. O bom sargento, ele já traz o problema e já traz a solução, >> entendeu? Acabou. Ó, chefe, tem aconteceu isso, eu fiz isso.
>> Sabe aonde você vê isso muito fácil? Sabe aonde você vê isso muito fácil? Rota, mano. >> É, pô, >> por isso que a rota é o que é. Porque a rota, cara, você não consegue ser um sargento fraco na rota. Não conseg >> os outros agentes destrói, vai falar: "Só me daqui, vagabundo". >> Mas tem que ser assim em todo lugar, tem que ser assim na PM inteira. >> Então por que que todo mundo gosta muito De comandar a rota? Porque você consegue se dedicar aos outros objetivos. Porque a administração com sargentos de rota,
velho, você é louco. >> Fácil, fácil, >> moleza. >> É muito ali. A ali eu vi o que era sargento na minha vida. Logo cedo eu fui segundo tenente, recruta pra rota. Então ali eu eu tive exemplos de sargentos que eu levei pro resto da minha carreira inteira, que quando eu fui para lugares Onde eu via sargento que nem esse que eu contei esse fato, eu não conseguia engolir. >> Então senor, então o senhor concorda comigo que essa é a importância do recruta ter um bom superior, porque já começa, né? Ele vai, ele vai, ele
vai ser viés ideológico. Opa, então isso aqui ia ser um bom sargento. >> Isso é o exemplo já começa na base, >> que foi o que o senhor teve. PM e na PM a gente fala assim, ó, você Quer conhecer o o o seu o pelotão? Olha o sargento. >> Se você olhar o sargento, sargento for pista quente, for trabalhador, você pode ter Eu já cheguei no na assumir companhia que o cara o cara falou assim, ó, sargento, eu tô saindo fora porque o pelotão do senhor não não dá para mim trabalhar, por quê? meu
pilotão tinha que trabalhar. Trabalhava e o cara >> E eu vou falar uma, eu vou falar uma coisa que eu vou ganhar mais uns Inimigos aqui. Se você tiver um comandante oficial, eh, bom, >> o que o sargento faz? Ele vai alavancar. Ele vai alavancar. >> Mas se você tiver um oficial ruim, o sargento consegue manter qualidade, porque o oficial não interfere tanto assim no chão de fábrica. Então, um sargento ruim, ele é muito pior do que um oficial ruim. >> Exatamente. >> Porque o o oficial ele tem tantos afazeres fora o administração de rua
que ele não fica o tempo todo, tempo todo ali colado com o pelotão, mas o sargento fica. >> É isso aí. >> Se o sargento for ruim, ele apodrece de um jeito o pelotão que é muito ruim, muito ruim. E na, e na boa, nós temos muito sargento, mas muito sargento que que foi só um concurseiro dentro da da PM e ele não tinha noção do que ia ser Sargento. Aí ele não tem atitude de sargento. Eu falo, eu quando eu começava a dar aula na escola de sargento, cara, eu falava uns negócios, por isso
que eu fui expulso da escola de sargento já duas vezes. >> Como é que é? É, eu teve uma que eu tava dando a aula, o coronel mandou um superior meu entrar na sala e me tirar da sala e me botar para fora do portão. >> Como assim, cara? >> É, eu era eu era tenente antigo. O Coronel um bosta me mandou um oficial lá porque não foi nem homem de me chamar e falar, viu? Eu não quero você dando aula aqui, não. Mandou um outro ir lá falou: "Ó, o coronel mandou você sair da
escola, você não entra mais aqui, você não dá mais aula." Eu >> eu fui, eu fui expulso da escola de senhor falou demais. >> Verdade. Não pode. >> Verdade dói, cara. tem umas verdades que dói, entendeu? Por exemplo, você você Quer ver? Eu falo, se eu for lá defender o seguinte, se eu for lá falar que eh você como oficial, se você chegar numa ocorrência de troca de tiro, o que que você deve fazer? >> Se eu der essa aula, os caras me tira, >> porque gente, procedimento padrão, >> algum você tem que tomar muito
cuidado porque dentro daquela sala de aula, tá? Você entra, você tem 40 pessoas ali, você não sabe de quem que eles são, filho, irmão, sobrinho, >> padrinho. >> E aí ali tem aqueles cara que morre de medo de ter que ir para um para uma comunidade trocatiro e ele quer ser oficial porque o sonho dele é trabalhar na casa militar, servir autoridades, comprar peras bonitas, eh andar de terno bonito, ganhar mais o dobro do salário, andar de carros bonitos. Ele é o, ô gente bonita. Ele não quer andar no meio da comunidade. Que nem uma
vez teve um capitão que foi pra rota e o capitão Falou assim: "Não fica andando nas favelas não, que eu não gosto de sujar meu sapato". Até brincar, ele tinha trabalhado numa área numa universidade como assessor, tal. Os caras na base falavam: "Ô, chefe, ó o capitão lá que não suja o sapato". >> Ah, não, pelo amor de Deus. >> É. Então, e aí, cara? É assim, aquele cara que tiver na sala de aula, você falar um negócio desse, ele vai correr no tiozinho, no papaizinho dele e falar Assim: "Ó, tem um tenente que vem,
vem aqui e fica falando de troca de tiro de morte". Isso dependendo conforme vai chegando, bater na pessoa errada, o cara liga e fala assim: "Ó, tira aquele tenente de instrutor lá que ele tá incentivando ir para cima". E isso, isso aconteceu comigo várias vezes. E porque eu chegava nos caras, falava assim: "Ó, meu, você como comando, você tem que chegar numa ocorrência, você tem que separar a Equipe, falar assim: "Agora vocês separam, cada um vem e me conta a história para ver se tem unidade de de >> de informação >> de roteiro. >> Se
o roteiro bate de todo mundo." Segundo, vê posição de cada um na troca. Terceiro, vê se os estójos que estão no local condizem com os locais de disparo. Importante, >> porque você não pode trocar tiro a 10 m de distância, os estojos tá tudo perto Do corpo. >> Uhum. >> Não vai bater a história. >> Não, não bate. >> Outra coisa, cadê as testemunhas? Vai ouvir uma por uma. Outra coisa, dá uma olhada no croqui cadavérico, se bate com o que eles estão falando, zona, um monte de Ou seja, você tem que pegar um comandante
que vai fazer uma análise de ocorrência com resultado tiroteio, lesão ou morte e explicar para eles todos os Passos para você entender se aquela ocorrência tá correta ou não. Só que você vai dar uma aula dessa, vai um desvirtuado do caramba lá, idiota, e vai contar pro pai dele que é coronel que você tá falando como ajustar uma ocorrência. E não é isso que você tá dando aula. Você tá ensinando pro cara o tudo que um ambiente desse te diz. >> Sim. >> Para você não ser enganado. >> Sim. >> Mas o cara desvirtua, conta
uma história e e esses bundão não te chama para falar: "Ô, meu, o que que você falou lá? Que que você tá ensinando? Não, o cara já te dá um pé na bunda, você não é mais instrutor, >> entendeu? Entendi. E isso eu passei ao longo do do da minha carreira, só que eu sempre fui dar aula e eu falava assim, ó, eu não vou gastar essa oportunidade que eu tô ganhando dinheiro aqui para deixar esses meninos que vão ser que nem Eu, tenente. Você pega minhas fotos deu tenente na rota, eu tenho cara de
moleque magrelo, que não sabe nada, assustado. É, mano, se eu não tivesse tido uma tropa boa comigo que me ensinasse bem o trabalho, o cara decente, justo, honesto, eu podia ter sido doutrinado para coisa errada, porque a gente entra na polícia uma esponja, mano. Tudo recruta querendo aprender. Se você não der a sorte de cair com os cara bom, Você tá ferrado. >> É, só vai absor, >> você tá ferrado. Então eu falava, eu não vou perder meu tempo dentro de uma sala de aula vomitando o código. Código o cara abre lá e lê. >>
Acabou. Eu venho aqui trazer para eles como que a legislação interfere no policiamento na prática, o que que ele tem que ver, aonde que vai cair a casa dele, entendeu? É isso. >> É isso aí, mestre Mavan chegou aí, mano. >> Mestre Navan já tá aí na área. >> Tá na área, >> mestrão, te agradecer, >> pô, cara. >> Ô, mano, de tanto você falar dos maconheiros, né, velho? >> O maconheiro voltou aí, ó. O maconheiro aí, ó. Tamamos junto, >> maconheiro Gabriel tá na área, mano. >> É, >> pessoal, finalizando aí mais um Caveira
Cash com a presença aqui do noss >> man caveira cas top, hein, mano? >> Top demais. Pela segunda vez o coronel Paganoto aqui. >> Não é isso, mestre? >> Cada vez e nem quase contamos as ocorrências. >> Na primeira vez parecia um filme do Tropa de Elite, né, com as ocorrências, né? >> Agora foi uma aula. >> Não, na terceira o senhor vai contar. >> É, eu vou começar a anotar aqui quais Que eu contei para separar umas terceira vez. Nós vamos contar bastante ocorrência. E é isso aí, pessoal. Deixa seu like, se inscreva no
canal, tá? ativa o sininho. Quer passar em concurso público? É no Instituto Oliver. Quer ser aprovado na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro, Guarda Municipal? É no Instituto porque quer terminar os estudos. É Instituto Óbvio, quer fazer curso superior, >> Instituto Ov, sequencial. E se o cara tá Meio meia meio meio bomba? Meia bomba. >> Ó, se o Bilal não tá levantando mais, tá trabalhando demais, né? Hoje estudando demais, né? M >> Oliver. >> Oliver Power. >> E se o cara tiver mente cansada, não tá conseguindo se concentrar? >> Aí é Oliver Turbo. Dois
comprimidinhos, meia hora antes de começar a estudar. Já era. >> Beleza, pessoal. Tamos junto. É nós. Até A próxima. Vamos com >> V.