Ah, não sei. Foi evolucional. Teve uma geométrica, se ou é que teve uma do evolucional que foi geométrico. Eu não sei se foi evolucional ou poli uma que teve geométrica. Bem questão do Enem. Agora não lembro como eu fiz duas. Foi uma prova sábado e outra segunda. Não sei se foi a de sábado que teve isomeria folhada. É uma delas visom A outra uma reação de orgânica lá, hidróles de ester tranquilinho assim não era muito chato. Cavalo, galera. Então, voltamos. Olha só o que cabe a vocês nos gráficos, tá? Então, a gente vai começar pelas
informações básicas, depois a gente dá uma aprofundada. Qual é o aprofundamento? João, vamos no básico. Toda vez que tu estiver diante de um gráfico de termoquímica, o que pode vir Na tua no teu questionamento é isso que tá no quadro. Como assim? O pode vir assim, eu posso até tirar isso aqui. Isso aqui é um gráfico tradicional de termoquímica. O resto que a gente pode acrescentar aqui é responsabilidade de vocês. Por exemplo, será que este é um gráfico exotérmico? Tu vai dizer: "É exotérmico." E eu pergunto: "Por quê?" Olha só, tu vai começar, ó, CR,
aula de ontem, caminho reacional. Então, a minha reação está começando aqui, terminando Aqui, certo? Começa onde? Num patamar de energia alto. Quanto? Não sei. Vamos lá. 80 kj, 80 kcalorias. E ela vai percorrer a tua reação e ela vai terminar lá embaixo. Lá embaixo. Quanto? Sei lá, 20. Então observa, se tu começa uma reação com 80 e termina com 20, é porque tu tá perdendo energia, tu tá perdendo entalpia. Todo gráfico que perde entalpia, chamamos de reações exotérmicas, certo? Então aqui eu tenho características marcantes. Gráfico Decrescente, seja ele na forma de reta ou curvil, daqui
a pouco a gente fala ali, certo? sempre gráficos decrescente, aonde a entalpia do reagente é maior que a entalpia do produto. Vimos ontem a, eu acho, del H negativo, consequentemente del H negativo ou menor do que zero. Este é um gráfico que a reação que representa esse gráfico esquentaria o meio racional, esquenta o meio racional. Não pode esquecer. São são reações, são informações que a gente retira da análise de um gráfico de termoquímica, certo? Alguns alunos fazem assim, tá perdendo, joga a energia para fora, escreve energia com a flechinha indo embora, certo? Como que eu
sei que é negativo? Porque a forma de calcular entalpia de gráficos é produto menos reagente ou final menos inicial. Final menos inicial é 20 - 80 - 60 del H negativo. Esse gráfico tem algo relevante para nós o da direita que não Tem na apostila de vocês. Observa, eu estou saindo no mesmo patamar de energia, os mesmos 80 que eu inventei, e tô terminando no mesmo patamar de energia, os mesmos 20, tá? Aí o delta H mantém-se o mesmo. Olha só aqui algo novo. Então aqui tá o nosso del H. Quando o gráfico de termoquímica
está na forma de curva, surge para nós algo que a gente vai ver na próxima apostila ou nessa. Deixa eu ver, não vou lembrar. Hum. Deixa eu pegar ela aqui. Deixa eu ver aqui que eu tenho nessa, ver se é na próxima ou não. É na próxima. início da próxima apostila. Não, tô louco. Deixa eu ver onde é que tá cinética. É cinética é apostila seis. No início da próxima apostila, que é o seguinte, gráficos curvilíneos surge para nós algo bem relevante que é esse ponto mais alto pensando em energia. O ponto mais alto da
curva energética corresponde para nós Ao famoso complexo ativado. O que isso quer dizer, professor? O complexo ativado é o exato ponto energético que divide a reação entre reagente e produto. Como assim? Reagente não é aqui, é aqui. A reação começa aqui. Eu continuo tendo reagente, reagente, reagente, reagente, reagente, reagente, reagente. Pós pontinho branco, forma-se o produto. Ah, então o produto não é aqui, não. Aqui tá terminando a reação. Aqui os produtos terminaram, o Produto começa aqui. Então, este ponto mais alto da curva é o ponto de maior energia chamado complexo ativado. Nós vamos estudar em
cinética, bem importante. É um fator intermediário. As ligações dos reagentes estão se quebrando, não se quebraram todas, mas não se formou todas as ligações dos produtos. Complexo ativado. O que é bem relevante para nós, isso aqui que eu vou colocar em verde também é cinética. Olha só, a energia Fornecida aos reagentes para alcançar o complexo ativado é chamado energia de ativação. Então, quando eu tenho gráficos assim, não aparece o complexo ativado. Agora, quando o meu gráfico está na forma de curva, surge conceitos novos da apostila seis importantes para nós, que é complexo ativado e energia
de ativação. Vamos deixar só indicado isso aqui. Energia de ativação, certo? Se vocês fizeram por acaso o Enem Do ano passado, uma das dos gabaritos do Enem no ano passado era isso aqui. Era um gráfico assim, exatamente como tem na apostila seis de vocês, certo? sai do mesmo patamar de energia, chega no mesmo patamar de energia, continua com delta H negativo, só que é mais rápido porque eu usei o famoso catalizador. Vamos explorar bastante isso na outra apostila. Então aqui estamos diante de um típico gráfico de uma reação Isotérmica, na qual o delta H negativo,
a entalpia do reagente maior que produto, assim por diante. Se for assim, não identificamos o complexo ativado na energia de ativação lá. Assim, Coca, eu não entendi direito isso. Calma, tu vai ser bastante explorado isso na outra apostila, certo? Que acontece? Tu tem aí o oposto. Como assim oposto? Eu posso fazer agora de forma mais rápida um gráfico de uma reação Endotérmica. Tudo oposto. Como oposto? Tudo aquilo que eu escrevi em branco no centro do quadro. Agora a gente vai colocar o contrário. Mantém o padrão de entalpia no eixo Y. Caminho da reação no eixo
X. E agora eu faço assim. A minha reação vai começar com uma energia baixa e vai terminar com uma energia alta. Caminho racional. Se antes eu comecei com 20, agora eu termino com 80. Mas Professor, vai dar diferença? Claro que vai, porque olha só, aqui eu estava com a energia caindo. Começa lá e termina aqui. Aqui eu estou com a energia subindo. Absorve endotérmico, gráfico crescente. Então o meu del H está aqui crescendo. O meu delta H está aqui baixando, perdendo. Consequentemente, isto bem grande, tu já tem aí são processos exotérmicos e aqui eu vou
ter processos Endotérmicos, tá? E daí sempre no endotérmico, olha só, a energia está sendo absorvida, entra entalpia. Consequência, gráficos crescentes. Del H você já tem aí positivo maior do que zero. Entalpia do reagente menor que entalpia do produto e esfria o meio reacional. Tranquilo. Acho que sim. Duas interpretações De endo eo na forma de gráfico. Esse fluxograma que vocês têm aí no meio da página 14 caiu em Santa Maria esse ano. Prova dois. Sério? Sim. Por que que tem esse negócio? Parece que a gente tá voltando no tempo e analisando lá a primeira apostila ou
a primeira semana de aula nossa. Porque o conceito de termo, gurizada, é as trocas de calor que acontecem nas reações químicas ou no que vem agora, transformações de estados físicos. Então, novamente, a gente volta Com esse fluxograma que tá lá na apostila um de vocês na primeira semana ou segunda semana de aula. Agora, voltando não mais para os nomes, as transformações, e sim pensando em energia, pensando em entalpia, tem que pensar nela em função dessas transformações. E claro que agora eu tô partindo do princípio que estas seis transformações que vocês têm aí, vocês não têm
dúvida sobre os nomes e aí a gente refaz a associação da Energia. Como assim? O que que eu preciso saber? Nomes. Os seis. Claro que sim. Olha só. Uma substância passando do sólido para o líquido mediante aquecimento forçado, chamamos de fusão. Se for espontâneo, é derreto. Aqui no caso é uma fusão. Estou forçando o derretimento, o aquecimento de, sei lá, de uma barra de chocolate que eu coloquei na panela e foi pro fogo. Fusão da barra de chocolate. Ah, mas então eu falo errado, porque eu não fazer uma Cobertura do meu bolo, eu falo: "Vou
derreter uma barra de chocolate para fazer eh cobertura do bolo". Tá errado o nome, certo? Porque se tu colocou no fogão, tu tá fazendo a fusão. Agora, deixou espontaneamente o sol bater, daí é derreto. Só uma nomenclatura, o que que eu preciso de vocês? relembrar os nomes aqui. Para quem lembra da apostila um, tem três hipóteses. A hipótese que eu preciso é ebulição. E aqui nós temos sublimação. O que tá em vermelho automático não se questiona, tu tem que saber. Só que agora eu preciso pegar estes três que estão aqui e fazer relação com isso
aqui. Com o quê? com a entalpia, certo? Com o H. E olha a barbada, se eu vou fundir a minha aliança, eu jogo o calor pra minha aliança que tem ouro e o ouro vai absorver. Aliança de ouro sólida coloca o calor, o Ouro absorve, passou para líquido, absorve. Olha só. e vou esquentar água pro chimarrão. Eu coloco água líquida, ela vai pro fogo, o fogo fornece energia, a água absorve e se tu não desligar a boca do fogão, a tua água verá vapor. Então eu estou com dois processos que acontece com absorção. A mesma
coisa acontece na naftalina que desaparece quando coloca no armário o gelo seco que forma a fumaça de um show. sempre tu tem que lembrar disso. Estes Processos acontece com absorção. Absorção aqui, absorção. Aqui é absorção. E aí a parte relevante que caiu esse ano aqui, Santa Maria. Galera, olha só. Para fundir alguma coisa, eu tenho que aquecer. A substância precisa absorver. Então, fusão, ebulição e sublimação são processos endotérmicos. Isso é o mais importante. Estando diante de algo endotérmico, tu já sabe aula de ontem que eu vou ter um Del H positivo, maior do que zero,
certo? E o contrário, verdadeiro. As três nomezinhos do retorno. Qual? Condensação ou liquefação? condensação é mais relevante aqui. Solidificação, fazer gelo. E aqui resublimação ou se tu aprendeu como Sublimação também tá valendo. Eu gosto de resublimação. Por que que eu coloco o nome diferente? Por causa da energia. Sempre aqui tu vai estar aumentando a temperatura para esse um desses três processos acontecer. Sempre aqui é o contrário, pessoas. Para formar o gelo, eu retiro energia da água líquida. Ao colocar no congelador, retira essa energia e ela vai solidificar. Então aqui importante, diminui a temperatura, A substância
diminui. Tu tá diante de algo que é exotérmico. Opa. Detalhe relevante que as às vezes é forçado, mas eu já vi duas vezes aparecer isso. Observa, eu estou diante de uma substância sólida. Presta atenção aqui. E eu vou fundir essa substância sólida. O exercício afirma que para fundir essa determinada substância sólida, eu coloquei 1500 kJ e a substância que era sólida virou Líquida. Ela absorveu 1500 e virou líquido, certo? Qual é o valor da energia que eu vou dar aqui na solidificação? Se aqui absorve 1500, quando eu saio de sólido para líquido e agora eu
me arrependi de ter fundido e quero voltar, a quantidade de energia tem que ser exatamente a mesma. A diferença aqui absorve, aqui libera 1500. Sério, a quantidade de energia na Transformação de estado físico tem que ser a mesma. Absorveu 15, liberou 15. Detalhe, se aqui absorveu 1500, não é proporcional a esta transformação. Ah, então aqui é mais 1500, aqui é - 1500. Não, os valores são iguais com com sinais trocados com endo e quando é a mesma transformação de estado físico. Sólido para líquido, líquido para gás, mesmo valor. Líquido para gás, gás para líquido, mesmo
valor. Agora, sólido para líquido e gás para líquido, não dá. Então aqui eu tenho absorve tanto, libera a mesma quantidade. Absorve tanto, libera a mesma quantidade. Certo? A frase desse ano em Santa Maria foi aquelas verdadeira ou falsa e falava o seguinte: "Ah, acho que era essa, a fusão e e abolição são processos que absorvem energia, tornando-se sempre processos exotérmicos. Então, a fusão e a ebulição absorvem tornando-se". Era uma frase falsa, certo? Era uma questão teórica. Era equilíbrio químico e Cinética junto, eram quatro verdadeiros ou falsos na prova do PS2. para quem tá no terceiro
ano, de repente fez ela ano passado. Basicão, sim, tem que lembrar disso sim. Para onde isso aqui lembra? Para os federais. Isso aqui já caiu uma vez em lei de R no Enem faz tempo. Certo? Então a gente tá matando aí a página 14. Nossa, pergunto para vocês. Eu acho que tinha um exercício agora e tem o anterior. Deixa eu ver se eu fiz ou não. Me ajudem aí quem estava na aula ontem. O exercício da página 13 foi feito da página anterior. Sim. Não. Sim. E esse da 14? Não. Não. Vamos meter ele o
da 14 no quadro. Então, enquanto eu passo a reação aqui pro quadro, tenta fazer ele e observa que >> essa questão, deixa eu ver, >> não é muito barbada não, hein? Se tu faz uma análise rápida, parece que não tem alternativa correta. Da onde é essa criança? Passo fundo. Pf. Olha só como mesmo parecendo um conteúdo suave, se tu não tá muito focadinho, tu tende a errar, certo? Olha só, diz o seguinte nessa questão da UPF: a síntese da amônia, sem o ajuste dos coeficientes tequiométricos, pode ser expressa pela representação da equação química dois pontos
coloquei no quadro, certo? A variação da entalpia para equação química representada fornece o seguinte Gráfico, tá? No quadro. Então ele me deu a equação, me deu o gráfico e ele pergunta qual que é correto. Primeiro detalhe importante, ele diz na primeira linha que tu está com uma equação sem o ajuste dos coeficientes stakeométricos. Coca não é um ca um caso de cálculo sequiométrico. Então a princípio eu não preciso me preocupar. Galera, sempre faz isso, ajusta. Ah, mas é teoria. Se ele falou isso é porque algum momento eu tô vendo aqui, ó, a gente pode usar,
tô Vendo os valores na letra D e na letra E. Eu tô olhando valores, então eu vou ajustar. Certo? Ele falou isto. Reação desse íntice amônia bem banal. Dois nitrogênios, olha só. Dois nitrogênios, seis hidrogênios. Seis hidrogênios. E eu tô com isso aqui, tá? Importante? Acho que eu não tinha comentado isso antes. Tu olha para essa equação e tu já viu, tu já sabe que ela é exotérmica. Ela está liberando 46.1 KJ. Tranquilo? Nenhuma novidade, certo? Acho que sim. Agora vem o que eu acho que eu não falei para vocês, galera. O kilj e o
quilocaloria, o Jule é sempre proporcional ao número de mols da minha substância. Vamos traduzir. Usando 1 mol de gás nitrogênio, liberou-se 46.1. Usando 3 mols de gás hidrogênio, liberou-se 46.1. é sempre proporcional aos números de mols que estão na minha Equação. Tá escrito kilog/ mol. Se tu olhar no teu gráfico, vai vir sempre kilog mol. Nos exercícios é kilog mol. Então existe uma relevância em tu ajustar a tua equação para usar aquele 46. Afinal assim eu tô formando 1 mol de NH13 e liberando -46. Mentira. Eu tenho que formar 2 mols para liberar -46. E
isso vai ser usado numa alternativa D que eu acabei de olhar agora. Certo? Bora. Olhou para lá, Delta H negativo. Tu já sabe que está diante de algo que é Exotérmico. Ou pelo delta H, ou pela análise do gráfico que a gente acabou de fazer. Eu apaguei gráfico decrescente. Então eu tenho algo que é esotérmico, tá? Fiz algumas análises superficiais aí sobre o exercício e agora a gente procura a alternativa correta. Olha só. Opa, para cá. Quando a entor que a entalpia dos reagentes, embora entalpia dos produtos Menor que entalpia dos reagentes. É o que
condiz no meu gráfico. Observa que não tem isso aí. Ah, não tem. Eu que não tinha colocado. Perdão. A entalpia dos produtos é menor que a entopia dos reagentes. O valor do del H será circula maior do que zero. Que jeito? Olha só. Então, a minha letra A, a princípio está errado e eu vou deixar só o erro aqui, ó. Palavra maior do que zero, certo? Letra B. Então, letra A falsa porque eu tenho del H negativo. Letra B Diz o seguinte: "Sendo considerada a decomposição da amônia, a entalpia dos produtos será maior que a
entalpia dos reagentes". Olha para cá. Entalpia dos produtos maior do que o reagente, então parece que tá errado também. Letra C. A reação de síntese da amônia é um processo em que o sistema cede calor pra vizinhança. Olha só, importante. Como é que eu sei que cede? Exotérmico. Vai esquentar o meio racional, joga calor para fora. Sede exo, ó, exterior, fora. Sede calor para vizinhança, caracterizando uma reação endo. Falso. Tô colocando a princípio os erros aqui. Letra D, não falamos ainda o que eu comentei agora a pouquinho. Ao reagir 6 6 mols de moléculas de
gás hidrogênio, vem comigo. Hidrogênio tá aqui. O que eu sei? Usando 3, liberou 46. Letra D. Usando 6, galera, isso é proporcional. Se 3 mol de gás hidrogênio está liberando 46, 6 mol de gás hidrogênio, vai ter que ser o dobro. 92, no caso, ponto 2. Volta pra letra D. Ao reagir 6 mols de gás hidrogênio, o processo, olha o erro, absorverá. Já tá errado. 184 também tá errado. Então não absorve, continua liberando. O dobro de 46 não é 144. Então nós temos um erro na palavra absorve e no valor. Letra E. Ah, deve ser
a E. A entalpia deformação da amônia envolve absorção de 46. Isto é absorção, não tá? Mas e daí? Tá tudo errado? Não, eu fiz proposital. Qual que é a questão? Qual que é a questão? Qual que é a alternativa correta? Essa aqui. Mas que jeito, professor? Na letra B, ele fala que a entalpia dos produtos, olha só, será maior que a entalpia dos reagentes. Se aqui eu tenho um valor que é 100, aqui tem que ser menor do que 100. Logo, Tá errado. É que tem algo muito sutil aí, aonde, olha só, o exercício está
me dando a síntese da amônia, tá? E daí volta pra tua letra B. A letra B diz: "Sendo considerado a decomposição". E aí ele misturou a termo com reação inorgânica. Sério? Sim. Vamos colocar aqui as diferenças, tá? Então, antes de chegar na explicação final, o gabarito é a B? É porque na B ele tá falando no processo inverso. Sintetizar é formar amônia. A letra B é decompor, é quebrar, é pegar esta amônia e quebrar. E observa, para quem não lembra disso, olha só, reação inorgânica, reação chamada de síntese, tu vai ter esta característica aqui, vários
reagentes formando um produto, vários chegando a um. Vem comigo. Vários chegando a um. Síntese. Pode ser 12 chega a um. Pode. Pode ser dois chega a um, pode. Pode formar dois. Não. Síntese É sempre vários. Chega um. É uma síntese da amônia. Tu escuta isso às vezes em noticiário. Foi sintetizado uma nova droga para combate à cólica. Foi produzido uma nova droga. Síntese é assim. vários e chega um único produto, tá? É o que a gente tem. Sim, mas a tua letra B fala em decomposição, análise, que é o oposto. Análise ou decomposição, que é
sinônimo, é o oposto Do que eu coloquei em rosa. Como assim? Oposto. Oposto é eu saio de um único e chego a vários. Isto é uma decomposição. E olhe só, ó, letra B. A decomposição, galera, é isso aqui, ó. Para quem já viu isso no colégio, é o processo inverso. E olha a barbada. Se para formar 2 mols de amônia nós liberamos 46 para quebrar 2 mols de amônia, o que que eu vou ter aqui? + 46.1. Por isso é a B. Sempre que eu inverter a minha equação, vou usar bastante isso em lei de
R. Quando eu trocar a minha equação, o que é produto virou reagente, a minha variação de entalpia muda. Então é assim, síntese libera 46, decomposição ou análise absorve. Tá aí daí. Se absorve o gráfico da decomposição é o contrário, pessoas. Isto é exotérmico, porque a síntese. Se eu estou falando da decomposição, olha o que vai rolar. Decomposição é o contrário. Então tu vai sair de pouco e vai chegar em muito. Entalpia do produto maior que a entalpia do reagente. Boa. Uma questão que tem tá muito atento. A síntese libera, inverte a equação, absorve gabarito letra
B. Só para quem não lembra dessas reações aqui, ó, poderia fazer o seguinte, fazer ela bonitinho. Eu vi que tem gente que Tá copiando. Olha só, botar os nomes bonitinhos aqui, ó. Vamos deixar assim que tá legal. Isso aqui é chamado de síntese ou combinação. Vários chegando a um. Isso aqui é análise ou decomposição. Decomposição é mais fácil o aluno deduzir, por isso que não vem decomposição. Apesar que na UPF ele usou decomposição, né? Falou: "Ah, é difícil ir decomposição". Veio nesse exercício. E Nós temos mais duas reações inorgânicas chamad simples troca. Como que funciona
a simples troca, professor? Uma substância simples mais uma composta. Olha só, uma simples mais uma composta. Esse troca de lugar com esse, ó. Entra o A, sai o B. Tá aqui. E eu tenho mais uma última, que seria a dupla troca. Isso são reações inorgânicas. Dupla troca é assim: AB reage com CD formando AD + CB. Observa, galera, que os retângulos são diferentes. Olha só, se eu colocar isso tudo nos retângulos, ó, isso aqui são formas genéricas de identificar a síntese. Vários chega um. Um chega a vários análise aqui é dois reagentes. Dois reagentes, mas
eu tenho uma substância simples. Aqui eu não tenho substância Simples. Então aqui eu coloquei no quadro rapidamente quatro reações inorgânicas, aonde duas nós usamos aqui. Síntese todas as alternativas. Letra B falou da decomposição, é o contrário. Então, uma questão teórica que gera um desconforto, porque o cara não tá focado em síntese e análise, certo? Tá faltando para nós, e aí a gente demora um pouquinho, um período ou dois, certo? A parte de cálculo de termoquímica. Eh, semana que vem só a gente já deu, a Gente teve duas ontem, é, semana que vem a gente vai
para H. Cálculo de H, galera. Oi. Oi, Vamos. Tá. Eh, pessoas, vamos dar então. Que página é isso? 15. É isso. Tá, vamos lá. Página 15. Hoje a gente entra na parte das geometrias. Eh, falando um pouquinho sobre prova de Enem, gente, geometria, tanto plana como Espacial, geometrias em geral, tá? carro chefe da prova do Enem. Geometria vai aparecer na prova da UFSM, está para aparecer na prova três, mas ano passado já veio na dois, então pode ser que apareça tanto na dois como na três, tá? Mas vai aparecer nesse vestibular outros vestibulares também, tipo
Urgs, lá em Santa Catarina, sempre é candidato. Antes de começar aqui a falar sobre paralelas e transversais, gente, teorema de Tales, semelhança de triângulos, Deixa eu revisar com vocês o que que é o ângulo e quais são os ângulos que a gente vai trabalhar, tá? Vamos supor que eu tenho um ponto V num plano qualquer e desse ponto V partam duas semirretas em direções não iguais, tá? Aqui eu tenho uma semirreta R. Aqui eu tenho uma semirreta S. Maravilha. Qual é a definição de ângulo, gente? Ângulo é essa abertura formada por essas duas semirretas converte-se
nesse ponto V. Eu dei Trigonometria, né? Função seno e cosseno. Foi as últimas aulas. Pois é. Antes da trigonometria, eu mostrei que tem duas principais unidades de medida para arcos e ângulos, que são os graus e são os radianos, tá? Então isso aqui é definição de ângulo. Qual é o primeiro ângulo que eu quero destacar para você, gente? Um ângulo chamado de ângulo agudo. Ângulo agudo, gente, ó, é todo o ângulo, que eu vou chamar de alfa, compreendido Entre 0 e 90º. Em outras palavras, é esse ângulo mais fechadinho aqui, ó. Aqui eu tenho um
exemplo de um ângulo agudo. Fechou? Próximo tipo de ângulo, gente, o ângulo que você estuda lá no triângulo retângulo, que é o nosso ângulo reto. Gente, tem o ângulo reto é aquele ângulo que tem como medida 90º. Belezura? graficamente, né? O ângulo reto pode ser representado por essa Ilustração aqui, ó. Essa ilustração aqui é a ilustração do ângulo reto. Fechou? Aqui está o nosso ponto V, que é o vértice, tá? Próximo ângulo. Aquele ângulo mais abertinho chamado de obtus, pessoas. Um ângulo obtuso é todo ângulo compreendido entre 90 e 180º. Ilustrando o ângulo obtuso, É
aquele ângulo mais abertinho, representado mais ou menos assim, gente, ó. Aqui está o vértice. Aqui estaria o nosso ângulo alfa obtuso. E por fim, gente, a gente tem um ângulo que a gente chama de ângulo razô. Ângulo raso, gente, é um ângulo igual a 180º. Aqui você tem o vértice, isso aqui é um semicírculo, né? Aqui est nosso ângulo alfa. E se esse alfa for de 180º, ele é chamado de ângulo rao. OK? Antes de entrar em conceito de paralelas e transversais, gente, deixa eu fazer uma pergunta e você vai colocar em qualquer, acho que
tem embaixo aí, bem embaixo da página essa observação. Se eu pegar dois ângulos quaisquer, que eu vou chamar de alfa e teta, somar esses ângulos e o resultado dessa soma der 90º, como que eu chamo esse par de ângulos? complementares. Ângulos complementares São ângulos cuja soma resulta em 90º, beleza? Complementares, OK? Se eu pegar um par de ângulos quaisquer e somar esses ângulos de tal forma que a soma resulte em 180º, como é que eu chamo esse par de ângulos? de ângulos suplementares. Ângulos complementares, soma dá 90. Ângulos suplementares, a soma vai te dar 180º.
Maravilha. A partir desse conceito inicial, a gente entra nas paralelas e transversais. Todas essas palavrinhas aqui, gente, ó, pode aparecer num contexto de uma questão, né? Considere alfa e beta ângulos complementares. Você tem que saber que a soma dá 90º, tá? Considere ângulos cuja soma dá 180. Você tem que saber que são suplementares. Primeiro lugar, qual é a definição, gente, de retas Paralelas? De um jeito técnico, falando para vocês, retas paralelas. São todas aquelas retas que não possuem um ponto em comum, ou seja, não existe uma intersecção, elas não se tocam, elas não se cruzam.
Se eu chamar essa reta de reta R e essa reta de reta S, a representação do paralelismo é com esse símbolo aqui, ó, R paralela à reta S. Se eu colocar mais de duas retas aqui, Gente, 3, 4, 8, 10, 12 retas paralelas, a gente vai ter um feixe de paralelas. Fechou? Tá? Agora você tem um quadrinho em branco aí nessa página e você vai botar exatamente o desenho que eu for fazer aqui e as anotações que eu vou colocar aqui. Beleza? Existe uma outra reta aqui na geometria, gente, ó, que é uma reta que
intersecta todas as paralelas do feixe, chamado de transversal ao feixe de paralelas. Essa transversal eu vou chamar de reta T. Então, eu tenho a reta transversal que cortam todas as paralelas. O que me interessa agora? Apenas duas paralelas e essa transversal, certo? Gente, aqui você tem um ponto de intersecção. Aqui você tem um ponto de intersecção. Eu quero que você olhe para esse desenho e tente perceber, tá? Quantos ângulos eu consigo formar traçando uma reta transversal em duas paralelas? Tu consegue enxergar oito ângulos aí? 1 2 3 4 5 6 7 8. Fechou? Tá? Eu
vou começar com esse ângulo aqui, ó, que eu vou chamar de alfa 1, aqui alfa 2, aqui alfa 3 e aqui αembaixo, vamos chamar de, vamos seguir nos alfa aí, Alfa 5 aqui, alfa 6, aqui alfa 7 e aqui 8. Belezura? Agora vamos tomar cuidado com algumas coisas aqui, algumas características legais. Gente, se essa reta R é paralela à reta S aqui, dá para você enxergar que a inclinação dessa reta T em relação às paralelas são iguais. Esse ângulo alfa 1 tem que ser igual ao ângulo alfa 5, certo? Então, tá bom. Em geometria, ângulos
iguais a gente chama de ângulos congruentes. Então, Alfa 1 é congruente a alfa 5. Tá bom? Pensa comigo. Dá para perceber, gente, ó, que alfa 2 é igual ao α. tem a mesma inclinação. Vou escrever ali. Então, alfa 2 vai ser igual congruente, né, ao alfa 6. Abre o coração, gente. Quanto que dá alfa 1 + alfa 2? Aqui tu consegue enxergar que é 180? Então, os ângulos são suplementares. Pergunto: qual é o suplemento de alfa 1? Poxa, é o alfa 2. Qual é o suplemento de alfa 2? Poxa, é o alfa 1. Tem que
somar 180. Agora vem para cá. Agora vem para cá. Quanto é que da soma de alfa 2 com alfa 3? É o mesmo 180º. Qual é o suplemento do alfa 2? Guia alfa 1. Mas aqui tá o alfa 3. Que que eu posso concluir que eles são iguais. Gente, tem esse pontinho aqui, ó. Como eu defini aqui, a gente vai chamar De vértice. Alfa 1 e alfa 3, gente, ó, são classificados como ângulos opostos pelo vértice. Ângulos opostos pelo vértice são congruentes. Então, αA1, já vou escrever um negócio aqui. A1 é congruente alfa 3, assim
como ala 2 é congruente ao alfa 4, assim como ó, α é congruente ao alfa 7, no caso são iguais ali, né? Alfa 5 é congruente ao alfa 7 e o alfa 6 É congruente ao alfa 8. Todos esses ângulos a gente vai chamar de ângulos ângulos opostos pelo vértice, certo? ângulos opostos pelo vértice. Vou destacar mais alguns pares de ângulos pra gente conseguir fazer o que eu quero fazer com vocês, tá? Falando sobre as paralelas, gente, tudo Que eu falar de ângulo interno está dentro das paralelas. Tudo que eu falar de ângulo externo está
fora das paralelas. Fechou? Quando eu vou usar a palavrinha alternam, significa que um está de um lado e o outro do outro. Maravilha. Estão alternando os lados, certo? OK. Olha para cá. Desenho 3,4, αângulos internos à paralelas, certo? Gente, tem alfa 4 e alfa 6, além de Serem ângulos internos, eles são alternos, ou seja, está um de um lado e outro do outro. Tu consegue enxergar, gente, que α é igual a ala 6? Se o alfa 4 é igual ao α é igual a 6, significa dizer que eles são iguais. Da mesma forma, o alfa
3 e o alfa 5. Conclusão. Ângulos alternos internos sempre serão congruentes. Alfa 4 é congruente ao alfa 6. Alfa 4 é congruente ao alfa 6. Assim como o alfa 3 é congruente ao alfa 5. Esses ângulos são chamados de ângulos alternos internos. Ângulos alternos internos. Como destaque é isso aqui que eu queria falar, mas eu vou te colocar uma coisinha extra aqui, gente. Ângulos internos entre as paralelas, ângulos externos para fora das Paralelas. Gente, tem alfa 1 e alfa 2, alfa 7, alfa 8 são externos. Alfa 1 e alfa 7, olha aqui, ó. são e
eu falei internos, não são externos, né? Alfa 1 e alfa 7 eles são externos, estão fora das paralelas e alternos e eles são iguais. Ou seja, ângulos alternos externos também são congruentes. Maravilha. Eu acho que se aparecer alguma coisa é algo envolvendo essa essa parada aqui e essa parada aqui, tá gente? Pode ser que sim. Então, nesse Quadrinho, peço para você colocar esse desenho e essas observações. OK. Vamos lá. Exemplo um ali, página 16. Duas retas são paralelas, perdão, duas retas paralelas são cortadas por uma reta transversal, formando ângulos alternos internos, cujas medidas são expressas
por tal e tal. Não tem o desenho, você tem que fazer, gente. Ou você pega esse ângulo aqui, ó, e esse aqui, ou esse e esse. Tanto faz, tá? Vamos pegar esses dois aí. Um ângulo é 7x - 14 e o outro ângulo é 2x + 36. Nessas condições, a soma das medidas desses ângulos é igual a 112º. Verdadeira ou falsa essa proposição? Vamos se atracar. Se eles são alternos, internos, eles são iguais, são congruentes. É só pegar esse cara igualar nesse, ó. 7x - 14, isso vai ser igual a 2x + 36. Esse 2x
passa para cá subtraindo e o -14 passa para lá somando. 7x - 2x 5x = 36 + 14 dá 50. Esse 5 está multiplicando, passa dividindo 50 por 5, você vai ter que o x é ig a 10. É mumu isso aqui, ó. Pessoa, se o x vale 10, olha como é que vai ficar. 7 Vezes o x, que é 10 - 14 = 7 x 10 70. 70 - 14 56º. Obrigatoriamente esse aqui também vale 56º porque eles são iguais, né? Como ele quer saber a soma? 56 + 56, proposição verdadeira. Exemplo do, gente.
Na figura A e B são retas paralelas. A afirmação correta a respeito do número Que expressa em graus, a medida do ângulo alfa. Tem um segmento nessa questão aí, nesse desenho que tá incomodando, que dificulta um pouco a gente enxergar o que que a gente tem que enxergar. E o segmento que tá estorvando é esse aqui, ó. Não precisaria ter isso aqui. Por quê? Se tu tirar fora isso aqui, gente, tira fora esse segmento aqui do desenho, ó. Você consegue perceber que esse ângulo que Sobrou aqui, ó, e esse aqui são ângulos alternos internos. Esse
cara tá incomodando. Se são ângulos alternos internos, eles são iguais, né? Todo esse ângulozinho aqui, pessoas, ó, é a soma de 60 - 4α. Então, 60º - al + 4 al dá 3 al. Isso vai ser igual a 2α + 90º. Aí ficou melorzinho, né? Ó, 2 al subtrai aqui. 60 subtrai lá. 3 al - 2 al dá alfa = 90 - 60 dá 30º. Vamos para as alternativas 30. Letra A. É um número primo. Nem pensar. Vocês lembram que é um número primo, né? São todo todos os números naturais que possuem quantos divisores? Todos
de acordo? Não possuem dois divisores. Então, quantos divisores possuem um número primo? Dois. Verdadeiro ou falso? Então, vou te perguntar. Não te esconde. Olha Para mim. Proposição verdadeira ou falsa? Um número natural é primo sem somente ser possuir dois divisores. Verdadeiro ou falso? Conversem comigo. Tô nervoso. Verdadeiro ou falso? Isso é falso. Um primo tem quatro divisores. Quais são os? Fala para mim um exemplo de número primo aí. Três. Concordo. Quais são os números que dividem o três? Um. O 3. Quem mais? O -1 e o -3. Fechou? Divisores podem ser positivos ou negativos. Para
você que vai fazer alguma prova de URGs, toma muito cuidado com o conjunto numérico que tem na proposição. Verdadeiro ou falso? Um número primo possui dois divisores positivos. Isso é verdadeiro. Um número primo possui dois divisores naturais. Isso é verdadeiro. Um número primo Possui quatro divisores inteiros. Isso é verdadeiro. Então toma cuidado com o conjunto que você tá trabalhando. A primeira é falsa, né? Só o dois é par e primo, né? 30 é par e não é primo. Letra B. O 30 não é ímpar, não é múltiplo de 4, mas divide o 60, né? Gabarito
Dinamarca. Normalmente, como é que o pessoal fala? O número primo é aquele que é divisível por um e por ele mesmo, né? Assim que tá bom, tudo certo. Só não dão as restrições, né? Infelizmente não deu tempo de de dar isso aqui antes do simulado de vocês. A gente caíram duas questões de semelhança no simulado de sábado e uma delas bizarra que era para ser anulada, né? A do bondinho. A distância da criança em relação à torre. Lembra da questão quem fez o simulado? 6 m. Que jeito? 6 m a distância da Rondana até a
torre, não da criança. Era para ser anulado, no Enem, não iam cometer essa gafe, tá? Peguem um papelzinho, gente, uma contracapa, qualquer parte da apostila aí, ó, que em vez de falar só sobre essa parte teórica que tá aí de semelhante de triângulos, eu vou colocar um exemplo com números, fica mais legal de você enxergar. Tá? Vou pegar o triângulo retângulo aqui que é bem simples de de falar aqui sobre os conceitos que eu quero passar para Vocês, tá? Gente, olha só, eu vou afirmar que esse triângulo é retângulo de cateto 6, 8 e 10.
Ó, isso aqui é uma tripla pitagórica, né? 6² 36 8² 64 mais esse dá 100 que é 10². Satisfeitoras em geometria, ponto médio é um ponto que divide um segmento no meio, aquele ponto do meio de um segmento, tá bom? Eu vou pegar, gente, e vou marcar o ponto médio desse cateto e o ponto médio da hipotenusa E vou unir esses pontos aqui, ó. Fechou? Aqui eu vou ter o vértice, que eu vou chamar de vértice A. Aqui, vértice B, vértice C, vértice D e vértice E vértice E. Pensa comigo, acabei de falar o que
que é paralela e transversal. Se eu faço a união desses dois pontos médios, gente, ó, dos dois pontos médios, obrigatoriamente Esse segmento de vai ser paralelo a BC, certo? Se é paralelo, isso é uma transversal. Esse ângulo vai ser exatamente igual a esse aqui. Se isso aqui é ponto médio e todo cateto vale oito, aqui em cima eu tenho quatro, aqui o outro quatro, né? A hipotenusa vale 10, então isso aqui vale cinco porque é ponto médio. Aqui embaixo tá outro cinco. Tá bom? Jante. Se isso aqui vale 6 e BC vale 6, quanto é
que vale o Segmento D? Poxa, vai ser a metade, né? Dá para enxergar? Tripla 3 4 5, ó. Tá beleza. Tá beleza. Esse ângulo aqui, gente, ó, obrigatoriamente vai ser igual a esse ângulo aqui, paralelas transversal. E lá em cima, esse ângulo no vertical, vou chamar de dois tracinhos, tá bom? Para concluir o que eu quero mostrar para vocês, eu vou separar esses triângulos, o menorzinho e o grandão. O menorzinho, gente, ó, tem três de base e quatro de altura aqui, ó. Tá aqui a hipotenusa. O vértice do menor, os vértices, né, do menorzinho é
A de E. AD. Aqui o ângulo é reto. Catetos 3, 4, hipotenusa 5. O ângulo em E é um ângulo de um tracinho. E o ângulo em A é o ângulo de dois tracinhos. Aqui embaixo eu vou colocar o triângulo maior. Oito aqui, ó. 1 2 3 4 5 6 7 8 6 pra cá 1 2 3 4 5 6 e a hipotenusa vai ser 10. 6 8 10. Pessoas, vértice A, dois tracinhos. Vértice B, ângulo reto. Vértice C, um tracinho. A primeira pergunta que eu faço, olha pro triângulo, Pro triângulo ADE, AD. E olhem
para o triângulo ABC. Triângulo ABC. Esses triângulos são iguais? Nem pensar. Se eles não são iguais, eles não são congruentes, certo? Congruência são coisas iguais. Então eles não são congruentes. Mas tem um negócio muito legal aí, né? Tu viu que todos os ângulos internos, os Três ângulos internos dos dois triângulos são congruentes? Ó, ângulo reto, ângulo reto, ângulo de um tracinho, ângulo de um tracinho, ângulo de dois tracinhos e ângulo de dois tracinhos. Triângulos, gente, que possuem os três ângulos internos correspondentes iguais são chamados de triângulos semelhantes e representado por esse símbolo aqui. Triângulos que
possuem os três ângulos internos correspondentes iguais são Chamados de triângulos semelhantes. E agora que vem a mágica da semelhança de triângulos, gente. Ó, agora que vem a mágica. Olha aqui. Olha aqui. Ângulo reto, um tracinho. Ângulo reto, um tracinho. O que que fala a definição? Que em todo triângulo semelhante, os lados homólogos são proporcionais. O que que significam lados homólogos? São lados que se encontram entre os Mesmos pares de ângulos. Se o se estão entre os mesmos pares de ângulos, o se está para três. Assim como olha aqui, o oito reto e dois tracinhos, o
qu reto e dois tracinhos. Então o oito está para quatro, assim como ó, o 10, dois tracinhos, um tracinho. O cinco, dois tracinhos, um tracinho. Então o 10 está para cinco. Reparem que todos eles resultam na mesma constante que é o número 2. 6 por 3 dá 2, 8 por 4 Dá 2, 10 por 5 dá 2. Então eu vou igualar isso aqui a dois, que é a nossa constante de proporção. Agora eu vou te mostrar como é que você vai determinar se os triângulos são semelhantes. Olha aqui, fazer sem régua aqui, ó. Ó, vamos
supor que aqui eu tenha o vértice ABC e esse vértice de EF. Aqui é o ladinho, azinho. Aqui bezinho, Aqui czinho, dezinho, ezinho e fzinho. Deu, pessoas, eu vou colocar um ângulo de um tracinho aqui, dois tracinhos aqui e três tracinhos aqui. Eu vou colocar um ângulo de um tracinho aqui, dois tracinhos aqui, ou melhor, dois tracinhos aqui e três tracinhos aqui. Pergunto, esses dois triângulos são semelhantes? Congruente, não, semelhante. Posso afirmar pelo desenho que eu fiz que eles são semelhantes? Com certeza. Por quê? Porque os três ângulos internos desse triângulo são exatamente iguais aos
três ângulos internos daquele. Se os triângulos são semelhantes, existe uma proporção entre os seus lados. E agora a gente monta a proporção. Não vai fazer uma aqui. Vim daqui para lá, de lá para cá. Ou tu vem da esquerda pra direita ou da direita pra esquerda. Vamos daqui para lá. Pessoas, esse A é um lado que se encontra entre dois tracinhos e três tracinhos. Quem é que Está entre dois tracinhos e três tracinhos aqui? É o E. Então o A é proporcional ao E. A está para E. Assim como pega o B agora, qualquer um
aqui, né? Vamos pegar o B. O B, gente, ó, é um lado entre um tracinho e três tracinhos. Um tracinho e três tracinhos é o F. Então, o B está para F. Sacaram? É melzinho isso aqui. Assim como o C do primeiro triângulo, Ó, entre dois tracinhos e um tracinho. Entre dois tracinhos e um tracinho. Então o C está para D. Como isso aqui é uma proporção, eu vou igualar isso aqui em uma constante de proporção. Aqui está a proporção da semelhança de triângulos, OK? Então, achem o espacinho no material de vocês, gente, ó, para
colocar esse desenho, ó. É mais legal de enxergar com números, né? Aí depois a gente bota ali A parte teórica. quiserem ir ao banheiro aí 5 minutinhos, tomar uma água, dar uma espichada. Essa parte do meio do quadro eu não vou apagar, tá gente? Ah, vamos lá, gente. Pessoas, antes de falar sobre o teorema de Tales, deixa eu fazer a questão de número um aqui para mostrar pr vocês como é que você vai montar a proporção falando aí sobre triângulos semelhantes, tá? Olha ali. Na figura M, N, B, C são paralelos. Se AB vale 30,
então MB mede quanto em centímetro? Ele quer saber isso aqui, gente, ó. Ele quer saber esse X aqui, ó. Vocês conseguem enxergar dois triângulos do desenho aí, né? Como é o primeiro exercício, primeiro exemplo, eu vou separar os triângulos. E é isso que eu peço para você trabalhar com semelhança de triângulos. Separem os triângulos para você conseguir enxergar o que eu quero mostrar para vocês, tá? Eu vou Separar o triângulo ABC, que é o maior. Só não vou colocar do mesmo tamanho ali, gente. Botar assim, ó. Ó, A BC, BC mede 18 e o AB
mede 30, tá? E eu vou colocar o triângulo menorzinho aqui, ó. Amn, ó, a MN. Maravilha. Só tenho ele não me deu isso aqui. 12. Uf. 12. Já me caguei todo aqui. Tá. O que que você vai fazer depois de separar, gente? Você vai escolher um triângulo para ser o teu guia. O primeiro triângulo, qualquer um vai ser o teu guia. Eu vou pegar o triângulo maior para ser o meu guia. Poderia ser o menor? Poderia. Vou pegar o maior. Quando eu pego um triângulo para ser o meu guia, eu vou chamar os ângulos internos
do que eu quiser. Vou chamar de ângulo sem tracinho, ângulo um tracinho, Ângulo dois tracinhos. Pronto. E a partir do primeiro triângulo, eu tento moldar o segundo de tal forma que eu consiga montar os mesmos ângulos ali. Esse é o meu objetivo. Pessoas, reparem que o vértice A é o mesmo, né? Se aqui eu tenho vértice A e aqui eu tenho vértice A, esse ângulo é igual a esse melzinho. Esse lado é paralelo a esse aqui. Então esse ladinho do triângulo é uma transversal. Esse cara vai ser igual a esse aqui. Deu para sacar? Aqui
no vértice B é igual no vértice M. Ó, da mesma forma, gente, ó. Esse cara em C vai ser igual a esse cara em N aqui, ó. Paralelas transversal. Esse cara é igual a esse. Olha que lindo. Consegui determinar que os três ângulos internos são iguais. Significa dizer que eles são semelhantes. Se eles são semelhantes, eu tenho uma proporção entre os lados homólogos. E é isso que a Gente vai montar agora. Só para ficar bonitinho aqui, gente. Tudo isso aqui vale 30, né? O meu MB vale X. Quanto é que vale esse pedacinho am? 30
- x. Vamos botar aqui 30 - x. Vou montar a proporção da esquerda pra direita. 18 está entre um tracinho e dois tracinhos. Um tracinho e dois tracinhos. 12. 18 está para 12. Assim como um tracinho sem tracinho é o 30. Está para um tracinho e sem tracinho. 30 - x caixão. Acabou. Finishingity. Vamos dividir isso aqui por 6. Divide por 6 dá 3, divide por 6 dá 2. Eu vou ter 3 di 2 = a 30 di por 30 - x. Em uma igualdade de frações, a gente pode sempre simplificar numerador com numerador, quando
forem iguais ou múltiplos e os denominadores também. 3/ 3 dá 1. 30 por 3 dá 10. Fiquei então com 1/2 = a 10 dividido por 30 - x. Aqui dá pra gente multiplicar cruzada agora, né, gente? Ó, 2 x 10 dá 20 = 1 x 30 - x é o próprio. Passo o x para lá, positivo. Passo o 20 subtraindo no 30. 30 - 20 dá 10. Então a medida MB vale 10. É o que ele tá procurando aí, né? Gabarito Brasil. Barbado. Certo, pessoas? Então, só para finalizar essa essa parte inicial de semelhança de
triângulos, eu vou falar só um pouquinho a respeito do teorema de Tales, porque basicamente também é uma proporção. Olha aqui, ó. Se você prolongar essas duas transversais, elas vão se encontrar lá em cima e fechar um triângulo e um monte de triângulo semelhante, né? Então, vai ter Proporção em um monte de lados aqui. O que que fala o teorema de Itália, gente? Se a gente tiver um feixe de retas paralelas cortadas por duas transversais, essas transversais nas paralelas, olha aqui, ó, formam segmentos internos que são proporcionais. Esse ladinho, gente, é o ladinho AB. Esse ladinho
é o ladinho DE. Eu acho que eu botei a linha e belinha aí na apostila, né? Mas é a mesma coisa. Esse Ladinho é o ladinho BC e esse ladinho é o ladinho EF. Ou seja, AB está para D. AB está para DE. Assim como BC está para EF. BC está para EF. E tem mais um aqui, gente, ó. Assim como eu falei que os segmentos internos das paralelas são proporcionais, então eu ainda tenho o segmento AC que é proporcional ao segmento DF. Fechou? Então AC É igual a DF. Eu vou botar igual a K
aqui, gente, porque quando a gente trabalha com proporção, a gente sempre deve igualar uma proporção a constante K de proporcionalidade. Aqui agora já dá para apagar. merda, não podia apagar ainda. Ah, azar. Questão de número dois. Observe os discos de raios dois. e quatro raios, né, gente? Segmento do centro, círculo até um ponto da circunferência, OK? Tangentes entre si e as semirretas ST. Observação. Reta tangente a uma circunferência sempre intersecta a circunferência em um único ponto. Propriedade. Teorema. Toda a reta tangente à circunferência é Perpendicular ao raio no ponto de tangência. Esse ângulo de 90º
não precisaria estar na figura. Facilitou a distância entre os pontos P e Q. Ele quer saber isso aqui, ó. Ele quer saber essa distância aqui. Olha que lindo isso aqui, cara. Pessoas, tá vendo? Para dá para enxergar dois triângulos retângulos aí, né? Esses triângulos são semelhantes. Ô Gu, como é que tu sabe se aqui o reto e aqui reto Em relação a essa tangente? Esse cara é paralelo a esse. Esse verde é uma transversal. Esse ângulo vai ser igual a esse aqui. E o vértice P é comum aos dois triângulos. São semelhantes. Vê se tu
consegue enxergar. Daqui até aqui eu tenho quanto de comprimento do desse ponto Q até aqui é o raio quatro. Isso aí. Daqui até aqui é o raio que é dois. É isso aí. Daqui até aqui outro raio que é dois. E daqui até Aqui sei lá X. Todo aquele comprimento verde é 4 + 2 + 2 + x. 4 6 8 + x. Fechou? Olha a proporção que eu vou montar, gente. 4 ângulo reto, um tracinho. Está para dois. Ângulo reto, um tracinho. Assim como todo esse lado aqui, ó, um tracinho e sem tracinho, está
para esse lado, que é um tracinho e sem tracinho. Então, 8 + x está para 2 + x. Volto a repetir, gente, ó. Até você não Pegar uma habilidade boa com semelhança de triângulos, separem os triângulos para não se perder. Aí você consegue enxergar melhor os os lados proporcionais. P aqui dá dois, né? Cré Cru. Multiplica cruzado. 2 que multiplica 2 + x. Isso vai ser igual a 1 que multiplica 8 + x. Distributiva 4 + 2x = 8 + x. Fechou? Esse x passa para cá subtraindo. O 4 passa para lá subtraindo, gente. 2x
- x dá x. 8 - 4 dá 4. Já era, pessoas. Se o x vale 4, ó, 8 + 4 igual a 12. Gabaritou. Letra D de dinossauro. Foi questão de número três, gente. Um trecho reto AB de uma estrada mede 1800 m. Nesse trecho, há três saídas A, D e B Que ligam em linha reta essa estrada uma cidade C. Sabendo que CB vale 1200, ó a leitura e que BC, o chapeuzinho tá no A, ó. B AC tá aqui, é congruente AD CB. Tá aqui. Ângulos congruentes são ângulos iguais. Qual é a distância
entre os pontos D e B? Tá, ele quer saber esse X aqui, ó. E aqui tem 1200 e tudo lá tem 100. Quantos triângulos tu tá enxergando na figura? Consegue enxergar três triângulos? Eu Preciso só de dois. Preciso de três. Eu preciso achar dois triângulos que são semelhantes. Quais são? Já enxerguei. Eu vou pegar o triângulo maior. Tu já vai enxergar. Vou pegar o triângulo maior ABC e já vou te mostrar porque eu enxerguei. ABC. E vou pegar o triângulo, gente, ó. DBC. Esse ADC vai ficar aqui, ó. O DBC. D B C. Isso aqui
vale aqui tá o X que eu quero saber. AB vale 1000 e 800. Esse carinha em A é igual ao que tá o vértice C. Por qual motivo eu escolhi esses dois triângulos, gente? Porque eles têm o vértice B em comum. Olha aqui, o vértice B do grandão e do pequenininho são iguais, ó. Então esse Ângulo vai ser igual a esse aqui. Já vou adiantar uma coisa para vocês que provavelmente vocês saibam. Quanto que dá a soma de dois ângulos internos de um triângulo? 180º. Gente, se você já tem dois ângulos iguais, obrigatoriamente o terceiro
vai ser igual ao outro. Esse cara aqui, ó, vai ser igual a esse aqui, certo? Os triângulos são semelhantes. Olha aqui, ó. BC BC aqui é 1200. Se eles são semelhantes, os lados são proporcionais. Me ajuda a montar a proporção aqui, gente. 1800 desse triângulo está para quem desse aqui? 1200. Muito bem. Um tracinho, dois tracinhos. Um tracinho e dois tracinhos. Esse está para esse. Vou apagar ali. Está para 1200. Assim como gente, tem 1200, ó, dois tracinhos, três tracinhos, dois tracinhos, três tracinhos. É o X 1200 está para X. Não vai sair multiplicando tudo
ainda. Vamos dar uma cancelada em alguma coisa, né? Simplificar alguma coisa aí para nos auxiliar. É um monte de coisa para acordar aí, Gente. Ó, esse zero com esse zero, esse zero com esse zero. Dá para simplificar o 18 e o 12 por 6. 18 por 6 dá 3. 12 por 6 dá 2. Olha lá, que lindo. Então você ficou com 3/ 2 = 1200/ x. Aí você cancela. 1200/ 3 dá 400. 3/ por 3 dá 1. 1/2 vai ser igual a 400 sobre X. Ó, multiplica cruzado. X x 1 d X. 2 x 400.
Gabarit, letra B de Brasil. О. Tá bom, vou finalizar a minha observação. Isso aí é aquele desenho que eu tinha feito bonitinho ali, tá? Gentem se os triângulos da geometria Plana, se as figuras são semelhantes, além da proporção dos lados, eu também tenho proporção das áreas. Quer ver uma coisa? Caiu uma questão de escala na prova de vocês que envolvia escala envolvendo área, né? Tá bom? É o mesmo conceito. Qual é aquela formulazinha mais simples, mais chubrega que você conhece para calcular a área de um triângulo? base vezes altura sobre 2. Tá bom? Vou calcular
a área desse triângulo aqui. Base vezes altura 6 x 8 dividido por 2, isso aqui dá 24. base altura sobre 2. Área do segundo triângulo. Base vezes altura 3 x 4 12 dividido por 2 dá 6. Acabei de falar que também existe uma proporção entre as áreas. Então 24 está para 6. Só pensa um pouquinho. Quanto que dá 24/ 6? 4 outra 24/ 6 dá 4. Quais são as Unidades de medida para área? Metros quadrados, dcmetros quadrados, centímetros quadrados, tudo ao quadrado. Pega essa constante aqui e leva ao quadrado. Quanto que é 2²? Vai ser
igual a 4. O que que eu quero falar para vocês? que nos triângulos semelhantes, nas figuras semelhantes, a área da figura maior está para a área da figura menor, assim como O lado da figura maior está para o lado da figura menor. Só que tem um detalhe, como essa razão entre áreas, essa razão das medidas dos lados tem que ser ao quadrado, certo? Ó, 24/ 6 é igual a isso aqui é o quadrado, que é igual a isso aqui é o quadrado, que é igual a isso aqui ao quadrado. E blá blá blá. Essa, esse
conceito aqui vai ajudar vocês a fazer aí a primeira questão do resolva sozinho, que é da URGs ali, gente, ó. O gabarito está todo em vermelho, então Bom trabalho. Beijos, bom resto de semana. Para quem se matriculou no curso, começa sábado agora e ainda tem oito vagas para quem quiser fazer matrícula ainda, tá bom? Beijos. Valeu, gente. Ah, povo, olha só, 60 slide. Deixa eu ver uma coisa aqui. Deixa eu fazer um serviço aqui pra comunidade aqui. Deixa eu ajudar a comunidade aqui. Pera aí, ó. Olha só. Um bosta. Deixa eu fazer um negócio aqui.
Deixa eu. Não é isso que eu ia mostrar, mas vou mostrar a coisa aqui. É essa aqui, ó. Olha só. Eh, boa noite, então, paraas pessoas que estão aqui nesse recinto humilde, gigantesco, tá? Olha só, ã, eu criei o site que eu já tinha prometido para vocês que eu ia liberar esses slides que eu fiz. Então, você tem que digitar esses simbolozinhos Aqui no teu celular ou no teu computador. Tá conseguindo acessar a voz aí? Tá rolando, tá? Então, o seguinte, ó, galera. O meu site poderia ser projetoaprova.com. sei lá, coisa assim, mas eu não
tenho dinheiro para ficar pagando o servidor, então eu deixei assim mesmo, tá? O Google faz de graça as coisas, então tá aí, beleza? Então assim, ó, que que tu vai acontecer? Tu vai abrir esse site e vai aparecer os dois cursos que eu dou aula, um aqui e um em Porto Alegre. Você vai escolher o Rachuelo, obviamente, clicar lá e vai aparecer uma série de botões e cada botão é uma turma diferente. Vocês vão clicar na turma de vocês, vai tá lá anual noite, vai clicar e vai abrir esses slides para vocês. Os slides não
estão completos ainda porque eu ainda não consegui organizar o material que o Artur acabou dando para vocês. E ah, eu vou terminar os modelos de de slides. Eu acho que até setembro eu consigo terminar todos os slides e vão estar tudo completinho, bonitinho, tá? Um mês antes do, pelo menos um mês antes do Enem, pelo menos o mês antes. Eu quero, se setembro eu consigo terminar isso, fica um pouco mais fácil para vocês já terem esse material e poderem imprimir se forem o se foi o caso, tá? Então, aqui tá o nosso site. Se alguém
puder Entrar no site agora e me dizer que tá tudo OK, conseguiu abrir lá, eu vou ficar muito feliz, tá? Eu vou colocar depois isso para vocês ali, o endereço direitinho já no slide de vocês. Mas vamos lá, vamos pra nossa função. Bom, o que que nós vamos falar hoje? Nós vamos falar hoje sobre o Marx, tá? Que é o nosso livro cinco, tá? E vamos tentar também terminar e Marx e começar a parte de antropologia. Então, temos duas coisas Para ver hoje, C Marx e antropologia. Bora lá. Uma das pessoas mais controversas da história
chama-se Carl Marx para falar bem ou para falar mal dele. Mas aqui eu vou fazer algumas distinções iniciais. Primeiro, o Enem nunca cobrou o socialismo do Marx, nem o comunismo do Marx, tá? Só para situar a galera aqui. Nunca cobrou isso. O que que vocês têm que saber do Marx para o Enem? Primeiro, Marx não é visto nem como sociólogo, nem Como filósofo na época dele. Ele é visto como um economista. Primeira coisa, a primeira coisa que a gente vai lembrar é disso. Então, mas por que que ele tá no livro de sociologia? Porque existe
um grupo de pessoas no século XX chamado Escola de Frankfurt, né? O Adorno Horkheimer, Mark H, Eric Fron. Esses caras, eles simplesmente usaram o Marx como uma categoria de pensamento para analisar a sociedade. Então, quem usou o Marx para criar uma sociologia foram os filósofos de Frankfurt. Como os filósofos de Frankfurt são muito influentes, a teoria marxista foi vista pela sociedade do século XX como a base paraa sociologia. Então, é por isso que o Marx tá aqui, tá como teórico base, mas ele não é sociólogo, ele não é filósofo nesse caso aqui, tá? E outra,
quando Marx escreveu a obra dele, nem se falava no termo sociologia. Esse termo era só classificado lá pelos positivistas, especificamente o Conte. E o Marx estava cagando pro Conte, tá? Ignorou o Conte completamente. Então, não temos o Marx sociólogo. Marx nem viu isso acontecer. O que eu quero falar para vocês é o seguinte, ó. Quais são os conceitos que vocês precisam saber paraa prova do Enem que são associados ao Car Marx? Primeiro, o conceito de materialismo. O que que é ser materialista? Ah, é só Comprar coisa e valorizar casa e coisas e produtos, tipo roupas,
eh, carros, produtos que eu consumo. Eu valorizo isso. Diz o Marx que não é assim que a gente avalia o que que é materialismo. Materialismo é uma necessidade histórica do ser humano. Então, todas as sociedades elas são materialista porque elas produzem bens. Você, quando você altera a natureza, vamos supor, pega barro, tá? barro, pega a tabatinga. Aí você pega a tabatinga e molda ela com A mão e você submete a um calor. Você tem um pote de barro, então você produziu algo que serve para alguma coisa. Então isso significa sociedade para Marx. Então no momento
que alguém produz algo físico que serve para algum tipo de benefício social, está obviamente inaugurada a sociedade. Começa aí. Então essa questão é quem produz e quem ganha ou se satisfaz com quem produz. Essa é a dinâmica marxista. E aí o Marx vai analisar o seguinte: Historicamente, como é que a gente enxerga quem produz e quem ganha com quem produz? Aí a gente vai analisar o que ele chama de modo de produção. Então ele vai analisar o primeiro modo de produção que ele vai estudar é modo aquele modo de produção que a gente chama lá,
mas eh em termos de ã ã antes da antiguidade da escrita, a modo de produção por necessidade de subsistência. Depois ele vai analisar modo de produção escravocrata. O escravismo e ele depois vai analisar o modo de produção que sucede, o modo de produção escravocrata, modo de produção estamental. Depois ele vai ele analisar o modo de produção capitalista que sucede modo de produção estamental. Então o que que ele quer dizer com isso? Ele quer dizer que qualquer sociedade humana tem modo de produção e tem os que ganham e os que perdem com Isso. E ele vai
dizer que uma classe ganha, outra classe perde. Então sempre tem um conflito de classe. Lá no modo escravocrata, ele mostra que o dono do escravo ganha com a produção do escravo, porque o dono do escravo não produz nada. Quem produz é o escravo. Então, temos uma exploração de um homem por outro homem. Dá para entender isso? Isso é fácil de entender. O modo da produção instamental tem uma outra Característica. Você vira súdito, vira camponês, vira servo. Você é um servo. Qual é a sua tarefa? Produzir para o senhor feudal, para os nobres. Então você produz,
você planta, você cria vaquinha, você tira leite, você faz queijo e aí vem o nobre, pega o que ele vai usar e deixa para ti uma certa, né, quantidade para você subsistir, tá? Não é para você vender, é para você subsistir, porque não existe a ideia de você vender o que você produz, porque a O espaço que você ocupa é o espaço do nobre, é o espaço do senhor feudal. Então, o que você produz ali, de certa forma é tudo do senhor feudal, não é teu. Ele deixa um pouco para ti, para você continuar produzindo.
Então ele te paga, na verdade, aquilo que você extrai da Terra, deixa um pouquinho para ti. Claro que é assim que funciona no início, as primeiras, eh, enfim, organizações. Depois, aos poucos, né, o as pessoas vão aumentando O tamanho dos feldos, não vão ter controle disso, a pessoa vai reproduzindo alguma coisa mais lá e vai vendendo por fora, né? E quem for pego fazendo isso é expulso. E se é expulso, vai para um espaço exterior às cidades onde vão ser fundados os burgos, que é onde surge a burguesia ali no século XI, século X. Dá
para entender isso, né? Então, vejam só, a burguesia é uma classe serva, assim como servo, que era colocada de maneira Desqualificada. Aos poucos o mundo vai se transformando. A idade média vai deixando espaço pro renascimento. No renascimento vão se constituindo novas burguesias. Eles vão conseguindo fazer um tipo de negócio que é colocado tipo a ninguém dá bola para isso. Mas eles vão começar a acumular bens, vão começar a desviar daquilo que a igreja vai acreditar como se fosse um pecado capital. O que que é o pecado capital? É você Acumular bens, você acumular dinheiro. Então
a luxúria, por exemplo, tá associada esse acúmulo de dinheiro. E aí você não só a luxúria, como por exemplo a avareza. E o avarento não é bem quisto pela igreja. Então o burguês vai escondendo aos poucos isso. E claro, com as transformações sociais, o antigo regime, as discussões que vão sendo feitas pelos pensadores, as descobertas científicas, a o novo mundo vai surgindo e aí você Vai vendo que há um espaço maior para negociar e aí você nota que o mundo está em transformação. E aí a burguesia, que já não é tão mais fraca como era,
passa a se fortalecer. Se fortalecendo, passa a reivindicar um espaço de poder. E aí você vê toda uma discussão onde é criado o liberalismo. O liberalismo se funde com a burguesia, o calvinismo se associa à burguesia e você tem um p um tipo de um de um barril de pólvora pronto para estourar. E aí Estoura, e aí o o cume, o momento específico onde o modo de produção está mental cai de vez. Revolução francesa ali inaugura uma nova forma política, cultural, intelectual, científica, né, que vai mostrar o seguinte, vai mostrar basicamente que o modo de
produção agora, a partir da revolução mudou. Porque aí o Marques diz assim, né, tu vê, né, sempre quando há uma revolução, quando se troca, eh, é quando se troca o modo de produção. Quer Dizer, o modo de produção já é revolucionário por si só quando ele é substituído por outro. Então, só a revolução de fato quando a gente troca modção, porque para ele modo de produção, ele determina como as pessoas devem pensar, como devem agir. Isso era na época do escravagismo, isso foi na época estamental e agora na época capitalista. Então, Marx está observando o
seguinte, que a sua consciência ela é Determinada pelo modo de produção. E por que o materialismo, professor? Vocês estão vendo, né? Tá dizendo que você é você pelo fato de você produzir e você faz parte de uma classe específica ou que produz ou que explora quem produz. Então você se encaixa, você existe como sujeito ou como aquele que oprime ou aquele que é opressor. Essa é a ideia do Marx. É uma ideia meio meio eh, vamos dizer assim, generalista, mas é a ideia dele. Então, por que que é Materialismo? Porque é produção de coisas físicas,
gente, de utensílios físicos que as pessoas se sustentam a partir disso. Por isso que é materialismo. E por que que é histórico? Porque sempre aconteceu. Só que qual é a diferença entre o estamento, o escravagismo e o capitalismo? Qual é a diferença? É porque ele vai estudar. O escravagismo, O explorado, sabe que é explorado. O escravo sabe que é escravo. A condição dele é dessa. Ele sabe disso. Ele tem consciência disso. Assim como no modo estamental, a pessoa é o quê? Súdita. Ela é serva. Ela sabe que ela é serva. Ela sabe que ela é
súdita. Ela entende isso agora, no capitalismo, não. No capitalismo a pessoa não se dá por conta que ela é explorada, porque o sistema foi criado para isso, para ela não se dar por conta disso e para manter ela Num certo tipo de ordem, onde ela se sente mais da classe à frente do que a classe que ela é. Então, ela não assume de onde ela é. Ela tenta imaginar que ela será um dia a classe burguesa. Então é com esse meio que a burguesia passa, segundo Marx, a convencer o proletário que ele não é proletário,
que um dia ele vai ser burguês. Então, na esperança de um dia você virar uma pessoa rica, é que a pessoa vive. Essa expectativa que é crada pelo capitalismo. Então você é um alienado. Então o capitalismo é uma forma sofisticada de controle das cabeças, das mentes das pessoas através do convencimento delas delas se sentir não fazendo parte da classe explorada. Então esse é o ponto. Só que aí que tá, ó, pro Marx, pro Marx, veja bem. H, você nota que quando a pessoa passa a ter consciência da exploração, ela passa A tentar fazer um movimento
de deixar de ser explorado. Então, alguns movimentos duram muito mais tempo, porque é muito mais difícil você mexer com a consciência do explorado. Então, o escravagismo, por exemplo, não tinha força para poder ir contra aqueles que eram senhores dos escravos. No feudalismo, como os feudos eram muito pequenos, a quantidade de servos que tinha não era Suficiente para conseguir ir contra os nobres. Então, as revoltas ficavam muito mais relacionadas a um lugarzinho, outro lugarzinho. Então, não tinha como manifestar todo mundo, até porque as pessoas não conseguiam se encontrar para mudar o modo de vida, porque eram
muito distantes umas das outras, né? Não tinha jornal, não tinha rádio, não tinha como se comunicar. Uma uma comunicação por carta levava meses. Então imagina como é que as pessoas circulavam. E circular Era uma coisa complexa, porque circular por aí ela colocasse suscetível à violência, a morrer, a ser roubado, a ser morto e ser estuprado, sei lá o quê. Então veja como as coisas eram mais complexas. Então quando as cidades vão aumentando de tamanho, a burguesia passa a ter chance de ter mais poder, porque tem mais gente para ir contra o antigo regime. Vocês conseguem
entender isso, né? Então vejam por que acontece. a Revolução Francesa Em 1789, porque Paris tinha muito mais gente explorada, que eram burgueses, do que nobres. E até os próprios guardas e a sistemática de ordem era muito pequena. A Bastilha, por exemplo, que era uma prisão, a queda da Bastilha, parece queda da Bastilha era, tinha 500 ah, soldados lá, tinha meia dos de soldado. É simplesmente os revolucionários Chegaram lá, abriram a Btilha e aconteceu a revolução. Quer dizer, não foi, porque não tinha gente para defender os nobres. Vocês estão entendendo a conversa aqui? Então o Marx
diz assim, para ele é muito mais fácil entender. Quanto mais gente a gente conseguir mobilizar, maior o número de pessoas que vão tomar consciência das suas próprias classes. E quando tu toma consciência da tua classe e consegue se unir, se organizar, você Pode produzir um novo modo de produção e fazer uma revolução. Então, por isso que ele diz, houve uma revolução silenciosa e aos poucos no escravagismo, depois no modo estamental, mudando o modo da produção. que agora a única forma da gente conseguir fazer isso é dando consciência de classe pr as pessoas que são exploradas
para que elas possam se reunir, se organizar através de um partido comunista que é o Partido Comunista Alemão e todos eles juntos Fazer uma revolução. Essa é a ideia do Marx. É a única forma de acabar com a exploração do homem pelo homem. É isso que ele tá falando. Essa é a tese dele. Então, veja como os conceitos se encaixam, né? Materialismo histórico, modos de produção, determina a consciência das pessoas. o modo de produção. Então, o modo de produção vai mexer com a com a consciência das pessoas. E no modo de produção capitalista, como é
que funciona? É Assim, ó. Segundo ele, há um modo de produção que ele vai chamar de infraestrutura. É o que mantém a sociedade, tá? E tem uma superestrutura, que é o que tá em cima dessa infraestrutura. O que que é a superestrutura? É, são as instituições. Então, a escola, a família, a religião, o estado trabalham para o capitalismo, trabalham para o modo de produção capitalista. O teu pai e tua mãe querem que estude para quê? Para tu ser feliz? Não, para tu produzir. Eles te educam para você produzir, para você manter o sistema. E para
você produzir, você vai passar por um colégio, vai passar por instrução, vai passar por uma faculdade, discipar a faculdade e aí você vai continuar mantendo modo de produção. Então, a família mantém as coisas como elas estão. Então, a família trabalha pro capitalismo, assim como a religião, Assim como o estado, assim como a economia, assim como os hospitais, assim como o exército, assim como a polícia, assim como o manicômio, todas as instituições elas trabalham pro capitalismo. Como é que o hospital trabalha pro capitalismo? Ele precisa de dinheiro, precisa de lucro, precisa de de clientes, precisa de
pacientes. Então ele tá lá para isso, para de alguma forma lucrar. O estado tá lá para Quê? Para arrecadar imposto, para arrecadar dinheiro, para manter a estrutura hierárquica da sociedade, para manter esse controle em dia. Então o estado trabalha pro capitalismo. Tanto é que o estado promove as indústrias pro capitalismo, para continuar mantendo o sistema como tá. Então, pro Marx, as instituições, todas elas são capitalistas, todas num sistema capitalista. Então, para ele, o fundamental é que ele desperte a Consciência das pessoas que são exploradas, que passam a lutar contra esse sistema. Então, como é que
eu desperto a consciência das pessoas? Partido Comunista Alemão teve uma ideia que Marx, Engels, os dois amigos que faziam parte do Partido Comunista Alemão e eram novinhos os dois, que eles escrevessem um livro para ajudar os trabalhadores a tomar consciência que eram explorados. Esse Livro chama-se Manifesto Comunista. Então, o manifesto com é um portfólio de umas 50 páginas explicando pros trabalhadores por que eles deveriam se unir. Tanto é que a última frase é, né, eh, eh, ele coloca assim, né, proletários de todo mundo univos para quê? Para juntar uma massa para tirar do poder a
burguesia. Essa é a ideia do Marx. Bueno. Então, o que que significa alienação? Alenação é quando você acha que aquilo que você produz é seu, que você acha que um dia você vai ter um lugar ao sol que você vai vencer. Eu dou um exemplo prático de como é que funciona a alienação. A alienação, ela tá associada a vários conceitos. Um deles é o conceito chamado mais valia. Que que é mais valia? é um sistema econômico que visa fazer com que você passe a defender o patrão e ao mesmo tempo você vai ganhar um benefício.
Como é que tu ganha benefício defendendo o patrão? Da seguinte maneira, tá? Vou dar um exemplo prático assim, vou pegar números exatos, tá? Para não ficar para ficar fácil de entender. Vamos supor que você fosse contratado para trabalhar numa empresa. Essa empresa tem 1000 funcionários, na verdade tem 999. Você é o milésimo, você vai produzir calçados e você vai ganhar R$ 1.000 por mês. A capacidade da empresa de produzir é até 100 pares de sapato por funcionário. Então você vai ganhar R$ 1.000 por mês para produzir aproximadamente 100 pares de sapato. E você produz esses
pares de sapato. Só que, na verdade, no capitalismo você vê que o seu o seu o seu chefe tá sempre tentando criar um meio para diminuir o custo, aumentar a produção e lucrar mais com isso. As empresas capitalizas são assim. Como é que se faz isso? Se cria assim um modo de você trabalhar mais para produzir mais e ganhar algum benefício com isso. Aí ele bola a seguinte ideia, a ideia da meta. Você tem que cumprir a meta. Que que é a meta? A meta é um tipo de ah resultado que você tem que obter
ou o resultado que você tem que ah conquistar, que é produzir mais do que o mês anterior. Então se faz uma meta, por exemplo, o primeiro funcionário dos 1000 que bater 20% de produção a mais do que o mês passado vai ganhar um benefício. Primeiro funcionário para ganhar um Rodízo de pizza na Bela Trento, vai ganhar um boné da firma, vai ganhar um quadro de funcionário do mês e uma caneta da firma. Olha que legal. Aí vai lá o funcionário Andrei e é o primeiro a fazer isso. É, bati a meta, 120 pares é sapato.
Vejam bem, você ganhava R$ 1.000 por mês, você produzia em média 100. Então, a você custava pra firma R$ 10 por parte de sapato. Confere? Confere, confere. Você produziu R0, você vai continuar ganhando R$ 1.000. Ele não prometeu que ia dar aumento para você, ia dar um benefício caso você fosse o primeiro a bater a meta. Então você vai ganhar um rodízo de pizza, um boné, uma caneta e um cartaz que vai estar na entrada da fábrica assim, funcionário do mês. Só que esse cartaz vai ser tirado a foto quando você tá comendo a pizza
com o boné da empresa, com a caneta da empresa para mostrar que Você se dedicou. E aí você vai servir de exemplo pros outros. Você tá feliz, você tá comendo, né? As pessoas, olha ali, ó, o Marquinhos, Marquinhos bateu a meta, o Andrei bateu a meta, tu viu? Olha só, mês que vem sou eu. Eu vou ganhar. Aí, olha só a sacanagem. Quanto custa o rodido de pista na Bela Trento? R$ 90. Tô louco. 90 pila. Bela Trento. 90 pila. Tá. R$ 90. O boneco custa seis, tá? Três pilas custa o cartaz E um pila
custa a caneta. Então ele desembolsou R$ 100 para pagar o teu benefício. Só que você produziu 20% a mais. Então você produziu 120 pares de sapato. O correto é ele pagar para você R$.200. Mas ele pagou 1.000. E os 200 que você produziu excedente, o excedente ele pegou e embolsou 100 e pegou os outros 100 e comprou para você a pizza, o boné, a caneta e o cartaz. Então você produziu mais, gerou mais Lucro para ele e você ganhou, mas só você ganhou. Os outros, né, você, no caso, 1000 funcionários, tentaram bater a meta e
a empresa conseguiu produzir 10% a mais do mês passado em média. Faz a conta, 10% a mais é 100 pares de sapato a cada 1000 funcionários. Desculpa, 10 pares de sapato. Tô viajando. 10. Então, 10 x 1000, 10.000. 10.000 pares de sapato a mais do que o mês anterior. Quer dizer, basicamente que a fábrica Fabricava 100.000 pares por mês, passou a fabricar 110.000 pares. 10.000 pares. Qual é o lucro dele? Desculpa. 1000 pares, gente. É 10.000. 1000.000, né? 10.000 pares. Multiplica 10.000 por R$ 10. Dá quanto? R$ 100.000. Ele lucrou R$ 100.000 só com essa
estratégia. Gastou quanto com isso? R$ 100. Então isso é a mais valia, porque ele vai usar o discurso para Dizer assim: "Viram? Ele se esforçou". Aí você pega uma população e gente que é humilde e vai achar que o o Marquinhos, no caso sei lá, o Andrei, teve mérito, se dedicou e ele tem chance, um dia ele pode virar chefe, porque essa é a promessa também. Se você produzir, você vai ganhar um cargo melhor daqui a um ano, dois ou três. Então, continua produzindo mais, batendo as suas metas. Claro. Aí você bate as metas, você
faz, ele lucra mais, Recebe o mesmo salário e ganha algum benefício a mais. Só que o benefício que você ganha só você ganhou. Os outros 999 não ganharam nem benefício. Mas isso cria esperança de que qualquer um pode ganhar também. Então isso é a mais valia, é produzir mais para diminuir o custo. Aí você pensa quanto o custo foi agora. Você produziu 120 pares de sapato, você produzia 100. No outro mês você produziu 120 pares de sapato, mas você Foi o segundo colocado, não ganhou a pizza. Quer dizer, você gerou, né, um lucro para ele
de R$ 200 a mais e aí você divide o valor que você ganhou pelo valor que custa para firma. Então você pega os R$ 1.000 seu e divide por 120, dá quanto por parte de sapato? 8.33. Quer dizer, antes você custava R$ 10 para firma, agora você gasta, você custa 8.33. Quer dizer, você o que você faz hoje? Gera mais lucro em relação ao que fazia o mês passado. Isso é mais valia, gente. Então, o Marx queria revelar essa estrutura por trás para os trabalhadores se revoltarem. É isso que ele queria fazer. Então, mas ali
é um instrumento de dominação criado pelo capitalismo para fazer você se sentir incluído, para se sentir importante. E essa é a ideia básica, né? E aí, galera, que que significa ideologia pro Marx? Ideologia É um tipo de perspectiva que a classe dominante, a burguesia, passa a instaurar dentro da tua vida. Que que é a ideologia? Vai dizer assim: "Ah, um dia você vai vencer a meritocracia, se esforça. Um dia você vai conseguir um lugar ao sol". Só que quem ganhar ganha ganha um lugar ao sol, uma minoria não chega nem 1% e a maioria não
sai do lugar. Então, podemos dizer basicamente que a ideologia é o modo de pensar do burguês Que se introjeta na vida do proletário. Quando o proletário passa a pensar como burguês, pronto, ele tá alienado. Então, a ideologia é uma forma de fazer você trabalhar, produzir, ficar quieto, fechar a boca. Por que ficar quieto, fechar a boca? Porque quem é que ajuda a fazer isso? A você ficar quieta, fechar a boca e e aceitar a desgraça da sua vida? É religião. A religião que antes fazia você ir na missa, no capitalismo. No início do capitalismo, você
não Parado, você não ia na missa. Por quê? Que você não não tinha tempo, né? Então a igreja passou a ter menos público. Então a igreja reivindicou para os donos das propriedades industriais que eles deixassem as pessoas pelo menos no domingo ir na missa. Então a jornada 6 por um foi inventada. Por quê? Porque Deus produziu o mundo em seis dias e descansou no último. Esse foi o argumento que a Igreja Católica usou e as empresas na época arcaram, Tá? Então o que que você faz no domingo? Vai na missa. Vai na missa para quê?
Para rezar e aceitar os desígnios que Deus deu para ti. Ou seja, Deus não dá um fardo que você não possa carregar. Então você passa a ser humilde, você passa a aceitar a condição que você tá, você passa a não criticar a empresa, você passa a ser submisso, a ser passivo. Quer dizer, a ideologia capitalista vai até pra igreja para ajudar o capitalismo a se desenvolver. Então, veja como são as coisas. Por isso que o Marco chama que é a religião é o óbio do povo. O povo se enebria, fica lá, né, completamente atordoado em
termos de eh ópio, em termos de mentalidade e não consegue enxergar que é explorado, não consegue enxergar que é explorado, não consegue enxergar que existe uma estrutura que tá por trás dele. E essa é a ideologia, é a ideia da classe dominante que faz você se sentir parte disso tudo. Só que você Não assume que você é proletário. você não toma consciência de classe. É isso que ele quer dizer. E aí, galera, tem um negócio muito interessante aqui que ele vai dizer que a ideologia ela cria outros tipos de elementos que faz você ficar mais
suscetível ainda. E ele fala que o estágio mais desenvolvido do capitalismo é o estágio onde o morto controla o vivo. O que que é o morto? Os produtos passam a dizer quem você é. É tipo assim, ó. Tu tá lá, gurias, gurias. Se tem uma coisa que a sociedade cria nas mulheres e impõe isso a elas, é que elas tenham que caber em uma roupa menor que elas para que elas não se sintam gordas. O que que acontece? Você veste 40 e você se sente gorda e você olha para uma calça 38, diz assim: "Eu
vou vencer, eu vou usar uma calça 38". Aí você pensa em comprar uma calça 38, não qualquer calça 38, você comprar uma calça boa 38, sei lá, uma calça de marca, sei lá, Leves. Aí você pagou 500 Conto para uma calça da Leves, só que você não entra na calça. Aí você eu vou fazer valer. Projeto verão, começa em outubro, vai pra academia, toma o uma alimentação balanceada, compra sementes para ajudar você na digestão, para você cagar melhor. E você, quanto mais você caga, mais você emagrece, você toma bastante proteína, vai tomar musculosa, vai largar
a gordura e vai trazer a gordura, vai trazer a massa muscular. Então você gastou com tempo de academia, Gastou com suplemento, você gastou o seu tempo para você chegar lá em janeiro, quando você for viajar para tirar férias em algum lugar que você quer ir, você vai botar a calça e você vai colocar a calça, vai dizer entrou e você vai dizer venci. Aí as pessoas vão dizer: "Tu viu que legal, ela conseguia entrar no 38, era o projeto dela, ela tá muito feliz". Aí vem o Marco diz assim, ó: "Tu entendeu que a calça
te controlou? Que a calça ela passa a dizer quem é digno e quem não é digno para entrar nela? Essa é a mensagem que o capitalismo te dá. Ele chama isso de fetichismo da mercadoria. É quando você passa a ser algo, porque o produto torna você algo. Ao invés de as roupas se adequarem a gente, a gente inverteu o processo no capitalismo. Nós que temos que nos adequar às roupas. E aí, por você fazer isso, você se comporta com inferioridade em relação ao Próprio produto. Então você vale menos que a calça, porque você se sujeitou
a mudar por causa da calça e não o contrário. Isto é um tipo de controle. E quando chegamos a esse estágio, esse é o ápice da alienação. O ápice então a alienação faz você se sentir como se fosse um objeto morto. E com objeto morto, você vira um produto como qualquer outro. E se a fábrica vê que você não tá dando produtividade para Ela, ela vai olhar para você como se fosse um parafuso enferrujado. Ou ela vai tentar polir. Se polir der muito trabalho, ela vai te demitir colocar o parafuso novo. Se polir de alguma
forma adiantar, ela vai te manter lá. Mas cuida, você já foi polido. Na segunda vez não vai acontecer isso, vai ser demitido direto, porque você já tá velho, né? Já não serve mais. Então cuida, vai dizer o teu chefe. Nesse sentido, Você virou um produto descartável, assim como qualquer peça da fábrica. Você não é visto como um ser humano. Você vê como um ser que tá ali para os objetivos do capitalismo. Você é desumanizado no seu trabalho. Segundo Marx. Isto é a enganação que é criada para ti. Então esse é o famoso fetichismo. E aí,
claro, né, a luta de classes, o que que é? Uma tentativa de chamar atenção para você, dizer: "Olha, você é estourado, cuida isso, te junta com as pessoas. Reivindica, critica e aí os movimentos sociais embarcam nessa onda. Por isso os movimentos sociais no início eram todos impactados pelo marxismo, porque o movimento social é uma tentativa de você tomar consciência de classe para tentar reivindicar uma coisa que o governo não faz ou que as fábricas não fazem. É essa a ideia do Marx. Bom, e claro, né, a análise dele crítica é uma análise sobre a economia
política, né? Nós somos que uma ordem social é organizada e é isso Que cai, né? Então, não espera que caia o socialismo, que caia comunismo. O que cai é como ele enxerga os modos de produção e como que o capitalismo intervém na nossa vida. É isso que ele quer dizer. Ponto. E só posso pensar em sair dessa condição da submissão ao capitalismo quando nós nos unirmos e aí sim unidos com consciência de classe, a gente pode de alguma forma fazer uma revolução trocando modo de produção, tá? E aí, claro, olha só, eu falei só aqui,
Esse slide aqui é um slide só que tá dialogando, tá, com o Marx, eh, em relação aos conceitos de hoje. Então, por exemplo, ã, a perda de significado com o trabalho, né? Parece que o trabalho hoje faz a gente perder o sentido da vida até, né? A gente trabalha tanto que esquece da gente. Você passa a trabalhar e você passa a viver para o trabalho. Aí você tem uma família, você tem um Filho, você tem uma filha. Aí você passa a dar atenção pro filho ou pra filha, dá atenção pro seu trabalho e você tem
pouco tempo paraa sua esposa ou pro seu esposo e para você, porque você tem que dar conta de pagar um monte de coisa na tua vida e aí tu vai acabar de alguma forma vivendo uma vida que não é tua, né? vive a vida da firma, da empresa e não vive a tua própria vida. Então tu passa o dia inteiro preocupado com o trabalho, Com os filhos e com a esposa. E quando você se preocupa com você, quando tem algum problema, né? Então essa é a nossa alienação do trabalho moderno, usando Marx, né? Outra coisa,
a ideologia é a mídia, né? Se a ideologia controla todas as instituições, a ideologia controla a mídia e a mídia passa a proferir aquilo que a ideologia manda. Ou seja, quem manda na sociedade consegue colocar a mídia ao seu dispor. Então, a mídia Trabalha para quem? Pro capitalismo. Essa é a ideia do Marx. E a relevância contemporânea, segundo, né, é para tentar entender como a gente pode, mesmo estando num capitalismo, tentar evitar esse tipo de alienação. E aí hoje as estratégias são manter o capitalismo, mas tentar promover uma consciência para que as pessoas possam de
alguma forma aprimorar as estratégias do capitalismo sem ser explorado dessa forma. E as coisas talvez funcionem Nesse sentido, tá? E aí aqui eu fiz um, eu fiz, olha só, dei um zoom ali, tá vendo? Olha só que legal. Ó, dei um zoom aqui, ó. Ó lá, ó o zoom aqui. Agora vou dar o zoom embaixo, tá? Então é isso, tá? Esse é o sistema. Agora a gente muda de saco para mala aqui. Então o que que você pode se preocupar com o Marx? O que eu falei aqui é o que importa pro Enem, tá? É
isso que Importa. Então vejam bem, não falei sobre socialismo, não falei sobre comunismo, porque isso não cai na prova, tá? Então vamos adiante. Saindo lá dos três clássicos da sociologia, o Carl Marx, o Weber, o Durkain, entramos agora numa outra esfera, a antropologia. Que que é a antropologia? Bom, antropologia literalmente significa estudo do homem, mas tá errado. Não é isso. É estudo da cultura. Ou seja, quando nós viramos humanos, quando produzimos cultura. Quando é que a gente produz cultura? A primeira vez que a gente altera alguma coisa na natureza para rebeneficiar a gente. Tipo, quando
você pega lá, sei lá, um pedaço de um um toco de madeira, você cavoca e faz um instrumento para você pegar a água do rio. Começa ali a cultura, começa no momento que você usa as pedras para poder mudar a ordem do rio. Quando você Pega algum instrumento que você fabricou, tipo uma pedra que você lasca, você coloca na madeira e pega um tipo de um tipo de, vamos dizer assim, de de cipó e ata aquela pedra que tem um bico num pedaço de madeira que você mesmo cortou e aquilo vira um tipo de ahã
um tipo de machado. Então, vejam, é na antropologia, o que interessa pra gente é entender como que o homem e a mulher mudam o seu, a sua volta para conseguir ter algum tipo de conforto Para si. Como acontece essa transformação? Então, é dali que surge os estudos antropológicos. É nessa circunstância aqui. Mas a antropologia ela passa a fazer sentido pra gente enquanto humanidade num período chamado de período neocolonialista, que começa a se fortalecer ali por volta de 1850. É onde a gente vê, por exemplo, a Bélgica ocupando o espaço aos poucos lá No Congo até,
enfim, ter dominância no Congo, a tentar instalar um instrumento lá para poder extrair diamante do Congo. Então, fazem uma linha de ferro, né? assassinam, matam 10 milhões de congoleses. Então, vejam quanta coisa aconteceu. Isso seria a justificativa que os belgas estavam buscando para dizer: "Estamos trazendo o desenvolvimento e o progresso para esse povo atrasado, bárbaro e selvagem". Então, eh, o que que era a antropologia? Era o estudo que os europeus criaram para tentar entender porque que alguns povos são mais atrasados que outros. Então, o que que é um povo atrasado? É um povo que não
tem um costume, que não tem um hábito dos europeus. Como é que eu justifico isso? Essa é a sacada. A antropologia é uma ciência que surgiu para quê? Para justificar porque existem alguns povos mais evoluídos do que outros. E aí a antropologia nasce como uma espécie justificativa paraa dominação europeia. É nesse, é nesse mundo aqui que surge o conceito de evolucionismo social. Aí, por exemplo, você vai ver aqui que tem dois teóricos. Tem o Tylor, que é o primeiro cara que define cultura, que é a gente diz ali, aqui começa realmente os estudos antropológicos. E
depois nós temos ali o Morgan, que vai dar uma classificação pros tipos de povos que a Gente vai observar sendo europeus. Então os povos não europeus eram vistos como tipo assim exóticos, né? Os africanos eram exóticos, os indígenas latino-americanos eram exóticos, os povos recém descobertos lá na Austrália, os aboríens eram exóticos. alguns povos eh orientais, os mongóis, os hindus, os próprios chineses, eram povos exóticos. Então, podemos entender o seguinte, a exoticidade foi critério de estudo dos primeiros Antropólogos. E aí o o Morgan vai desenvolver uma teoria onde vai classificar os tipos de povos em selvagens,
bárbaros ou civilizados. Então, selvagem e bárbaros estão sempre fora da Europa. Os europeus eles são civilizados. Os não europeus eles são selvagens ou bárbaros. Selvagem é o grau mais absurdo de atraso para um Morgan. Depois há uma certa evolução, um progresso para os bárbaros e depois dos bárbaros nós partimos para os Civilizados. Então, a teoria da cultura do Tylor vai se encaixar com a teoria da classificação de adaptabilidade do Morgan. E aí vai ser dito o seguinte, ó. Os povos europeus detém cultura. Os povos não europeus não têm cultura. Então você não é civilizado se
você não for europeu. Então qualquer um que não fosse europeu era visto como não civilizado. Claro, europeu que eu falo aqui é o europeu e o canadense e o am norte-americano, tá? Eles eram vistos Como europeus até porque eles foram colonizados. É diferente a abordagem. As famílias europeias foram para o Canadá. As famílias europeias foram para os Estados Unidos. Não foram alguns exploradores homens que foram da Espanha para a América Latina ou de Portugal para o Brasil. Não foi assim que aconteceu. Então eles enxergavam os americanos, norte-americanos e os canadenses, no caso, como pessoas europeias
Civilizadas, tá? E essa essa ideia de cultura foi essa que foi criada por esses caras. Então, um povo, um povo, um povo que tá progredindo é um povo civilizado. Que que é o civilizado? É o povo que tem costumes europeus. Então, o que que significa ter costume europeu? Tem moeda, tem um líder político, um rei ou, enfim, uma uma espécie de presidente ou primeiro ministro. O sistema é um sistema democrático. Então você vê o liberalismo e a cultura do livre mercado tá sendo instal instaurada e você não vê isso nos países não europeus. Quer dizer,
os países não europeus eles não são civilizados porque eles não têm essas características. Então, eh, foi fácil entender por que os europeus quiseram estudar antropologia para justificar o modo de controle sobre os outros povos. Então, a antropologia surgiu como uma ciência para dominar, para justificar o Poder dos europeus para os não europeus. E aí tem uma metáfora bem interessante que é feita numa numa enfim uma ilustração assim. Geralmente professores de história mostram isso. Botam um inglês todo arrumado, subindo uma montanha de pedra assim e ele com um cesto nas costas, com olhar de cansado. Ele
tá caminhando. E tem três personagens nessa cesta. um asiático, um africano e um latino-americano. E aí a metáfora é: estamos carregando Os bárbaros e os selvagens nas costas para ajudá-los a serem civilizados. Essa é a ideia. Então, não havia cultura na África, não havia cultura na Ásia, não havia cultura na América Latina, só havia bárbaros e selvagens. Então, vejam como essa essa teoria antropológica, na verdade, criou pra gente a ideia de que a gente é atrasado. Então, é por aí que começa a nossa conversa. E aí, gente, começam a surgir os Críticos, né, desse sistema.
Os críticos passam a discutir, será que eles estão certos? Uma das teorias que critica essa esse evolucionismo defendido pelo pelo Morgan e pelo Tylor é a teoria funcionalista, que é assim, ó. Todos os povos têm instituições e essas instituições elas são criadas para quê? Para manter uma ordem social. Então, quer dizer, a o as sociedades elas devem ser vistos sobre um prisma da Manutenção da ordem e em todas as sociedades há esse tipo de instituição para manter a ordem. Então, veja como as coisas são, né? Eles já não olham mais com tanta diferença para os
outros povos, porque eles queriam enxergar nos outros povos certas coisas que os faziam iguais. Então, significa isso. As instituições existem nos outros povos. Elas servem para dar uma ordem disciplinar a essas pessoas. E isso é a teoria do Malinovski e do Headcliff Brown. A outra teoria, tá, que a gente vai usar aqui, eu já vou explicar ela, que é a mais contundente, né? Antes de explicar ela, na verdade, eu vou mostrar para vocês quais são as ideias que estão por trás dessa desse neocolonialismo. E essas ideias são chamadas de ideias etnocêntricas, de você achar que
você é superior e os outros são inferiores. Vamos lá. Então, no século XIX, nós temos o colonialismo e o imperialismo, a ideia de que o resto da humanidade é simplesmente eh são povos que estão lá à nossa disposição para nós explorarmos. E aí depois você vê lá o próprio Kiplin. Cara, não sei se vocês foram pessoas que leram na infância de vocês, né? Mas eu li quando era criança, porque o meu ah o meu padrinho, ele gostava de literatura e ele me deu para ler o livro da selva, onde eu descobri um bichinho, um ser
Chamado Mogly. Já viram Mogly? Mogly é um personagem dentro do livro da selva, onde os animais têm vida, falam. E esse livro é um livro do Rudiar Kiplin, que talvez seja o livro mais influente de de, vamos dizer assim, de ficção infantil da história. E esse livro inspirou um monte de gente, inclusive Monteiro Lobato, tá? Só que o Kiplin tem uma ideia muito específica sobre os povos não europeus. Olha só, ele achava que os europeus eram culturalmente Superiores em termos raciais, em termos religiosos e achava que a Europa carrega o fardo do homem branco. Qual
é o fardo do homem branco? Carregar nas costas os africanos, os asiáticos e os latino-americanos. Esse é o fardo, ou seja, é um problema para eles. Ao mesmo tempo que eles faziam, eles exigiam que as outras pessoas de os outros povos fossem gratos a eles por eles trazerem a civilização, Por eles trazerem o progresso. Vocês entendem que eles fizeram os outros povos imaginar que eles estavam fazendo um favor pra gente, invadindo o nosso espaço, roubando nossas riquezas e dizendo que eles estavam trazendo o progresso pra gente. Essa é a mentalidade que foi criada. Então, vejam
como que o neocolonialismo foi etnocêntrico, foi eurocêntrico e cagou pros outros povos, obrigando as outras culturas a se adaptar à cultura, À cultura europeia tanto se adaptar que é nessa época onde se fortalecem os estados nação que passam a dizer qual é a língua oficial do país e passam a cobrar dos países que foram colonizados esse tipo de discurso. E aí o Brasil tem que dizer que a língua oficial é o português, o México, o espanhol e assim por diante. A Argélia é o francês. Então, vejam, todas as línguas foram instauradas como línguas oficiais no
período do Neocolonialismo, então obrigando os povos a falar e a pensar como os europeus pensam. Essa é a ideia basicamente colonial que foi inventada. ou processo civilizatório. E aí tem o Iluminismo também, né? O que que é o Iluminismo? Uma ideia de que a ciência está na Europa. Os cientistas estão na Europa. Então, se os cientistas estão na Europa, são eles que vão ajudar a gente a pensar o que é real, o que é conhecimento, o que é verdadeiro, o que É certo. Então, vejam, está aí criado o espaço de dominação dos europeus sobre nós
no final do século XIX. Fora, obviamente pensar que o evolucionismo social é um cruzamento de duas teorias, a teoria do Charles Darwin e a teoria positivista. Então, quando o Herbert Spencer, que é o cara que inventou isso, juntou o darwinismo com o positivismo, tá? Ele disse o seguinte: "Somente os mais aptos sobreviverão". E quem é o mais apto é o europeu, porque ele Submete os outros povos à sua vontade. Então o mais apto ele é branco, não é preto, não é pardo, não é indígena, não é amarelo. Então é nesse ponto que o Herbert Spencer
vai justificar que existem culturas superiores e culturas inferiores e a cultura europeia é superior. Por isso ela deve mandar, deve controlar, deve estabelecer o que é certo, o que é errado, deve dizer como As pessoas devem rezar e deve dividir a África como eles acham que deve ser dividido. E assim eles fazem. Tão entendendo como é que as coisas funcionam? E claro, né, também inventaram uma ciência para justificar que o preto é inferior, que o amarelo é inferior, que o o o indígena é inferior. Por que que eles inventaram isso? Porque haviam duas teorias científicas,
entre aspas, que foram inventadas essa mesma época, a frenologia E a antropometria. Alguém viu aqui o filme Jango Livre? Alguém viu? Só tu viu Jango Livre? Bom, Jango Livre é um filme que é uma é uma ficção que se baseia na seguinte ideia. Ah, na época da escravidão, a escravidão americana, existiam certos tipos de práticas que eh os negros estavam sujeitos. Por exemplo, fazendas que criavam os negros escravos para lutar com outros negros escravos de outras fazendas. OK? E aí, nessa história que tá por trás disso, tem um cara que é escravo e ele é
liberto, ele é comprado por um cara que é um matador de aluguel que se faz passar de dentista. Esse cara trabalha para o governo caçando as pessoas para ganhar dinheiro, os famosos eh procurados pelos, enfim, pelos crimes cometidos nos Estados Unidos. Elia, ele tinha uma charretinha e tinha um dente em cima se fazendo como se fosse dentista de cidade em cidade. Na verdade, ele tava tentando fazer o quê? Tá tendo encontrar as pessoas que tinham cometido crimes e ele matava as pessoas e entregava as pessoas o corpo delas pro governo. Eles pagavam dinheiro para ele.
Então um caçador de recompensas. Ele precisava de um ajudante para fazer um serviço específico lá. Aí esse africano que ele, esse africano, esse negro que ele encontrou de matriz, enfim, de raiz africana, era um escravo, Ele comprou o cara e negociou com o cara. Tu trabalhar comigo, eu te dou roupas, trabalha comigo, eu vou trabalhar contigo. Só que preciso fazer uma coisa. Eles viram amigos e esse cara vai tentar buscar a esposa do cara que era escravizado, que foi pega por uma fazenda de criação de lutadores, né, desses escravos, esses escravizados lutadores. E aí, galera,
ele vai pra casa do cara, né, o cara que tava, era dono da fazenda, que criava esses Escravos para lutar, esses escravizados para lutar. E o cara não sabe que ele tava atrás, na verdade, da esposa dele que era foi escravizada por esse cara que era dono dessa fazenda, né? E aí ele tá na mesa almoçando, tratam ele como branco. O dono da da casa passa a fazer alguma afronta, porque ele era negro e por ser negro ele achava que esse negro era inferior a ele. E ele achava que o negro era inferior por essa
Ideia da ciência racial que ele quis mostrar para o branco que era caçador de recompensas, que parecia ser um negociante de senhores de escravizados que lutavam só para ajudar o amigo a buscar a mulher de volta. E aí o Leonardo Diápo, que é o dono da fazenda desses escravizados, passa a pegar uma, ele pega um crânio e começa a dar uma palestra na hora da janta, dizendo assim: "Olha, esse crânio é de Um agregado meu que me ajudou a me criar. Ele faleceu e ele começa a mostrar que o crânio tinha algumas diferenças do preto
pro branco. Então, o preto tinha um crânio menor na parte inferior. Aí ele começa a citar trechos científicos da cabeça e dizer que esse essa parte aqui que define se o o escravo ele é inteligente ou não, mas os negros têm essa parte diminuída. ele começa a falar sobre isso. Então, esse tipo de prática que era Feito na Europa chama-se frenologia, que era analisar a parte óssea do corpo dos pretos e buscar detalhes que os diferenciam do corpo dos brancos para mostrar que a biologia do preto é inferior à biologia dos brancos, baseada numa ciência
racial completamente absurda, mas tida como científica. A outra coisa era a antropometria, que era medir o tamanho dos pés, o pé chato, a grossura das canelas. Não sei se vocês já ouviram na expressão, mas é uma expressão muito racista que era utilizada na época. Quer dizer, negros que tm canela fina são mais trabalhadores, negros que têm canelas grossas são vagabundos e preguiçosos. Quer dizer, isto foi dito porque havia uma ciência no século XIX, pseudociência, que dizia quem era melhor e quem era pior. Vejam como as coisas são, né? Então, a história mostra que os brancos
Fizeram de tudo para justificar que os negros seriam inferiores aos brancos. Então eles estudavam esses comportamentos para mostrar esse tipo de, enfim, prática. Então é nesse ponto que essas teorias forem uma justificativa científica pro racismo. E aí tu começa a notar, né, por que que o nacionalismo ajudou isso a acontecer? Porque é nessa época que começam os regimes totalitários ali, um pouco Depois da virada do século XI pro século XX, 1910, 1915, 1920, essas teorias racistas foram incorporadas aos nacionalismos e foi incorporada a um movimento fascista italiano, foi incorporada a um movimento nazista alemão. de
certa forma, não foi incorporado ao a ideia do ah do comunismo, porque o comunismo não tinha essa perspectiva racista por não ter dominado essas esses conceitos ainda. Apesar dos soviéticos serem um pouco Resistentes aos pretos, eles não justificavam que os negros deveriam ser simplesmente separados dos brancos. Não havia isso na nos soviéticos, mas nos nazistas e nos fascistas italianos. Sim. E essas teorias nacionalistas que são fortalecidas por essas políticas passam a reivindicar. Tanto que os nazistas faziam isso com maior cara de pau, assim, diziam: "Se você casar com uma preta e você for branco, você
vai ter vai ser vai ter um filho inferior. Quem vai ganhar com isso é a sua mulher preta que vai ter um filho mais evoluído, porque casou com você que é branco." Então isso, uma branca casar com um preto e um preto casar com uma branca ou vice-versa, um branco casar com uma preta, quando você tiver filho, você tá fortalecendo os pretos. Mas se você casar com uma preta e tiver um filho com ela, você tá enfraquecendo Os brancos. Então, por isso que eles defendiam a eugenia. Branco casa com branco para produzir pessoas melhores, mais
evoluídas. Essa ideia tá dentro do nacionalismo, né? O branqueamento à brasileira é uma outra tentativa. Incentivaram os pretos, as pretas a casar com os brancos. Porque se você casasse com os brancos, em três ou quatro gerações, no máximo cinco, você conseguiria eliminar os pretos. Por quê? Se eu, Andrei, tá, eu, Andrei, fosse filho de uma mulher preta e de um homem branco, eu não sou preto, eu sou mais branco. Então, eu, Andrei, que sou um mestiço, fruto de um uma relação sexual entre um homem branco e uma mulher preta. Eu sou mais claro. Se eu
sou mais claro, quando eu casar com uma mulher branca, eu vou ter um filho mais claro que eu. Só que ele vai ser um pouquinho escurinho ainda. E se esse meu filho Casar com outra mulher branca, o filho deles vai ser mais claro ainda. Então, quer dizer, se promoveu, de certa forma, a ideia de que a única forma de acabar com a inferioridade do brasileiro era você incentivar o casamento entre raças, porque aí em cinco ou seis gerações, quatro, cinco gerações, ninguém viria mais pretos, porque como os pretos são inferiores, a genética branca predominaria sobre
a genética Preta. E aí você teria filhos cada vez mais claros, né? Aí acabariam com os pretos. Essa é a forma do branqueamento brasileiro. Então, vejam, isso é uma forma o quê? De mostrar que o Estado nacional brasileiro apoiou práticas racistas. E é essa a nossa postura de entender isso. E por que que a religião também apoiou isso? Porque a religião andou ao lado dos nazistas, dos racistas, dos fascistas. A religião não fez nenhum tipo de ressalva, o tipo de prática etnocêntrica daquela época. e confirmava a tese, porque os padres achavam que os pretos eram
inferiores, porque era mais difícil catequisar um preto que tinha uma cultura muito mais muito mais rígida do que educar um indígena. Eles achavam mais fácil educar o indígena para ser um cristão do que um preto, que era mais resistente. Então, Nesse sentido, a religião tinha um papel sim de conseguir converter. Tanto é que em algum momento histórico eles conseguiam converter alguns que criaram uma adaptação de um cristianismo para pessoas pretas. E aí você vê que o o a forma com que as igrejas pentecostais e neopentecostais passaram a assumir os pretos passou a trazer uma ideia
do gospel. O que que é a cultura gospel? uma cultura preta que foi domesticada pro cristianismo, associada À ideia de que eles estando ali eles seriam mais passivos para as mudanças sociais que os brancos promoveriam. Olha que loucura isso. E aí, claro, né, nem todo mundo concordava com isso. Aí nós temos aqui esse caso aqui. Esse aqui é o Franz Boas. O Franz Boas era um era um alemão que foi dar aula nos Estados Unidos e criou uma teoria que modificou um pouco o entendimento do que que é cultura. A ideia dele é a seguinte,
ó. Não existem Classificações de bárbaros, de selvagens e de civilizados, como a gente pensa. Porque ele não vai dizer que só os europeus têm cultura. Ele vai dizer que os europeus têm cultura, porém os outros também. Então não vou mais falar cultura no singular. Eu tenho cultura, os outros não têm cultura. Ter cultura era ter hábitos europeus. Quem não tinha hábitos europeus não era visto de maneira como Um ser cultural. Então cabia a ele dizer: "Precisamos entender as sociedades como culturas diferentes das nossas, porém são culturas igual". Então ele tira o singular e coloca o
plural, dizendo que cada cultura tem uma forma diferente de ver a si mesmo e os outros. E não podemos ficar discutindo isso. Então ele vai bater de frente com essa postura. Isso começa em 1911, mas vai demorar um tempão para ele ser aceito, tá? Hoje ele é aceito. Por quê? Porque a teoria dele fazia mais sentido hoje do que faria na fazia na época, né? Esse aqui é o Franz Boas. Cara, quem foi aluno dele na faculdade foi, ele foi professor da Universidade de Colúmbia, Colúmbia fica em Nova York, foi um senhor chamado Gilberto Freire.
Gilberto Freire é o maior sociólogo brasileiro da história, que escreveu uma tese chamada Casagrande Senzala, onde ele explicou como o brasileiro se formou no colonialismo. E aí ele estudou com Frans Boas. Então, existe uma certa influência do Fran Boss na teoria do do Gilberto Freire, porque o Gilberto Freire fala que eh havia uma democracia racial no Brasil porque brancos e pretos conviviam bem, então não havia uma guerra racial no Brasil. Essa ideia era uma ideia que faria com que o Brasil aceitasse melhor que o Brasil é mestiço. O Brasil se misturou muito mais que o
povo espanhol quando ele veio para cá. O povo português se misturou desde então. Então, já faziam 350 anos que os portugueses tinham se misturado com as indígenas e depois com as escrav as as escravizadas africanas que vinham de lá. Então, havia essa cultura da missenação no Brasil muito mais do que nos Estados Unidos, muito mais do que nos nos países de origem espanhola. Os espanhóis não não faziam a mesma coisa que os portugueses faziam. Podemos dizer assim que entre aspas aqui e com uma ressalva E com uma crítica e com um deboche meu que os
portugueses tavam nem aí se tu era indígena ou tu era preta. Eles estupravam as indígenas e as pretas. Tinham filhos com elas e vendiam os filhos delas. Agora os espanhóis não tinham relações sexuais. Era bem mais incomum espanhol ter filhos de uma indígena ou ter filhos de uma mulher preta. Então, vejam a diferença cultural dos portugueses. Os portugueses se sentiam muito mais poderosos do que Os espanhóis. Se sentiam melhores que os espanhóis. Se sentiam melhores que os ingleses e que os italianos. Então, para eles, os animais indígenas estavam à sua disposição, inclusive os pretos. Tanto
é que os portugueses foram os que mais escravizaram. Foram 11 milhões de escravizados pretos que vieram para cá por causa dos portugueses que se sentiam muito melhores do que os outros povos europeus. Essa discussão aparece no livro Casagand Senzala. Então eles se misturaram muito mais do que os outros povos. Por isso o brasileiro é muito mais missigenado. Essa a ideia que tá por trás da teoria do eh Gilberto Freire que foi aluno do Franboss. Então, mesmo nós entendendo que não há uma democracia racial no Brasil, foi a primeira vez que alguém publicamente no Brasil diz
que a missigenação era um fator positivo e uma característica marcante do Brasil. Então, queira, não queira, o Gilberto Freire foi um cara que não se deixou levar pelas teorias evolucionistas sociais, pelas teorias europeias que denominavam os não europeus como bárbaros ou selvagens. Ele não aceitou isso porque obviamente ele teve aula com o Franz Bose e o Franz Bose dizendo que existem culturas e não uma cultura influenciou no pensamento dele sobre isso. Então, veja como as coisas são, né? E ele é chamado de relativista Cultural. Por que relativista? Cada povo tem a sua verdade, cada povo
tem o seu costume, cada povo tem o seu modo de viver as coisas e não há um modo de ver as coisas superior ao outro. Então, por isso que ele é um relativista. E aí temos esse senhor aqui, o Clodo Levistrô. O Levistrô, gente, ele deu aula no Brasil, tá? Ele fez parte nos anos 30 de uma comissão parisiense que era o que ele a gente chama hoje isso de Eh na verdade um certo tipo de comboio intelectual francês no Brasil. Eles desceram em São Paulo e ajudaram a fundar a USP. Então eles tinham que
criar uma certa quantidade de intelectuais brasileiros para os intelectuais brasileiros darem seguimento à USP, fazer a USP ir pra frente. E ele foi professor na USP por alguns anos. Logo que ele terminou o doutorado dele na França, ele veio para cá. Então ele era novinho, tinha 26, 27 Anos, dando aula na universidade na USP, formou uma pá de intelectuais brasileiros, né? E aí ele quando ele em 45 ele saiu da USP e foi morar na Amazônia e ficou 4 anos da Amazônia morando lá. Aprendeu Tupi Guarani, aprendeu a o Caioá, aprendeu três línguas, na verdade
indígenas, conviveu com os indígenas, viveu com eles, né? enfim, fez expedições eh pelo Xingu e entendeu um pouco como é que funcionava a dinâmica antropológica E saiu de lá e escreveu um dos livros mais importantes da história antropológica, senão o mais importante, o livro da antropologia já escrito, que é as estruturas elementares do parentesco. Então, veja que interessante, um dos livros mais importantes de antropologia do mundo foram escritos e inspirados nos povos amazônicos, onde ele discute isso. Aí ele fala sobre a comida amazônica, ele fala sobre como cozinhavam os Alimentos, ele fala como a cultura
funcionava lá naqueles povos e diz assim: "De todos os povos que eu investiguei, todos que ele investigou, ele investigou uma centena de povos diferentes, ele disse assim: "Tem uma coisa que nos une, a coisa que mais nos une enquanto humanidade cultural, ele diz que é comum a qualquer povo, que é uma negação, que é uma proibição, é um incesto. Nenhum povo, nenhum povo que tem algum Agrupamento cultural humano é favorável ao incesto. Todos condenam o incesto. Então, segundo ele, o elemento unificador da humanidade é uma negação. A negação é o incesto. Que que é o
incesto? Pai transando com filha, mãe transando com filho, irmão transando com irmã. Nenhuma nenhuma civilização que ele visitou de alguma forma apoiava esse tipo de prática. Todos simplesmente criavam punições severas a esse tipo de prática. Então, vejam que Interessante, né? O que nos faz humanos, segundo ele, o que nos torna comuns uns aos outros é uma estrutura de itens que são gerais para todos os povos. os rituais, por exemplo, mas ele diz que o mais forte é o incesto. Todos condenam o incesto. Só que ele diz assim: "Existem outras estruturas, por isso ele é um
estruturalista. Ele diz que existem certas ideias comuns aos povos que são muito parecidas, que São próximas". Então, o antropólogo tem que estudar as coisas que nos aproximam, o fato das pessoas casarem num ritual, o fato de ter um uma pessoa que é autoridade, autoridade religiosa, tipo um pajé ou um chamã ou um padre, enfim, tipo ter um líder, um líder moral que fosse o soldado, guerreiro, que fosse inspirador para as juventudes. Na nossa cultura também tem esses tipos de específicos, né, onde os avós geralmente cuidam das crianças enquanto os pais Pescam, trabalham e sustentam aquele
aquele grupo específico. Então ele fala que isso são coisas comuns aos povos. Então, há elementos estruturais na história dos povos que nos unem enquanto sociedade. Por isso, a gente não pode dizer que nós somos superiores aos outros, nós somos diferentes. Então, essa é a perspectiva ah do Levistr. E aí, gente, tem esse cara aqui, tem esses dois caras aqui também, tem o Clifford, tá? Ah, o Marcos e o e o Geirz, tá? Esses caras, meu, eles vão dar uma outra diretriz, mas isso já é nos anos 70 e nos anos 80. E nos anos 70,
por exemplo, o Guirts vai dizer: "As relações entre as pessoas, elas têm umas algumas teias de significado que nós precisamos entender. Que que são as teias de significado? é o que faz, por exemplo, a o que que representa, por exemplo, o trote nas universidades. Quantos significados existem por trás do do trote? O que que é o trote simbolicamente falando? Então, como esses eventos que a gente cria nas sociedades tornam quem a gente é? Então, o trote, o primeiro dia de trabalho, o dia da aposentadoria, quando você tem um filho, as comemorações de aniversário, as comemorações
de um ano de noivado ou de casamento, né? Esse esses símbolos de você dar para Uma criança quando ela nasce, né? Aqueles enxovais onde tem uma roupinha branca para sair do hospital. O que que representa esses símbolos? como é que os significados passam a entrelaçar o que a gente é. Então ele vai discutir isso. Já em 86, o Clifford e o Marcos vão discutir uma nova forma de interpretar a antropologia. Chama-se etnografia. O que que é etnografia? é você ir para uma tribo indígena, fazer gravações, fazer vídeos, entrevistas, Ir lá pescar junto, participar junto, relatar,
fazer imagens, documentar, se tornar mais íntimo desses indígenas. Então, o que que seria uma etnografia de um antropólogo hoje numa escola ou num cursinho como aqui? Como é o pensamento? Como é a cultura? Como é o estudo de um uma pessoa que estuda em cursinho à noite em Santa Maria? caso Riachoelo, ele vinha aqui, sentaria com vocês, faria o Enem com vocês, frequentaria uma casa de vocês, pousaria Alguns dias lá, estabeleceria uma relação com os pais de vocês, tentaria entender porque que vocês escolhem fazer uma turma ao noite, porque alguns trabalham, outros gostam da noite.
Então, ele gostaria de entender isso. E a etnografia, ele ia fazer vídeo, ele ia pegar a entrevista de professores da Ana Paula como coordenadora, dos pais de vocês. Isso fecharia uma ideia de pesquisa antropológica. Ficamos por aqui, tá bom?