Eu eu creio que eu vou desapontar alguns aqui, porque eu não vim pregar, né? Então, às vezes as pessoas pensam que eu venho pregar e eu não venho. Faz muito tempo que eu parei de pregar.
Faz muito tempo. E até eu percebi que às vezes a gente atribuiu um caráter apologético ao ministério de Jesus e Paulo, sendo que isso nunca foi a característica, né? Eh, a gente foi lá, por exemplo, e batizou a primeira mensagem de Jesus, a mensagem que é o cerne, que é a essência de tudo aquilo que Jesus vai desenvolver no seu ministério, não é?
Ele vai, ele vai traduzir todo o ministério dele é a tradução do da conversa que ele teve lá no monte. E o texto lá não diz que Jesus foi pregar. E a gente foi lá e batizou aquela conversa de sermão do monte, sendo que Jesus viu o desafio das multidões, viu a dor das pessoas e chamou os discípulos para um lugar mais alto para ter uma conversa.
Então Jesus elevou o nível da conversa e não a altura da tribuna. E hoje a gente tá aumentando a altura da tribuna porque a gente não consegue elevar o nível da conversa, né? Então, muitas vezes a gente tem uma mensagem impositiva a partir de uma tribuna alta, em vez de ter uma linguagem redentiva partido, uma conversa mais elevada.
E o tempo todo, né, eu vou te dar um um testemunho aqui que talvez você nunca tenha prestado atenção. Os livros do Velho Testamento são livros de registro. Eh, quase todos os livros do Velho Testamento são livros de registro.
é um registro de história, de realidades íntimas, da interioridade, da vivência das pessoas. Mas quando você vai pro Novo Testamento, a quase totalidade dos livros do Novo Testamento são cartas. Amém.
O Evangelho de Lucas é uma carta, o Evangelho de João é uma carta. O livro de Atos é uma carta. Depois, todas as sequências dos livros a partir do Evangelho de João são cartas.
E quando Jesus realmente decidiu ele mesmo escrever alguma coisa, ele escreveu sete carta. Eu tô dizendo isso porque às vezes a gente vem perdendo o aspecto relacional daquilo que a gente compartilha. E sem perceber a gente tá desenvolvendo uma uma conotação doutrinária, né?
um um viés de doutrina acadêmica para chegar a conclusões e não chegar ao conhecimento. Então, o evangelho não é para produzir uma conclusão segura. O evangelho é para garantir um conhecimento contínuo, conhecer e prosseguir em conhecer.
Por isso que quando Jesus fala lá do juízo final, ele diz assim, ó, lá no dia do juízo, os homens vão ser julgados de acordo com os livros das suas obras, mas os que vão entrar no gozo do Senhor, eles estão no livro dos nomes. Amém. Então, a eternidade não é um livro de realizações em que eu vou ser premiado por aquilo que eu fiz.
Aquilo que eu fiz pode me condenar se eu não for conhecido. Por isso que Jesus diz, muita gente vai chegar para mim falando que fez coisa em meu nome e eu vou dizer que eu não conheço. Ora, Jesus sabe quem são aquelas pessoas, mas ele não conhece porque ele não teve com eles uma relação íntima.
Amém, amados? Então, o evangelho é para garantir a natureza da nossa relação e não a estrutura do nosso desempenho e do nosso comportamento, visando um resultado. Amém.
Glória a Deus. Baseado nisso, eu quero compartilhar com vocês baseado lá no Evangelho de João, no capítulo 4. E aí eu vou explicar por o evangelho de João.
Por que que a gente vai, eu senti no coração de repartir com vocês o evangelho de João. Porque quase comumente, quando eu vou compartilhar com alguma igreja ou comunidade pela primeira vez, eu quero garantir que aquilo que eu vou compartilhar é a essência do que eu acredito. Se eu não voltar lá mais nunca, eu ficou entregue tudo aquilo que eu creio.
Amém, amados. Então, pensando que talvez eu não volte, nem não vou entrar no mérito de qual pode ser o motivo, mas vai que, né, Antônio. Então assim, eu quero garantir que a semente que vai ser entregue aqui é uma semente plena.
Por isso, antes de ler o texto em João, no capítulo 4, eh, o que eu quero compartilhar tem teor profético. Amém. O que que é um teor profético?
Então, se eu tô numa congregação, se eu tô visitando um pessoal, eu quero ser instrumento profético na vida dessa igreja. E muitas vezes as pessoas pensam que profético é alguém que adivinha o futuro e nada mais antiprofético, porque Deus abomina o prognosticador e o adivinhador. Tanto que Deus falou assim: "Se você procurar o profeta, ele falar sobre o seu futuro, vai matar o profeta e você".
Então, a Bíblia diz que a religião dos homens está matando os profetas, porque tá obrigando os profetas de Deus a falar sobre o seu futuro e não a revelar o seu eterno. Por isso, quase todo profeta entrou em depressão, porque Deus revelava para ele o eterno. E ele tinha tendência de transformar isso em futuro.
Amém, amados. Amém. Então, Deus estava revelando um eterno para ser uma referência para ele inabalável, mas ele tinha tendência de transformar isso em futuro.
Deus tá revelando um assim é. E o profeta tinha tendência de transformar isso num que bom que fosse, quem sabe que seria, né? Talvez seja.
Que bom que fosse, quem sabe seria. Quem ensinou o profeta? Quem introduziu o pensamento futuro na nossa vida?
Quem ensinou um profeta a pensar no futuro em vez de ter fundamento no eterno? Satanás, toda a humanidade se corrompeu a partir do momento que Deus deu uma promessa para nós de eterno. Deus nos abençoou e disse: "Sejam fecundos".
Então, Deus já nos abençoou nos lugares eternos. E tudo aquilo que eu vou fazer agora para revelar a bênção que eu já recebi. Mas se eu associar isso ao futuro, no dia em que você fizer, então você será, a sua vida vai cair em desgraça.
Então o que que corrompe a gente? que você transformar uma revelação eterna profética numa expectativa futura de bênção. Isso é uma coisa muito grave, porque a Bíblia diz que todos os nossos filhos são o quê?
Profetas. Deus disse que quando o Espírito Santo fosse derramado, todos os nossos filhos profetizariam. Mas hoje nós estamos matando os profetas.
De que maneira você mata um profeta? Fazendo o menino que nasceu lá na sua casa. A menina que nasceu lá na sua casa ficar preocupada com o quê?
com o futuro. Quando você faz essa pessoa pensar no futuro, você matou o profeta. O que você faz?
Ele pensar que ele é um filho seu precisando ser salvo e não um filho de Deus que veio para salvar todo mundo. Então, todos os filhos que nascem na nossa casa, eles vieram abençoados de fábrica. Então, a única coisa que você não precisa ocupar Deus é pedir para Deus abençoar seu filho como se ele não o conhecesse.
Amém, irmãos? Porque se você tá tentando, se você tá tentando abençoar seu filho como se Deus não o conhecesse, ele é filho do quê? Da sua carne.
Da carne nada aproveita. Então, o filho parido da carne não tem salvação. Mas se você se apropriar do fato de que ele é um filho da promessa, então ele é a encarnação profética do eterno de Deus na sua casa.
Deus revelou isso na vida de Abraão. Quando Abraão foi lá e quis gerar um filho do serviço, o filho do serviço perseguiu o filho da promessa. Então, muitas vezes nós estamos produzindo inconscientemente os perseguidores dos nossos próprios filhos, porque ele vai ter uma mentalidade que persegue a natureza profética dele, deprimindo, porque ele tá associando a promessa de Deus a um futuro, talvez.
Amém, amado. E não a um eterno certeza. Então, eu não devia ficar pedindo para de Deus abençoar meu filho como se ele não o conhecesse.
Mas eu vou pedir que eu tenha a sensibilidade de não confundi-lo. Aleluia. Fazendo ele pensar que ele é um abençoado futuro e não um abençoado eterno.
Por isso, não escandalize seus filhos fazendo eles pensar, porque deles pertence o quê? o reino. Glória a Deus, amados.
E aí o livro de João, a carta de João é a carta do Eterno. Então o evangelho de João é o evangelho que vai trazer o aspecto eterno do evangelho. Sem o evangelho de João, eu não vou discernir a natureza eterna do ministério de Cristo, tampouco a natureza eterna do meu ministério.
Por isso que o Evangelho de João começa com quê? No princípio. Então é como se o Evangelho de João fosse o livro de Gênesis do Novo Testamento.
Então, sem o Evangelho de João, eu não vou discernir aquilo que era a natureza eterna. Então, o Evangelho de João está trazendo a revelação do invisível. Amém.
Os outros evangelhos estão trazendo a ratificação do visível. Então, Jesus é da descendência de Salomão, por isso ele é da raiz de Javi. Lá em Mateus, por isso ele é o leão da tribo de Judá.
Então, lá no Evangelho de Mateus está ratificado o visível de Jesus, que ele pode ser rei de Israel. Amém? Então, a sua autoridade, o seu poder sobre a terra tá ratificado.
Mas para ninguém achar que ele é representante de um império, mas ele representando do reino, vem o evangelho de Marcos e diz que a natureza do ministério dele, apesar dele ser leão, também é bezerro. Então, ele não é um leão que impera como quem domina, mas ele é um leão com alma de cordeiro, alma de bezerro, que cumpre o seu ministério fazendo o sacrifício em favor dos seus irmãos. Por isso que no Evangelho de Marcos não tem necessidade de falar da genealogia de Jesus, porque um bezerro que vai ser morto não evoca o seu direito de genealogia.
Amém? Então, se Jesus ao ser sacrificado ele evocasse o fato de que ele é o leão da tribo de Judá, não matava. Então aí nem fala da genealogia dele para ele poder ser morto tranquilamente como oferta espontânea.
Mas o ministério dele não teria autoridade na terra se ele não fosse o quê? Verdadeiro representante dos homens. Então, no Evangelho de Lucas, ele é o filho do homem.
Então, Jesus tem propriedade, né, de reino sendo o rei de Israel. Ele tem propriedade de vocação, sendo o bezerro que entrega sua vida espontaneamente em favor de seus irmãos. E ele é verdadeiramente homem, plenamente homem, porque ele é o filho do homem nascido de Maria.
Amém, amados? Mas aí no Evangelho de João não aparece a genealogia humana de Jesus. Aparece só sua genealogia o quê?
Divina. No princípio era o verbo. O verbo estava com Deus e o verbo era Deus.
E sem essa perspectiva de uma genealogia eterna, eu não vou conhecer direito o propósito da nossa própria vocação. Por isso que ele diz lá já na na abertura do evangelho de João, na abertura, na largada do evangelho de João, ele já ensina dizendo o quê? E todos quantos o receberam, receberam a propriedade, a condição de também serem filhos de Deus.
Não é um poder como um rei, não é uma humanidade, né, que me dá qualquer tipo de direito, não. Todos quantos receberam, receberam a consciência de origem. Então, é no Evangelho de João que eu vou ficar sabendo agora qual é a minha origem.
Tanto é que o evangelho de João traz uns episódios que nenhum outro evangelho traz. Ele já começa, por exemplo, falando da situação de Nicodemos. Você não tem isso nos outros evangelhos.
E o que que é a situação de Nicodemos? Ó, Nicodemos, não adianta você pensar que a conversão é você voltar lá atrás, consertar tudo e começar de novo. Não, Nicodemos, a conversão é você nascer de outra natureza.
Então, a conversão não é resolver um problema do passado. A conversão é ganhar uma consciência de eterno. E muitas vezes a pessoa ao se converter, ela tá tentando compensar os erros do passado para garantir uma condição melhor de futuro.
Amém, amados. Fala devagar. Muitas vezes o próprio convertido, ele ainda está num esforço de pedir a ajuda de Deus para compensar os erros do passado, garantindo uma perspectiva melhor de futuro.
Isso não tem nada a ver, porque quem vai prometer futuro para você é o diabo. Quem vai fazer você faz fazer alguma coisa pensando no seu futuro é o diabo. Porque toda vez que você pensa em futuro, você desconecta do quê?
Do eterno. Então, presta atenção. O diabo não tira Deus da nossa vida.
Tem muita gente que pensa que o diabo vem contra Deus na nossa vida. Não, o diabo não quer tirar Deus da sua vida, só quer colocar Deus no fim para que Deus passe a ser a sua expectativa e não a sua perspectiva. Quando você coloca Deus no fim, você passa a ter uma expectativa de divindade e não uma perspectiva de paternidade.
Então, se eu não tiver uma perspectiva de paternidade, eu vou me corromper em função da minha expectativa de divindade. Glória a Deus, amados. Por isso que na cruz, presta atenção agora você segura aí.
Por isso que na cruz cruz é para fazer uma ruptura. A cruz é para fazer uma transgressão da expectativa do divino em função da convicção do paterno. Na cruz, Jesus faz uma declaração que poderia ter comprometido todo o ministério dele.
Ele diz o quê? No momento final lá, você imagina alguém passando rápido pela cruz, escutando Jesus falar a ú a penúltima declaração dele. Qual foi a penúltima declaração de Jesus?
Deus meu, porque me desamparaste? Mas na sequência ele diz: "Pai, nas tuas mãos eu entrego o meu espírito". Então eu nunca vou viver uma espiritualidade saudável enquanto eu tiver expectativa de divindade, porque eu vou estar sempre esperando que a divindade me poupe e não que a paternidade me dê segurança para eu encarar o propósito.
Amém. O divino é aquilo que a gente evoca para ser poupado. Quem ofereceer um divino que poupa?
Se você fosse o filho de Deus, por que que você não usa o seu poder para resolver os seus problemas? Se você de fato é o filho de Deus, por que que você não monta uma liturgia que vai te dar o que te interessa? E se você é filho de Deus, por que que você não faz uma oração para que Deus venha te poupar?
Então, o diabo não tirou Deus da nossa vida. Ele só colocou Deus aonde? no fim como a pior de todas as nossas expectativas.
Porque agora a gente pode estar agindo como um órfão esperando a ajuda de Deus e não um filho cumprindo o seu propósito. Amém. E aí você vai para todo o evangelho de João.
Nicodemos só tá no Evangelho de João. Mulher samaritana só tá no Evangelho de João. Ressurreição de Lázaro.
Você consegue imaginar o impacto que foi a ressurreição de Lázaro nos dias do evangelho e ela tá relatada só no Evangelho de João? É impressionante isso. Por quê?
Porque Jesus está chamando a Marta e a Maria a discernir o quê? O invisível. Mas para discernir um invisível, Jesus tem que intencionalmente desapontar Marta e Maria na sua expectativa do divino.
Amém, irmão. Porque na hora de aprender, amém, na hora de aprender, a gente aprende diferente. Uns aprendem nervoso e outros aprendem docinho.
Amém. Marta aprendia nervoso e a Maria aprendia docinho. Mas na hora de falar dos nossos apontamentos, o nervoso e o docinho fala a mesma coisa.
O nervoso fala assim: "Se o senhor tivesse aqui, tivesse feito o que eu falei, a gente não táa passando por isso". E o docinho fala assim: "É, se o senhor tivesse aqui, tivesse feito o que a gente falou, a gente não tava passando por isso. " Amém.
Então Jesus está querendo revelar um invisível que até então Marta ou Maria, mesmo tendo perfis de comportamento diferente, tinha uma lacuna lá. E para isso ele falou, né? Tudo isso tá para que vocês possam conhecer o invisível.
É só no Evangelho de João. Você pensa bem, Antônio, como é que isso é grave, né? Do ponto de vista de desafiar o nosso pensamento.
É só no Evangelho de João que consta o lavapés. Isso é forte. Uma relação íntima em que Jesus está restaurando os discípulos a partir de uma noção de autoridade e não de poder.
Amém. Quando Jesus tá caminhando pra cruz, ele passa por duas bacias. A bacia de Pilatos, que como poder lava as mãos, e a bacia do filho, que com autoridade lava os pés.
E às vezes nós estamos achando que nós vamos conquistar a coisa pelas mãos, sendo que nós vamos conquistar pelos pés. Atitude, a consciência, a certeza de que nós somos filhos e onde a gente pisar a planta dos nossos pés, esse é o nosso lugar de herança e não aquilo que a gente vai fazer para merecer isso. Então, esse evangelho vai falando disso tudo.
E aí aqui no no capítulo 4 vem a história da mulher samaritana. E é interessante porque essa história começa com Jesus falando, usando uma palavra, era necessário. Então eu creio que esse texto aqui para trazer o nosso senso de necessidade ao lugar próprio, nós temos a necessidade de um problema resolvido ou nós temos a necessidade de uma relação bem-sucedida?
Amém, irmãos. Então Jesus tá fazendo uma volta no caminho dele. E aí eu acho que agora começa um desafio na sua vida, porque às vezes você tá fazendo um caminho longo na sua vida, passando por aqui, pensando que o que te trouxe aqui foi resolver uma necessidade e não encontrar uma pessoa.
Por isso que quando Deus trata com a gente, ele trata sempre numa sequência. Deus faz três perguntas de natureza. Onde, quem e o quê.
Então, para que a gente possa reajustar, realinhar nosso pensamento, a primeira pergunta que Deus vai te fazer é o quê? Onde? E a partir do seu onde não é o que você fazer, é o quem você foi lá nesse onde encontrar.
E aí o que é um resultado? Qualquer que nesse sentido vai funcionar, porque onde estiverem dois ou três em comunhão, qualquer que funciona. Então, o segredo do seu sucesso, do seu êxito aqui não tá num que bem feito, mas tá num quem bem resolvido.
Porque tudo que Deus chamou a gente para fazer é para no fim nos transformar num quem bem resolvido. E eu só vou me transformar num quem bem resolvido a partir de uma relação com outro quem e não a partir da excelência do meu quê. Quanto mais eu sou excelente no meu quê, mais direitos eu alcanço sobre o que, menos me importam as relações, porque eu tô pensando como escravo no que que eu espero que os outros reconheçam no que eu fiz para eles.
Glória a Deus, irmão. Então, quando Deus organizou a mesa, presta atenção, quando Deus organizou a mesa, não foi para resolver a fome. Amém.
Deus não fez a mesa para resolver a fome. Deus juntou todo mundo, foi agora. sai lá comendo umas pit, corre atrás porque muita gente vamos ter que arrumar comida para ele.
Não, tudo estava preparado. Então, a mesa nunca foi para resolver a fome. A mesa sempre foi para promover o encontro.
Por isso que a natureza da mesa não é comer o pão, é reparti-lo. Quem fez a gente pensar a vida partir daquilo que eu vou comer para me tornar a pessoa que eu espero? Quem fez eu pensar a vida a partir da necessidade satisfeita para eu me tornar a pessoa que eu desejo?
O diabo? Deus colocou o fruto para você pensar o propósito. Como quem entrega o diabo pegou o fruto e transformou isso numa expectativa para que você pense que a partir do que você receber ele, você vai ser a pessoa que você ainda não é.
Então, em vez de ser um frutificador, eu me tornei um comedor de fruto. Por isso, a palavra de Deus diz lá em Primeira Coríntios, no capítulo 11, que as pessoas estão ficando doentes. As pessoas estão doentes nos três níveis de vida humana.
Elas estão doentes na carne, fraqueza. Elas estão doentes na alma, desânimo. E elas estão doentes no espírito, colapso.
O que que tá levando as pessoas a fraqueza, ao desânimo e ao colapso emocional? Porque elas estão comendo apressadamente o seu próprio pão. Ou seja, elas não estão discernindo a natureza da mesa que nunca foi para comer.
Amém, amado. Sempre foi para promover um encontro. Então, quando Deus te trouxe para cá, não foi para você finalmente comer o que você não tinha.
Mas foi para você encontrar quem você não conhecia. E ao encontrar quem você não conhecia, você ir se tornando a pessoa que você nem sabe que foi feito para ser. Amém?
Glória a Deus, amado. Por isso que quando Deus chama um filho para fazer um serviço, ele não tá pensando no serviço feito. Glória a Deus.
Se você chama um filho seu para ajudar a arrumar a casa, se você chama um filho seu para ajudar a limpar o carro, você não pode estar pensando que o carro vai ficar limpo, porque a casa vai ficar organizada, porque você vai gastar mais tempo corrigindo o que ele fez do que aproveitando o que ele tá fazendo. Então a gente insiste nessa metodologia para que ele se torne uma pessoa responsável e não serve cheio de direito. Porque se você quiser ter o carro limpo, contrata alguém para lavar e se não ficar limpo, você não paga até ficar limpo.
Então você não vem aqui para deixar o carro limpo. Você veio aqui para se tornar uma pessoa plena. Amém.
Porque se fosse para deixar o carro limpo, Deus era o pior dos exemplos. Se fosse para deixar um carro limpo, Deus não merecia ser seguido. Porque Deus tinha uma igreja, Antônio com só dois membros.
Amém. culto todo dia. Ele era o pregador.
Os dois membros da igreja dele não tinham umbigo. Não tinha jeito de ninguém falar que foi maldição do passado, não. Adão e Eva tinham uma característica como eles não tinham umbigo, eles não tinham história pré-gressa.
Encontravam com Deus todo dia no horário certo. Você imagina como é que era um culto fantástico. Em 24 horas a congregação desandou.
Então você acha que nós estamos aqui para fazer funcionar? Então Deus tá te ensinando o seguinte: ainda que tenha tudo para funcionar e não funcionar, continua ser como eu. Dê a vida em favor do seu irmão e não para ter o serviço bem feito.
Transforme nesse nessa pessoa. Amém. Glória a Deus.
Então, tá aqui a mulher samaritana. E aí Jesus começa o texto dizendo: "É necessário passar por Samaria". Assim chegou uma cidade de Samaria chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera ao seu filho José.
Havia ali o poço de Jacó. Jesus cansado da viagem sentou-se à beira do poço. Isso se deu por volta do meio-dia.
Nisso veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: "Dá-me um pouco de água. " Os seus discípulos tinham ido aonde?
Que que os discípulos estavam fazendo enquanto Jesus estava pedindo água? Tinham ido à cidade comprar a comida. A mulher samaritana perguntou: "Como o Senhor, sendo judeu, pede a mim uma samaritana, água de beber?
Pois os judeus não se dão com samaritano. Jesus respondeu: "Se você conhecesse o que Deus já te deu e quem está te pedindo água, você teria pedido e ele te daria água viva. " Então disse a mulher: "O Senhor não tem com que tirar a água e o poço é fundo.
Onde conseguir essa água viva? A casa do Senhor é maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e o gado. Jesus respondeu: "Quem beber dessa água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede.
Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar pra vida eterna". A mulher disse: "Então me dá dessa água para que eu não tenha que vir aqui de novo". Então me dá essa água para que o meu problema seja resolvido.
E ele disse: "Vai e chama o seu marido. " Não tenho marido. Jesus respondeu para ela.
Jesus disse: "Você falou corretamente, dizendo que não tem marido, porque de fato você já teve cinco. E o homem agora com quem você vive não é seu marido. O que acabou de dizer é verdade.
" Disse a mulher: "Senhor, vejo que é profeta. Nossos antepassados adoraram nesse monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Jesus declarou: "Creia em mim, mulher.
Está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai, nem neste monte, nem em Jerusalém. Vocês, samaritanos, adoram o que não conhece. Nós adoramos o que entendemos, pois a salvação vem dos judeus.
No entanto, está chegando a hora de fato já chegou em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito, em verdade. Então, a verdadeira adoração não está na devoção à divindade. A verdadeira adoração está no conhecimento do Pai.
E nós estamos transformando ainda toda a nossa devoção em devoção a quem? a divindade, tentando mostrar pra divindade que nós reconhecemos o poder dele para que ele possa reconhecer o nosso esforço e finalmente nos dê aquilo que a gente merece. Quem estabeleceu essa linha de raciocínio?
O diabo. Então, e aí ele diz, "São esses os adoradores que o pai procura? Deus é espírito.
É necessário que os seus adoradores não adorem espírito em verdade". disse a mulher: "Eu sei que o Messias chamado Cristo está por vir. Quando ele vier, explicará tudo para nós.
" Então Jesus declarou: "Eu sou o Messias. Eu que estou falando com você". Naquele momento, os seus discípulos voltaram da cidade, ficaram surpresos ao encontrá-lo conversando com a mulher, mas ninguém perguntou: "Quem quer saber?
Porque estáis conversando com ela? " Então, deixando o seu cântro, a mulher voltou à cidade e disse ao povo: "Venham ver o que o homem me disse, tudo que tenho feito. Será que ele não é o Cristo?
" Então saíram da cidade e foram para onde ele estava. Enquanto isso, os discípulos insistiam com ele: "Mestre, come alguma coisa? " Mas ele disse: "Tenho algo para comer que vocês não conhecem".
Aí os discípulos fala: "Será que alguém trouxe comida para ele? " Disse Jesus: "A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra. Vocês não dizem que daqui a 4ro meses haverá a colheta?
Eu digo a vocês, abram os seus olhos, vejam os campos, eles são maduros para colheta. Aquele que colhe já recebe o seu salário e colhe fruto paraa vida eterna, de forma que se alegram juntos o que semeia e o que colhe. Assim é verdadeiro ditado, um semeia, outro colhe.
Eu os enviei para colherem o que vocês não cultivaram. Outros se realizaram o trabalho arde e vocês vieram usufruir o trabalho deles. Amém, irmãos.
Glória a Deus. Eu acho que a Jenin não precisa conversar muito sobre o que pode acontecer com a nossa vida quando a gente não percebe a nossa eternidade. Quando a gente não percebe a nossa eternidade, nós podemos estar gastando a maior tempo, pai, do nosso tempo e da nossa energia atrás daquilo que já é nosso, tentando comprar com nosso esforço aquilo que já nos pertence, tentando produzir o que já foi nos dado na eternidade.
É isso que Jesus tá dizendo para aquela mulher samaritana. Ele tanto disse isso para ela quando disse paraos seus discípulos. Então, essa forma de pensamento não é uma coisa só do ignorante, não.
É uma coisa principalmente do religioso. Ele falou para ela: "Uma água eu tenho para beber que você não conhece". Depois ele fala lá: "Uma comida eu tenho para comer que você não conhece".
Então Jesus está ressignificando o nosso senso de necessidade, porque esse texto começa com é necessário passar por Samaria. Então, o nosso grande desafio é ressignificar o nosso senso de necessidade para que a gente não esteja trabalhando fora do nosso propósito. E uma forma de trabalhar fora do nosso propósito é quando eu deixo a paternidade de origem e coloco a divindade no fim.
O que que era Babilônia? Babilônia, a torre de Babel. A torre de Babel era uma construção contra Deus.
Não, a torre de Babel era uma construção a favor de Deus, colocando Deus aonde? No fim. Então, cuidado, porque toda vez que você coloca Deus no fim, o que você tá fazendo é a prestação de um serviço esperando a recompensa pelo que você fez.
E quando você tá fazendo um serviço esperando a correspondência que você fez, isso vai afetar todas as suas relações. Vai afetar sua relação com sua esposa, vai afetar sua relação com seus filhos, vai afetar sua relação com a liderança da igreja, vai afetar sua relação de trabalho. Por aquela mulher, presta atenção, aquela mulher dada esse pensamento de que é o fim, eu tô fazendo um esforço sobre hora, para alcançar o que a vida não me deu, colocando Deus no fim.
Essa mulher não era incrédula, essa mulher não frequentava um culto pagão. Essa mulher, ela é tão convicta da sua forma de religiosidade que ela se atreve a ensinar o evangelho para Jesus. Cuidado, porque às vezes a gente tá tão enraizado na ideia de que as nossas expectativas sejam satisfeitas, que se Jesus sentar na nossa casa, nós vamos ensinar para ele o que que ele devia ter feito, mas não tá tendo a sensibilidade de fazer.
Nós vamos dizer para ele, Jesus, se o senhor escutasse melhor o que eu tô te falando, há muito tempo do vidro. Pedro fez isso, amado. Amém.
Pedro fez isso, Marta e Maria fizeram isso. A mulher samaritana tá fazendo isso. Às vezes você gasta mais tempo explicando para Deus o que ele já sabe.
Quanto do seu tempo você gasta pedindo que Deus faça o que você gostaria que ele fizesse em vez de gastar todo o seu tempo de oração ouvindo o que ele te fez para fazer? Vou repetir a pergunta. Quanto do seu tempo você gasta convertendo Deus?
Muitas vezes a gente não percebe, mas toda a nossa liturgia é uma liturgia de converter Deus. Tanto é que ele chega no fim. A gente começa a liturgia, vai dançando, vai cantando, Deus vai gostando da música e ele vai acreditando que nós somos a congregação mais abençoada da região.
Então ele fica esperando depois que os cultos tiver assim já com 15 minutos de andamento, ele decide onde é que ele vai baixar. E a gente ainda fala isso pros outros, vai lá na minha igreja porque a bênção tá lá. Não, se ele fosse Deus, ele procuraria o melhor culto.
Quem que é pai? Como Deus, talvez você procuraria o seu melhor escravo, mas como pai, talvez você vai entrar no quarto do seu pior filho. Amém, amados.
tá vendo como é que a nossa expectativa pode estar ferindo os nossos relacionamentos e a gente não é para as pessoas a referência do quem a gente poderia est sendo, porque a gente colocou para elas um padrão muito alto de desempenho e agora a gente não percebe porque que existe uma tensão na relação. E essa tensão que às vezes desanima você, desencoraja você, adoece você, é só uma expectativa frustrada. Então agora pra gente concluir, presta atenção.
Aquela mulher samaritana tinha problemas em todas as áreas da vida dela, apesar de ser crente. Ela é uma mulher crente que tá dando aulas de evangelho para Jesus. Amém.
Amém, amados. Na boa tudo. E aí essa mulher tá com problema o quê?
Ela tem um problema social. Ela vive um contexto de preconceito relacional. Ela não se dá bem com seus vizinhos.
fala devagar. Quando a gente tá focado em alcançar uma expectativa, essa pode ser a razão mais grave da gente não conseguir se inserir na comunidade à qual a gente de fato pertence, porque a gente ainda tá esperando o que nós vamos receber dessa sociedade e não aquilo que a gente tem para oferecer para ela. Isso às vezes vai obrigar você a trabalhar fora de hora, fazer hora extra, buscar água meio-dia, que não era a hora de buscar.
Alguém aqui tá entendendo que eu tô falando? Então, essa mulher tem um problema sóciela. Essa mulher tem um cansaço profissional.
Ela falou para Jesus: "Pelo amor de Deus, me arruma essa água porque eu tô cansado de fazer esse serviço". Não é o caso de ninguém aqui, mas caso aconteça de alguém tá se sentindo assim meio esgotado, de trabalhar muito e achar que tá demorando um pouco para chegar, então presta atenção nessa mensagem, porque a mulher samaritana é crente, vive um problema social grave e vive um problema profissional grave e ela vive um problema espiritual grave, porque até hoje ela ainda não tem certeza mesmo onde é o endereço de culto que ela deve frequentar. Então ela é volátil, né?
qualquer desaponta, não é o caso aqui também, então, mas qualquer desapontamentozinho, entendeu? Tô escuto piorzinho um pouco e não segura a clientela. E por último, tá vendo como é que ela tem problemas em todas as áreas relacional?
profissional, espiritual e conjugal. Essa mulher tava no sexto casamento. Muitas pessoas confundem a mulher samaritana com uma mulher vagabunda, porque ela tá casando pela sexta vez.
Não, ela acredita tanto em casamento que ela tá tentando pela sexta vez acertar. E às vezes você encontra uma pessoa que tá lá no quinto casamento e você critica ele, fala: "Esse cara é sem vergonha porque ele já tá na quinta mulher. " E às vezes aquela é a realidade dele, é o que ele sinceramente acredita.
Por quê? Porque ele só tá tentando encontrar alguém que faça jus ao esforço que ele entrega. Ele tá tentando encontrar uma mulher que seja a mulher que ele merece.
Também não é o caso aqui. Ninguém busca a fé para ter o filho que merece. Ninguém busca fé para ter a mulher que merece.
Ninguém busca a fé para ter o marido que merece. sendo que a fé não é para você ter a mulher que merece, o filho que você merece, o marido que você merece, a igreja que você merece, a sociedade que você merece, o emprego que você merece. A fé para você se tornar em todos esses ambientes, o que esses ambientes precisam que você seja.
Então, não é o que você tem para receber, é o que você tem para entregar. E aí, me dá a garrafa aí. O que que era a definição?
O que que definia a espiritualidade daquela mulher? Uma garrafa vazia para todas as áreas da vida dela. Ela levou o quê?
suas carências. Porque quando ela entendeu a mensagem de Jesus e ela finalmente creu em tudo que ela já tinha recebido, o que que ela deixou para trás? A garrafa.
E sem nenhum curso de evangelismo, sem nenhum treinamento bíblico, aquela mulher com algumas horas de conversa, só porque ela deixou para trás o símbolo da sua carência, ela trouxe uma cidade inteira para Jesus. Vou repetir. Aquela mulher, só porque ela largou para trás os símbolos das suas carências que ela levava para todas as áreas da sua vida, em algumas horas ela trouxe a cidade inteira para Jesus, vencendo qualquer tipo de preconceito que ela tinha até então.
Pensa que Jesus escolheu para evangelizar a cidade de Sicá o improvável, porque ela era uma mulher no sexto casamento que fazia o trabalho dela fora de hora para não ser identificada e sem medo da sua reputação, ela foi lá e trouxe a cidade para Jesus. Só que enquanto ela tá indo pra cidade para trazer a cidade, um time de evangelistas, um grupo de pregadores, um time de missionários, talvez 12, talvez 70, não sei, mas uma equipe inteira veio da cidade e não trouxe uma alma para Jesus. Então, e por que que aquele time inteiro não conseguiu trazer da cidade uma alma para Jesus?
Porque eles tinham ido na cidade encher a garrafa. Então, enquanto aquilo que faz você movimentar for a sua necessidade de encher a garrafa, você vai continuar sendo um devoto de Jesus, mas você não vai conseguir cumprir o propósito de Deus na sua vida como filho. E aí os seus esforços com o tempo se tornarão frustrantes, porque depois quanto melhor for seu esforço, quanto mais você se dedicar, quanto mais você se empenhar, maior a chance de você o quê?
se desapontar. Tá claro isso ou não? Hoje é dia de você deixar para trás a sua garrafa, porque você vai ser apropriado do que Deus já te deu.
Aquela conversa começou falando de necessidade. Eu tenho necessidade de passar em Samaria. E aí o texto, falando de necessidade, ele falou das duas necessidades básicas do homem, comer e beber.
O texto falando das nossas necessidades mais básicas, passou pela bebida, passou pela comida e não conta que Jesus bebeu ou comeu. Glória a Deus. Coisa linda.
Jesus começa falando, tenho sede e não bebeu. Os discípulos foram buscar para ele comida, achando que ele tava com fome. Ele não comeu.
Porque a comida dele, a bebida dele é fazer a vontade do seu pai. Ele entendia que para onde é que o pai o levasse, será para cumprir um propósito, não para satisfazer uma carência e não para satisfazer suas expectativas. Então, o diabo nos tirou da perspectiva paterna e nos levou paraa expectativa divina.
Por isso que é só no texto de João que diz lá: "Eu sou o caminho, ninguém não é vai. " Porque o pai não é para onde você vai. O pai tem que ser para onde você vem, porque ele é o seu lugar de origem e não a sua expectativa de destino.
O Espírito Santo vai nos levar de volta ao quê? Ao Pai. Para que você pare de atuar como um órfão, como alguém que tá esperando que Deus recompense e retribua os seus esforços.
E você possa viver como um filho que tá cumprindo um propósito. Glória a Deus. Vamos ter uma palavra de oração.
Pai, muito obrigado por esse tempo aqui de comunhão, de mesa, para que a gente possa discernir esse lugar de provisão que o Senhor sempre tá caminhando conosco para encontrar o que o Senhor já nos deu, para discernir o que já nos pertence. e discernindo o que já nos pertence, nós possamos repartir isso com os nossos irmãos, que a nossa relação não seja para receber deles segundo a nossa expectativa, mas que as nossas relações seja para entregar para eles conforme a nossa convicção. Haja o que houver, nossa oferta é espontânea.
Nós não trabalhamos como quem tá à busca de reconhecimento de salário, mas nós fazemos todas as coisas como quem espontaneamente entrega o conhecimento que tem. Em nome de Cristo Jesus. Que o Senhor possa iluminar os olhos do nosso entendimento.
Que cada um aqui, deixando para trás o seu cântro, possa levantar os olhos e perceber que os campos já estão prontos. O senhor trouxe cada um aqui para encontrar alguma coisa que já tá pronta. um legado, uma herança.
Então, que haja esse tipo de atitude, de convicção, de certeza em nome de Cristo Jesus, o Senhor, que nós estamos aqui para iluminar os olhos dos nossos irmãos a partir daquilo que nós temos para oferecer e não a partir daquilo que nós queremos garantir ou receber a partir do nosso esforço. Em nome de Cristo Jesus, o Senhor. Amém.
Graças a Deus. Aleluia. Você pode ficar de pé.