Qual que é o branding por trás do Marcos Paulo? Como que você se posicionou? Eu tenho muita curiosidade de entender como você se posiciona, principalmente agora que você é visto como um multiempresário. Que que é marca SRM? Um significado com muita repetição. S de significado, R de repetição. Vai gerar uma memória. Então isso é conção de marca. No Brasil, quem faz apologia ao crime, as drogas, rebola a bunda, faz o Sexo, cena de sexo oral na televisão brasileira, no plano reveon, é herói aplaudido, tira pede para tirar foto, faz fila no estádio, o povo dorme
para poder na porta do estádio para poder ver o show dessas pessoas. Quem vende curso quer instrução e não tá obrigando ninguém a comprar, não tá fazendo apologia a nada que é contra o Código Penal ou imoral, é chamado de vendedor de curso e é criticado. Cada um tem o presidente que merece. Aqui é o Brasil. Caraca, com essa bora começar o episódio. Bora começar. Aqui é o @FernandoMiranda 777 e a minha expectativa com esse episódio é aprender mais sobre branding, sobre movimento. E eu quero aprender um pouco sobre a filosofia do Marcos Paulo para
negócios e pra vida. Aqui é @denner Liert. Minha expectativa para esse episódio é provar que a V4 fazer o IPO antes da love. Sacanagem. Aqui é o @eu sou o Marcos Paulo e eu tô sem expectativa nenhuma para esse episódio, porque eu nem sou muito fã dessa palavra, porque o que mais gera frustração para as pessoas é a distância entre a expectativa e a realidade. Então, se você não tiver expectativa ou souber gerenciar sua expectativa, você nunca vai ser um ser humano frustrado. [ __ ] a expectativa. Bora começar esse episódio. Caraca, o cara é
um filósofo mesmo. E se você tá vendo esse episódio no YouTube, já deixa O seu gostinho e comenta aqui embaixo. Lembrando que se vocês comentarem, a gente manda o resumo do episódio para vocês aí, tá? Se estiver ouvindo no Spotify, deixa o cinco estrelas. É assim que vocês ajudam a gente a crescer. Vamos ver como é que esse episódio vai, hein? Os episódios normalmente aí estão indo bem. Então vamos ver se ele bate o recorde do Lázaro e se esse episódio vai ser longo. Do Icaro, mais ouvido, não é do Lázaro. O Lázaro tá com
60.000. O do Icaro tá com 31, o do Sobral tá com 29. Mas o Icoro roubou. Ele chegou lá, manada. Ele chamou a manada e falou que eu não comentasse era, eu não vou usar a palavra aqui. E aí a galera tá comentando, eu não sou XYZ. Esse é o episódio mais longo, hein? Esse episódio mais longo. Como é que você sabe que o episódio mais longo que você episódio nem começou? É que a gente tem papo para poder muita energia para poder trocar aqui. E eu não sou filósofo, sou Marqueteiro. Bora. Gostei um que
você falou assim: "Que que você faz na vida? Eu vendo o curso. É alguém perguntou: "O que que você faz na vida?" "Vendo o curso." Isso é [ __ ] Sabe por quê? No Brasil, quem faz apologia ao crime, as drogas, rebola a bunda, faz o sexo de cena de sexo oral na televisão brasileira, no plano reveon, é herói aplaudido, tira pede para tirar foto, faz fila no estádio, o povo dorme para poder na porta do estádio para poder ver O show dessas pessoas. Quem vende curso quer instrução e não tá obrigando ninguém a comprar,
não tá fazendo apologia a nada que é contra o Código Penal ou imoral, é chamado de vendedor de curso e é criticado. Cada um tem o presidente que merece. Aqui é o Brasil. Caraca, com essa, bora começar o episódio. Bora, bora começar. Roy Hunters. Estamos começando mais um Roy Hunters hoje com Marcos Paulo. Quem diria? Depois que a gente tentou, Gastamos todo o cachê do Roy Hunters, né, cara? Pegamos todo o nosso capital político, tivemos que invocar todo mundo aqui, mas finalmente aconteceu. Muito bem-vindo ao Roy Hunters, cara. Muito obrigado. Um dos maiores Roy Hunters
do Brasil. Ah, é? Maiores Roy Hunter. Não, você é um dos maiores Roy Hunters, porque Roy Hunter é o cara que procura o maior retorno sobre investimento, né, cara? Não precisa explicar o que não, mas vai aqui, né? Vai que inglês até Hora. O cara toda hora o cara fica assim, [ __ ] para de falar inglês, eu falo R, o cara não precisa explicar também, né, cara? Inclusive eu vim para cá fazendo um stories falando tô indo ali gravar com o Denner, com Fernando Norro Hunters e eu piro em invés desse nome, porque esse
nome representa muito tipo o que eu penso e o que eu curto que é caçadores de Roy mesmo. Parabéns pelo nome, mas o nome é o de menos, né? Parabéns pelo trabalho. Depois de muitos Anos de insistência vocês me aceitaram aqui no podcast, demorou para me aceitar e chegou o grande dia. A gente esperou bater 1 milhão de seguidores no Instagram, né, cara? É isso. É, senão não vale a pena. A gente é um prazer estar aqui com vocês e a gente vai fazer tipo a galera terró nesse podcast aqui. Com certeza vai ser o
seu podcast que mais você vai ter alavanca. Já pega o papel e caneta que a gente vai explodir seu cérebro para depois você explodir o Bolso aplicando o que a gente vai falar aqui hoje. Bora lá. Aí eu tenho uma boa pergunta para começar. Então fala vai fazer a clássica ou vai fazer outra? Clássica. Então vai lá que tem tudo a ver com o que o Marcos puxou aqui. Cara, nesses quanto tempo já tá nessa vida aí? Faz uns 10 anos de de digital marketing digital. Não, comecei em setembro de 2017. Aí comecei meio mole
e tal. Minha primeira venda foi em abril de 2018. Então tô desde 2017 a 2018. Legal. Nesses nesses 7 anos, qual que foi a parada que tu fez que destravou mais RO para ti? A parada que eu fiz que mais mais destravou R para mim foi muito boa, cara. Pode ser uma escolha, uma coisa que você comprou, uma decisão, um curso. Tá. A a escolha é tipo, é aumentar o evoluation pessoal, ser as coisas que mais tr interessante, mas me explica isso aí. É tipo, é piegas, clichê, mas é verdade. Tipo assim, o que você
tem no Bolso depende do que você tem na mente, né? Seu CNPJ é consequência meio que do seu CPF. Eu não tô falando de ser bonito, ser cheipado, não. Tô falando de capital intelectual mesmo. Tem quatro tipos de capital. Tem capital financeiro, capital intelectual, capital social e capital erótico. Uhum. Todo mundo busca o capital financeiro, que é dinheiro. Mas quanto mais você tiver os outros três tipos de capitais, Intelectual, social e erótico, e erótico não é tipo de sensual, de transar, não é isso. É sensual de atrair oportunidades, atrair clientes, atrair sócios, atrair pessoas pro
seu time, ser atrativo pro mercado. Impossível um cara não ter dinheiro, que é o que vocês estão perguntando. Como é que qual foi a ação que mais alavancou para você ter dinheiro? Tem várias, né? A pergunta que eu entendi foi essa do ROI financeiro. Então o ROI financeiro, capital Financeiro, ele é consequência do capital intelectual, social e erótico. Então, tipo, ter entrado no mercado de tal, ter decidido por isso e optar por infoprodutos, foi uma das coisas que elas vão com minha vida para poder enriquecer para caramba. Eh, depois disso ter mudado de modelo de
negócio de lançar uma pessoa só para agência, ela vcou para caramba o meu dinheiro. Depois disso, deixar de ser só agência e começar a investir em empresas e Participações societárias e comprar empresas que tem um modelo de negócio altamente escalável, que não é prestação de serviço, como eu faço, igual Love, Xgow, Pandavidos, Devzap, foi outro grande acerto da minha vida. Outro roy que eu tive gigantesco, é que eu era muito tímido, não gostava de falar em público. Eu não era tímido no A1, porque desde os 15 anos eu vendia assim de sapato na feira da
Lula em Goiânia. Então no A1 não era tímido, com 18 era Coretor de móveis. Mas pô, a caratapa e aprender a comunicar em público foi outro Ry gigantesco que eu tive que eu virei outro cara, outra confiança. Então esses são grandes rois que eu tive. daria para pegar a linha do tempo da minha vida dos 18 eu tenho 27 agora aos 27 e ano a ano colocando tipo duas três, quatro alavancas por ano. Aí vai ter alavanca que é muito ligado ao CNPJ que é uma mudança de modelo de negócio, que às vezes é uma
linha de novos produtos e Vai ter muito ponto de alavanca de ROI gigantesco do meu CPF, da minha personalidade, das coisas que eu fiz e vai ter da minha imagem também, porque teve um ano que eu decidi investir na minha imagem, teve o porquê de investir na minha imagem, que era uma coisa que eu queria te perguntar. Não tem. É, é injusto falar uma coisa só que deu Ry, né? Posso te falar uma coisa só que deu Roy na na imagem, pode falar uma coisa só que deu Roy na empresa, pode falar Várias, mas eu
acho que tipo o que que mais dá Roy? Aumentar o valuation pessoal. E aí vamos definir valuation pessoal, né? Sua capacidade de potência do próprio ser. Uhum. que acontece muito assim, o cara tem 60 anos aposento, ele é piloto de avião, um exemplo, e aí esse cara vai ficar depressivo. Ou alguém tem um puto com cargo [ __ ] empresa boa, acontece uma crise, ou ele é demitido do cargo, ele fica depressivo, porque esse cara não tinha poder pessoal, ele tinha Poder posicional. O poder não tava nele, tava no crachá dele, na função dele. Ele
perdeu a função, ele ficou sem poder, ele ficou sem vontade de viver, ficou depressivo, ele ficou sem energia, ele ficou sem resultado. Então, porque não era ele que era a máquina, ele tinha uma máquina, fazia parte de uma máquina. Agora, quando você é a principal máquina, muda negócio, passa crise, muda emprego, não interessa, você sempre vai performar, entendeu? Então, onde é que Tá maior alavanco do Marcos? Investir no valation pessoal, desenvolver o valation pessoal. Isso aí que tu tá falando parece trivial, mas by the way foi as a eu te conheci em momentos desse, né?
Em momentos da gente casualmente tá buscando conhecimento juntos. Acho que foi originalmente no G4, depois no CL em outros lugares. Toda vez que a gente se encontra é algum evento desse gênero. E e na prática é um é um tema que eu acho muito etéreo, muito [ __ ] vamos falar Desenvolvimento pessoal, vamos falar, parece meio bullshitagem, mas quanto mais o tempo passou na minha vida, contato com vários outros empresários e o meu próprio time, cara, essa parada faz muita diferença a mentalidade que o cara tem. Ah, porque às vezes a gente vai lá no
na empresa que a gente foi hoje, que a gente tava comentando aqui antes, e tu vai ver às vezes, cara, o cara o cara lá é genial, faz um monte de coisa maneira, vocês são Geniais, essas um monte de coisa maneira, mas no fim das contas, boa parte do resultado é a coragem, é o cara ir lá, mano, vamos contratar um monte de vendedor mesmo, vamos botar um monte de mídia, se a gente tá botando 100.000, tá dando certo. Vamos botar e se a gente botasse 3 milhões, se a gente botar 4 milhões? Eh, e
a e várias outras empresas que passam aqui, clientes que eu vejo, o cara, [ __ ] mas bá que dá errado, pô, mas será que não tá bom? Aí O cara não não dá o ele fica, bom, mas tem que ser melhor ainda. Não, meu Roas tá três, [ __ ] mas será que não dava para ser seis? E eu olho, cara, por que que tu não bota 10 milhões e faz dois de ruas, então não seria melhor? Ah, então, [ __ ] isso é um lance que faz muita diferença. Só para fazer uma colocação,
porque eu já fui isso preconceituoso. Eu falava: "Ah, não gosto de coach, eu já fui esse cara". Eu queimei minha Língua em quase tudo da minha vida. Tudo que eu falei que eu não gostava, eu fui fazer depois, mas foi queimar a língua positiva. Às vezes você, tipo, menospreza o poder do desenvolvimento pessoal ou acha a parada de coach. Só quero fazer um raciocínio com você de 30 segundos para você poder dormir com essa. Qual que é a diferença sua que é um ser humano para um bicho? O bicho age por instinto. Ele é um
animal. que fica agindo por instinto. Você que é ser Humano, você tem a capacidade de se desenvolver e dominar sobre os seus instintos. Então, quando você não se desenvolve, não vai pro desenvolvimento pessoal, você tá agindo como um bicho, agindo por instinto. Pega a torcida organizada, trocando porrada uma com a outra, é agindo por instinto. Legal. Então, a capacidade de desenvolver a si mesmo, inteligência emocional e as outras soft skills é o que vai te diferenciar não só dos bichos, mas entre Os próprios seres humanos. as oportunidades às vezes é diferente um para outro e
tal, mas com acesso à internet todo mundo tem acesso a conhecimento. Uhum. Então a maior diferença que tá entre nós é a nossa capacidade de tomar decisão do jeito que a gente faz isso e tá muito ligado ao desenvolvimento pessoal. Então parece clichê, mas é importante. Tem uma outra evidência também histórica, dependendo do do exemplo, conecta mais com uma Pessoa que com outra, né? Um exemplo que eu sou um cara assim, né? de questionar e racionalizar. Um exemplo que que entra muito fácil na minha cabeça de porque esse tema é importante é quando tu olha
uma Alemanha ou um Japão, né, que são dois países que foram destruídos e nas guerras e hoje são top potências do mundo. Qual que é a grande diferença do Brasil pro Japão, pra Alemanha que não consegue ser top potência potência global, mesmo não passando pelas Guerras? Cara, a única diferença é a mentalidade desses caras. A Sony é uma empresa que foi criada na Segunda Guerra no Japão, né? Então o o cara que criou a Sony, ele tava literalmente com o país, ele devastado para uma guerra e ele começa a empresa num país escanteado no mundo
e hoje é o o que é. Então, pô, como que não dá, como que não é a mentalidade do povo lá, né? Os caras pensam diferente mesmo. Então, eu vejo que, cara, aqui no Brasil a gente sofre Muito por isso. E aí eu tenho uma outra pergunta que você falou sobre investir nessa coisa de si mesmo, até na na sua marca pessoal. E aí eu vejo que você construiu uma marca pessoal muito forte nos últimos anos, né? Qual que foi a sua estratégia de conução de marca pessoal? Queria tentar decupar um pouco o que que
você pensou ali quando você saiu do bastidor e falou: "Cara, eu vou paraa frente das câmeras, eu vou produzir conteúdo, eu vou construir uma marca Pessoal, vou lançar meus próprios produtos". E o que que isso gerou de resultado para você, cara? Você acha que isso é uma parada que todo empresário deveria fazer? Bota a cara mesmo ou não? É um outro trabalho ali do cara que tá nos bastidores? Legal. Dificilmente eu acho que todo ou tudo é tudo nunca é tudo, mas é assim. Eu gosto muito de uma parada que contexto é rei. Uhum. Então
tem a premissas que servem pra maioria, mas as análises que são bem Inteligentes, eu acredito que elas são individuais e personalizadas, então o contexto é rei para tudo. Mas vou te falar o que que eu penso hoje, que é diferente do que que eu penso quando eu comecei, vou te falar o que que eu penso que eu comecei. Então sua pergunta ela foi profunda. Que que foi lá na virada de chave e tal? Minha virada de chave para tal foi que minha empresa tava crescendo, a gente lançamentos a PLX e eu não conseguia contratar na
Velocidade que eu precisava. Hum. E aí eu não fiz faculdade, eu não estudei formalmente, eu fui na tora, fui aprendendo. E a maneira que eu mais vejo quem aprende é conversando com quem já fez, lendo o livro, pedindo ajuda e tudo, eu precisava contratar, não tava conseguindo na velocidade que eu precisava. Isso era antes da pandemia, tá? Era que eu precisava muito. Acho que eu comecei a produzir conteudo na pandemia mesmo. Aí eu fal, toda vez eu Recorri ao Instagram do meu sócio, na época era o Marsal. A gente não tá mais sócio nos infoprodutos,
tá? São outras coisas. Vocês não são mais sócios. Olha isso. Não sou mais sócio do Pablo Mass logo você vai eu souócio. Avião, helicóptero, um monte de empresa. Logo a gente vai ter dessa ruptura entre o Marcos Paulo e Marçal. Fica aí. Por que que você odeia o Paulo? Do corte é amor. Logo mais, logo mais. Fica aí. A última Chamada meu sa eu e ele conversando de outras coisas. Mas você falaram que então você usava muito o produto, o Instagram dele para poder contratar pessoas. Boa. E aí eu falei: "Pô, cansado disso, vou ficar
famoso aqui para eu poder contratar no meu". Essa foi o gatilho. Esse foi o gatilho. O famoso na minha cabeça era tipo 10.000 seguidor. Uhum. Entendeu? E aí eu comecei a gerar condo por causa disso. E eu jamais imaginei vender produto meu. Não, nem sentia confiança na época para isso. Eu me sentia preparado para isso. Nada disso. Nem tinha essa vontade, inclusive. Não me sentia capaz na época, não. A, o amor próprio era bem baixo ali em relação a isso aí. Eu comecei, fui pegando gosto, fui pegando gosto, vai vendendo a galera tem resultado, é
pegando gosto, é pegando gosto. E aí fui continuando produzindo conteúdo, mas meu foco nunca foi produzir conteúdo para fazer dinheiro no passado. Aí cara, uns 8 meses atrás estava fazendo a Mentirer, aí o cara me perguntou assim, ó, aí foi uma verada de chave que eu acho que qualquer más tem de aprofundar. Quantos por cento do seu patrimônio vem do seu Instagram, vem da sua imagem pessoal? Você sabe esse pergunta? Quantos por crimônio vend pessoal? Ah, difícil dizer. Difícil cara. Cons não consigoar. Poderia dizer quanto das minhas vendas veiem, mas não dá, não dá para
dizer que isso é do meu Patrimônio, porque tem a coisa tá muito entrelaçada hoje. Pergunta boa, né? Ele fez pensar. Eu pedi para ele, fez deixa eu pensar para te responder. Comecei a fazer cálculo. Aí eu calculei, calculei, calculei. Chegando em seguinte conclusão. Tem três respostas. Se você quiser meu patrimônio atual, sem valuation. Se você quiser meu segunda resposta, meu patrimônio atual, com valuation. E se você quiser meu patrimônio futuro, Uhum. Vou te dar a Resposta. Você pegar meu patrimônio atual, é uns 80, 20, 90, 10, 80, 90% vender mais de outros parceiros, de outros
negócios e tudo mais. Se pegar meu patrimônio atual com valuation, aí já fica 982. 98 pro Instagram. É porque eu só consegui ser sócio das empresas que eu sou por causa do meu Instagram também. Max Paulo. É porque o cara na hora de sentar na mesa o cara, esse cara é o Marx Paulo, ele fez tal estratégia, ele Operacionalizou tal produtos, ele tem tal resultado, ele domina dessa área. A sua marca pessoal, é minha marca pessoal, ajudou fechar isso aí e gerou respeito. Então você pegava já ficou 982, tá? 955, mais ou menos isso. Agora
você pegar o futuro aí é 99,99% do meu patrimônio, porque tu estima que essas paradas vão valer muito mais. Não só essas paradas, as novas paradas que podem surgir por causa Disso. Por causa disso, essas paradas vão crescer também. Eh, os produtos que a minha imagem também. Uhum. Então, no futuro, você pegar eles, essa cálcula do patrimônio, 9999,99% da minha imagem, 0 1% vai ser da imagem dos outros. E por quê? Onde é que eu tiro a conclusão disso? Tira a conclusão disso você pegar o Michael Jordan, Tiger Ruds, os caras não ficou bilionário em
dólar com o esporte, fez centena de milhão com o esporte, imag, mas o bilhão veio com a Imagem deles, tá? Então acho que o mundo tá mudandoente com essa descentralização da comunicação. A comunicação era centralizada em rádio e televisão. Agora cada canal do YouTube pode ser e ter audiência como televisão, como casa TV. Então tá tendo a descentralização disso. Antigamente a centralização da pornografia era playboy, revista e sex. Hoje cada menina do Only Fans é uma mini revista, então descentralizou. Uhum. O o Dinheiro era centralizado, tá cada vez centralizando mais com software de finanças, com
criptomoeda. Então o mundo tá num processo agora de centralização de várias coisas. Sim. E da atenção também. Então acredito que tem três respostas para essa imagem pessoal. Então, não havia valor no passado, foi para contratar gente, nunca quis vender produto meu. No meio do caminho fui pegando gosto, prazer, gosto disso. E eu odeio. É, essa é sempre a discussão aqui. Não, cara, eu gosto. Acho que tem várias qualidades. É porque, na verdade, ele ele gosta do benefício, ele não gosta de ter que fazer o trabalho, que era a minha segunda pergunta. Que que você fez
para construir essa imagem, cara? Como é que foi? Qual que foi a sua lógica? Porque eu sei que você investiu, deve ter feito tráfego pago, deve ter feito conteúdo, deve ter feito evento, mas o qual que Foi a estratégia que você bolou, cara? Como é que eu vou me posicionar? Porque eu sei que você é um cara que acredita no branding e no movimento, né? Qual que é o branding por trás do Marcos Paulo? Como que você se posicionou? Eu tenho muita curiosidade de entender como você se posiciona, principalmente agora que você é visto como
um multiempresário. Às vezes eu tô te vendo com o Neymar falando de seguradora, às vezes eu tô te vendo falando de, pô, ganhar dinheiro Com a internet. Às vezes eu tô te vendo falando num podcast do High Hunters, queria entender um pouco da sua marca pessoal, como é que você construiu ela e como é que você tá espinofando isso nos negócios. Tá beleza, vamos falar disso aí. Costou no orgânico, né? Principalmente no começo. Orgânico. É orgânico, eu te digo. No começo sem me importar em vender com a minha imagem, tá? Eu meus, sei lá, se
tem três anos que eu produzo conteúdo, dois foi assim, Tipo, isso aqui não é um Fox, isso aqui é um hobbies. Tô aqui para ajudar a galera e contratar o funcionário. Minha cabeça, tá com nessa nessa fase aí. É isso aí. minha cabeça. Aí teve uma época que eu falei, vou fazer grana com isso. Onde é que eu sou visto e onde é que é minha área de domínio? Lançamentos. O cara que faz dinheiro pela internet. E foi isso que eu meti a cara e me posicionei até aí. No meio do processo começou a chegar
as empresas que tem Valuation, né? E aí eu trabalhei muito forte uma época na Panda. Andava com camiseta tempo. Eu lembro você me mandou mensagem, eu fechei a panda com você lá no examei e fechei na stage também. É isso para você ver. Fui atía atrás dos caras e tal, pegava o cliente grande para panda e tudo. Então eu me dediquei ali, sei lá, uns 12, 18 meses, panda, panda, panda, panda, pus um número de cliente alvo. Falei, vamos chegar nisso aí. Usei todo o meu influência e minha Rede social para isso. Continuo, claro. Graças
a Deus. Não é podia ter vendido, pode ser. Um dia vai chegar, mas graças a Deus. Eh, e panda, panda, aí entrei na Love. E na Love o nosso CN é pública de 45 milhões. Parte do dinheiro foi número de clientes, parte do dinheiro é dinheiro mesmo. Então, se não bater esse dinheiro, tinha que pagar. Uhum. Se não bater esse número de cliente, tinha que pagar, completar. Vocês entraram com media for equity também? Então é uma Parte de mídia e uma parte de dinheiro, cara. Parte de dinheiro, a parte de resultado. É, mas eu digo,
esse resultado é através da imagem pública, né? Ou não tem que tá o cliente lá dentro. É, tanto faz como é que vai entrar? Tem que dar um cliente. Aí o maneira fruta baixa para mim, Loran de fruta é usar minha imagem, usar a imagem do Marçal, usar a imagem do que a gente tem de favor. É, isso é legal da gente falar depois, vou até anotar aqui pra Gente falar depois sobre esse tipo de modelo de negócio. Vamos falar. E tem tem muito tem muitos aprendizados bons aí para tirar pra galera para quem é
empreendedor tradicional para caramba, porque a o seguro, né, a Love Segurador é uma empresa tradicional. Uhum. No mercado tradicional que vende de uma maneira totalmente disruptiva, que é digital. Então dá para tirar muito insite disso aí, dá para falar 4 horas isso aí e acho que tira muito valor pros Clientes da V4, inclusive. Aí então eu foquei, tipo, não foquei em vender com a minha imagem orgânico, foquei em ajudar o povo. Minha cabeça era essa mesmo, contratar a gente. Aí chegou uma hora, falei: "Vou vou fazer dinheiro com o produto, com a minha marca pessoal.
E aí eu faço dezenas de milhões por ano com a minha marca pessoal infopruto. Aí eu fui, me posicionei com um cara do lançamento, que é o que eu tenho no how, que é o que eu faço, que é o que eu Vivo, que é o que eu sou skin de game para caramba, que é o que me fez enriquecer e é o que todo mundo me pedia. Então não tive nem dúvida do que fazer. E aí eu fui dentro dessa bolha, eu falei: "Como é que eu performo nessa bolha?" Listei a lista de eventos
que eu queria falar, você conecta com os donos, naturalmente os caras te chama. lista de podcast. Você quer ir? Naturalmente vai ser chamado ou você cava para poder ir mesmo. Aqui eu tô tentando ir vir tem um Ano e meio. Obrigado. Agora que vocês estiveram a benevolência, falou: "Não, o cara tá no El falou primeiro você constrói a marca, depois você vem, né, galera?" É isso. E tô aqui. Então assim, quer falar de estratégia de personal brand? Podemos aprofundar para caramba. Que que eu faria que você tem? Que que para mim a estratégia de personal
brand? Ela é muito fácil inclusive, tá? Você pode Falar de company branding, que é o brand compania. Você é [ __ ] nisso, Den? Parabéns. Boa. Podemos falar de product brand que é o brand do produto. E podemos falar de personal brand, que é o brand da pessoa. Vamos falar de personal brand aqui. Para mim é muito simples e são quatro perguntas que a pessoa tem que responder. Se ela responder essas quatro perguntas, a estratégia dela dá trilhada. Primeira pergunta é: para quem que eu quero me posicionar? Uhum. Por Que o para quem? Porque o
para quem vai ditar toda restante. Vamos usar um exemplo de médico. O médico pode ter o para quem que é outros médicos. médico falando para médico ou médico pode ter o para quem que é o consumidor final, que é os pacientes. Para cada para quem é uma estratégia diferente. Ah, eu sou um pastor que eu quero me posicionar para outros pastores, então é um para quem? Eu sou um fanqueiro que quero me posicionar pro público final, é outro Para quem? Eu preciso saber o para quem. Se eu não tiver o para quem, eu tô perdido,
tá? Depois que eu venho nisso, eu tenho que fazer a lista de troféus pro meu paraquem. Hum. Você é legal. É, vamos lá. Vou usar exemplo chocante pra galera poder entender. Igual o professor de cursinho, piada ruim, mas todo mundo entende. Mas não é para caçar guerra com ninguém não. O para quem do pastor, que é os fiéis é totalmente diferente do para Quem? Do fanqueiro. Os troféus são diferentes. O troféu do pastor pros fiéis olhar e falar: "Nossa, ele faz uma boa obra". Abrir mais igreja, fazer ação social, ter uma boa família, um bom
casamento, dar atenção pros filhos, viver os princípios da Bíblia, mostrar esse lifestyle. Concorda? Concordo. O para quem do funqueiro pro público final que ele tá de mulher com bonde fora. Então estratégia de branding que é conquistar o respeito, né? O que que é Branding? Conção de marca. É muito personalizada. Você fazer copiar e colar é burrice. Então primeira coisa, que que é branding? Você tem cicatriz no seu corpo aí? Hum. Deve ter. Pelo menos a BCG eu tenho, né? Ó, eu tenho cicatriz aqui, tá vendo? Aham. No queixo que eu caí quando era criança. Tá
marcado. Você quer a marca? Quando eu olho para essa marca, eu lembro o dia que eu caí. Isso é conção de marca. Quando você olhar pra marca, você lembrar o que que significa Aquilo. Que que é marca? Sm. Um significado com muita repetição. S de significado, R de repetição. Vai gerar uma memória. Então vem a Nike just do it, just do it, just do it. Muita repetição daquela frase. Quando você vê aquele significado, aquele símbolo, aquela frase, tem a memória. Apenas faça, movimento, esporte. Então isso é conção de marca. O que, qual que é o
significado que eu quero trazer? Isso é coercitivo. Eu não posso deixar as Pessoas interpretarem sobre a minha marca porque senão cada um tem uma interpretação e uma definição. Não posso. Eu tenho que vir guela abaixo de maneira coercitiva, proposital, eu trazer o significado e empurrar na frente das pessoas. Repito, repito, repito, repito, repito, repito, repito, repito. Em múltiplos canais, stories, Instagram, TikTok, televisão, onde o meu para quem está, óbvio, de múltiplas formas, com múltiplas narrativas. Depois De repetir muito, eu tenho a memória dele, eu tenho a marca cravada no cérebro dele. Pronto, isso é construção
de marca SRM. Quer ver? Vou contar uma história. Você me falar quem que é. Nasci no Jaraguá, eu andava de ônibus. Já tô chegando no Flávio Augusto. É. E pronto. É ele. É ele. Caraca. Tanto que a marca dele é forte. Vamos outro. É verdade. Sempre conta essa história. É. Pronto. Repetição. Repetição. Sempre conta história. Por isso que a marca Dele tá sempre conta a mesma história. Vai. Vou vou te contar outro. Então você vai saber. Eh, trabalhava como garçã do Outback. Negro, negro. Sei falar o cara que trabalhava agora. Só faltou assim, trabalhava em
Londres num banco, largou tudo para poder e você sabe qual que é? É o Érico. É. Ah, é verdade. O do Eric também ele conta essa história toda, velho. É bom ponto, cara. Isso é legal. Quem quem que tem um cara que vendia Cinco sapato na feira? Tu. Tu acabou de contar. É, exato. Pronto. Cara que trabalhou no Brasil Telecom cresceu oito car oito car. Essa é fácil também. Se fosse um teste ia passar. É. Não, mas que quer dizer isso marca pessoa quer dizer isso porque tem a história, né? Você sabe quem que Não,
mas o ponto é repetia para caramba. Foi o que você falou. Então é um significado ou uma história, uma marca ou um slogan, um logo. Repete, repete, repete. Gera Memória. Tanto é que eu falei uma frase de cada um. Você lembrou? Pode, eu tinha interrompido você ia falar. Não, eu te f perguntar se sabe quem que é o favelado que saiu do Rio Grande do Sul e montou a maior assessoria de marketing. Sei. Ele o livro do Diceria do Rio Grande do Sul. É se aí, mas calma, calma aí que Ah, não, eu eu só
vou falar que você, mas é porque a linha de raciocínio montada para ensino na galera. Vai, termina. Então, que que é branding s? Entendendo Isso, qual que é as quatro perguntas que eu tenho que responder para criar minha marca pessoal? Primeira é para quem? Já te provei aqui. Aí, segundo é lista de troféus. Uhum. Que troféus? Que o para quem olha e fala: "Caramba, essa pessoa é uma autoridade, ele é [ __ ] para caramba. Ele tem muito resultado. Aí tem três tipos de troféu: troféu pessoal, troféu financeiro e troféu profissional. Quem escuta o podcast
aqui ou quem é leigo ou quem é muito imaturo no assunto Acha que é ostentar que é o troféu. Não é, cara. Tem três tipos de troféu, de troféus, pessoal, profissional e financeiro. Então você pode listar de cada troféu pessoal 10. Uhum. Troféu profissional, você pode listar 10. Financeiro, você pode listar 10. E aí você vai conquistar cada troféu low rang fruits, os mais fácil, os frutas mais baixa para você poder colher. Depois que eu definir o meu para quem, muito bem claro, aí eu pego os troféus do meu para Quem, não para mim que
eu tenho que ser autoridade, é para essa pessoa. Sim. Uhum. Porque às vezes a gente dá valor na coisa e a pessoa dá valor em outra e você tem que pagar o preço. Por exemplo, eu tô de Rolex no braço. É um troféu para empresário. Você também tá? Tô de Rolex. Você também tá? Ele não. Enfim. Mas a a rodinha quer comprar. Eu não, o Alex, eu prefiro outro outro. Eu também. Isso aí. Vamos lá. Enfim, eu não sou fã assim de Relógio ao ponto de Sou de relógio, mas eu não gosto do R. Tá,
mas vamos lá. Eu não sou fã. Onde é que eu quero chegar? Mas é um selo, é um troféu. É, tô contigo, sem dúvida. Como trofé? Então, mesmo que eu não goste dê tanto valor, o lugar que eu quero acessar ou o lugar que eu ambiento dá valor. Se é um troféu que não infringe meus valores e os meus princípios, por que não ter? Eu tenho que ser estratégico, eu tenho que ser Intencional.Então, primeiro é para quem eu quero me posicionar. Segundo é lista de troféus, pessoal, financeiro, profissional, lista 10 de cada um. Aí, terceiro
é conquistar o troféu e documentar. Se o cara não conquistou o troféu, tu acha que ele, que que ele tem que fazer? Ele não deveria entrar nessa de criar marca pessoal ou ele tem que conquistar e documentar? Não é essa a lógica. Conquistar para mostrar é documentar o processo da conquista. Tem Mais valor do que sua conquista, inclusive. Uma coisa é você ir lá e correr o Iron Man. Outra coisa é você ir lá mostrar o que você treinou, o que você teve que fazer e tal. É, até porque troféu é sem graça, como diz
o nosso amigo Casira, aí é elite, maluco. Aí é elite, porque eu chegar só com a trofa, com a medalha do Iron Man é uma coisa, eu fazer uma história que é um troféu pra sua audiência, né? Sim, mas que eu fazer a história, tô treinando e eu fiz Isso. Ele quase que escorreu um Iron Man vendo no caso de vocês lá. É, eu falei com ele que meou tênis, os [ __ ] É, é. Então para você ver tanto que é poderoso, tô influenciando o cara de uma companhia de centenas de milhões, muito em
breve bilionária, ó. É ou ó, um exemplo bom disso aí da cultura pop atual é o Drive to Survive lá do Netflix, o da Fórmula 1, com isso, que ele fez a Fórmula 1 estourar em audiência por causa que ele documenta a História a maior audiência da história da Fórmula 1, né? Então, por causa desse processo de documentar o e cara, ele solta um ano depois da temporada, então tu já sabe quem venceu, mas o processo de documentar narrativa de da conquista é muito interessante. E por que que isso aí é [ __ ] para
caramba? Se você, Fernando, pega a minha medalha da Aerobin, põe no peito e fala que sou Aeroban, não tem valor. É, a glória não tá só em ter o troféu. Essa é a crise do Ordeiro. Então, troféu mas não conquistou troféu. Conheço um monte de ordeiro que vai pedir ajuda e mentoria, que é crise de identidade, que é o troféu do pai, né, dele. Agora tá em você conquistar o troféu e documentar pra sua audiência. E por que que a conquista é valorosa? Porque é uma história. As pessoas amam história e porque tem muitos pontos
de conexão. Então, eu tinha dificuldade de nadar. Eu aprendi a nadar para fazer o aeromin. Eu Já afoguei quando era quando eu tava na infância. Quando eu contava nisso, m de gente, eu também já afoguei. E quando eu consegui, consegui nadar, o povo, nossa, que superação, que lindo acompanhar e tal, conexão. Então, terceiro é primeiro é para quem? Segundo é lista de troféus, terceiro é conquistar e documentar e o quarto é expor. Hum. Porque não basta você ser bom, você tem que ser bom, parecer bom e mostrar ao mundo que você é bom. posto o
porche dele. E aí quando Você expõe o troféu, para ele o porche tentou vender essa semana. Acabei de comprar em agosto, outro é quando você expõe, as pessoas vem e começam a dar valor. E aí onde eu exponho? Sempre onde é que se para quem está? Que troféu que eu conquisto? Sempre o troféu seu para quem? Tudo começa na pergunta número um. Então essa é a estratégia de personal branding para digital, para uma marca pessoal. Se eu fizer isso, não tem Erro. E aí como é que eu posso expor isso? Eu posso expor em podcast,
eu posso expor em live, eu posso expor em livro. Aí tem uns itens que associam e que te dão mais autoridade para você poder com marca pessoal, lançar um livro. Em 2023, 87% dos brasileiros não compraram livro. 2023, 83%, então 17 comprou. Dos 17 que comprou, quantos que leu? Pensa, nem 10% deve ter lido, nem 1 pon 1.7% dos brasileiros deve ter lido um livro. Agora, quantos que escreveu? E Quando você fala que você é autor de um livro, [ __ ] entra de autoridade lá em cima. Todo mundo valoriza livro, todo mundo valoriza shape,
é uma vontade universal de todo mundo ser bonito. Duas coisas que mais deu brand na minha vida, shape e aomé. O desafio do querendo shape e o Aeromé. Então você pode, outra coisa que a galera valoriza, reconhecimento social. Aí tem as bolhas, o médico, você ser professor de faculdade, você ter diploma, povão, Podcast, rádio, televisão. Aham. Então aí você vai trilhando outros acessórios de autoridade para você ir conquistando e documentando e expondo. Eu tenho uma dúvida. Baita framework. Primeiro de só reconhecer o framework. Baita framework assim é bem é muito legal e a gente gosta
muito de coisas que são que você pode parar, olhar e falar, pô, quais são os que é replicável, né? 100% replicável. Aplicável é muito bom. Só para antes de deixar o Denner falar, Qual que você acha que é a principal diferença entre uma marca pessoal e uma marca corporativa? Por que que eu tô te perguntando isso? Vocês já ouviram isso várias vezes, tá? Mas chama alma, principal diferença é alma. Uma tem alma, outra não tem. Não, não, mas da marca você fala assim, porque que acontece? Eu vi um corte do CEO do Instagram, né, o
Adameri falando que o poder tá sendo transferido das marcas corporativas para as marcas pessoais. B, Eu falo assim pra caramba, eu tenho para te provar isso. Ele falou: "É, e aí ele chegou e falou assim: "Cara, as pessoas são mais fãs do Cristiano Ronaldo do que do Real Madrid. O cara gosta mais do Neymar às vezes do que do Santos. O cara ele tem e aí ele vai dando vários exemplos assim, né? Tá vivendo esse desafio com a Love agora, né? Eu esqueci de falar quando o cara me fez a pergunta da mentor é sobre
isso que eu falei que no futuro é 99.99%, né? Uhum. Uma coisa Que me fez chegar nessa conclusão durante a resposta é que quando eu era universitário eu ia pra faculdade escutando o podcast over nerd. Eu também do só episódio do do Flávio de empreendedorismo, o único episódio que eu escutava, os outros não escutava. É, eu escutava, escutava só esse que foi um amigo meu Net que me apresentou, ó, você é corretor, você gosta de vender, você gosta de trabalhar e tal, você vai se amarrar nisso. Aí ele me mostrou e eu Era um por
mês, se eu não me engano, do Flávio patrocinava e eu lembro claramente dele falar, não só ele, mas o mundo falar que não pode pô marca pessoal na empresa que diminui valuation. Agora o mundo mudou. Tanto é que as pessoas fazem media for equity, é, me dá sua imagem que eu te dou meu equity, te dou parte do contrato social, tanto que a imagem tá forte e o mundo mudou que eu tava naquele raciocínio de centralização da Comunicação, da pornografia. Então o mundo tá trocando de base, tá mudando algumas coisas. Então a marca pessoal é
muito mais forte, tá ficando cada vez mais forte agregando do que a marca corporativa. E a prova disso essa base de mudança lógica de antes diminuir o valuation, agora as pessoas dão valation em troca disso, né? Então acredito 100% nisso aí. Eu posso fazer uma pergunta agora? Pode. E posso dizer porque que vocês estão Errado? Pode. Você acha que o podcast só começa quando alguém fala assim: "Eu discordo". Começou o podcast agora. Agora começou o podcast. Sejam bem-vindos ao Roy Hunter. Eu acho que o valuation sempre vai ser maior nas marcas e nunca nas pessoas.
A gente não falou isso. Você tá, você tá mudando o que a gente falou. Se voltar a gravação, a gente não falou isso. A gente não falou isso. Como é? O que vocês falaram? A gente falou que o poder Da marca pessoal. Tu falou que o Cristiano Ronaldo vale mais que o M real. As pessoas gostam mais do Cristiano Ronaldo do que do Real Madrid. Foi isso que eu falei. É o tal do cara envieszado, já quer atacar três pedras dos participantes. O que que você quer dizer com isso então? Não, eu quero dizer o
seguinte, o Cristiano Ronaldo vai lá e abre o YouTube e o YouTube dele tem mais seguidores do que o Real Madrid, a UEFA e o Barcelona juntos. Mas Isso e aí o CASE TV tem mais audiência do que a maior parte dos canais cooperativos. Constrói mais equity. Não, mas eu não tô falando de equity. Eu tô falando o seguinte, o valor disso não, mas ele falou o seguinte, as pessoas estão dando em equity para ter parte desse valor pessoal. Desvalorizava, agora já tá mudando e tá gerando valor. Foi isso que eu falei. Eu não falei
que tem vári valor pessoas do quem? Ter um ter um [ __ ] expert na sua, ter um [ __ ] Marca pessoal. É o que a gente tá falando do Flávio Augusto hoje. Não, não, mas faltava com o Pelé, usar tua marca, mas pagavam, agora estão dando pedaço da companhia. Aí tá a diferença porque tá ficando cada vez mais tinha media foreca 20 anos atrás, 30 anos atrás. Eu acho que o Monange da tinha, pô, o Jordan. O Jordan tinha equity da da Nag, mas não era bem media for equity, foi essa pegada, né?
Literalmente media for equity, mano. É Conseguim. Então o que era em comum virou mais popular. Agora tá democratizando, né, entre aspas, né? Tá mais popular. É o que antes falavam no podcast quando eu ia pra faculdade que diminuía valor. Agora a gente já tá tipo assim, a maneira mais rápida e barata de tracionar uma marca corporativa é com a marca pessoal e depois ir desvinculando ou trazendo mais marcas pessoais para não depender de a marca pessoal vai espinofando marcas corporativas. É o que Tá acontecendo com Jok Paul e Logan Paul nos Estados Unidos. É isso
aí. O o Mr. Beast ganha mais com a Fabbles do que com o próprio canal dele de YouTube. É o que tá acontecendo nos Estados Unidos e é o que tá acontecendo no Brasil. Sabe um cara que tá fazendo isso que ninguém tá enxergando e que ele tá mandando bem? Se ele continuar ele mandar muito bem? Tô guro. Ah, eu acha touro tá fazendo a verdade. É, eu acompanho pouco, mas eu sei de algumas coisas e a marca me Responde. Caramba, se quiser nós liga para ele quando acabar. Não, eu quero porque ele me mandou
mensagem e depois gravando. Não, eu falei para ele ainda, eu falei para ele semana passada quando a gente foi gravar, duas semanas atrás quando a gente foi gravar com Neymar para Lova, ele foi junto, ele o Carian e tal. Falei: "Imm você pode ser o Jake Paulo brasileiro, continua. Se você tiver cabeça de business, você vai transformar essa audiência sua e muita Empresa sólida. Qual foi o teu racional ali no uso do Neymar na Love? Então oportunidade não foi nem racional não. Oportade valor, custo versus potencial de retor. E chegou, ligou os telefones e seguinte,
então um contrato aqui para vocês fechar e tal. Obrigado Bruna Velar. Foi o Bruna Velar que fez essa conexão. Quanto? Tanto Bruno Velar que é cara do network. É, ele ligou. Eu tava lá. Eu eu só para mim fazer minha pergunta. Mas então não foi um racional, Uma ligação tocou, fechamos o contrato em 1 minuto e 30 segundos. Não, eu só acho que esse lance assim tem uma galera que super tudo na vida é uma zona cinza, né? Mas eu vejo que a galera sempre não, agora a parada, mano, é marca pessoal e [ __
] a marca da Eu acho que nunca é isso, né? Fou a gente falou de tudo, acabe com a marca da V4 agora. Então, pô, eu acho que é isso aí. A galera falou: "Puta, essa parada da Nike deu muito certo com o Jordan lá atrás, pô, o Pelé lá atrás o parava com botava o tênis, o tênis em cima da bola e pagavam por isso. E as marcas estão sacando o valor disso, mas nunca uma marca pessoal vai valer mais que um que uma empresa, porque a empresa tem valor perpétuo e a pessoa não
vive para sempre. Depende da marca pessoal, depende da depesa. Você pegar a marcearia do TI Skin, né, a marca pessoal de um jogador de futebol, você já já invalidei sua fala. Não, mas Daí tu tá comparando nunca usa nunca e nem tudo. Mas eu compra banco com maçã. Pô, essa empresa do cara existe. Mas arguenta toda assim. Neymar ali não ia valer fazer diferença. Não, mas eu tenho uma eu tenho um questionamento sobre isso. Eu fico pensando se a marca Elon Musk talvez não vale mais do que a marca Twitter. E eu vou te explicar
o porquê. Verdão. Vou te explicar o porquê. Porque se o Elon Musk levanta a mão e ele capta 50 bilhões de dólares. Se a Twitter sem O Willow Musk. Vamos fazer o que tu gosta de fazer aqui. É definir valuation é valor presente líquido. O El Musk não vive para sempre. O VPL da space. Twitter também não vive. Uai pode viver. Então, mas ele não vive. Mas eu precifico a o potencial de valor futuro. Mas você não potencia a eternidade. Você pega um número de anos. Não, não. Mas você não pega exemplo, se fosse para
sempre, o valor seria infinito. Você pega de alguns anos. Não, tu bota Perpetuidade na conta e a taxa de desconto. Não, você nunca bota perpetuidade na conta. Não bota VPL, não faz, você bota X anos. Lógico que não. Se fosse assim não seria oito vezes bida, seria 200 vezes bida. Eu vou sair depois terminar de brigar. É exato. Vou parar que sen não vai ficar os dois malucos aqui. Vai dar elas por elas. Total. Faz sentido. Não, porque a perpetuidade encontra a taxa de desconto e tu traz o valor presente. É isso. Pô, eu não
vou entrar essa discussão pra gente não ficar num podcast meio maluco aqui, mas mas entra conta perpetuidade, senão essa conta não existiria da perpetuidade. Ela existe. Uai. Mas e aí? faz sua pergunta. Não, só isso aí sobre esse tema. Então, tipo, cara, o pessoal morre, presa fica. E a e o lance é o que eu acho que tu potencialmente pode fazer na love, é tu sacar toda essa parada do creator economy e tu enfilerar vários. Então, hoje é o Neymar, amanhã é o Cristiano Ronaldo, amanhã não sei o quê, amanhã a Love vai pegar uma
fração, ela nunca vai ser o Neymar. Amém, senhor. Eu recebo. Mas ela pega 10% do Neymar, 10% do Gabigl, 10% do Ela vai somada ser maior que um cara isolado, porque ela pegou uma fração de todos eles, que as que é o que a Didas é. A Didas é maior que o Messi, porque ela tem o Messi, tem o fulaninho, tem toda eles. Um pouquinho de cada um faz com que ela seja maior do Que os caras. E ela criou uma máquina. Então a perpetuidade dela sempre vai ser maior que o do indivíduo, porque o
indivíduo a mãe enlouquece, a mulher enche o saco, não produz mais. Porque eu acho que o indivíduo espinofa coisas eternas. É isso que você não tá colocando na conta. É, mas daí a gente já começa a Não, mas a grande questão vocês dois começou a debater é que marca pessoal hoje pós rede social 2025 tem muito mais valor do que a marca pessoal Em 2010. Sem dúvida. Marca pessoal tem valor, você vai ter não. Mas a discussão é essa. E que agora dá para você derramar mais o valor da marca pessoal nas empresas. Tanto é
que não era comum teria forecut, agora é comum. Qualquer dois extremo que vocês levar, é, você tá errado. Sim. É. Então vamos usar temperança. Tudo com temperança, qualquer qualidade em excesso per defeito. Então temperança é a melhor coisa. E aí a minha pergunta é: pô esse Teu que esse teu frame aqui é muito top, como todos os frames que tu faz. Ã, e aí eu vou trazer um pouco do nosso caso para te julgar, tá? Eu sou um cara que me considera um cara conhecido e não famoso. Então todas as rodas que me interessa, raramente
as pessoas não me conhecem, porque eu acho que fiz exatamente o que tu que tu falou. Eu sabia quem era o meu público, eu sabia qual eram os meus troféis, dentre eles o livro ser bestseller. Fiz um esforço Para isso acontecer, participar de podcast, circular com certas pessoas, me vender par minha empresa pro grupo Dreamers. Tudo isso foi pensado para isso que tu falou. E hoje, e eu me interessava, eu tinha esse desejo e hoje eu sinto, cara, eu já consegui ser conhecido. Da partir daqui já não sei se compensa tanto o esforço, mas eu
acho que eu consegui fazer isso exatamente porque tu seguiu esse frame, porque eu segui esse teu frame de algum nível e eu A eu tô em paz com esse achivement. Não, não sinto que eu [ __ ] já hoje eu já penso 10 vezes a gente fazer um podcast, já penso 10 vezes a gente dar uma palestra, porque eu acho que já não compensa mais quanto compensava na construção dessa imagem, porque hoje eu mando meu livro pro cara, entendeu? O cara já olha, [ __ ] o livro Dener, bota no Google, tem meu nome, Forbs,
[ __ ] E é o suficiente para mim abrir qualquer porta que eu quero abrir, que Antes não era e conseguir construir esse esse negócio. Quanto que você pagou para sair na Forbs? Não paguei nadas, mas eu te responderia. Eu já paguei vários, vários que eu posso falar, tipo, por exemplo, pago para estar no primocast, pago para estar no Pânico estrategicamente não esperei o cara me convidar, né? Paguei antes, paguei para fazer uma live, Flávio Augusto R$ 100.000 em 2021 ey De direto não, mas deu na marca porque eu queria, você chega pro cara e
fala assim, ó, o Flávio Augusto tá conversando com esse cara aqui, então nós é top. Então, a gente usava muito isso que de vender, né? Animal isso. Pô, Thales, Alfredo, Nardon, todos os caras eu pago há 5 anos para estar com a gente. Vou te contar uma. Então, a gente pagou para est num primocast que o Pablo foi e o Pablo deu um pit da V4. Aquele aquele episódio lá que tu me mandou. E aí eu e aí eu sempre fui produzi conteúdos desse tipo, conteúdos que fosse mais atrelados ao que tu falou. E aí
o Fernando tá, o Fernando saiu lá da Exame, veio para V4 e a gente tá começando a construir essa história dele. E aí ele faz um formato de conteúdo hoje que não é sobre ele, é sobre pautas aleatórias, sobre o tema que ele quer falar. Eu falo de negócios no geral, mas sei lá, conta a história do Graal, como é que o Graal cresceu, Uma par e a ele fala só coisas que não é sobre ele, majoritariamente nos conteúdos dele, é sempre sobre o Marsal, é sobre o Graal, sobre a Netflix e e eras isso.
Ele vira um comentarista do do mérito dos outros e isso estó em alcance. Aonde é isso? No Instagram, TikTok, Instagram, sei lá, posso assim, cara, você conhece a história do 3G, os caras compraram um monte de empresa usando dívida e tal e pega tipo 1 milhão de views, eu ganho 10.000 seguidores às Vezes. E aí, cara, o growth é absurdo, top. E o meu medo da estratégia que ele tá fazendo, com tudo que tu falou, eu queria ouvir tua opinião, é que isso ele pode não construir nenhuma autoridade, porque ele tá sempre falando dos outros.
Ou ele vai ter que usar essa audiência para levar para outro lugar. Mas qual que é a tua visão sobre isso? Tudo começa no que que você quer? Uhum. Que que ele quer? Ele quer audiência. Ele quer Autoridade. Ele quer audiência e autoridade para vender o que ou fazer o quê? Eu acho que audiência sem autoridade é meio que inútil. Mas acho que tem que ter uma audiência com a autoridade, não é? Tem tem três coisas. Tem audiência, relevância e influência. Ah, é framework muito [ __ ] velho. Eu adoro quando você faz isso, [
__ ] Ele é bom professor, pô. Não, pr [ __ ] Tô copiando aqui já. E aí, tipo assim, autoridade, só repete, Por favor. Audiência, audiência, relevância e influência. Julga todo tudo que eu te falei desde o meu caso do caso dele. Jogar, pois eu tá faltando uma um input para te dar o output. Ficou bom. Agora tô cominha aqui. Parece que é um louvor, tá? Rod tá tocando um louvorzinho aqui. Obrigado. Deixa isso aqui. Não, não tira. É, tô com um louvorzinho aqui. Audiência, relevância, influência, tá? Para mim te dar a resposta que você
pediu, eu Preciso de um input para te dar o output. Tá faltando ainda na da minha equação aqui. Que que é audiência? É número, mano. É visibilidade, tá? Que que é relevância, respeito, tá? Autoridade. Que que é influência? A capacidade de fazer a pessoa tomar uma decisão, mudar comportamento. Uhum. Então tem muito influenciador que tem muita audiência, mas na hora de vender o infopruto não vende bem, porque ele não tem relevância naquela área, tá? Saca? Tipo, vários humoristas foram fazer lançamento e flopou, sem dúvida, pelo número de lead, número de audiência, número de pessoas na
live, na hora de vender, vendeu quase nada. vergonhoso resultado financeiramente falando. Então ele tinha audiência, mas ele não tinha relevância sobre aquele assunto. Autoridade, a pessoa não era visto como mentor naquele assunto, professor naquele assunto. Cansi de ver influenciador com 5 milhões fazer menos Resultado do que o mentor de 20.000 seguidores. Cansei de ver. Uhum. Sem audiência, mas sem relevância. Então a influência para mudar o comportamento naquele assunto é baixo. Que que é relevância, cara? Tipo, muito empresário forte que é respeitado em uma área, mas que não tem audiência. Tô tocando na internet, então ele
é relevante, sei lá, o nome de alguém relevante aí que o David Feffer, por exemplo, dona da Suzano, ninguém sabe Quem que é, entendeu? Mas o cara tem uma empresa de R bilhões de reais, 10% de todo o papel do mundo sai da empresa dele, né? Legal. E é brasileiro. É, então ele é relevante no mundo empresarial. Isso. A nível Brasil não, mas beleza. Ele é relevante. E que que é influência? A capacidade de mudar comportamento. Isso é influência. Quando você me fala isso, vai falar que a audiência não tem valor. Mentira. Uhum. televisão tem,
ela vive De audiência. Que que eu faço com um influenciador que tem audiência, mas não tem relevância num determinado produto se eu quiser vender aquele produto, eu pego o influenciador que tem audiência, cola a imagem num mentor Uhum. que tem relevância, aponta mais, gente, esse é o cara, ele mudou minha vida, ele mudou a vida da minha família, que foi o que o Calinos Maia fez com Kaiser, foi o Moura faz muito isso. Foi o que o Carlin Maia Fez com o Paulo Vieira recentemente. Hum. Hum. Então ele joga audiência pro cara que tem relevância,
valida o cara, o cara que tá assistindo, ele é audiência de um, mas ele comprou relevância, relevância do outro e dá mat. Da hora, sacou? Que é quando eu fiz, por exemplo, eu fiz um reals falando do Denner e o RS viralizou que era esse favelado do Rio Grande do Sul, construiu uma empresa e agora tá andando de BMW e aí um monte de líder. Legal. Então assim, você vai falar que isso não tem valor? Não concordo. Uhum. Tipo, vamos vou dar um exemplo para você aqui do próprio Fernando. Ah, ele tá fazendo isso, mas
ele não tem, não tá tendo autoridade. Beleza, ele tá falando muito de empresa. Vê na minha cabeça agora. Aí o conta simples da vida, eu podia chegar, Fernando, Fernando, quero patrocinar seu Instagram, seus conteúdos, quero que você faz pit. Aconteceu já. Eu tô não, não. Em Empresas estão me procurando para poder fazer. Então você vai falar que isso não tem valor. Lógico que tem. Tem alguma empresa da vida pode chegar e querer patrocinar ele. Sim, porque ele tem audiência de pessoas que tm CNPJ, então tem um mix de empresa que quem tem CNPJ pode consumir
o produto e ele é uma forma de acessar a carteira desse cliente, tá? Ele tem relevância para vender algum produto sobre empresa, só comentando de empresa? Não, porque ele Não é visto como autoridade. Então isso muda muito. Ah, que que eu faço? Minha, tipo assim, que que eu vejo que eu sou nas companhias? Sou um estrategista, cara. Uhum. Ah, mas estrategista é muito generalista, Marcos. Então, vou entrar no seu mundo para você me entender. Eu sou um chefe de cozinha, irmão. Uhum. Que que é a diferença do chefe de cozinha, o aprendiz de cozinha? Chefe
de cozinha ele não segue receita, porque o chefe de Cozinha ele já domina as receitas. Então ele domina os princípios de cada elemento de uma boa cozinha, desde os eletrodomésticos aos ingredientes dos alimentos e o modo de preparo. Então ele já sabe para que que serve o forninho, a frigideira, como é que emulsifica ingredientes, ele domina tudo. Que que o chefe de cozinha faz? Chega lá, ele abre dispensa, vê o que que ele tem de ingrediente, que são os ativos. Ele olha pro público, de onde são, o que Que eles gostam de comer, qual que
é a cultura dessa galera? E ele olha pro clima. Tá frio, vamos fazer fundir. Fundi, fundi combina muito com frio. Legal. Tá calor, vamos fazer cevit. Cevite combina mais com calor. Galera gosta de peixe, não gosta? É o chefe de cozinha. Ele vai lá com a sua arte, com a sua experiência de dominar princípios, faz um belo prático cozinha, olhando a audiência que é o público, olhando a temperatura do ambiente Externo, que é o mercado. Uhum. E os ativos que ele tem, que são sua dispensa e seus ingredientes. O chefe de cozinha, ele é tão
bom nisso que você pega um brasileiro, joga na Rússia, ele não leu rótulo, ele sai de duas horas depois dentro da cozinha experimentando cada ingrediente sem saber ler o rot faz um prático comida gostoso. Hum. O aprendiz de cozina, ele tem que seguir receita. Uhum. E todo aprendido de cozinha pode se tornar um chefe. Nos Meus anos de experiência, Modéstia parte, me considero um chefe de estratégia para vender B2C pela internet. Então o que que eu fiz para Love na reunião de sociedade? Quer já quero usar o papo como garoto propaganda? Fi discordo, não usaria.
Ah, por quê? Falei: "Cara, vai pegar low rank fruits ali, pô, 3, 4, 5.000 clientes para dentro da base, acabou. Acho que você vai dispersar o ativo." Não é assim que Eu usaria o ativo. Ah, como é que você usaria? Aí eu peguei, falei, sabe o que que o Flávio Augusto fez na pandemia? Não, não sei. Então ele pegou lá aquele WSP online, fez um lançamento para trair vendedor. Os vendedor que venderia o curso de inglês. Por que que a gente não pega o P vez de usar a imagem dele para vender seguro, a gente
faz um lançamento, traz vendedor e os vendedores vendem o seguro. Gostei. Você consegue fazer para mim quanto tempo uma Área de membros, uma exgow, uma hotmart dos seguros pra galera? Ah, seis meses, não, quero em 14 dias. Você faz? Nossa, Deus me livre. Aí fez primeiro lançamento, 40.000 vendedores para dentro da base. Legal, hein? Legal. Então assim, eu não sabia o que eu queria falar na reunião, foi na hora. Mas você tem repertório aí que tá um dos diferenciais que eu acho do Marcos Paulo, sou um eterno curioso. Eu não tenho vergonha de passar de
aprendiz. Cheguei aqui na recepção, o brother me atendeu ali e tal, falou 50 coisinha. Falei: "Caralho, que que é isso? Isso que que significa?" Não sei o quê. Ah, é? Seja bem-vindo a flagship. Falei: "Que que é flagship, irmão?" É, é. Ele também não sabe explicar. Aí eu peguei o Google e abri: "Ó, você é curioso, hein? Flagship é tipo, é o navio porta bandeira, né? É o lugar, é o lugar. É. E tava lá a definição de lugar modelo. Então aqui é o lugar modelo estratégico Da É que você vai no inglês é flag
de bandeira chip. É o o navio que vai na frente. É, mas eu pus o que é uma flag chip? Explicou lá, tipo, é o escritório de referência, loja modelo. Isso aí. Aqui a loja modelo da LV4. Então eu não tenho vergonha de falar que eu não sei. Um cara vai vai demais e ia falar que ah eu nem contar essa história aqui. Então eu sou curioso. E outra coisa, eu gosto de aprender o que tá fora da minha bolha. Então, o Flávio Augusto fez a Parada lá em 2020, ficou na minha cabeça. Eu fui
usar 2 anos e meio, 3 anos e meio depois na L 2023. É um ingrediente que você coletou lá. Ingrediente tava no meio de dispensa, tava lá. Eu conectei os pontos e foi o primeiro ponto de alavanca da L, criar executivo de venda. Porrada, sacou? Então não lembro que que a gente tinha entrado nesse framework. Estratégica do Fernando. Ah, tá. Então beleza. Aí você falou do Fernando aqui Agora. Acabei de criar um framework que tipo, ah, não tem valor, cara. Cara que tem. Aí onde é que eu fui na referência? Olha o Carlinhos Maia que
tinha audiência, mas não tinha tanta relevância naquele produto. Aí colocam quem tinha relevância. Aí entrei no mundo dele. Ele tá falando de empresa. Por que que alguma empresa não pode patrocinar ele? Ah, já tá acontecendo. Então o que eu falei tem muito sentido sem eu saber. Então até pra galera Entender o que que eu faço, eu sou o cara que é chefe de cozinha para trazer dinheiro para dentro da companhia. Total. Podendo ser seguro, podendo ser stream de vídeo como a Panda, podendo ser lançamento, podendo ser marca pessoal. Você é o bichão? Não sou bichão,
mas eu acho que eu sou chefe de cozinha, pô. Eu faço isso há muito tempo aqui, você tá só para fazer um comentário sobre isso, que é o meu ponto de discordância do Dener, por causa do Meu posicionamento, por causa da do que eu faço, eu sou um professor de marketing, então não preciso de falar só do tanto que eu sou [ __ ] eu preciso de ensinar as pessoas como ser [ __ ] Então eu dou aula no G4, dou aula no GMP e tal. E hoje as pessoas me procuram, o meu Instagram vende
bem, inclusive é o segundo maior canal depois de tráfego pago. Porque segundo maior canal do quê? De venda da Stage, né? Por que que ele é grande? Porque na stade, como professor, Eu não tô contando só o meu caso. O professor não chega lá e conta só as coisas que ele descobriu. Ele conta coisas que ele viu no mercado. Ele estuda, ele seleciona, ele é o DJ do conhecimento. E aí ele te fala: "Cara, isso aqui é legal". Olha só, nesse caso, você já pensou em aplicar a estratégia igual o Jorge Paulo Lema? Não fui
eu que apliquei. Eu fui lá, estudei e vi que isso encaixa para você. Então, quando eu chego lá e falo assim: "Cara, olha como É que Jorge Paulo Lema compra empresa com dívida". Entra um monte de gente fala: "Fernando, como é que eu compro empresa com dívida?" Entra um monte de gente perguntando isso, porque eu fui lá e estudei o case. Eu sou um professor, eu sou literalmente professor. Eu não sou o Denner. Tanto é que no lançamento do GMP eu boto de expert o Denner e eu conto o caso dele. Eu falo assim: "Olha
só, tem o Denner que foi da V4, olha que [ __ ] porque eu sou o mentor". E eu Ainda falo assim, eu não sou o Luke Skywalker, eu falo no meu CPL isso, eu não sou o Luke Skywalker, eu sou o Mestre Yoda. Você que é o Luke Skywalker, você que vai lá lutar com o Dart Vader, entendeu? É você que vai ter que fazer essa parada acontecer. Eu tô aqui só para ganhar no processo e a galera conecta para [ __ ] porque nem tem esse perfil do do herói que muitas vezes o
Negro faz que eu vejo que o Pablo também é um herói. O Pablo ele tem Essa parada dele ser [ __ ] Eu não, eu não falo que eu sou [ __ ] para [ __ ] Eu falo assim: "Cara, tem um monte de gente [ __ ] Você quer ser [ __ ] igual esses caras? Eu sei o que eles fizeram. Eu posso te ensinar, entendeu? Então esse é o meu arquétipo. É como eu tô me posicionando. É, tem o professor que é isso. É, tem o mentor que é o que fez. É, eu
tô mais para professor do que mentor. Exato. Em algumas não, em algumas coisas você é mentor e outras Coisas professor. Sim, sim. Mas eu digo porque eu não dou aula só de lançamento, que é a minha minha carreira. Eu eu explico pro cara como fazer em Emani. Tudo bem que em com dívida a gente já fez também, mas tô falando assim, eu ensino pro cara como fazer marca. Eu nunca construi uma marca do zero. Sim. E tem p para todo mundo, né? Agora você quer que eu te responda sua pergunta do Pode responder. Eu tenho
outra para te fazer. Faltou um input. Hum. Falou do Input lá. Qual é? Qual foi a pergunta mesmo para falar? Qual o input que faltou? Ah, lembrei. Lembrei que é o input que faltou. Não lembro a pergunta. a estratégia dele, se a estratégia dele não vale mais a pena, porque agora ele já tem a marca que ele queria. Não era essa a pergunta. A pergunta era se o que você tá fazendo é certo ou errado. É, comparou estratégia. É, se o que ele vai fazer vai construir, vai construir autoridade sobre audiência e pá. Então, Que
que onde que ele quer chegar? É isso que é a pergunta. Foi esse input que faltou para para eu julgar, que foi o que eu te dei agora na real. Se é isso aqui, é só trazer gente para preste. Hoje a minha marca pessoal é para trazer a gente para stage. Eu acho que é legal porque atrai o público que quer para stage para V4, né? Stage é só marketing ou é business também? marketing, marketing, só que a nossa visão de marketing, ela é ampliada, então a gente Acredita marketing como design, vendas, tem tudo com
cara do business, então tem muita sensibilidade do público. Então acredito que sim, porque ele tá trazendo a audiência certa. Legal. Aonde que ele derrama essa audiência? Na relevância da stage. Legal. Entendeu? Agora ele tem que ser bom para fazer essa conexão. Quando é que a galera erra? Muito influenci influenciador é bom para trazer audiência, mas na hora de vender não vende bem. Aí tem que conectar com Relevância. Às vezes ele traz a audiência por outro tema, né? O cara traz lá pela vida pessoal dele que tem nada a ver com nada. Aí é outro erro
também que é o erro da linha de coerência. É porque o Fernando não fala nada da vida dele, nada. Ninguém sabe se eu tenho filho, se não tem, tem esposa, inclusive falar venderia mais. Então, mas você não acha que quebra o meu arquétipo do professor um pouco? Não, o professor vive, o professor não é Máquina não. Sim, foi bom ponto. Aí quando aí já se venderia mais se você souber trazer isso certo, entendeu? E aí, e se você conectar ainda vive mais. que o problema, mano, é aqui é um framework [ __ ] você vai
perguntar o que você quiser, né? Mas aqui é um framework [ __ ] a conexão, trazer conteúdo aleatório não presta, mas se conectar bem a vida dele, ó, tô com o meu filho aqui quarta-feira no colo, eu não sei o Quê, graças à internet, fiz a reunião com o meu time aqui e tal. E se você quer ter essa liberdade aqui de gerenciar remoto, essa aula da Steage ensina sobre gerenciamento remoto. Ah, tá. Aí você conectou a quem tem filho sente o amor de nossa queria estar fazendo isso com o meu filho aí o cara
compra aula do stage pensando no filho dele que viu seu exemplo. Então mostrar a vida aleatória também não vira saber conectar a vida com a de stage pro Público certo você vai vender mais. As pessoas se perdem nisso. O influenciador tem audiência, mas ele se perde na hora de fazer a conexão para poder vender o produto, porque ele não achou alguém que tem relevância ou ele não sabe criar a própria relevância. O conteúdo da vida do pessoal é top, mas sem a conexão não não vai ter performance. Então o connect a parada inteira, todo mundo
tem acesso aos ingredientes que o chefe de cozinha aqui tem, mas o connect que eu fiz, Verdade, gerou resultado. A única coisa que eu tento fazer é tentar falar pouco dos meus resultados. Eu tenho bons resultados, fui ser de boas empresas e tal, eu falaria, mas eu falo dos resultados dos meus alunos. Cara, esse cara estudou comigo e agora ele tá rico. Esse cara estudou comigo e ele não sei o quê. Melhor ainda dos alunos. É isso que eu tô fazendo. Ontem a gente fez uma live, eu falei o quê? Uns 40, 50 alunos meus
que ficaram ganharam dinheiro, Entendeu? Por que que dos alunos é melhores? Você quiser anotar isso aí. Quanto maior a distância do elogio em relação ao objeto elogiado, mais fidedigno é o elogio, mais verdadeiro. Se eu falo que eu sou bom, não tem validade nenhuma. E eu sou eu falando de mim mesmo. Socialmente eu tô próximo. Se meu funcionário fala que eu sou bom, tem validade muito baixa, porque eu pago o salário dele. Socialmente a gente tá próximo. Se meu aluno fala que meu Método é bom, tem mais validade. E se meu concorrente fala: "Pô, não
gosto do Marcos Paulo não, mas uma coisa vou ter que assumir, ele é bom de business." É, acabou. Aí socialmente a gente tá muito longe, então tem mais validade. Veículo de mídia, que é a autoridade que eu empresto por Dener quando eu falo que o Denner é [ __ ] Vocês é sócio. É, mas é porque são duas empresas separadas. Então o cara que tá assistindo, ele nem sabe que a gente é sócio. Eu sou só um professor de marketing. Deixa eu contar um caso aqui de um cara para eles socialmente estãoante. É é bom
pr caramba. Ó, e fazendo um parêntese aqui, você que é dono de agência, eu tenho uma mensagem especial para você. Tem um movimento que já transformou mais de 800 agências em verdadeiros especialistas em food marketing. É por isso que eu vim anunciar a nova parceria do Roy Hunters, que é a Cardap Web. A Cardap Web é um ecossistema completo que Tá dando mais ROY pros restaurantes. É um CRM que integra a automação de WhatsApp, cardápio digital e gestão completa. E eles criaram um programa de parcerias que é praticamente um acelerador de agências. Você recebe mentoria
exclusiva, comissão, networking, eventos do setor e um acompanhamento personalizado para dominar o mercado de food service. Se você tem uma agência e quer faturar mais com food service ou você quer melhorar o Seu serviço no geral, eu vou deixar um link aqui embaixo na descrição do vídeo, exclusivo para ouvintes do Roy Hunters entrarem no programa de parcerias. Aproveita que não vai durar muito tempo. Aí a minha pergunta sobre esse tema aí para m fechar um pouco, eh, a gente acredita aqui, queria ver qual que é a tua visão, de que não importa tu aplicar tudo
isso daqui se tu não tiver uma boa matériapra, tá? para aí da da cozinha, pô, não adianta tu ser o excelente Chefe, o ingrediente vencido, se tu tem um ingrediente vencido. Então, até teve um cara que a gente conhece em comum que eu fui mostrar com ele essa semana e ele falou de ti e falou: "Cara, a gente tava falando sobre esse tema e ele falou a tua opinião, vamos ver se tá certo". Que eu falei para ele: "Cara, eu acho que o Fernando é, ele tem o que chama de efeito Xuxa, tipo, a galera
se a galera se conecta com a Xuxa, velho. Se eu botar o o Marcos na Globo, não vai ser a Xuxa, né? Não, não, não, não basta estar na TV para ser a Xuxa. Por algum diabo de motivo, a Xuxa conectou com uma parcela gigantesca do Brasil e virou a Xuxa. Então, tu faz todo o frame e tem gente que vai se conectar mais e a gente vai se conectar menos por ele motivos. H, então um teste que eu fiz isso aqui com o Fernando, a gente pegou 10 reso viralizou sobre temas genéricos, que era
de restaurante inclusive, e eu gravei os mesmos 10 resalizou os 10 e nenhum Viralizou comigo. E aí aí a minha conclusão que já era o meu a minha nossa prédisposição, cara, o Fernando é um cara mais conecta com o gente do grupo, então vamos investir na carreira do Fernando de influenciador e eu foco outras coisas aqui, tá tudo bem, é nós. E aí o o o indivíduo que eu tava fazendo a o almoçando que falou de ti, que a gente falou sobre isso, ele falou: "Cara, eu tenho um sócio aqui que ele quer porque Quer
ser famoso, né? Quer quer viralizar, quer virar influência, mas o cara não vai, mano. E ele e ele disse que mostrou o perfil do cara para ti, tu falou: "Puta, esse cara aí, velho, desse jeito não vai ter como trabalhar que ele pediu para te lançar o cara". Sei lá. Qual que é tua visão sobre esse tema de o quanto essa esse carismaví ou ele já essa matéria prima faz diferença? Porque eu acho que tu tem esse carisma, tu quando tu fala, tu gosta, Fernando ama Essa [ __ ] tipo, aí ganha energia, não os
dois. Eu não sei o quanto o Marcos, mas ele falou aqui que que que gosta. Eu por nem gosto. Então eu já fic, cara, talvez seja de fato porque eu não gosto, já faço de mau jeito. Enfim, essa essa é minha dúvida. O quanto essa matéria-pra faz diferença ou é só o cara seguir o play lá e já era? Ela faz diferença o quanto é difícil falar, hein? Mas eu acredito muito que o esforço direcionado com inteligência Supera o talento ali, tá? Todo mundo pode desenvolver a sua carisma. Uhum. E tem vários tipos de carisma
ali, né? Tem a carisma inspiracional. Eu eu nem acho que eu sou tão carismático para ser bem sincero com você. Uhum. Eh, mas às vezes eu sou inspiracional porque eu saí de baixo e venci. A galera gosta e conecta com isso. Tem gente que conecta com o meu lado goiano, que eu puxando R, o cara da roça, tem gente que já não gosta de achar o caipira. Uhum. Enfim, eu fui pegando meus defeitos e fui listando cada um deles e fui corrigindo eles. Uhum. Te falo vários. Falar físico, tirar o óculos, par de usar óculos,
transplante de cabelo. Fiz transplante de cabelo. Uhum. Sheipar, cheipei. Dente, coloquei sorriso. Eh, sorri mais, comecei a sorrir mais. Dicção, fiz fono por muito tempo. Uhum. Aprender a palestrar e a falar. Rodei o Brasil dando três Palestras por dia, três sexta, três sábados, três domingo. Para aprender a falar, sentava, voltava, sentava com a com a fon assistia cada palestra, ia corrigir os erros e refazia, gravava de novo no próximo final de semana, voltava a assistir de novo. Então você vai evoluindo, até falar pro Carian para caramba, velho. Fala, irmão, depois que eu convivi com você,
eu aprendi a amar mais as pessoas que eu saia com caderno na rua, os infoprodutos dele, a gente Que faz. E aí eu vi o tanto que ele tinha paciência com a galera. Eu sou meio impaciente. Comecei a ter mais paciência porque eu por observar ele, saca? Agora eu paro, olho dentro do olho da pessoa, põe a mão no ombro, converso com ela, como é que você tá? Tipo, ah, não é um personagem. Eu eu orei para Deus, falei: "Pô, me dá paciência com as pessoas, com o ser humano, porque eu sou Impaciente. Orei mesmo,
real. E comecei a trabalhar isso, desenvolver isso". Aí aquela questão, né, mano? todo mundo pode. Quem tá disponível passar pro processo da dieta, eu não sei. São poucos que estão é dispostos, dispostos a pagar esse preço. Fazer o todo mundo pode, quem tá disposto do quent mais carismático também. Agora tem gente que é muito mais carismática acima da média. Aí já é um talento. Aí quem já aprende já toca três instrumentos com 8 anos de Idade, mas todo mundo pode tocar um instrumento, entendeu? Acho que o nível mínimo mínimo de carisma todo mundo pode ter.
Eh, quando você já fala que você não gosta, por exemplo, publicamente assim, tá tudo bem, todo mundo já tá ouvindo, já inconscientemente já começa ele não gosta do que ele tá fazendo, ele não gosta de me ensinar, já começa a te repudiar no inconsciente deles, entendeu? Grande parte dessas pessoas já Começa a te repudiar, então você já reafirma no cérebro delas que você tá insatisfeito aqui. Aham. E ninguém gosta de ser atendido por alguém que tá insatisfeito. Não, mas eu só venho os roy hunteras que eu gosto de fazer, por isso que eu tô aqui.
Você não vem, ele não é, ele não vem mais hunteras. É isso, esse é o ponto. Mas esse negócio começou, eu vou dar um bastidor aqui, entendeu? Ent, então assim, aí vai juntando esse tante de coisa, mas a Impaciência aí cada vez vai engajando menos mesmo. Essa treta começou com no G4, é isso que você não falou, porque a gente foi, nós dois somos professores do G4. Não, não começou lá necessariamente não. Não, que você começou a falar essa parada de, tipo, assim, acha que o Fernando tem mais efeito Xuxa? Não, e métricas não, mas
eu acho que tem aí, aí tem outras coisas também, né, cara? Vamos lá. Oder trate, o Ender Trate viraliza muito. Eu nem gosto para Viralizar, tá? Acho um perigo. Inclusive deve entrar nesse mérito, se vocês quiser. O Pablo viraliza muito. São caras que defendem muito o valor e o princípio de que quem também defende aquele mesma visão de valor, de princípio de vida, conecta. Então eles batem, eles criam muito inimigo em comum. Aí já é uma linguagem de movimento, de representatividade, de liderança. Então quem tem aquele mesmo valor, aquele mesmo princípio, aquela Mesma ideia, às
vezes a pessoa não tem a capacidade de falar. Quando essa pessoa fala que é isso que eu sempre pensei, mas eu não sabia como expor se a pessoa me representou. Quando a pessoa bate no mesmo inimigo, automaticamente, se a gente tem o mesmo inimigo, se você é inimigo do meu inimigo, a gente é amigo, já conectou. Então tem as linguagens e tem as zonas de pontos que geram mais viralização ou mais representatividade Também, que você pode ser estratégico ou não para poder usar isso. Aham. Vamos supor, tô aqui. Se eu quiser conectar com a mulherada,
é só falar que homem é frouxo, que a geração tá fraca, que os cara é uns banana, que toda mulher que pensa isso fala assim: "É verdade." Uhum. Que mais que que tenha mais homens como ele? Você põ um corte meu falando se eu bater, vai angarear uma audiência desse tipo. Vai, vaiar, vai angarear uma audiência desse tipo. E é uma zona Machucada de muita gente. Uhum. Aí tem um nível de estratégia também, de argumentação, de pauta polêmica que você quer bater ou não, sacou? Aham. Então assim, dá para desenvolver muito. Vamos supor que de
zer a 100 para passar de ano, que a nota 6 ou 60, todo mundo pode chegar no 70, sacou? Para chegar no 90, aí é esforço e talento junto, vamos dizer assim. Não tem uma régua do carismômetro. Eu tô contigo, né? Mas todo mundo pode crescer nela, entendeu? Eu e a aí tem muitos pontos, estético, narrativa, um monte de coisa. Atenção, olho no olho, uma [ __ ] de coisa para representar esse lá. Não. E aí eu ia te falar que a gente quando a gente tava começando a gravar aqui, a gente tava comentando o
episódio que eu gravei contigo e tu falou: "Puta, gravei só aquela temporada lá e não tô gravando". Ã, eu se eu concordo 100%, cara. Eu acho que se o Cara pôr esse essa energia, ele vai conseguir desenrolar em algum momento. E [ __ ] eu gosto muito do toda essa narrativa que tu trouxe, porque é um exemplo de se o cara colocar esforço, é incrível como praticamente tudo tu consegue ficar acima da média, porque a média é muito baixa, né? Então, pô, esse lance da forno, fazer um monte de palestra e tudo mais, é muito
legal. E aí, só que no meu momento hoje, no momento que a gente tá aqui como sócios E companhia e eu queria ver o teu momento, eh, eu vejo assim, cara, [ __ ] eu tenho 300 cara aqui para cuidar, 300 pepino para cuidar e para mim ficar bom, eu vou ter que pôr energia. E eu acho que o Roy não compensa. Pronto, essa decisão que tem que tomar, mas compensa para ele, ele tá disposto e ele fica feliz. Eu fico infeliz, não porque eu odeio a ensinar, mas é porque eu, cara, eu tô dando
aula lá no G4 para 100 alunos super qualificados, que é da hora E eu fico, cara, eu tenho 7.000 clientes, velho. Eu tô aqui falando para 100 pessoas, eu tô cagando 7.000 clientes, porque eu tô perdendo 3 horas da do que eu podia estar dedicando em algo que vai mudar a vida de 7.000 clientes para falar com 100 caras que podem ser meu cliente, [ __ ] já não faz mais sentido. Antes fazia porque um cliente 10 fazia diferença. Hoje eu tenho sete que estão confiando em mim já e eu não tô lá dedicando 3
horas para Fazer a vida deles melhor. Então não acho que eu estou servindo, não estou servindo a sociedade, né, da sociedade, seja o partnership, seja o mundo, da melhor maneira hoje, alocando tempo para produzir conteúdo. E aí a gente fica nessa discussão de Roy só para Não, mas eu assine embaixo que você falou e acho você super coerente na sua análise. Eu faço ela comigo também da mesma forma. É o tradeoff das suas 24 horas do dia, onde é que você aplicar que vai ter mais Alavanca? É sendo influenciador ou é cuidando da operação? E
eu não paro de produzir conteúdo sábado eu gravo. Eu os podcast que eu acho as pessoas legal verem gravo. Talvez tem que parar de gravar que seja. Se você acha que par de dar aula, parei de fazer palestra. É que eu era meu argumento. Eu dava palestra para caramba. Hoje eu não gosto da palestra. Da que eu não gosto. Eu penso nisso. Tipo assim, ó. Eu não dou palestra de cavião comercial. É, eu não Faço palestra fora de São Paulo mais. Eu não faço palestra. Eu não vou fazer palestra para menos 600 pessoas. Só sou
amigo. Exatamente. Que eu trouxe pro. Eu não faço porque tipo, mano, vai aparecer arrogância, tá? Mas um dia eu fui pro Natal no Rio Grande do Norte e fui de comercial. É um hora, olha aqui. É uma hora para você sair de sua casa de Alfa VI para chegar em Congonhas. Uma hora. Se for Congonhas. É, for cons. Uma hora esperando para embarcar. Mas tem que Chegar ra x fila, aquele negócio 2 horas, se eu não me engano, é 3 horas me de voo, já deu para Natal foi ou quatro, três, vamos pô 3 horas,
já deu 5 horas. Aí você tem que chegar de 1 hora de deslocamento do aeroporto até o hotel, se tudo der certo. Se tudo der certo, uma hora. Aí você sempre chega 1 hora antes da palestra por causa de atraso, qualquer coisa. Não, se tu encaixar o efeito, é, deu 7 horas, aí você começou a palestrar, é mais de 1 hora, 8 horas. Aí se você comeu, tirou duas fotos, meia hora. Não vou nem considerar isso. Vamos falar que você já pegou o carro e foi pro aeroporto de novo. Mais uma hora deu 10 horas,
foi pro aeroporto. Chegou no aeroporto, você pegou mais 3 horas de voo. 13 horas. Um dia. Aí você pegou mais uma hora para ir pra sua casa, 14 horas. Um dia você poder falar uma hora com com quantas pessoas? 1000, 2000, 3.000. Sim. Tudo dando certo. Se um pneu furar, sem ninguém atrasar, com o voo Que tem um horário perfeito para chegar 1 hora antes da palestra, tá entendendo? 14 horas locado. Então você que é um empresário para falar com 1000, 2000, 3000 pessoas, se tudo é certo. No começo eu achava o máximo. Nossa, estão
pagando para ir palestrar. Eu sou bichão, cresci na vida, eu trabalhava na feira. Agora fala: "Pô, mano, 15 horas no meu dia, 18 horas do meu dia." Se tu fizer um story, tu vai falar com 10 vezes essa audiência. É. E aí, se você tem cliente, Você tem empresa, que que você pensa de estratégia que não vai trazer mais Roy? Então, a gente começa, nossa hora começa a ficar mais cara, a gente começa a tomar decisões mais assertivas. E aí tem, tem um RO que você analisa direto, que é o a performance e a grana.
Então R indireto de brand, posicionamento, imagem, conexão, que talvez você vai num evento desse, você pega um cliente, você faz um sócio, você tem uma estratégia também. Então a alguém deveria tá Fazendo isso. É isso, é um tradeof, entendeu? E eu respeito super sua posição e eu penso nela direto também. Então eu parei pro Nordeste é difícil, eu vou, eu vou pro Nordeste porque é muita missão pra gente que tá aqui no Sul. É no Sudeste, quer dizer, em São Paulo, nada contra o Nordeste, viu gente? Mas é porque é longe, longe de onde você
está. É onde eu já estou. Isso. Exato. Então 15 horas do dia. Então eu entendo o que você tá falando e Peça igual. É. Aí eu acho que o negócio é é por isso que a gente tem uma partnership. Um vai fazer uma coisa, outra pessoa vai fazer outra. E o ponto de objetivo final é diferente. O Denner quer ser o Sir Martin Sorell lá, o dono da WP. Eu quero ser o Cotler. Então a gente já tá mirando em lugares diferentes e a gente se complementa nessa parada. Então pode dar um beijo, casal lindo.
É isso. Já hein? E é perfeito. E aí o o ponto é e os precisa Dessas duas alavanca para pro nosso chegar, pro nosso negócio chegar onde é que precisa, onde é que a gente quer? Precisa. Então um faz uma coisa, outro faz outra. E aí tá desenhado, tá lindo. Tem outro sócio nosso também produz conteúdo. O Gui, tu conhece o Gui, né, Guilherme? Meu sobrinho? Conheço, conheço. Conheci ele, conhece o Bilinsk. Então, o Gui, cara, também produzia conteúdo. A gente, ele também participa como host. Ele não não é a parada que ele curte ele
problemas já de não ser a predédisposição barra ele tem trampo para [ __ ] na na empresa em outras coisas que faz ele não querer. Aí foi uma outra decisão. Falei: "Cara, faz conteúdo só sobre o que tu tá fazendo, que aí eu acho que é importante produzir conteúdo hoje no mundo que a gente vive também. Aí para acho que para concluir pra galera que tá nos ouvindo. Ah, porque é importante tu ter um lugar de Fala, então tipo assim, eu posso não ter é pior, cara. Eu sou o CEO da empresa, então se alguém
fala mal da V4, eu tenho um canal onde eu cariano viveu isso muito forte agora. Então mesmo que eu não tenha [ __ ] audiência, o cara vai ser lá matéria lá blá lá lá lá V4 não sei o quê. Cara, eu posso entrar no meu YouTube, não é um YouTube de 2 milhões de inscritos, 100.000 inscritos, 50.000 inscritos, mas o cara sabe que ele botar no meu nome no Google, ele vai achar o Canal onde eu posso falar o que eu quiser. Então é um safety assim, é um é um um a proteção pra
marca. Agora tu quer que isso vire o canal de 1 milhão de inscritos? Cara, aí eu acho que não é o melhor negócio. Pode ser o canal do Fernando, Gurenf pra companhia, a gente pode investir em outros, patrocinar outros influenciadores e não vai ser a melhor locação do meu tempo hoje, né? Porque talvez seja um pouco do que tu tá fazendo nesse momento com a LOV e tudo Mais, né? Exato. É isso aí. E você precisa de audiência? Talvez se pagar audiência seja mais barato. É mais barato. Você pagar lá para ir no primocast é
mais barato que sua hora, talvez. É. Entendeu? Tanto é que no prim quem vai normalmente sou eu, não é nem ele. Mas mas você entender a par é pois é. E aí eu tenho uma segunda. Beleza. Por isso, por isso que generalizar num jogo de performance é ruim. Contexto é rei. O contexto de cada um é rei. Então, E essa é a graça do capitalismo, porque não é um jogo formas de ganhar, né, onde o pódio só tem um vencedor, né? O pódio tem milhares de vencedores que jogam de ganhar. J joga o mesmo jogo
de formas diferentes onde tu pode ter um p. A gente tava falando hoje com o pessoal lá da TMB e do Corpo Explica da Renato Torres. É, eu esqueci o nome da outra empresa dele agora. A nova é Aliança Divergente. Aliança Divergente. Cara, o play dele é completamente diferente do Que eu fazia na Exame, que é completamente diferente de um outro play. Cara, totalmente, é totalmente diferente do G4. O G4 tem 70 produtos, o cara tem um. E cara, os dois estão ganhando o game deles da maneira deles. Chefe de cozinha, brinca com os ingredientes
e vai fazer um bom prato. Não interessa. A gente falou bastante de branding. E aí tem uma outra palavra que você usou que eu achei muito forte, eu sei que você usa bastante também, que é A parte do movimento. O que que é o movimento de fato? Queria só que você definisse o que é o movimento, assim, quando que você vê que um movimento foi criado. Eu sinto isso muito na V4, assim, eh, a gente vai lá no evento, 4.000 pessoas e a galera gritando V4, V4, V4, chablau e os caras sobem no palco e
e vem aquela prosperidade. E eu sinto que a V4 tem esse q de movimento. Não é só uma coisa, não é só uma empresa, é um movimento. Os Caras vestem a camisa, os caras querem estar ali, as pessoas me mandam mensagem, pelo amor de Deus, eu quero trabalhar na V4, não importa quanto você me pague. Então eu vejo que é mais do que uma empresa, mas você quase você quase definiu. Então, mas eu queria que você fizesse agora eu quero o framework do movimento. Que que você considera, pô? Que que precisa para ser um movimento?
Para adicionar a pergunta, tu fez isso muito num universo do da onde Tu tinha os personagens. Eu acho que o desafio hoje é tu fazer isso na love também. Então entrar um pouco nesse tema. N é muito forte do marketing interno. Uhum. Que é o batalhão azul, que é o time de vendedores. Ah, gostei. Batalhão azul é forte. É, batalhão azul é forte. Que é muito forte, tipo a CMED, que é sangue amarelo, os vendedores da Cimed, entendeu? que é muito forte de vocês aqui dentro que você fala: "Galera quer trabalhar aí, como é que
faz?" Então, dá para você criar isso, cara. Que que é o framework do movimento? Causa, líder e tribo. Hum, esse é forte. Três pilares para ter movimento. Eu tenho que aprender a fazer esse negócio, mano, de fazer os frameworkzinhos. Eu sou professor, eu sou, eu não vou falar que eu sou professor, sou mentor. Sou professor que ensino só que eu fiz. Eu nunca falo nada de case externo. Causa líder e tribo. Tribo. E é nessa ordem aí. A gente fez isso. Exatamente. É Lógico que você faz e faz bem feito, inclusive. Parabéns. Esse é o
framework do movimento. E que que é uma definição de movimento? Tipo, é a tribo engajado por algo, direcionada por alguém. E como é que eu percebo que tem um movimento? Quando não tem só coisa racional e as pessoas fazem comportamento pela emoção e não pela razão. Vou trabalhar aí do importa salário. É isso. É uma coisa emocional. Então tô vendo nistidamente. E qual que é a o grande tchan do Movimento, cara? E aí tem vários tipos de movimento, tem o movimento empresarial, vai ter movimento social, igual Martin Luther King, é o maior movimento de todos
é o cristianismo para nós aqui do ocidente, né? 2000 anos atrás, o líder foi o único líder que não só morreu, mas ressuscitou na minha visão, na minha crença. Os outros todos os líder morreu, mas a causa continua. Mar Lings morreu, Martin Luther King morreu, mas quando teve na Califórnia o Policial batendo no cara negro, é Black Liver Matters, né? voltou a causa, voltou a citar ele de novo, voltou a postar ele na inqu de novo. Então o movimento, cara, é uma tribo sendo guiada pro líder para atingir uma causa. Hum. E todos eles estão
inimigo em comum. Essa narrativa é muito boa. E tem inimigo comum interno e tem inimigo em comum externo, pessoal e externo mesmo. E toda vez que a gente tem a narrativa de sou inimigo do meu inimigo, a gente Vira amigo. E toda vez que a direita fala mal do Lula, todo mundo fala e porque todo mundo é inimigo em comum. E quando o Lula fala mal do Bolsonaro, a esquerda é porque é inimigo em comum. E tem um grupo de ideais e objetivos parecidos. E a diferença da tribo pro líder que o líder tem um
plano para derrotar o inimigo ou para conquistar a causa, para vencer a dor da incoletividade da tribo. E quem faz parte da tribo não tem um plano, mas Gostaria de fazer. E quando o líder apresenta o plano e ele vive o plano, ele é o exemplo perfeito para guiar as pessoas e conquista a responsabilidade e conquista o respeito das pessoas. O Denner é o líder que tem um plano chamado V4, que faz o cara da tribo, que é o dono da franquia, acessar esse veículo e confiar nele, porque o cara queria conquistar independência financeira, mas
não sabia o como. E quem tinha o como, que é o plano é o Denner. E é como é a minha franquia. Compra que você vai realizar seu sonho e eu vou te junto com você nessa batalha. Eu sou seu líder, eu te guo, eu te dou o plano e a gente implementa ele junto, que é AV4. [ __ ] falando assim, parece genial. É, não, [ __ ] Dan, você é um gênero, hein, cara. É, mas é isso. Isso é, isso é um movimento. E qual que é a grande sacada do movimento que a
top um é você parar de Falar com o cérebro, com o público ou com a persona, são coisas distintas, mas a galera confunde. Público al persona, e começar a falar com a alma das pessoas. Aí você, se você tiver uma linguagem aumática, seu movimento pega mais. Aumática, o que tu quer dizer com aumática, cara? Tipo assim, se a gente vê ali agora um adulto espancando a criança na nossa frente ou no celular, tiver um iraquiano, um iariano, um Argentino, um brasileiro, um alemão, todo mundo vai olhar e ficar irado e vai ficar com sentimento de
justiça, vai querer pegar esse adulto e quebrar ele no pau. Como é que ele tá espancando a criança? Legal. Independente da cultura vai funcionar. Independente, dependendo do idioma vai funcionar. Tipo música, né? Música faz as pessoas chorarem. Legal. E o brasileiro às vezes chora com a música que é em inglês que o cara nem entende o que tá sendo falado. Legal. tá Falando com o cérebro dele, tá falando com a alma dele. Aquela melodia futebol futebol faz isso. M cultura pop el você pode ver um vídeo, um um jogo do mestre e falar is como
que a gente faz isso através da linguagem? Como que tu vai fazer isso na love, que é uma empresa como que a gente fala isso através da linguagem. A gente faz isso através da linguagem tocando nas pautas e nos assuntos que mexem com a alma da pessoa e não com o cérebro da pessoa. Como que Tu vai fazer isso na love? Você pros funcionários ou não pra marca? Pra marca. É, eu não acho que pra marca, acho que pros vendedores que são os executivos, dá para fazer com batalhão azul. Qual a marca pro público final?
Acho difícil fazer. Eu não sei a marca que fez. Entra mais no branding, talvez do que no É, acho que tá mais pro personal brand do que pro company branding. Eu acho que tem como fazer, mas desafiador, mais desafiador e tal, a Gente faz em níveis menores, proporções menores. Eu tô querendo achar um case assim que as pessoas tem como fazer para marca, mas deixa eu falar. Calma aí. A Harley Davidon faz isso muito bem, que a galera chega a tatuar Harley Davidon que ele cria tribos. Tem causa, tem líder, tem tribo, tem manifesto que
é exposição de crenças e valores. Tem para marca, para companhia é mais difícil de fazer, mas é fazível. É fazível. É, sou mentor para pessoas Ali, já fiz com alguns players em proporções menores, faço comigo, tem que desenvolver mais mecanismo para fazer isso melhor ainda. Mas pra marca não tem nenhum case ainda, não. Que tu fez? É, estamos em processo aí. Da hora. Tá processo, mas tá ficando mais comum agora essas marcas com propósito nos Estados Unidos. É. E lá nos Estados Unidos tem essa coisa do tipo assim, o café da direita, entendeu? Que o
cara vai lá, é o bullet cof, que é uma arma e Cara os Estados Unidos tá indo pra esquerda, não sei o quê, vamos tomar café para melhorar isso aqui. Aí os caras amam o café porque é café, mas é o café da direita, entendeu? Que vai pegar uma percentagem desse resultado e vai poder alguma ação. É, o melhor case recente que a gente viu foi o da Liquid Def, a marca de água. Já viu esse? Mas eu acho que de movimento ou tipo, cara, tem um case muito bom aqui no Brasil, que é o
Brasil paralelo, pô. É, mas é Que ele é não, mas não, mas aí que tá. Falei para você, tem as pautas que são que pega a alma das pessoas. Acabei de falar direita, esquerda, esse exemplo. Política é algo que dá muita briga, muita confusão. É é defesa de ideais, de princípios, de valores, de comportamento, de representatividade. Aí você pega para seguro, mano. É difícil, entendeu? Porque falando assim, não sei se dá para fazer para seguro. Acho que dá. Só se Tiver um inimigo muito claro, tipo assim, cara, tipo no bank fez com o banco, eu
acho, um pouco a XP fez is ninguém tatuou. No bem que tatuou não, não. Eu acho que deve ter algum maluco, mas assim, a XP, por exemplo, tá entendendo assim, é, dá para fazer, é, aí você perguntou do cas da L. É muito mais difícil que compras paralelo. Não, mas sou assinante só fal. Mas a XP, quando eu tava na XP, a XP tinha uma parada, mas é mais fácil que de bater no Banco, tipo assim, cara, a gente odeia o banco, gerente do banco tá te enganando. O gerente do banco, óbvio, o inimigo comum
sempre vai te falar. Eu acho que a Love tem um um problema e uma e um e um ponto positivo e negativo no negócio de seguros, que é o mercado é muito grande, todo mundo pode ser cliente e isso é isso é top e ao mesmo tempo ele é o o dificultador, porque toda vez que ele tomar a decisão de qual causa ele vai defender, ele tá excluindo um público e Tem essa decisão de quem tu vai excluir, quem você não vai servir é mais complexo te tomar num negócio desse tipo. É, exatamente. Concordo. Semão
racional, faz muito sentido. Então, a contexto é rei de novo. A gente ficar na prista do contexto é rei. Deixa eu só abrir ela pro público. Uhum. Você que tá escutando a gente aqui, não é porque eu tô aqui como convidado que você fala: "Pô, o cara é [ __ ] Tudo que ele tá falando eu tenho que fazer. Não seja burro. Não Faça isso. Qualquer cara que você não tá aqui, você não tem que seguir o que ele tá falando. Não, cara, eu acho, é muita imaturidade dos alunos e dos mentorados. É porque ele
é meu mentor. Vou seguir tudo que ele tá falando. Todo cara que tá na posição de fala, ele tá falando aqui, esse podcast, sei lá, qual que é a média de views aqui dos podcast, 10.000 igual seu deve dar 25, 30 no YouTube, né? É, vai lá, 30.000 views. Não tem como. O meu conselho ele tá certo para 30.000 pessoas. E não é porque eu sou do mal, porque eu sou ruim. É porque são 30.000 contextos diferentes. Então eu posso estar com dois empresários na minha frente. Um tá endividado, outro tá indo bem. Eu posso
dar dois conselhos diferente. É, cara, tá endividado, dá um size, demite os funcionários, renegocia o aluguel, vamos reerguer, foca em vendas. Outro que tá indo bem, tá vendendo máscara na pandemia. Irmão, pega empréstimo do Bradesco, dobra conta Fabril, compra matériapra. Conselho bom é conselho personalizado de acordo com o contexto do aconselhado. E toda vez que você tá numa sala tem 300, o cara tá falando da experiência dele, da ótica dele e tem 300 contextos diferentes. Então tenha discernimento contigo para poder ruminar o que alguém falou, pensar, faz sentido o que ele tá falando para mim?
Beleza, para ele funciona, mas para mim funciona no meu contexto, da minha realidade, das minhas Premissas, que isso é ser chefe de cozinha ter esse raciocínio lógico, entendeu? Então, no contexto da loja, acho mais difícil que um contexto do Brasil paralelo, mas é fazível para dentro dos vendedores que é o marketing. É, é bem forte. E o, você não saiba e a audiência é que a causa original da V4 quando eu fiz era o marketing de performance, que isso era uma causa a ser defendido. Todo mundo fazia marketing como arte e não marketing como Performance
no universo das agências, né, que não era uma causa que eu criei, foi uma causa que um outro líder criou que é o Sérgio Zima, que foi quem deu o nome, né? meu nome V4 vem desse cara que escreveu um livro que eu li. Eu falei: "Cara, vou causa desse cara que é o marketing de performance, escreveu um livro que chamava o fim do marketing como nós conhecemos. E eu botei ele como líder e toda minha palestra eu falo dele. Eu sou meio que um uma testemunha Do cara. Tô levando a a mensagem desse cara
e criando essa tribo. Galera, a gente precisa levar market para as empresas, tem essa oportunidade. Esse cara falou, pá, há uns dois anos atrás, a gente trouxe ele pro nosso evento, que ele foi diretor de mágica global da Coca-Cola, manicano. Legal. E ele, eu falei, eu falei, ele é o Papa, tipo, ninguém conhece. só dentro da nossa tribo, porque ele era o líder, entendeu? Paguei $5.000 pro cara vir aqui, o cara Com 80 e poucos anos, maior trampo, porque ele era esse líder da trib, é um cara que eu já fiz pensando para eu acredito
100% em tudo que tu disse. Eu, cara, como é que eu consigo fazer isso que não seja eu? Porque às vezes eu eu tinha medo de fazer um negócio muito centrado em mim, apesar de ser um ser semi inevitável. Ã, mas a gente tenta reduzir a D. Acho que a gente conseguiu mandar bem nisso. É, eu acho que não tem vendo de Fora. É, não tem a D, se o Daniel morreu, tem internamente tem. É, tem para pro endomarket, como fal pro Endomarket tem muito. É tipo assim, o Denner sempre tem umas coisas que, por
exemplo, a gente vai ver lá o evento que vai passar aí no final é tipo o Denner assim. Eu falei galera, vamos botar o Denner mais quatro sócios porque senão fica tipo sempre isso é legal. É, é, é tipo, vamos lá. É o Adibe que eu curto não tem Amizade não. Já até conheci pessoalmente uma vez, mas dois minutos de conversa. Olhando de fora, você me depende nada dele, cara. Mas eu sei que o endomart ele é forte, que ele faz as lives de venda. Também, mas ele pode centralizar isso para outra pessoa. Uhum. O
fundador da Love, que é meu sócio, Kesd, ele é o presidente, mas quem dá as aulas de venda e treina é o cofundador, que é o Willian Naur que manda bem para caramba. Então não depende mais do dono já do do Fundador principal, ele já descentralizou isso, entendeu? E você pode fazer essas coisas também nos eventos, cada vez mais. Sim, super. Eu sou o último a falar nos eventos, não sou o primeiro. É, se a sua empresa fatura mais de 100.000 por mês você precisa de ajuda para superar esse teto de faturamento, eu tenho um
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mercado de seguro, é mercado financeiro, é muito fácil fazer IPO comparativamente com serviço. BRCA realade. A gente vai est junto na B3, né? Vai piobo, velho. É piobo. É. É. Que que tem várias corretoras de seguro que nem são seguras, corretoras de seguro que tem capital aberto. Várias. Pô, qual que é a Tua visão? Tu falou que queria fazer um negócio de bilhão, tu tá lá com meio como CMO. Qual que é a tua ambição com esse projeto? Minha ambição tá, vamos lá. Ou a gente faz IPO ou em algum determinado momento do ou fica
de vaca leiteira. Mas como que tu tá revolucionando o go to marketing, a tua estratégi de marketing numa seguradora que é um business que tem 1 bilhão de concorrente com puto orçamento? É, não tem muito concorrente, Pelo contrário, os concorrentes são poucos porque é o mercado regulado, tão poucas. São poucos e muito poderosas. É que ela é uma seguradora, ela não é a corretora, né? Exato. Verdade. É. Então são poucas as empresas que tem a licença da SUSEP. Uhum. Eh, deve ser bem 50, algo assim. Bem pouco mesmo. É. E relevante mesmo. Tem um 67.
Relevante. Relevante segurador. É 67. É. Porto Seguro, Mavre. Exato. Então não tem muito concorrente assim, mas é um Mercado que tem grandes empresas há 50 anos, h, é bem difícil entrar, tá? Esse é o primeiro ponto. Vocês estão mando pau para [ __ ] né? Os caras estão em cima de vocês, né? Tomando pau, perseguição e trinheira. Eh, outro pronto que a gente fez, que que a gente fez lá? Lá, eu não sou o gênio da parada, que é o gênio da parada é o C de Will. São os dois fundadores que desenharam o produto.
E aí a gente já trocou muita ideia disso, Né, de cara ser bom de produto para ter empresa bilionária. Uhum. Então os caras fizeram um produto animal. Uma deficiência do mercado é sistema de gestão, software e a Love tem um sistema, tipo, antes de eu entrar na empresa, meu só tinha gastado R$ 22 milhões deais programando a empresa. O todo back, todo back, 84.000 horas de programação. Top que ele gastou para programar a empresa inteira, tá? É só com o engenheiro senior. Então a empresa Tá muito profunda. No MVP ele fez uma venda, em um
dia ele vendeu 1000 contratos, [ __ ] Aí ele parou a empresa, ficou qu três três 2 anos e meio, 3 anos programando, [ __ ] E depois deu go to marketing. Uhum. Que foi quando onde a gente entrou, né? Eu sou um sócio, é estratégico, smart money, para poder fazer o marketing da Aí o primeiro ponto de alavancagem, a ideia foi minha na reunião e tal. Deus me abençoou ali, nem tinha preparado Nada, foi surgiu. E depois quantos vendedores colocou no esquema? Primeiro 40.000. Mas no teu mercado não, o cara não tem lógico não
tem que ser corretor. É, e tem uma portaria da lei há muitos anos que muita gente usa que o cara pode ser um agente de vendas, entendeu? Aí ele tem uma corretora vinculada e ele é um gerente, um gerente de vendas. Exato. Exato. É normal. Muita, muita gente tem, muita gente faz isso. Aí essa ideia foi o primeiro ponto de alavanca e o segundo Ponto de alavanca é venda digital. E aí que tá o diferencial? A gente tem sistema. Muita gente poderia ser grande, mas não consegue porque não tem sistema para gerir. Então o produto
é bom e tem uma facilidade gigantesca pro cliente que é tipo seguro, mano. Você vai fazer uma cotação, é três dias para vir um resultado. Verdade. Dois dias. O cara te faz 80 pergunta, tem cerca elétrica, quem vai dirigir? Onde você mora? Não sei o quê. Aí vistoria o cara tem que ir Lá na sua casa, você tem que tirar o carro da garagem, ele tira foto do chati, do chassi, tira foto do motor, porrada. Nossa, o cara entra no site, responde de três a oito perguntas. Já era. Por que três oito perguntas? Porque só
três, só duas perguntas já daria o resultado, só que a gente põe três. Só que tem teste AB que cinco perguntas vem mais que três, que é tão fácil que o cara fica com medo. Aham. Então ele nem precisava pedir a placa do cliente, mas A gente pede. É só para gerar a confiabilidade que o normal do mercado. É isso, sacou? É, o cara responde três perguntas, em 120 segundos, 100 segundos, ele tem a cotação pronta, 2 minutos no celular. Ele assina o seguro pelo celular, paga no cartão de crédito, igual Netflix, paga mensal. Legal
demais. E aí ele baixou um aplicativo, ele faz a autovistoria tirando foto do celular do do próprio carro com o próprio celular. Uhum. A própria ler as Fotos. Se tiver alguma divergência vai para humano, mas não ler as fotos. C em 5 minutos o seguro tá aprovado. E tu como seguradora pode vender o seguro direto e ganhar toda a margem do corretor intermediário? Pode pode não, você tem que ter uma corretora vinculada que tu pode estar vinculada a seguradora na real, né? Exato. Isso aí é tem um tem um fazer. Tu é seguradora e cor?
Não usa esqueminha não, que é um termo que parece com brasileiro que é coisa Errada. Ah, não. Esquemia que eu digo assim, uma forma de fazer isso legalmente que não faria nenhuma lei. É, a gente tem a a corretora, a distribuidora de seguros Uhum. E tem a seguradora. É um grupo econômico. É tipo o Banco do Brasil. O Banco do Brasil, ele tem a BB Seguridade, que é a seguradora, e tem a agência que é a corretora. É tudo Banco do Brasil. Não, legal demais. Não, eu acho genial e eu vejo que tem muita gente
tem medo de Fazer todo o processo como vocês estão fazendo. É. Aí vamos lá. Por que que os caras não podem fazer? Inclusive, né, que eles têm medo, eles não podem. Uhum. Se a Porto Seguro faz isso, ela quebra. Porque todas as todos os clientes não é da Porto Seguro, os clientes são dos corretores de seguro. E todo ano quando vence o seguro, o corretor vai pro cliente, ó, venceu seu seguro, vamos renovar, vamos. Aí ele fala, deixa eu fazer cotação para você, pô. Esse ano Que tem mais barato é a Mafra, que esse ano
quem tem mais barato é a Toque Marino, não é a Porto. Vamos para Toque Marine. Ah, mas não é igual não. É igual, cara. E por que que o corretor faz isso? Porque ele ganha comissão. Quem tiver pagando mais comissão naquele momento, ele joga o cliente para lá. ganha 20, 30% da mensalidade, corretor tem muito poder porque é ele que vai passar o preço. Quem tem o cliente não é a seguradora, é o corretor de seguros. Então se a seguradora fala agora a gente vai vender sem corretor ou a gente vai fazer dessa forma, ela
vai criar um conflito interno gigantesco. Vai criar um conflito interno gigantesco. Vocês não não tinham isso? A gente começou é a começou direto. Exato. Com todos os corretores que estão entrando estão entrando já sabendo qual que é o esquema. É, todos os executivos de venda que estão entrando já tá sabendo qual corretor direto. É, os corretores podem Entrar, são super bem-vindos, inclusive. maior parte deles tinha preconceito com a gente, nos trataram até mal presencialmente em evento e tudo assim. Já aconteceu isso? É, já aconteceu. Agora tá apaziguando, tão entendendo. A gente tá nome, nome tá
grande e tal, eles são bem-vindos. Queremos ter os corretor de seguretora de seguros. Trabalhei com o corretora de seguros um tempão e cara, eles torciam, eles torcem nariz para tudo que é novo. A época das Associações. É, aí depois vieram as insurtex. É, a gente é insurtec. Exatamente. Então, aí eh o cor, e outro engraçado, o corretor de seguros que mesmo ganhando mais comissão nas nas seguradoras lá tradicionais, se eles vem pra gente que a comissão nossa um pouco menor, eles ganham mais dinheiro. Porque a nossa venda eles fazem em 5 minutos, a outra eles
demoram três dias, então eles conseguem fazer mais volume com a gente, mesmo percentual de comissão sendo sendo Mais baixo. O corretor que dá a oportunidade de conhecer a Lov e vem pra Lov, ele faz mais dinheiro na L do que nas corretoras tradicionais ou nas seguradoras tradicionais, porque ele tem um volume de vendas muito maior. Uhum. E como a gente tem mais tecnologia, a gente não tem um cara da motinha para ir lá tirar foto do sinistro. Nossa operação é mais inxuto. A gente consegue baratear o preço pro cliente. Nossa, o preço é mais competitivo
também, Entendeu? Porrada. Então o produto é muito bom, cara. E não é mérito meu. Cheguei o produto tava pronto, tá? Aham. Esse é o negócio mais piobos que você tem. Esse é meu negócio mais épior. Genialidade do C, do William. Aí eu e o Pablo como sócios chegamos e potencializamos no Grove, que é que é o que o chefe de cozinha aqui faz, entendeu? Aham. E graças a Deus, Deus abençoou que deu essa ideia lá na hora. Puxei da minha mente a gente fez. Por Quê? Eu vendero no tráfego pago, eu tenho um desencontro de
fluxo de caixa. Meu cta. Aham. Mas tem que tava longe. Até minha margem pagar o payback, né? O payback do K meses, 6 meses, 7 meses, 4 meses, 3 meses. Quando é o corretor de seguros ou quando é o nosso executivo de seguros, que é o nosso corretor, o executivo de seguros ou o corretor que ele é muito bem-vindo na nove, tem uma adesão no seguro. Tipo, fui fazer academia agora lá na Ironberg, Fui lá fazer minha matrícula. Aí o cara é 300 mensalidade e 500 a taxa de matrícula. Aí eu tive que pagar a
taxa a taxa matrículo com mais mensalidade. O seguro também tem a taxa de adesão. Só que a adesão a gente a gente repassa adesão 100% executivo de vendas. Ele usa isso para financiar o cque dele e e é ele eu ensino ele a vender sem lead inclusive sem ter que fazer tráfego pago e tal. É outra estratégia de vendas. Então o meu custo é meio que zero. Ele Faz a venda, eu repasso para ele o que ele fez. Eu ganho as mensalidades. Então o meu desencontro de fluxo de caixa é menor com o executivo do
que com tráfego pago. Até prefiro vender com o executivo. E o número mais bonito que tem na Love é a quantidade de famílias que vivem, depende da Lov, que são através do executivos L. Exato. E o tipo batalhão azul, né? É o batalhão azul, tipo ex-professora pública que largou o funcionarismo público, ganhava 3.000 por Mês, agora ganha 15.000 por mês na L. Claro. Exuber, desempregado, extratorista, tem de tudo, mano. É muito massa isso. Tu acredita muito nesse poder de um time de vendas? 100%. Quem não tem, quem não tem time de vendas é neném. Muito,
muito, muito difícil a empresa, né? Cara, velho, tem as empresas que não tem time de vendas, igual Twitter, óbvio. Por isso que contexto é rei. Ah, tem time de vendas. Venda vende publicidade pra empresa. O Google tem um andar de vendedor aqui no no na Faria Lima. Já entrar em contato com a gente de vendas. Tem, tem da meta. Tem a meta para vender. [ __ ] que não tem de pensar. Difícil, velho. Difícil, velho. Porque toda esa grande, sei lá, talvez a sal de Aranco não vai ter o vendedor de fato, mas vai ter
um cara lá que vai se fazer o comercial. É, tem um trer será que não tem uma exceção? Eu acho que uma grande empresa que não tem time de vendas é raro, tá? Eu eu Acho que tem uma empresa que não vai ter time de vendas. Netflix. É, Netflix não tem. Pronto. Então, SAS de baixo ticket não pode ter time de vendas, senbra. É, Openai não tem pro consumidor, mas vai ter pras empresas Enterprise. É isso. Mas Netflix não tem plano Enterprise. Panda não tem time de vendas também. Ah, e aí eu tenho uma outra
dúvida agora. Então aí pode falar então, tipo assim, se importante vendedor, cara, como eu tava dizendo, 99% dos casos sem time de Venda, sem um nem nemum você nem começou seu negócio ainda. Ah, não se que você seja o Netflix. Se for Netflix, você não é possível. Aí tem que ler 1% que é vagabundo. É, o tu levanto o no B não tem vendedor, mas tem 1 bilhão de dólares de fodem. tem vendedor agora porque eles tm os assessores de investimento, né? Então, ah, mas daí eu não investe, não, no bank, né? É, é no
bank. Mas beleza. OK. Eu tenho uma dúvida aqui para você que pode ser a Nossa dúvida aí encaminhando pro final que é a dúvida do thumbnail, que todo mundo viu a thumbnail. Final. Ué, vamos torar o pau aí, pô. Que é cara, por que que você odeia o Pablo Marçal, cara? Não tô brincando, mano. Eu vou deixar esse treinar essa coisa. Não tô brincando. Fin de porco. É lógico. Foc de porco agora. Falando sério, por que que vocês deixaram de ser sócios nos infoprodutos? Não, porque Acho que diferença de visão mesmo, tipo [ __ ]
cada dois meses para política, eu não quero. Ah, isso é uma coisa legal de falar, man. É, é. Acho que pessoal mesmo. Tipo, o cara quer ir para política, ele vai continuar nessa pegada mais pra política e tal. E você tá querendo ir mais pra parada de negócio, ir pro produto e tal. É que eu tô querendo, eu vivo isso, né? Não. Sim, lógico. Mas eu digo, você quer eu não quero misturar ir pra política. Pode ser Que no futuro meu coração mude, minha vontade mude. Pode ser. Atualmente não. Tu é muito bom. Tu tá
sendo muito bom de dizer não, né? É, exatamente. Foca é dizer não, entendeu? Então isso é algo que eu não me sinto paz, velho. Não sinto bem, entendeu? Pode ser que eu mude, pode, beleza, mas hoje não. Esse é o único motivo. E não é que a gente deixou de ser sócio, só não é sócio no infoproduto. Sim, sim. Que é onde é que a galera mais vê a gente, mas tem as Outras empresas. Lo in love, inclusive tem modul. Vocês eram os na PLX também, não eram? Era. Aí cai os infoprutos dele é só
dele, os meus é só meus, dos especialistas é meu e separou. E dos especialistas, óbvio. Então tem imóvel, tem avião, tem helicóptero, tem um monte de coisa, mas só os infoproduto que não e muito causa separada da imagem, tipo de da imagem e da política em si que eu não não me sinto bem, não quero. O também tem essa pegada de não querer Envolver política, po mude, pode, mas eu não quero. Então é a decisão é por isso, entendeu? Tá bom. E aí eu tenho uma pergunta para você que é sobre a PX, que é
um negócio que, pô, para mim eu fui lançador durante boa parte da minha carreira, agora não sou mais, mas assim foi uma coisa que eu gostei muito de fazer. Isso assim foi o BMK, né, cara? Teve, eu lembro antigamente tinha outros grandes lançadores, tinham o Aguiar, tinham o Vinagre e tal, que hoje eles Não fazem tanto lançamento, viraram expert, mas aí tinha a PLX, no momento ali você virou a maior agência de lançamento do Brasil. Como é que tá a operação da PLX hoje com esse tanto de negócio que você tem, esse tanto de parada,
ele toca meio que você tem um CEO lá para tocar essa parada, você que é o estrategista ainda. Eu eu conversei com uma pessoa que foi cliente da PLX uma vez e eu não vou lembrar o nome da pessoa, foi num evento e ela me falou Assim: "Sabe o que é mais legal de trabalhar com o Marcos Paulo?" Falei: "O quê?" Falou: "Ele tem coragem de investir, velho. Ele é o cara que vai lá e fala assim: "Vamos colocar uma mídia, vamos crescer essa parada e tal". E é uma parada que eu sinto que a
maior parte da galera é bunda mole, velho. E você tem coragem de ter a mão pesada para essa parada. Quanto maior risco, maior retorno. Quer história massa de coragem? Quero. Quando fui ser só do Pablo, ó, e eu amo o Pablo. Sou muito grato ao Pablo. Tem coisa que a gente pensa diferente, óbvio, mas até se eu não gostasse dele, jamais eu falaria mal dele. E fica um conselho para todo mundo, que tem gente que fala mal das outras pessoas que já foi bênção na sua vida. Isso é deshonra, cara. E toda vez que você
deshonra alguém que foi bção na sua vida, é como se você jogasse esgoto na fonte. O esgoto recai sobre você. Então, até não é o meu caso, mas até se For o seu caso, nunca fale negativo de alguém que foi bção na sua vida. E a gente é amigo e só um monte de coisa ainda, só nos infrutos que não. E o principal pauta é essa política. História de coragem aqui. Quando eu fui fazer sociedade com Pablo, eh, a gente conversou a primeira vez, ele me deu os acessos que ele tinha lá da da Hotmart
na época, ele tinha vendido bicharia lá. Aí eu peguei, fiz um relatório, um diagnóstico para ele. Aí eu fiquei 30 Dias correndo atrás dele trás para mostrar esse diagnóstico e ele só me dando bolo, dando bolo, dando bolo, chao. Aí um dia que a história que ele conta, corri, pulei na frente do carro dele, consegui a atenção dele e tal, 5: da manhã, aí 7 da noite a gente foi ver o relatório, passamos o dia inteiro junto. Aí quando eu mostrei o relatório, mostrei o que que ele tinha feito. Se eu não me engano, ele
tinha feito 40.000 positivo e tinha 40.000 de boleto e Abandono de carrinho. 41. Eu falei assim, ó, você mais perdeu o dinheiro do que você ganhou. Ele ficou doidinho. Aí eu falei: "Ó, ações para 7 dias, ações para 14 dias, ações para 30 dias, ações para 6 meses". E fui distancionar as ações. Fiz o bloco de ações imediatas, tudo que eu já tinha corrigido. Tipo assim, treinar não tinha CPF no checkout, não tinha lá abandonado. Ele também nem sabia o que tava fazendo. Era, tinha feito, ele Tinha feito dois mini arrastar para cima lá e
tinha vendido 240.000. Acho que era isso na época. Aí eu mostrei tudo para ele. Aí eu lembro que ele levantou assim quando eu teri de mostrar, ele bateu na mesa, ficou em pé, falou assim: "Cara, genial, isso aí, isso é visão de executivo, onde você aprendeu isso? Vamos fazer tudo que você colocou no papel do Google Doc". Aí eu, B, obrigado e tal. Falei: "Cara, é isso que eu enxerguei que a gente tem que fazer de Acordo com diagnóstico, vamos para cima". Aí saiu das casas dele, a primeira coisa que eu fiz foi pegar o
celular e escrevi o que um executivo faz. Não sabia, pô. Tinhado da feira. É quem executa. Aprendi. Uhum. quem tem cargo alto, mais alto. Aí, eh, eu virei para ele, falei: "Vamos fazer tal, quanto você quer?" Aí na época eu falei: "Quero 50%, não, você tá doido, eu vou te dar 10%, 50% não vou dar, é muito". Aí eu Olhei para ele, falei, faz o seguinte, não me dá nada, eu pago todo o custo e te dou todo o lucro. Eu só quero o custo para trás. Ele já sabia que eu tava devendo um dinheiro
da mentoria que eu tinha entrado, que eu nem tinha dinheiro para pagar ela inteira. Todo o lucro é seu, todo o custo é meu. Só quero que devolva o dinheiro do custo para eu poder pagar meu cartão de crédito para você ver que funciona. E depois que você vê que funciona, porque Tanto em você, tanto em mim, tanto no projeto, aí a gente faz meia meio. E ele topou isso era lá em Goiânia, tinha 18.000 seguidor na época começando, coçou a cabeça, coçou a cabeça, coçou a cabeça, ficou uns 20 segundos calado. Falou: "É nenhum
homem para trabalhar para homem de graça. Faz o seguinte, vou te dar 40% e fico com 60 no primeiro." Se eu gostar, a gente renegocia. Eu fechado. Caraca. Aí eu pus dinheiro na frente, tirou do do cartão De crédito. 7001. Gastei meu limite todo. Grandes empreendedores várias vezes com mais com cartão de crédito. E aí é aí voltou 132 nesse primeiro lançamento. Caraca. Aí o que ele mais pirou nem foi o 132 que ele já fazia grana na época. O que ele mais pirou é que na live deu 2.000 pessoas e as lives dele dava
100, 80. Ficou animado. Ficou animado. Aí vamos pro próximo. Aí no próximo 40.000 voltou 1.60. Aí mudamos pro São Paulo e Estourou. Então isso é uma história de coragem. Porrada demais. E que que é a parada de coragem, cara? Sem risco, sem Ferrari, sem risco, sem viagem internacional, sem risco, sem recompensa, sem risco, sem mandar na agenda. Sem risco, sem colocar seu filho no melhor colégio que tem. Tem que ter coragem mesmo, cara. Se você não tiver desenvolver a coragem, não vai. Aí você podia falar: "Pô, mas o Marx é muito corajoso de fazer isso.
Sou eu, não sou. Sou corajoso, porque eu já tava sem ter como pagar as 40.000 metoria que eu tinha entrado, tinha dinheiro, tinha que pagar 4.000 por mês 10 vezes, tinha dinheiro para pagar, mas também não sou, porque o seguinte, eu tive uma experiência antes que eu fiz com a maquiadora, lancei ela várias vezes e eu falei: "Pô, com a maquiadora, que era um ativo, um ingrediente comparado com Pablo de audiência, de venda, que o Pablo sempre Foi daquele jeito de comunicar. Uhum. Ela era um ativo inferior e eu consegui fazer o microrado. Imagina com
esse cara que vende bem. Legal. Então vou lá e vou correr esse risco. O Flávio Augusto fala: "Ah, parece que eu fui muito corajoso". Ele mesmo fala: "Tá no YouTube, parece que eu fui muito corajoso que eu peguei lá o cheque especial". Mas cara, eu já eu já tava acostumado a vender 600 matrículas por mês no lugar que eu era funcionário. Eu fiz as contas, pegando cheque especial, eu tinha que vender só 100 matrículas. Não era tão assustador para mim ter que vender 100 matrículas da minha escola se já tava acostumado a vender 600 por
mês há muito tempo de outra escola. Então era um risco calculado. Para mim também era um risco calculado, porque eu falei, pô, com esse ativo cara Amanda em termos de especialista comparado com Pablo era inferior na época, porque o Pablo é um Dos melhor vendedor que tem, senão o melhor vendedor do Brasil, na minha opinião de fala, né? Eh, nunca vi ninguém argumentar tão bem, debater tão bem contra ele. Fiz isso, imagina que esse cara, então cor risco. E aí volta pro começo do podcast, que é o poder posicional. Quando você tem poder posicional, cara,
quando você desenvolveu capital intelectual, eu desenvolvi com Amanda, aprendi, então eu fiz com ele sabendo que eu tava fazendo. E aí eu até, tipo, esses quatro tipos de ativo, é muito a teoria socialista que eu trouxe para capitalista que era do Bordier, que era eh ele tinha falado essas paradas eh capital intelectual, capital social e capital financeiro. Aí eu peguei e coloquei o quarto capital erótico, que é de um inglês da Catarina Rikman, que é a capacidade de atrair audiência, atrair pessoas terade. Você pode traduzir isso aqui em quatro tipos de Cliente, cara. Vê se
faz sentido aí para você, pra galera da V4, pra galera de lançamento. Faz. Você tem um capital intelectual, esse é o cliente de aprendizado. Ramando não foi o cliente que eu enriqueci, que foi a só de maquiagem, foi o primeiro lançamento que eu fiz, mas foi o que eu aprendi, que eu desvi confiança para peitar o padre e pô o dinheiro na frente. Legal. Então, às vezes você não ganha dinheiro com cliente porque você tem que passar por Ele para você aprender, para você ganhar confiança, para você saber o que você tá fazendo. Legal. Que
agora tipo o Marcel na sua frente para você fechar com ele, você não tem nem coragem. Tipo, um neg, ai quem que é o negro? Eu tô cometi a foto comigo, você não passou pelo aprendizado. Não adianta você ter o bom cliente se você não sabe o que você tá fazendo, você se queima. Inclusive você, ah, eu tenho o Neymar na love lá, mas se a gente d Neymar pra sua empresa, talvez Ele fizer uma arrasta para cima, ele quebra a sua empresa. Você não tem sistema para aguentar. Uhum. Então você tem que passar pelo
cliente de aprendizado, que é o capital intelectual. Aí tem um cliente, aí tem um capital social que é o network, as conexões que você faz, que o cliente que é o cliente de network. Aham. Que é o cara às vezes que te conecta com outro fornecedor, que te conecta com o outro cliente, que o lucro dele não é Interessante, mas as conexões que ele tem, a porta que ele te abre é muito grande. Sim. Sacou? Que é o que? G4 você paga para tá lá. Uhum. É os eventos que você vai. Então tem o cliente
network. Aí tem o capital erótico, que é o quão atrativo você é pro mundo. Tem seu cliente de branding. A gente fez um lançamento lá no passado do negro que foi só para branding na PLX. Eu participei desse lançamento. Então você tava lá p o maior dele na época lá. Foi. Talvez talvez até hoje. Não sei. Mas na época foi. Até hoje não vou. Não sei não. Não. Eu pensei rapidamente. Não sei. Mas é um prendedor que o Pirro que é um dos caras que do info que construiu negócio só ag animal. Top. um cara
que eu gostaria de estar mais próximo, inclusive tem um conhecimento que ele tem agregar muito para mim, curto ele para caramba. Então, esse lançamento que a gente fez em conjunto, pô, foi um cliente de branding, levou o Nome lá em cima da da empresa. E por fim, tem um cliente de lucro, que é o capital financeiro. O [ __ ] do ser humano, do CPF fraco, ou [ __ ] do empresário com CNPJ fraco, só quer o CPF fraco, só quer capital financeiro, quer enriquecer. E o CNPJ fraco, que é o dono imaturo, só que
é o cliente que traz dinheiro. É verdade. Só que ele não trabalhou os outros três tipos de capital, os outros três tipos de cliente. Impossível um cara não ser Rico na pessoa física se ele tiver os outros três tipos de capitais, intelectual, social, erótico. Impossível a empresa não ser rica, ter que ter cliente que dê dinheiro se ela tiver os outros três, ter passado paraos outros três tipos de cliente. Então, se você passa pro cliente intelectual e aprende, você passa pro cliente de network te conecta, você passa pro cliente que te dá brand, você fica
famoso, você tem respeito, impossível você não ter o Cliente para te dar lucro, irmão. A, o negócio que o ser humano que é enriquecer do dia para noite, não precifica esses outros três. A gente fala muito isso na carreira das pessoas que estão eventualmente nos ouvindo, tá fazendo carreira, cara. Não, eu tô lá trabalhando pro pro Marcos na PLX e ele me paga menos que o outro lugar. [ __ ] se eu saísse agora, eu poderia ganhar o dobro do que eu tô ganhando aqui. Poderia fazer meu próprio trampo aqui, Ganhar o dobro. É, só
que, pô, quanto que ele tá acumulando de capital erótico? Quanto que ele tá acumulando de capital intelectual e desse capital social? Isso é difícil de precificar, mas isso eventualmente daqui 3 anos que ele for sair, isso precifica muito rápido, isso vira dinheiro. Então várias pessoas, eu já vi o cara sair aqui da V4 executivo, o cara não, eu vou montar uma construida do não sei o que. Eu falei: "Cara, olha, calma que nem é hora ainda, Cara". Aí o cara vai, mano, desaparece. Tu nunca mais vai ver o cara fazer nada. O Fernando foi um
cara que a gente se conheceu quando ele tava lá naomone, a gente fez uma conexão aleatória mesmo. É c ano depois a gente foi fazer um negócio junto. Legal. Então, pô, se não fosse essa parada talvez a gente não tivesse conhecido. Se ele tivesse ficado lá no Banco do Brasil no Acre, talvez nunca tivesse conhecido o Negro. Não tivesse ido para lá, tivesse ido para Cá. Você veio do Acre? Não é, eu sou de Belo Horizonte, mas eu morei no interior do Acre quando eu tava lá no Banco do Brasil, concursado público. Legal. Tive meu
momento Brasil Telecom também. É, é, então essa parada te deixa corajoso e é e você é digno de teu cliente de de lucro ou teu capital financeiro se você passou pelos pelos outros três? Eu já vi tu falando um negócio que eu queria que tu falasse aqui pra galera que eu eu vi tu falar e eu vivi isso também que tu Teve que destravar novamente novos saltos que tu tava preso, sei lá, tu ouvi tu falando da casa, né? quanto alugou a casa mais cara, qu saiu do AP, quanto comprou o avião. A gente já
trocou uma ideia sobre isso. Ã, o Jander de helicóptero pela primeira vez. O Fernando Jand de helicóptero primeira vez. E eu vejo muita galera que, porque assim, no Brasil tu não precisa de muito para ser o melhor da tua família, tu não precisa de muito para ser o melhor da Tua rua, porque a a até 50 até dos anos 90, 50% do país vivia na miséria. Então a probabilidade de você que tá nos ouvindo e ver tua família viver na miséria ou ter vivido é muito alto. Ou seja, se tu tem se tu ganha 30.000
por mês, tu já é rico para [ __ ] no Brasil. Então tu rapidamente te conforta de novo, cara, tô ganando 30 pau, que que eu vou fazer mais, velho? [ __ ] andar de helicóptero. Não, helicóptero não é para mim, pô. Vou comprar um Avião, [ __ ] avião não é para mim, vou p um relógio, pô, relógio para mim. E eu eu já vi tu falar que talvez o Pablo ter te ajudado esse contexto todo e dá esses essas quebras de mentalidade. Eu vejo isso tanto nesses casos objetivos, mas eu vejo nos negócios.
O cara tá investindo lá 1 milhão de mídia e ele não se enxerga investindo. Dá um exemplo objetivo aí, passa. fazendo um feedback por ele para mim não, né? Não, eu tava desend porque o dele é também. Mas tem Outro caso, ó. O meu gestor de tráfego, ano passado a gente investiu 20 milhões de mídia e ele fez o budget do ano desse ano e ele falou assim: "Ó, esse ano vai vestiir 25 a minha ideia". Falei: "Tá brincando, né, velho? Bota, bota 30, 40, 50." E ele, mano, não, o cara quase passou mal. Jordano,
que nosso sócio. Ã, não tem como. Não tem como. Eu falei: "Cara, olha aqui, ó. A Wix coloca 400 milhões de dólares em market vendas, um comparável de capital aberto. A Local Web coloca 250 milhões em marketing vendas no Brasil. A Hubort bota 100 milhões de dólares de market eh 1 bilhão de dólares de marketing vendas. A a Seus Force coloca 10 bilhões. Quando tu investir 100 milhões, tu ainda vai ser areia no deserto. A gente vai ser areia no deserto. Tu quer ser insignificante ou tu quer no mínimo ser comparável? Eh, e aí ele
começou, a gente fez orçamento de 50 milhões, tá investindo, tá indo tudo bem, mas várias pessoas que estão Nos ouvindo vão viver esses momentos. Eu vivo, né, cada novo ciclo e e eu vi tu comentar isso várias vezes, sei lá, se tu conseguiu criar um frame na tua cabeça para ir destravando esses próximos níveis na tua mente. Cara, acho que eu tenho 50 frames pra mesma pergunta de formas de fazer. De forma de fazer que pode gerar vários aprendizados. Eh, tem uma questão pessoal de apetite, tá? E tem uma questão de Ambiente. E aí vai
as duas coisas e elas se mixam no meio do processo. Vou vou parafrasear o Joj aqui que vem na minha cabeça para poder responder sua pergunta que ele fala de autoperformance e de alta performance. Você já vi explicando a diferença. Auto performance com U é a performance de você com você mesmo e alta performance de com L é de você competindo com o próximo. Então que você falou faz muito sentido que é auto performance com eu fiquei o mais rico da Minha família, não é? A performance com eu fiquei o mais rico dos que eu
conheço, eu já me sinto bem comigo mesmo. E aí como eu não tenho alta performance com ele, com L que é comparado com os outros, em volta de mim, eu sou mais rico. Comigo eu tô bem, que eu tô, eu já tô confortável comigo mesmo. Uhum. Nunca imaginei viver isso aqui. Em volta de mim tem ninguém melhor do que eu. Aí o cara se acomoda tanto na alto e quanto na alta performance com U E com L, que ele tá no pódium, tá no primeiro lugar as duas. Uhum. Mas aí quando esse cara se ingressa
ou tem amigos ou masterms ou mentorispo, é, tá aí um dos das importâncias, ele vai paraa al performance com ele, ele compara com outras pessoas, ele fala: "Cara, esse cara aqui parece que ele é mais bobo que eu, mas tá gastando mais em mídia, ele tá tendo mais resultado. Como que pode?" Aí você começa a ficar instigado. Legal. Aí você cai na alta performance com L e aí você começa a se compara coisas, aí você fala o que você falou, você fez aqui a comparação. Pô, local investe mais que a gente. Se a gente crescer
10 vezes, nós é pequeno. Aí você começa a ficar incomodado, você começa a expandir sua cabeça para isso. Então essa experiência de conviver quem tá com o próximo nível, de quem tem mais experiência, abre sua cabeça e aí você sai daquela arrogância de, pô, eu já sou Top um, não sou, sou ninguém. Então tem espaço para crescer. Is você começa a construir crença com isso, isso começa a mudar seu referencial. Uhum. Quando a pessoa se isola no alto performance com U e quando ela se isola no alto performance com L, ela fica nisso, ela estagna.
Então isso é um ponto de inflexão que pode fazer você crescer. Eh, se colocar em ambientes que tem pessoas que tm mais resultado e que isso vai abrir sua cabeça pra possibilidade. Isso é o paralelo do fato versus crença. Eu até falo que a melhor coisa que meus pais me fizeram foi ter tirado do colégio público e ter colocado no colégio particular. Aí a galera vai achar que é por causa do conteúdo, que é por causa do professor, nada disso. Cal das pessoas. Cal das pessoas. Uhum. Com 15 anos, pela primeira vez, eu pisei no
condomínio fechado. E aí eu conheci um condomínio fechado lá em Goiânia que chama Granville. Quando eu entrei fiquei encantado, as casas não tem muro, que lugar lindo. Você vai condomíni é incrível mesmo. Tô nos Estados Unidos. Isso. Tô nos Estados Unidos. Exatamente. Aí eu conheci a casa do Henrique, a família do Henrique, a casa do cemburu do Henrique. E aí o fato do Henrique, que é a realidade do Henrique se tornou uma crença para mim, que eu quero isso. Como é que faz para mim conseguir isso? Excelente. Entendeu? Então, excelente, Você construir crença, você precisa
de um fato próximo. A galera vê esse podcast, dependendo do povo, fala: "Pô, os caras falando de R$ 30.000 é rico, cara. Acha que R$ 30.000 é muito. Ele acha que R$ 30.000 é muito para ele, porque ele não convive com ninguém que faz R$ 30.000 por dia, por hora, por hora, por minuto. Uhum. Sacou? Então ele tá sem fatos próximos, a crença dele é baixa. Então isso é um é um um framework que vai fazer você evoluir sua crença e Consequentemente se você tá esver disposto a pagar o preço, vai evoluir seu fato. É
um buraco sem fim, né? Aí também tem questão da ambição, do cara querer pagar o preço, então isso vai ajudar a pessoa a crescer cada vez mais. Legal. Então se isolar é um problema muito grande, entendeu? Porrada. Isso muito grande. E outra coisa que acontece, outro framework da mesma resposta, já que vocês gostam de framework, tem uma classe de animal Chamada artrópodes, que são os animais que txoesqueleto, eh, caranguejo, cigarra e os artrópedes, ele tem um esqueleto que é fora do corpo. Quando você pega o gráfico de crescimento do corpo de um artrópede, é um
gráfico que é uma reta crescendo. Aí tem um platô de crescimento que o corpo bate no exesqueleto, ele para de crescer. Uhum. Aí ele se isola do predador, enche o Corpo, infla o corpo, arrebenta o exesqueleto, que é o que a cigarra faz quando ela tá gritando, fica aquela casquinha. Uhum. Tá aí ela volta, cria um exesqueleto maior do que o próprio corpo. É o corpo, ela alimenta e tal, volta a crescer de novo. Então o gráfico é subindo reto, enquanto o corpo não cresce, subindo reto, que que acontece com o empresário? Tá lá, a
gente ganha 5.000 por mês, fatura. Aí você bate, você passa a faturar 50, você bateu um Platô. Nesse momento do patô, você se isola. Nesse momento do patô, você fica com medo. Nesse momento do patô, você não quer correr o risco. Nesse momento é mais do que você sempre imaginou. Se você não cresceu o seu CPF, se você não melhorar os fatos para poder melhorar suas crenças, se você invés de isolar como animal, não romper com esse limite de crença limitante e às vezes até de modelo de negócio limitante, você não é Digno de ir
pro próximo nível do crescimento e romper com o exesqueleto, romper com as crenças, romper com a normalidade, mudar o modelo de negócio que às vezes é necessário. Aham. Ou expandir para vendedor, expandir em mídia, que é o momento que você bateu no seu exesqueleto, você tem que mudar o estilo de você poder crescer. Esse platô de crescimento é dolorido. Uhum. É o é o momento onde é que o predador come o artrópode. Por isso que ele tem que se Isolar para se esconder. O predador é o contrário. A gente tem que ir para quem tá
no próximo nível perguntar que que você fez, qual que é o próximo ponto. Então a troca e no animal chama diesel, que é trocar o exqueleto. Legal. Tropic esses e diesel do empreendedor, ela é duída, saca? Sim. Dolorosa. Eu tô, eu já fiz várias equidizas na minha vida. Agora eu acho que eu tô entrando na próxima no jantar de conto. Legal. Tô querendo fazer um trem ali meio Multilou. Legal. E aí é um momento que mesmo com resultado, mesmo com muito dinheiro, mesmo com muito network, será que é o certo? Será que não é o
tradeof da da decisão? Nessa, nessa nesse dilema. Então assim, dá para quebrar essa esse limite falando experiência performance com out performance com ele, com que diz e aí você tem quear estratégia, não é isso? O mais difícil de tudo é aceitar que você bateu no seu limite mental ou ou identificar isso que Às vezes é inconsciente esse limite mental, entendeu? É inconsciente. É, eu eu claramente tô nesse platô agora. Foi o que a gente foi tentar resolver hoje, né? Inclusive. Exato. Cara, e é crença, vou te dar um exemplo real da minha vida. Toda vez
que minha empresa batia 60 funcionários, 70, o só voltava para não crescer mais. Um o Pablo é [ __ ] É com cabeça, com cérebro, com mente, comportamento. Mano, um dia a gente conversando, ele cara, você tem medo de Crescer e não sei o quê? Falei: "Não tem, cara. Sou corajoso, você sabe, eu que pus o dinheiro na frente, cara. que tinha medo p dinheiro. É aí a gente conversando, conversando, aí não sei como é que a gente chegou na conversa, a gente achou uma crença limitante mesmo. Real, meu pai sempre, meu pai sempre falou
quando passava na porta de uma grande empresa, é, se empresa é grande demais, sei nem como é que comanda isso. Deus me livre ter sem funcionário. Caraca, velho. Na cabeça do meu pai, ter sem funcionário era um problema. É um problema. É muito trabalhoso. Então ele sempre ficou no máximo com um. É sério, com mais com um. Ele se limitou a isso, porque ele acreditou nisso. Inconscientemente, ele repetiu tanto isso na minha cabeça que virou uma verdade para mim. E hoje eu entendo que ter 300 funcionários é mais fácil que ter 15. Com 15 você
conversa com os 15, com 300 você conversa com seis, seade. Então quando eu saquei isso, eu falei: "Pô, agora eu preciso estudar para entender como é que é o organograma da companhia. É 60, 70, 80, que que é um organograma linear? Que que é um organograma matricial? O que que são vídeos de comunicação. Aham. E aí eu rompi isso. Às vezes você tá vivendo isso também, não sei no que que é. Aí você foi lá, aí o que que massa? Vocês foi lá no Elton. Einer do hoje vêu um fato. Aham. Aí o fato dos
caras que tem Prim 200 vendedor lá tocando cinzo, aloprando. É o fato, é a realidade dos cara. Foi a visita que eu fiz no Henrique para você. Daí virou uma crença. Legal. E eu e eu a gente fez o escritório da da V4 lá em Campinas e aí eu fiz uma área da stage porque eu botei cento e poucos lugares para pra stage ter. E o Fernando tinha ter lá 10 pessoas ficar não vão tenho 22 agora. Na época comecei a obra, ele tinha 10, aí eu fiz o espaço para 100. Aí eu falei: "Cara,
tem que encher esses cara, esse espaço aí de vendedor". Falou: "Contrata 30 vendedores foda-se". Falei: "Cara, e ele: "Caralho, [ __ ] não tá louco". Eu falei: "Cara, tem que fazer". Porque na minha cabeça eu ia falar assim: "Cara, eu quero manter a empresa menor ráil e que talvez é uma crença". É quanto custa ter cada vendedor? Ah, 5.000 por mês, um exemplo. É, pô, 30, 150.000. Quanto que custa não ter os 30 vendedor? É 500.000 por mês, 600.000 por mês, 800.000 por mês. Excelente pontos. Excelente pontos. Bom, esse podcast me ajudou, hein? Não, hoje
ele tá todo todo. Eu tenho uma eu tenho uma última pergunta para você antes da gente adiantar. É da Love ou não é outra. Essa aqui eu vou passar. Vai ter a da Love mais que é da L? Eu perguntei. Não, o que que respondi? Eu comecei a falar dos negócios, mas foi para outro. Qual que era da Love? Qual que era a final da a pergunta da Love? Acho que era de foco. Não, vocês perguntaram não. Não, acho que a gente respondeu da da L. Foi. A gente respondeu da love. Perguntei um pouco do
plano. Eu tenho a pergunta para você que é o seguinte. Qual que é o melhor conselho que você recebeu na sua vida? Então, acho que contexto é rei, né, velho? Depende para quê. Bom ponto. É aí, o melhor conselho é contexto rei. É, é um, é um bom, tipo assim, eh, JJ me perguntou no podcast que a gente fez lá Do Iron Man. Que que você acha que você tem de habilidade que é mais, tipo assim, diferencial, especial em relação à outras pessoas? Eu respondi isso, tipo, eu tenho habilidade de olhar contextual, eu vejo que
as outras pessoas não têm. Ah, isso é muito bom mesmo. Você não fica generalizando as paradas, não. Você é [ __ ] Eu não fico generalizando as paradas e eu gosto que entender o contexto e brincar com os ingredientes para aquela temperatura, Para aquele público. Entendeu? Que criar estratégia. Acho que isso é um pensamento estratégico, entendeu? Legal. É, é o, não sei isso não, ninguém me falou isso, tipo assim, alguém me falou, mas não, não lembro desse dia se alguém me falou é o contexto, eu comecei a falar porque porque teste é rei no marketing,
fal contexto é rei na vida. Propei disso, mas não sei qual foi esse conselho. Talvez esse é o melhor conselho que você pode dar. Então, pode Ser um dos melhores conselhos que eu posso dar, entendeu? Mais aplicável na maior parte das pessoas. Agora, qual o melhor conselho, cara? Aí vai depender. Se você for deixar entrar no âmbito espiritual, sempre vai ser que a vida é um ensaio, o que importa é a eternidade, porque eu acredito nisso, tá? Aí você tá vendo minha cabeça é muito aí eu vou falar para você agora. Contexto é rei. Contexto
é rei demais. Eu acho que isso é um um um bom conselho aí. Demorou, mas Valeu, hein? Valeu. Vai ser o mais longo episódio do Runter. É o episódio mais longo do High Hunters da história do Hunter. Vocês são vocês são ejaculação precoce aqui, hein? Tudo curtinho. Vocês estão igual vocês estão [ __ ] duas horas, cara. Duas horas, cara. Os podcast vocês é igual co de porco, curtinho. Mas esse aqui ficou, esse aqui ficou maior aqui que eu gravei contigo, pô. Coinho de porco é curtinho. Vamos ver se eu se eu bati esse recorde.
É um prazer estar aqui com vocês. Eu gosto muito da do da linha da linha de raciocínio do do Denner. Foi nada. A gente não conversou tanto profundamente igual conversei com ele, mas gosto muito dele de raciocínio. Sempre é bom o papo. Você para quem vive embaixo de uma pedra e não te conhece ainda aqui no embaixo de uma pedra. Quem vive embaixo de uma pedra e não te conhece. Ganha contigo. Eu e você ganha. Como é que a pessoal te encontra no Instagram? Meu Instagram é @eu Marcos Paulo. Se você quiser aprender mais sobre
estratégia de marketing, né? Você tu imersão ainda, cara? É uma coisa que eu vou te falar no jantar. Mas vou fazer a última do mapa LX aí do BML. Não sei se vai ser tempo do cara aí vai. Eu já mandei lá o nosso semol. É, esse é outro. Você mandou no BML que é bem. Ah, BML. BML BML vai manter. Tô pensando. Então se tiver aí eu indico. Marcos é brabo. Muito bom. Tô pensando que eu Quero acho que eu quero jogar. E apesar dele ter essa cara de 38 anos, 42, ele tem só
27. Cara, você é fã ou você é hater? Eu falei: "É hater". Acabou comigo, cara. Total, velho. É isso, galera. Se você tá vendo no YouTube, não se esquece de curtir, comentar nesse episódio. Lembra que os comentários ajudam a gente a distribuir esse conteúdo quando você curte. É o pagamento que você tem aqui para ver o Roy Hunter. Se vou tá ouvindo no Spotify Cinco estrelas. Lembrando que se tiver quantos comentários? Esse aqui tem que ter muito comentário pra gente soltar o resumo. 428. Não, canu também, né, velho? Vamos fazer 120 comentários únicos. A gente
vai liberar o resumo de todos os frameworks. A gente vai pedir pra nossa super IA, legal, fazer um framework e nós vamos soltar esse framework lá no Instagram. Mensagem final, boa. Mensagem final é o seguinte, cara. É vive em harmonia. A gente que é Empreendedor, às vezes a gente fica ansioso, a gente perde a paz, às vezes você tá querendo começar a empreender, você vai seguir o conselho de outras pessoas que você respeita ou que você tem medo e tem aprovação social. E a grande parada é vive harmonia. Que que é harmonia? Eu não acredito
em vida equilibrada e não sou muito fã desse desse termo. Equilíbrio na física é força resultante igual a zero. Essa água tá em equilíbrio, ela tá parada, porque A força resultante sobre ela é zero. E quando a gente fala, ah, você tem que estar a vida equilibrada, é muito aquele contexto de você tem que trabalhar das 8 às 18, você tem que fogar sábado e domingo, você tem que ingerir 2.000 calorias. Eu não acredito em performance em equilíbrio. Não existe performance em equilíbrio. Estudante de medicina é 400 por vaga. Então, se ele estudar em equilíbrio
igual todo mundo, ele não passa. O Iron Man, ele gasta 4.000 Calorias num dia treinando. Se ele comer 2.000 caloria, a conta não fecha. Então, sou mais você viver em harmonia do que você viver em equilíbrio. Quando eu fiz a proposta lá pro Pablo, aproveitando esse podcast de pô dinheiro na frente, na minha vida e na minha cabeça deu muito medo na mão. Passava nem sinal Wi-Fi. Morrend de medo de errado. Só que eu tava em paz. Que que é paz? Paz é presença de convicção. Paz não é ausência de conflito. Que que é viver
harmonia em vez de viver em equilíbrio? Harmonia é quando se alinha sua fala com o desejo do seu coração e com suas atitudes. Quando eu me dividei para entrar no marketing, assumi eu não tinha dinheiro para poder pagar e abandonei o que era certo, que era imobiliária, era um caos financeiro para mim, era doído para mim, era desconfortável para mim. Só que eu tava em harmonia, porque eu tava fazendo o que eu queria, que era o meu desejo, meu coração. Eu tava fazendo, era as minhas atitudes, estava alinhada com a minha fala. Se eu tivesse
sendo médico ganhando 100.000, eu não ia estar em paz, mas o olhar da sociedade tá em equilíbrio. Quando um cara que eu não concordo, tá terrorista vai lá e joga o avião na Torre Gêmeas e ele suicida, mata um monte de gente, eu não Concordo. Cara, esse cara tá fazendo isso em harmonia. Ele tá fazendo, ele tá seguindo a convicção dele, ele tá morrendo em paz. Cara, isso é loucura. Quando o soldado norte-americano sai para defender o país para uma guerra, para matar a gente ou para ser morto, ele tá fazendo isso em paz. Por
mais que ele tá indo por conflito, pouco confronto. Então você que é empreendedor, para você viver em paz, não é você fugir do caos. Paz não é Ausência de caos. Paz é presença de convicção. E para você ser convicto, você não tem que seguir a manada. Você tem que viver em harmonia, alinhar o desejo do seu coração com as suas atitudes, com a sua fala. Por mais ter tudo errado, tá tudo pegando fogo, por mais você tá endividado, o banco tá, o salto tá vermelho. Se você tá alinhado nessas três coisas, tá harmônico, você dorme
em paz, tranquilo, no travesseiro. Top demais, porrada. E com essa senhora, Nossa, tá maluco, sabedoria aqui. Salomão moderno. Muito bom. E com essa terminamos o nosso Roy Hunters. Vejo vocês no próximo episódio. Pos [Música]