Evento que marca o início da jornada de aprendizados, desafios e grandes conquistas. Cada passo dado aproxima vocês de um futuro brilhante, repleto de oportunidades e realizações. Aproveitem este momento, conectem-se, inspirem-se e preparem-se para viver uma experiência acadêmica transformadora. E para compor a mesa de honra desta aula, convidamos as seguintes Autoridades, a ilustríssima diretora acadêmica e coordenadora do curso de direito, professora Búbia Alvira, o ilustríssimo professor e coordenador de atividades complementares do curso de direito, professor Pinheiro e o ilustríssimo convidado desta noite, professor Dr. Rogério Gregor. >> Agora convido a todos para ficarem de pé e
juntos cantarmos o hino nacional. B Da liberdade raos brou da instante se o melhor preserva conseguimos conquistar com ele por liberdade desaf o nosso a própria morte párição de pobre de esperança terceu famoso a imagem do resplandece gigante pela própria natureza Forte parte do cológio. Brasil sas ao Brasil. eternamente nesse ao som do mar e a luz do céu profundo culturas ao Brasil amar. iluminar do mundo a terra santos mais nossa Vem nossa vida se ó pá salou para cá esperado indico desta futuro e glória do passado sempre justiça forte verás o filho de Deus
não forte lutar que vence agora a própria filha nas pátria amada os filhos de Salvação gentil pátria Brasil. Neste momento, convidamos a ilustríssima diretora acadêmica e coordenadora do curso de direito da FBBR, professora Rúbia Almeida, para fazer o uso da palavra. Excelente noite a todos, senhoras e senhores, caros presentes, estrelas da noite desta consideração. São todos vocês, somos todos nós. Muito bem-vindos à Faculdade Brasileira do Recomabor e Nessa noite em especial ao curso de direito. É com grande honra e imensa satisfação que damos início a este momento tão especial, a aula inaugural do curso de
direito da sua faculdade da FPBL. Gostaria inicialmente de agradecer a presença de todos que abrilhantam esse evento, mas como não poderia deixar de ser, cumprimentar essa ilustre mesa de honra, a figura do professor Mateus Pinheiro, coordenador de atividades complementares de extinção, nossa Querida Isabele, mestre de cerimônia hoje, assistente do curso de direito e hora com o nosso queridíssimo, ilustríssimo convidado, Dr. Rogério Gregor. Muito obrigada pela presença, os nossos queridos alunos, razão maior da nossa missão, as autoridades aqui presentes, nossos ecos maravilhosos, que sempre serão eternos para nós, que carregam o nome da instituição com muito
orgulho, a nossa comunidade externa que Também se faz presente, todo o corpo administrativo da FPM, a quem eu agradeço imensamente espero, dedicação um compromisso para que estivéssemos aqui hoje aos coordenadores e colegas ito ocupa um lugar singular. Foi o primeiro curso da faculdade, o alicerce sobre o qual esta instituição começou a se desde então, temos acompanhado um crescimento substancial da FPBL, um crescimento que não se mede apenas com Números, mas principalmente na qualidade da formação oferecida, no impacto social gerado e na transformação de vidas por meio da educação. A aula inaugural possui um significado profundo
na formação acadêmica. Ela não é apenas um evento simbólico, mas um convite à reflexão. É o momento de apresentar temas relevantes e contemporâneos do direito, de instigar pensamento crítico, de lembrar a todos que o direito é uma Ciência viva e em constante transformação. Vivemos tempos desafiadores em que as mudanças sociais, tecnológicas e políticas exigem do profissional do direito uma postura ativa e permanentemente de atualizações. Não há espaço para estagnação. O jurista de hoje precisa ser um eterno aprendiz comprometido com o estudo contínuo, com a ética e com a justiça. Nesse contexto, é com muito orgulho
que afirmamos o Curso de direito da FBLE é hoje o maior curso do Recôco. resultado de investimento, planejamento e sobretudo do compromisso com uma formação diferenciada que prepara nossos alunos não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida, para o exercício consciente da cidadania e para a construção de uma sociedade mais justa. Destacam também a excelência do nosso corpo docente, professores altamente qualificados, comprometidos Com ensino e com a formação integral dos nossos alunos. São profissionais que inspiram, orientam e caminham lado a lado com cada estudante nessa jornada. e não poderia deixar de enaltecer
nossos alunos verdadeiros protagonistas dessa história. Sabemos das resiliência e essa vontade de vencer que nos enchem de orgulho. Aproveito este momento para parabenizar de maneira muito especial também todos os nossos alunos. Recém aprovados o exame de ordem. Isso. A FBBR hoje já são incontáveis os números de advogados que a FBBR já colocou no recôn. Parabéns, vocês são verdadeiros vitoriosos, mas chega a vez de vocês também. Essa conquista é fruto de muito esforço, disciplina e perseverança. Vocês são exemplos vivos de que o compromisso com o estudo e com a excelência traz resultados concretos. Recebam a nossa
sincera admiração. Por fim, desde que esse novo ciclo que Se inicia seja marcado pelo aprendizado, pela construção do conhecimento, pelo desenvolvimento humano e pela busca incansável pela justiça. Sejam todos muito bem-vindos. Que esta aula inaugural seja apenas o primeiro passo de uma trajetória brilhante. E é considerando esse contexto de conquista, de amor, de humanidade e carinho, de construção, que hoje eu não poderia de trazer um presente para vocês. V confesso que o presente foi meio Tendencioso, se assim posso dizer, porque antes de mostrar para vocês, o presente é todinho meu, porque a emoção não me
faltou, apenas para prová-lo que está agora vendo junto com vocês que são a razão da existência da FBL. O meu muito obrigada pela dedicação, por aproveitarem cada oportunidade dispensada e oferecida por essa instituição por fazer juiz a cada momento, a cada atividade, a cada aula. Vocês são fruto do meu orgulho, do nosso Orgulho, do orgulho de todos nós. Muito obrigadas por serem alunos da FBL. Uma salva de palmas para vocês, por favor. E é nesse momento sublime, magnânimo e circunstancial e por não dizer contextual, que eu lhes apresento um presente da FBL para vocês e
para mim também. por favor. Hoje a gente vê resultados, uma faculdade que evoluiu, que cresceu e que se supera a cada semestre, a cada aula Inaugural, um novo começo, mais forte, mais preparado, mais longe. V alunos indo além da sala de aula, vivendo experiências que vão muito além da teoria, ocupando espaço, se posicionando e chegando a lugares que antes pareciam distantes, como em Brasília, representando na prática tudo aquilo que começou aqui. Jesus Mas nada disso aconteceu por acaso. Tudo isso começou com o primeiro passo, Com sonhos ainda inseguros, com dúvidas, com expectativas, com alunos que
decidiram acreditar no direito como caminho. E desde então, cada aula, cada debate, cada desafio foi construindo essa história. Uma história que não para, que se reinventa e que cresce a cada nova jornada que começa aqui. Mas teve um tempo em que o mundo parou, a incerteza tomou conta, mas aqui o conhecimento não parou. A vontade de formar profissionais fortes, críticos e Preparados foi maior e foi isso que nos trouxe até hoje. Hoje você não está apenas começando mais um semestre, você está dando continuidade a uma história que já impacta vidas, que evolui e se supera
a cada novo ciclo. Uma história feita de coragem, de evolução e de propósito. Porque o direito não é só uma profissão, é uma missão. E ela começa todos os dias quando você você decide continuar. Seja bem-vindo a mais um capítulo. Seja bem-vindo à sua jornada. E nesse momento muito emocionada, eu posso até dizer que esse momento egoíamente falando, é meu. Eu quero agradecer a vocês por realizarem o meu sonho. Muito obrigado a todos e excelente noite. Nesse momento vamos desfazer a mesa para que os demais integrantes acompanhem a aula. Pessoal, lembrando que para participar Do
sorteio vocês devem tirar uma foto aqui no evento, postar no Instagram e marcar o @fbr.oficial. Para ministrar esta aula magna com o tema facções criminosas e violência urbana, convidamos agora ele que é secretário de justiça e segurança pública de Minas Gerais, membro do Ministério Público de Minas Gerais, fundador e coordenador de pós-graduações do Instituto Rogério Grego, pós-doutor, doutor e mestre em direito, autor de Mais de 160 obras. Por favor, recebam com muitas palmas professor Dr. Rogério Gr. >> Então, boa noite. Boa noite. >> Boa noite. >> Aí, tá na Bahia. Bom demais voltar aqui. Tá
aqui com vocês. Ministério Público 89. Eu acho que muita gente aqui nem era nascido em 89 agora e aqui não era nascido em 89. E o que eu quero mostrar para vocês hoje é que a violência mudou. Nós tínhamos uma violência na década de 80 do século passado que não se confunde mais com a violência hoje no século XX. Então a minha ideia hoje com vocês aqui é mostrar uma realidade muitas vezes que a medida mostra. E eu fico muito preocupado com a Maria. E o não sei se já perceberam que eu sou cai. Alguém
já percebeu que eu sou cagão? Não, não. Esse táque horroroso não sai da enfim. Mas eu moro em Minas há muitos anos, mais tempo em Minas, na verdade do que no Rio. Mas eu tenho um contato muito próximo com a segurança pública do Rio e tem acompanhado também a segurança pública aqui da Bahia. Nós temos um conselho, né, um conselho nacional de secretário de segurança pública e a gente discute muito a segurança pública do país como todo. Mais pertinho, né? Você tá vendo que é psicológico o negócio, né? Tá aqui, tá aqui o Passador. Beleza.
Cadê o passador? Vou passar ou enfim, mas que que eu quero, que que eu quero mostrar um pouquinho para vocês hoje, mas exatamente a violência que a gente tem. Eu sou professor de direito penal desde 1994 e assim e eu me lembro, né, que em sala de aula a gente citava o Ful dizendo que o código penal era carta magra do Pente, essas coisas todas. Isso já aconteceu, Isso já foi, já foi o século XIX, já foi o século XX e agora o século XX nós extremamente preocupamos. O que eu quero demonstrar para vocês também
aqui é que mais do que uma guerra contra o crime, a guerra que nós temos que travar hoje é uma guerra. os do vermelho. Normalmente a rota de fuga entre vila cruceiro complexo e alemão. Na parte alta da favela leva até uma mata onde os Confrontos mais intensos acontecem e muitas vezes bandidos cóm só que nessa terça agentes já estavam na área de mata aguardando a chegada dos criminosos e fulta. Os confrontos foram registrados ao longo de todo dia e início da noite. Essa é uma área de difícil acesso, mas os policiais conhecem bem. aí
tá tá duvidado a mata, meu mãe. Então faz a preta aí. Liga, filha, dentro, filha. A lá você ver. Eu nunca visto vagabundo. Você não é crític de sociedade, você é crítima da coisa com você não é crítica de sociedade você tem pai, você tem mãe, família. Você tem sim, você fez sim, você tem sim. Você de trabalho É isso. É isso que a segurança enfrenta todos os dias. É isso que a gente enfrenta em Minas, é isso que vocês enfrentam na Bahia, é isso que a gente enfrenta então o grande problema que eu quero
mostrar para vocês é justamente isso, que é uma guerra que a gente tem que contra uma cultura que você está crescendo. Nesse vídeo, uma das partes mais importantes para mim é aquela mãe de Savafando. Porque há muito tempo a gente dizer assim: "Ah, o camarada ele ingressa no crime porque ele é excluído da sociedade, ele não tem as mesmas oportunidades que o camarada de classe Média média alta tem." Irmão, esse discurso era válido na década de 20, na década de 30, no século passado. Hoje não existe mais esse discurso. O camarada ele entra no caminho
que ele quer, é uma escolha que ele faz. E vou te falar para uma coisa muito é muito complicada porque hoje a gente começou aproximadamente duas grandes facções perodas. Vou mostrar para vocês aqui. Hoje o Brasil já tem aproximadamente 90%. Isso aconteceu graças aos desmanos desses últimos 20, 25 anos de governo federal. É isso que eu quero mostar para vocês. Sem enfenar em tema político, sem mexer com política. Para mim essa coisa de direita, esquerda, cara, isso é seu sal. Não é isso. Eu quero escolher uma pessoa boa, uma pessoa séria, uma pessoa honesta que
vai realmente mudar o futuro no nosso país. Eu tive uma experiência recentemente em Al Salvador. Eu tive com governador, o meu exemplo, nós fomos em El Salvador. Nós éramos uma nós éramos uma coritiva de sete pessoas de E quando a gente chegou em El Salvador, a gente tinha uma expectativa muito grande de entender o que que o Beg fez em El Salvador. Para que vocês tenham uma ideia, El Salvador era o país mais perigoso do mundo. Era o Salvador. Para que vocês tenham uma ideia, eles tinham uma taxa de mortes violentas por cada 100.000 habitantes
que superava 100 mortes por cada 100.000 habitante. É o Salvador é o país pequeno com aproximadamente 6 milhões de pessoas e tinha uma média de 250.000 mortes por ano. O Brasil a gente tem uma média de 40, 45.000 C por é uma taxa assustadora. É o Salvador era verdadeiramente como assume o poder salvador. Antes ele tinha assumido uma prefeitura pequena próxima a São Salvador, depois foi prefeito de São Salvador. E quando ele assume a presidência de Salvador, ele Encontra um país completamente caótico, com a violência que tinha tomado completamente conta daquele lugar. Porque um político
naquele momento, era um político de esquerda inconformado com aquilo que acontecia no governo federal, funda o seu próprio partido chamado de novas ideias. Esse partido quando entra no poder, uma nova assembleia nacional, como se fosse o nosso Congresso Nacional, é formado só de pessoas assim novas, cara, com cabeça Boa, querendo realmente resolver o problema do país. Poucos ali eram políticos profissionais, poucos ali eram políticos de carreira. Como eles tinham essa possibilidade do nosso eles fizeram uma modificação na construção e afastaram uma série de ministros corruptos da Suprema Corte deles. Qualquer semelhança aqui revela coincidência. Outros
três poderes unidos executivos, legislativo e poder judiciário, eles mudam completamente Passaram a uma legislação duríssima com relação a isso que a gente vai ver aqui agora. Esses camaradas aqui são chamados de pantheiros e em El Salvador, como aconteceu nos Estados Unidos que foram deportados tinha chamada Maração Salvatura 13 que foi criada, foi constituída na rua 13 em Los Angeles e os pandinos da rua. Quando esses camaradas expulsos Estados Unidos e vão volar ao Salvador, eles começam a Tomar o terror. Por isso essa parte assustadora de que havem ao Salvador, porque passa a tratar esses camaradas
aqui como terroristas, começa a dar um tratamento duríssimo, duríssimo a esses pandimentos. Só para que vocês ter uma ideia, quem for considerado bem dinheiro, seria o nosso e é um salvador. A pena mínima pelo fato dele ser dinheiro, é de 20 anos, fora as infrações penais do consumo. Para resolver o problema, é claro que eu tô Falando de problema de Salvador. Eu tô dizendo que eu tenho que trazer tudo de El Salvador pro Brasil, mas eu quero mostrar para vocês que a gente tem chance, a gente tem solução. Basta que a gente tenha coragem para
fazer alguma coisa. Eles criam o chamado Cicote, o centro de confinamento quem entra no cicote basicamente desiste da vida, porque os camaradas têm duas refeições por dia. Eu estou falando de El Salvador, cara. Eu tô dizendo que eu Vou trazer isso pro Brasil. A gente fala às vezes alguma coisa, o cara filma só metade do que eu tô dizendo, coloca na internet, eu vou ser o cara mais odiado do país. Não é isso? Quem é o Salvador? O que que o B fez no cicote? Eles têm duas refeições por dia sem proteína. Porque eles dizem
o seguinte: proteína é pra família, pros amigos e pros cachorros. O pandiniro não tem direito a proteína. Eles dormem naquelas aqueles aquelas camas de aço sem colchonete. São Galões como esse aqui que ficam com a luz ligada a 24 horas por dia. O cara não sabe se é dia, o cara não sabe se é noite. Quem entra no cicote desiste completamente de viver. é o Salvador que tinha a maior taxa de morte violenta do mundo. Faz 3 anos que não tem um único homicídio que é o Salvador. Você quer isso para você? Eu quero para
mim. Sabe qual o direito que eu quero? Chegar no centro aqui de Salvador, lá em em em Salvador, centro da cidade de Salvador e Poder falar com o meu telefone celular. pedir muito. Eu acho que há muito tempo a violência como a gente tem esse Salvador. Mas eu quero no centro de Voris poder falar o telefone sem medo de ser roubado, sem medo de ser contado. É só isso que a gente quer. A gente quer, a gente quer ter paz. Eu fiz um curso de terrorismo na Espanha em 2015 e eu tive uma aula com
o chefe de polícia da polícia espanhol que era especificamente de Madrid. E ele deu um dado pra nossa Turma que para mim foi assustador, porque ele disse que em Madrid, no ano de 2014, Madrid é uma cidade com 5, 6 milhões de habitantes, em 2014 aconteceram 15 homicídios em Madrid. 15. E quase todos eles, se não por conta de violência doméstica. Eu tenho 15 homicídios por final de semana. Então olha, olha a diferença. Nós nos acostumamos com essa coisa da violência que a gente não tem que se acostumar porque a Adora medidas duríssimas e uma
dessas medidas é o simpótico. Aqui tá em espanhol, mas vai dar para vocês entenderem direitinho. Imediat 45 minutos aproximadamente 80 90 personas 165 no corpo no hay Nada, nada. cada passo está Eres camin del Salvador hace Claro. Consequência. que tengo el equipo e está dentro para poder qualquer assistir um é pesado. É claro que a gente não quer exatamente isso no Brasil, mas muita coisa pode ser aproveitada. Mas eu tento falar um pouquinho da história de como a gente chegou até aqui. O Brasil nem sempre foi um país violento. E a história começa infelizmente no
Rio. E eu falo que tudo que já aconteceu de Errado em outros estados do país já aconteceu de errado para ele do Rico. Para que vocês tenham uma ideia, o primeiro rouo a banco aconteceu em 1958 no R. Então o rindo, infelizmente, ele parece que é uma maldição, que ele é um celeiro, ele é um bois eradas. E não foi diferente aqui. Até na década de 70, na década de 70 no Brasil nós tínhamos um governo militar, havia uma ditadura militar naquela época. O mundo inteiro lidava com um problema de terrorismo que Era extremamente complicado.
Só que o terrorismo naquele momento entre as décadas 60 e 80 do século passado, era um terrorismo de natureza política. Diferentemente desse terrorismo que a gente tem hoje, que é considerado um terrorismo de fundamentalismo religioso, que não tem absolutamente nada de fundamentalista religioso, mas enfim, naquela época, eh, no Rio não havia nenhum tipo de facção, ninguém era chamado de facção no Rio. Nas Penitenciárias do Rio havia uma coisa que o carioca chamava de falange. Balões eram grupos criminosos que pertenciam a determinados bairros do governo militar naquele momento começa a aprender grupos terroristas que havia no
Brasil e eram chamados presos políticos. Os presos políticos, os políticos daquele momento queriam a modificação do governo militar, passam a ser presidária do Rio, que é chamada penitenciária da Ilha Grande, que hoje não existe mais. E Naquela época a P era tão ruim, tão ruim, tão ruim que o nome dela era Calderão só para que vocês possam entender, esses pros políticos chegam em meados da década de 70 do século passado na pertenceira da Grande. Quando eles chegam, eles são mal recebidos pelos presos comuns que não queriam contato com os prédios comunicas. E obviamente os grandes
políticos não queriam contato com as grandes comquela rompia militar fez exatamente aquilo que o Maduro fazia Na Venezuela. O que que o Maduro fazia? Ele prendia o preso político, jogava esse cara numa penitenciária comum. Por quê? para que aquele camarada que fosse reconhecido uma penitenciária comum, ele não teria o reconhecimento internacional de como sendo um preso político. Ele perdia o status de preso político. E o governo militar para fazer isso naquela época que não deu certo. Por favor, além dos prêmios comuns, além dos presos políticos, havia um terceiro grupo da Pencre chamados presos da lei
de segurança nacional. Naquela época, os políticos eh os presos, né, os políticos de de esquerda começaram a praticar uma série de infrações penais a fim de bancar sua causa. Rouba bando, rouba carro forte, extorção, etcé, homicídio, enfim, a diferença de um crime político para um crime comum é só motivação, porque o resto é tudo igual. E o governo militar Querendo dar uma uma punição mais dura pros roupos e rouba forte inserir na lei de segurança nacional os crimes de rouba banco e os crimes de rouba carte. E aqueles pros estavam acostumados a praticar esse ciclo
de infração penal do rio passaram a ser servidos na lei de segurança regional. Então, dentro da linha grande, nós todos os presos políticos, os presos comuns, ou seja, aqueles que não estavam na lei de seguração nacional e os presos que a Gente chamava de LC. Isso resultou que ao final da década de 70 vocês sabem que a mente é muito mais do que a musculatura. Em razão da influência exercida pelos presos políticos naquela época, em 1979, surge a primeira facção criminosa do Brasil chamada de comando. E comando o quê? Perm aquela penitenciária da grande. Esses
são os principais são fundadores do vermelho. Primeiro aqui de bigode, Will da Silva Lima, chamado de professor era o camarada mais intelectual, mais emergente do grupo. Ele até escreveu um livro interessante que vocês quiserem ver chamado 400 contra um, que conta a história da federação do ano vermelho. Esse no primeiro, você sabe que o rico também não tem mania de fazer vagabundo com outro, né? tão assim criminoso no Rio. Ele é conhecido no Brasil inteiro e parece que o carioca gosta de uma de vagabundo famoso. Esse aqui do meio, não Sei se vocês vão lembrar,
vocês são novos talvez não se lembra disso, ele é o famoso catinha, José Carlos 2025. Por que que o Scatinha ficou tão famoso? Porque ele foi o primeiro preso do Brasil a fugir do sistema prisional como helicóptero. O outro eh faccionado do Perú sequestrou um aeron fez com que o piloto baixasse na grande e ele estado. O último é o chamado Roberto Leuber. O apel dele é badão. Então muitas vezes você vê a descrição não só CV, mas Coloca CV R, ou seja, CV. Roger Rubber que era então a história das ela começa em 1979.
81 surgiu a outra facção para se contraparou o comando vermelho que era chamado terceiro comando. Pouco tempo depois assume o governo do Rio. Quando Brisola assume o governo do Rio em 83, ele toma duas atitudes radicalmente opostas, uma espetacular e a outra que destruiu o Rio de Janeiro. A primeira queola fazola um Desían que tinha um coração muito bom. Tava viro e a primeira providência do Bzola foi proibir a polícia de imporcionar nas comunidades cajas. 79 tinha sido feriado comando vermelho. 81 terceiro comando. Quando o faz isso 83, as facções cariocas começa a crescer assustadoramente
esos do Por outro lado, ele fez uma coisa sensacional que era a construção dos Sieges. O sea, era uma escola de estudo integral, ainda existe No Rio, não dos módulos que criou, mas era uma escola de estudo integral que sempre ficava ou na porta ou dentro da comunidade. A ideia era sensacional porque a criança chegava na escola 7 horas da manhã e só voltava no seu barraco 6 horas da tarde. Então assim, naquele momento o referencial da criança era o professor porque ela passava o dia inteiro na escola. Não sei se acontece na Bahia, mas
em muitos lugares as crianças vão pra escola só para comer, Porque ela não quer nem quer comer para saber se alimentar. E o Pisola teve esse insite junto com Garciro, que era educador e construiu-se pouco tempo depois, não consegue fazer o seu sucessor. Um outro camarada assume o governo do Rio, não entende o projeto C como projeto de estado, mas sim como projeto de governo, deixa de lado o CP e hoje os CS com Rio são tomados pelos tratores de Jas. Naquele momento, como eu falei para Vocês, o referencial dessas crianças era hoje, o referencial
dessas crianças que estão no Ces é efetivamente o Dr., mas sempre pode piorar e piora com esse demônio aqui. Alguém lembra dele? Pablo Emílio Escobar da Bíblia. Papo Escobar um dos caras mais geniais que já seam na face da terra. Só que gêno do mal. Papo Escobar, né? começou combando, os confordos, pequenas coisas da Colômbia, foi um mentor intelectual chamado Cartel de Media. Pablo Escobar foi o maior traficante nem aí ultrapassou o Pablo Escobar. Papo Escobar foi o maior traficante que o mundo já conheceu. Papo Escobar ia com muita frequência ao Rio de Janeiro. O
Rio sempre foi porta de saída de drogas. A droga do carioca naquele momento na década de 80 era maconha. Porque a maconha sempre foi uma droga barata. A cocaína era a droga das elites. Então carioca de uma forma geral não gerava morte. Quem gerava era elite do Rio de Janeiro. Posso cobar teve um site que acabou com a cidade que acabou destruindo com a cidade. Ele começou a entender que a cocaína era muito cara pro carioca e ele começa a vulgarizar, ele começa a popularizar o valor da cocaína. Aí o que que acontece? começa uma
guerra assustadora entre os tratantes de droga do Rio. Final por ponto de droga, final da década de 80, início da década de 90 começam a surgir os fus do rio. Engraçado que teve uma Socióloga que foi na livos e ela chegou à seguinte conclusão que os traficantes do rio usam fuzil porque a polícia carioca usa o fuzil. Ele perdeu completamente a ordem das coisas. Naquela época, final da década de 80, início da década de 90, a arma da polícia de todo o Brasil era um bom e médio. Capítulo 38, que a gente chamava arma longa
que se tinha era escopeta car 12. Nunca a polícia fuzil. Fuzil no máximo era uma arma de unidades Especiais, mas não da polícia convencional, não da polícia colomal. A polícia do Rio teve que se adaptar para poder enfrentar os traficantes daquele corri, mas ainda pode piorar um pouquinho. Alguém se lembra disso aqui Cariru 1992, pavilhão nove do Carandiru se revela. Troca de choque, tropa de choque da Politar de São Paulo é chamada no garantiu. Quando chega no garantiu, no pailhão Encontra os presos com arma de fogo, com fatos, com toques, com paus, com pernas, presos
contaminados pelo viv colocavam sangue na seringa para poder contaminar os policiais. Esse foi o quo que a tropa de choque daí de São Paulo se depou quando chegou no mó. Primeira prova que chegou, houve um primeiro confronto, matou vários presos, mas a coisa se perdeu. Não sei se vocês já leiam o livro do grauso barel chamado estação de hoje não gosto muito do graus Não, porque o grauso assim meio que que mudou, mas naquela época do Graus ele era médico do Carandiru e ele escreveu um livro muito interessante essa estação Caranderu, porque eles tinham autoridade
para falar aquilo que aconteceu no pau norte. E segundo grau de barela, houve 111 mortos no carro. Houve preso, houve morto dentro da cela com tiro nas costas e a cela fechava. Amigo, se a cela tá fechada, trancada, gerado, o cara toma tiro nas costas, eu não tenho outro nome Que eu não seja execução. Mas o processo contra ele é muito complicado. Tanto é que houve condenações, absorção, anulação, o comandante foi condenado, depois é absolvido, depois morreu. Até hoje a gente tem um salo nesse processo de prático. Pior sem querer te merecer os mortos, mas
pior do que ser mortes porque aconteceu no ano seguinte. Os presos que sobreviveram ao pavilhão do carante do confronto com a Polícia Militar, foram divididos nas Penitenciárias do estado de São Paulo. Muitos deles foram parar aqui na penitenciária de Taubaté. Na penitenciária de Taubaté eles começam aquele discurso que é comum do sistema federal. Ah, o estado é opressor. Ah, o estado é provável. Ah, o estado escolar. começa discurso na na penela de Taubaté. Naquele momento em Taubaté havia um time de futebol chamado primeiro comando da capital. Esse nome Primeiro Comando da Capital era o nome
do time de futebol da Penitenciana de Cavaleiro. Esses oito integrado esse time de futebol começam a ouvir aquilo que os presos anterior estavam dizer. Eles tinham como ícones da criminalidade os pationados do Pir e tinham aqueles temas falsos: paz, justiça, liberdade. Não sei se vocês sabem, mas essas normalmente essas criminosas, as maiores pelo menos, elas têm seus próprios estatutos, por mais tempo que se possa parecer. O dono vermelho disse que nasceu e criou seu Próprio estatuto com esses lemas, pá, justiça, liberdade, não sei o quê. Amigo, deixa te falar uma coisa, tem quase 40 anos
com Justiça Criminal. Eu nunca vi, nunca vi um traficante Rober nunca vi um traficante que cuide da sua comunidade. O máximo que o cara faz é um cliente barato. Sabem chega lá e pede você compra um cigarro para mim, compra. Tá faltando você compra. Isso não é lugar. Às vezes as pessoas falam: "Ah, fante." Mentira, irmão. Desde a Constituição do homem vermelho, o traficitante é um comerciante com o outro qualquer. A única diferença dele de um outro comerciante é que a mercadoria, o produto que ele lida é um produto que diz só isso. O resto
é o mundo pelo mundo. Então não se muda, por exemplo, uma vela da Globo laborizando o traficante em detrimento da segurança pública. Eles tem feito o tempo inteiro. A segurança pública tem apanhado, apanhado, apanhado o tempo inteiro por Conta dessas vias, principalmente das minhas abertas. Além disso, para piorar a situação, tinham dois integrantes com uma máquina italiana presos também na PD. E se calculos sobreviventes do garantiu a existência do comando vermelho e esses pretos com marca italiana, tudo isso misturado fez com que no dia 31 de agosto de 1993 esses oito integrantes desse time de
futebol se revelassem, matassem rival Também esta batendo. que surge a maior e mais sanguinária facção criminosa do Brasil chamada primeiro com capital. O PCC ele já deixou de ser considerado uma facção há muito tempo. O PCC ele é nitidamente uma organização de natureza raciosa. É completamente diferente, por exemplo, de um comando vermelho. Nos moros ou nos lugares quando você tem o comando vermelho, você sempre vai ver uma fichação, C. Se for no terceiro comando TCP. A fção do carioca é Diferente do PCC. Por quê? O carioca gosta de aparecer, ele gosta de ser militar e
o carioca, facção carioca, ela vive do território. Então por isso que a gente vê barricadas sendo formadas, porque tudo aquilo que tiver dentro da barricada faz parte da tradição. Mas aqui são as divisões do PCC. Ele dividido em sinfonias, tem dezenas de sintonias, cada uma delas com uma diferente. E aqui a gente começa a ter uma uma noção do que que é uma facção Criminosa brasileira. Não sei se você lembra dessa cultura aqui. Alguém lembra dele? Assim, por isso que eu falo que o Rio gosta de fazer vagabundo falo, né? Isso aqui é o do
Fernandino Beiram. Fernandinho Beiram uma furadinha. Em 2001 ele foi encontrado na selva colombiana. Dois helicópteros das partes, que é um grupo terrorista colombianas forçar armadas revolucionárias colombianas tentam Decolado, mas são abatidos pelo exército colombiano. Numa aeronave morre todo mundo. Na outra aeronave que escapou esse demônio aqui de veram. Tanto antes que vocês forem buscar a internet, vocês vão ver que essa foto Fernandinho tá com braço de boó, tá com o braço quebrado pela queda da. Mas o que que isso aqui tem de importante pra segurança pública? Porque a partir de 2001, a segurança pública no
Brasil passa a ter a certeza, passa a ter a convicção que as facções Criminosas brasileiras já estavam tendo contato com grupos terroristas internacionais, a exemplo das fáas, a exemplo do resborrado negro, a exemplo do rames, enfim, há uma troca intensa de armas entre as tradições cariocas, né, tradições de uma forma geral e esses grupos terrorísticas. Aqui quando eu falo para vocês que o carioca tem que ser estudado, ele tem que ser estudado. Surgiu uma facção carioca no livro Chamada terceiro comando corpo. Esse que vocês estão vendo aqui, ele é o do peixão. Diz a lenda
que o peixão ele era fometeiro do terceiro do muro. Quando o dono do corpo fez uma brincadeira escolachando o peixo. Que que era muito do mundo rico, inclusive na minha época de adolescência. Você tava no grupo, tava todo mundo de short, todo mundo de bermuda, vinha sempre engraçadinho e pum, puxava sua bermuda para baixo, você Ficava pelado ali era, era normal essas brincadeiras era normal. Eu já tive, já já participei um monte de brincadeira assim ficando calado com você. A outra brincadeira muito comum era você amarrar o tênis do camarada novinho e jogar no filho.
Era muito comum. O peixão foi vítima de uma dessas brincadeiras. Ele matou foi uma brincadeira. bateu com uma ofensa a dignidade dele saindo da facção. Muito tempo depois ele se converte. Olha Só que tá dizendo. Supostamente se converte, volta e toma a facção daquele camarada, toma oro daquele camarada que tinha feito esses colast. E aí surge um rio chamado narcopostali. Bom, é o carioca tem que ser estudado também. Fala sério. Os caras acham que eles agem em nome do Deus no Velho Testamento. Tanto é que nos fuzis no terceber você sempre vai encontrar uma passagem
bíblica ou escrita como for Tipo esse fuzil aqui, troca de Salomão. Então assim é uma loucura. São carnicos ao extremo. Eu vou mostrar um vídeo para vocês aqui agora. Eu queria que as meninas me perdoassem um palavrão, mas só que vocês entendam a realidade do que aconteceu. Tá bom? Vai lá. vai perder vaiar no cu. Só para fazer no contexto desse desse vídeo. Esse camarada que foi morto pelo TCP, ele era um sniper do comando vermelho. Só para vocês ter uma ideia do que acontece comigo, todas as facções têm atiradores de pressão. Todas elas têm
snipers. Você tem não só o sniper policial, mas você tem um sniper do gráfico também. Esse camarada do col vermelho, foi surpreendido pelo terceiro e fizeram essa barbaridade para um cara aqui. Isso é comum. Esse vídeo que eu tô mostrando para vocês aqui é uma realidade que acontece basicamente todos Os dias. Não é uma novidade, não é uma coisa extraordinária, mas ainda tem as milícias. Olha como é que o problema é grave. Você tem facção contra facção, facção contra milícia, milícia contra milícia e ainda a cereja do ovo, você ainda tem um jogo do bicho
em todo mundo. Então como é que você lita com uma situação dessa no Brasil? Se você não tiver um tratamento mais duro, um tratamento mais forte, mais insensivo, se a gente não for agora daqui a 10 Anos, daqui a 15 anos, nós vamos viver aquilo que a Colômbia viveu na época do quadro escolar. Para que vocês tenham uma ideia, cartão de Medelita Colômbia matou e mandou matar mais de 15.000 policiais. Policiais. Isso não não tá muito distante do que aconteceu em 2006 São Paulo foram morte só naquela rebelião assim. Se a gente não tomar cuidado
vai acontecer com a gente exatamente aquilo que aconteceu na Colônia. E esse aqui é milí. Pensa se isso aqui não seria do inferno caldo palavrões de eu é um quando cuerpo meu falou assim que vamos Não é não a reunião do inferno 77. >> É isso que a gente tem vivido. Em 2008 no Rio começou o chamado processo de pacificação. Eu eu me lembro muito bem como que eu vivi, experimentei nisso pessoalmente desde 2007 que eu passei a ser instrutor do B. Obviamente que instrutor jurídico, não, não instrutor jurídico tático. Mas desde 2007 eu comecei
com voto com todas essas comunidades pacificadas, não pacificadas, quando começou o processo de pacificação, era a última luz do fim do outro do carioca. Só que o Rio tem um problema gravíssimo de corrupção. A Pacificação ela realmente tava resolvendo os problemas. Eu morava na Tijuca. Tijuca é um bairro que é um uma vila, como assim? cercada de mos, uma violência assustadora. Quando começou o processo de participação, a gente junta poucou para isso. A gente acreditava realmente na participação. Só que nós tivemos assim o governador mais corrupto da história. Em 2010 houve a retomada no complexo
alemão. Para quem quiser entender essa retomada aqui, aquele Livro que eu passei antes da retomada doão, eu escrevi esse livro com um amigo do Monteiro e um amigo da Petinha. Cada um de nós estava numa equipe diferente e a gente resolveu colocar no livro uma experiência que a gente teve no contexo alemão. Para que vocês ter uma ideia, uma comunidade de 300.000 habitantes aproximadamente. Olha que doutor, quantos habitantes tem aqui no alto? >> 80 >> 68 >> 68. Então imagina quase cinco almas toda num complexo só, toda numa comunidade. Você imagina o que que é?
complexo alemão. Aquela primeira que eu passei foi aquela última operação do complexo alemão, mas essa em 2010 foi uma operação de guerra porque era uma retomada do congresso alemão, ou seja, o estado ia retomar, ia permanecer no território. Então assim, muito estante da Marinha, eu por exemplo subi da Marinha, assim é uma foi uma Coisa muito impactante, muito impactante. Quem tiver, quem quiser interver de tomar conhecimento dessa operação, as duas livros uma foto e autar se vocês quiserem. Tem pouca coisa aqui, então vamos se acabar tem que ir rapidinho. Mas quando eu falei com vocês,
nós tivemos o governador mais corrupto da história que foi o Sérgio Cabral. Por isso que as classificações do S. Esse aqui é a figura do Sérgio Cabral. Vocês conhecem? condenado a mais De 400 anos de prisão, solto graças à impunidade trazida pelo nosso Supremo Tribunal Federal. Eu nunca vi. Olha que eu que eu lido com isso desde logo a constituição de 88 que eu fiz fazendo com 89. Antigamente você via uma decisão do Supremo, o seu olho até brilhava, eram verdadeiras alas, verdadeiras lições. Hoje acabou, é a pior a constituição de todos os tempos do
penal federal. Sabe assim? É roubadeira atrás de roubadeira, escândalo atrás de Escândalo. Você nunca vi ouvia falar uma coisa dessa história? Então assim, graças ao Supremo que destruiu completamente a operação Lava, operação que tava efetivamente mudando diante da paz do país. Então sem vergonha, gente. Supremo colocou em liberdade um dos mais corruptos governadores da história, que é o Sérgio Cabral. Tá lá na cobertura dele do Lebrão fazendo lá. Estuda dois, né? E na academia do especial profissional tava preso academia chamava de técnos porque os aparelhos filosofá mais resta aqui essa música tocava lá na rádio.
Sim, Você não ficou comovido não. Eu fico toda vez sempre rol uma lágrima. Olha, >> hoje é dia de você está terminando mais uma semana. Trabalhei relaxado, o livro é um diá para você. Bom final de semana para vocês. Se é um tapa na cara do brasileiro, como é que isso vai acontecer em outro país? O cara é condenado há mais de 400 anos fazendo live, tirando ontem, ainda falou que é um possível candidato a deputado federal. O carioca é tão burro, tão ignorante que vai botar esse camarada na C. Então assim, é isso que
a gente tá vivendo, assim, a gente tão chave com as coisas que acontecem no Brasil. Faquim tem um ditado curto que diz o seguinte: "Quem não conhece sua história está condenado a repeti-la". O que o Murizola fez em 83, o Faquim repetiu durante a COVID a DPF 635, não sei se vocês lembram disso, ele proibiu a segurança pública do Rio de impulsionar as comunidades cariocas. moral da história, os traficantes do Rio Cresceram assustadoramente por conta do ministro Fquinho. Além disso, ele proibiu que a segurança pública, mesmo nas situações excepcionais, se incursionar-se nas comunidades utilizando aeronáve.
Não sei se vocês sabem, mas o rio ele tem muitas favelas e as favelas normalmente são em morros. Existemas brancas, mas as paquelas que são nos moros, a encoral é muito difícil, porque os traficantes colocam na baixa aquilo que a gente chama de Ceteira. Eles fazem muros de concreto com cano PVC no meio. Por que o cano PVC? para ele poder colocar o bic fuzil, que ele tem uma visão privilegiada de quem tá subindo e quando as forças de segurança revita e atiram, acertam no mundo que estão 100% seguros. Então é muito difícil você prometir.
É muito difícil de vocêar numa comunidade que seja de morto se não houver o apoio da Aeronáve. O que que a Aranáve faz? Ela chega, dá aquele espalhabraço pro Faquinho. A peronado faz ou fazia, era tudo que acontecia no dia tirando, o cara saía tirando metralhadora, matando todo mundo. É uma ignorância, uma estupidez tão grande com relação à aquilo que acontece na ponta, aquilo que acontece na segurança que a gente não consegue exprimir a que tem, faz aqueles palhabrar, os traficitantes saem colando lá quebrando e a tropa consegue progredir. Só para isso não ficar tirando
de ninguém lá de cima. Mas foi Uma proção de aqui. Esses aqui são os protegidos da vida. Escuta isso. Olha a tá 30 tá na pista. nó quiser pegar vai pegar inteligente. ela foi o lá. A gente podia ficar a noite toda só discutindo esse livro aqui. Logo naquela primeira cena vocês viram aqueles traficantes dando rajada com estavam Dando rajada em direção à comunidade que tava em frente. Que que vocês acham que aconteceu com aquela posição? Vocês acham que ela explodiu ou explodiu no ar igual um pouco de artista? Ou ela acertou alguma pessoa, ou
ela acertou uma casa, acertou um poste, matou um cachorro, vai acert alguma coisa. Aí a mídia vai chegar, vai dizer que a polícia porou naquela comunidade e atira daí. Se você fosse das forças de segurança, você gostaria, qual seria a Sua alternativa? Você preferiria tomar um tiro daquele moleque? Vocês viram aquela criança com 8 anos, com 9 anos, com uma copia na mão, com carregador estendido, só usa a arma para um morro quem é soldado, porque ele não é fometeiro, ele não é olheiro. Se ele tá armado é porque ele é soldado. Se ele é
soldado, ele vai atirar contra as forças de segurança e as forças de segurança vão reagir e vão matar aquele moleque. Ele vai tomar um tiro fusil que vai ter Um olímpe trae tamanhozinho aqui e a saída nas costas dele vai ser do tamanho de melão. Quando você chegar, quando a perícia chegaram, né, para fazer a perícia do local, já não tem arma mais. Os traficantes levaram pistola. Ele vai est com a carteira do CF no e a mídia vai chegar e vai dizer que a polícia entrou naquela comunidade e matou uma criança que tava na
escola. Então é isso que a gente tem que entender, sabe? Há uma há uma desconstrução da verdade por Parte da Bíblia com relação à segurança pública. Eles vão mentindo, mentindo, mentindo. Quando eu falei para vocês que a nossa guerra era uma guerra cultural, vocês viram aqueles moleques daquele bando de menino ali em cama de fugzinho, né? De de papelão, de madeira. Alguém aqui quando era criança já brincou e no Instagram? Quem já compou levanta a mão. Todo mundo brincando, né? A gente gostava de ser para descer o também, né? Aqui, só para vocês terem uma
ideia, hoje nas comunidades não se brinca mais com esse ladrão. É só de ladrão. Ladrão, só tem ladrão. Eles só brincam de ladrão. Então mulher fingindo, praticando extorção, medendo sequestro, traficando, matando, estuprando. É assim. Então a mudança é muito radical na cultura. A gente tem começado a base e a gente se perdeu na nossa base. E aí você tem aqui o tribunal do crime, só vou passar rapidinho para vocês Entenderem como é que a coisa funciona. >> Essa é a verdadeira face do crime. Os bergos, vielas e favelas, quem julga não é a justiça, é
o tribunal do crime, onde a sentença vem tortura, humilhação e execução. E onde estão os manifestantes agora? Cadê os que se indignam nas redes? Cadê as câmeras da TV? Silêncio, conivência, covardia. Esse é o tratamento nas mãos de criminosos. Esse é o prazer que finge em não ver. Agora eu te pergunto, de que Lado você está? Qual futuro você quer para os seus filhos? Pensa bem, porque amigo pode ser tarde demais. Ela tá em casa. essa parte tirar foto não tá pelo amor de Deus para Au, mas agora para de chorar. Que isso? Uma tesoura
Uma tesoura ele todo mundo. Olha, eu sei as coisas que eu falei >> e ainda se sente quadro. Mas e é esse esse é o quadro da segurança pública que a gente tá vivendo hoje no Rio, né, paraantes do Brasil inteiro foram rio, principalmente por conta da DPF bem. Para que vocês tenham uma ideia, em Minas nós temos 50 alunos principais. Esses 50 alunos principais a nossa Inteligência já levantou que 45 moram hoje nas comunidades do Rio. 45 alos principais que a gente tem Minas. Tem gente da Bahia, tem gente do Brasil inteiro. Por quê?
que o faquinho daquela DPF 3535 fez com que o rio se transformasse num hotel de vagabundo, no hotel de primeo. E aqui é como a mí energa a segurança boca. A cena como um todo é essa aqui e a cena que vai pra mídia é só um pedaço que interessa a eles. Aqui você tem esses esses influenciadores que eu vou falar uma coisa, a gente não tem noção, né, da da bobagem que eles falam de escuta só o que esse jornalista vai dizer com relação ao crime idoso. Saca só isso. >> Quando o bandido sente
que ele não terá os seus direitos respeitados, ele atira até o fim. Isso aí aumenta a letalidade tanto motivos e também entre policiais. >> Quando o bandido não sei se os seus Direitos vão ser respeitado a direção. Não faz isso, sabe? Esses são os formadores de opinião. E essa então é a raiz da sucata. Ela tava na CN e agora tá no parece que tá no Wall. Ela só destrói a segurança pública. Isso foi uma operação antes do morte. tinha sido a maior operação que aconteceu no Rio. Olha como é que ela essa operação. >>
Uma operação policial que chega no lugar para prender 21 pessoas, prende seis e deixa 25 mos precisa ser olhada de Perto. Conseguiu o feito matável operação mais legal da história do Rio de Janeiro. Moradores do Jacarezinho, a zona norte, onde aconteceu essa ação desastrada para dizer o mínimo trágica da polícia, foram ali a um protesto. Quem vai explicar pra gente é a Raquel Aborino. Raquel, 25 mortos, um policial. E o discurso da polícia é que tava todo mundo fortemente armado. Aparentemente estavam muito armados, mas não sabiam atirar, né? Porque eram 24 armados e Matavam só
um do outro lado, mas morreram todos esses, né? Pois é, as políticas de segurança pública adotadas aquilo. >> É assim que a disse. Então assim, para ela que teria que acontecer, se houve 25 motos de lado, teria que acontecer 25 motos também. Ou seja, é isso que a M faz o tempo inteiro com a gente. Mas enfim, não quero também se estilular vocês, não. Nós vamos aí reconstruir o nosso país. Por isso vocês estão aqui Nesse evento. Tem um ditado que eu aprendi no BOP há muitos anos que diz o seguinte: "Senão nós, quem? Se
não agora, quando?" A gente sempre tenta empurrar um problema pro outro, né? E nunca é o momento da gente fazer alguma coisa, mas esse tem que ser o nosso lo. Esse tem que ser o nosso grito. Desculpe o transtorno, estamos mudando o Brasil. Essa é a minha missão. Essa é a missão de vocês também. Fiquem com Deus e a próxima. Obrigado. Obrigado, gente. Só por isso, só por essa recepção, eu tenho dois livros para vocês. >> Só que é assim, não é tão fácil receber. Tem um livro pras meninas e um livro para rapaziada. Quem
quiser esse livro, a gente vai fazer uma pequena disputa. E a disputa é o seguinte: quem quiser, quem quiser vem aqui à frente. Nós vamos fazer um campeonato de flexão e ficar Com Não é para qualquer um, não é para qualquer um. Só vem que tem sentido mais também para resolver, não é? Olha, vamos formando para cá. Pode vir, não é para qualquer um. Se você achar que tem condições, boa. Tem ninguém armado aqui não, né? Que rodinha é essa aí, pô? Como é que vocês vão fazer? Animal, mas não acabou. Calma, sentem seus lugares.
>> Aí, ó. Aqui, ó. Mas aqui só isso aqui. O que que vocês estão fazendo aí atrás? Gente, ainda não tem uma coisa coisa legal ainda. Segura aí aqui na frente só a galera que vai fazer reflexão e concorrer o livro. Só isso aqui na Bahia. Sério? Vocês estão dear, né? >> Tem mais ninguém? Vamos bora. >> Vamos começar ao meu comando e ação é tudo encerrado. Encerrado. Não pode ter de onça. A dia de onça botar o polegar na frente. Beleza. Serrado osso padrão. Bora lá. Vai, vai. Isso. Pera aí, pera aí. Vocês vão
pensar. Beleza, vou começar, hein? Ao meu comando, hein. Vamos lá. Embaixo já começou a sair, Vocês estão tremendo >> a >> em cima. >> Eita, eitação meio. >> Eita que já foi. Meio é meio em baixo. Tem c eliminar, hein. Ele não sabe que é meio quem é meio? de baixo. >> Vai morrer. Ia morrer >> em cima. Em baixo meio quando começa a tremer melhor embora. Tremeu se for. >> Eita que vocês estão com lagarti. É, é apoio. Muito obrigado. Apoio >> embaixo. Boa. Boa, boa, boa, boa. Em cima baixo. Em cima baixo. Gostand
ver que é tudo polícia aqui, né? Em cima, baixo. Aixo. Cima, baixo. embaixo >> da frente que tá ao vivo. Em cima, embaixo, em cima, baixo. Só tem dois, hein? Sobe aí, sobe em cima. Desce a bunda aí. Agora as meninas pras meninas. Pera aí, gente. Pera aí. Pras meninas vai ser prancha. Bora, meninas. da mulher prancha agora agora Mulher já. Vamos, galera, mulheres. >> Já tem >> que isso já três Fernanda. Bora. Quem mais? Quem mais? Opa. Cinco. Cinco. C >> prancha. >> Agora, >> agora eu quero ver, viu? Bora, bora, Pai. Bora. Cadê
as meninas? >> Abre a rodinha aí, galera. Agora >> vamos, galera. Vamos, mulher. Vamos lá. >> Bora, meninas. >> Bora, meninas. Bora lá, meninas. Quem vem? Alguém mais? >> Encosta aí, galerinha. Passa as meninas. Eita. Você vai me ajudar? >> Vou te ajudar. >> Manda baixar o ó. Vou ajudar Greco, viu? >> Isso. >> Ninguém. >> Vou estudar. Vou estudar. Vamos, vamos lá. Vamos lá, hein? Nove mulheres aí falar já lá na frente na frente. >> Bora lá. Bora lá. >> Pera, pera, meninas. Posição do >> bora. Começou. Começa. >> Abaixa oum. Abaixa oum. Abaixa
o bumbum. Abaixa o bumbum. Gente, abaixa aqui o Isso. Mica a perna aí, Mica. Vamos embora, Mica. Ô, Mica, levanta. Boa, boa. Já foi, >> Mica. Já foi, já foi. Levanta, já foi. Tem que subir mais, >> subir mais um pouquinho aí de preto na frente de bica. Nanda já foi. Mica já foi. Mica. Tô vendo seu joelho no chão. Mica. Mica já foi. Mas valeu. Mica. Você jogou duro. Pera aí. Segura aqui. Passa. Eita. Bora, Camila. Bora Camila. Boa, boa, boa. >> Vamos, vamos, vamos. >> De preto, de preto. O corpo mais um Pouquinho.
Desceu. Só falta cinco. Cinco. Bora, meninas. Suspende um pouquinho mais aqui de calça. Suspende o corpo um pouquinho aqui de calça. Suspende um pouco de calça creme. Isso. Isso. Suspende um pouco tá aqui. Espire o corpo aqui na calça preta. Isso. Esp. Esp o corpo. Aqui suspende o corpo aqui. Abosivo. Isso. Suspere mais. Suspere mais. Ó, aqui já foi. Duas. Já foram. Falta três. Bora. Suspende um pouco. Suspende aí. Suspende mais um pouquinho. Bora suspende mais um pouquinho de corpo, amor. De calça. De calça. Suspende o corpo. Suspende o cor. Isso. >> Olha para outro
e fala assim: "O livro é meu". Boa. E gente, permaneça exatamente aí que tem sorteio de um código pintado. >> Vem para cá. Vem para cá, moleque. Mas vocêou e a foto agora tem um código comentado de greco. Sortear agora mais quatro livros. Segura aí. Vamos fazer o seguinte. Lista de presença. Os professores vão falar o número e a gente vai ver. Quem tiver aqui fizer postagem para aquela faculdade, tem que mostrar para Bora caderista. Professor, professora Cristina, >> professora Cristina, diga o número de 1 440. de um número um, >> Eduarda Serra Pereira da
Peta. Aí >> vamos fazer assim para acelerar. Quando não não tiver o número, a gente vai pro subsequente imediatamente. Número dois, >> Jaimâes Morais. E a Jaí, salva de palma pra Jaí, gente. Jaí, você ganhou, mas vamos lá, depois todos vão lá fora que ele já tá com a mesa, com os livros, você vai pegar e vai autografar e te entender. Pode ficar aqui em cima. Professor número. >> Maria Eduarda Lopes Cunha, José Mateus Guedes Guerra, José Mateus. É, Manuel, me diga o número de 1 a 441. 15. Marcos Vinícius, Conceição Santos. Não acredito. O
código deixar, tá? Faculo >> 50. >> Bruna aranha. Bruna Aranha não. Próximo. Manuela da Silva de Souza. Manuela da Silva de Souza. Amélia Albertade Rodrigues. Amé tá aí, ó. Améa tá aí. Tá não. Próximo. Lavinha da Silva de Santana. Lavinha sobe aqui. E agora pode comentar de greco atualizadíssimo. Bruno, a quem você vai dar o próximo comentário? 150. Maria Luía dos Santo Batista. Rafael Santana, Talinda Almeida Maria Luía. Ah, olha, comentar estava de palmas, né? Então gente, obrigada. Ó, Greg tá aqui fora vendos autógrafos estão liberados para fotos. Muito obrigada pela voz maravilhosa. Obrigada pela
atenção de vocês.