Então nós vamos aí para mais uma parte sobre os óbitos maternos não é avançando aí e existem aí vem a questão que né eu comentei no começo que muitas vezes o protocolo ele fala não apenas é da questão de como selecionar a causa básica mas do próprio código não é porque porque se você colocar de acordo com as recomendações as indicações da Cid dentro de uma dinâmica que nós temos hoje você pode não conseguir a informação mais adequada Lembrando que o objetivo aqui é você obter no momento da codificação e seleção de causa básica de morte a informação mais qualificada e mais adequada para aquela informação que você tá precisando ali naquela declaração de óbito então Existem algumas informações específicas para codificação vamos lá quando numa declaração de óbito aparecer o termo atonia uterina o código a ser usado é o72. 1 hemorragia pós-parto atônica não usar os códigos o62. 1 ou o a62.
2 porque porque eles são códigos específicos para antes e durante o parto então o a62. 1 se atoninha uterina foi antes do parto e o a 62. 2 se atoninha uterina foi durante o parto vamos lá o que que é atonia uterina não é durante toda a realização Quando se inicia o trabalho de parto o útero ele começa com uma atividade muscular que são as famosas contrações que doem né A dor lancinante do trabalho de parto né quando o útero entra em atonia é falta de tônus muscular quer dizer ele para esse músculo que tinha que fazer isso aí ele tinha que contrair contrair contrair para que essa criança saia né é a contração uterina que faz com que a criança comece ali naquele caminho e saia pelo canal vaginal quando esse útero entra em atonia ele para né ele não tem tonos musculares ele não consegue mais fazer o processo de contração e tem uma série de complicações por causa disso então quando é possível por exemplo se o médico escreve que atonia uterina foi antes do trabalho de parto ou durante o trabalho de parto aí você pode usar mas isso é muito difícil de acontecer porque geralmente essa descoberta essa informação Só se tem depois com a investigação então se você tem a menção de atonia uterina colocar o 72.
1 se informou que foi durante o parto ou a 62. 2 se informar que foi antes do parto ó 62. 1 e essas mesmas codificações elas valem para hipotonia e inércia que são sinônimos de Antônia então atonia hipotonia ou inércia de útero ó 72.
1 se foi durante o trabalho de parto a 62. 2 e se foi antes do trabalho de parto 62. 1 Tenho que guardar isso não tá aqui escrito você pode o quê Você pode muito bem pegar essa tabelinha aqui imprimir reduzir e pregar na sua cídio então colocar aí perto da sua mesa na parede para que você só possa conferir no momento de codificar ou então deixar no seu material e ir consultando Qual é a sugestão no começo né você que está aí começando essa atividade de codificador e codificadora que são muitas informações são muitos detalhes manusei o material então vai codificar o modo materno vai conferindo cada cada declaração de óbito no seu material Para quê Para que você conheça para que você saiba e consiga descobrir aonde que tá porque é isso vai ficar mais orgânico isso vai ficar mais tranquilo né de ser feito o código o95 ele vai ser usado somente quando o médico colocar morte materna então percebam que o que que praticamente todo tipo de óbito ele tem um código mal definido quer dizer aquele código em que você tem um óbito muito específico esse tipo de óbito muito específico mas você não sabe o que aconteceu que a pessoa evoluiu para o óbito no caso o mal definido de óbito materno é o ó 95 o ano 96 é usado para as mortes obstétricas diretas e indiretas que aconteceram de 43 dias até menos de um ano depois do parto a condição é o que é que amanhã evolua com complicações no pós-parto sem que tenha um período de remissão então quer dizer ela teve uma complicação Depois do parto essa complicação se Manteve se perpetuou E ela morreu dessa complicação por causa dessa complicação ela foi piorando piorando e acabou fale já a categoria o97 ela é usada para as mortes obstétricas que ocorreram depois de um ano e que são entendidas aí como sequela de complicação obstétrica então percebam lá na regra de modificação f em que nós falamos de sequela o conceito de sequela de lá vale para o conceito de sequela daqui sequela de causa obstétrica é aquela em que passou mais de um ano em que a mulher teve aquela complicação por causa do parto essa complicação se tornou permanente e por causa dessa complicação permanente ela evoluiu para o óbito mais de um ano depois e Aqui nós temos o que algumas inclusões de códigos que estão presentes na Cid mas que foram incluídos de maneira posterior do que quando se considera né é a criação da seed então a síndrome help ou 14.
2 o que que é a síndrome hellmann é uma complicação de eclampsia ela é uma eclâmpsia muito exacerbada não é muito difícil reverter uma síndrome help tanto é que o código dela é no aquatorze não é a pré-câmpsia é o 14. 9 e a síndrome Help ao 14. 2 aderência mórbida da placenta ou 43.
2 que é quando que quando no momento do parto né posterior ao parto é não acontece o desprendimento da placenta Porque no momento em que começa todo o trabalho de parto começa uma série de ativações de liberação de hormônios o útero começa a se contrair essa criança sai quando essa criança sai essa criança nasce a placenta necessariamente vem junto a placenta começa a descolar né então esse descolamento não descolamento prematuro mas um descolamento na hora não é para que essa criança nasça a termo que a gente fala nossa na hora né dentro do período gestacional adequado é essa placenta ela começa a despregar quando ela não desprega não é você ter uma aderência mórbida de placenta a criança já nasceu mas a placenta continua lá parto prematuro sem trabalho de parte espontâneo que é o 60. 3 morte por causa obstétrica direta tardia que é o ó 96. 0 morte por causa obstétrica indireta tardia que é o ano 96.
1 e morte por causa obstétrica não especificada que é o ano 96. 9 então percebam que o a96 é o código de morte materna tardia aquela mulher que faleceu de uma complicação pós-parto de 43 dias depois quarto até um ano é uma morte materna tardia você vai usar o óleo 96 quando essa morte materna tardia foi por uma causa direta é o 96. 0 quando foi por uma causa indireta quer dizer uma causa que não é necessariamente vinculada ao ciclo grave de cupomperal é uma 96.
1 e quando você não sabe ela é uma morte materna tardia mas eu não sei qual causa especificada se foi direta ou se foi indireta aí é o ó 96. 9 morte por sequela de causas obstétricas ó 97 e morte por sequela de causas obstétricas diretas o a97. 0 e por causa obstétrica indireta o a 97.
1 e por sequela de causa obstétrica não especificada o ano 97. 9 da mesma forma né só o a97 Né o código a 97 nem completo é morte por sequela de causa obstétrica quer dizer aquela mulher que teve uma complicação posterior ao parto que se Manteve permanente que não acabou que não se resolveu com o passar do tempo e essa morte não é a mulher ficou com essa complicação e mais de um ano depois desse parto que complicou é que ela teve o seu falecimento se essa sequela foi por uma causa obstétrica direta né Por exemplo a mulher a complicação dela foi um sangramento né uma hemorragia interna depois do parto né absolutamente normal que seja obstétrico então vai ser direta agora essa sequela essa complicação permanente foi por uma causa indireta que não é necessariamente vinculada ver o ciclo gravídico pueperal aí vai ser o ano 97. 1 e o que a gente já comentou que é o que o ano 98.
7 que é doença pelo vírus da deficiência humana HIV complicando a gravidez parto e puerpério então aí nós depois né de várias aulas conseguimos aí terminar o conteúdo e vamos agora conferir alguns exercícios não é de óbitos maternos que misturam tudo isso porque porque Ah eu vi todas essas informações e elas vão aparecer separadas nas declarações de óbito Claro que não elas vão aparecer todas juntas né então por isso a importância novamente repetindo que o que você pegou o protocolo tem um óbito materno você vai o que você vai folhear o seu protocolo de óbito materno e conferir se não tem ali nenhuma informação que pode te ajudar naquela d. o você rodou o protocolo não tem você continua codificando normal É muito difícil você não ter não é mas caso isso aconteça não é tudo bem então vamos lá uma mulher de 29 anos na parte 2 o médico mencionou puérpera de 25 dias Então esse é um óbito materno declarado quando nós olhamos nas causas nos diagnósticos mencionados a gente vê que o que que nós temos atonia uterina atonia uterina ela só acontece no ciclo gravídico perperal porque porque quando você não está grávida não é a necessidade de contração muscular do útero porque porque o Seu útero Ele Está quietinho lá a única coisa que acontece com ele é descamação para poder acontecer a menstruação tanto é que o que que o Seu útero ele é do tamanho né de uma pêra mais ou menos né Ele é um órgão pequeno né que fica sobreposto a sua bexiga Tá então vamos lá então atonia uterina ela é uma doença obstétrica ela é uma situação obstétrica se é obstétrico vai ser um óbito materno declarado direto percebam que o código é o a72. 1 não é nenhum a 62.
1 nem o a 62. 2 porque porque eu não sei o médico não me informou nessa declaração de óbito o momento em que aconteceu a Toninho uterino e o a 62. 1 é quando essa totonia foi antes do trabalho de parto e o a62.
2 quando essa Toninha foi durante o trabalho de parto Então vamos lá uma Toninha pode levar uma Anemia pode porque esse útero vai ficar sem movimentação vai sangrar vai ter uma série de complicações Essa anemia pode levar o choque pode que pode levar o coma sim então por princípio geral a minha causa básica vai ser a atonia uterina vamos lá para o segundo exercício uma mulher de 35 anos e o médico menciona que ela é uma puérpera de cinco meses então aqui a gente tem a primeira informação que é do que que essa puérpera que esse é um caso de morte materna tardia porque porque essa mulher morreu com mais de 43 dias de puerpério ela já estava com cinco meses que ela tinha ganhado essa criança então vamos olhar tem alguma dessas informações alguma dessas doenças que elas são específicas do período gravídico puerperal não qualquer pessoa pode ter qualquer uma dessas dessas desses agravos aí sem necessariamente estar né grávida ou tendo ganhado neném Então esse é um óbito materno declarado indireto tardio Não é vamos lá uma obstrução intestinal pode levar uma insuficiência hepática não não é eu cortei a cadeia uma insuficiência hepática pode levar uma neoplasia de ovário também não porque eu tenho uma nota no sumamente improvável que fala que neoplasia não é devido a nada exceto infecção pelo HIV uma neoplasia de ovário pode levar uma Insuficiência renal pode porque porque é neoplasia ela causa alterações em todo o corpo não é então o que então eu vou ter uma pequena sequência começando em b e terminando em a se eu tenho não é aqui uma morte materna tardia eu vou consultar a lista que a gente viu não porque aquela lista é apenas para mulheres que morreram até 42 dias depois do parto essa mulher morreu com 5 meses depois que ela ganhou neném então vai ser aqui né eu tenho o código do c56 que o código da neoplasia de ovário mas eu vou ter que colocar antes o código da morte materna tardia porque porque senão não vai puxar essa informação eu não vou ter essa informação de que quem morreu deu prazer de ovário tardiamente foi uma mãe foi uma puérpa ela estava no ciclo gravídico e Nesse caso fica ó 96.