Crie conteúdo ruim para crescer as suas redes sociais. Eu sei, é contrainttuitivo, é desconfortável, mas muitas vezes é o que a gente precisa para começar. Quando a gente vai começar a criar conteúdo, normalmente a gente estuda demais, planeja demais, pensa demais e por consequência tem medo demais.
Tem medo de fazer errado, de ser julgado, de rirem da gente, de falar besteira. Tem muitos medos que permeiam esse momento e que só dificultam o nosso processo. E por isso, muito melhor do que a gente querer fazer perfeito, querer fazer um conteúdo bom logo de cara, é a gente fazer um conteúdo, é a gente se permitir criar os primeiros conteúdos ruins.
E nesse vídeo aqui eu quero te mostrar um passo a passo pr você que tá nesse momento de começar a criar conteúdo que está morrendo de medo por aí pra você ter um jeito leve, um jeito acessível, um jeito tranquilo para você começar a criar sem julgamentos. Bora e prazer. Se a gente não se conhece ainda, eu sou a Ana, falo sobre criação de conteúdo, monetização, negócios digitais e várias coisas desse nosso mundinho aqui da internet.
E antes da gente começar, estou com esse setup novo por aqui. Estou gravando direto do computador, por isso estou com esse microfone diferente aqui, pendurado na minha frente. Me de um feedback para ver se o som ficou melhor, se ficou melhor de assistir ou não, se não faz diferença.
Eu quero saber porque eu confesso que eu amo gravar na minha poltroninha que tá ali atrás. Não sei se vai dar para ver agora, mas aqui também pode ser que fique bastante confortável. Então vamos ver como que vai acontecendo.
Então bora que tem bastante coisa pra gente conversar hoje. Então vou trazer algumas dicas práticas para você implementar por aí, para você conseguir de fato começar a fazer os seus conteúdos. Mas antes eu preciso te dizer um negócio muito muito muito importante.
Não adianta você querer estudar e querer planejar e querer consumir todos os tipos de conteúdo para poder criar conteúdo se você não cria conteúdo. Então assim, a gente aprende essa profissão de criar conteúdo, essa modalidade, né, de projeto digital, de criar conteúdo na ação. Por mais que você estude bastante, que você leia bastante, que você consuma bastante, você só vai aprender fazendo.
É igual aprender a dirigir. Não adianta fazer autoescola e não pegar um carro, não pegar a direção, não colocar o pé no acelerador e a mão no volante. Não vai adiantar.
A gente não vai conseguir fazer uma baliza só estudando como é fazer uma baliza. Então começa a fazer, teste, experimente, se permita ser ruim, sabe? Porque só assim você vai conseguir se tornar bom.
Ninguém começa bom. Inclusive tem vários exemplos que eu vou deixar aqui passando aqui na tela de criadores de conteúdo que hoje são renomadíssimos, têm uma super produção, perfeitos, maravilhosos, mas quando eles começaram, você pode ver, não era desse jeito, era muito diferente do que é hoje. Inclusive, provavelmente o que você consegue fazer hoje com os equipamentos e com a informação que tem na internet hoje é muito melhor do que esses youtubers, esses criadores de conteúdo antigamente faziam.
Então, tira essa cobrança de querer est perfeito, porque não vai estar, é, não. Não tem como. Por mais que você tenha habilidades no audiovisual, você vai precisar treinar fala.
Por mais que você tenha habilidades de fala, de oratória, você vai precisar treinar roteiro e assim por diante, sabe? São várias habilidades juntas que a gente desenvolve. Então, tá tudo bem.
Vai começar ruim, sim. E é isso, todo mundo começa ruim. Não se preocupa que com o tempo as coisas vão melhorando.
Dito isso, bora pra parte prática. Então, o primeiro passo é você começar a criar conteúdo de um jeito conf. Comece confido, comece confortável.
O que que significa isso? É você escolher onde é mais confortável para você. Qual é a rede social que é mais confortável para você?
É aqui no YouTube? É lá no Instagram? É no TikTok?
Onde que você gosta de consumir? Onde que você gosta de produzir? Onde que você se sente em casa mesmo, sabe?
Porque isso é um indício de que é a rede certa para você. Eu sei que muita gente fala: "Ai, comece pelo Instagram, comece por lá porque faz mais sentido, mais fácil de vender. " De fato, o Instagram tem muitas vantagens nesse sentido para quem tá começando, mas se você não se sente confortável lá, de que adianta, sabe?
Então, tenta identificar qual é o seu cantinho da internet. O que aconteceu comigo, por exemplo, foi com o TikTok. Todo mundo vinha falando: "Você tem que criar conteúdo no TikTok.
TikTok tá crescendo, lá é o lugar que vai viralizar, é o novo Instagram". Barará barará. E de fato o TikTok realmente tá crescendo.
Tem muita gente estourando, né, bolhas por lá e crescendo junto com a plataforma. Só que não é um lugar que eu me sinto em casa. Eu não sou consumidora de TikTok.
Eu tenho dificuldade com aquela plataforma, sei lá, eu acho muito dopaminérgico assim, sabe? Uma intensidade muito forte. Já criei bastante conteúdo por lá, já testei muita coisa.
Talvez só não seja o meu momento ainda, talvez daqui a pouco esteja por lá. Mas não adianta a gente tentar começar. por um canal que não faz bem pra gente, né?
E aí quando eu parei de insistir lá e eu vim para cá que as coisas começaram a fluir muito melhor, porque é uma plataforma que eu me sinto mais à vontade, que eu gosto mais de estar aqui, sabe? E as coisas vão acontecendo mais naturalmente. Então, escolhe uma plataforma que você já consome, que você gosta de trabalhar, que você gosta de estar dentro para começar por ela, porque vai ser mais prazeroso estudar, estudar os conteúdos, estudar os formatos, estar ali dentro, né?
Então, começa por aí. E o segundo ponto, da mesma forma que a gente escolhe plataforma, é importante a gente escolher também os formatos. Existem vários formatos que a gente pode trabalhar.
A gente pode trabalhar com vídeo, com carrossels, né, se a gente está falando Instagram, com stories, com fotos e legenda, e se tornar bom nesses formatos. Então não tem uma fórmula secreta, uma fórmula mágica que vá funcionar com todo mundo, até porque cada pessoa é diferente. Então começa a observar quais são os formatos que te deixam mais confortáveis até para consumir, porque quando a gente consome é mais fácil da gente criar também.
Então você gosta de consumir vídeos longos, você gosta de consumir vídeos curtos, você gosta de ler, são conteúdos curtos, tipo Twitch, ou são blogs, e-mails? Qual o seu padrão de consumo? O que que você gosta de consumir?
O que te deixa confortável? pensa, né, quais são esses modelos e começa a estudar esses modelos, porque pode ser um bom sinalizador do caminho de onde você começa, sabe? E por último, nessa parte de começar com f, eh, experimenta fazer um desafio de s dias.
Não é um desafio complexo, te prometo. É um desafio que eu fiz e que me ajudou demais, demais mesmo assim no começo, principalmente na parte de vídeo, na parte de me expor, na parte de me sentir vulnerável, sabe? Foi um desafio que não fui eu que inventei, foi um desafio que foi passado por um professor de oratória, que na época eu era muito travada, assim, eu morria de vergonha de falar em público, morria de vergonha de falar nas câmeras.
E eu fui fazer um curso de oratória e esse professor que me passou essa dica assim, essa esse desafio que foi um divisor de águas. Não foi nem o fato de eu estar presencialmente lá fazendo esse curso que me ajudou, foi esse desafio mesmo. Então, como que é esse desafio?
Você vai pegar dois dias seguidos, você vai pegar o seu celular e vai se gravar. Você não vai se arrumar, você não vai roteirizar nada, você não vai pensar em script, nada. Você vai simplesmente do jeito que você tiver, acabou de acordar de pijama mesmo, sem maquiagem, sem nada, né?
Se você for mulher, do jeito que você tiver, quanto mais desarrumado, melhor. E você vai ligar o seu celular e vai se gravar falando absolutamente qualquer coisa que vier na sua cabeça, qualquer coisa mesmo. Então assim, ah, tô aqui na frente da parede e, né, enfim, tô com fome.
Por que que você vai fazer esse exercício? A gente tem um estranhamento na hora de se ver em vídeo. A gente acha a nossa voz esquisita, a nossa fala esquisita, a nossa postura esquisita.
Sai tudo muito do nossa zona de conforto. A gente tá acostumado a escutar a nossa voz dentro da nossa cabeça. Quando tá numa gravação, a voz já é outra.
A gente tá acostumado a se ver no espelho. Quando tá na gravação, a gente não tá espelhado. Então, são várias coisas que geram estranhamento na gente e que faz com que toda, toda essa experiência fique esquisita e fique assustadora ao mesmo tempo, sabe?
É importante a gente se acostumar a se ver numa tela, a se ver, né, numa gravação mesmo. E para isso você não vai ter preparação, você não vai ter roteiro, você não vai ter que se arrumar nem nada nesse sentido. O importante é a gente primeiro se acostumar com a gente do jeito que a gente é, naturalzinha, normal ali, sem problemas, né?
e se acostumar também a se ver, a olhar no buraquinho da lente, a olhar pra câmera, porque essa é outra coisa que a gente também não sabe fazer, né? A gente tem meio que uma versão a câmera, é meio esquisito olhar pra câmera, a gente conversa olhando para pessoas e não para uma lente, né? Então se acostumar a olhar pra câmera também é importante.
Por isso que esses dois dias é só para se acostumar. E o que que você vai fazer nesses próximos dois dias? Você vai roteiriar uma coisa bem bem simpleszinha assim, ó.
O que que você quer falar? Qual é o assunto que você quer falar? Não tem nada de muito estratégico aqui.
É só um assunto qualquer. Você também não vai postar aqui. Você só vai falar sobre esse assunto em específico e você vai se arrumar de leve para você se enxergar ali de uma forma diferente nessa câmera.
E aí você vai fazer essa mesma coisa, esse mesmo exercício de se gravar. É gravação rápido, gente, não precisa de muito tempo, não precisa de muita nada. É só para você realmente se acostumar nessa sequência de dias, sabe?
E aí, nesses dois dias você se assiste e vai se acostumando com a sua voz. vai se acostumando com a sua imagem, com a sua postura corporal, com os seus toques, né, que você vai ter também, que vão te chamar atenção, que você nunca tinha percebido. E aí, por fim, depois, nos últimos três dias, você vai de fato começar a tentar compartilhar isso.
Você pode, se tiver muito difícil para você, você pode compartilhar com alguém da sua confiança no próprio WhatsApp ou você pode criar melhores amigos e compartilhar só com essas pessoas que você confia por ali também. Ou você pode mostrar para alguém dentro da sua casa, né? Na verdade, nesses próximos dois dias você vai fazer isso.
Mostre para alguém da sua casa, enfim, compartilha, se permite ser visto, se permite ser vista. E por último, no último dia, aí sim você vai postar de uma forma normal, de uma forma aberta para quem quiser ver nos seus stories. Pode ser no feed também, se você se sentir mais confiante, mas normalmente as pessoas preferem começar pelos stories, né, por ser uma coisa mais assim 24 horas.
Então, ou até no TikTok, que normalmente ninguém vai te conhecer por lá, ou no YouTube. E a segunda parte é tentar não ser estratégico demais. A gente vê tantas regras, tantas metodologias, tantos sistemas, tantas fórmulas aqui na internet sobre como criar conteúdo do jeito certo, como viralizar, como vender, atingir as pessoas.
E são muitas regrinhas, muitos comos e muitas formuletas que vão botando um monte de dificuldade na nossa cabeça. Quando na verdade, quando a gente tá começando, a gente não precisa de nada disso. A gente não precisa de absolutamente nada disso.
A gente precisa apenas fazer. Então, quando a gente tenta ser muito estratégico, a gente coloca um nível de dificuldade absurdo na nossa criação de conteúdo que já é difícil. Tira isso.
Você não precisa carregar isso nos seus ombros. Simplifica esse processo e seja você, seja genuíno. Compartilha alguma história, compartilha algo que você acredita, algo que você aprendeu, algum bastidor da sua vida, do seu nicho, alguma reflexão que você tenha sobre o que tá acontecendo dentro do seu nicho.
Traga vivências, traga opiniões, traga algo genuíno. Uma coisa que eu faço muito por aqui, que me ajuda bastante, é imaginar que quem está do outro lado da câmera é alguém da minha confiança, é alguém que eu gosto muito, eu sei que precisa ouvir isso que eu tô falando. E isso facilita muito porque a gente visualiza uma pessoa real, a gente não fica, né, simplesmente falando com uma máquina, fica mais fácil.
Então, tenta ser você, tenta ser genuíno, não precisa de tantas estratégias no começo. Essas estratégias, essas complexidades, essas coisas, você vai colocando lá na frente quando chegar esse momento. E você vai saber quando chegar esse momento, sabe?
Não precisa agora, você não precisa se colocar essa pressão agora, simplesmente faz. As pessoas se conectam muito mais com quem é real, com quem é de verdade, do que com pessoas de plástico. Tem uma seguidora no meu Instagram que me mandou isso esses dias na caixinha.
A, eu odeio gente de plástico e eu achei essa expressão maravilhosa, perfeita, porque é isso, né? A gente tenta se colocar num uma estratégia, numa perfeição, num negócio que não é a gente, que não é real. E as pessoas do outro lado percebem que isso não é real.
É a pior coisa que você pode fazer é você tentar performar, sabe, na sua criação de conteúdo. É você tentar parecer ser perfeito, parecer ser alguém que você não é, porque ninguém é perfeito no fim das contas. Então, se forçar a vestir roupas que você não usa naturalmente, se forçar a falar de um jeito que você não fala, a fazer poses, carões para fotos, sabe?
Esse tipo de coisa, se não é você, isso vai transparecer e isso vai te fazer se sentir mal depois. Tem uma coisa que aconteceu comigo que tem muita relação com isso, que é quando eu comecei a criar conteúdo, eu tinha dificuldade para aparecer, como muitos de vocês devem ter também, para aparecer o rosto, para aparecer falando. Então, eu queria criar um conteúdo que mostrasse mais em primeira, em perspectiva de primeira pessoa, sabe?
Mostrando mais a mão, eu filmando, eu mexendo no caderno, eu filmando a minha mão fazendo um café, esse tipo de coisa, porque eu achava que era mais confortável. E aí eu só escrevia por cima. E aí eu encuquei que a minha mão não estava bonita suficiente, porque eu não tinha unhas compridas e super bem pintadas e sei lá, perfeitas, né?
E comecei a encucar com isso e aí eu fiz um alongamento nas unhas. Pensa, eu nunca tinha feito um alongamento na vida. Eu na verdade eu fiz pro meu casamento, depois eu tirei só para ficar bonito e para durar mais tempo.
Mas eu nunca tive essa pira de ter alongamento, sabe? E aí eu fiquei durante esse começo da criação de conteúdo, alguns meses me forçando a fazer alongamento, me forçando a ir fazer manutenção, que era algo que eu odiava fazer, gastando um dinheiro que não precisava, tudo para ter unhas perfeitas para quê, sabe? E quando eu percebi que eu tava tentando ser alguém que eu não era, tipo, feio, veio de repente assim um balde de água fria na minha cara, cara, para com isso, sabe?
E e aí na hora que eu percebi, eu comecei a ligar pra manutenção e era tipo um um dia que eu acho que era sexta-feira, tava tudo cheio, ninguém tinha horário para tirar, nem no lugar que eu ia, nem em outros lugares. Falei: "Quer saber? Eu vou arrancar aqui mesmo.
" Aí eu comecei a arrancar todos aqueles negócios, vi na internet como que tirava sozinha e tirei. Porque aquilo na hora que eu percebi deu um choque de realidade assim que eu não conseguia mais conviver com aquilo, sabe? Então, não tenta ser quem você não é.
Tenta ser um personagem, não tenta performar, seja natural, fale, compartilhe como se fosse um amigo, como se fosse uma amiga. E você vai ver que as coisas vão fluir muito mais naturalmente. Você vai ter muito mais orgulho, muito mais satisfação em criar esses pés.
O Oto tá aqui atrás e ele fica arranhando o meu tapete. Agora deitou, sossegou, mas ele estava arranhando e me dá uma gastura porque tira todos os negocinhos do lugar, sabe? Ai, me dá muita agonia.
Então, se eu parar de repente, é por causa disso. Terceiro passo é cuidar com as edições e cuidar com o perfeccionismo na hora de você criar os seus conteúdos. Por que que eu falo isso?
Porque a gente aprende que a gente precisa reter as pessoas, criar um conteúdo engajante, um conteúdo que performa e que viraliza e todos esses tipos de coisa que a gente já cansou de ver por aí. E aí a gente se obriga a ser um expert de edição, sendo que a gente nem começou a criar conteúdo ainda. E quem dirá saber editar os nossos próprios conteúdos, né?
E isso também gera uma pressão completamente desnecessária nos ombros. Desnecessária por dois motivos. Primeiro, porque você não precisa de nada disso para fazer um conteúdo bom.
E segundo porque você vai se forçar de novo a ser quem você não é, a criar um conteúdo que não combina com você porque alguém falou que tem que fazer, etc. Então, cuidado com esse tipo de dicas, né, para você deixar a sua edição super performática e coisas nesse sentido. O que que eu te recomendo edição, que é o que me ajudou e que é o que facilita a gente gravar também, a gente criar os conteúdos, é a gente saber o básico de linha do tempo, né, de como cortar os pedaços que não ficaram bons e como encaixar um pedaço no outro, como costurar um pedaço no outro.
Se você souber, isso vai te ajudar num nível absurdo, porque você não vai precisar sentar na frente do seu celular, da sua câmera, e gravar tudo de uma vez, que é uma coisa, convenhamos, é difícil a gente acertar tudo de primeira e fazer caber nos 90 segundos do Instagram ou fazer ficar perfeito aqui pro YouTube, enfim, é difícil. Então, ter essa manha de cortar o que não ficou bom e encaixar as partes vai te ajudar a ganhar tempo para você criar o conteúdo, para deixar o seu conteúdo melhor, para deixar toda a coisa mais interessante para quem tá assistindo também. Então essa é uma recomendação genuína que eu tenho.
Se você não sabe nada de edição, estuda como cortar e costurar esses pedaços, né? Você pode fazer isso em qualquer editor de vídeo. Outra coisa que vai te ajudar bastante nesse começo é: aprenda a escrever pequenas coisas em cima da tela.
Tipo, escrever um título, escrever uma coisa no começo do vídeo pra pessoa que tá assistindo saber sobre o que se trata aquele vídeo. Não precisa aprender a legendar nem nada nesse sentido, mas escrever fica nas frases ali no início, porque isso vai ajudar a direcionar o seu conteúdo pro público, certo? Então isso sim, isso vale a pena e isso é super simples de fazer também.
E a terceira e última coisa que pode te ajudar, e essa é um pouquinho mais opcional, é fazer broll. Biroll são aqueles elementos que aparecem na tela quando você tá falando. Isso ajuda a ilustrar alguma coisa, a deixar o seu vídeo mais dinâmico, a deixar o seu vídeo mais interessante e também te ajudar a explicar coisas de uma forma mais fácil.
Às vezes as imagens são mais fáceis, né, do que as palavras. Mas isso aqui, de novo, é opcional. Se você não quiser aprender a fazer isso agora, não tem problema também.
Agora, cuidado com essas coisas que eu vou falar agora, que são coisas que normalmente a gente se prende quando tá começando e que vão te atrapalhar. Primeira delas, música. Você não precisa de uma música para postar conteúdo na internet.
A não ser que você queira usar aquelas músicas, né, da modinha, etc, que você gosta, aí tudo bem. Mas assim, você não precisa de música para causar emoção, sentimento, esse tipo de coisa. Se você tá começando, você não precisa de efeitos visuais, tela movimentando, coisas passando, eh, esfumaçado, volta, muda de lugar, amplia, diminui, você não precisa dessas coisas se você tá começando.
Efeitos sonoros, barulhinhos, cliques e coisinhas aparecendo na tela, barulho de moeda, barulho disso, barulho daquilo. Todas essas coisas são habilidades que a gente vai adquirindo ao longo do tempo. Você não precisa se preocupar com elas agora, porque não são elas que vão fazer grande diferença no seu conteúdo.
O que vai de fato fazer diferença é você começar, né, como eu disse, e você usar o básico de edição, o básico para te facilitar no momento de gravação, no momento de criação. Fora isso, deixa para depois. Você vai aprendendo isso ao longo do tempo e vai aprimorando ao longo do tempo.
E é legal esse processo de você sentir que cada dia você tá um pouquinho melhor, sabe? E por fim, eu te desafio a fazer esse um vídeo ruim. Então, faz esse desafio que eu joguei ali atrás, experimenta, se compromete com isso, faz os s dias e posta esse primeiro vídeo ruim.
Ele vai ser ruim, tá tudo bem, é o esperado. E se não for ruim, aí é esquisito, porque quer dizer que você demorou muito para começar. desafio e depois volta aqui para me contar se deu certo, se você se deu bom, se você como que você se sentiu.
E se você ficou até o final desse vídeo, comenta aqui a palavra conf para eu saber quem são vocês, para eu conhecer vocês. E também compartilha esse vídeo com alguém que você sabe que tá precisando, que é alguém que quer começar a criar conteúdo e tá travado de todas as formas. Beijo.