[Música] Gente, vamos falar de finanças. Essa é a hora que todo mundo quer sair correndo. Olha, se eu pudesse filmar, provavelmente os pensamentos que vieram na cabeça de vocês agora, ia ser, nossa, que saco, quero morrer, quero fugir, medo.
Eu brinco que toda, toda a mesa ali, né, do divertidamente dentro de nós começa a apertar os botões. Então esse módulo aqui, né, ele é uma conversa é um pouco básica, assim, tipo assim, é o feijão com arroz. E a gente vai fazer de um jeito bem gostoso, porque eu acho que existe uma uma aura assim, né, no entorno desse universo das finanças de que é complexo, de que não é para todo mundo, de que é uma linguagem complicada, de que é tudo muito rebuscado.
E claro que dá para ser, né? Eh, mas eu imagino que ninguém que tá aqui tá querendo operar mesas de ações na Ásia, né, e que precisa saber tudo isso. O que a gente tá querendo aqui é olhar e ter esse retrato desse fluxo, né, de vida que é refletido no dinheiro, desse espelho, começar a história do espelho, que eu vou desenvolver depois com a parte simbólica.
É a partir de algo que eu vou falar para vocês, gente, é muito simples. Eu separei aqui canetinha, papel, pra gente conversar de um jeito bem maravilhoso com o feijão com arroz. Então, claro, se você já tem um letramento financeiro, eu sempre acho que vale ouvir, mas você pode ir pro próximo passo, que é a parte mais simbólica.
Eh, mas eu acho que é sempre bom rever algumas coisas, né? Então, vamos lá. Primeira coisa, o tal do medo do financeiro.
Já falei, vou repetir e vou repetir daqui a pouco de novo, tá? Você não tem medo do dinheiro. Você não tem medo da sua planilha financeira.
Você não tem medo do extrato do seu banco. Você tem medo do que ele revela sobre você. Ponto.
E isso a gente vai aprofundar na parte de o espelho do dinheiro. Mas eu tô trazendo isso aqui para para cá para vocês abrirem a resistência. Uh.
abrirem espaço, tipo assim, respirar e já começarem a perceber a quantidade de sentimentos que falar sobre esse tema evoca. Então, eh, a gente vê muita coisa aí numa linguagem complicada e tudo mais, mas vou mostrar para vocês aqui. Falar sobre finanças é conta de mais e menos.
Eu quero que vocês se lembrem disso. A minha letra é horrorosa, mas é só pra gente fazer disso uma coisa interativa. Conta de mais e menos, só que ela vem, ela tem um jeito, né, de ser feita.
E essa conta de mais em menos, em geral vem num negocinho assim, todo quadricoladinho, que a gente chama de planilha. e que eu sei, né? Ela vem num negocinho assim.
E não tem como você ter medo disso aqui, porque isso aqui é só um quadriculado que vai te mostrar o quê? Tudo que entra e tudo que sai e que no final vai est um resultado. O que entra, o que sai e o resultado.
Então não tem como ter medo disso aqui. De novo, o medo é do que isso espelha. O lance aqui, eu sei que tem muita gente que gosta de usar aplicativos, né, eh, para olhar dinheiro, eu não recomendo para começar.
Por quê? Porque o aplicativo às vezes ele vai te mostrar minúcias que não te ajudam com a maior preciosidade que uma planilha financeira te serve, que é te dá uma visão igual eu fiz com a caneta, de distância para você poder ver uma história contada. De nada adianta você saber a minúcia do quanto você gastou de Uber, se isso não te dá uma visão gerencial.
E é aí que boa parte das pessoas e dos empreendedores e dos autônomos erram, ficam absolutamente eh hipnotizados pelo controle e aí às vezes não fazem nada ou entram num processo de controle absurdo e perdem a maior riqueza que é o que a minha uma vida de consultoria me indicou, me me mostrou, que é o que você precisa quando você tá sentado na cadeira do seu CNPJ, ter capacidade de gerenciar as coisas de brincar com isso aqui como uma massinha criativa da vida, de uma maneira que ela possa ir te contando a os dados e os fluxos de como as coisas estão acontecendo. Planilha, visão financeira, olhar os detalhes não é sobre controle, é sobre criação, é sobre gestão. E esse lugar é o lugar onde a gente, onde muita gente se perde.
Então a gente vai fazer aqui passo a passo com pequenas cápsulas pr você, pra gente ir construindo junto cada um desses aspectos. Mas a primeira coisa que eu queria desmistificar era esse medo, né? Então é é medo do que essa história vai contar.
A gente volta para isso depois. A segunda coisa que eu acho que é um mito, tá? sobre ainda sobre medo.
Achar que medo é ruim ou que a gente vai eliminar o medo. Gente, eu conheço poucas coisas capazes de ativar tanto o nosso instinto de sobrevivência e os nossos medos atrelados a isso do que dinheiro. Porque a gente vive num mundo que pede, que precisa de dinheiro.
A questão não é você deixar de sentir medo. Eu acho que pouquíssimas pessoas, se é que alguém deixa, tá? Porque o medo ele é um fator fundamental da sobrevivência.
Eu sinto ainda também e todo mundo que eu conheço sente. A questão aqui e que a gente vai trabalhar isso profundamente é você parar de fazer coisas a partir de um estado interno de medo. E quando a gente falar de rituais financeiros e estado de mente de construção, isso vai ficar mais claro.
Que que eu quero dizer com isso? A maior parte das pessoas falam: "Nossa, que medo, que medo de olhar para isso então eu não olho isso. A hora que vem o meu cartão, eu fico com medo e aí eu quero agir a partir desse medo.
Eu quero criar um produto novo a partir desse medo. Porque vocês percebem que isso é um estado interno e que ele não tá sendo usado de uma maneira produtiva? Outro estado de medo, eu já vivi isso há mais ou menos dois anos.
Eu tinha um modelo de negócio que ele era muito de formato assim, mentoria assim, muito muito de entradas de pico de caixa. E aí eu tinha o lançamento de um programa de mentoria super especial que eu ia dar. Eu fui viajar, eu peguei influenza e eu fiquei 40 dias inviabilizada.
E junto com essa inviabilização veio o derretimento do meu faturamento dos próximos 3 meses, porque eu não consegui sustentar aquele lançamento. Foi horrível. Porque eu tava fisicamente completamente fragilizada e eu fiquei financeiramente fragilizada mesmo.
Eu tenho reserva, tá? E pude contar com a minha reserva da paz mental, que são os nomes que a gente vai falar no dinheiro simbólico. Mas mesmo assim, óbvio que fragiliza, óbvio que deu medo.
E aí eu peguei esse medo e eu criei um novo modelo de negócio, porque eu falei: "Eu não quero passar nunca mais por isso". o próximo um ano, porque a gente não muda modelo de negócio do dia pra noite, eu fui construindo um outro tipo de modelo em camadas para que ele fosse um pouco mais antifrágil, para que ele fosse um pouco menos tudo ou nada. Isso é uma escolha que vem a partir da sintonização com uma visão maior e um fluxo da criação.
O medo ele foi combustível, mas ele não foi a premissa no qual eu inseminei a minha criação. E eu vejo todos os dias empreendedores eh e autônomos e empresários inseminando os seus negócios com a energia criativa a partir do medo por causa do medo que sentem de olhar pro fluxo de caixa. Isso é uma confusão e a gente vai desfazer essa confusão.
Então sim, o medo pode ser uma fonte criatora à medida que ele te mostra os lugares aonde você se sente frágil. E o convite é não é para parar de ter medo, é para você olhar para aquilo que te traz medo e a partir de um lugar de presença e criação ver o que você pode trazer paraa tua vida e pro teu negócio que crie camadas de sustentação frente ao que esse medo te trouxe. Então isto posto, a gente vai começar a falar de finanças e de vida empreendedora e e e desse olhar financeiro com vocês tendo isso de pano de fundo, porque o tal do medo de olhar o meu extrato é uma das coisas que eu mais escuto na minha vida depois ou junto com o que fazer com a instabilidade financeira, que é um dos pontos que a gente vai trabalhar aqui também.
Então, a partir de agora, eu quero que você entenda que o medo é o seu grande aliado, que ele tá te dizendo os lugares aonde você se sente vulnerável e você vai pegar esse medo quando ele vem, você vai sustentar, você vai dialogar com ele, você vai entender o que ele tá querendo te dizer. E num outro estado de mente, que é um num estado de mente de criação, a gente vai construir respostas saudáveis pro teu negócio, não com a energia do medo, mas com a energia de quem cresceu por meio dele. Yeah.