quando a gente fala em aumentar a probabilidade do comportamento acontecer ou diminuir a probabilidade do comportamento acontecer a gente tá entrando em reforço né em reforço positivo reforço negativo punição positiva punição negativa né então quando a gente fala de reforço eh aumenta a ocorrência do comportamento quando a gente fala de punição diminui a ocorrência do comportamento contudo a gente precisa prestar muita atenção porque o que acontece na prática Clínica às vezes ali na no momento né da da nossa terapia a gente faz punição né sem perceber é no dia a dia né punição é a
última coisa que a gente vai recorrer na nossa terapia na nossa prática Clínica né então se é uma criança ela fez xixi na e eu vou pedir e molhou o chão e eu vou fazer ela Limpar o chão é uma punição eu tenho outras maneiras de ensiná-la né Eh sem que ela precise fazer aquilo né então a gente precisa prestar bastante atenção né Eh na nossa prática Clínica e isso vai eh com o tempo então eu não preciso fazer com que ela limpe o chão eu posso não dar atenção aquilo direcioná-la ao banheiro trocá-la e
continuar a minha atividade eu deixei aquilo de lado né não não não tive eh enfoque para aquilo e durante as minhas terapias eu vou trabalhar com a prevenção de que aquilo não aconteça então antese fazer o xixi eh no no chão eu vou levá-lo ao banheiro mais vezes eu vou ensiná-la com histórias sociais sobre eh o banheiro o uso do banheiro eh o pedido para o banheiro Então eh a gente consegue pensar em outras formas de agir antes de aplicar a punição então uma análise funcional ela vai passar pel antecedente pelo comportamento e a consequência
então aqui é um exemplo Zinho né de uma análise funcional é bem simples então o antecedente O João é direcionado para realizar uma ativid Uma demanda o comportamento João começa a gritar e correr pela sala a consequência a companhante terapêutica levou o João para o pá para se acalmar nessa análise funcional a gente consegue ver que toda essa cadeia eh do João ela foi reforçada né então a probabilidade desse comportamento acontecer no futuro vai ser alta né então toda vez que ele vai ter uma demanda alguma outra coisa que ele não quer ele começa a
gritar e correr que ele sabe que ele vai pro Pátio para poder se acalmar né então Eh aqui toda a cadeia esse comportamento dele gritar e correr foi reforçado então a gente deve lembrar que motivo é uma inferência mental não é observável então às vezes a gente tá lá eh na nossa terapia a criança tá gritando tá tá se jogando no chão tá rolando no chão e a gente ah mas será será que aconteceu alguma coisa em casa ah não é porque ela não tá na escola Ah é porque ela tá com dor Ah mas
isso daí é da minha cabeça né É É meu isso e eu tô trazendo eh pra terapia né então assim não eu não observei isso aquilo tá acontecendo no momento não não tá aparecendo então eh não a gente tem que às vezes deixar um pouquinho e entender o que está acontecendo no momento né a a função do comportamento pode mudar ao a longo da crise então em uma crise Às vezes a criança entra pel Uma demanda de atenção eh e isso ao longo de uma crise pode mudar então às vezes é uma demanda de atenção
depois vai para uma eh demanda sensorial né aí tá muito calor na sala e a criança até esquece o por que ela tá que ela começou aquilo né ah não ela tá suando é demais e daí agora começa a irritar ela ah eu tô falando demais então assim a essa função do comportamento ele vai mudando ao longo de uma crise né é muito rápido então assim durante o comportamento inadequado que que a gente pode fazer reapresentar estímulos visuais para criança né Eh ter itens de preferência da criança para ser ofertado e ela poder ir desacelerando
né então ah uma massinha uma amoeba se eu sei que é uma criança que ela está tendo problemas com comportamentos adequados na minha sala eu vou ter itens que podem ajudá-la a se acalmar né Eh não falar muito né Diminuir a quantidade da minha fala às vezes até mudar a minha feição né apresentada paraa criança o meu o jeito que eu me Porto né na frente da criança e avaliar a situação a presença de outras pessoas mensagens verbais ou não verbais então eu entender eh Como que tá a minha sala tá muito bagunçada eh a
minha sala tá com uma luz muito forte eh tem muita gente na minha sala tem outra pessoa tem outra criança na sala eh ah tem eh alguma coisa que a criança não gosta na sala né uma cor diferente um brinquedo diferente né então a gente tem que ter um olhar atento para tudo isso eh e monitorar constantemente o ambiente né então a gente tem que eh ver ah tem muita Quina Então eu tenho que tomar cuidado o chão tem tatame se é uma criança que bate a cabeça no chão a gente precisa ter um olhar
atento sobre isso né então tem tatame no chão eu não vou para uma sala que não tenha tatame eu preciso do tatames para proteger ela né eh ah tem muita cadeira Então vou tirar algumas cadeiras da sala eh ahi tem muito muito desenho na sala isso também eh pode ocasionar crise né ou fazer ela durar mais né Então tudo isso a gente eh é para evitar o pico da crise quando a criança ela não consegue mais voltar né a gente vai elaborando alternativas e entendendo o que tá acontecendo ali e diminuindo a estimulação com a
criança bom esse comportamento identificar um comportamento depois que a gente faz a análise funcional né entende a função do comportamento é por Demanda de atenção entende que e esse comportamento não é adequado pra criança então ela quer pedir atenção tem uma maneira mais adequada dela pedir atenção então depois que a gente identifica isso a gente consegue ir pensando em substitutos para esse comportamento para esse comportamento que vai ter a mesma função então tem comportamentos para ela pedir atenção que vão ser mais adequadas tem comportamentos para ela pedir um objeto que vão ser mais adequados do
que gritar e se jogar no chão então e a gente Ensina esse comportamento fora da crise na crise da criança no momento que ela tá dando inadequado a gente não vai modelar nada não adianta ela não vai aprender no momento que ela tá gritando e se jogando no chão é até ruim para ela né e cansativo pra gente porque daí depois a gente fica frustrado que a criança não tá aprendendo então Eh para esse comportamento se instalar é um comportamento mais adequado ele tem que ser o nosso treino com a criança tem que ser consistente
com uma frequência para que depois ela consiga generalizar ela não vai fazer só na sala ela vai fazer em casa ela vai fazer em outra terapia com outro profissional na escola né então eu preciso ter consistência se eu vou trabalhar a partir de agora o treino de apontar com a minha criança para ela pedir de mais adequado um brinquedo eu vou trabalhar hoje amanhã depois e depois e depois e eu vou ver eh eu vou ter dados né eu vou ter uma coleta de dados depois para ver se esse comportamento depois vai se generalizar e
se ele está instalado nela eh e usar reforço diferencial né se faz correto ganha mais então eh uma criança elas não tem muito inadequado para fazer fazer pedidos Então ela grita para pedir um brinquedo e eu tô ensinando a contar com ela mantenho a frequência né é consistente e ela chega na mha sala ela aponta eu vou não esse agora agora não dá para pegar esse brinquedo se ela apontou independente sozinha olha que legal vamos brincar com esse brinquedo então a gente precisa ter um olhar né para isso ah mas ela não ia brincar com
esse brinquedo agora mas o que que eu tô trabalhando com ela né Qual que é o meu objetivo então assim ela nunca fez isso eu vou deixar passar então ela vai perdendo né se a gente não reforça adequadamente então ah eu tô trabalhando apontar ela apontou pro brinquedo assim que entrou na sala eu vou dar um reforço social para ela né vou falar nossa que legal você pediu vamos brincar então juntas com esse brinquedo eh para ela entender que aquilo é adequado que ela pode fazer mais vezes