Oi pessoal nesse vídeo a gente inicia um novo módulo né estamos no terceiro módulo do nosso curso esse módulo ele é destinado para falar de avaliação psicológica e o ciclo vital do desenvolvimento a gente vai iniciar né esse módulo falando aí sobre avaliação psicológica na infância e na adolescência por que que a gente junta né esses dois períodos do desenvolvimento para falar de avaliação psicológica porque é um período de desenvolvimento que eles compartilham eh características desenvolvimentais e é isso que a gente precisa levar em conta né quando a gente fala aí da avaliação Para enfim
pessoas menores de 18 anos então retomando né O que que é a avaliação psicológica e vocês vão ver que eu vou fazer sempre essa retomada para que vocês possam eh ter sempre em mente O que que a gente entende enquanto avaliação O que que a gente prioriza né O que que importa e por que a gente direciona a nossa discussão para determinados aspectos então a avaliação psicológica é o processo de investigação de fenômenos psicológicos que inclui métodos técnicas e Instrumentos com o objetivo de possibilitar a tomada de decisão isso não é nenhuma novidade para vocês
né a gente já trabalhou esse conceito esse essa definição em muitos outros vídeos Então dentro do contexto ali né da infância da adolescência O que que a gente precisa considerar Sim a gente fala né Eh de especificidades para cada um desses desses públicos você fazer uma avaliação psicológica numa criança é diferente de você fazer uma avaliação psicológica num idoso num adulto né até mesmo num adolescente então esses esses os vídeos a seguir né E esse módulo ele vem no sentido de falar para vocês de expor algumas das especificidades que vocês precisam considerar no atendimento de
desses públicos bom nesse período né do desenvolvimento principalmente ali na infância a gente tá falando de pessoas que estão ali adquirindo né e habilidades motoras cognitivas emocionais sociais e adaptativas então a gente tá falando de pessoas que estão em desenvolvimento e a gente precisa entender o que que é esperado para cada uma dessas faixa etárias para que a gente possa est aí né e fazendo uma avaliação mais adequado Então a gente tem aqui alguns conhecimentos que são básicos para trabalhar com essa faixa etária bom primeiro eu preciso saber o que que a gente tem enquanto
desenvolvimento típico e desenvolvimento atípico para cada uma dessas faixas etárias tá e quando eu digo assim né Apesar de eu estar falando aqui ah infância ah adolescência a gente sabe que dentro de uma mesma fase do desenvolvimento como por exemplo a infância a gente tem diferentes né Eh um um ano de diferença por exemplo ele traz pra gente mudanças substanciais em termos da maturação cognitiva em termos do desenvolvimento e a gente precisa considerar tá tudo isso a gente precisa entender um pouquinho sobre os transtornos da faixa etária a principal demanda né e enfim de de
de crianças e adolescentes até que procuram um serviço de avaliação que os pais encaminham né Eh são questões do neurodesenvolvimento a gente tem lá no dsm e aqui né como a gente já viu nas aulas iniciais do curso faz importante o conhecimento sobre psicopatologia no dsm a gente tem um o Capítulo Inicial que fala sobre transtornos do neurodesenvolvimento o que que são esses transtornos né são eh é quando o indivíduo ele não atinge determinado nível de desenvolvimento que é esperado E aí começa a apresentar algumas dificuldades cognitivas sociais e adaptativos Então nesse grupo a gente
tem como né alguns exemplos deficiência intelectual o TDH o autismo né temos alguns transtornos da comunicação e da fala então a gente tem diferentes aspectos que são observados durante essa faixa etária né Mas isso não significa que por exemplo crianças e adolescentes não venham por outros motivos né a gente sabe ali por exemplo transtorno depressivo transtorno de ansiedade muitas vezes é a demanda né que traz ali essa criança esse adolescente para avaliação Marcos maturacionais e os períodos críticos do desenvolvimento humano então isso aqui entra muito na na na ciência né do desenvolvimento humano a gente
precisa saber o que que é esperado para cada uma das idades para cada uma das faixas etárias né para cada um dos períodos de desenvolvimento para que a gente possa aí est entendendo bom isso é um é um funcionamento típico ou atípico para essa faixa etária para esse contexto né então vamos lá as pessoas vêm né Geralmente as crianças e adolescentes chegam ali no processo de avaliação ou encaminhados por um Pediatra ou um médico ou encaminhados pela escola né Isso tá muito relacionad a dificuldades de aprendizagem ou comportamental ou né os pais Podem trazer pro
por livre espontâneo à vontade e geralmente quando esse público vem pra gente eh o objetivo da nossa avaliação né é mapear os principais domínios e lembrem-se que isso também é algo que a gente tá trabalhando aí no decorrer desse curso né avaliação psicológica ela não tem como objetivo só o diagnóstico Então o a minha avaliação né o meu laudo ele tem que constar ali eh os principais domínios em termos de forças e fraquezas desse indivíduo Tá o que que ele precisa ali de mais atenção o que que a gente pode usar de forças dele para
est promovendo uma melhor adesão né uma melhor adequação das habilidades E aí a gente avalia tanto aspectos comportamentais Quanto cognitivos quanto emocionais desse público tá a gente pode também auxiliar né o nosso mapeamento a nossa investigação pode estar atuando eh na prevenção e identificação precoces de déficits a gente sabe que hoje em dia né o diagnóstico de autismo é a detecção de de sinais e sintomas do autismo ele tá sendo feito cada vez mais cedo e com isso a gente consegue intervir cada vez mais cedo a gente também tem estudos que mostram né que quanto
antes a intervenção melhor né é menos prejuízos a criança enfim o indivíduo vai apresentar aí ao longo da vida então o nosso trabalho ele é muito importante nesse sentido a identificação de superdotação altas habilidades bom altas habilidades e superdotação eh eh não é um diagnóstico tá não tem uma Sid não é um diagnóstico no zoológico é uma forma enfim de funcionamento mas que os estudos mostram pra gente que tem aí muitos prejuízos que traz muitos prejuízos pro indivíduo a questão da superdotação e altas habilidades por muito tempo esteve associada somente ao QI né então ah
a pessoa tem ali QI acima de 115 já é superdotado o Hoje em dia a gente sabe E a gente tem diferentes teorias que nos nos eh confortam nesse sentido que as altas habilidades não diz respeito somente à QI né que temos diferentes tipos de altas habilidades e que elas também são reconhecidas aí como um funcionamento superior em determinado aspecto o diagnóstico diferencial o que que é o diagnóstico diferencial né o diagnóstico diferencial é um procedimento sistemático no qual a gente vai est excluindo hipóteses diagnósticos Como eu disse para vocês há uns vídeos atrás o
que a gente tem muito comum né até mais do que se deveria eh casos Nos quais os profissionais eles são eh apresentados ao mesmo conjunto de sintomas mas cada um chega a uma conclusão diagnóstica diferente por que que isso acontece em psicopatologia a gente tem características que são trans diagnósticas o que que é isso bom eu tenho alteração da atenção num quadro de depressão num quadro de ansiedade num quadro de TDH num quadro de deficiência intelectual eu preciso fazer o diagnóstico diferencial para excluir as hipóteses diagnósticas que eu construí né então muitas vezes esses domínios
que aparecem alterados em diferentes quadros psicopatológicos eles também podem estar né ligados a outra coisa então o diagnóstico diferencial vem nesse sentido bom eu vou fazer ali um mapeamento detalhado das funcion idade da perdão das forças e fraquezas desse indivíduo e vou ali ver né os critérios ver o que que é condizente com a realidade dele o que não é para poder fazer essa avaliação né o diagnóstico diferencial pessoal é extremamente fundamental eh no processo avaliativo de qualquer idade e vocês já devem ter se deparado né enfim seja na prática clínica de vocês seja na
faculdade seja colegas falando hoje todo mundo tem TDH né não eu tenho TDH eu tenho TDH eu tenho TDH só que hoje o que a gente entende por TDH e o que tá lá no dsm5 né revisado é um transtorno que ele apresenta né os déficits apresenta os prejuízos antes dos 12 anos de idade Então você precisa atender todos esses critérios para dizer que a pessoa tem determinado quadro no entanto isso não significa que por exemplo eu fiz a avaliação de TDH eu apresento todos os prejuízos comportamentais do TDH Mas isso é algo que surgiu
ali no meu desenvolvimento adulto eu não consigo atender o critério C que diz que esses déficits aparecem ali antes dos 12 anos de idade Isso significa que eu não tenho prejuízos que eu não sofro por causa do TD né por causa dos sintomas do TDH não mas isso significa que eu não tenho o TDH tal qual os critérios no zoológicos são colocados ali no dsm tá então a gente precisa ter esse cuidado e quando a gente faz uma avaliação que levanta forças e fraquezas a gente tá já indo por essa premissa né de considerar independente
da Cid do código do dsm eu considero ali que tem uma dificuldade existente que precisa de intervenção então o nosso trabalho é muito bonito nesse sentido tá o auxílio no tratamento de transtornos do neurodesenvolvimento então quando a gente faz esse mapeamento né de forças e fraquezas a gente vê bom mas o prejuízo dele é só atencional ou não o prejuízo dele é de funções executivas com is isso né o profissional que vai pegar para acompanhamento esse indivíduo consegue propor estratégias de intervenção mais direcionadas para esse prejuízo que esse indivíduo apresenta a construção de intervenções terapêuticas
e a instrumentalização de diferentes profissionais então é bem nesse sentido que eu tava dizendo para vocês eu vou a partir do meu processo investigativo fornecer aos profissionais né que vão est aí atuando com essa pessoa é direcionamentos eh a gente de um processo de avaliação a gente sempre gera ali ou um atestado ou um laudo tá e o laudo psicológico ele tem ali como tópico né sessão obrigatória indicações terapêuticas então a gente não só identifica o que tá ali né forças e fraquezas a gente também diz bom tendo em vista essas fraquezas e as suas
forças o que a gente sugere é claro que toda a sugestão ela é embasada né em artigos científicos em técnicas Que Se mostraram ali e eficazes para determinado quadro então a gente precisa estar muito atualizado na literatura também das práticas que vem eh sendo né Eh utilizadas para determinado quadro com um determinado público percebam nosso trabalho é bem complexo né por isso que a gente precisa ter aí todo um um um preparo toda uma atenção porque um Aldo pessoal ele muda a vida da pessoa então a gente precisa ter muita responsabilidade tanto no processo de
avaliação quanto no processo eh de escrita administração de técnicas para que a gente possa aí não tá causando nenhum prejuízo né desnecessário ao indivíduo e a compreensão também né por meio da avaliação psicológica a gente consegue compreender o processo de desenvolvimento e aprendizagem daquele indivíduo então muitas vezes as crianças os adolescentes vem com demandas de aprendizagem quando a gente vai fazer ali o processo a gente vê que o prejuízo dele não é na aprendizagem é que por exemplo esse indivíduo tá passando por um quadro emocional né que tá interferindo a cognição dele então a nossa
intervenção ela vai ser sugerida no quadro eh emocional né E aí a gente já consegue ver se essa hipótese tiver correta a gente já consegue ver a melhora por meio da intervenção desse quadro só que falando desse público a gente tem ali alguns cuidados que tem que ter principalmente com crianças Então vamos lá quando a gente fala do psicodiagnóstico né dessa avaliação psicológica Clínica Infantil a gente tem que ter cuidados com interrupções então muitas vezes a criança né ela vai a gente não vai conseguir fazer tudo aquilo que a gente programou Porque vão ter interrupções
motivadas pela criança seja para ir ao banheiro seja porque quer conversar seja porque você tem que sentar e conversar com ela né o material tem que est sempre higienizado Então as crianças elas pegam nas coisas e colocam a mãozinha na boca a gente precisa ter esse cuidado para que aquele espaço seja um espaço seguro né para esses indivíduos também ansiedade de separação então muitas vezes a criança ela não CONSEG consegue ficar ali no consultório só com a gente né a gente tem que fazer todo um processo de dessensibilização que os pais entrem com a gente
Primeiro para que depois ela sinta confiança suficiente e possa ali estar conosco eh a gente tem também né como eu já disse necessidades fisiológicas e motivacionais Então a gente tem que ver bom essa criança ela já faz o controle né esfincteriano Eh o controle de urina não não faz ou ainda a criança pode estar lá e não quer colaborar com você você tem que ter aquele Jogo de Cintura né Eh para poder poder tá ali fazendo a criança engajar na sua atividade e isso muitas vezes demanda tempo e demanda técnicas alternativas então por exemplo quando
a criança não tá motivada não tá engajada o que a gente pode fazer é um combinado com ela então bom Você vem para cá né Eh a gente Pessoal a primeira coisa que a gente faz nesse processo né vou falar depois mas aproveitar que a deixa a gente sempre diz pra criança tá o que ela tá fazendo ali porque muitas vezes ela não sabe então a gente Explica para ela o que é avaliação a gente explica que a gente vai fazer algumas taref algumas atividades tá algumas vão ser parecidas com da escola outras não mas
que a gente quer conhecer um pouquinho dela para ver o que que ela tem ali de forças né e o que que ela sente mais dificuldades de fazer a gente sempre dá esse essa explicação pr pra criança então né a gente pode ter dificuldades motivacionais a criança não quer fazer então a gente pode sentar conversar com ela combinar talvez Que bom a gente pode se você deixar né eu conduzir aqui uma atividade Zinha no intervalo a gente pode jogar um jogo que você escolha por exemplo a gente vai fazendo aí essa negociação eh a gente
tem que dar instruções né adequando a nossa linguagem a da criança então a gente tem né que que montar o nosso discurso de forma que ela consiga similar o que a gente tá falando que ela entenda porque ela tá ali que ela entenda as instruções das atividades né no caso dos Testes os testes já são construídos né quando eles são indicados para para determinada faixa etária Eles já são construídos com and essa questão da simulação do conteúdo e a gente tem que considerar o desenvolvimento motor né então assim Bom eu tenho crianças ali de dois
3 anos vou propor estratégias técnicas que usem talvez eh massinha di de Cera por quê Porque o movimento motor fino ainda tá se desenvolvendo então talvez ela tenha dificuldade de lidar ali com um lápis né tudo isso eu tenho que considerar minha sala não pode ter muitos distratores né Vocês sabem assim geralmente quando a gente trabalha com criança a gente tem um armário de brinquedos mas esse armário ele vive fechado para que a criança possa estar ali se concentrando no que a gente tá propondo e por fim tempo e frequência das sessões Às vezes a
gente não consegue manter com uma criança por exemplo e 60 minutos de encontro né isso talvez tem que ser reduzido ou talvez tem que ser aumentado em função das pausas que se faz durante o atendimento né e eu tô sempre trazendo mais para crianças porque nos com adolescentes geralmente isso já é mais eh já é mais tranquilo né a gente consegue depois que explica o motivo dele estar ali faz um combinado com eles de forma que o processo caminhe bem então vamos lá vou falar para vocês as etapas gerais da avaliação psicológica porque a gente
sabe eh o grande esqueleto da avaliação psicológica ele se mantém a gente não tem não tem receita de bolo para avaliação psicológica Tá mas a a gente tem uns grandes passos que ele se mantém para tudo o que a gente vai fazer agora em termos de escolha de técnicas métodos demanda isso aí varia e para cada paciente a gente tem que personalizar a nossa intervenção o nosso processo de avaliação Então vamos lá de forma geral né O que que eu tenho aí enquanto avaliação psicológica Bom primeiramente eu preciso estabelecer Quais são os objetivos dessa avaliação
tá e identificar as especificidades desse indivíduo que eu vou avaliar depois eu tenho que obter informações e aí vem as anamneses as observações eu eu vou usar né testes padronizados Se necessário depois disso eu vou integrar esses resultados bom através dessas minhas técnicas desses meios de investigação que eu adotei eu vou casar essas informações integrá-las depois eu vou indicar as respostas e conclusões à situação que motivou o processo de avaliação Então a partir da demanda né o motivo lá Inicial que a gente identificou no passo um Eu Vou agora construir o meu Aldo para responder
essas questões e para concluir ali o processo de avaliação e por fim eu vou fazer os os encaminhamentos necessários a partir dos resultados que eu obtive isso seria o grande esqueleto da avaliação psicológica tá claro dentro de cada um desses itens que eu trouxe para vocês tem um mundo de coisas a gente vai ter ali aulas para falar Eh mais detalhadamente desses Passos Tá mas agora quando eu considero ali o público abaixo de 18 anos o que que eu tenho enquanto especificidades a primeira é que eu vou est fazendo ali um encontro com os responsáveis
ele é fundamental Não tem como esse processo acontecer sem eu estar falando com os responsáveis sejam pais responsáveis legais avós enfim eu tenho que fazer esse primeiro contato porque muitas vezes essas pessoas estão ali e não sabem o por estão né a criança não vai saber falar o porque que ela tá ali na avaliação psicológica depender da idade dela então a gente conversa primeiro com os pais para tentar alhe desenhar né qual seria o objetivo dessa avaliação e poder nos planejar a gente tem que sempre tá Conversar com a criança e com adolescente sobre os
motivos do encontro Então a gente tem que fazê-la entender o por que ela tá ali o que que a gente vai fazer né durante os encontros Qual é o objetivo disso se necessário a gente também tem que estabelecer contato com outras pessoas que possam eh fornecer relatos sobre aquele indivíduo então muitas vezes a escola né muitas vezes vem encaminhado pela escola então a gente conversa com os pais a gente pede autorização tá e a gente sempre pede autorização tanto pra criança quanto pros responsáveis Tá bom quero falar com a escola posso E aí a gente
entra em contato também para tentar entender um pouquinho mais do motivo do encaminhamento eh a gente tem que escolher técnicas adequadas então aquilo que eu já comentei com vocês muitas vezes não é adequado em termos de linguagem mesmo né por isso que todos os testes padrão que a gente usa a gente tem que ver se ele é adequado pra faixa etária que a gente pretende avaliar tudo bem e por fim a gente comunica os resultados tanto aos responsáveis quanto à criança como é que é feita essa devolutiva né Essa comunicação muitas vezes a gente faz
primeiro com os pais e depois com a criança porque a gente vai ter que adaptar a nossa linguagem tá a enfim a ao período do desenvolvimento que ela tá ali com as crianças a gente também faz uso de técnicas mais Livres né de atividades lúdicas então a gente usa recursos para que a gente possa aí observar como a criança se comporta como ela lida com frustração como ela se sente como ela expressa as emoções eh no processo aí de psicodiagnóstico de avaliação psicológica infantil A gente tem a hora do jogo que geralmente é o primeiro
encontro com a criança então vamos supor iniciei ali um processo de avaliação de uma criança primeiro encontro com os pais entendendo objetivo entendendo a demanda o segundo encontro com a criança vou fazer ali uma hora do jogo né que é um momento mais livre para eu tentar observar um pouquinho o comportamento dela brincar um pouquinho ver como ela reage a frustração estabelecer o raport Então a gente tem que estabelecer esse vínculo Para poder seguir nesse primeiro encontro com a criança também a gente explica né O que que ela vai fazer ali o que que a
gente espera dela o que que ela pode esperar da gente é uma uma sessão de de contrato né Por assim dizer E aí no processo de avaliação psicológica infantil a gente usa diversos instrumentos assim como né para os outros públicos Então a gente vai usar a hora do jogo que é aquele momento que eu já falei com vocês né Eh um momento no qual a gente vai deixar a criança um pouco mais livre para que a gente possa observar como ela se comporta como ela reage como ela se expressa entrevistas a gente também vai fazer
entrevistas com a criança tá e com os pais com a escola se possível testes testes sempre sempre adequados a faixa etária dela tá observação que a hora do jogo por exemplo é um exemplo de observação exercícios tá então às vezes a gente vai pegar alguma tarefinha a gente Às vezes a gente vai pedir que ela Leia algum algum texto em voz alta pra gente tentar ali entender um pouquinho da dificuldade dela se for uma dificuldade nesse sentido às vezes pessoal a gente também pede gravações tá E aí assim eh sempre aos pais então às vezes
os pais têm uma gravação sei lá de quando a criança começou a andar de como ela comia pode ser interessante que a gente gente veja ou ainda se faz necessário a gente gravá-la em em consultório e aí sempre a gente pede autorização por escrito tá dos pais e a autorização também verbal da criança então a gente tem técnicas tanto qualitativas né então a gente vai observar vai entrevistar quanto quantitativas vai usar os testes Talvez para avaliar o desempenho e a gente tem aí muitos muitas estratégias para est investigando as demandas desse público eh a gente
faz aqui antes de encerrar né 10 recomendações para se realizar uma boa avaliação psicológica para esse público Apesar né da gente estar direcionando aqui para esse público a gente pode considerar aí também de forma geral então bom o rapor é fundamental tá E ele é o primeiro passo eu preciso estabelecer um bom vínculo com esse indivíduo ele precisa sentir que ali é um ambiente seguro é um ambiente acolhedor tá muitas vezes quando a gente lida com adolescentes é uma questão que fica muito latente a questão do sigilo então bom o adolescente acha que tudo que
ele fizer ali a gente vai contar pros pais e a gente precisa deixar isso muito claro que não é bem assim tá eh essa é uma demanda principal ali que aparece bem frequente quando a gente atende adolescente formar parcerias com responsáveis professores e outros profissionais então muitas vezes nesse processo a gente tem que conversar talvez com um médico que acompanhe com a professora da Escola Professora de reforço com os pais avós cuidadores então a gente precisa ter né um bom relacionamento formar essas parcerias investigar questões sensoriais pessoal isso aqui é dica muito valiosa para qualquer
tipo de público eh Então vamos lá eh eu proponho uma avaliação usando vamos supor o teste auditivo eh verbal de Ray ele é um teste de memória tá só que o estímulo dele é verbal se eu não investiguei que a criança Ela tem ali né um problema de audição o desempenho dela nesse teste tá todo comprometido vocês concordam comigo porque ela não tem a capacidade ou tem menor nível eh de ouvir com acurácia de ouvir de maneira clara Então eu preciso considerar tudo isso no primeiro encontro inclusive na anamnese mesmo a gente pergunta algum problema
visual algum problema motor algum problema auditivo justamente pra gente poder desenhar as melhores técnicas tá realizar uma entrevista Clínica completa para melhor compreensão da história então né preciso saber ali marcas do desenvolvimento Como é o comportamento na escola como meu comportamento em casa eh potencializar o desempenho nas sessões escolhendo uma doração e horários mais adequados então não necessariamente os 60 minutos vão ser os mais adequados para trabalhar com crianças e adolescentes talvez a gente tenha ali que curtar talvez a gente tem que aumentar a o importante é não deixar essas crianças esses adolescentes sobrecarregados durante
o nosso encontro tá então às vezes a gente muitas vezes constrói ali Nossa hipótese planeja sessões cheias de tarefas cheias de teste e sobrecarrega esse indivíduo chega no final a pessoa tá Exausta então a gente precisa considerar tudo isso tá para para ter uma duração adequada e para ter também uma série de um planejamento adequado Estar atento às especificidades da faixa etária ao escolher os instrumentos então precisa saber das habilidades linguísticas desse indivíduo do desenvolvimento motor sensorial né hábitos fisiológicos vamos supor que eu tenho ali um instrumento de longa duração mas a criança vai ao
banheiro toda hora bom a gente não pode e interromper o instrumento né Então tudo isso precisa ser considerado previamente eh utilizar as técnicas e osos instrumentos de maneira complementar e não isoladamente isso aqui pessoal eu já disse para vocês assim diversas vezes um teste ele é uma das técnicas que a gente pode usar tá nenhum teste é diagnóstico o teste ele é muito importante no processo Porque ele auxilia ele torna mais objetivo a nossa avaliação no entanto é a integração das informações que a a gente enquanto profissionais vai fazer que é aí né A cereja
do bolo tá porque muitas vezes eu já vi eh você propõe uma avaliação da atenção Deu ali perenti inferior Nossa você tem TDH não tá você não tem você tem que tentar entender aconteceu alguma coisa com você uma vez eh né lá no início eu propus uma avaliação nesse sentido e quando a gente terminou a a Vanda me disse que tinha batido o carro completamente inadequado né a proposição do uma técnica eh nesse sentido Então a gente tem aí que tá sempre avaliando e integrando as informações eh fornecer um Panorama sobre os principais pontos observados
tá na devolutiva então gente na devolutiva vai esclarecer as dúvidas vai falar um pouquinho né sobre os desempenho vai ilustrar com exemplos que eles mesmo Talvez tenham dado pra gente vamos construir quadros tabelas a gente vai tentar explicar tanto pra criança quanto pros pais o que foi que a gente teve ali como conclusão da nossa investigação tá E acima de tudo ter respeito e empatia durante todo o processo avaliativo muitas vezes a gente acha né que por trabalhar com criança a gente pode deixar a criança de lado e ir fazendo tudo só com os pais
não a criança é a parte principal desse processo então a gente deve incluí-la sempre tanto que no primeiro encontro a gente explica o que é a avaliação psicológica para ela a gente faz um contrato terapêutico tá então a gente vai combinar bom você vai chegar né t o horário a gente vai ficar aqui um tempinho se você precisar eu chamo sua mãe se entende vocês vão fazer combinados que validem a participação desse indivíduo nesse processo com adolescentes a mesma coisa tá E vocês vão acolher vão estabelecer o raport vão fazer os combinados tudo isso visando
né que esse processo ele ocorra da melhor forma eh então assim falar de avaliação psicológica na infância e na adolescência muitas vezes ela tem um peso de Diagnóstico né Então vem porque que tá com algum problema eh tem um transtorno do neurodesenvolvimento tem um transtorno de aprendizagem quando na verdade o nosso foco enquanto avaliação psicológica enquanto avaliadores deveria ser obter um Panorama geral tá das competências desse indivíduo então eu quero ver tanto que é forte nele quanto as limitações porque isso auxilia né todo um pós-avaliação bom pessoal então o resumo da aula de hoje né
a gente viu ali algumas especificidades da avaliação psicológica infantil e na adolescente eh muitos dos destaques né que foram dados aqui dizem respeito respeito à infância porque é uma fase ali que a gente precisa de maior adaptação né os adolescentes até pelo nível de desenvolvimento ele já tem ali um melhor entendimento a gente pode fazer combinados mais mais tranquilos né a gente lida menos com o imprevisto devido aí a fase desenvolvimental é isso vejo vocês no próximo vídeo é proibida qualquer reprodução gravação transcrição ou outro uso deste material sem autorização por escrito a Elo cursos
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