Agora sim, formalmente bem-vindos e nesta primeira sessão vamos efetivamente falar de SAP success. O que é que vai ser necessário para as próximas duas sessões? São de hoje e de amanhã. Foi partilhado convosco, aliás, foram partilhados convosco dois documentos. Um deles é o nosso manual. Ele vai ser o nosso guia das sessões. Ele tem precisamente este formato. São dois e em PDF, duas apresentações. Eles diferem ligeiramente entre si, porque o primeiro que é o nosso manual tem apenas a identificação do módulo. E a partir do momento em que navegam, vê no fundo sete módulos que
nós vamos abordar. Existe adicionalmente um segundo ficheiro que é o ficheiro de exercícios. Conseguem ver esta identificação também na capa do ficheiro. A diferença entre os dois é que no segundo slide deste Ficheiro contém acesso ao link do nosso ambiente, não apenas o ambiente de exercícios, mas o ambiente que nós vamos utilizar para o desenvolvimento destas duas sessões. Ou seja, tem o link e como neste caso, como a Bruna referiu, hoje e amanhã ainda não necessitam da vossa instalação de SAP, precisam apenas do acesso a um browser, a este link e podem usar um destes
dois utilizadores. Podemos estar todos ligados no mesmo. Não há aqui nenhum tipo de impacto. Nós conseguimos monitorizar de igual forma a a execução dos exercícios. Depois todos os exercícios que vocês tiverem de executar, eu também irei introduzir eh dar-vos tempo para most irá dar-vos acesso a um ambiente como este. Ou seja, como referido, não necessitam de instalar nenhum software no vosso computador além de um browser. Eu, neste caso, estou a usar o Chrome. Podem usar o Ads, podem usar o Firefox, O Opera, o que quiserem. Qualquer browser é compatível com subs factors e efetivamente esta
ferramenta diferencia-se todas as outras por este caráter de ser praticamente uma aplicação web. E aqui podemos já falar um pouco de porque é que esta ferramenta em si está disponível num browser e numa instalação no vosso computador. Desde logo quando nós falamos em subsuccess factor É uma ferramenta que se direciona para a área de gestão de recursos humanos. É por isso que se vocês olharem aqui para os sete módulos que estão identificados, cada um dos módulos corresponde a um dos macroprocessos da gestão de recursos humanos. Se calhar aquele que é menos intuitivo que o employee
central. Na realidade não existe nenhum macroprocesso, Mas na prática o módulo de central o que vai permitir é agrupar todos os dados de cobradores e todos os dados organizacionais. Isto porque aamente SA success factors é uma ferramenta cloud faz a gestão de todo o ciclo de vida do colaborador desde o momento do recrutamento, ou seja, desde o momento em que a organização identifica uma necessidade a nível da sua força de trabalho e decide iniciar um processo de recrutamento até Ao momento da desvinculação do colaborador, o momento da saída, que neste caso é verdade pelo o
tema da sucessão e desenvolvimento. Ou seja, se um colaborador decide deixar a organização, nós preparamos precisamente a sua saída, não apenas internamente, mas também h alinhado com as necessidades das equipas. Ora, entre estes dois grandes momentos, cortar e desvindar, existem muitos outros macroprocessos, Um seja o onboarding, neste caso a contratação e eh neste caso o processo de transformação de um candidato colaborador, a avaliação de desempenho materializada pelo modelance andals, a formação que é materializada pelo módulo de learning. A compensação diz no fundo de respeito a todos os processos de revisão anual, seja, por exemplo, salarial
de benefícios. Ou seja, estas grandes áreas do ciclo de vida do pobedor têm resposta precisamente no sistema. E aqui que Sac factors traz uma diferença comparativamente com a solução on premise. O que é que é uma solução on premise? O que é que é uma sução cloud? Porque que estamos a falar de facto desde neste momento e não estamos a falar, por exemplo, de SA HCE. alguns factos históricos e uma Contextualização. Successors não nasceu como uma regamenta s, ou seja, success factors era uma software house independente, tinha uma solução, um produto na gestão de recursos
humanos e efetivamente o que a SAP fez foi adquirir esta ferramenta ou um processo de inclusão. SAP comprou uma ferramenta denominada Success Factors, passou a denominá-la de Sub Success Factors e fez com que todo o seu desenvolvimento Estivesse alinhado precisamente com a estrutura e a arquitetura das ferramentas SAP. Isto está, este facto está também ligado a um outro pormenor. A SAP necessitava de uma ferramenta 100% cloud, uma vez que grande parte da orientação estratégica da própria SAP era a disponibilização de um software como um serviço em contraponto com a solução SAP HCM ou SAP HR
e quiserem chamar. Solução essa que efetivamente é uma Solução on premise, ou seja, é instalada nos servidores de cada cliente, não tem um acesso de remote, a não ser que o cliente o permita, aqui um custo de infraestrutura enquanto access factors, estamos a falar de uma ferramenta 100%, que não podem no momento algum ser implementada num servidor de um cliente. Ou seja, cada cliente, se decidir utilizar Success Factors, tem Um contato direto com a SAP que funciona numa base de subscrição muito similar às subscrições que nós temos em casa, internet, telefone, canais, funciona muito nesta
lógica. Ou seja, cada cliente olha para dentro da sua organização, percebe também com o nosso apoio, nós enquanto consultores apoiamos neste processo de definição do projeto, temos que são as áreas mais críticas que podem ser respondidas por success factors. E Neste sentido, o cliente só tem que escolher os módulos que quer implementar e para o custo de licenciamento desses mesmos módulos. Enquanto numa solução on premise nós podemos ter tudo temos custos de infraestrutura, temos desenvolvimentos à medida, temos em muitos casos desenvolvimento àap que não existem success factors. e vão perceber porquê. Ou seja, esta é
uma ferramenta muito mais user strangle, não Apenas está num browser como este, mas também porque todo o desenvolvimento pode ser feito sem necessitado de código, pode ser feito diretamente nesta interface. Por exemplo, o centro de administração está aqui. Eu com o meu acesso enquanto colaborador consigo aceder às minhas tarefas, por exemplo, alterar os meus dados pessoais, alterar unido a minha conta Bancária e ao mesmo tempo e eu enquanto administrador da ferramenta posso estar a criar uma nova empresa, uma nova estrutura organizacional e redirecionar colaboradores para essa estrutura organizacional. É por isso que sucesso factor é
aqui um pouco diferente, se calhar, do que podem estar habituados. Não temos um backend formal, não temos que fazer aqui desenvolvimentos à medida. Tudo pode ser Feito diretamente num browser. É por isso que nós hoje estamos a falar de sacrifice factor e não falamos se apagar CM ou se apagar. qualquer solução on premiseão por semanas de SAP, neste caso SA tem um suporte pela própria SAP que neste momento está limitado no tempo. Ou seja, a própria SAP anunciou que até ao final de 2027 o suporte estará terminado. Não significa que clientes que tenham só pagar
C dia 1 de janeiro de 2028 o deixe de funcionar simplesmente a partir do dia 1 de janeiro de 2028 ou clientes com a solução on premise migraram por exemplo para success factors migraram a base de dados no seu sistema para forana mas efetivamente algo tem que ser feito, alguma ação do lado do cliente tem que ser executada para assegurar esta continuidade Significa que se o cliente não é algo que aconteça, mas se o Cliente nada fizer no dia a partir do dia 1 de janeiro 2028 em diante, por exemplo, sempre que existem alterações legais,
sempre que há novas tabelas de IRS, amanhã o governo decide que as tabelas deção sofrem alterações a novos por exemplo relacionados com dependentes. A partir desse momento, o cliente está totalmente autónomo, não tem o suporte da SAP à data. Lança notas que permitem essas mesmas Correções. Ou seja, se amanhã as tabelas de RS mudam, existe um novo regimeal que afeta dependentes, pensar disponibiliza a documentação que permita esta transição do lado que isto para uma solução prise no dia 1 de janeiro 2028 este suporte deixa de existir. Isto na prática significa que a própria SAP apostou
bastante em subcess Factors com uma ferramenta Para a qual muitos clientes estão a migrar. Efetivamente, o que nós temos sentido é neste momento, enquanto nós estamos a falar, há muitos clientes que já fizeram a transição para successors, outros que estão a iniciar, outros que estão a ponderar e temos sentido efetivamente um nível crescente de implementações a iniciar, por exemplo, desde o segundo semestre do ano Passado mesmo, este semestre, este primeiro semestre do corrente ano, O número de documentações tem subido, porque muitos clientes, obviamente, adiaram esta decisão no sentido também de perceber como se iram posicionar
e há muitas implementações que estão neste momento a arrancar ou que efetivamente até já estão hemos também um número crescente de clientes que não usavam SAP HCM, ou seja, clientes que, por exemplo, usaram Primavera, utilizavam corner store, utilizar um work day, ou seja, soluções concorrentes. E falando no contexto de Espanha, até o contexto europeu, estamos a falar da solução cloud, que é líder global no tex respeito em soluções da gestão de recursos humanos. O grande competor de success factors é o work day. Eu diria que estes são os dois principais players a nível global. Depois
temos outras ferramentas, mas por Exemplo success factors não é um competidor direto com um primavera ou com PHC. Isto para falarmos de um de um de um realidade portuguesa, que se calhar estes nomes podemos fazer mais sentido. Não estamos a dizer que se fact é melhor ou pior do que primero ou é simplesmente estamos a falar de públicos específicos, organizações com necessidades diferentes, até maturidade de processos diferenciada e cada organização face à ao seu Posicionamento atual, face também à matidade dos seus processos, pode, por exemplo, ter mais benefício de implementar primavera do que propriamente success
factors ou vicevers Por isso, há sempre margem para todas as funções e sempre espaço, mas aqui esse accesso factor também se diferencia um pouco pela sua flexibilidade. Eu posso vos dizer que um dos primeiros projetos success factors que eu Participei enquanto responsável de projeto foi precisamente um projeto de implementação de um dos meus módulos, neste caso de performance and goals, um módulo que o que faz é essencialmente avaliação de desempenho, estamos objetivos e esse primeiro projeto enquanto lead foi numa organização nacional com 50 colaboradores. O que tipicamente vocês pensam de forma legítima e correta aqui
a Organização com 50 colaboradores vai implementar SAP. Toda a gente tem aquela visão de que S leva a implementações muito complexas, muito demoradas, com um custo bastante alavancado. E é aqui que Success Factor traz, no fundo, a tecnologia para organizações que à partida não implementariam. É também por esse facto que nós temos esta estrutura modular, ou seja, nenhum cliente é obrigado a Implementar todos os módulos. Obviamente que a resolução fica potenciada com a existência de todos os módulos no fundo a cohabitar entre si, digamos assim. Isto porque se eu crio um perfil, por exemplo, para
um técnico ross humanos, um descritivo funcional, eu posso usar esse descritivo funcional para o módulo de recrutamento, mas por exemplo, se essa mesma pessoa for avaliar Avaliação desempenho, todo o perfil competências podem ser utilizadas neste módulo se tiver, bem como se eu quiser fazer integração ao acabamento de um colaborador que é o técnico de recursos humanos, do que são, por exemplo, documentos que o futuro colador tem de entregar, estão já pensados e automatizados. Ou seja, a equipa interna não tem necessariamente de estar a recarear todos os processos sempre que alguém tem Que ser completado. Ou
seja, nós e olhando para uma realidade de procreto, sempre que nós em consultoria recebemos um pedido de um cliente, uma leortunidade, primeira questão que nós fazemos sempre é: qual é a dor atual? que é que o cliente não está a abordar. Isto para nós ajudarmos o cliente a desenvolver o seu próprio projeto, porque não há dois projetos Factores iguais. E nesse sentido, nós podemos dimensionar de uma forma mais precisa o próprio tipo de projeto em si. Desde logo definindo de todos os termos que são críticos, todas as dores, quais é que são as prioritárias ou
quais é que nós temos que entrar para atacar primeiro. Vamos implementar todos os módulos, sim ou não? E eu digo-vos já que há módulos que, por exemplo, não fazem sentido para uma PME, por exemplo, o módulo de compensação. Este módulo, efetivamente, o que faz? ização prática ciclo revisão anual de salários de uma organização. Este módulo numa organização com 10, 20, 30, 50.000 coladores faz todo o sentido. Estamos a falar de um processo muitas vezes global com bastantes hierarquias em muitos casos em que são as próprias fias que têm um budget para alocar às suas próprias
equipas. E neste caso, com tamanha complexidade, nós temos que nos assegurar de que Construímos regras, procedimentos, critérios de elegibilidade que estejam alinhadas com as necessidades organizacionais. Numa PMN contra 60, se calhar é a gestão da empresa que faz a revisão salarial. Isso o módulo de compensação não fará tanto sentido. E precisamente aquele exemplo que eu vos dei há pouco, onde nós implementamos o módulo de performance and goals, essa empresa na altura tinha 55 colaboradores Traiçou. Entretanto, a empresa que cresceu, duplicou em 2 anos o número de clubes menores. 3 anos depois da implementação de success
factors, implementou o módulo de learning, ou seja, começou por performance, depois implementou o módulo learning e no ano seguinte essa mesma empresa foi adquirida por um grupo maior. Aqueles 130, 140 colaboradores passaram, mas a parte de um grupo tinha 15.000 colaboradores e o pedido foi Precisamente alinhar os processos. a empresa mãe, digamos assim, geral utilizava success factors. O que nós fizemos foi, no fundo, uma migração de todos os processos para tudo para, neste caso, todos os processos que estavam implementados de performance, de formação, foram migrados para o ambiente da empresa mãe que acomodou todos os
processos e fez com que todos ficassem dentro da mesma ferramenta. E este é precisamente um dos benefícios da solução, a flexibilidade, a permeabilidade ao ajuste dos processos, sendo que qualquer solução cloud, independentemente de ser gestão de recursos humanos, de ser na área financeira, logística ou o quer que seja, tem uma orientação clara de fit standard, ou seja, encaixar no standardndard da indústria e não fit customers. Todas as funções on premis Eram altamente customizadas. eram muito orientadas para os processos de clima. Por isso é que há muitos projetos de transformação. Eu aqui não vou cingir apenas
aos processos deão de recursos humanos, mas até noutras áreas, em que muitas vezes a implementação de SAP acaba por ser desafiante. Muitas vezes encaixar os nossos processos a um standard traz desafios acrescidos, traz muitas Vezes resistências, temos dificuldade em mudar processos ou simplesmente o processo standard não encaixa na realidade da da minha empresa. E de certeza que se derem uma pesquisa vão encontrar muitos nossos sucessos de implementações de SAP, mas também vão encontrar alguns casos de implementações falhadas. E garantidamente é algo que faz parte da realidade de qualquer empresa Que implementa soluções de gestão independentemente
da área. benefício de successo factor daqui tem todos os prós e contras de uma orientação mais voltada para o standard, mas neste caso nós beneficiamos do facto da área da gestão de peso humanos e da gestão de percosto estar a evoluir um ritmo bastante acelerado. Ou seja, se calhar há 15 anos atrás, 20 anos atrás, nós construíamos um descritivo funcional para uma função e Esse descritivo mantinha-se relativamente estático durante 5, 10 anos. Atualmente nós construímos um descritivo funcional em janeiro e se calhar essa mesma função no final do ano deixa de fazer sentido para a
dinâmica organizacional e todas as organizações estão em um unísimo a avançar de uma forma bastante rápida. Como se fatas, nósamos precisamente das sinergias que temos entre organizações, porque garantidamente duas empresas que operem, por exemplo, na área da grande distribuição vão ter desafios de recrutamento muito similares ou vão ter desafios de desenvolvimento muito similares. E é aqui que tendo uma estrutura mais standardizada, temos este benefício. Nós já tivemos clientes, eu vou usar muitas vezes o caso da da avaliação de desempenho, que eu acredito Que é aquele que para nós é mais emocionalmente significativo. Todos já passamos
ou iremos passar por um processo de avaliação de desempenho em algum momento da nossa vida, da nossa carreira. E neste sentido, eu acredito que seja efetivamente um processo que nos traz um real valor. Neste sentido, nota mais de importante é precisamente esta dinâmica. várias organizações acabam por ter Diferentes corores de aprendizagem, ter diferentes desafios e neste sentido, todas vão beneficiando uns com as outras. Nós temos muitos clientes que adotaram alterações de processo de processo que já funcionaram noutras organizações. E no caso, vou dar dar o exemplo da grande distribuição. Há muitos clientes que, por exemplo,
mudaram os seus processos de avaliação desempenho, precisamente porque Já de outras organizações e dos processos h de implementação, caso de avaliação de desempenho, avaliação dos objetivos noutras organizações e trouxeram o melhor para dentro das suas próprias organizações. aqui que muitas vezes o próprio desafio que nós temos eh reside em nós conhecemos a realidade organizacional e muitas vezes temos dois tipos de de organizações, aquelas que têm processos altamente estruturados e que utilizam a Tecnologia para potenciar esses processos. organizações que estão em fase de mudança e estão a tentar perceber de que forma é que podem melhorar
os seus processos. E muitas vezes a nossa implementação não é apenas trazer para um sistema um processo, é discutir com o cliente, perceber o que é que vai ser melhor, o que é que não vai ser melhor e adaptar, porque nós temos Uma ferramenta deste gênito, ou seja, o foco de success factors é ser user frame. É por isso um browser e não imporizamos um programa qualquer outro. OK mesmo eu entrar em sistema, provavelmente quando vocês entrarem por primeira vez vão perceber que o sistema em si é bastante dinâmico, ou seja, é uma ferramenta de
gestão de forços humanos. Cada um de nós enquanto colador Tem uma conta. Eu entro no meu perfil e, por exemplo, se eu quiser tirar um dia de férias, clico neste botão e só tenho que decidir quando é que vai ser o meu dia de feitos. O sistema neste momento está apenas a validar se eu tenho, por exemplo, dias de férias disponíveis, quem é que são os membros da minha equipa que estão ausentes nesse mesmo momento. E neste caso, o que o sistema Me diz é que eu, por exemplo, hoje à ata não posso ainda ir
à férias, não tem dias disponíveis, se calhar a minha atividade não permite. Ou então o administrador não abriu ainda as contas para tirar férias, mas o a ótica de funcionamento é precisamente esta. Da mesma forma que cada colaborador tem o seu perfil, isto significa que todos os dados de cada colinor vão estar num só local Divididos por áreas. Ou seja, eu estou aqui a simular a ania, eu consigo ver todos os dados pessoais e, por exemplo, se eu amanhã vou ter uma alteração, meu estado civil vai mudar, eu vou-me casar, eu posso simplesmente chegar ao
meu perfil, tenho um tom de ações, posso escolher que dados é que vou alterar ou até simplesmente criar, clicar aqui neste botãozinho E altero o meu estado civil. Ligo que no dia 1 de abril o meu estado civil vai mudar de solteiro para casado. O CM automaticamente diz-me que se o meu estado civil mudou, então eu tenho que anexar uma prova desta alteração e devo validar benefícios e dados de erro. Ou seja, eu já não tenho de enviar um e-mail para a equipa de recursos Humanos. Eu posso simplesmente, enquanto colaborador ir ao C fazer estas
alterações e sei imediatamente o que é que tenho que fazer. Por exemplo, eu aqui não posso avançar com este pedido alteração sem anexar um documento. Eu posso ir aqui ao meu computador e até posso dizer que quero carregar um documento ser aqui o manual de exercício. Eu só quero avançar com este pedido para ter a certeza que no dia 1 de abril esta Alteração está efetiva. No entanto, alguém vai ter que validar esta alteração. Por isso eu aqui consigo perceber que esta alteração statível vai ser validada por alguém a um aprovador. Ou seja, ainda que
o sistema permita uma dinâmica, há sempre validações. E onde é que entra o nosso trabalho aqui enquanto consultores? Nós temos de perceber de todos os dados que podemos Permitir manter em sistema, quais é que requer em aprovações, quais é que são de alteração livre por parte de um colaborador, que dados é que um colaborador não pode alterar e aplicar todas estas regras em todos os campos, todas as áreas de informação. insam quando falamos em success factors, o ponto principal é que devemos ter toda a instalação e é necessária Em sistema, ou seja, esta informação estará
mantida em sistema, esta informação pode ser mantida pelo próprio colaborador ou por terceiros, por exemplo, pela organizações. Vou só cancelar aqui esta alteração. Organizações que, por exemplo, no arranque do projeto do primeiro ano, primeiro ano, muitas vezes não permitem que o colador edite qualquer tipo de informação e gradualmente vão libertando Estas áreas. Ou seja, nós podemos controlar o que é que pode ser visto, o que é que pode ser editado, o que é que pode ser iluminado por parte de quem? Ou seja, nós acomodamos informação, não apenas pessoal, mas também dados da função, porque independentemente
do módulo ou módulos que nós temos implementados, nós podemos colher que dados temos, mas há informações que São essenciais, nomeadamente identificação de colaboradores com dados pessoais, dados de função mas também dados organizacionais. Ou seja, aqui a ania, ela pode viver nos Estados Unidos, mas para a organização importa que ela ocupa esta posição de administrador de recursos humanos numa determinada empresa, numa determinada unidade de negócios, numa divisão, num departamento, Com o Charles, com uma Sofia. entre outros dados. Ou seja, imaginem o vosso perfil dentro de uma estrutura organizacional, porque cada um de vocês pode ser um
cobrador de uma determinada empresa, pode executar uma determinada função. O sistema vai acumular é precisamente esses dados. Ou seja, nós temos que ter todos os dados deores, todos os dados Organizacionais para depois conseguir colocar cada pessoa no local certo. A partir do momento em que temos esta base de informação de 50, 100, 1000, 10.000, 100.000 cubas, a partir daí o a própria navegação do sistema vai se fazendo exatamente da mesma forma. O sistema pode ser igual se eu tiver 50 colaboradores ou 500.000. Simplesmente, por exemplo, quando entrar no meu sistema, se eu quiser ver o
organograma da organização, Eu consigo ver quem sou, quem é que são as minhas fios superiores, como quem é a minha equipa, eu ocupo a posição de HR administrator, mas temos todo um conjunto de funções que são executáveis dentro da minha empresa. Não é apenas a digitalização da estrutura organizacional de dados coladores. É muito mais do que isso. Muitas vezes nós vamos ter que outros processos em torno de todos estes dados. Por exemplo, se aqui a anha mudar de função, for promovida, que tipo de dados é que tem que ser pedidos? O que é que acontece
às fias aos níveis inferiores são fiados pela? Ou seja, tudo o que são processos de manutenção normal de informação são executados diretamente em sistema. E grande parte do que vocês viram nesse Momento, nós estamos a falar do módulo de employ centro. Central vai acomodar dados dados organizacionais. Os restantes módulos são aquilo que nós denominados denominamos, desculpem, dados de talento. Ou seja, cada um dos módulos tem uma área em específico. Do ponto de vista de implementação, eu Posso dizer-vos, por exemplo, o model employee central é dos mais complexos, nós vamos ter que, no fundo, criar todos
os processos em sistema, desde a contratação, mudação de função, promoção ou rescisão, um destacamento internacional, entre outros. Nós vamos ter que recriar todas esse todos esses processos, todas essas dinâmicas e posteriormente podemos implementar uma boa seguintes. Há aqui algumas nuances porque vamos imaginar que o objetivo da organização é, por exemplo, melhorar os processos de recrutamento ou então melhorar os processos de avaliação de desempenho. Nós podemos implementar os estes módulos isoladamente, ou seja, não temos o custo do módulo de inty central, mas temos toda uma estrutura de dados muito mais simples. Em vez, simplificando, em vez
de pagarmos dois módulos, por exemplo, employe, pagamos só performance, mas muitas nós vamos ter de igual modo de criar todos os dados de colaboradores, todos os dados organizacionais e depois criar os processos de avaliação de desempenho. Se nós termos implementar employear ao detalhe uma análise de todos os processos contentação, mudança de função, recião e Assim sucessivamente. A grande diferença entre termos employe alterações, o sistema acomoda esse histórico e cria regras nessas alterações. Ou seja, neste caso em concreto, se eu não tiver employee central, custo, hum, desculpem, é obviamente inferior, mas os dados que eu vejo
em sistema são dados mais básicos. Ou seja, se eu hoje Sou um técnico de recursos humanos, mas no ano passado fui responsável de produção, há dois anos fui estagiário, esta informação não vai estar no sistema. Ou seja, o histórico eu só tenho se tiver employe, não tendo histórico, eu vejo os dados à data. Por exemplo, para um processo de avaliação de desempenho não tem impacto. Eu à partida vou avaliar o desempenho num período de tempo, 6 meses, um ano. Ou seja, no Momento em que processo avaliação de desempenho se inicia, eu quero ver a informação
e a avaliação de alguém que é, neste caso, um técnico de recursos humanos. É por isso que não há aqui um impacto de não termos essa informação. Mas se eu fizer alterar dados, eu vou ter de eu não tenho, por exemplo, como tenho employear ações como, por exemplo, X1. Com employee central nós temos todos Estes processos mais estruturados. sem employee center temos informação, mas por exemplo sempre que eu quero rescendir alguém eu vou ter que carregar um freio de importação para inativar aquele utilizador. Ou seja, ficamos mais dependentes tarefas de admin de sistema, mas efetivamente
temos um curso reduzido e atingimos os objetivos pretendidos. É por isso que é importante nós Olharmos para cada um dos projetos e perceber, por exemplo, um cliente vai ou não ter employe de implementamos os restantes módulos. Neste sentido, é por isso que eu há pouco referia que cada projeto é diferente. Por isso é que nós temos que olhar para a arquitetura do projeto, perceber o que é que implementamos antes, o que é que implementamos depois. Por exemplo, há módulos que não podem Ser implementados sem employe, como por exemplo o módulo nonboarding. Isto porque a assunção
principal do modo boarding é eu facilitar a integração, o acolhimento e a contratação. Ora, e estes processos só podem ser executados quando alavancados por employee centro, que é lá que permitimos fazer precisamente a admissão de um colaborador. boarding compensation São precisamente módulos que tecnicamente não são possíveis de implementar sem neste caso employecto que nós devemos olhar para cada um, para cada projeto, perceber a dimensão, o que é que vai h neste caso ser implementado, por que ordem Podemos às vezes ter eh dados que são partilhados, portanto dados pessoais, nós podemos estar a implementar mais do
que um Módulo em simultâneo. E neste caso, nós aqui quando estamos a fazer o levantamento de clipos de cada um dos processos, percebemos o que é que vai ser implementado e posteriormente se podemos ou não fazer esta implementação em conjunto. Até respondendo aqui uma questão que o Daniel lançou, dados mais comuns que nós lidamos com quando trabalhamos com success factors. Grande poco, são precisamente dados de colaboradores, sejam dados ptuais ou organizacionais, dados como moradas, dependentes, dados como cartão de cidadão, identificação, mas dados também de sunções, dados de estrutura organizacional, entre outros dados, ou seja, tudo
aquilo que discer respeito ao colaborador e à sua função na organização, quando combinados no fundo, quando replicam o Dia a dia da organização em si. O que é que nós muitas vezes no ponto de vista de implementação nós dimos sempre são essas informações? Do ponto de vista até da administração da ferramenta, o que nós lidamos com maiores frequência, por exemplo, carregamentos de dados, por exemplo, cenário muito comum, há organizações que querem ter um histórico de dados organizacionais. 10 anos atrás a implementação de success Factors. A questão que nós temos é sempre onde é que está
a informação desses 10 anos atrás. Se o cliente estiver, por exemplo, noutra ferramenta, nós fazemos esse carregamento de dados e e isto para todo todos os cobradores ou para um grupo em específico. Há muitos clientes que muitas vezes nos pedem precisamente para carregar dados de histórico, funções passadas. O que nós apenas questionamos é onde é que está esta informação e carregamos em Sistem objetivo primordial qualquer sistema, neste caso falamos de sistemas ligados à estado de recursos humanos, mas é precisamente criar a história do colaborador na organização desde o primeiro dia em que é contratado até
à data atual e até para o futuro do próprio colaborador em O que o sistema nós vemos aqui faz é precisamente organizar, estruturar e tornar A dinâmica da ação com estes atos mais fácil. Ou seja, se eu amanhã quero distinguir um colaborador, que não vai ser o colaborador a rescendo, deve ser alguém, por exemplo, aqui recursos humanos ou a Sofia que tem de tomar essa ação. E pode ser algo tão simples quanto eu vou aqui a esta barra de pesquisa e escrevo uma palavra-chave, pode ser simplesmente terminate e depois digo Quem. Eu posso querer fazer
a região aqui de G. E é algo tão simples quanto nesta barra de pesquisa algumas palavras chave e eu vou para um processo de rescisão e o sistema vai- me dizer exatamente o que eu preciso de introduzir para avançar com esta rescisão. Da mesma forma que no sentido inverso, se eu quiser contratar alguém, Eu escrevo simplesmente adicionar no cor. E próprio sistema vai ver novamente o que é que eu tenho de preencher. Aqui um pequeno parte, provavelmente vocês podem estar aqui a a questionar-se. O sistema pode estar noutro idioma ou noutros idiomas. Ou seja, vocês
estão a ver o sistema em inglês, os nossos documentos, tanto o nosso manual como o próprio Manual de exercícios. H estão em inglês, precisamente porque independente do número de idiomas que nós temos implementado no sistema, qualquer implementação tem que ser feita sempre num idioma que é o inglês e dos Estados Unidos e posteriormente nós podemos ativar todos os idiomas que quisermos. A questão é que o sistema não tem a capacidade de tradução automática, ou Seja, sempre que nós, por exemplo, criamos um novo campo, nós vamos ter que carregar a tradução correspondente. E eu vou mostrar
porque é que isso acontece. Se eu, por exemplo, for aqui área de definições, mudar o idioma para português, vocês vão ver que a maioria dos tempos estão traduzidos. Reparem aqui todos estes botõezinhos. Mas se nós andarmos um pouco mais abaixo, temos aqui esta área de para se Hoje tarefas que nós temos que executar. Vocês conseguem ver que há aqui títulos que estão em português, outros que estão em inglês e assim sucessivamente. Tudo o que é standard, o sistema tem traduzido de forma automática. Tudo que é customizado, ou seja, que foi criado por nós, tem que
temos que ser nós a carregar essa tradução. Isto significa que este esta etapa que se chama Annual Calibration Review, ela está em inglês porque estamos a Falar processo de calibração. Ela está aqui em inglês simplesmente porque quem criou este processo não carregou a tradução correspondente. É por esse facto que nós temos que implementar sempre, nem que tinhamos 20 ou 30 idiomas. O inglês dos Estados Unidos é precisamente o idioma perfeito. Isto porque imaginem que nós não tínhamos dado nenhum nome, ia aparecer Aqui uma linha em branco, nós não íamos saber o que é que ia
estar aqui. E neste sentido, o próprio sistema obriga-nos a que cada implementação seja feita sempre e neste caso seja iniciada sempre no idioma inglês dos Estados Unidos. E posteriormente nós ativamos todos os idiomas que nós pretendemos com a assunção de que temos obviamente carregar essas mesmas traduções. É por isso que sim, vamos ter o sistema em praticamente todos os idiomas Disponíveis. É por isso que nós aconselhamos sempre as primeiras as nossas primeiras implementações devem ser feitas com o sistema inglês para nos ambientarmos precisamente à configuração. E é is e será também muito mais simples para
vocês. Se por exemplo quiserem criar uma nova empresa, chegam aqui e escolhem a opção man data. Por exemplo, tivéssemos o sistema em português, vocês não iriam escrever de data e escrever gerir dados. Mas se os sistemas tivessem português do Brasil já ia ser gerenciar dados. E se vocês tivessem dúvidas como criar uma empresa e fizessem uma pesquisa no Google ou até com ou um assistente inteligência artificial, poderia não ser tão simples de obterem um descritivo como fazer e se temm um Erro vão garantidamente ter mais resultados em inglês do que propriamente em idiomas locais ou
com menorção. É por isso que isto também aqui para vos h justificar porque é que nós mantemos toda a nossa documentação em inglês. Para as ações principais nós não temos códigos. Por exemplo, em SA HCM, se eu quiser ver dados de colaboradores, eu vou correr a uma transação que é a PA20 e posso ver a informação em cada infaltip. Em success factors não termos estas transações. Se eu quero ver dados deador, vou aqui ao perfil e desde que eu tenho autorizações, eu consigo ver os dados desse perfil. Estou a ver aqui da ania, mas se
eu quiser ver os dados de perfil de outra pessoa, neste caso o tenho que colocar o nome dessa pessoa, Ou seja, não temos códigos, temos palavraschave. é mais intuitivo, porque se eu amanhã quero fazer um pido de uma audiência, mas eu não sei como é que se chama a transação correspondente ao código, posso colocar uma palavra chave, por exemplo, time. Este sistema vai me exibir todas as opções relacionadas com esta área funcionalidade ou configuração. Não temos códigos, temos palavraschave, Temos a questão do idioma. O di pode limitar a utilização das palavras chave e daí nós
vamos prisivamente dando estes consolhos para nos ajudar na configuração. E voltando precisamente à estas a falar há pouco, se eu amanhã quero criar uma empresa, vou área de managa, temos esta secção aqui que se chama create new e eu só tenho que escolher a opção entidade legal. E é desta forma que eu crio uma empresa. Isto para vos mostrar que clicando no mesmo local, esta larva aqui, eu posso criar um emprego, posso ver um perfil deadores, posso implementar uma atualização do sistema, tendo área chama upgrade centurso a esta caixa de pesquisa, eu tenho acesso a
funcionalidades de utilizadores, mas também tem acessos acesso a funcionalidades de administrador e de Consultor. Isto porque esta barra de pesquisa dá-nos precisamente estes múltiplos acessos. Se eu quiser perceber contas Marias existem no meu sistema, coloco a palavra chave Maria e o sistema vai identificar todas as pessoas com este nome, seja no campo de primeiro nome, nome, último nome, e-mail, o quer que seja, da mesma forma que no mesmo local eu tenho acesso a toda a área de Administração do sistema. Ou seja, se eu quiser configurar um módulo, eu posso fazê-lo nesta área. E a área
de ferramentas tem precisamente todos os módulos e funcionalidades listados e disponíveis de acordo com o meu nível de acesso e com a minha função. Ou seja, nós vamos agora conhecer é precisamente como é que o cena é constituído. Já Perceberam que existem módulos, já perceberam que existem funcionalidades, dados, interagimos com o sistema. Agora vamos detalhar e olhar para terminologias que estão transversais, independentemente do módulo ou módulos que temos implementados, entre outros. Antes de avançar, alguma questão que queiram colocar? Nenhuma dúvida, >> professora? Sim. Ah, eu não sei se se é parte do das sessões depois
ou alguma coisa assim, mas eu percebo que eh depende do da região do país. Eh, a parte do RH por ter hum algumas coisas muito específicas do país. >> Uhum. Essa parte ali é um submódulo eh a parte ou como é jeito da dessa parte? >> Não, todos os módulos estão preparados precisamente para acomodar tudo o que é Específico de cada localização. Um exemplo muito muito concreto. >> Em Portugal nós podemos usar o cartão de cidadão para identificar um colaborador, mas em França, na Alemanha, Espanha são existem outros documentos. Todo o sistema tá está preparado
precisamente para essas variações. Da mesma forma, por exemplo, em Portugal eu posso ter uma avaliação de desempenho com quatro etapas e em Espanha ter uma avaliação de desempenho com seis etapas. Há esta eh o Sistema tem a capacidade de lidar precisamente com esta variabilidade eh local. >> OK. Pronto, obrigado. Obrigado, Armando. Acho que o Pedro tinha também uma questão. Ainda não conseguimos ouvir o Pedro. Não sei se sou eu. Não, não, também ainda não tá mais fácil. Penso também dá para para escrever. Às vezes, Enquanto o Pedro está aqui a tentar, eu acho que o
Daniel tem aqui uma questão, por isso, Daniel, vamos aqui tempo ao Pedro. Eh, no dia a dia de um consultor do que trabalha com success factor, o trabalho envolve algum tipo de arquivo específico, uma linguagem de programação, ou é só configurar mais o questão do nome, eh, os dados do das pessoas. Uma excelente questão a nível de linguagem, de Programação, o máximo vamos a falar implementações comuns sem funcionalidades sejam fora do standard. XML é a linguagem de programação, se é que podemos chamar assim, pode ser utilizada, mas mesmo assim nós podemos configurar o sistema sem
sequer utilizar este tipo de linguagem. No que diz respeito toda arquivo e carregamento de dados, todos os dados que nós carregamos em sistemo têm que ser carregados em Formato CSV. Ou seja, nós preparamos estes feiros. Regra geral, cada projeto, em cada projeto, cada cliente é dono dos seus dados. Ou seja, nós preparamos os faes, explicamos ao cliente como preencher, é da responsabilidade do cliente preencher esses dados e entregar-nos. A nossa responsabilidade aqui é validar se o ficheiro está corretamente mantido. É óbvio que se eu disser que o António pertence ao Porto e pertencer a Lisboa,
Tecnicamente o cheiro está correto. Simplesmente o António está mal posicionado. Mas é por isso que quando nós estamos em projeto, nós explicamos o processo de criação do despejo, da validação dos dados e depois o carregamento passa para o nosso lado e nós apoiamos nesse sentido. >> OK. Obrigado. >> OK. Ora, estou aqui a ler a questão do Pedro. Efetivamente, ora, não empregado Cometir dois dias de férias no civil, marca 20, só bombeiro. Sim. Ou seja, tudo o que são regras de tempo, nós podemos ou seguir a lei do país ou acumular com processos internos. Por
exemplo, há organizações que permitem dentro do período legal, ou seja, um colaborador tem dois dias de férias que nãoou do ano anterior, pode tirar até o que está realmente definido. Há organizações que, por exemplo, ao dia 1 de janeiro, se os dias não forem usados, Transitam imediatamente para a retribuição. Há organizações que permitem o corador tirar até, por exemplo, setembro do ano seguinte. O que nós temos de fazer é precisamente configurar o sistema de acordo com essas regras. Mas o sistema permite, o ideal e que nós estamos mais acostumados é precisamente configurar de acordo com
a lei. Sempre que a lei altera, nós obviamente temos que alterar a configuração, mas depois Temos sempre o ir mais além da lei. Por exemplo, há muitas organizações que além dos 22 dias dão três, quatro dias adicionais e nós temos que carregar esses dias de férias adicionais na mesma cota de férias do colaborador. podem ser classificados de uma forma diferente, mas tudo isto para dizer que existem os imperativos legais que nós temos que cumprir e existem desvios. A organização obviamente é responsável pelo facto e nós configuramos sempre Nesse sentido. Ou seja, o que é que
acontece? A questão dos dias de férias é muito comum, mas por exemplo, bancos de horas, regras relacionadas com banco de horas, a partir de que número de horas é que transita de imediato para retribuição, o próprio colaborador ser notificado que tem demasiadas horas em banco de horas e tem que, por exemplo, virar. Por isso nós conseguimos também criar todos esses processos em sistema e essas regras. OK? mais questões. Entretanto, ao longo da sessão também podem, nós vamos falando eh de cada um dos módulos e dos por isso podem também lançar as questões que quiserem. Por
isso, sobre success factors, temos precisamente um gráfico que nos explica um pouco, de uma forma mais visual, como é que o próprio sistema aqui Acomoda a informação. Ou seja, temos esta camada central, pelo que nós chamamos de corage and payroll, onde temos tudo o que são os processos que permitem editar e manter dados de colaboradores, dados organizacionais, gestão de tempo. O tema do payroll é muito específico, ou seja, nós podemos executar procedamento salarial e success factors com um módulo específico que se chama employee central payroll. Tem Mesmo este módulo. Este módulo funciona utilizando a informação
que nós temos no módulo de employeamento salarial que utiliza a informação que já temos em sistema. Temos esta camada superior de talento, onde estão precisamente todos os módulos específicos de cada área. Estamos numa era em que duas grandes componentes têm um peso significativo, ou seja, Competências, skills e atributos. Há muitas organizações que, por exemplo, já fazem totalmente com base em competências e não em perfis. E é por isso que cada vez mais a classificação de colaboradores pode ser feita desta forma, mas também temos a área de people analytics, ou seja, todos os dados do sistema
podem ser extraídos e podem ser combinados no sentido de criar aqui, no Fundo, regras no próprio curso, eh na própria análise e leitura de dados. Estamos numa era em que analítica tem uma componente muito importante. Estabelecimento de relações interbados é também importante e e primordial. Ou seja, em todas estas áreas, Success Factor consegue precisamente dar resposta e ter uma palavra a dizer em todos estes temas. Independentemente do módulo ou módulos que temos implementados, existe Funcionalidades que são transversais, nomeadamente aquilo que vocês viram na página inicial, ou seja, eu poder pesquisar peladores, ter listadas as tarefas
de executar, organograma, perfil, relatórios, notificações, tudo isto está sempre disponível para qualquer cliente, o que vai permitir com que eu identifique que dados é que um determinado Colaborador pode ver ou ações pode executar. Tudo isto é preconizado pelas permissões baseadas na função, aquilo que está aqui inscrito como rollas permissions ADP, ou seja, de acordo com a minha função, eu posso ter acesso ou não a determinadas áreas do sistema. Se eu sou, por exemplo, um operador de armazém, não faz sentido ter acesso a criar uma Empresa no sistema. CL está limitado. Ou seja, a área de
managar eu não vou ter acesso. Se eu for administrador da ferramenta, eu tenho que ter acesso a essa área. Aplicação mobile está também disponível. Se eventualmente até tiverem curiosidade da aplicação mobile, podem ir aqui ao nosso ambiente de testes na área de definições. Tem aqui este separador mobile e podem descarregar a aplicação, ativar e Interagir. O foco da aplicação mobile é tornar alguns processos mais simples. Ou seja, eu tenho uma consulta médica, estou a ir para o trabalho, vouar mais tarde uma hora. No fim da consulta posso tirar uma fotografia ao documento de presença, anexar
à minha ausência ou então posso estar no métro, ir para o escritório e fazer a minha avaliação de empenho. Ou seja, or aplicação mobile é precisamente tornar ágeis alguns processos. Não é expectável Que numa aplicação mobile possa criar uma empresa ou retinda um processo de avaliação de empenho. Aplicação mobile é muito focada no utilizador final do colaborador, enquanto o desktop combina, ou seja, no desktop nós podemos ter funcionalidades avançadas e funcionalidades mais básicas. O acesso ao center está também sempre garantido, limitado ou aberto de acordo com as Permissões que cada utilizador tem. O perfil é
também incluído para qualquer modelo, sendo que o nosso trabalho, desculpem, nós enquanto consultores, o que vamos fazer é criar o perfil. Traduzindo, muitas vezes primeir nas primeiras reuniões que nós temos com o cliente, nós apresentamos exatamente o mesmo que vocês estão a ver o perfil e levamos o cliente a analisar que Informação é que vamos ou não ter. Nós podemos ativar ou desativar campos, criar campos novos. perceber, por exemplo, se a nível de contacto nós queremos manter o telefone e o e-mail ou só o telefone ou só o e-mail, ou seja, tomar decisões mediando esta
informação. Isto porque que acredito que também se possam estar a questionar é momento em que o projeto de facto de terça rica nós não temos que configurar todos os campos um a um. O sistema tem já definido um conjunto de tempo que são comuns que neste caso os tais campos standard qualquer instância tem e nós vamos trabalhar e ajustando essa esta instância de acordo com os requitos do próprio cliente em si. O admin center está também disponível para qualquer cliente. E é no admin center que nós podemos implementar módulos, mas também executar a manutenção, estirar
relatórios, entre Outros. A nível de terminologias, eu há pouco já usei. Conceito de instância é o ambiente do cliente, ou seja, cada cliente tem precisamente um atributo que é o código da empresa que permite identificar o ambiente do próprio cliente. Por curiosidade, eu até aqui à página inicial. Na maioria dos casos, vocês conseguem identificar o código da empresa no link. Este pantony equal, este código é o identificador da empresa. Cada empresa tem um código único. Podem vê-lo aqui. Ou se forem aqui a show version inflammation, conseguem ver que o company ID é este, exatamente o
mesmo que está aqui em cima. Cada empresa tem este, tem um código único. Da mesma forma que também não é muito comum. um código de empresa ser constituído por Estes atributos. por exemplo, cenários muito normais, uma instância de produção, ou seja, a instância que tem os dados coladores, pode ser algo como, por exemplo, valant pódigo de empresa muito comum se estivermos a falar de uma instância de produção, cada cliente tem em regra três instâncias: a produção, a de testes, por isso é que temos aqui Como T ou a desenvolvimento B. Em qualquer projeto nós podemos
escolher estes atributos. A própria SAP, quando quando um cliente adjudica um projeto, a SAP disponibiliza este código. Nós podemos, se necessário, ajustá-los para mais fácil compreensão. Qual é o ponto mais importante? Cada instância línica. Ou seja, eu tenho uma instância de produção, Mas eu quero testar um novo processo. Eu não vou para a instância de produção. Imaginem que eu quero testar um novo processo para rescendir colaboradores. Eu não vou sábado à noite rescindir todos os colaboradores porque estou a testar. tem uma instância dedicada de desenvolvimento, cujo acesso é restrito, por exemplo, consultores, é restrito a
utilizadores que estejam a participar nos testes e no desenvolvimento. Execute lá essas alterações e só quando estão aprovadas é que move para a instância de produção, pois cada organização tem os seus ciclos de de mover configuração. Todas as instâncias são independentes entre si. Ou seja, se eu executo uma configuração numa instância de produção, ela não é automaticamente replicada para as restantes, para a instância de desenvolvimento ou de teste. Nós temos de ou transportar ou mover manualmente. Na prática, uma quanto mais instância nós temos, mais trabalho nós temos também mantê-las. Podemos usar fluxos de transporte, de
configuração e de dados instâncias. A assunção principal é que cada código de empresa, cada company ID é uma instância, é uma máquina. e regras também como nota a parte a própria SAP não aconselha nós temos por exemplo dados reais de coladores em Instâncias de desenvolvimento de testes. Ou seja, as únicas que devem ter dados reais são as instâncias de produção. São aquelas que todos os cobradores acedem. As restantes devem ter dados construídos ou anonimizados. na unanimidade, por exemplo, eu posso ter um utilizador que é o Vugs Bunny, um exemplo, que eu não sei quem é,
mas sei que ele é direita de produção. Eu quero testar aquele processo com aquela aquela Figura, aquela função. Simplesmente eu anonimizo dados de maneira a não identificar a pessoa. Se contrário, há sempre o risco, por exemplo, eu saber qual é o salário de determinada pessoa. é um risco calculado, porque nós na prática limitamos sempre o acesso através de permissões e só damos acesso aos ambientes de testes e desenvolvimento a quem realmente está, como o nome indica, ou de estar ou no Desenvolvimento de processos. Tendo os dados anonimizados, nós podemos tambémir se queremos eliminar determinada informação
ou não. Ou seja, todos estes dados são importantes neste sentido. Nós vamos perceber como é que vamos ou não ter informação e em que instância. Como é que nós configuramos cada instância? Admin center é no fundo este local onde vocês já tiveram está disponível aqui nesta interface. E temos outro local que é o provising. O provising é na prática o back técnico defes. O provising não está disponível, por exemplo, para nenhum cliente. O acesso ao provising é sempre limitado a quem preenche dois requisitos cumulativos. Tem que ser um consultor certificado no módulo que está a
ser implementado e este consultor tem que estar a colaborar diretamente com parceiro de implementação. Vamos colocar isto em termos mais práticos. Este até usar um exemplo para tornar mais simples. Eu atualmente sou certificado em vários módulos de CS factors. Um deles é o módulo de implement. Eu posso estar a implementar um módulo de impl cent, mas eu atualmente não estou a colaborar com nenhum parceiro de implementação, como por exemplo aicuja mesmo sendo certificado, eu não tenho acesso ao provising no ambiente que eu estou a gerir. No passado, quando eu colaborava diretamente com uma consultora, neste
caso com a Valantic, sendo eu certificado e trabalhando num parceiro implementação, eu já tenho Acesso ao prasoning. O acesso ao prasoning permite-me, entre outros, ativar ou desativar módulos. E é daí que estes dois requisitos comulativos fazem sentido. Por um lado, a própria SAP garante que qualquer cliente que efetivamente um projeto de um determinado e de um determinado módulo, tenha acesso a consultores e a parceiros que têm um no para o fazer. Ou seja, eu sendo certificado e cobrando diretamente para Um parceiro de implementação, este parceiro tem que ser também certificado pela própria S. Ou seja,
para o cliente há aqui há uma uma primeira garantia de que o no existe. Depois existe outro detalhe muito prático. A partir do momento em que eu vou a provising e, por exemplo, na instância de produção ativo um módulo, a própria pode começar imediatamente a faturar esse módulo. E muitas vezes o que acontece, imaginem que tínhamos um consultor interno tinha acesso ao primo e ativava o módulo, começava a utilizar este módulo e o o product da ferramenta não era notificado e se calhar no mês a seguir tinha uma fatura de 5.000 utilizadores que foram carregados
só para testar, mas para todos os efeitos SAP já identifica como em utilização. Ou seja, nós desta forma limitamos o acesso e limitamos esse risco. Ou seja, O business consultores certificados e parceiros certificados. Parte mais interessante é precisamente no arranque do projeto em que nós ativamos o módulo e as funcionalidades são necessárias porque o pring não é simplesmente uma lista de módulos e nós ativamos o desativamos. Posso dizerv-vos para ativar o módulo de employe combinação de 30 a 40 atributos que têm que ser marcados só para ativar um módulo com determinadas funcionalidades. E é por
isso que estes acessos efetivamente acontece no arraneto e na maioria dos casos nós não voltamos a ter necessidade de ir ao business. a não ser próximo do liv em que temos que validade de jovens de integração e tudo mais, mas eu diria que 99% de uma implementação de employece aqui no Min Center. Se nós falarmos de uma implementação, por exemplo, cor and gold, eu diria que 70% acontece no min center e 30 acontece no prasing. Isto porque já estão a perceber que há módulos que requerem mais o acesso ao misming que outros. Exemplo, o móvel
formals é um módel modelos de formulário, que podem ser criados precisamente em XML, fora do sistema. E muitas vezes o que nós fazemos é criar os modelos e importar. A importação em si pode ser feita no Admin Center. Sempre que eu quero fazer Uma alteração através de CDML, para eu atualizar o modelo existente, eu preciso do provision. Caso contrário, o que acontece? Eu carrego o fecheiro no M center e ele não substitui, acrescenta mais um modelo. Numa interação com o cliente, nós podemos ter 30 a 40 modificações e significava que o sistema ia ter 30
a 40 modelos de formulário, quais só 39 eram testes e só uma é que era real ou a versão final. Por isso, muitos clientes no início, entre aspas, um pouco o nariz ao facto de não poderem ter acesso ao provising à data não é tão crítico porque, e posso votar novamente o meu próprio exemplo, eu com a minha equipa fizemos a implementação no modo employeis. Neste caso, temos consultores externos que nos apoiavam neste sentido, duas vezes ao longo de um projeto que durou aproximadamente 1 ano e meio. Só precisamos acesso ao prizinho duas Vezes para
validar jobs de antes Google Live e no início para ativar o mod. Tudo o resto foi feito pelo o admin. Nós estávamos do lado do cliente, não terminamos, tínhamos um contrato ativo com parceira de implementação, mas como tínhamos uma equipa interna a entregar esse essa implementação, não recupemos ela. Por isso aqui também muitas vezes todos os clientes ficam sempre muito pé atrás com Este termo. Mas então eu estou a pegar uma licença e nem sequer tenho acesso ao back da minha ferramenta. Na prática não é tão crítico porque a maioria das tarefas nós executamos no
admin center. No limite vamos imaginar que o acontece, eu preciso fazer uma alteração, estar um ano. Eu não tenho parceira de implementação, nem tenho contrato de suporte porque tenho minha equipa interna que faz o suporte da ferramenta. Nós podemos abrir um incent e dizemos o que é que queremos fazer. A SAP executa por nós, ou seja, vai a por ninguém executa esta alteração. A única, o único detalhe que a SAP nunca faz é darmos consultoria. Ou seja, se nós dissermos, eu tenho este problema, eu preciso de executar esta alteração, por favor. Sap, se calhar no
mesmo dia faz esta alteração. Se eu abrir um ticket SP, eu tenho este Problema, mas não sei como se resolve. Sapismos deve contactar por implementação, não ser que seja uma ocorrência técnica e obviamente eles resolvem. Mais regras geral até para vos relaçar a vocês porque podem sentir de certa forma um dia querem seguir um caminho de freelancer e não tem acesso ao pring a partir desse cliente tem um parceiro de implementação que tenha este acesso ou até diretamente com sabe que conseguem Agilizar a nível de terminologias e também h até pegando um pouco na questão
que o Daniel fez há pouco, existem ficheiros que nós temos carregar necessariamente, em particular quando um projeto está a arrancar, como por exemplo o ficheiro com dados básicos de colaboradores. Se a minha empresa tem 10.000 utilizadores, eu não vou adicioná-los um A um. Eu carrego no ficheiro, trabalho em formação e importo. Da mesma forma eu posso extrair a informação do sistema. Tem aqui do lado direito que são screenshots de um ficheiro CSV que nós vamos carregar, mas vamos tornar um pouco mais interessante e eu vou fazer o processo oposto que é employ a lista de
todos os utilizadores que estão no sistema. O que é que nós podemos ver aqui? quisesse poderia imediatamente ir a Export, mas eu aconselho sempre nós validarmos estas condições prévias, nomeadamente eu decidir se quer exportar o utilizador de ativo apenas ou ativos inativos. O que é com o utilizador inativo? Vamos dar aqui o passo atrás. O conceito, um utilizador ativo é um colaborador da organização, tem um contrato de trabalho, tem uma relação de trabalho e como tal esta relação está ativa e esse Utilizador está ativo. A partir do momento em que a pessoa regime o contrato,
esse utilizador passa a inativo. Mas inativo pode ser alguém que deixou a empresa, que nós mantemos ainda no sistema. Da mesma forma que um inativo pode ser, por exemplo, alguém que está em licença de parentalidade de 7 meses. Tá inativo porque a sua função não está a ser executada por ninguém durante aquele Tempo. Cada organização pode definir quais é que são os períodos em que um utilizador possa ser inativo ou não. Da mesma forma que utilizadores técnicos regales estão ativos no sistema. A partir do momento em que eles deixam de ser roubantes, nós inativamos ou
eliminamos. Para esse propósito, eu só vou querer extrair utilizadores ativos. E aqui apenas mais duas considerações, nomeadamente aificação de carateres. Na Europa, mais aconselhado TF8, mantemos essa essa inação que são muito comuns nos nossos nomes. Supor local. O mais importante aqui é coerência. No formato que nós extraímos deve ser o formato que nós carregamos. Lembrem-se que este tipo de ficheiro ou este tipo de processos estão em grande medida executados ou no arranque do projeto ou próximo do Live ou quando queremos testar. Adicionalmente esta manipulação de feureiros é muito frequente se nós não tivermos employee central.
Ou seja, não tendo employ central, eu quero mudar alguém de função, quero mudar alguém de fi, eu vou ter que carregar dados em ficheiros. Se tiver employee central, carregamentos de dados só acontecem sempre que nós queremos fazer alterações em massa. Por exemplo, mudar 30 pessoas de departamento pode Ser mais fácil através de ficheiro. Eu digo mais fácil, não tem que ser necessariamente sempre este caminho. Mas eu estou a partilhar com aquilo que são os use cases normais. Novamente aqui a consistência mais importante. Se eu exporto em inglês Estados Unidos, eu tenho de importar no mesmo
formato. Por este detalhe datas eu vou exportar o ficheiro e vocês vão já perceber o que é que eu estou a falar. Desde logo, quando exportamos o Ficheiro, o sistema dá-nos uma pasta comprimida. O mais importante é o que está aqui dentro desta pasta. Neste caso, fechar o CSV. que eu aconselho sempre em qualquer tipo de ficheiro. Antes de nós editarmos um ficheiro, há só uma cópia do mesmo. Eu posso estar a editar um fio que meta um erro, não apercebo e depois quando quiser voltar atrás já não tenho o Ficheiro original. Iso meu conselho
é sempre nós fazermos uma cópia do ficheiro que extraímos e depois a qualquer momento nós até podemos eliminar quando já não for mais necessário. Isto até por outro detalhe é a cópia do ficheiro que eu criei. Todos os fichairos de carregamento em success factor estão no formato CSV. própria SAPA aconselha a nós utilizarmos o Open Office E não o Excel para manejar estes ficheiros. Podemos usar o Excel até no nosso dia a dia, podemos fazê-lo. Mas vão perceber, eu vouvos ilustrar porque é que o Excel nem sempre é o mais aconselhado, a não ser que
vocês passem façam alterações nas transmissões do próprio Excel que permitam evitar vocês converterem um ficheiro CSV sempre que abrirem no ficheiro deste género. Ou seja, se eu abrir o fecheiro em Excel, vocês vão ter algo deste género. Éamente porque todo o conteúdo está separado por vírgulas. Se eu não alterar as definições base do Excel, este é o tipo de ficheiro que vocês vão ter. Só para as definições. O que eu posso fazer é garantir que esta estas etapas, ou seja, eu seleciona a primeira coluna, seleciono texto para colunas delimitado, digo, quero que a vírgula seja
delimitador e quero assegurar que todas as colunas Estão em texto. Basicamente nosso está com um Excel. normal, colocando aqui entre aspas se tratasse. Quando queremos guardar, temos que fazer o processo inverso. Neste caso é mais simples, mas temos que guardar como temos que ter formato CSV e devemos validar no final antes de carregar. O Open Office facilita. A própria SAPA aconselha utilizar o Open Office e eu sei que nem sempre nós podemos utilizar O open office. Há muitas empresas que não autorizam. Para esses casos as versões as versões portable, mas se mesmo assim não for
possível podem obviamente usar o Excel. Tem que executar alguns passos à maior propensão a erros. Ou seja, eu neste caso aqui já tenho os meusores definidos. O forteiro quando abrir já tem o formato próximo a ser utilizado. Neste ficheiro, o que nós temos é a Lista com todos os utilizadores, sendo que as duas primeiras linhas são no fundo do cabeçalho do fechar. a partir da linha três é que nós temos os atos utilizadores, sendo que cada linha é um colaborador e em cada linha nós temos a informação de cada colaborador, nomeadamente aqui a Elen. Temos
aqui o primeiro nome da Allen, o último nome, o título da função, o E-mail, o género. Ele nestas duas colunas que são muito importantes, manager entre outros dados. Ou seja, aquilo que eu acabei de fazer foi extrair informação do sistema com todos estes dados. É por este facto que nós temos este tipo de ferreiro. É também por este facto que nós podíamos a qualquer momento extrair a informação que temos do Sistema e voltar a cargar. Agora, desculpa, há aqui alguns detalhes que nós temos de ter em parte tem sido um pouco mais complexa, vamos fazer
aqui uma pausa. Estamos pelos 20 31. Vamos fazer aqui uma pausa e quando voltarmos vamos voltar olhar aqui principalmente para fechair CSV e vamos falar um pouco do que é que temos que Ter em que manuseiamos este ficheiro e que se aplica em qualquer tipo de ficheiro. Por isso, fazemos agora uma pausa e vem-nos pelas 21. Pode ser? >> Obrigada. Até já. Até já. Obrigada. >> Até já. transição energética até sem comção. E vamos começar aqui até por uma questão que o Armando deixou aqui na primeira na primeira parte em 1000, ou seja, hh a
a implementação de um Módulo é sempre com ajuda de um parceiro, não pode ser um simples eh com o simples consultor, ou seja, regra geral, h qualquer adjudicação de projeto tem que ser feito, nunca é feito diretamente à SAP, sete casos muito particulares e é sempre por intermédio de um parceiro de implementação. Isto é isto é o procedimento dual. Existem casos de clientes que contratam Diretamente com a SAP, mas não é de todo e o cenário normal. Ou seja, regra geral, em particular no o arranho da implementação de success factors, eu diria que 99.9% 9%
às vezes é sempre feito com recurso ou parceiro de implementação. Quando um cliente já tem sucesso e eventualmente sem implementar um ou pode ser feito sem recorrer um parceiro, mas é algo que honestamente nunca via acontecer. Já ouvi casos, mas não é, eu pelo menos não tenho essa, esse conhecimento. Já ouvi situações de organizações que internamente entregaram, mas quanto mais não seja, em situações pontuais, haver sempre um parceiro de implementação associado. Aliás, o um dos maiores projetos de successo a nível global, tem uma equipa interna bastante grande, teve também um parceiro de implementação a apoiar,
por isso e é eu diria que é um cenário Relativamente usual. Ok, pronto. Não sei se tem mais alguma questão. Caso contrário, vamos aqui retomar precisamente no ccheiro sem percebido. >> Eu, pronto, eu tinha aqui algumas questões, mas mas vou colocar só uma. >> HH, pelo que eu percebi, o Success Factor, como todo software, tem versões, certo? Ok, exatamente. Sim, por alto, como é que se procede se para uma nova atualização? OK. Em success factor existem e neste caso aquilo que nós chamamos as releases anuais. Ou seja, em dois grandes momentos, ao longo do ano,
no final de cada de cada de cada semestre, regra geral, a SAP disponibiliza aquilo que nós chamamos das duas grandes atualizações Que acontecem a cada ano. Estes são os momentos formais em cada sistema. Deixa-me até partilhar o meu ecrã que assim vocês conseguem ver. Em cada sistema, se forem aqui à secção, portanto superior direito, tem este ícone de ver dados da versão, nós temos aqui o número da release. Ou seja, é desta forma que nós conseguimos identificar em que release é que o sistema está. Se fizerem uma pesquisa, deixa-me só colocar aqui por release 2026
vão ser redirecionados para esta página inicial que basicamente nos diz que quando é que as juelizas acontecem a cada ano. E em cada momento, as diferenças entre PVW e production, basicamente são os ambientes onde as instâncias estão alojadas. Ou seja, a regra geral, os Ambientes de produção, aqueles onde temos os dados reais, são os que recebem em último lugar os ambientes de desenvolvimento e de teste que servem já um mês antes. E que acontece nestas releases? Basicamente existem atualizações que funcionem como atualizações obrigatórias, ou seja, são implementadas independentemente em expressão, mas independentemente da vontade do
cliente. Opcionais em que o cliente pode decidir ou não. E das ruas, nós podemos ter atualizações que são implementadas de forma automática ou de forma manual. Ou seja, estes dois ciclos anuais, se repararem, abril e maio, outubro, novembro, são os momentos do ano em que cada sistema é atualizado. E isto acontece só uma escala global, ou seja, todos os clientes são atualizados ao mesmo tempo com todas as Funcionalidades. Isto. Deixa-me tentar perceber se conseguimos ver aqui. Mas deixa eu queria ver aqui se conseguíamos ver. Exatamente. Nesta página nós vemos para cada uma das realas, só
temos que dizer quando é que queremos. Temos aqui este filtro de software version. Eu vou colocar até correspondente já ao primeiro semestre deste ano. Nós só temos que dizer, presidente, para employentos todas alterações, todas as Utilizações, alterações que o sistema vai sofrer. Vemos a identificação dessa alteração, a descrição, o módulo. E basicamente, se repararem, temos aqui duas diferenças: customer configured ou automatic. sempre que for configurado pelo cliente significa que é opcional, ou seja, eu posso decidir se implemento ou não. Porque é que isto funciona desta forma? E desde logo este período entre, por Exemplo, abril
e maio, cada cliente tem mais ou menos um mês para testar o impacto das atualizações obrigatórias e preparar o sistema para essa atualização. Em gras geral também uma atualização nunca é, a não ser que seja algo crítico, nunca é automatically on. Ou seja, muito possivelmente esta atualização que nós vimos agora como customer configured, se repararem, ela começou lançada a Primeira vez na segundo semestre do ano passado, voltou a ser lançado este ano e muito possivelmente poderá ser obrigatório no ano seguinte, ou seja, já sabe aqui algum tempo para nós enquanto cliente instalarmos, digamos assim, testarmos
essas atualizações e decidir muitas vezes uma atualização traz alterações de processo e nós Nós temos, precisamos de tempo. Por isso, desde logo, esta diferenciação entre o que é que é Opcional e o que é que é obrigatório. O que é obrigatório, garantidamente só foi opcional durante pelo menos um ano para a região. A SAP nunca lança atualizações com um impacto massivo com menos de 2 anos. Seja, por exemplo, esta página inicial que vocês veem agora neste formato, ela vai ser alterada e já vai ser alterada por um formato muito mais minimalista. Esta alteração já foi
anunciada há um Ano e este ano não vai ser ajustada, muito possivelmente só no próximo ano. Isto para dizer que para simplificar temos dois grandes momentos de atualizações. Temos atualizações opcionais e obrigatórias e mesmo fora destes intervalos, nós podemos implementar, por exemplo, tudo o que seja customer configured. Por exemplo, a release acontece no final, neste caso, meados de maio, desculpem, Não é obrigatório. Eu posso decidir, por exemplo, em junho começar a implementar, ou seja, ficam disponíveis a qualquer momento. Sabemos o que é que temos que fazer. Em cada uma destas atualizações, nós vimos o impacto
e podemos decidir quando é que implementamos. Por isso, estes são os momentos mais importantes de atualização de noções, digamos assim. E esta lógica é aplicável para todos os Módulos. Eu aqui só selecionei employe, por exemplo, posso querer ver as atualizações, por exemplo, só de módulo de learning. E se repararem temos poucas. Por isso, além disso, regra geral, cada organização tem sempre uma equipa dedicada para a temática das relistas, como pode ter um impacto grande, regra geral, a organização está preparada. do lado dos consultores, o que nós fazemos Muitas vezes e aquilo que eu fazia com
os clientes que estava a gerir quando estava com a Valante, que era básicamente, eu conhecia a configuração de cada cliente e fazia já uma triagem de funcionalidades que poderiam eventualmente ter impacto e trabalhava com o cliente mesmo antes eh destes períodos essas atualizações nos ambientes de peste e aconselhavam no sentido de, Neste caso, implementar entar já ou mais tarde. E é muito comum e acredito que todas as consultoras de plan existe uma equipa que globalmente trabalha todas as releas e sabe e conhece as configurações de cada cliente e aconselha os clientes neste sentido. Muitos clientes
em equipas internas, os outros recorrem e neste caso de equipas externos e é desta forma que o sistema se vai manter atualizado. Tudo o que for Crítico, por exemplo, pode ser detetado um erro que impacta no funcionamento funcionalidade. A SAP atualiza automaticamente e notifica-nos. Se tivermos que executar alguma ação, notifica-nos nesse sentido. Pois estamos a falar de um sistema que mesmo com estas duas atualizações grandes tem um down time anual, muitas vezes inferior a 1 2%. E quando falamos down time, não é um down time completo. É muitas vezes Nós entramos no sistema e o
acesso é mais lento e queremos abrir uma janela demora mais tempo. Pelo menos desde que eu trabalho com Success Factors, muito pontualmente o sistema esteve indisponível. Estamos a falar de situações mesmo muito pontuais. Acho que o máximo que vi foi o sistema disponível 30 minutos e foi um problema data center basicamente afetou todos os clientes em Simultâneo. Parte boa é que aconteceu às 2 da manhã. Por isso a maioria dos clientes depois não nem sequer sentiram eh esse impacto. Nós percebemos e temos equipas que estão a dar suporte 24 horas, equipas que perceberam que havia
aquele impacto e rapidamente tentamos ver o que é que podemos fazer e o sistema acabou por ficar disponível. Mais sempre que tiverem questões podem lançá-las. Pronto, eu isto uma questão mais prática. Eh, houve ali um momento da formação que falou sobre os os dados anonimizados para testes. >> Por exemplo, o Success Factor tem alguma ferramenta para gerar estes dados? Ajudar a gerar estes dados automaticamente, em vez de estar a, por exemplo, a gerar um a um? >> Uhum. Sim. >> Nós, quando estamos a implementar o sistema, podemos decidir, por exemplo, Se um campo é sensível
ou não. >> Uhum. E esses campos podem ser automaticamente anonimizados. Corremos um job e simplesmente o sistema escreve em cima desses valores. Que também é muito comum é nós fazermos uma cópia dos ambientes, por exemplo, do ambiente de produção para o ambiente de desenvolvimento e queremos esses e não queremos dados reais. No momento da cópia, nós podemos decidir se, por exemplo, todos os campos que estão Marcados como como sendo sensíveis vão ser anonimizados. Isso falo numa só vez. Nós aqui podemos escolher que campo? Um a um. Ou então identificar todos os campos que estão marcados
como sensíveis ou ir por blocos. Por exemplo, a área que mantém salários de compensation information. Nós podemos anonimizar toda essa informação de uma vez só. >> Sim. Mas no caso que e nós ainda não Temos produção, eh, e se queremos fazer uma um teste assim, >> podemos fazer podemos correr um job da de anonimização e identificamos só que campos é que queremos anonimizar se não tivermos ainda o ambiente de produção. Hum, mas regra geral, eu costumo sempre dizer que os ambientes que não são de produção nunca têm dados reais ou não devem ter, por isso
o risco é sempre mais reduzido. as questões que colocar. OK? Portanto, sem mais questões, vamos voltar aqui a este ficheiro de dados básicos. Nós há pouco estávamos a olhar para ele. Era precisamente este em Excel. provavelmente acordam-se de um ponto importante que é nós termos cópias das versões. Isto porque é muito fácil. Nós estamos a abrir um ficheiro e, por exemplo, tempo como este com zeros à esquerda podem ser problemáticos. Eu neste caso Abri o ficheiro e tive aí a canação, mas eu posso estar a ver este ficheiro e acreditem que esta é daquelas coisas
que acontece com muita frequência. Estou a abrir, não selecionei as colunas como texto, o sistema identifica as colunas como números e imediatamente remove os zeros à esquerda. Na prática, isto acontece, por muito estranho que pareça, isto acontece mais vezes do que vocês possam imaginar. Eu ainda não conheci nenhum cliente que nunca tenha tido este problema uma vez. Isto acontece efetivamente com alguma frequência. Qual é o impacto? Neste caso, nós só temos estes utilizadores que são pouquinhos com zeros à esquerda. Agora, imaginem que este problema afectava todos os utilizadores e eu carregava estes fecheiros. Basicamente o
user ID é um é um campo Único que não pode ser editável. Ou seja, o user ID eu nunca posso levar. Se eu carregar por engano, eu basicamente duplico todo utilizadores. Eu já tive um cliente uma vez que tinha 80.000 colaboradores e depois de um carregamento ficaram com perto de 200.000 e depois foi um bocadinho complicado ou em parto o sistema. Felizmente tudo isto foi feito em ambiente de teste primeiro, mas basicamente duplicaram os Utilizadores. O cliente teve algum azar porque este campo foi saltado, digamos assim. sistema não identificou as fias porque na realidade não
havia, era um ambiente testes, por isso os dados não estavam eh todos os utilizadores estavam isolados, porque no cenário normal o problema que não é um problema, é uma funcionalidade. O que nós vemos nestas colunas é por há pouco disse que eram colunas importantes. O que nós encontramos aqui é o pedido das hierarquias, ou seja, a Amanda, é aqui o nosso, pode ser o nosso case. Amanda Winters tem uma chefia, é um utilizador com este ID. Ou seja, a hierarquia é feita com base na leitura deste o utilizador, neste caso, Amanda, tem um user ID.
E se nós copiarmos este user ID for do sistema, mas até organograma para ser mais Visual, vocês perceberem aqui o impacto, nós colocamos o user ID e ser um us que é ananda. E se eu forcar o utilizador que está aqui na coluna de manager, ele tem que ser necessariamente ali o Jack. Ou seja, é desta forma este organograma tem do nosso lado zero muitação que dita esta relação até ao topo é o que o sistema encontra nesta coluna e vai querendo hierarquias com base Nisso. Se não, novamente é o mesmo cenário, não temos employear
uma hierarquia, tenho que extrair este fecheiro, alterar e voltar a carregar. Não preciso barra não devo carregar o ficheiro todo. Eu posso isolar e ter um ficheiro com três linhas, as duas linhas de cabeçalho e o utilizador afetado. Posso fazê-lo sem qualquer impacto. E é o que é recomendado. Se tivermos em central novamente novos, não necessitamos de utilizar estes Fazendo sempre uma correção em massa de áudio. Além disso, outro dos detalhes, ou seja, temos os 10 à esquerda, temos os us que são únicos e não podem ser editados. Se este atributo está incorreto, eu tenho
que inativar e eliminar este utilizador e carregar de novo. Este user ID nunca pode ser alterado. O username pode, user ID não pode. relação de user ids, A relação aqui da chefia e do responsável de recursos humanos da pessoa, temos entre outros atributos consensíveis, mas em particular temos as latas. E é aqui que eu realça a questão da consistência, ou seja, quando nós exportamos há pouco, estamos aqui em export e neste caso em concreto, eu selecionei, se se recordam, TF8 e localis inglês dos Estados Unidos. O inglêsos Estados Unidos obedece este Formato de data, neste
caso é o mês de no nossoiro. Exemplo esta data não é crítica, mês dia igual. Aqui se eu carregar o noutro formato é que com o risco que acontece. Eu estio inglês aos Estados Unidos e carrego inglês nos Estados Unidos, tudo OK. A está correto. Inadvertidamente eu extraio inglês dos Estados Unidos e carrega em português de Portugal. Algo tão simples quanto fazer o processo inverso, importe employata. Basta e eu por exemplo ter o sistema em português que por defeito o local vai ser o português semra. Ora é diferente. E neste caso o que é que
iria acontecer? Não vimos mudar um atributo sem provavelmente darmos conta. Isto em particular é crítico quando temos listas Pequenas de utilizadores, porque tivemos uma lista com todos os colaboradores. Isto, desculpem a expressão, mas em algum momento vai dar. Agora, este tipo de imputações são aquelas são as piores porque vamos alterar a data de contratação do dia 12 de outubro para dia 10 de dezembro. Se eu exportar em inglês e carregar em português, depois poderemos ter a sorte de Encontrar casos como este em que felizmente não existe um mês de 13 e o sistema alertava-nos de
que há ali um erro. Nós provavelmente íamos ver aquele erro e percebemos é o formato das datas que está incorreto. Eu já vi casos fizeram alterações pontuais de 50 a 60 coladores e como as alterações afetavam um grupo de coladores tinham sido contratados na mesma data. Basicamente alteraram a data de Contratação de 600 ou 700 cobradores e ninguém se apercebeu até um dos cobradores no ano seguinte ou dois anos depois, já não recordo, ter visto que era suposto ter um dia adicional de férias e não teve. Não teve porque o sistema basicamente foi algo uma
data de contratação era salva o dia 12 de janeiro. Não, desculpem, a data de contratação Era 1 de dezembro e o sistema assumiu 12 de janeiro. E basicamente a pessoa ia ter o dia de férias, mas num período anterior. A questão foi que o cliente só se apercebeu desse erro praticamente dois anos depois. e até hoje não percebeu a extração dos danos porque o sistema estava a replicar para outro sistema. Ou seja, a data de contratação foi alterado, não houve nenhum impacto. Na altura o cliente não estava a usar employe, estava a usar apenas e
neste caso, mobile performance, mas a informação estava a ser replicada para outro sistema e basicamente os dados foram esmagados e ninguém se apercebeu. E há sempre estes riscos. Regras geral, se nós estamos a lidar com imputações de grandes volumes de dados, isto é uma alerta, porque em algum momento vamos ter um mês 13 ou um mês 30 e temos um e percebemos, Mas nós estamos a falar de contratação. Há muitos quentes que utilizam vários tipos de datas muitos campos e estes são os pequenos detalhes que nós temos que ter em consideração quando carregamos dados. É
muito simples. Nós cometemos, eu já cometi esse erro simplesmente porque manhã estava a trabalhar com um cliente que tinha o meu sistema em inglês e à tarde estava a trabalhar num cliente que tinha o sistema em brasileiro. E por Defeito o era diferente do que eu esperava, eu não apercei, carreguei, mas daí nós temos sempre uma cópia. A partir do momento em que eu percebi que houve ali um erro e consegui repor mesmo antes de analisar o problema, eu repus, validei o erro e corrigi. E temos sempre aquele backup. Por isso é que para cada
processo de carregamento de dados nós Devemos ter sempre um back. A importância deste terceiro prende-se com o facto de nós estarmos a manipular os dados de todos os utilizadores. Temos que, e eu posso dizervos que nos meus primeiros carregamentos ninguém me tinha dito que se eu queria alterar um dado um colaborador, eu podia só usar uma linha. E durante algum tempo, algumas semanas, eu olhava para um ficheiro às vezes com 15.000 Colaboradores e estava sempre ali a perceber onde é que ia haver um erro e depois carregava o ficheiro e dava erros com dados passados
e era sempre muito complicado. Nós podemos sempre usar apenas uma ou várias linhas, não precisamos de carregar o jeito todo. Esta estrutura de dados é o primeiro nível, a primeira camada. E esse Access Factors, o que nós vamos fazer em muitos casos é ir criando diversas camadas de informação, Como por exemplo, nós passarmos de dados de colaboradores para depois classificar esses colaboradores como uma função que eles executam. Neste fecheiro de dados básicos, eu inadevertidamente fechei. Há uma coluna que é muito importante, neste caso, para a identificação da função, que é código da função. Esta coluna
aqui de J code Em que existe um código e uma definição da função. Eu costumo sempre dizer que success factors é é interessante se nós formos muito organizadinhos e gostamos tudo muito organizado, que agora vamos começar a agrupar a informação. Temos os todos os colaboradores. Cada colaborador vai ter um código. O código vai ditar uma função. A função vai estar ligada função jornalista de recursos humanos. vai estar ligado a uma família curso Menos é no agrupar a informação. E cada função tem o código. O código dita a função. A função está ligada à família, mas
ligado tanto à função como a família podem estar skills, competências ou outros atributos. Qual é o use case disto? Mas amanhã lançamos um processo de avaliação de desempenho para um utilizador, para todos os utilizadores e o sistema Vai ver quais é que são as competências que cada uma das funções tem. Ou seja, o mesmo modelo aplicado para todos os colaboradores vai dar resultados diferentes, porque pela função tem as suas próprias competências, os seus próprios requisitos. Da mesma forma que para contratar alguém como professional, o meu caminho é começar pela família, depois a função, depois o
sistema vai buscar o código da função e dá-me todo um descritivo Funcional. Mas para isso nós temos que fazer toda esta construção, la governadores, famílias, funções, códigos de função, ligar com competências. O que é que eu espero? cada função execute para que depois quando nós lançamos um modelo de formulário esta informação seja espelhada. O conceito modelo de formulário de forma template é único Nos módulos de proporance, compensação, e recrutamento. O que é que é o modelo formulário? usar um exemplo novamente mais concreto e mais simples avaliação desempenho. Eu vou ficar aqui um que já esteja
terminado. E neste caso aquela utilizadora já foi eliminada e eu não posso ter acesso, ele já foi apagado. Basicamente este é um modelo de avaliação Em que temos todas as etapas do processo, o que é que é levado na avaliação, objetivo, competências específicas, competências core, sumário, assinatura. A base do modelo é que se eu amanhã lançar este processo de avaliação que se chama review a todos os todos vão ter a mesma estrutura de avaliação. O que é que vai ser diferente? Os objetivos, as competências específicas para a função. Cada colaborador tem uma função, Qual função
tem as suas competências. As competências neste caso são todos, por isso não mudam. E depois toda a estrutura formulária vai ser idêntica. Isto porque é um processo de avaliição de desempenho e supõe-se que todo o processo seja idêntico para todos os colaboradores e mesmo se aplica a todos os módulos, nomeadamente compensação, sucessão, os planos de sucessão E recrutamento. Eu quero contratar o técnico recursos humanos processo de recrutamento tem que ser idêntico Porto, Lisboa ou Faro. Podem haver atributos específicos pela função, mas o tronco como uma função tem que ser idêntico, não pode divergir de forma
significativa. Repararam, dentro do formulário de avaliação temos escalas, ou seja, nós temos que definir como é que vamos classificar, Por exemplo, esta competência a nós alinhar o cliente e perceber se as competências são avaliadas de uma c, de uma qu, de uma a 3, de uma 8, quer que seja. E nós construímos da mesma forma que o percurso do routap nós vemos aqui no topo é também customizado. Ou seja, é aqui que entra o nosso trabalho. Nós conhecemos o processo e perceber quantas aprovações são necessárias até que o processo Esteja concluído. construimos no fundo o
roap com todas estas etapas. Por fim temos o proxy. Esta é uma das funcionalidades mais interessantes, mais arriscadas, mas que nós utilizamos com muita frequência. O que é que é um proxy? Permite-me agir no intermédio de alguém. Ou seja, é muito utilizado quando nós estamos a configurar. é muito utilizado No suporte, é uma ferramenta que deve estar limitada o máximo possível. Ou seja, não é expectável que todos os colaboradores tenham acesso no todo. É expectável apenas que este acesso seja libertado pontualmente com objetivos e propósitos muito específicos. É, nós quando estamos a a configurar traz-nos
benefícios. Vamos pensar outra vez no no cenário do processo de avaliação de desempenho. Primeira etapa é a minha autoavaliação, depois tenho a avaliação daia. Eu se quisesse testar ia ter que ter muitas vezes as todas as pessoas na mesma sala com o proxy é muito mais simples. Ou seja, eu estou ligado no sistema, eu quero eu faço a minha avaliação e quero replicar o comportamento de como se fosse a minha avalada. Superior direito pro sinal. Charles di qual é a pessoa E basicamente neste momento eu vou passar a ver o perfil do Charles e não
o da e eu posso se repararem temos esta designação de que a está a agir em um lugar do Nao pedir uma ausência usar o proxia ar chega aqui e aprova este de férias. Contudo, este perigo Vai que eu aprovei fica sempre uma referência que não foi o child, mas foi a an, ou seja, o proxy é útil para nós simularmos comos. Imaginem que vocês estão no suporte e amanhã alguém vos diz que quer fazer a avaliação de desempenho, mas ela não aparece no perfil. Vocês fazem próximo e vem que desempenho tá aqui, já não
conseguem validar e se calhar até Orientar a pessoa a resolver o seu problema. Mas todos os passos que nós damos no sistema, seja com o nosso utilizador, seja em proxy, ficam sempre registados. Ou seja, o sistema sabe e eu até desfiz o proxy, mas vou fazer normalmente aqui de novo. Imaginem que eu altero os dados de uma empresa como child e existe uma empresa, ou seja, por Entidade que se chama western Portugal já Porto. E eu chego aqui e altero precisamente para Portugal e não para o Porto. Eu faço esta alteração, mas se repararem o
sistema registra que foi a ania on behalf, ou seja, usando o funcional proxy no lugar do channel vai fazer esta alteração na segunda-feira 9 de março 5:37 de acordo com o fuso horário que está associado a este utilizador. Este é um pequeno exemplo o qual vocês podem ver e ficar a perceber que tudo o que é alterado em sistema pode ser extraído e rastreado. E o mesmo se aplica consultar. Eu posso consultar os datos de salário do meu colega, mas no sistema eu posso perceber que passos é que foram feitos por um dado utilizador. Por
isso é que é muito útil quando estamos a configurar. Em grande medida estamos em ambientes testes, por isso Não é crítico, nós queremos é evalidar como é com determinado processo se desenvolve. No dia a dia é útil para analisar pequenos erros, inconsistências, mas deve ser utilizado com muito cuidado, porque tudo pode ser rastreado e além disso, o proxy pode ser removido a qualquer momento por um administrador. Ou seja, eu posso dar a cada um de vocês o de proxy, mas dizer exatamente o que é que vocês podem Fazer. Imaginam que imaginem que eu vos quero
dar o acesso só a testar um processo de avaliação de desempenho em produtivo. Não é muito frequente, mas pode acontecer. E liberto o proxy do vosso utilizador, por exemplo, por dois ou três dias. Se vocês fizerem proxy, por exemplo, no Child, só conseguem ver o processo de avaliação desempenho, não conseguem ver mais nada. Por isso, temos aqui uma funcionalidade interessante, deve ser utilizada com cuidado, mas pode também ser restringida sempre que necessário. Agora vamos entrar precisamente naquilo que é o detalhe de cada um dos módulos. E eu referi até este momento foi precisamente funcionalidades, tarefas
que são transversais a todos os módulos. Algumas aplicam-se Mais a employe, mas agora vamos no fundo entre aspas para funilar o nosso dito e vamos entrar em cada um dos módulos em particular. Neste sentido, primeiro é implement central. Eu acho que este gráfico aqui permite de certa forma ilustrar de uma forma mais visual como é que todo employeado e está desenhado. Isto porque se nós olharmos aqui em detalhe, vamos fixar-nos neste lado direito do ecrã. Basicamente, somaria muito bem o objetivo final deste módulo, que é ter dados de pessoa, dados de emprego. Cada pessoa senta
numa estrutura organizacional. Cada função só acede estes dados de acordo com as permissões que tem. Por temos aqui este filtro da RLE base permissions. E cada função ou pessoa Só executa o que lhe é permitido de acordo com as regras que estão instituídas no sistema, os workflows de aprovação e os objetos que foram criados. É que tem a base teórica do funcionamento do sistema. Vocês provavelmente podem dizer, OK, algumas coisas que disseste fazem sentido, outras não dizem rigorosamente nada. Por isso, vamos olhar para estes conceitos Na prática. Quando olhar aqui para posicionamento da pessoa, dados
pessoais, profissionais, organizacionais, matriz mais simples de análise é o perfil. É aqui que nós temos dados perais, por exemplo, dato, dados profissionais com dados da própria função e cada uma destas áreas, se repararem, dados de pessoa e de emprego, mas temos os objetos de fundação do Sistema, são aqueles que nós vemos aqui, que eu estou aqui a marcar ascendente que na prática parecem campo, mas que na realidade são objetos. É aqui que eu aco que as coisas vão tornar um pouco mais complicadas, mas vamos dar um exemplo prático. Para esta área de dados pessoais, o
campo de nome, acredito que é relativamente fácil identificar. Possoar A identificação de um co, mas se for queado aos dados da função e quiser mudar uma função, é quer mudar amanhã, o sen vai vir aqui um conjunto de dados, não são texto, ou quanto muito eu posso escrever texto, mas o sistema tem um tempo de carregamento, tem uma entrada, tem um código E é tudo aplicável em todos os casos. Se repararem, cada um destes campos tem uma lista de Valores. Quando nós chegarmos a este cenário, o nosso trabalho aqui é primeiro criar todos os objetos
spinem a organização, o nome da empresa, a unidade de negócios, a divisão, o departamento, a localização e assim sucar todas estas tarefas para todos os objetos. Estamos a falar de objetos organizacionais de função, de retribuição E workflow. No mínimo nós quando estamos a configurar, em muitos casos, vamos ter que carregar toda esta informação. pode ser feita manualmente um a um, ou seja, eu posso ir diretamente ao in center ário de managedida aqui, mas também nesta barra as opções são iguais e é aqui que eu vou perder Grande parte do tempo. Seja estes objetos que nós
vemos aqui, abrir novamente, por exemplo, business unit, eu faço uma pesquisa por unidades de negócio e estas são todas as unidades de negócio com esta palavrachave que eu criei. Podemos ter aqui muitas mais. Temos nesta dropd bastantes dados de negócio. Todos os dados organizacionais que nós vemos são objetos, ou seja, nós vamos ter que carregar nesta área todas as empresas. E aqui temos os dados que são necessários para cada empresa. Temos também unidade de negócio, divisão, departamento e assim sucessivamente. Se tiverem atentos para cada objeto os Campos mudam. Reparem na divisão o que é que
é pedido? Portanto, se quiser criar uma empresa, são pedidos mais dados. É por isso que se chamam objetos, porque vão agrupar diferentes dados de um dado contexto. A parte boa é que nós não temos que criar empresas uma al uma. Nós temos que carregar um CSV e carregar todas em simultâneo. Agora o nosso trabalho é muitas vezes Fazer a criação de todos estes objetos e depois é por isso que eles se chamam objetos de foundation, é fundação do sistema. É por isso que eu acho este gráfico interessante, porque depois a forma como cada uma das
funções interage com o sistema está de acordo com as permissões que tem, com as business rules que são criadas. Há pouco, quando eu quis fazer aquela alteração Civil, vocês recordam-se que apareceu uma imagem e depois apareceu uma aprovação para esta alteração que eu estou aqui a executar. Eu altero e eu garantidamente tenho outra aprovação. Eu só reduzia o número de horas. Neste caso, há aqui aprovações pendentes, por isso o sistema vai executá-las por sequência. Por lógica, podem existir também alterações que requerem aprovações e outras não. Por exemplo, se eu quiser mudar aqui a anha de
posição, desde logo tenho que ter uma posição livre. Esta posição aqui tá ocupada. O sistema não permite essa alteração. Eu posso ter de encontrar sempre que uma posição está ocupada, eu não posso colocar lá, posso mover para uma posição que esteja em aberto, posso contratar alguém para essa posição e assim sucessivamente. Olharem aqui não há importações. Eu Estou simplesmente a interagir com o sistemiante novamente as autorizações que eu tenho e todos os dados que estão no sistema. Acrescentamos aqui só um pequeno detalhe. Vocês já viram área de gerir dados é porque eu recebi, mas existe
outra área chama manage organization pay structures. Todos os objetos que estão no sistema São mantidos ou nesta área ou nesta. Este tema é complexo porque no mesmo local, só para vos dar uma ideia, nós fomos aqui a J data, só neste pequeno bloco, nós temos empresa, departamento, negócios, a divisidade alteradas aqui esta área na Zuata, por exemplo, se eu quiser criar o nosso departamento uma nova divisão, mas A localização já não é for aqui a location, não temos nenhum objeto só com este número. Temos já o location, mas lá o que nós queremos. Queremos o
objeto de localização. Basicamente são só dois locais onde nós temos de aceder para editar os diferentes objetos. Num futuro, todos estes objetos que estão nesta área vão ser migrados para man data. Neste Momento, esta migração ainda não aconteceu. Eu posso dizer-vos que quando comecei nesta área, a lista de objetos em manage organization obstruante e agora está muito mais reduzido. Os objetos vão sendo precisamente movidos de forma global. Toda a construção do sistema vai exibir basamento dados. E este é um tipo de dados que nós temos de manter. Agora, para vocês sentirem este Processo, vamos ao
primeiro exercício do dia, que é vocês, acedendo a este link, vão criar uma unidade de negócios. Este exercício está aqui, está relativamente guiado, ou seja, vocês podem seguir os passos até chegarem aqui a este ponto. Nós aqui mantemos estes quatro atributos. Um exemplo, se tentarem colocar criar uma unidade de negócios Com este código, não vou conseguir porque nós só conseguimos criar uma unidade de negócios com um código único e já existe uma unidade de negócios com este código. Por isso aqui vocês devem fazer é, ao identificar a vossa unidade de negócios, coloquem as iniciais correspondentes
ao vosso nome. Só aparecer o vosso código e podem usar a o mesmo código no nome. A questão é o código é identificação para o sistema. O Nome é o que é visível na interface. Lembrem-se sempre deste exemplo e se tiverem dúvidas podem mesmo consultar o perfil. separarem unidade negócios corpet aqui só viem o nome não viem o código, mas o objeto unirá negocios corporate tem não apenas o nome que está aqui, mas também o código. Ou seja, o que nós pedimos é para vocês Criarem uma data de início, obviamente, um código e o nome.
Use case, o nome é sempre que é visível, desculpa, nós vemos aqui, o código nem sempre é visível. Nós podemos ativar para tornar o código visível, mas neste caso não é tão intuitivo. Isso aqui tem um exemplo. Qual é o nosso objetivo com este exercício? vocês para começar a navegarem no sistema faz sentido é para muitos de vocês se a primeira vez por isso acam ao sistema, Tentem procurar todas estas áreas depois também ali dizer-se com o processo de criação de objetos vão perceber que agora estão a criar um objeto que é uma unidade de
negócios amanhã seem quiserem criar uma empresa o ser exatamente igualmente vão ter que chamar outro objeto Os acessos têm no slide dois. Se tiverem alguma dificuldade, digam-me, eu posso também colocar aqui no chat o link do mesmo. E por isso vamos dar aqui mais ou menos 10 minutos para vocês terem também novamente para nadar primeira vez no sistema para se ambientarem, analisarem com os locais onde devem aceder e depois criam a vossa unidade de negócios no final como em todos os exercícios. Eu vou replicar o mesmo e vouvos também alertar aqui para alguns pontos importantes.
Por isso, bom trabalho. Eu vou colocar aqui o link na Vou também colocar aqui no chat. Os dois acolhadores novamente podem escolher o que quiserem. Trabalho. >> Obrigada. Desculpa, Fábio. >> Não estou a conseguir entrar nem com um, com o user, nem com o outro. Não sei por caso é mesmo. >> Estamos sempre a dar erro. >> Eu também não consigo entrar com os dois. >> OK, deixa-me confirmar o que é que está aqui a acontecer. >> Também não consigo me autenticar. Diz que não é possível autenticar. Era aí, acho que muito possivelmente alguém deve
ter tentado entrar várias vezes e que os utilizadores desbloqueá-los. Exato. A palavra passa estava desbloqueada, estava bloqueada. Deixa-me só tentar novamente o acesso só Para assegurar que está funcionar. OK, já desbloquei as duas na palavra passe. Eu vou só editar aqui no chat. Coloquem só um ponto de exclamação e um final, ou seja, a passe passa a ser Atlético com a PA 2025 pontos de exclamação no final e já devem conseguir entrar já conseguir, mas por favor tentem confirmar se tem algum erro. Eu Já consegui entrar. Obrigado. >> Obrigado. Eu também. Boa. Obrigado por terem
dito. E Daniel, peço desculpa, mas as mensagens não aparecem aqui. Eu só agora é que estava a ver. >> Ok. Ok. Desculpa, não me aparecer nenhuma na criação. Também já consegui. Obrigado. Perfeito. Peço desculpa. O meu agora tá a pedir o ID da empresa. >> O ID da empresa? >> Sim. >> Deixa só confir vou só extrair aqui o ID. Por regra, o link não deveria pedir, mas se pedir, e é o caso, podem colocar este aqui. Obrigado. Por defeito, o link que eu coloquei deveria dar. Se por algum motivo pedir o ID, é só
colocar este este ID em concreto. Flávio. >> Sim, >> uma questão. Eh, para este exercício, temos que pôr tal e qual o exemplo do exercício ou um >> Não, não. O exemplo é só mesmo o exemplo. podem ajustar os atributos em particular o código tem que ser único. E podem colocar as vossas iniciais, OK? Só mais uns minutinhos para todos Terminarem. Flávia, eu posso não ter ouvido, mas depois feito, temos que enviar para algum lado que fizer >> Não, não, não, não. Podem, podem manter apenas do vosso lado que nós conseguimos validar. Só uma questão
que eu não ouvi esta última mensagem que mandou eh o quê? >> Eh, é o único h é o é o company ID e de da nossa instância. >> Ah, ok. que haviam haviam colegas que estavam a dar não estava a pedir o o company ID e como esse é o atributo único. OK. Nesse cas Acho que já todos terminaram, por isso vamos aqui rever em conjunto e falar também um pouco sobre ele. Provavelmente falamos aqui de alguns detalhes sobre a criação de objetos, ou seja, também para recordar o o âmbito deste exercício, Objetivo principal
é vocês familiarizarem-se com o processo da criação e também da alteração de objetos. Todo o sistema em employ central é composto por um conjunto de objetos. Objetos esses que nós temos que em sé de projeto ou de manutenção, temos de criar, manter, evitar, ajustar, o quer que seja. E ainda que todo o sistema seja constituído por objetos, Todos eles tendem a ser diferentes. Pedem unsitos diferentes, porqueos tem mais campos, menos campos, alguns serem obrigatórios, outros não o serem. O ponto aqui é na prática, nós do ponto de vista é mais técnico, conseguimos criar estes objetos,
mas temos também de ter em consideração o comportamento de cada um deles. E por isso esta primeira etapa da criação de um objeto específico e associado a uma estrutura organizacional é importante. Começamos pelo objeto mais Simples e depois vamos derivar para outro tipo de objetos. Mas antes de tornarmos mais complexos, vamos começar pelo mais simples, que é a criação de um objeto. Desde logo, estando na página inicial, o que podem fazer é barra de pesquisa, man. Eu diria o caminho mais fácil e rápido. Neste caso, fácil e rápido porque vocês sabem qual é que é
a terminologia que querem Utilizar, não é? E neste caso em concreto acaba por ser simples nesse sentido. Se quiserem fazer todo o caminho completo à partida onde nós falamos em objetos são tarefas e dados de administrador, por isso admin é o local onde devemos aceder. Toda a configuração nós podemos executar através da área de ferramentas. E a partir daqui, Na primeira sugestão, nós podemos colapsar todo o conteúdo e ver todas as categorias de configuração existentes no nosso sistema. E na prática, a área da gestão de objetos nós encontramos aqui em employees. Porquê? Porque nós vamos
criar objetos que posteriormente possam ser vistos em cada ficheiro podem ainda se quiserem ver aqui a lógic aqui o racional se tiverem uma pesquisa Por man data o sistema vai vos filtrar todas as opções configuração que encontra com estas duas palavrascha sendo que aquela que nos interessa normalmente está em man fil desculpem employ Sim, aqui aqui temos vários dropdowns. Desde logo estes títulos dizem-nos alguma coisa. Search permitido não indica consultar entradas de objetos e sistemas de sistem. Create new permite criar novos objetos. E temos esta drop aqui a meio incluir registros inativo. Sim ou não?
Antes de olharmos para ela, vamos criar primeiro unidade negócios. Por isso, primeiro que temos que fazer e temos aqui dezenas de objetos. Novamente temos que escolher o objeto que nós queremos, que neste caso é a unidade de objetos. Isso é novo deir aqui um conjunto de atributos. Desde logo todos os atributos que têm estes estes asterisco encarnado São obrigatórios tentar guardar se é um código ou se é um sistema vai me dier que estes campos são obrigatórios e não posso avançar. Por isso eu posso definir um código, pode ser algum CCS. Posso colocar, por exemplo,
aqui a data de hoje. Mesmo assim ainda não consigo avançar porque todos os campos obrigatórios o nome não está preenchido. Eu vou colocar aqui uma questão de Simplificação, algo como storage e coloco aqui o código. Novamente o código mais técnico. O nome é o que é visível na interface. Mas temos aqui neste caso deste objeto, temos dois campos importantes, data de início e o status. Eu posso dizer que este objeto está inativo. O que é que isto na prática significa? Se eu quiser criar uma posição, tenham por base esta unidade de negócios ou na prática
se quiser colocar um colaborador dentro desta unidade de negócios, eu não posso fazer porque ela está inativa, não está visível no sistema. Um use case clássico, queremos fazer uma reestruturação e não vamos tornar visíveis, por exemplo, os novos os novos objetos Organizacionais. vai ser criada uma nova empresa, uma estrutura organizacional com departamentos, divisões, unidades de negócio, antes de decisões estarem tomadas, está obter inativo. Quando estiver tudo confirmado, nós ativamos os objetos por isso é que temos esta opção de incluir ou não inativo. Ou seja, eu neste caso colocar como s e fizer uma pesquisa por
este código, Vão ver que aqui em baixo aparece exatamente a unidade de negócios que eu criei. É desta forma que nós podemos consultar da mesma forma que aqui deste lado em create new temos business unit. Quero criar uma nova unidade de negócios. Deste lado queremos pesquisar unidade de negócios que criamos. Colocamos o código que queremos. Por outro lado, eu posso ativar. Que eu só quero ter esta unidade de Negócios possível de ser selecionada no dia 1 de abril. Eu dou-lhe a data, neste caso, dia 1 de abril. Ou seja, se eu pesquisar esta mesma unidade
de negócios à data de hoje, o sistema, como vai dizer, é que não há resultados. Data que eu defini é no futuro. Por isso é que, entretanto apareceu aqui esta dropdown Que se chama search as off. Ou seja, aqui posso, por exemplo, colocar o dia dois, como eu criei uma unidade de vocios para o dia um e eu já estou a pesquisar posteriormente, agora o sistema já exigeive o objeto que eu criei. Este comportamento é igual para todos os objetos. Quando digas de comportamento, comportamento da inativação, Da ativação de objetos das datas. Sendo que eu
quero fazer alterações ao objeto, temos que ter em consideração que a data de início é a base do objeto. Se eu me enganei e esta data está errada, eu tenho que editar o revisto do dia 1 de abril e dizer que esta unidade de negócios não começou dia 1 de abril, mas 1 de março. E guard. Se no dia 1 de abril Do nome muda, eu insiro um novo para isto para o dia 1 de abril e digo que esta unidade negócios vai ter um outro nome, ou seja, até ao dia 31 de março chama-se
Storage RTCCS0903 a partir do dia 1 de abril vocês passa a chamar-se Project Exoss e este comportamento novamente é válido para todos os objetos se eu eliminar por exemplo esta entrada Que eu vou fazer elimino primeiro registro e basicamente o segundo passa para primeiro. Se eu eliminar todos, elimino objetos. Por isso, eu posso selecionar cada nós chamamos de time slice para definir necessariamente que eu quero eliminar. Isto porque uma unidade de negócios, uma empresa, um departamento é dinâmico. Hoje tem um nome, amanhã tem outro. Hoje Tem um responsável, amanhã tenham outro assim sucessivamente. E o
que nós queremos efetivamente é manter precisamente este histórico em sistemo. Em particular data que é importante, a data do rolá, porque muitas vezes as alterações são monitorizadas desde o momento em que entregamos o projeto ao cliente no futuro. E muitas vezes o que aconteceu no passado não é Tão importante porque este tema vai acomodar precisamente os dados desde aquele momento no sentido posterior. Qual é a diferenciação além destes detalhes? O tipo de objeto a unidade negócio expos este campo. Mas se for um departamento e pedos outros campos ou outra informação. Quem define a informação que
aparece em cada objeto é o cliente. Nós fazemos obviamente propostas, Recomendamos, mas o cliente é que nos diz o que é que é mais e menos importante para cada objeto conter. Muitas vezes cada um destes objetos tem dados de acordo com sistemas legacy que cliente tenha. Podemos fazer com que, por exemplo, os códigos sejam mantidos determinada sequência, por exemplo, caso do departamento paraem codificação automática, Mas não temos ação de colocar um código. Se eu vos pedisse para criar um departamento, vocês não tinham precisir o código. O código é dado e é gerado de forma automática,
sem impacto nosso. Isto porque um use case nós temos um sistema que tem uma determinada sequência de códigos e se o sistema não tiver sincronizado com success factor dá o risco De termos sobreposição de códigos. Como são sistemas integrados, podem não comunicar e basicamente permitem dois códigos idênticos e geram erros. Um objeto onde ter codificação automática é muito importante, é o centro de custo. Até porque em muitos casos o centro de custo não é gerado em sucesso factor pode ser gerado, por exemplo, num máquina financeira e depois é replicado Para o nosso sistema e nós
temos aqui que assegurar que esses códigos são precisamente mantidos corretamente. Esta é a base da criação de objetos. Ficou claro para todos? >> Sim. >> Posso só mostrar mais uma vez aquela parte de mudar o nome que aquilo ficam ficam dois ficheiros, não ficam? no histórico mudar só o nome. >> Eu até posso usar este o centro de custo porque é idêntico. Quando eu mudo o nome neste registo, colocar aqui, por exemplo, ping pt, se eu não alterar a data, ele substitui. Agora, se eu colocar com uma data diferente para este gêno, se repararem, o
sistema divide, o que vai definir é a data efetiva, ou seja, até o dia 8 de março, o centro de lustro chama-se advertising pt, a partir do dia 9 chama-se advertising, por isso oita é sempre a associação entre os atributos e a data. Se eu quiser editar o nome no registo, neste caso anterior, vou esse registro edito. É um simples. Põe de até colocar desta forma. Como eu estou a editar o mesmo registro, o sistema não cria aqui um histórico porque estou a editar um registro existente. Como eu criei uma nova entrada de tempo, o
sistema faz é precisamente identificar que a partir deste dia existiu esta alteração. >> E isto serve que é para para coster, para o departamento, >> qualquer objeto. >> Qualquer objeto. OK. qualquer objeto, desde que o objeto, agora vou trazer um bocadinho mais de complexidade, mas faz sentido. Nós podemos dizer assim, um objeto acomoda Ou não histórico. É gradual tudo que são objetos de estrutura organizacional acomodórico, mas nós podemos definir que um objeto não acomoda histórico e a partir do momento em que eu elimino a entrada anterior, eu perco. Por exemplo, se este objeto não acomodasse
histórico, eu à data saberia que este centro de custo se chama advertising, mas não sabia todas as alterações que tinham acontecido no passado. Consegui ver o Que é que estava a acontecer agora. Aconteceu antes, não iria ver. É muito o comportamento normal. Se o objetivo puder acumular histórico, o sistema que as OK? Mais questões querendo colocar. Portanto, este é o lado da construção de qualquer objeto. Onde é que muitas vezes está aqui o desafio? Nós precisamente dentro do perfil sabemos o que é que é um objeto, o que é Que é um campo nas regras,
por exemplo, nós olhando aqui para o píoador, uma data de nascimento necessariamente é um campo, orenide é um campo, o país não é um campo, é uma lista de seleção. Qual é a diferença entre nós termos, vamos abrir este registo para ver esta diferença. A diferença de nós termos, por exemplo, uma lista de seleção ou um Objeto é que uma lista de seleção tem um atributo único. Por exemplo, eu sei que o país pode ser os Estados Unidos, mas não sei mais nenhum dado. Enquanto se eu tiver, por exemplo, uma localização, a localização diz-me mais
detalhes. Vamos a ver aqui país Estados Unidos, país de nascimento. Aqui temos na área de dados da função, temos o Objeto localização. A localização, se repararem, não nos diz apenas o nome da cidade, diz-nos o tipo de localização, o código, o país, entre outros. Regra geral. O conceito aqui é, eu diria, a forma mais simples de identificar o conceito é um objeto agrupa informação, um campo, uma lista de seleção, tem apenas dados de um atributo. Por exemplo, se olharem para aqui, nós temos Um objeto, mas se olharem para aqui, o regador temporário é uma lista
de seleção. Eles parecem similares, na verdade não são. OK. Estes conceitos, eu acredito que estão mais facilmente compreensíveis a partir do momento que nós vamos interagindo com o sistema, percebendo o que é que é um objeto, o que é que é um campo e assim sucessivamente. O que nós tivemos precisamente executar, neste caso foi um exercício relacionado com a criação de dados da estrutura organizacional. Qualquer estrutura deve obedecer a estes quatro níveis: entidade legal, unidade decios, divisão e departamento, que é necessariamente estes quatro níveis exatamente o mesmo que vocês veem aqui. Não de negócios, divisão,
apartamento. Estes quatro níveis são que nós tínhamos como standard. O que vocês podem dizer é que numa organização com 20000 quatro níveis é manifestamente pouco. Muitas vezes acontece que nós fazemos associações entre objetos, digamos, departamentos com departamentos, divisões com divisões. Ora, no fundo, obedecer a todas as necessidades específicas da estrutura organizacional. E o que nós Vemos no perfil é sempre o nível mais abaixo da associação. Ou seja, este departamento global resources estiver ligado com outros departamentos é o nível mais abaixo e aquele fundo nível mais baixo em que o colaborador se situa, que é o
que é relevante precisamente aqui para a nossa identificação. Nós podemos customizar este nível de relações, por exemplo, acrescentar O sub departamento aqui em baixo. Tecnicamente não há nada que nos impeça de criar objetos aqui entre estes. À exceção, acima da entidade legal, não pode ficar nenhum objeto. Sempre que nós, por exemplo, eu posso criar, por exemplo, uma subdivisão, um subdepartamento, mas sempre que nós alterarmos este comportamento, nós vamos ter que fazer esta alteração em todo o sistema, ou seja, a manutenção a longo prazo fica Muito mais complexa. Por isso é que nós aconselhamos trabalhar as
associações diretamente. E neste sentido, nós criamos todos os objetos, colocamos nesta estrutura e no fundo cada um dos colaboradores põ no seu perfil, já agarrado no seu perfil todos os dados que permitem identificar o posicionamento atual de cada colaborador dentro de toda a dinâmica. Amanhã vamos continuar a explorar Este estes pequenos detalhes que ainda falta de employ central, entrar em todos os outros módulos de talento que por dimensão são sempre mais simples e mais breves. Por isso, hoje não sei se querem fazer mais alguma questão, caso contrário, fizemos uma pausa por aqui e voltamos a
reunir amanhã à mesma hora. Pode ser. Pronto. >> Obrigado. Boa noite, Fábio. >> Obrigado. >> Obrigado.