Então essa percepção equivocada, e eu vou fazer referência ao que eu disse lá no início, que essas ferramentas não são o quê? Inteligentes. Mas se a sociedade acha que elas são inteligentes, qual é a consequência disso?
é que nós começaremos a acreditar em respostas ou em conteúdos que podem não ser conteúdos verídicos, verdadeiros, e que podem me levar a uma decisão errada e que vai trazer uma série de responsabilidades. Por isso que a gente tem que ter regulação. Bom dia, boa tarde ou boa noite, dependendo do horário.
Tô aguardando aqui só entrar a minha imagem no vídeo. Já entrou? Já tá OK.
Então, quero agradecer ao Ademir Picoli, sempre muito inovador, antes da inteligência artificial. Eu lembro do comecinho do Expo Jude por tudo que você faz. Deus te abençoe muito.
Uma saudação a todos que estão aqui presencialmente e online também. Eu tava sentadinho ali escutando a Ana e o Picoli no começo e eu resolvi fazer uma coisa diferente agora. E eu acho que isso se justifica em função da mudança que nós estamos experimentando nos últimos 4 anos.
Então eu vou começar de trás paraa frente, mas é a primeira vez que eu vou fazer isso. Eu vou começar trazendo algumas sugestões, recomendações e depois a gente explora um pouquinho do conteúdo. 9:53 nesse momento.
Então eu tenho aqui mais 28 minutos, 27 minutos para isso. Primeira dica. Então vamos começar ao contrário.
Isso aqui é uma palestra ao contrário, até pra gente aproveitar esse momento disruptivo que a gente tá tendo. Então, primeira questão, mudança no conceito de tempo. Que que isso significa na prática?
Nós temos que analisar o conceito de tempo de uma outra forma. O que que mudou no conceito de tempo? Então, nós temos hoje mais velocidade e temos também mais dificuldade na percepção do tempo.
O que nós estamos fazendo aqui agora, daqui a 6 meses, uma boa parte desse conteúdo já será diferente. Esse é um desafio que a gente tem na academia, leciona algumas universidades e a cada semestre as aulas se tornam diferentes. Então, de trás paraa frente mudou o tempo.
Segunda questão ou segunda sugestão ou segunda constatação. Então, já que mudou o tempo, que que eu preciso fazer? E a Ana falou um pouco disso e o Picoli também.
Eu não posso mais parar. Então, é mais uma constatação disruptiva. Se eu ficar parado como nós estávamos acostumados, parado entre aspas nos últimos 4 anos, nós perderemos o time ou o tempo.
A segunda constatação, terceira, então não vou ficar parado. O que que eu vou fazer? Terceira constatação, sugestão.
Eu vou ter que estar sempre, mas sempre me ou se atualizando. Mudou, não tem outro jeito. Eventos, estudos, pesquisas, redes sociais, perfis, não tem mais jeito.
E aqui muita, quando eu eu digo isso de uma outra forma, muita gente fala: "Mas já que eu tenho menos tempo e o Renato tá dizendo aqui para que eu dizendo que eu preciso me aprofundar mais, como é que eu vou fazer? É tanta coisa? " E aí vem uma dica que tanto a Ana quanto o Pico lhe deu aqui, deram aqui.
Vamos usar a tecnologia. Notem que eu não tô falando de a, tô falando de tecnologia. E no conceito da tecnologia nós temos também a inteligência artificial.
Então, por exemplo, são tantas publicações e artigos, muitas publicações, inclusive com IA, pura ou parcialmente com IA, que eu posso usar a própria A para trazer, por exemplo, resumos. Então, essa é a quarta dica. Já que eu sugeri a tecnologia, eu vou pra quinta dica.
Eu tenho que usar essa tecnologia ou essas tecnologias com mais responsabilidade, que é um ponto em que tá sendo discutido hoje em todo momento, em cada espaço, em cada evento, aqui mesmo nas duas primeiras apresentações, como usar com responsabilidade no âmbito corporativo hoje, n essa preocupação das empresas, dos CEOs, dos CIOs, em trazer ferramentas de inteligência artificial em trazer tecnologia, ela é real. E essa busca hoje ela muitas vezes ela não tem um horizonte, né, um um direcionamento mais técnico que nós estamos vendo hoje nas empresas. Olha, vamos usar, mas a gente não sabe bem como usar.
Tá todo mundo usando e não tá ao mesmo tempo. Quais são os riscos? Qual a eficiência?
Qual é o caminho que eu tenho que tomar? Isso sem falar nesse quinto item na questão da responsabilidade. Agora, não usar só com responsabilidade, mas com responsabilidade ou responsabilidades legais.
E nós teremos muitos problemas em virtude dessa rápida evolução e dessas também rápidas mudanças de comportamento. Por que isso? Porque tá tudo muito rápido.
A gente não tá sabendo exatamente o que que o que fazer e como fazer. Tem muita, muitas ferramentas, muitas tecnologias à nossa disposição, muita cobrança e muitos resultados, alguns positivos, outros negativos. Só fiz esse ponto para emendar nessa quinta sugestão.
Eu vou reforçar isso, usar com responsabilidade, com governança, por um motivo, são vários, mas um motivo em especial, o volume de dados é tão grande e os modelos, que é o nome técnico, os os LLMs, eles não são, eu vou ser bem objetivo aqui, né? Eu gosto muito do César Taurion, até recomendo que que sigam ele no LinkedIn. Eh, esses modelos não são inteligentes.
Então, o pior nome que poderia ter sido dado para para essas ferramentas, né, eh, é o nome de inteligência artificial. Então, eu tiraria essa inteligência porque elas inteligência é para nós humanos ali, é diferente. O nome correto seria inferência, modelos de inferência artificial.
Mas ficou, não adianta eu lutar contra isso. Mas já que eu tô aqui no palco e eu tô trazendo um quinto ponto de responsabilidade de governança, esses modelos não são inteligentes, eles são estatísticos e até hoje, nesse dia, são estatísticos. Pode ser que isso mude no semestre que vem.
Então, nesse quinto, indo pro sexto ponto. Então, recebam essa interpretação de que essas ferramentas não são inteligentes como nós, são diferentes. Tem muito conteúdo, trazem muitas respostas, mas eles não pensam como os seres humanos.
São estatísticos. Os modelos ficam tentando, né, adivinhar a partir da da tokenização e dos algoritmos o que vem depois. Isso vai ganhando mais intensidade.
Então, já que eu sugeri usar e a, eu também devo aqui, não sugeri agora até trazer uma recomendação mais forte da responsabilidade, dizer: "Olha, aquilo que vocês recebem de resposta quando há uma pergunta ou algo mais profundo das ferramentas de A, vocês devem confirmar a veracidade disso. " Sétimo ponto, aí vem a pergunta relacionada à sugestão anterior. Como eu confirmo isso?
Eu posso começar usando outras ferramentas de a com outras perguntas, com outros prompts. Nota que eu começo a ter trabalho. Para usar com responsabilidade, eu começo a ter trabalho.
A mesma coisa com cybersegurança, mas eu tenho que fazer isso, senão a conta não vai fechar. Eu posso usar também outras referências, posso usar buscas tradicionais, posso, não devo usar buscas tradicionais para minimizar essas respostas equivocadas. Eu não tô falando aqui no achismo, agora vou também ser bem objetivo no meu dia a dia acadêmico.
Então d em cinco universidades e uso uso e e sugiro, quase que obrigo os meus alunos a usarem para mostrar isso. A taxa de erro é de 45, às vezes até de 50%. Na área jurídica, pouco na área técnica, em outras questões do dia a dia também.
Eu tô vendo acontecer agora um fenômeno que tá me chamando atenção. Eu tô preocupado com isso. Perguntas mais simples ou que são mais comuns, portanto, o modelo seria mais bem, os modelos seriam mais bem treinados.
Algumas respostas estão vindo de forma equivocada. O próprio César Torinão que eu citei aqui, trouxe hoje, postagem de hoje, o mapa da Europa feito, acho que pelo GPT, se não me engano, ou qualquer outra ferramenta. Vários países com nome equivocado, com os nomes equivocados.
trouxe na publicação anterior também, tava vendo aqui agora, trouxe uma ele pediu 100 animais com os nomes embaixo. Então, o pinguim virou escorpião, escorpão, escorpião virou pinguim, etc. São coisas banais.
E eu eh tava numa viagem internacional semana passada e tava com uma dúvida com relação a status de uma companhia aérea. E nessa dúvida eu falei, deixa eu consultar IA. Recebi do Perplexity uma informação, não fiquei satisfeito.
Fui no Google, já tive uma informação mais eh assertiva e tirei a dúvida no balcon da companhia aérea. O perplex tava errado e é uma é uma dúvida de fidelidade, coisa simples. Então, nesse sétimo item aqui vem a questão da confirmação.
E aqui eu trago um oitavo item, não tão jurídico, mas que é com relação à estratégia de eficiência. Então, se eu tenho que fazer isso, muita gente me pergunta isso, né, clientes e e alunos também, mas se eu fizer isso, eu não posso eliminar a eficiência, eu vou diminuir. Pode ser que uma hora a ferramenta fique mais interessante.
Mas, Renato, qual é a taxa sua é alta, mas qual é a taxa média do que eu tenho estudado? da taxa média é inferior, 20% de erro mais ou menos, alguma coisa assim, mas mesmo assim eu devo usar com responsabilidade, especialmente quando a resposta que eu busco ou conteúdo que eu busco é mais relevante, é estratégico. Então vou para oitavo ponto.
Se for algo muito estratégico, eu não posso confiar só nas ferramentas de inteligência artificial. Nono ponto, sai um pouco da IA. Vamos para agora automação.
Então 90% do que a gente vê hoje, estamos aqui na Expoud, processos judiciais, jurimetria, etc. Isso tudo é automação que ganhou muita velocidade, muita escala nos últimos 3 anos e que o mercado muitas vezes vem e nomeia isso como IA. Tudo hoje virou IA, mas uma boa parte disso, a maior parte disso é a automação que ganhou potência.
Eu gosto muito do tripé, tecnologia. tempo e potência. Então, muita tecnologia, um novo conceito de tempo, como a gente falou, e muita potência no direito.
Então, puxando um pouquinho agora pro direito em si, essas tecnologias ajudam bastante. Tudo que é repetitivo, a automação, ela tem uma vantagem, ela ajuda. Obrigado, já vou pegar.
Ela ajuda. É que eu me empolgo e deixo os slides pro final, mas já mais 5 minutinhos. Tecnologia, ela ajuda no que é repetitivo.
Isso é previsto, natural, só ganhou velocidade nos últimos 3 anos. Então os processos judiciais que são iguais, o copia e cola, isso já tava previsto que veio rápido, vai ser substituído. Vou usar em processos, em arbitragens, em contratos, ferramentas.
Agora, usando um pouquinho de a, eu vou ter que confirmar, já existem mais de 1000 sanções envolvendo resultados equivocados ou conteúdos errados em processos e arbitragens do mundo. Eu acho que tem até mais que isso. Enfim, vamos ter também demandas, processos jurídicos cobrando decisões que foram tomadas por erros decorrentes do uso de ferramentas que, né, com respostas equivocadas.
Eu lembro a a Ana no finalzinho aqui falou: "Olha, com IA para segurança, eu eu tenho que usar IA contra IA ou IA a favor da IA. Aqui eu tenho um ponto que mistura tecnologia com automação. Vamos usar esse exemplo da da Ana como paradigma aqui.
Então hoje isso é fato, né? Nós temos eh muitos criminosos usando ferramentas de a e aqui a gente fala em códigos, em poder de processamento, de resolução, eh programação para quebrar credenciais. Isso é uma realidade.
E do lado dos criminosos não há regulação. Do nosso lado há regulação e teremos ainda mais regulação. Mas o que acontece se nós não acompanharmos minimamente a tecnologia criminosa para defesa usando as nossas tecnologias reguladas?
Só aí nós já vamos teremos um problema de responsabilidade de omissão ou de negligência. Claro que dentro das regras, mas isso já vem acontecendo. Fecho o cyber, volto aqui pro direito.
Já existem processos, então, cobrando, por exemplo, na minha atividade eh profissional eh de pessoas dizendo: "Olha, a voz dessa campanha publicitária é parecida com a minha voz. Eu quero uma indenização". Então, eu sei, tem três processos desses no mundo.
Dois aqui no Brasil e um que já foi julgado na China. Olha que interessante isso só um pequeno. Dentre tantas outras questões.
Recentemente uma ferramenta de A, ela uma empresa que opera uma ferramenta de A, foi responsabilizada e condenada a pagar uma indenização. Isso em Niterói, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, em função de um resultado equivocado que associou uma pessoa, um CEO, a uma plataforma de bet, se não me engano, que tava sendo investigada ou acusada de fraude, alguma coisa assim. E essa pessoa física, esse CEO, começou a receber ameaças de morte.
Primeiro processo do mundo aconteceu em Bauru, quando teve também o resultado equivocado de um médico que pesquisava assédio sexual, ele virou assediador sexual e não mais pesquisador. Então, nós começamos a ter nesse nono ponto aqui processos, discussões jurídicas relacionadas ao uso da IA. Eh, e há em escritórios e departamentos jurídicos, novamente, só para reforçar um pouquinho o que for repetitivo, automação.
E eu posso também usar para pesquisas, tendências, etc. ele melhora, mas eu vou ter que vou reforçar isso. Tô sendo repetitivo mesmo com usar com bastante responsabilidade.
São esses nove pontos, eu vou terminar com décimo aqui, que são mais relevantes. Então, tô fazendo a palestra de trácna paraa frente. O 10o ponto, quais são aqui as tendências?
Então, vamos sintetizar aqui em três pontos. Substituição de trabalho. O que que vai acontecer?
Vamos ter uma ferramenta ou outra e teremos ou não regulação. Então as três eu deixo pro dia a dia do evento, apesar de precisar de eu ter a minha minha opinião pessoal, mas eu vou paraa minha área que é a regulação. Nós teremos, eu vou aqui ousar, afirmar neste semestre a aprovação do marco brasileiro, da lei brasileira de inteligência artificial que vai modificar e trazer um cenário regulatório muito importante, muito interessante e também único no mundo.
Essas discussões jurídicas elas sempre são muito intensas que tem aquela questão, ah, se regular muito eu tiro a inovação, mas se eu não regular eu trago uma uma série de problemas também. Então, difícil achar esse equilíbrio, mas o equilíbrio tá na possibilidade de evolução da norma num tempo menor. E o a proposta brasileira ela traz isso neste momento, que vai ser mais ou menos o seguinte.
Então imagine a LGPD com muito mais potência e com muito mais intensidade e também afetando não só dados, mas comportamentos. Como será a regulação aqui no Brasil? Nós teremos um regulador nacional que hoje seria a Agência Nacional de Produção de Dados, mudou de nome, né?
Mais autoridade, com competência residual. O que que é residual? O que sobra vai para ela, a não ser as diretrizes gerais.
E o que que ela faz? Ela interage com os reguladores setoriais, que serão as agências que nós já temos. E essas agências, por exemplo, poderão definir para os seus setores o que tem maior, menor ou risco intermediário e daí por diante, em tempo real.
Então hoje pode ser que eu tenha uma plataforma, vamos usar o exemplo do Grock, né, que tá na pauta. Então hoje o Grock, ontem que o Grock, anteontem até o Grock permitia, não sei se isso já foi corrigido, você através de comandos muito simples, né, você fazer uma fotografia de uma pessoa eh nua, que era o que acontecia no Photoshop antigamente, só que com muito mais imperfeição, mas isso estava quase que nativo do Grock. Eh, essa questão poderia ser de alto risco hoje, pode ser que amanhã não tenha mais alto risco.
Quando a gente tem graus de risco, nós temos obrigações distintas em cima de cada utilização e de cada ferramenta. Então, a gente ganha a dinâmica. E nesse 10o ponto, que é quando nós temos regulação, nós obrigatoriamente temos aí uma série de providências, de obrigações, de direitos, de compli, de estruturação, de segurança, né, de de medidas que nós teremos que implementar e e adotar.
Por quê? Porque a lei traz sanções que nesse momento podem chegar igual LGPD, R$ 50 milhões deais também por por problema. E temos nessa cadeia estrutural de responsabilidades uma divisão de quem desenvolve, de quem opera, de quem usa.
E aqui terminando, eu acabei fazendo ao contrário, deixa eu até ver aqui. Já são 10:10, já gastei em 20 minutos. Eh, é importante trazer a nossa responsabilidade pessoal.
Então hoje nós estamos usando ferramentas de a, não do jeito mais correto, mas estamos usando. E se, por exemplo, no prompt, né, nós no no prompt nós nós colocamos alguma coisa que seja ilegal, já existem algumas investigações pedindo logs de prompts e até promptes, dependendo da configuração de cada ferramenta em investigações. Isso já já começa a acontecer.
Então, se eu, por exemplo, me dê uma fórmula para eh elaborar uma substância ilícita ou um plano para explodir uma bomba em algum lugar, por exemplo, ou pornografia infantil e etc. Então, tudo aquilo que eu coloco ali que foi legal, isso em tese fica registrado, isso pode trazer uma responsabilidade pessoal. Vamos dar um exemplo a cyber cybersegurança, né?
Eu sofro um ataque, eu pego o cenário do meu ataque, as vulnerabilidades que eu identifiquei, coloco nas ferramentas de ar para que a ferramenta possa me dar solução em cima disso. Que que pode acontecer com esse conteúdo? Ah, mas eu desabilitei o treinamento, eu desabilitei a memória, mas de alguma forma aquele conteúdo ela fica, ela entra no LLN, no modelo que eu tô usando, o sistema que tem o modelo dentro.
O sistema controla o modelo não. E isso de alguma forma que eu também não sei a resposta, isso pode aparecer em algum momento. Existem registros já virou matéria, eh, matérias jornalísticas de conversas por e-mail que foram parar, foram eh tem acesso simples aí por porque alguém mudou o numa pesquisa simples, o algoritmo se confundiu, entre aspas, e trouxe aquela conversa por e-mail.
Então tudo aquilo que a gente escreve, coloca, faz o upload, insere, isso de alguma forma fica ali em algum lugar. E aí eu tenho uma consequência para LGPD e teria uma consequência também pro futuro marco de A. E aqui eu parto pro final.
Optei por não passar slides, mas tudo isso tá no meu conteúdo. Depois se alguém quiser eh os meus slides, eu tenho algumas dicas. Tudo isso no final, em função da tecnologia, muita tecnologia, um novo conceito de tempo com muita potência, traz obrigatoriamente mais responsabilidade.
Teremos novas leis, novas obrigações, novos processos e com um detalhe, tudo isso mudando muito rápido. E aqui dentro do de um dos temas do Expo JURE, processo judiciário, né, que é o o cerne do do Picolí, o judiciário. Uma opinião, o judiciário também vai mudar, né?
Nós teremos aí mudanças importantes nos próximos 2, 3 anos, bem relevantes. O judiciário não vai demorar mais 2, 3 anos para julgar um caso dessa natureza. Então nós teremos aqui formas de aceleração dessas questões.
Por exemplo, um processo de remoção de um perfil fake em alguma rede social, se é que ela vai resistir daqui do anos, mas vamos usar o exemplo atual. O juiz vai estar já conectado à plataforma, ele não vai mandar a plataforma, ele vai dar um comando. Então vai ser tudo muito, muito, muito mais rápido.
Usando ferramentas específicas, talvez determinados fatos não aconteçam. Temu amigo meu Tony Ventura. Eu sempre gosto de trazer sempre esse exemplo aqui.
Um dia, e eu vou encerrar dessa forma, ele fez uma simulação, uma brincadeira, usou uma ferramenta de contratos e me tagueou lá e brincou assim: "Tá vendo, Renato? Não precisamos mais de advogados nem do da parte jurídica, porque a ferramenta faz tudo. " Então, já tenho aqui na utilização dessa ferramenta os pontos, né, fortes e fracos desse contrato.
Vou usar, vou resolver no pess de advogado. Eu brinquei com ele. Sabe o que eu falei?
Tá bom, Tony? Não esquece que a outra parte do contrato vai tá fazendo a mesma coisa. Então vai ter também os pontos fortes e os pontos fracos.
Então a gente vai tá um a um. Quem é que vai desempatar isso? E aqui fazendo o link com essa questão que muito pouca gente traz, né?
as ferramentas de A. Espero que com uma certa responsabilidade toda a sociedade vai tá usando. Então você acaba tendo um nivelamento em cima disso.
Todo mundo vai estar usando dentro das regras. Agora nem todo mundo vai est dentro das regras. Quantos problemas a gente não vai ter, quantas oportunidades.
Mas quando todo mundo tiver usando, quem que vai fazer a diferença? Então aí nós temos dois pontos. as ferramentas que tiverem mais assertividade ou técnica eh ou mesmo menos, né, o menor número de erros, mais confiabilidade.
Essa essa é a palavra. Essa vai ser uma vantagem competitiva. Vou arriscar aqui, trazer uma segunda vantagem competitiva.
Ferramentas que estejam em compliance, em conformidade em tempo real com a legislação. Também terão seu espaço privilegiado. E terceiro, aqui eu vou trazer o aspecto humano que eu tô vendo acontecer no meu dia a dia.
Então, nós temos lá no escritório uma ferramenta específica pra gente. a gente estressa, testa, fazemos projetos, já fizemos projeto de governança pro Bradesco, por exemplo, né? Isso é público, até uma notícia disso, para, enfim, mais de 27 empresas, governança jurídica, que tem um aspecto técnico também.
Mas o que que vai acontecer nesse momento então que todos estiverem nivelados? Aí vem a profundidade. Esse é um testemunho que eu quero trazer para vocês.
É o meu testemunho aqui. Que que eu tô vendo hoje? Então, num escritório que é digital, que é tech, então todo mundo usa lá no escritório ya, de uma forma, pelo menos no nossa nossa eh percepção, em num grau bem importante de governança e de conformidade, até porque, né, casa de ferreiros, Pedro tem que ser de titânio.
O que que a gente vê em cima disso? que a gente consegue mais profundidade. Então, lembram quando eu falei da questão da eh da responsabilidade?
Eu preciso ficar confirmando isso. Tira um pouquinho de eficiência no primeiro momento, mas se você tem a confiabilidade e profundidade, você ganha a vantagem competitiva. Então, uma hora o mercado chega e começa a reconhecer isso, porque quando tá todo mundo usando e gera uma certa insegurança em virtude das respostas, olha, eu tô usando uma ferramenta com segurança em conformidade legal, jurídica também.
Na prática, o que que acontece? Olha, eu quero ter mais segurança e eu não quero ser processado, então eu vou para algo que seja mais seguro e vou fazer o meio tempo, o meio termo, aliás. E por fim, quando eu tenho tudo isso, aí vem a questão humana em si, do palpite, da percepção, da intuição, do contexto do negócio.
Então, esse networking que nós estamos tendo aqui agora e isso aqui é isso não tem não, as ferramentas não vão fazer isso, eu vou afirmar, e nunca irão fazer isso. Ah, mas Renato, hoje nós estamos na robótica, né? os robôs, o próprio Pico trouxe uma questão da robótica, etc.
E aqui eu trago dois pontos. Por que que o robô tem que ser parecido conosco? Muito mais eficiente fazer um robô de quatro patas, por exemplo, né?
Ou voador, alguma coisa assim. Eh, essa essa fisiologia humana, ela não é a melhor fisiologia para, enfim, disputar aí corridas gigantescas, esse tipo de coisa, força mesmo, etc. Problema qual é?
Quando eu tenho, e aqui eu vou encerrar, quando eu tenho a percepção equivocada. Então essa percepção equivocada, e eu vou fazer referência ao que eu disse lá no início, que essas ferramentas não são o quê? Inteligentes.
Mas se a sociedade acha que elas são inteligentes, qual é a consequência disso? é que nós começaremos a acreditar em respostas ou em conteúdos que podem não ser conteúdos verídicos, verdadeiros, e que podem me levar a uma decisão errada e que vai trazer uma série de responsabilidades. Por isso que a gente tem que ter regulação.
Então, tecnologia, tempo, potência e eu vou acrescentar aqui agora um R e a regulação. Tudo isso em conjunto é que traz uma certa harmonização e uma certa adequação nesse uso. Lembrando que a cada dia, cada minuto, a cada segundo, a gente vai terminar de conversar aqui.
Esse evento vai terminar. Amanhã já tem uma série de de novidades. Aí muda tudo de novo.
E já que eu mencionei, o César Taurium, que hoje fez esses dois posts, deixa uma pergunta no ar, né? Por que essas ferramentas estão errando agora em conteúdos fáceis, simples, genéricos e objetivos que não deveriam errar? Porque em tese existem mais treinamentos em cima disso.
Treinamento natural em função das das próprias pesquisas. Tô vendo hoje no dia a dia, no né? Vamos checar isso.
Primeira coisa, eu vou alguma ferramenta de de a e tá virando um hábito sem essa confirmação. E agora para encerrar, quem agora é uma afirmação objetiva mesmo, a empresa que tiver focada em segurança, em assertividade, em conformidade. Portanto, ela vai ter mais credibilidade no mercado.
vantagem competitiva quando todo mundo tiver usando e quando vier essa pergunta, tá bom? Eu erro, mas eu quero ter um pouquinho mais de eficiência, eu pergunto a vocês que estão aqui e virtualmente, digitalmente, qual hoje seria a empresa mais confiável ou a ferramenta de a mais confiável ou ao contrário, que erra menos, qual seria hoje? Então, meio aqui de já quase indo pro final de janeiro.
Qual seria essa ferramenta? Eu vou terminar com esta pergunta que vai ficar para sempre, até porque essa pergunta muda, mas eu já tô vendo sinais de algumas empresas que estão começando a seguir esse lado de mais segurança, credibilidade. E quando a gente fala em segurança, todas as pesquisas colocam cyber security, segurança, proteção entre os cinco tópicos mais relevantes.
Faltando aqui 57 segundos. só errou antes do tempo, já que eu optei por não passar os slides. Quero renovar aqui os os meus agradecimentos, desejar a todos aqui um excelente 2026, mas pessoal, não dá para parar, tá?
Sempre sempre se aprofundando, estudando e acompanhando essas novidades, mas acima de tudo com muita, muita, muita responsabilidade. Obrigado pessoal, fiquei bem, fiquei com Deus. Picoli, o meu grande abraço hoje presencial.