e aí tá dando prosseguimento aos exemplos práticos de aplicação da nr 3 então nós vamos considerar seguinte situação num canteiro de obras situação encontrada realização de concretagem de laje com pontas de vergalhões desprotegidos então vocês estão vendo aqui né a situação encontrada através das fotos e foram trazidas para ilustrar o exemplo o risco constatados queda sobre as pontas dos vergalhões podendo causar lesões graves e mortes aqui também o colega já entregou qual é a consequência né descrição do caso né mas isso é assim mesmo né a gente já vai logo pensando qual é a consequência
então consequência do risco atual 1 hora que você vera ea probabilidade é por não existir nenhuma medida provável né então consequência morte severa probabilidade provável partimos para a situação objetivo qual seria a medida nesse caso proteger as pontas dos vergalhões desprotegidos nos termos do item 18.8 da nr18 aqui nós podemos pensar então como sempre né primeiro a consequência depois a probabilidade nesse caso com essa medida e são da ponta do vergalhão eu consigo de alguma maneira mitigar a consequência nós consideramos que sim porque veja bem com a proteção da ponta do vergalhão você não vai
impedir que o trabalhador caia sobre o vergalhão mas você vai mitigar vai reduzir a consequência dessa desse evento né desse risco ou seja você vai partir vai reduzir de uma morte se vera para uma significativa o leve vai depender do colega avaliar no nosso caso nós vamos avaliar como significativa por quê porque ele ainda poder ar ter algum machucado né pela queda em cima do vergalhão protegido mas nós acreditamos que a consequência foi reduzida e por outro lado a probabilidade com a medida que o é um reduzir a probabilidade de ocorrência desse evento desse risco
não porque porque o trabalhador vai continuar caindo o risco é de queda nos vergalhões né e aí nesse caso o evento né é de queda sobre os vergalhões o evento vai poder continuar ocorrendo mas os vergalhões estarão protegidos então nesse exemplo e foi trazido justamente para não dar um exemplo diferente do que costumeiramente a gente verifica né normalmente a gente sempre verifica a redução da probabilidade e mantendo a consequência na situação objetivo nesse exemplo então nós teremos uma situação diferente com a proteção dos vergalhões nós reduzimos a consequência para significativa e trabalhamos então e com
a manutenção da probabilidade em provável o evento deve continuar ocorrendo mais reduzimos as suas consequências aplicando a nossa matriz a tabela 3.3 que a tabela de excesso de risco individual pela classificação que nós fizemos então no risco atual é risco de lesão ser vera ou morte provável com o risco de referência significar um sequência reduzida para significativa e ainda provável nós vamos assistir então um excesso de risco substancial portanto consideradas as circunstâncias do caso específico deve o auditor fiscal do trabalho caracterizar o grave e iminente risco nesses casos tá bom nós concluímos os exemplos que
temos para dar e gostaria de trazer alguns conteúdos aqui em acréscimo para tentar resumir um pouco das questões que foram repassados nos exemplos aqui e para aqui também ajuda a orientar o colega na hora de fazer essas classificações né veja a classificação do risco atual é sempre mais fácil porque aquilo que nós estávamos acostumados a fazer né e a classificação do risco de referência que é uma novidade para nós ir embora a gente já já colocássemos as medidas já sabemos o que a gnr vezes em termos de medida de prevenção nós nunca tínhamos parado para
fazer uma avaliação sobre que nível de risco restaria após adoção dessas medidas e é isso que o método um de nós agora então como é uma novidade nesse início de aplicação da norma nr13 nós vamos ter essa dificuldade mas eu não tenho dúvidas que depois os colegas todos nós vamos ficar craques né também na avaliação do risco de referência então como orientação geral a gente traz esse slide aqui para mostrar para vocês vejam a nossa classificação de probabilidade ela tem a ver diretamente com as medidas de prevenção implantadas no local de trabalho né e também
em relação a consequência de referência também diretamente com essas medidas que deverão ser implementadas né então nós trouxemos slides para mostrar tentar facilitar essa classificação pelo colega como uma orientação geral nada substitui a sua avaliação como auditor fiscal do trabalho mas aqui é uma bom então veja um desse lado aqui nós trouxemos desse lado da tabela a hierarquia das medidas de prevenção conforme prevista na nr10 e a também estava na nr-9 agora vai estar definitivamente nenhum com um novo gerenciamento de riscos ocupacionais que está para ser publicado né então nós temos aí pelo menos três
níveis né de medidas de prevenção primeiro eliminação dos fatores de risco segundo a minimização e controle dos fatores de risco e por último né e subsidiariamente digamos assim né medidas de proteção individual na então essa era aqui das medidas de prevenção qual a sua relação com avaliação de risco de referência então essa nossa orientação para facilitar sua avaliação quando nós tivermos o caso de uma medida que você for prever aí a ação dos fatores de risco então por exemplo você conseguiu substituir o produto né havia um produto com benzeno e você vai utilizar outros em
benzeno você conseguiu mudar totalmente atividade ou trabalhador não vai mais participar daquela atividade que oferecia risco então vejam em regra em regra a eliminação dos fatores de risco vai alterar a consequência vai alterar a probabilidade tá então isso é uma orientação para vocês quanto ao minimização e controle dos fatores de risco qual a orientação quando você tiver quando você prever medidas de proteção coletiva adoção de medidas de proteção coletiva é em regra tá em geral essa previsão não vai alterar a consequência então a consequência vai permanecer a mesma em regra se existir alguma exceção outra
né mas é uma orientação em geral ela não altera e a probabilidade com adoção de medidas de proteção coletiva em geral né reduz para rara tá em geral vai se reduzir para rara que é uma medida mais efetiva então vai reduzir a probabilidade de ocorrência desse evento e com a outra medida para minimização e controle dos fatores de risco né adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho tão nesse caso em regra não altera a consequência tá então não não tem essa capacidade de alterar consequência mas pode reduzir a probabilidade até remota tão vejam
essa diferença quando você prever medidas de proteção coletiva você pode reduzir a probabilidade até rara mas quando ficarmos na dependência de medidas administrativas e procedimentais de controle sou de organização do trabalho nós podemos então reduzir até remota nesse caso da isso é uma orientação geral da orientação ah e por fim a em relação à as medidas de proteção individual então aqui tem uma enorme casca de banana né que é como eu tava falando antes a respeito dos equipamentos de proteção individual como a utilização de linha de vida com cinto de segurança e absorvedor de energia
né aonde você poderá ter então a redução da consequência muita atenção né em relação a isso dependendo da situação dependendo do ipi que vai ser utilizado volta enfatizar no caso de captura de queda ele pode reduzir a consequência né a gravidade dessa consequência e na nossa orientação a utilização de epi sendo ou como medida principal o que não deveria ocorrer ou de forma complementar eles somente pode reduzir a probabilidade até remota ele não consegue na nossa avaliação reduzir a probabilidade para rara porque porque ele está sujeito a muitos desvios desvios no uso desvios no controle
desse uso então nós não teremos aqui a possibilidade de redução da probabilidade para rara o fbi pode reduzir somente a fé remota então e aí claro cada caso deve ser avaliado nada substitui a avaliação do colega auditor fiscal do trabalho que vai ter que verificar essas questões você tem que pensar essas questões na hora de fazer o seu relatório técnico né de embargo interdição então fica aí com orientação tá como orientação geral e para vocês no intuito de facilitar essa classificação certo agora uma questão que apareceu bastante nos nossos exemplos e numa tentativa de consolidar
esse entendimento por parte dos colegas tá a em toda a avaliação do risco análise de risco né nós temos hoje inúmeras ferramentas enumeras metodologias para fazer uma análise de risco né e aqui nós trouxemos um exemplo e vamos apresentar uma adaptação para vocês de uma metodologia muito conhecida nossa porque é muito utilizada por vários colegas nas análises de acidentes né que é esse diagrama gravata borboleta né o baltar e aí e aí nós estamos essa imagem vem da abnt da 31000 fala sobre gestão de riscos técnicas para o processo de avaliação de riscos é uma
das técnicas lá prevista em mais de 20 técnicas previstas então é se diagrama gravata borboleta ele é uma simplificação que se utiliza da do método também da análise de falhas né e da análise de árvore de falhas e darwin de eventos árvore de falhas está colocado desse lado aqui do evento então nós temos o evento aqui no centro né e antes do evento ocorrer né nós temos as fontes de risco né conforme a gente trabalha os fatores de risco aí mas em mim ir a situações e nesse diagrama né nessa técnica de avaliação se trabalho
então com a identificação de causas né para ocorrência desse evento né que levam a ocorrência bom e todos os controles que são adotados né como se fossem barreiras né é muito comum na área de acidentes nós analisarmos que barreiras existem né ou que não foram adotadas né que contribuíram para que naquelas causas para a ocorrência do evento então vejam as barreiras adotadas em relação às causas são chamadas de controles de prevenção né para evitar que o evento ocorra e do lado direito desse diagrama nós vamos tentam vindo da análise de árvore de falhas né as
consequências então se o evento ocorrer nós teremos várias consequências né essas esse as análises nunca é simples né você poderá ter uma causa poderá ter várias e várias consequências e também poderá ter alguma causa é uma consequência diretamente ou não né para as causas e várias consequências estão sempre tem que se analisar a situação concreta mas o que eu gostaria de chamar atenção de vocês aqui do lado da consequência após a ocorrência do evento nós teremos então o que essa técnica chama de controles de atenuação e recuperação ou seja seria possível instalar aqui controles barreiras
para que essas consequências fossem mitigados né para que fossem atenuadas e recuperadas vamos levar essa lógica dessa técnica para o nosso método de avaliação fazendo uma adaptação desse diagrama para que a gente possa compreender melhor análise do risco de referência então qual é o raciocínio qual é a lógica que nós tentamos passar para vocês nessa avaliação e que tem a ver com aquele resumo que nós passamos o interior mente para vocês estão na análise do risco de referência como você vai proceder você tem um risco que é a possibilidade desse evento ocorrer né desse evento
o risco de queda por exemplo né então o risco de queda pode ocorrer você vai analisar primeiro a consequência qual a consequência que vai ocorrer né a consequência é de morte vamos considerar a consciência de morte nesse caso né então vejam eu analisei na situação atual risco de queda pode levar à morte quando eu for analisar o risco de referência eu vou dentro dessa lógica pensar se o evento ocorrer a consequência vai ser a morte né ou lesões sérias né vejam nas medidas que eu solicitei o empregador existe alguma medida que vai levar a atenuação
o e recuperação dessas consequências tão vejam se eu não tiver nenhuma medida que diminua a gravidade dessa consequência eu vou considerar a consequência do risco de referência a mesma do risco atual por quê porque eu não trabalhei desse lado do evento eu não consegui adotar medidas de atenuação e recuperação eu não previa essas medidas na minha situação objetivo por outro lado o que é mais comum de ocorrer é nós tratarmos desse lado do diagrama que é probabilidade né então na probabilidade de ocorrência desse evento se eu conseguir adotar então uma medida de proteção coletiva como
a instalação de um guarda-corpo eu estou trabalhando com a uma barreira de minimização e com e da probabilidade eu estou reduzindo a probabilidade que se o evento ocorra mais veja se o evento ocorrer eu não previnem uma medida de atenuação então a consequência vai ser a mesma essa é a lógica que está colocada salvo as exceções que exceções esses são onde eu consiga ter alguma medida que vai trabalhar o lado das consequências fator de consequência e por fim vocês estão vendo aqui embaixo também foi trabalhar em algumas vezes em ambos com vocês quando eu tiver
medidas de eliminação do risco ou seja eu vou eliminar o evento o evento não vai mais ocorrer então eu não tenho sentido falar em consequência e probabilidade ou seja de outra maneira dentro da lógica do nosso método da nossa forma de pensar dentro da nr 31 é reduzido drasticamente tanto a consequência contra a probabilidade do evento ocorrer do evento que foi considerado tão isso com as medidas de eliminação do risco então assim esperamos trazer o também uma orientação a respeito dessas questões e consolidar essa lógica né que está dentro da avaliação principalmente em relação ao
risco de referência nós temos que pensar um pouco mais temos que treinar um pouco mais o nosso raciocínio para consolidar esse entendimento essa é a lógica do método repetindo também não tenho medo de fazer conforme a convicção de vocês porque vocês viram as tabelas têm maneiras de realizar a compensação então não tem um receio em errar digamos assim uma classificação não tem esse receio o mais e como auditor fiscal do trabalho e ao se deparar com uma situação que possa ver um acidente grave o adoecimento do trabalhador é você agir é você adotar uma medida
de prevenção é você fazer essa avaliação mesmo com a classificação dentro do seu entendimento e adotar a medida de interdição ou do embargo se for o caso de caracterização de grave e iminente risco