presidente Lula sobe o Tom contra o Marco temporal o presidente Luís Inácio Lula da Silva criticou a tese do Marco temporal aprovada pelo congresso nacional que prevê que os povos indígenas só terão direito à demarcação de terras que já ocupavam ou disputavam até 5 de outubro de 1988 data de promulgação da Constituição Federal Lula vetou a tese do Marco temporal mas o congresso derrubou o veto presidencial o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal em discurso feito ontem à noite em cerimônia no Museu Nacional no Rio de Janeiro Lula afirmou que o Marco temporal representa
um atentado aos povos indígenas fiz questão de vetar esse atentado ao povo indí mas o Congresso Nacional usando uma prerrogativa respaldada por lei derrubou o meu veto a discussão segue na Suprema corte Federal e minha posição mudou sou a favor do direito dos povos indías a seu território e a sua cultura como determina a constituição contrário portanto a ideia absurda do Marco temporal o evento no Museu Nacional marcou o retorno ao Brasil do manto Tupinambá que estava fora do país desde meados do século X o manto permaneceu no Museu Nacional da Dinamarca por 335 Anos
Antes de Lula discursar o uma Líder indígena cobrou a reestruturação da FUNAI e do Ministério dos povos originários e sugeriu que o governo estaria auxiliando indiretamente o Congresso Nacional na aprovação de temas que contrariam os interesses dos povos indígenas Lula rebateu as críticas e justificou que precisa dialogar com o congresso uma vez que o PT possui um número insuficiente de parlamentares para aprovar propostas eu queria apenas que a companheira que fou aqui mudasse o seu discurso aqui não tem subserviência para ficar no poder eu não preciso disso O que você tem a inteligência política para
saber que eu tenho um partido com 70 deputados e 513 que eu tenho nove senadores em 81 e para mim aprovar as coisas eu sou obrigado a conversar com quem não gosta de mim Eu sou obrigado a convencer as pessoas vontade e é por isso que eu posso Dizer para vocês al boms nunca se aprovou tantas coisas nesse país como nós aprovamos até uma política de reforma tributária que há 50 anos esperava nós acabamos de aprovar de Brasília Jonathan Ferreira