Entre lágrimas e dor, centenas de pessoas despediram-se esta terça-feira de Francisco Oliveira. O jovem militar de apenas 21 anos morreu na sexta-feira enquanto ajudava um camionista na A1. Um ato de altruísmo que reflete um jovem sempre pronto a ajudar.
com roupa branca. Familiares e amigos homenagearam o herói Kiko, como era conhecido, numa despedida que contou com ondas militares. A missa de corpo presente decorreu na capela de Nossa Senhora da Piedade, seguindo-se o cortejo até ao cemitério.
A urna foi coberta com a bandeira nacional, foi ainda feita guarda de honra e efetuada a salva de tiros num momento marcado pela emoção. Entre os presentos esteve o chefe da casa militar, General Maia Pereira, em representação do presidente da República, para além do secretário de Estado adjunto e da política de defesa nacional, Nuno Pinheiro Torres, e ainda o autarca de Águeda, Jorge Almeida. Já após o fim das cerimónias fúnebres, amigos e familiares de Francisco reuniram-se uma última vez.
Ligaram os motores de motociclos e até do carro do militar. E com a família do jovem perto, ouviram-se aplausos e gritos por Francisco. Os rostos mostravam a consternação, mas também o agradecimento ao militar que perdeu a vida a cumprir o sonho de fazer parte do exército.
Numa partilha feita nas redes sociais, o pai de Francisco deixou também uma mensagem: "A partida do filho não significou um adeus, mas sim um até já". M.