os dez anos da declaração das nações unidas sobre os direitos dos povos indígenas completado em 2017 trazem à tona questões de direitos e identidades territorialidade e articulação política no diálogo com a 1 no brasil as mulheres indígenas têm buscado parceria para a afirmação de sua liderança política visibilidade dos seus direitos e reconhecimento das suas vozes pela resistência dos povos e territórios [Música] [Aplausos] a minha motivação a minha grande motivação é pra ser e se tornar uma uma liderança indígena foi a própria oração violação dos nossos direitos como mulher como cidadão como ser humano porque a
gente sabe que é com luta e vindo pro movimento indígena que a gente vai conseguir alcançar os nossos objetivos não é porque a gente vê muitas violações dos direitos e eu acho que a luta que a gente tá e nesse período que a gente vive não é mais admissível é que as mulheres sejam proibidas g é de falar porque não é só trazer as mulheres as vozes pra cá mas como que a gente também pode chegar e fazer com que suas demandas sejam atendidas diversas instâncias uma destas distâncias de interlocução é a onu reuniões conferências
e audiências internacionais regionais e locais são alguns dos espaços que concentram maior presença de mulheres indígenas nos últimos anos a comissão da condição jurídica e social da mulher e o fórum permanente dos povos indígenas são exemplos de espaços em que as mulheres indígenas tenha afirmado as suas vozes a sua pluralidade política ea sua capacidade de incidência é importante o dólar face ao tempo em que têm fome discrimination helbing energético reflexo do aumento a cana-de-açúcar mente o promot porque o outro vai passar a vender chips atom e no blog e no brasil não é diferente as
mulheres indígenas estão ampliando sua articulação nos espaços políticos dos povos indígenas um exemplo é o acampamento terra livre e 2017 elas participarão da coordenação do evento no ano de 2015 elas fortaleceram alianças entre elas e parcerias externas que acumulamos de ganhos no brasil é apenas o início ainda muita desigualdade e muitas oportunidades para serem conquistadas a cada edição da grande assembléia dos povos indígenas as mulheres avanço na construção de mais espaço político e voz na decisão dos rumos da mobilização dos seus povos uma conquista importante foi a aprovação da pauta nacional comum elaborada pelo projeto
voz das mulheres indígenas que mobilizou cerca de 20 multiplicadoras o documento reuniu as demandas de mulheres 64 ovos dos 305 existentes no país a validação da pauta no acampamento terra livre de 2015 maior encontro anual dos povos indígenas no brasil foi um dos saldos positivos das mulheres indígenas nos últimos anos lideranças do projeto voz das mulheres indígenas coletaram informações e sistematizar uma pauta nacional comum com 10 pontos violação dos direitos das mulheres indígenas incluindo enfrentamento à violência contra as mulheres mas não se limitando a ela o direito à terra e processo de retomada direito à
saúde educação e segurança direitos econômicos empoderamento político das mulheres indígenas formação de uma estratégia de incidência política tradições e diálogos intergeracionais comunicação e processos de conhecimento processo de resistência e sustentabilidade e financiamento às mulheres indígenas têm se mobilizado em espaços tradicionais de decisão e poder tal como uma grande assembléia o guarany kaiwá o cunho ético a sul em 2017 a 1 no brasil foi convidado pelos guarani kaiowá do mato grosso do sul para participar do king ético a sul e conhecer a realidade local marcada por conflitos de terra violência contra as mulheres indígenas e outras
violações de direitos neste comprometimento que a onu mulheres têm em conjunto com um sistema das nações unidas não deixar me encontrar obviamente olhar quem está mais claro que quando você faz uma análise é do brasil não tenho nenhuma dúvida que só na fogueira sindjus ele estava para trás porque nós ouvidas porque os problemas delas gostamos é bem identificado este exercício de criar um espaço para que as mulheres possam discutir em treinar e ele consultar as comunidades modalidade fazer uma pauta tem sido essencial pra ouvir a voz das mulheres indígenas às especificidades das mulheres indígenas têm
em termos de ééé necessidade de políticas públicas em que se toma em conta as especificidades de cada um dos poucos a gente perdeu muito tempo pra nós é fazer um começo de luta a gente demorou para descobrir nossos direitos de mulheres filhos e penso que as pessoas têm que ter respeito por agente a gente tem que ensinar os nossos futuros garantir um futuro melhor para nossas crianças é é assim as principais reivindicação que a gente está tendo agora é nos questão das demarcações de terra mas entra também educação entra também é saúde saneamento básico uma
vida melhor à porta das mulheres e área de retomada é diferente de falta de mulheres que vivem em reservas na reserva foi criado na década de 1920 então ela está superlotada já enfrentando para os programas sociais pessoas vão para a área de retomada e é retomando a terra tradicional ea copa se deparando com terras envenenadas daí você faz retomada você leva sua família para morar onde viveu seu antepassado daí vem a questão escola vem a questão da saúde não é todo dia tem carro esse mesmo não vai ficar nenhuma vez vamos paciente não deu um
mês sem ter leis inteiro tem criança que haver fica até 23 dias com febre e diarreia e aí quando não tem mesmo carro para levar para a cidade e tem que ir de ônibus então essa é a preocupação desde o desafio é maior que nós terminou dei muita gestada que mais e mais sacrifícios porque não tem carro deus pré natal fica tudo atrasado porque a saúde não espera que mais preocupação a maioria das mulheres que sofrem mais porque ela é preciso demais atendimentos de 1788 sem a gente se vê como a gente não a gente
não é gente a gente num ser humano na net não é nada como se fosse um cachorro gato chegando no hospital não dou um postinho cedido pelo bom atendimento na uai além do difícil até essas serviços de saúde a educação é uma das áreas repleta de tranquilidade mas nos últimos anos as mulheres indígenas brasileiras vêm aumentando a sua participação no universo acadêmico a política da educação escolar indígena no brasil é uma política ainda bastante tímida quando se trata na ação com relação à participação da mulher indígena ela se deu basicamente na no ano de 1999
quando iniciou a primeira turma do curso de magistério guarani caiuá isso possibilitou a entrada da mulher indígena agora mikhail a no curso no âmbito do ensino médio mais sério a educação permite é que as mulheres indígenas é discutam a educação dos seus filhos como é que quer essa educação nas suas aldeias em seus de corrado uma escola indígena não é só para se inscrever na divisão opel e canetas ou médio mas também pra praticar realmente e devolver nós mesmo né e de uma escola normal na cidade da onu a um entendimento para a gente de
que a gente tem que ser de um jeito só pra nós isso não é bom entre nós tudo gente de vídeo tudo é compartilhado que é tudo difícil quando você mulher que eles não querem ver uma mulher indígena lutando pelos seus direitos porque tudo quem luta pelo seu direito pra eles é crime então eles persegue passemos muita pela tortura e tortura psicológica de lutar pelos nossos direitos e tentaram sequestrar é em dourados é me ameaçaram o mesmo ameaça com o mesmo é vários discriminação a gente continua é lutando pelo direito nosso e vou lutar sempre
dona damiana é um símbolo de resistência e de perseguição às mulheres guarani caiuá ela foi expulso da sua terra tradicional e teve nove familiares mortos quando as pessoas dessa família sofrer eu tento deixa muitos na soma total 48 anos eu sou mulher direita não tem mágica lopes é sobrevivente do ataque em 2016 em kurussu ambá até hoje ela carrega uma bala no corpo humano a aluna ana também nesta terra de lopes foi assassinada aos 76 anos diante da sua família jucá e jessica hardy recupar do cachê sempre fazendeiro conga conga e tv nem item de
marcação se essa maneira os dados que a gente tem como envelhecer os defensores dos direitos humanos apontou que o número de defensores defensores ameaçados no campo tem aumentado bastante os dados de 2017 superam com os dados de 2016 os casos que a gente recebe a gente encaminha é da relatoria de direitos humanos da onu recentemente as mulheres têm que apresentar uma forte liderança e isso tem feito inclusive os países membros das nações unidas é reagisse na última revisão periódica universal foram inúmeras recomendações a diversos estados para que o governo brasileiro e promover se ações de
demarcação das terras indígenas o que garante se a proteção de defensores e defensoras dos direitos humanos dos povos indígenas no sentido de que violações nós não se repitam essa porta espiritual numa outra história ea luta das mulheres indígenas que era em seus pólos na cosmovisão indígena a espiritualidade conecta mulheres e homens da terra o que significa um sagrado saúde todo mundo tá tudo aqui né mãe nesse jantar toca mas é aqui que tem no coração tem a dor pessoa doente e tem que rezar com o maracá cootaquara pra curar s e é muito importante para
a guiné cima tem que tocar resala agora mulher está levantando como liderança para defender rompeu mais voltei à terra nossa mãe sem terra a gente não é nada a terra da saúde até a da unita até a gente usa para plantar na mesma judia liderança e participação política é essa é a tônica da articulação política das mulheres indígenas no brasil juntas de organizadas elas estão afirmando que suas vozes plurais em favor da defesa dos seus direitos humanos e dos povos indígenas em todo o país [Música] [Música] [Música]