Flow. >> Salve salve família, bem-vindos a mais um flow. Eu sou o Igor e eu vou conversar hoje de novo. Muito obrigado por vir aí, Dr. Sérgio Felipe. >> Obrigado, Igor. Obrigado. >> Vai ser maneiro. Da outra vez a gente conversou bastante sobre eh o teu trabalho, sobre a tua trajetória. Conversamos, eu tentei entender mais sobre glândula pineal, que é sempre um é Um tema meio e que as pessoas querem entender melhor como é que funciona. E teve uma repercussão bem legal, cara. A galera comentou que curtiu bastante o episódio, então é, parabéns, eu diria.
[risadas] E bom, obrigado por vir aí de novo. >> Obrigado. >> E, ó, eu queria mandar também aqui um um salve pros nossos patrocinadores de hoje, que é o Mercado Livre ACD, que eu vou falar dele já já. E você pode mandar Uma mensagem pra gente aí, eh, que a gente vai ouvir aqui no final do programa pelo QR code ou então pelo link na descrição aí. E aí tu vai mandar lá pelo Live Pix, o Jeanzão vai escolher os cinco melhores aí e a gente vai ouvir aqui no final do programa, tá bom? Então
fica à vontade aí, dá para você participar hoje tranquilo também. E aí, doutor, a gente tava falando antes de começar eh sobre como é que tá sendo ser um jovem hoje em dia com essa com essa Camada de complexidade que é o o celular e o que isso traz pra gente, que é internet na mão, que é informação para caramba, que é a possibilidade de tá virtualmente conectado com qualquer pessoa, você tá o tempo inteiro, sei lá, a um alguns toques de distância do teu amigo da escola ou qualquer coisa assim. E ao mesmo tempo
eh informações que podem ser bastante importantes, como sei lá, estudos e e cursos e coisas online, mas também podem ser bem nocivas, que eh A gente sabe que tem muita coisa na internet que não deveria eh tá chegando para grupos de pessoas diferentes. Nesse caso, a gente tá falando de adolescente, né? pelo menos eu tô falando de adolescente. Eh, cara, qual que tu acha que é se qual que é o maior risco dessa geração que eu tô falando que hoje deve estar aí com seus 15 anos, eh, que cresceu lidando com esse tipo de tecnologia
que aproxima tanto, tanto coisas boas quanto Coisas ruins? Porque eu e você, a gente teve que aprender a lidar já, já consciente, já maduro, já tendo vivido outras coisas com outras experiências. Essa galera, ela já ela ela cresceu com isso, ela nem lembra como é o mundo sem, né? Então fica difícil até da gente analisar o que que vem para eles no futuro, mas você identifica algum risco eh mais imediato nesse nisso que tá acontecendo hoje? Puxa Igor, eh, obrigado pelo café. Eh, Vejam, é importante. Essas tecnologias surgiram pelo progresso da ciência. >> Perfeito. >>
Mas a ciência ela eh progride observando fatos, mas o quem observa, a consciência que observa, ela não é analisada. Então isso gera um tipo de situação que exclui o sujeito daquilo que se observa da natureza. Então o que que acontece? Pensa comigo uma coisa. >> Um cartão de crédito, ele tem o registro da sua conta bancária, não é? >> Uhum. >> Onde é que tá o registro da conta bancária? Tá escrito no plástico? Não, ele provavelmente tá num chip que eu quando eu passar na máquina alguma coisa. >> E o chip tá onde tá? Tá
escrito como se Fosse escrita suméria, marcado no chip. Tá onde? >> Ah, de alguma forma digital, escondida assim do pintor. >> Mas escondida onde, >> [ __ ] Sei lá, nos códigos que o que o que estão dentro do chip, sei lá. >> Que que acontece se você colocar o seu cartão magnético em cima de um iman, >> eu vou estragá-lo. Ele vai, ele vai se desmagnetizar. Então, por então por que que some informação quando desmagnetiza? >> [ __ ] sei lá, por que que some informação? >> Porque a informação tá no campo. >> Entendi.
Bom, tá bom, faz sentido. >> Ela tá no campo magnético. Eh, então veja, se o seu cartão de crédito tem uma tecnologia que guarda informação no campo eletromagnético. >> Aham. >> E o seu cérebro? Tem mais ou menos tecnologia que um Cartão de crédito? >> Muito mais infinitamente, né? Muitas ordens de grandeza. >> E o celular, por exemplo, seu celular tá recebendo WhatsApp, tá recebendo e-mail, o os algoritmos estão lendo o que é de seu interesse, estão encaminhando para você. Tudo isso tá acontecendo no seu celular, você não tá nem percebendo, não é? >> É.
>> OK. Você acha que o seu cérebro tem mais Ou menos tecnologia que o seu celular? >> Muito mais. Então, a gente poderia deduzir, talvez, que tudo que se vê na internet, no celular, tudo que se vê eh surge de uma tecnologia que nós temos muito mais no nosso cérebro. >> Verdade. Sim. >> O grande perigo é nós não descobrirmos os nossos potenciais, >> tá? >> De nós não entendermos que tudo aquilo Que faz, a tecnologia que a gente usa, o nosso cérebro faz. Agora pensa uma coisa, você tem um computador, o computador é o
hardware, >> o cérebro é o hardware, mas o computador não funciona só pelo hardware, você precisa introduzir informação nele. É o software. >> Uhum. >> Tá? Então, o cérebro é o hardware, mas ele precisa de um software, que é a informação que é instalada nele. Sempre A informação vem de fora do computador para dentro do computador. Depois ele gerencia isso e replica. >> Perfeito. Aham. >> Então, eh, o que acontece? as as suas as informações do seu software que que consubstanciam os conteúdos da tua mente, elas não surgem do hardware do cérebro, elas são instaladas
ali. Tem um uma tem um matemático que trabalhou com Einstein, que foi o Gedel. >> Aham. >> Eh, ele fundamenta o chamado teorema de Gedel. Veja, falando em linguagem simples, pegando, pecando na pedagogia para ganhar, >> eh, pecando no rigor científico para ganhar na pedagogia, >> eh, é assim, um sistema é incapaz de ter autoconsciência. Então, é aquela coisa, eh, santo de casa não faz milagre, casa de ferreiro, espeto de pau, não é? Então, o que que acontece? uma equação, por exemplo, você Pega aquela equação que a gente aprendeu na escola, função quadrática, ax2 +
bx + 6, álgebra, dá dois resultados, x linha e x2 linhas. Aquela equação não se autoexplica. Você precisa da fórmula de báscara, aquele delta, aquela coisa que você aprende na escola, depois se esquece, >> não é? Então, nunca um sistema é capaz de gerar autoconsciência. A consciência sempre vem de fora por uma validação matemática. é o teorema de Guedo. Então, Se você tem consciência corporal, a sua consciência ela não vem de dentro do corpo, ela vem de fora do corpo. Então, precisa se pesquisar. Inclusive, o foi reitor da Universidade de São Paulo, o professor Miguel
Reali, >> hã, >> grande jurista brasileiro, ele eh passou por uma cirurgia cardíaca do Instituto do Coração. E que que aconteceu depois que acabou a cirurgia? Ele se lembrava do que foi Conversado na sala cirúrgica >> completamente apagado. >> Pois é. Veja, ele passou por um pré-anestésico, eh, ele passou por uma circulação extracorpórea, o cérebro dele foi resfriado e o sangue passou por uma máquina. E ele lembrava, não é? E aí ele ele escreve um editorial no jornal Estado de São Paulo dizendo o seguinte: "Convoco cientistas da universidade, da qual fui reitor, a Pesquisar a
possibilidade da consciência estar fora do corpo, porque eu me lembro perfeitamente do que foi falado e isso é confirmado pelo staff. E não é possível se o meu cérebro estava resfriado, se eu estava com pré-anestésico, com anestésico e não é possível que as minhas funções mentais estivessem funcionando. Algum anestesista pode dizer: "Não, preserva alguma consciência, eu vou pedir para ele tomar uma garrafa de pinga e ver se ele Preserva a consciência dele, [risadas] entende? Então, ah, >> gostei disso. Posso interferir aqui só para fazer um parênteses?" >> Eh, >> tá bom. Então, a consciência tando
externa, eh, e acontecendo isso que aconteceu com o Dr. Miguel Reali, eh, se a gente for pensar então num cara que tá bêbado, ele tá ele, ele tá atrapalhando as funções cerebrais dele com álcool >> e isso interfere na consciência que tá Fora, não é? eh interfere na, veja, o cérebro ele tem alguns territórios de inibição que você usa para inibir certas pulsões. Você encontra com uma pessoa que você tá com muita raiva, você tem vontade de agredi-la e você vai ser educado e dizer: >> "Boa tarde". >> Não é? Você vai fazer isso porque
isso daí é isso é a sua civilidade e o cérebro te dá recurso para você fazer Esse freio, >> entende? Ele te dá esse recurso. Quando você bebe, você primeiro inibe esses centros inibitórios. Então você libera as expressões idílicas, né, as expressões instintivas. Você libera as camadas mais instintivas. >> Então a a pessoa ela fica sujeita a pulsões sem o o >> as travas. >> A crítica sem as travas. Exatamente. Não É? Pode sair coisas boas criativas como pode sair coisas horríveis. Perfeito. >> Não é? Então o o álcool ele faz aí depois quando ele
inibe eh esses centros excitatórios assim, aí a pessoa já fica cambaleante e cai, não é? Então o cérebro, eu penso o seguinte, eu tenho uma ideia porque a ciência ela tem os postulados, né? Por exemplo, o postulado de Euclides, existe o ponto, a reta e o plano. >> Aham. Ou você acredita que existe ou não Existe geometria nem engenharia. Não tem como provar que existe o ponto e a reta e o plano. Aham. >> É uma chama postulado. Então eu tenho um postulado básico ao ao eh enxergar o pensamento científico de que eh existe uma
consciência e essa consciência se projeta sobre a matéria. >> Tá? >> Tá. Eu tenho essa essa visão. Eh, é como se eu saísse da bancada Científica, avançasse sobre o observador e tentasse entender o que que é aquela consciência, não é? Então, voltando pra questão dos jovens, que eu acho que vale para todos nós, eu acho que o grande perigo é entregar pra máquina um poder que você tem e deixar de investigar esses poderes que o cérebro tem muito mais desenvolvido, porque é a partir dele que você poôde expressar sua inteligência e fazer as máquinas, então
você imagina o potencial que tem, >> não é? Então eu acho que esse é o grande perigo e isso que está acontecendo, as pessoas estão esquecendo de si, dos seus potenciais, das suas estruturas e e isso deixa a pessoa perdida. E essas estruturas elas não elas são vizinhanças nossas de extremo valor. Por exemplo, quando você observa uma estrela, tá? Você observa um túnel do tempo. Sim. Uma estrela que tá eh a 8000 anos luz. A luz que chega até você demorou 8 anos Para chegar aqui. Então a luz que você vê, a estrela que você
vê é de 8 anos passados. Então, quando você observa uma estrela, você eh constrói elementos de cognição que dizem respeito à percepção de infinito, a percepção eh de um tempo, o desenvolvimento de um tempo interno e a percepção de pertencimento à natureza. Quando a gente vive só no relógio, a gente perde a cognição cósmica E perde a sensação de pertencimento. E aí vem um uma grande chaga da humanidade hoje, que é a percepção de solidão. Então, quando a gente fala de percepção de nossos potenciais, ele envolve é como, por exemplo, outro dia eu tava conversando
com o Alex Atala, o cozinheiro, não é? Ele me falou o seguinte, que ele tava na Amazônia e tinha um os ianomam, >> a nação ianomame. E ele tava me falando o seguinte, que eles à noite eles são livres assim, a noite não é 100% para dormir, eles podem querer fazer alguma coisa, cantar e tal. Então eles falam que é o espírito da noite e o espírito da floresta que surge. Então é comum você ver se eh eh o indígena cantando ou se expressando. E aquele lá que é é o o indivíduo da história, ele
sai pela floresta para pegar uma planta medicinal À noite e ele tenta, tenta, tenta e não acha. Aí ele senta e para. Sabe por quê? Porque ele percebe que quando ele entrou na floresta, ele mudou a estrutura da floresta. Ele espantou os insetos, espantou os animais, ele ele muda a estrutura da floresta e a floresta se esconde. Então, quando ele senta, ele espera a floresta voltar e tenta equalizar A manifestação dele com a floresta. Ele começa a perceber a floresta. quando ele se levanta novamente, ele já tá engajado no ecossistema, a floresta entrega para ele
o que ele precisava, não é? Então, e o que que acontece? É uma percepção de o quanto que a natureza dialoga com a gente. E se a gente não tem essa convivência, nós perdemos esses algoritmos que eu considero algoritmos divinos. E é possível se reconectar eles a qualquer Tempo, na tua opinião? Eu não entendi a sua pergunta exatamente. >> Vamos dizer que eu vou, eu não prestei atenção nisso a minha vida inteira e agora que eu tô ouvindo você falar sobre isso e eu vou procurar, eu eu tenho, sei lá, uma pessoa de 70 anos
conseguiria prestar atenção, nossa, caramba, tô desconectado. E correr atrás. Olha, eu vou responder uma de uma outra forma, chegando até onde você tá falando, >> tá? Primeiro quero dizer para você o seguinte, nós temos um tapete de células tronco que vai da base do nariz até o o meio do cérebro no teto do terceiro ventrículo. Esteja você 120 anos, você tem um tapete de células tronco à disposição para reconstruir o cérebro. >> Interessante. >> À disposição, tá? >> Não sabia disso. >> Bom, ah, aí o que eu ia falar é o Seguinte. Eh, nós temos
um fenômeno no cérebro que é chamado de poda neuronal. >> Uhum. >> Ocorre uma poda neuronal eh até um ano e pouco de idade e depois outra na pré-adolescência, na puberdade, 11, 12 anos, 10 anos, mais ou menos assim. Que que é essa poda neuronal? Porque o cérebro ele gasta muita energia, ele esquenta. Então existe uma economia Da energia. Então você se você ao nascer você começa a com os estímulos, você vai selecionando as redes que você usa. Se você não usa, o que não usa é podado. >> Uhum. >> Tá. Inclusive é uma coisa
curiosa, porque essa primeira fase da poda neuronal coincide com o início dos primeiros sintomas do autismo. Parece, parece, segundo algumas frentes, Eu eu tô eu tô falando assim eh como primórdio do para ser debatido. Parece que no autista não ocorre a poda neuronal e ele fica com um lastro de de percepção muito aberto e fica com dificuldade de fazer escolhas. Entendi >> porque porque não teve a poda. Então >> ele fica com uma super potência e e não sabe para que lado vai, entendeu? Fica com dificuldade de organização pessoal. >> Interessante. >> Aí o que
acontece na na adolescência? acontece uma coisa, isso é uma teoria minha, deixa os internautas pensarem e depois elocubrarem sobre sobre isso. >> É o seguinte, teve um período que eu convivi com os indígenas guaranis, que foi na minha infância, ó. Sim. 1965. >> Muito por muito tempo. >> Não tanto tempo, mas um tempo suficiente para saber alguma coisa. >> Tá. Tá. >> Não é? Entendeu, né? Entendi. [risadas] Então, que que acontece lá? É o seguinte, a a criança que vai ser o Pajé, eles já sabem, ela tem um um flow. Você tirou o nome flow
do Mirariens Marily, não é, >> cara? A gente tirou nome flow de um de uma de uma pira muito louca aí que acabou era para ser outra coisa, acabou ficando isso. Depois eu te conto. >> É porque flow é um é um estado de espírito, é um estado mental. >> A gente acabou chegando nisso aí, né? >> De de hiperfoco e de capacidade. Isso é uma expansão de consciência. E tem crianças que têm >> esse esse poder. O Ccique já vai dizer: "Esse vai ser o Pajé". Pagé é aquele que é o curador, é aquele
que sabe as coisas, é aquele que que dá a a noção de profundidade espiritual Pra aldeia. >> Aham. >> Tá. Então acontece que eu acho o seguinte, que as nossas potencialidades espirituais, conscienciais, elas surgem com pleno vapor nessa fase. E se você não teve uma educação que fez você exercitar isso, como acontece nas comunidades dos povos originários, ocorre uma poda neuronal. Aí acontece uma coisa curiosa. Por exemplo, existe uma ciência que chama-se farmacognosia, hã, que é você observar um um animal, por exemplo, um animal tem um problema no estômago e ele vai, ele pega a
planta que cura. >> Sim. >> Então, se você estudar o comportamento animal, você pode descobrir algumas plantas que curam algumas doenças, entendeu? Então, quando ocorre a poda neuronal Desse dessa expansão de consciência, o jovem sente um alguma coisa de grande incômodo. Vê se é uma teoria, depois vocês estudem. >> Ah, >> eles ele sofre uma necessidade, aí ele vai atrás das plantas que levam alteração de consciência. Entendi. >> Aí que começa a busca das drogas, >> mas o que é um problema por conta do bom, eu já ouvi falar muitas vezes que, Por exemplo, fumar
maconha antes ou usar álcool antes de uma determinada idade é muito perigoso por conta da formação do cérebro que se que seria até os 25 anos. >> É, o que acontece é o seguinte, veja o que eu tô tentando explicar. >> Uhum. Eh, por que que é tão prevalente a busca pelas drogas? >> Porque é um anseio de alguma coisa que não foi atendida, porque você não vai encontrar esse problema nos povos originários, Entende? Então, eu acho >> por conta da forma como a gente >> esquece os potenciais, não explora. Aí eu volto porque eu
tô falando. Ah, é o é o computador, é a internet, é o game, esquece de si do de explorar essa ciência que explore esses potenciais, que eh que pesquise, porque as nossas crianças necessitam de uma pedagogia que inclua todos os potenciais dela, >> que isso é um tanto diferente do que tá do que acontece hoje. >> É completamente dif, pelo amor de Deus. Você, você vê o jovem e a criança, eles vivem de experiência. >> Uhum. >> Porque eles não têm, eles não tem um fato que eles a gente, por exemplo, pode presumir, ó, não
vou por ali porque eu já me machuquei, mas o adelante a criança não tem. Eles precisam de experiência. né? Aí você chega na escola e manda ficar sentado e quieto para ouvir aquilo que não fala da vida dele. É louco isso. É, é uma fábrica de doentes. A escola tá sendo uma fábrica de doentes, sabe? E e tanta inteligência e ninguém vê que que precisa de ter uma pedagogia da autodescoberta, que precisa olhar para essa consciência. Eu tô tô acompanhando a instalação do rádiotelescópio de energia escura. >> Uhum. >> É o maior do mundo aqui
no Brasil. Consórcio da Universidade de Londres, Inglaterra, a Universidade de São Paulo e e e a China. é o maior do mundo. Esse rádiotelescópio detecta energias jamais vistas no fundo do universo. E descobriu que não não tô dizendo que seja esse da do Brasil, mas do rádio telescópio descobriu que existe um universo muito Além daquilo que a gente imaginava que era o nosso universo. E ele provoca uma pressão sobre o nosso universo que indica a proporção dele 95% a mais do que o universo que a gente conhecia. Só que não se conhece uma única equação
desse universo. Então, tudo aquilo que você estudou de tabela periódica, hidrogênio, hélio, lítio, sódio, potássio, ferro, cloro, boro, zinco, Tudo que você estudou de tabela periódica, tá? é 1% hidrogênio é 4% do universo. 95% é o que não se sabe uma única equação. Como é que nós vamos olhar esse outro universo que é o chamado universo de energia e matéria escura? Como é que nós vamos olhar esse universo? Como é que nós vamos conceber esse universo sem nenhuma equação? Nós estamos chegando numa hora Que talvez só a consciência seja capaz de avançar, aonde a máquina
e os algoritmos não avançam. Então é hora de colocar a consciência como variável da experimentação científica, a consciência como elemento constitutivo da natureza. Interessante. É o o a consciência como elemento constitutivo da natureza. É porque assim, até agora a gente sempre tratou Daquela forma que você falou no começo que é o cara que tá fazendo o iPhone, ele tá aqui, ele ele tá >> tá alheio, quer dizer, ele ele tá se desconstruindo, ele tá entregando >> a alma dele pro aparelho e para tudo que o aparelho traz de conteúdos que diz respeito a outros interesses
que podem não ser o interesse dele, >> o interesse tácito dele, aquilo que ele nem descobriu ainda dentro dele e que traz agonia para ele, traz angústia. Sim. >> E você sabe uma coisa importantíssima, porque a gente tá falando de criança e adolescente, >> mas criança não é uma etapa do desenvolvimento, é uma parte de nós. Quer ver? >> Hã, >> qual é a sua parte, criança? É tudo que de você. Você não consegue dar nome, não consegue traduzir em palavras e que tem mais Força do que a sua vontade. Pode ser um medo, pode
ser uma angústia, pode ser uma tristeza, pode ser uma uma compulsão, pode ser uma impulsão. Tudo isso que você fala, que às vezes você chega no médico e fala: "Eu preciso de um remédio para conter isso". Tudo isso é a é porque a criança ela não tem a inteligência cognitiva para dar nome aquilo que se passa com ela. E uma boa parte da sua infância você nem se recorda, Mas a sua consciência tava funcionando. Só que essa consciência que funciona, você não consegue ter cognição para ela. E ela vai se manifestar como um pulso de
sentimentos, sensações e emoções que é a sua criança. Você tá falando alguma coisa que tem a ver com traumas, por exemplo. >> Ah, eu acho que vamos falar de, eu tô falando muito menos de trauma e muito mais de explorar potenciais, >> tá? >> Entendeu? Porque deve haver uma razão para nós estarmos aqui. Por que que você tá no mundo? É >> por que que a natureza te colocou aqui? Qual é o teu propósito? Qu isso nasce a partir de suas potências? Você vê um grãozinho de pólen, se você for olhar no microscópio, tem um
desenho. Por que que a natureza, a consciência maior da natureza fez um desenho num grãozinho de pólemen, que é uma obra de arte, Que a natureza ela tem a expressão de suas singularidades. Cada elemento, >> que é algo que tá faltando hoje, >> nós também somos natureza. A gente também precisa expressar as nossas singularidades, o nosso desenho. Se você tem uma sociedade que não te traz essa possibilidade, você começa a guardar, você esquece, você se perde, aí você diz assim: "Não me encontro mais, tô perdido, não sei o que eu quero". Como diria Fernando Pessoa,
nasci sem saber Falar, vou morrer sem ter sabido o que dizer. Pareço uma abelha num campo sem flores, que é o que tá acontecendo. Então você pega, a gente tá falando de criança, mas nós adultos temos essa criança dentro de nós e essa criança tá aparecendo nos consultórios. Quando você diz assim, eu tenho uma ansiedade que eu não me contenho são coisas suas mesmas que você nem mesmo se controla em si, que é a parte Incognocível que você tinha quando criança. >> Entendi. >> É bom. Se a gente for nesse sentido, cara, que que eh
a gente que se uma a criança não é uma não é uma etapa, ela é parte da gente, então todas as todas as nossas fases também estão aqui comigo, né? Ah, todas as fases e também o seu futuro. >> Ex. >> Nossa, aí tu deu um nó na minha cabeça. >> Não, não, não, não dei. Por quê? Freud, por exemplo, fala de eh ID, ego e super ego. >> Que que é o super ego? São as noções superiores, luminares. É o seu futuro. Se você pegar Yung, por exemplo, selfie, o eu profundo, ele está dentro
de você. Você quando nasce, você caminha em direção ao selfie, ao eu profundo, é o seu eu luminar. Você vai entender melhor ainda. Jesus, vós sois deuses. Ele não Diz, vós sereis. Podeis fazer tudo que eu faço e muito mais. Vós sois. Então, o que que ele tá dizendo? Que a essência nossa tem um poder luminar. E esse é o futuro. Depois, esses grandes analistas que construíram a psiquiatria vão dizer o superego, o self ou o eu profundo, que é esse ser luminar que nós somos. Mas para que a gente atinja esse potencial, eh, precisa
de algum nível de entendimento Primeiro do que do que do que você pode ser, não é, >> Igor? A gente precisa experimentar-se. >> Sim, sim. >> Experimentar-se. >> Tem coisa que a ciência não é capaz de fazer. A ciência não é capaz de dizer para você o sabor da laranja. >> É verdade. >> Ou você chupa a laranja, ou não tem como saber, >> ou o que é a cor. azul. >> Pois é. Então isso é uma coisa que ou você experimenta ou você não vai descobrir. Isso é um compromisso de cada um, a busca
de si. E isso não é só o conhecimento cognitivo, é a vivência, é a experiência. Você tem os recursos, você tem o recurso da meditação, você tem os recursos das experiências do sagrado, você tem várias experiências, experiências psicologias, experiências psicodramáticas. Você tem um arsenal que A gente precisa buscar >> sempre na intenção da expansão da consciência. >> Primeiro de você chegar e ensina a sua essência. É aquilo, nós conversamos sobre isso, né? Que eu lembra que eu falei assim, eh, a sua mente, você no outro programa, a sua mente passa muita coisa pela sua mente.
Você pode observar a sua mente. Então, você não é sua mente, >> você é o ser que observa ela. Quem é você, né? é chegar nessa referência. Isso é um estado meditativo. Isso é uma experiência singular da busca de cada um, que muitas vezes a pessoa vai buscar no remédio, na droga, no outro, na esquece que existe essa experiência. Olha, eu vou falar de uma linguagem e não sei se é uma linguagem religiosa, eu colocaria como uma linguagem do sagrado, >> tá? Deus, que é a consciência do tudo, que é a equação do tudo, ele
rege o infinito do tudo, mas você é dono do infinito da sua vida. Porque se essa consciência profunda fizer por você o que você tem que fazer, ele tira o seu mérito. >> Perfeito. >> Então você é responsável. É, é aquele ponto cego do espelho que Deus não tá contigo, vamos dizer assim, é você que tem que resolver. Mas a gente não tá Vivendo, a gente não vive um pouco numa numa cultura do de meio que empurrar a culpa pro, às vezes até pro, entre aspas sagrado. Isso aqui, meu irmão, pô, fui influenciado pelo pelo
pelo outro, pelo diabo que não sei o quê. >> Ah, então quando eu >> foge da agência, >> é, eu quero retificar assim, não é? Eu fiz uma, eu vou colocar entre aspas que Deus não está contigo, porque a gente está submerso na grande equação Consciencial do universo. >> Es expressar que existe um momento que nós nos responsabilizamos por nós. É isso que eu quis dizer agora. >> Mas o meu ponto é que eu não eu não acho que a gente tá caminhando para mais responsabilização do que a gente faz, do que a gente quer,
do caminho que a gente quer chegar ou do que a gente sonha. Eu acho que a gente tá, me parece, espero muito tá enganado, mas me parece que a gente tá caminhando Mais para o lado do da do entregar a agência a alguém ou a algo. >> Exato. E e esquecer e esquecer dessa busca do encontro de si, que essa é uma experiência fundamental. Isso tinha que ter na escola. Concordo? Sabe para as crianças aprenderem a viver, a conviver isso. E a escola tinha que se estender para pra família. Você não pensa uma criança sem
a família e todos têm que ter interesse nesse processo. Então eu acho, volto pra tua questão, o perigo não são os aparelhos, os equipamentos. do perigo é a gente esquecer da gente e esquecer de dessa tecnologia da pesquisa de si. >> Uhum. >> Sabe? De pesquisa ainda há tempo, porque ainda há florestas e seres que têm memória. Tem civilizações que t memória, que a gente precisa perguntar, Não é? Então você tem civilizações na nas Américas, você tem civilizações na África, você tem até na Europa você tem também eh civilizações ancestrais, os druidas, os celtas. Você
precisa perguntar para essas pessoas que têm a memória. A gente não pode perder essa referência, sabe, que não foi construída na universidade, mas que está na história da vida. Os animais. Os animais. Às vezes eu olho assim, por exemplo, uma vaca, >> hum, >> ou um touro, um boi, ele olha para mim assim, como se ele dissesse assim: "Tô sabendo o que vocês estão fazendo, tô só esperando para ver o que vai acontecer". Parece que sabe tudo. Talvez, Igor, eu já pensei assim nessas ilações como criança que a gente pensa e imagina, né? >> A
nossa criança interna. Eu pensei Assim: "E se nós um dia descobrirmos que os animais sabem de tudo e não falaram nada, só esperaram acontecer para que a gente descobrisse e depois a gente descobre que existe um tipo de consciência nos animais que detém os algoritmos da história da vida e nós perdemos isso porque a gente esqueceu que a gente é parte da natureza. Nós compartilhamos com a natureza. A natureza não é nosso objeto de consumo. >> E a gente é bom em tratar a natureza como nosso objeto de consumo, na verdade, >> e você perde
a referência da de tudo seu. O que você respira, o ar que você respira, 21% é o oxigênio, que é produzido na maior parte, 90, mais de 90% por cienofícias, que são seres unicelulares, as algas azuis do fitoplâncton, que é um ser unicelular que num diálogo com uma estrela de quinta grandeza, que É o sol, produz o oxigênio, o ar que você respira e a gente esquece disso. A gente às vezes não considera isso ou imagina que, ah, não, isso aqui tá dado já. Na verdade, a gente nem considera, porque tá dado já já, né?
Mas isso é uma uma reflexão muito interessante que é duas, na verdade. A primeira, a gente é intimamente conectado com aquilo que a gente tá destruindo. E dois, eh, nossa, é tão perfeito, né, cara? Um negocinho que >> você quer ver como são os algoritmos na natureza? Por exemplo, que bairro você tá aqui? É Vila Prudente. >> Vila Prudente. >> Por que que você tá aqui? Ah, no meu caso tem e basicamente porque era onde eu conseguia ter uma casa do tamanho dessa, >> tá? Que por que chama Vila Prudente? >> Deve ter alguma coisa
a ver com algum cara que tinha o sobrenome de Prudente. >> Ó, eu vou fazer um exercício com você, tá bom? >> Prudência de Morais foi o terceiro presidente do Brasil, >> tá? Foi o primeiro presidente civil. Porque você teve o Marechal Deodoro da Fonseca >> de 1889, você teve o Floriano Peixoto e depois em 1894 você tem o Prudente de Moraes. >> Uhum. >> Que dá o nome da Vila Prudente. Muito bem. O que que marcou o governo de Prudente de Moraes? >> [ __ ] não sei. >> A guerra de Canudos, >> tá?
que foi descrita por Euclides da Cunha em Osertões. Que que aconteceu na guerra de Canudos? O Antônio Conselheiro era era um líder de uma comunidade pobre que conseguiu construir uma comunidade Autossuficiente. Só que os jornais da cidade deturparam ou trouxeram notícias de que era uma revolução monarquista que estava surgindo. O Prudente de Moraes mandou o exército brasileiro e dizimou dramaticamente a a comunidades de canudos, que eram pessoas pacíficas, pobres. E o Euclides da Cunha foi lá para testemunhar Os sertões é o arrependimento do que foi feito, porque foi um grande erro. Você sabe de onde
surgiu esse erro? na imprensa, nos jornais. Você tá aqui na Vila Prudente com um jornal, com uma imprensa, precisa resgatar o paradigma de Canudos. Mas eu não tô falando de Canudos, eu tô falando da notícia verdadeira, né? Não é por acaso que você tá aqui. Aqui tem uma um é um epicentro paradigmático. >> Que coisa. É, precisa sabe estudar um pouco mais sobre isso. >> Mas faz sentido para para você como é que por que que você veio parar aqui? E veja, não é Ipanema, não é Faria Lima, não é Avenida Paulista e você conseguiu
uma expressão, não é? Porque um você veio com um paradigma, o paradigma da imprensa que provocou a chacina de canudos. Um grande erro de comunicação é acertar a comunicação para que as coisas eh >> Isso é um par é o paradigma de canudos, sabe? E outra coisa também, esse é um fenômeno que tá acontecendo muito. Por exemplo, se você tem uma moeda aí, você sabe girar uma moeda? >> Ah, >> fazer ela girar. >> Não sei não, cara. Cons nem >> saber. Alguém de vocês sabe girar uma moeda? >> Tipo assim, ó. Tipo assim, >>
girar. Puf. Ah, tá vendo que ela tem um Eixo? Aí ela começa a cair, aumenta a velocidade e ela estabiliza. Uhum. >> Não é? >> Ó, pode ver, se o pessoal tiver vendo na na filmagem, primeiro ela gira em torno de um. >> É, primeiro ela, ó, ela gira em torno de um eixo, depois ela começa a cair e aumenta a velocidade. Depois ela para, ela sai do eixo e aumenta a velocidade. Todas as partes começam a a girar. Então Isso chama-se movimento de Oiler, tá? Que que acontece? A pandemia de uma cidadezinha que ninguém
tinha ouvido falar, surge um vírus que contaminou a rainha da Inglaterra. Que que, qual foi o paradigma disso? O paradigma disso foi o seguinte. A partir dali, qualquer parte do planeta, pequena ou desconhecida, seria capaz de mudar o planeta. Então, o epicentro da estrutura passa a se equistribuir, porque todo lugar é importante. Pode surgir lá da Vila Prudente >> Uhum. >> uma revolução de comunicação. >> Entendi. >> Entende. Então também tá entregue para cada pessoa. Houve tá vendo uma equistribuição e e perdeu-se o eixo de hegemonia. Antes essa instabilidade da moeda jurando, porque isso é
uma instabilidade, tava na mão de uma hegemônica, de um país, >> de uma cultura, de uma estrutura. Aí começou a a perder esse eixo e a velocidade fica maior e isso se distribui, não é? Até que a moeda pare e tudo ssegue. Nós estamos vivendo um movimento de Oiler. A gente precisa que pare logo, Professor. >> Não é que a gente precisa que pare logo. Isso vai acontecer com uma dinâmica natural, uma dinâmica da natureza. Nós fazemos parte da natureza. >> Uhum. Mas a gente precisa de ter consciência disso, porque tá, quando a moeda ela
para assim, ela tá distribuindo para cada pessoa o seu poder. >> Sim, entendeu? >> Então há potência aí quando para Ser essa potência também, né? Quando para você conseguiu estabilidade, porque isso é estabilidade. Antes era instabilidade. Você entrega a potência para cada um e tudo isso é que gera a estabilidade. >> Entendi. >> Entende? Então você >> acho muito maneiro quando tu pega algumas coisas que acontecem e às vezes macro, às vezes micro na natureza. E ó, mas na nossa vida é assim. Eu, [ __ ] eu Não tinha pensado desse jeito. >> É, mas
é é importante. >> O cara me fez rodar a moeda para me explicar. Gostei. Porque cada jovem que tá com celular, que tá, ele tem um poder, ele precisa perceber isso e encontrar qual é que é o propósito dele nesse processo de construção de uma estabilidade. Porque veja, >> entendido, >> existe uma uma questão, é, a gente precisa de ter uma uma conjunção de de estruturas sistêmicas para entender uma realidade. o biológico, o psicológico, o ambiental, social, funcional, o espiritual. Esses elementos sistemicamente que vão explicar um um fenômeno. Você pega, por exemplo, quando Charles Darwin
ele ele ele vai, eu não sei se eu falei isso no programa anterior, >> não, mas D, pode ter gente que tá Assistindo a gente que não tava no outro, >> tá? O Charles Darwin, você sabe que a família do Darwin e depois historiadores que conhecem mais do que eu podem me corrigir. Eu tô assim brincando de falar só. Então, >> o historiador chato, o cientista chato. Deixa eu trocar uma ideia com o Sérgio aqui no pais. [risadas] Vai, >> aqui é um bate-papo de amigos. >> Calma aí, calma. >> Não, eu gosto que o
pessoal me corrige, porque a gente sempre aprende, né? Então, o que acontece? Eles eles tinham uma conexão espiritual à família do Darwin que vinha dos druidas, dos celtas. E o por conta disso, por conhecimento espiritual, o avô do do avô do do Darwin era investidor da abolição da escravatura. Ele foi um dos responsáveis, né? Porque a a responsabilidade da Comunidade preta, mas ele foi um dos responsáveis por baix pros ocidentais baixarem a guarda, pros brancos baixarem a guarda. Ele foi um investidor. E uma das questões que que vinha na na sabedoria ancestral era o seguinte:
o preto e o branco são a mesma raça. Então o que que ele faz? Ele manda o Darwin pesquisar a origem das espécies. Então ele >> Tu não tinha contado isso da outra vez? Não, >> não, >> não. >> Ah, >> interessante. É, >> é, ele, ele manda o Darwin, ele financia que o Darwin veio pra Amazônia, veio para Galápagos >> e ele começa pesquisando nos animais até chegar no Anima Nobel, no ser humano, e prova que preto e branco são a mesma raça. Isso tinha uma função, Entendeu, da ciência eh reconstruir esse saber. Isso
veio de conhecimentos ancestrais, espirituais. >> Até porque antes, professor, e aí você me corrige se eu tiver errado, mas que eu saiba, eh, havia alguns artigos científicos que tentavam dizer o contrário, que tentavam dizer que havia uma raça superior. >> Exato. Que Exato. É, era vigente na Europa isso. Bom, >> outra coisa >> que que acontece? E esses conhecimentos não tinha internet, ninguém. Você vê, por exemplo, Charles Darvin não conheceu Gregor Mendel, o que é uma pena. O Gregor Mendel foi quem descobriu a genética. >> Uhum. >> Entende? Então ele não conseguiu fechar toda a
teoria evolutiva. Então hoje você tem que cruzar o o Mendel com o Darwin, a o Nel David. >> A gente agradece a Deus pelos dois >> pel para fundamentar, não é? >> E e os religiosos, eu vou dizer o seguinte, todas essas leis da natureza são algoritmos divinos, sabe? Bom, o que que acontece? >> Também acho >> o o que que acontece? Tudo tem um comando consciencial divino. O que que acontece? Ah, o Darwin chega e ele ganha o prêmio da Royal Scientific Society. >> Aham. >> Mas não foi só ele que fez a pesquisa.
Paralelamente na Polinésia, Russell Wallace vai fazer a mesma pesquisa também patrocinado e chega a mesma conclusão que o Charles Darwin. E aí eles dois recebem o prêmio igualmente. Por que que a gente não conhece o Russell Wallace e nem tem a estátua dele no Museu de História Natural de Londres? >> Eu também não conhecia essa história de Fato. Por quê? Então isso inclusive foi uma publicação antiga da Scientific American, porque é o seguinte, Usel Wallace abriu o jogo sobre a questão espiritual. Darwin, você não vai falar dos estudos espirituais? Então eles entendiam que todo o
processo de evolução das espécies era a ontogênese do espírito, era a construção do espírito. E ele acreditava num fenômeno da natureza que é a palingese, Que é a cingênese, >> que é a ciclicidade da vida, que os hindus acreditam, os budistas acreditam, que é as idas e vindas reencarnatórias. Os os povos da floresta acreditam, eles acreditavam nessa ciclicidade. E ele vai falar abertamente, o Darwin, você não vai dizer. E o Darvin fica quieto e ele é cancelado, o Rusy porque ele quebra paradigmas sociais quando ele tá falando isso. Só que há uma coisa, Quando você
enxerga de forma sistêmica, ou seja, você enxerga o biológico, psicológico, social, ambiental e o espiritual, sistemicamente, como fez o Russeles, você entende melhor o fenômeno, >> porque a a avaliação é sistêmica. E você sabe qual vai ser a diferença? O Darwin vai dizer: "Vence o melhor". vence o mais forte, o topo da cadeia alimentar. O Rus vai falar: "Não é assim que funciona a natureza. A natureza Trabalha por cooperação. Então o que que acontece? Quando o Rus é apagado? Nós a a ciência desligou o ser humano da natureza. Eu não faço parte dela. Ela é
meu objeto de consumo. Eu sou eu tô no topo da cadeia alimentar. Se a gente fosse olhar o que o Russell Wall estava falando, ele vai acontece o o Darvin tem uma pesquisa sobre minhocas. >> Uhum. >> Você sabe que se acabar as minhocas acaba tudo. Sabe por quê? >> Por quê? >> Porque é o seguinte, você respira o ar, 78% do ar que você respira é nitrogênio. Só 21% é oxigênio. Para onde vai esse nitrogênio? Para que que ele serve? Ele vai ser respirado pela Terra. Porque esse ar, esse nitrogênio precisa chegar nas raízes
das plantas, porque nessas raízes das plantas você tem as bactérias fixadoras de Nitrogênio, que é fundamental para fabricar proteína. Então, se não tiver minhoca para levar o ar pras raízes, a natureza morre. >> Então, na compreensão do Russell, por exemplo, bom, quem é o ser mais importante? A gente vai fazer a minhoca porque se acabar o ser humano acaba [risadas] a natureza cresce. Acabar a minhoca acaba tudo. Então todos os seres são importantes. A natureza age em cooperação. >> A gente é bom em quebrar esse esse esse equilíbrio aí, hein? E professor, você tava falando
também que o eles são contemporâneos, Russell Wall Wallace e Darwin, né? É, eles fizeram, eles ganharam no mesmo tempo pesquisa, >> exato. Com uma pesquisa muito semelhante e e o Russell dizendo pro Darwin: "Cara, tu não vai falar, >> vai falar >> o a gente tem o dá para acessar o Trabalho do Russell Wallace hoje em dia com facilidade?" >> Dá, dá para acessar, >> tá? >> Tem inclusive um artigo da científica América, se bem que eu acho que faz uns 30 anos que eu li esse artigo. >> Eh, >> tá, tá. E é interessante
porque é o seguinte, se você há duas coisas fundamentais para você ensinar na escola. Primeiro que tudo que você Estuda pro vestibular é 5% do universo e não foi avisado à crianças, [risadas] sendo que 4% é hidrogênio. O resto é o que você estuda de da tabela periódica. Isso não foi avisado. Você sabe qual é a consequência disso? Você você faz uma escola que forma um aluno que acha que ele tem que tudo que ele sabe tudo do universo. Não existe na mente dele alguém que avise: "Olha, você não sabe 25% do universo". E você
sabe qual é a Consequência? Não forma mentes indagadoras para discortinar esse além. Forma mentes que t certezas. E essa mente que tem certezas, ela é artificial, porque existe algo dentro de nós que percebe esse ser profundo, percebe a verdade. Então começa a surgir contradições e aí vem toda uma série de inseguranças do existir, sabe? Então, se a escola ensina o que a Ciência tá discrutinando e dizer, gente, 95% do universo, nós não temos uma única equação, como que nós vamos investigar? Entrega para as crianças descobrirem isso. E você vai formar cérebros abertos paraa solução dos
destinos, cérebros impactados pelo desafio, porque já não se tem desafio, tem imposição. A gente precisa tirar da cabeça esse negócio de acreditar. Ah, eu não acredito em Deus. Ah, eu não acredito nos espíritos, no vida espiritual. Que acreditar? Você tem que descobrir. Acreditar como acreditar não tem raízes. O que tem raízes é você descobrir. A natureza tá ali para você descobrir ela. Vai atrás do que você, que que você vai descobrir? Por que caminhos da tua vida? >> Sim. É interessante porque é verdade. Eu eh eu acho, eu sinto que uma um dos principais problemas
que eu sinto, né? Tô dizendo que é, mas um dos principais problemas que eu sinto na sociedade é mesmo a noção de que eu já conheço aí. Eu não preciso aprender nada, eu já olha, isso é tão óbvio, senta aqui que eu vou te explicar como é que é. E calma aí, cara. Eu tô dizendo de um tr às vezes eu tô falando de uma coisa que é um é uma percepção. Às vezes eu tô falando de uma coisa que é uma, é, nem é possível que você compreenda 100%, porque para compreender 100% o que
eu tô falando, tu precisaria ser eu e viver o que eu vivi e tudo mais, né? >> Sim. É, você veja, ah, A gente precisa criar uma cultura que cada pessoa traz um fragmento do universo. Ninguém vai ver o universo pela sua ótica. Então, se tirarem, você deixa de haver uma luneta que enxerga o universo com a sua singularidade. E cada ser humano, em qualquer condição, cada plantinha, cada animal traz uma luneta do universo. Se nós ignorarmos, nós perdemos uma parte do universo e ficamos fragmentados com a sensação de de que algo não está certo
dentro da gente. Por Isso que quando a gente fala que a natureza age em cooperação, nós somos natureza. Então é da natureza o processo de cooperação. Quando você tem biblicamente um amai-vos uns aos outros, >> amai-vos uns aos outros como eu vos amei, ele tá falando: "Olha, vocês são da natureza. A natureza age em cooperação." É assim que nós adquirimos a estabilidade da moeda, entregando o poder que cada um tem. Vós sois deuses. Vós sois deuses. Você tem uma luz dentro de você. Olhe paraa tua luz, busque isso e cada um trazendo a sua é
essa moeda. E aí estabiliza >> o grande perigo, voltando na tua questão, >> hã, >> é nós esquecermos isso >> dessa potência, >> dessa potência. E a gente tava falando também antes de Começar aqui, professor, que eh sobre eh como a gente como sociedade, como como humanidade, a gente lidou com o último século, que foi o século mais voltado pra ciência do do E a gente tá entrando agora num outro momento. >> Ah, nós comentamos no É, um pouquinho antes de começar. É, é isso daí. É o, é o seguinte, veja, eu não vou dizer
que eu seja um cientista. Eu tenho um diploma de mestre em ciências. >> Pô, como assim? Tu pega um microscópio digital e fica olhando pro cérebro, fatias de cérebro, não é? >> É, mas eu não vou dizer que eu seja um cientista para não para não dizer mais e me colocar numa posição maior do que eu realmente estou. Mas eh eu eu acho o seguinte. Ah, essa a ciência ela precisa rever os seus métodos. A gente chama de epistemologia. >> Uhum. >> Entende? Eh, então, vamos dizer assim, todo o conhecimento que tá sendo trazido para
a a inteligência cognitiva, ela precisa também atingir o coração, senão ela não atinge a individualidade da pessoa. O processo de aprendizado, ele é completamente ligado ao afeto. Uma criança não aprende se o professor não é afetuoso, Porque é o esteio do afeto que faz você assimilar. Você sabe uma coisa curiosa? O J e a He da Universidade de Duc, que foram que fundamentaram a parapsicologia, eles pesquisaram a telepatia no laboratório. Então, eh, o fenômeno telepático era estudado, entre outras formas, por exemplo, com cartas de baralho e um tava pensando, sei lá, num de paus e
o outro descobria pela telepatia. É lógico que ele descobriu que a telepatia é um Fenômeno anômalo, eh, ocorre raramente, não é? Mas houve um francês anterior a Heine chamado Paul Claman Jag >> que ele estudou os fenômenos psicocinésicos e tem uma experiência muito curiosa, prosaica, que ele fez, que foi o seguinte. Ele tava no jardim de Luxemburgo, possivelmente ele tava tomando lá um gratinê eh e olhando o o jardim e uma subdonion, alguma coisa assim, né? E e ele observou um senhor eh Lendo um jornal de costas e ele falou: "Vou fazer uma telepatia. Ele
vai olhar para mim." Pá, pá, pá. O cara não olhou, ficou ali, tomou a sopa toda de cebola, tomou o o gratinê todo dele e tal. Bom, mas passou uma mulher que ele ficou muito entusiasmado com ela. Ela olhou imediatamente. Aí ele teve um insight, a telepatia ocorre naturalmente no esteio do afeto. Por isso que as pessoas falam: "Pensei Em você e você apareceu." Acontece nas famílias, né? Porque o esteio do afeto faz com que não seja um fenômeno anômalo, seja fluente, né? Isso explicaria um irmão que sente o que tá rolando com um outro
irmão. >> Exato. >> A de quilômetros de distância. >> Exatamente. Seria esse esse processo. >> Isso teria alguma coisa a ver também com com física quântica, professor, que eu tenho escutado algumas pessoas falando Sobre isso. >> É, já vou comentar sobre isso porque achei achei interessante você falar, não, imagina, pelo amor de Deus, é só uma questão didática. Então, o que que acontece? acontece o seguinte, o afeto ele é o esteio dessa comunicação que a gente poderia chamar de metalinguagem. Houve um antropólogo chamado George Angel que ele pesquisou macacos e ele pesquisou uma coisa muito
curiosa. >> Ah, >> que o macaco tava dando soco no outro e era brincadeira. Ele falou: "Como é que o macaco sabe que é brincadeira?" porque era o mesmo soco. Então ele descobriu que existe uma linguagem subjacente, uma comunicação subjacente que ele chama de metalinguagem. Então, quando você vai ensinar matemática, se não tiver essa metalinguagem, se não tiver esse esteio De acolhimento, esse esteio de afeto, porque se você dá um soco no macaco, ele sabe que é brincadeira, é porque existe afeto. Então, ele sabe que aquele soco é uma brincadeira. Então, esse esteio do afeto,
ele fundamenta o processo do aprendizado, tá? Então, na escola você precisa de se preocupar com a formatação desse teio do afeto para que haja o potencial de Assimilação do aprendizado. Não é usar ritalina. A verdadeira ritalina é a construção de tecidos de afeto, de de redes afetivas, tá bom? esse elemento afetivo e a ciência não tem como abrigar um conhecimento sobre isso. Isso é uma coisa vivencial. E isso envolve você reconhecer as singularidades de cada pessoa, de cada criança, de cada adolescente, de cada pessoa, reconhecer e falar: "Olha, você Tem o seu espaço para o
seu jeito." Então você formata um espaço de afeto. Então o que que acontece? A ciência ela corta pela média. É como se chegasse um hósped na tua casa, a cama é grande, corta a perna dele e vai caber na cama, entendeu? É o Procrustra fez isso. Então a ciência tá fazendo isso, ela tá fazendo o procedimento de Procrustra. Você entra, se a cama é grande, corta a perna, você fica perfeitamente encaixado Na cama. Então a gente precisa entender que conhecimento abraça outros padrões epistemológicos ou metodológicos, como é eh o padrão vivencial. E onde você tem
o acolhimento, o território que tem o acolhimento das diferenças é a arte. Porque na arte o diferente que é o interessante, a novidade que você traz da sua singularidade, porque o processo criativo ele é sugêneres, ele é completamente acoplado à sua Individualidade. Então este espaço de arte num século que nós estamos chamando por acolhimento de diversidades, é o grande território de expressão. Por isso que eu disse, nós não estamos mais no século da ciência, nós estamos no século das artes. E a gente e você acha que a gente tá fazendo um, é, dá para dizer
que como sociedade a gente tá mais no caminho de entender isso? Porque pelo que eu tô entendendo e o que o senhor tá propondo, eh, não é abandonar a ciência, É considerar outras coisas quando a gente for fazer ciência. Então, vamos considerar. É o sistêmico, é você considerar a conjunção desses saberes, >> que é mais ou menos o que o nosso querido Russel Wallace tava fazendo no trabalho dele. Ele tava considerando coisas que a ciência não tá acostumada a considerar. >> Considerar. Ele falava de ontogênese, filogênese e palingênese. Então ele já avançou na fenomenologia espiritual,
>> entende? Ontogênese é o desenvolvimento embrionário. Filogênese é a o desenvolvimento das espécies. Começa com seres unicelulares, depois os pluricelulares metasuários, aí vem os quinidários, os espongiários, os celenterados, os peixes, os anfíbios, os répteis, as aves, os mamíferos inferiores, até chegar no anima noble, não é isso? É filogênese, é a evolução das espécies. Ontogênese é o desenvolvimento seu dentro do útero, não É? E na consideração do Russell Wallace, o desenvolvimento do espírito, que é esse software >> Uhum. >> A personalidade, ele ocorre ao longo da filogênese, numa ciclicidade da vida que ele vai chamar de
palingênese. >> Existem uns padrões da natureza, professor, eh, que eles são que nem se estava falando do desenho que há no pólen, lá no, né? Eh, ou, por exemplo, o cristal de neve, né? E e ou a gente Consegue fala-se sobre a proporção áurea, né? Os teus exemplos, por exemplo, da moeda, fenômenos naturais. >> Ah, ótimo. Para você vê como que você que é o cara da fala. >> Hã? >> Não, mas as pessoas estão aqui [risadas] para te ouvir falar. Eu só eu só eu só >> vamos chegar na física quântica. Porque é o
seguinte, sempre a psicologia se apropriou da física, >> que eu acho, eu acho que é uma forma Interdisciplinar. Quando você fala bioestatística, é a biologia se apropriando da matemática, não é? A psicologia sempre usou conceitos da física pro entendimento da realidade, não é? Então, por exemplo, a catar-se, eh, o fluxo, a fluxo de ideias, peso da vida, são fenômenos físicos que que procuram traduzir fenômenos psicológicos, que isso é muito usual. quando avança para física de partículas, para mecânica quântica, onde as leis de Funcionamento são outras, também a psicologia pode utilizar desses conceitos para tentar entender,
>> não é, numa expansão de compreensão daquilo que é são as leis que regem a matéria numa numa forma de criar as metáforas pro entendimento do psiquismo. Isso a psicologia sempre fez e hoje existe uma tendência de chamar eh os conhecimentos da física quântica. Eu acho isso legítimo. Muita gente fala de uma pseudociência no que diz respeito a Esse engajamento, mas eu considero que é a maturação de um corpo de ideias que precisa se desenvolver, sabe? Que é essa interdisciplinaridade onde e dentro da mecânica quântica você encontra muito espaço para estudo de consciência. >> Perfeito.
Sim. especial eh e uma e ainda estamos à procura, ó, a gente se acha tão inteligente, 2026, estamos lançando, estamos construindo um telescópio para Estudar energia escura, não sei o quê, mas a gente ainda não conseguiu ligar, eh, unificar a física, né? >> Ah, isso daí eu tenho uma teoria. >> Ah, é? Vamos lá, então. Adoro. >> Quem sou eu? [risadas] >> Não, mas vamos, >> mas é uma conversa. Eu também tenho. [risadas] Eu acho que esse esse foi aí que Deus, entre aspas, sacaneou a gente, >> entendeu? [risadas] Mas vamos lá, deixa eu te
ouvir depois eu. >> Então, eu acho o seguinte, eh, veja, busca-se, busca-se uma equação do tudo. >> Uhum. >> Entendeu? Aí chega-se na partícula de Deus, os bos de Higs. >> Uhum. Não é na minha ignorância física, perdoem-me os físicos, mas é só uma ilocubração infantil minha. Ah, as partículas, subpartículas atômicas, sei lá, 17 partículas, elas seriam estáticas se não fosse os bos de Rigs. Os boson de Rigs permitem a a movimentação das partículas. parece que é o esteio onde a matéria se organiza. Então, é natural se pensar que se existe uma consciência que dirigiu
a estruturação do tudo, ela tá movimentando esses bos de Rigs, não é? Deus movimenta os bos de Rigs. Por isso que não existe oposição entre a existência de uma consciência criadora que se chama de Deus e a ciência. Não existe to toda a matemática que a Ciência tenta eh estudar através dessas constantes, não é? O número fi, o número pi, a constante de plank, todas essas matemáticas do universo são matemáticas de uma consciência. Você não vai pensar que surgiu a inteligência, como nós estamos expressando aqui, cada um de nós do nada, porque existe uma aí
eu eu pegaria pela física clássica, não é? A todo efeito existe uma causa. >> Uhum. >> E e a causa é proporcional ao efeito. Se o efeito é inteligência, a causa tem que ser inteligente por lógica dedutiva. Isso é uma lei da física. Então, existe uma consciência inteligente. Ora, junta-se todas as universidades, você não consegue ainda chegar em todas as equações da natureza. >> Perfeito. >> Que consciência é essa que que sabe todos os algoritmos e faz isso tudo Funcionar? Que força é essa? Inclusive existem coisas que nem a gente não consegue computar. Existe. >>
Exatamente. Ó, aí nós vamos o rádio telescópio de energia escura é a dem é o tapa na cara de quem achava que sabia alguma coisa, entende? Nossa, é urgente, gente, vou falar aqui uma, fazer uma propaganda, >> vai. >> É urgente que os professores se informem a respeito do universo, que não se Conhece nenhuma equação matemática, informe os jovens e as crianças. É urgente que a nossa comunidade apoie a o funcionamento do rádiotelescó de Gir Escura, que essas minhas palavras cheguem no congresso, os políticos que apoiem esse rádielescópio, porque é um horizonte extraordinário você olhar
para aquilo que não se conhece nada, para que as nossas para que nós entreguemos um estímulo para as nossas crianças, vão atrás paraas nossas Gerações. Isso é fundamental. a gente reposicionar, sair da ideia de que todo o conhecimento já está na nossa mão, que a ciência aprovou tudo e tal. Nada disso, nada disso. Inclusive, quando você faz um tratado, você vai fazer um tratado de medicina, um tratado de engenharia, você pega da produção científica as certezas, mas não coloca as dúvidas. Mas um trabalho científico gera uma certeza e uma infinitude de dúvidas que não entram
no tratado. Então Você tem a sensação que você sabe tudo. Você sabe o que acontece? o médico, eu no consultório, por exemplo, >> vou ler o tratado e a doença não segue o tratado de medicina. Eu faço como >> todo dia um paciente puxa o meu tapete do meu conhecimento, eu tenho que reinventar. Não é que eu tô criando história fora daquilo que a medicina determina, mas a gente enxerga tudo que a medicina não tá entendendo. Entendi, entendi, [risadas] >> entendi. É essa a ideia. Eu eu acho que é com certeza o pior inimigo da
evolução é a certeza, né? Porque você não se você acredita que você já conhece tudo, então você não vai nunca procurar nada. Mata curiosidade completamente, >> mata. E olha, as nossas crianças ficam sem ter o que fazer. Eu pergunto pra criança: "O que você quer ser quando crescer?" Ela não sabe. Ela tá sem ânimo, porque não é, não são Mostrados os horizontes, ainda mais para essa geração que vem com esses cérebros diferentes, sabe? >> Cérebros diferentes. >> Ah, é. Como assim? >> Ah, são cérebros. Eu tenho, veja, isso já é uma coisa off label. >>
No no consultório, eu vejo assim muito mapeamento cerebral com área somestésica e com alta potencial alta frequência Alta voltagem. Vejo ondas delta, ondas alfa em alta voltagem nessas crianças. esse pessoal de déficit de atenção. Não, eu eu tô chegando a pensar o seguinte, veja, tudo teoria, gente, eu tô observando que contribuam para não é déficção, é atenção deslocada para outro território. A pessoa tem uma hipertenção no universo do incognocívelo, tipo assim, ele não consegue prestar atenção no que o professor tá falando, mas ele sabe o que o professor tá sentindo. >> Perfeito. Aham. >> Entende?
Vê através de por quê? Porque o nosso cérebro ele tem, por exemplo, eh, canais como uma televisão. Nem sei se existe televisão com canais hoje. Nem sei. >> Existe. Eu acho que existe. Existe. Existe. Existe. >> Existe. Então, então você pega, nós temos o beta para atenção objetiva. Os seus olhos são castanhos. >> Aham. >> O alfa já vai dizer assim: "Existe uma melancolia por trás do teu olhar". Não é verdade? Não tô falando de você, tô falando qualquer coisa, tá? Vai ver o invisível. Sim. >> Então, tem gente que tem muito acentuado isso e
aí não consegue se concentrar porque não conhece os potenciais, porque se você não usa esse potencial, você tem uma Ferrari e sai batendo. >> Ninguém falou que tu que isso daí era alguma coisa pra gente prestar atenção, Professor. >> Mas meu car >> não é, você concorda? Tipo, o cara, o meu pai, por exemplo, ele não sabia que isso era uma possibilidade. O cara na escola lá, ele tava muito mais preocupado em me ensinar o teorema de não sei o quê. E aí essa eh habilidade, ela vira na real um problema. Exato. É uma é
um drone que fica zoando, que você podia usar esse drone. >> Então, >> olha, eu acho que isso é um paradigma que os os meus colegas médicos, pesquisadores de poderiam olhar. Quem sou eu para dizer? Mas vá lá. É o seguinte, eh quando que é uma doença? Eu acho que eu já conversei com você sobre isso. Uma doença é uma forma de você encarar o desafio que você passa. Então, por exemplo, se a Natureza ela é compensatória, se você tem uma perna fraca, a outra é forte. >> Sim. >> Outra vez o internauta falou assim:
"E eu não tenho as duas." Então outra coisa vai ser, não é? >> Então tu é teu bração para tu rodar o >> É. E se não tem um bração, tem outras coisas então que precisam ser discutinadas. Então, a natureza ela é compensatória. A pessoa é cega, ela ouve melhor. Se é cega e e muda, ela tem um tato aperfeiçoadíssimo, tem, enfim, sempre é uma lei da natureza essa compensação. Então, quando a pessoa chega no consultório médico com uma disfunção, uma dor crônica, qualquer disfunção psiquiátrica, aquele é um desafio. Você precisa, você vai dar o
diagnóstico de depressão, de ansiedade, de transtorno bipolar, de esquizofrenia, de epilepsia. Você vai dar esse diagnóstico Da disfunção. >> Uhum. >> Mas você tem que pensar para onde foi a potência. Entendi. >> Onde tá o potencial? Para onde foi o sistema compensatório. Tem que fazer o diagnóstico disso, porque senão a pessoa ela fala assim: "Tá bom, eu sou epilético, eu sou eu tenho fibromialgia, eu tenho". Isso sente em cima do problema. E isso é a doença. >> E a doença acaba definindo aquela pessoa. >> É, agora se se ela disser assim: "Não, eu vou tratar
a fibromialgia com os medicamentos necessários, com a fisioterapia, eu vou tratar o problema psiquiátrico com aquela medicação, com a psic psicoterapia, etc, etc e tal". Mas se eu olho como um desafio e vou atrás da minha potência, das minhas potências espirituais, >> Uhum. das minhas potências mentais, do que a natureza tem para me dizer com aquilo, porque uma natureza não traz um desafio para te derrubar, ela traz, a natureza é cooperativa, ela traz para te levar. Por isso medicamento em latim quer dizer caminho, remédio é reencaminhar. É um novo caminho. Então, ou você olha pro
problema como uma disfunção e senta em cima dele e aí você construiu a doença. Uhum. Ou você enxerga como um Aviso da natureza para que? Recolocação de caminhos e aí você não tem a doença, você tem um caminho. Sim. Professor, o que que você pensa da assim, a medicina oriental ela enxerga a o corpo, a coisa toda de uma forma pelo menos a a vou falar da medicina chinesa antiga, que eu consigo falar com um pouco mais de certeza. Eh, eles enxergam a coisa de uma forma diferente, né? Então, por exemplo, eu saí sem camisa
na chuva da minha casa e vim Caminhando até aqui, provavelmente eu vou ficar resfriado, né? Então, a nossa a medicina ocidental tem um jeito de explicar isso. Ah, não, isso aqui vai é porque tu reduz a tua a tua resistência, não sei o quê, acaba e deixando ali o o vírus ele encontra no teu corpo por conta da do frio que tu passou lá lá, uma resistência mais baixa que tu fica doente. O cara 1000 anos atrás, 2000 anos atrás lá na China, ele ia falar que eh entrou ar frio no seu corpo e aí
você Precisa e esquentar o teu corpo para aquele para aquele ar frio eh sei lá esquentar ou sair e você tem um e aí você melhora que aí ele vai tratar de uma forma muito parecida que a gente trataria aqui, acaba tendo um resultado parecido, mas enxergou de formas diferentes. É, a acupuntura, por exemplo, é um é uma é um tratamento que vem de uma filosofia que enxerga a as enfermidades ou ou de uma forma diferente, não é? >> É. Aí no caso, acupuntura é o último procedimento da medicina tradicional chinesa. É quando eh veja,
perdão, os acupulturistas, é só a minha ignorância que tá pronunciando agora. >> Também falei um monte de ignorância aqui, viu? É, então é o seguinte, acupuntura é o procedimento eh quando não tem quando a tua medicina comunitária não funcionou. Então veja, a gente tem que tomar cuidado quando você traduz a medicina Tradicional chinesa e coloca na cama do Procrustra, >> você corta as pernas porque a tua cama é pequena >> e aí a gente quer que que aquilo lá caiba na nossa >> na nossa E aí você corta as pernas. >> Uhum. corto que entre
aspas não me interessa. Ou >> é o que tá de o que isso aí chama transcultural, é você pegar a outra cultura e ver o que encaixa na sua e Você enquadra ela na sua, entende? Sendo que é uma outra racionalidade, é um outro jeito de pensar. Você não pode pensar acupuntura fora do contexto filosófico da medicina tradicional chinesa, senão você quebra a estrutura, aí não funciona, entende? Porque também precisava de ver funciona para o quê? Porque às vezes, veja, se eu se eu digo para um paciente meu, olha, você tem eh uma tiroidite de
rachimoto, uma colite ulcerativa, eh Você tem uma ansiedade e você tá tratando essas três coisas, isso deve ter alguma coesão se é o mesmo organismo, não é? A gente precisa ir atrás dessa coesão, mas a nossa medicina ela não tem eh entendimento para isso, porque não existe um aprofundamento psicossomático. >> Entendi. Aham. >> Que a medicina chinesa vai ter. Hã, >> só que o psicossomático da medicina chinesa é uma visão espiritual, é é toda Uma racionalidade sistêmica que se amplia por horizontes que nem a nossa psicologia ocidental fez ainda. Então, como é que você vai
enquadrar? Entende? Então, a gente precisa de ter um pouco de noção. >> Eh, assim, existem racionalidades que sistêmicas que nós precisamos analisar que vem de culturas ancestrais. Elas não podem ser colocadas numa caixinha que elas não cabem e depois a gente coloca Naquela caixinha o que coube e aquilo não funciona. Não funciona daquele jeito, daquela forma de compreender, >> né? Pode não fazer sentido porque você vem de uma cultura completamente diversa e aí chega uma informação para você e você nem compreende ela. >> Nem compreende. >> É. >> Entendeu? Então aí pensa que acupuntura é
colocar agulhinhas. Não, pera um pouco. Você colocou na cama, cortou as Pernas, o joelho, cortou tudo. >> Sim. Aham. >> Sabe, precisa ter cultura eh histórica, filosófica. >> Mas que fascina isso, professor? a ideia de que a medicina tradicional chinesa enxerga e trata com, me parece, com bom nível de de assertivo, funciona eh enquanto a gente já tá falando de um outro jeito de enxergar o corpo humano. O meu ponto é muito interessante que exista aqui no centro o corpo. E aqui eu Vou colocar e o corpo eu quero dizer enfermidade, particularidade, tudo do que
um corpo que um que um ser humano é. E aí tem uma tem uma toda uma ideia do que é medicina olhando e aplicada a esse corpo. E aqui desse outro lado uma muito mais antiga também enxergando e aplicando e funcionando. Então assim, para mim é muito interessante. >> Você quer ver uma coisa? Eu vou conversar com você um um assunto >> hã >> de acordo com a medicina estabelecida, >> tá? >> Tá. Eh, eu vou perguntar para você, >> hum, >> o que que é respirar? Respirar é quando eu eu tô basicamente alimentando meu
corpo com oxigênio. Ótimo. Quem descobriu oxigênio? >> Aí eu não sei não, professor. Quem descobriu oxigênio? >> Lavoazier. >> Lavoier. Tá. >> Que que fazia Lavoier? >> Lavoier >> 1780. 1000. >> É, não sei lá. Eu suponho que ele era cientista. >> Cuidava da casa de pólvora. >> Tá. Por que que ele mais temia na casa de pólvora? >> Que explodisse >> pelo quê? >> Por fogo. >> Oh, então o que que ele foi pesquisar? >> Como é que faz para não pegar fogo? Do que que é feito o fogo? Bom, o oxigênio é um
combustível. >> Aí ele descobre o oxigênio, que o oxigênio é o gás comburente. >> Uhum. >> Não é? ele descobre o fogo. Então, quando você fala de inspirar o oxigênio, é para fazer fogo. Por isso que respirar Pirros é fogo. Então você coloca o gás comburente, ele vai paraas suas células, nas células ele vai pra mitocôndria. Na mitocôndria ele serve de acceptor final de elétrons da cadeia respiratória e dali surge caloria. Você sabe qual é a temperatura de uma mitocôndria numa célula? >> Não sei. >> 50º. Tá. Nós temos cerca de 300 mitocôndrias em cada
célula, tá? A Dissipação desse calor dá os 36,5 da sua temperatura corporal. >> Perfeito. >> Tá? Então, inspirar e respirar é mexer com o fogo interno. Lembra? Eu eu eu eu peguei a medicina bioquímica e já comecei a falar na linguagem do do da medicina chinesa, o fogo interno. >> Aham. Você tá entendendo como eh você precisa traduzir essas conexões. Por exemplo, o na medicina chinesa, o Intestino tem a ver com o pulmão. Por quê? Onde é que tem a ver? >> Porque o pulmão e intestino vem do mesma estrutura embrionária. Aí ele vai falar,
>> mas eles não sabiam disso, eles inferiram isso, né? Então, mas olha aí que eu vou chegar, por exemplo, diz assim: "Ah, a vesícula tem a ver com problemas mentais". Mas nós temos uma fase do desenvolvimento do aparelho digestório que é conectado com o Cérebro, é o canal neuroentérico. >> Bom, eu eu já ouvi muitas vezes que a gente tem um montão de neurônio no intestino. >> Sim, mas antes disso eles nasceram coligados. É o canal neuroentérico, era direto, >> é o embrião, não é? Quando por que a medicina chinesa fala basto pâncreas? Porque se
você pegar na filogenia você vai secar um camundongo, o baso e o pâncreas estão juntos. Então eles não Conheciam da forma como a gente conhece. Fala, o rim é um órgão vital. Ah, mas um órgão para fazer xixi, por que que ele é um órgão vital? Porque o rim é um órgão endócrino também. Ele produz um hormônio que é a eritropoetina. Essa eritropoitina que vai paraa medula óssea fazer você produzir o sangue, as emácias que carregam oxigênio. Então, ah, o rim é um órgão vital. A pessoa tem insuficiência renal, ela deixa de produzir o sangue,
você vai Prospaixo oxigênio, o rim fala: "Preciso produzir mais eletropoetina para ter mais hemácia". Então, ele é um órgão respiratório, entende? Então, aí você fala assim: "Puxa, mas eu tô falando da medicina normal. Nossa, mas aí eu já comecei a entrar em fundamentos que vão conversar com a medicina tradicional eh ancestral, entendeu? E essa medicina tradicional ancestral, eh, Cara, ela chega a umas conclusões muito tempo antes dos estudos que fizeram a gente ocidental chegar às conclusões. >> É, você pega, por exemplo, nós falamos de magnetismo. Se um cartão de celular for armazena informação no campo,
por que que nós estamos falando de dopamina? Então a gente a gente precisa compreender que existe uma biofísica, existe um campo, a medicina precisa pesquisar esse campo que a medicina tradicional chinesa já faz, eles vêm os Meridianos. >> Aham. >> Entende? Então você sabe que Leonardo da Vin primeiro fez o desenho do útero perfeito, como a gente eh eh conhece anatomicamente, mas ele desenhou num dos desenhos deles, um canal entre as mamas e o e o útero, que não existe anatomicamente, mas existe energeticamente como meridiano >> e existe como trajetória hormonal, Porque a mesma oscitocina
que contrai o o os ductos lactíferos paraar o o o o >> o leite é o que contrai o útero, >> entende? >> Por quê? Porque quando o bebezinho nasce, o útero precisa constrair para parar de sangrar e o e os dúctos lactíferos precisam ejetar o leite. Então é o mesmo hormônio que vai que vai fazer isso. Mas isso daí segue a trajetória energética, não é? Então, nós precisamos evoluir Por uma anatomia do campo corporal. Tanta tecnologia, precisa haver um esforço nesse sentido, porque aí nós vamos provocar as coincidências com o que se sabe ancestralmente.
>> E aí, você acha que a gente tá eh bom, a gente tá num bom caminho nesse sentido aí, professor? Porque assim, me parece que, ó, eu ia dizer que a academia parece muito distante do mundo real e que as e esses os acadêmicos conversam pouco com a sociedade e tal, mas eu não Acho que isso eu acho que isso tá se enfraquecendo cada vez mais. Eh, me parece que os cientistas estão dispostos ou a pelo menos eh conversar com a sociedade no sentido de olha aqui o que que eu sei pelo menos. eh, descobrir
isso aqui, isso aqui, isso aqui. Eu eu sinto porque eu às vezes eu chamo os caras e eles vêm aqui, entendeu? >> Ah, que graça. Ó, você sabe que quando eu entrei na faculdade de medicina faz 46 anos, >> eh, eu tinha 17 anos. Eu não sei se é 46, tô ruim de conta, >> tá bom? Mas é por aí, 45 ou 46, não sei. Eh, eu entrei com 17 anos na faculdade e eu eu vinha de uma situação que eu tive um eu tinha epilepsia, tomava uma medicação e eu tinha uma epilepsia de ausência.
>> Hum. >> Então, por exemplo, eu ia fazer uma prova, eu apagava. Então, só que ninguém percebia porque eu ficava, >> entendi. >> Entendeu? Eu entregava a prova feita pela metade e não lembrava, entende? E e era uma crise chamada crise epilética de ausência. Bom, imagina que eu ia fazer o vestibular, não é? Então, eu não podia ter uma coisa dessa. Só que a medicação não tava funcionando completamente E minha mãe me levou para uma assistência espiritual. Eu comecei a estudar espiritualidade. Eu estudei Blavatsk, eu estudei o Espiritismo, eu eu estudei no colégio católico, eu
me aprofundei no catolicismo, eu estudei espiritualidade, >> tá? >> Eu estudei a sério e eu comecei a observar em mim potencialidades que todas as pessoas têm, só que eu tava vendo E eu percebi que aquilo que era era minha consciência que expandia e eu comecei a usar isso ao meu favor. Por isso que eu entrei no festibular com 17 anos, quase gabaritei a prova, entrei na Universidade de São Paulo, que era o o alvo geral. Eu consegui com 17 anos sem cursinho, sem nada. >> Estudou para caramba e na hora ainda usou um E o
que? Como assim te ajudou? >> Me ajudou porque eu tinha conhecimento Espiritual. Isso guarda para depois, para uma outra hora para conversar, se as pessoas se interessarem, tá? >> Aí que que acontece? Que que acontece? Quando eu cheguei na faculdade de medicina, que eu entrei no hospital das clínicas, eu falei: "Pô, esse pessoal precisa de espiritualidade". E aí eu fundei na USP um núcleo de estudos de espiritualidade. >> Aham. >> Que é completamente Eh assim, eu fico pensando isso. >> Isso, isso há 46 anos atrás. Bom, que que aconteceu? Eu fui na diretoria da faculdade
e eles disseram: "Só se for no porão da faculdade". >> Uhum. >> Eu falei: "Eu acho ótimo". Eu fui, eu pintei o porão, arrumei, tirei tudo e tal e tal e tal. E olhei, falei: "Aqui tá os alicerces da faculdade". E comecei a fazer reuniões de estudo. E toda a minha faculdade eu Fiz essas reuniões. Passaram-se 30 anos e eu fui convidado para fazer uma conferência no primeiro andar. [risadas] Houve uma evolução. >> Aham. >> Entende? para entender. Hoje o Conselho Federal de Medicina enxerga espiritualidade como importante, associações, etc. Porque dizem respeito à essência humana.
Aí a pessoa fala: "Ah, mas eu não Acredito. Eu não, eu não tô falando de acreditar. Eu não, >> eu acho que você tem que descobrir em você onde tá a sua espiritualidade. É na música, é num num hobby que você gosta de fazer, você gosta de passear na praia? Onde tá a tua espiritualidade? Onde você se enxerga e fala assim: "Nossa, esse sou eu". Ali tá a tua espiritualidade? Entende? Cada um tem o seu jeito. Eu não tô falando de religião, eu tô falando de Uma essência da natureza que todos nós temos. E aí
aconteceu que quando eu passei no vestibularário, eu parei de tomar a medicação por ordem médica, porque eu já tinha superado. Só que quando eu superei, sabe, o drone que zoava, eu passei a usar >> e aquilo me ajudava a entender as pessoas, entender o mundo, enxergar coisas que não se viam normalmente. Essa é uma outra história, outra conversa. Tá, >> se o pessoal se interessar, a gente pode entrar num outro episódio falando assim livremente de certos conhecimentos. >> Então, eh, aliás, Marina falou, não esquece de falar que eu tô lançando uma plataforma, chama Portal do
Ser para Encontro de si. >> Como é que funciona? >> Olha, eu eu e a Marina, a gente reuniu uns 30 professores, são pessoas vividas, sabe? Tem um filósofo guarani que é o Cacaverá. Legal, >> entendeu? Tem um estudioso dos desdobramentos, o Wagner Borges, tem um um o Artur que mora eh faz um trabalho com os chavantes na Serra do Roncador, ah, que trabalhava com Trigueirinho. Tem um pessoal, sabe, que tem aquela sabedoria de vida, >> não é? E é um portal, é meia hora por dia para acompanhar um processo de autoconhecimento, chama Portal do
Ser, da Uniespírita, a universidade que eu tô Criando, que eu tô com essa doideira, criar uma universidade que une ciência e espiritualidade, uniespírito chama o pessoal se tiver interesse. >> Interessante. >> É muito interessante. E olha, e eu tô fazendo isso assim com muita responsabilidade por conta dos problemas de saúde mental, eh, que estão epidêmicos hoje, entendeu? Então eu tô, por quê? Porque não basta o remedinho, precisão epidêmicos ou a Gente que tá prestando mais atenção? Não, sempre foi assim. >> Lembra da moeda? >> Lembro da moeda. >> Então, tá acontecendo uma coisa diferente, >>
tá? sabe? Eh, mais >> tá mais, tá tá uma coisa diferente. As pessoas estão percebendo isso, sabe? >> É, hoje pelo menos fala-se mais sobre isso, com certeza. >> É, é que eu não sei porque eu vivo o dia Todo esse esse embate da na linha de frente. >> Aham. Eh, então a gente se assusta um pouco com o volume, né, de psiquiatria hoje. >> Unespírito, >> uniespírito, Universidade Internacional de Ciências do Espírito. Era é uma ideia que eu tive de >> legal. Mas aí, eh, eu acho que me parece aí me ajuda que assim,
pelo que a gente tá conversando aqui, eh, eu tô Entendendo que, ô, ciência, vamos considerar outras variáveis. Exato. É partir de um princípio que porque é o seguinte, você pode partir do princípio que o seu cérebro produz o teu pensamento. >> Aham. >> Mas isso não tem prova científica. >> Perfeito. >> Eu posso partir de um outro postulado. O cérebro é transdutor do pensamento, >> que tem tanta validação científica Quanto o outro. Portanto, por não considerar, >> po, pode considerar. Eu tô considerando isso. Então, un espírito tá construindo em cima desse processo. Tô >> entendendo?
>> E você sabe uma coisa curiosíssima? Eh, faz muitos anos que eu fundei essa universidade que ainda é um embrião. Aham. >> Não é? E inclusive esse portal do ser, ele é um lifelong learning da Unispírito. Nós temos cursos acadêmicos também para médicos e tal e tal. Bom, e aí ã quando eu recebi um convite da Universidade de Harvard para fazer uma conferência pro staff de neurociências. >> Ô, tu tava no no no porão outro dia, pô. >> É. Você sabe >> que eles colocaram me chamar pelo meu nome e pela unispírito? >> Ah, é?
>> Foi. Eu tenho, >> eu tenho a carta. Falei: "Que graça! Eles reconheceram, por pequeno que fosse, >> houve um reconhecimento, >> entendeu? E é engraçado que é e quando eu fiz a conferência, tinha lá umas 100 cientistas da universidade. Foi uma coisa assim, foi um uma palestra da minha vida. Mas a gente conversou mesmo é depois no café. >> É, [risadas] imagina, imagina. Esses Caras deve ter um monte de pergunta mesmo. É, >> é. E, e, professor, cara, eh, a gente pensando nesse, eh, na unespírito e considerando que a ciência, que a gente gostaria
que a ciência considerasse outras possibilidades, né? Eh, >> veja, eu não sei se a ciência precisa considerar outras possibilidades. Nós precisamos, a ciência tá no nosso bolso. >> É verdade. [risadas] É verdade. >> Você vai autorizar a ciência. Como assim? A ciência faz, ela é a máquina que faz tudo. Não, quem faz é você. Você considera a ciência para estudar o que? Como roda o parafuso. >> Sim. >> Mas por que que você casou com aquela mulher? A ciência não vai provar. >> Perfeito. Perfeito. >> Entendeu? Se existem outros saberes. >> Uhum. Você sabe uma
coisa curiosa? Eu tenho um hobby de tocar piano. >> Hum. Tu é bom? >> Hã? >> Tu é bom? >> Não, eu sou assim, é o meu hobby, entendeu? Eu tenho até no consultório um piano. >> Sério? Que maneiro. >> Eu eu deixei de estudar piano porque muita emergência médica. E como é que eu ia tocar o piano, gastar uma hora para estudar piano se tinha um paciente de emergência? Nunca fiz isso. Até eu Descobri depois das minhas internações, infarto e tudo, que eu era o paciente mais grave que eu tinha. Aí, aí eu pus
um piano no meu consultório. >> Tu teve um infarto? É isso? >> Tive dois infartos. Eu conheço a medicina do avesso também. [risadas] >> Você sabe a história do meu infarto? Não. >> Não sabe. >> É o seguinte, eu vou contar assim, mais ou menos foi assim a história. Eu tive um colapso >> de tanto trabalhar. Pode ser, pode ser. Não sei. Pode ser que sim. Ah, a gente quando trabalha demais deixa de amar o que faz. um pouco. Sim, >> não é? A gente tem que trabalhar até onde a gente ama, onde a gente
assimila o amor, senão a gente adoece. Esse foi uma das coisas que eu descobri, sabe? E eu caí duro e antes de cair eu chamei, mandei chamar ambulância. Eu tava na minha casa, vieram meus filhos, tal, não sei o quê. E eu vi o meu corpo e e como não bastasse isso, eu eu me eu trabalhei muito em UTI, então eu tinha um raciocínio muito rápido, por onde socorro UTI e tal. Eu falei, eu tive uma emergência hipertensiva, uma encefalopatia hipertensiva E pegou o coração e o cérebro, eu preciso soltar líquido. Então, a sensação que
eu tive na minha experiência é que eu pisei em cima do meu estômago e tive um vômito. E a a pressão caiu. >> O teu o teu corpo vomitou? >> Vomitou. Mas a sensação que eu tinha que fui eu que pisei no meu estômago. É, tal. E eu tava olhando o meu, não é? Mas isso não era estranho para você, doutor? É que você já você lida com isso? >> Olha, isso já aconteceu outras vezes comigo. >> Imagino que sim. Eh, e eu tenho certeza que [risadas] vida após a morte pela minha experiência, porque se
o meu corpo tivesse morrido, eu tava consciente. Bom, aí aconteceu o seguinte, >> é verdade, >> eu fui levado para o hospital cor e lá eh o eu não me identifiquei como médico para não ter privilégios, porque também Isso é feio, né? Eu acho. >> E aí, então eu fiquei naquele corredorzão na época que o Hospital das Crintas era aberto, agora é setorizado, antes era aberto. Eu fiquei lá na maca e tal e tal e veio um assistente e ele me perguntou por que eu tinha caído e tal, tal, se eu tinha perdido a consciência.
Aí eu falei assim: "Eu mesmo não, mas o meu corpo perdeu, [risadas] pô". Foi o que aconteceu. Eu vi desse jeito, entendeu? >> Aham. >> Bom, aí ele olhou para mim e falou assim: "Você tá brincando comigo? Você vê um pronto de socorro lotado assim, você brincar comigo, eu preciso saber e tal e tal". E pegou, pôis a prancheta em cima da minha perna e assim e saiu para atender outro. E tinha um professor que não me reconheceu. Foi até meu professor, mas eu já tava com mais idade, ele não reconheceu. Não me reconheceu e
falou assim: "Eu ouvi o que Você falou". O que você teve foi uma experiência de quase morte. Você saiu do corpo e você voltou. >> Sair do corpo, pelo que eu tô entendendo, talvez não seja a melhor noção também, né? >> É, mas eu saí e voltei. Foi uma experiência de quase morte. >> Aí ele pegou e falou: "Eu vou te dar um telefone de um médico que você precisa procurar e me deu o telefone que era meu Telefone. [risadas] [risadas] [ __ ] é sensacional. Aí, lógico, não ia falar que era eu, porque isso
não ia descredenciar, né? Pessoa famosa que f ele tá me ligando, eu sou famoso, né? Pensei [risadas] assim, mas eu vou descredenciar todo. Aí eu falei assim para ele, falei assim: "Nossa, eu preciso mesmo encontrar essa pessoa porque eu tinha me desligado tanto da minha essência, sabe? Eu acho que a gente se desliga, né? Eu Falei, eu preciso ligar para >> para essa pessoa, né? Foi aí que depois eu passei a tocar piano, passei a reservar um tempo que de autodescoberta que todo o pessoal precisa de sair um pouco da ciranda para fazer esse processo,
sabe? >> E tu tinha quantos anos nessa época aí, professor? Faz muito tempo. >> Ah, eu acho que eu tinha uns 40 anos, talvez. >> Faz uns mais de 20 anos. >> Pois, [risadas] vamos lá, né? Eh, tá. Mas não, o que eu ia falar não tem nada a ver com isso, não. Tem a ver com o seguinte, tem a ver com, cara, eh, quando isso acontece contigo, você já tinha tido, eh, várias experiências espirituais. Você me falou que eh um dia você vai voltar aqui para me contar sobre eh essa parte e já te
e me falou também que tu já tinha eh não era tão novidade assim a ponto de tu não ficar Chocado de ver teu corpo e ir lá, pô, pera aí, deixa eu fazer. >> Não, eu eu fiquei chocado pelo seguinte, duas coisas. me chocaram. >> Hã, >> uma porque não era hora de morrer, porque eu não tinha escrito meu livro, >> tá? Tá. >> Que eu não escrevi [risadas] até hoje. >> Não pode morrer. >> Aí eu falei: "Não, pô, não é hora. Eu não queria morrer, entendeu? Eu não Queria terminar a minha estada aqui.
E a outra é que eu não vi o chamado túnel de luz que você vê. O meu não tinha túnel de luz. >> Entendi. [risadas] Entendi. Então não era mesma. Falei assim, pô, porque experiência de quadro de morte num terno de luz, você vai para onde? >> É [risadas] verdade. Mas aí o ponto é justamente esse que é, eh, >> cara, tu já era um cara ligado com a espiritualidade ou que já tá, já tinha Olhado, já tinha estudado tudo isso e ainda assim tu se perdeu a ponto de ter que se encontrar contigo mesmo
depois. >> É, porque eu acho que esse negócio de saber, eu acho que existe uma diferença entre conhecer e saber. Saber vem da palavra sabor, que é morder a maçã, né? Que a maçã é o símbolo do conhecimento, não é? Então, eu acho que me falta o saber, que é você ter o conhecimento experimentado, Entende? Eu acho que é importante a gente ir atrás disso para não ficar com um palavrório rodando na cabeça sem significado, >> porque aí ocorre uma distância entre o o coração e o cérebro. É o pessoal, eu quero ser eficaz na
empresa e tal, toma ritalina e tal, tal, tal, tal. O remédio faz por você e você não assimila a tua experiência, entende? Não traz pro coração, começa a trabalhar só com a cabeça, não roda com O coração, não traz significados para que você faz. Aí começa o processo do adoecimento. O saber envolve o sabor. Obrigado. A experiência vivida. Por isso que não é acreditar em nada, nem no que eu tô falando, que eu assim, a minha fala tem que ser para você internauta que tá participando, motivação para você pensar e encontrar sua verdade. >> Perfeito.
>> Eu não quero convencer você de nada. Eu só tô expondo. Quando eu exponho fatos Da minha vida e da minha mente, eu tô tornando tudo isso uma experiência. >> Uhum. para você fazer também o mesmo. Não é para acreditar no que eu tô falando, é para você criar, descobrir por você o seu caminho, que é isso que todos nós estamos precisando fazer. >> Tô contigo. Concordo 100%. Eu acho que uma das coisas mais >> eh talvez a o que a gente veio fazer aqui ou boa parte do que a gente veio fazer aqui é
olhar para dentro mesmo. E Olhar para dentro, para olhar para dentro, eu preciso primeiro considerar e entender o que tá vindo, pelo menos do jeito que eu enxergo, tá? eu consigo olhar para dentro a partir do momento que eu consigo reconhecer o que veio de fora. Então, eh, tem coisa que eu sou uma coxa de retalhos, eu tenho coisas de todo mundo, assim, tem uma, eu conheço muita gente, eu sou um pouco do meu pai, eu sou um pouco da minha mãe, eu sou um pouco da minha esposa, eu sou um pouco De todo mundo
que passa por aqui. É, mas eu preciso também conseguir pelo menos é o jeito que eu enxergo, é olhar por debaixo dessa coxa de retalhos e e ver o que que é essencialmente eu, né? E e olhar pro que é essencialmente eu é muito difícil se eu não tiver se eu nem souber que isso é possível. >> É, puxa, você falou uma coisa interessante, o seu pai, sua mãe, seus familiares, as pessoas, o que a gente sente pelas pessoas? É material nosso. Você vê o seu pai a partir de você. >> Sim. Você se enxerga
si porque ele espelha você. Então aquilo que você sente por uma pessoa é material que nasce de dentro de você. Aquela pessoa só tá espelhando. Por exemplo, é muito importante a pessoa quando tem raiva. >> Uhum. A raiva é sempre uma energia de um potencial que você tem dentro de você e não tá usando. Só que você usa um bode expiatório. É raiva daquela pessoa, é raiva daquela situação. Você sabe quando eu descobri isso? >> Hã, >> na minha casa, o vizinho tava fazendo uma obra, barulho, o ano inteiro. Eu falei assim, que obra é
que fica o ano inteiro? Quer Dizer, ele quebrou a casa, fez, quebrou de novo, sei lá, não sei. Eu eu falava assim: "Gente do céu, não é possível, eu vou enlouquecer". Não é? Ele terminou a obra dele. Aí eu comprei uma casa do lado e comecei a fazer uma obra. O barulho não me incomodava. Eu falava: "A gente, é o mesmo barulho do meu vizinho, eu tô feliz". Então, não era o barulho. Que que era que me incomodava? O que deixa a gente com raiva é o potencial nosso que a gente não tá pondo em
Prática. E você acha que você tá com raiva daquela pessoa, porque se você tiver pondo em prática o seu potencial, pode fazer o que quiser, você não sente a raiva, você passa livre, você não se aprisiona naquilo. >> É verdade. E faz todo sentido. >> A gente precisa de às vezes de analisar o que a gente sente pelo outro. É uma tradução do que existe dentro da gente. >> Eu sempre, não é, professor? >> Sempre. Porque você vai usar que olhos para ver o outro? >> Os meus. >> Então são os seus que estão com
isso. >> Meus. Uhum. >> Entende? >> Basicamente você tá dizendo, eu projeto no outro o que tá aqui. >> O que tá. Então por isso que o sempre o outro traduz para você o que você precisa repensar em você. Então, puxa, eu preciso repensar em mim, Porque tá vindo esse ódio, tá vindo essa esse rancor, essa situação. Eu preciso pensar, é uma energia potencial sua que precisa traduzir pros seus potenciais realizadores e aquilo tá parado. Então, eu faço um EV com mapeamento, tá? alta voltagem delta, tá? Uma coisa assim explodindo na cabeça da pessoa. São
potenciais traduzidos de forma energética, porque o cérebro traduz >> esses processos intrapsíquicos pro campo eletromagnético. >> Cara, vai ser muito maneiro olhar e entender isso tudo, olhar o cérebro assim, ó, caraca, que maneiro que tá rolando aqui. >> É bacana quando a gente, eu faço muito isso, entregar pra pessoa o que ela tem para ela pensar e sentir, entende? Então, quando eu comecei a falar publicamente da pineal, é porque é uma coisa que tem na tua cabeça e se você souber o que tem na tua cabeça, você se vira, você começa a Fazer descobertas. >>
Sim, basta tá curioso, né? Precisa só >> alguém, para mim pelo menos, fal precisa só destampar um pouquinho. >> É, aí você aí você começa a se pesquisar, sabe? E é importante a gente ver, porque >> como é que a gente levanta a pontinha do lençol que cobre a gente mesmo, professor, pra gente que o que que eu tô falando? Eh, eu por um tempo eu queria muito que o Flow servisse de veículo Para fazer as pessoas eh quero ainda eh desenvolver o pensamento crítico, né? Isso é um jeito, isso é um jeito de falar
o que a gente tá falando, né? Só que é outro jeito de falar. Eh, por um tempo eu entrei, cara, não dá para fazer isso. Não dá para fazer isso, porque a gente tá vivendo num momento que as pessoas não tão a fim de ouvir para entender, elas estão a fim de ouvir para responder, o que é a mesma coisa que não ouvir. >> É, mas sabe, eh, Igor, a palavra verdadeira, a palavra da verdade fixa na consciência da pessoa. Você tem que acreditar naquilo que é verdade, naquilo que ilumina e você semeia, sabe? Deixa
germinar no tempo da pessoa, porque se é verdade, aquilo vai rodar na cabeça da pessoa, no coração dela, e uma hora ela vai ter um insight. Então a gente tem que estar preocupado se o Que a gente fala é construtivo, se semeia, se as suas palavras semeiam no seu coração, sabe? Se você faz isso, você, cada pessoa vai ter o seu tempo. E a gente precisa entender isso, sabe? A gente tem os nossos momentos que a gente tem revolta, que a gente tem uma autoestima baixa, que a gente tem nossas tristezas, que a gente tá,
são momentos nossos, mas quando a gente ouve a verdade, lê, a gente e se educa com a verdade, aquela verdade ela uma hora ela Germina e ela aparece dentro da gente. Então, vale a pena você continuar eh criando essa promovendo essa iluminação do do saber. >> [ __ ] eu não tenho, eu eu acabei de falar pro senhor isso, mas eu tenho um pouco de eh quando eu ouço de volta, eu fico: "Nossa, mas como como eu sou pretencioso!" Porque assim, a pretensão de dizer a verdade, eu tô mais na linha do que você tá
dizendo, que é, ó, o que Eu tô falando aqui é para provocar um pensamento aí, >> mas isso é a verdade. >> Essa é a verdade é, sei lá, a verdade, >> você sabe, a verdade está >> em algumas posições, naquilo que te leva a fazer o bem. Ali tá a verdade. A verdade tá quando você se enxerga no ponto que você está. Não é mais. É ali. >> Perfeito. >> A verdade tá ali. A gente se colocar onde a gente tá. >> Mas por que que a gente também, ou pelo menos algumas pessoas olham
pro ponto que tá ou assim, não se vê num ponto mais alto, mas se vê num ponto mais baixo do que realmente tá. Isso daí quem trabalhou muito isso, veja, na minha ignorância filosófica, com perdão dos filósofos, é só uma leitura eh pobre minha, Heidegger. Heidegger, ele vai dizer mais uma vez, dizendo perdão aos filósofos, É o meu entendimento que que pode ser modificado também. Ele dizia o seguinte: "A gente precisa de reconhecer a situação que nós estamos. Ele chama dezai. É assim, eu nasci nessa família, a minha condição é essa, essa é a minha
situação, é o que temos para o jantar. >> Uhum. >> Aí você vai enxergar Um todos os fatos que te levaram àquela situação e que são gigantes. E esses fatos todos você é muito pequeno para tudo aquilo que aconteceu e você não consegue remover. Ele chama de facticidade. >> Uhum. >> Tá. >> Aí ele diz a única forma. Aí ele não, aí sou eu que tô dizendo, interpretando Heidegger, né? Com perdão pros filósofos. Aí ele vai dizer assim: "O único jeito de vencer essa facicidade é transfixá-la pela e encontrar a transcendência. E aí quando você
faz isso, você entende a vida. Só que a gente consegue fazer isso na maturidade. E aí a gente olha, enxerga a vida, por que que eu tô aqui? Que que eu tenho que fazer? E você se anima. E aí você faz a primeira pergunta: haverá tempo? Será que vai dar tempo? >> É. >> Aí ele escreve o ser e o tempo, entende? Então, é muito importante a gente reconhecer a situação que a gente tá, mas é fundamental nós transfixarmos essa essa zona e de pesada pela transcendência e cada um que encontre essa transcendência pelos seus
caminhos, porque é a única forma, porque não dá para você brigar com cada ponto. Aquela pessoa é daquele jeito, aquela situação É daquele jeito, aquela sociedade é daquele jeito, aquele Você não vai mudar de uma hora para outra. O império turco durou 300, 400 anos, mas você pode transcender e olhar por cima. E essa transcendência, ela polariza a nossa consciência pro devir, pro vir a ser. Tira a nossa consciência do passado, salva a nossa consciência dessa facicidade inexplicável, destrutiva. Nossa, a gente vai precisar marcar um Outro mesmo. Tem mensagem pra gente aí, Vitão, antes da
gente pinto, é, deixa eu falar para vocês aqui dos parceiros de hoje. E eu vou começar pelo Mercado Livre, que o Mercado Livre, cara, tá com tem uma eh tem uma mensagem bastante maneira para você aí nesse mês do consumidor, que é o seguinte, cara. Ó, aqui a gente tem uma um um uma caixa simulada de um de uma de uma encomenda que tem que tem aqui alguns dados, né? E você que tá em casa aí, cara, você toma Cuidado para cuid você toma cuidado com os seus dados. Quando você recebe uma encomenda na sua
casa, independente de onde você, ao jogar fora a tua embalagem, você remove os dados, você destrói aquilo ali para não para não sei lá, para não ficar por aí no mundo a teu nome, com teu endereço, com coisas que são importantes para você. Então, nesse mês do consumidor, o Mercado Livre, ele tá tentando te ajudar com isso daí. Então, olha o que que tá rolando, ó. As Caixas nesse mês vão chegar com uma parte aqui que dá para você raspar e aqui embaixo vai ter um código que pode te dar um um cupom, que você
pode ganhar cupons para você usar no Mercado Livre. Então, cara, você ao mesmo tempo que protege os teus dados, você ainda corre risco de ganhar um cupom e, sei lá, comprar as coisas mais barato lá no Mercado Livre. Então, ó, o recado é o seguinte, cara. Cuidado com os teus dados, tá? E aproveita essa isso que o Que o essa mensagem que o Mercado Livre tá tentando passar pr pra gente, que você pode se dar bem também e ganhar um cupom, tá bom? Então, vai lá, raspa aí os seus dados para ficar seguro e ainda
por cima, né? Um cuponzinho no Mercado Livre. Bom, outro parceiro que tá com a gente aqui é o é o é ACD, cara. E é para falar que tá rolando aí, cara, uma nova campanha de doações da ACD. E eu não sei e o quanto que vocês conhecem da CD, provavelmente já ouviram falar do Teleton, que é um evento que a ACD promove todo, tem promovido aí há muitos anos já, na verdade, na TV para levantar fundos para poder e eh custear a operação da ACD, que que ajuda muita gente aí pelo Brasil. Então, a
galera eh a ACD tem muito a ver com movimento, né? Então, a galera que tem eh algum problema para na perna ou que impede alguma movimento, a ACD tá lá para cuidar e tá rolando essa campanha nova que é a sua doação Abre portas, que é para contribuir aí com a manutenção do volume e a qualidade dos trabalhos da ACD, cara. E se você puder ajudar, cara, qualquer R$ 10, qualquer R$ 5 aí que você tiver, ajuda muito, com certeza. E aqui na descrição tem o link para você fazer a tua doação. Também tem um
QR code, não tem, Vitão? Então tem um QR code aí também para você ajudar a galera lá da CD a eles continuarem ajudando quem realmente precisa, tá bom? Então vai lá conhecer Se puder a se puder doar, doe aí que vai com certeza ajudar uma galera, tá bom? Dá para na mensagem aí, Vitão. Mandou uma mensagem pelo Pix. Doutor, meu amor foi diagnosticada com ansiedade e condenada por um psiquiatra a tomar remédio para o resto da vida dela. Detalhe, ela tem apenas 25 anos. Isso está cada vez mais comum. Comente sobre. Mas >> com certeza
ele mandou num tom mais amigável. Tá bom. É a inteligência Artificial. Lembro. >> Comente sobre. Eh, eu acho que a gente precisa fazer uma diferença entre diagnóstico e classificação. Quando você fala ansiedade, você tá falando de uma classificação. Então, tem um número do SID, não é? SID 10, F42, por exemplo. Então, eh, aquilo é classificação. Depressão é classificação. Isso não é diagnóstico, tá? Você não vai tratar uma pessoa pela Classificação. Que que é um diagnóstico? É como aquilo funciona naquela pessoa. >> Uhum. É pessoal, né? >> É o diagnóstico é pessoal. E que que é
uma pessoa compreendida pela medicina? Segundo a Organização Mundial de Saúde? >> É um um ser que possui domínios. Domínio biológico, psicológico, social, ambiental, funcional e espiritual. Então, o que que você precisa fazer? Você precisa investigar todos os domínios de uma pessoa para você criar Uma imagem do que está acontecendo. E isso é o diagnóstico. >> Uhum. em cada domínio. E aí, tendo esse diagnóstico, você tem uma multiplicidade de visões que dá uma multiplicidade de ações. Então, você pode agir no biológico, agir no psicológico, no social, no ambiental, no funcional e no espiritual. E criar processos
terapêuticos integrados, porque só o diagnóstico que é pessoal e multifatorial é que te traz a Possibilidade de construção de uma estratégia terapêutica. Então é diferente você medicar de você usar um fármaco. Usar um fármaco é um detalhe dentro de uma Agora, usar um fármaco sem um diagnóstico, você usa só a classificação como referência, você fica sem o balanceamento. Você você coloca a pessoa numa situação desarmada porque você não abriu espaço para entender a potencialidade dela, os aspectos psíquicos. aspectos Espirituais, os aspectos sociais que arquivam as potencialidades dela, vão fazer com que ela tenha um empoderamento
da situação e impede a eternização daquele problema ou traz uma ressignificação da situação. Quando a pessoa tem que conviver com certa situação, não é? teve uma parapligia, teve, ela vai ter que conviver eh com aquela situação por um tempo até que a medicina discur, aliás, ultimamente nós estamos, se Deus quiser, vamos avançar Nisso. >> Eh, mas a pessoa ela vai ressignificar aquilo e poder se desenvolver e crescer por ângulos que ela não tinha visto antes, >> sabe? Uhum. >> Então, a gente precisa de de olhar a medicina com sabedoria pra gente, inclusive e eu dou
um curso para médicos >> poderem pensar >> com um raciocínio mais estruturado, que é um curso de medicina da Transcendência. Sabe por quê, né, que eu tô falando isso? >> Por quê? >> Porque com os problemas que se vive, se a gente não almejar essa transcendência, a gente não encontra e referência. Por que que eu tô passando por isso? É verdade, mas o mas um um o cara que tá procurando essa especialização, por exemplo, ele precisa estar incomodado com o que tá com a maneira como as coisas estão rolando. O que que eu quero Dizer?
que eh me parece que essa rapidez no, entre aspas, diagnóstico eh tem a ver também com o momento que a gente tá vivendo de [ __ ] eu tenho que otimizar o tempo, eu tenho que fazer, eu tenho que gerar o máximo possível, eh, como é que eu consigo atender o máximo de paciente possível? Às vezes o sistema de certa forma empurra para isso. Imagina um médico com no começo da carreira que ele eh precisa atender, ele trabalha o consultório de alguém ou sei lá e e tem O convênio e o convênio paga de um
paga uma quantia que para valer a pena tem que fazer um monte. Então o próprio sistema atrapalha com que com que haja um cuidado mais pessoal. É, mas o, eu acho assim que o médico >> e todo profissional, né, de todas as áreas precisa gostar do que faz e se interessar pela pessoa, porque você >> se você se interessa pela pessoa, >> você vai encontrar um jeitinho seu naquele momento, sabe? E uma vez eu tava No hospital das clínicas e faz muitos anos, tinha uma senhora para ser operada, não sei se eu já contei essa
história do programa, e ela era nordestina com aquele sotaque bem arretado, >> não é? E toda divertida e ela ia ser operada. E chegou o cirurgião que ia operar ela, que chamava-se Nelson, judeu, com o Kipá, todo assim a caráter. >> E a primeira coisa que eu pensei, nossa, como que vai ser a conversa deles? >> Não é? E ela assim olhou assim, falou: "Que chapeuzinho é esse?" Ele levantou assim para lembrar que existe algo acima de mim. >> Uhum. >> Ela falou: "Entendi, doutor". Comunicou. >> Pronto, né? >> Pronto. Estabceu. Eles se amaram ali.
>> Aham. >> Entende? Então eu acho assim, quando se interessa pela pessoa, aquilo tem aquela metalinguagem, não é? Agora eu não vou Dizer para você que não haja desafios. >> Eu mesmo passei por muitos desafios, não é? todo paciente que a gente acerta esse ponto, mas eu acho que é um propósito. A gente precisa de nós médicos, profissionais de saúde, a gente precisa eh de repensar, aprofundar um pouco a respeito do significado do ser humano e dos mecanismos de saúde e doença, não é? Eu eu sou um pouco ativista nessa parte, por isso que eu
eu eu ofereço esse curso para médicos. Maior parte dos médicos Que me procuram tão passando por problemas pessoais como se a vida tivesse dizendo: "É, olha de você olhar de outro jeito". >> Porque a pessoa sofre, né? >> Vendo sofrimento e no e naquela sensação de impotência, você acha que dá o quê? >> Dá problema, né? >> Entendeu? Então, para essa pessoa que fez a pergunta da ansiedade, a ansiedade não qualifica diagnóstico. Você precisa saber todo o escopo do processo para Você fazer o diagnóstico e estabelecer estratégia de tratamento. E não é só química, não.
>> Então, vou desejar boa sorte pro amigo aí, porque para ele fazer alguma coisa no sentido do que o senhor tá falando, ele vai precisar encontrar um cara específico para caramba também, não vai? Ou tá tendo bastante gente olhando já por esse lado? Ah, eu acho que tem um uma existe uma tendência de dessa >> O senhor ainda o senhor ainda ainda tá Na clínica? >> Eu atendo ainda não dou conta da da rasuística, né? A gente faz o que pode, né? E mas eu eu sinto que agora que eu tô aprendendo medicina, sabe? >>
Ah, é? >> É >> agora >> é >> 40 e tantos anos depois. >> Eu acho que agora que eu tô percebendo, aprendendo, sabe? Porque a gente lida Com muito desconhecido, né? E e saber lidar com esse desconheo, com desespero, com agressividade. >> Tô entendendo. Tá bom. Nesse sentido, tá bom? >> É, eu tô aprendendo a lidar. É difícil, viu? Eu acho que precisa de uma nova escola mesmo. [risadas] >> Bom, eh, >> você sabe que o, por exemplo, eu, eu sempre tenho essas coisas na internet de educação pública, >> não é? Quando o paciente
ele tem uma educação espiritual de conhecimento, ele chega no consultório com outro recurso, sabe? Ele ele tem outra pegada. Então a gente consegue deslanchar, sabe? É importante a pessoa buscar conhecimento espiritual. Eu não tô falando de religião, que também é bom. Se se aquilo trouxer pra pessoa as respostas dela, também é bom. Mas eu tô falando mais do que isso, porque a pessoa pode ser de Uma religião, mas não tá aprofundando espiritualmente. >> É bem acontece, não é? >> Tá só repetindo o que o cara falou. >> É, precisa de buscar, porque aí também a
pessoa começa a ter mais visão, mais possibilidades, porque não é só o médico que vai resolver, >> muitas outras coisas também pode auxiliar na solução. >> Aham. Aham. É bom. Mand ele na próxima [ __ ] E aí tu vai ter que voltar aqui, Doutor, porque assim, realmente dá pra gente fazer outro episódio mole. Dá lhe aí, então vai. >> Saterf mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, gente. Como o doutor enxerga essas palavras do ano do Jeanzão? Igor explica para ele. PFVR. É verdade. Eh, cara, eu eu, bom, o Jean que trabalha aqui comigo,
ele deve ter ido ali fora ali, eh, ele tem uma ele tem um negocinho esquisito que acontece todo dia primeiro de janeiro, tá? Eh, ele Recebe de certa forma umas palavras e essas palavras regem o ano em certa medida. Isso. Começamos a prestar atenção nisso um tempo para trás e e mais seriamente, acho que do ano passado para para cá, porque eh primeiro e eh um exemplo 2023, 2023 era o ano da maromba e aí as coisas não fazem muito sentido. A gente fica pô ano da maromba. Lá pro final do ano a gente começou
um projeto que tinha a ver com maromba e Explodiu. Todo mundo em todas as academias estava vendo a parada. levamosi uma porrada de gente pra academia. Foi enorme. Eh, esse ano, eh, foi entregue a ele duas palavras, luz e presente, entendeu? Eh, e é muito doido. >> Presente de >> presente é não sei, é sempre assim. >> É sem o que que é que luz? Eu não sei. Ano passado era rasulo, entendeu? Razulo pode significar um montão de coisa, >> né? E e Eu não sei se é o meu cérebro procurando padrão, porque o nosso
cérebro é bom disso também, de encontrar padrão nas coisas, né? Mas é interessante como costuma bater as coisas, sabe? >> Ah, que interessante, né? É porque, vamos dizer assim, existe um algoritmos informacionais na atmosfera, não é? Porque a gente não vai pensar que toda a natureza, a atmosfera e todos os as radiações e a conjunção das estrelas e Tudo mais que representa um sistema informacional, você não vai pensar que o computador que tem tanto conhecimento nos algoritmos de zero e um, você não vai pensar que não existe isso na [risadas] natureza. seria, não é, minimamente
insensato. Eh, então esses algoritmos estão escritos, não é? E tem pessoas que têm uma capacidade de eh captar. A gente tem, todo mundo tem. >> Eh, eu acho que a pessoa precisa pegar o Jeito de ter essa percepção. Po, a pessoa vem investir na bolsa, qual é a tendência? Qual é? Ela tem essa, >> não várias coisas sobre o meu conteúdo aqui que eu também não sei explicar, mas que eu >> é porque vem vem desse registro, não é, desses algoritmos do ar, da natureza, assim, não é? Então eu acho que possivelmente o Jean deve
deve ter essa facilidade de de traduzir isso, né? Tu acha que isso tem A ver com? Vamos lá. Primeiro, [ __ ] eu de novo, isso aqui dá um totalmente outro episódio. Em poucas palavras, o criador tá dentro ou fora desse universo na tua opinião? >> Eu acho que o criador, a consciência do tudo, eu acho que permeia. >> É, >> então >> é permeia. >> Tá bom. Então, nesse sentido, eh, dá para dizer que essa o que ou o que Entrega essa essa mensagem pro Gianse específico, eh, pode-se pensar que é algo é essa
consciência é uma é um, >> eu acho que existem esses registros algorítmicos, né? Pensa que, por exemplo, todo o universo é um grande computador de com dados e você pode eh >> algumas pessoas têm a capacidade de uma habilidade de de >> canalizar. A gente tem, viu? Às vezes a gente não percebe, >> sabe? Pro bem e pro mal. quando viu falou, quando viu fez, não sabe como, eh, tem esse manejo incognocível, vamos dizer assim, que é uma tradução dessa conjunção de céu e terra, vamos dizer. >> Perfeito. Tá bom, >> né? Aliás, cabe muito
bem presença e luz. Esse ano, ele é um um ano de luz e presença, >> mas às vezes eu já recebi esse ano uns três presentes. Presentees, >> é, >> entendeu? Que assim não é comum, tá? E eu chamo de presente estar receber, eu chamo de presente eh estar pronto quando alguma coisa que eu queria muito eh me é apresentado. Então assim, eu comprei um troço que eu queria há muito tempo, mas eu me chegou de um jeito que eu não conseguia evitar comprar. >> Interessante. Interessante, viu? É isso daí talvez possa ser interessante você
fazer um exercício de reflexão em cima de um mapa astral. Pode ser, pode ser. É >> porque assim, eh eh eh lógico que não é uma questão científica, mas ela pode ser motivadora de reflexão. >> Uhum. >> Não é? Ela pode trazer dados que abram na tua mente uma, sei lá, de repente uma boa, um bom, >> é, eu preciso olhar para isso de outra forma, professor. Sabe por quê? É, >> eu tenho medo, por exemplo, como a gente disse, um mapa astral, eh, eu tenho, não É medo, mas assim, eu tenho o, sei lá,
talvez seja receio de, ah, contaminar o meu cérebro ou ou a minha análise de alguma coisa, porque como eu sei que o meu cérebro é bom de reconhecer padrão, eu tenho medo de contaminar uma ideia com um troço que, putz, entende? Eu dei eu dei uma sugestão, >> mas eu não mas eu não sou contra. Eu dei uma sugestão de percurso, de raciocínio, né? Você sabe que eu tive na Universidade de Pádova, >> Hum. >> Na Itália, eu dei aula na sala que o Galileu deu aula e tinha tinha o o púlpito que ele subia.
Eu foi uma coisa assim >> e tem um relógio enorme, lindo, astrológico, que a ciência ela tinha uma conjunção com essa visão esotérica, né? >> Eu acho que tem muita sabedoria a ser descoberta, >> não é? quando essas coisas elas trazem Profundidade. E eu eu tenho interesse porque serve de material de reflexão, ajuda a gente quando a gente quando falta conteúdo às vezes >> pra gente poder fazer uma uma análise. Eu acho muito interessante, mas é lógico, precisa ser pessoa de grande conhecimento cultural, não é? >> Porque é fácil também cair num lugar estranho, né?
>> É, é, eu acho isso faz parte da cultura Que a humanidade construiu, né? Uhum. Cadê? Vitão tem mais. Então dáhe. >> Lucas Machado mandou uma mensagem pelo Pix. Doutor Sérgio, boa noite. Gostaria de entender como o cérebro reage em relação à autofagia. Há relatos em que a prática melhora o desempenho cerebral, o foco, etc. Saberia discorrer sobre o que acontece? >> Eu acho que a autofagia que ele tá dizendo é o jejum. Seria isso? Será? Tá, >> porque assim, o conceito que você tá, Porque eu ten eu tenho >> autofagia quer dizer comer você
mesmo, né? >> É, mas existem eh células eh a poptose celular, por exemplo, é uma autofagia, >> não é? E a linguagem pode ser usada pro conhecimento >> eh que que é próprio da citologia, que que é essa autofagia, próprio dos processos de apoptose celular. Deve ser disso que ele tá falando. Com certeza não é de comer o próprio dedo. >> Não, mas às vezes existe aqueles jejuns que que ele deixa de fornecer energia >> e aí ocorre um consumo, entendeu? >> Nesses casos tem e eh óbvio impacto no cérebro, né? >> É, sabe o
que que é? A gente eh precisa saber o que que é o cérebro, né? Porque a gente pensa o cérebro e a gente esquece que não existe cérebro sem circulação sanguínea. >> Uhum. Porque no cérebro o neurônio não tem contato direto com a circulação, ela É intermediado pelas células da glia, tá? Eh, essas células da glia que fazem a intermediação entre a circulação sanguínea e o neurônio, elas vão avisar a intencionalidade primária que chega pelo vaso sanguíneo. Primeiro chega o aquela área do cérebro é irrigada, depois você vai usar ela. Então, parece que existe uma
uma primeira consciência que vem pelo sistema cardiovascular. >> Entendi. >> É, eh, seria como se pensasse assim: "O coração é o primeiro órgão a se formar, ele se forma em cima, tá? Por isso que é coroa de cor, coração, tá? Se você pensa que o corpo vai se formar para para expressar uma consciência, essa consciência tem que se se instalar primeiro no primeiro órgão que se forma, que é o coração. E esse esse coração vai permitir o desenvolvimento do cérebro, porque ele Vai irradiar os vasos sanguíneos que permite alimentar a formação do neurônio. E esse
processo ele continua desse jeito. Tanto que, por exemplo, para você estudar funcionamento cerebral, você faz ressonância funcional. Você tem que injetar contraste, porque aquela área que a pessoa vai usar do cérebro, ela chega primeiro com o aumento da irrigação sanguínea daquela área. Por isso que a gente volta na no conhecimento ancestral Que a consciência está no coração e você se percebe no coração. Se você fizer um exercício e falar: "Eu, eu, eu, eu eu". Você se se sente no coração, não é? Você não se sente na cabeça. Por quê? Porque existe um gerenciamento do funcionamento
neuronal a partir do sistema vascular, não é? Então, eh, esse circuito cérebro, coração, ele é muito importante de se compreender. Então, pra gente analisar o cérebro, a gente precisa se respaldar eh do conhecimento dessa estrutura. Mesmo Quando você fala autofagia, por exemplo, você tá falando de sistemas energéticos, não é? Aham. >> E esses sistemas energéticos, eles chegam pelo sistema vascular, pelo coração e vão dar condições ou não pros pros neurônios e paraas células da glia, não é? Essas células da glia, uma delas que é a micróglia, ela é célula, ela é um macrófago residente do
cérebro, é uma célula imunológica. >> Aham. Ela é que vai inflamar nos casos De Alzheimer, de esclerose múltipla, esclerose lateral miotrófica, não é? Eu tive num laboratório na Harvard que pesquisa essas coisas, sabe? Visitando lá num seminário que eu dei. Então, eh eh a gente precisa compreender como funciona esse sistema de energia para não falar o cérebro daquilo que não é exatamente >> de forma isolada, inclusive, >> isolada. Hoje você não diferencia. Eh, quase que eu caí. >> Não, não vira não. [risadas] >> É. Ah, hoje você, se você pegar os genes do sistema imunitário,
coincide com os neurônios, os genes das das células imunológicas coincidem com os neurônios. Eu eu publiquei com sob comando do professor Otávio Marques, que é diretor da medicina molecular da USP. Nós, eu participei da publicação de um artigo sobre essa conjunção do sistema nervoso com o sistema imunitário na revista Nature o ano passado. >> Maneiro, >> sabe? >> E porque a gente tá trabalhando essa e realmente a genética do sistema imunitário do neurônio é a mesma. Hoje você não faz mais diferença entre sistema imune e sistema neuronal. Nós estamos falando de do mesmo sistema em
manifestações. >> Aham. >> Não é isso? É uma longa conversa, viu? Nem respondi pro Lucas questão, só trouxe problema para ele. >> Mas a gente fala mais um pouco disso da próxima vez. >> Professor, muito obrigado por vir aí, cara. Eh, como é que pra gente finalizar isso daqui a tua câmera e aí se o senhor puder falar um pouco mais do da un espírito. >> Ah, eu tô esse Donk Shot sem sã chupança, né? Procurando fazer. Eu e a Marina, minha Companheira, eh nós estamos criando essa universidade que une ciência e espiritualidade. Respeitar a
ciência, trazer a essência da ciência sem perder a espiritualidade. A descoberta do espírito pela bancada científica e a descoberta do espírito como autodescoberta. São duas epistemologias que nós trabalhamos. quiser estar conosco, o portal do ser da Unespírito é um lifelong learning nosso, bem bacana para te ajudar no dia a dia. Tem todo Dia tem aula, vivência, etc. E cursos mais acadêmicos que nós trazemos dentro dessa conceituação para médicos, para profissionais de saúde e temos também um neurociência para quem quer saber o que tem dentro da cabeça. >> Boa. E tem como é que as pessoas
chegam lá no teu Instagram? >> É Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. >> É fácil. Então você que tá assistindo a gente aí, ó, a gente vai deixar aqui no comentário fixado todos os jeitos de Encontrar o Dr. Sérgio aí nas redes sociais e também a Unespírito com facilidade, tá? Você tiver no YouTube, com um clique só você chega em tudo isso aí. Aqui no no na descrição tem o Discord para você sugerir aí novos episódios, novos convidados também. Não esquece de dar o like, compartilhar esse vídeo e vira membro aí, cara. Custa menos de R$
8, não dá nem para comprar um, sei lá, um hambúrguer. E tu vai ter conteúdo todo dia que a gente tá fazendo Exclusivos membros. Tá bom, professor. >> Obrigado pela moral. >> Eu que agradeço, hein? Você é um grande indagador. [risadas] >> Obrigado. Valeu. Vocês que assistiram aí, muito obrigado pela moral também e a gente se vê depois, tá bom? Um beijo.