E aí, pessoal! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a mais uma aula!
Hoje nós vamos discutir um pouco, continuar discutindo o progresso nos séculos do mundo anglo-saxão. Nós vamos falar um pouquinho sobre o período do rei Offa, que foi o rei de Mércia e foi bastante importante. Nós vamos discutir como era, mais ou menos, o que ele foi, o que representou, mas também um pouco da política de Nazca, falando dos outros anos também.
E vamos seguindo por essa linha. Assim, você está um pouquinho também para vocês, o Alcuíno. Se você for pesquisar o nome dele em português, é que foi uma pessoa importante na época.
Nós vamos falar mais sobre Offa, certo? E já começando a falar sobre ele, nós temos uma carta que Carlos Magno escreveu, o grande Carlos Magno, o homem, um imperador. Ele fez isso: escreveu uma carta proposta no ano de 706, tá?
E é a única existente de um reino europeu do continente para um governante em votação. Única carta sobrevivente para que visitemos. Nós conhecemos hoje, se tem notícia, da enviada pelo rei no continente por Rain dos Ação.
Essa carta é interessante; você vê que Carlos Magno chama Offa de irmão, tá? E também é a primeira carta conhecida entre os europeus sobre comércio. Eles discutiram sobre comércio nesta carta.
Também é interessante que Carlos Magno se refere a Offa, rei de Mércia, como irmão, e ela resume muito bem os temas centrais da época. A carta que Carlos Magno deu para outra pessoa mostra também o grande poder dos sucessores de Offa e como Rea Mércia lembra o Itabom, que nós discutimos na última aula. Offa era o sucessor direto de Itabom, rei que se manteve no poder por mais tempo depois de Itabom.
Já vamos discutir um pouco isso. No primeiro ano do envio da carta, não, no primeiro, não. Desculpa, no mesmo ano do envio da carta, no mesmo ano em que Carlos Magno enviou a carta para o rei de Mércia, ele havia suprimido o Império Avaro.
Carlos Magno conseguiu um grande tesouro, tá? E, carismático, junto com a carta, enviou uma parte dos seus ganhos, uma parte do seu tesouro, né? E ele se dirigiu a ele na carta como igual, e isso nos dá a ideia do status que os reinos da Bretanha poderiam inspirar.
Olha só, o próprio Carlos Magno, o grande Carlos Magno, nem o Papa considerou ele o imperador de Roma. Deu a ele o status de imperador de Roma por causa do poder que Carlos Magno tinha. Não vamos ficar falando dele aqui, mas se você está vendo as aulas, muito provavelmente sabe quem Carlos Magno foi, ok?
E ele se referiu a Offa como igual. Isso é um status muito grande que os reis poderiam começar a aspirar, e essa carta mostra isso. Certo?
Falando mais sobre Offa, quando falamos de Carlos Magno, ele se refere a Offa como irmão, se referiu a ele como igual, mandou para ele um pouco dos tesouros e também discutiu comércio com ele na carta, tá? Isso é sinal de que Offa não foi qualquer rei, foi muito importante. Ele foi o sucessor de Itabom, ele era filho de Offa, uma coisa assim.
Não, não era. Ele subiu ao trono depois de enfrentar uma guerra civil. Olha só as brigas constantes no mundo anglo-saxão aparecendo de novo.
Ele enfrentou um tal de Berenard, que é o nome da pessoa que ele enfrentou depois do assassinato de Itabom. Então, a etapa do Kansas assinada, houve uma guerra civil. Offa enfrentou Berenard e subiu ao poder como rei de Mércia.
Offa reinou de 757 até 796. Foi um reinado bem longo de Offa como rei de Mércia. Nós podemos considerá-lo muito alto porque ele foi um rei muito, muito poderoso.
Após um tempo, Offa parece ter tido mais poder do que Itabom, tudo isso está claro. Aí tá bom, então Offa teve poder. A gente viu na última aula que ele influenciou e dominou a região, inclusive os saxões do sul, sobre a Inglaterra.
Ele teve influência sobre as duas partes do sul da Inglaterra. Só que Offa parece ter tido mais influência do que Itabom. O fato é que teve um pequeno retrocesso na década de 770 no poderio do domínio dele, porém ele emergiu novamente mais tarde como rei rival da maior parte da Inglaterra.
Não vamos falar 100% da Inglaterra, mas a maior parte da Inglaterra. Ele era um rei respeitado que tinha influência sobre os outros. Durante o período de Offa, as dinastias locais de Kent, Sussex e iguais temporariamente desapareceram.
Offa conseguiu fazer essa proeza durante o reinado dele. As dinastias locais de Kent e Sussex desapareceram temporariamente. A dinastia local estendeu e voltou a existir mais tarde, tá?
Só que ele conseguiu subjugar bem Kent e Sussex. A região vai às filhas do Offa. Elas se casaram com outros reis.
Olha só, além de dominar uma boa parte da Bretanha diretamente, as filhas dele se casaram com Roberto de Wessex, que entre 786 e 802, e também com o rei Aethelred da Nortúmbria. Então, só ele, o rei de Mércia, e as suas duas filhas se casaram com Roberto e Aethelred, lembrando que Aethelred estava casado com a filha de Offa. Ele teve dois períodos para reinar.
1774, 789. Renan novamente de 790 a 796, mas ele era casado com a filha de, o que o fez continuar a falar do Rio Grande e Alfa. Ele invadiu Gales no ano de 778, 784, e, talvez, em 785 ou 786, ele construiu um dique, uma vala—pode chamar do que quiser; as duas soluções.
Akon é São Paulo cíveis por toda a extensão da fronteira Galiza. Em inglês, eles chamam de Ofas Daiko seu dique de off, ou então uma vala de honra, que a gente vai falar um pouco mais tarde. De hoje é por toda a extensão da fronteira Galiza.
Ele fez essa. . .
essa é salvar esse dick para defesa mesmo. Então, é um grande monumento arqueológico. Em nota, a gente vai citar novamente que foi obra de Otto.
Conseguiu isso e ele foi o primeiro rei anglo-saxão a ser chamado de rei dos ingleses em charters respeitados. Lembrou que o charter que a gente falou na última aula, que era, nesse contexto, a nossa ação, um documento de concessão de terras e privilégios. Nesses charters respeitados, autênticos, ele foi o primeiro reembolso.
. . ação a ser chamado rei dos ingleses.
Para vocês verem de como Alfa foi poderoso, lembrando que não confundir rei dos ingleses com rei da Inglaterra; a Inglaterra não existia na época, não havia um projeto de Inglaterra na época. Mas, como ele era influente o suficiente para impor sobre os outros reis anglo-saxões, acabou com dinastias locais, tá? E suas filhas eram casadas com dois outros reis de outros reinos.
Além do ex-dono do clube, ele pode ser chamado de rei dos ingleses nos charters respeitados. Seus sucessores também tiveram poder, tá? Falando um pouquinho sobre o sucessor de Ova, filho de Alfa, não teve muita sorte; ele foi assassinado depois de cinco meses no poder.
Mataram ele, não teve a força que o pai teve. A gente vai até falar uma coisa que o Punho escreveu sobre o filho de Ova daqui a pouco, ainda que há alguns minutos. Aí vocês vão ver cento, e que essa água pode ser um pouco extensa.
Depois, quem subiu ao poder foi Kenovo. Ele reinou de 796 a 821; sucedeu a FIFA. A partir de 798, dois anos depois que ele assumiu o poder, o domínio que ele teve no sudoeste da Bretanha foi tão real quanto o domínio de Off, só que temos evidências da influência do Kenovo em um ex-senador público.
Ou seja, foi mais poderoso que Kenovo, embora Kenovo também foi muito poderoso. E ele aumentou a pressão sobre os galeses, Off e os galeses, e a Canon aumentou essa pressão que Off já exerceu sobre os galeses. Depois de Kenovo, quem subiu ao trono foi Kel, o primeiro.
Ele era irmão de Kemoko, ele reinou do ano de 821 até o ano de 823 e ele praticamente devastou o principado onde ficava, neste principado, que hoje temos o País de Gales. Eles eram galeses, e Kenovo conseguiu praticamente devastar esse principado. Esses foram os feitos em resumo do sucessor Jeová, que também foram poderosos, só que não tão poderosos quanto ele.
Continuando a falar sobre a FIFA no período dele e de Carlos Magno, que conheci Dilda, o filho de Off. Carlos Magno, embora Off tenha morrido bem antes de Carlos Magno, uma nova moeda de prata apareceu nos dois lados do Canal da Mancha. Tem um nome impresso do rei nos dois lados do Canal da Mancha; apareceu uma moeda de prata tendo o nome do rei.
O preço da moeda foi o que aconteceu nesse período que a carta de Carlos Magno sugere. Falando sobre isso, não vamos falar mais sobre a moeda ainda nessa aula. A carta de Carlos Magno, nível prova, que é um documento importante que nós temos, sugere que os mercadores eram responsabilidade do rei.
Lembro que eu citei isso anteriormente: o rei acompanhava de perto os mercadores, os rio anglo-saxões, e a carta de Carlos Magno sugere que os mercadores eram responsabilidades do rei, estavam sob sua proteção. Mas que eu falei que o rei sempre recolhe; ele não ganhava sempre. Então, os mercados tinham que pagar tarifas por esse privilégio de estarem sob a proteção do rei, ok?
Então era bem lucrativo para eles. Isso sobre essa moeda é mais provável que o aparecimento de uma nova moeda real, tanto na parte carolina, já no continente, quanto na Bretanha, que este aparecimento da nova moeda real fosse uma maneira de os reis controlarem a riqueza de seus súditos e se enriquecerem cada vez mais, os reis, assumindo um domínio ainda mais incisivo e mais direto sobre a economia. É possível que essa nova moeda nos faça pensar isso.
Aqui a gente vai discutir um pouco mais sobre a moeda, nem ainda nessa aula. Voltando um pouco à questão da carta de Carlos Magno, que ela também pode nos revelar que Carlos Magno via Off como um devoto defensor da fé santa. Não era simplesmente um líder secular; ele também era defensor da fé, ele também era defensor da Igreja.
Então Carlos Magno também via isso em Alfa. Ele via mais no exercício do reinado do que o mero reinado se secular; eles viam também como um devoto defensor da fé santa. Em 786, Off, partindo dessa parte religiosa, foi o primeiro inglês a realizar um conselho eclesiástico sob os auspícios dos embaixadores papais.
Olha só, o concílio eclesiástico sob os auspícios de doze embaixadores papais, então, com certeza, acho que o mais importante do que os que haviam sido realizados antes; só foi o primeiro inglês a realizar um conselho do tipo. A e ele também usou os contatos dele com o Papa Adriano para estabelecer um novo arcebispado em Litchfield, na parte de Mércia da província de Qinghai. Então, ele teve também essa influência com o Papa, com o Papa Adriano.
Só que eu falei que ele estabeleceu um novo arcebispado em Litchfield, na parte de Mércia da província de Qinghai. Eu falei que quem beber é mais o arcebispado mais poderoso na Terra, o que sugere que o poder de quem ligou e começou a ser um pouco ameaçado na parte de Mércia da província de Quebec libera, que colocou o arcebispado bem próximo a ele. As razões de ele ter colocado um novo arcebispado parecem ter sido políticas, e o ato desagradou quem também tinha um arcebispado como a gente sempre vê, muito poderoso.
E, ao fundar um novo, bem perto ali, isso desagradou quem quebrou extremamente. Esse ato político não durou muito; quem continuou com a supremacia assumiu uma supremacia da forma que tinha antes. Após esse ato de obra, nós não temos muitos registros.
Olha só isso, é interessante. Ainda falando sobre os advindos do Reino de Mércia e seus sucessores, o que é muito controverso, a maioria dos registros que nós temos sobre o Fifa, que é Mofo Kelvin, que foram os sucessores de Rafa, vêm dos vizinhos. São relatos dos vizinhos de Messi e os vizinhos de Mércia, frequentemente inimigos do reino.
Por exemplo, a invasão de Gales é conhecida por nós apenas através dos canais galizes, não de Mércia, e das Crônicas Anos Saxãs compiladas, que nós vamos falar dela mais tarde. As Crônicas Saxãs foram compiladas durante o reinado de Alfredo, o Grande, e têm apenas sete menções a Alfa. Para a gente ter uma ideia, elas tendem a se concentrar nos grandes atos do rei, não nos atos de violência.
O que acontece é que relatos dos vizinhos, que frequentemente eram inimigos de Mércia, podem render relatos bem tendenciosos para o lado mau, não pelo lado bom. Esses relatos podem nos ajudar a preencher as lacunas de charters que eram escritos, que já fazem menções ao rei por causa da doação de terras e dos privilégios. A maioria dos chefes que sobrevivem também são dos vizinhos de Mércia, que eram frequentemente inimigos, como eu falei.
Mas uma coisa é certa: analisando os dados do documento semestre, enquanto a grande maioria dos documentos dos vizinhos de Março, é possível perceber que Offa e Cnut eram extremamente poderosos, e eles são mais recentes do que os belgas da noite um dia antes deles ou os de Wessex. Após eles, são as pessoas que eu já disse aqui e digo de novo que o estado virtual da era, o objetivo, é que o poder deles era muito resistido e ressentido. Podemos inferir que, através de todos os relatos sobreviventes, Offa e Cnut eram poderosíssimos e bem mais recentes do que os britânicos antes deles e depois deles.
Então, isso torna bem difícil nós estabelecermos uma realidade concreta do que foi o reinado de Aldeota Pequeno, porque temos relatos sobreviventes dos seus inimigos, que eram muito tendenciosos, pulando para o lado mau, né, para o lado cruel deles, existindo ressentimentos quanto ao poder. Então, podemos pensar que é possível que Offa e Cnut não tenham sido tão agressivos quanto os inimigos faziam parecer, e que eles tenham buscado muito mais o conhecimento e a cultura do que é mencionado. Um exemplo disso pode ser até a carta de Carlos Magno, que citei.
Carlos Magno, nós sabemos que ele era uma pessoa bem culta, que buscava essa parte do conhecimento e tal. Eles se comunicaram com Alfa, ele viu a uva comum, igual à hora. Não é de se surpreender que também ele foi buscar esse tipo de coisa, conhecimento e cultura, bem mais do que o mencionado pelos seus inimigos, que tendem a ser relatos bem tendenciosos pelo lado ruim.
A carta já que em Off, por exemplo, sugere que Off estava interessado no aprendizado e tinha até mesmo sua própria cópia da História Eclesiástica do Povo Inglês, que ele escreveu, assim como Carlos Magno também tinha uma cópia dessa obra, bem importante na época, na Bretanha. Belo resumo do que foi a fofa, bastante coisa. E agora eu quero falar um pouquinho do Álcuino, que é conhecido aqui como Alcuíno.
Você pode pesquisar sobre Alcuíno, mas eu vou usar o Álcuino porque as maiores fontes estão em inglês e eu prefiro manter os nomes originais. Eu gosto. Enfim, quem ele foi?
Ele foi dominador intelectual nessa era, na era de Carlos Magno, época que o fascinou. Alcuíno era inglês; isso é um fato importante para as relações entre a Grã-Bretanha e o continente na Alta Idade Média, porque já vou citar. Ele foi educado na Catedral de Orques, só que, em 782, ele se tornou mestre da escola da corte de Carlos Magno.
Ou seja, um clube inglês educado na Catedral de Orques se tornou mestre da escola da corte de Carlos Magno. Ele foi importante no Peru Carolíngio, do outro lado do Canal da Mancha. Dentro da corte do próprio Carlos Magno, ele foi importante; ele morreu na Batida de Samba, então, na França, e foi um dos grandes gramáticos, liturgistas e teólogos mais proeminentes da Europa de Carlos Magno.
Ele foi uma pessoa bem curta, importante gramática. Turista, teólogo, e ele tem muitas fontes que vêm de alcunha, só cerca de 300 cartas que ele escreveu. Muitas dessas cartas, para reis, bispos e nobres, foram preservadas; eles são uma grande fonte para um historiador do período.
Então, algo importante: muito do que ele escreveu, muito do que ele pensava, e muito do que acontecia na época, ele escreveu em cartas que mandou para essas pessoas, e essas cartas sobrevivem até hoje. O que compunha simboliza; podemos pegá-lo como um símbolo do compromisso contínuo dos ingleses com a Igreja Continental, falando novamente dessa ligação, que a Inglaterra não funcionava de forma isolada nessa época. Tal seria um erro pensar assim, como já vimos nas relações da Inglaterra com a galera em outros períodos.
Nós vemos aqui que a Inglaterra também tinha um compromisso com a Igreja Continental, e o álbum pode ser visto como um símbolo disso. Ok, vamos falar um pouco mais sobre o ocorrido. É importante que ele foi certinho para que nós possamos entender a importância do que ele falava e quem ele era.
Segura um pouquinho e segura tudo que eu falei off, segura tudo que eu falei com ele e nós vamos entender um pouquinho mais agora como funcionava a política dinástica da Inglaterra. Uma ação já foi citada, só que agora eu vou dar mais detalhes para vocês. Da política dinástica na Inglaterra saxã, nós podemos fazer um paralelo com o que acontecia na época de honra, na época do ocorrido, e também a mudança que estava havendo nesse tipo de política dinástica, nessa era que houve um certo tipo de mudança que começou a ser efetuada.
Ok, então por isso que eu deixei para falar dessa parte aqui, política dinástica, para a gente entender como era bagunçada. Nós vamos analisar a história do rei Aethelred da Nortúmbria. Esse rei foi casado com a filha de Alfrido e a história do reinado nos dá uma boa ideia da política dinástica no século VIII.
Eu vou citar a política dinástica de Nortúmbria, só que em paralelo você pode pegar esse tipo de política dinástica e colocar em todos os outros reinos, algumas opções que funcionavam de forma muito parecida, se não igual. Ok, olha só, vamos começar falando no ano de 759. Muitos detalhes gravados.
A companhia também que eu vou escrever aqui para ler embaixo para você não se perder. No ano de 759, Wulfhere, pai do herói do que a gente vai analisar, capturou o trono. No ano de 759, Aethelbald, por outro lado, tomou o trono em 765.
Wulfhere, pai do ator, perdeu o trono para Aethelred. Olha só, em 765, Aethelbald perde o trono para Aethelred. Em 774, Alfrede, privado da sociedade da casa real e nobres, pelo conselho de seu povo, pede o trono para Aethelred.
Agora, esse Aethelred que nós estamos vendo, então, foi até o de maior altitude e depois o Aethelred. Só que em 779, Aethelbald foi levado para o exílio e quem subiu ao trono foi Aethelfund, que era filho de Oswald. Quem era Oswald?
O cara que reinava antes de Aethelred. Ou seja, o filho do cara que o pai do ator tinha tomado o trono sucedeu o próprio Aethelred. No ano de 779, foi levado ao exílio.
Aí o que aconteceu em 788? Aethelfund foi assassinado em uma conspiração por um de seus patrícios e aí que aconteceu: 11 anos depois, o filho de Aethelbald, que foi o rei que havia reinado antes de Aethelfund, subiu ao trono. Olha a confusão!
Confuso, né? Mas é confuso mesmo; é assim que acontecia. Então, Aethelfund perdeu o trono para o filho do antigo rei.
Em 790, Aethelwulf, que subiu ao trono, foi enganado pela astúcia de seus nobres e foi forçado ao exílio. O que aconteceu? Aethelred retornou ao trono.
Olha só que interessante: anos depois, ele retorna ao trono e no ano de 791 os filhos de Hael funde, que eles chamavam Aethelwulf e Aethelred, foram tirados da cátedra da catedral de Aethelred e foram mortos. Assim, nos dois, aí que aconteceu o rei, antes da segunda seção de tronos, ele foi retornado ao exílio por certo dos nobres. Só que aconteceu: Aethelred ficou sabendo disso, traiu e foi e matou.
Posso perguntar então, Oswald? Ele foi convidado a voltar, mas foi traído e foi morto por Aethelred. Olha só: ele matou o antigo rei.
Aí, ouvi uma coisa na captura que Aethelfund fez; ele capturou também Eardwulf, que a gente já viu que era um cargo muito importante na Inglaterra saxã. Ele capturou, condenou-à morte, só que miraculosamente, de acordo com as fontes, ele reviveu. Ou seja, não morreu.
E aí que aconteceu, em 796, Aethelred foi assassinado e houve um reinado de 27 dias do patriarca Oswald, seguido pela sucessão de Eardwulf. Ou seja, o cara que escapou da morte sucedeu ao rei assassinado. Olha só que história que nós temos!
Bem confusa, pode parecer assim, mas basicamente até Wulfhere sucedido por Aethelred, que foi sucedido por Aethelfund, que foi sucedido por Oswald, que foi sucedido por Eardwulf. Olha só, eu estou me perdendo aqui de tantos nomes. Foi sucedido por Oswald e depois por Aethelred, e depois que Aethelred morreu, subiu ao trono Eardwulf.
Foi basicamente isso. É muito nome, é muito ruim em um período muito, muito curto de tempo. Olha só, eu comecei a contar a história pra você: 759, e em 796 foi que o herdeiro subiu ao trono.
No último rei, então, num período bem curto, nós tivemos todo esse tipo de sucessão. Mas que confusão! E põe confusão nisso; com a confusão mesmo, é impossível você gravar todos esses nomes, a não ser que você seja um, lá, a vida, o historiador do período.
E mesmo assim é difícil, você fala os nomes pra você ter uma ideia. Então, olha só o que acontece: nós temos aqui a usurpação do trono por nobres de reclamações marginais entre 7159 e 765, seguidos por lutas entre suas famílias e as da linhagem real, o uso do trono do outro, o filho de um subindo ao trono por causa do pai que tinha perdido, que ele morria e também subia ao trono, que por sua vez era parente do antigo rei. Ia virando uma bola de neve e as guerras continuavam sendo constantes, com várias dinastias sucedendo umas às outras, tirando uma do poder e submetendo novamente.
Essa confusão que está na sua cabeça é a confusão que acontecia na época, que essa bola de neve causava medo de usurpação. Os reis tinham medo de usurpação. E o que aconteceu?
Esse meio da ocupação virava rei não apenas contra os herdeiros dos seus rivais, que nós vimos nessa história, onde os herdeiros poderiam assumir o trono a qualquer momento, só que viravam os reis também contra os membros da nobreza que eram suspeitos de apoiar outra pessoa ou ter ambições para si próprios, que às vezes, nove pensavam: "Ah, eu acho que você é um rei melhor que eu; vou sair e aí ele ingere apoio e toma o torneio", como nós vemos aí. Então, fica amigo, paranóico, é cavar uma grande paranoia. Eu tenho que não posso deixar com que esse descendente do antigo rei suba no trono, mas ao mesmo tempo tenho que me preocupar com os meus próprios nomes.
É difícil, difícil essa questão. Nós temos uma carta pra gente ver como esse contexto era também violento, que o Alco escreveu para um domingo, a domingo, de nome desconhecido, sobre o assassinato do filho de Alfa. Que qualquer índice nessa carta, palavras do companheiro de Cielo sobre o filósofo que foi assassinado, ele falou assim: "Certamente ele não morreu por seus próprios pecados, mas a vingança do sangue derramado por seu pai agora alcançou o filho, pois você sabe muito bem quanto sangue seu pai derramou para segurar o reino por filho.
Ufa! " Ou seja, preocupado com a ascensão do seu filho, com muito sangue para assegurá-la, e esse sangue todo derramado recaiu sobre o filho dele, porque nobres ressentidos, alguém ressentido, assassinou o filho de Alfa, e os descendentes de honra não conseguiram continuar no poder. Ok, então olha só como era complicada essa carta.
Como já comentei, Alco em pra pra esse é o do homem fala, sugere que a situação no reino de Mércio de Wessex e nos outros níveis da nossa ação, não é dada à Inglaterra ou Saxã, não eram tão diferentes da situação do YouTube que a gente analisou. O treinador Tom e a entrega à violência, conspirações eram sempre inerentes ao início das sucessões. A inglesa sempre qualquer princípio que deveria ser esperado para a sucessão é o príncipe, assim é certinho no papel: a eleição de candidato de sangue real de maturidade adequada.
Então, havia-se o candidato de maturidade adequada, o candidato que tinha mais força, o candidato que tinha mais poder. Ele subiu ao trono; ele era para suceder. O rei poderia apontar esse senhor, o rei poderia, o próprio faria o que quisesse, e nós vamos ver mais tarde que outros reis, como por exemplo, o ex-verde apontou; ele quis que os quatro filhos subissem ao trono.
Um por sua vez, estava lá; o rei poderia apontar. O senhor é o princípio: a eleição do candidato de sangue real, de maturidade, de força para subir ao trono. Ou seja, mas na prática um candidato de sucesso tinha mais chances de ser escolhido.
Seu predecessor remontava, porque seria o melhor para uma transição tranquila. Só que mesmo assim havia chance de um golpe da parte de um parente descontente. Não importa se o parente era próximo ou distante; ele poderia pensar assim: "Ah, o rei apontou esse e ele contou o primo, vamos supor.
Como o rei está aqui e eu sou mais. . .
Eu tenho sangue real também, faço parte da família real; eu sou uma pessoa de mais maturidade que ele, então pra ele não vai ser nenhum, eu vou dar o golpe". E cinco, "morro do Andaraí", é suporte pra mim e vou lutar contra ele, voltei ao torneio. Isso acontecia, e como nós vimos, essa bagunça que você tem aconteceu muito, acontecia muito.
Só que temos um princípio importante. Há um versículo que poderia bagunçar ainda mais as coisas, ao mesmo tempo que é importante, usando as opções: era um desses povos que o sangue real era uma qualificação vital pra você. E pra você ser reprovável em ser rei, essa pessoa teria que ter sangue real; isso é importante pra eles.
Se você for analisar as genealogias reais do final do século XVIII, você vai ver que essas genealogias não trazem a ancestralidade da maioria dos reis pra pelo menos um predecessor real. E além dele, além de se perder surreal, eles vão traçar ancestralidade até um deus pagão, sugerindo que o sangue dos reis era semidivino. Mas eles não eram cristãos.
Eram, mas mesmo assim as genealogias traçavam a ancestralidade deles por um dedo de deus pagão, tá? Que essas genealogias vêm do tempo do paganismo: um usurpador de sucesso que ele tinha que fazer, ele não tinha sangue real. Desculpe, mas o texto que você forneceu é muito longo e contém várias ideias complexas.
Para garantir que todas as partes sejam bem revisadas e pontuadas corretamente, seria melhor dividir o texto em partes menores ou focar em seções específicas. Dessa forma, poderei ajudá-lo a melhorar a pontuação e a clareza do texto. Você gostaria de fazer isso?
Gil tá. E dez anos depois, era dúvida no YouTube. Foi consagrado em "Ok".
Ele foi ungido. Talvez esse tipo de ritual, esse ritual de unção que a Igreja faz nos futuros reis, fosse um tipo de ritual introduzido pelos francos em 751 para legitimar o golpe de Pepino, conta de mexer no vídeo, e foi copiado pelos ingleses. Ou ele se originou com os cristãos celtas, a gente pode discutir essa possibilidade também.
E foi emprestado pelos ingleses e pelos francos, dos francos em Brasília, que o feto estava fazendo um lindo aos países candidatos à Casa Real. E é emprestar um costume. Pode ter sido importante, que estava acontecendo.
Ó, o ritual, esse ritual de unção, foi interpretado como uma substituição da autoridade divina mediada pela Igreja, ou seja, Deus estava dando a essa pessoa a qualificação para subir ao trono, tá? Então a Igreja pegava o óleo, era um som e um giro, o rei e falava assim: "Agora você é apto para ser rei", digamos assim. Então, o que aconteceu?
A evidência que nós temos da Igreja inglesa sugere que a Igreja dava essa bênção aos candidatos adequadamente qualificados, ou seja, estava começando a acontecer que a Igreja viabilizava os candidatos ao trono mais qualificados para subir ao trono, tá? E que esses candidatos teriam que ser legítimos, não poderiam ser nascidos, e insisto, não poderiam ser nascidos de uniões que não fossem uniões devidamente reconhecidas pela Igreja, coisa que não acontecia antes. Agora estava começando a acontecer nessa época de Alfa e dos seus sucessores, na época de Alcunha também, que eles foram contemporâneos, tá?
Então, a unção, o que essa unção, e a médio que é um são, talvez estavam tentando resolver, ela emerge como um sintoma da busca daquela sociedade por estabilidade em uma era em que os sistemas tradicionais de reinado foram abusados e desafiados. A bagunça estava tão grande que algo deveria ser feito. A gente viu o que aconteceu nessa política de Nazca no YouTube, tá?
Da Era, um usurpando o trono do outro, plantão e outro, depois traçavam acessibilidade e um central que não existia para justificar o sangue real que eles deveriam ter para subir ao trono. E a bagunça estava aumentando, estava virando uma bola de neve. Então talvez essa questão da unção foi um sintoma para organizar as coisas.
Vamos começar um rito, vamos começar um juízo para que as coisas possam ser um pouquinho acalmadas, porque não dá mais. Então, essas são questões interessantes e importantes de como funcionava a política de Nazca na Inglaterra no saxão, o que estava sendo feito para resolver esse problema, as mudanças que estavam sendo feitas. Ok, complicado!
Talvez o mais interessante é o que eu acho e, para finalizar agora, o que nós vamos falar é um pouco mais do Rafa. É para completar e vamos falar brevemente sobre as moedas. Ó, as primeiras moedas assinadas inglesas provavelmente não foram de Ova.
Que eu falei que estava surgindo uma nova moeda de prata com o nome do rei impresso nela. Só que essas primeiras moedas provavelmente não foram de Office, não foi invenção de Ova. Só que quando as moedas de Off apareceram, elas estavam ligadas ao desenvolvimento do continente.
Não apareceram só na Inglaterra, apareceram também no continente, no Império Carolíngio de Carlos Magno. Ou seja, nós podemos pensar que as moedas de Carlos Magno foram influenciadas pelo design das moedas de Alfa. Um influenciava o outro e o contrário provavelmente também aconteceu.
Olha só! Falei que as moedas de Carlos Magno foram influenciadas pelo design das mandiocas. Só que provavelmente as últimas moedas mais pesadas de Alfa foram uma tentativa de trazer as moedas inglesas a um novo padrão definido por Carlos Magno na década de 790.
Ou seja, um copiado do outro, o que estava dando certo no lugar, o outro usava. Era uma troca constante entre a Inglaterra, duas ações e a Galiza, onde os francos estavam, ali se estabeleceram seu império. As últimas moedas de The Office, então, eram mais pesadas que as primeiras.
Isso pode ter sido uma tentativa de copiar o padrão de Carlos Magno na venda de 790, que sugere um conhecimento da moeda do outro, porque as moedas estavam passando entre os dois países. As moedas passaram de Mércia por inteiro ao caronista do Império Carolíngio para mestre. Como resultado de que o comércio, nós podemos calcular que havia cerca de duas a dez milhões de moedas produzidas com a figura de Alfa.
É moeda pra caramba! Duas a dez milhões de moedas produzidas com a figura de Alfa. Isso implica que o dinheiro em moeda era muito importante, ressaltando que a gente já falou um tempo atrás de uma sociedade muito comercial, que era deles.
O dinheiro em moeda era muito importante na vida econômica no saxão, e os reis estavam cada vez mais regulando e se controlando. Isso é que é possível, nós dizemos que uma moeda real foi introduzida como mais uma maneira de explorar os lucros do comércio em uma época em que eles cresciam mais rápido do que nunca. A sociedade, que já era muito comercial, estava prosperando ainda mais, tá?
Apesar das guerras, o comércio prosperava, começava a crescer rapidamente. E Off introduziu uma nova moeda, uma moeda mais padronizada, uma moeda melhor para explorar esses lucros como nunca tinha sido explorado antes. Os reis carolíngios indo, depois da conquista, ou seja, quando os normandos assumiram a Bretanha, pegavam uma parte do valor da conversão da moeda em seu nome.
Ou seja, a moeda vinha de fora, eles converteram a moeda e pegavam uma parte do valor dessa conversão. Uma parte desse valor do câmbio, que nós podemos comparar com hoje, era pega pelos reis, e os reis católicos faziam isso. Reis ingleses, depois da conquista normanda, que a gente vai estudar, a última aula também fazia isso.
É muito provável que, usando as opções, antes do rei dos reis da conquista normanda e à semelhança dos carlistas, fizessem isso também. A moeda chegava do exterior; eles convertiam moeda, trocavam as moedas no exterior para as moedas vigentes ali. No domingo desses reis, os reis pegavam uma parte dessa conversão.
Está a exclusão sistemática da moeda estrangeira, como acabei de citar. Os interesses do monopólio real eram política real no século X. Aqui nós não estamos falando do século X; aqui nós estamos falando do século VIII, tá?
Em 708 talvez a política começou, essa política de exclusão da moeda estrangeira no século VIII começou, mesmo ao mesmo tempo que a roupa moeda real apareceu, embora ela fosse uma política definida e usada no século X. Talvez foi no século XVIII que ela surgiu; foi quando ela apareceu na época de Alfa. No final do século VIII, as descobertas de moeda franca se tornaram mais raras na Inglaterra e vice-versa, a descoberta de moeda inglesa se tornando mais rara aonde os francos no império carolino no continente.
Então, isso também é outra coisa que pode levar a gente a pensar que essa política começou no século VIII. Uma política importante no século X, onde não se usava a moeda estrangeira e uma parte para o rio. Porém, nós não podemos ter certeza de que essa política foi uma invenção de Alfa.
Mas se não foi uma invenção de Alfa, pelo menos ele aplicou essa política numa escala maior. Então, isso tem essa parte da moeda, porque é muito importante. Os reis estavam cada vez mais preocupados com a questão da economia e inventando novas formas de explorá-la com mais eficiência a seu favor.
Ainda falando sobre Alfa e citando outra coisa que eu falei, nós temos avaliado o Dique de Off. Então, avaliou o Dique de Off da forma que você preferir. É o maior monumento arqueológico da Bretanha.
É muito grande porque ela se estende por toda a fronteira entre Inglaterra e Gales, ou seja, a fronteira da Inglaterra que era dominada na época por Mércia com Gales. A Inglaterra com Galhos era dominada por uma promessa de construir, por toda a extensão da fronteira, uma grande vala. Está isso, porque as relações entre os reinos galeses e os reinos ingleses eram hostis, e essa vala foi construída provavelmente para prevenir a penetração dos galeses no território inglês, como vocês estão vendo nesse mapa que eu estou mostrando.
Você se vai parar nesse esquema. Era assim que ela ia lá; eles cavavam, faziam um grande muro de terra de uma forma muito organizada, é claro, para impedir a penetração dos inimigos ou, pelo menos, para dificultar a penetração dos inimigos dentro do reino deles. Essas vagas existiam por toda a terra, tá?
Só que essa é a de maior escala que nós podemos ver. Lógico, um rei galês muito determinado poderia atravessar essa vala, só que era difícil; ele precisava de recursos. Enfim, a vala foi feita definitivamente para dificultar essa incursão, e nós podemos concluir essa vala citando-a brevemente.
Provavelmente milhares de trabalhadores foram usados para construir a muito grande na fronteira inteira da Inglaterra com Gales. Tem quilômetros e milhas, então muitos trabalhadores, milhares foram necessários para construir essa vala. E o que isso acontece?
Nós podemos inferir com isso que, ao que parece, os reis e os saxões tinham o direito de exigir o trabalho de seus súditos para a defesa comum. Liga isso ao que acabei de falar. Outras coisas que nós vimos, por exemplo, o rei pediu, inclusive, a ajuda da Igreja para a construção de fortes e pontes.
Ou seja, quando os reis e nas seções de um grande trabalho a ser feito, eles poderiam exigir o trabalho dos súditos, exigir o trabalho das pessoas, porque isso é para a nossa defesa, é a defesa comum. Então, todos vão ter que trabalhar nisso, todos vão ter que ajudar. E eles tinham uma forma muito, muito organizada de exigir esse trabalho, de controlar esse trabalho, a fim de, em pouco tempo, fazer monumentos como esse que nós temos, que foi a vala de Oca.
Não subestime a força de organização que essa sociedade tinha; era uma sociedade forte, bem centrada e bem organizada, embora as políticas energéticas fossem uma bagunça, ok? Por fim, algumas outras considerações a ter aula, já falando à saída desse tempo de Off, dessa transição do tempo de provas para os futuros charters que nós temos. Aí, os charters nos mostram que eu vou falar novamente que são concessões de terra, o privilégio que eram escritos pelos bispos dos abades locais, né?
Os beneficiários escreveram isso, e eles nos mostram que imunidades começaram a aparecer no final do século XVII e se tornaram regulares na segunda metade do século XVIII. Que são essas imunidades? Elas envolvem a liberação de uma propriedade do dever de alimentar o rei, seus oficiais e até mesmo seus cavalos, cães e falcões.
Por exemplo, se há umas horas atrás nós vimos que todas as propriedades ou a grande maioria delas tinham direito de manter cavalos para alimentar o rei, entendeu? Quando fosse necessário, para o rei se utilizasse delas. Essas comunidades começaram a liberar os proprietários do dever de fazer essas coisas, de alimentar o rei e seus oficiais e até mesmo os cavalos, cães e falcões.
Ou seja, lá o que o rei. . .
tá? Então, várias propriedades não mais tinham essa obrigação; os reis estavam abrindo mão delas. Elas, até mesmo, essas imunidades concedidas pelos charters davam ao proprietário o direito de manter para si as multas por ofensas cometidas em suas propriedades.
Eu não disse que os recebia uma boa parte das multas, tá? Grande valor é aí que dos crimes. Cometidos que tinham que pagar os pedidos e compensados não eram dadas ao rei.
Algumas unidades já começaram a falar: "Olha, podem manter esse valor com vocês, tá? Mantê-lo sair. " Porém, havia ainda a obrigação, mesmo com as comunidades, de construir pontes e fortalezas, de dar tropas do exército.
Ou seja, as imunidades não eram totais, elas eram parciais. O rei concedia de acordo com o que ele queria, de acordo com seu interesse, de acordo com alguma coisa que ele precisava. A imunidade era para certas pessoas, porém não uma imunidade total.
Algumas comunidades ainda tinham a obrigação de construir fontes, fortalezas, valas, seja o que era necessário, e de prover tropas do exército. E isso eles ainda tinham que continuar fazendo, dado os donos das terras. Isso pode parecer um pouco estranho, mas o rei não estava perdendo seu poder.
Ele não estava abrindo mão de receber as multas; ele não estava abrindo mão de alimentar seus animais e alimentar as pessoas. Pode parecer estranho hoje para a gente, um homem moderno, só que na época fazia sentido. Porque, para ele exercer o seu poder, o rei demandava a cooperação dos oficiais locais.
Então, o que ele fazia ao dar um bispo a um leigo, a um bispo ou leigo, não importa, dependendo de quem dominava a propriedade, era que ainda existia ao ele dar para essas pessoas uma unidade que dava direito a eles aos rendimentos. A lealdade deles era compensada: "Olha só, não estamos pedindo dinheiro e você fica com você; você é meu amigo, você merece, toma, fica com esse dinheiro pra você. " Isso tinha pouco custo para a coroa; a coroa não precisava ficar investindo pesado em manter a lealdade do servo, ficar de olho nele de uma forma muito estrita.
Então, o que acontecia? Eles conseguiam algumas medidas que compensavam o dado servo, porque ele ia precisar dessas pessoas para exercer seu poder real. Então, compensava bastante que essas pessoas ficassem felizes através de algumas unidades, para que o poder real continuasse sendo exercido de forma bem eficiente.
Podemos dizer aqui que, lembrando que nem todos os direitos eram excluídos, algumas comunidades eram concedidas, não todas. O rei não abriu mão de tudo, abriu mão de algumas coisas, mas com essas comunidades havia uma evidência melhor de realismo governamental de fraqueza. Não era a coroa fraca; o reino queria conceder imunidade porque faltava força, faltava poder, faltava autoridade.
Não, eles eram realistas. É melhor que nós entreguemos essas unidades do que a gente perder de alguma forma ou outra. O que começou a vir no futuro, só para completar, é que após cerca de 800, os anglo-saxões foram parando de dar nomes de heróis de sagas a seus filhos.
Antes, os heróis das sagas, os heróis germânicos, né? Os grandes heróis que os saxões conheciam, as histórias e tal, os nomes deles eram dados para os filhos. Mas eles começaram a parar de fazer isso e também começaram a parar de dar terras a seus seguidores.
Então, a partir dos anos 80, é lógico que isso não aconteceu de um dia pro outro; nenhuma mudança histórica acontece de um dia para o outro. Só que, a partir do final de 800, a partir do século 9, podemos dizer assim, os anglo-saxões pararam de dar o nome de heróis a seus filhos e foram parando de dar terras e tesouros a seus seguidores. Ou seja, aquela política que nós vimos de você dar terras aos seguidores e tudo mais para você manter a lealdade deles, se dar tesouros para manter a lealdade deles, para você conseguir mais seguidores… Aquilo foi parando gradualmente.
E, se você for estudar a história do século 9, como a gente vai estudar na próxima aula, você vai perceber que, em certo sentido, isso parou de fazer sentido. Então, eles pararam de dar novos heróis, e o que um rei fazia, ele também estava vendendo terras e privilégios por dinheiro. Isso fazia sentido, também, na questão de parar de dar terras e seguidores, porque, se eu vou dar terras e mil seguidores, eu posso vender as minhas terras por dinheiro.
Isso me fortalece ainda mais como rei, como figura real. Um rei como o Off vendia terras e privilégios. Muitos privilégios de acesso eram vendidos por dinheiro.
E, ao invés de exercer um governo sobre o regime, nada, só começou a fazer isso. A gente não viu que acabou com algumas, na China, por exemplo, a dinastia local de Quentes para desistir, antes do que o rei grande fazia. Ele levantava as casas locais, as grandes casas locais dos subordinados, e reinava sobre elas.
Só que o rei, como foi em outros, e isso depois dele, acabaram exercendo um governo brutal sobre os subordinados. Eles começaram a acabar com os subordinados. Ok, em uma carta famosa, seguindo nessa questão dessas mudanças, até que nós podemos ver um dos motivos pelos quais os anglo-saxões pararam de dar nomes dos heróis das sagas aos seus filhos.
Pode ter sido o motivo religioso, porque é o que ele falou assim aos monges de Lindisfarne: "O que em Beowulf tem a ver com Cristo? " Quem ainda era um herói das sagas germânicas? O que ele tem a ver com Cristo?
Ou seja, por que nós, como anglo-saxões, que eram cristãos à época, vamos dar nomes de heróis que vêm do paganismo aos nossos filhos? "Beowulf" não tem a ver com Cristo. Não, não teve nada, escreveu isso com os monges.
Então, isso pode ter sido um dos fatores também, essa crescente do cristianismo. Ainda mais se enraiza o mento do cristianismo com os anos, que pode ter mudado um pouco essa parte na sociedade angolana. A ação vinha se modificando conforme o século passado, ou seja, a assimilação da nova organização cristã com os velhos valores aristocráticos não era mais aceitável, e isso nós podemos ver nas mudanças que havia na sociedade, nas mudanças da unção para as brigas, nas mudanças para que os riscos que as pessoas parassem de dar nomes dos heróis, as sagas, aos seus filhos e tudo mais.
Essas coisas assim mostram que a nova organização cristã não estava mais batendo com os velhos valores aristocráticos, e a sociedade vinha se modificando cada vez mais. Analisando essa era de Off, como a gente analisou, e analisando os pensamentos de pessoas importantes, como Ruim, nós vimos os rumos que estão levando, os rumos que isso aconteceu na época. E por hoje é só; a bem extensa.
Falei que era mais ou menos uma hora dos 57 e 58 minutos, aí de aproximadamente, agora. E é isso que aconteceu, então, que fica essa questão. Off foi poderosíssimo, só que na época dele, mudanças começaram a acontecer.
Ele começou a conceder mais privilégios, começou a vender terras por dinheiro, começou a fazer uma pressão maior na política monetária. Chegou a exterminar de nestes locais, ok? Nos lugares onde ele dominou, só que ao mesmo tempo era de voto.
Enquanto Carlos Magno, ele como um defensor da fé e não apenas como regular, provavelmente ele copiou, e chegou a introduzir o costume da unção real para os candidatos. Na época, Off foi extremamente importante, na época no século VIII. E há a questão da política de Nazca com o sangue, que é importante.
Essa bagunça da questão de ligar sua ancestralidade ao rei que tinha morrido há muito tempo, a questão da força que vocês em público contavam, e a mesma força não estava na eleição; não o sangue começou toda essa bagunça. Isso tinha que ser consertado; a Igreja pode ter intervenido para consertar isso também e tudo mais, ok? Então, no próximo vídeo, nós vamos ter uma aula muito interessante sobre o século XIX, que nós vamos entender o que mudou na Inglaterra, mas a ação no século XIX, por decorrência das invasões vikings.
Uma aula interessantíssima, que assim, estou muito ansioso para gravar ela; e é uma das mais interessantes, na minha opinião. Mas, por enquanto, nessa, fica todas as mudanças da era de ouro FIFA aqui na Inglaterra saxã do século XVIII, ok? Então, espero mesmo que vocês tenham gostado, espero mesmo que vocês tenham entendido.
Vejo vocês na próxima. Até lá!