Olá meus amigos, tudo bom? Eu sou Maria Emília Voz, você está no canal Voz Brasil no dia 13 de janeiro 2026. São meio-dia aqui no Rio de Janeiro.
Então eu vou gravar um pouquinho e primeiro agradecer a vocês pela pela audiência, né? E apesar de ter sido um vídeo longo, vocês assistiram bastante, tivemos bastante visualizações, muitas pessoas entraram no canal e sinal de que vocês curtiram, compartilharam, fizeram comentários. a medida que dá eu respondo a quase todos, nem que seja com coraçãozinho.
Então, eh, o vídeo de hoje eu vou falar de um dos pilares, né, de um da uma coisa que tá se falando muito, que é sobre a doutrina Monro, que é um dos pilares mais importantes da história das relações internacionais. E é muito importante que vocês entendam isso através porque os Estados Unidos eles estão agindo agora eh em relação a todo o restante do continente americano. E é o que fala: "Ah, ele tá aplicando a doutrina Monro".
Aí ele tá aplicando essa doutrina. Então vamos entender o que é essa doutrina que tem a ver com o vídeo anterior, que tem a ver com outro vídeo que eu fiz sobre as bases de Natal, né? E e de Fernando Noronha.
O que então vamos entender. Eh, eu peço um pouquinho de paciência, pega a pipoca, fica até o final, porque eu sempre trago uma estratégia, alguma coisa pra gente trazer de solução. Então, o que que é essa doutrina Mouro, né?
Eu tô seguindo aqui a minha pauta. Em termos mais simples, é uma foi uma declaração política externa que dizia ao mundo América para os americanos. E não é só a América dos Estados Unidos, né?
todo o continente americano. E ela estabelecia que qualquer tentativa de países europeus de intervir aqui e colonizar ou espalhar seus sistemas políticos no continente americano, tanto norte quanto sul, seria visto como uma ameaça direta à paz e a segurança dos Estados Unidos. E é exatamente o que tá acontecendo agora.
Essa doutrina, ela foi criada, ela tem o nome de Monroe por causa do James Monroe, o quinto presidente dos Estados Unidos. E embora ele tenha dado o nome, a doutrina, o cérebro, quem articulou, quem criou foi o John Adams, que veio a ser, que era secretário na época do governo do Molo e passou a ser depois presidente dos Estados Unidos. Agora, por mais incrível que pareça, essa doutrina ela foi apresentada no dia 2 de dezembro de 1823.
Quer dizer, nós estamos falando de dois séculos atrás, né, durante o discurso de uma no congresso. E visava isso que hoje, quer dizer, dois séculos depois continua sendo uma ameaça, né? A doutrina, o momento na na época que essa doutrina foi apresentada, o continente americano tá vivendo algumas transformações, estão acontecendo algumas independências na América, vários países, inclusive o Brasil, que tinha eh declarado independência em 1822.
E eu fico até pensando se isso não já foi uma pré-articulação, né, da dessa independência com esse provável eh discurso do Morrowe no ano seguinte, né? Foi logo depois. Então, eh, nessa o, a questão da, do Mor foi que tivesse uma reação europeia, os Estados Unidos temiam uma santa aliança, que a Rússia, a Prússia e a Áustria, lembrando que a dona Leopoldina era austríaca, ajudasse a Espanha a reconquistar suas antigas colônias e houvesse uma expansão da Rússia aqui no continente americano.
O que é acontecendo é que a proposta da doutrina Morrow, ela ainda é hoje, quer dizer, a expansão de outros países no nosso continente. Havia essa preocupação por causa da Rússia no Alasca e na costa noroeste, na América do Norte, que é na costa noroeste. Bom, vamos lá dessa doutrina para vocês entender Monro, Monrowe, né?
A doutrina, ela pode ser resumida em três pontos principais, não a colonização. E no momento atual é não a neocolonização. O continente americano, ele não estava mais aberto para futuras colonizações por essas potências europeias.
Então ele disse, basta aqui, ó, tá todo mundo se tornando dependente, acabou. E a gente tá vendo outra coisa acontecendo dois séculos depois. Eh, outro pilar são os dois hemisférios.
O sistema político na Europa era diferente do das Américas, portanto, cada um deveria cuidar do seu lado. Então, era o velho lá e o novo mundo aqui. Quer dizer, eh, ele propunha essa essa ruptura e a não intervenção.
Os Estados Unidos não se meteriam em guerras europeias, mas em troca a Europa não poderia interferir nos novos estados independentes que estavam surgindo na América. Então, a doutrina Mouro, na versão que eu falo 2. 26, ela é justamente uma releitura desse conceito de 1823.
Enquanto Moro queria proteger as Américas da Europa naquela época, a discussão continua atual dentro desse mesmo propósito, evitar essa neocolonização que acontece no Brasil por esses globalistas e também girem torno de proteger a influência dos Estados Unidos nas Américas contra a influência da Rússia, da China e principalmente desses globalistas que são os verdadeiros inimigos das Américas, né? Aí a gente vai pegar num ponto que foi uma matéria que eu estudei no científico, gente, eu nunca mais esqueci disso, que era o Tratado Panamericano, que é uma evolução direta da ideia de da doutrina Mouro. Porque enquanto a doutrina Mouro, ela era um aviso unilateral dos Estados Unidos, o pan-americanismo tentou transformar isso em uma aliança conjunta entre todos os países da América.
Então teve a doutrina Morrow, em seguida o tratado pan-americano. Mas que tratado é esse, né? Quando é que ele foi assinado?
Quem eram os presidentes que assinaram? Bom, pra gente entender a doutrina Molo 2. 26, a gente precisa entender e separar o pan-americanismo em dois momentos cruciais.
o nascimento da ideia lá em 1889 com a doutrina Moro e a criação do do tratado de defesa em 1947, que é muito legal vocês saberem disso. E aqui é interessante esse contexto histórico, gente, para você alimentar o raciocínio lógico do nosso momento atual, que é o resgate do nosso continente e o resgate do Brasil. Quando a gente fala, quando eh o Trump traz o resgate do continente americano, é o resgate da nossa soberania, nós ganharemos a nossa soberania.
Bom, o nosso, vamos lá pro tratado, né? E aí o quando a primeira conferência desse tratado de a primeira conferência internacional desse tratado pan-americano, ele foi criado no dia 2 de outubro de 1889 até 19 de abril de 1890. Foi aí que foi acontecendo as conferências no e foi em Washington.
Eh, o idealizador foi James Blain, que era secretário de estado dos Estados Unidos, e queria criar uma união comercial para competir com a Europa. Foi a primeira ideia de um bloco e quem assinou foram 18 nações americanas, incluindo o Brasil, Argentina, Méxolia, Peruim. O Brasil passou e durante esse contexto, que foi outubro de 89, abril de 90, de 1890, o Brasil passou pela aquela mudança drástica que foi quando aconteceu eh a gente começou a reunião com Dom Pedro II, que era o imperador, e termina com a República naquele golpe militar de 15 de novembro, que foi exatamente um mês e pouco depois da criação da primeira reunião do tratado dessa dessa dessa conferência do Tratado Pan-Americano, a gente eh que aconteceu um mês depois aconteceu o golpe da República.
Agora, o mais importante nisso, nessa criação do Tratado Pan-Americano, foi a criação do TIA, do Tratado de defesa. Quer dizer, a gente começou lá em 1823, tivemos essa reunião do Pan-Americano, essa conferência que criou o Tratado Pan-Americano em 1889. Mas eh o o mais relevante é o que é o Tiar, que foi o tratado de defesa criado em 1947, 2 de setembro de 47.
Então, eh o o que é legal é que esse tratado foi aqui no Rio de Janeiro, no palácio da Marati, que é ali perto do QG, onde muitas pessoas ficaram durante bastante tempo se manifestando. E é chamado também do Tratado do Rio. Ele foi idealizado pelo governo dos Estados Unidos.
sobre a doutrina de contenção do comunismo que tava no início da Guerra Fria, foi no pós-guerra, né? O eh o presidente do Brasil na época era o Irico Gaspar Dutra, o Dutra, ele foi ministro da guerra na durante a guerra e depois ele se tornou presidente. Ele trazia um regime populista, democrata, enfim.
Os Estados Unidos o presidente era o Truman, na Argentina operou. Então, esse tratado foi assinado aqui no Rio e o continente eh tava tendo uma uma janela democrática na após a Segunda Guerra, né? Agora, quem foram os grandes nomes desse tratado pan-americano?
Embora a gente tivesse no governo Dutra, o grande nome do Brasil começou com o Barão de Rio Branco, que fez aliança Brasil Estados Unidos, chamada Velha República. Vamos lá. O Barão do Rio Branco foi maior diplomata da nossa história.
E quando a gente tá falando em geopolítica, em organizações, em doutrinas pan-americanas, doutrina moral, a gente não pode esquecer do do da participação do Barão do Rio Branco. Muita gente só conhece os mais velhos conhecem, até porque tava a cara dele nas notas, né? Mas ah, muita aí nem ouviu falar ou nem se interessa quem foi assim importante cara, né?
Ele consolidou o pan-americanismo no Brasil. Ele acreditava que o Brasil devia ser o braço direito dos Estados Unidos da América do Sul para garantir a nossa soberania. E que vejam como isso tá até hoje pulsante, né, em todas essas articulações que hoje o Trump traz através de uma aplicação dessa nova doutrina mor.
E uma uma curiosidade, né? O Brasil foi um dos maiores entusiastas do pan-americanismo através do Barão do Rio Branco. Ele acreditava nessa aliança e nós precisamos resgatar isso, resgatar o Brasil como uma liderança na América do Sul.
Nós somos essa liderança, a gente precisa resgatar essa com propriedade, né? Com enfim, com liderança mesmo, né? exercer essa liderança.
Bom, vamos falar do tratado. O nascimento tratado foi pan-americano foi em 89. A conferência, fazendo um breve resumo, né?
A conferência terminou ali, o Tiar trouxe um braço armado, que no tiar é o era um tratado de defesa. Então, assim, esse tratado, a regra de ouro dele, o que ele mais tratava era assim, o Eu acho o máximo, né? Porque ele era o Mã das Américas.
qualquer um ataque contra um país das Américas era uma seria um ataque contra todos. Mas o que aconteceu enquanto isso? Enquanto o Pan-Americano fala numa cooperação muitos críticos diziam que ele foi usado pelos Estados Unidos para manter o controle sobre o continente, evitando que potências, como na época a União Soviética, que era a Guerra Fria, e a China ganhasse espaço.
Antes se ele tivesse sido mais efetivo, né? Mas essa linha de raciocínio, a gente conecta com com a história clássica de uma guerra ideológica, a guerra ideológica e a economia atual. Eh, vamos organizar alguns pontos para clarear essa análise.
O tiar e o pan-americanismo, ele ainda tão valendo? Esse tratado pan-americano ainda tá valendo? Esse tratado do tratado do Rio, né?
O Tiar, que é de tratado de defesa, ele ainda, eles ainda exigem? Bom, a resposta é sim, eles existem, mas o Tiar diria que tá com uma morte cerebral, ele tá no em crise profunda. O Tiá, ele ele tá no CTI.
Por quê? Ele sofreu um golpe duríssimo quando houve a guerra das Malvinas em 1982, porque os Estados Unidos apoiavam a Inglaterra contra a Argentina. Isso feriu a lógica da doutrina Molo, feriu a lógica do Tiá, porque a guerra nas bvinas criou uma insegurança dentro do continente, porque se a Argentina viu que não podia contar com apoio dos Estados Unidos, então esse tratado do TI, o Pan-Americano era só um papel.
E assim muitos saíram do tiar, como a Venezuela, a Bolívia, a Nicarágua, alegando que era uma ferramenta de imperialismo americano. E o tratado ainda vincula os Estados Unidos ao Brasil, mas na prática ele é pouco acionado, mas ele pode ser acionado a qualquer momento. O aí essa a mulambada criou o foro de São Paulo versus a desconstrução do tiar.
logo em seguida, vendo esse vazio que se criou após a Guerra das Malvinas em 82, deu espaço para que eles criassem o foro de São Paulo. E aqui entra a parte política dessa análise. O foro de São Paulo, fundado nos anos 90, quer dizer, logo depois da Guierra da Malvina, atua exatamente na desconstrução da influência americana.
Enfim, a soberania regional foro promove uma ideia de pátria grande, a pátria comunista, né, buscando uma integração latino-americana sem os Estados Unidos, com o objetivo de substituir a OEA e o TIAR por organismos onde os Estados Unidos não tem acento, quebrando o alinhamento da defesa continental que a doutrina Morre previa para ceder para quem? Para se aliar com quem? com quem exatamente os Estados Unidos estavam querendo se proteger desde 1883.
Bom, vocês devem estar vendo, sabendo agora que está existindo um acordão aí entre o Mercosul e a União Europeia, né? E isso bate exatamente com os objetivos da doutrina M nesse momento em que o Trump tá se articulando com Ciminho. Bom, o acordo recém- assinado entre Mercosul e a União Europeia, que na verdade vai ser assinado mesmo no dia 17 de janeiro, sob a ótica da doutrina Mor, é exatamente uma intromissão europeia no quintal dos Estados Unidos, mas é um tiro de misericórdia que a União Europeia tá dando, porque eles precisam de mercados, de matérias primas agora que a economia europeia tá estagnada, a União Europeia ela precisa desse acordo.
Então, que a União Europeia precisa desse acordo, só que nós é que ficamos arriando as calças para eles. Por quê? Porque o acordo nos compromete muito em termos de normas ambientais e regulatórias.
as mesmas normas que nós vimos aqui no canal em conversas que eu fiz há algum tempo atrás com Ricardo Filício, né, falando dessa falácia do aquecimento global que agora mudaram para mudanças climáticas, mas ouvimos trampos falar com todas as letras que a agenda 2030 é uma falácia para subjugar os países e que esses países só empobreceram e que agora a União Europeia continua que tá falida, né, continua impondo exigências que podem travar o nosso agronegócio brasileiro, agindo como uma barreira não tarifária. Bom, se os Estados Unidos e e Trump efetivando o C5, qualif exigirem exclusividades ou tarifas baixas para produtos americanos, o acordo com a União Europeia pode gerar uma guerra de sanções. É o Brasil tentando servir a dois senhores.
Isso é bom e isso é ruim. Depende como nós negociamos, porque a gente ainda tem o brick e os acordos que são o ponto final dessa desconstrução. Eu espero que vocês estejam acompanhando.
Eu espero que vocês estejam acompanhando. Vamos lá. Se o Foro de São Paulo tentou a integração política regional e o Brick traz essa alternativa financeira de infraestrutura via China e é hoje o maior desafio doutrina Monrick, que é a influência desses europeus, desses chineses e dos russos aqui no dentro da nossa economia sul-americana, a doutrina Mour, ela fala da América pros americanos.
Então, não se efetiva com a presença neocolonialista desses países aqui, principalmente desses europeus, eh, da União Europeia, que ficam aqui dando ordem aos nossos governos, que acabam se submetendo a eles. Bom, no último dia 9 de janeiro, agora de 2026, o Conselho Europeu deu um sinal verde pro acordo de cooperação com Mercosul e a União Europeia. A previsão é que esse acordo seja assinado por volta do dia 17 de janeiro, semana que vem.
No Paraguai, a França prometeu continuar lutando no parlamento, sei lá com a jogada do do micron, mas o corpo do tratado já foi aceito. E por que essa pressa? A pressa é o fator Trump.
A prece da União Europeia e do governo brasileiro, desse governo brasileiro em assinar esse acordo é justamente uma reação ao Donald Trump. Políticos como o Alkem e o Hadad estão tratando desse acordo com a Europa como um antídoto contra o protecionismo Trump. Mas se os Estados Unidos impuserem tarifas de 50%, como prometeram ao Brasil, que quer ter Europa como mercado garantido, a coisa pode ficar complicada.
Bom, mas isso não, isso tudo é negociado. Por quê? Porque eu não li esse acordo, mas o Trump considera que a agenda 2030 é uma falácia, já retirou os Estados Unidos de vários tratados climáticos como acordo de Paris.
Então essa Brasil assina um acordo com a União Europeia sob norma rígidas de de leis ambientais. O Estados Unidos diz que é um grande parceiro, diz que essas leis não valem nada. Como é que fica?
Fica um acordo com a União Europeia. exige que o Brasil siga metas ambientais e o Brasil tá assinando esse contrato com a Europa que o obriga a seguir essa agenda 2030 que é uma falácia. Tá vendo a contradição?
A contradição para a para a implementação desse América pros americanos, desse desse governo, desse tratado, dessa dessa garantia de soberania. Então, enquanto seu principal parceiro de segurança dos Estados Unidos, do Trump despreza essa agenda, nós estamos fazendo um acordo em que abaixar a cabeça para eles. Se o Brasil assina com a União Europeia, ele se amarra regras ambientais rigorosas que a Europa tá botando, a não ser que a Europa, União Europeia caia, né, que é o tem muita gente já pedindo para outros países aí.
Se o Trump viu o C5 exigir que o Brasil Brasil se alinhe com esse modelo americano, menos regulação, mais foco em comodos brutos, o Brasil vai ter que escolher um lado. Mas isso também não é bom, porque ele, o acordo do Mercul pode dar, ah, vou vou me submeter a uma tarifa americana. a gente ficou numa cuuca de bico.
Eh, contra o tarifato. Eu não acredito, por exemplo, que esse tarifato aconteça, porque se nada ela ela tá exigindo a a as leis, os Estados Unidos valoriza a comida, a gente dá, puxa vida, a gente tá numa situação tão favorável, quer dizer, eles precisam de nós, europe, os Estados Unidos precisa de nós, os Estados Unidos que não tm tarifa, pô. e a gente vai negociar baixando a cabeça.
Então, o Brasil ganhou o direito, nesse acordo com os com a Europa, disportar 99. 000 toneladas de carne bovina e 180. 000 toneladas de ave sem tarifa, com tarifa reduzida.
E o Brasil aceitou cláusulas ambientais, que senão vai ser barrado. E isso vai ser impacto no agronegócio? Pros grandes produtores?
Não, mas pros pequenos e médios sim. podem ter dificuldade de produção. Só que a aí você lembra da pirâmide alimentar dos Estados Unidos que mudaram as diretrizes dietéticas e agora foca em proteína animal, carne e ovos e combate alimento outro processados que são industriais que a Europa gosta tanto, óleos de semente.
É uma oportunidade de ouro que a gente tem com a costa carne bovina brasileira, porque os Estados Unidos querem a carne de verdade, querem comida de verdade e a Europa fala: "Ah, mas eu vou barrar se vocês não seguirem normas ambientais ou e o Brasil corre risco ser punido pela Europa por produzir exatamente que os Estados Unidos agora querem comprar em massa. Agora é a questão, né? existe o Trump tá com essa essa essa implementação da da doutrina Mor e como é que ele deve tá vendo esse acordo da União Europeia uma tentativa de manter uma influência de neocolonização no quintal das Américas, no quintal dele aqui nas Américas.
Isso não, isso não quer, não ajuda a manter a hegemonia das Américos americanos, que é o princípio da doutrina Mula. Então, se o Trump sentir que o Brasil tá dando prioridade a Europa ou aceitando regras que prejudicam empresas americanas no Brasil, ele pode reifar o tarifa. Pode o tarifácio que ele usou em 2025, exigir que o Brasil escolha ou livre comércio Europa, signo da agenda 2030, que prejudica os pequenos e médios produtores, ou uma parceria segurança e de segurança energia com o C5.
a implementa segunda, a implementação do C5, que segue a doutrina Mouro Moderna, doutrina Mouro 2. 26. Eu eh eu acredito que se ele promover, ele não vai reativar essa tarifa.
Eu tava falando isso na frente porque ele ela aumenta a tarifa sobre o produto, sobre a carne, ela promove uma inflação lá nos Estados Unidos. Então é ruim ter só uma opção também. Ah, eu não vou vender para vou fazer a cor dos Estados Unidos só vendo paraos Estados Unidos.
Não é isso. Eu acho que se a União Europeia se recusa a comprar um ou outro produto nosso por conta dessa agenda, a gente sempre tem os Estados Unidos, ainda temos os Estados Unidos e sempre será um mercado nosso. E a gente pode negociar preço porque, meu povo, quem quem dá as cartas no agronegócio é quem tem comida, quem tem poder de barganha.
Eh, novamente a gente tá aqui sem usar a nossa autoridade. Nós estamos nos submetendo a um acordo com a Europa, subjulgando a regras ambientais. Quando a gente tem todo o poder das cartas, ele não vai assim, ah, mas os Estados Unidos, se a gente assinar, os Estados Unidos vai botar a tarifa.
Ah, mas se a gente e se a gente eles quiserem, a gente vende pros Estados Unidos, os Estados Unidos não gosta e a gente a gente vai ter que submeter as regras ambientais. Povo, eh, nessa nova pirâmide alimentar que o Estados Unidos propôs, a demanda da carne vai disparar. Isso dá o Brasil uma escudo de segurança.
Ele, ao invés de usar isso para negociar o Mercul dizendo: "OK, eu negocio com vocês, mas não vou me subjugar essas regras ambientais. A gente tem os Estados Unidos como comprador eh de nossa carne. A gente tá numa situação assim, os Estados Unidos não vai, pode botar tarifa, pode, mas não vai botar.
Aí eles querem colocar uma regra ambiental sobre a gente, a gente tem que falar, mas eu posso vender paraos Estados Unidos. Ainda tem os outros países. Quer dizer, a gente tá negociando uma submissão União Europeia quando a gente tá com faca e o queijo na mão, a faca e a carne na mão, né?
O Brasil deve usar o acordo com a União Europeia não como uma submissão, mas como uma ferramenta de equilíbrio. Povo, a gente tá no momento certo de negociação e com governo errado. Se a Europa começar a a exigir demais essa agenda 2030, a gente pode falar: "Tudo bem, eu não vou seguir as exigências ambientais de vocês, porque ainda tem os Estados Unidos e a China que compra sem restrições.
" A gente tem que deixar de agir como quitanda. que ou então aqueles caras que vendem na rua, né, vendedor ambulante e passar agir como supermercado do mundo. E para dar essas cartas, tá o momento tá aberto, porque os Estados Unidos quer uma América pros americanos.
A a Europa quer, ela precisa da nosso alimento, da nossa energia. E nós aí temos que deixar de ser vendedor de commodice com preço dado pelo mercado como garantidor de segurança alimentar. Além dos Estados Unidos, como eu falei, a gente tem todos os árabes, a Ásia, não só não só a China, né, que são cruciais, eles não costumam pôr barreira ideológica, ambientais tão severas quanto a Europa.
Quer dizer, a Europa ela faz um papel, eu acho escroto, precisam da gente e ficam dando regra, sabe? E a gente ao invés de usar um trunfo de de ter essa segurança alimentar, a gente fica se subjugando. Meu Deus, por quê?
A gente tem aí entra como no con aquela posição posição estratégica de Natal e e Noronha que a o Atlântico Sul com a proximidade com a África e o Brasil, o a gente pode se tornar o centro logístico de alimentos pro sul global e bater na mesa, mas bater com força. O Brasil, o mundo tá em, o mundo inteiro tá em guerra sobre energia, chips, mas ninguém vive sem comer. Se Europa que é a nossa carne com selo de carbono, que pague o prêmio por isso.
Se não quiserem, o Trump tá na fila, sabe? O o resto do mundo tá na fila. Sem essa burocracia mentirosa da Agenda 2030.
Eh, não se esqueçam, gente, que a Europa tá em crise energética, tá com uma crise profunda lá, inclusive de governo. Eles precisam do acordo com o Mercos Sul. Muito nós só precisamos dele.
Eu me lembro um dia do eh acho que alguém tá do governo Bolsonaro falando que o Guedes, o Guedes falando que ah que a França ficava em ponto do regra. El falou: "Pô, eu hoje há 20 anos atrás eu vendia tanto para você e tanto pra China. Hoje eu vendo 50 vezes mais pra China do que para você.
Então para de que vocês estão ficando irrelevantes para nós. Foi o Guedes, sabe? Vocês estão ficando irrelevantes.
Então a gente tem que ver que a Europa tá ficando irrelevante para nós. Eles são irrelevantes, ficam botando regra que vão bater de contra quanto essa proposta da América pros americanos que garante a nossa soberania. Vamos recapitular aqui para manter o raciocínio.
Eh, a fio da meada dessa análise, né? A doutrina Mour em 1823 para entender que os Estados Unidos ainda olham pro Brasil como uma área de influência vital até hoje. O desconstrução do TI, que é que é o tratado pan-americano com o tratado de defesa que é o TIA, tá?
foi enfraquecido por movimentos como foram de São Paulo depois daquela da da traição com a guerra das Malvinas. O conflito atual, janeiro 26, o acordo do Mercosul, o Trump criando o C5 com a nova pirâmide alimentar e cria uma grande demanda por comida de verdade. A estratégia do agro em que o Brasil não pode ser refém de um único cliente que é os Estados Unidos, mas o nosso agro é de ponta e tem que dar, tem que tirar essas cartas e bater na mesa para negociar da Europa de igual para igual, já que eles precisam da comida que nós temos.
Então, como alinhar essa doutrina Mor de Trump eh com os acordos do resto do mundo? Como que a gente pode dar essas cartas? Bom, o peso de estar preso às regras europeias, agenda 2030, a oportunidade de ouro da nova dieta americana e a pergunta que não quer calar, que vale 1 trilhão de dólares.
Se temos um acordo caduco do Tratado Pan-Americano, se temos o Tiar esse tratado de defesa que pode sair do CTI a qualquer momento, estamos com os dois pés na lama, um na União Europeia e o outro no BRIC. Como podemos garantir a implementação dessa doutrina e que nos dá soficia, que beneficia todo continente, justificada pelos acordos com Noronha e Natal e assim o controle do Atlântico Sul, sem perder nossos parceiros comerciais como a Europa e os membros do Brick, expurgando o neocolonialismo deles que tá entre nós aqui no Brasil. Como que a gente pode fazer isso?
E a resposta de 1 trilhão de dólares, nós estamos no centro de uma encruzilhada de império. É o governo errado. Meu Deus do céu.
Será que isso pode esperar mais um pouquinho? Porque para garantir uma soberania e a doutrina Moures soberana que é a estratégia dos Estados Unidos, onde o Brasil não é apenas um quintal, mas o guardião do Atlântico Sul, precisamos de uma estratégia real política, política de resultados e não políticas de ideologia. E aqui tá o caminho paraa implementação sem se tornar corona de ninguém.
Um primeiro cinturão de segurança Natal e Fernando Oronho, que é o nos dá o controle do Atlântico Sul, que é a nossa maior carta na manga. A justificativa estratégica que Natal é o ponto mais próximo da África. Quem controla o cotovelo do Brasil controla o fluxo de comércio entre hemisfério norte sul.
comércio, não só comércio, tráfego de tudo, tráfico de narcotráfico e outros tráficos. A doutrina Mouro na na prática, ela implementa o que significa dizer o Atlântico Sul é a zona de paz e segurança sob responsabilidade das Américas lideradas pelo Brasil e pelos Estados Unidos. Bom, ação, fortalecer eh essa criativa, a doutrina, ação fortalecer essas bases em neuronem natal, não é ceder aos Estados Unidos, repito, não é ceder, mas criar uma parceria de defesa quem peça China, Rússia e todos esses países que fazem narcoterrorismo na nossa, inclusive essas organizações que estão aqui, né, instalem bases na costa africana ou sul-americana.
O Brasil passa a ser o xerife do seu próprio mar. Outra estratégia que é expurgar o neoconialismo, Europa, União Europeia e o BRIGS. E para isso, eh, para não ser engolido, né, o Brasil precisa separar comércio de soberania.
Contra a União Europeia, o acordo Mercosul só é bom se for puramente comercial. Devemos rejeitar as cláusulas da Agenda 2030 que interferem no nosso código florestal, que interferem na nossa industrialização, que interfere na nossa soberania, que interfere na nossa constituição, que interfere nesse desejo de crescer e ser grande, ser uma uma nação próspera e livre. O recado deve ser: vendemos a comida, mas não aceitamos as leis de vocês no nosso solo.
Se rejeitarem o nosso alimento, o problema é muito maior deles do que nosso. Então a gente tem essa essa condição de expulgar eles. E quanto bricks, que é o neocolonialismo chinês, digamos assim, a China usa o bricks para criar dependência de infraestrutura.
O Brasil deve aceitar, que que a gente faz, né? O Brasil deve aceitar o investimento, mas manter o controle acionário, estratégico, por exemplo, portos, ferrovias, eh, aeroportos, princialmente a nossa matriz de comunicações. Então, a gente aceita, vem aqui, pode construir, mas o controle é nosso, não ceder a eles o controle acionário.
Então, a gente a gente começa a dar escada. E a terceira via, que é o a terceira via que é a soberana, é o poder de fornecer, né? poder do fornecedor.
E como garantir isso sem perder os parceiros pelo estômago, pela energia, né? O Brasil é o maior produtor mundial de proteína e grãos com tecnologia de ponta. Então, se a União Europeia tenta impor sanções verdes, o Brasil pode direcionar o fluxo paraos Estados Unidos, que agora tem essa dieta RFK Júnior, né, do Robert e Kennedy Júnior ou para Oriente Médio.
A a implementação da doutrina Mouro deve ser um pacto de segurança alimentar e energética. O Brasil garante a comida, a energia limpa para Paz Américas e os Estados Unidos garantem a cobertura tecnológica militar contra incursões extracontinentais, inclusive, como falei, tráficos sobre narcotráficos e outros tráficos que não dá para ser dito aqui. Uma outra coisa legal que poderia ser uma uma iniciativa nossa, se a gente tivesse outro governo, mas ainda tenho esperança, é o tirar o tiar do CTI.
O tiar, que é esse tratado de segurança, de defesa, ele tá caducado porque também foi pensado no século XX. Mas para o Brasil dar as cartas, ele precisa sentir agora, sentar agora com esses países que ainda são membros do tiar e de preferência no Rio de Janeiro, que é onde esse tiar foi assinado, e fazer uma revisão desse tratado interamericano de defesa, focar na segurança digital, na proteção de dados, no combate do crime organizado transnacional, que é o que realmente corrói a nossa soberania aqui no Brasil, inclusive e principalmente no Rio de Janeiro. Estabelecer que esses recursos estratégicos das Américas não podem ser só controlados por estatais de outros continentes.
A gente precisa sentar para conversar e resgatar o Thaago. Resumindo, a única forma do Brasil não se afogar na lama do brick da União Europeia, é assumir seu papel de potência regional. Isso significa sim, começo com todos, mas sim a soberania de quem compartilha o nosso hemisfério.
O Atlântico Sul é nosso e é nossa é nossa comida e é a nossa arma diplomática. Ok, entendido? Eu adoraria que eles me chamassem para negociar, mas esse momento tão importante da história da geopolítica e a gente com esse governo tão comprometido, é o governo momento certo com governo errado.
Enfim, finalizando, o tabuleiro tá montado. Nós temos a chave do Atlântico Sul em Natal, temos a proteína que os americanos agora desejam e temos a a eficiência que a Europa perdeu. A pergunta que eu deixo para vocês é: vamos aceitar os algemas verdes de Bruxelas ou vamos exigir respeito que a maior potência agrícola do planeta merece?
O tempo tá correndo, dia 17 de janeiro tá chegando e a gente precisa correr atrás e não só ficar enquanto a gente tá olhando justamente, né? tá olhando com dignidade pro que tá acontecendo, a tortura que tá acontecendo com o Bolsonaro. Isso é bucha de canhão e vocês estão fazendo isso para que a gente não preste atenção nos acordos que estão sendo feitos e que podem comprometer muito a nossa soberania, que aí o presidente que vai entrar pode ser somente um fantóstico.
Então, precisamos estar conscientes. Doutrina M 2. 26.
Vamos eh vamos continuar entendendo essa essa geopolítica, porque ela interfere na nossa soberania. A gente tá lutando por um líder que é a favor da nossa soberania. Nós estamos lutando pela nossa democracia através de de Jair Messias Bolsonaro, injustamente preso.
Mas a gente não pode esquecer de olhar pro que está acontecendo no mundo, que pode engessar por muito tempo a nossa economia, a nossa soberania, a nossa liberdade. Tá bom? E é o momento de negociar como eu gostaria de estar no outro governo, como gostaria eu de estar negociando isso.
Um beijo grande para vocês. Obrigada. Venham sempre canal, compartilhem, peçam comentário, eu tô sempre aqui, tá?
E entrem no grupo, eu deixei aqui embaixo o link, porque eu sempre passo lá, posto lá primeiro, se vocês não receberem aqui, vocês recebem o vídeo lá, tá bom? Um grande abraço. Nos vemos no próximo vídeo, se Deus quiser.
Obrigada por tudo. Vocês são ótimos. Obrigada.
Adoro os comentários. M.