E aí [Música] o Olá eu sou a professora Aline professora do prepara e agora a gente vai tratar um pouquinho sobre o documento a criança de 6 anos a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos e não é um documento é que ele tem vários autores mas ele elaborado pelo MEC né que é o Ministério da Educação e e ele tá disponível também no site do MEC e é um documento bem interessante bem importante da antes de postar e entender aqui o que pode ser cobrado nos concursos através desse desse documento tá então
ele é dividido da seguinte maneira ele inicia com a apresentação depois tem Capítulo 1 em que é Tratado das crianças menores de sete anos aprendizagem da linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos e o Capítulo dois vai trazer as questões das dimensões da proposta pedagógica para o ensino da linguagem escrita em classes de crianças de seis anos e o capítulo 3 um diálogo com práticas pedagógicas de alfabetização e letramento de crianças de seis anos e aí por fim nós vamos ter Então as considerações finais né que vai trazer um outro aspecto nessas considerações
então o título das considerações considerações finais crianças de 6 anos e o prazer de ler e escrever para aprender então quando a gente olha para essa divisão desse documento a gente já consegue ter um norte né O que vai ser tratado nesse documento que a gente consegue fazer inferências do que vai estar aqui então a gente já sabe que vai tratar do Ensino Fundamental de nove anos né que é que quando o último a educação infantil passou a pertencer ao ensino fundamental E aí eu ensino fundamental que era a partir de sete anos passou a
ser a partir de 26 anos né e passou até a duração de nove anos e não mais de oito anos né Nós também conseguimos inferir que vai tratar das questões da aprendizagem da linguagem escrita mas no ensino fundamental né do das classes de crianças de seis anos enfocando ali o primeiro ano desse ensino de nove anos e aí as práticas pedagógicas também gente já pode esperar que esse documento vai trazer práticas pedagógicas para o professor fazer ali na sala de aula né então na apresentação vai iniciar destacando e o acesso para o ensino fundamental eu
te garantido com direito de Formação integral do ser humano né então aqui em outros documentos também a gente vê essa defesa dessa formação integral e o que está relacionado com essa formação integral o aspecto Global do ser humano que para ler da leitura e da escrita é um ser humano que que ele sente que ele se movimenta e ele ele tem uma alma ele tem um corpo ele tem aspectos globais que precisam ser desenvolvidos né tem outras linguagens também tem a música adeus ao teatro então tudo todas essas questões que estão para para além desse
ser humano para auxiliar nessa formação integral do ser humano partir do momento que ele se apropria desses conhecimentos que são culturalmente elaborados né a árvore do conhecimento que que é historicamente produzido vão Então a essa defesa apesar de se tratar dessa questão da linguagem escrita né A gente vai ver que já é defendido que não basta só isso para se formar o ser humano Então não é só trabalhar o que tá aqui nesse documento Ensino Fundamental e vai garantir uma formação integral do ser humano mas é um aspecto que trabalhar outras questões também mas esse
documento vai enfocar essas questões né então assim não é ignorado as outras dimensões do conhecimento os outros Campos de experiência ou as outras áreas de conhecimento né Elas não são ignorados aqui mas o enfoque no documento é o desenvolvimento da linguagem escrita só a titulo mesmo de divisão para trabalho para as questões da formação bom e de orientação do próprio MEC com o professor do ensino fundamental bom então agora nós vamos começar Capítulo 1 e é crianças menores de sete anos aprendizagem da linguagem escrita e o Ensino Fundamental de 9 anos então vamos lá esse
capítulo ele foi escrito pela Mônica Correia Batista e ela vai falar um pouquinho sobre a escrita antes dos sete anos né e e a uma polêmica da escrita antes dos sete anos os porquês deve-se ensinar a escrita para crianças de 7 anos ou ela ainda não está pronta ou erroneamente a gente tem a terminologia madura né ali não tem como e para essa escrita Será que ela está Será que ela não está Será que deve-se ensinar Será que não deve te ensinar né e e e autora Ela vai para a base para essa discussão ela
vai trazer então a um texto né da Emília Ferreiro e Ana teberosky que era psicogênese da língua escrita Então nesse nesse texto a gente vai ter ali as autoras né defendendo que a linguagem escrita ela ela deve ser trabalhada né mas não de uma forma antes desses ativos mas não de uma forma mecânica que Desconsidere a criança que não faça sentido que não considere as situações reais o que não Considere a função social da esquerda então numa numa educação infantil por exemplo ou com seis anos pode trabalhar essa escrita mas tendo sentido e significado né
então pode ter vários cartazes ele na escola a você senhor pode ser escrita e escrever Então essas são pra ti a linguagem de escrita que considera a função social também né são algumas das práticas e na psicogênese da língua escrita a gente vai ter também a questão dos níveis né das hipóteses de escrita das Crianças cada criança ela vai pensar sobre a escrita e não é de hoje para amanhã que ela aprende a ler e escrever mas no decorrer desse processo ela vai passando por hipóteses ela vai se apropriando de certas formas de pensar a
escrita e essas formas elas podem é e mudando elas vão mudando de acordo com as intervenções do próprio Professor Então a gente vai ter ali no momento inicial a hipótese pré-silábica em que a criança aleatoriamente ela coloca pode colocar várias letras né E ela não vai fazer relação nenhuma com o sistema de escrita depois nós podemos ter a escrita se lá e em que a criança ela vai colocar uma letra para cada sílaba né então Bola Ela vai colocar duas letras e aí pode ser silábico com valor sonoro que vai ter relação ali vai ser
o bebê ou ou né ou ou e o ar que pode ser o valor sonoro na consoante colecionar na vogal ou sem valor sonoro nenhum que ela vai por letras aleatórias por a bola por exemplo né depois as autoras vão falar um pouquinho sobre a silábica-alfabética que é quando a criança ela hora ela liga como se fosse silábica para que a para determinada a palavra que ela coloca é uma letra ali para cada sílaba ou hora ela vai lidar de uma forma alfabética daí então ela pode escrever Bola Ela pode escrever Oi e o l
eo a Então olha ela vai ela vai oscilar E aí nós temos a escrita alfabético que não necessariamente precisa ser ortográfica né precisa ser corretamente então pode escrever a criança pode escrever uma determinada palavra que a gente lê da forma que e é sonora correta mas a escrito ali ou era uma era usei ela colocou um s né ou era um X ela colocou um ch Então não é ortográfica ou é ortográfica tá então as autoras vão trazer essa A autora Mônica né nesse documento ela vai trazer essas autoras para dizer um pouquinho sobre essa
Esse aspecto dinâmico da linguagem né da língua escrita e dessa temática de trabalhar escrito antes dos sete anos mas não de uma forma mecânica e elas vão defender também que a linguagem escrita é uma ferramenta para que as pessoas se encontram na sociedade então é uma ferramenta de inclusão porque a gente precisa da linguagem escrita para fazer muitas funções ali na sociedade né então um ônibus que a pessoa vai vai utilizar ela precisa saber o que tá escrito ali um cardápio que ela que ela vai ela vai em algum restaurante ela precisa saber o que
tem ali naquele cardápio ela precisa ler aquilo né e uma loja mesmo o determinado os promoções que ela precisa ver então a questão da leitura da escrita da linguagem ela perpassa e é um instrumento de inclusão né E aí então por causa disso A Mônica vai falar né nesse documento que nós temos vai ser dito que a escrita deve ser e nada desde a mais tenra idade né então desde muito cedinho Desde quando se puder deve-se ser utilizado essa escrita mas entendeu bem né não é da forma tradicional não é da forma mecânica não é
desse contextualizada mas é de uma forma cultural e aí o documento vai trazer um pouquinho sobre isso tá E aí no decorrer do do capítulo a gente vai tendo alguns tópicos né E aí um desses tópicos é o desenvolvimento infantil e aprendizagem da língua escrita em que vai ser mencionado que a infância ela não é natural a infância não é universal O que significa isso a criança daqui a infância daqui não é a mesma infância de um outro país um outro tempo histórico né e inclusive é a gente tem documentários território do brincar que mostra
como as brincadeiras são diversas o mesmo às vezes recebeu o mesmo nome É brincadeira de casinha por exemplo né ela pode ser feita aqui de um jeito e um determinado o lugar ela pode ser feito com fogo de verdade com água de verdade né criança é cozinhando Dori começar tivesse cozinhando de verdade mesmo folhas nem outro ambiente vai ser um brinquedo de bom então assim é ela vai que elas vão trazer esses aspectos infância não é a mesma né então não é universal e não é igual também para para todo mundo né é elas elas
vão defender também a questão né que a gente vai ver em outros documentos depois que a a escola avenida você vai trazer essa questão também a educação infantil não é uma pré etapa né Ela não é uma pré-escolarização ela não é algo que vai preparar o ensino fundamental mas é algo que tem um fim em si mesmo uma necessidade e um fim em si mesma também né E aí vai ser constituído com infantil como uma ali das etapas das fases da vida né e as perspectivas psicogenéticas elas vão ter como em fase A génese das
festas das funções denominadas fibras Então essas perspectivas como a psicogênese da língua escrita né quando vai se pensar Nessas questões psicológicas físicas e nós vamos se aliviar g igual às que falam eles vão ter na centralidade a criança então a interação e a criança né ela vai ser o aspecto central com desenvolvimento psíquico e vigotski ele vai destacar também a importância do sujeito da aprendizagem então o sujeito ele ele é visto como aquele que se distingue dos animais iguais que vai trazer essa distinção E aí o documento Vai explicitar um pouco melhor isso né que
essa distinção ela é trazida pelas questões das funções os pares das funções psicológicas elementares e das funções psicológicas superiores e o que seria Essas funções elementares né é aquilo que não distingue o ser humano do animal comer dormir beber Essas funções o ser humano pensando ou não ele vai fazer faz parte da questão biológica né É E aí o animal também pai então é algo que não distingue nem os animais e nem o ser humano as funções elementares né é o elemento ali principal é o início né enquanto que as funções psicológicas superiores somente os
seres humanos vão ter e é o controle de Conduta atenção voluntária é planejamento Então são são essas questões que somente a ser humano ó e vai precisar de uma reflexão de um raciocínio né para que isso seja é desenvolver vai precisar também de uma mediação de um adulto mais experiente para ensinar essa Essas funções que estão relacionadas com a cultura E aí [Música]