[Música] [Música] Vai começar mais um programa Alerta Consumidor aqui na TV Alerta. Bom, pessoal, a gente acabou de sair aqui da delegacia Polícia Judiciária. O cenegraf, pode vir cenegrafista também tá aqui o consumidor, o Daniel, o nosso cenigrafista, o Caik Nascimento.
Situação complicada, hein, Daniel? Bastante complicada. Eu acho que as pessoas têm que ter um mínimo, um mínimo de consciência daquilo que vai fazer, né?
Vocês eh devem ter visto na nas imagens, vão vão ver eh que a gente chegou com muita calma, pediu para falar com a com a moça. Esse homem saiu ali desesperado, agredido na gente, agrediu o consumidor. O cinegrafista foi agredido, moças ali também derrubaram, quebraram a câmera, quebraram o microfone que tava nas minhas mãos, pegou uma barra de ferro dizendo que ia matar ele.
Foi uma um grande absurdo que aconteceu aqui. Foram conduzidos para depois de muita insistência, né? Os policiais deram um atendimento muito educado pra gente, mas não queriam nos conduzir para cá, queria que a gente viesse depois por conta própria.
Não, isso daqui serve para que saber que eh donos de empresas com pouco ou com muito dinheiro vão ser assim conduzidos paraa delegacia e serão processados se agredir pessoas. Isso é um grande absurdo. Ainda mais a imprensa, a liberdade de imprensa foi ferida hoje aqui na TV Alerta.
E olha, eu tô muito indignado. Eu quero, Gabriel, posso mostrar? Estende o seu braço aqui, ó.
Ó, tá todo arranhado aí. O segurou também esse braço também estamos aqui com requerimento. Ele vai passar pro exame de corpo de delito, né?
Então ele quebraram o tripé e derrubaram a câmera no chão. E quando ele agachou para pegar a câmera, tô falando porque eu assisti as imagens, não sei se já passou para vocês aí na edição, quando ele abaixou para pegar a imagem, uma moça chegou e começou a agredir ele e e falaram ali, né, que elas falaram ali que elas vão fazer exame de corpo delito, porque nós teríamos agredido elas, não é isso? Exatamente.
Falou isso aí pra gente como se e ele fosse a vítima, né, e nós fossemos culpados, sendo que é aos contrários, né? Ela que tá me devendo faz tempo. Fiz o BO eh, lá já em Agudos.
Aí tivemos que fazer outro BO aqui pela agressão aí do rapaz que tá descontrolado. Quebraram também aqui o meu Riban num soco, infelizmente. Mas nós vamos para cima, não vamos deixar esse barato.
Enquanto ela não fazer a devolução aí total do dinheiro, a gente não vamos parar. Pois é, Cláudio. Esse vídeo vai ter que até ir, viu, Gabriel?
vai ter que até ir pro início do do vídeo e eu queria que você perguntasse pro Claus aqui eh o que que foi que aconteceu pra gente ter chegado até lá, porque não deu tempo nem de fazer isso. A gente chegou lá, viu que ela tava saindo e a gente abordou ela ali na saída da empresa. Então não deu tempo nem de fazer a explicação do caso paraa audiência.
Se quiser ouvir dele, porque você não sabe também. Então que eu vi parece mobiliário, alguma coisa assim, né? Isso o que acontece é o seguinte, a gente, eu e minha esposa se interessamos pela tão sonhada casa, né?
E como a minha esposa tinha o contato dela, a gente entrou em contato com ela e ela ofereceu um terreno para nós. Aí, eh, batemos o martelo, fiz o, ela falou o valor do terreno para nós em 95. 000.
Eh, fizemos uma entrada via Pix, tenho tudo os comprovantes aqui, dei R$ 30. 000 na mão dela e após 4 meses eh de, né, veio e projetos, veio o termo para para assinar. Quando chegou o termo na minha mão para assinar o termo de compra e vendas, eh, tava 115 o valor, valor diferente da negociação de 95.
000. Então, aí eu pedi eh, para ela a devolução do meu dinheiro porque eu não queria dar para inverter a câmera aí, gira. Al, continua.
Pera aí. Então, aí nesse caso eu pedi o dinheiro de volta, né? Porque o valor tava totalmente diferente, 20.
000 a mais. Ela falou que inserir na parcela. Eu não quis.
E falei para ela pediu eh devolver o dinheiro de volta. Ela falou para mim que ia devolver o dinheiro. Eh, me pedia meu Pix, só que dizia para mim que tinha problema na conta, nunca enviava.
E em seguida ela falou para mim, né, depois de uma semana, falou para mim: "Ó, passa a o número da sua conta que eu vou fazer um TED". Ela pegou e fez realmente o TED, só que o dinheiro não caiu. Eu questionei ela novamente, ela me disse que tava com problema e na conta.
E então eu falei para ela, então faça um Pix. Ela de novo passa seu Pix e nunca fez esse eh eh retornou esse dinheiro para mim. Aí ela fez só prometendo.
Aí ela fez uma uma promissória eh no nome dela, tá com meu nome junto, dizendo que ia devolver os R$ 30. 000 R$ 1000 eh, com data de vencimento. Chegou a data de vencimento, também não devolveu, ou seja, mentindo o tempo todo, não tem esse dinheiro para devolver e fica de sacanagem aí enganando a gente, né?
E enganou mais gente em agutos, porque tem bastante gente que reclamou. Então, é um caso aí eh chato, né, que os sonhos da casa própria aí que as pessoas têm eh virou na verdade um pesadelo, infelizmente. Então, a gente eh por isso que eu chamei a reportagem, porque eh para que esse caso também ela não, né, eh venha ao público para ela não fazer mais vítima e também, claro, para ela fazer a devolução do dinheiro que é nada mais justo, né?
Mas não imaginava que ia sair desse jeito, né? É, exatamente. Aí chegando no local, a gente não imaginava que ia ser desse jeito.
Saiu um sujeito lá todo apavorado, gritando com a gente, empurrando. Eu fui separar com o repóter, tomei um soco no no rosto, eh, o meu Rivan quebrou e aí e ele tudo na razão. Isso sendo que a gente tava numa área pública e agredi o repórter aqui também, coisa chata.
E aí a gente todos vamos vendar aqui na delegacia. É, pessoal, eu enquanto ele estava aqui na delegacia, eu vi o vídeo bruto, não posso comentar seu vídeo, depois vocês vão assistir. Mas é totalmente sem cabimento nenhum.
Falando direito de imagem, de uma forma que nem existe. Rua. Qual o dinheiro da imagem da rua?
Não vou captar a a calçada. Não tá como comprar a calçada, comprar umas coisas. Bem lembrado, porque eu eu já vi já a gente reclamar de filmar dentro do estabelecimento.
Agora de filmar a rua. Essa eu fui a primeira vez. Será que é prefeito aqui da cidade agora?
Ele não é um prefeito agora da cidade? Não pode filmar a rua dele aqui, sei lá. É.
Eh, Gabriel, obrigado pelindo aqui. Obrigado ao seu pai. A gente vai então exibir a reportagem agora, né, pessoal?
E vai lembrar que foram mais de só no grupo que você fez já tem mais de 30 vítimas, né? Tudo com boletinha de ocorrência, denúncia no cresce. Então, o negócio tá feio pro lado dela, viu, Gabriel?
Tá feio. E agora ficou feio para para essa empresa aí que se meteu no assunto, né? Assumiu a bronca.
Por que que assumiu a bronca? Que relação que então que tem ali e partir para tudo que foi feito hoje. Um jovem aqui trabalhando, um jovem trabalhando que tem hoje tá difícil de você ver os jovens assim se dedicando.
E aí foi agredido no ato do seu trabalho, no ato de imprensa e nós repudiamos a agressão a qualquer tipo de de pessoa. Mas quando você agride o jornalismo, você agride a Constituição Federal. Então, encerramos essa reportagem, não, porque você vai assistir tudo que aconteceu agora.
Até mais, pessoal. [Música] Podemos conversar. Oi, podemos conversar?
Opa, tudo bem? Conversar com a Milena. V conversar com a Milena.
Conversar? Mas você tá gravando imobiliário. Por quê?
Ah, estou imobiliári aqui. Eu preciso conversar com ela. Ah, mas então você desliga a câ pega o microfone para mim.
Desliga a câmera aí. Tira a mão, tira a mão, tira a mão dele. Tira a mão dele, tira mão dele, tira a mão dele, tira a mão dele.
Eu não tenho nada escrito tira a mão dele. Na minha empresa. Não, tô, tô na rua.
Eu tô na rua. Eu tô na rua. Não me empurra.
Não, tira a mão de mim. Tira a mão de mim. Tira a mão de mim.
Tira a mão de Aciona a polícia aí. Pode aconar. Você tá vendo folgar aqui dentro?
Eu estou na rua, na calçada. O que que o senhor é dela? Que que nada dela?
Não é nada dela. Nada. O senhor, olha lá.
Opa, opa, opa. [Música] Não vai chamar pol. A senhora está presa.
A senhora está presa. O senhor tá preso também. Senhor tá preso.
Senhor tá preso. Chama a polícia. Chama a polícia.
O senhor tá preso. O senhor tá preso. Sai fora.
Sai fora. Sai fora. Sai fora.
Fora. Sai fora. Sai fora.
Sai fora. Sai fora, filha da [ __ ] Sai fora. Sai fora.
Chama a polícia. Chama a polícia. Rapaz.
Você faz parte da [Aplausos] pagar tudo isso de você. Você agrediu, você me agrediu. Polícia, chama a polícia.
Chama a polícia, por favor. Não entra errado, rapaz. Chama a polícia.
Ent errado. Ent errado. Você tá com entendeu?
Você tá com ped para ele não filmar. Eu pedi para ele não filmar. Só para ele não filmar.
Só para ele não filmar. Você que tá falando. Ninguém chama a polícia aqui, ó.
Eu quero falar com ela, entendeu? Ninguém quer falar com você. Então isso mesmo.
Então fala com ela. Negócio já. Então, então você fica na sua, sua casa na minha [ __ ] Não preciso fazer graça não.
[ __ ] tá na na cara. Vai na via pública, parceiral. Estamos aqui na via pública.
Nós estamos aqui na via pública. Nós estamos na via pública. Problema é seus, entendeu?
Você vai perder esse celular, moleque. Você tá tirando filmar com urgência jornalista. Estamos sendo agredidos.
Estamos sendo agredidos. Estamos sendo agredidos. Ela não, a você tem que brigar com ela.
Não é a gente eu filme. Pessoas atacar de reportagem quebrar equipamento. Você tá passando pano mal.
É, você tá passando errado afasta dele, você para ele. Afasta dele. Vocêou, você tá preso.
Você tá preso e você tá preso. Você tá preso, você tá presa. Você tá preso.
Eu tô na rua. Tira a mão de mim. Você me agrediu.
Você me agrediu. Quieto. Eu tô na rua.
Tô na rua. Você tá preso. Agredindo é o celular.
Você não vai tira de mim. Você me agrediu. Você me agrediu.
Segura, segura. Agrediramigraf. Você tá preso.
Ai, a bateu aqui, ó. Filma, filma, filma. Ei, certo?
Então não entra no meio. Só não entra no meio. Vocês estão errado.
Nem tem nome aqui. Eu tô. Não avisou, não avisou ela.
Estamos falando que ela faz. Nossa, não tem nem nome essa empresa aqui. Você ideia como você chegar tá aqui.
Multiwk. Regina Oliva cabelo estética próximo ao confiança. Max, ó aparelho do cara ali, ó.
Tudo quebrado. Pessoas violentas. É que a esquina esquina você que nem filmar os outros que você tá certo?
Ah, não é aqui é, eu não tô comprando. Tô comprando a minha filmagem, parceiro. A minha filmagem.
Você acha que eu fosse na porta sem preso com a sua cara? Você curtir por que você saiu? Vocêou porque porque eu tava saindo já, entendeu?
Eu tô sabendo vou dizer que você tá aqui. Presta atenção. Você tá falando aí sua.
Presta atenção. Se eu fosse filmar você, se eu fosse filmar, você ia gostar. Se eu fosse filmar, você ia gostar.
Vai pagar seu gente. Chega, pai. Chega, pai, chega.
Afa, passa, passa, passa, passa, passa. Tá com barra de ferro. Tá com barra de ferro.
Vem, vem, vem, vem, vem, vem para cá. Vem para cá, vem para cá, vem para cá, vem para cá, vem para cá. Vem cá, nascimento.
Vem para cá, nimento. Vem cá, vem cá, vem para cá. Tá com barra de ferro.
você vem vem vem vem você vai entrar. Vem para cá que ele tá com bar de ferro. Vem para cá.
Corre, corre. Vem para cá. Vem pr cá.
Corre. Vem para cá. Vem pr cá.
pegou e tentou agredir ele. Eu corri pra esquina e falou assim: "Vem para cá, vem para cá". Ele se escondendo.
Ele veio de longe, de longe. Vem para cá, vem para cá. Tá com barra de ferro.
Tá com barra de ferro. Você tá falando que vai matar. Ah.
Ah. [Música] Tudo bem, patrão? Prazer, Daniel.
Boa tarde. Tudo bem? Prazer.
Tudo bem? Eh, isso aqui é um consumidor, eu sou repórter da TV Elétrica, é cinegrafista, tá sendo pi que Quebrado. Eh, tem uma moça que trabalha aqui, que ela fechou a empresa dela, ela tá parece que tá trabalhando aqui.
Ela tem já mais de 30 boletinhos de ocorrência por estelionato na área de imóveis e não conseguiram achar ela. A gente viio para fazer uma reportagem com ela no local público, no que é o que a lei permite, né? E quando sai um homem lá de dentro e vem nos agredindo a socos e chutes, ó, ele tá todo arranhado, ele e a filha dele ameaçou de morte, quebrou os equipamentos, quebrou o microfone, jogou no chão, tivemos que fugir para lá, fugir para cá e até que ele pegou aquela barra de ferro, a gente tava com o copon ainda na linha e tentou, só que a barra de ferro ficou presa no cabo de aço para tentar atingir ele.
Aí eu consegui tirar ele e eles correram tudo para dentro. Parte ele, a parte ele, eu e eles fomos agredidos, tá? Vamos esperar só o sergente chegar aqui, tá chegando, daí a gente já conversa com o pessoal e tal.
CL. Ok. Só vou fazer contato com a parte para ver se ela sai, se ela sai aqui, tá?
Claro. Tá ok. Quem o nome da pessoa?
Olha, a moça que que a gente veio procurar se chama Milena, mas quem agrediu foi o dono da empresa junto com a sua filha e com a sua esposa, tá? A Milena é funcionária. Então eu acho que sim.
Se precisar eu pego aí. Parece que conhece do nome. Oi.
Oi. A polícia acabou de chegar aqui. É porque na hora da agressão eu não tinha como chamar a polícia.
Eu pedi para quem tivesse assistindo chamar a polícia por mim. É, a polícia chegou, estavam aguardando chegar o sargento e o policial foi entrar agora dentro da empresa. Talvez o pessoal tenha olhado na na camisa dele, mas a primeira coisa que falaram imediatamente, em menos de um segundo pro policial, foi: "Oi, Fábio, ele sabiam o nome do policial, então ou foram muito rápido olhar na na no colete.
" Perfeito. Uhum. Nós fomos agredidos por quatro pessoas.
Todo filmado. Tudo filmado. Sim.
Tá. Se precisar precisar eu te aviso isso. Eu vou te deixar a localização em tempo real aí.
Tá. Tá bom. Bomar.
Tá bom. Obrigado. O senhor tá tá presente.
Alô seu apoio de Oi, acabou de falar comigo agora aqui. Polícia chegou aqui. Tá aguardando.
Tá. É que para você ter uma ideia, é uma imobiliária que não tem nem nome, cara. Assim, é, não tem nada na fachada, não tem rua.
É, mas conseguiu chegar. A polícia conseguiu chegar aqui. Obrigado, professor.
[Música] Tá bom, então. Tá, valeu. Obrigado.
Vou manter esse informado. Tá bom. Tchau.
Tchau. Avisa o pessoal que a polícia já chegou. Já que esperar o senhor chegar, nós conversa comigo juntos já.
Tá. Tá. É, cada um versão sua, versão dele.
Então eu vou ser bem parcial. Claro, claro. Perfeito.
E as imagens também, tá? Tá bom. Só guardar.
Só vou guardar na sombra aqui. Tá maravilha. Aquela na sombra ali que você tá na sombra, né?
Eu que tô no som, né? Um pouco. É, eu fui comprar um terreno com ela.
Sim. E aí no caso tira de uma rolação. No final era um valor e foi outro.
Eu f dinheiro. Ah, tinha fábrica também já tinha fado a entrar R$ 30. 000.
Tem um grupo com 30 pessoas que fez isso. Tem vendas do mesmo terreno, precisa desse dinheiro. Tem criança pequena.
E a pessoa faz isso. Eu tô mais de um mês em contato com ela. Tem tudo aqui.
Tá tudo aqui no BO aqui. Boo. Advogado já tem eu tenho um advogado.
Não entrei ainda com advogado. É que na verdade ela prometeu que só chegou a fazer um té para ele, mas nunca chegou. Fez um t para mim.
Aí depois fez uma promissória também. Nó veio absurdo também para gravar ela, mas de repente de repente saiu o rapaz ali tudo bravo. Tá tudo bem nome do senhor?
Daniel. Daniel, a gente vai fazer o boletim, o que é feito normal sargenta, pegar a versão dele certinho. S.
Não, pera aí. Pegar a versão dele do acontecido. Pegar a versão deles também do acontecido.
Se senhor tá lesionado, não tá também? Tá lesionado. Tem que ter que passar pelo ML.
A gente tem que ir pra delegacia, né? Tem que levar cond delegacia. Isso aí é assim que funciona.
A gente tá aqui para registrar o ocorrido. Pera aí. É a sua versão.
A versão dela de todas as partes. Sim, senhor. Lesão não foi, não foi vias de fato.
Sim, foi um foi uma foi uma agressão inclusive com aquela barra de ferro. Sim. Saiu o sangue dele, quebrou equipamentos.
Não, quanto a isso tudo bem. A gente vai essa tipificação. Essa tipicação tem que conduzir pr dele registrar e vai dar ciência pro delegado quem vai decidir é o delegado.
Autoridade. Se ele falar traz, traz. Se ele falar que é só a sua parte, é só nossa parte.
Doutor, sargento, segundo sargento Azevedo, eh, tá dizendo que não vai conduzir pra delegacia, vai ciência pro delegado. O delegado vai decidir da ciência pro delegado. Ah, a autoridade vai decidir se apresenta ou não.
O o Ah, tá. O, o, o sargento Azevedo falou que vai dar ciência pro delegado e o delegado vai decidir se apresenta lá ou não. É isso.
Procede aí. O senhor faz contato por telefone com ele. É isso?
Não vai. Ele disse que vai passar pro delegado e se o delegado quiser aí leva o pessoal pra delegacia. Eu já falei que o o meu cinegrafista tem marcas arranhadas aqui, ó.
Entendeu? Eu perguntei e falei assim: "Ó, o senhor vai ligar pro delegado? " Ele virou as costas e saiu.
Toda hora esqueço o nome do senhor, [ __ ] Daniel. Daniel, eu vou fazer contato com o plantão, com o delegado. O que ele o que ele orientar pra gente fazer aqui?
Eu conduzir pro plantão. Pero, tá? Tá.
O senhor quer ver as imagens ali pro senhor poder explicar melhor como fã dasções? Não, porque se eu for se eu for levar pro plantão, vocês vão falar diretamente com o delegado. Nós fal uma pessoa que pegar uma barra de ferro e tentar acertar uma pessoa para mim é uma tentativa de homicídio.
Se o senhor filmou a vai solicitar depois a filmagem. Eu quero, eu gostaria que ele vasse pra delegacia. Não é não é justo que que as pessoas possam ver e todo mundo vai sair agredindo os outros e vai comparecer quando quiser na delegacia.
Só eu só vou ligar lá. Por quê? Porque tem delegados que pedem, tem delegado que faz, ó, faz um local bo e depois vai pegar a cópia.
O que ele falar para mim, eu já faço com o senhor. Já vou ligar no plantão, tá? O nosso advogado tá vindo aí também.
Vou ligar proente cá, tá? Imagina se você entra e você agride a pessoa. É, entendeu?
Eu acho que tem alguma coisa de errado, cara. Desculpa. Imagina se é um repórter da Rede Globo é agredido.
Desculpa, tem alguma coisa de errada, tenente, não sei se esse é o procedimento. Tá só entrando em contato, senhor, que o senhor pediu para quando tivesse alguma situação diferente entrar em contato. Então, gerente, é o que acontece aqui é que fomos agredidos, como eu já passei pro senhor, e o sargento que está aqui está dizendo que eh vai ligar pro delegado para ver se conduz ou não.
Tô com pessoa aqui todo ralado, com equipamentos quebrados, agressão com barra de ferro. Foi uma tentativa de homicídio praticamente. Fora a ameaça de morte, né, cara?
Pô, o cara ameaçou nós de morte aí. Tá vindo aí. Que que é isso, cara?
O cara entrou falou: "Oi, Fábio. " Dizendo que é que é trabalhador e ameaça os outros de morte. Que que é isso, cara?
E cobrando coisa que não é dele, né? Pessoal, vocês que estão chegando aí agora, Polícia Militar tá praticamente todo mundo lá dentro. Quando o cabo Fábio chegou e abrir a porta para ele, nós ouvimos claramente, né?
Oi, Fábio. Sim, né? A pessoa lá dentro falou assim, ó: "Oi, Fábio.
" E agora imagina assim que há uma agressão, tá? Nós somos, nós fomos agredidos, imagina que há uma agressão. Ó, quebraram o tripé, quebraram o microfone, vocês vão ver nas imagens depois, tá?
Aqui, ó, no chão, pedaços de equipamento. Essa barra de ferro aqui, ó, foi utilizada para agredir aquele consumidor lá. Fomos agredidos por em torno de quatro pessoas aqui.
Os policiais estão lá, todos lá dentro conversando. E sabe o que me falaram? Olha, nós vamos fazer uma ligação pro delegado e se o delegado achar que tem que levar pra delegacia, aí nós vamos levar.
Não, pera aí, cara. Nós temos aqui imprensa e e consumidor, não é tentativa, agredidos, socos, chutes, eh barra de ferro, equipamentos quebrados no meio da Não estávamos dentro da empresa, estávamos na calçada, entendeu? E e fomos agredidos e ameaçados, né?
Ameaçado de morte, inclusive. E o caso aqui, para vocês terem uma ideia, nós já temos a relação de mais de 30 pessoas que dizem ter sido lesada e por essa imobiliária. E nem é para imobiliária, é para uma moça que tava aí dentro.
A gente não queria nem falar com a imobiliária, a gente queria falar com a moça que me parece que trabalha aí e que ela tava aqui na calçada e a gente ia abordar para conversar com ela e esse cidadão aí saiu agredindo todo mundo. E por incrível que pareça, estamos aguardando a posição aí do sargento da Polícia Militar que vai dizer se vai conduzir essas pessoas aqui para delegar sim ou não. Sabe qual que é o nome da empresa?
É aí, ó. Não tem nem nome empresa, mas é aqui numa localização privilegiada. eh um local de empresas sérias em Bauru, vamos dizer assim, né?
Aluguéis caros aqui, mais de 30 pessoas lesadas por uma pessoa que trabalha aí. E a gente queria conversar com essa pessoa que que inclusive mudou de cidade, anda sumindo por aí. E aí essa pessoal saiu agredindo por que comprou a dor?
Agora minha pergunta é polícia militar. Fala, olha, falei hoje de manhã na live, a polícia em Bauru tem dado apoio. Falei ontem na live, a Polícia Militar em Bauru tem dado apoio.
Retira o que eu falei até agora. Demorou um tempão para chegar. O COPOM falou assim, ó: "Ah, aguarda aí, ué.
Se tiver viatura vai, você tem que aguardar". E eles ouvindo a pessoa, a gente gritando: "Afasta, afasta! Ele tá com barra de ferro, um caos aqui e nada sendo resolvido.
Aí estamos aí aguardando o sargento. Tá lá dentro aguardando o sargento lá dentro. conversar com o delegado.
Parece que entrou uma senhora, não sei se é advogado ou não. Boa tarde. Eu vou interromper aqui que chegou o nosso advogado.
Pessoal, daqui a pouco a gente conversa. Tá todo mundo lá dentro. Bom, a gente, essa dona desse carro trabalha aqui, tá?
Não tem nome na imobiliária, então ela tem uma, ela, ela faz eh eh relações imobiliárias, ele e mais 30 pessoas são vítimas, tem um grupo com lista de ocorrência, com denúncia no CR e tudo mais. Ele deu um dinheiro, ela foi devolver, fez um tédio, o Tedd nunca chegou. Mas que aconteceu aqui agora?
Aí viemos conversar com ela. Quando a gente viu que ela tá saindo, a gente viu aqui e falou assim: "Oi, tudo bem? Posso falar com você?
" Nisso saiu um cara aqui e começou já a dar soco na gente, empurrar a gente deu soco, o chute, quebrou o equipamento, quebrou o microfone, rapaz. Aí saiu a esposa dele, a filha dele. Ameaçou de morte.
Pai do céu, que Brasil é esse, hein? Ah, tá. Ele que tá conduzindo ocorrência, tô só aqui nem encostei.
Ah, então tá bom. Tem um monte de cabo, um monte de soldado e mais um sargento lá dentro. E me parece que tem uma uma senhora que acho que deve ser advogada aí também.
Chegou o nosso advogado para querer que eu fique com capacete, cara? É no mínimo olhar pro braço do cara todo ralado. Eu só posso ver as imagens e ver aquele m de agressão, bota na viatura e leva, cara.
Isso não existe, cara. Não existe. Eu posto mijando o cachorro, né?
Que nem o ditado popular. Falei para você, a gente tá não consegui contar pra delegacia. A viatura foi lá o delegado se dizer, a gente vai fazer, tá bom?
O nosso advogado tá ali, se eu puder falar com ele. Ah, esse aí também é esse de branco. Aí, ó.
Se ele falar apresenta a gente vai conduzir, a gente vai passar na íntegra o que aconteceu. Eu posso mostrar o vídeo do senhor que aconteceu pra gente consar um flagrante? de fato assim essa aqui é quem vai o vídeo o delegado vai solicitar da o celular dele se ela tiver algum vídeo o celular dela também vai ser solicitado viv que tem segurança não acho que não tem acho que não dá aqui o início do vídeo eu mostrou ele quebrando o equipamento até o creme de dano é menor a agressão, né?
lesão corporal, mas a parte também teve, né? Não vai todo mundo. Só o advogado.
Se o delegado também estão machucadas. Se ele solicitar, a gente vai batendo das partes certinho. Pode ficar tranquilo.
Hora que ela quebra o microfone, ó. Porque essa a filmagem vai ser é diz que é mobiliária, né, mano? Você vê que não tem nem um dos vídeos, né?
Tem vídeos outro men. Agora ele já tá filmando sem a sem a parte do tripé porque no vídeo antes eles eles eles já quebraram inclusive chegou a desligar o vídeo. Não, mas ela pode, gente, como ela pode, se ela quiser acompanhar ela pode, porque a gente faz que para ir também.
Não, mas sou eu. Cheguei uma confusão. Você foi nisto, ó.
Cheguei, falei, posso falar com você, moço? Não é porque assim, então o atendimento de aqui fora que aí é público, eu posso acompanhar porque ela pode acompanhar o nosso atendo, não tem o menor problema. Sim, vou falar aqui o rapaz.
A gente como saiu do controle aqui, a gente separa as partes, tá? Ah, não, não, as partes, sim. Aqui como advogado não, né?
É como, por exemplo, tem delegado que não quer deixar a gente acompanhar o flagrante. Fala, pô, não sou criminoso, não, tenho que acompanhar. Entendi.
Mas a vítima vai falar, não, tudo bem, são é tudo policial. Mas, mas policial, vamos só me responder sua pergunta. Se eu hoje, se eu chegar agora e dar um tapa no PM Fábio, eu vou ser preso?
Não, não. Você aí vocês vão apresentar queixa depois quando deixar vai embora? Não, a gente vai faz o boletim tudo.
A gente dá ciência pra autoridade. Autoridade. Por quê?
É um que tava com quem? Tava com eles. Não, tava caído no chão aqui, ó.
No chão. É de vocês. É o nosso.
Ah, então que a gente pode tentar fazer para conversar com a advogada deles aí. Hum. Como teve a a fat agressões, a gente não vai permitir o contato mais.
Uhum. Mas eu acho que trocar ideia com ele, se o advogado dele pode conversar com o advogado deles aí que vai ser uma conversa com certeza. Deixa eu explicar.
E não é só uma agressão qualquer. Deixa eu explicar a importância disso, tá? Eh, um consumidor se juntando a mais 30, com brechin de ocorrência que sofreu aqui, vem até aqui tentar contato com a com a empresa e a empresa agride.
Sabe o que que vai acontecer? A partir de hoje, qualquer repórter do consumidor que for agredido, é, vai dar vai dar força pr as pessoas poderem agredir e ficar tudo bem. Eu acho que se fosse um xingamento, um empurrão, um peito, foi agredido, quebrado equipamentos, eu acho que que é uma agressão, não é uma tentativa, não é?
Ele também, vamos supor, ah, que ele falou que eu sou golpista na minha cara, que eu falei, se você bater nele, você tá errado. Sim. Se ele te chamar de golpista, você falei lá dentro, a gente é imparcial, não tô aqui nem para defender vocês, nem ele, é só registrar o que aconteceu.
Eu não falei que ninguém é golpista, não. Então é versão dele. Ah, porque eu sou treinado para isso.
É a versão dele. Aí vamos supor, ah, falou que você é golpista, você dá um tapa nele, você tá errado. Uhum.
O certo é você falar assim: "Agora você prova que eu sou golpista na justiça". Beleza. E tá gravado?
Eu falei assim: "Não, eu só queria conversar com ela. " Foi isso quando ele começou a gravar. Gravou.
Show de bola. Eu vai solicitar com delegado. Bem, teremos muitas e muitas agressões de muitos fornecedores quanto a consumidores e reportagens porque quando houve agressão, eu acho que para mim assim o delegado tudo falando lá porque senão não deu nada até intimar, até ver.
Eu vou acompanhar ele para ir pr ML, mas assim o mais importante de fato era a gente conduzir, conduzir ele, ela até porque a gente tem as imagens e é o flagrante, né? É, é o senhor como advogado, o senhor sabe, né? Nós somos os policiais preventivos e a autoridade de a autoridade é o delegado.
Muitas vezes a gente fala, vamos levar, não, não precisa. Então vou dar um exemplo pro senhor. Então eu posso dar voz de prisão por causa do flagrante.
O povo pode dar voz de prisão no flagrante, né? E tá no flagrante. A gente tá no flagrante porque tá com a imagem e o ato acabou de acontecer.
Não foi ontem. O que que a gente faz nesses casos aí quando acontece isso? A gente faz o boletim de ocorrência, faz a noque, a notificação, apoia as partes da tela de delelegacia e deixa todos lá.
Então vamos que melhor. Acho que até elimina pros senhores também só o delegado retendo a resposta. Às vezes a gente tá debatendo aqui ou o delegado fala: "Traz eles aí, eles já vai com pronto também".
Você tem as suas imagens, eles não sei se tem e tem a versão. A moça acho que filmou alguma coisa também. Sim, as imagens também são na íntegra, né?
Ele deve ter filmado tudo na íntegra. É, Nascimento, sai do sol que vai esquentar e vai parar de gravar, tá? Vem na sombra aqui, ó.
Tá? Assume você a reportagem ali, ó. Cadê?
Assume aí. Bota aí, faz uma reportagem que o microfone. Tô vendo que tá faltando uma parte dele.
Cadê essa parte? Essa parte aqui, uma senhora tá ali, ó. A gente tava entrevistando, uma senhora quebrou o microfone.
A minha sorte é que não sei por qual razão me deu na cabeça de dessa vez guardar o microfone, prender aqui. Parece que já esperava esse microfone eu prendi aqui. Então quando ela quebrou o microfone, esse outro microfone gravador tava aqui no meu curso.
Por isso que a gente continua registrando os áudios, tá? Eh, uma outra pessoa foi contra ele. Tá gravado isso.
Eu mostrei pro policial militar. Foi para quebrou, quebrou o tripé e agrediu ele. O nascimento ele tá depois você pega para mostrar.
Olha lá, pega o celular e mostra lá. Ele tá com os braços arranhados para fazer exame de corpo de delito. Entendeu?
Vai lá. Vai pro ML. Isso aí para ML.
Pega o seu armó para aqui. Olha o braço. Olha só, gente.
Os vermelhos é arranhão. É arranhão forte isso aqui. Que que eles usaram?
A esse aqui não. Eles foi agrediram com socos, pontapés, arrancando. Aí ele aqui eh eu e ele fomos agredidos pelo eu acredito que devem ser o proprietário do Agrediram.
Ele me agrediu ao ponto de que em certo momento vamos até a mod que eu quero mostrar para vocês. Pode aí, você tá pegando meu áudio, né? Tá por perto, tá no Brasil todo, ó.
Peças do tripé, tá vendo? E foi quebrado. Essa é a barra de ferro.
Ele arrancou essa barra de ferro que tava enfiada em algum lugar aqui. Ele mexeu, mexeu, arrancou ela e tentou agredir ele. Só que essa barra de ferro tava preso em algum lugar.
Ele correu até lá e soltou de algum lugar, pegou e tentou agredir ele. Aí eu corri pra esquina e falou assim: "Vem para cá, vem para cá". Ele se escondendo.
Ele veio para dar um soco na gente. A gente caiu aqui, tinha um carro dando ré, a gente quase foi atropelado. Eu caí em cima do carro, foi gravado também.
Ah, pior ainda foi um caos. Um caos, porque era um era um homem, acho que mais uma esposa, a filha e mais uma outra pessoa agredindo a gente aqui, correndo na rua, a gente virava de um lado, virava do outro. Foi um verdadeiro cácio que aconteceu aqui, gente.
Isso é, isso é, isso é muito grave. Isso é artigo 129 do Código Penal de Agressão da detenção 3 meses a um ano e ceder de o voz de prisão, tem que ir preso mesmo. O material todo danificado, não isso vai arcar também junto.
Fez ameaça de morte. Fez ameaça de morte. Exato.
O rapaz ficou ameaçando nós de morte aí o tempo todo. Pior ainda. Olha só, gente.
Ó o microfone. E aí, gente? Era para ser rosqueado.
Nem rosqueia mais. Quebrou meu rban também com soco. Deu um soco.
Ol, quebrou meu meu raiban. Olha a outra parte. Quer dizer isso.
Olha só, pessoal. E quebrou de quebrar. Arrancou a par madeira aqui.
Deu um soco na minha. Olha só, no meu rosto quebrou o raiva. Meu Deus do céu, esse óculos aqui é caro, hein, gente?
Que é caro. Vai ser mais uma coisa que eles vão ter que arcar também. O sargento informou que o delegado de polícia solicitou que todos fossem apresentados na delegacia.
O boletim de ocorrência foi feito e todos foram liberados. [Música] O cinegrafista Nascimento e o repórter Daniel apresentaram-se no Instituto Médico Legal, onde foi feito exame de corpo de delito. É, gente, saímos agora do do ML.
Já é 7:20. Hora começa. Que que hora que começou?
Tu portar começou antes da meio-dia. Antes do meio-dia. Antes da meio-dia.
Meio-dia acabou agora aqui no ML. F. Passou aqui o Caí, passou o Daniel também para agora vai ser enviado pra delegacia agora responder criminalmente.
É. E espero que seja exemplar aí, né? A gente não quer o mal de ninguém, a gente quer que seja feito justiça.
Não se pode agredir ninguém e como eu falei, muito menos uma equipe de reportagem. Por quê? Porque nós representamos a voz de todas as pessoas.
É, é transparecer pr as pessoas o que tá acontecendo de real. E quando alguém vem agredir e principalmente tirar o o celular, a gente tá usando aqui um tripé que o que o que o pai do do Moiana, que é outro nosso nosso outro cinegrafista trouxe, um tripé aqui improvisado, porque eles quebraram o nosso tripé, tá? Então é um absurdo tentar cerciar o trabalho da imprensa feito numa calçada.
Poderia ser feito dentro da empresa, mas foi feito na calçada, né? Público não sei, não sei que que eles podem alegar, né? É estranho isso.
Como a gente falou, a gente nunca viu isso na rua. E para você, ô, a primeira vez que passou por isso, né? Como é que essa sência, tomara que seja a única vez, mas teve medo?
Como é que foi a sensação no momento? Ah, foi horrível, né? No início a gente fica meio com medo mesmo, é normal primeira vez, mas eu espero que não aconteça de novo.
A gente espera que seja último e que as coisas sejam resolvidas no diálogo. Chega de violência. É, infelizmente é um risco da função, mas nós vamos ficar por aqui.
Qualquer coisa a gente vai atualizando, vocês podem ter certeza. Tá com imagem de Paulo Moiano C nas Nascimento também, né? fez as imagens.
Jabano, Daniel Moreto para alerta consumidor. O alerta consumidor manifesta seu mais viemente repúdio às agressões covardes sofridas por nossa equipe de reportagem durante o exercício legítimo da atividade jornalística em Bauru. A violência praticada contra o jornalista Daniel, o cinegrafista Nascimento e o consumidor Klaus não se limita a um ataque físico, mas representa uma afronta direta à liberdade de imprensa.
Princípio fundamental garantido pelo artigo 5º da Constituição Federal. O jornalismo tem a função social de fiscalizar, denunciar abusos e dar voz ao povo. Atentar contra profissionais da comunicação é atentar contra a democracia brasileira e contra o direito de toda a sociedade à informação.
Você aceitaria ver alguém que ama sendo enganado sem poder fazer nada? ver a sua mãe, o seu pai ou até mesmo um desconhecido passando por um problema de relação de consumo, sem saber o que fazer, sem ninguém para ajudar. Chegou a hora de mudar essa realidade.
Está nascendo a primeira turma de defensores do consumidor, do alerta consumidor. Nós vamos formar defensores em todo o Brasil, pessoas preparadas para proteger a si mesmas, seus familiares e até desconhecidos. E você é escolhido para fazer parte dessa primeira geração de defensores do consumidor, do Alerta Consumidor.
Durante 3 meses, você terá aulas online e ao vivo toda semana com o jornalista do consumidor, Daniel Moreto. Um grupo fechado no WhatsApp só para os alunos inscritos. O material exclusivo Café com meus Direitos, com 100 histórias práticas de direitos do consumidor, artigos do CDC em linguagem simples e centenas de atividades para você responder, treinar e aplicar no dia a dia.
Ao final, os aprovados na prova final receberão certificado oficial e a carteira de identificação de defensor do consumidor do Alerta Consumidor. Nesta primeira turma, você não paga mensalidade. O único investimento é no material, apenas R$ 90, já com o envio das três apostilas para todo o Brasil.
Mas atenção, a primeira turma tem vagas limitadas e as aulas já estão para começar. Garanta agora a sua vaga. Entre em contato pelo número de WhatsApp que aparece na tela e faça parte da primeira geração de defensores do consumidor, do Alerta Consumidor.
Atenção, você está enfrentando problema com alguma empresa ou prestador de serviço. O Alerta Consumidor te ajuda a resolver de graça. A TV Alerta está rodando o Brasil com o quadro Alerta Consumidor, onde serão selecionados quatro casos em sua cidade.
Se você está passando por algum problema com empresas ou prestadores de serviço, entre em contato agora mesmo com o Alerta Consumidor, pelo botão que acompanha este vídeo ou pelo WhatsApp que está aparecendo na tela. Se no momento você não precisa da nossa ajuda, então salve nosso número, pois nunca sabemos quando será preciso de ajuda. Chega de injustiças.
O serviço é gratuito.