[Música] Mas é uma honra ter participar da primeira reunião deste ano junto a aos senhores, senhor diretor titular do Departamento da Defesa, defesa e segurança da FIESP, Carlos Herâa. Eh, eu queria, usando aqui uma frase que eu eu gosto muito do Benjamim Frank, quando dizia que aqueles que abrem mão da liberdade essencial e per um pouco de segurança temporária, não são merecedores nem de segurança, nem para um pouco de liberdade. O que nós fazemos aqui hoje, na verdade, é essa juntada nós das Forças Armadas, vamos estar aqui, alguns companheiros com a indústria, né, essa somatória daqueles que responsáveis pela segurança do país, pela defesa, os senhores produtores do material que nos interessa, né, principalmente o material nacional que tanto nós brigamos.
Esta é a soma, eh, esta é a soma, é o resultado melhor nós poderíamos ter para a manutenção da nossa segurança, da nossa defesa, da nossa soberania. brigamos cada vez mais os três comandantes e o nosso ministro para que a gente possa cada vez mais intensificar a condução das nossas aquisições dentro dos produtos eh de defesa do nosso país. E o momento hoje do a geopolítica hoje os discursos dos grandes líderes mostram que cada vez mais os países têm que se interiorizar, verticalizar suas produções e nós temos que buscar.
Senhor presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais e Defesa, Sindico Carlos Federico Peluiar, querido Fred, senhor vice-presidente da FIESP, diretor titular adjunto do Departamento de Defesa e Segurança Dagmar Osvaldo Compaio, grande amigo datada, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança, Luiz Carlos Paiba Teixeira. é importantíssimo nós da das Forças Armadas, eu acho que a presença desse segmento, nesta mesa aqui nos dá um grande alento em função das da da unificação cada vez maior da nossa indústria de defesa. Não estão aqui aleatoriamente, cada um tem um tem uma motivação especial para essa presença.
Senhor diretor geral do departamento C tecnologiaespacial Peder do Ricardo Russo Fonseca Nel brigadeiro Nub eh teve uma grande passagem uma experiência muito grande da logística, mas hoje assumiu, assume neste ano o nosso nossa ciência e tecnologia. Será dentro do alto comando aeronáutico aquela figura mais importante dessa relação direta atualada que esta, né? Uma empresa pública com a indústria nacional.
Senhor chefe de operações conjuntas do Ministério da Defesa, tenente Eduardo Valcir José de Castilho Araújo, eh, brigadeiro Valcir, que está na defesa, mas é quem tem feito a modelagem, a busca dos melor dos melhores modelos de negócio de ações extra forças que nós estamos fazendo, por exemplo, em Fortaleza, um modelo eh bastante interessante, a gente amplando a nossa capacidade de formação de engenheiros de alto nível, né, descentralizando um pouco aqui do do núcleo de São José dos Campos, criando três novos cursos em Fortaleza. E o Beniro Valsío fez essa modelagem, assim como fez a modelagem para a criação do nosso parque industrial tecnológico e aeroespacial na Bahia, as dependências da nossa base aérea. Hoje manhã, tivemos uma reunião bastante importante com o governador e com o prefeito e consolidamos então eh os preparativos paraa assinatura do acordo de cooperação técnica paraa criação do Museu Aeroespacial Paulista, né?
Então, esperamos que em abril, no máximo em maio, assinamos esse acosto de operação para que São Paulo, uma megalopha o museu aespacial do tamanho da cidade e é um trabalho aí da Força Aérea, do da União como um todo, mas principalmente do governo do estado e da prefeitura de São Paulo. É um é um é um marco interessante. reunião foi muito produtiva e estamos dali muito satisfeito, como tenho certeza que também daqui seriam satisfeitos após a nossa apresentação, né?
Eh, senor comandante geral de apoio tenente Peder Walter Borges Malta, eh, recém chegado em São Paulo, é o nosso hoje diretor de logística, mas tem uma larga experiência também na condução dos grandes projetos estratégicos na força, foi quem consolidou o fechamento da aquisição das aeronaves gripe, das aeronaves CC 390, hoje trabalha em áreas de logística e tem também eh terá também uma relação muito importante com a Lada, porque a Lada passa a ser além das relações eh primordiais, espaciais, também é empresa que vai trazer para a força novas possibilidades, novos projetos estratégicos, não só na área espacial, que tenhamos dentro da CBRO de hoje um oficial da força, principalmente por essa relação criada entre o Ministério da Defesa, CPR alada dentro da de todo esse parque industrial que que nós imaginamos daqui pra frente. Senores oficiais gerais da Marinha, do exército da aeronáutica. Fala aqui do amirante trovão, comandante área, assim como brigadeiro Macedos, comandantes da área, nossos generais, convidado de representantes das empresas associadas ao SIN, autoridades militares de segurança pública, nosso comandante da guarda municipal, representante da baseal de defesa, em nome dos quais cumprimento a todos.
Eh, uma alegria muito grande, vamos iniciar a apresentação falando um pouco do que vem ser essa empresa exalada e quais as relações que nós pretendemos criar com o mundo da indústria. Foi o primeiro grande centro de lançamento, né, próximo à linha de Equador, foi criado em 65, né, estamos falando aí de 60 anos. Logo depois, em 80, numa conjugação política como como deveria ser, como as coisas acontecem no Brasil, criamos então centro de lançamento de Alcânara, né?
Tivemos, infelizmente, 2013, aquele acidente do PLS1. Logicamente reteve um pouco as nossas capacidades, mas tivemos uma retomada documental, né, de alguns alguns protocolos, principalmente na estratégia nacional de defesa, quando dali começa a se imaginar o nosso PENAI, o Programa Nacional de Aividades Espaciais. Mas até então os nossos dois ces lançamento, seja Barreira, seja Alcânara, eram utilizados exclusivamente para artefatos militares, né?
Isso logicamente dentro de um cenário em que você não tem uma empresa que depende só do só do do nosso orçamento, nós entendemos que deveríamos criar aqui capacidade de mesclar lançamentos da nossa força, lançamentos nacionais, militares, com lançamentos não só nacionais, mas internacionais de empresas. E fizemos então o chamamento público, onde nós elencamos quatro áreas de alcân, não usamos a barreira do inferno e e foi realmente um processo de muito sucesso. Eu cito aqui, dentre os lançamentos que nós fizemos, já estamos fazendo com essas empresas, uma que é foi um grande sucesso, a empresa Inospace, chamamos a operação Astroláb Foguete em 2023 com uma previsão de seis lançamentos ainda este ano.
O que ocorre é que até então, sem a empresa lada, esses lançamentos eram todos feitos, eh, com preço de custo daquilo que nos custa, né, e para o nosso de lançamento. Mas esses recursos todos eles eram transferidos pela empresa por GRU, como uma guia de recolhimento para União. E como nós somos totalmente orçamentados, não havia uma transferência de qualquer fração desses recursos para a Força Aérea.
Prissores t uma uma ideia de grandeza. Essa empresa esteve durante 3 meses e meio em Alcânara, uma cidade pequena, com uma arrecadação baixa, um orçamento também bastante restrito. E ela deixou em em Alcânara, e parte de São Luís durante esses 3 meses e meio, aluguel de grua, eh refeição, aluguel de de caminhão, eh contratação de pessoal, hotelaria, restaurante, já em torno de R$ 50 milhões deais.
Então vejam um valor desse injetado numa cidade pequena em parte de São Luís, né? O quanto que quanto que é a cidade dura. E diziam até os funcionários dessa empresa que entre o primeiro dia e o final lá de 100 dias de três meses a cidade é outra luz, tinha outra cor, porque isso foi intensificando o mercado nacional.
E nós, nossa parte, o o negócio era conosco, era dentro do centro de lançamento. Nós não podíamos sequer ter qualquerimento eh financeiro desta operação. E a partir de agora, com empresa Lada, nós já podemos subrogar contratos para que a Lada possa, a partir de agora fazer os contratos e contatos com essa no space, com tantas outras empresas.
Essa essa empresa lada, ela ela é um desejo da Forcé desde 2012. Isso foi criado dentro do da nossa subomb, que é uma subsecretaria de contratos conventes, quando se entendia, olhando um pouco do sucesso da Enchetron, por exemplo, o quanto nós poderíamos carrear atividades espaciais e de negócio para CONE. Ora encontra o governo eh mais liberal e a gente entende muito bem isso também, tem uma visão bastante liberal.
Acho que o estado preocupar mais com saúde, com educação, com segurança, mas há momentos que nós temos que dar o destaque de uma empresa olhando ela de forma estatal, né? Como foi em Braia, Carlos falou agora há pouco tempo aqui de Osiras que cria o avião e depois tem que criar uma empresa em volta desse avião. Se cria uma empresa estatal, empresazinha que hoje aí se chama Ibra.
Então, é esse, esses são os desejos que nós eh verificamos hoje quando criamos essa empresa. Ia falar um pouco mais à frente, mas é interessante. Eu fui em julho do ano passado à Índia, né?
A Índia é um parceiro nosso lá no Bricks. E Brigs, quem sabe é é uma forcéria, falando de forcéria, que mais se assemelha aos nossos desejos em termos de de produção de material de defesa, né, de valorização da indústria, como eles fazem lá. E o comandante da Força Aéra Indiana, ele logicamente ele estudou um pouco da Força Aérea.
Ele queria entender como é que nós funcioná, seja na parte de de busca da da defesa do espaço aéreo, do nosso controle, mas também da participação. E ele falando assim, da Marciano, nós éramos vocês há 20 anos atrás, no começo do século, há 25 anos atrás, o nosso investimento, que eu vou mostrar muito parecido com vocês. Nós não nós não éramos nada, mas criamos uma empresa pública.
E esse impulso dessa empresa fez com que nós na Índia hoje, né, estamos colocando artefato na lua, estamos fazendo o circuito na lua e pousando na face escura da lua, lançando e veículos com 200 e 200 n est satégias. Tudo isso de uma empresa. Isso foi em julho.
Aquilo me deu um impulso muito grande. Quando eu voltei ao Brasil, juntado juntando com alto comando, falei: "E agora? Era metade do ano.
A gente sabe que isso é um processo que vai pro Congresso, precisa eh o encaminhamento eh de um projeto de lei, mas nós trabalhamos muito pesadamente entre julho e setembro. No dia 3 de setembro, então nós conseguimos, com o apoio do nosso ministro, ir ao presidente fazer o encaminhamento projeto de lei ao Congresso. Isso foi em 3 de setembro de 24.
A nossa assessoria parlamentar trabalhou muito forte e logicamente tivemos o apoio de deputados senadores das duas vertentes ideológicas, porque nesse momento todos conhecem em país, em Brasil, desenvolvimento, indústria e soberania. Tivemos um relator de um partido mais à esquerda hora outro de mais à direita, na verdade mostrando os censos de brasilidade. E em 28 de outubro nós tínhamos então já vencido a etapa do no na Câmara e logo em seguida a última a última eh a última reunião plenária do Senado, que passa pelas duas casas, sem nenhum pedido de vistas, na última sessão plenária de dezembro passamos a empresa no Senado.
no dia 3 de do dia 2 de janeiro deste ano, ou seja, 4 meses após a o encaminhamento do PL, a empresa estava criada. Então, vejam que essa criação ela teve é o impulso, né? Teve essa ganância de todos nós, olhando a modelagem indiana que dá muito certo.
Esse é o mercado que todos conhecem. Eu vejo que pessoal da A tá lá do outro lado e conhece melhor do que iscaixa de meio trilhão de dólares ano, né? Isso foi o mercado o ano passado.
Na realidade isso aconteceu. Eh, e nós estamos prevendo aí para mais 10 anos e é coisa quadriplicar chegar perto de 2 trilhões de dólares, né? Estamos aí com 500 satélites de 2000.
Vejam a ampliação eh geométrica disso hoje com 12. 000 e 2030, 100. 000 satélites em ó, quanto nós podemos adiar nesse montante?
Recebi eh do Vital outro dia uma matéria que mostra quando a gente imagina que a disputa vai ser muito complexa, não é bem assim, né? Uma matéria grande dizendo que a infraestrutura de lançamento já nos Estados Unidos hoje juntando Vander B Canaveral já é insuficiente, né? Com aquela capacidade todas, né?
Então vejam aí que nós com dois centros de lançamento, nós temos vários slotes nos dois centros, olhando apenas os lançamentos equatoriais, né? O Brasil tem uma extensão muito grande. Nós temos terras militares para que possamos fazer novos centros de lançamento e eh polares, né?
Já estamos até deslombrando duas possibilidades. Então, veja o quanto desse mercado nós podemos aqui em lá. Então, eu separei aqui quatro campos, né?
Na parte de serviço de lançamento, construção de estratégicas, serviços estratégicos e equipamentos de sol, né? O investimento no setor espacial. E voltando agora naquela relação que eu faço com a Índia em 2020, vejo que a Índia já chegou em 2020 por conta da empresa, por conta da empresa pública, 1.
3 mil de dólar e nós continuamos aí com 40 milhões, né? Isso as adura as penas. Por quê?
Porque falta realmente um impacto, falta um impulso de uma empresa que graças a Deus a gente tem certeza que dará muito certo e vamos olhar a Índia como um bom um bom modelo a ser seguida, né? Outros visto de lançamentos. Então, como eu disse, nós fizemos com sucesso o lançamento da na operação astrolábelo, que nós demos o nome a esta operação, mas na verdade lançando um artefato estrangeiro da Inospace.
Ficou muito feliz com primeiro com a localização do do nosso centro. Realmente a a localização é espetacular, mas principalmente com a capacidade do nosso pessoal em cooperar nesta operação. Como como disse, nós temos outros serviços, outros lançamentos dessa empresa e de outras tantas empresas, mas nós faremos a subrogação do contrato para que se a possa já oferir aí lucros, né, eh, em cima desses futuros lançamentos.
Quando nós olhamos e falando apenas dos dois centros, né, com essa com essa visão dos nossos lançamentos eh equatoriais, né, se falar dos futuros polares, vejo ali o ângulo de atuação do Cabo Carnaveral nessa cor laranja. Quando nós olhamos aí o ângulo de de atuação com extrema segurança da soma da barreira do inferno com Alcânra, né, veja então eh que espetáculo, né, que possibilidades que nós temos permitindo um uma grande gama, né, um grande eixo do lançamento e ali além é tão tão propalado o lançamento e equatorial, nós podemos também já nessas duas bases efetuaros os lançamentos polares, né? Então, mas ainda assim com a parte ventalada e com com o mercado, né, tentando abocanhar parte desse mercado, é a nossa intenção analisar de todo esse tempo e há novas possibilidades, novos centros dentro do nosso país.
Considerando agora a parte de de construção de satélites e gerenciamento de projetos. Então, se divid qualquer dúvida, nós não falamos ainda em criar uma força aéreoespacial, somos apenas uma força aérea. Onde é que nós poderíamos imaginar sermos uma força espacial?
Quando nós cumprirmos, quando nós palumilharmos quatro famílias satélites, a primeira delas já está desde 2017 no espaço, que é o satélite já estacionário, acho que todos conhecem o SGTC. Esse é é o acordo, é um contrado, um convênio que nós fizemos com a Tebraz. é um satélite dual, dual, porque a parte de defesa está logicamente conosco, a parte de margens, mas nós eh cedemos, cedemos, não, trabalhamos juntos com a Telebraz paraa parte de comunicação e aí sim ela comercializa essa parte de comunicação.
A segunda família é a família sensoramento remoto. São satélites que nós adquirimos junto à empresa ICI, uma empresa finlandesa, também já está já está oferecendo serviços, né? Esse são os dois carcarás, carcará um e carcará dois.
São satélites de abertura sintética, já operando muito bem. E nós agora trabalhamos então os requisitos para a terceira família, família Carbones, que são os satélites róticos. Agora com o advento da empresa, quem sabe nós possamos já também trabalhar trabalharmos dentro de uma possibilidade nacional, principalmente pelos sensores.
A Força Aérea não vê nenhuma restrição em flexibilizar as capacidades dos sensores. Logicamente, quanto mais submétrico, melhor. Mas nós entendemos que às vezes para atender a nossa indústria a gente pode começar trabalhando com sucessores não que não tem essa curacidade toda, mas é um bom começo, é bom pros dois lados que isso desenvolve a nossa indústria nacional com toda certeza.
E a quarta família, a família Tigor, é aquela família também eh de comunicação tática, aquela que nós operaríamos e aí com uma com uma visão de apoio, principalmente ao exército brasileiro. E a Marinha também função dos seus fuziliros que operam em lugares locados de difícil acesso e a e o estratégia de comunicação tática então cumpriria bem essa missão. Nós entendemos, não depois nós para humilharmos, né, eh, que possamos conseguir empresas integradoras da indústria nacional, eh, como primega, temos essas quatro famílias, quem sabe a gente possa um dia começar a discutir e termos uma força espacial.
O outro a questão de comercialização de de satélites, essa empresa, então, ela não há dúvida, né, contra a geração de empregos, arrecadação de tributo, geração de renda. Eh, e aí ficava sempre essa dúvida, né, se a empresa ela vai ser uma construtora. Não, a empresa não é uma construtora, empresa um escritório, é uma empresa pequena.
A nossa ideia é que seja realmente pequena, com 30, 40 pessoas, não mais do que isso. As empresas públicas via de regras estão sempre no escopo negativo, como empresas que não que não dão lucro. Eu tenho certeza que essa empresa ela será um sucesso, assim como a nossa outra empresa nave Brasil, de quem esta empresa é hoje subsidiária, em dois anos nós vamos eh conseguir isolar nessa empresa.
Lá no Brasil foi uma das únicas empresas que que teve lucro no ano passado. Então veja que o trabalho que temos feito é de enxulgamento, de um de um trabalho bastante sério, faz com que as nossas empresas elas são de carga já na largada empresas não dependentem. já no campo de serviços satélitos que hoje eh chega a perto de 200 bilhões de dólares no mercado mundial.
Quando nós falamos aqui de IT, então nós temos uma relação bastante forte. Um dos cursos que o Will está fazendo lá em Fortaleza é um é um é engenharia de sistemas muito ligado à inteligência artificial nessa tuada, né, da da Felipses, né, onde a gente onde nós temos a academia, a a lada agora entra também no viés da da na PAC ligada à indústria. Nós vamos fomentar tentativa de permanência desses grandes cérebros, né, ligados à inteligência artificial, a parte espacial, né, no Brasil.
Acho que a lada vai ser vai impulsorar muito isso, né? Não adianta a gente aumentar a nossa capacidade de formação de gênero de alto nível quando grande parte deles vai pro mercado financeiro ou vai buscar o mercado fora do país, né? Tenho certeza que essa empresa ela pode ser um belo veículo, né, dessa transição dos engenheiros para a nossa indústria, para a nossa indústria nacional, principalmente na construção de satélites, visando aí a comercialização de produtos e principalmente havendo serviços téespaciais.
Quanto à parte de equipamentos de solo também dentro daquele daquele universo eh bilionário, trilionário, eh que é um mercado crescente, né? Nós falamos falando 200 bilhões de dólares ano de equipamentos de solo. Esse esse é um esse é um mercado que nós eh ainda não tivemos acesso, né, por conta do custo disso, né, e da e e da baixa demanda é que nós temos hoje eh nos nossos dois centros.
Mas agora e com o chamamento público, criação dessa capacidade de lançamento dos nossos dois centros, com a criação de outros centros, valerá sem dúvida a pena a aquisição desses equipamentos para essa exploração econômica aí, principalmente usando os nossos laboratórios do TCT. E mais uma vez isso se soma a comercialização desses produtos. senhores terem uma ideia hoje eh quando nós falamos de telimetria e rastreio, né, falando aqui dos três setos mais próximos, né, Coru na França, Coru francês na Guiana e os nossos dois centros de de da barreira do inferno natal e de Alcântara.
Maranhão, nós temos um contrato hoje Força Aérea, não alaga Força Aérea com o corpo e que nós fazemos não é um contrato de demanda, um contrato eh fechado para rastreamento dos nossos dois centros, rastreando os lançamentos de de Buru. Havendo ou não havendo lançamento, este contrato ele existe e é pago com algumas dezenas de de de milhões de dólares ano, né? Mas isso é força aérea com corrupta.
Esse dinheiro, esse esse recurso entra pro GRU é orçamentário. Esse é um contrato que é tão logo a empresa abra a sua porta, eu vou dizer qual é a data disso, eh uma expectativa boa. Subrogamos esse contrato, a empresa já começa também a receber.
Então, vejam a subrogação, a quantidade de de de atividades que nós fazemos hoje ou de possibilidades que vão surgindo, faz da empresa já nascer, com toda a certeza, não dependente, né? Então essa exploração econômica eh é bastante viável, bastante clara. Eh, nós temos uma equipe trabalhando, nós contratamos uma empresa de consultoria, a mesma empresa que construiu o desenho da rádio Brasil, que é um sucesso, é a mesma empresa que está construindo eh esse desenho do do plano de negócio, cargo de salários da nossa empresa.
Alá, o pessoal do Embré conhece bem, né? Então nós fazemos ali eh o aluguel é um aluguel quase que amistoso, porque é a mesma coisa, os recursos do vento, de vento caro, de cara manutenção, mas estamos olhando o Brasil, se é bom para usar é bom para todos nós, né? Mas a breve paga o recurso, mesma coisa, né?
E o orçamento da União, tesouro e nós não vemos acordo dinheiro. Esse dinheiro vai junto com vento do túno, né? Não aparece.
E agora? Agora vamos mesma coisa, é superar os contratos e a lava vai cuidar, vai cuidar da comercialização, não só desse produto, mas de tantos outros, tantas outras capacidades que nós temos. É a mesma coisa nós temos hoje dentro do DCDA lá com com o brigadeiro Nutros, nosso IFI, né?
Então, na assessoria de patente, certificação, é um é um oi é ele é reconhecido eh internacionalmente pela sua capacidade de de certificar produtos de alta complexidade. E a mesma coisa, né, via de regra, fazemos por fazer, né, porque estamos pagando o pessoal a um custo alto nisso. E a mesma coisa, né?
A partir de agora, né, sem fazer logicamente hiperinflação dos preços, né? Mas só em saber que esse recurso vem para lado, ela vai colocar o recurso dentro dos programas espaciais, abrir possibilidades pra indústria nacional. É isso aí que nos agrada muito e e nos sustenta, né?
Quanto a questão, tá aqui o pessoal da segurança pública, né? Então, impactos positivos setor estratégicos, a questão do agronegócio, segurança pública, área de saúde, educação, Defesa Civil. Nós já fazemos muito isso.
Eh, hoje nós usamos os nossos drones atendendo, não agronegócio, mas atendendo todas as outras áreas, defenda civil, a saúde, fazendo mapeamento de área endêmica. E às vezes o ministério não pode fazer aquilo graciosamente, ele é obrigado a pilatar alguém, não pode aceitar de mão bejado. Então, mais uma vez, nessas áreas todas, a la fará essas essa esses contratos, esses convênios, fazendo então essa essa remissão dos antigos contratos, podendo abrir novos novas possibilidades para todos nós.
Como eu, como eu disse, repito aqui, né, nós, Lada, quem sabe seja aí o seu ponto, o a parte intangível mais importante tudo isso, essa retenção de profissionais qualificados, né? Essa autonomia em tecnologia crítica, a gente entende que a LAAD será aí também um belo veículo para paraa manutenção disso. Por quê?
Porque com a criação do item Fortaleza, o sistema ESP, falando um pouco aqui do da casa, né? Eh, entendendo da da grandiosidade do projeto, já criou em Fortaleza o IS, que é o Instituto SENAI de Inovação, ou seja, já utilizando os alunos do ITA para a permanência deles dentro do negócio, ora energia, ora ciências e ligada a IA e a própria bioengenharia, né? E quem sabe a gente cria também uma outra engenharia, porque é espaço para mais duas novas engenharias lá dentro do campus, ligado exatamente à questão industrial e comercial ligado ao espaço.
É uma carência que que ainda nós temos o modelo de negócio. Então, assim como nós fizemos a modelagem do ITA, assim como fizemos a modelagem do Parque Tecnológico da Bahia e como estamos fechando aqui a modelagem do Museu Espacial em São Paulo com a mesma seriedade, a modelagem também ela já tá muito próxima do final com essa empresa aqui concessionada que nós nós contratamos, né? Mas é isso, é fugir deste hoje, deste vermelho grato.
Cobra preço de custo, não adianta ter lucro, né? Esse lucro não me chega, né? Essas receitas não são revertidas hoje ao programa espacial brasileiro e tudo é GRU, né?
E o nosso futuro é este, né? contratos para essas empresas. Nós já temos contratos, agora é só fazer a subrogação dos contratos da Força Aérea para Lagada, como c Six Launcher, P, espaço, todas elas já contratadas para lançamentos, notadamente ainda hoje eh em Alcân já estamos conversando com eles para transferir alguns lançamentos para a Bahia do Inferno.
E esse recurso então é pago diretamente a lada, preço de mercado, não mais preço de custo e as receitas revertidas aí ao problema espacial brasileiro. Quando nós podemos nesses contratos até exigir eh dentro de uma limitação logicamente contratual, que todos os serviços sejam contratados das empresas brasileiras. E isso já tivemos a experiência com a Inospace e ela viu com muito bons olhos e assim tem feito, contratando as nossas empresas do mercado eh aeroespacial.
Exploração eh econômica. Vamos buscar agora o o capital privado e o capital privado venta, né? A empresa pública, ela é pública, mas ela é o começo de um caminho para que se torne um dia privado, né?
Sempre foi assim. Ara nasceu dentro da força não era nada, virou uma empresa pública, passou um momentinho de PPP e o região uma empresa que todos conhecem aqui. Quem não quem não tem ação da em breve tão perdendo tempo.
Eh, novas fontes de receita, coisas que vão sendo criadas a cada a cada nova visão. Eu tenho acompanhado o trabalho da equipe, né? em é interessantíssimo eh com a quantidade a cada semana de possibilidades de atuação da empresa, possibilidade de arrecadação de recursos que a empresa ela recebe e faz o repasse para a nossa indústria aeroespacial.
Quando eu falo isso, você me vem lá a IAB, né, que é um grupo daqueles que estão se mantendo ali a duras penas, acreditando no que fazem. E a gente faz isso aqui também pensando neles, no crescimento do setor. Então é isso, é somar o estado, nós o estado, mais o privado, essa empresa fazendo a conexão do estado, né, da força aérea, do Ministério da Defesa e com o mundo privado, a gente possa somar governança nisso.
Por falar em governança, eu não tenho nenhum interesse que seja uma empresa genuinamente militar. Estamos já com currículo de pessoas pesadas que trabalharam aqui nessa casa e trabalharam na indústria ou espacial na indústria aeronáutica com desejo de participar dessa empresa. Isso nos isso nos orgulha muito quando eu olho quando eu olho alguns alguns currículos assim, puxa vida, uma pessoa que eu tanto respeitei pelo tanto que fez, tanto faz pra indústria, queria trabalhar nessa empresa, porque tá acreditando naquilo que que estamos fazendo, né?