E se eu te dissesse que [música] todo desejo verdadeiro que nasce em você não é um capricho da mente, nem uma ilusão do coração, mas um sinal espiritual de algo que já existe no invisível e apenas aguarda o tempo certo para se manifestar? [música] E se o desejo não fosse o começo da promessa, mas a confirmação silenciosa de que ela já foi liberada por Deus? Nos próximos minutos, você vai compreender um princípio espiritual profundo revelado na Bíblia e ensinado com clareza por Florence Scovelin, que explica porque a fé não cria do nada, mas reconhece aquilo que já foi preparado.
[música] Um princípio que permanece verdadeiro, mesmo quando você ainda não vê sinais, mesmo quando o cenário diz o contrário, mesmo quando a espera parece longa demais. Hebreus afirma que a fé [música] é a certeza do que se espera e os salmos revelam que Deus [música] coloca desejos no coração quando eles estão alinhados com sua vontade. Nada [música] disso é aleatório.
Imagine Florence em um de seus momentos mais silenciosos, sentada à mesa simples [música] de sua casa, a Bíblia aberta, a cidade seguindo seu ritmo lá fora. Não havia urgência em seus [música] gestos, não havia ansiedade em suas palavras, havia convicção. Ela entendia algo que poucos [música] compreendiam.
Deus não planta desejos para frustrar seus filhos. Ele planta sinais. E quando o desejo é puro, ele não nasce da carência, [música] mas da herança.
Florence não pedia que Deus criasse algo novo. Ela agradecia como quem reconhece algo já decidido no céu. Talvez você esteja vivendo exatamente essa tensão agora, um desejo que insiste em permanecer mesmo quando você tenta ignorar.
Um chamado interior que não se apaga [música] mesmo quando a lógica manda desistir. Você já orou, já pediu direção, já tentou sufocar essa vontade para não se decepcionar e ainda assim [música] ela volta. Sabe por quê?
Porque o desejo alinhado não é ansiedade, ele é lembrança espiritual. [música] É Deus chamando sua atenção para algo que já foi preparado, mas ainda não revelado no tempo [música] natural. A Bíblia nunca ensina que devemos correr atrás da promessa.
[música] Ela ensina que devemos nos alinhar a ela. O problema é que ninguém nos explicou que desejar biblicamente não é cobiçar, [música] é concordar. concordar com aquilo que Deus já escreveu.
E quando você entende isso, [música] algo muda. O desespero sai, a pressa perde força, a comparação cai porque você percebe que não está atrasado, está em processo. Mas antes de revelar como esse princípio funciona na prática e por tentar forçar a promessa pode atrasar exatamente aquilo que você deseja, você precisa conhecer a história da mulher que entendeu pela palavra que o desejo não antecede a bênção.
Ele confirma que ela já existe. Florence não chegou a esse entendimento em dias fáceis. [música] Houve um período em que ela mesma lutou para discernir se certos desejos vinham de Deus ou apenas de expectativas.
Era um tempo em que portas pareciam se abrir e fechar rapidamente, em que promessas pareciam próximas demais para serem ignoradas, [música] mas distantes demais para serem tocadas. E isso a levou a [música] um lugar muito comum ao coração humano, a dúvida silenciosa. [música] Não a dúvida que nega Deus, mas a dúvida que pergunta em segredo.
[música] Será que esse desejo é legítimo ou estou apenas me enganando? [música] Foi nesse ponto que Florence fez algo simples e profundo. Em vez de [música] tentar interpretar o desejo pela lógica, ela voltou à palavra, não para pedir sinais extraordinários, [música] mas para alinhar o coração.
E ali, ao ler Hebreus, algo [música] se encaixou. A fé não é criada quando você vê, ela existe [música] antes. A fé é a substância do que se espera.
Substância não é ideia vaga. >> [música] >> Substância é algo que já tem forma no invisível. Florence entendeu que se a fé é substância, o desejo alinhado é o indício dessa substância [música] atuando no interior do homem antes da manifestação exterior.
Ela então fez uma oração diferente. Não foi uma súplica, foi um reconhecimento. [música] Ela agradeceu a Deus não pelo que ainda viria, mas pelo que já estava estabelecido no plano divino.
Não havia pressa, [música] não havia barganha, havia concordância. E foi exatamente nesse descanso [música] que ela percebeu algo decisivo. Quando o desejo nasce da vontade própria, ele gera ansiedade, mas quando nasce de Deus, ele gera expectativa [música] serena.
Ele não grita, ele permanece. Esse entendimento se conecta perfeitamente com o que os salmos revelam quando dizem que Deus concede os desejos do coração. [música] A palavra não fala de qualquer desejo, mas do coração que se deleita no Senhor.
[música] Ou seja, um coração alinhado passa a desejar o que já está em harmonia com o propósito. O desejo não força Deus a agir. Ele sinaliza que o céu já se moveu.
Florence [música] chamava isso de um dos segredos mais mal compreendidos da fé cristã. Muitos acreditam que desejar é perigoso, como se fosse falta de humildade. Outros acreditam que desejar muito acelera o processo.
Ambos erram o ponto. Biblicamente, o desejo não cria e nem acelera. Ele revela, ele aponta, ele confirma que algo já foi concebido no invisível, assim como uma semente existe antes de romper a terra.
Esse princípio se repete desde o início da Escritura. Deus cria falando. [música] Jesus manifesta respondendo à fé já existente.
E o ser humano feito a imagem do Criador participa desse processo [música] quando aprende a alinhar palavra, fé e ação. Provérbios ensina que a língua tem poder. Romanos revela que Deus chama à existência aquilo que ainda não se vê.
E Marcos mostra Jesus ensinando que a fé verdadeira [música] fala sem duvidar. Nada disso é sobre forçar resultados, [música] é sobre reconhecer o que já foi estabelecido. Florence também confrontava um mito muito comum, o de que se algo é de Deus, [música] você não deve desejar, apenas esperar passivamente.
Mas a Bíblia não chama isso de fé, chama de omissão. Fé bíblica é parceria, é caminhar com Deus, reconhecendo o que ele já plantou no coração e se preparando para receber no tempo certo. Outro mito [música] é acreditar que desejar algo específico limita Deus.
Pelo contrário, [música] Deus não é limitado pelo desejo alinhado. Ele o usa como bússola. Quando Florence passou a viver assim, algo mudou profundamente.
As decisões ficaram [música] mais claras. As oportunidades passaram a surgir no momento exato [música] e, principalmente, a ansiedade perdeu espaço. Porque quando [música] você entende que o desejo não é uma cobrança ao céu, mas um sinal do céu, [música] você para de lutar contra o tempo e começa a cooperar com ele.
E é exatamente [música] aqui que você entra nessa história. Antes de avançarmos, quero te convidar a fazer algo simples e profundamente bíblico. A palavra [música] ensina que com o coração se crê e com a boca se confessa.
Então, vá aos comentários agora e escreva [música] com calma e intenção. Se Deus plantou esse desejo em mim, ele já existe no céu. Não escreva no automático.
Respire fundo. Feche os olhos por 3 segundos. Sinta a presença do Senhor e escreva como quem concorda com o plano divino.
Porque quando você declara com fé, o céu reconhece. >> [música] >> Pronto. Então agora vamos ver como esse princípio se manifesta na vida real.
[música] A primeira história é de uma mulher cristã, mãe solteira, que sempre carregou um senso profundo de responsabilidade. Desde jovem [música] ajudava os pais, sustentava os irmãos e sonhava em construir algo próprio para não depender de ninguém. O desejo de empreender nunca a abandonou, mesmo quando tudo parecia conspirar contra.
Ela estudou, abriu um pequeno negócio e, por um breve período [música] acreditou que finalmente tinha chegado lá. Então veio a queda, dívidas de aluguel, parcelas do curso, fornecedores cobrando, noites em claro fazendo contas que não fechavam. O desejo de prosperar continuava vivo, mas agora vinha acompanhado de culpa e medo.
Se fosse de Deus, não teria dado errado, ela [música] pensava. Até que em oração silenciosa, ela entendeu algo novo. O fracasso não havia apagado o desejo porque o desejo não tinha nascido [música] dela.
Ele vinha de antes. Inspirada pelos ensinamentos de Florence [música] e pelas escrituras, ela parou de pedir socorro desesperado e começou a agradecer pela provisão que ainda não via. declarava, com base nos salmos, [música] que o Senhor já havia preparado o sustento.
Pouco tempo depois, surgiu uma parceria improvável, uma porta que não [música] existia quando ela estava ansiosa. As dívidas foram reorganizadas [música] e o negócio renasceu de forma mais sólida. Ela percebeu que o desejo não tinha sido um erro, apenas havia aguardado maturidade.
[música] A segunda história é de um homem jovem, desempregado, responsável por sustentar os pais [música] idosos e dois filhos pequenos. O desejo dele era simples, trabalho [música] digno, estabilidade e paz. Mas quanto mais ele desejava, mais [música] se culpava.
Achava que desejar algo melhor era sinal de ingratidão. Ele orava [música] pedindo qualquer coisa. qualquer saída e ao mesmo tempo tentava [música] sufocar a vontade de crescer.
Até que ao ouvir um ensinamento baseado em Hebreus, [música] algo o confrontou. A fé não cria o futuro. Ela reconhece o que já foi preparado.
Se o desejo permanecia, [música] talvez não fosse ambição, mas direção. Ele então mudou a forma de orar. Em vez de pedir emprego, começou a agradecer pela oportunidade certa, mesmo sem saber onde.
Falava isso em voz baixa todas as manhãs, [música] como um acordo silencioso com Deus. Em poucas semanas, um contato antigo se lembrou dele sem motivo aparente. [música] A vaga surgiu com condições melhores do que as anteriores.
Ele entendeu que, enquanto tentava negar o desejo, estava resistindo ao próprio processo de provisão. [música] A terceira história é a de uma viúva idosa, empresária desde jovem, que já havia recomeçado mais de uma vez na vida. [música] Após perder o marido e enfrentar um novo ciclo de dívidas, ela começou a questionar se ainda fazia sentido desejar algo diferente.
"Talvez meu tempo já tenha passado", dizia para si mesma. Mas o desejo de terminar a vida com dignidade, ajudando filhos e netos, permanecia firme. Ao reler os salmos, ela percebeu que Deus não abandona propósitos pelo relógio humano.
Inspirada pelos princípios ensinados por Florence, ela decidiu parar de orar pedindo alívio e passou a declarar confiança no caráter de Deus. O processo foi gradual, sem espetáculo. Uma dívida foi renegociada, outra quitada.
Uma oportunidade surgiu. Mais importante que o resultado financeiro, foi a [música] paz que voltou. Ela compreendeu que o desejo persistente não era ilusão, mas confirmação de que Deus ainda estava agindo.
Você [música] percebe o padrão divino? Nenhuma dessas pessoas criou algo com a mente. Elas apenas pararam de lutar contra o desejo e aprenderam a reconhecê-lo como sinal.
O desejo não correu na frente de Deus. [música] Ele caminhou com ele. Foi assim que Jesus ensinou.
Foi assim que Florence explicou. [música] E agora é exatamente esse princípio que você está prestes a receber de forma clara, [música] direta e profundamente bíblica. Respire fundo antes de continuar, não por efeito emocional, [música] mas porque o que vem agora exige presença.
Florence [música] ensinava que certas verdades bíblicas não devem ser recebidas com a mente acelerada, pois elas não informam apenas, [música] elas reposicionam. Você pode até ouvir estas palavras muitas vezes ao longo da vida, [música] mas há momentos em que o Espírito Santo decide torná-las vivas. Este é um desses [música] momentos.
Talvez você esteja pensando que isso tudo soa simples demais. Um desejo que já existe, algo preparado antes de [música] se manifestar. E é justamente aí que a mente humana tropeça.
Deus nunca exigiu complexidade para operar seus princípios. Ele exige alinhamento. Florence alertava seus [música] alunos a não usarem a palavra como instrumento de pressão, mas como concordância com o que já foi decidido no céu.
Tiago [música] adverte que da mesma boca não devem sair dúvida e fé, porque a divisão interior cria atraso. Não porque Deus se atrase, mas porque o coração dividido perde clareza. Por isso, se [música] puder, escolha um momento de silêncio.
Se estiver em um lugar barulhento, volte depois. Jesus sempre se retirava para ouvir o Pai. A técnica que Florence ensinava [música] não começa na fala, começa no repouso interior.
[música] Quando o ruído cessa, a fé se torna audível. Aqui está o princípio revelado nas Escrituras [música] que Florence destacou com tanta clareza. O decreto que não cria o desejo, mas reconhece sua origem.
[música] O mesmo padrão que aparece em Hebreus quando diz que a fé é a substância do que se espera. Substância existe antes da forma. E o mesmo fundamento revelado nos Salmos, quando [música] afirma que Deus concede os desejos do coração que se deleita nele.
Conceder não é inventar, é liberar o que já estava preparado. Escute com atenção plena, como quem recebe uma herança espiritual. Aquilo que Deus colocou em meu coração já existe no céu.
Eu descanso na promessa, [música] porque a fé me conecta ao que já foi preparado. Agora, pause por 3 segundos. Não repita ainda.
Apenas permita que essa verdade se assente. [música] Perceba que essa declaração não pede que algo surja. Ela reconhece.
[música] Ela não pressiona o tempo, ela honra o processo. Ela não transforma o desejo em ansiedade, [música] transforma o desejo em confiança. Agora, escute novamente e [música] desta vez deixe que cada palavra atravesse a mente e encontre o espírito.
Aquilo [música] que Deus colocou em meu coração já existe no céu. Eu descanso na promessa porque a fé me conecta ao que [música] já foi preparado. Isso não é afirmação positiva humana.
Isso é palavra alinhada à escritura, [música] pronunciada pela boca de um filho. E quando o filho concorda com o pai, o céu reconhece essa concordância. Vamos compreender isso com profundidade.
Quando você diz aquilo que Deus colocou, você remove o ego do centro. Você reconhece [música] origem divina. Quando afirma já existe no céu, você sai da lógica da carência e entra na lógica do reino, onde [música] tudo é primeiro espiritual.
Quando declara eu descanso você interrompe o mecanismo da ansiedade que tenta acelerar processos. E quando diz [música] a fé me conecta, você se posiciona como cooperador, não como espectador. [música] Hebreus ensina que a fé acessa o invisível.
Salmos revelam que o coração alinhado passa a desejar corretamente e Jesus mostra que quem crê recebe antes de ver. Florence orientava que [música] esse decreto fosse pronunciado em momentos específicos, preferencialmente ao acordar, antes de qualquer notícia, [música] antes de qualquer comparação, antes de qualquer palavra humana, em um lugar reservado, como Jesus ensinou, com postura [música] desperta, coluna ereta, mãos no coração ou erguidas, não como ritual vazio, mas como expressão corporal de concordância interior. A voz deve ser firme, não alta, [música] clara, não tensa.
É o espírito que fala, não a garganta. Após declarar, ela ensinava algo essencial: silêncio e gratidão. Agradecer não pelo que ainda virá, mas pelo que já foi preparado, e seguir o dia com atitudes coerentes.
Porque fé verdadeira sempre se expressa [música] em ação alinhada, uma decisão diferente, uma postura mais madura, um passo obediente. E aqui entra uma advertência necessária. [música] Esse princípio não serve para alimentar desejos egoístas ou manipular resultados.
[música] A escritura é clara sobre semeadura e colheita. Deus pode testar o coração antes de entregar, não para negar, mas para amadurecer. O desejo legítimo não desaparece [música] no teste, ele se purifica.
E quanto mais consciência você recebe, maior é a responsabilidade de viver em coerência. Se ainda restar dúvida, lembre-se, Deus não complica, nós complicamos. [música] A graça não elimina o processo, ela o sustenta.
A condição nunca foi merecimento, mas clareza e convicção. [música] E quando essas duas se encontram, o tempo deixa de ser inimigo e passa a ser aliado. O que você recebeu aqui [música] não é um atalho, é alinhamento.
E alinhamento sempre [música] precede manifestação. Se ao ouvir esse decreto algo [música] se aquiietou dentro de você. Se o desejo que antes gerava ansiedade agora começou a soar como [música] promessa, então não ignore esse testemunho interior.
Curta este vídeo agora, não por [música] apoio humano, mas como um gesto espiritual de concordância. A escritura ensina que a fé se expressa [música] e esse simples ato é uma forma silenciosa de dizer ao céu: "Eu creio". E se você conhece alguém que carrega um desejo antigo [música] e já pensou em desistir por medo ou cansaço, compartilhe este vídeo.
Quando você espalha [música] a luz, você não perde nada. Você participa do movimento do reino, [música] onde a bênção sempre se multiplica. Agora, deixe-me te conduzir a um entendimento ainda mais profundo, porque quando a mente compreende o princípio, o coração se firma e a fé [música] deixa de oscilar.
Agora que o seu coração já tocou essa verdade, é importante que a sua mente a compreenda, porque quando fé e entendimento caminham juntos, a ansiedade perde espaço. Florence sempre ensinou que Deus não pede fé cega, mas [música] fé esclarecida. A Bíblia nunca separou espiritualidade de consciência.
Pelo contrário, ela mostra que o invisível governa o visível e que o que se manifesta primeiro nasce como intenção divina antes de se tornar realidade concreta. [música] Espiritualmente, esse princípio funciona porque Deus não cria em resposta ao desespero humano, mas por meio da palavra liberada com fé. Desde Gênesis vemos um padrão claro.
Deus fala antes que algo exista na forma. O mundo surge quando a palavra é pronunciada, não quando o caos é observado. Esse mesmo padrão é refletido em Hebreus, quando a Escritura afirma que aquilo que se vê foi formado a partir do que não se vê.
[música] Ou seja, a ordem espiritual antecede a material. Quando um desejo verdadeiro nasce em você, [música] ele não está pedindo permissão à realidade atual. Ele está revelando que algo já foi estabelecido [música] em um nível mais profundo.
Florence explicava isso dizendo que Deus não responde à linguagem da carência, [música] mas a linguagem da concordância. Quando você deseja algo alinhado, não está criando pressão sobre o céu, [música] está reconhecendo um acordo que já existe. O problema surge quando a mente tenta apressar o processo.
A [música] ansiedade entra como tentativa de controle e o controle interrompe [música] o fluxo. O desejo permanece, mas perde a leveza. Por isso, [música] tantas pessoas confundem desejo com sofrimento, quando na verdade o sofrimento vem da resistência [música] ao tempo divino.
A própria Bíblia confirma isso de forma clara. Provérbios ensina que o coração alegre aformoseia o rosto, mas o espírito abatido seca os ossos. O espírito [música] abatido não é o que deseja, é o que luta contra o desejo por medo de se frustrar.
Já o coração alinhado se alegra antes, porque confia no caráter [música] de Deus. E Jesus reforça esse princípio quando ensina que tudo [música] o que pedirmos em oração, crendo, receberemos. O verbo não está no futuro distante, está na certeza [música] presente.
A fé não espera provas para existir. Ela existe porque confia em [música] quem prometeu. Há também uma confirmação natural e observável disso.
Quando você sustenta [música] um desejo com ansiedade, sua mente entra em repetição, seu corpo entra em tensão e suas decisões passam a ser reativas. Mas quando você sustenta o mesmo desejo com fé e descanso, [música] sua percepção muda. Você começa a enxergar caminhos, a ouvir orientações internas, a fazer escolhas mais coerentes.
A realidade externa responde não porque foi forçada, [música] mas porque você se tornou compatível com ela. Florence já ensinava isso décadas atrás, explicando que a palavra muda primeiro o interior e o exterior responde como consequência. [música] É aqui que muitos se confundem na oração.
A oração comum feita em estado de urgência empurra a resposta para um um dia, quem sabe. Ela reforça [música] a distância entre você e a promessa. Já a declaração alinhada aproxima.
Ela traz o desejo para o lugar certo, não como algo a ser arrancado do céu, mas como algo a ser recebido no tempo adequado. [música] Jesus alertou sobre repetições vazias, não porque orar muito seja errado, mas porque repetir sem fé é sinal de insegurança. A fé verdadeira decide uma vez e sustenta com confiança.
E quando a dúvida aparece, [música] porque ela sempre aparece como teste, o caminho não é brigar com ela, mas não se identificar. Observe a dúvida como quem observa uma nuvem passageira. Não repita o decreto por medo.
Volte à gratidão. [música] Agradecer é um ato espiritual poderoso, porque declara confiança, [música] mesmo sem evidência. A gratidão não acelera o tempo, mas mantém o coração alinhado enquanto o tempo trabalha.
Tudo isso nos leva a uma conclusão simples e profunda. O desejo não é um problema a ser resolvido, é um sinal [música] a ser compreendido. Ele existe porque algo já foi preparado.
E quando você aprende a sustentar esse desejo com fé tranquila, em vez de ansiedade, [música] você não apenas se aproxima da manifestação, você amadurece para recebê-la. [música] É nesse lugar que o propósito deixa de ser uma promessa distante [música] e começa a se tornar uma realidade em construção. Feche os olhos comigo por um instante, não para escapar da realidade, mas para reencontrá-la [música] no lugar certo.
Respire fundo e permita que o silêncio organize o que a ansiedade [música] tentou confundir. Agora imagine-se daqui a 90 dias você acorda [música] e antes de qualquer pensamento correr à frente há uma certeza tranquila. O desejo que antes parecia distante, agora [música] não pesa.
Ele repousa. Você sente direção sem pressa, coragem sem [música] tensão, expectativa sem medo. As decisões fluem com clareza e o coração permanece firme mesmo quando o cenário ainda está em construção.
Essa paz não depende de resultados visíveis. [música] Ela nasce da confiança. É a paz que guarda o coração e a mente prometida na Escritura.
Quando você decide confiar no caráter de Deus, veja-se vivendo o dia sem negociar a fé com o relógio. Você age, trabalha, aprende, [música] ajusta, mas não se tortura. Você entende que o desejo não é cobrança ao [música] céu, é sinal de alinhamento.
E quando o alinhamento acontece, o propósito deixa de ser um alvo distante [música] e passa a se manifestar em escolhas coerentes. Abra os olhos. Isso não é imaginação vazia.
É promessa viva para quem crê, porque Deus não brinca com desejos plantados por ele mesmo. Você chegou até aqui porque precisava ouvir isso agora. Não foi acaso nem curiosidade.
O Espírito Santo conhece o momento exato em que o coração precisa ser lembrado. Deus viu cada tentativa de desistir [música] para não se frustrar, cada oração feita em silêncio, cada comparação que tentou roubar sua esperança. Nada foi desperdiçado.
[música] O caminho preparou você para sustentar o que virá. O desejo persistiu porque o propósito não foi cancelado. [música] E aqui está uma verdade libertadora.
Você não precisa de fórmulas complexas para viver isso. O que você precisa já foi colocado dentro [música] de você desde o dia em que creu. Você é filho, você é herdeiro.
Você não cria promessas, você aprende a recebê-las. O reino não começa quando você vê, começa quando você concorda. E concordar é [música] descansar enquanto age com fidelidade.
Faça uma escolha consciente hoje. Não transforme desejo em ansiedade. Não transforme [música] espera em medo.
Escolha sustentar o desejo com fé, [música] gratidão e obediência diária. Quando você faz isso, sua vida cria ondas silenciosas que alcançam pessoas, [música] ambientes e decisões. A luz não se impõe, [música] ela revela.
E quando você anda nela, o caminho aparece. Amanhã cedo, antes [música] de qualquer palavra humana, volte ao seu lugar secreto e declare com convicção o que foi selado aqui. Uma vez com fé inteira.
Depois, viva o dia como alguém [música] que confia no tempo de Deus e coopera com ele. Se essa mensagem encontrou o seu coração, [música] inscreva-se neste canal e ative o sininho, não por números, [música] mas por continuidade espiritual. Transformação não acontece em um único encontro.
[música] Ela se constrói de glória em glória. Aqui você encontrará ensinamentos profundos de Florence Scovel Shin, [música] sempre conectados à Bíblia. Salmos revelados.
Decretos alinhados e [música] princípios que fortalecem a fé no dia a dia. Você não caminha sozinho. Há uma comunidade inteira [música] aprendendo a sustentar desejos com fé, não com ansiedade.
Leia os comentários, veja as declarações, sinta a fé coletiva. E se desejar aprofundar ainda mais essa prática devocional com orientação diária, existe um material preparado com carinho para acompanhar esse processo. [música] O link do nosso e-book está na descrição.
Use como apoio, com discernimento, como quem caminha em parceria com Deus. No próximo vídeo, vou revelar como discernir quando um desejo vem do espírito e quando vem apenas da pressa humana. Não [música] perca.
O que Deus plantou em você não foi esquecido, nem adiado por acaso. O que existe no céu encontra caminho quando o coração descansa e a fé se mantém firme. Você não sai deste vídeo do mesmo jeito que entrou.
Algo foi alinhado. Caminhe com confiança, [música] declare com serenidade. Aja com fidelidade e receba no [música] tempo certo aquilo que já foi preparado.
Em nome de Jesus. Amém.