Fala Roy Hunter. O episódio de hoje ele é especial. Nós compilamos os melhores conselhos e estratégias sobre marketing, vendas e negócios dos melhores episódios de 2025 para te ajudar a crescer e vender mais em 2026. E se você é Roy Runter raiz, esse é o episódio perfeito para você mandar no WhatsApp pro seu sócio, aquele seu amigo, empreendedor ou marqueteiro que tá em busca de Roy e precisa de conteúdos com o nível de Profundidade que você sabe que tem aqui. Aproveita o conteúdo, deixa o like, escreve aqui nos comentários qual foi o melhor insight desse
episódio. E por último, mas não menos importante, na descrição tem o link do grupo do WhatsApp dos Roy Hunters, onde nós, tem eu, tem o Fernando, tá todo mundo lá, a gente discute, a gente conversa, a gente troca ideia. É um grupo que todo mundo pode falar, é bem legal, a gente tá construindo a nossa comunidade e vamos Em breve bater 1000 membros no WhatsApp. Então entra lá no WhatsApp que é onde a gente também manda os resumos dos episódios que vocês ficam sempre pedindo nos comentários, pô, onde tá o resumo, a gente manda no
WhatsApp também. Então entra no grupo do WhatsApp, se inscreve no canal dá cinco selas. lá no Spotify. Bora pro episódio >> Hunters. Hunters, o podcast de marketing growth da V4 Company. V4 Company. >> Vou imaginar que a gente acabou de Começar uma empresa aqui juntos, elas vão abrir a Roy Hunters SA e aí a gente vai contratar as pessoas que vão formar esse time dentro da alavanca de pessoas. Que que eu tô buscando aqui? Cara, >> eu preciso de gente certa no lugar certo com a qualificação aberta. E tem muito erro na vai laavanca de
pessoas. É a seguinte, as pessoas acreditam no job description. Job descrip é o seguinte, o que que o analista financeiro faz? está aqui. Só que o analista financeiro na V4 Ela faz uma coisa, na capital ela faz outra e talvez na esteja ela faça outra. >> O analista financeiro, uma das coisas, quando você vai contratar alguém, cara, faça um um um descrição de tarefa e explique o que você espera desse cara 30 dias. Você manda pessoa, menos pessoas embora. >> Uhum. >> O grande hoje, principalmente de gerência para diretoria, é você partir do pressuposto que
um diretor comercial É igual a qualquer diretor comercial do mundo. A primeira conversa é a clareza. É para acertar na alavanca de pessoas, é você deixar claro todas as expectativas. Me gera valor que eu te dou dinheiro. Essa é a relação de trabalho. >> Você vai me gerar valor, eu vou te dar dinheiro. Agora o valor que eu espero de você não é a descrição do seu cargo. O valor que eu espero de você é aquilo que você vai fazer na minha empresa, 365 dias por ano, que vai fazer ela mudar de Tamanho, que vai
fazer ela mudar. Então, e isso pouca gente faz, cara. >> É uma meta numérica. É. E você vai virar perto dele e falar com ele, meu irmão, o que que aqui dentro um diretor comercial de segunda a sexta-feira, ele tem que fazer isso, isso e vai no detalhe, vai na vírgula e vai fazendo. >> Isso é legal. >> Maioria das pessoas não faz e depois se frustra >> porque você acha o cara é o máximo. >> Cara, e é isso desde a década de 90, irmão. >> Você é contra aquela máxima do Vale do Silício
de contrata gente boa e deixa elas trabalharem e sair da frente ou você é mais da cabeça de tem que gerir, tem que tá próximo, tem que saber o cara tá fazendo no dia a dia? Qual que é a sua cabeça? >> Vamos lá. Eu gosto de fazer o send e fazer o followup, porque a mundo me mostrou que se você delegar e não fizer Followup, provavelmente você vai enganado, vai ser frustrado. >> Uhum. >> Então você contrata, você prepara e desenvolve, depois você larga. Mas até você, o cara estar pronto, Lázaro, mas eu contratei
um cara. Geralmente quando eu contrato um cara, um cara de 100 pau por mês, meu amigo, não tenho que dar mão para ele, mas eu tenho que deixar claro para ele aqui as minhas expectativas dentro do meu negócio, Aonde eu tô, onde eu quero chegar. e o que que ele tem que fazer para me levar até lá, tá? E eu vou sim acompanhar nos primeiros passos. E vou dizer mais, eu sou daquele tipo de cara que hoje em dia, por dois motivos, um para proteção seu, todas as a empresa tem que ter câmera com voz
gravado para eu saber se a minha cultura tá sendo disseminada, se os meus diretores estão liderando, se eles são gente que move gente com um modelo de que eu acheo que é certo, que A respeito às pessoas, suporte, liderança e mover. E todo tudo tem que ter câmera, tem que tá gravado. Uma empresa com câmera que tá gravada, a cultura flui melhor, porque o ser humano poder, né? Não, >> ele age melhor. >> Ele age melhor quando tá assim. Sala de diretores. É lá que o cara decide o planejamento estratégico. É lá que ele que
ele que ele comunga a cultura da companhia. Ele tem que saber que o Número um da empresa tá escutando ele. Meus filhos não mentem, mas não é porque eu sou um bom pai e um bom educador. Minha casa é um Big Brother desde quando eles nasceram. Aí o senhor da mãe, quem fez isso? Eu. E aí, ainda falam, ainda falam aqui em casa não dá para vacilar, né? O mais velho chega aqui, >> quem fez essa bagunceira calado, neto foi você, não foram eles? Ah, esqueci que aqui tá em câmera fui eu. Então, as pessoas
elas têm que ser catequizadas. Qualquer religião ela é válida, porque ela serve para domesticar o homem na face da terra. Uma cultura também, ela tem que domesticar, ela tem que catequizar e ela tem que inspirar. Por isso que a China, >> que voltou da China agora. Que que você acha disso aí? >> É por isso que a China é top. Eles infelizmente é verdade. Por isso que a China é top. É verdade. Meu amigo, >> China é a maior empresa do mundo. >> E deixa eu contar para você essa metodologia que eu tô falando que
eu tô de um cara falou: "Você é espírito americano?" Falei: "Não, tá muito mais pro chinês". >> Não, muito mais chinês. É muito mais. >> Isso que eu tô dizendo aqui tá muito mais que americano. É. É. >> Não, pr caramba. Mas aí, vamos lá, então. Deixa eu tentar transformar num método disso aqui. Cultura forte. >> Cultura forte. pessoa certa no lugar Certo. Deixar muito claro pro cara o que que é pessoa certa e o que que é lugar certo. Quais são as qual que é a rotina produtiva que você >> próximos 30 dias eu
quero tal tal tal coisa, sua rotina deveria ser tal tal tal. Segunda, sexta eu espero isso. >> Cultura boa, você tem que ter rituais, não tem que ter reunião semanal, mensal e trimestral. Semanal, acompanhamento de planejamento estratégico e tático. Tudo que eu fiz a semana passada que vai Contribuir pro atingimento da minha meta anual. Se deu certo, acelera. Deu errado, corrige a rota. Se você faz reunião semanal, você tem de 48 a 52 vezes de corrigir sua rota e chegar no seu resultado. Se você faz mensal, você tem 12. Se você não faz nenhuma, você
deixou a vida te levar. Então, semanal, mensal. E o trimestral para quê? Para revisar o seu planejamento e seu orçamento, >> tá? >> E não existe planejamento estratégico se é uma boa peça orçamentária. Isso é uma balela. O cara tem planejamento estratégico, tem D, mas não tem orçamento. Então você me desculpa, tá errado. Independente do tamanho. Então isso tudo é metodologia de cultura, uma empresa com boa cultura. Tem essas três ferramentas, eu nem tô falando de balanço, financeiras para acompanhar. E tem gente para fazer os rituais semanais, porque se não acontecer 365 Dias por ano,
sua cultura não é boa. Não tem empresa de resultado ruim com cultura boa. Resultado ruim, cultura ruim, resultado bom, cultura boa. >> Inovação só vem de restrição. Se você não tem nenhuma restrição, você não inova. Você sempre usa dinheiro infinito, faz as coisas da pior forma possível. Quando você começa a pensar, fala assim, olha, se você não tiver dinheiro nenhum, como que você faz? Aí que saem as melhores ideias, >> necessidade e motivo, a gente fala quatro. >> Necessidade e motivo. Exato. Eu lembro que quando eu era presidente de uma empresa de varejo, a gente
tava segurando ali verba de marketing para conseguir chegar na na meta do do ano. E aí a diretora de marketing chegou para mim e falou assim: "Acque, a gente precisa fazer, ter uma verba adicional para fazer as vitrines de final de ano." >> Uhum. >> Aí eu chamo a Carolina, eu falei: "Carolina, infelizmente a verba que você tem é aquela ali que sobrou. você gastou muito no no nos últimos três trimestres, você vai ter que usar isso daí. Ela falou assim: "Não, Cak, mas aí a gente vai ficar sem bitrine de final de ano". Falei
assim: "Eh, e nove, pense de uma forma diferente." >> E aí algum tempo ela foi pensando tal e aí ela chegou para mim, CC, olha, eu descobri uma ideia que a gente não vai Precisar colocar nenhum centavo e ainda vou gerar resultado pra empresa. Eu falei: "É, como que é?" Ela falou assim: "Olha o que eu fiz". Ela falei: "Me explica". Eu medi, a gente tinha várias lojas no Brasil inteiro, eu medi a quantidade de pessoas que passam na frente das nossas lojas. Falei: "Legal, eu peguei essa quantidade de gente e fui ver quanto que
isso era metrificado para vender publicidade em outdoor, etc. E aí eu fui negociar com algumas empresas que Queriam fazer a divulgação de algum produto pro nosso público específico. No caso eles, ela fechou com uma empresa de champanhe, não era Chandon, era uma concorrente da Chandon, que tinha muito interesse de entrar no Brasil e impactar justamente o segmento de clientes que a gente atendia. E aí ela falou assim: "Eu banco a sua vitrine, eu banco a sua vitrine desde que você coloque lá uma garrafona na vitrine com o nome da marca, tal". Eu falei assim: "Olha,
a Gente tem que pedir autorizações para algum para alguns shoppings, né?" Mas a princípio sim. E aí gerou positivo essa verba de marketing. Olha que que coisa >> que é o quê? É a restrição. Aí você fala assim, ó, surgiu, não tenho verba, como que eu faço? Aí você pensa em coisas mais inovadoras. Uma fase boa. Restrição gereção. >> Exato. Exato. Então eu sempre vou apertando todo mundo na parte de gestão para as pessoas começarem a pensar de Forma diferente de como que eles iam chegar no mesmo resultado com recursos escassos. Eu acho que isso
daí é importante. >> E nós construímos um negócio de bilhão, Fernando, presta bem atenção, com um time de talentos medianos, mas muito educados com mentalidade empreendedora. Então, um time de talento mediano construindo resultados de altíssima performance por conta do quê? Educação. Educação barra treinamento, né? Porque Muita gente às vezes entende que educação é instrução apenas. >> A educação para mim começa na instrução, né? começa numa instrução que antes de você começar a entregar a instrução, você tem que criar uma conexão com quem vai receber tua instrução. Aí depois da instrução, você tem que ser um
cara emblemático, implacável como exemplo dentro da tua companhia. Legal. >> Aí depois você tem que ter também nesse teu processo de formação de pessoas, Desenvolvimento de pessoas, um processo de acompanhamento rigoroso, um processo de correção rigoroso e, por fim, aquilo que os líderes, na minha opinião, menos t prazer em fazer, quer cobrar, tem muita dificuldade. Vejo que a as pessoas que lideram, né, eh elas têm ainda uma grande dificuldade de entender que a cobrança faz parte de um time de autformance, entendeu? Agora, é claro, cobrança com critério, uma cobrança que faça sentido, uma cobrança que
tenha Coerência baseado em tudo aquilo que você entregou para esse time poder entregar o o resultado que é e que deve ser pactuado entre quem tá liderando, quem tá ensinando, quem tá instruindo e quem tá recebendo a instrução. Então, por isso que eu entendo que a educação ela faz toda a diferença. Ó, você já deve ter ouvido falar muitas vezes a frase do tipo, Fernando, que difícil que é contratar pessoas. >> Ah, esse é o clássico, >> cara. Meu irmão, você sabe desde quando eu escuto essa frase você desde os anos 80, meu. >> Sempre
teve difícil, né? >> Desde antes de você nascer, cara, a conversa era exatamente o que dificuldade de tem de contratar pessoas, >> né? >> Por quê? Porque a visão ainda hoje, muito menos que naquela época, é eu vou contratar o carro pelo currento, eu vou contratar pelas pela qualificação Técnica, entendeu? E esse cara, esse indivíduo, essa pessoa, esse profissional vai entregar um rendimento de alta performance. Por quê? Porque eu vou pagar ele em dia, porque eu vou pagar até um salário, né, um pouco melhor do que o mercado paga. Cara, isso não é suficiente. Ó,
um indivíduo que enxerga no teu negócio a remuneração, essa remuneração intangível, que é a remuneração da educação empreendedora, A entrega dele é outra, a medida de comprometimento dele é outra com o teu negócio. É, é incomparável você conversar com uma pessoa que tem esse senso de pertencimento, esse sentimento de pertencimento baseado no trabalho de formação que ela recebe no no na no exercício de formação que ela vive dentro do seu negócio, é incomparável com aquele que o outro só é bem remunerado até. >> Total. essa pessoa tem outro sentimento De pertinência, essa pessoa tem outra
disposição para se comprometer não só com os projetos, né, nem com o crescimento da empresa, que é válido, mas a minha escola de liderança, ela contempla também me desses comprometimentos eh de pessoa para pessoa. Ou seja, OK, nós vamos juntos atingirmos esse objetivo, essa meta que a empresa propõe, mas além disso, eu tô comprometido com você, Meu par, meu parceiro. Tô comprometido com o time que eu lidero, com desenvolvimento de cada um deles, ó. É tipo, não serve eu atingir essa meta se você não se desenvolver. Esse esse time que nota isso, ele se entrega
para você de outra maneira também. Certeza. >> Ele fala: "Carlo, esse cara tá, esse cara tá interessado na no meu desenvolvimento, ó. Ele quer atingir essa meta. Ele é, ele vai buscar isso aqui obsessivamente, mas ele tá Interessado no meu desenvolvimento. Quando você traduz isso na tua conduta, no teu relacionamento com o time, cara, o desempenho é outro. Quando a gente olha para hoje, a gente criou uma analogia errada de que marca pessoal é ter um Instagram com seguidor ou marca pessoal é produzir conteúdo. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, tá?
Uma coisa é criar uma marca pessoal, a outra é você distribuir a tua marca pessoal e ter audiência. E o Conteúdo é a ferramenta para isso. Então hoje o Fred Gelly, ele não tem tantos seguidores, mas ele é um dos designs mais renomados do mundo. Ele é uma marca quando o assunto é design. Ele palestra nos principais eventos do mundo. E não é porque ele tem seguidor, pô. Ele não optou pel pro caminho de produzir conteúdo ou de produzir conteúdo para ter seguidor. Então hoje quando você pega o teu exemplo do teu crescimento, o fato
de você ter audiência não te faz Ser reconhecido e não te faz ser uma referência no teu negócio. Então tem muita gente hoje achando que ser [ __ ] é ter 1 milhão, 2 milhões, 3 milhões, 10 milhões de seguidores. Ser [ __ ] é produzir conteúdo todo dia. Ter audiência e ter fãs não garante que o mercado vai te reconhecer. >> É, você falou, eu lembrei imediatamente do Jonath Ive da Apple, que é o cara que fez, tipo, todos os designs da Apple. Ele é ultra reconhecido dentro do mundo Do designer, ele nem sei
se ele tem seguidor ou não. >> Então assim, >> o melhor exemplo é o Cotler. Eu tenho mais seguidor que o Cotler. Eu não sou mais [ __ ] que o Cotler, entendeu? >> Não, mas no mercado do Brasil você pode pegar diversos exemplos. Então, a gente tem que aprender. E eu acho que a maturidade vai colocar a gente nesse caminho, que ter seguidor é uma coisa, >> que é ter audiência. Então, ter Audiência é uma coisa, >> produzir conteúdo é outra coisa, ter fã é outra parada, >> sim. >> E ter e ter reconhecimento,
ser uma autoridade é outra parada >> que eu garantei aqui. Qual que é a diferença principal entre audiência e autoridade? >> Entendeu? Audiência é as pessoas quererem te ouvir. >> Uhum. Então, [ __ ] você tem audiência, As pessoas querem te seguir, pô, você produz conteúdo num formato legal, você passa uma informação bacana, as pessoas querem te seguir. Isso não te faz ser uma autoridade pro teu mercado, pro fornecedor, pro teu segmento. Eh, então são coisas muito diferentes que a gente a gente ultimamente colocou meio que tudo no mesmo pote, mas no final do dia
são coisas extremamente diferente. >> E o que é autoridade? É, eu queria que você teasse como construir a autor, Porque a audiência eu acho que ela tá mais clara na cabeça das pessoas. Você tá lá palestrando, você tá construindo audiência e talvez autoridade. >> Você publicar um reals, você tá construindo audiência, não necessariamente autoridade. Isso. >> Como se constrói a autoridade? Porque depois tem um monte de gente que gente segue a gente. Resultado, >> tangibilizar resultado. >> Então foi uma coisa que o Marcos que ele Falou que era os troféus comunicar e comunicar o resultado
que você gera. Então isso isso de fato agora tem tem mais, tá? E aí eu vou vou falar, acho que me vem na cabeça um negócio interessante. A autoridade você planta, mas os outros colhem. >> Caraca, >> você não se faz autoridade. >> Ah, >> os outros te reconhecem como autoridade. Então, [ __ ] e não é não é você, ah, eu sou [ __ ] eu fiz isso, eu vendi empresa, eu fiz IPO, eu não sei o quê, eu bá. O mercado tem que te reconhecer, o teu público tem que te reconhecer. A audiência
tem que te reconhecer. Tem um caso real, eu sou advisor do Paulo Vieira, tem uns 3, 4 anos já, e eu bato muito nessa tecla com ele. Eu falo: "Paulo, o teu universo te reconhece como um cara muito sinistro. Você sai do teu universo, Cara, você é uma pessoa normal. >> Sim. >> E para alguns casos até o coach >> até negativa algumas rodas, né? Um posicionamento numa Eu falei: "Por quê? Porque tu não tem agenda no outro mercado. A hora que o cara lá souber que você tem 170.000, 200.000 alunos, que você fatura 400
milhões por ano, que você é se toca 100% da tua estratégia, a galera vai te botar numa outra caixinha. >> Sim. >> Vai te botar numa caixinha. Então, a a a minha história, por exemplo, pô, eu já fui, eu eu sou autoridade em e-commerce, aí eu fui autoridade em social selling, aí eu fui autoridade em vendas. Hoje eu tô construindo uma autoridade em marketing. >> Pior que pior que você teve audiência, porque que que é mais fácil, audiência ou autoridade dinheiro? Audiência é muito porque audiência é muito só é só Produzir conteúdo. Qualquer um que
tá assistindo a gente, se produzir três views por dia, 10 stories, fazer isso durante dois anos, pegando o que que tá viralizando, usando a música que tá viralizando, vai ter audiência. A criação de audiência hoje é um commodity. Qualquer uma pessoa cria audiência, qualquer uma pessoa tem seguidor. Não é difícil as pessoas, porque as pessoas são sedentas por conteúdo. A gente vive numa era da Obesidade intelectual. Todo mundo é cheio de informação e pouco conhecimento. Saber, todo mundo sabe, fazer, orquestrar ou que as pessoas conseguem. Então, eh, a autoridade não cabe a nós. A autoridade
é como os outros vão reconhecer a gente. E aí é muito mais sobre os seus resultados, os seus feitos, sobre a sua identidade, a sua autenticidade e sobre saber produzir um Conteúdo legal. Fala, Roy Hunter. Seu marketing tá gerando mais prejuízo do que lucro e você não sabe onde tá o problema? Se a sua empresa fatura acima de R$ 100.000 por mês e você quer sair desse ciclo frustrante de gastar dinheiro sem ver resultado, eu tenho um presente para você. Eu vou te dar um diagnóstico gratuito. Você vai escanear o QR Code que tá aqui
na tela, ou clicar no link aqui embaixo e vai preencher o nosso Formulário. O especialista da V4 vai entrar em contato para agendar a sua primeira consultoria gratuita. Ele vai analisar toda a sua estratégia de marketing vendas e você vai receber um diagnóstico completo com os gargalos que estão literalmente sugando o dinheiro da sua empresa. Não só isso, eu também vou te dar todas as estratégias personalizadas para atrair mais clientes e escalar o seu faturamento. São mais de 12 anos de mercado, mais de 20.000 Empresas que a gente já transformou pela metodologia da V4. E
a gente pode ajudar a mesma coisa na sua empresa. Escaneia o QRCode aqui ou clica no link aqui embaixo e garante o seu diagnóstico gratuito. Por que que eu falo Corroi tá sempre no óbvio? Porque se a gente parar para pensar, vamos pegar um exemplo simples, vamos pegar a história de um Boticário, vamos pegar um exemplo de um McDonald's. Pô, são empresas absurdamente grandes, né? E Boticabs é Uma empresa de capital fechado, um orgulho pro Brasil, tem empresas assim, né? Mas vamos parar para pensar. Os caras analisaram o mercado que não para de crescer, os
caras escolheram pontos de venda no lugar onde passa muita gente. Ou seja, não são decisões óbvias. >> Uhum. >> Então, às vezes a gente fica tomando decisões, a gente fica procurando ciência de foguete em coisas óbvias. O McDonald's definiu um modelo óbvio, um Um Boticário tem um modelo óbvio. Eh, o nosso negócio pode ter modelos óbvios. O problema é que às vezes a gente complica, porque se a gente olhar um Starbucks vende café, pô, mas onde é que tá o óbvio? O óbvio é que o café tu não pega e sai correndo. Normalmente as pessoas,
principalmente em em trabalham, gostam de ter o café no dia a dia. Inclusive a grande crítica do Starbucks agora, né? >> O novo presidente agora veio >> confrontando diretamente a lógica de que o McDonald's passou a ser um lugar de vender bebida colorida e não mais o lugar de você tomar café e trabalhar. Então eles estão voltando. Então tu olha quanto a provocação do óbvio. >> A pergunta que eu faço pro empresário às vezes é: "Cara, o óbvio para comprar pão neto é o pão quentinho?" >> Uhum. E na verdade daqui a pouco o cara
tá querendo bolar bolachinha rechada na prateleira porque contaram para ele que Aumenta 12 centavos no ticket médio. Na verdade o não ter pão quente talvez ele perca 1 terço da do movimento, entende? >> É o >> que é aquilo, né? Olhar o resto antes de fazer o óbvio, né? Você tá fazendo o óbvio primeiro. >> Motor um ali. É meio que o que o mercado chama de muitas vezes não é uma associação direta, mas é a provocação que a gente tá antes falando de atividade chave, né? O que faz de Verdade as pessoas virem até
mim. >> Uhum. O que eu não posso tirar os olhos nunca disso. Uma vez que eu entendo isso, eu protejo isso e obviamente eu tento crescer nas oportunidades que o mercado tá me dando, mas o óbvio tá ali, tá na minha cara, cara. Por que que tu vai abrir mão disso, né? Vou pegar um exemplo para provocar vocês. >> Uhum. >> Se tu é dono de um aeroporto, tá? Então vocês tm uma concessão do aeroporto, vão Pegar congonhos por hipótese aqui, vocês passaram a ser os os proprietários da da concessão aí de décadas. Você terceirizaria
o estacionamento ou não? O natural da gente pensar pelo modelo de mercado é, cara, não é atividade chave da empresa. Tem gente que sabe trabalhar melhor, vai conseguir recrutar melhor pessoas, vai ter seguro melhor, não sei o quê. Terceiriza >> total. >> Agora eu te trago uma observação. Eu não vou falar o aeroporto não é Congonhes, mas um outro que eu cheguei, >> tentei colocar o carro, disseram que não aceitava uma diária, tinha que ser no mínimo três. Aí eu te pergunto, o aeroporto terceirizou? Eu entendo que ele terceirizou, mas e eu a minha experiência
com aquele aeroporto é qual agora? Já era. >> Então o aeroporto terceirizou a atividade chave dele. A atividade chave dele é a jornada minha entre sair da minha casa e eu entrar no avião. Qualquer coisa que seja atrito ali, que ele tenha responsabilidade, ele não cumpriu com a atividade chave dele. Então às vezes a gente esquece o óbvio. Ah, terceirizou estacionamentar com ele. Não importa que nem hotel. Hotel terceiriza estacionamento >> e aí te gera um mega atrito no chequin. Para quê, cara? Então tem coisas que não faz sentido. Ou se você quer terceirizar, terceiriz,
mas garantindo que a sua atividade chave não seja posta em cheque, porque senão a gente começa a perder a razão pelas quais faz a gente decidir. Por exemplo, pega São Paulo, a gente tem três grandes aeroportos na região. Imagina se um aeroporto começa a ter condutas dessas. Felizmente eu não conheço. >> Uhum. >> A gente daqui a pouco pode evitar pegar voo em um aeroporto porque a experiência aquele aeroporto A nos gera não é adequada. >> Cara, como que eu construo uma marca forte? como que o G4 tem feito para construir uma marca forte, quais
são as ações que você tomam objetivamente e conscientemente para construir uma marca? Esse é o ponto número um. E depois eu queria que falar só de canal, porque o que o G4 fez de mais Impressionante para mim, que eu eu considero de tudo que o G4 fez que é impressionante, o mais impressionante para mim é o canal do G4, porque vocês conseguem vender muito, com muita consistência em canais proprietários e com muito resellem. O cara compra mais de uma vez. Exato. >> Então é uma coisa que é é um eu vou falar o termo unicórnio
no sentido de uma coisa rara de se ver, né? Finalmente tem uma galera que é muito boa de Vender, mas é ruim de reter. Tem uma galera que é muito boa de chamar atenção, mas não consegue engajar pra venda. Vocês conseguiram os dois. >> Você não pode terceirizar o cuidado da sua marca. Um dos donos do negócio tem que ser o dono da marca, né? De nós três ali, eu sou o cara que cuida da cultura, cuido de gente, cuido de estratégia, cuido de marca, né? E na marca, qual que é o cuidado que eu
tenho, cara? Quais são as pessoas que a gente vai eh se Associar, >> tá, >> né? eh, como que eu vou me posicionar como marca, quais valores que eu quero passar. Então, a gente tem esse valor de construção de Brasil, de o principal parceiro, eh, do empresário brasileiro, de ser o truster advisor do pequeno e médio empresário brasileiro, de fazer só aquilo que é importante pro meu cliente, de ser uma marca conservadora, uma marca cristã, uma marca que tem os valores Eternos embarcados dentro dela e a gente não quer pessoas que não concordam com isso.
Então, tudo isso compõe a marca do G4. Legal. >> Marca é um molto importante, porque qual que é a diferença de uma biciclo, na prática ali? Absolutamente nenhuma. Você concorda >> em serviço? Não, >> nenhuma. Agora o que ela representa tem muito. Acho que é a mesma coisa do G4. Então, a marca do G4 representa muita Coisa. Você está no G4, dependendo do programa que você tá ali, dependendo do produto que você tá, então você tá no club, todo mundo sabe que você fatura mais de R$ 100 milhões. >> Uhum. >> Você tá no club,
>> né? Ah, você tá na GE, todo mundo sabe que você tá discutindo estratégia, então você já não é uma empresa pequena, mais, você já é uma empresa média. Então você tem algumas coisas ali que ao longo Desses se anos virou um statement, então não preciso falar, >> é uma sinalização. >> É assim, a marca é isso. A marca ela é quando você usa aquela marca, quando você consome uma determinada marca, você fala assim: "Eu quero pegar emprestado esses valores". E o empresário que consome G4, ele fala assim: "Eu concordo que eu sou um construtor
de Brasil. Eu concordo que eu sou um curioso, uma mente faminta e que eu quero aprender. Eu concordo que eu sou ambicioso, eu quero construir mais, eu quero fazer uma sociedade melhor, eu quero gerar mais emprego. Tudo isso ele pega emprestado quando ele entra no G4, entendeu? >> Uhum. >> E isso foi construído Taylor Made. Isso ajuda a gente a ter um Every Ticket muito maior do que o resto do mercado. A gente é a Bugatti do mercado, né? ali de educação. Então, permite que eu tenha, por exemplo, uma possibilidade de gastar Mais dinheiro para
servir e para adquirir esse cliente. >> Adquirir, eu adquir caco negativo, então isso não é um problema. Agora, para servir meu cliente, eu preciso de mais dinheiro, então eu posso ter um CMV maior do que o mercado. Então, eu posso colocar o meu cliente num prédio na Vila Olímpia, numa cobertura na Vila Olímpia, numa sala estilo Harvard. Eu posso servir o meu cliente com Red Bull, eu posso botar um bifet de casamento para Poder servir comida pro meu cliente. Eu posso fazer um time de CX que gere experiência ou pro meu cliente. Por quê? Porque
meu ticket me permite fazer isso, mas eu construí marca para fazer isso. >> Uhum. >> E aí vem a tua segunda pergunta, né? Como que você constrói um canal proprietário que você vende, revende esse negócio? Como é que você aumenta a LTV over the time com esse cliente? Cara, entregando uma [ __ ] experiência. Nossa NPS é 92.7. Cara, isso impressionou todos os fundos globais que eu falei. E assim, eu tô falando de Buúfalo Thorn, de Barons, de State Streets, de Blackstone. Eu falei: >> "Ning tem NPS 90." É, tipo, seus forces, pra galera que
não tem noção, o NPS dos seus forces també é 30, do McDonald's é 40. Então, tipo, é uma muito raro. >> É muito raro, cara. Assim, eu falei com 10 trilhões de dólares, eh, agora nessas últimas três semanas, 10 trilhões de Dólares se impressionaram. Falou: "Cara, isso é muito impressionante que vocês estão fazendo". Os caras até me perguntavam assim: "Are you show about the numbers?" Eu falei sim, eu posso te mostrar o dead, o dea center ali que a gente colhe e tal, a gente tá sure about the numbers. É, é porque a gente realmente
se preocupa, cara. E a real que é a seguinte, cara. O tipo de pessoa que você contrata pro teu negócio tem que tá alinhado com a tua cultura. A Gente tem uma cultura de se preocupar com o cliente. >> E a real é que você pode ensinar uma pessoa a qualquer coisa, você só não pode se ensinar essa pessoa a se importar. >> Sim. Então a gente contrata gente que se preocupa, >> cara. Vou só te dar um feedback aqui ao vivaço. Eu tava mandando um áudio aqui agora porque eu tô no G4 Club. Eu
tava em Miami, foi uma [ __ ] experiência. Inclusive visitamos várias empresas que estão dominando lá. Conheci algum dos cases mais legais que eu já ouvi na minha carreira, assim, só que eu esqueci minha Apple Pen no hotel. >> Uhum. >> Tem uns caras do G4 lá, eles foram no hotel, buscaram meu Apple Pen para trazerem aqui pro Brasil para mim para depois mear um Apple Pen de 50. Mas por quê? que eu mandei no grupo lá, galera, alguém ainda tá em Miami e aí o cara Não, eu busco para você, pode deixar que eu
resolvo. Então, tipo assim, isso mostra muito a preocupação do cara e cara, resolver o problema por menor que seja, né? Só dando esse feedback aí também e elogiando o time lá do G4. >> Os caras são incríveis, cara. É, eu que eu falei, as pessoas se importam, entendeu? O cara quer fazer o trabalho dele bem feito. E é isso que eu falo sobre o o cultura de companhia, assim, a o tipo de pessoa que você contrata, os Valores dessa pessoa importa muito. A gente tá numa era de falar: "Ah, diversidade lá lá lá". Cara, diversidade
não significa que eu tenho que contratar pessoas que não tem a ver com a minha cultura. Sim, >> eu posso ter pessoas que pensam diferente, que agem diferente, mas que concordam com a minha cultura, que concordam com meritocracia, que concordam que o cliente importa, que é fã do empreendedor. Se esse cara não é Fã de empreendedor, ele não pode trabalhar comigo. >> Faz sentido, né? Porque ele vai servir para empreendedores. >> Em empreendedor, pô. É como se eu fizesse, sei lá, uma ONG, pô, pró clima, né? Lá eu e a Greta Tambia lá, fizemos nosso
nossa ONG junto, aí eu vou contratar um grileiro para trabalhar na ONG. ter uma uma ONG de animais e não gostar de bicho. É isso >> exato. Não dá. Então é por isso que eu Não contrato gente que não é fã de empreendedor. Eu faço essa pergunta. Você é fã de empresário? Você acha que o cara é herói? Ah, não sei. Como você não serve para trabalhar aqui, velho. Então você contratar pessoas que pensam parecida com isso e querem conviver com o empreendedor, eh, isso obviamente é o é o efeito colateral. É o cara fala:
"Cara, eu me preocupo com os caras porque os caras são [ __ ] mano. Eu quero servir os cara". Entendeu, >> né? Então, acho que você ter um time alinhado com seus valores e esses valores são puxados pela marca, o que te permite cobrar mais caro, ter um custo de servir maior e por consequência ter um canal como que a gente construiu, que cara, a gente traz aí dezenas de milhares de donos de companhia que faturam em média R2 milhões deais. Quer dizer que tem o cara de sete e tem o cara de 500, né?
Fatura em média R 52 Milhõesais. Então 50.000 e empresas que passaram pela minha base, quando você olha a média 52 milhõesais por ano que eles faturam, você trazer esse cara para dentro de uma sala de aula e botar ele sentado por três dias, ninguém conseguiu fazer isso na história no Brasil. A a G4 é a primeira companhia que conseguiu e eu acredito que praticamente para quase todas as profissões que existam envolve ter uma imagem pessoal forte. Como que a gente faz isso hoje? você como alguém que construiu essa imagem pessoal forte e eu imagino que
seja a maior dor das pessoas, porque criar conteúdo só por criar não resolve nada e você precisa ter algum certo de recall de memória. O cara precisa lembrar do que ele te viu, como constrói. Qual a ideia? Quando a gente tenta entrar em consciente coletivo das pessoas, a gente precisa decidir uma coisa: quem eu tô disposto a desagradar? Porque a criação De tribos hoje, ela não é por pessoas que concordam com algo, é com pessoas que concordam em discordar de algo, se unem muito mais. Ninguém é petista porque é um PT, porque odeio Bolsonaro e
vice-versa. Ninguém gosta de tal coisa porque gosta, é porque odeia muito mais o concorrente. Então, quais são os seus inimigos em comum? Não inimigos que você vai criar só para performar mais, porque isso é insustentável. Inimigos em comum dos seus princípios e valores, do seu CPF. Pessoas que você não colocaria dentro de casa para jantar com sua mulher e seu filho, tem que bater na postura desse cara lá fora também. Então, tô disposto a desagradar uma galera, não a ser desagradável, mas a desagradar. Isso você constrói tribo. Grande parte das pessoas t um medo enorme
de ser cancelado, né? Só que cancelamento nada mais é do que a importância que você dá a pessoas que você não conhece, estão pensando em Você. Não faz sentido. Só que é um trabalho mental e comportamental muito longo. Por isso que dentro do Masterm a gente entrega isso também, de mostrar ele que ele tá seguro para se para performar daquele jeito, para falar o que ele acredita. Óbvio que com respeito e base científica, mas o primeiro ponto para criar tribo é quem eu tô disposto a desagradar. Ah, o colega charlatão, vamos bater no charlatanismo. Tem
um cliente da gente, o Dr. Marlon lá de Aracaju, ele tá conhecido nacionalmente assim, de uma forma absurda, como o cara da dieta carnívora. Então ele bate em todo mundo que come pão e macarrão. É errado, não é? A tribo dele, irmão. Tribo é isso. Uma tribo não quer dizer que a outra tribo tá errada. Quer dizer que eu tô defendendo a minha. Quem quiser vir para perto que venha. E agora a gente começa a dizer, isso aí tá errado, isso aqui tá errado. Então começo a entrar no inconsciente coletivo Dele no sentido de um
dia esse cara vai estar numa padaria com com a mãe e vai dizer: "Mãe, não comeu não, porque Dr. Marlon e é assim que a gente vai entrando." Então e repetição, né, João? A a galera hoje quer fazer uma live por mês, dois postos por semana. Ô, em 2023, para eu ficar conhecido como o cara antiwoke, eu eu fiz 279 lives no ano, pô. Aquela música do Frank Sinatra, that's Life, desde o primeiro dia de janeiro, Que eu posto aquela música todo santo dia, depois essa música já é sua. Inconsciente coletiva é repetição. Por quê?
Tem duas formas de eu ser percebido e furar essa bolha do inconsciente coletivo. Ou por impacto emocional muito forte, eu vou ficar conhecido através de um viral, que é uma coisa aleatória. Se fosse programado todo mundo viralizava todo dia, ou por repetição. O problema é que as pessoas não têm capacidade de constância para repetir muito. Ela Começa a encontrar desculpas. Ah, mas vai ficar chato o conteúdo. Ninguém te vê todo dia não, pô. O cara que sabe que tu posta todo dia, ele te vê duas vezes na semana, pô. Então, tem que ter constância, repetição,
repetição, repetição. Até que você encontre um formato que você diga: "Pois isso aqui viraliza. Formato meu que viraliza responder caixinha de pergunta". Todas passam de mais de 1 milhão de views, pô. Todas. E não tem para onde correr. E aí Eu faço o quê? Para testar formato novo. Uma, duas caixinhas, um conteúdo diferente em outro formato. Eita, não performou bem. Beleza, vamos testar de novo. Uma, duas, um conteúdo diferente. Tanto é que uma coisa que ele bate muito em mim que meu irmão tá muito acostumado a viralizar muito. Tem que ter uns conteúdos para testar
que vai ser uma merda mesmo. E deixa lá, pô. Então, tenho que trabalhar meu ego do quão importante isso aqui para mim, pô. É, Realmente não é importante mais não, tá tudo certo, mas é constância para mim. É isso. Criação de tribo é constância. >> Pensa na audiência que tá te vendo agora. E esse episódio foi menos sobre, tipo, a história, sua história de vida e tal, foi muito sobre sua visão de negócios. E esse cara tá começando agora uma empresa digital e ele sonha em um dia ter o impacto que você teve no Brasil.
>> Uhum. >> E aí, que que você daria de dica que você gostaria de ter ouvido lá no começo que hoje poderia acelerar muito o game desse cara ou algo que você poderia passar? Eu sei que não é bom falar a única coisa, mas assim, você pudesse dar um conselho que você daria para, sei lá, uma pessoa que você gosta, seu filho quisesse entrar nesse mercado ou se algum parente quisesse, qual que é a dica que você não daria pro seu aluno, mas você daria para alguém que você Gosta. E >> cara, boa. Vou dar
uma dica diferente que eu acho que eu nunca dei. Eh, geralmente a minha dica mais filosófica é: "Dize-me com quem andas que eu te direi quem és". Porque a maioria é magnética vai te puxar. Mas eu não vou entrar. Como a gente tá no Roy Hunters, eu vou dar uma dica mais técnica e eu vejo muito aluno meu errar nisso e eu falo isso para eles e eles erram do mesmo jeito. Empreendedorismo não é uma Parada que funciona de primeira na maioria das vezes. Tem alguns esportes que você vai de você vai entrar lá e
vai se divertir. Tênis não é um deles. Não sei se você jogou, já fez aula de tênis. Jogo tênis. >> Pois é. Você não vai se divertir no primeiro jogando tênis. O primeiro negócio, você vai ter que passar por uma arrebentação. Você vai ter que eventualmente, não sei, depois de um aninho, dependendo do cara, ele vai Começar a querer bater uma bola. Kite, kite surf é a mesma coisa, 30 horas de água no perrengue e eventualmente você vai se levantar daquele negócio e vai ser o esporte, na minha opinião, que você vai ter mais tesão
de fazer no resto da sua vida. Esse é, eu sou um fã do kit. Então, tem alguns esportes que você vai passar por uma arrebentação forte. Claro que tem sempre um cara que nasceu por aquilo e, pô, pegou na raquete tênis três dias depois tava já Sabia sacar, já sabia rebater. Raríssimo. E o empreendedorismo é isso. Então, o que que é o que que é o problema? Então, você em curto prazo, seu primeiro lançamento especificamente não vai ter resultado, a não ser que tenha algumas outras coisas convergindo, né? Se já tinha muita audiência, mas se
tá começando do zero mesmo, não vai ter resultado. E aí, que que a pessoa faz? começa uma dieta e aí fica mudando de Dieta. Dica para você, escolhe uma dieta. Sabe se Deus é low carb, se é jejum intermitente, se é dieta flexível, se é o que quer que seja e faz essa dieta dar certo, por nos primeiros tempos vai ser desafiador mesmo. Os primeiros resultados não vão ser normais. você tá saindo da sua zona de conforto, você tem que aprender muita coisa e muita gente fica mudando de fila de supermercado o tempo inteiro e
aí, Ah, esse não funciona, esse não funciona e não chega a lugar nenhum. Então, pega uma filosofia, sei lá, Alex Hormô, vai bom para você pegar uma filosofia gringa V4 e faz isso e aí cara faz aqui e aí escolhe uma que tem histórico e faz aquela desgraça funcionar. E quando não der, você olha mais para dentro de si. da sua execução, o que que eu posso fazer? Você se pergunte: "Pô, se aquela pessoa fez, por que que eu não vou fazer?" E aí você dá certo naquela dieta e aí você vai colocando outros elementos
pra frente. Escolhe uma, faz dar certo e depois muda. >> Ó, e fazendo um parêntese aqui, você que é dono de agência, eu tenho uma mensagem especial para você. Tem um movimento que já transformou mais de 800 agências em verdadeiros especialistas em food marketing. É por isso que eu vim anunciar a nova parceria do Roy Hunters, que é a Cardap Web. A Cardap Web é um Ecossistema completo que tá dando mais ROI pros restaurantes. É um CRM que integra a automação de WhatsApp, cardápio digital e gestão completa. E eles criaram um programa de parcerias que
é praticamente um acelerador de agências. Você recebe mentoria exclusiva, comissão, networking, eventos do setor e um acompanhamento personalizado para dominar o mercado de food service. Se você tem uma agência e quer faturar mais com food service ou Você quer melhorar o seu serviço no geral, eu vou deixar um link aqui embaixo na descrição do vídeo, exclusivo para ouvintes do Roy Hunters entrarem no programa de parcerias. Aproveita que não vai durar muito tempo. >> A gente sabe o que que é uma boa marca. Como construir uma boa marca? Primeira coisa, diagnóstico. Então, fazer um diagnóstico do
meu público, do mercado, eh das tendências globais que influem nisso. A partir desse diagnóstico com Uma visão muito profunda do público, que é bem diferente da visão normal que que as pessoas, se você contrata uma agência de pesquisa, por exemplo, vai te dar, que é, cara, o teu público tem esse eh, tipo, ah, ele é casado, tem tantos anos, mora em tal lugar, não. É muito mais profundo do que isso. O o principal, a principal matériapra para mim que o diagnóstico tem que entregar é quem o meu público pensa que ele é, quem o meu
público quer ser, o que que o meu Público enxerga no mundo de positivo e de negativo e como o meu público entende que o mundo eh enxerga ele, como que o mundo de fato enxerga o meu público. >> Beleza, eu tenho todas essas informações que eu coletei dos meus clientes, como é que eu desdobro isso na estratégia? Boa. Aí você vai ter ali as informações que vão ser o insumo paraa criação da estratégia. Então a estratégia ela funciona assim, primeiro o público, né? Então é aquilo que a gente descobriu ali No nosso diagnóstico. >> Uhum.
segundo o mundo, como que o mundo influencia o público e quais são as tendências também que a gente tem pro mundo que vão bater ali no público terceiro, além do mundo. Então, público, mundo, você vai ter a sua promessa. Qual é o mundo ideal? Qual é o final feliz que você está prometendo pro teu público dado o mundo que ele tá inserido hoje? >> Legal. Em quarto, você vai ter o seu posicionamento. Então, existe o mundo e Existe o seu mercado, que é uma parte do mundo. E aí o posicionamento é como se você tirasse
uma foto de cima assim de uma cidade, você visse aonde cada um dos seus concorrentes está dentro dessa cidade, tipo or, e você vai decidir aonde você vai estar, qual é o seu lugar dentro desse mapa. E aí esse lugar ele precisa ser diferenciador bastante, mas ele também precisa ser um lugar que você genuinamente é capaz de ocupar. Então aqui é o posicionamento. Em quinto Lugar, depois que você tem público, mundo, promessa e posicionamento, você vai ter personalidade. Aqui não é a personalidade da marca. Personalidade da marca entra em identidade. Aqui é o atributo ou
os atributos de personalidade que você vende para além do seu produto. Então o seu produto, por exemplo, essa xícara aqui, ela tem uma funcionalidade que ela precisa ter, que é segurar aqui o meu café e fazer com que eu possa beber esse café. Além Disso, ela tem essa alça aqui, que é para eu não queimar a minha mão. E ela poderia ser uma xícara que esquenta e mantém meu café quentinho. Poderia ter várias funcionalidades. Isso são funcionalidades do produto, mas a o atributo de personalidade vai para além disso. Suponhamos que essa xícara aqui fosse uma
xícara pensada. No caso ela bota aqui que eu sou o melhor melhor marqueteira do mundo. Então, qual que é o atributo de personalidade que ela me Dá? Ela diz pro mundo que eu sou uma marqueteira e que eu sou uma das melhores do mundo. Então ela tá me conferindo um status diferente do que só o produto é capaz de me entregar. Se você olhasse, por exemplo, para Chanel, a gente tá falando de elegância, Hermes também. Se você olha pro GIP, você tá falando de aventura. Então, um atributo de personalidade. Esse atributo de personalidade é intimamente
ligado ao que o público te falou, aquilo que o Público disse de como ele quer ser visto pelo mundo. A sua marca precisa ajudá-lo a ser visto pelo mundo da maneira que ele quer. E esse atributo de personalidade vai ajudar ele nessa tarefa para além do que o seu produto já ajuda. Então, cada empresa eh precisa pelo menos entregar duas coisas. Então, uma é um é uma são as coisas que o produto de fato entrega. ele resolve uma dor concreta e marca resolve uma dor pessoal ou social. Então, basicamente Isso serve para tudo. Então, além
de atributo de personalidade, depois, né, o sexto, você vai dizer, você vai ter uma história e nessa história o seu público é o herói. Ele tem que enfrentar uma jornada aonde ele vai brigar com diversos inimigos. >> É jornada herói clássica. >> Jornada do herói, >> tá? Basicamente o seu produto vai ajudá-lo a vencer esses inimigos. É a Ferramenta que vai ajudar ele a isso e vai conduzi-lo à promessa aqui em cima, que é o número três de final feliz. >> Legal. >> Então isso aqui a gente tá falando de história. >> Depois você tem
o universo, aonde essa história acontece. Aqui pouca marca consegue fazer isso bem ainda. É uma grande vantagem mesmo para quem tem marca muito estruturada, é você construir de fato o mundo aonde essa História acontece. Qual que é o mundo onde essa história acontece? Quais são eh os cenários aonde as batalhas, as os grandes avanços acontecem? Quais são os personagens ideais nesse mundo? Quais são os sentimentos que esse mundo traz, que esse mundo revela? Então você constrói de fato um cenário, um um grande lugar aonde essa história vai acontecer. Em oitavo, você tem marcas pessoais. Então,
marcas pessoais, basicamente são Todas as marcas de pessoas que, de alguma forma vão estar inseridas dentro da sua estratégia de marca, seja dos fundadores, eventualmente dos colaboradores ou dos próprios clientes. Quem são as marcas pessoais que vão ajudar a contar essa história? Se você tem um fundador, por exemplo, que faz parte desse ecossistema de marcas, ele vai ter normalmente duas funções, o fundador. Ou o fundador vai ser alguém que tangibiliza o público, é que Tangibiliza o ideal que o público quer alcançar. >> Ele é o com avatar transformado. >> Exato. Alguém que já chegou à
promessa. >> Uhum. >> Ou ele vai ser alguém que tá construindo e vivendo essa jornada junto com o público, >> tá? Então, ou ele é parte da história, tipo, ele tá junto com o público vivendo aquela transformação, ou ele já foi transformado. Dentro da sua recomendação de gestão, como reagir quando eu identifiquei uma falha de cultura no funcionário, só que eu preciso dele. Ele é alguém que muitas vezes, se eu desligar ele, eu não consigo recolocar alguém na posição dele com facilidade. Como se deve agir num cenário assim? Porque acho que muita gente vê assim,
cara, fulan, porque eu vejo dois cenários assim, tem a pessoa que fala, cara, em algum momento eu vou substituir esse cara para alguém que tem A cultura e tem o outro lado que é meio iludido, talvez de achar, não, talvez com o tempo ele pegue minha cultura. Qual que é a recomendação para esse empresário que tá vivendo essa situação agora, que ele sabe, pô, fulano, ciclano e beltrano é é tóxico pra minha cultura, mas eu preciso deles ou ele acha que precisa. >> Deixa eu responder antes e depois tu fala se eu acertei ou não,
Marcos. Eu demito e [ __ ] E cara, azar, já Aconteceu de eu ter o vendedor que se eu tirasse esse cara eu não ia bater meta. Eu tirei o cara, chamei todo mundo, falei: "Gurrizada, fodeu, a gente precisa complementar R$ 60.000 que esse cara não vai trazer, porque ele não tava com a gente no mesmo barco." Agora, tu sabe por que que tem que tirar? Quando eu fico cozinhando e dizendo assim: "Cara, eu vou manter aqui o João na minha empresa, ele nem performa, mas vou deixar, porque ele é importante. Ele Mente, mas ele
é importante. Ele chega atrasado, mas ele é importante. Tudo que tu permite de errado na tua empresa se torna cultura. >> Uhum. Imagina que na V4 aqui tem uma cultura de todo mundo chegar na reunião 8 horas da manhã. >> Uhum. >> E aí vem você de uma empresa do Vale do Silício. Você diz que tudo isso é besteira e tu começa a chegar 8:30. Nas Próximas reuniões vai ser normal. E por mais doloroso que seja tirar você, que é muito importante agora, te tirando, eu vou procurar resolver. Te mantendo, eu não tô resolvendo. E
eu tô dizendo o quê? Podem continuar, pode continuar errando. >> Então é meio que eu aceito o erro no sentido de eu vou tirar, vai dar problema naquela área, tá tudo bem, mas com o problema existindo todo mundo vai se mover mais que o problema já existe, Né? >> É, tem, vocês chamam aqui de comportamentos, é? >> É atitudes, atitudes e motivos para ação. >> Atitudes e motivos para ação. A gente chama de mandamentos, né? São 12 mandamentos. Inclusive, se Moisés estiver ou vindo a gente de algum canto, Moisés volte aí para fazer os 10
mandamentos, 2.0, que os primeiros não deram errado, não. Então, o que que Moisés viu fazer na terra? Moralizar a terra. Cara, e Moisés falou um monte de coisa óbvia. Ele falou assim: "Não matarás, não roubarás, respeitarás pais, pai e mãe". Uhum. >> Ah, mas Marcos, isso é lógico, não precisa ser dito. Vai no presídio, >> não é lógico. >> Vê se é lógico. >> Não é lógico. >> O óbvio tem que ser dito. E um dos Valores da minha empresa é a verdade, acima de tudo, doa a quem doer. E nessa verdade, acima de tudo,
como é que eu vou permitir uma meia mentira? Não existe meio mentiroso, não existe meio ladrão, não existe meio corno. Ó, aquele cara tem só a ponta e o chefe. Ou ele é, ele não é, meu irmão. E tudo que eu permite de errado entrar na minha empresa, vai se tornar a nova cultura dela. >> É uma falácia você achar que contrate Pessoas melhores que você, porque você contratar todo mundo melhor que você, você vai ser enganado por todo mundo. E é um fato, porque assim, na teoria é muito bonito, tipo, vou contratar os melhores
e eles farão o melhor serviço. Só que na prática, mano, eu se eu não tenho nem inteligência para avaliar minimamente o trabalho desse cara, o que que me garante que ele não tá passando para trás? E aí eu vou trazer a minha pergunta. A minha pergunta é: sabendo Disso, o que que é o mínimo de intelectualização que um dono precisa ter para que ele saiba, ok, não sou um burro is quais são os conhecimentos mínimos que ele precisa ter para ele saber que ele que ele é hábil, né, para construir esse plano, etc. >> Maravilha.
Concordo. Você a gente fala muito, né, óbvio, meu sócio, a gente conversa muito sobre isso, né, com Lázaro. Esses mantras, né, esses clichês que são tão perigosos, né? Ah, contrate, você não precisa saber, contrate alguém que sabe e coloque lá. Putz, na teoria é lindo, né? Maravilha. Então, o dinheiro resolve tudo porque eu contrato pessoas que sabem, então tudo tá resolvido na minha vida. Não é assim nunca, né? O empresário tem que saber, não dá para abrir mão. Gestão financeira, vou nem dizer básica, mas intermediária. Tem que saber ler um DRE, você tem que saber
ler Um balanço patrimonial, tem que saber ler um fluxo de caixa, essas três ferramentas você tem que saber ler. Não vou nem entrar em coisas mais completas, mas tem que saber ler. Eu tenho que ler um DRE do meu negócio, entender como ele tá entender. Por isso é o placar do jogo, né? Tô jogando um jogo que eu não entendo o placar, fluxo de caixa, né? O oxigênio da empresa, como tá, para onde vai, qual a posição que eu tenho no curto prazo, pelo menos 30 dias, 60 Dias, fundamental. e balanço patrimonial, né? O placar
da minha vida. Eu estou compondo o patrimônio. Posso ter um um mês sem lucro, posso ter um ano ruim, mas tem composição de patrimônio? Não. Esse três ferramentas básicas têm que existir. Segundo ponto que eu defendo fortemente, metodologia comercial. Eu tenho que ter uma maneira de vender. Empresários são muito eh acomodados na ideia de estar batendo meta. Ah, nos últimos 12 meses bati meta 10 vezes. Sei vender, minha empresa tá vendendo. Está vendendo sobre quais parâmetros? Uhum. >> Às vezes é uma venda concentrada em um, dois vendedores, às vezes é uma venda concentrada em um
produto, às vezes é uma venda concentrada em uma cidade. Às vezes é uma venda que, embora dê resultado que a meta aconteceu, ela é uma venda frágil. Ela está colocada sobre parâmetros frágeis. Qualquer coisa que movimente, qualquer movimentação, Qualquer curva, você vai sobrar. Então isso é fundamental. Qual a metodologia? Como eu faço do começo ao fim e a área comercial, isso o empresário tem que saber. Tem que trer de gente, não tem como você não entender de gente. Muito ou pouco a depender do negócio, mas tem que entender de pessoas. Isso também é fundamental do
ser compreendido. Então esse tripé fundamental, pessoas, comercial, financeiro. E a pitadinha que eu acho que em Brasil a gente tem que Ter, eu tenho que entender de mercado. No Brasil você não pode ser a pessoa que não entende do que está acontecendo, né? Como Estados Unidos, que existe uma perenidade, que existe uma certa tranquilidade, as coisas mudam, mas mudam pouco, mudam muito mais lenta. Economia de corrente, né? Que >> poder de corpo é muito forte. Outra coisa, o estado é muito forte, né? >> É muito louco você parar pensar que, tipo assim, o PIB do
Texas acho que acho Que é maior do Brasil inteiro, >> maior do que o Brasil inteiro. >> Tipo assim, um estado é doideira a gente para pensar, né? O tamanho do Se você se preocupar só em vender, você consegue vender o suficiente para nunca conseguir vender para todo mundo que poderia comprar. Não é, eu sou muita gente fala ruim mal dos Estados Unidos, eu acho que tem muita coisa para melhorar, mas sem dúvida nenhuma economicamente é outro patamar, é outra situação, é outra Questão. E aí em temos de Brasil, a gente tem uma montanha russa
agora. A gente tá vendo montanha russa. Tô fazendo planejamento estratégico agora. Estamos aqui em novembro, começa a bateria de planejamento estratégico nas empresas. Cara, para desenhar o cenário do ano que vem, hoje de 2027, para começar, tem uma eleição que pode mudar tudo. Então assim, olha como é difícil no Brasil. Uma eleição pode mudar radicalmente para onde a gente acha que Vai praticamente tudo em termos econômicos do Brasil. Como se planeja em cima disso? Imagina um cara que faz investimento para 20 anos. A gente tem que fal, né, que aqui até o passado é certo,
>> até o passado. O cara tem investimento de 20 anos. Eu falo com esses meus empresários que fazem investimentos mais longo prazo, eu falo: "Cara, vocês têm uma coragem que eu não sei se eu teria investimento de 20 anos no Brasil. O Cara faz investimento pensando em 20 anos de retorno." Pô, assim, isso é no Brasil difícil demais. Isso é são dos grandes problemas nossos, né? a gente não consegue fazer investimento de longo prazo que a gente não sabe como vai ser o longo prazo. Eu não sei como é que vai ser a política tributária
daqui 20 anos. Eu não sei como é que vai ser o respeito à propriedade privada. Eu não sei como é que vai tá imposto, juros, inflação, desemprego. Não tem a menor ideia nada Disso. A menor ideia de como vai tá, de quão sério isso vai estar sendo gerido daqui hora 20, daqui 10 anos, daqui 5 anos. Isso é um um cenário extremamente arenoso. Nós brasileiros nos acostumamos com isso. Nós somos bons em fazer planejamento no meio do caos, porque a gente vive no caos. de aprendeu que o caos é a condição natural, nosso habitar natural.
E isso é muito diferente, né? Apesar do americano quando vê o Brasil, ele realmente se surpreende como a gente Faz isso no dia a dia, né? Então, estratégia de branding, que é conquistar o respeito, né? O que que é branding? Conção de marca, é muito personalizada. Você fazer copiar e colar é burrice. Então, primeira coisa, que que é branding? Você tem cicatriz no seu corpo aí? >> Hum, deve ter, pelo menos a BCG eu tenho, né? >> Ó, eu tenho cicatriz aqui, tá vendo? >> Aham. >> No queixo que eu caí quando era criança. Tá
marcado. Você quer a marca? Quando olho para essa marca, eu lembro o dia que eu caí. Isso é conção de marca. Quando você olhar para uma marca, você lembrar o que que significa aquilo. Que que é marca? Srn. Um significado com muita repetição. S de significado, R de repetição. Vai gerar a memória. Então vem a Nike just do it, just do it, just do it. Muita repetição daquela frase. Quando você vê aquele Significado, aquele símbolo, aquela frase, tem a memória. Apenas faça, movimento, esporte. Então isso é conção de marca. O que, qual que é o
significado que eu quero trazer? Isso é coercitivo. Eu não posso deixar as pessoas interpretarem sobre a minha marca, porque senão cada um tem uma interpretação e uma definição. Não posso. Eu tenho que vir guela abaixo de maneira coercitiva, proposital, eu trazer o significado e empurrar na Frente das pessoas. Repito, repito, repito, repito, repito, repito, repito, repito em múltiplos canais, stories, Instagram, TikTok, televisão, onde o meu para quem está, óbvio, de múltiplas formas, com múltiplas narrativas. Depois de repetir muito, eu tenho a memória dele, eu tenho a marca cravada no cério dele. Pronto. Isso é construção
de marca SRM. Quer ver? Vou contar uma história. Você vai me falar quem que é. Nasci no Jaraguá. Eu andava de ônibus. >> Já tô chegando no Flávio Augusto. >> É. E pronto. >> É ele. >> É ele. >> Caraca. >> Tanto que a marca dele é forte. Vamos outro. >> É verdade. Sempre conta essa história. >> É. Pronto. Repetição. Repetição. Sempre conta história. Por isso que a marca dele tá >> conta a mesma história. >> Vai. Vou vou te contar outro. Então você vai saber. Eh, trabalhava como garçã do Outback. Negro, negro. Se você
falar o cara que trabalhava agora só faltou assim, trabalhava em Londres num banco, largou tudo para poder e você sabe qual que é? É o Érico. É. >> Ah, é verdade. >> O do Erico também. Ele conta essa história toda, velho. É bom ponto, cara. Isso aí é legal. >> Quem quem que tem um cara que vendia cinco sapato na feira? >> Tu. Tu. É, exato. >> Pronto. Cara que trabalhou no Brasil Telecom cresceu oito car. Oito car. >> Essa é fácil também. >> Se fosse um teste ia passar. >> É. Não, mas quer dizer
isso e marca pessoa quer dizer isso porque tem a história, né? >> Você sabe quem que >> não, mas o ponto é repetia pr caramba. Foi o que você falou. Então é um significado ou uma história, uma marca ou um slogan, uma logo, repete, repete, repete, gera memória. Tanto é que eu falei uma frase de cada um você lembrou. Pode, eu te interrompi. Você falava? >> Não, te perguntar sabe quem que é o favelado que saiu do Rio Grande do Sul e montou a maior assessoria de Max. Se ele l de nesse período. >> Sei.
Entendendo isso, qual que é as quatro perguntas que eu tenho que Responder para criar minha marca pessoal? Primeira pergunta é: para quem que eu quero me posicionar? >> Uhum. >> Por que o para quem? Porque o para quem vai ditar toda restante. Vamos usar um exemplo de médico. O médico pode ter o para quem que é outros médicos. médico falando para médico ou médico pode ter o para quem que é o consumidor final, que é os pacientes. Para cada para quem é uma estratégia diferente. Ah, eu sou um Pastor que eu quero me posicionar para
outros pastores, então é um para quem? Eu sou um fanqueiro que quero me posicionar pro público final, é outro para quem? Eu preciso saber o para quem. Se eu não tiver o para quem, eu tô perdido. Aí segundo é lista de troféus. >> Uhum. >> Que troféus? Que o para quem olha e fala: "Caramba, essa pessoa é uma autoridade, ele é [ __ ] para caramba. Ele tem muito resultado aí. Tem três tipos De troféu: troféu pessoal, troféu financeiro e troféu profissional. Quem escuta o podcast aqui ou quem é leigo ou quem é muito imaturo
no assunto acha que é ostentar que é o troféu. Não é, cara. Tem três tipos de troféu de troféus. Pessoal, profissional e financeiro. Você pode listar de cada troféu pessoal 10. >> Uhum. >> Troféu profissional, você pode listar 10. Financeiro, você pode listar 10. E Aí você vai conquistar cada troféu low rang fruitos mais fácil, os frutas mais baixa para você poder colher. Depois que eu definir o meu para quem, muito bem claro, aí eu pego os troféus do meu para quem não para mim que eu tenho que ser autoridade, é para essa pessoa. >>
Sim. >> Uhum. >> Porque às vezes a gente dá valor na coisa, a pessoa dá valor em outra e você Tem que pagar o preço. Por exemplo, eu tô de Rolex no braço. É um troféu para empresário. Você também tá? >> Tô de Rolex. >> Você também tá? >> Não. >> Ele não. >> Enfim. Mas a a rodinha >> quer comprar. Eu não, prefer. Isso aí, vamos lá. Enfim, eu não sou fã assim de relógio al de relógio, mas eu gosto do do R. >> Tá, mas vamos lá. Eu não sou fã. Onde é que
eu quero chegar? Mas é um selo, é um troféu. >> É, contigo, sem dúvida. >> Então, mesmo que eu não goste dê tanto valor, o lugar que eu quero acessar ou o lugar que eu ambiento dá valor. Se é um troféu que não infringe meus valores e os meus princípios, por que não ter? Eu tenho que ser estratégico, eu tenho que ser intencional. Então, primeiro é para quem Eu quero me posicionar. Segundo é lista de troféus pessoal, financeiro, profissional, lista 10 de cada um. Aí, terceiro é conquistar o troféu e documentar. >> Se o cara
não conquistou o troféu, tu acha que ele, o que que ele tem que fazer? Ele não deveria entrar nessa marca pessoal ou ele tem que conquistar e documentar? >> Não é essa a lógica. Conquistar para mostrar é documentar o processo da Conquista. Tem mais valor do que sua conquista, inclusive. >> Uma coisa é você ir lá e correr o Iron Man. Outra coisa se ir lá mostrar o que você treinou, que você teve que fazer e tal. >> É, até porque >> aí é o troféu é sem graça, como diz o nosso amigo Casira, aí
é elite, maluco. Aí é elite, >> porque eu chegar só com a com a medalha do Iron Man é uma coisa, eu fizer uma História >> que é um troféu pra sua audiência, né? >> Sim, mas que eu fazer história, tô treinando e eu fiz isso. >> Perfeito. >> Ele quase que escorreu o Iron Man vendo o caso de vocês lá. Ah, eu falei com ele que me deicou tênis e os [ __ ] >> É, >> é, então para você ver tanto que é poderoso. Tô influenciando o cara de uma companhia de centenas de
milhões, muito Em breve bilionária, ó. >> É. >> Ou ó, um exemplo bom disso aí da cultura pop atual é o Drive to Survive lá do Netflix da Fórmula 1 com isso. >> Que ele fez a Fórmula 1 explorar em audiência por causa que ele documenta a história, a maior audiência da história da Fórmula 1, >> né? Então, por causa desse processo de documental. E cara, ele solta um ano depois da temporada, então tu já sabe Quem venceu, mas o processo de documentar narrativa de da conquista é muito interessante. >> E por que que isso
aí é [ __ ] pr caramba? Se você, Fernando, pega a minha medalha da Eobé, põe no peito e fala que sou Aman. É, >> a glória não tá só em teu troféu. Essa é a crise do herdeiro. Então o troféu não conquistou troféu. Conheço um monte de ordeiro que vai pedir ajuda e mentoria que é crise de identidade, que é o Troféu do pai, né, dele. Agora tá em você conquistar o troféu e documentar pra sua audiência. E por que que a conquista é valorosa? Porque é uma história. As pessoas amam história e porque
tem muitos pontos de conexão. Então eu tinha dificuldade de nadar. Eu aprendi a nadar para fazer o herom. Eu já afoguei quando era quando eu tava na infância. Quando eu contava nisso, muita gente, eu também já afoguei. Quando eu consegui, consegui nadar, povo, nossa, Que superação, que linda, acompanhar e tal, conexão. >> Então, terceiro é primeiro é para quem? Segundo é lista de troféus, terceiro é conquistar e documentar e o quarto é expor. >> Hum. >> Porque não basta você ser bom, você tem que ser bom, parecer bom e mostrar ao mundo que você é
bom. >> Se você é um CEO que não quer botar a cara, você vai estar em desvantagem Contra um CEO que quer botar a cara. >> Não é você CEO, o teu negócio vai est em desvantagem. É isso que o senhor tem que entender, né? Porque às vezes o cara fala: "Não, eu não tenho problema com isso, não quero aparecer. A tua marca vai sofrer, cara". >> Mas tu não tem um lance assim de que o CEO da Avan, por exemplo, ou a dib, eles são caras, seos que bota a cara, que isso todo mundo
consegue fazer? Ah, então o eu, vamos lá. O cara que tem o Se que bota a cara versus o que não bota a cara, o que bota a cara vai est em vantagem. >> Isso. >> Agora vamos dizer que os dois botaram a cara. Aí a próximo nível da competição, a próxima fase é quem é o melhor carismático, né? Porque não é qualquer um que é tão carismático quanto esses dois exemplos. Esse diferencial sempre vai existir, né? >> Não, não. Só para porque às vezes isso Vai pesar até na tua decisão de quem vai ser
o se >> claro. Mas eu acho que é um território de obs, né? Quando eu fiz o Dilco Fernando, um dos motivos que eu achava ele ele um [ __ ] cara para para fazer o que faz é que ele era um líder carismático. É >> isso. >> Eu acho que isso é importante para esse momento da da humanidade. >> Também não acho. Você tá nesse jogo, Você acha você enxerga algum líder de empresa relevante que não seja? >> Eu enxergo. S que esse cara nem aparece, tá ligado? Mas não, eu não consigo mais ver.
>> É, até o Marcos do Quebec não era carismático, ficou carismático, né? Esse para mim é o melhor exemplo. >> Tá ele, ele vai ser trocado, cara. >> Max Quebec saiu de reptiliano esquisito para >> É isso. >> Lutador de jitso surfista. Tempo se do Google já não é tão carismático, galera nem sabe o nome. >> É, mas então, mas será que isso não pode virar um problema para ele? Porque tá o Marcosberg ali no todos os podcast aparecendo e falando da meta e todo mundo empolgando com a meta. Olha o que você tá, >>
eu acho que na soma dos fatores esse vai pesar negativo. Ele vai ter que compensar demais. É, mas vai ser difícil Porque você tá falando agora, eu não deveria saber como profissional quem é o nome do CEO ou do Google agora dela. >> Não, só tinha nem sei que é o Sundap Shai. >> É, mas você percebe, é mais difícil você ir buscar. >> É verdade. >> É Sundap Shai, tá? Nem sabia. Outro indiano. A Microsoft, o Bill Gates, eu acho que ele é um bom líder carismático. >> E o senhor da SpaceX, sabe o
nome? >> É a é uma mulher, né? >> A Bef, acho que não sei o nome dela, mas também conhece. Mas não é o Elon Musk. sabe nome, >> é, mas aí tá, o Elon Musk, ele defende muito essa tese, né? É, e ele defende essa tese que ele falou: "Os presidentes não vão mais falar através de assessorias de imprensa, eles vão ter um Twitter que eles vão lá e vão falar o que eles pensam, né? E o o Trump, o Macron, o próprio Lula, a Janja, que não É presidente, mas se posiciona muito e
tal, esses caras eles pararam de usar assessor de imprensa, ele vai lá, quando ele quer falar alguma coisa, ele po interessante, porque eu vejo o ADib, eu acho que o impacto que o ADB tem no Cellout da CMED não é tanto quanto o que ele deve ter no Celin, né? Não, total no salinho. >> É, né? >> Total no Salinho. >> Que é o que o Marcos Paulo falou, né? Que >> quando o Marcos Paulo virou sócio da Love, ele tava aqui no episódio, ele falou >> o maior valor quando a gente virou sócio, a
galera queria que o Papo Marcel vendesse seguro, mas pra gente não foi tão legal. Que que ele fez? Ele abriu uma campanha pra pessoa se tornar revendedora da L. Aí ele trouxe 50.000 vendedores em menos de um mês. >> É isso aí. Foi >> o que eu acho que o mercado ainda não tá preparado. Eu vou provocar aqui com vocês, é que esse movimento para mim vai descer, cara. E aí vai vai virar uma brincadeira legal. significa descer. >> As empresas hoje, por exemplo, tem um ADB muito forte, mas vai descer pro CMO dele, vai
descer pro diretor, >> então vai pro employees falam Estados Unidos. >> Isso, boa. Boa essa, porque o social mídia do Adib tem o perfil relevante no Instagram falando como social. Isso não, essa vai descer violento isso. E tem muita gente, não, acho que tem um território ainda explorado nesse nesse quesito.