É um dos melhores livros que você vai ler na sua vida. >> Boa. >> É um manual para você usar toda vez que você for escrever uma cópia, você vai abrir e você vai pegar todos aqueles conceitos, aplicar, você vai escrever anúncio, você vai escrever página, você vai escrever um monte de coisas, vai te dar ideias. Roberta Santos, ela possui mais de uma década de experiência no Mercado digital e formou mais de 7.000 copywriters. >> Hoje ajuda empreendedores a criarem infoprodutos e alcançarem resultados milionários. A maioria das pessoas que falam: "Quero criar um infoproduto", mas
ai ainda nem tenho os R$ 12.000 para contratar estúdio. Mas como assim? Eu fiz mais de R 1 milhão deais com uma webcam básica num estúdio de 49 m² passando avião em cima. Então assim, >> é qual que é a primeiríssima coisa que Essa pessoa ela deve fazer com o objetivo aí de sei lá, escalar o infopruto dela para R, 200, R$ 300.000 no mês? >> O principal, o PMS. Então, se eu sei o PMS, eu vendo até a areia no deserto. >> Se tu fosse dar uma dica só para fazer esse PMS, que dica
que tu daria assim? Tens algum hack? Alguma coisa? >> Do que que é um conteúdo que gera desejo e um conteúdo que não gera desejo? Por exemplo, se eu quero viralizar, eu vou Falar assim: >> "Tem alguma outra coisa que tu olha além de formato e tema quando tu tá fazendo essa pesquisa?" >> Sim, tem uma coisa muito muito importante hoje. Ah, eu vou ser polêmica, tá? Não me cancelem. >> Não tem problema. É isso que a gente gosta. >> Eu acho que com produção vai deixar de existir >> isso aqui que a gente falou,
tá? Esse Frameworkzinho aqui que a gente criou aqui no podcast Segredo da Escala do Veturb. Isso aqui leva a pessoa até quanto? Até 10.000 por mês, 50, 100, >> múltiplo seis dígitos. Dá para fazer sete dígitos. Na verdade, >> o episódio de hoje vai ser com a Roberta Santos. A Roberta, pessoal, ela é empresária, ela é copywriter, ela já formou alguns dos melhores copywritters do mercado digital. Copyrit foram lá trabalhando na Empíricos, Novo Mercado, Em várias empresas grandes. Ela também já tem até um pezinho lá no softwares, porque ela é sócia do Cent Flow, do
Unichet, dos ferramentas famosíssimas no mercado. Ela faz muita, muita coisa e hoje, tá, ela também ajuda pessoas a pegar o conhecimento que elas têm, transformar o infopruto e vender na internet. E claro, né, pessoal, aqui no podcast eu tentei extrair o máximo de informação dela sobre como fazer isso. Então se tu aí quer começar a ganhar Dinheiro no mercado digital, dá uma olinha aqui nesse podcast, tá? Que tu vai gostar bastante. E caso tu tá aqui pela primeira vez e não conheça aqui o podcast, o nome dele é Segredos da Escala. E a gente traz
aqui toda semana pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios para que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, se o podcast for bom, aí aplicar no teu negócio e escalar ele também. E esse podcast aqui ele foi Criado pelo Veturb, que é uma empresa que eu ajudei a fundar. O Veturb, pessoal, ele é uma hospedagem de vídeos criada para aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Hoje mais de 10.000 empresas confiam no Veturb, inclusive empresas gigantes como a Mind Valley, que é a maior infoprodutora do
mundo e fatura 1.2 bilhões de reais por ano. Também o G4 Educação, o novo mercado e muitos e muitos outros grandes players aqui do Brasil e de fora do Brasil Também. E lógico, caso tu queira testar o Veturb, cara, vai ter um link aqui na descrição, onde tu vai ter 14 dias de graça para fazer isso e também 15% de desconto nos primeiros dois meses. Mas sem mais delongas, bora aqui pro podcast. Então, com vocês, Roberta Santos. Boas-vindas. >> Obrigada. Um enorme prazer estar aqui. Uma honra, na verdade, já vi que grandes nomes fizeram parte.
O conteúdo é riquíssimo. >> Obrigado. >> É um dos melhores podcasts do Brasil, com certeza. e eu vou dar o meu melhor para que seja bom para vocês, vocês consigam tirar insites, dicas, enfim, eh, coisas valiosas pro negócio de vocês ou caso você esteja começando, eh, te dá um norte, um caminho para que você consiga começar do jeito certo e escalar ao infinito e além. >> Boa, boa, cara. E deixa comigo, tá? Eh, eu tava falando aqui para ela, né, Pessoal, que, cara, eu já gravei 120 episódios, então eu sou snior nesse negócio do do
podcast. No começo era mais boca mole, mas agora eu tô tô um pouco mais mais ligado. >> Mas, cara, eh, eu queria que tu se apresentasse, tá, brevemente paraas pessoas que não te conhecem e que estão vendo a gente aí em casa. Aí conta um pouco do pessoal, eh, quem que tu é, o que que tu faz, qual que é o teu negócio hoje, aliás, quais são os teus negócios Hoje, né? Como é que funciona? Só pra gente começar. Sim. >> Então, eu sou a Roberta Santos, 31 anos já. E eu souho de 25. >>
Ai, obrigada. Eu botox. Eu sou considerada um dinossauro no digital por já estar há uns 10 anos nesse mercado. Já fiz de tudo um pouco. Eh, fui mentora, professora, formadora de copywritters por mais de 4 anos. E ao longo desses anos, eu seguia fazendo coproduções, escalando negócios, Começando negócios do zero. E ao longo dessa jornada eu fui encontrando problemas e também soluções que se transformaram em negócios que nos renderam múltiplos oito dígitos. Eh, conseguimos, eu e meu sócio Luiz Santos vender parte de três empresas, duas de software e outra de educação. E a gente fez
o impossível, que é escalar o que não é escalável e vender o que não era desejável. Então eu acho que vai ser um papo bem bacana contar essa jornada, Porque já passei de professora de inglês que vendia Rais a hora para faturar alguns milhões por mês. Então >> é uma jornada >> com vários altos e baixos. >> Sim, cara. É, eu te conhecia, tá, quando tu tu ainda atuava como mentora de copywritters e é possível que quem tá vendo a gente aqui em casa, talvez e sei lá, conheça aqui a Roberta, pessoal dessa época. E
daí agora tu fez essa mudança onde tu não tá mais falando Sobre isso necessariamente, formar copywritters, apesar de que copywriting, acredito, né, que ainda deve ser uma coisa integral aí na tua na tua rotina >> para sempre. >> Sim. E cara, por que que tu fez isso, tá? Por que que tu mudou? E e que e que dica que tu dá pro pessoal que tá em casa que eventualmente a pessoa eh ou ela queira mudar ou ou ela não sabe que ela tem que mudar, mas ela deveria mudar em primeiro lugar. Aí se Tu se
tu puder falar um pouco mais sobre isso. >> Claro, eu gosto muito do termo escala e escala o infinity eu gosto ainda mais. E depois de formar mais de 7.000 1000 copyriters com programas de alto ticket de 3 a R$ 5.000, eu percebi que existia um teto tanto na questão de pessoas que eu podia atingir, quanto de resultados que eu poderia gerar. Então, um colaborador, um copywriter que vai prestar serviços, ele geralmente vai Ganhar eh uma certa faixa de renda mensal que vai até os seus 10, 15.000 1000 fixo no máximo. Eh, alguns já vi
receber 20, mas os que vão ganhar mais são os que vão ganhar comissão, né, e geralmente criar os seus próprios negócios e ter os seus infoprodutos. >> Uhum. >> Então eu percebi que eu queria mais, né? Eu queria mais LTV. Para quem não sabe, é Lifetime Value, é o tempo de vida do cliente na sua empresa comprando de Você. E eu percebi que a gente tava pecando nisso. A gente não conseguiria aumentar a nossa margem de lucro dessa forma. E embora o faturamento fosse multimilionário, eu via que existia essa barreira, principalmente porque quando começou essa
questão de IA, a gente chegou a desenvolver um outro software que você não sabe ainda, que é o arsenal de copywriting. E esse software ajuda os copywriters ou quem também é empresário a ter basicamente todas as munições para Vencer a guerra de atenção que é a internet. Então você usa essa metodologia para poder criar toda a sua campanha por completo. E a barreira que eu enfrentava é que o copyrider tava muito bem treinado, mas ele chegava nas empresas e as empresas não estavam bem treinadas para receber o copywriter. Ela não tinha processos, não tinha uma
metodologia, uma forma de fazer as coisas e até o copywriter se posicionar e apresentar uma ferramenta pra equipe. A gente enfrentou bastante barreira nisso. Então eu entendi que eu precisava falar com quem queria mais, tanto os copywriters que querem ter outras coisas além de prestação de serviço, né, como uma consultoria que também não deixa de ser serviço, mas é é um pouco mais escalável, uma mentoria, um produto digital, enfim, formar concorrentes, né, mas também outras pessoas que querem aplicar o seu conhecimento no digital para ter essa liberdade geográfica de Tempo, de dinheiro. Então, eh, ao
longo desses últimos 7 anos, mais ou menos, a gente trabalhou com todos os tipos de produtos digitais possíveis. E eu acredito que com as inteligências artificiais isso facilitou muito a vida das pessoas, eh, diminuiu muito a barreira de entrada por conta dessas facilitações. Então, eu não vejo outro caminho a não ser ajudar essas pessoas a chegarem nesses faturamentos milionários, eh, trabalhando às vezes Menos, com mais liberdade, com mais propósito, transformando mais vidas. Então, foi isso que aconteceu. E, e essa é a parte romântica, né? Tem também a parte da vida real que vai nos atropelando.
Então, nesse processo de formar copyright, a gente fazia lançamentos e tinha alguns desafios com ferramentas. Então, a gente finalizava a live, fazia vendas, tudo maravilhoso. Aí tava assistindo um filme, tinha que parar meia-noite para fazer troca de Nome de grupo, mandar mensagem e enviar link, não sei o qu. e tinha que ter muito ser humano para fazer isso. E a gente identificou esse gap no mercado de ferramentas boas para criação de grupos para WhatsApp, automatização de mensagens, troca de imagens, enfim, tudo isso. E aí surgiu o Send Flow, que acabou tendo sucesso até que rápido,
né, que é a nossa ferramenta de automações de mensagens e tal. E eu acabei desacelerando um pouco Também por conta disso. E aí eu tive esse tempo para refletir e entender o que eu faria que me traria não só dinheiro, mas também felicidade, né? Porque agora eu poderia pensar nisso. >> Antes eu tava desesperada por dinheiro e hoje eu posso fazer coisas por propósito, né? >> Uhum. Uhum. Deixa eu ver se eu entendi então. Tá. Eu gosto de repetir porque daí eu garanto que que eu entendi o que a pessoa tá falando. >> Uhum. E
tu que tá em casa, eu sei que tu também gosta, tá? Que eu vejo nos comentários, volta e meio, vocês falam aí que que que é legal repetir. Mas basicamente então tu trocou de nicho, tu parou de falar para para quem queria ser copyright, formar copyright, trocou a tua audiência, porque número um, tu viu que tinha que a tua audiência era limitada em termos de LTV e aí tu falou: "Cara, essa outra galera aqui eles querem mais, eles vão crescer mais, Eu consigo ajudar mais eles e consequentemente cobra mais por isso". Meu negócio vai faturar
mais. Esse foi o motivo número um. O motivo número dois daí foi que organicamente conforme tu tu foi se desenvolvendo no no teu negócio, foram surgindo outras oportunidades de negócio, eh, em modelos diferentes, até como modelo de software, e daí a partir disso, tu resolveu aproveitar também essas outras oportunidades, tá correto Que eu falei? Não, >> exatamente. >> Tá. E eh o LTV, né, também a margem de lucro. E acho que é basicamente isso. >> Sim, cara. Eh, tem uma analogia, tá? Tu conhece o Henrique da Brex? Já eu falar? >> Acho que não. >>
Não conhece assim, ó, da nossa geração, tá? Pô, tu tem 31? Eu também tenho 31. A gente poderia ter sido tipo amigo de colégio, sabe? >> Aí e ia ter um outro amigozinho nosso ali. Ah, o Artur também, tá? E vai aparecer o podcast do Artur Rivas também na tela, pessoal. Mas cara, da dessa safra aí que nasceu em 94, eu acho que o Henrique, na real ele é mais novo. Acho que ele é de 96, mas essa galera aí. >> Hum. >> Ele é para mim acho que o top um, cara, ele ele e
o Pedro. >> Ele é dono da Brex. A Brex é uma empresa Que vale 60 bilhões de reais. Ele é desses que vai lá pro Vale do Silício e daí pega dinheiro, sabe? Não sei o quê, escala empresas, sabe? esses guri meu gênio. >> Uhum. >> E daí ele ele é muito legal. Eu nunca conversei com ele, só conversei com o Anderson da da Lut. Ó, Anderson, olha que legal, fazendo propaganda para ti. >> E ele tem uma analogia que ele que é muito interessante, cara, que é o Seguinte. Ele fala assim: "Cara, quando quando
eh o empreendedorismo ele é muito ligado, ele parece muito com o surf. Se tu vai surfar, qual que é a coisa mais importante? É ter a onda em primeiro lugar. Eh, se tem uma onda muito boa e tu tem um surfista mais ou menos, tu ainda vai surfar. e enfim, vai vai pegar uma uma vai vai conseguir surfar. Caso não tenha onda, esquece, tu pode ser o Kelly Slater aqui, o Medina, que não, tu não Tem como se falar porque não tem onda em primeiro lugar. >> Uhum. >> E aí, qual que é a onda
que eh que a gente fala? Cara, é o mercado. Se tá no mercado errado, que não não tem não existe mercado em primeiro lugar, não tem como vender >> Uhum. >> Aí, eh, as pessoas elas basicamente não vão conseguir ter resultado nenhum. Por outro lado, né, se tu tem um mercado Excepcionalmente bom, se tu tem, sei lá, uma barraca de cachorro quente na saída ali do jogo do Havaí, não sei se gosta de futebol, mas o Avaí é aqui de Floripa, boravaí. >> A gente é série B, né? Mas enfim, >> mas aí se tu
for ali no estádio do Avaí com a barraca de cachorro quente, cara, pode ter a pior cópia do mundo, pior o pior cachorro quente, o pessoal vai sair morrendo de fome e vai comprar. Então essa decisão aqui, cara, que tu Tomou, a decisão de escolher qual mercado tu vai atuar, eu acho que foi uma das decisões mais críticas do do eu não sei se foi tanto, tá? mas uma das mais importantes do teu negócio, porque isso aí define tudo o que tu vai fazer, define toda a tua margem de crescimento. Aí eu queria te perguntar
o seguinte, eh, que critérios que tu acha que as pessoas elas devem usar eh para fazer para para escolher esse mercado em primeiro lugar, para tu definir o que Fazer em primeiro lugar? Tu citou o LTV margem de lucro, o que eu acho interessante. Eu adicionaria aí também o quanto que tu consegue ajudar a pessoa, porque se tu consegue ajudar a pessoa que, sei lá, a criar um negócio que fature R$ 1.000 por mês, talvez tu consiga cobrar ali R$ 100, mas tu tem a capacidade de de ajudar a pessoa a criar um negócio que
pode faturar 1 bilhão por mês, aí talvez tu consiga cobrar 1 milhão por mês. >> Calma, gente, não cheguei ainda no bilhão, tá? Eu também não. Calma. >> Eu também não tô nessa aí, não. É, >> mas estamos aqui para escalar infinita ali, né? >> Mas eu achei, eu achei muito interessante o fato de tu, de tu ser expert lá formar copyright, agora tem um grupo de empresa, tecnologia, não sei o que e tal. E daí, eh, o o que que tu indica pra pessoa que ela quer escolher o nicho correto ali para ela? Tem
tem Algum alguma técnica assim que tu usa ou usou? Eu acho que as suas ações, as suas ações têm que estar de acordo com as suas ambições. Então não adianta você mentalizar e falar: "Quero ser milionário e e trabalhar vendendo cachorro quente", né? O seu nível de escala nunca vai ser tão grande quanto a de criação de um infoproduto, por exemplo. >> Uhum. >> A não ser que você crie uma rede de, né, Cachorros quentes ao redor do mundo, enfim. Mas você precisa primeiro entender o que que você tá disposto a fazer, o que você
aguenta fazer, o que você quer fazer. Então, eh, eu entendi que eu era cópia prestadora de serviço, ganhava meus múltiplos seis dígitos, até ajudava experts a fazerem sete dígitos, mas eu ainda não tinha isso no meu bolso. Então, o que me cabia naquele momento era ensinar o que eu era boa, que era copywriting. A partir do momento que eu fui me desenvolvendo em outras áreas, eu comecei a me sentir egoísta. até de não compartilhar isso com outras pessoas. Eh, eu sei bastante sobre não só a criação de produtos digitais, mas de metodologias de entrega, de
ofertas, enfim, coisas que vão além de prestação de serviço de cópia. Então, eu tava até desto sendo eh a persona, sabe, que as pessoas olham e falam: "Cara, eu quero sair uma COP que nem ela". Porque eu já tinha mudado muito, né? já tinha eh já eh não mencionei ainda, mas a gente é sócio de um instituto de psicologia e logoterapia também. Então o instituto tava crescendo muito, a gente desenvolveu até uma pós-graduação, então assim, o negócio começou a ficar muito mais sério e e eu acho que isso tem que vir de cada um assim,
até que ponto você consegue ir, até que ponto você foi quem leu até a página 10 consegue ajudar quem leu até A página nove. Então, se você, por exemplo, é um médico especialista em cirurgia do coração, vamos supor, você consegue ajudar outros médicos especialistas em cirurgia do coração. A partir do momento que você consegue fazer isso em escala e consegue ganhar muito dinheiro com isso, você passa a não ser só um cirurgião que ajuda outros cirurgiões a fazerem melhores cirurgias, mas também a escalar o seu negócio de de medicina, né? Ter Fazer mais coisas que
agreguem mais valor e você ganha mais dinheiro. Então eu acho que você tem que olhar pra sua realidade, ver até que página você leu e quem você consegue ajudar. >> Uhum. E aí é preciso ter muita coragem para mudar, né? Porque eu tinha uma base enorme de clientes, muitos seguidores, >> tem canal no YouTube, lista de e-mails, enfim. E é um público, querendo ou não, diferente, né? Eu cheguei a perder nesses últimos dois anos uns 10.000 Seguidores. >> Uhum. Uhum. >> O que é completamente normal, né? E eu não tava ativamente trabalhando para fazer essa
transição, porque eu tava me descobrindo ainda, querendo entender onde eu me encaixava, porque a gente tinha esses outros negócios de tecnologia e o instituto. E eu tava um pouco tranquila, fazendo dinheiro sem aparecer, digamos assim, mas eu nunca consegui abandonar a minha audiência, Né? Quem decidiu confiar em mim, quem estava ali por mim, né? E pelo que eu podia passar de conhecimento. E eu sempre, eu gosto muito de estudar, a gente tá falando de vários livros aqui, né, em pouco tempo. >> Uhum. E eu segui compartilhando até entender quem eu gostaria de ajudar e como
eu conseguiria ajudar da melhor forma. >> E aí eu cheguei a essa conclusão. Eu acho que olhar pra sua própria história É uma forma de te ajudar a descobrir que nicho você quer trabalhar. E como você falou, a questão da onda. Eu não sou romântica a ponto de falar: "Trabalhe com o que você ame e nunca mais precisará trabalhar na vida". Não, não é assim. Você tem que olhar o mercado, né? Ah, eu quero trabalhar no mercado de enfermagem, tá? Mas tem demanda para isso, né? >> As pessoas estão pagando, >> as pessoas estão pagando
por isso. Faço Uma pesquisa de mercado antes, né? E no meu caso eu fiz. E como essa questão de inteligência artificial é uma coisa muito nova ainda e eu tô sempre na vanguarda, digamos assim, eu vi como uma boa vantagem competitiva que poucas pessoas sabem sobre quem sabe sabe muito pouco >> e estamos descobrindo juntos e eu tô disposta a aprender o que tiver que aprender e ensinar tudo que me der resultado. Então, >> Uhum. Acho que olhando paraa sua história, você consegue identificar quem você consegue ajudar, como você consegue ajudar e olhando pro mercado,
você consegue ver como você coloca dinheiro no seu bolso com isso, né? >> Sim, sim, sem dúvida, sem dúvida. Teve duas coisas na tua fala que me chamaram atenção, tá? Três, na verdade. Primeiro tu falou, tem que ver se está disposto, então tem que escolher o o o tipo de Esforço que tu quer ter e executar. E claro, né, se tu quer ter resultados extraordinários, as suas ações têm que ter extraord tem que ser também extraordinárias. Eh, o segundo, a segunda coisa que tu falou que me chamou atenção, que eu queria frisar pro pessoal de
casa, é que tu falou que tem que ver se tu aguenta fazer, porque de fato >> e por um longo tempo, né? Porque não é sobre um sprint, é sobre uma maratona, Né? >> Exatamente. Exatamente. Exat exatamente. Esse é o ponto. O quanto tu aguenta fazer aquilo ali por por um grande período de tempo, cara? Como a gente tava falando no almoço, os melhores benefícios da vida, pessoal, eles vêm através do efeito composto. Investir uma semana é legal, deixa o teu patrimônio aí investido por 10 anos. Ele vai ser muito maior do que por uma
semana. Obviamente isso vale para tudo, Academia, etc. E principalmente os negócios. >> Sim. >> Então, eh, pô, o Veturb agora esse ano a gente tá eh, tipo, no em janeiro desse ano, a gente lucrou, sei lá, tipo, uns 30% do do ano passado, sabe? Isso daí num mês só. e e continuamos crescendo. Então, geralmente tem um cálculo, tá, que fala assim que uma empresa que tem valuation, ela dá 80% do lucro da vida dela no último ano de de vida antes do IPO. Tem um cálculo assim, tá? >> Que enfim, pessoal, vocês vocês pesquisem aí,
mandos. >> Eu acho que vale explicar pra galera o que que é IPO, talvez, né? >> É, IPO é o inicial public, é quando a gente vai abrir as ações da empresa pro público. Mas enfim, tem tem esse cálculo aí, tal. O ponto é, cara, o quanto que tu aguenta fazer, mas sabe qual, qual que é a parada mais tensa, velho? Isso aí vale para tudo na vida, tá? Para tudo Que tu falou. Eu acho que o pessoal de casa se bobear isso aqui é uma das coisas, aliás, é um um conceito bobinho, né? Mas
é tão importante que a parte da coragem, velho. E eu não sei tu na tua vida, tá? Mas eu sei que eu na minha vida, tem áreas da minha vida que me falta coragem, que eu deveria ter tomado ações que eu não tomei e por ter medo. Outras áreas da minha vida, eu sou muito muito de boa, muito suave, mas tem tanta gente e o Cara sobe a montanha e ele chega no lugar. Só que para ele subir o resto da montanha, ele vai ter que descer de novo e aprender uma um novo negócio para
subir completamente. Foi exatamente o que aconteceu contigo. >> E isso daí, cara, é uma coisa que é admirável. Sabe quem que fez isso também? Will Elon Musk, ele fez o Zipu, que era uma empresa dele, vendeu, aí fez o PayPal, vendeu, aí pegou de todo o dinheiro do PayPal e botou na Tesla, na SpaceX e na Solar City, que as três empresas. Então ele sempre tá se reinventando e não tem medo de errar, não tem medo de de começar do zero. E cara, isso é complicadíssimo, tá? Se eu fosse seguir esse conselho de maneira super
sincera, eu já teria fechado o Veturb e teria feito plataforma de pagamentos, >> porque dá muito mais dinheiro. Mas o mesmo cliente, mas cara, lá na Hotmart, um cliente que fatura R$ 10.000, quanto É que eles vão pagar para Hotmart? R$ 1.000. E aí jogando baixo, tá? Porque vai ter a taxa, >> tá? Porque tem a questão do juro, >> tem juros, tem tem o próprio float da grana que fica lá parado, tem todo um rolê. >> Aí, beleza, para mim é R$ 97. Aí, [ __ ] Aí, tipo, eles vão ganhar 10 vezes mais
do que eu. E se se o cliente faturar 50.000, ele ainda vai pagar para mim por volta de R$ 97. E para Hotmart vai 6.000 Aí, digamos. Então, o modelo de negócio por si só, ele é muito mais importante do que tudo que tu fizer. Cara, o nível de execução que a gente tem no Veturbo, eu não sei se tu sabe, tá? Mas a gente tem clientes no mundo inteiro, tem clientes russos, romenos, americanos, canadenses, italianos, eh, bastante romeno, na verdade. E eu não sabia que ia crescer tanto assim. Foi meio que uma surpresa e
mesmo assim, tá, mesmo assim eu eu não o Veturb não se compara com Uma KFI da vida, entendeu? Uma Hotmart, uma cart panda. Então, por que que eu fiz a escolha do modelo de negócio errado? Que beleza, tem meus piores. >> Não, às vezes eh é aquilo que eu falei, tem que ver também a sua jornada. Às vezes você não tem noal e você poderia se quebrar lindo. >> Poderia, poderia, >> né? Então, >> não, mas eu acho que eu conseguiria, tá, >> né? >> Porque acho que sim. >> E por que que você não
fez? Por que que você não faz, então? Eu acho que hoje ainda é uma aposta melhor o Veturb, tá? Não é 100% o cálculo, tipo, não tá ah milimetricamente calculado ali. Eu acho que pela situação do mercado, pelas coisas que eu sei fazer, pelo efeito composto que eu já construí, eu acho que o vetor B é superior, por isso que eu ainda aposto. Mas se eu falar para ti que no começo, tá, B, sei lá, dois anos Atrás aí e que eu vi a situação no mercado e eu via os competidores e entrando no mercado
do Brasil e e pô, e eu via meus amigos com plataforma de pagamento que, sei lá, tinha 10 vezes menos cliente, mas faltando a mesma coisa. Falav: "Mano, o que que eu tô fazendo?", tá ligado? Mas aí você tá olhando só pros cases de sucesso e achando que essa é a regra, porque eu já estive em masterminds em que a pessoa falou: "O meu negócio faturava milhões Por mês". E eu tirei o foco porque me falaram que o negócio era ter plataforma de pagamento. Eu fiz e eu me lasquei. A dívida que eu fiquei me
levou anos para eu me reconstruir novamente. >> Sim. >> Então eu acho que tem tem que olhar pra sua história também, ver se faz sentido, né? você estaria disposto a correr esse risco, a talvez ficar um um tempo sem lucro, enfim, investir, se reinventar? Sem dúv >> talvez, talvez não. >> Dúvida, no meu caso, tá, eu acho que eu teria fit, porque eu acho que eu ainda consigo resolver, mas isso que tu falou, sem dúvida alguma, eh tem tem o o chamado product, né, o fit do produto e mercado para ver se ele vende. Só
que tem um novo agora que é o Product Founder Fit. >> Uhum. Então o próprio fundador ele tem que ter ter um certo fit ali com o negócio. E cara, eu tenho muito fit com Isso aqui, tá? Porque da mesma maneira como tu falou, fiz, >> eu percebo e por isso que eu acho que você não fez a escolha errada assim. Acho que tem muito para crescer ainda. Você tá no caminho certo. >> Eu fiz a escolha menos certa, tá? Se eu tivesse feito se eu tivesse feito a carta de panda, Lucas, nossa, eu ia
tá bem demais. Aí tu, tu ia ter vindo para cá de jato, entendeu? Não ia ter vindo de avião. >> Ah, pegou mal agora. É, então aí tu ia, o pessoal lá ia te pegar lá num sei lá, não sei nem o que que que o carro que ia aparecer lá. >> Mas o que te garante que não vai acontecer isso muito em breve? Você tá alcançando o mundo já, >> cara? Se Deus quiser. >> Então, >> Deus te ouça. >> Você, você trabalha, faz sua parte também. >> Tô fazendo. Mas eh, mas enfim, eu
queria citar esse negócio da coragem, tá? Porque, cara, se tu e aí que tá em casa, tu tu tá faltando coragem, mano, acho que é muito importante tu ter, sabe? Não só para negócios, cara. Vamos dizer que, sei lá, tu tá num relacionamento que não é bom para ti e tu sabe que não é bom tu tá empurrando com a barriga. Isso é uma coisa que acontece, cara. Será que não falta aquela coragem, entendeu? Para tu Dar aquele próximo passo ou tu tá num emprego que tu não gosta do emprego, sei lá, tu CLT. Aí,
pô, a Roberta aqui, por exemplo, ela tá tá ensinando agora a o pessoal a criar produtos digitais. Será que não tem que ter coragem para criar o teu próprio negócio, usar esse podcast aqui para fazer alguma coisa dessas? Eu acho que, cara, que isso é muito importante. Assim, eu pelo menos já sofri muito por falta de coragem na minha vida. Aí, por isso que eu quis Frisar isso pro pessoal. Mas, cara, maravilha. Eh, voltando pra nossa historinha ali, tá? Eu tinha mais uma pergunta para para fazer para ti antes da gente falar sobre criar infoprodutos
de fato, eh, que que ainda é sobre esse negócio de de decisão, tá? decisão macro, decisão estratégica, que sinceramente eu acho que é a coisa que os empresários e mais deveriam fazer de maneira correta, porque cara, se tá com a estratégia Correta, mesmo executando ali, sei lá, ruim ou médio, tu ainda vai chegar uma hora ou outra. >> Uhum. >> Se se a estratégia tá errada, é pior, porque tu vai ter que voltar, entendeu? Aí, enfim, hoje, tá, qual que é a minha visão? A minha visão é que vale mais a pena a gente ter
um negócio só, não ter vários negócios, porque eu consigo focar 100% no negócio. Eu, se, se tem um competidor que ele tá focado 100% no negócio e eu só dou 50% da atenção pro meu negócio, ele vai dar 100%, eu vou dar 50. Então, a a tendência é ele ter essa vantagem em cima de mim. Eh, e o e outra coisa também, né, que falando só da parte financeira, sem sem falar de proposta, felicidade, pô, um negócio só muito bem feito, uma Hotmart, ele vale muito mais do que vários pequenos negócios. >> Sim. E aí
eu percebi, cara, que na tua história e e tem muita gente que é assim, tá, que vem aqui e tal, eu sempre pergunto isso porque eu acho muito interessante. Tu falou que, cara, eh, eu eu tinha a você ligado que a agência deu de eu montei um software aqui, agora eu sei que tu tens o Unichet, não é esse o nome, que já é outro negócio. E aí já veio um fundo e já comprou um negócio em cima e daí e daí tu falou que tem mais um monte de sócio lá e não sei o
quê. Tem um instituto de psicologia. Aí tem também esse negócio de ensinar a galera. >> Eu posso me explicar? Mano, eu não sou eu não tenho vários clones, eu tenho como explicar. >> É o por que que tu fez isso em primeiro lugar, >> tá? >> E como que funciona esse negócio todo? >> Tá. Primeiro e a questão do Instituto de Psicologia e Logoterapia. Eu a ligado surgiu para ser uma escola De educação e nós fazíamos lançamentos de especialistas porque a gente queria encontrar uma sociedade em que a gente fazia dinheiro sem ambos precisarem aparecer.
Basicamente >> a gente queria ter essa segurança >> e de todas as coproduções que a gente fez, que foram várias, a gente decidiu ficar com essa por questão de fit com especialista mesmo, visão de negócios, eh, fez sentido financeiramente. Só que a gente não precisa tocar esse negócio Há muito tempo, porque eu já formei copywritters, eu já formei estrategistas, eh, a gente já conseguiu montar uma equipe que não depende nem 1% da gente. Então, depois de alguns anos de coprodução, a gente chegou num ponto em que a gente faz parte do conselho. Então, a gente
toma uma ou duas decisões, faz sentido ou não faz sentido e acabou. Então, a gente não toca esse negócio, por isso que ele >> ele funciona bem e a gente não Desperdiça energia nisso, digamos assim. >> Não toca nada, nada, nada. Só essa parte do conselho. >> Só a parte do conselho. Exatamente. A gente >> por curiosidade, tá? Quanto tempo que é por semana ou por mês? Nesse negócio do conselho? >> Vou colocar uma hora por semana. Uhum. >> Então, eh, tem estrategista que toca basicamente tudo, tem copywriter que já tá lá há anos, então
tem uma equipe Muito bem formada. >> Uhum. >> Que tá com a gente há bastante tempo. E aí, por isso o Luí, meu sócio que não lança mais os meus infoprodutos, tem total foco tanto no Send Flow quanto no Unichet. Então, o Sandy Flow chegou num momento em que, entre aspas, não dependia mais tanto dele, já tava muito bem desenvolvido e tal, com equipe. Aí ele foi colocar energia no Unichet, mas a o Unichet ele veio para aumentar o LTV Do Send Flow, então não é um negócio completamente diferente. Os clientes Sandflow vão por Unichet.
Então a gente tem como cliente hoje Erico Rocha, Pedro Sobral, Wendel Carvalho, Empíricos, Boca Rosa, enfim, os maiores nomes que já confiam na gente e vão para esse próximo negócio sem que a gente precise trabalhar loucamente para isso. Então a gente sempre pensa em negócios que fazem sentido um pro outro. >> Uhum. E eu já não tenho mais função Nenhuma nessa, nem no Sandy Flow, nem no Inchest, porque também tem copywriter que tá lá, que tá comigo há muitos anos e que foi para lá. Alguns copywriters subiram até e viraram e gestor de marketing, gestor
de produto. Então assim, a gente tem pessoas bem siiors e eu não, eu não, eu eu sou completamente dispensável lá e eu comecei a me sentir uma completa inútil. Meu Deus, eu cheguei num momento que eu falei, tá, que que que eu vou fazer agora, né? não É inteligente. Se eu colocar a minha energia, eh, que já valeu muito na minha hora, já valeu muito, aqui eu vou perder dinheiro, sendo que já tem pessoas capacitadas para fazer isso. Então, agora, nesse momento, depois de >> mais de 3 anos que a gente tá no mercado, eh,
né, como software, que eu falei agora eu posso encontrar um coprodutor para me ajudar a tocar isso, que não vai ser mais o Luiz, então a coisa mudou. >> Uhum. Então eu vou focar só nisso. O Luís vai focar no softwares e a questão da você ligado que tem o instituto já tá redondo, não depende da gente. Então >> é por isso que a gente consegue, porque eu também acredito muito em focar numa única coisa. Então o Luiz tá 100% no softwares e isso toma todas as horas da vida dele, assim, não é não stop,
não para. >> Eu sei bem como é. É, então é sábado, domingo, feriado, meia-noite, 1 hora da Manhã, então >> ele tá bem focado nisso. >> O instituto já não nos dá trabalho e eu agora tô caçando puga para me coçar >> por questão de propósito. Assim, eu parei para pensar no que eu gostaria de fazer. Eu comecei a ler os depoimentos dos alunos. Eu comecei a ficar, meu Deus, parece que eu eu nasci com essa vocação de ensinar, de mentorar, de passar o meu conhecimento pra frente e tava me incomodando muito estar Aprendendo muita
coisa, estar em muitos masterminds e não estar ajudando outras pessoas com esse conhecimento. Então, por isso que agora eu decidi focar nisso, né? Mas antes a gente tava realmente querendo consolidar os negócios para aí sim poder escolher outras coisas. E a gente tem o intuito de vender a Sandy Flow. Nichet ainda não, porque é um bebê e tem muito potencial. >> A gente quer sim vender 100% de flow. E Aí a gente vai sempre se reinventar e buscar outras coisas para fazer assim, sempre o próximo passo. >> Uhum. Bom, eu também venderia o Veturb. Pagando
bem aí, pessoal, >> abertos para ofertas. >> É, quem quiser oferecer alguma coisa aí. Eh, cara, duas perguntas só sobre isso aí que tu falou. A primeira pergunta que tu disse que tu começou a se sentir um pouco inútil Porque tu meio que saiu ali da operação, as pessoas faziam tudo e tem gente, no entanto, que que é o contrário, aliás, que que a pessoa ela ela se sente inútil também, caso ela quando quando ela fica um pouco de fora, mas tem gestores que eles ficam eles têm uma certa arrogância de achar que eles são
extremamente necessários na operação E eles voluntariamente não querem sair de lá porque eles meio que sentem: "Ah, não, Olha só, todo mundo precisa de mim, tudo passa aqui" e tal. E cara, isso eu não sei se é uma coisa inconsciente que as pessoas têm. >> Eu sofri com isso no começo. >> Conta para mim o o como que era o teu, como que isso funcionava para ti, como que tu venceu isso. >> Nossa, com o negócio de COP era horrível, porque eu fazia alguns dígitos já interessantes, prestando serviço de cópia. Eu ficava Assim, se eu
escalar isso aqui, eu vou ter que abrir mão do que eu ganho, não quero. E aí eu comecei a ensinar e aí comecei a ver que precisava contratar pessoas e eu ficava com aquela mão de vaca, não, mas a pessoa não vai fazer tão bem quanto eu, né? designer, nunca tive problema de delegar, gestor de tráfego nunca tive problema, mas quando começou time comercial, suporte, que já não era mais eu que respondia as coisas e vendia, quando começou a ter que Contratar copywriter para dar conta de demandas que eu não conseguia mais, por exemplo, eu
fazia a campanha inteira, mas aí tinham alguns fluxos de e-mails, por exemplo, para aluno que eu já não dava mais conta, suporte, essas coisas. Eu era muito centralizador, eu atrapalhei muito o negócio no começo. Eu queria tanto ser a COP quanto a gestora. A gente teve diversos conflitos, eu e meu sócio, por conta disso. E eu achava que por ser copy senior, eu Não conseguiria encontrar uma pessoa que faria o que eu faria, porque se ela soubesse, ela tá fazendo dela, não o meu. Então ficava eu que tenho que fazer toda a minha cópia e
aí eu me atolava e eh eu atrapalhei bastante o negócio no começo até entender que a triste realidade é que todo mundo é substituível. A gente não é um gênio. A gente só aprendeu a fazer as coisas de um jeito. E se a gente tiver a capacidade de passar isso pro outro, aí Sim mora a genialidade. Então é o Luís insistiu muito eh em em colocar essa crença em mim de que eu vou ser a a melhor opção pro meu negócio, vocêou a parte mais lucrativa pro meu negócio quando eu conseguir passar o meu conhecimento
para outras pessoas e elas conseguirem fazer o que eu faço. Então eu comecei a criar métodos, playbooks, checklists, estrutura, eh, processo, tudo para que eu fosse substituível. E aí eu fui Lidando com o meu ego. Ele Ryan Holiday, recomendo. Ego é seu inimigo, ajuda quem tá passando por esse processo. >> Boa, Thagão. Coloca aí na tela o livro aí. >> É fenomenal, porque me ajudou. Eu li, relia e reli esse livro, porque eu ficava assim, que que eu vou fazer se eu não vou fazer o que eu sou boa fazendo, eu não vou melhorar nessa
coisa que eu sou boa fazendo, enfim. >> Uhum. >> Até que o momento que eu tive que delegar, por exemplo, eh, tira plantão de dúvidas nos meus treinamentos, revisão de COP que eu fazia e aí quando escalou eu precisei pegar os meus alunos para que eles fossem os mentores, eu comecei a falar: "Gente, eu sou substituível, é, é isso, não tenho o que fazer". E hoje eu vejo que até a questão de eu falava não, porque a minha imagem vende e aí no centro flor chat a gente contrata atores, eu não, eu não gravo Nada.
Então assim, todo mundo é substituível, lide com seu ego que você vai ser muito mais rico e mais feliz. Hoje eu passei com a minha cachorra 10 horas da manhã, enfim, minha vida é muito melhor do que quando eu ficava sem largar o osso, né? Querendo fazer tudo e microgerenciar tudo, né? o tráfego tá indo bem, o e-mail foi disparado, certo? Isso e aquilo. E aí eu ficava maluca até entender que >> Uhum. >> infelizmente todos somos substituíveis. >> É. Ou ou ou felizmente, né? >> Ou felizmente, né? >> É, felizmente. Eu eu qu Nossa,
eu queria muito ser eu queria muito me substituir, pessoal, pessoal que fala do podcast aí, não aguento mais olhar a cara do Anderson ali. Aí é ele fica rindo ali, ó. >> Às vezes é uma crença sua que você não pode, né? Pode ser que você possa e você acredita que não. >> Assim, ó. não viola as leis da física. Então, sem dúvida alguma é possível. >> Uhum. >> Aí >> às vezes você contrata um super comunicador que entretém a galera e tal, >> ó, quem quiser aí, ó, se tu for um desses caras aí,
cara, manda lá o chat do YouTube para falar que tu quer ser host aqui do podcast e vamos conversar. Mas eu ainda não achei, cara. Mas sei lá, uma parte de mim também gosta um Pouco de conversar com as pessoas, sabe? >> Exatamente. Você tem que ver qual que é o seu 8020, né? O que que você não consegue delegar. >> O o complicado é que às vezes cansa, sabe? Daí, [ __ ] agora tu é a primeira, tá? Mas eu vou gravar amanhã, depois de amanhã e daí eu vou gravar segunda e terça. Aí
eu viajo, eu volto, já vai ter mais duas semanas de gravação também. Daí eu só vou parar de gravar lá pro dia, acho que 6 de novembro, tá? É, né, Anderson? Não sei por aí, né? É, tô falando sério. Daí, tipo, é uma coisa meio meio maluca assim e daí daí eu não gosto tanto. Até dá um negócio na na garganta assim. >> É, imagina. >> É, mas cara, que legal que tu falou do Ryan Holiday. Tu sabe quem é o Marco Aurélio >> do de filosofia? É sim. >> Ele é o imperador romano. Sim.
>> É. Ele tem o livro Meditations. Meditations. >> Eu tenho esse livro. >> É bom, né? >> É muito bom, >> pessoal. Ó, vai aparecer aí na tela. Outra coisa, tu pode mandar aparecer na tela também o que tu quiser, tá? >> Ai, que show. >> É tu, tu que comanda aqui no podcast aí. >> Vou vou falar para aparecer coisa na tela. Esperem. >> É, ó. Coloca aí, pessoal, na tela aí o livro Arsenal de Copy, tá? Da Roberta. Vai aparecer aí na tela. >> Arsenal de copywriting com H. >> Arsenal de copywriting da
H1. Aitura lá. >> É um manual para você usar. Toda vez que você for escrever uma cópia, você vai abrir e você vai pegar todos aqueles conceitos, aplicar, você vai escrever anúncio, você vai escrever página, você vai escrever um monte de coisas, vai te dar ideias. E de quebra eu ainda falo um Pouquinho de ah, um pouquinho da minha visão pro futuro. E se você tem interesse em ser copywriter, eu também falo um pouquinho sobre as possibilidades de como fazer dinheiro com isso e tudo mais. Bem interessante. >> Boa, boa. Eh, cara, eu tenho mais
uma perguntinha que eu que eu sobre eh o que a gente tava falando ali e tal, do que que tu faz hoje que e que depois a gente vai começar a falar sobre os infoprodutos, tá? Porque eu tô bem Curioso falar disso daí. Eu nem vou falar de software não, tá? Porque eu acho que que nem é o tema aqui do podcast. Mas pessoal, caso vocês queiram aí, tá, que eu traga >> pessoas de software, porque a Roberta aqui tem 300 coisas, dá para falar de de tudo, né? Mas caso vocês queiram alguém de software,
comenta aqui embaixo o software ou sei lá, faz alguma coisa. que daí e eu vou vou ler o teu feedback e daí eu posso começar a trazer aqui. >> Eu acho que é loucura se o pessoal não quiser, porque a taxa de abertura de meio tá entre 10 e no máximo 20% e taxa de abertura de WhatsApp de 80 a 100%. Então assim, automações para WhatsApp são o futuro e Instagram também >> que você manda uma palavra-chave e tá tudo automatizado e você não precisa ficar falando no um a um no direct. Enfim, eu vejo
isso como também o futuro >> e não só isso, mas vai ter isso com IA. >> Ah, temos IA também, como é suporte, Vendas, tudo. >> Isso é muito doido, cara. Eu tenho que botar um negócio desse no Vetub também, só que eu ainda não não conseguia e parar para fazer. Mas, cara, a última perguntinha antes de eu falar de infoproduto, tá? que eu queria falar sobre isso depois, mas, pô, tu falou que eh tu começou a analisar que ah eu eu não tinha não tava tão alinhado no meu propósito eu ficar dentro das minhas
empresas aqui de software, fazendo as Coisas que eu tava fazendo, apesar de tu tá meio que vivendo aquilo que, pelo que eu entendi, era o que tu queria em primeiro lugar, que cara não aparecer e tal, ganhar uma grana assim, >> e aí tu acabou fazendo essa essa mudança aí, onde tu agora ensina pessoas a pegar seu conteúdo. tudo e criar produtos infrutos, monetizar isso, ganhar dinheiro na internet. Eh, só que tu só fez isso depois de tu ganhar dinheiro, né? >> Sim. >> Eu recomendo pras pessoas fazer o seguinte, cara. Primeiro tu sofre e
tu ganha dinheiro e depois >> presta serviço, que é o que você tem, é pega, aprende uma habilidade e faz dinheiro, né? Você não vai começar criando um negócio com custos, né? >> Exatamente. E só depois disso, depois que tu botou uma boa grana no bolso. >> E o que que é uma boa grana, cara? é uma boa grana para para ti, para aquilo que Tu acredita que é uma coisa que eh que bom, seja mais assim, um ano de vida baseado na sua renda mensal de hoje, no quanto você gasta hoje, né? Um ano
de vida eu acho que dá bastante segurança, >> pô. Eu eu eu sou mais conservador. >> É, >> cara, tu vai rir da minha cara, mano. Mas eu recomendo ter uns 2 milhões de dólares, tá? É tipo para depois tu pensar em propósito assim. Eu gosto, eu falo, ó, sofre aí, porque, cara, pelo Menos para mim essa parada digital, eu tô falando assim, mas é porque hoje eu posso escolher por conta dos softwares que a gente tem que tão nesse potencial aí do de de mais de 2000. Então, hoje eu posso escolher por esse motivo,
mas se eu ainda tivesse sem esses dois softwares, eu também estaria pensando mais em dinheiro do que em propósito, para ser bem sincera. Então tu concorda com comigo quando eu digo, cara, foca 100% em dinheiro, uma Vez que tu tem uma grana suficiente para ti, >> com certeza. >> Aí vai para essa parada do propósito. >> Com certeza. >> E aí seja infeliz mesmo, se arruma, se quebra aí. >> Não não é bem infeliz. Eu acho que você encontra sentido no que você está fazendo. Logoterapia sobre isso. É o livro Em Busca do Sentido. Coloca
aí na tela um dos melhores livros que você vai Ler na sua vida. >> Boa. >> Sobre >> já tá por dentro do podcast. Já, já tá, já tá à vontade, Anderson, viu? >> É sobre um psiquiatra que sobreviveu aos campos de concentração enquanto a maioria morria, perdeu filhos, perdeu família e seguiu >> do Víctor Franklin. >> Do Víctor Franklin. >> Ah, tá. Sim, sim. >> Então, eu acho que você encontra sentido no que você tá fazendo. Você não necessariamente vai ser infeliz. Eu não era infeliz quando eu tava fazendo coprodução para balões personalizados. Eu
tava feliz, eu tava entregando o meu melhor, eu tava vendo as transformações que eu gerava. >> Uhum. Eh, já fiz várias coisas, já trabalhei em como vendedora de suplemento em loja de shopping e Encontrei sentido no que eu tava fazendo. Mas aí eu acho que tem um um a mais, né? Depois que você não precisa mais se preocupar com dinheiro, quando você já tem, na sua, entre aspas, mina de ouro, aí beleza, você vai pensar no que você pode fazer que tá tudo bem se não for e te dar todo o dinheiro do mundo, né?
>> Uhum. >> E eu acho também que nem todo mundo tem essa ambição, né? Eu também tenho Ambição em dólar, que a minha meta é 10.000 eh na conta >> 10 milhões. 10.000 milhões de dólar já tem, né, >> de dólares. Dólares, dólares não, reais, né, na conta, eh, que eu acho que vai me dar tranquilidade, mas eu também acho que é uma jornada. >> Nossa, vai tá suave demais >> com 10 milhões de dólar, tranquilinha. >> Essa é minha meta. >> Sim, vai chegar. >> Amém. Eu confirmo. Eh, cara, que interessante esse livro do
do Víctor Franklin aí. Fazia tempo que eu não que eu não ouvi dele. Muito bom. >> Muito bom. >> Eh, imagina então, tá, que quem tá vendo aqui a gente, a pessoa ela não ela não quer focar em propósito e ela quer criar um infopruto na na Internet, tá? Eh, imagina que ela vai fazer uma mentoria contigo. Deixa ela mais clara. Imagina que sou eu, >> tá? >> Qual, qual que é a primeiríssima coisa que essa pessoa ela deve fazer com o objetivo aí de, sei lá, escalar o infopr dela para R$ 100, 200, R$
300.000 eh no mês? >> Primeiro identificar o que você já sabe fazer, que habilidade você já tem, quem Você pode ajudar. >> Uhum. >> Depois fazer um estudo de mercado. Nesse mercado, quem está vendendo coisas parecidas com o que você vai vender, por quanto eles estão vendendo, qual é o que funil que eles usam? que estratégia que eles usam. Você vai estudar esse mercado e você vai ver o que você consegue entregar. Então, eu gosto muito do conceito de MVP, que é o mínimo produto viável. Então, você não começa Contratando um estúdio, indo gravar um
curso e depois começa a criar audiência para depois fazer a oferta. Você começa primeiro ajudando as pessoas mais próximas de vocês. Como é que fala low hanging fruit em português? a maçã mais baixa, maçã mais perto, >> a fruta mais fácil de pegar. >> A fruta mais fácil de pegar. Você não vai escalar a árvore, você vai pegar a fruta que tá mais perto. Então você já >> conhece >> algum negócio que você consegue ajudar, você conhece algum profissional que você consegue ajudar e aí você começa nesse processo de, por exemplo, você pode começar por
uma consultoria que você consegue cobrar um preço mais alto e ajudar de forma mais personalizada. ou então uma mentoria. Se você tem mais contato, você coloca as pessoas num grupo e entrega um formato de mentoria para essas pessoas. Depois que você vê quais foram as dificuldades, Os erros que elas cometeram, as dúvidas e os resultados, aí você transforma aquilo num método. >> Uhum. >> Então, eh, os erros que as pessoas costumam cometer costumam ser os mesmos. elas não cometem erros diferentes. Então você consegue criar um uma estrutura de começo, meio e fim, que aí sim
você vai escalar num formato de infoproduto, vai criar ou um curso ou um curso com entregas de mentoria também, tira Dúvidas, enfim. Ou você vai criar uma comunidade que pode ter entregas mensais, semestrais, enfim. E e aí então você começa a escalar. Primeiro você vai conhecer quem você ajuda. Depois você vai começar a traçar perfis parecidos para que você consiga escalar. Então vou dar o exemplo do meu começo. Eu sabia cop. Era isso que eu tinha de habilidade. >> Uhum. >> Para começar fiz um pequeno lançamento Com as pessoas que já estavam no meu perfil.
Ali eu tinha menos de 10.000 seguidores. Coloquei essas pessoas num grupo de WhatsApp. Eu ofereci um curso online ao vivo com revisões de COP. Então, eu não gravei nada antes. Eu fui entregando as aulas ao vivo, pegando as dúvidas, melhorando e e no meu caso, eu tinha essa questão de revisão de COP que me aproximava dessas pessoas e me fazia entender quais eram as dificuldades, o que elas Entendiam, o que elas não entendiam. E eu cobrava, eu cobrei, acho que o primeiro 397, depois 497. Depois esse produto virou um produto de R$ 5.000, porque ele
já tava com uma estrutura bem robusta, em que eu já tinha toda a estrutura gravada, sabendo o que ia ajudar, o que não ia ajudar, com a questão de plantões ao vivo, com revisões eh mais escaladas que os alunos começaram a fazer depois que eles já tinham passado pelo processo, eles Começavam a fazer para outras pessoas. Então, a partir desse produto, eu já criei um outro produto que eu chamava de mentor mind, que era tipo mentoria com mastermind. Pros que se destacavam, eh, eu já ofereci um produto que custava entre 10 e R$ 15.000 e
aí eu personalizava ainda mais e entregava eh para um grupo menor de pessoas, mas um ticket mais alto. >> Uhum. >> E e assim eu transformei uma habilidade Em um negócio. >> Uhum. E eu acredito que esse seja o caminho ideal, assim, você começa pelo que tá mais próximo. Se você não tem audiência, não tem nada, você vai vender para quem você já conhece. Você vai começar a construção de audiência e o seu produto vem a partir das necessidades das pessoas e não do que você gosta, né? Tem gente que é muito apaixonada, fala: "Ah,
que que você ama fazer? Qual que é a sua paixão?" Eh, e Aí no fim das contas isso não ajuda ninguém. >> Uhum. >> Então, você tem que criar o que vai ajudar as pessoas. Você tem que ser apaixonado por ajudar pessoas. transformar vidas. Aí sim você vai conseguir criar produtos que vão escalar pros seis dígitos, sete dígitos rápido. A gente chegou eh sete dígitos em um ano. Então eu achei que foi bem rápido assim, >> sem dúvida. Tô louco. Rapidíssimo. Super rápido. >> Sendo que eu era eu eu não era ninguém na internet, tá?
>> Uhum. >> Posso pegar água aqui? >> Deve. Ué, água é toda tua aí. >> Legal. >> Essa essa aqui, pessoal, a única água que aumenta a conversão, tá? De quem toma. Olha isso, gente. >> É verdade. É porque, tipo, tu toma essa Água aí, aí tu ajuda o Veturb a crescer, porque tu tá aqui no conteúdo, a gente investe mais no produto, faz aumentar conversão. >> Sabia que na formação eu tinha uma xícara e eu falava que que eu fazia o chá das e a caneca era a caneca das altas conversões e a galera
que era louca pela xícara, >> viu? >> A xícara ajuda também. >> Exatamente. E essa xícara aqui é legal, Né, pessoal? Olha que bonita, >> que foi a Juliana também que fez. Abraço aí pra Ju aí que fez fez as coisas. >> Cara, eu tenho algumas perguntinhas aqui, tá? Uhum. >> Eh, eu eu anotei aqui algumas, mas eu queria que a gente entrasse em mais detalhes nessa parte de da criação do infoproduto. >> Uhum. >> até eventualmente a escala. >> E aí, pelo que eu entendi, a primeira Coisa, tá? A a as três primeiras coisas
ali que tu falou, primeiro é a pessoa vai se perguntar: "Cara, o que que eu sei fazer?" Aí depois ela vai ver o que outras pessoas no mercado elas estão vendendo. >> Uhum. relacionado à aquilo. >> Uhum. >> Para daí depois ela criar o MVP dela, né? >> Uhum. Uhum. >> Tá maravilha. Eh, aliás, tá correto isso aí? >> Corretíssimo. Sim. >> Tá maravilha. É, que bom. Anota correto. Então, >> eh, e cara, por que que uma pessoa tá, eu não sei nem se essa pergunta é uma boa pergunta, mas algo impede de de ser
de ao invés de começar com o que eu sei fazer, só começar com pesquisa de mercado mesmo, ver o que que o mercado tá comprando e aí tu ir atrás de vender Aquilo ali em primeiro lugar ou tu não recomenda isso daí? >> Só que como que eu vou ensinar cirurgiões a fazerem melhor cirurgias se eu não tenho esse conhecimento? Tô falando do mercado de informação. Então você começa com o que você já sabe o que você pode adquirir de habilidade. Por exemplo, não, eu gostei de COP, eu me identifiquei, eu vou comprar um curso
de COP, eu vou ficar bom em COP, eu vou trabalhar com COP, eu recomendo que você Tenha resultados efetivos no que você vai vender. E aí sim você começa a passar esse conhecimento pra frente. Então, eh, se você já teve resultado em alguma área na sua vida, eu tenho certeza que outras pessoas também vão querer ter e elas vão querer encurtar o caminho, elas vão querer saber o que vai fazer elas chegarem lá mais rápido. Então, se você estudou ah psicologia, por exemplo, né, que nem a gente tem o instituto, você pode formar outros Psicólogos,
você pode terapeutas, desculpa, você pode também formar outros psicólogos, você pode, querendo ou não, eh, ter uma faculdade online hoje, não é uma coisa super difícil de fazer. >> Uhum. >> Eh, você pode fazer uma pós-graduação, você pode dar consultoria, você pode fazer eventos, tem inúmeras coisas que você pode fazer. Então é importante você ver o que você já sabe, mas também o que tá sendo entregue e o que tá sendo Procurado, né? Se tem gente ofertando, tem demanda. Uhum. >> Então não adianta eu >> querer falar de psicologia sendo que eu não sou psicóloga,
né? Então >> por isso eu recomendo. E aí, ah, eu não sei nada, não sei nada de nada, tá? Se você aprender a vender, você pode ensinar sobre vendas. >> Uhum. Mas eu sempre recomendo que você tenha resultado naquilo que você vai ensinar, porque senão você vai virar um Charlatão, né? Você tá ensinando o que você não sabe, o que você não fez na sua vida. >> É, não, não, não, não é uma boa ideia >> não. >> Isso não é uma boa ideia até financeiramente, sabia? Porque tu vai sacrificar o teu LTV ao fazer
isso daí, porque a pessoa nunca vai comprar de ti novamente, sendo que ela não tem produto. >> É. Uhum. >> Aí às vezes o pessoal acha que tá sendo espertinho, mas é o contrário, eu sendo burrinho. Vou fazer esse tipo de coisa. >> Exatamente. >> Eh, entendi, cara. É, eu pensei numa coisa que eu falei que não tinha muito LTV, mas na formação muitos, muitos, muitos alunos assim, eu acho que quase metade renovava para fazer mais um ciclo, porque a gente tinha criado uma espécie de estágio. Então, a gente pegava empresas dos meus colegas de
Mastermind e tal, que queriam copywriters na empresa deles e aí eles disponibilizavam o projeto, os alunos escreviam, a gente revisava e enviava para eles e os que gostavam das cópias, pegavam, sei lá, duas, três cópias, três campanhas, né? E se gostava contratava. Então muita gente queria repetir. Então a gente não é que não tinha LTV nenhum, tinha, mas não era da forma que a gente gostaria, né? >> Só para deixar claro que o nosso produto Era bom. Sim, >> sim. Não, sem dúvida. Eh, tá. Não, eu eu entendi que não, de fato, a pessoa ela
para para no caso dela ser o expert, dela ensinar, sem dúvida alguma, ela tem que saber, senão não faz sentido. >> Eu tava pensando no caso da pessoa só querer ganhar dinheiro mesmo, sabe? Mas aí como a gente tá falando da pessoa criar o produto dela, acho que não faz sentido, né? Minha pergunta é >> acho que eu perguntei errado. >> É porque eu acho que talvez você esteja pensando em, sei lá, um encapsulado de emagrecimento, né? Não é o meu caso. >> Não, só porque até como expert assim, por exemplo, se eu for um
coprodutor, eu posso pegar assim como vocês eram, né? >> Sim. Tu pode pegar uma pessoa que que a pessoa já sabe e só aplicar o teu método aqui. Aí em vez de tu vender o teu produto e tu ficar bom nisso, daí a outra pessoa ela só é boa nisso. Daí tu só é bom em marketing mesmo. >> Que eu acho que é coprodutor que você fala, né, do essa esse mercado como um todo. >> É que ah, eu vou ser polêmica, tá? Não me cancelem. >> Não tem problema. É isso que a gente gosta.
>> Eu acho que coprodução vai deixar de existir. >> Boa, >> né? Eu até falei que se eu fosse fazer, Vou fazer com alguém, mas assim, coprodução é como se fosse um namoro, você tem que casar para dar certo. Então, eh, a gente já fez muito com produção, fez dinheiro, mas e o negócio como é que ele fica no longo prazo? Você depende de uma pessoa? Quando que essa pessoa vai se aposentar? Você só tem essa fonte de renda? Então, >> eu acho que se não vira a sociedade, não existe coprodução. Sim. >> E aí
eu acho muito sensível. Então, por Isso que eu prefiro falar com quem já tem conhecimento e quer fazer disso um negócio ou que não tem, mas vai adquirir e vai trelhar esse caminho, porque coprodução é é bem sensível assim. >> É, cara, eu já tive vários coprodutor, vários expertos assim que eu trabalhei na minha empresa antiga de marketing e eram experts bons assim, só que pô e eh na hora contra vocês, tá, pessoal? Abraço aí pra Fran. Mas cara, pô, era meio chato porque no fim das contas o Negócio tá muito ancorado na pessoa. >>
Sim. A pessoa fica doente, muda de estilo de vida e aí você não tem um negócio tão sólido assim, né? No nosso caso, >> a gente pegou um especialista, mas transformou num instituto. Então, outros profissionais também podem dar aula lá, virou sociedade. Então, esse fez sentido, mas todas as outras, mesmo que tivesse feito até mais dinheiro, a gente não quis. >> Sim, sim. Porque não via longo prazo nisso. >> É, eu eu concordo com isso. Eu acho que é o que é o correto. Se for para depender de uma pessoa, é melhor depender da gente,
né, do que depender de outra pessoa. >> Exatamente. >> E tá. E assim, ó, então, pelo que eu entendi, eu vou pegar o que eu sei fazer. Uma vez que eu peguei o que eu sei fazer, eu vou eu vou daí, sei lá, Imagina que eu sei cozinhar. >> Uhum. >> Tá. Aí eu vou fazer uma pesquisa de mercado para ver o que outras pessoas estão vendendo para eu entender mais ou menos como que eu posso posicionar o meu produto no mercado. >> Uhum. Aí a minha dúvida é nessa parte da pesquisa, tipo, se eu
falar assim, ó, faz a pesquisa aí, isso é uma coisa, mas, por exemplo, tem alguma ferramenta, Técnica, framework, sei lá, tipo, tu vai eh no no YouTube, digita lá o nicho, os comentários, ou tu vai no Facebook, na biblioteca de anúncio e põe lá alguma coisa. Tem, tem alguma dica assim que tu acha que é importante nessa parte de pesquisa? >> Sim, tem diversas formas, diversas. Você pode começar pela mais simples, que é digitar no Google o seu nicho e ver tudo que existe. E aí a gente já vai para um novo momento de mercado
que é Micronichar. Então não vou pesquisar só sobre culinária porque tem mediterrânea japonesa, enfim, diversas. E aí eu vou pensar em onde eu me encaixo. Ah, eu acho que eu vou falar então de marmitas para executivos. Aí eu vou entrar mais a fundo. >> Vou pegar minadorin. >> É. né? Eu pensei, pensei porque eu tô querendo, viu? Tô querendo indicações aqui, por favor. Então, eu vou vou falar de como você criar um negócio só fazendo marmitas para executivos. E aí eu vou primeiro no Google, no mais básico. Depois eu vou pr as redes sociais, eu
vou pro Instagram, TikTok, YouTube, o que você usar aí de redes sociais. E aí depois eu acho que eu posso falar, né? você vai nas plataformas de vendas de curso online, então você vai na Hotmart, Dusk, WiFi, >> eh você vai pesquisar quais produtos Estão sendo vendidos. Tem até algumas plataformas que você consegue classificar para ver quais são os mais vendidos, né, os mais bem avaliados. E aí você pode seguir essas os seus concorrentes nas redes sociais, ver o que eles estão fazendo. Dá para ir mais a fundo e entrar na biblioteca de anúncios para
ver o que eles estão vendendo, como eles estão vendendo, qual é o funil deles para facilitar também sua vida, porque não adianta nada você Fazer um curso de, por exemplo, marmita para executivos e aí você só vende lançamento e a pessoa quer começar o negócio agora e e ela tem que esperar um mês para comprar. Não vai fazer mais sentido eu contratar a VTURB e fazer um VSL para vender sempre, né? Deixar com vagas abertas o tempo inteiro. >> Perpétuo ali. >> Não perpétuo. Exatamente. >> E aí vai ser um jogo diferente, né, do Que
quem faz lançamento. >> Então depois que você fez essa pesquisa de mercado, aí você volta para olhar mais uma vez o que eu estou disposto a fazer, >> né? Então, ah, eu acho que eu posso começar uma turma com cinco alunos, cobro um pouco mais caro, mas aí eu, sei lá, até eh entrego coisas na casa da pessoa, sei lá, um um como é que fala? >> O quê? >> Um negócio onde coloca a marmita. >> Quer ver que ela fala inglês, pessoal? Fala aí. Fala inglês. >> Americanizada essa mulher aqui, pessoal, dos states. >>
Não, calma. Vou lembrar. Pote de marmita que seja. >> Tá bom. Aceito, aceito, aceito. >> Ai, aquelas pessoas que falam: "Ai, tô esquecendo português, credo." >> Eh, e aí, enfim, faz uma coisa mais personalizada, cobra mais caro e e mais uma vez começa esse mapeamento com Pessoas de verdade, né? Não com o que você quer fazer, com o que existe na realidade mesmo. Às vezes você vê que fulano tá fazendo tal coisa e você quer copiar fulano, só que fulano não começou fazendo aquela tal coisa. fulano começou com o MVP dele, foi crescendo, né? Então
não tente copiar os grandes porque eles comeram muita areia antes de chegar lá. Então é é para você identificar onde você se encaixa aí, mais uma vez olhar pra sua história, >> né? O que você consegue entregar, o que você não consegue e melhorando com o tempo, sem perfeccionismo, porque a maioria das pessoas que falam: "Quero criar um produto, mas ai ainda nem tenho os R$ 12.000 para contratar estúdio." Mas como assim? Eu fiz mais de R 1 milhão deais com uma webcam básica num estúdio de 49 m² passando avião em cima. Então assim, >>
é >> e o meu fone era aqueles da Apple normal De fone de de >> de fio mesmo. Então fiz mais de R 1 milhão deais dessa forma. Então >> você não precisa de grandes produções para começar, porque os grandes não começaram assim. >> E existe sempre um público disposto a pagar pelo que você tem a oferecer por você ser você. Ai, mas o grande faz muito melhor. Por que vai comprar de mim? Porque você tem mais proximidade? Porque você tem um conhecimento que Outra pessoa não tem? Porque você tem alguma eh conexão com outras
pessoas que eh outras pessoas não têm? Por exemplo, eu gravei meu último treinamento num estúdio e o a as pessoas que estavam auxiliando, né, os videomakers e tal, eles falaram: "Ah, tá, eh, eu até penso em criar o infoproduto. Gostei muito desse treinamento, fez muito sentido para mim. Parece algo que eu consigo fazer, mas eu não sou fulano que é muito melhor que eu, que tem 20 anos a mais de Experiência do que eu. Só que quando eu comecei no mercado, já existia Ray Edwards, que foi meu mentor, que ele trabalha com Tony Robins, com
Jeff Walker, com pessoas gigantes, já fez bilhões e quem é Roberta na Fila do Pão? E eu consegui mais de 7.000 alunos. Eu não era ninguém na fila do pão, mas tinha gente que queria aprender comigo porque se conectou comigo de alguma forma. ou pela história de eu ter começado oferecendo aulas de inglês Online. Então, muitos professores de inglês online eh se conectavam comigo, outros se conectavam com a história de que eu ficava no ônibus contando moeda e me perguntando quando eu ia sair daquela vida de ficar horas no trânsito. E aí veio muito concursado
que já era bem sucedido assim financeiramente, mas que não via propósito, não queria mais aquela vida de correria, trânsito, não sei o quê. Então, a sua jornada, a sua história importa muito para algumas Pessoas e são essas pessoas que você tem que focar em ajudar e não dos clientes do concorrente, né? >> Sem dúvida, sem dúvida. Opa, eu tenho um aviso importante aqui para te dar, cara. se tu tá buscando hoje uma forma simples, uma forma barata para tu começar no mercado digital, começar a ganhar dinheiro, então eu acredito que low ticket é de longe
a melhor oportunidade para isso. E foi por isso que eu pedi, pessoal, para dois Especialistas em low ticket, o Paulo e o Davi, para eles criarem um curso completo, te mostrando passo a passo como que eles fazem para escalar as ofertas low ticket deles. Esse curso ele é 100% de graça, não tem nenhum tipo de custo e tu vai encontrar ali um passo a passo para tu chegar a faturar até seis dígitos por mês usando esses produtos low ticket e também uma estratégia de venda super simples chamada de mini VSLs. Esses mini VSL aí são
mais ou Menos VSL comuns, porém eles são minis, ou seja, são mais curtinhos, vão ali de 3 a 6 minutos, então é super fácil fazer. E além disso vai ter várias aulas bônus ali, inclusive uma delas feita por mim mesmo. Então eu que fiz a aula de mini VSL. Espero até aqui que vocês gostem aí. E como eu falei, tá tudo 100% de graça. Não precisa pagar um único real para assistir aqui esse curso. A ideia é realmente capacitar, fazer tu ganhar dinheiro aí no mercado digital Para que aí eventualmente, né, quando tu for precisar
hospedar esses mini VSLs aí para tu escalar, cara, tuvurbem meu cliente e daí a gente consiga crescer juntos, beleza? Então assim, cara, assim que tu terminar esse episódio aqui, corre lá para ver o curso de low ticket. Eu tenho certeza que se tu ver isso aqui e tu aplicar, tu vai começar a ganhar dinheiro, porque os meninos ganham dinheiro com isso. Não é difícil ganhar dinheiro com isso. É barato para começar Esse projeto para testar. Talvez tu teste aí o teu projeto, sei lá, com R$ 100, R$ 200. Então tu consegue todo mês dar um
tiro ali e eventualmente acertar alguma coisa. Beleza? Então cara, vamos de volta agora pro episódio e bom podcast. Cara, tu falou tanta coisa que eu que eu anotei aqui três coisas para para comentar em cima e depois uma pergunta de de follow-up, tá? >> Tá. Eh, essa objeção que tu falou da pessoa Pensar, pô, quem sou eu na fila do pão? >> Uhum. >> E aí tu falou que as pessoas elas vão ter eh que que o você aí tá que quer criar o o teu infopruto aí, que vão ter pessoas que vão comprar de
ti só pelo fato de tu ser quem tu é. E e cara, eu acho que isso é muito verdade. Não acho, tenho certeza. E até o naval, ele no livro lá dele lá que é o Amanak, pessoal, vai aparecer aí o livro que fizeram sobre o naval. Muito bom, Tá? Recomendo. E o Naval mudou minha vida. Não por causa do livro, ele mudou por causa do podcast dele de como ficar rico, vai aparecer aí na tela também. E também tem o podcast de felicidade que vai aparecer aí na tela também. Vale muito a pena ver.
Cara, a primeira vez que eu vi esse podcast, eu tava indo pr pra pr pra minha casa lá em Ron Queimado. Eu lembro que eu ele falou umas coisas que eu parei o carro no alcamento e falei: "Caralho, que merda, Mano". Daí eu, ah, fiquei agoniado. Enfim, vale muito a pena. Mas ele fala lá, escape da competição através da autenticidade? >> Sim. Você acredita que teve gente que comprou o meu curso, né, gostou das minhas aulas e aí eu contratei um professor para melhorar o português de quem não tinha um português tão bom, então era
português para copyrighters. E teve gente que falou: "Eu não suportei a voz desse professor". Eu falei: "Gente, Eu amei como assim? A minha voz é muito mais irritante do que a dele. Você gostou da minha?" Eu não aguento ouvir meus áudios do WhatsApp e tem gente que gosta. Como assim? >> Sim. Eh, cada pessoa tem seu gosto. >> Aham. >> Mas o que eu mais acho interessante, tá, que indo para uma parte mais psicológica, é que, tipo, ó, quando tu faz os teus lançamentos, aí geralmente as pessoas, geralmente não, as pessoas Têm objeções para comprar
alguma coisa. E aí tem duas objeções que que são bem interessantes, que é a parte que a gente mata com credibilidade e autoridade. A credibilidade a gente meio que mata a objeção do por que eu devo te escutar em primeiro lugar. Aí tu escuta a pessoa porque ela tem credencial tal e tal. E a segunda objeção é por que isso vai funcionar para mim. >> Uhum. >> Eh, por que que pro meu caso específico Para mim vai funcionar? E e quando tu fala pra pessoa uma história, por exemplo, tua, ou tu descreve pra pessoa o
problema que ela tem da maneira que ela iria descrever às vezes melhor e que ela percebe, pô, essa pessoa passou exatamente por aquilo que eu passei, automaticamente o nível de autoridade, não de credibilidade, mas ele aumenta bastante. E aí tu se torna uma pessoa muito mais persuasiva. E daí eu acho que é por isso que as pessoas elas se Conectam unicamente com outras pessoas, >> só pelo fato, cara, de tu que tá aí, tu ser igual a outra pessoa. E mano, tem >> em alguns aspectos, né? >> Em alguns aspectos, claro. E e tem 7
bilhões de pessoas no planeta Terra. Sim, >> tem brasileiro no mundo todo, tá? Eu vendia para Portugal, para vários países também. >> Então, cara, deve ter aí uns 10.000 aí que que se conectam muito contigo. Pô, Tem 7 bilhões, sabe? É muito mais provável ter isso, matematicamente falando, do que não ter, sabe? >> E por que que vão comprar de mim? Porque compra um tigrinho, gente, como assim, né? >> Mas claro que vão, cara. Sem dúvida alguma. Uhum. >> E enfim, isso é muito interessante. Eu quis reforçar isso daí. E e cara, aí a segunda
coisa que tu falou é que não pode ter perfeccionismo. Então, a princípio, o que tu recomenda aqui é a pessoa ter ação massiva. Uhum. >> E aí pegar o feedback e começar a alterar com base eh no que no resultado que ela produziu. >> Exatamente. >> E depois eu vou falar um pouco sobre isso, tá? Eu acho, na real, vou anotar aqui. >> Sim. É, é que envolve muito o conceito de excelência, né? Ah, mas eu quero fazer tudo excelente, tudo maravilhoso. Tá, mas quem é você pr achar que vai conseguir fazer uma coisa perfeita
que vai sair da sua cabeça sendo que é para agradar o seu cliente? É ele que vai te dar o feedback. Então, eu lembro que eu falava: "Luí, eu tô com vergonha desse curso, eu não consigo mais vender ele porque eu já vi cursos muito mais bem produzidos e tal". E ele falava assim: "Você não tem que falar nada porque a nota da do do curso tá de cinco estrelas. As pessoas estão amando, não é Você que tem que gostar, você não é o seu público. >> E eu falava verdade. E aí quando eu fui
melhorando, não fui melhorando o que eu achava que eu tinha que melhorar, eu fui melhorando a partir dos feedbacks e das pesquisas que eu fazia com as pessoas. >> Uhum. >> E às vezes eu contratar um estúdio não teria me dado o retorno financeiro e de transformação que eu colocar uma aula mais de tira dúvidas que gerou muito Mais resultado para as pessoas, sabe? >> Então assim, dúvida. Uhum. Eh, é, eh, como é que fala? Não é, é não buscar perfeição, é buscar excelência, né? >> Achei que tu ia falar uma coisa em inglês aí,
velho. >> Tu falar assim: "Ah, como é que é inglês o negócio?" >> Não, não. >> Eh, cara, muito bom. E uma outra coisa que tu falou, né, é que tu tu acredita que hoje a gente tá numa Era de micronichos que tem que nichar bastante pra gente poder se diferenciar. E aí tu deu o exemplo de marmita para executivo. Eh, e cara, e isso daí, tá, eu não sei tu, eu vou dar a minha opinião e daí eu gostaria que tu comentasse em cima, mas na pesquisa, imagina que a gente vai pesquisar pra gente
posicionar um produto eh seja ele e digital, físico, uma consultoria, uma cirurgia, qualquer tipo de produto. Pra gente posicionar ele lá, ele precisa ter, é, aliás, pra gente conseguir vender, a pessoa basicamente tem que acreditar que ela vai conseguir ter resultado com aquilo ali. Se eu tivesse aqui, tá, eh, sei lá, se se eu te convencesse que apertar esse botãozinho aqui, ó, dessa chave aqui, te desse R 1 milhãoais e tu acreditasse nisso sem sem sombra de dúvidas, eu acho que tu me pagaria R$ 100.000 para apertar esse botão, >> provavelmente, né? dúvida alguma, tu
faria isso daí. >> Então, eh, o o o que que isso leva a gente a concluir? Leva a concluir, cara, que o benefício do produto, ele é muito importante, tem que ter, só que não só isso, tem que ter mais prova pra pessoa acreditar que aquele benefício ali ele vai ser entregue em primeiro lugar. E aí quando a gente nicha, a gente tá basicamente aumentando o nível de prova. Porque uma pessoa que ela quer um tênis Para correr, ela vai comprar um tênis normal ou um tênis de corrida. Pode ser o mesmo tênis ou similar,
mas só o fato de tu nichar paraa corrida, tem essa prova embutida ali que que a pessoa pensa, pô, isso aqui é uma coisa específica pra corrida, então deve ser melhor que querendo ou não, é o que a gente faz no Vetor também, é play de hospedagem de vídeos exclusivo para vídeo de vendas. Então a gente inicia, aumenta o nível de prova, permite a Gente fazer mais coisas também, eh, e acaba ganhando o mercado, pelo menos o do Nichon, né? Então, assim, na minha cabeça, a parte principal, 8020 ali da pesquisa, é justamente encontrar qual
que é o elemento de prova, não o benefício, tá? Olha que loucura. Mas qual que é o elemento de prova que o mercado mais vai acreditar? Porque com isso, tá, com isso eu consigo daí vender o meu produto depois, porque as pessoas elas vão acreditar. Por outro lado, se Eu errar nisso aqui, tá? E eu escolher um elemento de prova que as pessoas não vão acreditar, por exemplo, imagina que tá todo mundo no mercado brasileiro digital já tentou ser copywriter e não conseguiu e não gosta de copy. Cara, vai ser difícil tu tu criar alguma
coisa de COP falando a mesma coisa e vender para eles novamente, porque eles já não acreditam naquele primeiro lugar. Então, eh, tudo que a gente vai fazer, tá, daqui, tipo, provavelmente, sei lá, Criar funil, não sei o quê, produto, consultoria, tudo, tudo que tu falou, eh, eu acho que se a gente não tiver essa parte aqui da prova bem feita, eu acho que não vai dar certo depois, porque a gente não vai conseguir vender. Aí eu queria saber, eh, qual que é a tua opinião sobre isso, cara? Tu tu acha que isso é 8020 da
pesquisa? Tu acha que tem alguma outra coisa? Eu não acho não acho que tem a ver com prova e muito menos com o produto, >> mas sim com as pessoas, porque você falou: "Ah, é provável que alguém que tentou cop não deu certo, eu não compro de você". Isso não é um fato, porque boa parte dos meus alunos já tinham feito outras formações e falaram: "U, é só conteúdo jogado, eu não consegui me colocar no mercado". E aí eu trouxe a solução que eles precisavam, que é eu vou te colocar no mercado, você vai entrar,
você vai fazer um estágio e você vai sair daqui com portfólio pronto e Revisado. Então é sobre a pessoa, não é sobre o produto e nem sobre a prova que eu consigo ter, porque eu posso ser a copywritter que mais faturou, a que eh sei lá, mais tem dinheiro, a mais renomada, mais conhecida e etc. Se a pessoa não acredita que ela consegue, não, não adianta eu tentar usar esses elementos de prova. Então, o que vai fazer a pessoa comprar eh tá muito no meu método Arsenal de COP que tá no livro, mas também vou
falar um pouquinho Aqui para vocês que é eh tudo que vem antes da prova. Então, quem é o meu público? É, no meu caso, eu vendia para pessoas de 17 anos a 73 anos. Teve uma monitora que faleceu porque ela tinha 70 e tantos anos. Pois é, muito triste, Malou. Você está nos nossos corações. E tinha pessoas de 17, eu contratei um copyright de 16 anos para nossa empresa. Ele era emancipado, tá? Não me não me denunciem. vai ser preso. >> Ele era emancipado. E aí então não era idade que definia o meu público, não
era um tipo de pessoa que definia o meu público. Por exemplo, ah, eu falo com empresários, ah, eu falo com médicos, eu falo, não. É, era qualquer ser humano que quisesse trabalhar com a escrita e fazer dinheiro no digital. Então, o que que essas pessoas queriam e o que elas tinham em comum que iam fazer com que ela comprasse a minha ideia, independente delas saberem o que era Cópia ou não. E a o mesmo exemplo que eu dei aqui de marmita para executivos, o que vai fazer alguém comprar um curso para aprender a fazer marmita
para executivos? É, é o PMS basicamente que é é o core do do método arsenal de COP, que são os problemas que elas enfrentam hoje e que o produto ajuda a resolver, os mitos e mentiras que elas acreditam em relação à aquilo e aos sonhos que elas têm. E essa é a parte inicial assim do arsenal de COP. Então, se eu mostro Para ela que ela tem problemas financeiros, que ela tem problema de ficar horas no trânsito, que ela tem problemas de não ficar perto do filho, que ela tem problemas de ter que pedir eh
férias pro chefe, que ela não consegue comprar o que ela quer, se eu mostro para ela que mesmo que ela não seja boa em escrita, mesmo que ela não seja boa cozinhando, é possível aprender, porque fulano, ciclano e belrano conseguiram, porque existe um Método para isso, Porque é com x minutos por dia você consegue aprender isso. E se eu mostro os sonhos dela, então geralmente é tá e eh como é que fala? Proporcionalmente, não, inversamente proporcional aos problemas. Então, ah, eh, eu não quero ficar no trânsito, eu quero ter liberdade geográfica de tempo, de dinheiro,
eu quero fazer meus horários, eu quero isso, eu quero aquilo. Eh, e mapear todo esse PMS das pessoas, eu Consigo vender tanto COP quanto, eh, marmita para executivos, porque eu tô falando sobre a pessoa e não sobre o meu produto, não sobre quem eu sou para, né, vender. Então, eh, eu conseguia vender bastante a formação porque eu quebrava muito essa objeção de colocação no mercado, sabe? Tá, eu vou aprender conceitos e aí, que que eu faço? Não, você vai aprender não só a desenvolver a campanha inteira, mas também vai ter o seu portfólio, vai Saber
exatamente como prospectar. Então, a minha prova era ouvir os problemas que as pessoas tinham e às vezes já tinham comprado produtos de outras pessoas que não tinham dado certo. Mas a partir eh de todo esse arsenal de COP, que também envolve objeções, também envolve transformação, também envolve proposta única de valor, big, enfim, todos esses conceitos de COP, mas o principal, o PMS. Então, se eu sei o PMS, eu vendo até a areia no deserto. >> Boa. >> Prova é uma das coisas, autoridade é outra, né? Mas tem todo o resto. >> Eh, cara, nessa tua
explicação, tá? Eu fiquei com uma dúvida que tu falou assim, ó, que outras pessoas que as pessoas já tinham comprado outros cursos de COP. >> Uhum. >> E aí tu apareceu com um curso de COP que vai te colocar no mercado. >> Uhum. Então tem esse algo a mais. >> Uhum. >> Aí quando eu digo prova, o o que eu quis me referia era justamente a esse algo a mais, porque na minha cabeça, >> tipo uma proposta única de valor, >> é que eu penso assim, ó, que é tipo que se a pessoa se colocar
no mercado, tu falar para ela, isso daí é uma prova de que agora vai dar certo, >> tá? Eu acho que você tinha, eu tinha entendido você falar de credibilidade autoridade, mas relacionado, por Exemplo, à pessoa que tá vendendo. >> Ah, entendi. >> Ou o produto, por exemplo. >> Poderia ser também assim, tipo, ah, lançar o curso do Neymar vai ser muito melhor do que lançar o meu curso, sabe? Provavelmente. >> Olha, vou quebrar essa sua objeção. >> A do Neymar que eu a tu não quer não. >> Você consegue fazer uma oferta melhor do
que ele, porque é >> Mas é o Neymar, cara. O menino Nei, Velho. >> Calma, calma. Quer ver eu quebrar essa objeção? O meu atual sócio, Rodrigo Vinhas fez um lançamento >> com alguns dígitos negativo que ele investiu, acho que sei lá 3 milhões e conseguiu não vender nada. Ele pegou o Winderson Santos para vender curso de YouTube, que é um dos caras mais sensacionais de YouTube, e não vendeu. Então eu já peguei também um famoso da televisão, que eu não vou citar o nome Por questões de contrato, que a gente fez um curso para
ele que um vendeu muito, o outro >> flopô. Então, não depende só do especialista. O especialista pode ser carismático, ter autoridade e tal, mas se não for sobre a pessoa, não importa quem tá vendendo. Sem dúvida. É, eh, não, não é definitivo. É, >> é, >> mas >> porque tem muita essa crença. Ah, não, Mas fulano vendeu porque tem milhões de seguidores. Não tem quem tenha milhões de seguidores e não venda tanto quanto eu vendi com menos de 200.000. >> Tem, tem, tem de tudo. É, vai ter um cara que não tem seguidor nenhum, vai
vender pr caramba. Sim, eu tenho, tem um copywriter que eu conheço que já vendeu mais do que eu e não tenho Instagram. >> Vai ter, então, pois é. É, >> ele trabalha com VSL. >> Mas cara, deixa eu te fazer uma Pergunta. E e esse elemento, tá, que tu falou e eu acho que que daí no caso, tipo, ó, as pessoas já compraram curso de COP >> Uhum. >> E não conseguiram ter resultado. Aí agora tu falou: "Cara, esse curso de COP que eu tenho aqui, ele é diferente. Por quê? porque ele é o único
do mercado que vai te colocar no mercado e por isso, pelo fato de eu te colocar no mercado, aí sim vai ter resultado. Então esse Esse conceito, tá, que eu que eu para mim eu chamo isso de que que para mim é um elemento de prova. Eh, e era aí que eu queria chegar. Eu acho que isso na pesquisa é extremamente importante. Aí eu queria saber se se tu se tu acha que esse é o 8020 que a pessoa deve frisar nesse começo. Eu já entendi que o PMS vai ser uma coisa que que eu
acho que a gente vai olhar também nessa pesquisa, né, provavelmente. >> Eh, e daí, tipo, essa parada de trazer o O de colocar o prato no mercado, esse a mais, esse plus aí que tu fez, isso é uma coisa a parte do PMS? Isso tá no PMS? >> Não, calma. O PMS ele tá dentro do método arsenal de copywriting. Ele é o começo. Primeiro identifica os problemas, depois os mitos e mentiras, depois os sonhos. Tem uma sequência, os benefícios, a transformação. E vai ter uma hora que você vai chegar na proposta única de valor, que
é você identificar o Que que as pessoas estão fazendo e que você pode fazer melhor, que você pode fazer diferente. >> Hum. >> Entendeu? E muitas vezes vai ser, por exemplo, eu sou uma pessoa que agora tenho disponibilidade de tempo, então eu posso ajudar eh as pessoas a, sei lá, fazer a marmita junto com elas. Eu posso oferecer números de fornecedores, coisas que às vezes, sei lá, uma pessoa grande que tem contrato de de influenciador com Outras marcas não pode, por exemplo. Então, eu vou identificar qual é a minha proposta única de valor, sim, para
que traga esse elemento de prova. Talvez que você disse é que eu chamo de prova outras coisas, >> mas basicamente isso. >> Uhum. E daí assim, ó, eh, uma vez que a gente pesquise, tá? E daí eu vou ter uma ideia de tipo, ah, qual que é o nicho que eu vou tá? Eh, e daí eu tá pensando aqui, eu acho que que eu iria nesse Negócio do da proposta única de valor para entender, mano, onde é que eu posiciono. >> Sim. >> Eh, aí uma vez que eu tenho isso, tipo, ah, não, pô, eu
vou criar um curso de COP, mas não pode ser um curso comum, tem que ser um curso que coloca as pessoas no mercado. Por quê? Porque ninguém entra no mercado e tal. Daí eu eu vou ter a leitura do problema do mercado e eu vou ter essa proposta única De valor que em teoria vai sanar esse problema. >> Sim. Aí, uma vez que eu fiz isso, tá? Eh, eu tenho uma noção do meu do meu do meu produto que eu vou fazer, pelo que eu entendi. Então, a próxima etapa seria a gente fazer daí esse
PMS, seria a gente pegar, definir os problemas. >> Não, não, >> nada a ver. Tem alguma coisa? >> Começa pelo PMS. >> Ah, >> eu não faço nada se eu não sei quem é, com quem que eu quero falar, quais são os problemas que eu resolvo, quais são os sonhos que eles têm. Uhum. >> Então, eh, o PMS é uma das coisas mais básicas assim, mais iniciais que você vai fazer, que é saber quem eu ajudo e como eu ajudo. E as pessoas costumam pensar em problemas, tipo assim, ah, eu não sei cozinhar, eu não
sei fazer negócios, os problemas mais básicos, né? Mas eu Ensino a fazer uma pesquisa profunda que envolve os problemas que as pessoas nem revelam. por exemplo, eu tenho problema eh de não conseguir dar atenção pro meu filho, porque eu tô num trabalho CT, trabalhando todos os dias das 8:5, enfim. Então, tem o problema do problema sempre. E aí, identificando isso, eu consigo criar um produto que vai fazer sentido, que vai vender, né? Porque criar um produto é fácil, o problema é vender depois, né? Fato, >> então quando eu identifico o que o mercado tá fazendo,
mas quem eu vou ajudar, aí sim o meu negócio vai dar certo, porque é tudo sobre pessoas, né? Resolver os problemas das pessoas. >> Eh, engraçado, tu usou o termo pesquisa profunda, então eu tô achando que agora então tu já tá usando o o Deep Research lá, pesquisa profunda das IAS para encontrar esse teu PMS aqui, né? >> Sim, também com certeza. Uhum. Mas isso há bastante tempo a gente já faz, mesmo Com as IAS mais eh arcaicas, né, as mais básicas, já dava para identificar várias coisas que às vezes a gente não pensaria >>
e que ela ajuda a encontrar. >> Uhum. >> Então a gente podia fazer no Google antes, a gente fazia, né, antes de existir lá com os incas e com os maias, a gente pesquisava no Google, perguntava pras pessoas ao redor. >> Que loucura, né? >> Que loucura, né? Hoje a gente tem uma Iá Para ajudar. >> Que loucura. V. Nossa, >> uma não, várias, né? Várias. >> É, o que mais tem é IA, sem dúvida. >> Eh, tá, eu tenho mais umas perguntinhas aqui, tá >> claro? À vontade. >> Aí, como que a pessoa que
tá em casa, ela vai saber que que que tá bom? Tipo, ah, porque eu posso ter, tipo, ah, vamos dizer que eu tenho PMS aqui, tá? Daí eu coloco lá, abri um Google Doc, escreve Lá, problema. Embaixo eu botei ali, eh, mitos e mentiras. Embaixo eu botei sonhos. Aí, tio, eu posso ter um problema. Eu posso ter 1 milhão. >> Uhum. >> Aí os sonhos também posso ter um, posso ter 1 milhão. Aí como que eu sei que tá bom assim para pá isso aqui já é o suficiente para para eu entender? Quando que eu
que eu sei que eu devo parar? >> É um organismo vivo, então você vai sempre adaptar. Por exemplo, eu fui Identificando essas coisas ao longo do tempo. Eu não sabia que ficar horas no trânsito era um problema de fato que as pessoas enfrentavam. E uma vez que eu descobri isso, eu escalei um anúncio e usei esse mesmo anúncio por anos. E eu eu consegui atrair, eu sabia que com esse tipo de anúncio eu ia atrair concursados. Então eu eu atraí muitos alunos concursados. Uhum. >> Eh, e eu não sabia antes. Então é uma coisa que
você vai descobrindo ao longo Do tempo. Então no mínimo 10, mas ao infinito e além. Porque com um problema eu consigo criar infinitos anúncios. >> Sim. >> Com um sonho eu crio infinitos anúncios. Então imagina infinitos problemas e poder elencar. Esse cara aí pega uma cópia só, roda a CP por dois anos com infinitos formatos, anúncios. Tem uma vez que tu encontra alguma coisa, tu tira ali muito suco dela. Eh, tá. E e outra coisa, cara, antes da Gente prosseguir aí pro pras próximas etapas, eh, se tu fosse dar uma dica só para fazer esse
PMS, eh, que que dica que tu daria assim? Tens algum hack, alguma coisa? Eu tenho um que eu acho que tu vai gostar da eu vou falar dele mas eu queria escutar de ti >> para descobrir. >> É >> o PMS. >> O PMS >> tirando as pesquisas. >> Não, com pesquisa mesmo. É, não sei se tem algum lugar, alguma coisa. >> Inteligências artificiais no geral, Google. Eh, tem diversas ferramentas. Tem o Google Trends, você consegue descobrir o que que as pessoas estão pesquisando. Aí você consegue olhar mais a fundo quem são essas pessoas, né?
Uhum. >> Se você entra no YouTube, como é um perfil mais privado, digamos assim, que As pessoas não costumam postar, que nem no Instagram, elas falam muito os problemas que elas enfrentam. Então você entra lá no YouTube do concorrente e fala: "Ah, mas se fazer marmita para você é fácil e eu que a minha cozinha pequena". Pronto, já descobri aí um mito. Você acha que uma cozinha pequena vai te impedir de trabalhar com marmitas para empresários? Não vai. E já, enfim, >> toma, >> toma. >> Já mexe, mete a cópia ali, arrasta para cima. >>
Arrasta para cima. Não existe mais a raça para cima. >> Tô velho, tô velho. >> Meu Deus do céu. Rasta para cima agora é morrer, né? >> Já acabou a raça para cima, acabou o Google. Daqui a pouco acaba até o podcast do YouTube, pessoal. Já pensou? >> Ai, que horror. Não, deixa o like para pro podcast não acabar. Copyrider faz CTA. >> Boa. >> Então isso e principal tem empatia. Você coloca no lugar da pessoa como que é o dia dessa pessoa, eh, que problemas que ela enfrenta, que que passa na cabeça dela, que
o que que ela consome? Ela vê televisão, ela vê, ela segue os seus concorrentes, ela que que ela pesquisa. Então essa empatia de se colocar no lugar do outro também ajuda bastante. >> É verdade. Essa essa é uma ótima dica. E Cara, essa dica aí, pô, é tão simples, né? Mas é é uma que as pessoas esquecem tanto, né, cara? Fecha os olhos assim, imagina como é que é. Como é, como é, como seria, imagina, aconteceu contigo. >> Exatamente. Que que ela faz? Ela pega o ônibus, ela tá no carro, ela tem condições de ter
um carro. Qual que é a condição financeira dela hoje, né? O que que falta na vida dela? Que que será que ela vê? Será que ela vê modelos magras na internet e ela fala: "Ai, eu quero Melhorar a minha alimentação e ajudar as pessoas a serem mais fit a partir de marmitas para executivos e isso virou um propósito de vida para ela?" Então, >> Uhum. >> né? Olhar com mais empatia assim. >> Sim, cara. Eh, eu também já fiz muita pesquisa, tá? E desse negócio do PMS, eu tenho uma dica aqui que, pô, para mim
parece que casou Tanto com isso aqui. >> Uhum. >> Que só não resolve o mitos e mentiras. Uhum. >> Porque os problemas >> de um nicho, a princípio, acho que eles não vão mudar ou mudam um pouco. Tipo, ah, o problema do nicho aí de do da marmita pro executiva, sei lá, talvez ele seja com sobrepeso porque ele não consegue eh não consegue comer direito. Daí vem alguém, faz a marmita ali pro Executivo que não tem tempo para ele conseguir comer bem. Aí, beleza, os problemas não vão mudar tanto. Os sonhos, a princípio, é é
para ser uma coisa mais estática também, não vai mudar tanto. O que que o cara quer, pô, ele quer emagrecer, tem mais energia. É, >> não. Aí você tá falando do cliente, do cliente, né? >> Do >> você tá falando de quem vai comprar marmita, tô falando de quem vai comprar O curso. >> Ele não quer emagrecer, ele quer fazer dinheiro, digamos assim. >> Não, não. Tô falando do do cliente do cliente mesmo, né? Do do cara da marmita, >> tá? >> Eh, até porque o meu exemplo vai envolver isso aí. >> Uhum. Mas a
única parte que não resolve essa minha dica, cara, é o mitos e mentiras. Porque eu acho que esse negócio do mitos e mentiras, ele muda muito mais, sabe? Então, nesse caso do executivo aí, se ele se ele é uma pessoa que ele tá com sobrepeso, até pouco tempo atrás era a dieta low carb que tava em alta, agora já é o tal do Ozenique lá do Monjaro. >> Então, provavelmente ele já vai estar com isso na cabeça, sabe? >> Mas cara, mas para problemas e sonhos, tá? A melhor dica que que eu já encontrei até
hoje, que eu não sei da Onde que eu tirei isso, cara. Não sei que curso que eu fiz, sei lá, mas é tu tu ir na Amazon e lá na Amazon tem livros, tá, publicados em eh de maneiras de forma independente. >> Uhum. >> Eh, de tudo quanto é coisa, porque é Amazon e de tudo quanto é nicho. Então, por exemplo, um que eu lembro, né, como eu falei para ti, eu tinha aquela marca de cosméticos que era a de Atena e tem um livro lá que o nome é Face It. What Women really feel
has their look? Então, tipo, changes. Então, como é que é, pessoal? É, encare o que as mulheres realmente sentem quando a aparência delas muda. Já aparece uma mulher jovem olhando para uma mulher velha. >> Uhum. >> Aí, cara, aquele livro ali, velho, imagina se o teu se o teu >> Mas o livro, eu achei que você ia falar de ler os reviews que as pessoas colocam. >> Não, tu lê o livro. >> Ah, tá. >> A pessoa. E isso também, só que esse é o nível básico, entendeu? O nível, o nível, tipo, ah, eu quero
pesquisar muito >> mais a fundo. >> Aí tu lê o livro que o próp escreveu. Imagina o teu teu cliente ali, o teu possível cliente, né? Fazer um livro contando tudo que acontece na vida, não sei o quê. Porque a primeira vez que eu Tive rugas foi aqui no olho, daí tal coisa, eu fiquei, eu pensei que eu me sentia invisível, nunca mais. Eu não tinha nenhum namorado, pô, vou ficar, vou ficar velho, não vou ter filhos, minha vida acabou. E daí tu tu pega todo o o problema inicial, o problema funcional ali, como que
isso se manifesta na vida da pessoa e como que ela se sente sobre isso, entendeu? >> Então te dá uma dimensão assim, tu tu liter da mesma maneira como quando tu lê Um livro, tu entende muito mais o autor, eh tu vai ler esse livro aqui, tu vai entender muito mais. E cara, sabe qual que é o doido? É que tem livro de tudo, velho. Tem livro de tudo quanto é coisa. do cara que não tinha dinheiro, queria ganhar dinheiro, do cara que não, que tava com sobrepeso, conseguiu emagrecer, da pessoa que tava com, sei
lá, coisa X, a coisa Y, e conseguiu ter resultado depois. Então, eu não sei qual que é o teu nicho, tá? O que que tu tá pensando Aí em fazer, mas cara, essa dica do livro eu acho muito boa, sabe? >> Muito boa. >> E daí se tu pega isso aí, esse livro e tu joga numa iá, tu não precisa nem nem livro, sabe? Só conversa ali com o livro. >> Mas eu eu lia na época que eu que eu escrevia, né? Já não faço isso vai fazer 4 anos, mas na época que eu escrevia,
mano, eu lia os livros, cara, e daí te dá uma noção, sabe? Aí eu achei que Casou muito com esse negócio do PMS, entendeu? Por isso que eu quis falar só mitos e mentiras que ajuda não ajuda em tudo do arsenal. Eh, você encontrar uma proposta única de valor que às vezes esteja alinhada com uma dor que a pessoa enfrenta >> e que ninguém do mercado conseguiu resolver. Ajuda a encontrar os benefícios que você pode entregar, ajuda a encontrar as objeções que a pessoa enfrentava. Tipo, ai, mas eu achava que Não tinha solução porque eh
tudo era injetável, tinha medo de injeção, sei lá. Então, acho que dá para ajudar bastante no Arsenal de COP. Uhum. >> Muito boa. >> Legal. Eh, mas cara, lembra que eu falei, né? A gente entrar numa tangente volta e tal, é, é normal. É assim. Mas voltando lá pra nossa linha, tá? A gente tá falando o quê? Dos infoprodutos. A gente tava na parte número um, que é pesquisa. >> E a gente tava falando de pesquisar o nicho, onde é que tu vai ir, começa com o PMS. E aí, imagina que a gente já fez
tudo isso e agora a gente entende eh quem que é o nosso cliente. Imagina até que a gente já já até lêu o livro dele, já estamos férias. >> Uhum. >> E e aí a aí aí pelo que eu entendi, tu recomenda a pessoa começar vendendo uma coisa mais cara >> Uhum. >> antes de vender uma coisa mais barata. >> Sim. >> E no formato de MVP, né? >> Sim. >> Tá, cara, tu consegue falar um pouco mais eh sobre isso? No caso, por exemplo, o que que seria esse MVP? É uma mentoria no X1,
uma consultoria, depende quanto que é, como que a pessoa vai fazer para conseguir o cliente número um ou número cinco, como que como que ela que ela rampa, sabe? Ela sai tipo zero a Zero, agora eu fiz R$ 1.000, entendeu? >> Tá? Então a primeira coisa é fazer o que tá mais fácil. Você já tem uma lista de contatos e você conhece pessoas ao longo da sua vida ou pelo menos e pode começar a conhecer. Então, se você senta no salão de beleza, você senta para fazer suas unhas, você fala com o garçom, você fala
com as pessoas, você começa a falar dessa solução que você entrega. Então, ah, que que você faz? Faço isso. Que que você faz? Eu entrego essa solução. Eu Ajudo as pessoas a chegarem nesse resultado. Já começa que se você já tem a pesquisa, a pessoa já vai falar: "Quero". Todo lugar que eu sento e falo, "Faço cópia, que que é cópia?" Eu explico a pessoa, fala: "Quero, eu, eu tenho que falar que eu faço outra coisa, porque senão fica todo mundo querendo comprar. Você me ajuda a vender mais?" Como assim? Quero. >> Uhum. Então você
passa a comunicar isso para as pessoas, passa a acreditar que Você entrega essa solução e e começa a entrar em contato com quem você acredita que pode precisar dessa solução ou entrar em contato com pessoas que você tem de confiança, que seja seu pai, sua mãe, fala: "Mãe, você conhece alguém que precise disso? Você poderia me recomendar?" Uma recomendação vale muito mais do que 1000 anúncios, né? Então, >> sem dúvida. Eh, você começa pequeno, se você só conhece uma pessoa, você vai oferecer para uma pessoa. Se você Conhece um grupo de pessoas, que nem tem
gente que fala: "Ah, eu tô em grupos de mães". E aí eu comecei a estudar sobre parentalidade, sobre educação de crianças e tal, você pode simplesmente chamar as pessoas do grupo de mães e fazer oferta para elas e fazer uma mentoria. Por que não? >> Uhum. >> Né? você tem um grupo maior de pessoas, eh, ah, mas não sei, não consigo cobrar muito, não sei o quê, cobra mais barato, Deixa claro, olha, como você é meu primeiro cliente, seja muito honesto, tem gente que tem medo, né, de nunca ter vendido nada e começar a vender,
medo de cobrar, cobre um preço que você acredite que não vai prejudicar outra pessoa e que você consegue gerar esse retorno para ela, né, em questão de resultados. por exemplo, ah, se ela fizesse 10 anos de terapia, ela não teria o resultado que ela vai ter comigo, aprendendo sobre lidar com crianças em três sessões. Então, quanto custaria 10 anos de terapia? Quanto você consegue entregar naquele tempo? Então, faz um cálculo básico e cobra o mínimo possível para você sobreviver ali, mas para você ter a confiança de entregar, né? caso você não queira fazer de graça.
Eu fiz a minha primeira cópia de graça porque eu queria ver se eu tinha alguma noção de como ajudar. Depois que eu vi, eu falei: "Tá, agora eu posso cobrar." E aí você começa a conhecer mais sobre o Seu público, seja uma pessoa, cinco pessoas, e sobre o resultado que você gera na vida dessa pessoa, né? E aí você se compromete a fazer o seu melhor até entregar esse resultado, porque é isso que vai te fazer crescer, faturar os seus seis, sete dígitos, né? Gerar resultado pras pessoas, independente do que você faça. >> Então o
seu foco é esse. Ai, eu entreguei duas cosas, não deu resultado. Entrega 10, dá o seu melhor, porque é Isso que vai te fazer escalar. >> Uhum. Uhum. Cara, deixa eu te fazer umas perguntinhas, tá? Sobre isso. >> Claro. >> Como sempre, né, pessoal? [ __ ] o que mais tem aqui? A pergunta, cara. >> Eh, cara, primeiro de tudo, tu falou que tu fez a tua a tua primeira cópia de graça. >> Uhum. >> Eu fui trabalhar de graça para empíricos. Eu fiz a eu fiz aquele copy Experience do Marcelo Bragion >> em 2018,
tá? A minha empresa já faturava múltiplo set ali no mês, porém eu tava muito curioso para saber o que que o pessoal fazia lá na Emperículos. Daí daí eu joguei uma cópia lá no no Rock Vega, >> eu falei: "Cara, seu copyright também e tal, não sei o quê. Tô insatisfeito com a empresa >> e de fato tava, sabe? Não tava, sei lá, era que era que era muita coisa, muito muito muita responsabilidade, muito Tudo. E daí eu acabei indo trabalhar lá e aí foi de graça, foi um mês, cara, foi muito bom, eu aprendi
bastante e eu não sei qual que é o argumento que a gente teria, tá? Eh, ou que essas pessoas aí tu falou, tipo, ah, não quer fazer de graça, qual que é o argumento possível para isso, cara? >> Não, tem muita gente que não aceita, que acha um absurdo, que fala que >> Mas o que que elas falam? Qual que é o a lógica disso? >> Não faz sentido eu ter um conhecimento, eu entregar de graça. Não faz sentido trabalhar de graça. A pessoa não vai me valorizar. Mas não é sobre a pessoa te valorizar,
é sobre você se valorizar. Você não é ninguém na fila do pão. Você vai acreditar em você mesmo se você fizer isso, né? Mas tem muita gente, pelo menos dos meus alunos, muita gente falava que achava isso um absurdo. >> O meu mindset é o contrário, cara. Eu >> eu também eu tô ganhando valor, né? E tem gente que me pedia para muita, muita, muita gente me pedia para trabalhar de graça na minha empresa >> e eu fico me perguntando, será que essa pessoa sabe quanto custa eu contratar alguém de graça? Sabe, será que ela
não sabe quanto custa a minha mentoria para pedir a minha mentoria de graça? >> É, pô. É, >> né? Porque é caro você aprender com o dinheiro dos outros >> e tem gente que não tem essa visão, mas quem não tem >> tenha. Olha onde ele tá, >> mano. Mas isso daí para mim, ó, na moral, se tu tá aí, [ __ ] pelo amor de Deus. Não, mas tem muita gente que pensa assim, >> cara. Isso é muito doido, velho. Ó, a real, na na minha cabeça, isso é uma é um privilégio, se tu
não sabe nada, tu poder trabalhar de graça para alguém sabe >> Sim, porque as pessoas pagam mentorias caras para aprender e você vai aprender de graça. >> Sem dúvidas. Eu nunca contratei uma pessoa para eu treinar ela do zero. Eu já contratei, por exemplo, aluno, que aí a pessoa ia ser treinada por mim, mas já tinha uma base no universo. >> Agora pegar a pessoa que nunca fez nada e e deixar trabalhar na minha empresa, isso custa caro >> demais. Demais. É, >> e eu tenho até um primo, tá, que ele tá se tornando copywritter
hoje e que é o o Samuel. Aí, abraço aí pro pro Samuca. Pessoal fala que eu fico falando mal dele no podcast e, cara, eu falo uma vez. >> Eu vi que você falou, você falou que ele era [ __ ] mas pro jeito ruim. Falei: "Que que é isso?" >> Sei que você fala com primo não, mas é que cara, eu é que não sei na minha cabeça é intimidade, Mas é que na minha cabeça, como ele é meu primo e mais jovem, aí eu sei que eu vou falar besteira, tá, pessoal? E eu
sei que eu que enfim que tá errado, mas eu quero que ele sofra mesmo. Eu quero que ele que que ele que ele veja que é difícil, entendeu? Fazer as coisas. >> Não vai facilitar para ele achar que o mundo é um morango, né? >> Não achei não. Ó, eu poderia já ter achado emprego para ele assim, ó. Coloca qualquer amigo meu ali, ó. contrata aqui O Samuel tal. Eh, mas cara, não, eu falei: "Ó, tu vai tu vai participar dos processos, tu vai fazer o máximo que eu vou fazer vai ser vai ser te
dar os cursos aqui." E só que eu tô melhorando isso, que eu percebi que eu acho que eu tô sendo muito grosso. Mas enfim, por enquanto tu ainda vai apanhar. >> É que a pessoa tem terraça, se ela não tiver não aguenta. >> Terraça. Exatamente. Mas ele tem isso daí, ele tem. É isso. Ele tem de sobra. >> Eh, ele é triatleta, ele faz ele nada, essas porras tudo aí. E ele tem 18 anos ou 17. É, >> ele é bem bem focado. Mas cara, [ __ ] se tu tá com essa parada de graça
aí, mano, para mim isso é uma arrogância. Tu tá achando que tu é a última bolacha do pacote aí. >> Sim. >> E beleza. Eh, mas enfim, voltando ali, tá? Tu falou que no começo a gente vai fazer o que é mais fácil. Faz todo Sentido, né? Ninguém vai querer começar fazendo difícil. >> Uhum. E aí tu falou: "Olha, tu conhece pessoas, tu tem listas de pessoas próximas que tu eh que tu pode alcançar elas com a tua mensagem. Que que é a lista aí, cara? Abre o teu WhatsApp aí, ó. Todo todo mundo tá
no teu WhatsApp. É uma pessoa que eventualmente pode comprar, né? Aham. >> Tem um primo que conhece o tio da Kitanda e por aí vai. >> É. E assim, cara, as pessoas talvez elas pensem assim: "Pô, mas eu eu vou chegar vendendo para um, sei lá, um familiar. Tu tu não tem essa objeção da vergonha de de vender em primeiro lugar?" Ou tu acha que se a pessoa não tá disposta a fazer isso em primeiro lugar, que ela nem eh poderia dar certo em primeiro lugar, sabe? >> Ou como é que tu vê isso? Tem
que Colocar o pau na cara, gente. Tem que ser cara de pau. Quem tem vergonha não faz dinheiro. Eu aprendi isso da pior maneira, né, no caso. >> Uhum. >> Eh, em 2019 eu decidi dar as caras no digital, morrendo de vergonha, com medo de julgamento, principalmente das pessoas mais próximas, né? Que nem você julgando seu primo horrores aí. >> Tadinho, >> né? Né? Tipo, quem essa pirralha cresceu Ontem, tá aí falando na internet que que tá se achando blogueira, que é isso todo bullying, né? As pessoas que te conheciam antes, tipo, eu não fazia
processos químicos, que que ela tá fazendo, né? Todo aquele julgamento. >> Só que eu vi que, eh, vergonha não paga conta, né? Então, você precisa se enxergar como uma pessoa que entrega valor para ter coragem de cobrar, né? Então, se você acredita que de fato o que você vai Fazer vai ajudar aquela pessoa, você não vai ter vergonha é de não vender. Tenha vergonha de não transformar a vida daquela pessoa, né? E aí se, sei lá, é seu pai, sua mãe, você não quer cobrar, tudo bem, né? Agora todo o resto não vejo por não,
>> né? Inclusive os mais próximos deveriam ser, não costuma ser, mas deveriam ser os que mais apoiam, né? >> É. E nada te impede de fazer de graça para algum familiar para de fato ganhar Essa confiança, né? >> Sim, de fato. Ou pelo menos só para ter alguns depoimentos para poder converter outras pessoas eventualmente. >> Exatamente. Exatamente. >> Isso. Isso é bem interessante. >> E dá para abordar pessoas também no digital, tá? Dependendo do que você faz. Você, por exemplo, para copywritter é muito comum você chegar no direct, te abordar, chegar, mandar um e-mail que
a gente fala, né? Mandail. >> Ontem chegou lá no meu Instagram por causa os cara querendo me lançar. Percebi que você tem uma audiência aqui no Instagram que já pensei em fazer lançamento. Eu falei: "Tá bom, >> mas a pessoa não faz nem a mínima pesquisa, né? Não, por favor, >> faça o arsenal de cópia primeiro antes de passar uma vergonha". Tem gente que fala: "Me parece que você eh poderia escalar mais as suas vendas. Você já conhece a comunicação Persuasiva?" "Ah, não, me fale mais, me ensina". >> É curioso, né? >> É absurdo. É,
>> eu acho isso muito doido. >> Eh, mas cara, eh, uma vez, tá? Beleza. A pessoa tem a lista, ela tem o que ela quer vender. >> Uhum. >> Eh, pelo menos o benefício que ela quer entregar. >> Sim. >> E ela tem ali eh uma ideia do que que as pessoas estão vendendo no mercado. Ela tem um PMS também. >> Sim. >> Vamos dizer que ela tem a lista ali e, enfim, tem algumas pessoas interessadas ali no benefício. Eh, por exemplo, ela a pessoa falou: "Cara, pô, eu consigo te ajudar aqui a a emagrecer".
Eh, como que assim, como que tu recomenda pra pessoa que tá em casa definir e eh de fato fechar ali a o a Oferta ali, o formato de entrega, quanto tempo que é? Tem tem algum processo para isso? Porque como tu falou, né, a pessoa pode fazer uma call ou 10 ou uma call e acompanhamento no WhatsApp. Aí que dia que tu dá pra gente organizar isso aqui e a pessoa ter um uma oferta fechada ali que ela fale, ó, é tanto por tanto é isso aí. E deu >> o que eu penso que no
início não pode ser algo que vai levar mais do que trs meses para você entregar. Então isso Porque é é o período de tempo que você vai estar ganhando pouco, que você tá se desenvolvendo e tal. Então acho que 3 meses é um período legal, talvez dependendo do que for eh seis meses, se for mais complexo e você cobrar mais, mas vai depender muito do que você vende, né? Se você é médico e você vai treinar outro médico, pode ser que ele precise de um ano. Aí você consegue já fechar um contrato de um ano
pensando quanto que você quer por mês ali. Se é Uma questão de marmitas, talvez em quatro semanas você consiga. Então acho que isso é muito personalizado e vai muito de você conseguir sentir em quanto tempo você consegue gerar aquela transformação. Às vezes baseado no que você fez mesmo. Por exemplo, eu levei quatro semanas do período que eu aprendi COP pro período que eu apliquei COP. Então, para mim era o que fazia sentido. Em quatro semanas eu vou formar os copywriters. E eu conseguia inicialmente Fazer essas quatro semanas de formação. >> Bem rápido. >> É, depois
eu aumentei um pouquinho para seis semanas quando eu coloquei os estágios, né? Mas antes eram quro semanas e as pessoas começavam a trabalhar e davam depoimentos que conseguiam. Então aquilo comprovou que tava correto, né? Depois quando eu quis colocar as pessoas eh ter revisão de portfólio e tal, aumentou para seis semanas, mas aí a pessoa saia muito mais Eh não é robusta a palavra, muito mais completa, sabe? Ela sabia fazer campanha de lançamento, ela sabia fazer um perpétuo, ela entendia de estratégia, ela tinha um portfólio pronto, revisado, >> legal, >> ela sabia prospectar tudo, então
>> levou um pouquinho mais de tempo, mas foi analisando, é, sentindo mesmo as pessoas tendo essa empatia. >> Uhum. >> E você também não é sua única régua, né? Porque depois eu percebi que muitas vezes eu tive resultados acima da curva porque eu acima da média, né? Porque eu me dediquei acima da média. Nem sempre a pessoa vai se dedicar acima da média. Então você tem que também adaptar para isso, né? Por exemplo, se eu tô falando muito com pessoas que trabalham durante o dia e tal, eu vou colocar, por exemplo, horário da entrega de
noite. Então eu vou colocar uma hora, não vou passar disso porque senão a pessoa não Vai aguentar. Vou colocar duas vezes na semana, três, porque mais do que isso a pessoa não vai aguentar. Então vai depender muito do público essa personalização. >> Uhum. Mas eu acredito que esse período de três meses é muito bom para você conseguir ajustar ali tudo que você tiver que ajustar paraa pessoa conseguir chegar no resultado que você promete. >> Uhum. Eh, assim, ó, a gente sabe, né, que Quanto menor tempo pra gente entregar o resultado, eh, mais valioso é o
o produto. >> Sim, com certeza. >> Se se tu, apesar de já ser extremamente rápido, quatro ou até mesmo seis semanas, cara, é rápido rápido para [ __ ] né, pessoal? tem que concordar. >> Eh, se tu tivesse uma varinha mágica, um num um experimento aqui de de pensamento, se tu tivesse uma varia mágica que tu só faz assim e pronto, em 1 milisegundo a pessoa é um copywritter empregado, mano. Quanto que valeria isso? Sabe talvez, sei lá, R$ 50.000, não sei quanto é que ela vai ganhar depois, >> mas valeria muito mais dinheiro. E
por isso que uma lipa aspiração é muito mais cara que a mensalidade da academia, porque o resultado é muito sem esforço e muito mais rápido, sabe? Tu dorme e acorda magra. Então, eh, eu acho que isso, isso daí é Uma coisa que na, na minha visão, tá, ela é interessante para tu que tá em casa diminuir esse tempo. Mas eu queria te perguntar, >> e quanto mais você diminui o tempo, tem gente que acha assim, ai, mas eu só vou entregar isso aqui e em quatro semanas, mas a pessoa me pagou tanto, eu tinha que
entregar mais. Não, a pessoa que vai te pagar mais é a pessoa que você vai entregar em menos tempo. Então, você vai cobrar 15.000 numa construia de uma hora Às vezes e você vai resolver um problema na empresa da pessoa que vai fazer ela faturar 30.000 a mais no mês que vem. >> Então não é a lógica de vender as suas horas. Então você precisa mudar essa mentalidade também. Caso você trabalhe vendendo as suas horas, você vende resultado. E quanto mais rápido, mais você cobra. Então hoje eu posso cobrar 50.000 1 para uma entrega de
um mês que antes quantos quantas pessoas eu não Teria que conquistar para chegar nesses 50.000 porque eu tenho muito mais repertório, entregue muito menos tempo. É aquela história do chaveiro também, né? Você chama ele, ele faz em 5 minutos, cobra R$ 300, você é caro, você levou 5 minutos, mas você não, você levaria um ano e não conseguiria ter esse resultado. Então assim, >> exatamente, é, >> pague o preço, né? >> 5 minutos para fazer, mas 5 anos para ou 50 para descobrir como fazer aquele lugar. Exatamente. Então, eh, esquece essa questão de vender as
suas horas, você vende resultado e quanto mais rápido, melhor. >> Eh, show de bola. Porém, tá, aliás, a além disso, a a dúvida que eu queria perguntar é o seguinte: existe algum argumento pro tempo ser maior? Porque tu falou esse tempo de três meses? Achei interessante Não não passar disso, >> mas eu fiquei pensando, será que tem algum caso, alguma coisa que a gente tem que otimizar para para mais tempo de entrega? Eu acho que não. >> Eu acredito que sim, que nem eh foi o que eu falei, às vezes, não sei, algum caso de
profissionalização, que nem eu sou um médico e para eu passar esse conhecimento, eu preciso que a pessoa venha, que seja uma vez por mês na clínica e precisa de um ano. Ou então, Por exemplo, eh, no caso que a gente trabalhou lá com a galera de balões personalizados, para eles terem um negócio estruturado, eles precisariam de um ano. Então, a consultoria levava todo esse tempo. >> Uhum. >> Só que não é a maioria dos casos, não. >> Uhum. >> A maioria vai levar mais ou menos esse tempo mesmo e ou menos, né? >> Uhum. Uhum.
Tá, cara, maravilha. Eh, vamos dizer, então, tá, que eu fui uma pessoa aí que, cara, eu sou dedicado, aí eu fiz toda a pesquisa, fiz o PMS, encontrei minha proposta única de valor, entendi como posicionar aqui meu produto, aí vi o que outras pessoas estavam entregando também. E o mercado como já tá comprando aquilo ali, eu fiz o meu produto similar aquilo ali em termos de formato e entrega, mas com o meu método único. Eu Tô falando que eu entendi, tá? Se eu tiver errado, tu me corrige, que eu vou anotando aqui, daí, daí tá,
enfim, tá, tá meio que fresco aqui na cabeça. >> E aí, beleza, eu tenho isso aqui. E aí, para eu começar a vender, eu vou fazer o que é mais fácil primeiro. >> E o que é mais fácil é falar com as pessoas que são próximas a mim, lista de de familiares, de amigos, tal, etc. E aí, para isso, como tu falou, a gente tem que ser cara de pau, vencer a Vergonha, abordar as pessoas lá, eh, falar para elas: "Olha, eu tô tô tendo essa solução aqui, eh, isso aqui é uma coisa que faz
tal coisa. Se tu quiser, eu tô disponível. Não precisa fazer uma venda, sei lá, tipo, agressiva. Aí >> chegar fazendo oferta no no spam, né? Não faça spam, por favor. Não é isso que eu tô falando. >> É, se quiser, tá? Se tu for uma pessoa inteligente, não for burrinho, não tiver ego e cara, desculpa falar dessas Pessoas, sabe? >> Ah, é isso mesmo. >> É porque para mim, pô, pelo amor de Deus, mas cara, se tu quiser fazer de graça para pegar depoimento, maravilha, faça, tá? Pega isso daí, constrói o teu portfólio fazendo isso.
Eh, e aí, maravilha. Daí uma hora, tá, a gente vai começar a vender, vai dar certo. E aí vamos imaginar que não só deu certo, como eu já zerei a minha lista ali do WhatsApp. >> Perfeito. Agora a gente vai pro próximo passo. Então o próximo passo é construção de audiência. Eu não acredito muito no modelo em que você compra leídia, ele chega na sua oferta, não comprou, vai embora, acabou. Eu acredito na construção de audiência porque aumenta o LTV. Eu posso vender mais coisas para uma pessoa que acabou de me conhecer, mas ainda não
confia em mim, porque eu falo do mercado de infoprutos, né? Então, eu vou começar a produção de Conteúdo e eu acredito que ainda hoje o Instagram é onde tem mais dinheiro. Então você começa a produção de conteúdo no formato que faz mais sentido para você. Reals, carrossel, imagem única, enfim, feed e stories. O feed vai te ajudar a crescer, stories vai te ajudar a vender. E isso vai fazer com que você consiga usar vários alimentos do arsenal de COP, não só o PMS, para gerar desejo de compra do quê? Às vezes de qualquer coisa que
você vá vender. A pessoa Compra a sua ideia. Então eu gosto muito de vender ideias e não coisas. Eu vendo a ideia de você ser bem-sucedido. Com quê? Pode ser com COP, pode ser com inteligências artificiais, pode ser com eh criação de infoproduto, enfim. E com isso você começa a construção de um negócio milionário que muitas vezes não vai ter só um único produto. Então eu já tenho agora um formato de consultoria que eu entrego. Eu posso abrir uma próxima turma, né, uma próxima Oportunidade e posso também agora criar um produto mais escalável. Então, ah,
vou criar aqui um curso que ensina eh culinária avançada para fazer doces funcionais também para vender para esses executivos. E aí agora eu já tenho um upscell para vender para quem já comprou. Então eu tenho eh simplesmente um produto que vai ser estrela, porque ele é o mais completo. E aí quem quiser construir agora vai tá mais caro porque O acesso a você já se tornou menos acessível. Então quanto mais você escala o seu produto principal, mais caro fica acessar a sua hora. E aí você pode cobrar consultoria, mentoria por um valor muito mais elevado.
Em alguns mercados que nem o nosso de marketing digital, tem também mastermind, tem também para médicos, enfim, para alguns outros, não para todos, mas tem também o a possibilidade de você vender acesso, não só informação, Porque querendo ou não, a pessoa tendo acesso a você, ela tem resultados muito mais rápidos às vezes, né? Uma dica que você pega, por exemplo, tem masterm que eu invisto mais de R$ 100.000 R$ 1.000 e uma dica que eu pego, eu faturo mais de R$ 100.000 no meu negócio. Então você começa a poder diversificar as soluções que você entrega,
os preços e ofertas. Por que que você tá indo? Você acha que não existe isso? >> Não existe. >> É que existe o contrário também. Tu paga 100.000 e não aprende nada. Eu já participei de vários. >> É, mas é, >> mas tem uns que tu paga. >> É que eu não penso que eu vou aprender alguma coisa. Eu penso que eu vou >> eh pegar uma oportunidade. Então, em todo mastermind, eu me pergunto antes de entrar, que oportunidade que eu quero dali? E geralmente não é informação, é Um acesso a uma pessoa, eh, por
exemplo, acesso a um, a poder palestrar e ser vista como a pessoa de confiança e aí eu consigo clientes ali. Então, eu não penso em mastermind como um produto necessariamente de informação, mas sim de conexões. >> Uhum. E às vezes uma pessoa gera muito rezado. Por exemplo, >> eh, se eu não tivesse assistido nenhuma palestra e não tivesse ido a nenhum encontro por um ano e eu tivesse Investido esses m mesmo R$ 100.000 conversando com uma pessoa, eu consegui o contato de um uma empresa que cria pós-graduações para você a partir de uma faculdade que
essa pessoa já tem. E a emissão de certificado é 90 vezes mais barata do que a que eu fazia. Então, já tá pago. >> Uhum. >> Entendeu? Então, esses acessos começam a acontecer também quando você tem mais contatos. Por exemplo, lá, se você Entrar na minha mentoria de marmita para executivos, eu te dou os nomes dos fornecedores, a gente consegue um preço melhor para você porque você é indicação nossa, enfim, você comece começa a pensar em outras coisas que vão gerar esse LTV que eu falei, né? Essa >> Uhum. essa jornada do cliente com você
comprando mais vezes, porque o jogo dos que ficam no longo prazo é o jogo dos que diminuem o CAC, né, o custo de aquisição do cliente. Então, se eu tô Sempre comprando cliente, comprando cliente, vai ficar cada vez mais caro. Se eu não tenho muito dinheiro, o meu negócio quebra. Agora, se os meus clientes compram mais vezes, o meu custo de aquisição tende a diminuir, o meu LTV tende a aumentar e e com isso eu consigo mais indicações, enfim, eu consigo um negócio de longo prazo, né? Então eu acredito que a criação de audiência através
da produção de conteúdo e também anúncios, né? Eh, seja um caminho ideal Para quem quer construir um negócio milionário. >> Uhum. Uhum. Eh, cara, deixa eu te fazer uma pergunta, tá? Opa, desculpa interromper o teu episódio aqui rapidinho. Eu só queria te pedir, tá, se tu quiser me ajudar aqui no podcast, que é para tu pegar e se inscrever aqui no canal. Isso é 100% de graça, tá? Obviamente não paga nada para fazer isso. Eu tô te pedindo isso porque eu vi que 57,8% De vocês aí que estão em casa assistem o podcast, mas infelizmente
não se inscrevem no canal. E aí, cara, se tu não se inscreve, o canal não cresce, o YouTube não entrega isso aqui para mais pessoas e a gente não consegue atrair mais convidados aqui pro podcast para criar um conteúdo legal para ti. Então, cara, se tu quer me ajudar, por favor, clica aqui embaixo, tá, em se inscrever e vamos tentar diminuir esse valor aí, vamos tentar chegar nos 50%, colocar Essa meta pra gente poder crescer o canal aqui do Veturb e trazer mais conteúdo para ti, para que tu possa ganhar ainda mais dinheiro, beleza? Então,
de volta pro episódio. Eh, por que que, aliás, e eu pelo que eu tô entendendo, eu acho que eu poderia começar já pelo passo número dois, assumindo que eu sou uma pessoa que tem um emprego, tal, porque apesar de eu não ter resultado no começo, porque vai demorar um pouquinho, né, pra produção De conteúdo ela se pagar. Mas eu poderia, por exemplo, sei lá, tipo, eu trabalho, sou CLT ali e tal, ganho minha grana, daí de noite eu vou lá, produzo conteúdo e fico martelando, macetando. >> Você é muito raçudo. Eu juro que esse não
é o pensamento da maioria das pessoas. Não entra na cabeça delas que elas vão trabalhar de graça para depois receber, porque elas já estão com a mentalidade de eu trabalho e depois eu Recebo. Então, se eu falo para você começa produzindo conteúdo, no terceiro conteúdo que não vai bem, você desiste. >> Entendi. >> Então, começa colocando dinheiro no seu bolso que aí você tem motivação para criar o seu conteúdo. >> Sem dúvida. >> Porque muita gente fala: "Nossa, eu fiz uma oferta e não vendeu a pessoa postou três conteúdos e falou: "Não acredito mais na
internet". Que que eu posso te falar, né? Você falou com três pessoas, não vendeu e é isso, você desistiu, né? Enfim, >> não faz sentido. Então esse seu pensamento é de empresário. E geralmente quem tá começando esse pensamento. Por isso que eu falo: "Faça oferta, faça dinheiro, depois >> com dinheiro do bolso você tem mais gás para continuar". >> Uhum. Mas mas no caso aí a pessoa ela iria sair do emprego dela para fazer Isso então? ou ela >> sim, enquanto ela tá no emprego, ela consegue ainda dar uma consultoria, dar uma mentoria, enfim, se
ela quiser, ela consegue até produzir o conteúdo, porque eu fazia isso, eu trabalhava, trabalhava com COP e ainda produzia conteúdo, mas eh são poucos, né? A maioria das pessoas tem filhos, tem outras responsabilidades, enfim. >> Uhum. >> Então vai de cada um. Se a pessoa tá Desempregada, ela faz tudo, né? Ela produz conteúdo, ela faz oferta, ela faz tudo. >> Dúvida. É sim, sim. >> Se ela tiver dinheiro, ela investe em tráfego já. Se ela não tiver, ela espera. >> Uhum. >> Então vai depender muito do caso de cada um. Mas essa questão de eu
vou produzir conteúdo a rodo até dar certo, a maioria desiste na primeira semana. É, é um Saco. Tem que eu eu não tenho muita experiência em produção de conteúdo, >> mas agora com o eu não sei, eu não sei nem se tem ferramenta de espionagem para Ah, não, não tem sim, porque no tráfego direto tem até o próprio a própria biblioteca de anúncio lá do Facebook, tu consegue ver o que tá todo mundo anunciando, né? >> Aí tem uma ferramenta que a gente até usa que serve para espiar conteúdo, que é o o rival e
uma coisa assim. Tem Várias, tem várias que você às vezes coloca eh >> o nome da pessoa e mostra os principais conteúdos que que dão certo. Tem tem várias. >> E cara, esse esse do esse aí que a gente usa lá, tá? E se tu botar isso aí, tu vai ver que a gente produz uma cacetada de conteúdo no Veturb, mas muito muito muito. A gente tá com 1800 posts no Instagram. >> Legal. >> E é, a gente produz assim, só só tem um cara que produz mais que eu, tá? do das pessoas que eu
espiono lá, que é o o Alex Ormose, sabe? >> Ah, ele é uma máquina de vencer. >> Muito, muito, mas todas as ferramentas aí que tem aí do mercado, a gente, cara, dá um pau assim em termos de produção e e foi um saco fazer isso porque, tipo, a gente nunca tinha feito antes, só que daí eu comecei a estudar os conteúdos lá do Warmus e tal, ele falava um pouco Sobre conteúdo, a gente começou a fazer. >> Uhum. >> Mas cara, eu não fui pro Instagram, tá? Aliás, hoje o Vetormente tem Instagram. Eh, e
deve ter acho que uns 90.000 seguidores, sei lá. >> Uhum. >> Mas a gente foi pro YouTube eh como como fonte principal e eu diria até que o Instagram é meio que uma consequência do YouTube, porque a gente posta lá basicamente a grande maioria são cortes Do podcast que a gente que que fica colocando lá. >> Mas eu fui pro YouTube porque eu não sei se é verdade, tá? Como eu falei, eu não sou o cara do conteúdo, mas pelo que eu entendi, o YouTube ele tende a a ser mais eh perpétuo. Então, tu faz
um conteúdo e aquele conteúdo que tu fez uma vez, >> sim. >> Daqui a um ano e meio, dois anos, ele ainda funciona. E de fato, tá, eu gravei Um podcast com uma com uma mulher que eu vou até gravar de novo, que é a Duda Serenini. Não sei se tu conhece ela, >> não. >> Ela é a rainha do Pinterest, diz a >> Ah, conheço sim, desculpa. Fui para masterm com ela. Sim. >> É. Daí a Duda vai aparecer aqui na tela o episódio dela e ela tá com um episódio aqui no no canal
do Beturb que tem 200.000 views e e cara, esse aí foi um dos primeiros episódios que eu gravei, Eu acho, e tá até hoje pegando view. Pega, pega. >> É muito diferente, né? Fazer dinheiro com Pinterest. >> É, é, sei lá, mas o o assim, sem dúvida alguma, o tema ajuda para caramba, né? Mas eu acho que a própria natureza do YouTube de entregar assim a rodo que que que meio que beneficiou >> aí, tipo, daí tu recomendou aí pro Instagram. >> Sim. Aí eu queria saber o que que eu não Tô vendo no Instagram,
>> tá? >> Que eu deveria ver para eu pensar como tu. >> Eu também investi no YouTube, também tenho acho que uns 90.000 seguidores, inscritos, né, que fala. Só que o YouTube é mais uma vez e pro pensamento de empresário. Ele é um pensamento de longo prazo. Você não vai fazer uma oferta depois de quatro vídeos que você postou. Já no Instagram, se você fizer Quatro res tiver um mini chat que leva a pessoa para um grupo de WhatsApp, você faz uma oferta, você vende na primeira semana. Se você já tem seguidores e você faz
uma sequência de stories persuasiva, você vende no mesmo dia. >> Então, a facilidade de se conectar com pessoas gera dinheiro muito mais rápido. Então, hoje, se eu quiser fazer uma oferta, sei lá, de qualquer coisa X, porque a pessoa sabe um pouco da minha vida, porque ela me acompanha há um Tempo, ela vai comprar de mim. Agora no YouTube, como é que eu vou fazer uma venda para uma pessoa de uma coisa X se o meu canal é só sobre vendas e escala? Não, não faz sentido, entendeu? Então, se você chega aqui anunciando qualquer coisa,
não, não vai vender. Agora, o Instagram é muito mais pessoal, então é gera mais confiança. Agora, pro jogo de longo prazo, eu concordo que o YouTube faz todo sentido. Só que você também concorda comigo que o custo de produção É muito alto >> demais. Porque não só sentar e gravar, você precisa editar, você precisa estudar, você precisa trocar tamb, você precisa saber de SEO, você precisa saber como que faz o upload do vídeo. São muitas variáveis. Você precisa de designer, editor de vídeo, videomaker. Dá para você fazer sozinho? Dá, mas é um trabalho, como é
que fala? Full time de tempo integral. Ai, que nojenta. >> Americanizada essa mulher, pessoal. >> Gente, acabei de voltar de Miami, eu só tava falando inglês. Calma. Eh, >> full time. Isso aí é >> tempo integral, né? >> Sim, >> tempo integral. Então tem gente que vive de YouTube, que é só youtuber, porque dá muito trabalho. Eu tinha uma equipe grande para conseguir manter o meu YouTube, tanto que eu parei. O Instagram eu continuei, o YouTube eu parei. Então É muito uma mentalidade de empresário. Então você tem que estar com caixa para poder investir no
YouTube e ter muita paciência, porque não vai ser no primeiro, nem no segundo, nem no terceiro mês que você vai ter retorno financeiro com isso. >> É, no Vetub demorou 8 meses para para tipo tracionar um pouquinho. >> Tá vendo? Eu fiz venda no meu Instagram, sei lá, dois meses que eu tinha aberto meu Instagram. >> É >> isso porque eu demorei. Tem gente que com Instagram que já tem com as pessoas que já conhece, já consegue fazer uma oferta. >> Uhum. >> Você pode criar um resichet, fazer uma automação, a pessoa digita a palavra
oi, ela recebe uma mensagem no direct dela e ela compra ali a oferta na hora. Então é muito mais fácil de fazer vendas, muito mais rápido. Então eu acho Que o caixa rápido tá no Instagram e aí o YouTube é um jogo de longo prazo. Eu percebia que os meus leades mais qualificados, né, as pessoas mais prontas para comprar eram pessoas que tinham assistido vários vídeos no meu YouTube, ela tava pronta para comprar. Ela não queria nem saber do meu lançamento, ela falava: "Pego o meu dinheiro". >> Uhum. >> Mas no Instagram eu consigo vender
de Tudo. Se eu quiser falar, gente, eu emagreci, eu eu tô tomando isso, as pessoas compram, sabe? Elas compram a minha ideia, elas confiam em mim, sabe? >> Sim, sim. Interessante, cara, esse negócio do Instagram ser mais curto prazo. De fato, eu concordo contigo. Ele ele morre mais rápido, mas também dá resultado mais rápido, né? >> Sim. E assim, como é bem pessoal, né? Não é tão técnico. Se você é muito técnico, ã, seu Instagram não vai muito Pra frente. Então, como é mais pessoal, você consegue levar para outros lugares também. Então, eu acho mais
fácil levar do Instagram pro YouTube do que do YouTube pro Instagram. Instagram. Se eu tô no TikTok, as pessoas do Instagram me encontram lá. Se eu vou pro Pinterest, as pessoas do Instagram me encontram lá. Então, eu acho que para começar é é ideal. É a plataforma ideal. >> Sim. É verdade. É >> junto com o WhatsApp, né, para fazer Oferta. >> Uhum. Uhum. E e assim, ó, e tu falou também que o feed ele é para pr as pessoas te descobrirem e os stories é paraa pessoa vender, >> conectar mais e vender, né? Conectar
e vender. Boa. E cara, eh, hoje, tá, na minha visão, se eu fosse dizer qual que é a parte mais importante ali do do feed para ser descoberto no Instagram, eu diria que é o reals. >> Sim, com certeza. >> Tu concorda com isso aí? É, >> infelizmente, né? Porque a pessoa tem que dar as caras nas câmeras, né? Eh, antigamente eu cresci muito com texto, depois eu percebi que eu ia ficar para trás se eu não me adaptasse. >> E aí eu falei: "Tá, vou fazer esse esforço". E tem muita gente que não tá
disposto, mas assim, aceite que o crescimento vai ser menor, porque é o que o Instagram está prevalecendo nesse Momento. Pode ser que você esteja assistindo a este vídeo daqui a um, dois anos e não ele tenha mudado por algum motivo. É, >> mas você sempre tem que estar atento ao que tá entregando mais, porque é como se você pegasse a sua loja e colocasse num shopping. Ou você pega a sua loja e esconde ela ali numa rua sem saída que ninguém nunca vai. Então você tem que estar no lugar onde as pessoas estão. E hoje
em dia o ReS é o lugar para se Estar, o TikTok é o lugar para se estar, né? >> Uhum. Isso. Isso mesmo. Pro nosso público do mercado digital, tu acha >> como assim? >> Porque, por exemplo, o Veturb não tem TikTok, a gente só tem Instagram e YouTube. >> Sim. Eu hoje eu ainda não vejo TikTok como ah máquina de dinheiro. Eu acho que é um a mais que tem um grande potencial. Agora já tá com TikTok Shop, já tá com anúncios funcionando bem, tem várias empresas fazendo anúncios, eu já vi pessoas >> de
nichos diferentes tendo resultados lá, mas eu não diria que é sua sua principal foco, né? O legal do TikTok é para fazer pesquisa, porque as coisas primeiro acontecem lá e depois vão pro Instagram. Então eu, infelizmente, tive que queimar os meus neurônios indo para lá, porque eu ficar vendo vídeo rápido é Um veneno, né? É, >> mas eu tive que queimar meus neurônios porque as novidades estão lá. >> Primeiro lá, depois de algumas semanas vai pro Instagram. Não >> necessário. E cara, >> eu odeio o TikTok com >> eu odiava. Mas deixa eu te explicar.
Deixa eu te explicar o que acontece. Eu odiava >> até eu perceber que eu consigo otimizar muito meu tempo. Por exemplo, eu não Entendo sobre maquiagens, eu pesquiso lá sobre tal maquiagem. Eu vejo três reviews honestos de um minuto. Eu não preciso mais assistir um vídeo de 30 minutos da blogueira falando da vida inteira e depois da maquiagem. Isso é bom. >> Então é muito bom. É muito rápido. Eu quero saber sobre cirurgia, eu pesquiso lá. Eu quero saber sobre neurociência, eu pesquiso lá. Eu quero saber sobre a E é tudo muito rápido e você
pega dicas Muito valiosas. Você quer, você gosta de livros, pesquisa sobre livro, você vai amar. Por exemplo, eu tô lendo os irmãos Karmazov do Dostoyevis. Do Dost, >> você tá lendo Dostoyevski? >> Tô. Por quê? >> [ __ ] man. >> Você tá me julgando? >> Isso é livro de de de Não, não, eu não diria nerd, mas coisa muito oculta assim, muito >> forte de >> Então, mas deixa eu falar, tô me sentindo burra. E aí eu fui pro TikTok e eu vi que muita gente lê e faz review e eu falei: "Caraca, eu
não tinha visto por essa interpretação. Era como se eu tivesse num clube do livro com as pessoas do TikTok". Falei: "Gente, tem cultura aqui". >> E aí eu gostei. Claro que aparece umas dancinhas do meio do nada. >> Tu não vai me convencer a usar TikTok, tá? Não, não. Mentira. Tu convenceu um Pouquinho. >> Pesquisa sobre o livro que você mais gosta lá e vê opiniões das pessoas falando. Você vai, você vai gostar, infelizmente. >> Ai, tô [ __ ] pessoal. Vou ter que usar TikTok agora. >> Vai queimar os seus neurônios. Você vai ficar
viciado em dopamina barata. Não, a Larissa ela ela ela não tá mais tanto no TikTok, mas [ __ ] tava demais assim. Daí >> e não, no começo eu fiquei não vou Entrar porque isso vai queimar meus neurônios. Depois eu fiquei isso é muito bom, eu consigo pesquisar sobre tudo assim uns assuntos que ninguém falaria no YouTube >> e aí tá lá no TikTok e com a maior honestidade a pessoa no orgânico assim e rápido em um minuto e você ainda consegue acelerar. É, é >> essa parada aí do rápido para mim acho que é
tão tão legal, porque eu lembro que um dia claramente assim, eu pensei Uma coisa no YouTube, el a gente tava com problema lá em casa e tal da Larissa, pesquisa aí, aí eu volotei no YouTube, aí [ __ ] 10 minutos de vídeo, [ __ ] como trocar tal parada, >> tipo trocar a lâmpada aqui, não sei o negócio. Aí a Larissa aqui fala já fez e o cara ainda, e aí pessoal, nesse vídeo eu vou te mostrar, >> você tem noção? Eu não sabia usar o meu próprio carro, que é o antigo oito. Eu
coloco no TikTok, eu aprendo a usar em Menos de um minuto. Falei: "Gente, agora eu sei que o banco cria uma almofada aqui atrás que eu nunca descobrir isso no YouTube, eu nunca ia pesquisar sobre isso." >> Sim, >> é muito surreal, infelizmente. Aí, pessoal, e agora >> e não, porque assim, para criar anúncio é muito bom, para ver os conteúdos que estão funcionando é muito bom, formatos é muito bom, musiquinhas, às vezes você Pega uma musiquinha que tá em alta, você coloca no seu real, no seu anúncio, enfim, e conecta com o que a
pessoa já tava vendo, sabe? Que o cérebro dela já tá acostumado com aquela música e você coloca ali no seu anúncio e dá certo. Então, infelizmente, >> cara, é, >> temos que ceder. >> É, eu eu vou eu vou dar uma chance, tá? Ó, o que me converteu foi esse argumento da da velocidade, tá? Para mim isso é Importante. >> Sim. >> Mas, cara, eh, curiosamente o que eu ia falar agora era justamente isso sobre formatos, conteúdos que estão funcionando, porque uma vez que a pessoa ela vai lá pro Instagram e ela começa a produzir
conteúdo e a princípio o Instagram dela, >> como não vai ter nenhum seguidor, >> não faz sentido, pelo menos ao meu ver, focar em fazer stories, porque ninguém Vai ver, né? Hum. >> Então é mais interessante focar em fazer os reals. E aí tu falou que, cara, lá no TikTok as coisas acontecem lá primeiro >> em termos de conteúdos que funcionam. >> Sim. >> Por isso eu entendi o conteúdo em si, o que que tá sendo dito, formatos que funcionam >> e temas, tá? Porque e entram temas em alta e aí começa todo mundo falar
daquilo e aí você vê que dá uma, duas Semanas começa a mesma coisa no Instagram. O que que o que que é um tema pro pessoal que não ou até para mim também que não sei, >> tá? Por exemplo, eh, >> tipo aquele negócio, um 30 não sei quê contra um não sei quê. Um empresário contra 30 demitidos. >> Exato. Exato. É, na verdade isso é mais um formato, né, do que um tema. O tema, por exemplo, as pessoas começaram a falar mais sobre Aí eu queria pensar num ter menos polêmico, mas sei lá, discriminação
racial. E aí começa todo mundo, >> né? Eu peguei não, mas foi, sei lá, coisa que eu pensei. E aí começam a aparecer várias pessoas de vários nichos falando desse tema, adaptando pro nicho delas. Então você consegue pegar esses temas e consegue pegar o formato também. Um fala comendo, o outro fala andando, o outro fala numa mesa com várias pessoas. Aí você consegue pegar tema, você Consegue pegar formato, aí junta com PMS que você tem, o conteúdo tá pronto. >> Uhum. Uhum. >> Néum? Ah, eu vou falar desse problema nesse formato, usando esse tema. Por
exemplo, eu tô falando bastante de relacionamento lá no TikTok, porque não funciona muito você chegar e falar: "Ah, eu sou infoprodutora, te ajuda a fazer infoprodutos ou então cria o seu infopruto fazendo XPTO." Isso não funciona muito. Funciona você pegar um Tema orgânico que tá dando certo e aí você coloca o seu tema ali junto. Isso eu percebi que você chegar que nem você chega no Instagram não não funciona muito. Tem que ser mais assim, vamos entrar numa conversa e nessa conversa eu despretenciosamente falo o que eu faço e aí e mas volta para esse
tema. Enfim, e a pessoa fica curiosa, entra no seu perfil e é muito fácil de ganhar seguidor lá, tá? >> Aham. Sim, sim. É, eu acho que eu vejo Um rapaz que faz isso lá no no Instagram também. O nome dele é, não sei se é isso, tá? Não sei se é Nei Araújo ou o Oi Araújo. >> Ah, ele é criador de Onei Araújo, eu acho. >> É, eu não sei. Mas um abraço aí pr para ti aí. Pô, desculpa não saber teu nome, é que eu esqueci, >> mas eu comecei a seguir lá
e eu lembro que ele usava meio que isso. Eu começava com uma abordagem extremamente indireta Para pegar a atenção da pessoa, uma coisa bem topo de funil. >> Aí, sei lá, tipo, ah, pô, semana passada o o Charlie Kirk aqui foi assassinado. >> Sim. E daí fala aquilo ali e tal. Ele foi assassinado por quê? Porque ele tava expressando as opiniões dele. Você já já expressou suas opiniões hoje? >> Fala: "Ah, a Virgínia não sabe sambar." >> E aí você começa e aí as pessoas estão criticando e esquecem de olhar pro próprio negócio e não
sei o quê. E aí Você começa, né? Eu não gosto muito de falar de Virgínia, mas >> é exatamente >> quem gosta. Enfim. >> E daí? E isso daí, sem dúvida alguma, eu eu acho que funciona assim, porque eu vejo muito conteúdo disso, né? Funciona para viralizar, né? Só que assim, uma vez que você viralizou, >> você precisa continuar com essas pessoas. Então, você tem que seguir falando do PMS. Então, às vezes você vai Fazer um conteúdo que vai, entre aspas, flopar. E eu aceito flopar porque eu quero as pessoas comprometidas no que eu consigo
entregar para elas. Então, uns eu quero que estour a bolha e traga a gente. Mas essa gente que chegou não pode ficar só recebendo conteúdo bobo. Eu preciso aprofundar mais. Então, alguns res não vão ter esse mesmo alcance, mas eu vou gerar uma conexão que no final eu consigo até fazer uma venda ali no próprio real. >> Uhum. >> Uhum. E uma vez, tá, vamos dizer que a gente eh, aliás, essa parte de ir lá pro TikTok, tá? e pesquisar as coisas lá. Aí a gente falou sobre pesquisar temas, coisas que as pessoas estão falando,
>> formato, >> formatos que estão funcionando a a hoje e que eu me recordo e também que eu anotei, eu tinha falado também do Conteúdo em si, tá? Mas eu acho que isso envolve mais que isso tá dentro do tema. >> Uhum. >> Tem alguma outra coisa que tu olha além de formato e tema quando você tá fazendo essa pesquisa? >> Sim, tem uma coisa muito muito importante hoje. Antigamente a gente olhava a headline, né? A headline tem que ser muito impactante. Hoje eu olho os comentários, inclusive é viciante, cuidado, tá? Porque você vai ler
sobre, Você vai assistir ao vídeo, né, que fala sobre leitura, aí você começa a ver os comentários: "Não, eu discordo, eu não acho que e o o irmão tal quis dizer tal coisa". E aí você começa a ver interpretações das pessoas e você fica preso naquele vídeo. Aquilo gera muita retenção e gera uma criação de comunidade. Então, tem gente que defende o criador de conteúdo, fala: "Não, mas ela não foi isso que ela quis dizer, você entendeu errado". doutora fala: "Não, mas na minha opinião isso tá errado". Daí fica 1000 comentários embaixo de um comentário
que é contra o que você tá falando. 1000 comentários embaixo do comentário que é a favor, te defendendo, não sei o quê. E aí você começa a prender as pessoas na no seu universo. >> Eu acho que isso é é uma das coisas mais importantes hoje, gerar comentários nos comentários de comentários de pessoas que entendeu? Então, >> vale a pena ser polêmico. >> Não diria polêmico, mas incentivar debates. >> Hum. >> Incentivar a pessoa deixar a opinião dela, dizer o que ela acha. Eh, e às vezes dar a sua opinião já é o suficiente paraa
pessoa chegar e falar: "Não, eu não concordo". Não é assim. Então, acho que os comentários hoje em dia são uma boa fonte de gerar conexão e você responder os comentários também é Bem importante. >> Uhum. Uhum. Interessante, cara. E e como que tu acha que a pessoa pode começar a de fato estruturar essa produção de conteúdo inicial uma vez que ela fez a pesquisa aqui ou tem alguma rotina que ela tem que pesquisar, por exemplo, tá? Uma coisa que que eu falaria talvez para essa pessoa, cara, já começou a vender teus teus produtos iniciais? Pô,
legal, parabéns. Vamos começar uma produção de conteúdo aqui no Instagram. Como é que vai ser tua rotina daí? Segunda-feira, tu vai lá no TikTok, vê formatos que estão funcionando. Terça-feira, tu grava ali três views e aí tu posta na próxima segunda, na próxima quarta, na próxima sexta. Aí tu vai postar, sei lá, três por por semana ali na segunda, quarta, sexta. E aí tu faz toda semana, uma hora tu vai ter conteúdo, toda segunda, toda a quarta, toda sexta vai sair e a pessoa iria postar três vídeos por semana. tu indica Algum tipo de de
de rotina, de meta mínima, de produção de conteúdo, eh se se é semanal, se é diário, eh o o que que a pessoa tem que fazer para ela começar a de fato alimentar o perfil e a gente entrar daí com os stories para ela começar a vender a oferta dela? >> Eu acredito que, olha, depois de um tempo, tá? Eu sofri com isso no começo, mas a quantidade gera qualidade. >> Então, quanto mais você conseguir produzir, mais inteligência você vai ter Para melhorar. Então, eu não gosto de falar faça isso. Eu acredito que três é
um número mínimo, assim para você gerar um resultado interessante, mas quanto mais você conseguir, melhor. Se for um por dia, é melhor. E aí eu acho que vai muito da rotina de cada um. Eu realmente eh recomendo que a pessoa faça pesquisa escrita num dia e gravação em outro para otimizar o tempo, pensando em pessoas adultas normais, brasileiro, né, da vida corrida, Mas tem que funcionar pra pessoa, sabe? Para mim é, às vezes sentar e gravar seis vídeos no mesmo dia era exaustivo. No último eu já tava sem humor, já não tava mais feliz. Então,
às vezes para mim era mais fácil eu já separar o tema, já deixar tudo no meu bloco de notas e aí num domingo eu gravo dois. Mas aí na terça eu gravo um, na quarta eu gravo mais três, enfim, tem que ver com a rotina da pessoa, sabe? Eu não gosto de criar regra, tem gente fala: "Não, tem Que postar todo dia, tem Não tem quê". Tem gente que posta uma vez por semana e bomba, dá muito certo. >> Uhum. >> Mas eu acredito muito que a qualidade, a qualidade vem da quantidade. >> Uhum. >>
Agora em o que eu gosto de orientar, né? Eh, na questão metodológica da coisa. Por exemplo, se você vai pegar estrutura de headlines que funcionam, então, por exemplo, eh, Seis fatos curiosos sobre quem quer empreender. Então, seis fatos curiosos é um tipo de headline, né, uma estrutura. E aí eu vou aplicar pro meu nicho usando o PMS. Então, seis fatos curiosos de quem quer ter renda extra, de quem quer eh ganhar para escrever, de quem quer viver de marmita, sei lá. E aí eu vou dissertar sobre aquele assunto sempre pensando no PMS, porque eu não
só preciso chamar atenção, levar pessoas pro meu perfil, mas eu preciso Principalmente gerar desejo. Eu vejo que tem muita gente que viraliza, cria conteúdo muito, tem milhões de seguidores, mas não consegue converter. Porque não tá falando do PMS? tá até agradando a pessoa, tá entretendo, mas não tá gerando desejo porque ela tem para oferecer. Então, o PMS ele te eh blinda de trazer só curiosos na sua vida, curiosos só naquele assunto que você trouxe e faz a pessoa querer resolver aquele problema com você e Querer saber mais do que você tem para oferecer, querer clicar
no seu link da bio. Então, primeiro pega, é, faz a sua pesquisa, vê o que que tá dando certo, pega algum modelo que você gostou, pega algum algum tema, né, que esteja relevante no momento, pega essa estrutura de headline e cria o seu conteúdo pensando que precisa ter um começo, meio e fim, precisa ter ou não, né, às vezes pode ser indireto, uma chamada para ação e precisa reter a Pessoa, né, para que ela fique até o final, porque o o A retenção é uma métrica importante para ser mais entregue para mais pessoas. Então, eh
não necessariamente criar um conteúdo menor, mas um conteúdo que faz a pessoa ficar até o final. E com isso a gente usa o gatilho da antecipação, enfim, vai aplicando o COP também para que o conteúdo dê mais resultados, >> né? E sem esquecer que você tá falando com uma pessoa que não te conhece, não Conhece sua solução e que pode virar seu cliente no mesmo dia. >> Sim. Sim. Eh, cara, eu tenho duas perguntas para te fazer, tá? >> Uhum. Uma eu vou fazer aqui uma vai ser mais simples, a outra vai ser talvez um
pouco mais complexa, que eu quero daí pegar a tua opinião, que eu quero te falar uma coisa que eu faço, eu quero saber a tua opinião sobre isso. Mas a primeira delas, cara, é postar quatro res por Dia. Isso é muito ou é pouco? >> Eu acho muito. >> Muito. Mas tu acha que prejudica? >> Eu não acho que prejudica. Eu conheço quem faz isso e dá muito certo, mas eu acredito que você precisa ser um super ser humano para aguentar isso no longo prazo. Você não vai aguentar isso no longo prazo, a não ser
que você não faça mais nada da vida, só isso, você tenha pessoas para tocar tudo. Eh, nenhum 1% consegue dar Conta disso por muito tempo. >> Eu cheguei a postar dois por dia assim >> por um período mais de dois anos atrás, mas não é sustentável no longo prazo. Então tem que ser algo que você consiga fazer por bastante tempo, que é mais importante, né, você ter três por semana, todas as semanas por tr anos, >> do que você ficar só três meses postando quatro por dia e >> sem dúvida, >> depois parar, >> como
tu mesmo falou no começo do podcast, tem que aguentar. >> Tem que aguentar, exatamente, >> sim, sem dúvida. >> E acontece, né? Às vezes você precisa eh redesenhar o que você tava fazendo, que nem eu postava pelo menos de um a dois vídeos no YouTube e por um tempo eu tive que parar. Mas se eu for voltar, eu vou voltar pensando em um por semana. >> Se eu tiver aguentando, aí eu vou para Dois por semana e assim por diante. Não começar no sprint e depois se cansar, morrer na praia, né? A loucura ali. Cara,
eu vou te falar que eu tenho uma vantagem que me permite ter esse número aí de res postados, tá? Na verdade, a gente até subiu para oito, que a gente posta por dia, >> por dia, >> por dia, mas não real day, a gente posta shorts no YouTube. >> Ah, sim. Mas é o mesmo conteúdo. A gente Só não tá postando ainda no R. No R ainda é só quatro. A gente tá, na verdade, tem tem uma leve mudança na edição no final ali referente ao CTA >> que no YouTube tem um botãozinho ali que
fala: "Quer quer ver mais sobre isso? Aqui tá o episódio". E aí, cara, eu não sei se tu viu, tá? Mas a gente tá em 2:22, é isso? >> 2:27 >> 2:27 e eu acho que a gente vai falar talvez Mais uma meia hora. Não sei o que que vai acontecer, talvez um pouco mais até. >> E mano, eu tenho três horas de podcast, entendeu? Aí imagina a quantidade de RS que eu não tiro disso aqui. Aí olha que hack, pessoal. Eu gravo um podcast por semana. Mentira, nessa semana eu vou gravar acho que uns
três, mas eu solto um por semana porque eu não quero soltar mais, sabe? A gente preza por mais por qualidade, por isso que eu posso questionar. >> Exatamente. Isso que eu ia te perguntar. Como é que tá a qualidade da das visualizações, do alcance da >> Não tá tão bom? Não sei. Na real, eu eu acho que tá poderia ser melhor, mas volta eh hora e meia um outro ele se destaca. >> Sim. O bom é que hoje ele não funciona tanto no imediato. Às vezes assim, tem reals meu de muito tempo atrás que tá
bombando agora. Eu fico, gente, que que tá acontecendo? É. >> Ah, >> e tá trazendo gente e tal. E faz muito tempo que eu postei. Então, >> no Vetur não acontece não, cara. A gente, o Rusk, a gente solta lá. Aí, só que uma coisa que eu percebi pelo menos no no YouTube, tá? no short do YouTube, eh, ele ele começou a tracionar mais coisas assim de a gente tá com um podcast aqui, vai, acho que tem dois anos o podcast, um ano e meio, sei lá, e tem mais de 100 episódios, tal, só que
o Shorts nunca foi relevante, mas agora o shorts ele representa, tipo, 40% das views do canal, 50%, mas foi coisa de dois meses para cá, tá, que meio que tracionou. Daí agora a gente joga uns shorts ali, ele pega bastante views. >> Eu acho que vem muito também das pessoas se adaptarem a consumir esse tipo de conteúdo. Também teve o período de adaptação, né? >> Uhum. Eh, é, pode ser. Ou talvez a gente ficou Melhor também selecionar o conteúdo. Não sei o que que tá acontecendo. Tem que tenho que refletir isso aí depois. >> Fica
aí a tarefa para Ti Nick aí resolver. Eh, cara, tem um conceito, tá, que tu falou assim, né, que que as pessoas que a gente tem gente que cria conteúdo e o conteúdo ele viraliza, mas a pessoa não consegue converter depois. >> Uhum. >> E aí tu falou que para converter a gente tem que criar esse conteúdo do do que que envolva o PMS, tá? >> Eh, e tu falou a palavra gerar desejo, tá? >> Uhum. Eh, eu quero te contar o que que eu entendo por gerar desejo e daí eu quero que tu para
ver se é a mesma coisa que tu entende e aí depois eu quero que a gente, eu não sei se tu consegue fazer isso, tá? Mas acho que sim. >> Uhum. >> E se tu conseguisse assim, ó, criar um conteúdo aqui ao vivo, eh, pra gente comparar o conteúdo que não é pra galera fazer, que é o conteúdo que só viraliza e o conteúdo do PMS, sabe? que é o conteúdo que a princípio vai gerar o desejo, >> mas por gerar desejo, tá? Aí o que que tem na minha cabeça? Tem tem aquele cara lá
que tu deve conhecer, né, que é o Eudin Schuarz. >> Sim. >> Aí tem aquele livro lá do da propaganda revolucionária lá e daí ele fala: "Cara, os desejos já estão no mercado, o que a gente faz é só e canalizar ele." >> Sim. E daí, eh, o termo que eu acabo usando é transferência, que eu falo assim, cara, a gente vai transferir o desejo que a pessoa tem de ganhar dinheiro para o nosso método. E aí, como que a gente faz isso? Mostrando pra pessoa o como que o método dá o desejo. Então, a
pessoa tem o desejo de ganhar dinheiro e aí tu tu fala assim: "Beleza, tu quer ganhar dinheiro?" A melhor maneira para tu ganhar dinheiro é ser num copywriter. Aí a pessoa vai parar de desejar ganhar dinheiro para desejar ser copywriter. E aí quando quando acontecer isso, fala: "Beleza, agora tu quer ser copyrighter agora?" Porque tu entendeu que isso aqui vai te dar dinheiro, né? >> Aí a pessoa fala: "Sim, então tá, então Tá aqui o arsenal de cópia". >> Daí na na minha cabeça, tá? É isso, tá? O conceito de transferência de desejo é mostrar
o como que a pessoa vai conseguir o que ela quer através do teu método. Só que esse conceito pequenininho, a gente pode expandir ele para, pô, ser um lançamento, uma coisa gigante, né? Isso, isso eu resumi aqui numa frase, uma coisa que pode ser uma campanha inteira. >> Aí, cara, é quando tu diz gerar desejo, É uma coisa mais ou menos assim ou o o que que é que eu queria deixar claro? >> Não, eu acho que na questão de produção de conteúdo, da forma que você falou, parece que você criou um anúncio, >> que
eu vou apresentar o meu método em todos os conteúdos. Eu não vou, >> muito pelo contrário, eh, eu vou fazer a pessoa querer me perguntar que que você tem para me oferecer. >> Hum. Então, na hora de criar um conteúdo, o que que é um conteúdo que Gera desejo e um conteúdo que não gera desejo? Por exemplo, se eu quero viralizar, eu vou falar assim: eh, seis dicas para o seu frango ficar fofinho e você conseguir eh uma marmita boa. Muita gente vai querer ver, muita gente tem interesse nisso aqui que é de graça, só
que isso gera desejo pro que eu tenho para oferecer. Não, a pessoa tá saciada, ela já pegou a receita, ela vai embora. Então eu vejo muito instrutor, Por exemplo, personal, que vai lá e dá dicas de como treinar, gera muito view, gera tudo, só que a pessoa já tá satisfeita, ela vai embora. Agora, qual que é o tipo de conteúdo que vai gerar desejo? É eu falar de um problema, por exemplo, o problema da pessoa é não conseguir monetizar e eh alguma coisa, né, alguma habilidade que ela tem e ela trabalha CLT. Então o meu
conteúdo vai ser seis formas de Fazer dinheiro com marmitas. Então eu tô falando de um problema, ela tem um problema de fazer dinheiro ou seis formas de ter liberdade vivendo de marmitas. E aí você começa o conteúdo, eh, entregando pra pessoa o o que, mas não o como, entendeu? Eu não vou ensinar ela a fazer o frango, eu vou falar para ela o que é preciso ser feito e ela vai falar: "Tá, como?" E aí eu entrego, vendo como? Então, sempre que eu falo do PMS, percebe que Aqui ensinar o frango eu não tô necessariamente
falando de um problema. Ou talvez seja um problema secundário, né? Tipo, primeiro eu quero fazer dinheiro, depois eu falo: "Tá, o meu segundo problema é não sei como fazer". Então eu sempre tenho que pensar nesse primeiro problema e aí criar o conteúdo a partir disso. Ou então, por exemplo, um mito. Peguei um problema, né? Agora vou pegar o mito. O mito é que a minha cozinha é que quem tem cozinha pequena Não pode fazer marmitas e viver disso. E aí eu vou criar um conteúdo sobre isso, como eu fiz ou como fulana fez ou como
é possível fazer marmitas mesmo que você tenha uma cozinha pequena. >> Como superei o mito essencialmente. >> Exatamente. Então posso fazer sobre o sonho também, como eu fiz ou como o fulano fez, como é possível fazer. E aí, eh, aqui eu gero desejo para o como de fato, né? Tá. E agora, >> qual que é o próximo passo? >> Se eu ficar dando dicas, se eu ficar fazendo coisas só que viralizam, >> eu não vou conseguir vender depois. >> Entendi. Entendi. Só que >> eh, >> e eu não preciso falar do método, tá? Eh, o
método é tipo, >> o método é o como, né? Tu fala do OK. Exatamente. Aí a pessoa começa a acompanhar os seus stories e fala: "Ah, eu vou ter uma oportunidade para quem quer aprender essas formas de forma mais Profunda e aí eu vou ter acompanhamento, não sei o quê. Entra nesse grupo e aí no grupo você vai lá e faz a oferta". Então faz a oferta nos stories mesmo. >> Entendi. >> Ou então faz um lançamento, ou então aparece um anúncio depois pra pessoa e você faz, manda direto pra página. Enfim. >> Uhum. >>
Tem diversas possibilidades, mas aí você não precisa falar do seu método, você Não precisa falar que existe uma solução, a pessoa vai querer procurar. Eu só preciso gerar desejo dela vir atrás. >> Uhum. Então assim, ó, basicamente, então tu tu pega o desejo da pessoa que ela tem e aí tu joga >> um sonho, um problema, um mito, né? Não precisa >> alguma coisa que interesse ela que vai chamar atenção. E aí tu tu joga isso pro o que fazer. >> Exatamente. >> Saque não é o como ainda. >> Exato. >> É a etapa intermediária
ali. O que fazer. Uhum. >> Saquei. Entendi. Tá. Não, isso, isso eu entendo. Beleza. Eh, e daí uma vez que a pessoa tenha o que fazer, aí ela ainda não tem o como. >> Uhum. >> Ela vai ter o desejo de querer saber o como >> e daí que ela vai começar a engajar no perfil para descobrir o como. >> Exatamente. A gente pega uma pessoa que é topo de funil, não sabia que dava para fazer dinheiro com marmita para agora sei que dá para fazer e aí quero comprar. Comprei, sei fazer, tô fazendo agora,
quero escalar, vamos pra mentoria. Eh, já tenho um negócio com filiais que eu faço, vem pro meu mastermind, minha consultoria, enfim, por aí vai. Eu não sei porque que eu Escolhi marmita para executivos. Foi muito aleatório. Nunca trabalhei com isso, assim, >> tirei do além, não, nunca trabalhei com isso, tá gente? Não sei. E, e [ __ ] didática, tipo, sei lá, se tu falasse até do própria sinal de copio, sabe, a gente ter tanto mais mais exemplo fácil de fazer, né? >> Exato. Mas aí eu acho que eu estaria me vendendo, sabe? Eu não
sei. >> É, mas eu fico pensando assim, cara, Qual exemplo que eu vou dar da marmita? Tipo, >> difícil, né? Eu quis uma coisa desafiadora, né? Uma coisa comum assim que qualquer um pode aprender a fazer. Por isso que eu peguei assim, não precisa ser, ah, eu sou médico, então eu vou vender tal coisa, eu sou manicure, não. Você pode aprender a fazer. Sim, >> ó, tu tu falou aí sobre esses níveis de consciência, de tu pegar alguém que não sabe absolutamente nada sobre marmita, Que aí tu tu usou a palavra topo te funil e
daí depois a pessoa aprender que ah, é possível ganhar dinheiro. Então ela ficou consciente da oportunidade que olha, isso aqui é possível fazer. E eu ela ficou consciente do OK, aí depois ela vai ficar consciente do como, né, que é o método que permite ela fazer aquele o quê. Aí tem esse espectro aqui dos níveis de consciência e e aí tu recomenda produzir conteúdo majoritariamente pro topo de funil ou >> Sim, majoritariamente, mas não só isso. Inclusive dando referência aqui é do Eugent Shorts. Quem quiser pesquisar mais bota aí na tela talvez o nome porque
é difícil de falar. >> O Break to advertising. >> É. E mas tem um conceito na internet explicando qual esse conceito de de nível de consciência que é muito importante para você pegar a pessoa que não tem consciência para vender para ela, né? >> Sem dúvida. Então eu acho que sim, você tem que fazer esses conteúdos de topo de funil que a gente chama, que é para quem não tem tanta consciência, nem sei nada sobre marmitas e tal, mas eu também tenho que fazer para quem já tá me seguindo, sabe? Eu tenho que nutrir essas
pessoas. Então é, a gente chama de fase de nutrição mesmo, em que eu mostro para ela às vezes um sonho que ela tem, por exemplo, como eu como eu realizei o sonho de passar mais tempo com os meus Filhos depois que eu comecei a viver de marmitas, que seja. Eh, e aí eu produzo um conteúdo que talvez não vá ter tanto alcance, mas que vai gerar essa conexão e vai fazer vender com muito mais facilidade. >> É, eu assumo que, pô, se a meta é vender esse conteúdo mais não fundo de funil, mas meio de
funil, talvez meio para topo ali, >> tu vai atingir menos pessoas, mas são pessoas muito mais qualificadas. >> Exatamente. >> Aí tem tem essa essa vantagem aí, sabe? Consigo atrair a pessoa que só quer aprender um frango e consigo atrair também a pessoa que quer fazer o frango paraa marmita para vender, né? Então consigo ter os dois mundos ali. >> E seguidor nunca é o problema assim, uma pessoa te indica para outra pessoa ou enfim. >> É tipo, entre ter o seguidor qualificado e o desqualificado, acho que é legal ter Os dois assim, pelo menos
na minha cabeça, sabe? >> É, para anúncio é melhor que seja só qualificado, mas é impossível. Então, >> Uhum. >> A gente quer >> tudo que dá. Eh, o beleza, a gente poderia dizer então que tem conteúdos mais de de para trazer gente pro perfil e tem conteúdos mais de venda, né? Isso ainda no feed >> também. Sim. >> Tá, entendi. Vamos dizer, tá? Vamos uma hipótese aqui. Imagina que eu já comecei a produzir os meus conteúdos focados ali no PMS. Então, pego problemas, começo a falar de problemas, começo a mostrar o que que a
pessoa tem que fazer, não o como, o que que ela tem que fazer. Tipo, ah, pô, era muito frustrado o meu trabalho. Eu queria um trabalho que me deixasse trabalhar em casa, tal, conseguir ajudar as pessoas. E o que eu descobri é marmita. Marmita é o segredo. Hoje eu ganho tudo. Minha vida é muito boa. Quer saber mais sobre como isso pode mudar minha mudar tua a minha vida? Aliás, como isso pode mudar a tua vida? Arrasta, clica embaixo, tá lá, faz o CTA. Aí trouxe a galera pro meu perfil e aí tu falou que
tem outro formato de conteúdo, né, que é os stories. Cara, eu não sei. Tu tá, eu te sigo no Instagram, só que, mano, eu não uso Instagram. Essa é real. Muitas vezes eu deleto o Instagram porque eu não quero Ter aquele negócio roubando a atenção. Eu fico ansioso de de ter um Instagram no meu celular. >> Por isso que eu não respondo a vocês, pessoal. Vocês ficam mandando direct essas porcarias aí. Eu não, mano. Não é que é contra vocês. >> Mal educado. >> É verdade, cara. Que pô é muito trabalhoso, velho. Daí eu prefiro,
com todo respeito, né? cuidar mais de mim do que de vocês, assim, depois já tem o Conteúdo aqui do do Vetube aqui que eu tô passando para vocês de graça. >> Você não consegue enxergar os stories como uma ferramenta de conexção até com pessoas que você ainda não tem acesso? >> Eu enxergo, eu só não quero fazer mesmo. >> Entendi. >> Eu tenho preguiça, entendeu? Entendi. >> Mas sem sem dúvida alguma é uma ferramenta de conexão >> e e cara, talvez até a melhor, sabe? Porque onde que tu vai ter tanto acesso assim? Ainda mais
se a pessoa quiser ver o teu conteúdo e e não só tipo se tu manda e-mail pra pessoa, uma mensagem é um nível de comunicação, mas tem toda a linguagem corporal, tom, tem toda uma persuasão a mais ali que ajuda a vender tu mesmo como pessoa pra tua audiência. E é um bom gerador de de conversas, assim, você traz um assunto, as pessoas começam a comentar e aí essas pessoas você pode vender para elas >> ou às vezes eu quero me conectar com alguém do mesmo mercado que eu e aí eu comento no story e
começo uma conversa. Ou então tem uma sequência de stories que eu ensino a fazer que eh você começa trazendo ou um problema, um mito ou um sonho e aí você destrincha sobre aquilo e aí no final você fala: "Você tem interesse em saber mais sobre isso? Quero saber mais sobre isso? Quer que eu te chame? Sim ou não? A pessoa só vota sim e eu chamo essa pessoa e eu faço a Venda para ela. Então eu já fiz muita venda assim. Até vendas de mentoria de 3 5.000 >> e mastermind também de 50.000. Então é
uma excelente ferramenta de venda. >> Uhum. >> E você vai usar a maior parte do tempo para gerar conexão, tirar dúvidas, né? Conversar com as pessoas, mostrar mais sobre o seu trabalho, seus bastidores, enfim. E numa parcela de tempo você vai usar para vender também ou para gerar Desejo pro que você tem para oferecer. >> Uhum. E como que eu faço para para organizar o meu budget aí de de de eu ia falar, pô, agora tô que nem tu. Ia falar real estate. >> Budget. Não, já começou com budget. Que que é budget? Alguém põe
aqui na tela aqui, porque esse Gringle não sabe falar qual é o orçamento. >> Qual que é o É, a culpa é tua. Tu que tá me veio para cá para fluir para botar minha média aí para falar inglês, Entendeu? que começou com esse negócio do inglês hoje. Mas cara, é porque tipo assim, pô, eu tenho um um um espaço ali dos stories e se eu posso postar stories o dia inteiro, tá? Ou eu posso postar um só. Geralmente, pelo menos no meu Instagram, não sei como é que é o teu, tá? Mas geralmente no
meu, o primeiro story que eu posto é o que mais tem visualizações. >> Uhum. >> Eu não sei se é geral, deve ser, né? E se você posta um só, você >> antes, tá, mudou essa regra agora, mas antes você postava um só, você tinha muito mais alcance do que se você postasse uma sequência. >> Ah, >> porque eles vêm essa questão de retenção. Então, se muita gente assiste o primeiro e aí não tem aquela métrica de pulou pro próximo porque ela assistiu todo, então é relevante, então vou mandar para mais Gente. Então tinha gente
que postava um único story só para ter mais alcance. Agora isso mudou. >> Hum. >> Mas desculpa eu te interrompi, né? quê >> não, nada, sem problema. Eh, é que minha pergunta é o seguinte: como que eu vou organizar eh o os stories ali em termos de de conteúdos, em termos de de ordem deles? Porque, pô, se o primeiro é mais importante, a princípio, né, é para ter um conteúdo ali que seja que que Respeite a importância do primeiro story. Não vou postar, sei lá, uma foto do meu gato, eu vou postar alguma coisa ali
que envolva ali o PMS, entendeu? Alguma coisa mais >> estratégica. E além disso, eu vou fazer o quê? Eu vou responder dúvidas ou eu vou eh faz gerar desejo ali pro pro referente ao que fazer, não o como ou talvez até como, né? Porque o que a pessoa já viu lá do Reels em teoria, mas tem muita coisa que a gente pode Fazer ali nos stories em termos de quando postar, o que postar. Aí eu não sei se tens algum framework para isso. Por exemplo, pô, segunda-feira tu vai postar um story, aí todo dia tu
posta um story, segunda é isso, terça é tal coisa, quarta é tal coisa ou se isso é uma coisa meio que livre. >> Não, eu acho que se você faz isso, você perde todo o propósito da questão que é o que que é stories em inglês? São histórias. >> Então você tá vivendo histórias, está contando as histórias todos os dias. Então, eu não acredito naquele conteúdo estruturado que você cada dia vai postar um que nem você faz no feed. Eh, as pessoas não gostam disso. Inclusive você tem ensinar coisa técnica e tal, elas vão pular.
Elas tão ali pra dopamina barata. Elas querem algo rápido, dinâmico. Elas querem uma fofoca. Elas querem uma coisa do momento. Elas querem saber de novidade. Elas querem saber De tudo menos conteúdo técnico. Quando ela clica nos stories, ela quer passar o tempo dela. Então você tem que, enquanto entrete essa pessoa, também gerar esse desejo falando do PMS. Então, às vezes vai ser você mostrando, montando as marmitas, às vezes vai ser mostrando a as vendas, contando de um cliente que passou por um, você passou por um perrengue, como você superou. Então, é muito orgânico, sabe? Se
você cria um calendário já acaba perdendo Propósito. O que você tem que fazer é criar o calendário de vendas. Então, se essa semana eu vou abrir as vendas do meu produto, sei lá, vou chamar de programa, vou vender um programa de x semanas, vai custar R$ 6 e aí eu vou vender durante a semana inteira e eu vou criar esse período para ter o gatilho mental da escassez, pra pessoa não achar que ela pode comprar o tempo inteiro para meio que impulsionar ela comprar mesmo. E aí durante essa semana eu vou Sempre falar do meu
produto. E aí sim, tem vários frameworks de COP que você começa com dor, apresenta, aumenta a dor, depois apresenta a solução e faz a oferta. Tem framework em que você chama a pessoa, tem framework que você manda para grupo, né, que você faz chamada para ação pro usando Unichet com uma palavra-chave. Então você vai montando esse cronograma de vendas, mas de resto é muito orgânico. >> É pensar que você tá tendo a Oportunidade de conversar com o seu cliente, o que que você falaria para ele, que que você mostraria para ele, que que você gostaria
que ele soubesse. >> Uhum. Mas o o quão agressivo que é essa inserção eh de ideias que vendem no nos stories? Porque eu poderia falar eh um story dizendo assim: "Pessoal, eh hoje no meu curso tal, a gente fez uma aula, a aula tá imperdível e a aluna ganhou muito dinheiro e isso deu muito certo. Olha Que legal! Tô muito feliz, tá? Isso é a prova que realmente tá resultado e eu queria compartilhar com vocês a minha felicidade. Então, olha só, é é tudo sobre o curso, >> entendeu? Tipo, ó, eu tenho um curso, >>
sim, >> o curso dá esse benefício aqui que a Melona teve >> e funciona. Então tem a tem meio que a oferta, a promessa e a prova, tudo embutido no conteúdo. Aí isso aqui Imagina um espectro de de de nível de inserção ali de de venda, vai tá bem alto. Agora a gente, se a gente deixar bem direto, você poderia falar assim: "Eh, e aí pessoal, queria compartilhar uma ideia com vocês. É, foi uma ideia que uma aluna minha me deu no meu curso e a ideia é essa aqui e tal, funciona muito bem. Então,
se tu tiver com esse problema, essa ideia aqui é muito boa. Aí no nesse primeiro caso, a gente falou um monte do curso, falou de resultado, De não sei o quê. Nesse outro aqui eu só falei, eu tenho um curso. >> Uhum. >> E daí e existe um um planejamento do tipo do quão assertivo tu tem que ser nos stories sobre esse negócio do curso. >> Sim. Então, tem esse período de vendas, mas fora desse período de vendas, tudo que você vai fazer é essa espécie de antecipação que você falou mesmo. Então, alguém pergunta sobre
alguma coisa mais profunda que você não consegue responder Nos stories. Você fala: "Ah, isso eu falo com profundidade no programa tal que eu vou abrir na data tal. Se você tiver interesse, manda a palavra-chave tal". Eh, ou então eu chego falando de um depoimento, olha esse resultado que minha aluna teve, ou então eu chego falando, você enfrenta esse problema. Então, fulano também enfrentava. e foi assim que ela superou e tudo isso foi possível por causa de um método tal, eu Vou abrir a vaga tal. Então é sempre antecipação até chegar o momento da venda. >>
Uhum, entendi. Cara, show de bola. Eh, o momento da venda que tu falou, tá? Tu recomenda algum tipo de formato? Tu falou sobre grupos, sobre perpétuo da pessoa receber um anúncio, sobre lançamento? Tem algum tipo de formato inicial para para? Porque imagina, a pessoa pegou, chamou a lista do lado do WhatsApp, vendeu pros caras, começou a Publicar res no Instagram, desses res atraiu audiência. Dessa audiência, ela começou a fazer stories que fazem esse essa pré-venda e essa antecipação, como tu falou. >> Uhum. >> E cara, vai ter uma hora que a pessoa tem que ganhar
ganhar dinheiro, né? >> E aí, como é que é? Ela vai fazer um um lançamento seguindo a fórmula padrão lá do do do Éco Rocha ou do J. minha visão, a forma mais fácil hoje, mais barata, Mais acessível e que inclusive eu faço é criar um grupo de WhatsApp e mandar as pessoas para lá falando que vai ter uma oferta, que você vai explicar mais sobre oferta, que vai ter uma condição especial, que vai ter um desconto especial, que vai ter bônus diferenciados e quem tiver lá dentro vai receber. E aí você só faz a
oferta lá dentro. Então, durante 15 dias, 30 dias, você vai só gerar antecipação, levar as pessoas pro grupo e aí você vai fazer a Oferta por um período determinado, às vezes três dias, às vezes cinco, às vezes sete, enfim. >> Esse nome aí, esse negócio aí tem algum nome para para isso? É isso, né? Um método, não é? Alguma coisa com, como é que é? Os asteroides lá do >> Ah, não, meteórico não. Meteórico é diferente. Tem toda uma estrutura que você >> faz os anúncios e aí tem dia um, Asteroide. com meteórico do Thales.
Pede desculpa para ele. >> Desculpa aí, Thales. >> Errei o nome do método meteórico. Sim, >> meteórico. >> Eu gosto muito desse método meteórico, mas ele é um pouco mais robusto, né? Envolve vídeo, envolve cópias específicas e tal. Eu tô falando aqui de uma coisa orgânica, >> você vai lá e faz e pronto. >> Entendi. Só que é uma coisa mais Avançada. >> É meteórica um pouco mais avançada. É, é mais para quem já tem audiência ao tempo e tal. Meteórico é bom, né? Legal. [ __ ] que nomezinho criativo, man. Tipo lançamento meteórico. É
isso, né? >> É, >> eu sabia que era alguma, eu tinha, já ouvi falar disso daí. >> Sim, eu uso bastante, mas funciona mais para quem já é mais consolidado no mercado, já tem alunos, aí você faz uma Condição especial e tal. Agora o que eu tô falando é uma coisa, uma coisa bem mais simples. >> Uhum, entendi. E cara, o o o quanto que isso aqui pode fazer a pessoa chegar. Isso isso aqui que a gente falou, tá? Esse frameworkzinho aqui que a gente criou aqui aqui no podcast Segredo da Escala do Veturb. Isso
aqui leva a pessoa até quanto? Até 10.000 por mês, 50, 100, >> múltiplos seis dígitos. É que depende da quantidade de conteúdo que ela produz, da quantidade de audiência que ela tem, do quanto ela consegue gerar desejo para levar as pessoas pros grupos. Se ela usa uma ferramenta de automação, tipo Send Flow para ajudar nessas automações de view de mensagens e tal, eh, dá para fazer sete dígitos, na verdade. >> Uhum. Interessante. Bom, entendi, tá, o framework e daí a gente consegue faturar Aí de acordo com contigo mesmo. Eh, seis dígitos, múltiplos, seis, eventualmente até
sete dígitos com esse processo depende do quê, pessoal? Do do da quantidade de input, de esforço que tu colocar aí na na tua na tua vida, na tua operação, sabe? >> Quanto você vai produzir de conteúdo, quanto você vai produzir de anúncio, >> quantas cópias você vai enviar no grupo, a qualidade das cópias. eh quantidade de grupos que você Consegue colocar, sua taxa de conversão. Então, tudo isso conforme for sendo otimizado, pensando eh em sempre na excelência, né, sempre melhorar, você consegue chegar facilmente nos sete dígitos, pensando também que muitas vezes não vai ser com
um único produto, você vai ter que vender mais vezes pra mesma pessoa, enfim. >> Uhum. Eu não, sem dúvida. Assim, pessoal, obviamente, né, pô, a gente tá aqui numa conversa de, eu não sei quanto Tempo que vai ter o podcast, mas agora que olhando aqui no relógio, tá 2:50, então, pô, é dificilmente, né, a gente vai fazer um negócio aqui que, pá, vai mudar toda a tua vida em 2 horas 50. Claro que, >> sem dúvida alguma, tu já deve ter pego uma, duas, às vezes três dicas aí, eh, se o podcast for, for bom
e ele foi como como vocês viram, então e aliás, está sendo, né? Então, eh, mas tem muita coisa para fazer ainda, né? Tem masterm, Não sei o qu e tal e e eventualmente outros funis para tu botar. Sim. >> Eh, até esse próprio meteórico aí que tu falou. Sim, é muito que eu falei bom. É muito bom teórico. >> Eh, cara, só tem uma coisa, tá, que eu queria perguntar daí para daí depois eu acho que eu vou encerrar o podcast, que eh eu eu lembro que no começo tu falou, né, que as pessoas não
não estão dispostas a trabalhar de graça e que tem muita gente que Eh que que é assim e tem essas essas objeções assim na mentalidade da pessoa. É, isso me chamou atenção e eu gostaria de terminar o podcast com isso, porque, cara, a real é que tu que tá em casa, pô, a única coisa que te impede de executar isso daqui é a mentalidade no fim das contas. >> Sim, >> porque a mentalidade correta, eu não sei, não sei o que que tu acha, mas >> ela, cara, isso daí é a parte mais Importante, >>
sim. >> É o que vai te fazer fazer o que precisa ser feito em primeiro lugar. >> Sim. Quando eu te contar a história de como eu fui pra Suíça, tá? Porque não foi de boa, não foi que ainda falei no moçal, fui pra Suíça. >> É, fui, passei num negócio da faculdade, foi. >> Não, mano, não, não. Teve todo um rolê, teve todo um negócio. É, tá, vou contar A história rapidinho, >> tá? >> Eu falei com o professor número um, eu falei: "Cara, eu quero fazer estágio na Suíça". Sabe o que ele falou?
É impossível, não existe mais o programa. Professor número um. Só que eu falei, não, eu vou paraa Suíça. Não existe a possibilidade de não ir paraa Suíça, porque eu queria trabalhar, ganhar metade de um salário mínimo, tá, pessoal? Ia ser a mão de obra barata, Escrava lá da lá da Suíça, mas mesmo assim ainda ainda é bastante dinheiro a ponto de tu conseguir economizar ali uma grana e gastar em tráfico. Professor número um falou que não existia. Eu falei: "Beleza, fui falar com o professor número dois". Professor número dois, joguei a mesma cópia nele e
ele falou: "Cara, eh, assim, ó, o programa não abre, vai fazer 4 anos. Aí, extremamente difícil. Caso abra, vai ter um processo seletivo. Caso tu passe num Processo que é ultra concorrido de todas as universidades do país, aí tu vai. Eu, [ __ ] Daí eu fui lá e falei com o o meu o meu chefe na época, o Ricardo, que era meu era um doutorando, falei: "Cara, eu quero ir pra Suíça, que que eu faço?" Então, o professor número um falou: "Não, o dois falou não também". Falou, tipo, falou talvez, mas 99% de chance
não. >> Sim. >> Aí meu doutorando falou: "Não sei, cara". Na época que eu fui, porque ele tinha ido, tava mais fácil. Hoje não rola. Eh, cara, eu acho que aqui tá, muitos desistiram no professor um. >> Nossa, se fosse eu antigamente, sim. Ia falar, tá, ele sabe o que ele tá falando, né? É. >> Dos que sobraram, muitos desistiram no professor dois. Dos que sobraram, muitos desistiriam no no doutorando. Sabe o que Que eu fiz? Eu falei: "Não, cara, eu vou paraa Suíça, tu não entendeu ainda. Eu vou. Não existe a possibilidade de não
ir." Eu fui lá na internet, botei o e-mail da Universidade da Suíça, fui no laboratório que tinha convênio com o meu, peguei o e-mail de todo mundo, dos suíços, dos alemãos, tal, e comecei a mandar e-mail, ô, deixa eu trabalhar aí, não sei o que e tal. Aí ninguém respondia, os caras falaram que que, ah, não, mas eu não sou desse departamento e Tal. Tinha um brasileiro lá, era o Felipe. Felipe Barata Macedo. Um grande abraço aí pro Felipe. E daí o Felipe falou assim: "Cara, vai abrir uma vaga em outro laboratório que não é
nem o meu, é outro, que é uma vaga para laser e tal, só que tem que falar alemão e saber laser. Que que eu fiz, cara? Comprei um livro de alemão e um livro de laser. Comecei a estudar e daí no meio do caminho ele falou que não ia mais rolar. >> Nossa, >> sabe o que eu fiz? Aí eu falei: "Cara, eu vou pra Suíça". Eu comecei a botar empresas da Suíça no tipo, eh, Zurique, empresa engenheira mecânica. Aí botava lá, botava numa planilha eh o nome das empresas lá, daí pegava e-mail e disparava
e-mail pro pessoal de noite pedindo emprego para as empresas da Suíça. Daí todo mundo me ignorou. Aí, cara, papo vai, papo vem, sei lá, acho que seis meses depois, o Felipe mandou Um outro e-mail falando: "Cara, que ela vai que não ia rolar, ela vai rolar. E como tu é a pessoa mais dedicada que eu já vi, tá aqui o documento, mandou para mim. >> Caraca. >> Aí eu peguei, imprimi, assinei, eu cheguei pro meu professor e entreguei assim e falei: "Ó, ass isso aqui, professor". Aí ele olhou assim e falou: "Que [ __ ]
é essa, velho? É, é o é o quê? Como assim?" Entendeu? T >> você fez o impossível acontecer. >> E daí, mano, na moral, isso daí é é meio tipo, beleza? De resultado. Qual que foi o resultado? Eu fiz intercâmbio, mas foi uma das coisas mais >> na Suíça. Surreal, >> ô. Mas foi uma das coisas mais é que eu vi assim que dedicação paga, sabe? Que que é muito importante. Então, pô, olha só, pessoal, tu aí tu nem quer lançar o teu infopruto, produzir conteúdo e e qual a maior Humildade do mundo, tal, não
tô falando, ah, o João ele é brabo, tal, não sei o quê. Cara, o fato é, eu não desisti, isso é um fato. Eu tô, eu só tô contando uma história de algo que aconteceu, entendeu? E aí, cara, é por isso que assim, ó, eu sou uma uma prova viva de como essa parada da mentalidade, do mindset, de tu não querer desistir funciona, velho. >> Uma frase que define é: "Só fracassa quem desiste." >> Só fracassa quem desiste. Exatamente. Se tu que tá em casa aí, tu tem 1% de chance de acertar aí o framework
que a Roberta passou aqui, cara, se tu se tu tentar 100 vezes, tu vai conseguir. Matematicamente falando, é impossível não conseguir porque tu tem 1% de chance. Então só tentar 100 vezes. A conta não é assim, tá? Na verdade, se tu fizer conta, vai dar 67% mais ou menos, que tem um hack matemático aí, >> engenheiro. >> É, mas enfim, mas eu falo sem só pro pessoal entender. >> Derivada integral, hipotenusa, >> hipotenusa. Boa. Mas cara, é dito isso, tá? Conta a historinha, porque eu eu só queria é contextualizar pro pessoal, mas sobre essa parada
de mentalidade, o que que tu identifica e nas pessoas aí, nos teus alunos já trabalhou contigo, eh pessoas do teu convívio, o que que tu identifica que são as coisas mais importantes que eles têm e que esse cara Que tá vendo aqui a gente, que não quer trabalhar de graça, que ele não tem ou que ele tem preconceito? Qual, qual, quais são essas coisas, essa sei lá, mentalidade do dos vencedores, digamos, sabe? Não sei. Vou colocar assim. >> Eu acredito que tem muito a ver com o ego. Se você deixa o ego falar mais alto,
você não desenvolve humildade. Humildade não tem a ver com que as pessoas pensam geralmente que é: "Ah, eu sou simples, ah, eu não faço questão das Coisas". Não. Ser humilde é saber que você não sabe tudo, que você vai ter que aprender e que você tem que ser honesto com as pessoas. Então, se você tá começando, deixe claro que você tá começando, que você tá disposto a fazer tudo que precisa. e deixa o ego no bolso, né? Dei a recomendação daquele livro. É muito bom mesmo, porque se você vai pensando que você não é bom
suficiente ou que eh talvez não mereça aquele dinheiro ou que Eh deveria ganhar mais por isso ou qualquer coisa do tipo, você vai deixar de fazer coisas e vai deixar de ter resultados. Então, a consistência, a quantidade vai fazer com que você chegue na excelência que você quer. Você quer faturar, você quer ter resultado, você quer ter liberdade, você quer tudo isso. Para conseguir tudo isso, você precisa fazer um uma quantidade de coisas aceitando que você vai errar no meio do caminho e Que isso não vai te definir como pessoa e que isso não vai
ser o seu fracasso, né? A maior parte dos bem-sucedidos que eu conheço erraram muito e não aceitaram isso como fracasso. Mudaram, pivotaram, né? Você mesmo começou como cópico, produtor, enfim, eu também. Então, eh, a gente não aceita o erro como parte da nossa personalidade. Ah, eu errei, então eu sou um fracassado. Não, eu errei, então vou aprender a forma de fazer, correto. E ter esse Pensamento de longo prazo e não de curto prazo. A maioria das pessoas só quer dinheiro para hoje. E é isso. Então, assim, você vai precisar produzir conteúdo sem receber aplauso. Você
vai precisar fazer coisas que você, pro seu chefe, faz, mas para você às vezes você deixa de fazer. Você vai precisar receber muito não, né? Você recebeu quantos nãos até chegar no Sim? >> Ah, cara, sei lá, de se for somar as empresas, [ __ ] dezenas, >> dezenas de não até chegar no Sim. Então isso vai acontecer. Você não é especial, né? Você vai ter conteúdo que flopa, você vai ter oferta que não vende, você vai ter que postar >> quantos meses de conteúdo? meses de conteúdo no YouTube para começar a ter algum resultado.
Você vai postar por anos pro seu vídeo número viralizar e você ter algum sucesso. Então assim, é enxergar o todo e saber que não é um Sprint, é uma maratona. Então é um pouquinho todos os dias e não tudo um dia, nada no outro. Tudo um dia, nada no outro. Então, a consistência tem que falar mais alto, o ego tem que ficar de lado, a gente tem que ser humilde sempre. Por mais que às vezes a gente fale: "Caraca, tive um enorme resultado." Isso não te define como pessoa. O seu valor não é definido pelo
quanto você fatura. Então, se você não fatura, não quer dizer que você não tem Valor, que você é burro, enfim. E entender que é tudo sobre pessoas. Então, se eu quero ter uma empresa que fatura seis, sete dígitos, eu preciso agradar o meu cliente, eu preciso agradar os meus colaboradores, eh eu preciso entender de pessoas e aí eu vou ter resultado em qualquer área que eu quiser fazer. Então, quando eu falo de copywriting, eu falo de palavras, de método, de técnica, mas na verdade é tudo sobre pessoas, é tudo Sobre psicologia, viéses cognitivos, eh neurociência,
enfim. é mais sobre isso do que sobre uma técnica, um método, uma coisa que você vai fazer. Então, acredito que a desenvolvendo a mentalidade certa, você tem resultado fazendo qualquer coisa que você quiser fazer. >> Uhum. Muito bom, cara. Profundo, interessante. O que que tu achou do podcast? Gostou? >> Nossa, eu amei. Fluiu bastante. Nem nem Parece que passou quase 3 horas, né? 3 horas e um pou uns 6 minutos aí de acordo com 3 horas >> 3:05 é é bastante tempo. É, >> achei que a sua didática é maravilhosa de, né, extraindo informações e
tirando dúvidas, enfim, final um framework, né, pra pessoa. >> A ideia é essa, é a ideia é o segredo da escala. >> Tem que revelar algum segredo aí pro pessoal escalar. >> Ó, o meu segredo foi escalar o que não é escalável. >> Caramba. Eh, por exemplo, COP não era escalável. E aí a gente foi lá e fez uma forma de conseguir revisar centenas de COPs, coisas que a gente não conseguiria, né? Não é humanamente possível. A gente conseguiu. Quando a gente cria grupos de WhatsApp em massa, é escalar o que não é escalável. Antes
precisava de um grupo, Uma sala de 10, 20 pessoas para criar grupo, mudar nome de grupo, não sei o quê, loucura de lançamento. E a gente escalou que não era escalável, né? a gente conseguiu fazer com que a ferramenta fizesse o trabalho de dezenas de pessoas. >> Uhum. >> Então eu acho que toda vez que a gente busca escalar o não escalável, a gente vai ter muito mais resultado. >> Bom, aliás, boa. Eh, cara, e assim, ó, a gente passou aqui, tá, pr pra audiência aí esse framework, só que tem muito mais disso, né? Eh,
tem isso aqui, pessoal. Pô, a gente só aqui das coisas aqui que a R falou >> falei três coisas de arsenal de COP tem sei lá 20. >> Então é só só aqui tu falou do até do desse tal desse meteórico aí e de lançamento e disso daquilo, tem tem tanta coisa e masterm e outros produtos Aí assim pr pr as pessoas que se interessaram e que elas são esse tipo de pessoa aí que tu acredita que tu mais consegue ajudar, essa pessoa que eventualmente tem algum conhecimento, alguma coisa, ela quer entrar no digital, eh,
o que que ela tem que fazer? Tem que te seguir no Instagram. Tem, tem algum curso, como é que é? >> Sim. Então você pode me acompanhar no Instagram, @robertasdantos e VL de você ligado. Então, Roberta SVL. Tem que explicar bem detalhado porque me chamo de Roberta Cbell quando eu falo Roberta SVL. >> SVL. >> SVL. Roberta Santos, você ligado. >> Se tu trocasse o V pelo S ia ser Roberta VSL. >> Roberta. Exatamente. Tem gente que achava que era Roberta VSL. Sim. É de VSL. Pior que não. Não, não é. Então eu tô lá,
tem também o canal Você ligado no YouTube que tá um pouquinho Desatualizado, mas tem muita informação de COP que assim são informações centenárias, elas não vão ficar ultrapassadas e eu espero que muito em breve eu consiga voltar trazer tudo que eu tenho aprendido de inteligência artificial e negócios, enfim. >> Uhum. E é isso. Tem também meu livro na H1 editora, o Arsenal de Copyriting, para você ter todas as munições e vencer a Batalha por atenção que é a internet. Gostou? >> Foi uma cópia que fez. É boa ela, né? >> Gostei. Gostei. É, eu gostei
desse desse jogo de palavras. Interessante. >> Show. >> Uhum. >> Pessoal, vai aparecer aí na tela, tá? O Instagram da Roberta, é Roberta SVL. Vai aparecer aí na tela aí, cara. O que que tu faz? Tá, tu vai pegar o teu celular, vai escrever ali Roberta SBL lá No Instagram, não é no Google, e daí vai aparecer lá o perfil, tu vai ver esse rosto aqui. Aí tu clica ali em seguir e aí cara manda uma mensagem, fala assim: "Pô, mano, te vi lá no no Não fala mano, não fala assim: "Pô, Roberto, te vi
no no podcast do Vetube e tal, gostei. Aí, se não gostou também, fala que não gostou para ela saber, fala para mim também." >> E aí? E aí, segue, tá? Eh, caso tu se interesse, na hipótese de tu de tu se Interessar por esse método aqui, querer aprender mais e com a Roberta, tu seja uma daquelas pessoas lá que eh sei lá, se conectou com ela por algum motivo, que a gente tá falando no começo, cara, tá de postas abertas aí para e fazer algum tipo de curso da Roberta. Não sei se vai ter um
link na BIV, alguma coisa. >> Você já sabe, você vai entrar num grupo de WhatsApp, você vai receber uma oferta, vai virar meu cliente, vai comprar várias vezes aí, ó, sou muito Persuasiva, já tô avisando. >> É, esquece. Ou então, tá? Ou então tipo, ah, pô, João, eu não quero comprar isso agora porque não sei, tem a objeção X que na real não é objeção porque tu sabe que é besteira, mas enfim, na tua cabeça aí, se tu quiser ceder para objeção, lê esse livro aí, mano. Ó, vai aparecer aí na tela sinal de de
copywriting, como ela fala aqui. Eu chamo de copywriting, que é o o >> certo >> a brasileirada aqui. >> E aí, cara? E vê esse livro aí, tá? Eh, um livro interessante para tu ler. Ele tá lá na H1, que é a editora lá do do Ícaro, acho que é Novo Mercado, uma coisa assim. >> Então, vai aparecer aqui na tela. E, cara, obrigado pelo teu tempo. >> Nossa, obrigado. Foi maravilhoso. Obrigada. Se você assistiu até aqui, parabéns. Você é uma pessoa que com certeza tem raça, vai ser bem sucedido No que você quiser fazer.
>> Boa, boa, pessoal. Esse aqui foi mais um episódio do melhor podcast de marketing digital do Brasil, pelo menos em conteúdo técnico, sem dúvida alguma gente é, tá? Duvido alguém ser melhor que a gente. Pode mandar aqui que eu vejo. E se for melhor, admito, mas a princípio não tem. Então, mais um episódio de Segredo da Escala. Um grande abraço e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio De Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do
Veturb, para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar Aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.