Olá, minha gente querida. Todos bem? Espero que estejam todos bem aí nos lares, aonde você estiver agora. Vamos dar início a mais um CFlix. Lembrando que é a quinta temporada, tá, do nosso querido Craftlix, trazendo sempre o que tem de bom e de melhor, né, dentro da educação física. E hoje o episódio tá super legal, hein, gente. Um assunto pouco falado, pouco explorado por nós profissionais de educação física. E hoje Vai, ó, bum, dá um boom na cabeça de vocês. Hoje nós vamos falar sobre Alzheiming, né, com o professor Daniel Vicentini, ele tá lá direto
do Paraná, tá? Então tá de longe para falar com a gente, para trazer todo o conhecimento dele técnico, todo o conhecimento dele prático para você que tá aqui, tá querendo trabalhar com Alzheimer. Isso um pouco explorado, como eu falei no início, por nós profissionais de educação física. E ó, nós temos uns Recadinhos antes da gente iniciar nosso Craflix. Antes de qualquer coisa, gente, você tem que colocar aí o seu nome todo e o número do seu registro, tá? Então você vai colocar na mesma linha, lembrando, não dá enter, tá? Coloca lá, Flávio Leal de Souza,
registro tal, tal, tal. Então, coloca tudo na mesma linha, não dá enter, tá? Por quê? Senão o sistema vai identificar que são duas pessoas diferentes. Então, coloca lá nome e número de registro para poder Garantir, tá, sua presença aqui no CFlix ao vivo com a gente. Esse é o primeiro primeiro recado. Segundo recado, gente. Isso no chat. Alguém perguntou se era no chat. Bota aí no chat, tá? o nome completo que nem a Yasmin fez aqui, Yasmin e botou registro dela, tá? Exatamente. A Tam tá fazendo bonitinho. É isso aí, gente. Bota o nome e
o número de registro. Segundo recado, sigam nossas redes sociais, tá? Eh, @creft1, tá? Você tem que seguir para você estar Por dentro de tudo que tá acontecendo com CREF, tudo que acontece, as ações. Siga a rede do professor Daniel Tamilvicetine @drutor, né? Eh, Daniel Vicentine e @flávioleal treinador. Por quê? A gente coloca muitos assuntos específicos da nossa área. A gente vai trocar ideias, trocar informação. Então, já façam essas duas ações. Primeiro de tudo, colocar o seu nome completo, tá? E o número do seu registro. Não esquece. Número completo, Registro da mesma linha. Segundo é seguir
as redes sociais do CREF1, @Cref1, do professor Danielventini, tá? @dr dr, né? D de dado, r de rato, Daniel Vicentini, tudo direto, sem ponto, sem vírgula. E o meu que é o @fláviolealtreinador. Então vamos lá, gente. É, pra gente iniciar aqui, aquecer os motores, né? Eu vou falar para vocês agora aqui algumas ações que o CREF1 faz durante todo o ano, tá? Que vai acontecer durante todo esse ano Também para você, profon educação física. O professor Daniel também vai saber agora com a gente aí como é que funciona o CF, o Craft, né? A gente
tem o Craftlix, né, que é o que tá acontecendo hoje. Então, o que que é o objetivo do Craftlix? É trazer profissionais que não têm oportunidade de estar presente com a gente aqui no Rio de Janeiro. E a gente faz essas esses ao vivos, essas aulas ao vivos ao vivo, né, durante o chat aqui pelo Zoom Para tirar todas as dúvidas, trazer o conhecimento técnico dele e assuntos que são pertinentes na área de educação física. Então, esse é o Craflix. Nós já estamos, ó, na quinta temporada, galera. Pois é, na quinta temporada. Quem de vocês
aí nunca fez o Craft FFlix e tá fazendo a primeira vez, coloca no chat já aí, ó. É minha primeira vez no chat, no no Craftlix. Eu acho que tem bastante gente aí que acha a primeira vez também, tá? Segundo aí, a primeira vez, ó. Ó a Porção de gente, ó. His, isso, Renata. Muito bom. Sejam bem-vindos aí para vocês que estão vindo pela primeira vez, tá? Eh, no CFlix. Aproveitem bastante, aproveitem bastante essa essa capacitação, esse curso que é de alta qualidade. O professor Daniel Vicentini vai trazer bastante conhecimento pra gente aí nessa área
de Alzheimer, tá? Segundo todo profissional aqui do Rio de Janeiro, Daniel, se você não sabe, a gente tem um app e no app do Craft, do Craft 1, você tem todas as informações que você precisa, atualização de documentos, capacitações, você pode se inscrever as capacitações nesse nesse craft, no no app, você vai ver ali informações, tudo que você imagina que acontece dentro do Craft 1, o app tem informação ali, tem redes sociais, ia pedir para vocês, @cref1, para vocês seguirem aí, né, o CRF um nas redes sociais para poder também tá a par de tudo
que tá Acontecendo dentro da educação física. E outra coisa, nós temos aqui uma caravana. As caravanas elas, como é que elas funcionam? Eh, você pode estar aqui na capital, só que você mora lá no interior do Rio, 200 km, vou dar um exemplo, e não tá, não tem tempo para você ir lá na sede, na Tijuca para poder resolver alguma documentação. Então, as caravanas funcionam como ela sai da Tijuca com uma van e vai até esses locais mais distante para poder te Ajudar, para você fazer atualização de registro, de documentos. estão essa caravana, ela roda
o Rio de Janeiro todo. Eh, dia 1 de setembro, dia do profissional de educação física. E nós fazemos também aqui nossas ondas verdes. Que que são as ondas verdes? A gente possui comissões regionais, então todos os as regiões de janeiro, zona sul, zona zona leste, zona norte, eu tô aqui na zona norte, hoje estou presidente da comissão de zona norte do Do CRF 1. Então durante o mês de setembro inteiro a gente faz ações, né, pra sociedade. Vou dar um exemplo. Nós fizemos aqui no Parque de Madureira e nós fizemos uma caminhada e depois aulas,
né? Foram mais de 300, 400, eu acho que foram 500 pessoas mais ou menos nessa aula de dessa onda verde. Então a gente domina o Rio de Janeiro, a gente dá camisa pra sociedade, todo mundo fica de verde, fica lindo, lindo, maravilhoso. A Jonarda de Capatizações Que é presencial aqui do Rio de Janeiro, então todo final de semana hoje deve estar acontecendo várias capacitações. Além do Craftlix também tá tendo capacitações que são presenciais, tá? USBV que você pode fazer também tanto online quanto presencial, tá? E graças às nossas queridas gestoras, eu falo que eu sou
um defensor das gestoras. Por quê? Porque se não fosse elas, o CREF1 hoje não seria o que é hoje. Que que são as gestoras? A gestada região, né? Zona Norte, zona oeste, zona sul, ela tem uma responsável que é a gestora. E agora vou fazer uma pergunta a você que tá aí no chat, que você que tá aí ao vivo agora com a gente, se você conhece a sua gestora da sua região. Então o que que você vai fazer agora aí, ó? Coloca o nome da sua gestora, vai coloca aí. Eu quero ver se vocês
realmente conhecem a gestora de vocês. E quem não conhece, coloca assim: "Eu não conheço". Então para você mandar para mim depois Particular e eu vou mostrar para você quem é a sua gestora da sua região, tá bom? Então ó, Jaque, Patrícia, opa, a galera tá sabendo aí. Manu, a Mara Jaque ou aí, ó. Bia Basano. Opa, não conhece. Opa, alguém que não conhece? Não conhece. Quem falou que não conhece a Natália. Natália, depois você me manda um uma mensagem lá no direct, vou falar quem é a sua gestora, onde você mora, qual o local que
você mora. Boa. Aí, ó. Então, ó, você já conhece sua gestora, Então coloca agora aí da onde você tá falando, de qual estado. Já botou campo de Goitacaz, ó. Viu tu falando que a galera aqui é de zona norte a zona sul? Ó lá, ó. Volta Redonda, Ru do Cabo, Cabo Frio, Penha, Teresópolis, Saquarema. Opa, galera, tá bom aí? Copa acabando. Tô gostando de ver, hein, gente. Muito bom, muito bom mesmo. Então é isso, gente. O CF1 hoje ele é formado por todas essas ações, né, do Craft, Craftlix, a PP, redes sociais, as Caravanas, as
ondas verdes, as comissões, jornada de capacitações e os SBVs, né, que são suporte básico de vida. e a gestora de relacionamentos que eu falo que elas são, ela vai da de dentro da comunidade até o plenário, fala que dentro de qualquer lugar. E sem mais delongas, então vocês agora que que vocês vão fazer? Vocês vão ir lá no Instagram do professor Daniel Vicentini. Vai lá agora no Instagram do professor Daniel Vicentine @dr, né? @ Deixa eu ver aqui qual o poster que vocês vão agora fazer o seguinte, a gente vai fazer uma brincadeira aqui. Se
você não conhece o professor Daniel Vicentine, você vai botar lá DR Daniel Vicentine, tá? DR Daniel Vicentini e vai entrar, deixa eu ver aqui qual post que você vai entrar e vai comentar aqui, ó. Tem um post lá que tem duas imagens, ó. Essa aqui, ó. Ver se vocês estão enxergando. Você vai Comentar lá, ó. vai comentar, vai fazer o comentário. Tem nove comentários. Se vocês não chegarem a 30 comentários agora, que é no mínimo que eu quero, no mínimo nós temos 160 profissionais, coloca lá qualquer comentário para poder você conhecer melhor o professor Daniel
Vicentine, você está a par com ele e depois ele falou que gosta de receber direct. Ele falou para mim assim: "Flávio, adoro Receber direct, então enche a direct dele depois." Mas vai nesse post aqui, ó. Vai nessa postagem aqui, ó, que é bem interessante até que eu tava lendo ali. Esse neitorismo dói, mas você exitar dói um pouco mesmo, pouco por um momento. Comenta lá, fala assim: "Professor, bom curso, professor, tô por aqui." Comenta qualquer coisa, vai lá agora no DR, Dr. Vicentine, comenta lá que aí já tem 13. Vamos lá, vamos subir aí tem
160. Qual o nome do H aqui, ó? Daniel Vicentino BR. Deixa eu botar aqui no chat. @ R Isso tá aí, ó, professor. Tá aí, ó. Daniel Vicentini, vai lá agora. Vamos lá, rapidinho. Já comenta lá nesse post dele, enche já os o chat dele, bota para seguir bastante lá que tem bastante conteúdo, entendeu? E ó que você que tá chegando agora, que eu tô aqui, ó. Eh, cheguei agora, então não esquece, gente, nome completo e número de registro. Ah, Flávio, caí a conexão, voltei do mesmo Celular. Não precisa colocar de novo o nome, não
precisa botar de novo o registro. Só se você caiu do celular e foi pro computador ou vice-versa. Você caiu do computador e foi pro celular. Se você trocar de aparelho, aí você precisa colocar novamente, tá? Então é isso que vocês tm que fazer, essas ações. Ó, já que chegou aos 30, então tá ótimo, muito bom aí, doutor, show de bola. Então galera, sem mais delongas, tá? Agora eu vou deixar aí com vocês o astro do dia, Do astro da manhã, professor Daniel Vicentini falando sobre o o Alzheimen, tá professor? Bom curso. Estou por aqui. E
galera, alguma dúvida, qualquer dúvida vocês colocam no chat aí que eu tô de olho. Se o assunto for bem pertinente, se a pergunta for bem legal, vou parar aqui, vou dar para ele responder, tá? Daniel, contigo. Bom curso, galera. Bom curso. Estou por aqui por trás. Um abraço, Daniel. Bom curso. Obrigado, Flávio. Fala, pessoal. Bom dia. Tudo Bem? Que alegria aí ver tanta gente da educação física numa manhã de sábado muito legal. Fico muito feliz. Primeiramente agradecer o convite do CREF 1 para vir aqui falar de um tema que eu gosto tanto. E como o
professor Flávio comentou, pouquíssimos profissionais de educação física estão atuando e têm conhecimento para atuar na questão das demências, né? Na população idosa, a gente já tem crescido bastante, né? Na gerontologia, que é a minha área, Mas na área de demências eu sei que poucos trabalham. Se alguém trabalha com demência aí, algum algum aluno com demência, já trabalhou, coloca no chat aí pra gente. Você já trabalhou com alguém com Alzheimer, com demência frontemporal, demência de corpos de Levi? Tenho certeza que serão poucos, mas se tiver algum aí vai ser bem legal pra gente trocar algumas figurinhas
também durante a nossa aula e depois lá no meu Instagram, como eu vi que vocês Já estão chegando, fico muito feliz por vocês terem ido lá e continuem comentando e compartilhando os conteúdos que eu posto lá. E é basicamente 100% envelhecimento, tá? Essa é a minha área de de formação mesmo. Beleza? Bom, eu vou pro pessoal compartilhar a tela aqui. Eu só peço que professor Lea por gentileza, só confirme se tá tudo certinho. Tá ótimo, Dani, mete bronca. Tá perfeito. Valeu. Beleza. Obrigado, pessoal. Então, oficialmente, sejam bem-vindos. Para quem não me conhece, professor Flávio já
me apresentou brevemente. Sou Daniel Centini, eu sou do Paraná. Atualmente estou em duas cidades, Maringá e Vai Porã, e tenho trabalhado desde a minha formação em educação física com pessoas idosas. Então, sabe o que é, né, gerontologia? é o estudo do envelhecimento humano. Eh, Eu, né, acabei por organizar um livro de educação física em gerontologia. Então, é a minha área de atuação, é a minha área de pesquisa. E é por isso que eu gosto tanto de falar de demência, né? Porque é a população mais que mais tem a demência é a população idosa, não é
exclusiva, mas é a maior prevalência, né? E incidência também. Os casos novos vão surgindo com o envelhecimento populacional. e é a pessoa idosa que mais é acometida com a as demências. Porém, nós vamos focar aqui, como o título da aula taío para vocês, em Alzheimer, tá? Prescrição do exercício físico no idoso com doença de Alzheimer, tá? Por quê? Porque a doença de Alzheimer é a mais comum, tá? Nós vamos ver sobre isso, ela é a mais prevalente. Então, se você vai atuar um dia com algum idoso com demência, o a chance dele dessa demência ser
Alzheimer é muito grande, tá? Então, meu Instagram tá aí novamente, Tá? Peço que vão lá me seguir, compartilha, comenta. Eu trago um pouco pra área do humor, tá? Em alguns momentos. Então, não se assustem. Eh, para que a gente possa aprender ao mesmo tempo que a gente se diverte. Então, acho que dá para atrair todos os públicos quando a gente puxa também um pouquinho para essa área mais bem humorada, mas tem muito conteúdo sério lá também. Bom, pessoal, vamos lá. Quem sou eu, né? Rapidamente vai me Apresentar. Eu sou graduado, obviamente, em educação física, foi
a minha primeira formação. Eu também fiz fisioterapia uns um pouquinho tempo depois, então também sou fisioterapeuta e tenho o curso de graduação tecnólogo em gerontologia, como eu falei, é o estudo do envelhecimento humano. Eh, sou especialista em gerontologia pela SBG. Inclusive vocês podem fazer, prestar a prova de título e se tornar um especialista em Gerontologia, tá? A SBGG é a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e também tem o título de especialista em fisioterapia e em gerontologia pela Abrafinge, que é a Associação Brasileira de Fisioterapia e Gerontologia. Meu mestrado é em Promoção de Saúde pela
Unicesumar lá em Maringá, na linha de envelhecimento e meu doutorado na Unicampologia. Então vejo que gerologia aparece em vários lugares, é a minha Paixão, é aquilo que eu me dedico 100% aí do meu trabalho, da minha da minha formação, da pesquisa, é, na área de envelhecimento. Fiz um pós-doutorado em promoção de saúde na área de envelhecimento também e um outro pós-doutorado em educação física lá na Universidade Estadual de Maringá, onde eu pesquisei efeitos do exercício físico em aspectos psicológicos em pessoas idosas. Atualmente eu sou coordenador da Comissão científica de fisioterapia da ABRAS, que é a
Associação Brasileira de Alzheimer, e também estou como professor adjunto no Departamento de Ciências do Movimento Humano da UM, Universidade Estadual de Maringá, no campus de Vaiporã, que é uma cidade do interior aqui do Paraná, onde eu estou nesse momento. Então, esse sou eu, né? eh apenas algumas titulações para mostrar porque eu estou aqui falando de demência e porque eu gosto tanto de Envelhecimento. A minha formação é basicamente nisso, tá bom? Bom, pessoal, como que a gente vai dividir a nossa nossa nossa amanhã, tá? Eu vou eu pensei em falar de envelhecimento de forma geral para
chegar na demência e na prevenção dessa demência, que é importante, né? É muito melhor a gente prevenir do que esperar essa demência acontecer. E é claro, depois a gente entra no momento, opa, peguei um aluno com demência, com Alzheimer, vamos falar Alzheimer, que é o nosso foco, que que eu faço? Para onde eu vou, tá? Então, antes de falar de Alzheimer em si, a gente precisa entender o que é demência, o que é cognição, por onde, eh, e para, e como a gente pode prevenir que isso aconteça em nós mesmos como seres humanos e os
nossos próximos, tá? Então, primeiro de tudo, vamos entender que envelhecimento, pessoal, é um processo biopsicossocial, tá? Olha só, Biopsicossocial, ele é biológico, é óbvio, né? A gente vê isso na nossa anatomia, na nossa fisiologia e dos nossos próximos. Tudo muda, mas ele também é um processo psicossocial. Então aquela história de que ah, a gente envelhece só a partir dos 60 anos, dos 40 ou não se sabe, para quem estuda envelhecimento como eu, isso é mito. Nós envelhecemos sim a partir do momento em que nascemos, porque envelhecer não é apenas enrugar. Envelhecer não é apenas cair
os cabelos. Envelhecer é um processo social. Então, desde a minha infância eu estou nesse processo, mas a fase de degeneração biológica, afastamento social, questões emocionais, aí sim a gente não sabe quando começa, mas o processo de envelhecer é sim a partir do momento em que nasce. Claro, você vão ver vários profissionais que falam que não, que isso não existe. A gente envelhece a Partir dos 60 anos ou não se sabe. Eh, tudo bem, né? a gente respeita a opinião de cada um, mas aqui não é uma questão de opinião, é uma questão de ciência e
assim a gente começa a envelhecer a partir do momento em que a gente nasce. Quando a gente fala então em demência, prevenir essa demência é durante a vida toda, não é apenas a partir dos 60, tá bom? Então é um processo envelhecer, é um processo biopsicossocial. E falando aqui, ó, onde a demência acontece, o sistema nervoso central, principalmente encêéfalo, é o sistema, agora falando de biológico, é o sistema biológico que é mais comprometido com o envelhecimento, com o envelhecimento desde que eu nasci atéonde eu estou, tá? Esse é o sistema mais comprometido. E a gente
tem que lembrar que o que o sistema nervoso central ele é responsável basicamente Pela nossa vida de relação, ou seja, as nossas sensações, os nossos movimentos, as nossas funções psíquicas são todas controladas por esse sistema. e a nossa vida vegetativa, né? As nossas funções biológicas internas, batimento cardíaco, a pressão arterial, frequência respiratória, saturação de oxigênio, tudo, tudo biológico é controlado pelo sistema nervoso central. Por isso que ele é o mais comprometido. E aí a gente vê o Reflexo do envelhecimento biológico nos outros sistemas. Mas eu não estou falando isso aqui de algo ruim. Envelhecer jamais
é ruim. Eu só estou mostrando que demência vai ter cada vez mais, porque o próprio envelhecer cognitivo e biológico é o que mais está acelerado, é o que mais é intenso se comparado com outros tipos de tecidos, com outros sistemas, tá? Então, o que que é a tal da cognição, né? Quando a gente fala de Cognição, que é uma das funções do sistema nervoso central, pensando em encéfalo, envolve todo o funcionamento mental. Olha só, percepção, minha capacidade de memorizar, linguagem, atenção, motivação, raciocínio, criatividade, né? Eu não vou ler todos, tá? Aqui, ó. É o que
faz nós seres eh sermos seres humanos, termos cognição, todo o funcionamento mental. E aí tem algumas pessoas com uma cognição mais afetada Negativamente e outras ainda com a cognição totalmente preservada. E olha só, envelhecer não é sinônimo de perder cognição. Claro que teremos alterações, mas tudo dentro da normalidade, tudo do que a gente chama de senescência, processo natural de envelhecimento, tá? Por que que eu trago isso? Porque quando a gente for falar de Alzheimer daqui a pouquinho, é isso que é afetado principalmente a cognição, tá claro? Vai ter alterações motoras que são Justamente essas que
nós da educação física temos que atuar, tá? Mas também lembrar que o movimento depende da cognição. Então a o Alzheimer afeta a parte motora também porque ele não tem mais cognição 100%, né, para controlar esses movimentos. Opa. [Música] Ã, não tô conseguindo passar esse slide aqui. Não sei o que aconteceu. Só um Minutinho. Ah, tava travada. Pronto. Pronto. Desculpa, gente, travou aqui. Pronto, agora foi. E olha só, quando a gente fala em envelhecimento, vocês concordam que nós queremos envelhecer com independência e autonomia, né? Que que é, qual é a diferença? Independência é a capacidade de
realizar as nossas atividades e a autonomia é a capacidade de decidir pela nossa vida. Então, todo mundo aqui, eu acho Que quer ser uma pessoa idosa independente, autônoma, correto? Redução da cognição, mas essa redução é normal. ela não afeta a minha autonomia, eu continuo sendo uma pessoa autônoma, certo? Porém, quando, né, eu tenho problemas nesse envelhecimento, eu vou até citar aqui, ó, lá, ó. Quando eu tenho uma incapacidade cognitiva, eu estou diante de um certo Problema. E essa incapacidade cognitiva pode ser, né, pode ser uma demência, tá? E aí que entra a nossa atuação, o
nosso trabalho, além de outros profissionais, é claro, para fazer o quê? Para controlar essa incapacidade cognitiva, tá? Então, quando que as alterações cognitivas realmente podem ser um problema? Ultrapassam a normalidade. Olha para essa imagem aqui, pessoal. Incapacidade, vou pôr um um um Ponteirinho aqui, ó. Capacidade cognitiva significa aquela pessoa com baixa performance num teste cognitivo. Então, ela fez um teste cognitivo que eu posso passar para vocês depois. A gente não vai focar neles aqui, mas eu posso, quem quiser me chama lá no Instagram que eu passo no teste cognitivo que nós podemos aplicar. Se a
pessoa tá com baixo, uma baixa performance nesse teste e ainda está dependente paraas as suas atividades diárias, né, suas atividades Básicas, instrumentais, etc., Pode ser que ela esteja com alguma incapacidade cognitiva, uma doença mental, uma demência, depressão ou delírio. Falando da demência, que é o nosso objetivo aqui, veja que ela é irreversível, então não dá para reverter um quadro de demência. Então é um tipo de incapacidade cognitiva com eh incapacidade de reversão, tá? Então a demência ela não é reversível, inclusive, obviamente o Alzheimer, mas existe outros tipos, tá? Às vezes nem às vezes você já
tá atendendo alguém que você acha que é Alzheimer ou a família acha que é Alzheimer, às vezes não é. Às vezes é outro tipo de demência. Olha só, às vezes é um transtorno cognitivo leve, tá? Então existem outros tipos de problemas cognitivos que não são apenas demência, tá? Então vamos falar da demência. Bom, demência, pessoal, ela é, Eu pus essa imagem que eu gosto bastante. Ele é um grande guarda-chuva. 50 milhões de pessoas no mundo em 2020 tinha uma demência. Olha só, 50 milhões de pessoas no mundo em 2020 tinha demência. Hoje o número tá
maior. Mas o que que é demência? está em inglês aqui, mas eu vou traduzir para vocês. Eh, em resumo, demência, ela descreve em em termos gerais uma junção, uma somatória de sintomas clínicos de perda de memória, Principalmente causadas por desordens que estão afetando o cérebro e que afeta outras coisas, não apenas a memória, mas a memória é sim um dos pilares da demência. Só que a gente tem vários tipos, Alzheimer, demências de corpos de Levi, demência vascular, demência frontotemporal, outros e outros tipos, demência mista, que é uma bomba porque é mais de um tipo. Mas
olha só a porcentagem de Alzheimer, 60 a 80% dos casos de Demência é Alzheimer. Então não existe diferença. Ah, meu pai tem demência e a minha avó tem Alzheimer. Não existe isso. Demência tem tipos. Qual tipo de demência o seu aluno tem, o seu familiar tem, tá? muitas das vezes será Alzheimer. Por isso que eu falo, eu mesmo, quando eu atendia mais mais eh idosos, que hoje eu tô mais na pesquisa e na docência, mas atendo alguns ainda, eu nunca atendi, por exemplo, uma demência vascular, eu nunca Atendi um afronto temporal, eu só atendi demência
de corpos de Levi e Alzheimer. E olha só que corpos de Levi, se eu não me engano, foram dois, sendo que um ainda não era certeza. Então vocês vão atender muito Alzheimer caso vocês forem para essa área, tá? A cada 3 segundos, uma pessoa no mundo desenvolve demência. Isso é de um documento de eh americano, tá? Ele é internacional, mas surgiu na na nos Estados Unidos sobre demência. A cada 3 Segundos, uma pessoa no mundo desenvolve demência. É muita gente em pouco tempo, né? Em 2019 a gente tinha aqui já é outro dado, por isso
que às vezes dá conflito com outros que eu posso mostrar. 2019 tinha em torno de 55 milhões de pessoas com demência. Em 2030 a estimativa é 78 milhões tenham demência. Em 2050, gente, que não tá longe não, a estimativa é que 139 milhões de pessoas tenham demência. Cara, é muita gente. Então, Olha o mercado que a gente tem para atuar. Por um lado é ruim, mas pelo outro eles precisam de cuidado e esse cuidado vai muito da área da educação física, tá? E se a gente analisar o maior a a o o o a porcentagem,
né, vai ou a quantidade, a prevalência vai ser cada vez maior em países de baixa e média renda, ou seja, no nosso país, tá? Esse estudo aqui, pessoal, ele falou Assim, né? Ele trouxe que existe uma estimativa que 47 a 72% dos casos de demência poderiam ser prevenidos. E como eles podem ser prevenidos? E aí e esse slide, essa parte aqui eu trouxe para nós como seres humanos e pros alunos que vocês atendem que não são idosos ainda, ou mesmo que já sejam, mas lembra que a prevenção é a longo prazo, então quanto mais tempo
de vida a pessoa tem, mais fácil ela consegue prevenir. Então como prevenir Demência? Olha só, aqui a gente tem a a fase da vida, nascimento, 10 anos de idade, 20 anos, 30 anos, até os 100. Essa é a fase mais importante para prevenir demência, ou seja, do nascimento até os 40 anos. Então, quem aí tem até 40? Quem? Eu eu ainda não fiz 40. Então, quem aí tem até 40? Essa é esse é o momento, gente, de prevenir demência, sabia? A maior parte a gente consegue eh prevenir aqui. Por quê? Aí se mistura Dos 25
até mais ou menos os 80. Mas veja que a força dessa prevenção diminui. É hora de modificar alguns fatores de risco que eu não consegui prevenir lá na na minha na fase anterior. E do 60 até o último dia de vida, pode ser que eu tenha que mudar alguns fatores para diminuir os sintomas se eu já tiver demência ou, né, provável demência ou um comprometimento cognitivo. Vocês estão prevenindo? Primeira coisa, atividade física é um Dos 14 fatores para prevenir, tá? Então nós, como profissional de educação física, temos que dar esse exemplo de pelo menos praticar
atividade física, de preferência na forma de exercício físico, tá? Então, genética, mutações, né? Mutações genéticas, fatores de risco devem ser controlados, olha só, desde o nascimento. Por isso que o envelhecimento é um processo social, biológico, desde o Nascimento, tá? Tinha até esquecido desse dessas marcações aqui. Que que a gente tem que fazer? Reservar cognição, gente. Reserva cerebral, reserva cognitiva é a chave, tá? Quando como que eu faço isso? com educação, estudando. Então, a maior a a fase melhor para reservar cognição é da infância até a fase que nós estamos agora adulta. Depois dá para reservar,
com certeza, mas essa capacidade diminui. Porém, olha só, atividade Física, atividade cognitiva e atividade social tem que ser feita quando? A vida inteira, com ou sem demência, a gente precisa fazer exercício físico, cognitivo e social quando possível, tá? Destaco ali, quando possível fazer tudo isso, atividade física, social e cognitiva, a vida toda e não fase específica. Então aqui eu resumo, como prevenir demência? Quais são esses fatores? Primeiro, eu tenho que aumentar a reserva cognitiva, como treinando a cognição durante a vida, estudando e preservando, olha que interessante, preservando a audição. Perda auditiva é um dos fatores
de risco paraa demência. Eu preciso reduzir a inflamação cerebral durante a vida, tá? como com exercício, ó, o exercício no centro de tudo, gente. Eles falam aqui de aderir uma dieta, como por exemplo, a mediterrânea, né, que envolve muitos vegetais, sementes, Grãos, eh frutas, verduras e carne branca. e quando necessário, anti-inflamatórios não esteroidais para controlar alguma doença inflamatória e ainda reduzir danos cerebrais, como reduzir obesidade, parar de fumar, tratar diabetes, hipertensão, colesterol elevado, reduzir depressão, ter uma rede social, né, de de sociedade, conviver com a sociedade. E olha só, no centro de tudo, exercício físico,
isso para Prevenir, não tô falando ainda de tratar o Alzheimer, tá? Então o exercício, gente, tá no foco sempre. E eu sei que nós ainda não somos valorizados com isso e sobre isso, mas é é não parar, é não parar de investir, é não parar de defender a nossa área de que nós somos tão competentes ou até mais do que muitos profissionais que não trabalham com exercício, que trabalham só com, sei lá, medicação, por exemplo, Tá? O exercício tem um um um um poder tão grande quanto muitas medicações, principalmente para Alzheimer. Então o potencial, gente,
para prevenir Alzheimer é muito alto. Quase metade das demências poderia ser prevenida se a gente eliminasse 14 fatores de risco, como esses da revista de Lancet, tá? Tá? Então, essas descobertas de 2024 do ano passado, ó, tô trazendo coisas bem recentes para vocês, oferecem Muita esperança pra gente em prevenção. Então, às vezes você tá aqui para entender de Alzheimer, mas você não quer trabalhar com isso. Você quer trabalhar com os adultos, com os adolescentes, não importa. Você tá prevenindo Alzheimer com ele também, pelo menos com um exercício. Se ele tá controlando os outros fatores, aí
a gente pode tentar ajudar, mas com o exercício, pelo menos você tá fazendo a sua parte e ajudando esse seu aluno, a esse seu cliente, Aluno, a prevenir uma futura demência aí, claro, se ele continuar nessa prática de exercício a longo prazo. Então, nas fases, isso aqui, né, eu peguei do do eu apresentei nesse congresso brasileiro, até deixo aí para que ano que vem quem puder participar, que vai ser em Curitiba, acho que vai ser em Curitiba. Eh, early life, fases, fase inicial da vida. A baixa educação na fase inicial de vida Representa 5% do
risco de Alzheimer. Por isso que é muito maior esse risco em pessoas com baixa renda e baixa escolaridade. Na fase média da vida, que é essa que nós estamos, olha o tanto de fator de risco que a gente tem que controlar. Então vai pensando aí nos seus alunos, se eles estão dentro desses fatores e em você mesmo e nos seus familiares. Perda de audição, colesterol LDL elevado, depressão, traumatismo craniano, inatividade física, diabetes, Fumar, hipertensão, obesidade e consumo excessivo de álcool são os principais fatores de risco paraa demência na vida tardia na fase na fase intermediária
de vida. Então, é nessa fase que nós estamos agora que a gente tem que controlar esses fatores aqui. E olha a atividade física lá, ela corresponde a 2% desse risco. E nas fases mais tardias, né, na pessoa já idosa, ela tem que controlar o isolamento social, poluição do ar e Perda visual, tá? Isso corresponde a 45%, todos esses, todos esses que eu mostrei, não só esses três, corresponde a 45% de fatores potencialmente modificáveis paraa demência. Vejam a importância da atividade física, mas não é apenas ela a única, né, a importante para prevenir demência. E essa
é a realidade do nosso país. Aquele ali é internacional. E no nosso país, esse estudo foi feito com 9412 Participantes, né? Eles avaliaram 12 fatores de risco durante o curso da vida e viram que tem diferença nos fatores de risco paraa demência nos países ricos e pobres, desculpa, nos estados, regiões ricas e pobres do país, Brasil, sendo escolaridade, hipertensão arterial e perda de audição às prioridades. Então, no Brasil, a atividade física ela é sim um fator, ó, tá aqui, ó, ela é um grande fator de risco para demência, mas as prioridades É escolaridade nas fases
iniciais da vida, controlar hipertensão e perda de audição. E quer algo melhor para prevenir ou controlar a hipertensão arterial do que a atividade física. Então, de uma forma indireta, a atividade física tá ali também, tá? E aí, se a pessoa desenvolve essa demência, como eu falei, ela pode ter vários tipos. Chegamos aqui nos tipos de demência. Então, antes, vejam que eu trouxe toda essa parte de introdução do do que é demência, dos números, da sua importância em relação à atividade física, os fatores de risco que podem ser ajustados durante a vida para controlar e prevenir
essa demência, possivelmente, e o quanto é importante a nossa área para isso, porque a atividade física tá ali no centro, tá? Ela não é a única, são 14 fatores. No Brasil são 12, segundo um estudo, né? Não quer dizer Que é a verdade absoluta, mas mostrando a importância de estarmos aqui, de vocês, 207 pessoas estarem aqui de manhã estudando sobre isso, coisa que muitos profissionais não estudam, né? Eh, a gente tem os carros chefe, né, da educação física, que envolve ali a hipertrofia, o emagrecimento, ah, saúde de forma geral, né? E tem que ter essas
áreas, né? Mas a gente precisa também de outras áreas crescendo cada vez mais. Então eu fico muito feliz que vocês Estejam aqui pelo menos pensando um dia, quem sabe atuar com essas pessoas ou eu já atuo, estou aqui para aprender mais e eu não sou dono da verdade, gente. Então qualquer dúvida, qualquer comentário, vocês podem mandar aqui ou depois lá no Instagram pra gente trocar informações. Então quais são os tipos de demência? Nós já vimos, tá? Eu falei dessas quatro principais. Alzheimer, demência vascular, demência de corpos de Levi e demência Frontotemporal. Aqui eu trago uma
definição, né, uma história clínica bem rápida e suscinta da diferença entre elas. O Alzheimer, pessoal, ele tem um início mais insidioso que a gente fala. A progressão do Alzheimer é bem lenta. Quem tem familiar com Alzheimer, coloquea aí no chat e se concorda comigo. Começa silenciosamente, insidiosamente, e a progressão vai só aumentando, tá? Só aumentando. Todas elas a progressão vai Acontecendo, mas algumas mais lentas e outras de forma mais gradual. E é esse o nosso foco hoje. Já a demência vascular, ela tem um início mais abrupto. Por quê? Porque é vascular, é alguma falta, é
tipo bem entre aspas como se fosse um AVC, tá? acidente vascular cerebral, também chamado de encefálico, que então nós temos a falta de oxigenação numa região e a pessoa Desenvolve uma demência por isso. Então é muito comum a pessoa ter AVC e demência vascular, por isso que é abrupto, rápido e a progressão também é gradual. Temos a demência por corpos de Levi. Já ouviram falar? Tem um início também lento, insidioso. E a progressão tem muitas flutuações, mas muitas. muito mais que o Alzheimer flutua muito. De uma hora para outra a pessoa tá bem, de uma
hora para outra ela volta a ficar ruim. E a demência frontotemporal que Também tem início insidioso, né, igual as outras. A única que tem início abrupto é a vascular. E a progressão aqui é rápida, tá? Aqui a progressão é muito rápida. Então essas são as principais diferenças entre essas demências. O Alzheimer, eh, o nosso foco tem início insidioso e progressão lenta. E o que que acontece ali no cérebro do nosso aluno com Alzheimer? Muita coisa. E isso começou há muito Tempo atrás, tá? Alguns estudos trazem que o Alzheimer começa 20 anos antes dos sintomas. Ou
seja, se for para você ter Alzheimer, se você já tem, vamos ver, vamos supor que é para você ter Alzheimer ao 60. Você vai ter Alzheimer ao 60. Se você já tem 40, já tá começando. Ou se você vai fazer 40, vai começar. É triste, né, gente? Mas essa é a realidade. A gente não sabe. Mas é em torno de 20 anos antes do Alzheimer não surgir, mas os sintomas Aparecerem, tá? Então o que que acontece no cérebro, né, dos indivíduos com Alzheimer, a gente tem um sistema imunológico afetado e uma neuroinflamação. Eu não tô
falando do inflamagem, que é inflamação do envelhecimento natural. É uma inflamação muito mais eh agressiva, tá? Tanto em neurônio, células da glia, todo o tecido eh neuronal. uma função endotolial também insuficiente, uma função cérebrovascular insuficiente, não é? Não Tô falando só da demência vascular, mas a pessoa com qualquer tipo de demência, ela tem uma insuficiência endotelial, ou seja, no tecido, na no que reveste a os vasos sanguíneos cerebrais. Nós temos o citoesqueleto, né, que fica na nas nossas células, da da estrutura para as nossas células neuronais, neurológicas. E as proteínas da membrana dos neurônios bem
afetadas, Degeneradas. Morte celular e apoptose, isso é óbvio, neurodegeneração. A gente tem um sistema nervoso ah com menos comunicação, então menos sinapses acontecendo, um estress oxidativo, uma neurotoxicidade também nas mitocôndrias e um DNA com dificuldade de reparação de danos. Então, de uma forma fisiopatológica bem breve, é mais ou menos isso que a gente tem. Além da presença disso daqui, ó. Aqui achei placas betaamiloide. Já ouviram falar? Aqui, gente, do lado esquerdo, a gente tem um neurônio sem Alzheimer, tá? E aqui e células da glia. E aqui a gente tem células da glia e um neurônio
com o Alzheimer. Nessa imagem, a diferença tá aqui, ó, na presença de placas betaamiloide. Essas placas se acumulam normalmente em quem não tem Alzheimer Também, tá? O problema, até porque a gente tem aqui, né, os peptídios amiloide sem Alzheimer, problema é o excesso, o acúmulo dessas proteínas. Elas são extracelulares, elas não acometem dentro aqui do neurônio, elas acometem ao redor. E ainda dentro do neurônio, a gente tem a formação do que a gente chama de emaranhados neurofibrilares. Aí é dentro do neurônio, é intracelular, que que deu que aumenta a velocidade da degeneração Neuronal. E as
placas betamide, como elas estão fora do neurônio, elas impedem a comunicação de um neurônio com o outro, certo? Então assim, tem muita coisa aqui dentro acontecendo. Isso é importante vocês saberem para entender o que o que é Alzheimer e como que ele acontece, tá? Mas eh e também porque o exercício físico consegue em muitos momentos diminuir a formação dessas placas, tá? Não retira placas existentes. Pode acontecer, mas é muito Raro. É mais a diminuir a velocidade da produção e do acúmulo dessas placas e desses emaranhados, tá? Dani, tem uma pergunta interessante aqui, cara. Uma pergunta
bem interessante, eh, o Ian perguntou se existe algum teste para achar o diagnóstico precoce do Alzheimer. Eu sabia que ia ter essa pergunta, porque todo mundo faz, gente. E é muito interessante vocês pensarem nisso. Existe, tá? Existe, sim. Eh, são exames eh genéticos, tá? Neurogenéticos, tanto de imagem quanto de sangue. Só que assim, eh, estou um pouco por fora de valores, de condições paraa realização desses testes, mas sei que ainda não é tão acessível para todo mundo. E tem dois lados. Será que vale a pena fazer ou não, né? Porque se eu descobro que eu
tenho uma genética forte para ter essa Alzheimer, eu consigo às vezes me motivar para tentar mudar os meus os meus hábitos, né? aqueles fatores de risco que eu mostrei Anteriormente, que aí diminui o risco dessa demência desenvolver. Então assim, esses exames não falam assim: "Você vai ter, mas fala assim: você pode ter." Então depende muito da sua cabeça se você quer ter essa informação ou não, né? Então tem gente que eu já escutei falar que prefere não saber e vai controlar os fatores de risco da mesma forma. E tem aqueles que gostariam de saber, porque
às vezes é uma forma de motivar a procurar melhores hábitos. Então, depende de cada um tem sim esses exames. Eu só não lembro o nome correto, científico. Eh, quem fez essa pergunta pode depois me chama no Instagram que aí eu pesquiso com mais detalhes e até envio alguns estudos que já falam sobre esse tipo de exame, tá, pessoal? Então, quadro clínico, isso aqui, a partir daqui é o que vocês precisam mais saber, não é que o resto, o que eu falei até agora não é importante. Vocês tinham que entender o Que é o Alzheimer, como
ele acontece, que é demência, como prevenir, etc. Mas agora a gente chega no cheguei na na, vamos supor, na residência do do aluno, vou atender na residência. Já avisando, Alzheimer, vocês vão atender muito na residência, tá? muito raro eles irem paraa academia até não não é indicado, dependendo da fase. Então, fui contratado para atender um idoso com Alzheimer, tem um diagnóstico, tá tudo certinho, é Alzheimer mesmo. Quem é essa pessoa? Bom, primeiro, como todo mundo sabe, a sociedade sabe, essa pessoa vai ter sintomas cognitivos, tá? Então, ele tem uma demência, obviamente ele tem alterações cognitivas.
alterações na memória, na atenção, orientação espacial, orientação temporal, ah, comunicação, compreensão, função Executiva, capacidade de cálculo, de achar a palavra certa, então de linguagem, de fala, gente, é muita coisa e cada hora vai progredindo, tá? uma doença que não regride e nem tem eh tipo a hipertensão arterial. Você toma medicação, a pressão abaixa, tá tudo bem. Não é aqui, não tem isso, tá? Tem medicações que vão ajudar a controlar os sintomas, mas sempre vai ter um déficit cognitivo ali, tá? Mas também, pessoal, é um idoso que vai ter alterações Motoras, que como eu falei, é
onde nós profissionais do movimento vamos mais atuar, tá? Claro que melhorando a a parte motora, eu posso melhorar um pouco da cognição e vice-versa, mas o nosso papel é motor primário, é motor, tá? Lembrar que esse idoso tem que tem Alzheimer, que você vai atender, essa doença começou lentamente, que ela vai progredir e o que mais afeta essa pessoa é a memória imediata, tá? a memória de curto prazo e Que com o tempo essa memória vai ser também afetada a de longo prazo. E não se esqueça, esse idoso, ele tem confusão na sequência de [Música]
eventos. Sequenciar as coisas para ele é bem difícil, tá? Então já vem uma dica aqui, nem falamos de exercício ainda, mas já vem uma dica aqui. Não adianta você fazer uma sequência de exercício, um circuito de exercícios, que é muito legal para muitas pessoas. pra parte Funcional, etc., porque esse idoso não vai fazer, tá? Você pode até fazer uma sequência, mas a cada estação, vamos dizer assim, você tem que parar e explicar o exercício. Não dá para explicar tudo antes e falar faz, como a gente faz com alguns, pode ser que você faça com algum
aluno mais jovem, tem que ser um por um. E ainda tem muitas dicas que eu vou trazer para vocês aqui que podem ajudar bastante, mas essa aqui, só para já dar um start, é uma pessoa que Tem confusão em sequenciar as coisas. Então tudo tem que ser muito bem pensado, com calma e explicado. E quantas vezes necessário você vai explicar, tá? Outra coisa, esse seu aluno, ele tem um comprometimento de função executiva, como eu citei anteriormente. Que que é função executiva? é planejar uma atividade, executar essa atividade e Monitorar essa atividade por aqui. Nós fazemos
isso o tempo todo. Por exemplo, tomar banho. Eu nem percebo, mas eu planejo tomar banho. Eu tomo o banho e durante o banho eu tô controlando muitas variáveis, mesmo que eu não perceba, mas eu tô com controlando se o chão tá liso, se eu tô com o olho fechado porque o sabão tá caindo, eu sei onde tá a toalha, eu sei onde tá o chuveiro, eu sei, né? Eu consigo me me achar no espaço mesmo de olho fechado. Então são Coisas que para nós pode parecer bobas, mas a gente faz isso, funções executivas. Eu planejo
uma atividade, eu realizo ela e eu controlo ela. Dirigir, tudo é função executiva, né? quando tem uma atividade mais complexa, o idoso com Alzheimer, ele tem um comprometimento muito grande disso. Ou seja, uma simples atividade de caminhar de um lado pro outro, dependendo desse idoso, pode ser um problema para ele, por exemplo, no meio Do do andar, ele esquecer o que ele tá fazendo. Olha que coisa. Pode ser que ele você peça para ele eh levantar da cadeira, ir até um cone, dar um giro e voltar. Um teste que a gente tem aí, o tug.
Pode ser que no meio do caminho ele esqueça o que ele tá fazendo. Pode ser que no meio do caminho ele pare. Não que ele esqueceu, ele simplesmente quis parar. Então assim, e aqui a gente vai ver a teoria. Eu vou tentar, tá, trazer O máximo possível da prática para vocês, que acho que esse o objetivo. Mas como qualquer área ou qualquer é qualquer área prática, qualquer área, subárea da educação física, a gente só aprende mesmo convivendo, né, estando com aquele idoso ali. Mas a gente precisa da base e essa base que eu venho trazer
aqui para vocês, tá? Até porque cada idoso é único. Eu posso dar muitas ideias aqui que pro idoso X que você vai atender não vai funcionar, ainda mais o idoso mais. Então, função executiva é tomar decisão, planejar, executar e ficar monitorando uma atividade. Então, envolve inibição, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva, planejamento, tomar decisão, organizar uma atividade, antecipar. Então assim, pense, uma pessoa que tem déficit cognitivo não consegue fazer isso mais, tá? Esse esse é o idoso com Alzheimer, dificuldade de memória de curto prazo, dificuldade de função Executiva e aí várias outras vão se desenvolvendo com
o decorrer do tempo. E aí a gente tem essa eh esse comprometimento. Anotem bem isso. Primeiro, o idoso com Alzheimer, ele tem afetado as suas atividades avançadas de vida diária, a AVDs. Que que é uma atividade avançada da vida diária? Dirigir ou pilotar uma moto ou pedalar, pedalar na rua, tá? Eh, ou aprender algo novo, ah, aprender a tocar um instrumento, um novo idioma, enfim, tudo que é novo é uma atividade avançada para qualquer ser humano de qualquer idade. Então, o idoso com Alzheimer, ele primeiro perde essa capacidade de realizar as atividades avançadas. Então não
adianta criar movimentos e exercícios mirabolantes, super criativos, que ele tem que aprender algo que é muito diferente para ele, principalmente se ele não teve essa Vivência na vida dele, porque não vai funcionar, né? não vai ser seguro, muitas vezes não vai ser eficiente. Segundo, o idoso com Alzheimer, ele vai perder em segundo momento, ou seja, com o decorrer da doença, atividades, a capacidade das atividades instrumentais da vida diária, que nós chamamos de AIVDs. Que que é uma atividade instrumental? É uma atividade não tão avançada e nem tão básica. Por exemplo, preparar uma refeição, controlar as
finanças, né, o seu orçamento, seus gastos, o que ele recebe, a sua aposentadoria, eh cuidar da horta, do jardim, isso é uma atividade avançada. eh atividades de higiene, né, de limpeza da casa, mais mais ah intensas, não tão básicas como varrer. E por fim, o Alzheimer vai tirar desse idoso a capacidade dele de realizar as atividades básicas da vida Diária, que é as atividades de sobrevivência, gente, de higiene, escovar dente, tomar banho sozinho, né? eh se alimentar, beber líquidos, que mais arrumar a cama, sabe assim, coisa básica do dia a dia pra gente sobreviver. Isso
o Alzheimer vai tirar, mas lá na frente só. E obviamente quem tem de 205 pessoas, alguém já deve ter convivido com um familiar, com Alzheimer aqui, creio eu. E aí põe no chat se você concorda, o Convívio com a família, o convívio com a sociedade e com o próprio profissional, seja você ou qualquer outro profissional de qualquer área, vai ser muito afetado. Eu falo que o Alzheimer não é uma doença tão triste para quem tá para quem tem o Alzheimer, porque a pessoa não sabe o que tá acontecendo. Na minha visão, ela é mais triste,
ela é mais intensa, ela sobrecarrega mais quem cuida. Então pensem assim, nós profissionais da Saúde, da educação física, nós quando atuamos com uma pessoa, nesse caso Alzheimer, idosa com Alzheimer, a gente não tá mudando apenas um pouco da vida dela, a gente tá mudando muito a vida de quem cuida dela, tá? Então vamos começar a pensar mais nos benefícios secundários, indiretos. Se esse idoso tem mais força, se esse idoso tem um pouco mais de cognição, se esse idoso tem um pouco mais de mobilidade, de continência urinária, se Ele tem um pouco mais de humor, com
certeza ele vai depender um pouco menos de cuidado e aí vai sobrecarregar menos quem cuida. Porque quem cuida de quem cuida? Que horas esse cuidador vai fazer exercício? Que horas esse cuidador vai se alimentar bem, né? Muitas vezes é um cuidador familiar que é pior ainda, né? A gente tem cuidador formal e informal. O formal é aquele que é pago Para isso. Então ele tem o tempo dele às vezes de trabalho, depois ele vai embora e deixa o momento restante pra família. Esse ainda até tenta se cuidar. E o familiar que fica 24 horas com
esse idoso, quem cuida dele, né? Eu acho que é algo que a gente precisa refletir também, tá? Tá? Então eu destaco aqui o cuidador como uma peça chave. Claro, muitas vezes atrapalha como qualquer pessoa, ser humano, mas muitas vezes Ajuda, tá? Atrapalha no sentido de, ah, já atendió, vários idosos com Alzheimer ou outras demências, outras não, a corpos de Levi que e outras condições que o cuidador falava: "Não, esse exercício é muito intenso para ele, ai tá muito leve, ele não sabe fazer isso, sabe? intrometendo no nosso trabalho. Infelizmente tem, ainda mais trabalhando no domicílio
dessa pessoa. Então é é saber dialogar, é saber conversar para que a gente chegue Num num num relacionamento amigável com todos que estão ali pelo bem daquela pessoa idosa. Dani, oi. Interromper rapidinho que essa parte foi legal, bastante tocante, né, pra gente. Eu acho que todo mundo sentiu um pouquinho. Aí tem uma pergunta bem bacana aqui, cara. se as doenças degenerativas elas podem levar ao Alzheimer, tipo aí dar o exemplo do Parkson, TDH. Vamos Lá. Parkson, pessoal, eh não é demência, né? Então, como bem falado, é uma doença neurodegenerativa, neurológica. O Alzheimer também é neurodegenerativa,
mas a são fisiopatologias diferentes. O Parkson, pessoal, ele começa com diferente, ele começa com alterações exclusivamente motoras, né? Rigidez, tremor e como muitos acham, tremor obrigatório ter no Parkson mais, tá? Já faz um bom tempo que os estudos mostram que tem pacientes com Parkson que não Tremem. Então, é, afeta tremor, rigidez, brad, cinesia, né, que é a lentidão do movimento, etc. Com o decorrer do Parkson, é muito comum, não digo normal, mas é muito comum desenvolver demência. Não quer dizer que ele desenvolveu Alzheimer, ele desenvolveu demência. Nesse caso, geralmente é a demência por corpos de
Levi, tá? Geralmente é corpo de Levi, porque no Parkson, já no início, a gente já percebe em estudos de em estudos com Imagens a presença desses corpos de Levi, que são lesões neurológicas, mas que ainda não afetua a cognição. E lá na frente, 10, 12 anos pós Parkson, a pessoa pode apresentar doenças eh demenciais. E sim, pode acontecer de ter tanto Parkson quanto o Alzheimer, ter os dois, só que aí é direto, não precisa o o Parkson avançar pro o Alzheimer aparecer. Aí geralmente é eh corpos de Levi. Quando é para ter Parkson em Alzheimer,
é praticamente Junto ou pouco tempo depois. Nós não temos ainda, gente, evidências de que TDH, autismo, né, o que tem muito falado atualmente, seja risco para demência. Tá? Não tem nenhuma evidência boa que trate isso. Tem alguns estudos de revisão narrativa, são estudos mais fracos que tentam relacionar, mas não há nenhuma evidência de que vai desenvolver. Outra coisa que me perguntaram ontem na aula que eu dei se depressão, o uso, desculpa, uso de de Medicação para depressão, ansiedade, transtornos do humor, né, tarjas pretas, benzodepínicos, etc. também eh ansiolíticos, enfim, podem aumentar o risco de demência.
Também a fake news, a gente não tem evidência ainda de que isso funciona, desculpa, de que isso acontece ou vai acontecer, mas é, mas não. E é importante destacar que depressão é um fator de risco para demência, lembra que eu mostrei? Então, às vezes, usar essas medicações diminui A depressão que diminui o risco de demência. não tem ainda relação do uso do medicamento com o desenvolvimento de demência. Beleza? Ó, que legal. Fases. Isso aqui é o pontapé inicial para saber o que você vai fazer com o idoso. Por quê? O Alzheimer, gente, é dividido em
fases. Fase leve, intermediária e avançada. A educação física na fase leve é totalmente diferente da fase moderada, Que é totalmente diferente da fase avançada. Às vezes o exercício, a ideia do exercício é a mesma, mas como você vai aplicar é diferente. E lá na frente eu vou trazer alguns exemplos, tá? Então assim, eu peço desculpas pela quantidade de informação, né? Eu não gosto de slide com muito texto. Acho que ninguém gosta, mas aqui não tem como, tá? Então vamos rapidamente aqui, eu posso mandar esse material para vocês também. Depois eu eu dividi aqui na fase
leve alterações Cognitivas, motoras e comportamentais, as principais. Então vamos comigo. O que que o idoso com Alzheimer na fase leve ou inicial pode apresentar? Principalmente pode apresentar nas questões cognitivas. Primeiro, o que todo mundo sabe, esquecimento de eventos recentes. Ele esquece o que ele acabou de comer muitas vezes, tá? Ele esquece que almoçou e quer almoçar de novo, mesmo Fisiologicamente ele estando satisfeito. Acontece demais. Esqueceu que tomou banho, às vezes esquece o seu nome, mas lembra depois ainda na fase inicial, tá? Eh, são esquecimentos durante o dia. É aquela questão, você vai atender ele. O
primeiro exercício que você fez foi um sentar e levantar da cadeira, um clássico. Vamos sentar e levantar dessa cadeira aí, com peso, sem peso, não importa. Lá no final você resolve fazer ele de novo. Depois de 40 minutos de Treino. Vamos fazer aquele primeiro que a gente fez, mas você não falou qual é o primeiro. Esquece, ele não vai lembrar, tá? Pode ser que lembre, pode, mas geralmente não vai lembrar. Então, a comunicação aqui é diferente do idoso que você atende, que não tem Alzheimer, do idoso atleta, do idoso condicionado. É totalmente diferente. O que
muda além dos exercícios serem bem mais leves e mais controlados é isso aqui, gente, ó. Comunicação, olho no olho, vou falar disso também. toque, sorriso, é o que diferencia o seu trabalho com o idoso sem Alzheimer, com Alzheimer. Outra coisa, esse idoso na fase leve, ele tem dificuldade para encontrar palavras certas. Então, não afeta tanto no exercício, mas afeta na comunicação. Como que o idoso vai se sentir motivado para se exercitar se você não consegue se comunicar com ele? Então, tenha paciência quando ele não encontrar a Palavra certa. Segundo, ele não tem muita iniciativa para
atividades intelectuais, tá? Então é preciso você jogar essa iniciativa caso você vai fazer uma atividade cognitiva com ele. Ele é um doso bastante distraído e que de com muita dificuldade de concentração. Então use estratégias para não para diminuir essa distração e para aumentar a concentração, estando sempre por perto, sempre com a mão nele ou em Alguns momentos tira e coloca porque esse toque volta à concentração. virar o queixo, tá claro? Com educação, com leveza, né? Para que quando ele tiver olhando pro nada, volta o olhar para você, saiba como chamar ele. Ele é ele gosta
de ser chamado pelo nome, senhor, senhora, tem um apelido que ele é conhecido pela vida toda dele. Use essas estratégias e aí você vai saber disso na primeira conversa, se ele estiver na fase leve, porque ainda ele pode lembrar Algumas coisas. E é claro confirmar isso com os familiares. E é um idoso que tem dificuldade em resolver problemas, tomar decisões, mas ainda de forma sutil. Agora, na parte motora não tem tantas alterações nessa fase. Ele tem uma marcha mais lenta, mas tá bastante preservada ainda. Então é o momento de, ó, treinar a marcha com ele,
treinar a marcha com obstáculos, com giros, né? mudança de direção, eh, marcha com Equilíbrio, marcha em dupla tarefa, né? Enquanto ele anda, ele faz alguma outra atividade. Esse é o momento, gente. A fase mais fácil de trabalhar, obviamente, é a leve. Ele tem uma redução da coordenação motora fina, então às vezes uma dificuldade para abotuar, para girar uma chave, uma maçaneta, coisas básicas que você já pode treinar com ele, por ele vai perder essa capacidade, mas ele pode perder mais lentamente se você treinar Isso com ele agora, tá? Trabalhe coordenação motora fina. Terceiro, ele tem
uma pequena rigidez muscular ou alterações de equilíbrio um pouquinho mais aparentes. Então, diminua essa rigidez com bastante mobilidade e alongamento e treine equilíbrio unipodal, bipodal, com alterações visuais, alterações de superfície. Aproveita que agora dá para fazer muita coisa. E é um idoso um pouquinho mais lento. Ele tem Um bambará de cinesia leve. Então, entenda que é um idoso que vai ser um pouquinho mais lento para realizar os movimentos que você quer e comportamentais, porque isso aqui afeta bastante o nosso trabalho. É um idoso com alterações de humor, então ele do nada ele pode ficar irritado,
ansioso, depressivo, apático, diminuição, você pode chegar lá para atender ele, ele tá desmotivado, sem interesse, ele pode estar desconfiado, Tá? É idosos que às vezes desconfiam muito de você até ele pegar um pouco da intimidade, né? E a percepção das coisas muda. Coisa que ele nem ligava antes, ele fica mais atento e isso vai piorar na fase avançada. é um idoso um pouquinho mais isolado, porque em alguns momentos ele sabe o que tá acontecendo com ele, então ele prefere se isolar e até mesmo ele se frustra diante dessas dificuldades na cognição. Então é uma fase
que ele pode Sim entender o que tá acontecendo e vai de nós, da equipe interdisciplinar e dos familiares, confortar eh essa pessoa, tá? Então, aproveitem se vocês pegarem idosos na fase leve, ó, aproveita. Dá para fazer muita coisa que você faria com sem Alzheimer, com um pouco mais de cautela, com menos intensidade, menos volume, menos dificuldade e uma boa comunicação. Na fase intermediária, vou dar uma acelerada aqui nessa parte, mas tá tudo aqui, ó. cognitivas. É um idoso Que esquece mais ainda, então o esquecimento mais acentuado até de informações bem importantes. Aqui que começa, gente,
as dificuldades para reconhecer família e amigos. São pessoas que ele viu por muito tempo na vida. Então, na fase leve, ele ainda lembra. Aqui já começa a pegar, tá? É um idoso que começa a se desorientar no tempo e no espaço. Que dia é hoje? Onde eu tô, tá? Aquela história de que idoso com Alzheimer não Pode sair de casa sozinho é real, não dá para sair. A gente vê todos os dias praticamente na mídia, na na internet, idoso desaparecido, saiu de casa e não voltou mais. muitas vezes é demenciado. Aqui ele vai ter mais
dificuldade ainda de se comunicar, frases incompletas, palavras trocadas, não vai conseguir identificar muita coisa e ele vai ser incapaz já de realizar tarefas complexas e planejar alguma atividade, alguma coisa, porque Vai est bem prejudicado. Então aqui você vai pegar o que você fez na fase inicial e vai dar uma vai apertar o o o freio, tá? Nada complexo, gente, não dá, tá? E claro, calma que já já eu mostro algumas ideias do que dá para fazer, mas só com esses quadros aqui, eu acho que já tá dando para entender, né, quem é esse idoso, o
que que dá para fazer com ele, que para escrever exercício, vocês sabem, exercício é exercício, seja pro idoso Com Alzheimer ou sem. A questão é como aplicar esse exercício e para quê? O para que a gente vê aqui, ó, na fase, na parte motora. É um idoso com marcha instável. Que que é marcha instável? Passos curtos, arrastados, lentos, dissociação de cintura escapular, quase nenhuma. Então ele anda em bloco, muitas vezes, tá? Ele anda em bloco, o risco de quedas dele é muito grande. Então a gente tem que trabalhar o quê? Fortalecimento de de flexores de
Quadril, né? Ilipsoas, quadríceps, para que ele consiga levantar melhor essa marcha. Mas não adianta só fortalecer e não ensinar ele a andar. é como se ele não soubesse mais andar, entendem? Então eu preciso trabalhar isso muitas e muitas vezes com o Alzheimer. O mais interessante é repetir os exercícios todas as sessões por um certo tempo. Não é ficar mudando, é repetir. Teve sessões de exercício com Alzheimer, gente, na fase moderada que eu fiz dois exercícios a sessão inteira. Dois, mudando alguma coisinha ali, um nível de dificuldade aqui, ali. Dois. Porque a pausa é muito grande,
a conversa é muito grande, às vezes ele fica agitado do nada e aí você tem que dar um tempo para acalmar, achar estratégias para acalmar. E às vezes você não acha essas estratégias ou as estratégias que você coloca não funcionam e você tem que ir Embora. Mas eu sempre comento, se falta 20 minutos de da sua sessão, vamos supor, e você percebe que não dá para aplicar mais nada, não vai embora. você tá sendo pago para aquele momento. Use aquele momento para conversar, para se comunicar, para conhecer melhor o cuidador, o familiar, tá? Eu acho
que vale a pena sermos diferentes. Vocês já são diferentes de estarem aqui estudando um tema que muita gente na educação física não estuda, Porque não é fácil. Não quero dizer que as outras áreas são fáceis, mas aqui é bem diferente do que a gente tá acostumado, não é? na academia, ou vai ser na casa desse idoso, ou vai ser numa instituição ou num centro dia, vai ser no local dele, tá? Então você tem que conhecer a realidade dele. Então use esses momentos que não dá mais para aplicar nenhum exercício para conhecer esse idoso melhor, para
dar um abraço, para conversar, colocar uma música que Você sabe que ele gosta. É, esse é o trabalho comer. Então, pode ser que seja para você, pode ser que não, tá? Vamos lá. Na fase moderada, esse idoso tem mais dificuldade ainda na coordenação, mais do que ele tinha na fase inicial. Ele tem, ele começa a necessitar de auxílio para atividades muito básicas, como se vestir e a sua higiene pessoal. Então aqui o cuidador vai ajudar. Porém, com o exercício físico, fortalecimento, equilíbrio, Estabilidade, vocês concordam que quando o cuidador for ajudar esse idoso a se vestir
ou a tomar o seu banho, esse idoso vai estar um pouco melhor fisicamente e aí a sobrecarga no cuidador diminu diminui. A rigidez muscular só aumenta e ele tem alguns padrões motores estereotipados, ou seja, movimentos repetitivos. Às vezes não é tremor, é ele que fica assim, ó, movimentando a mão, movimentando a Cabeça, tocando em você, tá? Isso é movimento estereotipado, repetitivo e comportamentais normal, normal não, né? Eh, igual na fase leve, só que mais intenso. A agressividade, agitação, irritabilidade. Isso aqui, medicações ajudam a diminuir, tá? E o exercício também, comportamentos repetitivos, vai perguntar, vai fazer
várias vezes a mesma coisa. Eu lembro de um caso que eu não me esqueço, muito Interessante e engraçado ao mesmo tempo. Eh, eu atendia esse idoso, ele já sabia do horário ou a cuidadora avisava e ele ia lá na na no quintal, desculpa, no jardim me esperava. Se ele lembrava quem eu era naquele momento ou o que ele tava fazendo ali, eu não sei. Mas toda vez eu tinha um um golzinho branco na época. Eu parava o golzinho na frente da casa dele, descia, a gente conversava, é uns 10 minutos só para começar, tá, os
exercícios. Conversava, perguntava do dia dele, como que ele tava, o que que ele comeu, se ele lembra, tal, e se ele não lembra, tá tudo bem. E ele perguntava: "Esse Gol branco?" Ele lembrava o nome do carro. "Ese gol branco de quem que é?" Eu respondi: "É meu, acabei de chegar. Gente, dava 5 minutos. Esse golzinho branco de quem é? A mesma frase nas com as mesmas palavras. E eu respondia calmamente todas as vezes. Eu juro, teve uma vez que ele perguntou sete vezes Naqueles 10 minutos, eu acho que eram 10 minutos iniciais, sete vezes.
E eu respondi sete vezes a mesma coisa. Tem que ter paciência e responder quantas vezes for necessário, tá? é um idoso que varia o humor muito rápido nessa fase moderada. Pode ter alguns delírios agredou, mas é mais, eles jogam mais a culpa no familiar, não da gente. E alterações no ciclo sono vigília. Eles têm muito problema de sono nessa fase de Dormir de dia e ficar acordado à noite. Daí a medicação ajuda bastante. Então a gente tem que estar aliado ali com geriatra, com o neurologista, entender o que o que ele tá usando de medicação,
etc. Porque imagina, se ele dorme durante o dia, como você vai fazer exercício com ele, né? Então, se ele não dorme bem, como que ele vai est comor melhor? Então, a gente precisa entender que que ele tá usando, o horário, como que tá o sono. A gerontologia, gente, é Mágica. Por isso, ela é muito ampla. A gente tem que considerar a pessoa idosa completa, biopsicossocial, assim como principalmente quando ela tem uma demência. E por fim, fase avançada. Aqui, gente, é um pouco mais complicado. Legalmente podemos atuar, com certeza. É comum, não? Quem que é comum
atender essa fase? O Fisioterapeuta. Por quê? Porque esse idoso muitas vezes vai tá acamado cadeirante. E como eu falei, não quer dizer que a gente não possa atender, só que vai ter que fazer muita coisa que quem aprende mais isso é o fisioterapeuta. Só se você fez um curso à parte, entendeu um pouco mais eh de incontinência urinária, você aprendeu um pouco mais de cognição, você aprendeu um pouco mais de sarcopenia, fragilidade, contratura, úcera de decúbito, tá? Então, de novo, não tô falando que a gente não pode atuar, mas não é tão comum, beleza? Por
quê? Também, olha só, na fase avançada ele tem perda severa da memória, não reconhece você, não reconhece ninguém. Uma incapacidade de comunicação verbal é uma fala que você não entende, tá muito limitada. Então aqui a comunicação é no olho no olho, é no toque, é na música, porque eles escutam normal, tá? É no sorriso. Eles têm uma incapacidade de Entender o ambiente ao redor. Então fazer exercício é muito complicado, é tudo muito passivo aqui, tá? muito passivo. Ele perde a consciência do tempo, do espaço, ele tem dependência total para tomar as suas decisões e realizar
qualquer atividade. É um idoso que pode estar na cadeira ou acamado, que perde o controle motor voluntário. Então não adianta você falar para ele: "Dobra o seu joelho." Ele não sabe o que é dobra, ele não sabe O que é joelho, ele não sabe quem é você, ele não entende o que você tá falando. A rigidez muscular tá bastante intensa, com contraturas, umas posturas bastante anormais, dificuldade para engolir, então entra desfagia, risco de aspiração, por isso que a importância do fono aqui. E é um idoso que pode estar cominência urinária e até fecal. e comportamentais.
Apatia extrema, não tem nenhuma nenhum semblante mais no rosto, bastante agitado se não tiver Sendo tratado. Eh, risco de autoag agressão e de agredir as suas os seus próximos sem intenção. Não é intenção dele fazer isso. Grita, chora, sem motivo, aparente. E tá totalmente desconectado de si mesmo, do ambiente das pessoas. Então essa fase é complicada, é triste e ela dura em torno de 8 anos, tá? Então assim, se você é um profissional que gosta de trabalhar com movimento, muito movimento, o seu Trabalho vai ser na fase inicial e um pouco na moderada. Na fase
avançada, você pode atender, mas entenda que vai ser tudo você que vai fazer. no máximo uma marcha ali com apoio que você vai fazer com esse idoso, mas do resto ele não entende nenhum comando. Tudo bem, pessoal? As fases, acho que essa parte aqui foi mais longa, mas ela é obrigatória. A gente tem que entender essas três Fases. E pode ser que você comece a atender o idoso na fase inicial, eles gostem a família. O idoso gosta tanto de você que você fica com ele um tempão, você vê essa evolução da fase inicial para moderado
e tal, tá? Lembrar que o Alzheimer varia muito, mas ele pode ficar aí em média 22 anos. A pessoa viver com Alzheimer 22 anos. Então é bastante coisa, vários profissionais passando pela vida dessa Pessoa. E daí a gente entra no tratamento, tá? Eu vou falar do tratamento, claro, com foco no exercício. Ô, Flávio, como eu vou começar um conteúdo bem específico agora, que é acho que o pessoal mais quer saber, a gente pode fazer o intervalinho agora. Opa. Vamos par para não quebrar aqui 10 minutos. Enquanto o professor eh Daniel fica aí, bebe uma aguinha,
vai tomar um café e vai no banheiro rapidinho. Gente, Eu vou dar umas informações aqui. Dani, vai lá rapidinho que eu fico aqui segurando as pontas, tá bom? Obrigadão. Ótimo. É, galera, tá sendo impactante, né? Eu falo que a gente que é profissional da saúde, nós somos profissionais de educação física, mas profissionais da saúde, eu acho que a gente precisa saber de coisas reais, né? é o que tá sendo, é o que tá acontecendo hoje aqui. Eu tenho alguns comentários aqui que impactante, né, Doloroso, eh, realista. Exatamente isso, gente. Trabalhamos com seres humanos. A gente
não trabalha com máquina, a gente não trabalha com eh papel, não. Nós trabalhamos com seres vivos, né? Então, a gente além de ser profissional, a gente capacitar, tá aqui capacitando hoje, nós temos que ter empatia, temos que ter amor ao próximo, né? E essa e quem trabalha com Alzheimer, quem trabalha com algum tipo de doenças, né, deficiência, acima de tudo tem que Gostar de ser humano. Isso aí tá comprovando hoje aí, tá dando, Dani tá dando uma aula literalmente, né, no questão de conhecimento. Eu tô vendo todas as perguntas aqui, as perguntas mais interessantes eu
tô pegando pro tô fazendo para ele, tá gente? É, tem que ter paciência. Não adianta, gente. A galera que trabalha com Alzheimer, ele tá mostrando e demonstrando aí que o negócio é muito mais eh, vamos dizer assim, muito mais profundo do que só Hipertrofia. É o que eu falo sempre pra galera, hipertrofia, estética, ó, é moleza, é muito fácil. Agora, trabalhar com a pessoa com a deficiência específica, aí sim, aí você mostra realmente, claro que eu não tô desvalorizando que trabalha com hipertrofia, tá gente? Pelo amor de Deus, não tô desvalorizando isso. Só que trabalhar
com pessoas com deficiências vai muito além de ser somente um profissional. Nós temos que ser Profissional de saúde e temos que ter empatia. Eh, tá os comentários aqui, ó. Tá legal, ó. O que eu mais acho legal aqui, que tem muita gente que já trabalha com idoso, já tinha essa noção e essa capacitação de hoje, o Craflix de hoje, tá vindo só para complementar tudo que a gente já tá vendo aqui. E o Daniel tá tá dando um show de informação pra gente. Para mim também tá sendo muito muito valioso, eh valioso mesmo, né, essa
questão de de Aulas. Eu tenho uma aluna de 85 anos, ela tá bem, graças a Deus, ela não apresenta nenhum problema cognitivo. Enfim, galera, lembrando, tá? Lembrando que a partir da tarde nós vamos ter também a Carla. Eh, quem vai, quem se inscreveu aí vai continuar. Então, a gente vai ter uma pausa na hora do almoço pra gente almoçar e de tarde nós estamos de volta com a professora Carla, tá? E quem não colocou o nome, coloca o nome aí inteiro, completo, com seu Registro, mas a maioria já colocou. de boa. Lembrando também, tá, que
esse conteúdo todinho vai ficar gravado e depois vai pro nosso canal do YouTube do Craft 1. Claro que não vai ser instantâneo. Acredito que lá pro meio da semana que vem esse essa gravação do Creflix aí com o professor Daniel Vicentini vai est lá disponível no canal do YouTube. E o conteúdo também, né? Apresentação do professor, nós vamos pedir para ele poder Disponibilizar pra gente e provavelmente eu acho que vai ficar na no app, né, Fernanda? Depois só confirma para mim no chat aí. Eu acho que fica disponível para você baixar, para você ter todo
o conteúdo aqui do professor Daniel, tá? M responde agora aí como é que tá sendo para você, bom? Ótimo ou maravilhoso? Diz aí para mim, cara. Já tô anotando aqui, fazendo umas anotações aqui que, pô, é espetacular. Ele tá dando um show mesmo, sensacional. Aí, ó, curso maravilhoso. Eu falo que o Creflix é isso. O CFlix é trazer profissionais que nós não teríamos possibilidade de ter pessoal em capacitações. E nós estamos tendo aqui agora no Craftlix. É isso. É isso aí. É vivenciar novos novos temas. vivenciar novas disciplinas e trocar ideias também, né? Ó, a
galera tá gostando muito aí, ó. Ah, deu alguém falou que não tá aparecendo o chat, né? Então, você tem Que selecionar embaixo aí quando você tem o teu nome, do lado tem assim para, né? Tem aí clicar aí no para e botar para todos, tá? Tem gente que não tá vendo o chat de todo mundo, então tem que colocar aí. Aqui, ó, uma um comentário legal aqui, maravilhoso. Daniel super didático, tô amando. Ele tá num ritmo ótimo. Isso, quem falou foi o Carlos. Carlos isso não, Carla, desculpa. Mais algum Comentário? Deixa eu pegar aqui outro
comentário. Professor facilitador de conhecimento e aprendizagem. Isso, Fábio falou aqui também. É, e a didática é muito fácil, né? Parabéns CLF1 pela organização no CLF boa. Obrigado, galera. curso tá sendo muito bom, complementando meu trabalho que tem um casal, tá vendo? É isso que eu falo, você pegar o que você já tem de prática e aplicar a teoria de outros professores que eh com outras vivências. Pô, o Daniel, ele é um cara que estuda, ele vive disso, vive da da dessa questão de doenças, né, principalmente do Alzheimer, que é a parte dele. Então, quando a
gente pega algum conhecimento técnico, né, teórico e aplica na prática, as coisas ficam muito mais fáceis, muito mais fáceis. Ah, depois faz essa pergunta aqui. Questão muscular. Questão muscular em em si, gente, eu acho que depois ele deve falar alguma coisa, acredito eu. Se Não, se não tiver, depois a gente faz a pergunta. para curso temas está atualizado. É isso. Eu falo que a única coisa que não tiram da gente, né? Pode tirar tudo, pode tirar tudo, pode tirar carro, pode tirar casa, pode tirar, mas o conhecimento é uma coisa que a gente vai levar
pro resto das nossas vidas. A gente leva para sempre, né? E quem prende conhecimento também, eu falo que é uma besteira, a gente tem que aprender e Passar. Ah, o Miguel falou aqui, ó. Beleza, tema muito relevante e fundamental para mim. trabalho muito com idosos no salão de musculação também, ou seja, é mais diverso público. É isso aí, é você pegar o nicho, principalmente o idoso, acho que é um nicho que tá aí aberto, né? As tendências fitness, né? O trabalho de condicionamento físico de idoso tá sempre ali na se nas cabeças, se eu não
me engano é o terceiro colocado desse Ano. Eh, deixa eu ver que tem mais algo. O curso está ótimo, é um complemento que vem trabalhando. Estou amando as informações. Trabalho com idosos, viu? Saúde da mulher e muito mais. Boa. Trabalhar com idoso é a melhor coisa. Isso. O Hugo falou aqui também. É isso, gente. Então, assim, você que que pensa, né, em trabalhar com deficiências ou com doenças degenerativas, cara, acompanha o Daniel, vai lá na rede social deles. Vou colocar de novo aqui, tá gente? As redes Sociais para vocês seguirem que tá aí, ó. Tref
1, Dr. Daniel Vicentine e a minha. Vai lá, aproveita esse intervalinho, pega o celular, já segue as redes sociais. Qualquer outra dúvida mais aprofunda sobre o assunto, você pode mandar lá no director, tá? Manda para ele lá. Eu falo que enche a caixa de mensagem dele, porque a gente que trabalha com o Instagram, a gente que trabalha com internet, a gente gosta muito de responder a galera pela Internet, porque ali às vezes a gente pode ajudar e pode ser ajudado também. E troca a ideia, gente, vai trocar ideia, entendeu? Às vezes um trabalho tá escondido
ali e você nem sabe. Aí ó, o Marco falou, aumentando aumento do meu conhecimento neste setor que trabalho com alguns personagens. É de suma importância para o crescimento profissional. É isso. É isso aí, Marco. Exatamente isso, cara. É cada vez mais ter conhecimento, cada vez mais estar Apto para atender pessoas que têm, né, eh, alguma deficiência. Flávio teve um curso prional, está disponível no Crafix. me inscrevi, mas não consegui fazer. Como posso ver? Ah, só você eh esse curso depois vai ficar disponível. Se não, se não está agora disponível no YouTube, todos os CFlix, gente,
todos os cursos do Craftlix, ele fica gravado no YouTube do Craft 1, tá? Então você tem que ir lá, se você não segue e o canal do YouTube do Craft 1, já pega o celular Aí, aproveita, pega o celular e vai lá seguir o canal do YouTube do Craft 1. Tem todas, gente, nós estamos na quinta temporada, então tem muita coisa lá. Então segue aí o canal do YouTube do Craft 1, você vai ver lá tem o Crafak. Então tem muito, muito assunto super relevante de personal a aquática. Tudo que você imagina no Craflix vai
ter lá e principal de tudo. São profissionais, né, fora do Rio, são profissionais fora do país, são profissionais que a gente Eh não teria condições de estar num curso presencial e eles trazem conteúdos maravilhosos, conteúdos de valor, né, eh técnico para você que trabalha, né, com profissional de educação física. Então já segue lá o canal do YouTube do Craft 1 para ter acessos não somente desse curso de hoje, mas também de outros, tá? Que já te passou por aqui e e mete bronca. Daniel, tudo bem aí? Podemos prosseguir? Show, gente. Então, Daniel, aí com você,
segunda parte e vamos que Vamos. Bom, pessoal, vamos lá. Já bebi uma um pouquinho mais de água, um cafezinho. Bom, eh, então qualquer dúvida que vocês tenham até aqui sobre as fases, às vezes você já atende algum idoso com Alzheimer, eh, tem alguma dúvida do que fazer, no caso X ou Y, manda lá no meu Instagram que assim que possível eu respondo vocês, tá? Eu vi que já tem gente pedindo o teste cognitivo, tô deixando as conversas ali. Então, às vezes, se eu abrir e via a a mensagem, vai aparecer visto. Eu não respondia porque
a gente tá aqui no curso, mas aí final de semana é mais tranquilo para mim, eu posso ir enviando para todos vocês que me pedirem, tá bom? Vamos falar de tratamento, né? Vamos falar do exercício. O que eu vou falar aqui vem de experiência própria, literatura sempre, né? precisa embasar em literatura. Mas já adianto, a Própria literatura em Alzheimer, pensando em exercício, também tem as suas contradições, como tudo na pesquisa, mas tem algumas coisas na em pesquisa que é aquilo e aquilo, não tem como negar. Aqui muda, gente, porque cada idoso é único. Em especial,
cada idoso com Alzheimer é único. Então, pode ser que você ache um protocolo belíssimo num artigo X de 2025 e que pro idoso que você vai atender não vai funcionar, tá? Então, cuidado com os famosos protocolos que a gente tem por aí, mas eles são bons para nos dar uma base, tá? Então, o tratamento da doença de Alzheimer não é para cura, né? Obviamente a doença não tem cura. Eh, as pessoas às vezes na internet tem alguns profissionais aí, profissionais que falam: "Ah, cura do Alzheimer é tratamento, é controle, tá? Não existe cura. As medicações
que existem são para controle dos Sintomas, desacelerar um pouco a perda cognitiva. Lembra lá das placas betamide, dos emaranhados neurofibrilares? Se não lembra, lembra que esse curso ficará gravado, volta lá e vê, que é a parte neurofisiopatológica. Os medicamentos às vezes desaceleram a formação dessas placas. Enfim, esse é o tratamento, tá? Então, esse tratamento ele é medicamentoso e, é claro, o não medicamentoso, que é o nosso caso. E Sempre, gente, tem que ser multiprofissional, tá? temos que saber trabalhar com outros profissionais, mesmo diante das dificuldades, das comunicações, dos diálogos que às vezes não existem e
dos problemas, tá? Então esse idoso quando é possível, a gente sabe da da condição de cada um, quer dizer, a gente não sabe da condição de cada um, a gente sabe que existem condições socioeconômicas muito diferentes. Se possível, ele vai ser Atendido por vários profissionais, tá? Eu já atendi como profissional de educação física e um colega fisioterapeuta. Fazíamos trabalhos diferentes porque ele ele pegava mais a parte respiratória, porque era um idoso que já tinha um problema respiratório e eu trabalhava essa parte mais funcional, essa parte geral de exercício. Então a gente vai trabalhar sabendo cada
um no seu quadrado, mas saber trabalhar cada vez mais de forma interdisciplinar. Acho Que esse é o segredo e parar de briguinha besta na internet, por exemplo, entre fisioterapeuta e profissional de educação física, quando não há necessidade dessa briga, tá, dessa discussão. Então, envolve, ó, muitos profissionais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, são muito importantes. nós da educação física e ó, fondiólogo, enfermeiro, nutricionista, psicólogo, assistente social, eu destaco Profissões que a gente acaba esquecendo que existem. Os artutas, os petterapeutas, eu já vi muito trabalho com cachorro, né, com os cães, com gatos, com coelhos e demência. É algo
um pouco longe, né, fora da realidade. É, mas existe esses trabalhos. Os músicoterapeutas, gente, música para Alzheimer é incrível. incrível. Vou falar dela daqui a pouco. E é claro, a gente tem que incluir os cuidadores como profissionais aqui Também, mesmo aqueles que não são formais, cuidadores informais, que são familiares, eu ponho aqui, né, como profissional, entre muitas aspas, porque eles são essenciais no cuidado, porque é eles que cuidam a maior parte do tempo. A gente fica ali com o idoso uma hora que seja. Então, exercício pro idoso com Alzheimer tem vários benefícios, né? Não adianta
eu ficar lendo aqui milhões de benefícios. A gente sabe dos benefícios, Mas os principais, que que a gente tem como objetivo principal dessa reabilitação funcional, desse exercício? Porque não deixa de ser, tá, uma reabilitação funcional. Primeiro, diminuir sintomas depressivos. Olha, o primeiro, não é nem motor. O exercício é para diminuir a depressão, desculpa, o sintoma depressivo que esse idoso pode ter, essa apatia, melhorar esse humor. Então, a gente tá lá para isso também. Segundo, manter a Funcionalidade. Esse é o principal, tá? Quem for imprimir isso aqui depois, né? né? Quem é das antigas gosta de
imprimir ou tá vai receber esse material e faz uma marcação ali. Esse é o principal benefício objetivo da educação física na doença de Alzheimer. Manter a funcionalidade. Professor, é possível aumentar? É, mas lembra lá das fases, o quanto é difícil manter aumentar a funcionalidade, sendo que é uma doença que diminui a Funcionalidade. Então, o nosso papel é manter e quando der a gente aumenta, tá? E aí os benefícios e objetivos para qualquer pessoa idosa, seja ela com ou sem Alzheimer, manter aumentar a força, prevenir quedas, reduzir o risco de uma imobilidade, fazer com que esse
idoso não fique imóvel. Não é porque ele tá na fase avançada ou ele vai chegar na fase avançada do Alzheimer, que ele vai ficar imóvel. Ele só vai ficar imóvel se ele tiver Alguma complicação ou se ele não for treinado antes nas outras fases para não se tornar um idoso imóvel. Manter aumentar a mobilidade das articulações, manter aumentar o condicionamento, é aeróbio, cardiorrespiratório, manter a densidade óssea, porque é um idoso que se movimenta menos. Então, mulheres, principalmente t esse risco de osteoporose muito grande. Só por ser Idosa e mulher, pessoa idosa e mulher, ela já
tem risco de osteoporose. Imagina se ela se movimentar pouco. Imagina ter Alzheimer, cair, fraturar e se hospitalizar. Bomba, gente. Sentença de menos dias de vida. Não pode cair, tá? a gente não pode deixar esse idoso cair. Para isso, a gente precisa treinar esse equilíbrio, as reações posturais, estabilidade. E quando dá para trabalhar isso? Principalmente na fase moderada e mais principalmente ainda na fase Inicial, tá? Então agradeça. Se algum familiar contratar você para atender o pai dele, o o vô, quem seja, e ele tiver na fase leve, dá para fazer muita coisa. aumentar a segurança na
realização de atividades diárias. Então, ele ainda consegue fazer as atividades diárias, mas ele tem uma doença que afeta a cognição dele, que a cognição controla o motor. Então, ele pode ter um pouco de insegurança nas na realização das atividades diárias. A gente vai aumentar Essa segurança. Enfim, eu poderia ter ficar as nossas 3 horas hoje só falando de benefício, mas não tem porquê, né? Então eu trouxe alguns, isso aqui é muito importante também. Que que eu faço? Fui contratado. Que que eu faço com esse idoso? Eu só entendo da teoria. Dicas. Vamos lá. Primeiro, estabeleça
o diagnóstico sinesiológico funcional, ou seja, identifique alterações de Movimento, o que que tá alterado no movimento dele, que pode influenciar a funcionalidade dele. Para isso, gente, tem que avaliar, tá? Também não vou focar em avaliação aqui, por não existe uma avaliação para Alzheimer e uma avaliação pro não Alzheimer. Os testes são os mesmos. Time up and goal, teste de velocidade da marcha, teste de prensão manual com dinamômetro, flexão de cotovelo, teste De alcançar atrás, sentar e alcançar, pedir pro idoso andar e você avalia a qualidade da marcha dele. São testes que a gente faz com
qualquer idoso. O problema é o idoso compreender o que você quer no teste. Então, avaliar um idoso com Alzheimer não é tão simples. Na fase leve fica tudo mais simples. E aí você identifica o que que tá errado de movimento aí. Essa marcha não tá legal, tá arrastando o pé, ele anda inclinado para um lado. Quando ele Anterioriza o tronco, né, flexiona o tronco para alcançar algo, ele desequilibra. Então, peça para ele fazer atividade do dia a dia, observa e anota. Isso é um ótimo teste, tá? Ótimo teste. Como que ele levanta da cama? Como
ele levanta do vaso sanitário? Ou ele levanta do vaso sanitário ou não consegue? essas coisas básicas do dia a dia, avalia, anota e vê o que que tá influenciando negativamente na funcionalidade dele, onde ele tá com Dificuldades. Exemplo, avalia a marcha e o equilíbrio. Para quê? para identificar se ele tem uma instabilidade na postura, se ele tá com risco de cair e se ele tem uma fraqueza muscular que tá impactando nesse equilíbrio. Outro exemplo, analisa se o idoso tem dificuldade para iniciar a caminhada. Pede para ele andar um pouquinho, um trajeto qualquer, vê se ele
se ele tá rígido Para andar, se ele hesita a marcha. É muito comum eles hesitarem. O que que é hesitar? É parar, pensar muito antes de andar. Sabe aquela aquele medo? É fácil de avaliar isso, é só observar. Anota. Os passos da marcha tão curtos? Estão arrastados? Tá muito lento. A primeira sessão, como qualquer aluno, é só avaliação. E olha lá, porque às vezes a gente precisa de duas. Porém, eu recomendo, como Daniel agora, não é Literatura, não, evita fazer duas sessões só de avaliação. Isso desmotiva. A gente sabe da importância, mas o cuidador familiar
às vezes não sabe. Então, avalia no primeiro dia e já faz algum exercício. Na segunda sessão, volta a avaliar mais algumas coisas e aplica alguns exercícios, mesmo que esses exercícios não tenham ainda um embasamento porque você não terminou a avaliação, mas só para não perder essa Motivação que pode estar presente naquele momento, tá motivado para fazer, né? A família é uma dica que eu dou. Depois, segundo, conheça o prognóstico sinesiológico funcional. Que que é isso, professor? o que que esse idoso tem de potencial e sabendo da teoria o que acontece no Alzheimer, o que que
ele tende a perder e o que que ele já tem de incapacidade, tá? exemplo, calma lá que tem Exemplo. Determina, determine. Esse meu paciente, esse meu idoso, ah, na educação física também podemos chamar nesses casos de doenças o nosso paciente. Paciente é quem espera, espera um atendimento, tá? Então, não tem dessa de que paciente é só do médico, do enfermeiro, do fisioterapeuta. Também falamos paciente. Determine se o paciente tem potencial para recuperar uma certa independência na marcha. Por exemplo, ele tá com Dificuldade de marcha, você percebeu, tá? Passos arrastados, curtos e dificuldade de mudar de
direção. Mas conhecendo a doença e conhecendo que esse idoso tem força, tem uma boa mobilidade, tem um bom equilíbrio, é possível ele melhorar essa marcha? Não tem ninguém para dizer isso para ele e para você. É só você mesmo com o seu estudo e conhecimento. Se ele tem condições de melhorar, melhore. Treine isso. Se é Algo que não dá para melhorar mais pelo seu conhecimento, e eu não posso falar que o que depende de cada idoso, não dá para melhorar mais, não precisa focar e jogar todas as suas energias nisso, tá? Você pode trabalhar formas
de compensação. Por exemplo, ele tem uma hipercifose torácica absurda, tanto do envelhecimento natural como do Alzheimer. E o Alzheimer também tende a dar uma encolhida pela rigidez, Né? Estruturalmente a gente sabe que a coluna de um 12 de 80 anos não vai voltar ao normal. Mas como que eu posso prevenir que ele caia? Porque como ele joga o centro de gravidade muito pra frente, né? por tá hipercifótico, como que eu vários objetos, ele levemente afastado e peça, pegue o cone vermelho, ele vai inclinar e pegar. Pegue o cone só, repete a frase de novo que
deu uma travadinha. Só volta nessa frase aí Dessa questão do melhorar a postura. Ah, travou. Tá, porta tá aberta aqui paraa internet pegar melhor. Então o idoso, você percebe que ele tem uma hipercifose torácica, assim, não digo grave, mas significativo. Ele é bem curvado pela rigidez que a doença causa, pela falta de movimento e pela própria pelo próprio envelhecimento que gera um pouquinho de Hipercifose. Ou seja, o centro de gravidade dele é jogado pra frente naturalmente. Ele tem risco de cair, principalmente ao fazer alcances, buscar coisas mais longe. Treine isso. A coluna não vai voltar,
mas você consegue treinar isso. Ou seja, treine e alcance uma mesa, ele em pé atrás, objetos, já joga dupla tarefa junto, cognitiva. Pegue o cone vermelho, ele tem que inclinar e pegar. Pegue o cone amarelo, pegue o cone Vermelho com a mão esquerda. A cognição, ele vai pegar. Pegou com a direita, corrige ele numa boa e faz ele fazer o correto, mesmo que ele não vá aprender isso mais, vamos supor, mas corrige no momento e faça ele alcançar. Isso é conhecer o prognóstico sinológico funcional. A coluna não vai voltar à sua posição natural. Mas já
que ele tem essa coluna, como que a gente pode prevenir que ele caia, que ele tenha um melhor equilíbrio, prevenir Que ele não, que ele tenha baixa e déficilíbrio. É isso. Então, pessoal, foque na manutenção de funções motoras que ele ainda tem preservadas, tá? Diferente de um adulto que tá com fraqueza do quadríceps, mas é um adulto, ele não tem nenhuma doença neuromuscular, ele consegue aumentar essa força de novo. Você vai focar no que tá ruim, não é? No Alzheimer é diferente, a gente vai focar Naquilo que ele ainda tem preservado. Claro, também vou trabalhar
o que tá ruim, mas não adianta eu focar e jogar todas as minhas energias ali, entenderam? E terceiro, identifiquem parâmetros para elaborar o seu programa de reabilitação, de intervenção, porque é, gente, tá, é uma reabilitação. Aqui profissional de educação física também reabilita. O que diferencia da fisioterapia é a as Técnicas que alguns podem usar, um pode, o outro não, em alguns momentos e o objetivo, tá? Exemplo, desenvolva um plano de exercício terapêutico, sabendo de todas as avaliações que você fez, já identificou o número um, já identificou o número dois com a ajuda aí, ó, olha
a diferença. A gente não, né, nós da educação física, nós não nós não prescrevemos auxiliar de marcha, Bengala, andador. A gente não tem essa formação, por isso eu pus um asterisco, mas tem que ser recomendado. você percebe que a marcha tá tão ruim ao ponto que ele pode cair ou ele já caiu muitas vezes, por não nesse momento usar um acessório, tá? Mas tudo isso vai ser mais bem avaliado pelo seu colega fisioterapeuta. Ou se você tem as duas formações, né, você já faz isso. E algo que nós pouco fazemos e Podemos é eh adaptar
o ambiente doméstico. E o idoso com Alzheimer tem risco dobrado, triplicado de [Música] cair atura, vai pro hospital, idoso com alzim no hospital é uma bomba para sair é difícil e quando sai sai muito pior, tá? Então treine isso, capacitem-se para isso, para adaptar o ambiente doméstico assim, bem brevemente, tapete tá no lugar correto? qualidade desse Tapete, iluminação, altura da cama, né? Isso não é papel só do fisioterapeuta, do terapeuta ocupacional. Nós também fazemos isso. Ou deveríamos. E também não é chegar mudando a casa inteira da pessoa, né? Imagina alguém chegar, você tem lá uma
cama que você ama, há 30 anos, alguém vai lá e quer trocar. Não é assim. é adaptações aos poucos, é mostrar a necessidade de mudar algo pela segurança desse idoso, sem mexer no seu Conforto. Tá bom? Eu sugiro, gente, como é muita informação, que depois vocês reassistam essa aula com mais, às vezes dá até uma acelerada ali, não sei se é possível acelerar um pouco o áudio quando for assistir e ou deixar mais lento para fazer mais anotações, tá? Porque é muita informação mesmo. De novo, peço desculpas pela quantidade de texto, mas aqui é aquela
questão das fases. O que fazer em cada fase? Qual é o objetivo de cada fase? Por exemplo, na fase inicial ou leve, a mesma coisa. O objetivo é manter a funcionalidade e a funcionalidade e a independência dele é manter. Professor, dá para aumentar nessa fase? Até dá, tá? ainda mais tiver bem no comecinho. Mas o foco é, vamos manter essa funcionalidade, não vamos deixar cair, porque ela já vai cair naturalmente quando passar pra próxima fase. Que que eu faço nessa fase? Exercício funcional, treino cognitivo motor. Não é treino cognitivo, cognitivo motor. Esse que eu falei
de inclinar e pegar algo que eu pedi para ele pegar com alguma cor específica, etc. E muita gente, muito exercício de dupla tarefa. Aqui eles conseguem fazer ainda muito, ó, muito. Vou falar da dupla tarefa daqui a pouco. Use comando simples, pegue o cone vermelho simples, reforço positivo, que é corrigir e mesmo ele errando, elogiar. E muito estímulo verbal, porque ele ainda entende o que você fala. E as sessões, gente, com Alzheimer não dá para ser de uma hora, não, que é o clássico, né? Eu física. Não, não dá, tá? Você pode tentar. Ou você
vai ser pago por hora se você trabalha dessa forma, mas já, como eu falei, você vai fazer ele na fase inicial, meia hora, 40 minutos, usa o restante ou o início para conversar, toma um café com ele. O bom de de trabalhar com idoso em casa que Você acho que quase sempre você vai receber um café, um bolo, alguma coisinha. Aproveita, conversa, faça parte daquele momento. Isso é muito bom também, tanto para nós quanto para eles. Então, exemplos, tá? Só pouquíssimos exemplos, caminhada com pistas, exercícios de equilíbrio, dança terapêutica. Então, pode ser que você não
goste muito dessa área recreativa, mas com o idoso, com Alzheimer, a gente precisa em alguns momentos usar dessa Parte lúdica, como uma pequena dança, movimenta, movimentação, uso de música. Na fase intermediária, gente, o objetivo é retardar o declínio funcional. Que que é retardar o declínio funcional? tentar voltar um pouco da funcionalidade dele e desacelerar que ele perca mais funcionalidade, porque nessa fase ele já perdeu um pouco. Mesmo que você manteve na fase inicial, foi excelente isso, Porque senão ele ele chegaria na fase intermediária muito pior. E aqui também o objetivo é prevenir as complicações. Então
você vai treinar atividades de vida diária, mas cuidado, o treino específico, manual de atividade de vida diária é responsabilidade do TO. Aqui que eu falo é para ir ao banheiro, ele tem que fazer o quê? Ele tem que levantar do sofá, caminhar até o banheiro, sentar no vaso, levantar e voltar. Treine isso. Treine marcha, Treine levantar e sentar. Não é treinar ele, levantar do sofá, andar até o trajeto do banheiro. Isso é função do too, tá? Eh, então evita postar se você fizer algo desse tipo, porque pode dar as briguinhas que a gente vê por
aí. Mas se envolve levantar e sentar, envolve marcha, envolve giro para sentar no vaso, treine isso. Treine isso. Marcha assistida, que que é marcha assistida? Com apoio, com seria usar acessório, treinar A marcha com acessório, com você apoiado. E exercícios repetitivos. Lembra que eu falei? Repete, repete, repete, repete. Para você pode ficar monótono, para ele não, porque ele esqueceu o que ele fez já. E na, eh, desculpa, como comunicar aqui que entra os gestos, demonstração visual, que aqui às vezes na fase inicial não precisa, às vezes você não vai precisar demonstrar o Exercício se ele
for muito simples. Aqui você tem que demonstrar todas as vezes e repetir várias vezes. Pode ser que as sessões sejam ainda mais curtas, tá? 20 a 30 minutos, pode ser, não quer dizer que será. Então, treino de centa e levanta, treino de marcha com apoio, uso de bola terapêutica, né, que também pode ser feito na fase inicial. O que você fez na fase inicial, talvez dá para aplicar na fase intermediária, não quer dizer que isso Aqui tem que ser feito só nessa fase ou naquela. Fase avançada, qual é o objetivo, gente? Conforto. É como se
fosse um cuidado paliativo. É prevenir contratura, é estimular a parte sensorial, né? como mobilizando passivamente, né? Nós fazendo, fazendo o alongamento para ele, a mobilização, cuidados terapêuticos, toque terapêutico. Então, veja o por que a gente não atua tanto nisso, porque a gente não aprende tanto isso, mas Podemos atuar. Aqui é um contato mais afetivo, é um abraço que também você vai fazer nas outras fases, mas aqui é só isso. Você não pode perguntar porque ele não vai te responder. Pode ser que ele responda algo muito básico, pode, pode acontecer, mas não é comum. Então, um
tom de voz suave, um ambiente muito calmo. As sessões podem ser até mais curtas ou não, porque já que ele tá, se ele tiver bem tranquilo, a não, não Estando apático, ou seja, estando simpático, estando bem, como é tudo muito passivo, dá para fazer até mais tempo, tá? O foco é conforto e rotina. É repetição de exercício. No caso, você vai fazer, você vai repetir várias vezes o mesmo exercício com ele. Então, alongamento passivo, posicionar ele adequadamente na cama, na no sofá ou na cadeira, é estimular de forma tátil e muita música, tá? Aqui a
gente usa muita Música, música que façam sentido para ele, tá? Então, lá na avaliação ou durante as conversas, tira isso dele quando ele ainda conseguir responder, ou do cuidador, que cantor ele gostava, que música, banda, porque é essa que você vai pôr no seu Spotify para tocar. Meu, é incrível. Os olhos brilham, você vê que muda a expressão assim, ó. É incrível. ou cante. Eu cantava muita música, música de eh de carnaval, marchinha de carnaval, Que é mais da época deles, músicas, eu não sei o nome desse tipo de música, mas cantigas, né? Eh, eu
cantava muito cai cai balão pros idosos e eles completavam, gente, eles completavam a a a letra cai cai balão, cai cai balão. Aqui na minha eu dou essa entonação na minha e falava a mão. Era incrível. E Alzheimer assim, avançadíssimo. É, é, é, é fantástico. Então, pode ser que você não goste muito disso, mas se for trabalhar com esses Idosos mais em fase avançada, vai ter que fazer, tá? Porém, ô Dan, rapidinho, antes de você completar esse quadro aí, tem umas perguntas aqui interessante, né? Eh, quanto, né, eu tenho umas perguntas que você já até
aceitou a resposta. O que leva ao óbito, né? Quantos anos pode levar essa fase final? Quantos anos a pessoa vive com com Alzheimer? É isso, tá, pessoal? Varia muito, tá? Mas tem casos de literatura e Experiência própria de 22 anos, 20 a 22 anos de Alzheimer, tá? A fase avançada, ela pode chegar até 10 anos. Você estão que eu falei né antes de 8 a 10 anos, podendo passar. E geralmente geralmente a pessoa idosa com alzarme falece ou de pneumonia, tá? Ah, hospitalar principalmente, não pneumonia domiciliar, hospitalar, porque teve que ser internado por outro problema.
Alzheimer em si não Interna, mas ele gera vários problemas, uma queda, uma fratura e tem aumentado drasticamente o número de óbitos por pneumonia, por aspiração. Lembra que na fase avançada tem dificuldade de deglutir, tá? E aí muitos idosos acabam deglutindo. Ah, na verdade não deglutem, né? Vai para traqueia e pulmão. E também se nada, graças a Deus, acontecer, a pessoa acaba falecendo. Por quê? O pulmão é assim, é meio estranho entender isso, mas é como se a pessoa Não, o corpo dela não soubesse como respirar mais, entende? Não chega mais informação pro diafragma baixar e
o pulmão dilatar. Não chega. O pulmão dilata, mas não tem diafragma para descer, não chega informação. Olha que estranho, né? Até. Então pode ser geralmente é por esses motivos. queda, fratura e hospitalização, pneumonia hospitalar ou hospitalização por outro Motivo, pneumonia hospitalar, infecção também, já vi casos de infecção generalizada por infecção urinária e esses casos de de pneumonia por aspiração e déficit respiratório, tá? Eh, geralmente é isso, pessoal. Mas o principal objetivo do exercício em qualquer fase, qual que é? permitir ao idoso manter alguma capacidade para realizar as atividades De vida diária e preservar a autonomia
dele durante mais tempo. Então é isso que a gente quer, que ele mantenha o máximo possível de tempo a capacidade para realizar as atividades diárias dele e ter um um mínimo de autonomia, porque vai diminuir. E olha só o que eu falei antes, mais cedo. O nosso objetivo também é impedir o agravamento do sofrimento do paciente, né, do idoso, e da sobrecarga do cuidador. A gente quer Que ele sofra o menos possível, porque aí o cuidador vai sofrer menos também. Tá bom? Pera aí que travou aqui de novo. Já já vai disparar três slides paraa
frente que agora vai ter várias imagens e vídeos. Eu acho que dá travando enquanto vai destravando aí, Dania, uma pergunta aqui legal também, ó. O Alzheimer, ele é genético ou é hereditário? Os Dois. Ele é os dois. tem, ele tem uma carga genética muito importante, principalmente de no sexo feminino, então de mãe para filha ou vó para filha ou vó para neta, por exemplo, mas não é tão diferente do homem, né, do sexo masculino, mas tem também um caráter hereditário. Lembra dos fatores de risco no começo da da aula? Os 14 fatores. Quem fez essa
pergunta? Você estava aí. 14 fatores de risco. Eu nenhum momento Citei genética, tabagismo, isolamento, depressão, hipertensão, diabetes, inatividade física. É tudo, não é hereditário, no caso aqui é comportamental, né? Ele é, então ele é tanto comportamental quanto genético hereditário. Pessoal, coisas que poucos cursos ou profissionais falam quando vai falar de Alzheimer, que é como se comunicar com ele, com essa pessoa idosa. Então eu trouxe aqui algumas Dicas e como eu já falei, só na prática, né, na cara a cara com aquele idoso que você vai pôr isso em prática e entender o quanto isso é
importante. Então, a gente vai passar um pouco mais rápido nessa parte, mas são importantes essas frases aqui. Primeiro, prefira frases curtas e palavras simples. Então, fale pouco, lentamente e palavras simples mesmo na fase inicial, sem termos técnicos, né? Fale de forma clara e lenta, como eu acabei De citar. Faça uma pergunta de cada vez e evite muitas perguntas, tá? só realmente aquelas necessárias para saber como que ele tá, como que ele se eh que que ele comeu, né, para fazer aquela interação inicial, algo do tipo. Transforme. Prefira então transformar as perguntas em respostas. O senhor
já almoçou, né? Aí deixa ele falar que sim ou que não. Isso nada impacta no seu trabalho, mas ao Invés de perguntar, você já respondeu por ele. Chame o idoso pelo nome ou um apelido que ele gosta, eh, usando o tom de voz correto. Que que é o tom de voz correto? Não é o tom infantil. Pelo amor de Deus, a gente não pode infantilizar a pessoa idosa, mesmo sem mesmo com Alzheimer. Tom de voz correto é um tom que ele escute. Se ele ainda escutar, todos escutam, mas se ele ainda compreende, é Um tom
nem muito alto, nem muito baixo, adequado para aquele momento e que ele possa te compreender. E não fale sobre o idoso como se ele não estivesse presente. Muito comum a gente ver isso. Vai falar com o cuidador, o idoso tá 3 m de você, acho que ele não vai entender. Ele pode estar no momento que ele está compreendendo, principalmente na fase moderada e inicial. Seja paciente, seja tolerante, Principalmente com a dificuldade dele em falar ou às vezes uma atividade de cognitiva ali motora de escrita, gente, é outro perfil, tá? Tem que ser paciente e tolerante.
Pode ser óbvio isso, mas tem muitas pessoas que não são. Demonstre que você tá tentando entender o que ele tá dizendo, né? Não, nunca falar, não entendo nada ou faço algum gesto, uma expressão que demonstre isso. Mostra interesse pelo que pelo que oo tá dizendo, mesmo que seja a sétima Vez que ele pergunta que carro que é aquele, ofereça conforto, segurança, encoraja com que o idoso pense e fale o que ele quiser. Não discuta com esse idoso, dê tempo para que ele possa se comunicar com você. Então, por isso que eu falei que às vezes
uma hora de sessão 30 vai ser de exercício, porque é tudo muito mais lento. Evite criticá-lo por qualquer coisa ou frases mal colocadas. Lembre-se Que já na fase inicial ele pode ter dificuldade de achar palavras corretas para encaixar numa frase e estimule a comunicação não verbal naquele idoso que não fala mais ou fala algo incompreensível através do que eu falei várias vezes aqui, que é o gesto e o toque [Música] carinhoso. E pessoal, se for no domicílio, na verdade, se for em Qualquer lugar, que seja um ambiente calmo, que não tenha muita interrupção de animais,
de netos, de pessoas, para que você possa se comunicar de uma forma mais adequada e claro que esse ambiente seja agradável para ele. Uma dica, anotem aí que não tá no slide, acabei de lembrar, evitem o exercício físico com esse idoso no horário do pôr do sol. Que que tem a ver, né? Na demência a gente tem algo chamado Síndrome do pô do sol. Então ali, né, cinco, eu não sei quando que o sol tá se pondo aí, mas sim, entre 5, 5:30, 6, 7 horas, enfim, esses horários dá uma confundida legal na cabeça do
idoso, tá? O Alzheimer é incrível e não não se tem não tem ciência ainda para explicar muito isso. É algo comportamental. Eh, não, o pô do sol não tá nem claro nem escuro. Então isso pode confundir Muitas muitas pessoas idosas com demência. Eles ficam às vezes agressivos, agitados, inquietos, então não é um momento adequado para isso, tá? Quem estuda Alzheimer, os próprios cuidadores sabem bem que nesse momento é hora de fechar as cortinas, não deixar sair. Depois que escureceu, abre de novo, deixa ir pro quintal, dá uma passeada na rua, mas na hora do pôr
do sol, evita. Bom, então falamos bastante que Devemos trabalhar a funcionalidade dessas pessoas ou capacidade funcional, mas o que que é isso, né? Ela depende do quê? Capacidade funcional, pessoal, depende de equilíbrio, coordenação motora, força muscular, flexibilidade, resistência aeróbia. É isso que você vai trabalhar com eles. Só que dependendo da fase, não dá mais para trabalhar. Por exemplo, equilíbrio na fase avançada. No máximo você vai trabalhar um equilíbrio andando com ele agarrado em você aqui, Ó. Tá? Ou ele em pé apoiado em algum lugar, mas você fala para ele assim: "Tira o pé do chão,
anda com um pé na frente do outro". Não dá. Na fase inicial dá, na fase avançada não dá. Então assim, tem fases que a gente, como a gente viu, dá para trabalhar mais coisas, tem fases que a gente vai focar em outras. Então, reforçando, faça uma avaliação que englobe todos esses aspectos. Lembrando que a avaliação aqui Vai ser mais qualitativa do que por testes quantitativos e entenda os aspectos relevantes da demência, que é o que a gente viu até aqui, principalmente em que fase ele tá, quais alterações funcionais ele tem e comportamentais, porque como ele
vai se comportar naquele momento vai impactar no seu exercício, né, naquele momento da prescrição do exercício. Então, reforço para vocês, identifiquem as potencialidades. O que Que o idoso tem de potencial ainda? É nisso que você vai focar. O que que ele tem de função cognitiva preservada ou que tá melhor? Função motora também. É nisso que você deve focar e não no que ele já perdeu, tá? No que ele já perdeu, você vai trabalhar adaptações e no que ele ainda tem ou que tem de melhor, você vai jogar todas as suas energias. Então é só para
reforçar que o exercício como tratamento no Alzheimer Melhora a função cognitiva, sim, não é reverter, melhora, diminui esses sintomas psiquiátricos, comportamentais e gera um declínio mais lento nas atividades de vida diária, que é o nosso principal objetivo. Lembro aqui. Essa imagem não tá muito legal, mas ela mostra que nesse lado mais roxo, o exercício pro Alzheimer melhora a qualidade de vida, como eu já falei, melhora a cognição, performance física, independência, aspectos Psicológicos, né? E aqui no lado azul ele fala do quanto de atividade física. Resumindo, mais atividade física, menos risco, tá? O movimento, por isso
que eu falo atividade física, não só exercício. O movimentar o corpo protege o cérebro, como a gente viu tanto antes quanto durante o Alzheimer, protege o cérebro. E aí o exercício em si não só previne, mas também melhora a cognição, melhora a Independência e o bem-estar desses pacientes, tá? Nosso objetivo não é só melhorar a parte motora, é melhorar também o bem-estar e que a prática regular de exercício vai fortalecer a função cognitiva, vai fortalecer o desempenho físico e a autonomia desses idosos. Lembrando, isso acontece mais quando iniciamos na fase inicial. Fica até estranho, né?
Iniciamos na fase inicial ou fase Leve. E quando a gente exercita, né, obviamente não precisa pôr o idoso na esteira, se for na fase inicial até dá, mas é só para mostrar que o exercício físico ele aumenta fatores metabólicos, tá? Como os corpos cetônicos, lactato, aumenta as neurotrofinas com BDNF. E as catepinas como catepscina B, irisina, não vou entrar em detalhes fisiológicos aqui, só para mostrar que mexe também com questões químicas, bioquímicas, Biológicas, que vai estimular o que a gente chama de neurogênese, gênese e formação, neuroneurônios. Então, na doença de Alzheimer, é possível sim formar
novos neurônios e, principalmente, novas conexões neuronais. É isso que protege contra o declínio avançado, rápido da da demência. Ela vai acontecer, esse declínio vai acontecer, vai, só que mais lento, porque eu tô formando novos funcionários ali para trabalhar Naquele [Música] cérebro. O exercício ele exerce efeitos também, pessoal, anti-inflamatórios. Lembra lá no começo da aula, para quem tava desde o início, eu falei da neuroinflamação no Alzheimer. O exercício gera efeito antiinflamatório, melhora melhora, ó, melhora o status eh que a gente chama de status redox ou detox do cérebro. Então, aquelas aqueles Marcadores patológicos como a proteína
eh betamiloide, eu consigo diminuir a deposição dela, tá? Eu não diminuo as que já existem, mas a eu diminuo a o acúmulo maior dessa deposição de betaamiloide. E aí, aeróbico, né? Dá para fazer exercício aeróbico com esses idosos? Caminhada, bicicleta, ciclo ergômetro. Pessoal, às vezes um levantar e sentar da cadeira já ativa vias vias aeróbicas Para aquele idoso, não é? Eu penso em fazer ele pela força, mas eu tô ativando vias aeróbicas, tá? Então veja bem o que é aeróbico para ele. E esse estudo ele trouxe que realizar exercícios aeróbicos aumenta a pontuação em um
dos testes cognitivos que vocês estão lá no meu Instagram pedindo, que é chamado de menin mini exame do estado mental. Não dá para fazer com idosos avançados, tem que ser inicial. E olha lá no moderado. Posso fazer idosos que não t Aparentemente demência? Deve. até para você verificar como que tá a cognição dele. Esse estudo mostrou, é um estudo de revisão sistemática, metanálise. Então, os estudos em geral mostraram que exercício aeróbico aumenta a pontuação no M nesses teste, ou seja, aumenta a cognição em endosos com Alzheimer, não foi com endosos 100. Quanto em geral, pela
maioria dos estudos dessa revisão, 30 minutos de exercício aeróbico até três vezes por Semana, não é só três, uma, duas, três e um total de até ou menos, né, até 150 minutos semanais. Então, use um bom tempo da sua sessão com o aeróbico na fase leve e na fase moderada, porque eles são eficazes para promover melhorias na função cognitiva. Esse mesmo estudo trouxe que exercícios de intensidade moderada realizados de forma regular podem também atrasar esse declínio cognitivo no idoso com Alzheimer e Melhorar a eficiência do próprio exercício. Então ele melhora a eficiência de outros exercícios
fazendo os de moderada intensidade aeróbicos, tá? Por quê? Porque o exercício aeróbico ele aumenta fator neurotrófico, como que eu mostrei anteriormente na imagem, o BDNF, que é o fator neurotrófico derivado do cérebro, uma proteína que estimula junto com o IGF1 a sobrevivência do neurônio, ou seja, e lentifica a degeneração neuronal, Aumenta a plasticidade sináptica e retarda aí o progresso da doença. Mas o progresso vai acontecer, ele só desacelera. E esse outro estudo mostra que, pessoal, exercício multicomponente, então não é só o aeróbico, tá? Programas de exercício multicomponente, especialmente aqueles que envolvem sim o aeróbico, podem
melhorar tanto função motora quanto função cognitiva nesses idosos. Ou seja, todo tipo de exercício é Importante. Olha nessa imagem. Potência de membro inferior, equilíbrio estático, mobilidade, agilidade, coordenação, coordenação motora fina, resistência, que é o aeróbico, resistência cardiorrespiratória, força de membros superiores, equilíbrio dinâmico, é igual no idoso sem Alzheimer. O que mais impacta e diferencia, como eu já falei, é como é a intensidade e é a comunicação. Esse outro estudo não, aí sim tá um adendo. Ele não é com o Alzheimer, mas ele mostra o que seria um multicomponente. Eu começo ali, ó, em verde, com
mobilidade articular, depois vou pra pré-ativação muscular, depois eu vou para exercício de agilidade, potência, coordenação. E um potência não é um pliométrico, um salto. Você não vai fazer isso cuidoso com o Alzheimer. De novo, vou no básico. O levantar rápido da cadeira e o sentar devagar é potência. O estender o joelho rápido e e flexionar devagar é potência. O pegar Uma bola e rapidamente arremessar para mim de novo, profissional, é uma potência, tá? Depois eu vou pros neuromusculares, como exercício de força, exercícios funcionais, e termino com o aeróbico. É uma sessão bonitinha que eu faria
com o idoso sem Alzheimer também e deixo ali um tempinho paraa recuperação, se necessário. E eu trouxe isso porque a educação física, a imagem não tá muito boa, mas é, dá para ver, educação física Trabalha pouco com isso aqui. E gente, isso aqui é tão barato, é o famoso ciclo ergômetro. E esse estudo fala dele, tá? Estudo 2021 não é tão antigo assim, que o uso de ciclo ergômetro, que é essa bicicleta estacionária, que pode ser para membro superior quanto para inferior, é visto como uma modalidade segura, fácil de usar e muito adequada para treinar
mobilidade e aeróbico com pacientes com Alzheimer. Au aqueles que têm dificuldade articular, dificuldade De mobilidade, que é o indivíduo com Alzheimer. Isso ajuda até a reduzir o risco de queda. Então, mesmo sentado numa cadeira e pedalando, só por melhorar essa mobilidade de quadril, de joelho, tornozelo, trabalhar a parte cárdio, vascularizar esse corpo, já previne até risco de cair também. Comprem isso aqui, gente. Isso aqui é barato. Tem uns mais caros, mas esse aqui é da é o manual, é o mais barato, tá? Então, por onde iniciar, né? Resumindo, a avaliação, que fase da doença ele
tá, que recurso que eu tenho, onde eu vou atender, quais os meus objetivos com ele, sabendo devido à avaliação que eu fiz, quais estratégias eu vou utilizar e também como que ele está hoje, qual o estado emocional dele, porque às vezes eu preparo uma sessão maravilhosa, chega lá ele tá bravo, me beliscando e não vai fazer nada. Dica, reforcem a estratégia terapêutica na memória implícita, porque esse tipo De memória é afetado mais tardiamente. Professor, que diabo é memória implícita? capacidade de adquirir habilidades perceptomotoras ou cognitivas através da exposição repetida a um estímulo ou atividade. Resumindo
o que eu já falei, repita quantas vezes precisar os mesmos exercícios. Pode mudar um pouquinho a dificuldade, até deve, não muito, mas repita, não inventa muita moda, porque a memória Implícita, que é aquela de repetição, é a que mais tardiamente, mais paraa frente, o idoso vai perder, tá? É uma dica que eu dou. Pode ser que na fase inicial, que ela ainda tá bem preservada, ele mesmo peça: "Ah, vamos mudar um pouquinho". Tudo bem, mas naquele idoso que já tá um pouco mais avançado, eu não digo na fase avançada, mas já avançou um pouquinho, trabalha
com memória implícita aí melhor. E oriente os familiares a Permitir que esse idoso realize as atividades de forma independente. Então nós temos que atuar diretamente com esse cuidador, com esse familiar, porque eles como familiar tem muita questão da proteção. Não, mãe, não faz isso não, vai se machucar, tal. E às vezes não tem nada de perigoso ali. Não tô falando de um trabalho com faca. Eh, tesoura com ponta, fogo, né? Tô falando de algo simples, de arrumar cama, de arre uma casa, deixa o idoso Fazer. Isso ajuda muito nós como profissionais. Deixa o idoso fazer.
Caminhe com esse idoso nos momentos que o profissional não tá junto. Então, são orientações que você que nós como da profissionais da saúde temos que passar para esses familiares e cuidadores. Deixa ele auxiliar nas atividades diárias. Deixa lavar um alface enquanto a filha cozinha. que aí mexe com fogão, né? Com fogo, utensílios que cortam, mas deixa. Esse sair de casa não é o sair sozinho, tá? É o sair acompanhado. Aguinha. E aí, para facilitar, eu também deixei essas três dicas. Quando tiver verde, é fase inicial. Quando tiver amarelo, quer dizer que é mais fácil você
aplicar isso na fase intermediária. E se tiver vermelho, quer dizer, vai ter que fazer só na fase final. E é uma dica, não quer dizer que não dê para trocar isso para Algum idoso que você vai atender. Por exemplo, dupla tarefa. Lembra que eu falei lá atrás? Arrebenta na dupla tarefa na fase inicial e um pouquinho na moderada. Então tá lá verde e amarelo. Na avançada, gente, não percam tempo, não dá para fazer. Que que é dupla tarefa? Tem duas formas. Tem o treino cognitivo com o exercício físico, tem uma relação entre Eles, mas são
feitos separados. Por exemplo, eh, exercício físico. Eu falo paraa idosa, senhora vai andar daqui onde a senhora está. até aquela cadeira. Chegando naquela cadeira, a senhora vai me falar o nome de cinco animais com a letra A. Pronto. Ela primeiro fez o treino motor e lá ela fez o cognitivo. Pode ser feito, pode. Mas o que é melhor? Esse de baixo, treino cognitivo ao mesmo Exercício físico. Enquanto a senhora anda até aquela cadeira, às vezes ultrapassando cones, aí não importa, é só um exemplo. Enquanto a senhora anda, a senhora vai me falar o nome de
cinco animais com a letra A. Claro, gente, você vai pedir tarefas cognitivas que você entende que esse idoso vai conseguir fazer. Por isso de conhecer o idoso antes, tá? Não adianta você pedir coisas que ele não é da realidade dele ou que ele tá num Nível que ele não vai saber falar. Então assim, faça das duas formas, mas o melhor é junto, tá? E aí você trabalha com linguagem, com cálculos, nomeação de coisas, cores, números, orientação espacial, orientação temporal, né? Então, que dia é hoje? Ah, onde estamos, o que é direita, o que é esquerda.
Coisa básica que para eles pode ser básico no começo, mas que eles vão perder uma hora. Então vamos fazer com que eles percam mais paraa frente. Lateralidade aí a criatividade que educação física tem de sobra. Agora com a mão esquerda, que cor aqui? Eu não sei se vai tá passando o áudio. Inclina um pouco mais. Isso. Desce mais, desce mais um pouquinho. Isso. E verde. Verde. Opa. Não sei se o áudio saiu, mas tão eh reforçando aqui. Saiu sim. Daniel. Saiu Sim. Ah, beleza. Então, gente, é um trabalho de estabilidade com marcha afastada e leve
rotação de tronco. Ela pedia para falar a cor, então bem simples. E em um momento ali pedia para inclinar um pouco mais o tronco, né? Eu, né? Daria para fazer muita coisa aqui. Subi um pouco mais essa cadeira, né? tá muito baixa, mas aí a intenção era realmente inclinar, só que ela tava jogando muito, tinha que Inclinar um pouco mais para trabalhar essa anteriorização de tronco e equilíbrio. Eu poderia fazer com os pés mais fechados, diminuindo a base de apoio, né, a base de suporte para trabalhar melhor esse equilíbrio. Então, uma idosa com Alzheimer super
inicial que dá para fazer esse tipo de exercício. Eu poderia pedir para trocar a mão uma hora com a esquerda, uma hora com a direita, né? Então, ó, a senhora vai pegar dois cones seguidos, dois Discos seguidos com a esquerda e dois com a direita. Então eu posso também intensificar, deixar mais complexo a parte cognitiva, mas depende de cada idoso. Aqui muito parecido. Opa, que eu fiz? Deixa eu apertar aqui. Mais fácil. Amarelo, esquerdo, esquerdo, outro lado. Isso. Esse é laranja. sempre corrigindo Iso. Então, laranja, direita, azul esquerdo, amarelo. Não, e assim vai, né? Claro.
Motor ali tinha muita coisa, quase nada. Poderias colocar ela mais para trás novamente pela questão da inclinação de tronco. Se ela tivesse já um equilíbrio bom, colocar ela sobre uma almofada, um pé na frente do outro, então a parte motora é mais importante do que a cognitiva, tá? Para nós. E eu falo treino ali cognitivo com motor, só que nós não estamos treinando a cognição, tá? Profissional que treina a cognição. Ah, nesse caso é o to. Reforço isso. A gente estimula a cognição, é um pouquinho diferente. E força precisa, né? Além de ser idoso, que
já tá perdendo força, tem Alzheimer. Nas três fases. Fase inicial e moderada, dá para trabalhar bem melhor, sempre na inicial, bem melhor. E eu pus o três Aqui porque dependendo de como esse idoso se encontra, eu consigo fazer força manual, sabe? Quando a gente dá a resistência com a nossa mão e o idoso movimenta a articulação, né? o membro ali, a região corporal, só que ele tem que entender que que eu quero. Então, tem casos que ele não vai entender, tem casos que sim, mas não adianta na fase avançada dá um alter na mão dele.
É mais fácil ele jogar o alter na tua testa do que ele fazer o movimento, Tá? E aí não vou falar de musculação, exercício resistido, isso aí é é uma outra pegada, né? Mas todo mundo aí sabe. Peso corporal, uso de peso livre. É muito legal usar elásticos, tá? mesmo que não seja tão bom quanto um peso livre, mas a aceitação às vezes é melhor, é maior. E lembrar que esses elásticos têm como progredir, não é sempre usar o mesmo, enfim. E veja que eu coloco o três, que é fase avançada em resistência manual, porque
é mais fácil Quando ele tá na fase avançada. Na verdade, é a única opção que a gente tem é a resistência manual. Para quê? Aumentar a força, resistência muscular, manter a densidade óssea, né? no Alzheimer a osteoporose avança mais rápido. Então é usar da criatividade também do conhecimento de vocês para aeróbico. Ah, pessoal, ir em dosos com Alzheimer não fica pensando assim, ah, é o romboide direito tá mais Forte que o esquerdo, né? Peitoral tá mais forte que latíssimo do dor e trapézio. Então eu tenho que focar nisso aqui. Não tem isso não, tá? Esquece
isso aqui. É fortalecer geral, tá? Você pode ter uma uma visão mais sinesiológica, biomecânica ali, se você entende, mas não é o foco aqui. Lembro dos objetivos que a gente viu. O aeróbico, mostrei evidências de como ele é bom e tem várias outras. Fase inicial, fase moderada. Posso tentar o ciclo ergômetro Na fase avançada? Posso, mas eu nem coloquei aqui porque é muito raro. Então, ciclo ergômetro, como essa idosa tá fazendo. Vamos ver se vai pegar aqui. Lá. Esse é um cicômetro mais antigo, mas existe. É um ótimo aeróbico, pessoal, para esse caso. Se eu
tenho na casa desse idoso, na instituição, ou se ele tá em fase inicial e ainda dá para ir para uma academia num horário com menos pessoas, põe na esteira, no elíptico, na Bicicleta. Um funcional aeróbico, como eu falei, o levantar e sentar, o caminhar pode ser um aeróbico para um idoso, né? O caminhar ao redor da casa pode ser um aeróbico prudoso. Não se preocupe em em intensidade, frequência cardíaca, não é objetivo aqui, tá? Para quê? Para manter, aumentar a mobilidade articular dele, diminuir a dor, melhorar o condicionamento, prevenir problemas respiratórios. Falamos que muitos morrem
De pneumonia. E, ó, oriente e ensine os familiares, os cuidadores a fazerem com o idoso. Faz o o familiar comprar um desse, tá? Ou adapta alguma coisa, caminhada, ensina, porque às vezes você vai atender esse idoso duas vezes na semana e o resto do dia e o resto da semana. Não vai fazer mal algum o cuidador caminhar duas voltas no quarteirão com esse idoso ou colocar ele ali 15 minutos assistindo TV para fazer um Um ciclo ergômetro desse, tá? Claro, com segurança, se tiver tudo alinhado e liberado para ser feito. Flexibilidade, mobilidade, alongamentos, então principalmente
passivos, porque o ensinar postura, posição, não, às vezes não dá muito certo. Então, alonga passivo na maioria das vezes nas três fases, tá? e mobilidade passiva também, principalmente na fase eh avançada, para manter aumentar a mobilidade, prevenir Contraturas, diminuir dor, manter e aumentar a percepção do movimento desse idoso, aumentar a flexibilidade, pode fazer passivo, ativo ou ativo assistido, mas o passivo é melhor por questão de compreensão do movimento e oriente e ensine o familiar e o curador a alongar esse idoso também. É seu papel, é nosso papel. E por fim, o que mais eu gosto
de fazer junto com a dupla tarefa é o exercício de marcha, equilíbrio e os próprios Septios, que não dá para fazer na fase avançada. Você vai andar com ele sim, agarrado em você ali, mas você vai. Mas isso não é um treino de marcha. Você tá estimulando a marcha. Aqui a gente vai treinar a marcha e equilíbrio a partir da fase inicial e moderada. Então, exercício de equilíbrio unipodal, bipodal, então um pé só no chão, dois pés estático, dinâmico, faltou uma letra N ali. Para melhorar esse equilíbrio, para prevenir quedas, aumentar a Estabilidade, eu posso
fazer na forma de dupla tarefa com circuitos, né? Vamos ver se esse aqui pega, né? Tá, tá fazendo errado, né? Foi mais para filmar, mas tá fazendo errado. Tem que pisar exatamente dentro do coisa. Abaixou. tronco para frente, pega um objeto, arremessa, né? Deixa um pouco mais lúdico e não infantilizado. Eu posso pedir para que Quando ela pisa nas cores, ela fale as cores. Esse movimento de agachar, gente, e levantar, levar o tronco à frente era um dos grandes causadores de queda. Então, treinar isso nesses idosos também. Eh, aqui é muito parecido. Pisa para mim
só nos círculos vermelhos, tá bom? Só no vermelho. Aperta isso. Agora pisa só na cor vermelha e amarela. Só na vermelha e amarela. Passa por cima do step, um obstáculo E falando para mim nome de animais. Eh, qualquer qualquer o garinha, passarinho, pintinho e e e cachorro. Agora na cor azul lá. Tá? Então, colocando dupla tarefa, círculo azul, volta no X, círculo vermelho, exercício de passo, lateralidade. Volta no X, círculo azul. Isso, volta no X. E claro, eu posso fazer uma sessão Inteira só disso, né? É óbvio que eu não vou fazer, mas eu posso
porque eu posso fazer milhões de coisas em um tipo de exercício como esse, com cores e e círculos e sei lá, animais, qualquer coisa que você quiser. Então aqui eu trouxe alguns exemplos, ó. Esse idoso tem demência moderada, ele tá inseguro para caminhar em linha reta. Que que eu posso fazer? colocar fitas coloridas no chão, orientar esse idoso a pisar sobre elas Repetidamente, igual o dos vídeos anteriores, sem dar nenhum comando verbal direto, mas incentivando ele a repetir esse movimento de marcha. O objetivo aqui seria qual? treinar o padrão de marcha e a orientação espacial,
que ele tem que pisar exatamente em cima do da fita colorida, além da memória implícita, porque eu vou repetir esse trajeto várias vezes. Aqui um idoso com demência leve, fase inicial, mas que tem dificuldade de Coordenar, de coordenação motora e de atenção. Estratégia, vou jogar e receber uma bola dela, ela vai me jogar, vou jogar e tal, de forma repetitiva, num ritmo constante com música conhecida ao fundo. uma música que ela gosta. Então, eu posso usar a música já na fase inicial. Eu vou melhorar a coordenação, o olho, mão, o reflexo, tempo de resposta e
memória procedural implícita, que aquela busca tá implícita na cabeça dela. Agora, um idoso com demência Avançada e com muita dependência para muita não dependência parcial para se transferir de uma cadeira para um uma cama, sei lá. estratégia. Vou realizar diariamente ou em cada sessão minha o movimento de sentar e levantar da mesma cadeira, no mesmo horário, se possível, às vezes não dá, e com os mesmos comandos não verbais, um gesto com as mãos, um toque leve nas costas, igual tá na imagem. Para quê? para automatizar esse padrão motor de levantar da Cadeira, que é essencial
pro dia a dia dela. Então, gente, são só exemplos, muita atenção. Escolham atividades que sejam seguras e de baixo impacto. Forneça sempre instruções muito simples e eu tô muito repetitivo nisso e vou continuar. Repetição de movimentos. Esse é o segredo. Outro exemplo, caminhar num corredor com pista verbal curta. Por exemplo, vamos andar até o final. Faça esse trajeto duas a três vezes no dia. Falo no dia, naquela sessão, tá? Naquele mesmo horário, na mesma sessão. Para quê? Automatizar o padrão de marcha e promover de novo essa orientação espacial. Sentar, levantar da cadeira. Instrução. Senta agora.
Levanta. Três séries de cinco no mesmo ritmo, na mesma tonação para fortalecer membro inferior, melhorar essa capacidade de transferência. Marcha estacionária com estímulo visual, parecido com outro exemplo. Pisa aqui. Pisa aqui. Pronto. Não preciso nem falar a cor. Pisa aqui. Onde eu aponto para um tapete um alvo colorido. Faço isso de um a 2 minutos. Pode ser com ritmo, com palma. A cada palma a senhora vai dar o passo com o estímulo da música. Vou estimular coordenação, controle motor rítmico. Mas atenção, incentive esse idoso a participar do exercício. Por isso que a dupla tarefa é
importante, porque ele tem que responder algo para mim, fazer algo para mim. Ele tá Participando do exercício, sempre levando em consideração o que ele prefere. Não é assim, ah, qual exercício o senhor quer fazer? Às vezes aonde ele quer fazer, qual música ele quer escutar. Hoje o senhor quer fazer mais força ou mais aeróbico, permita isso também. Então, use música, use jogos, outras formas de entreter para tornar essas atividades cada vez mais atraentes para eles. Encore. Tenha paciência, crie uma Rotina consistente e vai incorporando as atividades aos poucos. E, de novo, comunique-se com eles de
forma bastante eficaz, né, de forma segura, com conforto e para que ele entenda o máximo possível. E às vezes o entender não sai da sua boca, sai dos seus olhos. Isso é trabalhar com memória afetiva. Que música ele gostava, a banda, o cantor, uma história de vida que você sabe que ele tem, com que que ele trabalhava, volta nessas histórias Durante a sessão, acalma o idoso. Isso acalma muito ele e faz com que ele se sinta mais confortável. E gente, lembre-se, nós somos profissionais do movimento, tá? primeiro de tudo e não da cognição. Isso eu
acho importante reforçar. Professor de educação física não treina cognição, a gente estimula nessa fase da vida, na infância, né, é diferente. Aqui a gente não treina, a gente estimula. Então não Perca o seu tempo fazendo só atividade cognitiva, ainda posta na internet, vai dar um bocos toos, os terapeutas ocupacionais, tá? Eu acho que vai dar eh briguinha besta, mas vai dar. Não perca seu tempo, faça coisas funcionais e inclua nessas atividades funcionais, como a gente viu vários exemplos aqui hoje, as tarefas cognitivas. Então, para finalizar, deixo essa frase, demência é cuidado, é amor, é paciência.
E pensa assim, se eu Estivesse com demência, como eu gostaria de ser tratado? Acho que dessa forma a gente deixa o cuidado mais leve, mais empático e com mais conforto. E você aí não tem Alzheimer, então não se esqueça de me seguir nas redes sociais. Eu tenho um canal no YouTube também, faz tempo que eu não posto vídeo lá, mas tem muita coisa legal de envelhecimento lá. Só digitar draniel Vicentino vai aparecer. e o meu Instagram que eu acho que todos vocês já Estão me seguindo, uma gente, uma galera aqui me seguindo, fico muito feliz
com isso, para apoiar o nosso trabalho e também conhecer e se atualizar de graça, né? Lá a gente posta conteúdo direto, algumas reflexões, algumas piadas e muito conteúdo legal, tá bom? Eu fico agora nesse tempo que nos resta disponível para tirar as dúvidas de vocês e também fico à disposição lá na minha rede social. Obrigado, gente. Simplesmente Espetacular. Não tem nem que falar. Eu acho que a galera tem que tem que reagir de uma de uma forma, fala que é a forma mais concreta hoje, que é fazer o seu story, marcar o professor, entendeu? Fazer
uma foto aí agora, ó. Faz uma foto aí agora desse desse slide aí. Então, faça a foto nossa aí e poste nos seus stories. Coloca lá, fala lá como é que foi. Espetacular. Eu aqui fiquei aqui moderando, mas eu falo que eu não modero, não. Vou aprender também, não Sou bobo. Então assim, Daniel, espetacular. Tua capacitação hoje. Aí foi, abriu assim, fez assim, ó, pum, a cabeça, pelo menos na minha fez, mas acho que de muita gente também. Então, eh, reage aí, galera, o que que vocês acharam dessa, desse CFlix de hoje do professor Daniel?
Comenta aí. Vamos lá. Estão pedindo para pôr a primeira foto para tirar a foto. Pera aí. Primeiro slide. É, bota aí, pode botar aí. E ó, a galera Tá tá reagindo aqui, ó. Excelente. Gratidão, simplesmente espetacular. Obrigado, professor Daniel. Sensacional, muito bom. Show, adorei. Espetacular. A palavra que mais apareceu aqui foi espetacular. E é o que eu falei também. Muito obrigado, fico muito feliz. Agradeço isso. Muito bom. É o que eu falei, cara. A gente é a única coisa que a gente leva pra gente que nem rouba, que que ninguém vai roubar, ninguém vai Tirar,
é o conhecimento. Isso aí a gente vai levar para sempre. E prender conhecimento é pior ainda. Eu acho que você tem que passar o conhecimento pra frente e criar, né, Dan? Isso aí, né? Se não tivermos alzarme, que aí o alzarme tira o conhecimento, infelizmente. Isso aí. Então, por isso é proibido, proibido prender. A gente não sabe dia da manhã. Então, passa, aprende e vai passando. Muito bom. Necessário, pouco estimulância. Sensacional, Dani. Queria Antes de qualquer coisa, professor Daniel Vitor Vicentine agradecer sua presença aqui nessa nesse grandioso, uma grandiosa manhã aqui. Parabéns pelo seu trabalho.
Virei fã, tá? Eu tenho alunos de personal com 85. Graças a Deus eles não têm Alzheimer, são saudáveis. Nem vai ter, nem vai ter. É, nem vai ter. Eu falei para eles isso uma vez, falar: "Se preocupa não, senão já tinha dado já sinal de de do sintoma, né?" né? Então assim, Parabéns, muito obrigado novamente. Galera, tem alguma pergunta, alguma coisa para falar, para acrescentar? Aproveita que esse é o momento. Nós temos ainda aí 20 minutinhos. Eh, resumindo, né, falando novamente, esse conteúdo todo vai tá gravado no YouTube, vai tá lá depois disponível no YouTube,
tá, professor? Depois vai disponibilizar pra gente essas apresentação, professor. Mandar pra Fernanda lá. Posso mandar sim, manda Agora já. Tá, então ele vai mandar para ela depois. Provavelmente deve ficar lá no aplicativo ou então no site para você retirar depois quem tá aqui, tá? E mais uma vez obrigado. Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui. Acho que tem. Tem idade. Tu consegue ver as perguntas aí? Não, né, professor? Consigo. Então, se você quiser respond, apesar que eu não tenho muita coisa, não. Tá, eu vou ler aqui do Miguel. Até que idade pode diagnosticar o
Alzheimer? Não tem idade. Quanto mais velha a pessoa é, maior o risco. Tem um Alzheimer precoce, alguns casos na literatura aí de 45 anos, 55, mas quanto mais velho a pessoa é ou quanto mais tempo a gente sobrevive, maior é o risco para diagnosticar. O é a mesma coisa da Juliana. Se os sintomas, os sintomas aparecem até quantos anos? A pessoa pode ser diagnosticada com 100 anos e com 102 falecer. Não tem idade não, infelizmente. Ah, exercícios na água são relevantes? São, a gente só tem que tomar cuidado que muitos idosos não têm mais controle
esfincteriano, então questão de perda de urina, de fezes, né? Então é mais uma fase inicial que dá para usar. E também se esse idoso, quem fez a pergunta aí, não apareceu o nome aqui, se ele tem alguma, se ele se sente confortável na água. Às vezes ele nunca entrou na piscina ou entrou poucas vezes só por Lazer. Não, não, não seria o momento ideal para colocar ele. Não. Estão perguntando se o certificado vai pro e-mail. Vai, vai tudo para lá. Vai tudo você vai tirar. Juliana, já que o Alzheimer pode ser genético, pode ser até
de parente distante, pode, mas ele vai perdendo a força, né, dessa genética. O, o que a gente tem maior é pai e filho, eh, e vô para neto. Simone, gostaria de saber se eu Posso incluir nos meus treinos atividades de rotina, como por exemplo, deitar e levantar da cama. Pode, com certeza. H, existe caso de pessoas com 35 anos com Alzheimer? Carlene, desconheço. Pode existir sim, mas desconheço. Tem uma turma mista com várias demências. Nossa, conseguiu juntar uma turma de gente com demência. É isso mesmo, Livânia, que eu Li que é bem complicado isso, hein?
Sinto dificuldade em ministrar as aulas. Alguma dica? A primeira dica que eu daria era não ter essa turma com demência muito misturada. Você teria que ser um pouco menor, não sei o tamanho dessa turma, porque que nem a gente viu aqui, é muito individual o trabalho. Agora, se for uma turma na fase inicial, todo mundo na fase inicial, aí legal, mas um na inicial, um na moderada, um na avançada, aí é vai ser bem complicado Você trabalhar com todos. A Criele, nas fases do Alzheimer, qual a fase que mais pode aparecer agressividade na fase avançada?
Considera relevante o trabalho do médico Peter? Alguma outra? Não lembro desse médico. Conhece, Flávio? Conheço não, cara. Não conheço não. Vou pesquisar só. É até bom, a gente procura depois. Não é, Juliana, mas caso a pessoa tenha 90 anos e ainda não tenha nenhum sintoma, Podemos considerar que não terá? Não pode ter sim. Professor, o senhor sugeriu jogos cognitivos na intervenção, como por exemplo, xadrez, jogo da velha. Seriam opções, Felipe, mas que nem eu falei, não pare um momento do seu trabalho, pelo menos essa é a minha visão, tá? para jogar xadrez com ele. Que
que a gente pode fazer? Enquanto ele joga o xadrez, ele tá fazendo alguma coisa motora. Então, ele tá em pé jogando Xadrez e não sentado com um pé na frente do outro. Ou seja, ali ele tá tentando manter o equilíbrio dele além de pensar na peça do xadrez que ele tem que jogar. Aí é válido. Agora vamos sentar e jogar xadrez. Isso aí o cuidador faz com ele depois. Foi como tu falou, né, Daniel? Nós somos profissionais do movimento, né? Não tem nexo de parar ele, né? Primeiramente, primariamente, sim. Geuscina, HIV é um fator de
Risco, não está, pelo menos nos principais, tá? Não vou te responder com certeza se tem um fator de risco ali no HIV com demência, porque eu nunca li nada a respeito. O Geocina, mas bem bem interessante a pergunta. Até porque os casos de HIV tm aumentado muito em idosos. Qual a idade mais comum do idoso ser diagnosticado? O muito idoso, que é o 80 mais. Ã, perda de foco. Douglas perguntou, pode ser considerado o início de Alzheimer? Não, pode não, né? às vezes tá relacionado, às vezes não. Eu mesmo perco o foco, faço em algumas
coisas. Então, depende da idade, depende se esse se essa perda de foco tá afetando as atividades diárias, a segurança desse idoso. Daí vale a pena pesquisar eh com o geriatra, né? Eu sempre defendo o geriatra primeiro, mas só assim, perda de foco não dá para falar se é o início ou Não. Podemos usar seus posts, ele claro, marcando eu. Pode. Nossa, pode como deve, né? Deve, mas tem que me marcar. Gostaria de saber, caso a pessoa sofra um acidente e perca a memória, ela pode ter Alzheimer de acordo com o tempo? Não tem relação. Porém,
Ricardo, lembra que um dos fatores de risco para Alzheimer é o traumatismo cranicefálico, tá? Então, se ele sofreu um traumatismo significativo, é um é um Risco, sim. Mas se foi um acidente, é que assim, para perder a memória num acidente, provavelmente ele bateu a cabeça, né? Então, querendo ou não, tem esse risco. Se for um traumatismo, sim. Professor Daniel, uma pessoa com Alzheimer acamada pode ser estimulado os trabalhos de cores, força e outros estímulos? Força, sim, principalmente se for força manual, né? A resistência manual, mas ele tem Que entender que ele precisa elevar aquele membro
vencendo a sua resistência. Então o problema é esse, ele entender o que você quer. Então dependendo do momento, às vezes ele tá bem medicado, tranquilo, consegue entender, vai ter dia que ele não vai entender. Agora, com cores, você pode tentar estimular, que nem você falou, estimular, né? Que cor é essa? Ele não vai falar vermelho, você tem que jogar assim, Vermê e aí ele responde. Aí eu já fiz isso, dá certo. Agora pedi assim do nada uma cor meio difícil. A dança, Flávia, não é ensinar ele a dançar, tá? É colocar uma música e você
junto com ele dançar, girar para um lado, girar pro outro, porque é um trabalho de equilíbrio, de estabilidade, de coordenação, né? Movimentar os braços, movimentar as pernas, não é a dança em si técnica, tá? Por que não se deve na fase inicial trabalhar com paciente com Alzheimer na musculação? Não, não. Eu falei que na que não pode. Inclusive até comentei na fase inicial, Fábio, até é a fase que dá para trabalhar. Porém, numa sala de musculação, com um monte de equipamento, música alta, gente fazendo barulho, conversando, peso caindo, você acaba tirando um pouco do foco
que o idoso com Alzheimer já não tem muito. Então, às vezes não é um local confortável. Lembra Que eu que eu grifei várias vezes a palavra conforto. Então, se para ele é confortável, ele sempre fez musculação, ele gosta daquela academia, com certeza vai ser confortável para ele. Mas se é um idoso que nunca entrou numa sala de musculação, não é agora com Alzheimer que você vai colocar ele, né? Ou você coloca numa sala, num horário que seja mais tranquilo, com música mais baixa, ou uma academia específica para pessoas mais velhas ou uma clínica de personal
Que tem horários mais eh específicos. Aí dá. Mas quando a gente fala sala de musculação, tipo uma smart fit 6 da tarde, não tem [Música] como. O Jorge focar em exercício de força por causa da sarcopenia também. O idoso com Alzheimer tem uma chance grande de ser sarcopênico também, porque sarcopenia, pessoal, é doença, tá? Não é mais aquela definição de perda de massa e força muscular com a idade. Desde 2019 A gente tem consensos já europeus que mostram que sarcopenia é uma doença, onde a pessoa idosa tem perda de massa e força fora do normal,
fora do esperado e que afeta o desempenho dela. E o Alzheimer aumenta isso aí bastante. Ô Daniel, vou dar uma sugestão pra galera. Vou te dar um trabalho porque tem muita pergunta agora. É, quem quem quiser te dar te fazer tirar mais dúvidas, né, tiver mais, manda lá no direct, né, bomba rede social dele. Nós Teremos um tempo aqui para poder seguir de tarde. Nós temos uma segunda, segundo tempo aqui com a professora Carla Montenegro falando sobre fibromialgia. Vai ser bem bacana também. Eh, antes de qualquer coisa, queria te agradecer, né, você ter compartilhado com
a gente seu conhecimento. Você é um cara aqui nessa área e você eh é um dos destaques, é prioridade máxima no assunto. E queria que você deixasse suas considerações finais aí, galera. Deixa lá no direct. Beleza? Primeiro agradecer o convite do CREF 1, eh, professor Flávio Fernanda, né? foi desde o do convite até esse momento. Foi muito prazeroso bater papo com vocês, principalmente com a Fernanda nesse processo de inicial. Foi tudo muito tranquilo e falar de algo que eu sou apaixonado, né? Vocês perceberam o quanto que eu gosto de falar disso? Eh, e são poucos
profissionais que realmente falam disso. Então, espero que dessas 200 pessoas que ficaram aí, que eu tenha Levado um pouco de motivação para trabalhar com essa população, para estudar essa população. Porque quando a pessoa trabalha com idosos, fala: "Ah, trabalho com idosos, não é tão difícil assim. Difícil é isso aqui, trabalhar com Alzheimer, né? Então, que eu tenha motivado alguém aí, pelo menos uma pessoa, a continuar trabalhando com essa área ou que motivei a começar a trabalhar com essa área, né? E mais conhecimento também, mesmo que você não Trabalhe, não vá trabalhar, que nem o professor
Flávio falou, conhecimento sempre é importante, nunca é demais e ninguém tira da gente. Então, fico à disposição lá no meu Instagram para falar de Alzheimer e outras coisas. Eu falo muito sobre quedas também, prevenção de quedas, sarcopenia, fragilidade, tudo que envolve a população idosa, eu gosto. Então, fiquem a vontade para me chamar lá na DM e fico aberto também ao CREF1 para novas Parcerias. Professor, mais uma vez agradecendo a galera que tá aí presente, lembrando, sigam nossas redes sociais, marquem a gente, tá aí no chat, tá? Lembrando que em 48 horas o seu certificado vai
est lá disponível para você. Esse Craflix vai ficar gravado também no YouTube, tá? Toda a apresentação depois também vai ficar disponível para vocês. Daniel, mais uma vez muito obrigado. Muito obrigado a vocês aqui, os mais de 200 profissionais Que estavam presentes com a gente. E ó, lembrem, conhecimento é a única coisa que nunca vão tirar da gente. Daniel, muito obrigado. Fernanda, obrigado também que tava aí por trás dos bastidores, tá? E mais uma vez muito obrigado, gente. Até o próximo Craft Flix. Vamos que vamos. Tchau. Valeu.