Ora, bom dia. Espero que me consigam ver e ouvir em condições. Obrigado por estarem aqui um sábado e vamos falar um bocadinho de redes e de virtualização h aqui no nosso webinar deste sábado.
Para começar, então, o que é que podemos dizer? As redes, neste caso, as redes informáticas e a virtualização, são, neste momento, e da nossa sociedade, dois dos grandes pilares e da infraestrutura ou dos pilares essenciais da infraestrutura da tecnologia de informação moderna, da chamada TIC. As redes permitem a comunicação eficiente entre os dispositivos e a virtualização possibilita a otimização de recursos físicos.
que de outra forma eh sairiam muito mais eh caros, digamos assim. O que é que as duas juntas fazem? promovem a eficiência, a flexibilidade e também eh conseguem uma redução de custos em termos opera de operacionalidade.
As redes informáticas não são mais do que conjuntos de dispositivos que estão interligados entre si e que partilham recursos e informações. Estas redes podem ser classificadas de acordo com escala e de acordo também com finalidade. E as quatro categorias são a LAN, a Onean, a MAN e a W LAN.
A LAN Local Area Network, ou seja, uma rede de área local, é normalmente uma rede circunscrita a uma área pequena, como uma sala, um escritório, uma casa ou até mesmo um pequeno edifício. A One é a Wide Area Network, é uma rede já de grande distância que abrange inclusive regiões geográficas diferentes. E aí o melhor exemplo da One é a própria rede da internet, a MAN Metropolitan area Network, que é uma rede que, por exemplo, cobra uma cidade ou e uma área metropolitana de cidade e os seus arredores, por exemplo, e uma WLAN ou uma wireless local area network, que é uma rede local, mas sem fios.
Portanto, como nós quase todos temos em casa, que se baseia em padrões de Wi-Fi. As redes funcionam eh todas elas utilizando protocolos de comunicação, sendo que os protocolos mais importantes são o o a suite TCPIP, ou seja, o Transmission Control Protocol Internet Protocol, que é a base de toda a comunicação na internet moderna. o http/htps, ou seja, o hypertext transfer protocol ou o hypertext transfer protocol secure, que e foi uma camada de segurança que foi adicionada ao HTTP com o HTTPS, a camada secure, que é utilizado ou são utilizados para transmissão de dados na web.
o FTP, o File Transfer Protocol, que é um protocolo que permite transferir ficheiros. O DNS ou o domain name system, que é um sistema de resolução de nomes de domínio que converte IPs em nomes de domínio, como por exemplo www. masterd.
pt ou www. google. com.
É, a conversão é feita para este nome a partir do IP eh que eh a página tem atribuída no seu servidor e o DHCP ou o Dynamic Host Configuration Protocol, que é um protocolo que permite a configuração automática de endereços de IP. Todos estes protocolos já expliquei em webinars anteriores e eh se precisarem de alguma ajuda, contactemme e terei todo o gosto em esclarecer alguma dúvida que possam ter sobre os mesmos. Passando a parte da rede, entrando na parte da virtualização, a virtualização é então uma tecnologia que permite criar e ou emular versões virtuais de dispositivos e recursos, ou seja, armazenamento, redes, sistemas, servidores, sistemas operativos.
Tudo isto pode ser emulado, ou seja, simulado em versão virtual, como se fosse uma versão real. destes tipos de dispositivos e sistemas. A virtualização permite a execução de vários recursos em simultâneo, usando camadas de virtualização, umas em cima das outras, e podemos separá-la e aqui em vários tipos de virtualização, mais propriamente em cinco tipos de virtualização.
O primeiro, a virtualização de computadores desktop. Ou seja, aquilo que nós normalmente mais utilizamos, criar uma máquina virtual para proporcionar e eh recursos para testes, para a mobilidade, para h inclusive é usarmos vários sistemas operativos numa só máquina sem necessitar de um multiboot. Portanto, essa é a versão desktop.
Virtualização de aplicações permite que determinadas aplicações sejam executadas em ambientes isolados, sem a necessidade da instalação direta no nosso sistema operativo. Ou seja, algumas aplicações que queiramos testar, que em que não tinhamos 100% de confiança, podemos eh configurá-las e instalá-las nestes ambientes isolados. E não precisamos de instalar no nosso sistema operativo nativo, não correndo riscos de o danificar.
também a virtualização de armazenamento, ou seja, nós podemos criar discos virtuais proporcionando escalabilidade, proporcionando redundância, ou seja, eu posso fazer cópias de segurança para discos virtuais e depois levar esses discos virtuais e colocá-los numa cloud, colocá-los numa pen até e levá-los comigo para eh importar diretamente para outra máquina virtual num outro sítio, desde que tenham o mesmo sistema operativo eh e poder, eh, trabalhar com eles. também a a virtualização da rede, que é aquilo que vamos e falar aqui mais um bocadinho, que é onde separamos os recursos de rede físicos em redes lógicas, otimizando tráfego, melhorando a segurança e podendo simular mais uma vez uma rede e completa, tal como se fosse a uma rede a verdadeira, física. Por último, a virtualização de servidores, que também está relacionada com as redes e que permite a execução de vários servidores virtuais num único servidor físico, utilizando aquilo que chamamos os hypervisors, como por exemplo o VMware ESXI ou o Microsoft HyperV ou o Microsoft o Microsoft KVM, por exemplo, eh, e mesmo eh até é o Virtual Box, que não é tão vulgar neste tipo de virtualização, mas que pode ser utilizado e como hypervisor de servidores.
Então, cinco tipos: servidores, rede, armazenamento, aplicações e desktop. São os cinco tipos de máquinas virtuais, ou seja, de tecnologia que permite a criação de versões virtuais de dispositivos e recursos que podemos utilizar. eh hoje em dia sem eh grandes dificuldades.
Para percebermos eh também essa utilização, eu tenho aqui o Virtual Box e podemos compreender como é que esta, por exemplo, com esta ferramenta que é inteiramente gratuita e que vocês podem fazer download aqui em virtualbox. org, G. Eu já fiz previamente o download e instalei eh o Virtual Box aqui na minha máquina e h o que é que podemos fazer com esta com este software e e e de que forma podemos também utilizá-lo para trabalhar com redes.
Um dos exemplos a que vos poderia dar ou que vos poderei dar é a a utilização de a do Virtual Box. Por exemplo, aqui no vosso curso de no em quem está em cibersegurança, por exemplo, há um exercício que é a criação de um ambiente para treino eh que precisamente em que utilizo precisamente hh máquinas virtuais ligadas entre si. uma utilizando um ambiente de Cali Linux e a outra utilizando um ambiente de Windows ligadas em rede e que permitem precisamente eh eh o trabalho com essas duas máquinas interligadas em rede para simular um ambiente de treino para cibersegurança.
E a aquilo que posso demonstrar-vos também, estava aqui a ver se consegui se conseguia entrar no meu OneDrve, mas ele não está a querer colaborar para vos mostrar aqui um pequeno vídeo. Deixem-me ver se eu consigo entrar aqui. Vocês não estão a ver o que eu estou a fazer porque eu estou com um outro ecrã.
só por uma questão de ter aqui coisas pessoais dentro do meu OneDrve, mas eu vou deixá-lo a tentar carregar e vou-vos mostrar outras coisas. Entretanto, deste lado temos então o Virtual Box. O Virtual Box está aqui h na página principal onde podem baixar as diferentes versões disponíveis para MacOS, para Linux, para Solaris, que são servidores da Oracle ou ou sistemas operativos da Oracle, e para Windows.
Eu já baixei previamente a versão para Windows, que que está aqui na minha pasta de transferências e e também a instalei no meu no meu computador. já está aqui disponível e posso-vos demonstrar como é que eu posso criar uma uma máquina virtual, uma máquina virtual em que eh poderei só aqui abrir uma nova página porque eu acho que foi o browser que não quer colaborar com o OneDrve. Ora, deixem-me só tentar aqui no outro ecrã entrar.
Também pode ser do mau tempo, porque normalmente a Microsoft quando tá mau tempo é é complicado. Então, como eu estava a dizer, eu tenho aqui o meu eh Virtual Box. Não, ele não quer mesmo fazer login.
Eu vou tentar aqui através da dos meus ficha locais ver se tenho aqui o vídeo disponível. Ora, se calhar até tenho aqui, por acaso. Até tenho aqui.
Acho que estamos bem. ele está aqui a fazer o download do vídeo. E pronto.
Então, neste caso, o que eu vos estou a demonstrar, e já vou lá ao Virtual Box outra vez, isto já é um vídeo que está a trabalhar, é como é que podemos ir buscar as ISOs para criar as máquinas virtuais, neste caso do Windows 10, aqui na página da Microsoft, onde podemos fazer o download dessa ferramenta para criar a instalação do Windows 10. Aqui vamos buscar buscar a instalação e depois vamos buscar também do Cali. O Cali.
Vamos à página Cali. org e temos aqui embaixo as máquinas virtuais já préciadas. Neste caso, a que eu usei foi a do Virtual Box.
Basta fazer o download. E aqui já estamos a instalar instalação do Windows 10. Não vos vou pôr aqui o processo todo, não é?
Vou andar para a frente. Estamos aqui. Pronto, cá está ela concluída.
E agora o que é que eu fiz aqui? Vou criar a máquina. Vou buscar a máquina com o Windows, com o ISO do Windows que ainda há bocado eh fiz download.
Muda a placa para bridge e vou ligar a máquina no meu Virtual Box. Depois vou vou perdão, criar também a máquina Cali e aqui atribuí-lhe memória, tamanho do disco e vou buscar a minha máquina previamente também que baixei na página do Cali. Eu estou a mostrar-vos em vídeo porque estar com as duas máquinas abertas e a fazer streaming, o computador iria ficar muito lento e o streaming provavelmente com soluços.
Por isso, gravo uns vídeos previamente para vos mostrar. Neste caso, o que eu vou buscar é uma máquina que ali já que está dentro desta pasta. E o que acontece é que o processo que eu vos estou a mostrar não é o processo que deveria fazer, mas um processo de criação através de ISO.
Neste caso, a máquina caliva completa e então aquilo que é preciso fazer apenas era ir importá-la para o meu sistema. E aqui, como podem ver, já está o Windows e já está mais adiante o Cali. E ambas estão no mesmo Virtual Box.
E como estão na mesma rede e eu coloquei-as em bridge nas definições de rede, elas já estão aptas a comunicar uma com a outra. E eu posso-vos demonstrar aqui mais adiante um ping feito no Cali para o IP da máquina Windows, que é este IP. e o ping a funcionar.
Para parar o ping em Cali ou em Linux, basta fazer control C e ele ele para. Portanto, temos as duas máquinas configuradas. Vou andar para trás.
Cali aqui Windows e depois testamos a a ligação em rede através do ping, que é o comando. Aqui este comando IPAS é para perceber qual é o IP da máquina que ali. E a comunicação é testada precisamente através do pink.
Sim. bridge. Exatamente.
Exatamente. Para ligar máquinas entre si, normalmente é melhor usar bridge porque ela vai buscar a rede da própria máquina física e vai usar os recursos do router ou do switch da rede física também, facilitando essa ligação. Se usarmos NAT, corremos o risco deles poderem, as máquinas e criarem h, como é que eu hei de explicar?
criarem redes diferentes e depois não comunicarem umas uma com a outra. Imaginem que têm em NAT a máquina Windows pode criar, por exemplo, uma rede 192 168 1 qualquer coisa e a a máquina Cali, por exemplo, 192 168 0 é o suficiente para não se conseguirem comunicar. Não, esse vídeo não está no Campus.
a este vídeo eh tenho eu, mas se me mandarem uma mensagem eu envio para vocês, partilho sem qualquer problema. Então, o que eu vou fazer agora é mostrar-vos como é que se pode criar uma máquina virtual para depois configurar a posteriori um servidor. Em primeiro lugar, para trabalhar com servidores no Virtual Box, não basta ter o Virtual Box como eu tenho aqui, mas é preciso fazer download deste extension pack.
Então temos que aceitar esta licença, fazer o download do extension pack e depois de forma muito simples instalar esse mesmo extension pack. Aqui é preciso ir até ao fim da licença, dizer que concordamos com a mesma. E ele vai instalar esse extension pack.
Sim, obrigatoriamente, porque se puserem NAT depois tem que configurar o as redes, mas consegue também em NAT, só que não é tão fidigno. Normalmente é por isso que se diz que é obrigatório em bridge para que a pessoa não tenha a tentação de colocar em o pacote do extension pack vai ser instalado de forma automática e fica disponível logo dentro do meu virtual box. A partir daí, o que é que eu vou fazer?
Vou fazer aqui nova máquina virtual. Vou pôr aqui, por exemplo, o nome teste webinar. Aqui posso escolher a pasta onde quero guardar a minha a minha máquina virtual.
Neste caso é a é uma pasta documentos, basicamente. Não vou selecionar selecionar nenhuma imagem ISO porque eu não vou instalar o sistema operativo. O que eu vou criar é a máquina virtual sem sistema operativo.
E agora o que eu que eu lhe vou dizer é que a a máquina que eu quero que ele crie o a retaguarda para ela, o suporte, a estrutura para ela é uma máquina Windows, mas não é Windows 11. é uma máquina Windows Server 2022 64 bits. E o que eu quero é que ele me faça essa criação.
Vou dizer terminar e a máquina vai ficar criada sem sistema operativo. Agora vou aqui às definições dessa máquina e vou às definições não básicas, porque ele normalmente fica nas básicas. E porque é que não vou nas básicas?
Se eu for aqui a rede, eu só vou ter uma uma placa de rede disponível. Se for a expert ou avançadas, eu vou ter até quatro placas de rede para poder trabalhar. Para um servidor, nós temos de ter obrigatoriamente duas placas de rede.
Uma que é a que vai receber rede da internet e a outra que vai enviar para as máquinas que o servidor vai servir todos os serviços, inclusive a internet. Então, o que eu vou dizer é que eu quero o primeiro adaptador, a primeira placa em modo bridge e o segundo adaptador que vamos ter aqui também em modo bridge. Neste caso, ele vai emular duas placas de rede da RealTech 8822CE, que serão as placas que ele vai utilizar.
Ou então eu posso pôr aqui em NAT a primeira placa, neste caso, seria sempre em bridges para comunicar com a minha rede verdadeira. A segunda placa pode ser emo porque é para comunicar apenas com a rede virtual. Neste caso, eu não quero, quero ambas em bridges para me dar a garantia, o suporte que não vai falhar nada.
A partir de agora tenho duas placas de rede configuradas na minha rede e tenho a minha máquina virtual para a criar a instalação do Windows Server. e depois servir a minha rede a partir da máquina virtual. Inclusive é posso servir máquinas físicas.
Importante a questão do bridge. Se eu agora fosse aqui online e fosse à Microsoft, ora, buscar uma ISO do Windows Server. Eu esqueci-me de pôr aqui uma coisa na minha busca.
Falta aqui a palavra download. Vou aqui ao evaluation center e a partir daqui posso ir buscar as minhas imagens ISO. Neste caso, eu até posso ir buscar uma imagem em VHD, que é já um virtual hard disc, ou seja, eu posso ir buscar um disco virtual já com o Windows Server instalado.
Portanto, se eu for aqui buscar esta versão, eu vou buscar um virtual hard disk e vou fazer o meu download desse virtual hard disk. Neste caso, são muitos gigas. Eu vou cancelar, mas era só para vos mostrar, porque depois basta abrir este ficheiro VHD dentro da nossa máquina virtual e temos logo o Windows Server instalado na nossa máquina virtual.
Também posso baixar o ISO aqui do Windows Server. Esta versão dá para 6 meses trabalharem sem eh de borda, digamos assim, durante 6 meses para testarem, para eh poderem estragar à vontade. E a partir daí eu também eu vou cancelar também porque vai são muitos gigas e não não é o propósito mostrar-vos a instalação do Windows Server.
Se forem ao meu canal de YouTube, que é apenas Fernando Belo, tenho lá eh vídeos onde demonstro essa instalação até eh em vários tipos de máquinas virtuais e podem vê-los. Mas o que eu queria era mostrar-vos que baixando esta ISO aqui, depois basta-me ir ao Virtual Box e abrindo aqui as definições, eu vou aqui a armazenamento e aqui onde diz vazio posso, perdão, posso escolher aqui um uma ISO. vou buscá-lo e a partir daí vou instalar o meu sistema operativo.
Portanto, não tem ou então quando eu fizer iniciar também ele vai reconhecer que não tem nenhum. Ah, ok, ainda não instalei este módulo. Tudo bem.
Isto é só aquela instalação das extensões porque eu ainda há bocado interrompi, mas hh basta ir buscar essa ISO, adicionar ao meu sistema aqui, ao meu Virtual Box e ele vai instalar. Ora, eu vou pôr aqui este vídeo a correr enquanto estamos a falar. Eh, para recapitular, espero que que tenham eh aprendido eh com aquilo que eu falei aqui hoje e demonstrei, mas h neste para só para recapitular, como eu estava a dizer, então redes e virtualização, pilares essenciais da infraestrutura tecnológica.
Hoje em dia, as redes são conjuntos dispositivos interligados para partilhar recursos e informação. Lun, One, Man, W, Lun, os principais tipos de e redes funcionam com base em protocolos de comunicação, sendo os mais importantes TCPIP, o HTTP ou HTTPS, FTP, DNS e DHCP. E a a virtualização é a tecnologia que permite criar eh as versões virtuais de dispositivos e recursos, podendo com ela fazer virtualização de servidores, de redes, de armazenamento, de aplicações ou de máquinas desktop.
Este era o webinar que tinha preparado para hoje, sábado, eh, partilhar convosco. Espero que tenham gostado, que tenham aprendido e experimentem. Façam download do Virtual Box, façam download das ISO, utilizem, eh, testem, ponham, não se esqueçam de colocar o modo de rede em bridos para que a comunicação seja efetiva.
E não tenham medo de estragar as máquinas virtuais, porque a única coisa que têm que fazer é configurar outra. Portanto, não tem nada de extraordinário eh se estragarem uma máquina virtual, a menos que coloquem lá ficheiros importantes dentro. Se for apenas para testes, não tem nada deais estragá-la.
Muito obrigado por terem vindo a um sábado, terem estado aqui comigo e eh desejo-vos um bom fim de semana e uma ótima semana também. Voltamos a falar no próximo webinar. Um forte abraço a todos e muito obrigado.