e começa agora elétrica pamonha por instantes felizes virginais e repetíveis [Música] Olá seja bem-vindo ao nosso querido manha oferecimento de química do Brasil bnp paribá esta semana jumento e profuse Aché meus amigos estamos concorrendo ao prêmio aí best nós nós todos do inédito a pamonha e Gostaríamos muito muito muito de contar não só com a sua audiência de sempre mas contar com a manifestação do seu apreço nessa competição afinal de contas esse nosso conteúdo ele é no primeiro momento o ativo do que outros outros que com sabedoria ensinam sobre o enriquecimento ensinam sobre o sucesso
ensinam sobre a glória o aplauso sintam atrativo sedutores importante sem dúvida a gente fala da vida e quando a gente fala da vida a gente é obrigado a incluir muito do que a gente sabe que a vida tem e é por isso que na hora que vamos nos ombrear com os Gigantes da sedução e do sucesso é claro que encontramos muita dificuldade por isso não se precisamos mais do que de qualquer outra manifestação nós precisamos da sua de você ouvinte nosso do inédito a pamonha aqui no site do iBest e colocar tamanha parte é um
destaque para educação e podcast e deixar registrado o seu apreço a gente vai ficar muito feliz nós aqui da produção nós aqui do time que viabiliza essa mensagem já há mais de ano então tá aí feito o convite eu não vou falar novamente Não porque no final das contas essa história de pedir é bem chato mas por outro lado se eu não disseste nada ficaria esquisito também então faremos mais faremos com moderação vou aqui "durante a guerra foi convidado e passei Uns poucos meses e o levantando de madrugada para correr com frio e sono até
o 10º regimento da infantaria meu Batalhão segundo me disseram iria fazer trincheiras na Itália mas desistiram tempo um monte de mim acabou começava a passar e eu atingir a maioridade e não tinha uma profissão uma tarde na Rua da Bahia um padre amigo da família sugeriu com sensatez que eu deixasse minha mania de escrever para aprender economia foi quando eu me ofereceu um bom preço um lugar de assessor da diretoria usei tomei o noturno no rio sem profissão fugido de casa morar no hotel mensal entre homens balofos cor de Cera e mariposas coloridas lindas sair
de lá para o palacete morrer um pesadelo por causa da comida que paguei adiantado e não consegui comer no refeitório tinha um motor de um remediável melancolia as refeições na rua me levaram depressa que o dinheirinho que trouxeram de casa quando passei da condição de filho de família pequeno-burguesa a desempregado E no entanto aflição mas muito estranho ali definir para mim mesmo a natureza do sentimento pleno de superioridade camisinha ralado de fome a olhar da porta do restaurante o que jantavam convencidos assombrosamente de que tinham direito de comer quanto quisessem enquanto outros não podiam comer
nada como vem meus amigos não é mesmo fácil para ninguém a propósito essa passagem é um trecho do diário de Paulo Mendes Campos ninguém menos que um dos nossos maiores autores modernos e não custa acrescentar em que com a mesma solicitude humana de seus versos foi o poeta Drumond que só vou jovem escritor da carreira da fome ajudando-lhe com emprego em máquina de escrever tanto melhor para nós que somos admiradores leitores do Diario de Paulo Mendes mim me faz pensar na questão da vida a questão da vida trabalhada tipo das do usual cada um de
nós imagina ouvir ver que é proprietário de uma certa quantidade de vida que vai gastando ao longo do tempo até que ela se acaba e portanto tudo chega ao fim é o nosso fim de mundo particular que se apresenta mas eu cada vez mais compartilho com vocês uma tese invertida a tese de que nós somos o possuído e a vida é a energia que nos possui é a energia e se serve de nós para ter extensão é energia que se serve de nós para ter um corpo é energia que se serve de nós para ser
vista é a energia que se serve de nós para tem que estar a energia também serve de nós para falar a energia se serve de nós para correr a energia que serve de nós para ter prazer a energia que serve de nós para degustar a energia que serve de novo para Beijar outra boca energia um de nós para ler mas também para escrever a energia que serve de nós para pensar a vida a energia serve de nós para pensar sobre ela mesma a energia que serve de nós para ter consciência de si a energia se
serve de nós e E aí a e agora meus queridos ouvintes do inédito a pamonha eu sou eu que não somos nós propriamente a desejar a eternidade nem mesmo a eternidade daquele instante vivido num instante episódico que terá valido a pena viver não não quem gostaria muito de ficar se servindo de nós é a nossa ela que está bem Onde está ela que gostaria por ela ficaria conosco por ela ficaria mais tempo por ela continuaria nos usando por ela continuaria servindo das nossas vidas alimentando de cada uma das nossas células por ela por ela ela
continuaria ali porque essa energia curte estar onde está curte ficaram de fica fazer o que faz produzir o que produz por isso aí eles de cada um de nós se esforça muito para não precisar mudar a mudar de Corpos mudar de residência mudar de hospedeiro a energia quer continuar a energia luta para continuar vasculha em todo canto que pode partir de mais um mais um fiapo de matéria a explorar e matéria orgânica consumir ela luta luta muito por isso mas é claro tem uma hora que não dá mais tem uma hora que não temos mais
nada a lhe oferecer tem uma hora que o básico de que ela precisa ela já não encontra mais em nós e aí vem aí acontece o inevitável ela tem que dizer adeus depois ir nos deixar loucos por dentro mas depois de termos dado tudo que um dia tivemos de valioso Mas também de comer Zinho e Pobre essa medida que os infantis Ltda é mas também humilhação essa energia que nos fez na ribalta mas também não sei se protagonista mas a maior parte do tempo plateia simples dores do mundo essa energia quando não tem mais jeito
é constrangida a dizer adeus e vai se alimentar vai se alimentar de quem tem agora a lhe oferecer do bom e do melhor o fresco da infância tenra da Juventude Viçosa e nós bem nós sem a energia tornarmo-nos massa Max lenta corpo mármore ficado matéria sem vida para que a vida sem matéria busque outro caminho e tudo continue como De onde veio exatamente para onde só poderia ir aí [Música] E aí O que foi o nosso inédita pamonha o oferecimento de estimação carne com do Brasil ver ele prepare baixa tô manage ment e profs achei
não vai esquecer nós do Hiper precisamos de você bote lá seu voto é importante para nós se eu volto é qualificado volta com conhecimento de causa ele vale muito mais do que qualquer outro beijo grande até a próxima valeu e E aí [Música] se você ouviu o inédito da Pamonha por Clóvis de Barros Filho trazido até você pela revista em inspire-se acesse [Música] www.revistaartesanato.com.br e nos siga nas redes sociais este podcast Foi editado por radiofobia podcast e multimídia